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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte

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Ryuuga
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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptySab 07 Out 2017, 01:02




O músico que compôs

a própria história

Primeira parte






INÍCIO DO TESTE DE PERÍCIA: LUTA DE RUA

O que eu quero? Eu quero uma mulher, estou na seca e não acho nem uma banguela suja. – Quero aprender a sobreviver, não simplesmente lutar, mas, a sobreviver. Em minha vida, nunca usei muito a luta, mas vi agora que se não souber lutar de verdade, não viverei muito tempo nos blues e Grand line. –Dizia eu enquanto olhava para baixo. – Grand Line? Hahahahah, não me faça rir, garoto. Um pirralho magricelo e fraco como você não duraria muito tempo lá. –Dizia Karmichael enquanto eu o olhava com séria estranheza. – Mas vamos lá, o Grambus me designou para te ajudar, não posso dizer que ficará forte, mas, vou tentar te ensinar a sobreviver numa luta. –Dizia ele enquanto ria na minha cara, fechando os olhos e mantendo uma postura relaxada. – Mas vem cá, você não me parece ser um cara que sabe lutar, bem, você tem a pele perfeita, também é tão magric... –Nesse momento Karmichael avançara em minha direção, executando uma joelhada em meu queixo e parando exatamente na hora que ia acertar, tudo em fração de segundos. – Primeira lição, não julgue pelas aparências, Ryuuga, você tem sorte que não te acertei agora, ou poderia ter morrido em um simples ataque meu. –Ficava eu perplexo com aquela cena, boquiaberto com a velocidade e a diferença do golpe, nunca esperaria nada do tipo vindo dele, nem naquele momento. – Numa luta o que importa é sobreviver, seja quase morto ou não. E como fazemos isso? Usamos a fraqueza do nosso oponente a nosso favor, parece simples, não? Vamos lá, tente me atacar. –Dizia ele enquanto tomava uma certa distância de mim. Os ferimentos ainda não estão cem por cento curados, mas já consigo fazer um estrago. Ia com uma investida à toda velocidade em sua direção, parando com um jab de esquerda em sua face, porém, o mesmo desviava com uma simplicidade tão grande que parecia apenas uma mera brincadeira. – Segunda lição, analise o seu oponente. Sério isso? Bem, eu já sabia que você era boxeador, o que me deu uma tremenda vantagem em saber que utilizaria apenas os punhos. Se você quer ser sobrevivente numa luta, seja imprevisível, deixe seu oponente confuso sobre contra o que está lutando. –Dizia isso enquanto dava um tapa em minha cabeça. Imprevisível? Entendi. Antes que ele desse conta, virei nele com um uppercut de esquerda, mirando em suas costas, onde ele desviou novamente com facilidade. – Terceira lição, confunda o oponente o máximo que conseguir, bem, a nossa mente é uma arma poderosa, e, se soubermos usava, poderemos sobreviver com maior facilidade. Eu disse para ser imprevisível já sabendo que você faria isso para provar que era, logo, me aproveitei da situação, poderia ter feito o que bem entendia depois, pois você estava desprotegido. Vamos lá, tente novamente me atacar.

Dez horas se passaram onde não parava de lutar, deixei minha honra de lado e comecei a partir para baixaria, tudo para sobreviver, chutes mal feitos, socos diferenciados, chave de braço, mata-leão, puxão de cabelo, tudo era válido para sobreviver, isso era a verdadeira luta de rua, nesse período, meu violão ficava encostado, dando lugar à um corpo cansado de tanto treinar, aprendi que devo esconder meu real estilo de luta afim de ludibriar meu oponente. – Mas Karmichael, porque não consigo acertar nada em você? Está tudo tão complicado, todas essas horas treinando, percebo que peguei todos os ensinamentos, mas não consigo colocar em prática. –Dizia eu enquanto deitava na terra seca, exausto daquilo. – Calma meu jovem, seu corpo está cansado, que tal nós dormirmos e continuarmos amanhã? –Dizia ele enquanto deitava na terra seca, adormecia rapidamente, e eu, graças à exaustão, cedia ao sono também.

