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 O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptySab 23 Set 2017 - 16:36

O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Ryuuga Ruh. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyDom 24 Set 2017 - 21:20




O músico que compôs

a própria história 

Primeira parte





Já faz um bom tempo desde que deixei minha terra natal em busca de fama, dinheiro e mulheres, sim, mulheres, tem coisa melhor? Elas nos deixam alegres, acordados e nos fazem sonhar, as vezes até demais. Saudade é algo complicado, se me perguntam se sinto saudade de Loguetown, não sei responder, afinal, não sei se dá para sentir saudades de anos jogados no lixo em um relacionamento sério, ou se dá para sentir saudade de ter pais que me exploravam para trabalhar desde pequeno. Mas agora minha jornada pegou seu rumo de volta para casa, hoje, mesmo sendo reconhecido, ainda preciso me estabelecer em um local, e que melhor local do que a maior cidade portuária de todo o East Blue? Sim, irei voltar pra Loguetown, mas agora como um novo homem, como O ventura, o único e incrível compositor e musicista que foi capaz de escrever seu próprio destino. Acabo de chegar em Conomi Island, e preciso dar um jeito de ir para Loguetown.

Mesmo nessa aventura pelo East Blue, não tive oportunidade alguma de tocar, afinal, não estou com nenhum instrumento, nem possuo dinheiro para comprar um. Espero que alguém me chame para tocar, preciso desenferrujar e estou louco para conquistar alguma mulher com minha música. Mas, pensando bem, minha saudade do instrumento vai além de conquistar alguma dama, estou realmente ansioso para tocar, todo esse tempo longe de um instrumento deixa qualquer musicista louco, e seria ainda melhor se eu conseguisse alguns trocados com isso, o dinheiro que tenho aqui mal dá para comprar um bote.

O maior músico do mundo, melhor, o maior músico pirata de todos os tempos, é isso que irei me tornar. Mas tudo tem que ser bem planejado, não ganhei a alcunha de “O ventura” à toa, irei, por um bom tempo, atuar como civil na cidade de Loguetown, capitalizando recursos e aumentando ainda mais o amor que o povo tem por mim e pela minha música, para quando eu vir a ser um pirata, essa paixão perpetue e eu mantenha minha boa fama. Preciso sair dessa ilha urgentemente e voltar pra Loguetown, minha terra natal.

Primeiramente, me situaria onde eu realmente estava, em seguida, partiria em busca de uma taverna, perguntando às pessoas que passassem pela rua. – Senhor(a), por favor, onde posso encontrar a taverna mais próxima aqui? –Diria com ânimo e com um sorriso sincero no rosto, enquanto repousava minha mão sobre o ombro dele(a). Caso conseguisse alguma informação, seguiria rumo à taverna, caso não, continuaria perguntando. Ao chegar a taverna, saberia que seria reconhecido por alguns ali, precisava que alguém me reconhecesse para que eu pudesse utilizar de minha boa fama como o músico que compôs a própria história e conseguir uma passagem para Loguetown. Entraria com um andar elegante, sorrindo e olhando para frente, me dirigindo ao balcão e procurando o Barman. – Com licença, vocês estão à procura de algum músico para abrilhantar essa noite? –Perguntaria eu com a intenção de conseguir algum dinheiro. – Creio que essas belas jovens não desejem ficar paradas. –Diria sussurrando para os que estivessem à cerca de mim, soltando um leve riso. – Não possuo um instrumento, mas caso alguém possa me emprestar algum, mantê-los-ei alegres por toda a noite. O ventura está de passagem pela cidade e não poderia perder a oportunidade de abrilhantar a noite dessas belas moças na melhor taverna da ilha. –Falaria com os olhos fechados, sorrindo enquanto falava e com a cabeça inclinada pra baixo. Agora só preciso de um instrumento e de um pouco de dinheiro, mais tarde da noite isso aqui estará uma bagunça e será mais fácil extrair informações e furtar.

Objetivos:
 

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyQua 27 Set 2017 - 15:34


O músico que compôs a própria história



A ilha estava calma e tranquilha, havia tempo que não tinham tido uma confusão enorme ali, as pessoas passeavam tranquilamente no tempo de calor mediano e uma brisa tranquilha, eram por voltar de três horas da tarde, o sol forte no céu e poucas nuvens. As pessoas olhavam para o músico que passava pela rua central e o mesmo retornava os olhares, ele ia em direção a uma velha senhora sentada em uma cadeira de balanço do lado de fora de sua loja de flores, com um enorme sorriso ele a perguntava se ela sabia onde havia uma taverna ali perto. A senhora sorria de volta enquanto tricotava o que parecia ser uma meia e apontava em direção as 10 horas, era uma placa escrita: Taverna da Laranja. - Ali, jovem. Faça bom proveito. - E continuava a tricotar sua meia.

