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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptySex 06 Out 2017, 21:31

Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jinne Belmont. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptySab 07 Out 2017, 08:09

Prólogo #1









Tem dias que acordamos com o pé direito, e outros com o esquerdo, eu não lembro bem qual o ditado sobre isso, mas dizem ter uma diferença, era uma analogia, mas o direito era bom ou ruim? Longa história mas o importante é que estou feliz com tudo isso, a marinha é um lugar em que pensei muito em estar, por mais que o governo mundial também me pareça uma opção boa, porém acho que um início adequado para mim seja lá, mesmo que em futuro eu pudesse mudar, mas meu pai sempre disse que é um ambiente acolhedor, e que eles tratam todos muito bem lá, mas as melhores coisas são as histórias dele fora dos blues, elas são realmente impressionantes, eu gostava de cada detalhe.

Hora de me alistar, eu finalmente partiria de onde estivesse naquele momento e caminharia em direção ao QG ainda lembrava bem onde ele era mas, afinal vivi a vida toda por aqui, se bem que meus 18 anos não é muito quando paro pra pensar, eu visitei o lugar muitas vezes com meu pai, eu gostava de ver o Tenente Thor em ação, ele sempre fazia coisas incríveis com o martelo, talvez eu o veja logo logo.

Caso chegasse sem problemas ao QG tentaria então adentrar no lugar, se tivessem guardas na porta tentaria falar um pouco alto pra que eles pudessem me ver enquanto acenaria com os bracinhos pro alto. - Bom dia, eu vim pra me alistar podem me dizer onde faço isso no QG?- tentaria pular ainda acenando com os dois braços levantados os movendo de um lado pro outro, caso eles não me vissem direito após minha primeira fala ou se assustassem, assim eles poderiam ver onde eu estava, após perguntar isso se eles me dissessem a informação e fosse possível adentrar ao local, agradeceria a eles, com um sorrisão no rosto. -Obrigada senhores, vou seguindo então. - depois prosseguiria andando para o local indicado. Se não tivessem guardas na porta mas pudesse adentrar ainda assim, procuraria fazer essas mesmas perguntas a primeira pessoa que visse lá dentro.

Estaria sempre atenta observando o local, e claro procurando coisas interessantes, sempre tem algo que me chama atenção nesses lugares bonitos, se conseguisse achar o local que me pudera ser indicado pelos outros marinheiros, adentraria nele e me apresentaria ao responsável. - Bom dia senhor, me chamo Jinne Belmont, filha de Arthur Belmont, estou aqui pra me alistar.- novamente  acenaria e se fosse preciso daria alguns pulinhos pra ser notada na sala, e calmamente esperaria pela minha resposta.

Caso por algum motivo eu não pudesse adentrar no QG naquele momento caminharia um pouco pela cidade iria em busca de algo pra comer, como conhecia a cidade não deveria ser muito difícil achar algo, tentaria ir para o centro atrás de algum lugar que vendesse lamem ou qualquer coisa desse tipo, se encontrasse tal lugar eu perguntaria pôr o que tinham e quais seus preços, afinal eu não tinha muitos fundos comigo então era bom me certificar antes de comprar algo, se fosse daqueles lugares com bancos altos escalaria o banco ate ficar na altura do balcão e ficaria de pé em cima dele antes de falar. - Bom dia senhor o que vocês tem pra comer aqui? Penso em algo entre 1000 a 5000 beris se possível.-  ficaria olhando para ele enquanto esperava a a minha resposta.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptySex 13 Out 2017, 02:17




Uma anã em Shells Town,

o que pode dar errado?
 


Post do narrador






Era uma bela manhã, onde a pouca vegetação entre as casas e outras construções aqueciam-se com o sol das oito horas. Seu caminho para o Quartel General da Marinha foi o mais calmo possível, afinal, dezoito anos naquele lugar era uma vida inteira. Chegava em frente ao QG da Marinha, avistando uma grande muralha com portões prateados entreabertos, entrando no lugar quase automaticamente. Ao adentrar, ela avistava um lindo jardim de flores mistas em volta interna da muralha, onde ela via dois guardas sentados nas escadas à sua frente, estavam cochichando um com o outro e impediam a passagem pois ocupavam todo o degrau da escada. Jinne partia em direção aos guarda, onde os mesmos não à conseguiam notar, porém, após alguns segundos vendo algo se mexendo no chão, avistaram-na. – Hm, creio que essa é uma tarefa “pequena”. –Dizia um dos guardas enquanto ria olhando para o outro e escorando mexendo os ombros. –Desculpe-me por isso, meu amigo é muito brincalhão, não ligue para essas coisas “minúsculas” –Olhava ele se segurando para não rir na direção de Jinne.

