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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptyTer 05 Dez 2017, 20:21

É tetra, É tetra, finalmente admissão concluida #5







Meu caminho pra a sala de armas era tranquilo ate que eu finalmente precisava confirmar onde era o local, era um rapaz de aparência nada especial, o tipo de homem que se vê em muitos lugares por ai mas isso não era o importante naquele momento, eu esperava que ele me indicasse o local e claro por um momento ele se sentiu maluco mas logo retrocedeu e pensou melhor, ele me enxergava depois daquilo, falava sobre — Pensei que estava enlouquecendo. O que uma criaturinha como você está fazendo aqui em um Quartel da Marinha? — eu me preparava pra responder mas ele bem, apenas percebia que eu tinha falado anteriormente então apenas dava um sorrizinho pra ele. Ele me colocava no ombro, rapidamente, o que pra mim começou normal agora lembrava mais como se estivesse em uma excursão.— Mas, por que você quer se tornar uma marinheira? — aquela pergunta era fácil pra mim.

Aproveitaria aquele momento pra descansar enquanto ele me levava e contaria um pouco dobre meus sonhos. - Eu apenas desejo salvar as pessoas, e ajudar a deixar tudo mais seguro, eu também quero me aventurar pelos mares afora, isso me faz sentir um certo arrepio quando penso o quanto o mundo lá fora pode ser grande, não sou o tipo de pessoa que gosta de ficar parada, então dessa forma eu quero me tornar uma boa marinheira como meu pai e trazer a justiça por onde eu passar, tenho muito a amadurecer ainda mas é o que quero. - Meus olhos tinham um brilho forte sempre que falava dos meus sonhos pra as pessoas, era como se compartilhasse um pequeno pedaço de mim com ele, eu já era pequena se saísse espalhando pedaços por ai não sobraria nadinha de mim logo logo. — Eu me tornei um marinheiro para um dia salvar alguém que eu goste e salvar toda a nação! — O Sonho dele não era muito diferente do meu mas, mesmo assim parecia ter um peso enorme em cada palavra.

Ele finalmente se despedia falando seu nome e se retirando. - Tachau moço boas aventuras. - eu havia me focado tanto no ponto de se tornar uma marinheira que só agora noto que não falei meu nome pra ele. Tentaria falar alto antes que ele estivesse longe demais. - Me chamo Jinne.- Independente dele ter ouvido agora vinha a sala de armas, lá corria tudo normal, eu adentrava, era bem recebida e apesar da dificuldade ela me achava algo pequeno e útil, assim como eu esperava, não era nada novo mas de fato não me preocupava.

E finalmente a hora tão esperada chegava a luta contra meus próprios limites eu precisava dar tudo de mim, Thor me recebia na sala e falava algo de extrema importância, ele não queria homens fracos na marinha, então eu precisava dar tudo, em um rápido avanço um golpe no joelho e sem demora no outro, ele parecia ter se surpreendido, normalmente não se espera força de uma coisinha pequena hihihi, mas minha alegria de vitória não durava muito durante a subida pelas suas costas um único golpe me derrubara por ali. Naquele momento eu me perguntava se eu seria aprovada ou tudo acabaria ali, mas as palavras finais dele me confortavam, eu estava aceita a felicidade corria por todo o corpo, mas tudo que podia dizer naquele momento era um. - Sim Senhor!- Agora eu precisava pensar um pouco no que fazer depois de tudo aquilo mas agora a única coisa que eu mais queria era o uniforme.

Visto isso passaria mais alguns segundos deitada enquanto recuperava o folego, pensava de fato em algumas coisas que o futuro me reservava, quantas missões estavam por vir, mas o principal o que seria a minha primeira? Não tinha ideia mas era melhor não despertar a ansiedade agora afinal o dia vai ser longo, bem longo. Me levantaria dali e procuraria pelo local onde entregam os uniformes, eu já tinha uma ideia de onde ficava, ate por que havia ido lá uma vez antes, então não deveria ser difícil achar, não havia pressa então caminharia pelo QG sempre olhando cada lugar e porta por onde passasse, ate pra pegar mais ainda o jeito sobre isso, se chegasse no local, procuraria a pessoa responsável e tentaria falar com ela, se estivesse de pé em algum lugar puxaria a barra da calça pra chamar atenção enquanto falaria. - Hey, hey eu queria saber se tem um uniforme pro meu tamanho ai?- eu falaria enquanto esperava uma resposta dela, se ela não me ouvisse puxaria mais forte um pouco, e repetiria. Caso estivesse por trás de uma mesa ou balcão apenas subiria no mesmo e ficando mais alta falaria a mesma coisa.

Se ela me achasse um uniforme pediria algum lugar pra me trocar e aproveitando isso já provaria o uniforme, o bom disso era que qualquer pequeno pano faria um uniforme pra mim, não seria tão difícil. - Obrigada, tem algum lugar que eu possa provar?- Falaria com o sorriso estampado no rosto, estava realmente animada, o uniforme era a primeira prova de que se está a serviço, caso não tivesse uniforme pra o tamanho apenas agradeceria e sairia do lugar, depois disso independente dos resultados ali sairia de lá me despedindo apenas dando um pequeno tchau com a mão e indo agora pra o refeitório ver o que teria pra comer por lá, só uma espiadinha. Caminharia ate lá pra tal local, e ao chegar tentaria ver o que tinha pra se comer por ali, não ia comer nada agora apenas queria saciar a curiosidade e ver o que tinha por lá, afinal ela viria ali mais tarde também. Passearia aos poucos, tentando andar por todo o QG indo de lugar em lugar e descobrindo as coisas, dormitórios, banheiros, as salas que estivessem abertas, a enfermaria pra quando precisasse se curar, caso alguém me visse mesmo com aquele tamanho eu acenaria pra pessoa com um leve sorriso pelo rosto.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptySab 09 Dez 2017, 11:01



Narração


Bem-vinda!



Jinne caminhou pelo Quartel General de Shells Town até chegar ao balcão onde era distribuído os uniformes. Subindo no mesmo, ela questionou o homem que estava ali, indo diretamente ao seu calcanhar, a pequena garota questionava a possibilidade de haver algum fardamento que lhe coubesse de maneira ideal. O homem, que de início teve uma surpresa, logo de abaixava para falar com a garota de maneira mais correta, de igual para igual, coisa que era bem explorada por Thor, que não menosprezava alguém que tinha os mesmos direitos que ele mesmo.

— Olá mocinha! Bem, não sei se terei seu uniforme no momento, deixe-me só conferir na lista do inventário que nos foi fornecida esta semana... — falou o homem indo de encontro a uma certa lista que havia sobre o balcão. Algum tempo se passou, ele olhava folha por folha até ter a resposta definitiva para a pequena Jinne. — Bem, realmente não terei no momento, mas irei providenciar isso agora mesmo... Deixe-me ver você um pouco... — falou olhando a pequena por alguns instantes — Pronto, já sei suas medidas. Irei falar com minha esposa e ela fará um belo uniforme para você. E sim, minha esposa é demais! Olha como ela é! — falou mostrando uma foto de uma bela mulher, singela e serena, junto ao próprio homem.