Ryuuga continuou a seguir o trajeto ate a taverna e adentrou a mesma, olhou ao redor e conseguiu ver que não tinha muita movimentação no momento, haviam duas moças tomando uma bela caneca do que parecia ser um vinho e um homem bebia sozinho quase se acabando com uma caneca de cerveja no outro canto, eram mesas e cadeiras feitas de madeira, todas bem cultivadas e limpas, as paredes era preta e continham alguns posteres que alimentavam a beleza do lugar, era completo por iluminarias deixando o ambiente com uma iluminação mais aconchegante e sensual, o piso era feito de madeira, haviam uma escada ao andar superior na esquerda, perto dessas escadas havia um palco pequeno feito de madeira com um pano preto por cima perto de uma lareira . O taberneiro notava a presença do jovem músico que entrava em sua taverna e com um bom sorriso enquanto limpava o interior de um copo com um pano lhe dava as boas vindas. Ele ouvia a proposta do músico e então dizia. - Nós procuramos por um músico para alimentar as festividades esta noite, mas não temos um instrumento por aqui, se você conseguir arranjar um até as oito horas dessa noite, será muito bem vindo. O bar está sendo bem agitado ultimamente, espero que consiga. Desejas mais alguma coisa?- Indagava o homem que apoiava seu cotovelo sobre o balcão enquanto esperava a resposta do músico.  

Taverna:
 

Taberneiro:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyQua 27 Set 2017 - 22:12




O músico que compôs

a própria história 

Primeira parte





Após receber essa notícia do taverneiro, precisava decidir o que fazer, estava triste pois ninguém havia me reconhecido (ainda), mas acontece, precisava ignorar isso. Nenhuma bela mulher, nem feia, ninguém nem ligou para o grande Ventura. Estava vendo uma escada ao lado do palco da taverna, provavelmente era um segundo andar, iria até lá discretamente e com um olhar de perdido, esperando que ninguém notasse e aguardando o taverneiro desviar o olhar de mim, caso ao subir as escadas encontrasse um segundo andar, perguntaria ao pessoal local (caso houvesse) sobre instrumentos. – Olá, boa tarde, algum de vocês pode me falar onde consigo um instrumento por aqui? Obrigado! –Perguntando com um sorriso bem aberto e olhos fechados, levantando levemente a sobrancelha. Caso fosse um depósito ou não houvesse ninguém no local, examinaria em busca de algo de valor, como algum eletrônico ou joia, ou até mesmo um instrumento, pegaria e colocaria no bolso e em seguida andaria em direção à porta com a mão no bolso enquanto assobiava uma música qualquer.

Sem dinheiro o suficiente, minha única saída para conseguir um instrumento seria rouba-lo, não sou muito fã de fazer isso, mas, era minha única saída. Precisaria primeiro chegar ao mercado local, perguntaria aos pedestres onde poderia conseguir instrumentos musicais. – Olá, boa tarde, estou precisando comprar um instrumento musical, pois irei tocar na Taverna da laranja esta noite e estou sem nenhum, sabe onde encontro uma loja que venda algum? –Esperaria uma resposta, desejando que essa pessoa me reconhecesse e me ajudasse ainda mais. – Por sinal, pode espalhar que hoje à noite O ventura estará na Taverna da laranja e cantará a música que desenvolveu essa alcunha. –Perguntaria à alguns, aproveitando e divulgando meu trabalho à noite. Em seguida, seguiria as informações me passadas, julgando a melhor de acordo com o bom senso e partindo em direção ao mercado, cuidadosamente.

Ao chegar no local, analisaria o ambiente em busca dos instrumentos mais caros, entraria com um sorriso no rosto enquanto assobiava minha música com um olhar distraído em direção ao balcão, perguntando em seguida sobre preços. – Olá, sou O ventura e estou à procura de um instrumento para tocar esta noite, na Taverna da laranja, queria saber se você tem algum para alugar ou vender, quais os preços das peças que você tem aqui? Teria como ter um desconto? –Caso minha boa fama não tivesse dado certo e ele não se dispusesse a fazer um grande desconto, onde eu poderia comprar com o dinheiro que possuía, partiria para o plano B. Esperando um momento de distração do indivíduo que me atendia, e analisando cuidadosamente o ambiente em busca de algum sistema de segurança, esperaria outras pessoas saírem enquanto enrolava perguntando sobre aspectos do instrumento. – Ele é elétrico, certo? Tem garantia? –Quando percebesse que nada mais me atrapalhava, pegaria o instrumento que estivesse mais próximo de mim e partiria na esperança que ele não notasse graças à minha agilidade. Caso ele notasse, começaria a correr disparadamente na direção onde estivesse o maior número de pessoas, caso elas me reconhecessem, fariam uma multidão, o que facilitaria minha fuga. Correria em direção à taverna da laranja, tentando despista-lo em becos ou algo do tipo, caso conseguisse despista-lo ou não, entraria na Taverna e veria o movimento, chegaria no taverneiro. – Olá, voltei com meu instrumento, mas, antes de começar o show, vamos falar de valores? Está falando com o grande Ventura! –E cantaria um trecho de minha música para ele, demonstrando meu talento e na esperança de que ele ou mais alguém (incluindo o balconista do mercado, caso ele estivesse) me reconhecesse.

Aproximem-se meus amigos, que hoje irei cantar
Uma bela canção que do East blue veio à tona
A história de um homem, cujo desejo era imundo
Sonhava em conquistar todas as mulheres do mundo.