- Acorda filho de uma égua! –Dizia ele enquanto dava um forte tapa em meu ouvido, já era de manhã. – Vamos agora realmente ver o que consegue fazer, rápido, me ataque! –Não pensei duas vezes, ainda estava deitado, mas rapidamente dei uma rasteira em seus pés, levantei e cuspi em sua cara, o fazendo fechar os olhos e baixar a guarda, nessa hora o soqueei fortemente no estomago, onde ele bloqueou novamente com facilidade. – Mas como... eu... você... como assim, estava tudo favorável para mim e você bloqueou com o punho com tanta facilidade? Mas o que é isso? –Dizia eu enquanto erguia os braços e fazia cara de confuso e enfurecido. – Haha, você me subestima demais, meu jovem, mas só preciso dizer uma coisa, você já está pronto, adeus, foi um desprazer te treinar. –E antes que eu pudesse falar algo, ele corria em direção à cidade, porém, não consegui alcança-lo e acabei repousando em um rochedo na floresta. – Bem, estou pronto é? Hm...

FIM DO TESTE DE PERÍCIA: LUTA DE RUA

Recolheria meu violão e retornaria para cidade em busca de informações de alguém que vendesse artigos de falcoaria, minha meta agora seria ir em busca de um falcão. Estou muito sozinho, preciso de alguém pra ficar comigo. Ao chegar na cidade, perguntaria às pessoas que passassem pelo local sobre. - Olá, bom dia, queria saber se conhece alguém que venda artigos de falcoaria. -Seguiria as informações me passadas, indo em busca do falcoeiro ou algo do tipo, ao encontra-lo, abriria um sorriso e falaria sobre valores. - Olá, tenho interesse em comprar um kit de falcoaria com a luva, a ração, e uma gaiola, pois pretendo domar um falcão, ah, e se tiver dicas também as aceitaria, por quanto ficaria tudo? -Diria enquanto mantinha a postura ereta e um sorriso largo em meu rosto.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptySab 07 Out 2017, 12:47


O músico que compôs a própria história



O garoto havia acabava o seu treinamento com Karmichael e voltava para a cidade em um caminho tranquilo, a cidade estava um pouco escura com o clima mais ameno que fazia, as nuvens cobriam boa parte do céu, mas não parecia que iria chover de imediato e sim mais ao fim da tarde, ele tinha conseguido ouvir pássaros cantando pela floresta e não teve dificuldades em voltar no caminho embora tenha tropeçado algumas vezes. Com o seu violão em mãos, continuava a caminhar pela cidade procurando por alguém que o informasse sobre alguma loja que vendesse equipamentos para falcoaria, infelizmente, aquilo era em vão e todos da cidade lhe negavam a informação por não saberem, mas não desistia e continuava em sua procura. Uma bela moça lhe abraçava quando ele perguntava para ela e reconhecia a voz do Ventura. - É você mesmo?! - Ela era loira com um rosto esbelto, uma corpo de dar inveja a homens e roupas justas com uma calça de couro e um top, sua cintura fina e suas coxas torneadas lhe fazia de um mulherão. - Olha, eu não sei se vende, mas existe um cara que costuma estar com esses animais na floresta, Ele se chama Otavio, ele é um homem bem simpático e costuma estar cuidando de animais feridos ou aves, a casa dele fica ao Leste da Ilha, através da floresta e perto da costa. - Ela se despedia do garoto que ficava encantado com a sua beleza e começava a andar pela rua. Ryuuga podia sentir o perfume cheiroso e marcante da garota, o ventura então seguia as direções indicadas e depois de uma procura um tanto longa pelo leste da ilha em busca do homem, ele encontrava alguém parecido. Era um homem com cabelos marrom curto e um óculos, tinha um rosto bobo e estava cuidado de uma ave que parecia ser um periquito dentro de uma gaiola, a administrando com um tipo de injeção.

O cão do homem percebia a presença do artista e latia em sua direção, era um pastor alemão de cor preta e dourada, ele o olhava com atenção e esperava Otavio lhe dar a ordem para atacá-lo, era nesse momento que o veterinário sabia sobre a presença dele. Ele ouvia as apresentações do Ventura e logo ficava entediado com sua presença. - Você venho até essa parte da ilha para comprar um dos meus equipamentos? Não os vendo, mas posso construir alguns para você se me pagar sessenta mil berries. O trabalho e os recursos não são fáceis de conseguir. Quanto a conseguir um falcão, até posso te ajudar nisso, eu vi um ninho não muito longe daqui. O que você decide? - Perguntava ele colocando o pássaro em uma gaiola com outros do mesmo tipo. A casa dele era simplesmente e era pouco afastado da ilha e da praia, se encontrava na média dos dois, era bem simples e tinha várias gaiolas e uma casa para o cachorro, o seu interior não podia ser visto devido as cortinas abertas ou algumas janelas de madeira fechada.

