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 O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte

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Ryuuga
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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptyDom 01 Out 2017, 00:37




O músico que compôs

a própria história 

Primeira parte





Certo, tudo bem, o que fazer nessa situação? Meu Deus, que raiva, eu estou cansado e só queria dormir, mas, tenho que ajudar o cara, não consigo ignorar essa situação. Colocaria meu violão deitado com a frente para baixo ao meu lado e partiria em direção ao mascarado aproximando-me até ficar cerca de um metro distante dele. – Então, quem é você e quem pensa que é para me olhar dessa maneira? –Sempre fui bom em atuar, por isso não veria problemas em forçar uma cara enrugada com marcas claras de ódio enquanto falava bufando as narinas e olhando nos olhos do indivíduo. Em seguida, após receber minha resposta ou um intervalo curto de tempo sem ouvir nada dele, partiria para cima, dando uma investida com um knockdown de esquerda e jogando-me em sua direção, o fazendo cair. Caso a adaga já estivesse fora do alcance, daria sequências de jabs de esquerda e direita em sua face enquanto mantinha-me em um ângulo perpendicular ao seu corpo, montado em seu tórax com minhas pernas imobilizando-o. Caso a adaga estivesse com ele ou caso eu tivesse sido atingido, retiraria do local (se fosse as mãos, daria um soco e pegaria a faca, arremessando para longe. Caso ela tivesse me atingido, em um pico de adrenalina, retiraria e arremessaria também para longe). Se ele tentasse contra-atacar, manteria postura de guarda e me esquivaria direcionando meu corpo para o lado oposto ao ataque. Continuando, eu daria um gancho de direita nele seguindo de um jab de esquerda abaixando a cabeça e direcionando o braço ao seu peitoral. Continuaria a soqueá-lo com jabs alternados de esquerda e direita até perceber que o mesmo estava inconsciente. Após o mesmo estar completamente apagado, retiraria tudo se valor dele (incluindo dinheiro) e colocaria em meus bolsos, contando a adaga, e retirando, por último, sua máscara.

Iria, então, verificar o cara de azul, caso ele estivesse apagado, entraria no hotel e pediria ajuda para identificar o mascarado. – Ele é alguém procurado pela marinha? Possui recompensa? – Independente da resposta, o amarraria em algum poste usando suas próprias roupas, afim de imobiliza-lo nesse local até o cara de azul acordar, enquanto isso, pegaria meu violão que estava no interior do hotel. Ao acordar, conversaria com ele devagar e com clareza. – E então, pode me explicar o que está acontecendo? Me dê um bom motivo para te deixar sair, você me fez causar um tumulto aqui, cara, e por sinal, salvei sua vida, me deve uma e estou precisando de muito dinheiro, caso tenha algum aí, agradeceria. –Falaria isso enquanto mostrava um sorriso aberto e descontraído, fechando os olhos e levantando a sobrancelha. Caso o cara nocauteado mascarado acordasse, olharia bem nos olhos dele enquanto puxava seus cabelos. – Me dê um bom motivo para eu não te entregar aos revolucionários, o que tem a me oferecer? Patife? –Adotaria uma postura ríspida e agressiva, fugindo completamente de minha personalidade, porém, nada tão complicado por eu saber atuar muito bem.





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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptyDom 01 Out 2017, 14:15


O músico que compôs a própria história



O garoto olhava para o mascarado e colocava seu violão no chão do jeito que desejava, o homem ainda continuava caminhando lentamente em direção ao garoto com a adaga em punhos e Ryuuga tentava intimidá-lo, mas sua aparência não era nenhum pouco intimidadora e apenas fazia-o se aproximar mais do assaltante que partia para cima dele sem exercer qualquer tipo de reação, como um contra-ataque o garoto tentava lhe dar uma investida que era má sucedida devido a distância que os dois se encontravam e o giro para a direita que o homem dava e acertando um corte nas costas do jovem, a dor era forte embora o corte não tinha acertado muito em cheio.

Ele não parava por ali e ia mais uma vez para cima do boxeador que se esquivava dando passos para o lado oposto e tentava revidar os golpes com socos, mas o gatuno era ágil e conseguia desviar dos golpes com sucesso se abaixando ou movendo seu corpo para os lados, ambos tomavam distância um do outro e estavam prontos para mais uma rodada de golpes. O ferimento nas costas perto da cintura de Ryuuga doía e sangrava aquilo incomodava-o quando realizava alguns movimentos que exigiam aquela parte do corpo. O jovem estava na frente de um vaso de flores e uma mesinha, o mascarado estava na frente de um sofá bege, um barulho de chuva podia ser ouvido da porta a esquerda de Ruh, a saída da hospedaria. O porteiro ainda continuava desmaiado atrás do balcão que estava a direta do garoto. O mascarado tomava uma postura diferente da sua adaga colocando-a com a lâmina para baixa e parecia que segurava seu cabo com mais força. E era nesse momento que ele começava a dar passos mais apressados para cima do boxeador, estavam em uma distância de três metros e não teria quase nenhum tempo para pensar. O garoto estava em apuros, o que ele faria naquela situação? Quais eram as alternativas? O tempo passava depressa.