Legendas escreveu:
Música
Falas
Pensamentos

Objetivos:
 

Histórico de Ryuuga:
 

OFF:
 


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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyQui 28 Set 2017 - 2:10


O músico que compôs a própria história



O garoto olhava para as pessoas ao seu redor e confirmava seu interesse em subir no segundo andar, espero um momento de desatenção do taverneiro quando foi atender com mais uma caneca do homem no canto, em um rápido movimento subiu as escadas e se deparou com quatro homens sentados jogando cartas, o músico fazia sua pergunta e no mesmo momento eles notavam o garoto que ficava assustado com o tamanho do grandalhão que levantava da cadeira deixando as suas cartas na mesa, ele devia ter por volta de três metros e tinha um braço a menos. Ele agarrava o garoto pela gola com seu único braço, o direito e o levantava, seus fortes músculos se destacavam em sua camiseta camuflada e mordia em sua boca um charuto aceso. - Quem é você e por quê subiu aqui? - Indagava o homem com uma veia crescendo em sua testa, estava irritado e isso era facilmente perceptível, os outros homens levantavam também deixando suas cartas na mesa, um deles usava um óculos e portava uma espada em sua cintura embainhada, utilizava um terno e fumava um cigarro simples. O mais a direita começava a andar em direção ao grandalhão, ele usava uma camiseta simples e tinha olhos azuis que se destacavam no ambiente com a mesma iluminação de antes, ele colocava a mão no ombro sem braço do homem e falava com calma - Acalme-se Grambus, não se irrite por esse misero rato, deixe-o ir. - O da esquerda segurava um porrete e utilizava uma camiseta de couro, ele olhava com seus olhos vermelhos para o garoto com um olho mais aberto que o outro, seus cabelos eram espetados e ele parecia estar pronto para acabar com a vida do garoto naquele momento assim que tivesse a ordem. Era um momento de susto e o garoto não conseguia notar se haviam alguns itens valiosos ali ou ver a aparência do homem mais atrás. Grambus o soltava derrubando-o no chão e falava. - Não volte mais aqui, suma, verme. - Era nesse momento que Ryuuga descia as escadas e começava a assobiar uma música em que o taverneiro reconhecia, era a canção principal do musicista. - Conheço bem essa música, foi feita pelo Ventura, toque-a quando voltar. - E Ruh voltava a rua.

Ele começava a andar pela mesma e não demorava muito para voltar para a mesma velhinha que ainda tricotava sua meia e a mesma respondia com a mesma carisma de antes. - Oh, meu jovem, o senhor voltou, siga pela essa rua e vire-a esquerda, encontrará uma loja de cada. Cante uma música para mim quando voltar. - E concluía mostrando seu sorriso novamente e ouvia o garoto. - Oh, pode deixar sim, meu jovem, espalharei e estarei lá para ouvi-lo. -  O jovem seguia o caminho indicado pela senhora e logo encontrava pelo o que procurava, a loja de instrumentos, ele a olhava com desejo ao ver os inúmeros instrumentos musicais, guitarras, violões, violinos, violoncelos, tambores e mais variados tipos, a loja era bem decorada e limpa, tinha um tom vermelho escuro em seus balcões, as vitrines estavam bem fechadas com um vidro transparente, havia uma etiqueta em cada apoio dos instrumentos mostrando o preço de cada, um velho senhor de cabelo grisalhos e rugas em seu rosto com uma pinta enorme em seu nariz, ele vestia uma roupa amarelada com uma calça jeans azul e sandálias, o senhor olhava para o garoto que entrava em seu estabelecimento e ouvia o que tinha a dizer, com um ânimo e um sorriso em seu rosto. - O ventura? Você é mesmo ele? - Perguntava não acreditando. - Não alugo meus instrumentos e cada um tem seu preço etiquetado certinho, mas me desculpe, não posso dar um desconto. - Ryuuga voltava a observar o local que estava sem nenhum outro cliente e então fazia outra pergunta ao velho que respondia ao mesmo instante. - Não, ele é acústico, sem garantia. - E ainda esperava que o garoto mostrasse o dinheiro, ele já estava começando a ficar estranhado com o garoto que demonstrava interesse em sua loja. No momento em que o velho dava um passo para trás, ele aproveitava de uma das vitrines abertas e pegava o instrumento, ele o segurava com as duas mãos e começava a correr do estabelecimento, ele tropeçava na porta e caia no chão, mas se levantava e continuava a correr, o velho não era rápido e não tinha idade suficiente para ir atras dele e a fuga era bem sucedida pelo jovem, ele disparava em direção a taverna com o violão em mãos, caia mais algumas duas vezes no caminho, mas o violão continuava intacto, chegava ofegante ao entrar no estabelecimento. O Taverneiro o olhava com curiosidade e perguntava ao mesmo. - Por que está tão cansado? Ainda não são oito horas, sabia? - Ele ouvia o garoto falando que era o grande VENTURA! E o taberneiro o olhava com os mesmos olhos até que ele começava a cantar um trecho de sua música. - Esta é uma bela canção, já havia a ouvido algumas vezes, quero que toque a no show de hoje a noite, mas é só as oito quando a taverna estará mais cheia, se quiser esperar aqui ou voltar mais tarde, sinta-se a vontade, quanto ao valor, será 20 mil berries pelo show. - Ele começava a lavar mais uma caneca que tinha se sujado, as duas mulheres ainda continuavam por ali e olhavam o garoto e chamavam-o para mais perto, o outro homem bêbado tinha saído e não se sabia nada sobre os homens no segundo andar.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyQui 28 Set 2017 - 10:59