Após alguns segundos de brincadeiras, ouvia-se alguns passos vindo de dentro do QG, então surgia um homem alto e musculoso, aparentemente com dois metros de altura e carregando um martelo de batalha no ombro. – Do que estão rindo? Voltem ao trabalho! –Dizia o homem. –É claro senhor, perdoe-nos, estávamos na nossa folga. –Dizia um dos guardas enquanto puxava o outro para dentro do QG. – Você quer se alistar, certo? Siga-me. –Ao chegar ao local, uma sala simples, mas que estava visivelmente muito suja, com livros empoeirados em uma estante, uma mesa com uma cadeira achoada suja de um líquido estranho atrás e duas cadeiras simples de madeira com marcas de cupim da frente na frente, um grande balde com água cheio até o limite e um esfregão com um pouco de sabão escorados em uma parede que deveria ser verde, mas estava amarela devido ao mofo, o musculoso de corte militar virava pra Jinne com certo entusiasmo. – Bem, sou Hamaku Thor, o cara que vai ver se você serve para ser da marinha, não importa de quem você é filha, apenas faça seu trabalho bem e poderei ver se pode se alistar. Comece deixando essa sala brilhando, só saia dela após terminar tudo, estarei esperando na sala ao lado. –Dizia ele enquanto se retirava, fechando a porta de madeira e deixando a anã sozinha na sala. Meio segundo depois ele abre novamente a porta, colocando apenas a cabeça para dentro. - Ah, e esqueci de uma coisa, essa é a primeira etapa dentre algumas que vai ter para que você se aliste, ou seja, faça-a bem! Um bom marine tem que saber seguir ordens! -Dizia fechando novamente a porta.

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptySex 13 Out 2017, 22:28

Que comece o trabalho doméstico #2







A visão do QG é sempre agradável, apesar de os guardas atualmente me parecerem rudes, e suas piadas são meio velhas, como seu eu não tivesse ouvido aquilo minha vida inteira, pra me fazer rir eles precisam melhorar, e se o objetivo fosse me irritar eles, com certeza, falharam, ouvi-los não me incomodava mas eu queria adentrar logo, eu já havia esperado demais por ali, ate que finalmente ali estava minha carona o grandalhão, Hamaku Thor.

Ele rapidamente acabava ali o festejo dos pentelhos e eu finalmente adentrava com ele eu já havia presenciado um único recrutamento mas não lembrava muito bem, só sabia que coisas agradáveis não viria inicialmente, só com patentes mais altas que o luxo pode vir, mas inicialmente já sabia que as coisas iam ser difíceis. Thor me levava ate uma sala nessa hora um lugar bem desorganizado, me pergunto como a marinha pode ter um lugar assim? Bom mas ele realmente está em péssimo estado.

Havia um esfregão lá e água, então bem… é eu ia limpar tudo era o que ele havia mandado, não que eu não fosse já acostumada a esses trabalhos mas uma sala como essa é um mundo pra alguém do meu tamanho, a maldição mais uma vez me atrapalharia ali, mas claro precisava apenas compensar aquilo com velocidade, acelerar as coisas ia ser útil.

Então eu me moveria inicialmente para as prateleiras com os livros, arrastaria a mesa para perto da estante e usando depois colocaria a cadeira perto da mesa quando ela estivesse perto de tal, pularia com um impulso do chão para a cadeira e da cadeira para a mesa, como tinha acrobacia não deveria ser tão difícil assim, primeiro observaria agora a prateleira mais de perto, para ver como estava de poeira, procuraria algo com que eu pudesse espanar ela, um pano seco ou qualquer coisa, logo escalaria pelo lado da prateleira ate a última parte e começaria a tirar a poeira de cima, e progressivamente desceria de prateleira em prateleira, e limparia primeiro de cima dos livros e depois de uma a um entre as capas, dessa forma poderia tirar poeiras remanescentes entre eles. (caso não tivesse um pano seco tiraria a própria camisa pra limpar a coisa, por que um pano molhado não podia ser usado pra os livros.)

Quado terminasse essa primeira parte observaria novamente escalando a prateleira e olhando um a um dos andares para ver se tudo estava nos conformes, se estivesse apenas pararia por ali e depois partiria para a próxima parte se ainda houvesse sujeira trataria de limpá-la. Quando possível a próxima parte agora seria a parede, mofo não é algo facilmente removido afinal é um tipo de fungo, não esperava ter produtos adequados pra trabalhar nisso, então a opção era a raspagem, pegaria o rodo ali presente e começaria a passar primeiro na linha da parede de onde ele começa-se ate onde terminasse, caso houvesse algum lugar alto demais pra alcançar usaria a cadeira pra com o rodo erguido poder alcançar tal, ficaria repetindo o processo em todos os lugares em que o mofo surgisse.

Após terminar a raspagem se isso fosse possível, apenas umedeceria o pano que estava com o balde de agua o torcendo para que não ficasse encharcado e então colocando no rodo passaria pelos locais raspados enxaguando pra retirar possíveis resquícios do mofo. Terminando tudo isso viria a próxima parte limpar as mesas e cadeiras, primeiramente subiria na mesa da mesma forma anterior, e espanaria toda a poeira do local, para retirar, caso houvesse sujeira mais grossa usaria pano úmido pra remover coisas grudadas, se tivessem chicletes por baixo ou coisa pregadas pegaria alguma coisa pontuda pra removê-los, qualquer coisa, desde pedaços de madeiras, facas ou lápis, apenas os usaria para desprender.