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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptySeg 02 Out 2017, 22:33




O músico que compôs

a própria história

Primeira parte





É sério que não acertei um único golpe nele? Tenho que pensar em algo rápido, essa mulherzinha não vai ficar por cima de mim. Começaria jogando o jarro de flores atrás de mim em sua direção. – Uma flor para outra flor, bebê. –Diria soltando um leve riso irônico. Quando ele me atacasse, analisaria o que seria melhor e efetuaria, primeiramente, tentaria esquivar para o lado, caso o golpe fosse direto, ficando fora de seu campo de visão e o acertando na nuca com o punho esquerdo. – Você é muito inteligente, meu chapa, atrás de você me sinto um jegue. –Diria enquanto dava um tapa na sua bunda. Caso o golpe fosse em semicírculo, iria me mover para trás com um leve empurrão, tomando cuidado para não tropeçar em nada. Em seguida seguraria seu punho e apertaria com o objetivo de soltar a adaga, caso funcionasse, a jogaria para longe com um chute desengonçado e sem jeito. – Crianças não podem mexer com facas, cuidado, mocinha. -Se eu percebesse que seu movimento era mais rápido e que ele estava enfurecido, moveria me para trás rapidamente e ergueria a mesinha que estaria em minha frente e colocaria sua tampa paralela ao meu adversário, utilizando-a como escudo e em seguida empurrando-a com toda minha força. – Até minha mãe faz melhor que isso. –Diria caso conseguisse me esquivar de qualquer maneira. – Brincar contigo é legal, mas estou cansado já, amor. –Falaria isso investindo com toda velocidade em sua direção caso estivesse longe. Se estivesse perto, o acertaria com um soco no estomago.

Ao me aproximar dele, fintaria um jab de direita, o fazendo crer que iria nessa direção, para, em seguida, utilizar meu punho esquerdo para executar um soco direto no estômago de cima para baixo, mirando o diafragma, recuperando a postura de guarda em seguida e partindo para um gancho de esquerda enquanto mantinha minha postura de guarda com o braço direito. – Tá bom já, né? –Diria enquanto tentava nocauteá-lo com sequências alternadas de golpes diretos na face e estômago. Caso conseguisse nocauteá-lo, pegaria descaradamente tudo de valor que ele possuía, inclusive a adaga, e em seguida tiraria a máscara e usaria ela para amarrar seus punhos no pé do sofá, em seguida perguntaria sobre o mesmo. – Alguém conhece esse sujeito? Ele é um procurado pelos revolucionários ou pela marinha? Seria uma boa arrecadar uns bons trocados com ele. –Diria partindo então para ver o sujeito de azul. Caso ele estivesse ainda desmaiado, daria uns tapas na cara dele até ele acordar. – Então, pode começar me explicando tudo, e logo, por gentileza, pois preciso dormir. –Após absorver todo conteúdo, faria cara de cansado, erguendo os olhos e bocejando. - Venha aqui mais tarde, irei descansar agora, mais tarde conversamos sobre. E vocês aí, cuidem do rapaz amarrado e não deixem ele fugir, irei encaminha-lo às pessoas certas mais tarde. -E iria para meu quarto no hotel, onde antes juntaria minhas coisas e o violão e partiria para dormir algumas horas.



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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptyTer 03 Out 2017, 00:28


O músico que compôs a própria história



O mascarado continuava a partir para cima de Ryuuga quando ele resolve tacar o vaso de flores em sua direção, o vaso estava com água e ela vazava toda quando o garoto levantava e jogava,  embora tivesse seu peso reduzido, o objeto não acertava pois o homem abaixava-se dele e passava por cima, ele continuava com sua investida e girava seu corpo tentando fazer um círculo completo e o garoto se movia para trás para escapar do golpe, embora tivesse cuidado para não pisar em falso e tropeçar, ele acabava por cair deitado de barriga para cima e o mascarado escorregava na água derramada segurando a sua adaga com força. Ambos levantavam, Ryuuga atrás da mesinha e o misterioso em sua frente, ele via o garoto utilizando a mesa como escudo e tentando partir para cima dele, mas o movimento era desastroso quando o mascarado caia novamente na água e Ruh passava por cima dele tropeçando nas suas costelas.