O músico que compôs

a própria história 

Primeira parte





Somente vinte mil berries? Desse jeito não irei alavancar nunca. Preciso tentar pechinchar um pouco com o taverneiro. – Senhor, faremos um acordo, caso eu consiga lotar essa taverna ás oito da noite, você me paga o triplo do valor e comida à vontade, o que acha? Mas caso eu não consiga lotar o bar, aceito os vinte mil berries sem problemas. –Era uma ótima oferta para ele, não teria o que perder muito, a taverna estava vazia e seria muito lucrativo para ambos. Após tentar convencê-lo com um sorriso no rosto enquanto segurava o violão com minha mão direita, decidi ir às ruas para tentar conseguir mais alguns trocados. Sairia pela porta avisando. – Ás oito estarei aqui, me aguarde! –Dando um tchau com a mão esquerda e partindo em direção à área que julgasse mais populosa da cidade. Preciso deixar o bar lotado para impressionar o taverneiro assim, além de ganhar mais no final da noite, ainda conseguirei furtar alguns pertences.

Ao chegar em um local com muita gente, escorar-me-ia na parede, pegaria meu violão e o afinaria ele, corda por corda, o que seria fácil devido ao meu ouvido absoluto para sentir as notas. Após afinar meu violão, daria meu famoso si bemol maior com sétima aumentada, sentiria o violão, pegando ele de forma destra, pois, na época que aprendi, o velho Joe só conseguiu me ensinar dessa forma, hoje em dia tocando qualquer instrumento com a mão direita como a principal. Iria arriscar um trecho de uma música pouco conhecida, porém muito bonita, cantaria com a intenção de aquecer minhas cordas vocais e me preparar para a música que chamaria a todos.

Onde toca o tambor, o vento vai
Onde bate o ardor, o vento vem
O que corta tem sabor, o vento fez
O que tenta o amor, o vento faz

Vai dizer que a chuva espera a noite chegar
Bendizer! O tempo e o vento vão transformar

E quando passa leva minha dor
Faz nascer a fonte que enfeita o ar do sonhador
Impera um canto, um verso protetor

Vem viver, a terra espera que o sol vem brincar
Vento vê, voa a terra e pisa o céu sem luar

Pelo caminho leva minha cor
Faz nascer o som no tempo que entende sua dor
Meu vento tem nome, tem peso e tem valor


Após tocar esse trecho e após estar com a voz aquecida, ficaria ereto, com o violão sendo segurado com a mão direita, levantaria meus braços, erguendo minha mão direita que estava com o violão ao máximo. – Senhoras E senhores, eu sou o Ventura e agora vocês verão um espetáculo jamais visto! Aproximem-se e apreciem a história do músico que compôs seu próprio destino! –Mesmo que não me conhecessem, acho que se interessariam pela música e pelo título dela, algo chamativo, creio eu. Como todas as músicas de minhas composições, começaria tocando um ré sustenido diminuto, seguindo de um lá bemol com nova e sétima aumentada, olharia pra todos na área, erguendo um grande sorriso e começando.

Aproximem-se meus amigos, que hoje irei cantar
Uma bela canção que do East blue veio à tona
A história de um homem, cujo desejo era imundo
Sonhava em conquistar todas as mulheres do mundo

Seu início começava aqui em Loguetown
Numa vida muito simples, trabalhando para tal
Foi na música que sua vida concretizou
Aprendendo com seu mestre, o velho Joe

Aos quinze anos veio o amor de sua vida
Jasmine era seu nome, mas hoje é uma vadia
Partiu seu coração ao descobrir da traição
Fazendo o pobre Ryuuga entrar em depressão


Me movimentaria enquanto cantava a música, andando pela multidão e arrancando sorrisos dos que eu passasse, atuando gestos faciais de alegria e animação, enquanto rodopiava pelo povo parando de tocar segurando o violão com a mão direita, a cada quarteto e esperando a reação da galera, observando se cantariam comigo enquanto apenas minha voz encantadora ressoaria em meio à multidão, alegrando a todos e sempre de olho nas mulheres bonitas.

