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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 1

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Achiles
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptySex 19 Jan 2018, 23:58


Tróia - Parte 1






A sensação de socar uma parede era a mesma que eu sentia quando meu punho tocava o seu corpo, o homem era perigoso e tudo se tornava cada vez pior naquela batalha, suas palavras eram como navalhas, vinham quietas e rastejantes e quando chegava perto o suficiente, causavam um impacto grande, embora fosse mais utilizada em cabelos e barba. - Se você realmente está dizendo a verdade, por que não correu atrás da justiça? O real assassino foi capturado pela marinha e tinha sua execução a caminho.

Em meio a minha batalha acabava tendo a sua espada perfurando o meu ombro, aquele golpe poderoso e suas palavras ditas pareciam eram estranho para mim, não estava familiarizado com nenhuma postura ou golpes daquele e isso me assustava por um momento, as minha estratégia de deixá-lo com dores não pareciam estar funcionando tão bem, o homem estava em pé após receber uma sequência enorme e uma garrafa em sua cabeça, precisava forçar cada vez mais aquilo. - Um ex-agente que presenciou um mal e agora está do lado do mal?! Não passava de uma hipocrisia sem fim, cansei de suas ladainhas! - Não era perito em mentir e não afirmava a verdade, aquilo estava me deixando cada vez mais curioso, com dúvidas e a raiva aumentava em meu peito.

Meu inimigo havia trocado sua postura guardando a sua espada maior em suas costas e pegando a maior em uma bainha que guardava em suas costas, para mim aquilo era horrível, pois estava começando a me acostumar com o seu estilo de batalha lento e com diversas aberturas, com a espada leve tudo pareceria mudar, a sua maestria com a arma parecia ser absurda vendo que a espada grande estava se comportando como uma arma que não havia peso algum.

Meu ataques seriam mais ordenados e tentaria não atingir lugares que não provocassem uma grande dor, precisava ser preciso em meus golpes acertando áreas mais frágeis independente se a pessoa havia um músculo mais forte ou não, minhas manoplas estavam para absorver o impacto e aumentar o dano causado e era disso que precisava para socá-lo. Olharia uma última vez ao meu arredor para verificar se havia alguma outra garrafa caída sobre o barco próxima e tentaria pegar a mesma se houvesse. Meu ataque seria simples partindo em sua direção, caso estivesse com a garrafa atiraria em sua direção procurando obter uma abertura na hora que ele tentasse a cortá-la ou se esquivar pulando naquela sua direção e tentando acertar um soco forte em seu rim ou seu estômago mais uma vez para causar uma dor maior e debilitá-lo mais. Se não estivesse com a garrafa tentaria esquivar-me de um golpe primário que ele tentasse realizar como um ataque vertical ou horizontal me esquivando das maneiras mais simples para depois tentar acertá-lo em seus rins ou seu estômago, procurando não me manter parado a sua frente estando sempre golpeando e após golpear abrir uma distância sobre o mesmo.

Se houvesse uma amurada por perto após dar algum golpe, tentaria me apoiar sobre a mesma para aplicar um saco e conseguir uma melhor altura, se ele estivesse esperto com a tentativa de pular estando a me observar quando fosse realizar o movimento, abortaria e tentaria uma nova abordagem correndo em sua direção. Em caso dele estar virado ou o olho que não havia visão tentaria dar um pulo e acertar seu pescoço ou garganta que eram áreas mais frágeis.

- Você simplesmente está só jogando conversa fora! - Diria após abrir uma distância. O cenho franzido e a raiva impulsionariam mais os meus golpes tentando aplicar cada vez mais força em cada um e ignorar a dor ou o cansaço que estava sentindo para acabar com aquele inimigo, ele já estava me desafiando bastante e mesmo com uma situação pior, contava com Ramiel para ajudar qualquer necessitado para não tornar um 2x1.