Aquela batalha era uma completa vergonha dos dois por causa de água, no momento em que o homem tinha caído ele havia rachado sua máscara de baixo até seu olho, aquilo não a fazia se despedaçar, mas bastava um único golpe. O garoto se levantava e tentava-o atacar, o jab acertava a parte da máscara rachada do homem que despedaçava-se no chão e o gancho era errado quando o gatuno ia para a direita invés de ir na direção que Ryuuga queria, ele se recuperava rápido e dava um corte na barriga do garoto que dava um gemido de dor e corria em direção a saída, ele olhava para o garoto nos olhos antes de sair, seus cabelos grandes e marrom e seus olhos eram verdes, tinha uma cicatriz em forma de raio onde estava o desenho em sua máscara, tinha uma leve barba em torno de seu rosto e uma boca fina, seu semblante era de bravo com o garoto por ter quebrado a sua máscara, embora isso, seu rosto era familiar, mas ele ainda não o reconhecia.

O homem parecia esperar Ryuuga do lado de fora de braços abertos o chamando para o lado de fora, ele estava a aproximadamente dez metros da entrada da hospedaria, a chuva começava a cair mais forte e o chão com pedras parecia formar pequenas poças de água, o jovem podia sentir a forte dor do corte em sua barriga, o ferimento era igual ao de suas costas, mas ele sentira o incômodo, o sangramento já se iniciava e ele podia sentir o molhado em suas vestes quando o sangue escorria, ele estava bem, embora a dor e o sangramento, apesar que se os ferimentos não tivessem o devido cuidado piorariam conforme o tempo passasse.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptyQua 04 Out 2017, 09:17




O músico que compôs

a própria história

Primeira parte





Estando no lado de dentro da hospedaria e avistando meu adversário à minha espera fora dela, iria investir em sua direção lentamente, preparado para esquivar caso fosse necessário, abaixando-me para golpes altos, pulando para golpes baixos e esquivando para o lado para golpes centrais ou arremessos. Manteria essa ideia enquanto me aproximaria dele lentamente, sempre prestando atenção para não tropeçar em poças d’água no caminho. Preciso ignorar essa dor, não posso me distrair com coisas assim. Caso surgisse uma poça entre eu e meu adversário, chutaria o chão onde ela está visando espalhá-la e junto com a chuva confundir meu oponente. Como ataque, investiria com toda minha força em socos alternados, também atacaria com um jab falso de direita completado com um direto de esquerda no estômago. Manteria sempre posição de guarda enquanto estivesse “livre” e tentaria ficar sempre à cerca de um metro de distância dele. Caso ele não avançasse, investiria com um uppercut de esquerda seguido de um cruzado de direita na face, continuando com ganchos e diretos. Caso conseguisse, puxaria seus longos cabelos com a mão direita, me aproveitando para disparar cruzados e uppercut de esquerda. Ao conseguir desviar de alguma investida ou ataque seu sempre contra-atacaria com jabs de esquerda e manteria minha postura de guarda. Focaria em atacar apenas se percebesse que o mesmo não o faria, investindo com sagacidade usando troca de bases, o fazendo pensar que atacaria com um jab de mão principal, quando na verdade daria um direto com a outra.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptyQua 04 Out 2017, 15:17


O músico que compôs a própria história



A batalha parecia que se estenderia pela chuva no momento, Ryuuga começava a caminhar lentamente em direção a saída da hospedaria com seus machucados que sangravam levemente, os pingos da chuva forte eram gelados e a água dava uma ardência em seus ferimentos como se estivesse jogando sal, o garoto não caia sobre as pequenas poças de água que eram do tamanho de seu pé e via que o seu inimigo apenas esperava-o fazer seu movimento. Uma pequena poça de água no chão separava os dois e o jovem a chutava, mas a água era tão pouca que mal fazia efeito, o gatuno apenas o olhava com mais raiva como se estivesse se irritando.

Não demora muito para Ruh partir para cima de seu inimigo tentando um uppercut seguido de um cruzado, o uppercut passava no vazio e o cruzado acertava, mas o gatuno se recuperava rápido e começava a se esquivar como um gato novamente desviando da sequência, com sua adaga ele girava para a esquerda e pegava de raspão entre o pescoço e o ombro de Ryuuga. - PARE! - gritava uma voz conhecida vindo do lado esquerdo e era nesse exato momento que os dois ficavam estáticos com o susto daquela voz. Era Grambus dizendo para os dois parar, sua voz era firme e forte dando para ouvir pelo quarteirão inteiro e a brecha para fugir dos ataques do boxeador surgiam, o gatuno virava-se em um beco e seguia com velocidade um caminho para a sua fuga.