O clima daquele lugar era um pouco úmido e quente, podia se ouvir o som das ondas do mar batendo sobre a costa, o homem estava atento e não baixava a guarda para cima de Ryuuga, o cão também estava atento e se o garoto apresentasse algum perigo estava pronto para atacar.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptySeg 09 Out 2017, 21:46

Como eu vim parar aqui? Bem foi tudo culpa daquele maldito que me traiu eu até tentei me vingar, mas não tinha o poder necessário para isso, foi então que deixei minha ilha natal, Moon’s Island, em busca de força para obter minha vingança foi por isso que eu vim pra Conomi Island pra recomeçar minha história, para melhorar minhas habilidades, para conseguir o que for necessário para ficar mais forte.


Recém-chegado na ilha eu andaria por ela até chegar a alguma cidade, se fosse manha eu procuraria por uma taverna “Quero algo para beber, tenho que tirar essa ressaca do mar” pensaria já colocando a língua para fora da boca sedenta por run, passaria pelas ruas da cidade observando os prédios, o movimento da rua a conversa das pessoas que me parecessem mais “atraentes”, se eu não achasse a taverna perguntaria a alguma pessoa que estivesse na rua – Olá, pode me dizer onde encontro o melhor run dessa cidade? Falaria expressando um sorriso estranho, esperaria a resposta e seguiria as orientações se chegasse à taverna entraria e pararia por alguns segundo na porta passaria a visão analisando todo o local depois caminharia até o balcão e daria uma leve pancada com a mão fechada – Me de um copo do seu melhor run meu amigo e me conte o que há de bom nessa cidade!


Se fosse noite caminharia pela cidade observando os pontos que apresentassem ter um maior numero de pessoas e aqueles lugares mais isolados, isso poderia ser útil para um ladrão depois de fazer uma breve analise pela cidade procuraria um local barato para dormir “Não é bom gastar muita grana antes de conhecer melhor o lugar” pensaria olhando o pouco dinheiro que possui comigo, procuraria por alguma hospedaria ou perguntaria para alguém que estivesse na rua – Ei, sabe onde acho um lugar pra descansar? Falaria com a cabeça um pouco baixa, “as pessoas daqui não podem descobrir quem eu sou; sobre a luz do luar os olhos dos membros da minha família emitiam um leve brilho esmeralda o que chamava a atenção das pessoas devido o meu passado um pouco fora da lei.” Eu esperaria a resposta então seguiria até o local indicado.




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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptyQua 11 Out 2017, 13:30




O músico que compôs

a própria história

Primeira parte





Tentaria manter uma postura relaxada diante do que via, não que eu possuísse algum medo de cachorro, mas aparentar ser inofensivo deve ajudar. – Olá, sou novo na falcoaria, mas já tenho experiência com doma, aceitaria sua ajuda com certeza. Também aceito pagar o valor, mas já incluso meu falcão nele, capiche? –Diria com um sorriso no rosto enquanto apoiava os braços na cintura. – Ainda preciso comprar outras coisas para mim, não poderia fazer um desconto especial para um grande amigo? –Diria enquanto daria um sorriso, cruzando os olhos com o pastor alemão e dando uma risada sem jeito. Caso desse ou não certo, pagaria o combinado. – Você tem uma mochila simples aí? Creio que seja um pouco complicado carregar tudo isso sozinho. –Caso ele não me desse, pediria emprestado. – Pode ao menos me emprestar enquanto iremos buscar a ave? –Independente da resposta, me prontificaria para partir rumo ao ninho. – E aí, vamos? –Diria, repousando meu violão no interior da cabana em cima de alguma mesa ou no chão mesmo caso não tivesse onde colocar. – Posso deixar ele aqui né? Assim que eu retornar eu pego. -O seguiria até encontrar o falcão, tomando cuidado para não tropeçar no caminho e fazendo o mínimo de barulho possível, caso o encontrasse, me esconderia por trás de alguma árvore ou pedra para não ser percebido, dependendo de onde estivesse o ninho. Eu o seguiria e faria o que ele pedisse, tendo uso do bom senso. O pegaria pelas asas e o colocaria na gaiola em um rápido movimento caso o mesmo estivesse no ninho, caso conseguisse pegar, retornaria para a cabana onde pegaria meu violão, caso não, retornaria à minha posição furtiva, enquanto esperava na espreita o retorno do mesmo.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptyQua 11 Out 2017, 18:04