Estaria tentando me esquivar das mesmas maneiras de antes procurando abrir sempre uma distância sobre ele quando o mesmo tentasse atacar, meu padrão era simples, mas ficava bem eficaz quando se tratava em movimentar para conseguir sempre uma boa conclusão e esquiva sobre o mesmo. Se conseguisse acertar pelo menos cinco soco, minha próxima sequência seria diferente, tentaria movimentar em sua direção normalmente como havia fazendo no combate todo e com a mão mais atrás em forma de concha tentando ajuntar uma certa quantia de água da chuva ou apenas a acumulada em meu corpo. Ao chegar próximo o bastante jogaria contra o seu rosto mais uma vez e me moveria para esquerda onde havia um menor raio de visão e saltaria bem pouco em sua direção tentando enganá-lo que estaria indo em direção ao seu olho e tentaria acertar o seu estômago por uma última vez. Se o soco fosse um sucesso tentaria assim que chegasse ao chão acertar outro em seu olho. Caso ele conseguisse prever o movimento o bastante para tentar me acertar um golpe antes que eu chegasse próximo, tentaria cancelar o ataque o bastante tentando dar um passo trás. Se estivesse próximo demais para cancelar, tentaria escorregar pelo chão e mais uma vez acertar a sua perna.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptySab 20 Jan 2018, 15:03

Of Wolf and Man




O homem estava com o semblante ainda calmo, e ele então apenas, colocava a espada de volta no cinto de lado, não na bainha atrás, o que era estranho mas não improvável, e lançava o pé direito pra frente, ele olhava firmemente pra o garoto que proferia palavras de ódio, não era de se surpreender. -Você é engraçado, que base tem pra dizer que eu sou mal? Digo, já parou pra pensar que não há um lado mau?- completava ele esperando que qualquer golpe viesse do jovem, nesse meio tempo Achiles procurava uma garrafa no chão. - São um ponto de vista digo, dois revolucionários morreram hoje por estar do lado errado, os nomes são Diego Austrein, e Stevan Stuart. Eles pareciam maus em?- Falava ele esperando o ataque do jovem que achava uma garrafa, e lançava contra ele novamente.

Pra azar do espadachim ele a segurava rapidamente no ar, ou será que não era um azar? Achiles aproveitava desse momento, um soco bem no rin do cara, usando de todo o giro do corpo para um impacto apropriado dessa vez ele cerrava os dentes sentindo a dor, e novamente um no estômago mas não era tão efetivo quanto o outro, era bem fortificado por ali. E nesse momento ele descia com um golpe da garrafa, ele então esquivava para o lado e com um punhado de água na mão, lançava sobre o olho do homem, que virava o rosto rapidamente, mas fingindo então que ia socar ele bem em cima, quando menos esperava mais um soco no estômago.

O homem pela primeira vez fastava para trás mostrando que ele era humano, mas mesmo agora descia a garrafa no boxeador, dessa forma ele mudando um pouco o tópico da conversa falava. - Você é bem mais forte que um soldado normal, suponho de 25 a 30 de doriki, nunca ouviu isso mas um normal teria 10 de doriki.- ele falava no momento que era atingido, especificamente quando atingia a garrafa na cabeça de Achiles a quebrando. A garrafada o deixava tonto por alguns segundos, e deixando um pequeno corte no supercílio direito, o oposto da cicatriz.

O espadachim voltava ao tópico que considerava importante ao falar. - Mas o ponto aqui é Diego era um pai de família na ilha, ele tem uma filhinha de 10 anos, Stevan tem 3 filhos, eram homens de bem, nunca mataram nem mesmo um marine, eles no máximo os desacordavam em combate pra fuga.- ele começava a beber umas gotas da água da chuva, abrindo a boca pro céu e depois voltando a falar.- Temos então alguns garotos que perderam o pai, em que ponto você é diferente? Eu estou aqui te perguntando, me diga então me convença que existe um lado certo. - ele terminava o que estava dizendo e puxava novamente a espada ele pisava forte no chão, então fazia 5 rápidos movimentos no ar quando estava chegando bem perto do boxeador que esquivava de todos eles aparentemente, mas logo ele via não tinha nenhum corte grave apenas leves arranhões em seu corpo, era um corte de cima pra baixo vertical, outro na diagonal direita pra esquerda, outro da esquerda pra direita, e um horizontal. Praticamente um asterisco, eram só arranhões, mas mostrava que a velocidade do espadachim não era brincadeira.