Os sangramentos de Ryuuga pioravam com o esforço, ele começava a se sentir mais fraco embora não apresentasse qualquer outro sintoma devido a perda de sangue, com seus olhos atentos para Grambus que se aproximava caminhando pela chuva gelada. - Você acabou por encontrá-lo, ahm?! Você parece que só se mete encrenca por onde vai. - O grandalhão já parecia saber sobre o mascarado, ele pegava com força a nuca de Ruh e o começava a arrastar até a hospedaria, ele encontrava o lugar bagunçado e o homem de azul se levantava atrás do balcão. - Michael, o que aconteceu? - Perguntava para o recepcionista. - Grambus! Ainda bem que está aqui! Aquele mascarado voltou a aparecer procurando pela Jane! Ele me nocauteou depois de ver esse garoto. - Respondia Michael enquanto apontava para Ryuuga que tinha sua nuca solta pelo Grambus, o violão do garoto ainda repousava no mesmo local e o chão estava sujo com lama e água. Uma senhora chegava pela porta, era a mesma que tinha ajudado o garoto a encontrar a taverna, ela segurava um guarda-chuvas em uma das mãos e um kit de primeiros socorros na outra. - Parece que fizeram uma bagunça e tanto aqui. Garoto, você se machucou? - Perguntava a Ryuuga esperando uma resposta antes de atendê-lo.


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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptyQua 04 Out 2017, 21:43




O músico que compôs

a própria história

Primeira parte





Que? Grambus? O cara que me pagou um lámen? O que ele tem a ver com isso? Preciso recompor a postura, sem pânico Ryuuga, você consegue, finja não estar surpreso. – Estou bem, apenas uns machucados leves. –Responderia a ele tentando parecer forte. – Mas uma ajuda com os ferimentos seria bem-vinda, se eu não cuidar logo acho que pode piorar. –Diria com um sorriso seguindo de tosse. Ainda bem que ele chegou, ou eu estaria morto. – Você tem sorte de ele ter chegado, ou provavelmente teria te matado, agradeça a ele, rapaz. –Diria ao mascarado que não estava mais tão mascarado assim com um sorriso sarcástico enquanto pousava a mão na minha barriga e deitava no chão. – Alguém busque meu violão, tenho a música perfeita para esse momento. -Caso alguém trouxesse meu violão, pegaria ele ainda deitado, repousaria a cabeça e olharia para o céu, em seguida fechando os olhos, dando um Lá maior em pestana no quinto traste e cantando:

Eu me fodi
Eu me fodi, baby
Eu me fodi
Estou cortado e lascado
Alguém por favor me carregue

Eu me fodi
Eu me fodi, baby
Eu me fodi
Estou rindo e cantando
Mas por dentro me sinto um verme


Caso não me dessem o violão, estiraria o dedo do meio para o alto. – Esqueçam, eu canto a música sem ele. –E cantaria a música. Se por ventura eu fosse interrompido ou a música acabasse, pousaria meu violão ao meu lado com o máximo cuidado possível tentaria me erguer devagar, ficando sentado no chão. Em seguida, independentemente de ter conseguido ou não, olharia para Grambus com um olhar de tristeza e digno de pena. – Grambus, poderias me explicar o que está acontecendo? Preciso de uma boa noite de sono, fiquei tocando na taverna onde você estava até muito tarde e preciso repousar e agora estou bem ferido, poderias me falar o porquê disso? Ele simplesmente me atacou sem mais nem menos. –Dizendo isso, me viraria para meu adversário com uma cara confusa. – E agora, que tirou sua máscara espontaneamente, vi que você me é familiar, quem é você? –Após absorver informações, aceitaria qualquer ajuda vinda de Grambus, seja com hospedagem, com medicamente e cuidados, dinheiro, ou qualquer outra ajuda benéfica, lembraria de recolher meus poucos pertences e leva-los comigo para onde eu fosse. Se por acaso eu não recebesse ajuda alguma, pediria para alguém do hotel ajudar-me a subir e me acomodar em um quarto, mostrando meu dinheiro e perguntando. – Teria como vocês me trazerem algum cuidado médico? Eu irei pagar. –Blefaria, pois saberia que não teria dinheiro suficiente. Recolheria minhas coisas antes de ser levado ao quarto. Caso Grambus se retirasse, falaria com ele antes de partir. – Com licença, onde posso encontrar você? –Diria com tom de animação, apesar dos ferimentos. Preciso cuidar disso ou morrerei aqui, ainda não acabei com ele, mas antes preciso aprender a lutar melhor e de uma manopla para proteger meus punhos, e aliás, estou me sentindo muito sozinho, um bichinho de estimação cairia bem, mas, como estou sem dinheiro, terei que o domar por minha conta. Caso fosse levado para o quarto ou outro local, observaria com cuidado todo o ambiente por onde andaria e me locomovendo sempre devagar.




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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptyQui 05 Out 2017, 02:16


O músico que compôs a própria história



Grambus olhava para o garoto e não deixava de soltar uma risada. - Você tomou uma pancada forte na cabeça? Ele fugiu na hora que eu cheguei. - Ryuuga sentia seus ferimentos sangrando e eles doíam um pouco mais do que estavam doendo, a senhora se aproximava com o violão após o pedido de Ruh, por sorte, seu instrumento encontrava-se intacto, não havia dano dele de lama ou da chuva que molhasse a sua madeira, o garoto tentava olhar para o céu, mas o teto era o único caminho que seus olhos encontravam, ele tocava a música com esforço embora as notas e sua voz não soassem a mesma que antes devido ao cansaço e aos ferimentos sofridos durante o seu combate.