Tendo que esperar, a anã não sabia o que fazer até então. Talvez ir até o refeitório enquanto espera? Bem, ela pôde pensar em diversas coisas, mas logo foi interrompida pelo marinheiro que havia encontrado anteriormente. — Jinne Belmont? Que belo nome, não? — falou Teiko, se aproximando da anã. O rapaz a ignorou por alguns instantes, indo em direção ao home que a baixinha havia falado anteriormente e solicitando um uniforme novo para um dos superiores. — Acho que terei minha primeira missão. O Sargento Thor me designou para uma certa missão, então... Estou animado! Enfim poderei proteger a todos! — afirmou o garoto antes de ser informado da chegada do uniforme. — Enfim, se cuida! Apareça pelo refeitório, já que se tornou uma marinheira! — deu uma piscadela — Sim, as notícias correm soltas por aqui. Abraço pequena! — se despediu o rapaz.

Esperando a roupa ficar pronta, a garota decidiu ir ao refeitório, espiar como seria os demais marinheiros. Vagando por lá, diversas mesas haviam pelo local, sendo a maioria bem, digo, bem enormes, cabendo cerca de dez marinheiros por mesa. No local exato, não haviam muitos, talvez estivessem em ronda ou em missão, porém os que haviam ali eram bem diferentes uns dos outros. Em uma mesa mais afastada, havia um homem mal-encarado que fumava dois cigarros de uma só vez, ele olhava diretamente para a pequena, diferente do que ela estava acostumada. Em contrapartida, em uma mesa ao lado, duas marinheiras conversavam e davam algumas risadas enquanto preparavam-se para sair. Eram parecidas elas, porém com cabelos de coloração diferentes. Uma ruiva e outra com uma cor mais puxada para o rosa.

— Você é Jinne Belmont? — questionou uma voz fria, porém calma. Ao virar-se, a pequena garota poderia ver um rapaz de cabelos ruivos, trajando vestes negros. Ela não havia notado a chegada dele ali, era estranho, mas da mesma. — Seja muito bem-vinda a esse mundo de corrupção... — falou antes de sumir aos seus olhos. No mesmo instante, Teiko chegou aonde a garota estava. — Tudo bem? — questionou o rapaz.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptyTer 12 Dez 2017, 21:32

Slice of Life no refeitório #6







A hora de receber o uniforme chegava mas eles não tinham nada pra mim ainda, esse tamanho ajuda horas, atrapalha outras, e sabemos como isso é, nunca dá pra ter certeza de como essas coisas terminam. -Obrigada, volto aqui depois então- Apenas agradecia a quem me atendeu no local depois de me medir, o sorriso não saia do meu rosto, era de fato um dos dias mais felizes pra mim, eu queria as vezes parrar por uns 10 segundos e ficar a olhar pro céu apenas imaginando que aquilo realmente é verdade, bom, na verdade nada me impede disso agora que pensei.

Entretanto no momento que eu saia dali o rapaz que me ajudava antes me cumprimentava novamente, eu estava de fato animada e confesso que ele me parecia bem interessante. -Obrigado, foi meu pai que escolheu, ele era um Capitão na Grand Line, Arthur Belmont, ele quem me inspirou a vir pra cá.- falava isso sempre olhando pro alto pro rosto dele, eu imaginava agora que talvez ele não tivesse me visto, ele poderia só ter sussurrado isso sem pensar hihihi, mas, de qualquer forma, eu já tinha respondido era meio tarde pra falar. - Boa sorte na sua missão se cuida, eu estava indo pro refeitório sim.- O QG me impressionava cada vez mais, as pessoas eram muito únicas naquele ambiente, eu pensava bastante nisso enquanto caminharia para o refeitório.

Eu já imaginava que veria de tudo aqui, apesar de ter vindo muitas vezes, esse é o primeiro contato direto com os marines sozinha já que eu sempre estava com meu pai, nenhum deles vinha diretamente a mim, me cumprimentavam, mas nunca parava literalmente pra conversar como o Teiko fez agora, era uma boa sensação parecia que alguém se importava mesmo com as pessoas. O caminho ate o refeitório era pacífico o local era bem o que eu imaginava, marines grandes comendo, mesas enormes, não muitas mas algumas garotas conversando e rindo, apesar de meu instinto de alguma forma me fazer pensar que elas duas eram suspeitas, um fumante estranho me olhando… não pera… um fumante me olhando? Isso é bem atípico, ele então dirigia a palavra a mim. — Você é Jinne Belmont? — com um sorriso no rosto e animada como sempre me voltaria pra ele, mesmo com aquele jeito frio as vezes ele só precisava de um pouco de atenção naquela hora talvez. - A própria. - Completava olhando ele, que me respondia ainda da mesma forma, e com uma resposta tão estranha quanto seu jeito. — Seja muito bem-vinda a esse mundo de corrupção... — o que a idade não faz com as pessoas não é mesmo? Apesar de eu compreender de certa forma do que ele falava, por mais que eu adore a instituição sei que temos marinheiros bons, e marinheiros maus, eu sentia como se ele fosse o oposto do Teiko, era como se eu olhasse pra dia e noite, era como se eu estivesse num jogo. (é referencia ao Good cop, bad cop, jogo do policial bom e policial mal muito citado em filmes, mas ela fala na versão marine :3)

Realmente era muito contrastante analisar a diferença das ações e personalidade de ambos naqueles locais. Mesmo que eu tivesse convivido tão pouco com eles o instinto afiado dizia algo, mas eu ainda não podia julgar certeiro, e por falar no homem, lá está ele. — Tudo bem? — sumonado quase que instantaneamente aparecendo ao sumiço do fumante, ele parecia preocupado com a situação. - Há sim eu to bem, tinha um cara estranho aqui, que falava de corrupção, mas não o conheço, talvez ele tenha visto meu pai ou algo assim e ai lembrou de mim, ou ele tem uma maneira muito esquisita de cumprimentar. - naquele momento algo me afligia minimamente, por mais que ainda estivesse feliz, eu lembrava que eles podiam me confundir com a raça dos anões (Lembrando que a personagem não acredita que é anã, por mais que o pai falasse, então ela tem conhecimento sobre a raça, explicado na fantasia.) e eles são vendidos ao que meu pai falava, eu só conseguia pensar que tinha algo haver com isso.

Eu então aproveitaria já que ele estava ali pra puxar algum assunto. - E então vamos comer algo por aqui? - comentaria já abrindo o sorriso novamente e partindo pra área de serviço junto com ele pra pedir alguma comida, aquele estresse momentâneo tinha me dado fome. - e sua missão começa amanhã, vai ser alguma vigia?- meus olhos, com certeza, brilhavam quando perguntava aquilo, eu tinha muita vontade de saber mais sobre as missões iniciais, apesar de já ter perguntado mil vezes ao meu pai e ouvido suas histórias, se bem que ele era um caso a parte ele acabou praticamente meio a uma guerra na sua primeira missão. Independente da resposta do rapaz após ele terminar de falar eu diria. - eu estou empolgada pra pegar minha missão logo e começar a servir, ainda não sei o que vai ser mas já adivinho que vai ser algo bem além das minhas expectativas, se bem que eu não sou alguém difícil de animar, então quase qualquer coisa que vier eu vou gostar hihihi- eu parava sempre olhando pra ele mas de vez em quando pensava comigo mesma se o uniforme estava pronto.