Após isso se tudo estivesse correndo bem partiria as cadeiras, como eram menores era mais rápido e simples, deixaria o pano umedecido novamente mas sem deixar que encharcasse, e passaria por toda ela começando pelas pernas ate o topo mesmo que precisasse escalar em algum momento. E repetiria pra a outra cadeira repetindo o processo. Quando terminasse com elas agora viria o maior desafio que seria o chão do lugar com toda certeza era um problema, claro havia limpado primeiro as outras partes por que se não elas podiam acabar com o chão que eu teria limpado.

Primeiramente olharia em volta para ver se tinha uma vassoura, caso tivesse primeiramente varreria o local pra tirar o grosso, indo em cada recanto de parede que fosse possível, apesar de pequena tinha força boa, e podia levantar sem quaisquer problemas muito peso, uma vassoura não seria nenhum desafio, ou mesmo arrastar as mesas e cadeiras, eu então calmamente varreria e depois colocaria tudo pra fora da sala ou se tivesse lixo lá dentro colocaria nele. Após tudo isso era hora de tentar finalizar o trabalho.

Pegaria o pano e o molharia na água e logo o torceria reduzindo um pouco a quantidade e começaria a passar por toda a sala, sempre que a sujeira estivesse muita no pano molharia ele no balde e novamente torceria, removendo a sujeira e umedecendo, estaria sempre esfregando com força, ate que a sala estivesse passada, depois andaria por ela observando se faltou algo, ou se o chão não estava limpo o suficiente, se não estivesse daria uma segunda mão de pano repetindo o processo, se ainda assim ainda estivesse continuaria usando quantas vezes forem necessárias.

Após tudo estar terminado se conseguisse, chamaria o Tenente para que ele pudesse ver o local, procuraria por ele pelo QG e se necessário perguntaria por onde ele foi. - Vocês viram o Tenente Thor por aqui?- Caso alguém me ouvisse ou respondesse seguiria as instruções se não procuraria por conta própria no QG, caso visse Thor por ali ou conseguisse falar com tal me dirigiria a ele. - Terminei o serviço senhor.- Falaria o olhando esperando que o mesmo fosse checar a coisa.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptyTer 17 Out 2017, 00:06




Uma anã em Shells Town,

o que pode dar errado?
 


Post do narrador






Thor havia deixado o que parecia ser uma simples tarefa para Jinne, só que por falta de equipamentos, foi dificultado e muito a limpeza da sala, apenas um esfregão e um balde com água não seriam o suficiente para faze-la deixar a sala brilhando, isso era fato. Ela começava por visualizar a prateleira que estava repleta de poeira, fazendo parecer que alguém não passava ali por um bom tempo. Jinne conseguira limpar as prateleiras sem menor dificuldade, pois achara um pano seco pequeno em cima da mesa, em seguida partindo para a parede mofada, onde também com tamanha esperteza conseguira retirar visivelmente o mofo sem muitos problemas. As mesas e cadeiras estavam em perfeito estado, apenas com uma leve camada de poeira por cima, onde com apenas uma simples espanada Jinne conseguia retirar toda a sujeira.

Após tudo isso, Jinne partia para o chão, procurando e achando uma vassoura ao lado da prateleira, em um ponto cego de sua visão que ainda não tinha visto ao entrar na sala. Ela varria tudo e colocava em um pequeno cesto de lixo que havia no interior da mesa, finalizando com uma passada rápida com o pano no local. Logo depois de ter terminado o serviço, Jinne abria a porta indo em busca do Tenente Thor, porém, o mesmo já estava ao seu lado, encostado na parede do corredor da sala. – Sim, eu sei, por sinal, muito rápida hein? Para os recursos que lhe dei, acho que se saiu muito bem. -Dizia Thor enquanto dava um leve sorriso ao adentrar na sala e perceber que estava tudo limpo. – Certo, fez seu trabalho, mas, antes que descanse, vamos para a segunda fase, essa será um pouco mais demorada, vamos ver sua força física, flexibilidade, resistência, e outras coisas, pois, um marinheiro precisa ser forte como um todo! Venha, siga-me! –Dizia o Tenente, indo para o lado direito do corredor sem olhar para trás.