O grandalhão ria ainda mais do que estava rindo soltando uma enorme gargalhada. - Você é um bom músico! Ventura, não é mesmo? - Ele continuava a olhar para Ryuuga enquanto que o garoto perguntava ao mesmo sobre aquilo, o homem iria começar a responder por aquilo até que Michael começava a responder por ele, a senhora se ajoelhava no chão com seu kit, o abria e jogava álcool nas costas de Ryuuga para limpar seu ferimento e passar as bandagens enquanto que o recepcionista ia explicando. - Ele é um cara que vem procurando lugares para assaltar durante a noite, hoje ele foi surpreendido por você, ele não mata suas vítimas, mas as deixa com sérios ferimentos, por isso ele não me matou quando estava ao meu lado, para minha sorte, você apareceu hoje. Creio que ele tenha se assustado com você e quis te bater para roubar, mas houve as complicações pelo visto. - Grambus ajoelhava-se e pegava um pedaço da máscara quebrada - Pelo menos a máscara dele foi quebrada. - Ele se virava para o garoto novamente. - Você viu o rosto dele? Poderia nos descrever? - E era nesse exato momento que Ryuuga falava com o vento novamente como se pensasse que o mascarado ainda estivesse lá, Grambus não deixava de rir daquilo. - Você precisa de um bom descanso, amanhã quando acordar, venha me procurar, estarei andando pelas ruas. Ele se retirava e a senhora terminava de arrumar as bandagens pelos ferimentos de Ryuuga que já podia sentir um vigor a mais, a chuva tinha parado e o céu estava começando a clarear, a senhora guardava seu kit e pegava seu guarda-chuva. - Você deveria tirar essas roupas antes de dormir, estão sujas e molhadas. - E saia sem se despedir, Michael olhava para o garoto e falava. - Você salvou a minha hospedaria, lhe devo um quarto ao menos. - Ele estendia uma chave para ele, a chave tinha um chaveiro escrito " 2B " - É no segundo andar, segunda porta a direita.

Ryuuga recolhia seu violão e Michael abria a porta para sua passagem, ela levava para um lance de escadas que o garoto subia duas vezes, as escadas eram de madeira pintadas de branco, as paredes eram da mesma cor e o teto era um tom de azul, não demorava um minuto até que ele subisse ao segundo andar e visse um enorme corredor. Segunda porta a direita e a chave encaixava corretamente na fechadura, o quarto não era lá dessas coisas, era pequeno, tinha uma cama, um frigobar e uma mesa para guardar os pertences, o banheiro ficava na parede a três metros da cama e uma janela do lado da porta do banheiro. O banheiro era repleto de azulejos com um vaso, pia e um chuveiro simples cinza. O quarto parecia bem conversado com suas paredes pintadas de branco e o piso com um carpete azul que se sujava a cada passo do garoto.

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O músico que compôs

a própria história

Primeira parte





Aproveitando que era de graça, tiraria minha roupa, lavaria na pia do banheiro e repousaria elas em frente à janela do banheiro, em seguida tomando um banho para colocar meus pertences como dinheiro e o violão em cima da mesinha (ou escorada, no caso do violão) e repousaria na cama. Hoje foi um dia em tanto, preciso descansar para arrumar essa confusão em mim.


SONHO



- Jasmine, não vá! És meu bem mais precioso, não conseguirei viver sem te sentir, sem te ter ao meu lado! –E nessa hora ela partia sem nem ao menos olhar para trás, com um andar de desprezo que nunca vira antes. O que houve para ela mudar assim? Não posso viver uma vida sem ela, eu a amo, a amo mais que tudo, como nunca amei alguém. – Não, não, nãããããão! O que houve, como pôde fazer isso comigo? Toda a nossa história jogada no lixo? Quatro anos que não serviram para nada? –Estava gritando loucamente enquanto via o amor da minha vida partindo para qualquer direção, menos a minha. Não era uma simples paixão de adolescente, tinha brilho, fogo, era intenso, era... perfeito. Retornava chorando e soluçando alto até a casa dos meus pais, afim de contar a notícia e dividir minha tristeza com alguém, porém, eles não gostavam dela, sempre diziam que namoro só traz despesas e eles não podiam arcar com isso. Paro na porta da minha casa, uma casa simples com uma porta de madeira rachada, uma maçaneta quebrada que eu precisava empurrar um pouco para abrir, estou quase abrindo a porta, está tudo escuro por dentro.