Se pegássemos a comida subiria na mesa, pedindo pra ele colocar meu prato em cima dela enquanto eu subia. - Pode por ele ai em cima pra mim?- falava enquanto estendia o prato provavelmente maior que eu mesma pra ele, e depois disso se ele o pegasse, saltaria no banco e depois em cima da mesa, com a acrobacia não devia ser difícil pra mim, se precisasse pegaria algum impulso pra isso, se visse não dar muito escalaria pela perna da mesa.- pronto agora é hora de comer.- falaria quando estivesse frente ao prato com a colher enorme pra mim na mão e começaria a comer, tentaria comer tudo afinal meu apetite era ate grande, depois me escoraria na mesa praticamente deitando sobre ela. - Acho que comi bastante. - E depois ficaria esperando ele terminar.

-Me diga você é daqui da ilha mesmo, ou vem de outro lugar?.- Falaria depois dos minutinhos de fadiga após a refeição apenas pra ver a resposta, eu queria conhecer melhor ele, não era um problema afinal o Thor me disse que eu começaria amanhã então eu terei esse momento livre pra isso hoje, caso ele me perguntasse o mesmo responderia a pergunta. - Sim, eu sou dessa ilha, vivi a vida toda por aqui, conheço algumas pessoas, apesar de não ter tantas amizades, na verdade minha melhor amiga está bem longe daqui atualmente.- outra coisa importante era também o que ele lutava eu me perguntava isso desde que o vi, pela sua aparência calma e simplória, nada me vinha a mente quando eu o olhava, nem mesmo ele me parecia do tipo que lutava. - Mas me diga, você costuma usar que armas? Eu sou uma boxeadora, mas quando olho pra você eu não leio bem o que você lutaria, normalmente eu costumo acertar bem isso hihihi- completaria pensativa imaginando a possível resposta, talvez um lutador de tae ou um atirador, mas podia estar completamente errada, essa era a graça da coisa.

Se por fim muito tempo tivesse passado eu o perguntaria algo ficando de pé sobre a mesa que eu comi antes. - acha que meu uniforme tá pronto? A gente podia ir olhar, quer dizer eu né? Não acho melhor esperar pra mais tarde mesmo afinal faz pouquíssimo tempo que eu sai de lá- falava o olhando seriamente, apenas estava me perguntando tantas coisas, afinal eu era uma garotinha empolgada, tinha que estar com esse tipo de sentimento mesmo talvez.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptyQui 14 Dez 2017, 15:19



Narração


Teiko



O que diferenciava o bem do mal? Quais critérios imparciais poderiam confirmar isso? Nenhum. A justiça sempre foi um método partidário de reger o mundo, desde sua casa, ao impor regras justas para todos, até toda uma nação. Será que realmente eram justas? Na visão de quem impunha, sim, na visão do imposto, nem sempre. Jinne, em uma chuva de sentimentos, entrava em contraste com o seu sentido adormecido. Ali, ela sentia uma lua cheia em um céu tenebroso, diferentemente do sol radiante de uma bela manhã que era Teiko. Falando no mesmo, a garota era interrompida pelo rapaz, que chegava ao local.

— Há sim eu to bem, tinha um cara estranho aqui, que falava de corrupção, mas não o conheço, talvez ele tenha visto meu pai ou algo assim e ai lembrou de mim, ou ele tem uma maneira muito esquisita de cumprimentar... — informou Jinne. Por mais que Teiko estivesse curioso com o que a garota dizia, não se mostrava suspeito. Realmente não tinha motivos para isso. A anã não era a primeira a comentar sobre esses encontros misteriosos, porém, tudo isso sempre foi acobertado pelo regime interno, a fim de diminuir o caos mental que isso causaria. Era um campo de força que prendia quem estava nele.

— Acho melhor você não falar disso por aí... — falou Teiko, olhando para os lados. Realmente o rapaz estava preocupado. Por algum motivo o alto escalão da Marinha não aprovava a existência de algum ser que vagasse por aí, por seus domínios, porém, mesmo não aprovando, ele não podia permitir que essa informação por aí. Então era melhor a pequena mulher esquecer esses assuntos por enquanto. — O pessoal não gosta muito dessa conversa. Você não foi a primeira que falou disso, mas nada foi... — vendo que haviam pessoas notando aquela conversa suspeita, Teiko pegou a anã, colocou-a em seu ombro e saiu dali.

— E então vamos comer algo por aqui? — questionou Jinne, sem entender o que Teiko havia feito. O rapaz a ignorava por alguns minutos, quando caminhava. Às vezes, a impressão de ser seguido o assombrava e fazia-o olhar para algum possível inimigo ali dentro. Teiko era muito gentil, mas sabia que cobras habitavam a Marinha e isso podia ser novidade para sua recém-conhecida amiga. — Vamos sim, Jinne, certo? Vou pegar o meu e o seu e nos sentamos ali — falou o jovem marinheiro pegando as bandejas já prontas e seguindo para uma das longas mesas. As merendeiras, se podemos chama-las assim, não eram de conversar muito, talvez por alguma ordem superior ou talvez por saberem de mais coisas que deveriam, mas isso podia impressionar Jinne, porém, Teiko não.

Sentados, Teiko se engasgava um pouco com sua comida após Jinne questioná-lo a respeito de sua missão. O rapaz realmente ficava nervoso ao tocar em tal assunto. Seria emoção ou medo? Poderia ser até ambos. Antes mesmo do rapaz responder, Jinne o bombardeava com toda sua emoção. O brilho em seus olhos deixava o rapaz constrangido, porém animado. Ele se questionava se ao ingressar na marinha, ele possuíra aquele brilho e se ainda o mantinha. — Bem, ainda não sei bem, mas acredito ser algo grande. Uma investigação... — olhou Teiko para trás. Passava por ali o marinheiro mal-encarado que Jinne havia visto anteriormente. O gentil rapaz cessava suas palavras e continuava comendo sua refeição. Ambos fizeram suas refeições. Jinne, por ter uma fraca percepção do que acontecia ao seu redor, não notara que Teiko comia sem vontade, porém, ao terminar, a garota se mostrava revigorada, ao contrário do rapaz.

— Quantas perguntas hein? — ironizou o rapaz — Ei! Como assim? Está dizendo que não sirvo para lutar? Estou brincando, mas eu uso armas sim, sou da ilha também, gosto de usar um bastão, acho armas bem práticas para combate. Porém, fico desprotegido contra armas de disparo, tanto quanto você, “boxeadora” — ironizou o rapaz — Vá conferir se sua farda está pronta, tenho que cuidar de alguns assuntos. Deixa que eu levo as bandejas. Até mais, Jin! — se despediu rapidamente Teiko ,quase que fugindo da garota. Jinne então partiu em direção aonde ela deveria pegar seu uniforme, enquanto Teiko guardava as bandejas no lavatório dali. Perto dele, chegou o marinheiro mal-encarado, que sussurrou algumas palavras em seu ouvido. — Não se preocupe, não contei nada a ela! — respondeu de prontidão Teiko, agora sério. O marinheiro recuava, talvez medo de Teiko? Impossível, talvez, mas logo eles seguiram seu rumo, cada um para um lado.