- Por fim apenas posso te dizer uma coisa, eu não dou passos maiores que minha perna, se eu não intervi eu tive motivos, mas eu vou te dar os nomes, e talvez depois você possa saber mais sobre eles Maximillian Ortega, é o homem que mando matar seu pai, atualmente dono de uma fábrica na Grand Line, ele é corrupto, e a marinha já tentou pôr as mãos nele mas ate agora nada.- Completava o homem com o que ele tinha pra dizer ao boxeador e sempre com a guarda alta e olhar sério voltava a falar, ele tinha uma fúria clara no olhar quando dizia esse nome, ele sabia de quem estava falando vários episódios da vida de Karonte eram refletidos em seus olhos, era alguém que tinha sofrido muitas coisas e entre elas muito não revelado. - Vê esse olho garoto? Feito pelo segundo nome Crixus, O Gigante Invicto. Alcunha estranha visto que ele é pouco maior que eu, mas de fato é um homem invicto. Ele também foi o carrasco de seu pai e trabalha diretamente sobre ordens de Ortega, o que será um maior problema de se lidar.- após falar ele observava atentamente ao oponente, o que de fato poderia estar ainda incrédulo de qualquer forma ele tinha dito o que era preciso pra ele mas ainda não era o suficiente.

-E um último aviso o homem é um dos mais fortes entre os que vi no mundo ate hoje, e saiba eu não fui capaz de nem mesmo arranhar ele, achava mesmo que seu pai morreu sem lutar? aquele velho não morreria fácil, nem se ele quisesse, bem, apenas fique forte e faça a justiça. - Nessa hora um enorme grito se fazia no convés e uma mão decepada batia no peito de Achiles, deixando o sangue escorrer pelo seu tórax até embaixo era a mão do caolho decepada por Ramiel, que não só o fazia como o chutava jogando pra longe, o caolho caia quase ao lado do boxeador, e o dinheiro que estava com ele estava bem nas vistas, estava preso a faixa na cintura do inimigo, era uma mochilinha, mas uma coisa chamava atenção a mais não era apenas aquilo, tinha uma insígnia presa nela, o que indicava que quele dinheiro não pertencia a ele e nem aos revolucionários, devia ter sido roubado de algum agente, ou ao menos a mochila era. - ABORTAR MISSÂO.- Gritava ele agarrando o cotoco. - VAMOS PEGAR VOCÊS, NÓS VAMOS, O MONSTRO AI NÃO VAI FICAR PRA SEMPRE A PROTEGER, HORA ESTARÃO POR SI MESMOS, E VÃO PERECER.- ele gritava levantando, a mochila com o dinheiro estava por um fio e bem as vistas do jovem,

O espadachim, que era seu inimigo virava de costas e subia na lateral do barco, dizendo as últimas coisas. -Adeus amigo, espero que cresça e fique forte, deve me matar da próxima vez que nos encontrarmos e não acho que vai demorar.- e saltava no mar em um fresheiro, os outros inimigos corriam fazendo o mesmo e o caolho se preparava para tal, misteriosamente o que eram gotas de chuva agora viravam pequenos flocos de neve o tempo estava esfriando muito mais, uma estranha e repentina mudança o que será que ocorria por ali? Bem o tempo dirá apenas mas e nosso boxeador o que faria? Ele tinha um leve tempo entre o momento do salto e a levantada do inimigo se fosse puxar a bolsa cabia a ele decidir se o faria e como faria, afinal aquilo poderia ser um bom problema se falhasse.