Fora expulso de sua casa, devido à sua doença
Ninguém mais o aguentava, tentava, apenas
Foi quando morando nas ruas, boxe aprendeu
Virando um lutador secreto para recuperar o que era seu

Após um devaneio de inspiração, numa noite sem luar
Lembrando de Jasmine, nas ruas não mais poderia ficar
Iria provar que conseguiria ser feliz com outro alguém
E assim começava a implacável busca por ser lá quem

Com o tempo tudo ficou mais fácil
Pois nessa noite sem luar, o brilho em seu rosto ficou claro
Compôs a música que mudaria sua vida
Sendo chamado de “O ventura” a partir dessa energia

Vendeu tudo que tinha para um violão comprar
Seria um recomeço, o último ou o primeiro?
Sua música fez sucesso por toda Loguetown
Fazendo-o melhorar de vida e ser aclamado por tal

Quanto as mulheres, ele tentava encontrar seu amor por todo lado
Mas mal sabia ele que tinha se transformado apenas em um tarado
Um sedutor incorrigível, que não perdia uma oportunidade
Graças a sua música, roubava corações de todas as idades

Mas seu sonho estava longe de se realizar
Queria à todos do mundo com a música alegrar
Provando o que seria seu destino, sua vocação
Virou o mais aclamado músico de toda região
Só que seu sentimento não parava por aí
Seria um pirata, afinal, mais mulheres e músicas mim
Pensava ele sempre, serei o maior pirata de todos
Um pirata músico sedutor e temeroso

O ventura dos sete mares, mas o Encantador para as mulheres
Roubava corações, navios e outros vermes
E aos poucos seu vício foi crescendo
Terminando como o maior pirata músico do momento


Assim que terminasse a música, faria reverencia e esperava ter reunido uma boa multidão com minha simpatia, recolhendo todo dinheiro que tenham me dado. – Atenção a todos, hoje irei tocar músicas inéditas e também o “Músico que compôs a própria história” na taverna da laranja, ás oito horas da noite, aguardo todos vocês para a noite mais incrível de vossas vidas! -Segurando o violão com a mão direita, partiria rumo à taverna da laranja, esperando seguidores, andando meio que automaticamente até lá, já que conhecia o caminho de outros carnavais. Ao chegar na taverna, entraria tocando um trecho de “Simples Assim”, indo em direção ao taverneiro.

Do alto da arrogância qualquer homem
Se imagina muito mais do que consegue ser
É que vendo lá de cima, ilusão que lhe domina
Diz que pode muito antes de querer
Querer não é questão, não justifica o fim
Pra quê complicação, é simples assim


- Irá se surpreender hoje, a noite promete, será a melhor noite de sua vida! -Sentaria em uma cadeira e pediria um lámen, pois estava faminto. – Me vê um lámen, por favor, vai ser por conta da casa né? Precisa manter seu músico bem alimentado, pois a noite vai ser longa. –Falaria com um sorriso grande, enquanto repousava o violão sobre a mesa. Sendo de graça ou não, pediria meu lámen, utilizando os Hashis com a mão direita, sempre preocupado em treinar uma futura ambidestria e aguardaria, distraído, até ás oito da noite, onde esperaria ter um público respeitável em tamanho. – E então, posso começar?


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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyQui 28 Set 2017 - 21:08


O músico que compôs a própria história



O taverneiro o olhava com estranheza e recuava com um passo para trás. - Encher minha taverna? Ela quase sempre está cheia de noite, te pago 20 mil, e é só. - O garoto apenas ficava triste com a resposta do homem e saia do estabelecimento se despedindo dizendo que as oito ele estaria ali. Com a intenção de aquecer a sua voz, ele preparava seu violão, segurava-o com sua mão direita preparando se para começar a cantar como um bardo e seguir toda a multidão como se estivesse fazendo um show enorme, mas em seu primeiro toque para começar a afinar o seu instrumento ele acabara por derrubar o violão no chão, por sorte, o mesmo só arranhava e não apresentava danos a sua estrutura. E com apenas o soar do som de seu violão já podia perceber que ele estava quase afinado perfeitamente.

Ryuuga começava a chamar a atenção das pessoas que passavam na rua, ele as olhava e elas olhavam de volta para o jovem que começara a cantar, era uma música simples, mas gostava de ouvir, as pessoas olhavam para ele e algumas os reconheciam apontando com seu dedo indicador e cochichando uma para outra, as que mais faziam isso eram as mulheres que observavam o garoto, algumas o achava atraente e algumas apenas de vê-lo tocando jogavam o cabelo para trás e seguiam seu caminho exibindo os seus corpos esbeltos, alguns chegavam a se aproximar mais dele para ouvi-lo e ele começava a andar, era um jeito desastroso de tocar e andar sem ter uma correia para apoiar e muitas vezes isso acabava o fazer tropeçar e errar o acorde, mas sua voz acabava por não desafinar. Ele então finalmente parara de cantar e fazia uma reverência e o seu violão batia no chão fazendo mais um arranhado nele, as pessoas riam do jeito desastrado do músico e deixavam algum dinheiro para o jovem no chão perto dele, com a quantia de 500 berries e saiam.

O musicista voltava a taverna tocando uma outra música que ainda não tinham ouvido o que chamava atenção de Grambus que estava ao fundo da taverna e o taverneiro que seguia servindo uma cerveja ao homem, o grandalhão o olhava com ódio, mas ficava quieto bebendo sua cerveja enquanto que o taverneiro ia até o balcão. - Não duvido disso, faça um show. - O garoto sentava em uma das cadeias e pedia seu lámen, o taverneiro dizia. - Custarão... - E nesse momento o gigante do fundo gritava. - É por minha conta, não se importe com isso, dê comida para esse minhoca! - E tomava um gole de cerveja. - Ele ia até a cozinha e voltava com uma tigela do lámen, o garoto tentava utilizar os hachis para comê-lo, mas era sem sucesso algum para conseguir segurá-lo adequadamente. - Prefere um garfo, garoto? - Dizia o taverneiro rindo da situação. Ele olhava no relógio um pouco acima da cabeça do taverneiro e ainda eram cinco horas.