Certamente o uniforme de Jinne não estaria pronto, mas Teiko apenas queria se separa da pequena garota e seguir o que tinha para fazer. O caminho não havia muitos empecilhos. Jinne conseguiria chegar sem problema até o local. Nada de anormal acontecia nos corredores. Lá, a resposta seria a mesma. Nada de estar pronto. Agora, então, a anã tinha de conseguir passar o tempo. Vagar pelo quartel, andar pela cidade, descansar, qual seria a decisão da garota? Ao decidir ir em direção a cidade, no balcão principal ela veria uma movimentação anormal. Alguns marinheiros eram informados de uma tentativa de roubo na cidade, no centro, em uma loja de joias e se encaminhavam para o local. Se permanecesse no quartel, ela veria alguns marinheiros o circuito de treinos, alguns iam para lá, outros vinham completamente suados, mas os treinos da marinha eram pesados. Brevemente, ela podia ver Teiko passando junto ao marinheiro mal-encarado, quaisquer tentativas de diálogo seriam ignoradas pelo rapaz, que fingiria que não havia visto a pequena. Se resolvesse descansar na sauna ou sala de descanso, ela veria um marinheiro já idoso e uma garota, respectivamente, que estariam nos respectivos locais. Um mostrava um semblante bem amigável, ao contrário da outra, que tinha cara de esnobe. Nenhum puxaria assunto, porém nem todos responderiam a garota.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptyQui 14 Dez 2017, 19:41

Clima estranho, é bem estranho #7







Teiko parecia indiferente as minhas perguntas, o jeito dele agir comigo era um pouco diferente do normal, poderia ser qualquer coisa ate mesmo a pressão de ter uma missão por perto de qualquer forma cada resposta dele era importante, eu ouvia atentamente ele falando sobre cada coisa, primeiro ele me punha no ombro, talvez pelo motivo de querer me tirar dali rápido, ele me explicava que as pessoas não gostavam do assunto apesar de na verdade pensar outra coisa, eu nem mesma queria focar no assunto, só repeti o que o marine havia dito. De qualquer forma já tinha passado. Armas de fogo e pessoas que lutam físico era do que ele falava? Bem era qualquer um na verdade, um atirador é vulnerável ao outro, apesar de eu entender o que ele quis dizer, pela dificuldade de se alcançar eles, são armas a distância, não importa se o outro tem uma também, os dois continuam podendo se ferir, claro que é mais fácil um atirador ser counter de outro mas nada que uma boa estratégia e mobilha pra se esconder atrás não resolvam. Ele também não me dava detalhes de nada e parecia querer esconder algo de mim seja lá o que fosse que pensava.

Ele por fim apenas se despedia me mandando ir ver o uniforme, parecia querer ir embora por algum motivo, devia ter coisas pra fazer mais importantes nessas horas, eu resolvia então ficar pelo QG, eu resolvia apenas parar e sentar em qualquer canto depois de ter visto que o meu uniforme realmente não estava pronto. Mas além dos marines treinando tinha uma surpresa diferente, Teiko que passava junto do fumante estranho, eu decidia por não ir ate ele naquela hora, mas aquilo de fato me incomodava, ver os dois juntos me levava a um leve delírio momentâneo é claro.

O que dois homens tão diferentes faziam juntos? Será que eles eram companheiros de missão? Acho que eles mesmo que fossem teria a escolha de se separar se quisessem nesses momentos no quartel, é uma coisa intrigante de fato mas talvez eles não fossem tão diferentes, eu poderia talvez ter feito um mau julgamento de qualquer um, ser superficial as vezes pode nos enganar, mas não sou ninguém pra julgar o fumante, ele pode ser só uma casca grossa, ou não.

É eu realmente não consigo parar de pensar nessas coisas complicadas, justiça, mal, bem, aparências, como interpretar tudo? Eu tinha essas respostas? Talvez todas elas tivessem no meu interior, mas não era hoje que eu ia extrair isso, deitaria perto de alguma parede, mas quando me deitava rapidamente vinha o lembrete, que tal a sauna? Eu levantaria dali então e partiria pra o local pra relaxar por lá. Se chegasse ao local e os dois estivessem lá eu tentaria conversar com a marine moça, por que pra mim ela podia talvez não ser realmente esnobe, era um método de testar o que eu raciocinava, nem todos são aquilo que aparentam.

Me aproximaria então da moça e me apresentaria, chegando mais alto, se tivesse o banco típico subiria nele e falaria com ela.- Oie tudo bem? Sou Jinne.- Falaria com um sorrisão no rosto, talvez fosse legal fazer uma amizade com ela, entretanto eu não ia forçar, se ela me respondesse rudemente ou não chegasse nem a responder apenas me sentaria e relaxaria ali do lado, e depois tentaria puxar conversa com o velho – Oie tudo bem? Sou nova por aqui, é marine a muito tempo no quartel? - falava também com aquele sorriso, eu sabia que aquela conversa era uma forma de acalmar meu próprio interno, que não se acalmava com aqueles pensamentos, aparecias e realidade eram coisas diferentes mas as vezes tão difíceis de separar;

A minha decisão então era por relaxar mesmo que os dois não me respondessem apenas sentaria e relaxaria, fecharia meus olhos e começaria a fazer algo que as pessoas chamam… bem é… acho que é meditação, mas não bem isso, mas era o que eu me baseava, eu nunca tinha tentado antes mas me disseram um dia que isso acalmava o interno e fazia os pensamentos melhores, o padrão era primeiramente acalmar o corpo, deixar ele em um estado de repouso, era o que faria de início, depois respirar, era preciso sentir o pulmão e suas contrações, focar então o ouvido no meu próprio interno, ouvir meu próprio coração e respiração e me ater aquilo, depois aos poucos tentar se levar ao mundo dos pensamentos, retirando completamente todo o exterior da jogada, se todo o exterior saia da jogada eu podia pensar com a clareza desejada.

Mas caso algum deles me respondesse amigavelmente eu continuaria a conversa, eu tentaria me distrair um pouco com eles e apenas depois tentaria a meditação. Partiria para outros tipos de pergunta a que mais me vinha na cabeça era por que eles decidiram estar ali, dessa forma perguntaria pra qual fosse que tivesse me acolhido em palavras. - Por que decidiu ser marinheiro?- aguardaria a resposta ansiosamente e caso me perguntasse o mesmo responderia o mesmo que pra Teiko. - Eu apenas desejo salvar as pessoas, e ajudar a deixar tudo mais seguro, eu também quero me aventurar pelos mares afora, isso me faz sentir um certo arrepio quando penso o quanto o mundo lá fora pode ser grande, não sou o tipo de pessoa que gosta de ficar parada, então dessa forma eu quero me tornar uma boa marinheira como meu pai e trazer a justiça por onde eu passar, tenho muito a amadurecer ainda mas é o que quero. - Depois disso pararia apenas esperando que me perguntassem algo ou a conversa prosseguisse por outro rumo. Após tudo o final ainda seria o mesmo, a tentativa de meditação.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptySab 16 Dez 2017, 22:57



Narração


A Face da Verdade




Realmente as coisas estavam confusas na mente da pequenina. O fato de Teiko agir de maneira tão estranha com ela, visto que o rapaz havia se portado totalmente diferente anteriormente a fazia pirar. Buscando alguma resposta, ela mentalizou diversas situações e, após ver que o rapaz andava junto ao estranho de antes, suas suposições aumentaram bastante. A dúvida do que Teiko fazia ao seu lado era gigantesca. Com todas essas questões em mente, a garota decidira extravasar, ir até a sauna que havia lido nos corredores.

Ao chegar no salão principal, na entrada, Jinne preparava-se para tomar o caminho da sauna, que ficava mais a esquerda no quartel. Durante a sua locomoção, uma dupla de marinheiros passou rapidamente, chutando levemente a pequena, sem querer, que mesmo incomodada seguiu. — Vamos logo! Temos que ir para a cidade o quanto antes! — afirmou um dos marinheiros. Jinne, por sua vez, seguiu para onde queria ir. O corredor, após aquele momento, ficou como de costume, fácil de transitar. Alguns minutos passaram e, de passada a passada, a anã encheu o bico.