Jason que saia lá de dentro completamente sujo de mexer com os canhões já avistava dali, era o porto de Logue, estava bem em suas vistas, o ceifeiro então comunicava. - Vejam aquele ali é nosso destino essa noite, estamos finalmente chegando a ilha onde suas carreiras vão estourar ou ao menos assim espero, abram seus olhos para um novo começo!!!- Ele subia no caixote ao lado do leme.- Abram seus olhos e contemplem A cidade do começo e do fim, bem-vindos a Loguetown.- completava tirando a máscara de caveira e mostrando o enorme sorriso que tinha no rosto, era um momento que ele sentia uma enorme felicidade, o calor da batalha ainda estava presente no sangue e fazia muito tempo que ele tinha sentido-se assim, era um bom sinal pensava consigo mesmo.

A felina, no entanto, estava preocupada com Achiles, tinha ouvido parte da conversa e de fato imaginava o quanto tudo podia ter abalado ele. - Eu ouvi o que ele disse, não se sinta mau com aquilo, são palavras de um inimigo. - ela falava isso apesar de imaginar que o que ele falava era verdade, ele guardou sua arma meio a batalha, e mostrou poder ter matado o jovem algumas vezes, por que mais ele deixaria vivo um agente se não por um motivo justo ela pensava? Se bem que estava viva também e não tinha prestado assim tanta atenção na luta apenas breves momentos e podia estar errada, ela então se voltava pra ele e o abraçava, não sabia bem o que dizer então apensa o confortava com um aquecedor abraço peludo.

Jason que via aquilo ao longe fazia umas palavras com os lábios dava pra ele entender algo bem simples era “Cara ela tá tão na sua” não era certeza que ele tinha dito isso, mas era o que dava pra entender no meio de tanta bagaceira acontecendo, Adlet se limpava e ajustava as ataduras para os ferimentos que tinha tido, amber estava ilesa mas sentava-se num canto de parede extremamente exausta, já o jovem Yami estava numa boa e comia, uns docinhos jogando eles pra cima e deixando cair na boca, enquanto com a outra mão brincava com seu inseto, era um grupo muito distinto e misterioso, mas de fato Achiles não era o mais normal dos homens.

Mas antes de tudo quando Rannah se encostava em Achiles ele sentia algo no bolso, pareciam duas coisas, se ele as olhasse posteriormente, veria que era uma carta coberta com plástico, e uma coisa férrea dentro da carta, e ao lado da carta tinha um relógio de bolso em conjunto, se o abrisse veria que é uma foto dentro, do pai dele e de sua mãe, sorrindo ao lado do espadachim que ele acabou de lutar, com os dois olhos ainda, bem, mas bem antiga, tinha atrás do relógio as iniciais A.W, nome de seu pai Atlas Wolf. Se por fim abrisse a carta, em algum lugar veria o Colar de lobo que possuía as mesmas iniciais gravadas na parte de trás dele

Carta escreveu:
Meu filho, espero que os dias que esteja passando sejam tranquilos, eu preparei esse colar para repassar a você assim como meu pai e o pai dele, ele representa a força da nossa família use ele em seu pescoço com orgulho, ele representa nossa força, gostaria de te deixar bilhões, muitas riquezas, e muito ouro, mas não as construí em vida, mesmos humildes te amamos como nunca, depois da morte de sua mãe eu queria entregar isso pra você, mas não vou poder.

Então um velho amigo o dará algum dia, as runas representam proteção por isso espero que o proteja, as esmeraldas nos olho são a representação da cura, da saúde, equilíbrio físico, emocional e mental. Espero que um dia, esse colar seja passado ao seu filho também, e nossa linhagem continue crescendo. Um dia talvez seu nome seja maior do que o de nossos antepassados, e quando for, eu sorrirei pra você de onde eu estiver, sempre que tiver uma vitória, olhe pra o céu e se lembre de mim, não importa quanto sangue esteja sobre você se sinta limpo, pois a chama de sua vida está nas batalhas, eu fugi dessa natureza, ate perto do meu fim, eu tinha um pouco de medo admito.