A garota o seguia sem muito esforço, estava um pouco cansada, claro, o corredor por onde eles passavam estava lotado em relação à circulação, fazendo-a ficar um pouco atrás dele, era um corredor simples com cerâmicas verdes com um chão de pedra revestida de tom amarronzado. Ao chegar na saída do corredor, podia ver-se um enorme pátio com um gramado em volta, onde era possível ver as grandes paredes de pedra que cercavam o muro do QG. Era pouco mais do meio da manhã, uma leve brisa de um dia ensolarado passava pelo pátio aberto, lá podia se ver vários jovens em atividades físicas junto à avaliadores, todos em conjunto executando flexões, enquanto outros levantavam peso na área de maquinários à esquerda do pátio. Mais atrás era possível visualizar uma piscina com três arraias que se encontrava vazia, o pátio era bem dividido com espécies de fitas resistentes perpendiculares ao chão, que dividiam as áreas em três, sendo duas menores, maquinários e a piscina, e uma maior, a área livre onde acontecia o treinamento coletivo. Cercado do pátio à beira do muro podia se ver um pequeno jardim envolta. O piso do pátio era feito de terra batida na área livre, e de madeira nas outras regiões. Na área dos maquinários de levantamento de peso, era possível ver equipamentos de exercício de tríceps, bíceps, panturrilha leg press, supinos e sequência de barras, todos voltados à tamanhos de pessoas convencionais. A piscina estava para um médio-porte com pouco espaço, estava com água nos arredores, demonstrando que havia sido usada há pouco tempo. – Bem, esse é nossa área de treinamento, vamos começar leve! –Dizia Thor pegando um cronômetro de seu bolso. – Aqui, seguindo direto é uma linha reta de trezentos metros, quero que vá e volte o mais rápido que conseguir, vou ver como anda sua velocidade. Preparar... três, dois, um, já! –Gritava ele enquanto apertava no cronômetro em sua mão.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptyQua 15 Nov 2017, 04:56

Corrida de 300m #3







Após todo o serviço doméstico que foi necessário pra a sala anterior eu agora estava finalmente na sala de treinos as coisas deveriam correr melhor agora, afinal estaria mais próximo da minha espacialidade, correr seria legal, sempre atingi minha velocidade máxima muito rápido, agora é hora de me preparar. Quando o Tenente apontasse pra o local me posicionaria na raia pra a corrida. Inicialmente era se posicionar e esperar ate que ele avisasse, assim que Thor falasse, começaria a correr, a técnica era simples primeiro sempre tentar usar a parte de baixo dos dedos, já que sempre pisando com essa parte do pé ajuda com a posição e forma, além disso correr usando os calcanhares, pode gerar dores nos músculos pois cria uma forma em V muito pouco natural com suas canelas e pés que coloca um peso desnecessário em tudo.

Sempre tentaria também dar pisadas curtas já que diferente do que a maioria pensa, dar passos largos não ajuda na velocidade, quando se da mais passos acaba por se conseguir ser mais rápido, manteria também o corpo em uma inclinação ideal pra o caso, já que jogando o peso para frente tende-se a ganhar velocidade, os braços seriam mantidos formato de "L", punhos relaxados devem chegar à altura do queixo e serem levados para trás com os cotovelos. Cada detalhe é devidamente importante pra que a velocidade fosse atingida, meu pai sempre me falava sobre essas coisas, ele dizia que a glória não está nos grandes feitos, mas sim em cada detalhe por trás deles.Eu nunca esquecia que ele me contava uma história era sobre um Capitão da marinha, ele era um homem conhecido por suas estratégias, certa vez numa invasão ele discutira com o líder do local, ele falava que conhecia cinco formas diferentes de invadir e derrubar todo o forte, e descrevera cada uma das estratégias para o homem que ia enfrentar, a mágica dessa história se dá por que ao final de tudo nenhum de seus soldados e nem seu inimigo sabiam identificar qual das estrategias ele tinha usado, esse é o tipo de pessoa que eu admiro ver.

O ideal era me manter focada e sempre seguir esses passos na corrida, mantendo sempre a velocidade máxima, afinal desacelerar podia me custar tempo e velocidade, aquilo era importante pra mim e manter um bom tempo e media era muito importante, qualquer falha poderia me levar a problemas e eu temia isso, a minha atenção sempre estaria na pista, apesar de tudo, o cuidado para não tropeçar ou cair era importante a todo segundo.

Após tudo me apresentaria novamente ate Thor e o indagaria sobre os resultados - Como eu fui? então esperaria que ele me passasse o próximo teste caso aquele já tivesse terminado, seguiria suas próximas instruções normalmente e se pedisse que eu o seguisse pra algum lugar eu iria também.


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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptySeg 20 Nov 2017, 23:25

A marinha tinha todos os equipamentos conhecidos para aumentar a força de seus soldados, desde que fossem humanos comuns, e esse não era o caso de Jinne que tinha de correr para provar sua velocidade e provável utilidade para a organização.

A garota começou bem, usando suas habilidades ela conseguiu chegar a uma velocidade alta no começo e depois continuou tentando acelerar utilizando de sua técnica própria. - Mais rápido! - Gritou Thor com sua voz grossa, o que a fez acelerar mais ainda. Sem perder velocidade, a aspirante chegou até o final e então começou a virar, ela sentia dor nas pernas por conta do esforço, além da respiração ofegante. - Hora de voltar! - Ordenou o Sargento no mesmo momento em que a anã se virou a ele.