O músico que compôs a própria história



Lucius Abadeer

Lucius estava na cidade fazia pouco tempo, o clima estava ameno diante de nuvens mais escuras ao céu, era manhã pelo que parecia e a população estava bem agitada fazendo suas compras matinais ou aproveitando o clima para dar um passeio mais agradável. O jovem estava bem calmo diante da situação que se encontrava e tentava procurar a taverna enquanto observava a cidade. A maioria dos cidadãos estavam a cochichar entre si falando de outras pessoas e os vendedores estavam a citar os preços do que vendia, variando entre um a dez mil berries alguma de suas mercadorias, as casas eram simples e exibiam uma maior concentração mais perto da cidade.

O garoto podia sentir o cheiro de laranja pelo ar colhidas pela manhã e estavam frescas, não demorava muito para ele encontrar uma taverna chamada "Taverna da laranja". Abadeer adentrava o local e ficava na porta antes de ir mais para dentro, ele podia observar as mesas redondas e o taverneiro olhando-o com curiosidade sobre o homem de pele pálida puxada para o tom azul e os olhos de cores esmeralda. O bar estava vazio aquela manhã e o homem atendendo era o único dali. Tinha um palco ao lado da escada coberto com uma lona preta e o ambiente parecia bem aconchegante com sua iluminação provida de velas em diversas localizações pelo ambiente.

O jovem se aproximava mais do balcão e com um tapa mesmo e encarando o taverneiro pedia uma bebida de rum e esperando que o homem lhe contasse o que há de bom na cidade. O homem estava disposto a atendê-lo e a aparência de Lucius lhe transmitia um tom de confiança não pedindo para ele mostrar o dinheiro antes de começar a servi-lo com uma boa caneca da bebida forte e cheirosa. - Aqui está. - Dizia após colocar a caneca no balcão. - Você quer saber mais sobre a cidade? Bom, essa é a cidade famosa pela colheita de laranjas, são sempre saborosas e de um bom preço caso tenha interesse, ela ultimamente tem ficado bem movimentada. Qual é o seu nome? Meu querido cliente. - O sorriso em seu rosto era amigável e lhe transmitia confiança. - A bebida custa 10 mil berries. - terminava. Podia se ouvir alguns passos vindo do andar de cima lhe despertando uma certa curiosidade, quanto ao ambiente não haviam itens a mostra a não ser copos ou barris de bebidas.


Ryuuga Ruh

O cão parava de latir assim que Otávio dava um sinal com a mão e o animal obedecia o homem, ele olhava para Ryuuga que fazia sua proposta de forma um tanto inconveniente chamando o veterinário de grande amigo, sua expressão era séria e ele não gostava de ter sido chamado daquele jeito, mas parecia ignorar por um momento e falava com um tom mais alto enquanto que o cão estava atento a palavras de seu dono. - O preço é 60 mil. Com a ajuda para capturar o falcão inclusa. - Ele se colocava mais rígido e mais sério. - Você pode ficar na cabana até eu terminar os preparativos. Não ficará tudo pronto hoje, então terá coisas que você terá que esperar até amanhã e essa cabana só tem espaço para uma pessoa dormir, vá para a cidade e volte amanhã. - O garoto pagava o combinado e entrava dentro da cabana, podia-se ver algumas gaiolas e uma mesa de montagem, uma cama simples, um sofá macio e uma lareira quente que tinha sua chaminé na parte de trás da casa, além de um fogão a lenha não muito longe da fogueira, uma simples mesa quadrada com cadeiras ao redor e uma pia com torneira. O banheiro ficava fechado em uma porta e dentro dele havia apenas uma privada e pia.