Após trocar as suas roupas e guardá-las em um dos armários, o mais perto do solo, é claro, a pequena adentrou na sauna. Curiosamente, a sauna era tanto masculina quanto feminina. O regime da Marinha era severo em relação ao respeito. Com toda certeza, uma mulher não seria incomodada pelos homens que ali estavam, esse era o princípio da ética que os oficiais respeitavam acima de tudo. Ao adentrar no local, que era um pouco pequeno, porém bem cuidado, haviam duas pessoas lá. Um senhor, que estava deitado com a tolha no devido local em seu corpo e uma dama, que estava mais relaxada, devidamente coberta e com uma toalha em seus olhos, “olhando” para o teto.

— Oie tudo bem? Sou Jinne! — falou Jinne, se aproximando e tentando ficar ao máximo no caminho da visão da dama. A mulher demorou alguns segundos para responder a pequena, porém não se deu nem ao luxo de tirar a toalha de seu rosto, já deixou claro a sua pretensão para aquela conversa. — Quem te deu o direito de falar comigo, Jinne Belmont? — respondeu a mulher, ainda sem tirar a toalha do rosto — Não me incomode, só de ouvir esse nome, já me lembro do Arthur... Saia daqui! — exclamou a mulher, detentora de belas curvas. — Lorelei, rude como sempre. Pegue leve com a garota, já não basta ela ter passado o que passou... — falou o senhor, parando subitamente o que falara, arrependido de algo. — Oie tudo bem? Sou nova por aqui, é marine a muito tempo no quartel?

Com aquela pergunta da garota, o senhor ficava mais tranquilo. Respirando fundo, ele voltava suas atenções para a garota. Olhando para ela, ele pensava consigo mesmo o quanto ela era pequena e como ela não acreditava em ser uma anã. Mal sabia Jinne, mas a sua frente estava aquele que foi o responsável pelo seu pai, na época em que o mesmo ingressou na marinha. Eles não eram muito diferentes, em termos de idade, na época, ele era tão novo quanto o Arthur, porém ele já estava em uma patente elevada. — Acho que são alguns anos... Um velho como eu já devo ter lavado muitas vezes esse quartel... — respondeu o velho, dando leves risadas do seu próprio comentário.

Jinne não prestava tanta atenção como devia. Tentando esquecer das angústias que pensava, ela não se dava conta que, inevitavelmente, volta a pensar neles. Realmente conversar sobre outros assuntos estava funcionando, em partes, tanto que ela persistiu na ideia, questionando o velho que havia sido tão amigável consigo. — Por que decidiu ser marinheiro? — questionou a pequena. O velho, parando para pensar alguns instantes, respiro fundo novamente e, dessa vez, ergueu-se e se colocou sentado. Tomando os devidos cuidados, ele não mostrou nada demais para a garota, porém as cicatrizes em seu tronco poderiam chamar a atenção da garota. Eram duas grandes cicatrizes de queimaduras, além de parte de seu ombro direito também estar.

— Eu entrei na marinha para combater o que há de mal no mundo! — afirmou sem rodeios — Desde o ladrãozinho de blues até os grandes cachorros do Novo Mundo! Mas, agora sou apenas um velho quase aposentado... — ironizou — Mas, se me permite lhe questionar, quais os seus motivos para entrar em uma organização tão criticada? — questionou-a. Animada, Jinne respondeu de bom grado a questão do senhor. — Eu apenas desejo salvar as pessoas, e ajudar a deixar tudo mais seguro, eu também quero me aventurar pelos mares afora, isso me faz sentir um certo arrepio quando penso o quanto o mundo lá fora pode ser grande, não sou o tipo de pessoa que gosta de ficar parada, então dessa forma eu quero me tornar uma boa marinheira como meu pai e trazer a justiça por onde eu passar, tenho muito a amadurecer ainda mas é o que quero!

As palavras da garota soavam como uma réplica do que o seu pai havia lhe falado quando questionado. Porém, diferente de antes, o velho não era o mesmo. Cessando o riso que ele demonstrava, sério falava a verdade que a pequena poderia já ter ouvido, porém não de maneira tão dura. — Belas palavras, porém, isso não é o bastante. Você não está pronta para o campo de batalha, não está pronta para ver seus amigos morrerem a sua frente! — falou esticando seu braço, como se algo tivesse em sua mão — Não está pronto para enfrentar os demônios que afetam o interior de tudo! Inclusive da Marinha! Você não está em um sonho de fadas, a vida não é só respeito e facilidade como seu pai lhe falou tanto, a vida é dura... Essas cicatrizes são a prova disso!

O velho então se ergueu e tomou caminho até a saída, cessando antes de chegar a porta. — Não me entenda mal, não que você não fique preparada, porém você precisa sofrer para crescer, essa é a lei inevitável da troca equivalente... Cresça e mude isso, para... Para o bem de todos... — falou antes de abrir a porta e sair dali. Então, ficaram ali só Jinne e Lorelei. A mulher, soltava um leve riso do que havia acontecido, retirando a toalha de seu rosto e olhando para a pequena. — O velho Wilson, duro como sempre, não sei por que ele reclama do meu jeito de agir, quando é pior que eu... Boa sorte, anã... — falou Lorelei, saindo da sauna alguns instantes após Wilson.

Enquanto isso, nas ruas do centro da ilha, uma perseguição acontecia. Um homem de vestes negras corria pelas ruas, sendo perseguido por uma trinca de marinheiros. Ao chegar em uma rua sem saídas, os marinheiros já contavam vitória, ameaçando-o. — Fique parado, levante as mãos e largue a sua arm... — antes que terminasse de falar, o inimigo já havia sumido. Não era só ele, tudo sumia em uma imensa escuridão. Estavam mortos. Acompanhado de mais três aliados, eles escapavam da marinha e se colocavam nos tetos de uma das casas daquela ilha. De lá eles podiam ver a movimentação dos marinheiros pela ilha e como a população estava atenta para algum possível problema. Ao longe, eles olhavam para o Quartel General da Marinha. — Estamos quase cumprindo o que prometemos... Chefe! — afirmou um deles.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptySex 22 Dez 2017, 06:40

Uma hora de reflexão, qual o caminho certo da paz? #9







Ambos eram um porre quando eu parava pra analisar uma grossa, e o velho meio calejado, por mais que culto ele falava coisas desagradáveis, entretanto isso não me atingia, era como o charuteiro do refeitório, ele fala de inocência e corrupção dor da guerra e essas coisas complicadas, é como se eles subestimassem minha forma de agir, sonhos são sonhos, não é como se eu achasse que tudo fosse flores, sei o que quero fazer e lutarei por isso se vai ter dor ou não isso é algo que minha jornada vai falar sobre, eu estava instável por outros motivos não aquilo, estava instável principalmente pôr as diferenciações aparência e caráter, entretanto eu certamente nem me importava muito com o assunto do velho em específico, sofrer ou não, ver amigos morrerem a jornada era quem de fato definiria cada detalhe, eles poderiam agonizar na minha frente, era algo para o qual minha mente devia estar preparada ou se preparar antes, não se pode deslizar em campo de batalha, mas de fato eu só saberia como é cada coisa com o tempo, ninguém está pronto, nós nos tornamos aquilo que precisamos ser. - Ate mais senhor bom dia por ai. - Me despediria cordialmente dele e da ruivinha também. - Obrigada, pra você também moça.- eu discordava do que ele dizia em parte, havia verdade em algumas coisas mas discutir era inútil, não me prestaria a isso eu preferia só relaxar, acredito que a necessidade sofrimento pra crescer é um mito. Pessoas são diferentes tanto ele como eu, as experiências das mais variadas são o que constroem cada ser vivo, e todos tem muito a ensinar, seja um ancião como ele ou uma garotinha como eu, aposto que ele não dá mais um mortal com dor na coluna.