Foi difícil, mas a jovem conseguiu voltar até o homem que estava lhe aplicando os testes. - Como eu fui? - Disse ela ofegante. Thor apenas apertou um botão no cronômetro e o colocou no bolso, mantendo o ar sério. - Suficiente. - Foi o que disse ao começar a andar para longe da menina. - O próximo teste exigirá que você esteja menos cansada, no mínimo. - Depois de alguns passos ele se virava e dizia. - Eu estarei no centro daquele circulo vermelho no chão. - Ao final de sua frase, ele apontou para uma faixa circular no chão no meio do pátio. - Vá até a sala de armas e diga que eu lhe mandei, pegue o que achar necessário e volte aqui quando estiver pronta. - Depois disso, ele se sentou de pernas cruzadas no centro do círculo e continuou a fitar a jovem com um olhar sério. - Ao entrar no círculo, você me atacará com tudo que tiver, e depois se defenderá... Entendeu? - Perguntou, e logo prosseguiu. - Então vá, e não me deixe esperando por muito tempo. - Depois que terminou, começou a meditar esperando  que a jovem voltasse para a luta. O piso do círculo era cimentado assim como todo o resto do pátio fora do Quartel, por isso não haveriam variáveis que mudassem o destino da luta que não fossem a força da jovem.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptyQui 23 Nov 2017, 04:24

Agora é a hora de provar o valor #4







Um sorriso se estamparia no meu rosto mesmo que a fala tivesse sido apenas “suficiente” era o que eu precisava ser ali, nem mais e nem menos que isso, após ouvir o que ele falava apenas bateria continência em com as pernas entreabertas. - Sim Senhor.-Diria tentando manter um rosto sério mas a felicidade estaria bem estampada ali. Após isso seguiria as ordens dele e caminharia ate a sala de armas do quartel. Eu já havia andado pelo QG muitas vezes com meu pai então eu tinha uma ideia de onde ficaria, caso não achasse tal perguntaria a algum soldado por ali. - Moço sabe onde posso achar a sala de armas?- se a pessoa estivesse distraída ou por algum motivo não me ouvisse puxaria a barra da calça, pra ele poder me notar.

Se ele soubesse me dizer apenas seguiria as dicas, se não procuraria outro pra perguntar. Andar pelo QG me passa sempre essa sensação de bem-estar eu gosto bastante daqui, eu sinto que eu nasci pra esse lugar e cada dia mais penso em ficar. Conseguindo chegar a sala de armas se isso fosse possível, eu adentraria ao local e falaria com quem estivesse lá no momento, pra pedir manoplas ou soqueiras… bem talvez não tivesse nada pro meu tamanho, era o que me preocupava naquele momento, mas, de qualquer forma, eu ia pedir por elas não custa tentar, se ele me mandou aqui não foi atoa, por mais que tenha ele falado de descanso, claro os dois treinos seguidos sem pausa pra respirar foram bem legais, aquela sala estava em um estado deplorável, o que uma sala tão suja fazia naquele quartel? A quanto tempo será que estava abandonada? Bem devia ser de alguém que está fora a muito tempo em missão, afinal nem todos os marinheiros devem estar sempre no quartel, imagino a vida em alto-mar por lá.

Eu então me aproximaria de quem estivesse cuidando do local e me apresentaria segundo o ordenado por Thor. - Bom dia, o sargento Hamaku Thor me mandou aqui, eu vim pedir duas manoplas ou soqueiras pra mim, poderia me mostrar se tem alguma pra mim?- Falaria com um olhar esperançoso naquele momento, como o QG era grande sempre tinha a possibilidade de haver o que eu queria, observaria atentamente a tudo que a pessoa ali me mostra-se, por fim se tivesse o que eu precisava usar ou não voltaria rápido pra onde Thor estava, agradecendo antes de sair. - Obrigada, ate mais.- Partiria assim pra o possível teste final, ter a arma em mãos caso a conseguisse seria um alívio e de certa forma eu respiraria mais aliviada, por mais que seja plenamente capaz de lutar as mãos nuas, com aquilo a força dos golpes seria claramente aumentada, todo recurso era bem-vindo, ate pensei em talvez pegar botas, mas acho que seria abusar da hospitalidade, aliás não sei se teriam pra meu tamanho também.

Ao chegar ao local e me aproximar de Thor, a ideia inicial era de um avanço veloz como ele havia proposto, me moveria normalmente no local me anunciando, por mais que eu não quisesse admitir meu coração pulsava mais forte naquele momento, tudo agora era decisivo, eu poderia ser aprovada ou reprovada tudo dependia desse último recurso que era o combate, eu sacia claramente da força daquele homem e vencer não era o pensamento, mas mostrar todo o meu poder, mostrar do que um Belmont é capaz meio ao combate mais importante de sua vida. - Desculpe a demora, vou começar.- e quando já se aproximasse avançaria rapidamente para cima dele em uma corrida veloz seguida de um golpe no joelho do mesmo, tentaria acertar esse soco bem na rodilha, podia não ser o melhor mas meu tamanho ajudaria um pouco a dar golpes tão baixos, o combate fechado ou muito de perto facilitaria minha vida pelo meu tamanho reduzido era com certeza a melhor opção, para seguir com o plano os movimentos precisavam ser rápidos e assim que desferisse esse primeiro soco a partir dele aproveitaria a chance para rolar por baixo das pernas do meu oponente passando pra trás golpear na área traseira onde fica o joelho, visando um desequilíbrio, eu imaginava que o mesmo tivesse de fato que, pelo menos, curvar um pouco pra me acertar, caso fosse me bater, assim como socos nas áreas inferiores poderiam desestabilizar ainda mais, porém mesmo que esse não fosse o caso tentar subir ainda era viável, já que parte da estratégia seguia desse ponto. Se eu recebesse o golpe tentaria diminuir o impacto com as mãos aguentar e prosseguir com a sequência agora com a vantagem já que ele me atacou eu poderia correr para o ponto desejado imaginando uma possível abertura ali.