Ele sentava sobre a mesa de montagem e Ryuuga conseguia ver uma pistola em sua cintura não confiando muito sobre o jovem que apresentava-se em sua cabana. O músico colocava seu violão sobre a mesa quadrada e sentava-se no sofá enquanto que o veterinário começava o seu processo de construção de equipamento, ele utilizava tesouras de metal, martelos, pedaços de madeiras e um alicate para começar a construir uma gaiola de tamanho aceitável para suportar um falcão ou águia, a ave tinha um tamanho muito grande e não deveria ficar presa em uma gaiola por pura saúde, mas aquilo lhe impossibilitaria de escapar ao primeiro contato com seu domador. Demorava três horas para o término da gaiola redonda que havia uma enorme capacidade para armazenar o animal dentro de si. - Então, como você se chama? - perguntava ao homem que até então não tinha dito uma única palavra.

Ele já começava a pegar linha e costura para começar a preparar o que parecia ser a luva de falcoaria a Ryuuga enquanto esperava a sua resposta, a luva era de couro e a agulha era grossa e espetada o suficiente para perfurar o material. - Vejo que você canta, cante uma para mim enquanto confecciono a luva. - Utilizando-se de base a sua mão, o homem ia criando os contornos da luva, entretanto, a parte mais importante dela era proteger o braço de quem lhe utilizasse. A linha grossa passava entre os buracos feitos pela agulha e em questão de mais algumas hora estava pronto mais um item da lista. O tempo havia passado depressa e podia sentir-se o tédio que se passava, a fome e o sono aumentavam conforme o tempo passava e não demorava muito para Otavio começar a preparar alguma coisa. Ele tinha algum tipo de massa e ele a esquentava no fogão a lenha, não demorava muito e ele servia na mesa com pratos para Ryuuga. - Coma, lhe fará bem. - e dava uma pequena mordida na massa. O forte sol batia sobre as janelas da cabana e o calor aumentava com o uso do forno e o passar do tempo, deveriam ser uma três horas da tarde. - Certo, o próximo item é a ração, isso só conseguirei o bastante para lhe dar amanhã, terei que fazer uma busca pela floresta. Se eu achar algum ninho ou um falcão por perto, amanhã iremos em busca dele, por hora, volte a cidade. Esteja aqui pela amanhã e estará tudo pronto para caçarmos esse falcão. - Otavio estava calmo e visivelmente cansado após trabalhar tanto, ele esperava que o garoto saísse de sua cabana e fosse até a cidade, a busca pelo falcão se estenderia até amanhã.

Considerações:
 

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Última edição por Achiles em Sex 13 Out 2017, 16:26, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: O músico que compôs a própria história   O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptyQua 11 Out 2017, 21:43

O MÚSICO QUE COMPÔS A PRÓPRIA HISTÓRIA



Depois de uma boa caminhada pela cidade eu finalmente encontrei o lugar, a taverna da laranja, o bar tinha uma bela estrutura e se encontrava vazio se não fosse pelo taverneiro, chegando ao balcão pedi minha primeira dose de rum e perguntava sobre o movimento da cidade. - Bom, essa é a cidade famosa pela colheita de laranjas, são sempre saborosas e de um bom preço caso tenha interesse, ela ultimamente tem ficado bem movimentada. Qual é o seu nome? Meu querido cliente. Perguntava o taverneiro e completava - A bebida custa 10 mil berries.


Eu engasgaria depois de ouvir o preço do rum “Será que ele aceita devolução?” pensaria enquanto engolia o resto da bebida, - Meu nome é Lucius meu amigo! Falaria com um sorriso no rosto enquanto levantava o copo e dava mais um gole, - Esse palco ... perguntaria apontando na direção e continuaria, Tem algum espetáculo acontecendo aqui? Esperaria a resposta e se fosse positiva – Uhm, interessante, acho que volto aqui mais tarde para dar uma olhada. Ouço então passos vindo do que parece ser o segundo andar inclinaria minha cabeça na direção do barulho e tentaria ouvir mais alguma coisa então voltaria a atenção para o taverneiro mais uma vez – Acho que está com alguns ratos no andar de cima! Ficaria encarando esperando algum tipo de resposta dele.