Eu começaria a rir quando imaginava ele fazendo isso mas era um pouco maldade de minha parte, entretanto ele realmente tinha feito o que eu queria, me distrair um pouco, acho que eu me precipitei muito mais cedo com aqueles dois, na verdade não isso, eu me preocupei demais com aquilo, claro que apenas pensar assim não retira minha preocupação em relação a isso, mas deixar qualquer coisa me consumir era anti saudável. A minha conclusão do dia de hoje ate o momento é que aparências e personalidades as vezes são nada parecidas, então bem, hora de tentar voltar a minha paz.

Nesse momento me acalmaria mais deixando um pouco de lado meus pensamentos sobre essas coias de bem e mal, de charutos e mortais carpados, eu tinha melhores coisas pra pensar, tentar formular métodos de luta mentais, pensava agora em coisas que podiam me ser uteis do mundo, não necessariamente combativas, mas que podiam auxiliar, acho que a sauna me inspirava um pouco, aquele sorriso que tinha parado por tanto tempo de certa forma estava de volta ao rosto, sim aquela carinha de felicidade de quando entrei no QG, era aqui que eu realmente finalizava algo importante pra mim mesma, não que eu tivesse uma extrema reflexão, mas algo ali tinha realmente me feito ver uma única coisa, eu devo seguir meu coração, se dizem pra eu ir pra esquerda ou direita, ou se me dizem que as coisas são assim ou assado, simplesmente por que não ir lá e descobrir com meus próprios olhos? Minha própria vontade e força, apenas cada um pode dizer qual é a melhor maneira de crescer, e eu vou achar a minha um dia.

Naquele momento após tudo isso ficaria por mais algum tempo na sauna ate que eu estivesse satisfeita, após isso sairia de tal e me moveria pra outra região, após pôr as roupas certas e tudo mais, agora procuraria algum lugar pra dormir, não sei que horas seriam nesse momento mas, pelo menos, deitar dava, se achasse o lugar apenas me deitaria e me poria a pensar um pouco e em como seria o dia de amanhã, caso não conseguisse algum lugar ficaria vagando mais pelo QG, e depois correria um pouco, faria algumas flexões, pra exercitar mesmo, ainda me deixaria mais próxima de dormir quando pudesse.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptyTer 26 Dez 2017, 16:23



Narração


Pessoas e mais pessoas




A pequena Jinne passava por momentos que, por mais desconfortáveis que fossem, serviriam para o crescimento de qualquer um. Sem perceber, ela havia crescido. Inconscientemente ela levava todas as informações, gostosas e desgostosas, apenas como aprendizado. Pensar em besteiras aleatórias era uma boa maneira para relevar os problemas, porém nem sempre isso adiantaria. Voltando a centrar-se, como quando adentrou o QG pela primeira vez. Pensando em batalhas, ainda na mente a derrota para Thor, ela imaginava possíveis cenários onde teria de batalhar, enquanto relaxava ali, na sauna.

Uma vez pronta para sair pelo Quartel, Jinne iniciou uma caminhada pelos corredores do local. A movimentação, inicialmente estava calma, como quando ela passou anteriormente. Já havia se passado algumas horas desde então. O destino inicial era as camas, porém o local estava fechado por algum motivo que Jinne não saberia, o aviso estava alto demais para a moça avistar. O fato de não haver apoio algum para a pequena subir dificultava mais ainda. Apenas restando o campo de treinamento, a garota se dirigiu até lá.

No local haviam alguns homens caminhando em grupo, sendo liderados por um oficial encarregado. Jinne, vestida com suas roupas, planejava iniciar seu aquecimento e treinamento com estava, porém, interceptada por uma dupla de mulheres, a garota interrompeu sua ação. — Olá! Você é a nova recruta? — questionou uma das garotas. A outra chegava por último, cansada. Ambas eram marinheiras e, diferente dos últimos contatos que a garota havia tido, eram gentis, em primeira instância. — Você... Você pode... — pausou para respirar fundo. O suor escorria pelo seu rosto, em meio a sua ofegante respiração. — Ela quer dizer que você pode pegar as roupas de treinamento lá! — apontou a garota para um pequeno depósito que ficava próximo.

Encaminhada pelas duas donzelas da lei, Jinne encontrou as roupas necessárias e que cabiam em seu pequeno corpo. — Que sorte você encontrar roupas do seu tamanho! — afirmou a primeira mulher, com as suas duas mãos em sua cintura, mostrando um largo sorriso para a pequenina. — Sim, os trajes novos haviam acabado de chegar, geralmente acontece isso a tarde mesmo! Aliás, meu nome é Margareth e essa é a Elyiah! – falou ela, apontando para a mulher que havia falado anteriormente.

Margareth era uma bela oficial, olhos claros, azuis como o mais límpido mar. Seu cabelo curto, negro, possuía um penteado que, mesmo mais masculinizado, como o comum padrão de beleza, dava um charme mais desconhecido para ela. Seu olhar sério e cativante olhava fixamente para a pequena, que comumente não era notada. Elly, como gostava de ser chamada, possuía uma aparência oposta a Margareth, porém ao mesmo tempo eram parecidas. Seus cabelos eram curtos, mas não tanto e, ao contrário de Marge, era mais bagunçado. A sua coloração era branca, quase acinzentada. A última vestia um top cinza, assim como uma calça mais escura para evitar a sujeira por demasiado. A primeira, usava uma calça escura e uma espécie de “maiô” que vestia por baixo das calças.

— Vamos? — falou a Marge, chamando Jinne para voltarem ao treino. O treino era puxado. Não era como se, por serem mulheres, o treinamento fosse mais leve, pelo contrário, era mais puxado que o treino comum dos oficiais. Os homens até pararam para observar elas treinando. Alguns pela beleza, outros por impressionar com os esforços delas, mas os que avistavam pela beleza, só bastava um olhar de Elly, para eles se amedrontarem e voltar aos seus afazeres. Algumas horas se passaram e, ambas exaustas, se encaminharam aos chuveiros. — Vamos tomar uma bela ducha e ir para os dormitórios. Você não tem um, não é? — questionou Margareth — Tem uma vaga em nosso dormitório, vamos para lá depois, tá?


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptyQua 27 Dez 2017, 06:29

Colegas de quarto? É não seria ruim #10







Tudo corria bem comigo na sauna ou ao menos de forma aparente sim, apesar de cada doideira que esse QG parece guardar, aquilo na minha mente agora era um grande tanto faz, dessa maneira apenas relaxava tranquilamente, os dormitórios estavam fechados, não era como se eu não tivesse maneiras de entrar, mas apenas não valia ao esforço sendo que eu tinha várias outras ideias na mente.