Mas você sente essa sensação não é? Seu sangue ferve, não importa o quão frio esteja, é como nós nos sentimos, então se for pra morrer um dia, escolha no fogo da batalha, nunca com as mãos limpas, sempre vá além, não sinta medo do caminho que escolheu, apenas faça dele o mais prazeroso possível, e saiba que você foi o garoto mais amado do mundo, pois eu e sua mãe te amávamos acima de qualquer coisa, nunca esqueça do que te ensinamos.

Ass: Atlas Wolf

A carta não falava muito sobre o que aconteceu mas era sim a letra do seu pai, assim como as letras gravadas no ferro com as iniciais, o que Achiles pensaria ao ler isso? Bem só ele sabe na verdade, mas muitas reações eram possíveis, enquanto, Jason o olharia por ali enquanto ele lê-se mas não se aproximaria pra não estragar o momento seja lá o que fosse. A jovem Amber estaria comendo sua ração depois de tanto cansaço era merecido, mas o melhor de tudo era que eles finalmente estariam quase aportando.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptySab 20 Jan 2018, 16:34


Tróia - Parte 1






Ele sabia bem como usar as suas palavras da maneira mais correta, os seus olhos eram fixos e seu tom de voz não parecia que estava mentindo, o lado mal é o ponto de vista? Não entendia bem como aquilo significava, mas ele estava disposto a me explicar. Eu havia acabado com a vida de dois homens hoje e ele parecia saber de tudo aquilo com a maior calma possível. Meus ataques eram eficazes, a garrafa jogada em sua direção e depois os golpes encaixando e conseguindo enganá-lo da melhor forma possível e acertando-o. Infelizmente ele também me acertava com a garrafa e aquilo me deixava tonto abrindo um ligeiro corte em meu supercílio.

Dorikis? Eu não sabia nada sobre aquela palavra e parecia que eram medidores de força, enquanto um homem normal havia dez, eu havia cerca de 25 à 30... O homem em falava que eu havia matado dois país de família e que eu não era diferente deles. A única coisa que saia de minha boca era um gaguejo, não havia palavras para descrever o que eu sentia, meu ódio passava a ser culpa e eu finalmente conseguia entender sobre o que ele falava de ser mal ou bom. O espadachim era rápido e com sua espada conseguia provocar arranhões, ele era claramente mais forte que eu e não estava querendo me matar, pois se não já teria feito há um bom tempo.

O homem me dava um nome a ser procurado, Maximillian Ortega que era o mandante a matar o meu pai, seus olhos exibiam a fúria e sua guarda estava alta, não havia chance para eu conseguir atacá-lo novamente. Crixus, O gigante invicto vinha em seguida mostrando mais um dos nomes e havia sido ele quem havia matado o meu pai, eu não me lembrava claramente a forma do homem que havia socado ao encontrar com o meu pai e tudo parecia fazer sentido. As suas informações eram absorvida em meus ouvidos e levadas ao meu cérebro, nada que eu pensava em dizer faria sentido, aquilo doía mais do que ser acertado pelo seu golpe de espada e ele parecia realmente ter conhecido o meu pai, o velho realmente não era de cair fácil.

O espadachim no fim parecia querer a justiça igual a mim, o meu objetivo era claro, crescer e ir em busca desses homens com a maior força que os meus punhos obtivessem e as melhores manoplas, socá-lo e fazê-lo confessar tudo e ninguém tiraria eu sobre o seu corpo. A raiva novamente crescia dentro de mim quando um grito era ouvido sobre todo o convés, uma mão acertava o meu peito e estava cortada, a cena seria de vangloriar em qualquer momento pelo homem que liderava o ataque estar apenas caído segurando o pedaço que faltava em seu braço. A retirada era clara daqueles homens e antes que eu pudesse perguntar o nome do homem que me chamava de amigo, ele caía sobre o mar sumindo de minha vista.