Caso ele não me respondesse – Aqui está o dinheiro do rum. Depositaria em cima do balcão – Pode me trazer algo para comer? Esperaria que ele saísse então deixaria o lugar sem ele me ver carregando o copo em que estava bebendo comigo, caso ele não tenha nada para servir tentaria sair levando o copo sem que ele perceba, do lado de fora voltaria a andar pela cidade “Muito bem Lucius, hora de mudar o foco” pensaria olhando para o horizonte, passaria a procurar pelo mercado negro da cidade em busca de duas coisas, primeiro uma adaga e depois um livro sobre botânica, no meio termo enquanto eu estivesse passando pela rua se encontrasse algum grupo de pessoas caminhando tentaria passar pelo meio deles esbarraria levemente em alguém e tentaria levar algum pertence valioso comigo, caso eu não achasse o mercado negro procuraria por alguma loja de armas da cidade se encontrasse adentraria a mesma – Com licença senhor (a), estou a procura de uma adaga o/a senhor (a) teria alguma? Se o/a vendedor (a) tivesse eu compraria e agradeceria expressando meu sorriso estranho – Obrigado! Pegaria minha adaga e sairia da loja a posicionando na parte de trás da cintura observaria o tempo se já fosse tarde voltaria para a taverna.


Caso eu não encontrasse a loja de armas partiria para o meu segundo objetivo dessa vez buscaria por alguma livraria da cidade procuraria enquanto caminhava ou perguntaria para alguém – Bom dia/Boa tarde onde encontro uma livraria nessa cidade? Esperaria pela instrução e a seguiria até achar meu destino se encontrasse entraria analisando o lugar e procuraria algum atendente – Oi, procuro por um livro sobre Botânica vocês possuem algum? Falaria com um tom simpático e amigável, Esperaria pela resposta se eles tivessem eu compraria caso contrario sairia da loja e dependendo do horário se fosse tarde voltaria à taverna.


Se eu encontrasse o mercado negro procuraria por um vendedor de armas – Então amigo, estou procurando uma adaga pode me arranjar alguma? Falaria de um modo mais descontraído, porém com uma expressão seria no rosto, se ele tivesse, esperaria que me falasse o preço e continuaria – E pra vender, quanto custa? Vamos lá amigo porque não faz aquele desconto bacana pra nos dois? Dessa vez já expressaria um leve sorriso no rosto, então compraria a adaga, tentaria achar o livro no mesmo mercado caso ainda tivesse alguma grana e seguiria o mesmo esquema sempre pedindo por um "desconto de amigo", se ainda fosse cedo do dia daria um tempo pela cidade esperaria até o anoitecer e seguiria de volta para a taverna da laranja.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptySex 13 Out 2017, 01:18




O músico que compôs

a própria história

Primeira parte





Após ter cantado um trecho de minha música e ter me alimentado, me prontificaria para partir, pegando minhas coisas e me levantando. – Pois bem, estarei aqui amanhã, espero que esteja tudo pronto até lá, um abraço! –Diria enquanto sairia da porta, partindo em seguida em direção à cidade. Está noite não tenho nada para fazer, lembro-me do taverneiro me dizendo para voltar quando quisesse, e bem, já que estou precisando de uma graninha, não vejo por que não. Ao chegar à cidade com minhas coisas e tendo tido o cuidado de andar devagar para não acontecer nada, iria procurar por Grambus, perguntando a quem estivesse no local sobre. – Olá, você conhece Grambus? Gostaria de falar com ele, mas não estou encontrando-o. –Caso conseguisse encontra-lo seguindo informações ou por conta própria, falaria com ele. – Olá, muito obrigado, o Karmichael me ajudou bastante, não me considero exatamente pronto, mas já me sinto mais forte e estou bem melhor dos ferimentos, agora me desculpe, devo ir rapidamente para a taverna das laranjas, irei tocar essa noite, espero nos encontrarmos novamente, Grambus. –Em seguida, caso o encontrasse ou não, iria em direção à taverna das laranjas, calmamente, enquanto segurava meus pertences.

Ao chegar à taverna, entraria observando o local atentamente, enquanto deixava um largo sorriso por onde meu olho batesse, após isso, iria em direção ao barman. – Fala cara, andei sumido, mas estou aqui novamente, o que acha de uma musiquinha hoje como o combinado? Vinte mil, certo? –Diria fechando os olhos e abrindo um largo sorriso. -Então, posso começar agora? –Diria caso a resposta fosse sim. Se por ventura eu não tocasse ou houvesse uma resposta diferente, sentaria em uma mesa vazia, caso houvesse ou nas cadeiras do balcão. – Quero um suco de laranja, por gentileza.