Ate que finalmente eu estava no local dos treinos lá as moças que eu via eram de uma aparência excepcional, não era aquele tipo de pessoa que se vê todo dia, o que mais me chamava atenção eram os olhos da moça de cabelos negros, eram azuis como o mar, profundos e me fitavam de uma maneira diferente do que estava acostumada, já que pra maioria eu nem mesmo entrava no âmbito da visão.— Olá! Você é a nova recruta? — Rapidamente aquilo de fato era uma pergunta interessante, já que a maioria do QG parecia saber desse fato, me pergunto as vezes como exatamente, bem apesar de que meu cérebro automaticamente respondia uma criatura de 25 cm andando no quartel não devia ser nada normal.

Ouvindo da pergunta então a responderia já com o clássico sorriso, eu de fato ficava animada. - Sim isso, acabei de me alistar hoje- diria ouvindo já a outra no momento, as duas me apontavam um lugar pra pegar as roupas de treino, e claro agradeceria – Há sim obrigada, difícil ter algo pra mim aqui mas vamos procurar.- é sempre o padrão então — Que sorte você encontrar roupas do seu tamanho! — Eu com certeza daria um leve sorriso naquele momento de estranheza, já ter algo pro meu tamanho pronto ali era algo diferente no meu dia, entretanto ainda nada de tão estranho assim, mas eu concordava com ela sobre ser sorte.- Bem sim, eu tirei sorte grande nessa hihihi.- Eu colocaria ele o mais rápido possível, enquanto ouvia a de olhos azuis que apresentava as duas naquele momento, era uma coisa boa de se ver, as duas tinham um estilo de roupas e cabelos bem rebelde, isso me fazia pensar, eu gostava daquele visual por mais que não combinasse comigo, conseguia me imaginar assim, provável que eu usasse um martelão tipo o Thor(Imaginação 1, Imaginação 2) era algo estranho de se imaginar, mas talvez ficasse legal.

Mas sem demoras se colocaria responder as moças. - Prazer eu me chamo Jinne.- me apresentaria também é claro em uma forma de educação. E responderia ao chamado pro treino- Vamos sim.- me acalmaria no momento antes do treino para que pudesse as acompanhar, tentaria fazer tudo da melhor forma possível no meu ritmo mesmo, todo o tempo que passasse de treino era útil, ao fim de tudo seguiria com as duas pra tomar a ducha também, estaria bem cansada depois de tudo o que me seria útil pra dormir bem a noite, claro que ela me perguntava algo importante e meu dormitório. - Há sim eu não tenho um ainda, então não sei bem o que vou fazer mas eu consigo dormir em qualquer lugar hihihi, em qualquer canto é fácil de me caber.- Falaria isso e apenas apreciaria o momento me preparando pra me banhar. — Tem uma vaga em nosso dormitório, vamos para lá depois, tá? - Nesse momento por mais que eu não tivesse uma necessidade grande disso, eu ficava feliz em ouvir aquilo, seria bom ter um lugar pra ficar mesmo assim. - Se eu puder ir quero sim, seria muito bom.- Eu então demostraria de fato minha felicidade, eu estava animada com aquilo.

Logo então aguardaria a resposta dela, se fosse positiva em relação a minha ida pra lá apenas sorriria de volta agradecendo. - Obrigada isso é algo que me ajuda muito, gentil da parte de vocês, sempre vou me lembrar disso.- Diria tal coisa com o ar de gratidão, o olhar demostraria isso claramente enquanto falava, eu estava determinada a ir com elas, se desse certo após a ducha sairia com as duas, visando buscar o local onde elas fossem pra ir pro dormitório aproveitaria pra perguntar no caminho ou mesmo no local dependendo do momento em que eu notasse mais oportunidade. - Mas me digam por que decidiram entrar na marinha, algo especial?-Sim eu sei que perguntei isso a todo mundo mas era o tipo de pergunta que aflorava minha curiosidade, sabe não é sempre que se está em um QG da marinha cheia de gente nova, quer dizer a partir de hoje seria sempre mas não era ate ontem então devo aproveitar as novidades.

Após tudo ouviria as duas provavelmente seria interessante de ouvir no mínimo, elas pareciam ser pessoas experientes, pelo menos tinham uma certa feição de tal, isso me seria útil e agradável uma combinação perfeita de se pensar, conversas legais e informativas, era o que eu esperava delas, eu também esperava algumas perguntas mas apenas aguardaria pra ver o que seria entretanto eu já tinha a próxima na ponta da língua. - Qual foi sua primeira missão aqui?- Era uma curiosidade bem abrangente eu sei, mas por que perguntar isso? Simples com as delas eu poderia imaginar as minhas primeiras missões o que me deixava ainda mais ansiosa pra cada coisa, não queria de fato nada demais, não era como se esperasse algo ultra estrondoso na primeira missão, mas eu tinha sim minhas ideias e esperanças.

Quando chegasse no local do dormitório se isso fosse possível perguntaria a elas onde poderia ficar. - Qual o lugar pra mim? Não preciso de muito então onde disserem eu posso dormir, inclusive da pra fazer uma rede pra mim com qualquer pedacinho de pano hihihi, essa é bem facil ate já dormi em umas algumas vezes nas viagens de barco com meu pai.- falaria olhando pra elas esperando a resposta onde quer que fosse o lugar eu me alojaria nele e agradeceria mais uma vez. - Obrigado gente, isso foi importante pra mim.- E sorrindo deitaria pra começar a descansar, acredito que ambas devam estar cansadas também então era guardar as perguntas pra um outro dia e dormir agora, creio que elas já deviam ter se incomodado demais comigo pra eu tagarelar ainda mais depois de chegar aqui.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptySex 29 Dez 2017, 21:50



Narração


Estou com fome, depois edito!



— Se eu puder ir quero sim, seria muito bom! — respondeu Jinne, feliz por ter sido recebida de maneira tão gentil por suas novas colegas oficiais. Margareth então indicou o caminho da saída. Jinne acompanhou-a logo em seguida. Elly foi logo em seguida. A segunda mulher desde o início mostrou-se com um semblante mais fechado, porém agora aparentava estar um pouco mais gentil, um pouco. — Obrigada isso é algo que me ajuda muito, gentil da parte de vocês, sempre vou me lembrar disso! — agradeceu a pequena enquanto caminhava. Margareth demorava um pouco a responder, ela se mostrava incomodada com os olhares dos marinheiros mais “safados” (por assim dizer), porém Elly logo tomava o controle da situação.

Jinne não sabia, mas Elly era bem temida no Quartel General de Shells Town. Ela havia vindo do North Blue, onde as coisas eram mais frias, literalmente. A fama dela se estendia por aí. “A Dominadora de Ursos Selvagens”. Os seus testes físicos não desmentiam esses boatos, pelo contrário, apenas os afirmava. Margareth não tinha uma fama tão grande quanto Elly, mas era esforçada e gentil. — Que nada, é apenas uma maneira de ser formal! — piscou a mulher, levando Jinne até os aposentos das recrutas. O caminho não era longo, mas o esforço feito as faziam caminhar lentamente, o que dava tempo para a pequenina Jinne dialogar um pouco com suas novas colegas. — Mas me digam por que decidiram entrar na marinha, algo especial? — questionou a pequena criaturinha.

— Bem, por minha parte, eu adentrei na organização para poder conhecer todo o mundo. Ser marinheira me permitiria fazer isso, além é claro, de proteger as pessoas. Isso me faz sentir livre, só de pensar! — afirmou Margareth, com brilho nos olhos. Elly, ficava um pouco mais retraída, ela era aquele tipo de pessoa que não gostava muito de falar. — Bem... Eu me tornei marinheira para dar cabo daqueles engraçadinhos que ficavam se aproveitando do meu sexo... E também para dar uma condição melhor para minha família! — afirmou Elly, um pouco mais incomodada por estar se abrindo. A mulher acreditava que, se abrir era o primeiro passo para demonstrar alguma fraqueza. Até mesmo com pessoas que poderiam vir a ser “colegas” dela.