FIM DO SONHO



Tenho que parar de sonhar com isso, preciso arranjar uma mulher, uma não, algumas. Faz tempo que não troco uns beijinhos, mas, preciso me recuperar primeiro. – Uh uh, Ah. -Gemeria eu enquanto tentaria me levantar da cama, iria calmamente juntar minhas coisas e me dirigir à recepção do hotel, passando antes no banheiro para tomar um banho frio, colocar minhas roupas que já deveriam estar secas e esvaziar a bexiga. Pegaria a chave do quarto, desceria às escadas bem lentamente tomando cuidado para não cair e me dirigiria a alguém que estivesse por lá. – Olá, bom dia! Vocês têm algo para comer aqui? Estou com tanta fome que comeria um leão inteiro! Ah, e obrigado pela estadia, dormi muito bem e já me sinto melhor –Diria eu enquanto arriscava um sorriso espontâneo e entregava a chave do quarto. – Vocês podem me indicar algum local para comer que seja barato? –Diria caso a resposta fosse negativa. Grambus me disse para encontra-lo, irei comer e seguirei o rumo até ele. Seguiria as informações me passadas, comendo e pagando caso fosse preciso, em seguida, iria às ruas em busca de Grambus. – Olá, bom dia, podes me dizer onde posso encontrar Grambus? –Perguntaria à alguns pedestres por onde passaria na rua, seguiria as informações me passadas ou continuaria andando e perguntando até encontra-lo. Quando o encontrasse, me dirigiria à sua direção, sempre tomando cuidado e prestando atenção. – Olá Grambus, bom dia. Me perdoe, ontem não estava com minha cabeça no lugar, fiquei animado, você já me conhecia antes de nos encontrarmos na taverna? Me chamou de ventura, poucas pessoas estão me reconhecendo nessa cidade. Bem, creio que queira saber quem era o cara que me atacou, ela possuía longos cabelos marrons lisos e seus olhos eram verdes. Ah... ele também tinha uma cicatriz que parecia um raio no olho direito, creio eu, é tudo que sei sobre sua aparência. -Diria em voz baixa, com objetivo de apenas ele ouvir. – Quero meter minhas mãos naquela cara, me sinto despreparado, se eu fosse mais forte, talvez conseguiria derrota-lo, e olhe que estava apenas com meus punhos secos e ele com uma adaga, se ao menos eu estivesse com uma manopla..., mas enfim, você tem cara de quem sabe lutar bem, e, como tem sido muito legal comigo, queria te pedir um favor... –Caso ele demonstrasse interesse, pediria com gentileza e cuidado. – Sei que não nos conhecemos direito, mas, poderias me ensinar a lutar? Preciso aprender a sobreviver a qualquer custo e meu boxe não está me ajudando muito. -Diria tentando parecer mais íntimo dele. O seguiria por onde fosse, aceitaria ajuda e conselhos, caso fossemos para algum lugar, conversaria enquanto nos dirigíamos até lá, caso não, perguntaria lá mesmo. – Grambus, poderias me dizer quem você realmente é? Não tivemos tempo para conversar de maneira certa. –Diria como tentativa de puxar assunto e conhecer mais sobre ele.



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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  - Página 2 EmptySex 06 Out 2017, 00:10


O músico que compôs a própria história



O garoto lavava suas roupas e repousava sua cabeça sobre o travesseiro fofo da cama e a coberta gelada depois do frio que se fazia da chuva, mas durava pouco tempo e ele dormia. Seu sono era profundo e ele acordava assustado após um pesadelo. Seus cortes ainda doíam, mas os toques da senhora pareciam lhe ajudar da melhor forma possível, a água do chuveiro era deliciosa para o garoto, embora suas bandagens ficassem molhadas, elas não saiam do lugar. Ele podia ver a sujeira do seu corpo descendo pelo ralo do banheiro. Com suas roupas já secas, ele pegava seus pertences, trancava o quarto e descia até a recepção.

O lugar estava limpo e brilhante, não parecia que tivesse acontecido uma luta ali em nenhum momento, a mesa no lugar e invés de um vaso no lugar se encontrava algumas pétalas de rosas vermelhas formando um belo coração. Michael ainda estava a atender o lugar, seus olhos pareciam cansados devido a exausta noite, ele tinha um colocado um relógio um pouco acima de sua cabeça, o mesmo marcava 10 horas da manhã. - Bom dia, senhor. Ainda não sei seu nome, embora tenha me salvado esqueci de lhe perguntar. Temos um café da manhã na cozinha, siga-me. Fico feliz que tenha dormido bem em nossos quartos, recomende aos seus amigos. - Com um sorriso no rosto, ele ia até a porta e colocava o lugar como fechado para estrangeiros, ele abria outra porta e seguiam até a cafeteria que havia dentro da hospedaria. O lugar estava repleto de especiárias, uma salada de alface, uma carne suculenta, pães de alguns tipos, algumas variedades de suco e um café que não podia faltar. - Sinta-se a vontade, o banquete é pela conta da hospedaria para todos os hóspedes. - Alguns dos hospedes estavam a acordar naquele local depois de um noite, eles comiam o que achavam agradável e tomavam um café ou suco, até mesmo água.