O líder dele ainda estava perto de mim e havia uma bolsa que não parecia ser dele, eu ainda tinha um momento para tentar acertá-lo e agarrá-lo ou conseguir a bolsa, mas alguma coisa me dizia para deixar mais uma morte de lado por hoje, a minha culpa já estava mais do que maior. Correria para cima do homem e tentaria segurar sua bolsa com as minhas mãos puxando com a maior força que tivesse jogando o peso do meu corpo fosse, se precisasse usaria dos meus pés ou corpo tentando rodar para conseguir obter a bolsa de qualquer jeito empurrando o homem com os pés para fora se fosse preciso.

Conseguindo a bolsa ou não, apenas largaria e estaria no meio da embarcação, Rannah me abraçava por trás quando menos percebia e tentava me consolar, as palavras eram um vazio sobre o vazio no meu peito que sentia naquele momento, não estava de bom humor e não estava em um estado para conseguir me deixar ser levado pela vontade louca de agarrar a garota. Jason tentava falar alguma coisa que não entendia bem com a sua boca, mas parecia dizer que ela estava bastante na minha. Eu me viraria em seu rosto e sorriria para a garota tentando passar a minha mão sobre o topo de sua cabeça. - Não precisa se preocupar, eu estou bem. - Tentaria me sentar em algum canto da embarcação onde pudesse ficar mais relaxado, os flocos de neve caindo do céu eram estranhos, não me cheirava bem, pois o clima estava mais do que esquisito por ali.

Todos estavam bem no final das contas, cuidando cada um de si e isso me tranquilizava bastante, meus companheiros estavam bem! Quando Rannah me toscaste, sentia algo em meu bolso de qual não entendia, ao sentar verificaria sobre o mesmo. Abriria o plástico e estaria curioso sobre aquilo tirando o relógio de bolso primeiro, envolveria-o em minha mão e abriria o mesmo, vendo a foto me surpreenderia com aquilo. Isso comprova que ele realmente estava dizendo a verdade sobre tudo e sem perder tempo olharia dentro da carta, primeiro agarraria ao colar que estava dentro, olharia com curiosidade explorando cada canto do mesmo e vendo as iniciais A.W. Ficaria sem entender nada, seria nesse momento que começaria a ler a carta, caso estivesse um lugar molhado a ponto de danificar a mesma, procuraria entrar em uma das salas da embarcação.

As palavras escritas dentro da carta levavam os meus olhos a começar a lacrimejar, a emoção era de tamanha  força que vinha com tudo para dentro de mim e parecia que recebia cada vez mais cortes em meu coração toda vez que a lia, o sentimento dentro daquelas palavras e a voz dele ressoava diante de todas as palavras. Eu havia um motivo maior para lutar, minhas mãos teriam o sangue de mais batalhas por vir e meu sangue também seria derramado, mas eu apenas iria parar quando eu matasse aqueles dois homens, o carrasco e o líder dele. Tudo estava começando a ficar cada vez pior e eu socaria a parede com toda a fora que ainda me restava para tentar descontar um pouco da raiva que sentia independente da dor que fosse sentir com aquilo. Me levantaria com fúria guardando a carta dentro do plástico, o relógio de bolso colocaria onde seu lugar pertence, o bolso enquanto arrancaria o colar de metal em meu pescoço e jogaria-o em direção ao mar, o simples colar de metal não era uma lembrança a não ser de uma compra visual e em seu lugar passaria o colar com o lobo em meu pescoço, esse sim me traria sorte e os meus sentimentos de meus pais, eu nunca poderia perder aquilo e precisaria repassar para um futuro filho.