— E você, qual... — antes que Elly terminasse o questionamento, Jinne já colocou outra pergunta no meio da conversa, incomodando comicamente a brava mulher, que se calava e ficava ‘birrada”. — Qual foi sua primeira missão aqui? — questionou Jinne. Margareth não segurou seu riso e isso incomodou Elly. A anã podia não perceber, mas essas situações “amigáveis” não era o forte da dura mulher. — Bem, a nossa primeira missão foi a mesma. Nós fomos responsáveis pelo acompanhamento de um parceiro do senhor Thor. Acompanhamos do porto até aqui e daqui fomos pela ilha, até o porto novamente. Éramos as suas guardas costas. Advinha? Porque ele solicitou mulheres para o proteger... — respondeu Marge.

Elly então deu um soco na porta, demonstrando a sua insatisfação com esse ocorrido. Talvez a mulher teria algum motivo em especial, mas isso ela poderia guardar para ela mesma. Margareth sabia disso e havia esquecido, mas logo tentava mudar de assunto. — Bem, esse é o nosso aposento, madame... — ironizou Marge, mostrando o local. Era pequeno. Haviam duas beliches, mas era bem arrumado e cheiroso o local. Havia um banheiro e apenas. Uma pequena cômoda também era vista pela anã, mas era mais ao canto isso. — Qual o lugar para mim? Não preciso de muito então onde disserem eu posso dormir, inclusive dá para fazer uma rede para mim com qualquer pedacinho de pano hihihi, essa é bem fácil até já dormi em umas algumas vezes nas viagens de barco com meu pai... — informou a pequena, mas antes que qualquer uma pudesse responder, um ocorrido começou uma pequena confusão no local.

— Olá, eu sou o... — antes que pudesse responder, Elly pegou o rapaz que estava ali e com um golpe rápido, a mesma o jogou no piso do local que, por ser estreito, bateu em uma das beliches. — Quem é você?! — bradou Elly, puxando uma faca de sua bota. Margareth também puxava uma pistola que havia em sua calça, na parte das costas e apontava para o rapaz. — C-calma... Sou o novo recruta... É, quer dizer, o senhor Thor que me mandou para cá! Não me matem! — implorou o rapaz. Elly não o soltava e Margareth preparava para atirar. — O que você acha Jinne? — questionou Marge.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? - Página 2 EmptySeg 01 Jan 2018, 21:23

Bem esquentadinhas essas meninas viu #11







As duas tinham histórias interessantes sobre seu início na marinha por mais que aparentemente tivessem coisas das quais elas não queriam falar, na verdade apenas uma delas, não ia forçar elas a falar afinal não tinha motivos pra isso no momento, entretanto minha curiosidade, aflorava sobre a coisa em questão, as duas pareciam ter um certo problema com homens o que ate o momento não tinha me afetado, mas creio que o motivo disso era meu tamanho, não posso julgar muito essas coisas por que pra eles eu não faço parte do mercado de carne, no geral elas foram bastante receptivas, os aposentos eram enormes pra mim, mesmo que imagino eu pra as duas era um cômodo de tamanho mínimo, entretanto não imaginava muito como outro humano grande caber ali, poderia ser esse o motivo de elas terem me convidado, ocupar pouco espaço e assim não trazer problemas, e claro eu ressaltava isso, mas antes de que pudesse terminar alguém adentrava.

As duas rapidamente o rendiam tempo recorde, sem nem esperarem que o mesmo terminasse de falar qualquer coisa, por incrível que parecesse a vontade que despertava era de rir naquele momento, pela forma como as coisas aconteceram rápido entretanto isso durava pouco, havia levado aquilo como piada ou brincadeira, não achei que estivessem ariscando tudo num momento como aquele entretanto elas jogavam a decisão de salvar ou matar o menino nas minhas mãos. Dessa forma era indispensável responder – Calma se ele for um outro marinheiro ou mesmo civil, matar ele seria um problema pra nós 3, então sugiro que levemos ele ao Thor, pra ele confirmar ou não as palavras dele, e dependendo do que ele disser ai a punição virá.- Falaria com o tom sério e um olhar igualmente focado, que acompanhava e completava o tom usado na voz. Caso aquilo não fosse o suficiente para convencer elas eu então tentaria argumentar mais. - Não vale a pena arriscar matar alguém que não deveríamos e perder nossa posição na marinha, no máximo talvez amarrar ele caso isso as deixe mais tranquilas, e levar ele amarrado ate o local que o Thor esteja.

Se com a primeira ou segunda fala elas concordassem comigo, eu apenas seguiria com elas ate Thor, e deixaria que elas confirmassem o que ele tivesse a dizer, apesar de que era necessário admitir um homem ser enviado pra dormitórios femininos? Não parece sensato nem muito ético dormitórios unisex, principalmente pôr a chance de ocorrer sexo ou similares nesses ambientes, afinal é perda de testosterona, e deixa os homens mais fracos no combate, e mesmo que não haje propriamente esse problema imaginando que todos fossem éticos o que pelos olhares no treino não parece o caso da maioria, ainda teria várias outras complicações das mais variadas que se possa imaginar, ate mesmo com organização e tudo mais. Entretanto algo que eu pensava naquele momento é que como as duas ali tinham péssima relação com os homens do QG a primeira vista, ele devesse ter mandado o rapaz para tentar melhorar isso ou mesmo como uma lição de convivência, claramente conseguia pensar nisso vindo dele, ao menos com o pouco que conheço.

O dia tinha sido bem estranho e tudo que queria agora era dormir logo e ir pra missão de manhã, por que eu não posso fazer isso? O destino tem sérios problemas comigo, só acho que deve ser isso não compreendo como esse monte de coisa acontece e atrasa minha vida dessa forma, agora eu tenho menos tempo ainda de descanso se bem que não devia ser tão tarde ao que parece, entretanto era tempo a menos de toda forma. Eu então apenas esperaria a resolução de tudo isso e dependendo do que acontecesse voltaria pra dormir se dessa vez fosse possível.

Imaginando que talvez mesmo depois dessas duas falas elas não se convencessem eu então tentaria mais uma última vez, elas podiam falar de esconder bem o corpo ou similares não sei por que imagino elas dizendo isso, acho que o visual meio grunge ajuda, entretanto argumentaria ainda pela base do risco. - Pensem assim, se Thor realmente mandou ele vão procurar por ele o último lugar que ele deveria ter vindo era aqui, e será uma alta suspeita levantada, e mesmo que não achem o corpo os olhos sobre nós cresceria de forma exagerada, assim cada passo seria vigiado, e nossa carreira aqui no QG iria ser mais dificultada ainda, não quero que isso seja um problema pra nós, e por isso digo que é uma péssima ideia apenas matar ele, vamos falar com o homem, e dependendo disso ai as coisas acontecem.- era uma tentativa final de convencer ate por que impedir aquilo com ações era meio complicado, elas deviam ser bem mais experientes em combate que eu, o máximo que daria naquele momento era tentar usar as palavras, são uma boa arma, entretanto sou uma combatente e não diplomata, se bem que tudo se aprende com o tempo.
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