Não demorava muito para que o garoto chegasse devorando o que achava gosto dentro de um prato, demorado trinta minutos ele saia do estabelecimento e começava a sua procura por Grambus, o garoto não demorava muito até encontrá-lo, o grandalhão já estava a sua espera e assim que ambos se avistavam iam em sua direção. O homem estava com um sorriso no rosto e dessa vez portava uma pistola em sua cintura. - Bom dia, qual seu nome mesmo? Depois de tudo isso, fiquei sem saber. As pessoas lhe conhecem pela sua voz, tenho certeza que se cantar mais vezes elas reconhecerão. Obrigado pela descrição sobre ele, isso me ajudará muito. - Ele esperava o garoto em sua pausa e então seguia respondendo. - Caso queira comprar uma, tem uma loja virando a esquina ali. - Apontava na direção com o dedo indicador com o único braço que tinha. - Ele era bem ágil mesmo, não fique desanimado por perder uma única batalha, pelo menos você não perdeu um braço. - Soltava uma gargalhada tentando esconder a sua dor, ele ficava curioso sobre o garoto pedindo um favor ao mesmo. - Eu também não sou um exímio lutador, embora seja forte. Mas venha comigo, eu sei alguém que lhe possa ensinar o pouco que eu sei. - Eles seguiam rua adiante pela cidade e chegavam a taverna, após entrarem o taverneiro ficava curioso sobre os dois ali, e após um sinal de mão de "pare" ele não vinha atender. - Karmichael! - A voz era forte de Grambus e não demorava muito para o homem de olhos azuis descer pela escada, ele ainda continuava com sua camiseta simples branca e seus cabelos estavam da cor loira e iam até o seu ombro, era o homem que tinha pedido ao grandalhão para se acalmar e supostamente salvo a vida de Ryuuga quando ele subiu as escadas procurando por pertences a se roubar. - Esse garoto te trouxe problemas novamente, senhor? - Ele tratava Grambus como seu superior e era isso que parecia ser, mas o grandalhão negava com a cabeça. - Quero que o treine no que precise, você é o melhor lutador que eu conheço que esteja perto. Faça bom uso de suas habilidades que estão paradas a algum tempo. - O homem acenava com a cabeça e todos saíam pela porta do estabelecimento. - Tenho coisas para ainda resolver na cidade, você sabe onde me encontrar qualquer coisa. - Grambus estava para seguir o seu caminho quando o garoto lhe perguntava quem ele realmente era. Com um sorriso, ele se virava e respondia. - Sou aquele que odeia confusão e protege a cidade - e continuava a seguir o seu caminho com aquele tom misterioso. O homem de olhos azuis se virava para Ryuuga. - Qual o seu nome garoto? Siga-me. - O sol estava forte mais uma vez no céu, os sinais de chuva tinham totalmente desaparecido embora as rusa ainda tivessem indícios de água da chuva como água parada em alguns bueiros da cidade, a população estava agitada aquela manhã vendendo seus produtos na loja ou conversando.

Eles chegavam até uma parte aberta da floresta da ilha, Karmichael se distanciava um pouco enquanto que Ryuuga ficava parado. - Você quer aprender exatamente o que? - Perguntava esperando uma resposta. O local estava cercado por árvores e só parecia estar os dois ali, arbustos separavam o solo do terreno gramado das árvores, o céu apenas haviam algumas poucas nuvens que aos poucos iam ofuscando a luz do sol por alguns instantes, alguns pássaros cantavam pela manhã e não parecia haver algum animal querendo interferir os dois, o chão era terra seca.

Considerações:
 

Aparência de Karmichael.:
 

Aparência do local:
 