Após três incessantes horas esperando o tempo passar, o público tinha chego para o espetáculo, eram por volta de dez pessoas e bem poucas mulheres no ambiente, mas pelo espaço não ser tão grande parecia lotado. - Brilha, garoto. - Dizia o dono esperando que o garoto subisse ao palco.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyQui 28 Set 2017 - 22:11




O músico que compôs

a própria história 

Primeira parte





Um palco com um pano preto, sim, é um simples palco, mas quem faz a diferença é o músico, e nisso eu sei que sou bom. Tinha arranhado um pouco meu violão, mas estava em ótimo estado ainda. Me aproximava do palco sem muita vergonha, afinal, já havia feito isso várias vezes e para públicos maiores, só que essa noite, bem, eu precisava do dinheiro e estava com outros planos para mais tarde da noite. O bar estava bem ocupado, ainda era cedo, mas minha preocupação principal era descobrir quem era aquele cara, talvez, após o show, eu tentasse descobrir.

Subiria no palco, sentaria na cadeira e começaria a afinar meu instrumento, dando um si bemol maior com sétima aumentada ao finalizar tal ação. Em seguida, começaria me levantando cuidadosamente, observaria o local e principalmente o pessoal que lá estava, segurando o violão com a mão direita enquanto à esquerda fazia um sinal de reverência. – Caro público, hoje à noite será longa, e com ela, muitas promessas de diversão e alto astral, preparem-se, pois, irão ouvir a história do homem que compôs o próprio destino. Eu sou O Ventura!

Será que o cara que pagou meu lámen é um fã meu? Será que finalmente achei uma pessoa que reconhece o meu trabalho? Bem, isso não é hora para pensar nessas coisas, tenho que dar o meu melhor, vou brilhar!
Eu prestaria atenção nele e veria se ele conhece minhas músicas, cantando-as junto comigo, o que definiria que ele era meu fã. Em seguida, pegaria meu violão, faria um rápido movimento rítmico típico espanhol com as notas mi maior, fá maior e sol maior, todas com sétima, isso serviria para chamar a atenção do público e fazer eles ficarem quietos. Sairia de cena dessa introdução espanhola e partiria para meu carro-chefe: “O músico que compôs a própria história”!

Aproximem-se meus amigos, que hoje irei cantar
Uma bela canção que do East blue veio à tona
A história de um homem, cujo desejo era imundo
Sonhava em conquistar todas as mulheres do mundo

Seu início começava aqui em Loguetown
Numa vida muito simples, trabalhando para tal
Foi na música que sua vida concretizou
Aprendendo com seu mestre, o velho Joe

Aos quinze anos veio o amor de sua vida
Jasmine era seu nome, mas hoje é uma vadia
Partiu seu coração ao descobrir da traição
Fazendo o pobre Ryuuga entrar em depressão


Esse é sempre o clímax da música, gosto de parar um pouco nessa parte, gosto de prestar atenção se minha plateia está prestando atenção. Caso a plateia estivesse cantando junto comigo, eu me ergueria, escorando o violão na coxa e cantando mais alto e mais alegre. Se eu percebesse que eles estavam muito quietos, bem, então era a hora do verdadeiro show começar. Pararia nessa parte e iria para o balcão, subindo nele com cuidado e prestando atenção para não cair, ficando em pé em cima dele e dando o maior sorriso que conseguia dar e olhando diretamente para cada um no local. Isso deve atrair a atenção deles. Em seguida clamaria enquanto mantinha o ritmo no violão para que eles dançassem. – Não ficaremos parados, hoje é dia de comemorar, o grande ventura está no ar! Vamos nos levantar, aquele que não dançar é a mulher do padre! –Caso eu percebesse que eles ainda não alavancaram, daria um empurrãozinho a eles. – Uma rodada de bebida por minha conta para todos!

Fora expulso de sua casa, devido à sua doença
Ninguém mais o aguentava, tentava, apenas
Foi quando morando nas ruas, boxe aprendeu
Virando um lutador secreto para recuperar o que era seu

Após um devaneio de inspiração, numa noite sem luar
Lembrando de Jasmine, nas ruas não mais poderia ficar
Iria provar que conseguiria ser feliz com outro alguém
E assim começava a implacável busca por ser lá quem

Com o tempo tudo ficou mais fácil
Pois nessa noite sem luar, o brilho em seu rosto ficou claro
Compôs a música que mudaria sua vida
Sendo chamado de “O ventura” a partir dessa energia

Vendeu tudo que tinha para um violão comprar
Seria um recomeço, o último ou o primeiro?
Sua música fez sucesso por toda Loguetown
Fazendo-o melhorar de vida e ser aclamado por tal