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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptySex 13 Out 2017, 17:37


O músico que compôs a própria história



Lucius Abadeer

O taverneiro parecia animado. - Normalmente sim, eu espero que um músico venha hoje, então volte mais tarde. - ele olhava para Lucius que falava sobre ratos no teto. - Ratos? Eu duvido muito - e dava uma pequena gargalhada. Abadeer pedia a comida para o taverneiro que o olhava com um sorriso no rosto e dizia. - É para já! - E entrava pela porta a direita dele dando para sentir o cheiro de comida que vinha daquele lugar, o homem de pele pálida agarrava o copo e levava consigo, os clientes olhavam para ele carregando copo, alguns estranhavam e os outros riam quando ele saia do estabelecimento.

O homem estava a procura do mercado negro, mas antes ele avistava um grupo de pessoas andando pela rua, com velocidade ele esbarrava em uma delas, mas com azar apenas conseguia atrair a raiva deles que o empurravam e mandavam ele para longe. Lucius continuava o seu caminho a procura pelo mercado negro e entrava em um beco, nele tinha um homem com um sobretudo. Ele era suspeito. - Você quer comprar alguma coisa? - Perguntava o misterioso de toca, bandana e óculos escuros, ele deveria ter por volta de um metro e oitenta e era magro. O pálido lhe perguntava sobre uma adaga, o misterioso abria seu sobretudo e de dentro dela tirava uma adaga simples. - Assim? Custa 20 mil. - Falava o homem enquanto que olhava para os lados desconfiado se alguém o visse ali. Com um sorriso no rosto ele pagava o combinado, com o mesmo sorriso ele perguntava sobre um livro de botânica. - Este custa 500 mil. - Infelizmente, o preço era muito caro para Abadeer comprá-lo e o homem então saia por um lado do beco enquanto que o jovem do outro.

O homem de pele pálida ficava andando pela cidade até escurecer, cansado de tanto andar e o sol já ter dado o lugar a lua, ia até a taverna, ao voltar para o ambiente bem mais cheio do que da última vez, ele podia ver um homem conversando com o bartender, a sua voz era suave e podia ser ele o cantor de que o homem estava falando antes.

Ryuuga Ruh

Ryuuga se despedia de Otávio e decidia seguir em direção. Não demorava muito para ele chegar na cidade a procura de Grambus, que parecia já ter dado o pé daquela cidade a algum tempo, todo morador para quem o garoto perguntava acenava com a cabeça de um lado para outro ou respondendo um não sobre ele. Infelizmente o tempo passava e Ruh desistia de sua busca, o grandalhão deveria ter ficado ocupado com alguma assunto e saído da cidade durante o tempo que o Ventura estivesse na floresta.  Depois de alguns tropicões em seu caminho ele via a taverna da laranja enchendo com seus clientes, muitos eram da noite em que Ryuuga havia tocado e reconheciam ele de primeira.

O taverneiro já aguardava a presença do músico e lhe respondia com um sorriso. - O mesmo preço, faça um show ainda melhor! - seu sorriso ficava ainda mais largo. - Sim, pode começar quando quiser. - E esperava o Ventura subir ao palco e tocar. O lugar estava cheio e exatamente igual ao dos outros dias, algumas presenças como a Velha e alguns clientes daquela noite, mas não se via Grambus presente no local para ter os agradecimentos do jovem.

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MensagemAssunto: O músico que compôs a própria história   O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptySeg 16 Out 2017, 23:30

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O músico que compôs a própria história



“500 mil, onde vou arrumar essa grana?” pensaria enquanto andava pela cidade “tenho que arranjar um jeito, pequenos furtos não irão me ajudar” continuaria andando pela cidade e me sentaria em algum banco pela rua tentando elaborar meus próximos passos até a hora de voltar à taverna, observaria o movimento da rua "Vai que alguém rico passa por aqui." Falaria com um pequeno sorriso no rosto.


Já era tarde quando cheguei à taverna o movimento esse horário era maior que antes, possiveis vítimas de Lucius Abadeer? talvez. Podia ver diversas pessoas lá tanto na entrada como dentro do estabelecimento todas aguardando pelo espetaculo de logo mais como de costume eu adentro a taverna parando por alguns segundos enquanto analiso o lugar.