A partir dai tentaria começar a subir nele pelas pernas tomando cuidado para com as mãos dele, caso em algum momento ele tentasse me segurar ou agarrar ali aproveitaria pra usando de minhas habilidades acrobáticas saltar no braço dele, e assim se possível usando de alavanca com um rápido pisão pular ate o pescoço e golpear na nuca(Se fosse pela frente na cara, nunca se sabe se ele viraria), girando bem os quadris pra aumentar a potência do que seira o soco, usando disso pularia posteriormente no chão, usando dos movimentos para tornar uma queda suave, sempre dobrando os joelhos em media a 90º após o contato com o chão e depois redirecionando o peso em um rolamento diagonal simples. Caso para se livra da pequena aqui a tentativa fosse levantar a perna para um chute eu tentaria ficar atenta e no momento em que a mesma subisse, saltaria delas usando de seu próprio impulso pra ir mais alto e golpeando nas costas se fosse o caso, ou na nuca se alcançasse. Manter a mente sempre focada era o objetivo naquela ocasião afinal ele poderia ser infinitamente mais forte que eu, eu precisava usar tudo que tinha ao meu favor, por mais que eu odeie admitir ate mesmo meu tamanho vinha muito a calhar. Se na hora do salto não fosse possível acertar o braço agarraria nas roupas do mesmo se ainda tivesse muito baixo perto da coxa ou similar, se já em boa altura desferiria o soco e usando de seu impacto me amorteceria no indivíduo assim também retardando a velocidade da queda naquele instante, a base após cair seria a mesma.

Caso ele me atacasse com socos/ marteladas vindos pra cima, tentaria desviar para os lados, sempre aproveitando as saídas para prosseguir com possíveis movimentos, se viesse diagonal fastaria pra trás avançando logo em seguida, se ele me acertasse em algum momento tentaria aguentar o golpe recebido e usando disso, subiria pelo punho ou armam rapidamente correndo e me equilibrando, se necessário escalando, e rapidamente usaria o impulso pra isso, saltando para com isso socar alguma das partes que a altura permitisse novamente repetindo a técnica de soco e depois o mesmo estilo para a queda, já descrito Anteriormente, fosse ela o peito ou rosto, tentaria sempre priorizar a postura e manter minha visão alerta pra qualquer coisa que ele tentasse fazer.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptySex 01 Dez 2017, 15:35



Narração


Culpa do seu Narrador




Determinada, Jinne partia em direção a sala de armas, porém onde ficava tal sala? Curiosa, ela se aproximou de um dos marinheiros que estava ali, limpando o corredor e o questionou a respeito. — Moço sabe onde posso achar a sala de armas? — questionou a bela anã. De início o marinheiro prontamente virou-se, mas não encontrou nada. Assustado, ele procurou de lado a lado quem havia falado consigo e, quase desistindo e aceitando sua loucura, ele avistou Jinne, a pequena aspirante.

— Ah, que alívio... — suspirou — Pensei que estava enlouquecendo. O que uma criaturinha como você está fazendo aqui em um Quartel da Marinha? — questionou o homem que tinha uma aparência bem jovial. Seus olhos eram grandes e de coloração escura, mais que os seus cabelos morenos – Ah, que burrice a minha, você acabou de falar. Tudo bem, eu sei onde você pode encontrar o que procura! — Afirmou o rapaz. A pegando sem perguntar e colocando em seu ombro, o rapaz então iniciou um tour pelo QG.

As explicações não eram nada complicadas, era um básico do básico, mas dessa maneira a garota não se perderia novamente. — Mas, por que você quer se tornar uma marinheira? — questionou o rapaz — Eu me tornei um marinheiro para um dia salvar alguém que eu goste e salvar toda a nação! — afirmou o rapaz com um intenso brilho em seus olhos. Jinne podia perceber com facilidade que aquele era de fato o sonho do rapaz que a conduzia pelo interior do local. Ao chegarem no local, o amigável marinheiro se despediu de Jinne. — Enfim, você está entregue. Até mais! — se despediu – Ah, meu nome é Teiko, grave esse nome em sua mente! Um dia salvarei a todos!