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O músico que compôs

a própria história

Primeira parte






INÍCIO DO TESTE DE PERÍCIA: LUTA DE RUA

O que eu quero? Eu quero uma mulher, estou na seca e não acho nem uma banguela suja. – Quero aprender a sobreviver, não simplesmente lutar, mas, a sobreviver. Em minha vida, nunca usei muito a luta, mas vi agora que se não souber lutar de verdade, não viverei muito tempo nos blues e Grand line. –Dizia eu enquanto olhava para baixo. – Grand Line? Hahahahah, não me faça rir, garoto. Um pirralho magricelo e fraco como você não duraria muito tempo lá. –Dizia Karmichael enquanto eu o olhava com séria estranheza. – Mas vamos lá, o Grambus me designou para te ajudar, não posso dizer que ficará forte, mas, vou tentar te ensinar a sobreviver numa luta. –Dizia ele enquanto ria na minha cara, fechando os olhos e mantendo uma postura relaxada. – Mas vem cá, você não me parece ser um cara que sabe lutar, bem, você tem a pele perfeita, também é tão magric... –Nesse momento Karmichael avançara em minha direção, executando uma joelhada em meu queixo e parando exatamente na hora que ia acertar, tudo em fração de segundos. – Primeira lição, não julgue pelas aparências, Ryuuga, você tem sorte que não te acertei agora, ou poderia ter morrido em um simples ataque meu. –Ficava eu perplexo com aquela cena, boquiaberto com a velocidade e a diferença do golpe, nunca esperaria nada do tipo vindo dele, nem naquele momento. – Numa luta o que importa é sobreviver, seja quase morto ou não. E como fazemos isso? Usamos a fraqueza do nosso oponente a nosso favor, parece simples, não? Vamos lá, tente me atacar. –Dizia ele enquanto tomava uma certa distância de mim. Os ferimentos ainda não estão cem por cento curados, mas já consigo fazer um estrago. Ia com uma investida à toda velocidade em sua direção, parando com um jab de esquerda em sua face, porém, o mesmo desviava com uma simplicidade tão grande que parecia apenas uma mera brincadeira. – Segunda lição, analise o seu oponente. Sério isso? Bem, eu já sabia que você era boxeador, o que me deu uma tremenda vantagem em saber que utilizaria apenas os punhos. Se você quer ser sobrevivente numa luta, seja imprevisível, deixe seu oponente confuso sobre contra o que está lutando. –Dizia isso enquanto dava um tapa em minha cabeça. Imprevisível? Entendi. Antes que ele desse conta, virei nele com um uppercut de esquerda, mirando em suas costas, onde ele desviou novamente com facilidade. – Terceira lição, confunda o oponente o máximo que conseguir, bem, a nossa mente é uma arma poderosa, e, se soubermos usava, poderemos sobreviver com maior facilidade. Eu disse para ser imprevisível já sabendo que você faria isso para provar que era, logo, me aproveitei da situação, poderia ter feito o que bem entendia depois, pois você estava desprotegido. Vamos lá, tente novamente me atacar.

Dez horas se passaram onde não parava de lutar, deixei minha honra de lado e comecei a partir para baixaria, tudo para sobreviver, chutes mal feitos, socos diferenciados, chave de braço, mata-leão, puxão de cabelo, tudo era válido para sobreviver, isso era a verdadeira luta de rua, nesse período, meu violão ficava encostado, dando lugar à um corpo cansado de tanto treinar, aprendi que devo esconder meu real estilo de luta afim de ludibriar meu oponente. – Mas Karmichael, porque não consigo acertar nada em você? Está tudo tão complicado, todas essas horas treinando, percebo que peguei todos os ensinamentos, mas não consigo colocar em prática. –Dizia eu enquanto deitava na terra seca, exausto daquilo. – Calma meu jovem, seu corpo está cansado, que tal nós dormirmos e continuarmos amanhã? –Dizia ele enquanto deitava na terra seca, adormecia rapidamente, e eu, graças à exaustão, cedia ao sono também.

- Acorda filho de uma égua! –Dizia ele enquanto dava um forte tapa em meu ouvido, já era de manhã. – Vamos agora realmente ver o que consegue fazer, rápido, me ataque! –Não pensei duas vezes, ainda estava deitado, mas rapidamente dei uma rasteira em seus pés, levantei e cuspi em sua cara, o fazendo fechar os olhos e baixar a guarda, nessa hora o soqueei fortemente no estomago, onde ele bloqueou novamente com facilidade. – Mas como... eu... você... como assim, estava tudo favorável para mim e você bloqueou com o punho com tanta facilidade? Mas o que é isso? –Dizia eu enquanto erguia os braços e fazia cara de confuso e enfurecido. – Haha, você me subestima demais, meu jovem, mas só preciso dizer uma coisa, você já está pronto, adeus, foi um desprazer te treinar. –E antes que eu pudesse falar algo, ele corria em direção à cidade, porém, não consegui alcança-lo e acabei repousando em um rochedo na floresta. – Bem, estou pronto é? Hm...

FIM DO TESTE DE PERÍCIA: LUTA DE RUA

Recolheria meu violão e retornaria para cidade em busca de informações de alguém que vendesse artigos de falcoaria, minha meta agora seria ir em busca de um falcão. Estou muito sozinho, preciso de alguém pra ficar comigo. Ao chegar na cidade, perguntaria às pessoas que passassem pelo local sobre. - Olá, bom dia, queria saber se conhece alguém que venda artigos de falcoaria. -Seguiria as informações me passadas, indo em busca do falcoeiro ou algo do tipo, ao encontra-lo, abriria um sorriso e falaria sobre valores. - Olá, tenho interesse em comprar um kit de falcoaria com a luva, a ração, e uma gaiola, pois pretendo domar um falcão, ah, e se tiver dicas também as aceitaria, por quanto ficaria tudo? -Diria enquanto mantinha a postura ereta e um sorriso largo em meu rosto.

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Última edição por Ryuuga em Qua 11 Out 2017, 19:18, editado 3 vez(es)
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