Eu procuraria por um local mais afastado para me sentar e assistir ao espetáculo queria ver o potencial do artista ao qual o taverneiro tanto havia se gabato mais cedo naquale dia, se encontrasse alguma mesa caminharia até ela, mas não antes de perguntar a alguma pessoa do local – Ei amigo (a) qual o nome do rapaz que vai se apresentar hoje? Falaria sussurrando para não chamar muita atenção em seguida sentaria a mesa esperando até o fim da apresentação.


Se eu não encontrasse mais nenhuma mesa disponível olharia para as cadeiras do balcão e procuraria um lugar vago se houvesse caminharia até lá para me acomodar e falaria com o taverneiro - Uma bebida amigo. caso todos os lugares estivessem ocupados procuraria um lugar com menos pessoas não queria chamar atenção dos outros e ficaria em pé assistindo a apresentação.





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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptyTer 24 Out 2017, 12:02


O músico que compôs a própria história



Lucius Abadeer & Ryuuga Ruh

Lucius estava a procurar por uma mesa vazia e encontrava uma, antes disso ele perguntava a um dos homens que estavam ali esperando pelo som sentado em uma mesa ao lado tomando a sua cerveja. - O nome dele eu não sei, mas conheço-o pela alcunha, ele é o grande Ventura! - dizia o homem com um sorriso no rosto e animado. Abadeer sentava-se na mesa sozinho esperando pelo show começar, mas o garoto não parecia se movimentar em direção ao palco.

A falta da música começava a agitar os ânimos indesejados no lugar e duas mulheres se desentediam ao lado, elas começavam uma discussão e pouco tempo depois os puxões de cabelos começavam, alguns badernavam pela briga das mulheres e alguns tentavam separar elas, mas sem sucesso. Era uma loira e uma ruiva de aparência bonitas e com roupas quase iguais, vestidas de couro e grandes decotes em suas blusas.

O taverneiro estava muito sem saber o que fazer e esperava seus outros clientes separarem as garotas enquanto que alertava Ryuuga. - Vamos garoto, está esperando o que? Eles te esperam. - Enquanto que Lucius continuava sentado e Ruh estático.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 3 EmptyTer 24 Out 2017, 23:26

O Músico que Compôs a Própria História




O clima na taverna começa a esquentar, por algum motivo o artista da noite não sabia o que fazer só ficava ali parado o que proporcionou alguns desentendimentos ali no local, do nada, duas belas moças trajando roupa de couro e com lindos decotes começaram um “briga” ao qual eu me apoiava na mesa para apreciar melhor a esse novo espetáculo com o antebraço da esquerda repousado sobre a mesa e utilizando a mão direita para apoiar o rosto.


“Parece que esse garoto não se dá bem com a pressão” pensaria calmamente olhando para ele então voltaria minha atenção a observar as mulheres se estapeando “Não é todo dia que vemos duas belas moças brigando em uma taverna, isso é legal” expressaria um leve sorriso no rosto apreciando aquele momento.


Após mais alguns segundos de briga estava na hora de fazer alguma coisa e tentar levar algo pra casa, apesar de eu não ter casa, levantaria da mesa e caminharia em direção as moças calmamente observaria mais um pouco e esperaria o momento certo para puxar uma pelo braço fazendo com que ela girasse em minha direção esbarrando sobre meu peito –Então moça, falaria de forma simpática olhando-a nos olhos expressando um sorriso e seguiria Por que não paramos com essa briga e vamos dar uma volta para nos conhecermos melhor? Nesse meio tempo esticaria o braço para evitar que a outra se aproximasse e continuasse a briga.


Caso a moça topasse sair comigo da taverna começaria a caminha em direção a porta passando pelo meio da multidão tentaria carregar alguma carteira fácil comigo "Preciso de uma grana extra pra sair” pensaria sorrindo, do lado de fora da taverna olharia para a mulher – Sou novo por aqui, que tal me mostrar os melhores lugares da cidade? Olharia para ela esperando a resposta.


Se ela não quisesse eu a largaria e deixaria que a outra mulher voltasse à briga arrumaria meu terno e caminharia em direção a saída “Já perdi muito tempo nesse lugar” pensaria com uma expressão nada amigável havia ido à taverna esperando por uma apresentação e perdi meu tempo. Do lado de fora da taverna perguntaria para a primeira pessoa que eu visse – Ei, onde posso achar um lugar para dormi? Esperaria a resposta e seguiria as orientações da pessoa.

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