Uma vez na sala, Jinne se aproximou do balcão, que era bem alto em comparação a sua altura. — Bom dia, o sargento Hamaku Thor me mandou aqui, eu vim pedir duas manoplas ou soqueiras para mim, poderia me mostrar se tem alguma pra mim? — questionou a garota, pegando a atendente distraída. – Manoplas... Acho que temos, mas qual o seu tamanho... — ao virar-se para Jinne, ela não avistou nada. Atordoada, ela procurou quem havia falado com ela, até, após levantar-se de sua cadeira, avistar a anã. — Acho melhor você começar a ficar no alcance de visão das pessoas, ou nunca te veremos... — falou a mulher.

Analisando uma lista com o armamento disponível para testes, ela passava uma régua por diversos nomes e torcia a cara negativamente para cada folha passada. Era difícil ter armamentos pequenos para anões, principalmente na marinha, porém esperançosa, Jinne esperava ansiosa. — Olha, no momento não estou encontrando nada, mas... — durante sua fala, a mulher lembrou-se de uma lista que não havia conferido — A lista de mortos! — falou de maneira alta, lembrando-se. Não demorou muito até ela trazer em um saco preto o que seriam miniaturas de manoplas, mas que para Jinne cairiam como luva. — Bem, não são novas, nem são para testes, mas é o que temos. Espero que você tenha mais sorte com elas do que o antigo usuário... — olhou triste a mulher.

— Obrigada! Até mais! — agradeceu Jinne. Agora sabendo do caminho, graças ao seu amigo recém-conhecido, Jinne voltava ao campo onde Thor esperava. Com um cigarro em sua boca, ele dava longas tragadas enquanto esperava a garota. — Desculpe a demora, vou começar... — informou Jinne após pensar no que faria enquanto se aproximava. Após proferir tais palavras, a garota partiu para cima do marinheiro, que colocava lentamente o cigarro em sua boca e retirava o seu braço de seu ombro. — Espero que você valha a pena! Não quero fracos defendendo minha ilha! — afirmou o homem.

Por um instante, o grande marinheiro perdia a baixinha de vista e, surpreso apenas sentia o impacto de seu golpe em sua perna, fazendo-o ajoelhar-se. Antes que conseguisse ver onde realmente Jinne estava, a aceleração da garota era um problema. Em curtos espaços de tempo, ela conseguia chegar a sua velocidade máxima e no segundo golpe não foi diferente. Enquanto tentava olhar para trás, parcialmente ajoelhado, Thor sentiu outro impacto em seu joelho, só que no contrário, fazendo-o ajoelhar-se por completo. — O que é você, diabinha? — reclamou o homem, sério, porém controlado. Lentamente ele permanecia com o cigarro em sua boca, tentando ver a anã, que era rápida, porém seu tamanho ajudava.

Jinne por sua vez se mantinha centrada em sue objetivo. Agora, subindo pelo corpão do homem, ela tinha como foco a nuca dele e, rapidamente chegou perto do local. Já no movimento para atingir o inimigo, Thor rapidamente esticava seu braço e, com a “piúba” do cigarro acertava a testa de Jinne, a surpreendendo, sendo mais rápido que a garota pensava, para um grande homem. Sem deixar a anã cair no solo, ele a atacou. Estar flutuando em direção ao solo era a ocasião certa para derrotar alguém que, não só por ser rápida, era imperceptível certas horas. Com um golpe do liso de seu machado, ele arremessou a garota contra a solo.

A pancada na nuca de Jinne era imensamente forte, a ponto de afincá-la parcialmente no solo. Seu corpo estava dormente, por mais que quisesse se mover, o golpe havia sido brutal para a pequena garota. Thor, voltando a se erguer, pegava mai sum cigarro em seu bolso e acendia, dando uma longa tragada. — Você é bem imperceptível, às vezes, porém você ainda é lenta e inocente. Morreria facilmente... Você começa amanhã cedo! — falou Thor, saindo mancando levemente do círculo, decretando a derrota de Jinne. — Essa diabinha... Quanta força para um corpo pequeno... — pensou Thor, caminhando.

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MensagemAssunto: Re: Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado?   Uma anã em Shells Town, o que pode dar errado? EmptyTer 05 Dez 2017, 20:21

É tetra, É tetra, finalmente admissão concluida #5







Meu caminho pra a sala de armas era tranquilo ate que eu finalmente precisava confirmar onde era o local, era um rapaz de aparência nada especial, o tipo de homem que se vê em muitos lugares por ai mas isso não era o importante naquele momento, eu esperava que ele me indicasse o local e claro por um momento ele se sentiu maluco mas logo retrocedeu e pensou melhor, ele me enxergava depois daquilo, falava sobre — Pensei que estava enlouquecendo. O que uma criaturinha como você está fazendo aqui em um Quartel da Marinha? — eu me preparava pra responder mas ele bem, apenas percebia que eu tinha falado anteriormente então apenas dava um sorrizinho pra ele. Ele me colocava no ombro, rapidamente, o que pra mim começou normal agora lembrava mais como se estivesse em uma excursão.— Mas, por que você quer se tornar uma marinheira? — aquela pergunta era fácil pra mim.