Quanto as mulheres, ele tentava encontrar seu amor por todo lado
Mas mal sabia ele que tinha se transformado apenas em um tarado
Um sedutor incorrigível, que não perdia uma oportunidade
Graças a sua música, roubava corações de todas as idades

Mas seu sonho estava longe de se realizar
Queria à todos do mundo com a música alegrar
Provando o que seria seu destino, sua vocação
Virou o mais aclamado músico de toda região
Só que seu sentimento não parava por aí
Seria um pirata, afinal, mais mulheres e músicas mim
Pensava ele sempre, serei o maior pirata de todos
Um pirata músico sedutor e temeroso

O ventura dos sete mares, mas o Encantador para as mulheres
Roubava corações, navios e outros vermes
E aos poucos seu vício foi crescendo
Terminando como o maior pirata músico do momento


Após todas as tentativas de deixá-los animados, eles deveriam estar no mais alto astral e bem humorados, iria seguir minhas músicas alegres sem nem parar de tocar, puxando uma marchinha em sol maior que todos do East Blue conheciam e amavam.

Mamãe, eu quero, mamãe, eu quero
Mamãe, eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar

Mamãe, eu quero, mamãe, eu quero
Mamãe, eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar

Dorme, filhinho do meu coração
Pega a mamadeira e vem entrar no meu cordão
Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana

Mamãe, eu quero, mamãe, eu quero
Mamãe, eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar

Mamãe, eu quero, mamãe, eu quero
Mamãe, eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar


Deveriam estar num poço de risadas enquanto dançavam a marchinha, onde eu continuaria a noite com “Meu urubu se chama Auau”, “A história do traficante Marcos Marconha” e terminando com duas músicas para fazer a plateia se emocionar, sendo elas “Pirata caboclo” e “Saga de um marinheiro” todas muito conhecidas e de muito sucesso na região. Manteria o ritmo até notar que estavam todos bêbados e descontraídos na alta madrugada, onde pararia, pegando meu violão e levando-o comigo. – Só um minuto pessoal, preciso beber uma água! –Iria até o balcão e falaria com o taverneiro, e então, já posso receber? Creio que a noite foi ótima para todos, mereço um bônus, não? –Falaria com olhar e risada sarcástica. – Caso queira que eu fique mais, preciso de mais dinheiro, e creio que quanto mais tempo eu ficar, mais o bar vai lucrar! –Ficaria sempre atento ao cara que me pagou um lámen, ainda precisava falar com ele, caso ele saísse enquanto eu estava tocando, pediria uma pausa e iria falar com ele.  – Quem é você meu caro? Estou muito agradecido pelo lámen, agora é uma péssima hora para conversar, pode me falar seu nome e onde posso te procurar? –Caso ele não saísse, continuaria tocando até o sol nascer e em seguida recolheria meu dinheiro no balcão, saindo e agradecendo. – Obrigado meu bom, a noite foi ótima, sabe onde consigo alugar um quarto nessa cidade? -Agradeceria com um gesto de mão e seguiria as informações me passadas, caso fosse de madrugada, iria cuidadosamente enquanto observava o local por onde passava, tentando andar da maneira mais furtiva possível, caso o sol já tivesse nascido, iria tocando meu violão, afim de conseguir conquistar alguma dama no caminho e quem sabe leva-la para meu futuro quarto no hotel. Caso estivesse sozinho, entraria no hotel com meu violão e pediria um quarto. – Olá, gostaria de um quarto simples pra solteiro, por gentileza. –Caso conseguisse o quarto, entraria e dormiria por algumas horas. Caso não houvesse vagas, perguntaria à pessoa onde teria outro hotel próximo e seguiria as informações, fazendo o mesmo que faria nesse primeiro.




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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptySex 29 Set 2017 - 20:39


O músico que compôs a própria história



O garoto começava a se aprontar para o show e ia até o palco, chegando nele podia ver que o taverneiro tinha colocado uma cadeira para o mesmo se sentar e com a maestria de afinar seu instrumento corretamente em meio as conversas altas que se estendiam pelo bar atraia a atenção dos clientes. Ele fazia a sua apresentação e após uma pequena pausa começava a tocar, alguns reconheciam de imediato a canção que ele começara a cantar e ouvia ela com mais atenção e outros continuavam a conversar como se ele não estivesse lá. A lareira parecia arder mais forte com o ritmo do violão, ele dava uma pausa e via se o público estava gostando, com a intenção de chamar a atenção de todos, com movimentos suaves, Ryuuga subia no balcão e acabava por derrubar um dos copos de cerveja que ainda continuava no balcão de um dos homens, o mesmo não gostava nada daquilo, mas não impedia-o de continuar o seu show, após anunciar a rodada de cerveja para todos, o taverneiro gritava e ali percebiam que o músico não estava falando a sério.