Aproveitaria aquele momento pra descansar enquanto ele me levava e contaria um pouco dobre meus sonhos. - Eu apenas desejo salvar as pessoas, e ajudar a deixar tudo mais seguro, eu também quero me aventurar pelos mares afora, isso me faz sentir um certo arrepio quando penso o quanto o mundo lá fora pode ser grande, não sou o tipo de pessoa que gosta de ficar parada, então dessa forma eu quero me tornar uma boa marinheira como meu pai e trazer a justiça por onde eu passar, tenho muito a amadurecer ainda mas é o que quero. - Meus olhos tinham um brilho forte sempre que falava dos meus sonhos pra as pessoas, era como se compartilhasse um pequeno pedaço de mim com ele, eu já era pequena se saísse espalhando pedaços por ai não sobraria nadinha de mim logo logo. — Eu me tornei um marinheiro para um dia salvar alguém que eu goste e salvar toda a nação! — O Sonho dele não era muito diferente do meu mas, mesmo assim parecia ter um peso enorme em cada palavra.

Ele finalmente se despedia falando seu nome e se retirando. - Tachau moço boas aventuras. - eu havia me focado tanto no ponto de se tornar uma marinheira que só agora noto que não falei meu nome pra ele. Tentaria falar alto antes que ele estivesse longe demais. - Me chamo Jinne.- Independente dele ter ouvido agora vinha a sala de armas, lá corria tudo normal, eu adentrava, era bem recebida e apesar da dificuldade ela me achava algo pequeno e útil, assim como eu esperava, não era nada novo mas de fato não me preocupava.

E finalmente a hora tão esperada chegava a luta contra meus próprios limites eu precisava dar tudo de mim, Thor me recebia na sala e falava algo de extrema importância, ele não queria homens fracos na marinha, então eu precisava dar tudo, em um rápido avanço um golpe no joelho e sem demora no outro, ele parecia ter se surpreendido, normalmente não se espera força de uma coisinha pequena hihihi, mas minha alegria de vitória não durava muito durante a subida pelas suas costas um único golpe me derrubara por ali. Naquele momento eu me perguntava se eu seria aprovada ou tudo acabaria ali, mas as palavras finais dele me confortavam, eu estava aceita a felicidade corria por todo o corpo, mas tudo que podia dizer naquele momento era um. - Sim Senhor!- Agora eu precisava pensar um pouco no que fazer depois de tudo aquilo mas agora a única coisa que eu mais queria era o uniforme.

Visto isso passaria mais alguns segundos deitada enquanto recuperava o folego, pensava de fato em algumas coisas que o futuro me reservava, quantas missões estavam por vir, mas o principal o que seria a minha primeira? Não tinha ideia mas era melhor não despertar a ansiedade agora afinal o dia vai ser longo, bem longo. Me levantaria dali e procuraria pelo local onde entregam os uniformes, eu já tinha uma ideia de onde ficava, ate por que havia ido lá uma vez antes, então não deveria ser difícil achar, não havia pressa então caminharia pelo QG sempre olhando cada lugar e porta por onde passasse, ate pra pegar mais ainda o jeito sobre isso, se chegasse no local, procuraria a pessoa responsável e tentaria falar com ela, se estivesse de pé em algum lugar puxaria a barra da calça pra chamar atenção enquanto falaria. - Hey, hey eu queria saber se tem um uniforme pro meu tamanho ai?- eu falaria enquanto esperava uma resposta dela, se ela não me ouvisse puxaria mais forte um pouco, e repetiria. Caso estivesse por trás de uma mesa ou balcão apenas subiria no mesmo e ficando mais alta falaria a mesma coisa.

Se ela me achasse um uniforme pediria algum lugar pra me trocar e aproveitando isso já provaria o uniforme, o bom disso era que qualquer pequeno pano faria um uniforme pra mim, não seria tão difícil. - Obrigada, tem algum lugar que eu possa provar?- Falaria com o sorriso estampado no rosto, estava realmente animada, o uniforme era a primeira prova de que se está a serviço, caso não tivesse uniforme pra o tamanho apenas agradeceria e sairia do lugar, depois disso independente dos resultados ali sairia de lá me despedindo apenas dando um pequeno tchau com a mão e indo agora pra o refeitório ver o que teria pra comer por lá, só uma espiadinha. Caminharia ate lá pra tal local, e ao chegar tentaria ver o que tinha pra se comer por ali, não ia comer nada agora apenas queria saciar a curiosidade e ver o que tinha por lá, afinal ela viria ali mais tarde também. Passearia aos poucos, tentando andar por todo o QG indo de lugar em lugar e descobrindo as coisas, dormitórios, banheiros, as salas que estivessem abertas, a enfermaria pra quando precisasse se curar, caso alguém me visse mesmo com aquele tamanho eu acenaria pra pessoa com um leve sorriso pelo rosto.

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