A multidão já estava toda prestando atenção nele e Grambus apenas o observava de longe trocando o copo de cerveja pelo de vinho aproveitando da noite e do bom som, era um show em cada música e a noite parecia passar em um piscar de olhos, algumas músicas lhe traziam risadas, outras lágrimas e o sentimento passado era forte. Todos já estavam sentados, de vez em quando chegava mais pessoas para escutar e alguns saiam, ele podia ver a velhinha aproveitando da noite ao lado do grandalhão que estava dando boas risadas. O show enfim acabava, as pessoas aplaudiam o músico e algumas pediam para ele tocar mais, o garoto descia do balcão, virava-se para o dono e pedia o seu recebimento, ele retirava de um saco e o dava em duas notas de 10 mil berries. - 20 mil, como combinado, obrigado pelo show e este é o trato. - Dava uma pausa e agora uma veia crescia em sua testa e seu semblante era de bravo. - Da próxima vez que subir no meu balcão, mesmo que seja para cantar tomará uma rasteira. - Se acalmava mais uma vez e com um sorriso. - Se o senhor estiver disposto a voltar amanhã, pagarei a mesma quantia, mesmo horário. - Ryuuga então perguntava sobre o hotel, ele então respondia. - Há uma hospedaria perto do porto, não fica muito longe, apenas siga a rua e logo a encontrará. - O taverneiro fazia um sinal com a cabeça e então ia atender os clientes que já lhe chamavam.

Ruh saia do estabelecimento com seu pagamento e o seu violão, embora tivesse prestado bastante atenção em Grambus, não tinha ido falar com ele, o sol ainda não tinha nascido e o músico continuava a seu caminhar em direção ao hotel, a rua estava deserta, mas o caminho era tranquilo até a hospedaria, entrando pela sua porta principal que abria para os dois lados, Ryuuga começava a falar pedindo um quarto quando via dois homens, um que estava vestido todo de azul que parecia ser o porteiro e um com roupas pretas, uma máscara com um raio azul no olho direito portava uma adaga ameaçando o outro. - Me ajude, chame Grambus! - gritava o homem de azul antes do outro bater com o cabo na adaga em sua cabeça e ele cair no chão. Ele então olhava para o músico e começava a andar lentamente em direção ao garoto.

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MensagemAssunto: Re: O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte    O Músico que compôs a própria história - Primeira Parte  EmptyDom 1 Out 2017 - 0:37




O músico que compôs

a própria história 

Primeira parte





Certo, tudo bem, o que fazer nessa situação? Meu Deus, que raiva, eu estou cansado e só queria dormir, mas, tenho que ajudar o cara, não consigo ignorar essa situação. Colocaria meu violão deitado com a frente para baixo ao meu lado e partiria em direção ao mascarado aproximando-me até ficar cerca de um metro distante dele. – Então, quem é você e quem pensa que é para me olhar dessa maneira? –Sempre fui bom em atuar, por isso não veria problemas em forçar uma cara enrugada com marcas claras de ódio enquanto falava bufando as narinas e olhando nos olhos do indivíduo. Em seguida, após receber minha resposta ou um intervalo curto de tempo sem ouvir nada dele, partiria para cima, dando uma investida com um knockdown de esquerda e jogando-me em sua direção, o fazendo cair. Caso a adaga já estivesse fora do alcance, daria sequências de jabs de esquerda e direita em sua face enquanto mantinha-me em um ângulo perpendicular ao seu corpo, montado em seu tórax com minhas pernas imobilizando-o. Caso a adaga estivesse com ele ou caso eu tivesse sido atingido, retiraria do local (se fosse as mãos, daria um soco e pegaria a faca, arremessando para longe. Caso ela tivesse me atingido, em um pico de adrenalina, retiraria e arremessaria também para longe). Se ele tentasse contra-atacar, manteria postura de guarda e me esquivaria direcionando meu corpo para o lado oposto ao ataque. Continuando, eu daria um gancho de direita nele seguindo de um jab de esquerda abaixando a cabeça e direcionando o braço ao seu peitoral. Continuaria a soqueá-lo com jabs alternados de esquerda e direita até perceber que o mesmo estava inconsciente. Após o mesmo estar completamente apagado, retiraria tudo se valor dele (incluindo dinheiro) e colocaria em meus bolsos, contando a adaga, e retirando, por último, sua máscara.

Iria, então, verificar o cara de azul, caso ele estivesse apagado, entraria no hotel e pediria ajuda para identificar o mascarado. – Ele é alguém procurado pela marinha? Possui recompensa? – Independente da resposta, o amarraria em algum poste usando suas próprias roupas, afim de imobiliza-lo nesse local até o cara de azul acordar, enquanto isso, pegaria meu violão que estava no interior do hotel. Ao acordar, conversaria com ele devagar e com clareza. – E então, pode me explicar o que está acontecendo? Me dê um bom motivo para te deixar sair, você me fez causar um tumulto aqui, cara, e por sinal, salvei sua vida, me deve uma e estou precisando de muito dinheiro, caso tenha algum aí, agradeceria. –Falaria isso enquanto mostrava um sorriso aberto e descontraído, fechando os olhos e levantando a sobrancelha. Caso o cara nocauteado mascarado acordasse, olharia bem nos olhos dele enquanto puxava seus cabelos. – Me dê um bom motivo para eu não te entregar aos revolucionários, o que tem a me oferecer? Patife? –Adotaria uma postura ríspida e agressiva, fugindo completamente de minha personalidade, porém, nada tão complicado por eu saber atuar muito bem.





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