Eu voltaria para o centro do barco e gritaria bem alto. - Pessoal! - Esperaria estar obtendo o olhares de todo mundo. - Tudo o que nós fazemos tem que ser por um motivo, temos que cuidar de cada pai de família do mundo e trazer o seu pai de volta ao seu filho! Temos que salvar o mundo da impureza que nós trazemos a ele. Hoje foi apenas o começo do dia em que nós vingaremos o mundo da maneira que o tratam! Seja com o seu punho, com a sua foice, com o seu revólver ou suas garras... Temos que trazer paz para esse mundo turbulento! - Eu esperava estar inspirando um bom humor aos meus companheiros, minhas palavras eram ditas com dor depois de relembrar tudo o que havia passado até ali, meus punhos só deveriam trazer a paz e era isso que eu deveria estar fazendo desde o começo, lutar contra os revolucionários apenas trouxe caos, morte e machucados para todos e não ajudou a acabar com nenhum conflito.

Após ter dito, independente de suas reações começaria a ir em direção a Yami, olharia em seus olhos e tomaria cuidado caso ele tentasse mexer com algum de seus insetos para mim. - Você é uma escória. - Cuspiria em seu rosto e me moveria para trás, ele não se preocupava com ninguém além dele mesmo e isso era a coisa mais idiota a ser feita, para que estava nessa vida se apenas quer pensar por si mesmo, nós vivemos em comunhão para o bem de todos e assim que deveria ser feito independente das interpretações erradas de pessoas como eles.

Iria em direção a Ramiel tomando cuidado com o estranho se ele viesse atacar, repetiria o mesmo movimentos de antes e tentaria certar um gancho em um momento oportuno. Se não ocorresse nada e chegasse tranquilamente ao agente, olharia em seus olhos e diria. - O quão forte preciso estar para a grand line? - Esperaria a sua resposta.

Se nós aportássemos, seguiria os meus companheiros em direção ao quartel para que falássemos e entregássemos o item importante para o quartel. Estando sempre curioso sobre todos, procuraria ir para uma enfermaria em um momento oportuno para cuidar de meus ferimentos caso o médico não houvesse se oferecido antes já que estava tendo o trabalho de estar cuidando do barco, meus ferimentos eram poucos comparada a dor que eu sentia em meu coração, a raiva era o que estava me movendo naquele momento.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptyDom 21 Jan 2018, 01:41

The Punish Way




Todo aquele momento fazia de fato o boxeador refletir onde eles estavam o que estavam fazendo, certo e errado, tantos conceitos para se pensar que poderia fazer ele refletir ate onde ele iria os limite do certo e errado, mas no momento outra coisa era também importante, a bolsa ao alcance dele, no momento que o inimigo parava pra pular do barco ele avançava para pegar ela e o consegui, mas no último segundo ele recebia um ataque, eram umas facas de arremesso jogadas que perfuravam o braço esquerdo bem em cima do ferimento aberto no ombro abrindo bem mais o ferimento, era inevitável mas nada ali era muito profundo, podendo apenar deixar mais um tempo antes de tratar.

Ele não olhava de cara o que tinha na mochila e Rannah já o confortava naquele momento, ela entendia bem o que ele podia sentir, Achiles lia cada coisa que tinha na carta depois os sentimentos eram fortes, ele lacrimejava, por fim jogando seu antigo colar no mar e colocando o que recebia de presente, guardando consigo a carta, e posteriormente o relógio no bolso, saindo dali ele tomava uma primeira atitude em rumo a liderança, chamando a atenção de todos ele discursava, os que ouviam aquilo olhavam com uma certa admiração por mais que ele parece-se um flango todo furado tivesse se machucado muito, não exitou em todo o caminho.

Ramiel o olhava como se visse um bom prodígio, mas se preocupava em como aquelas palavras estavam afetando ele, de fato não podia deixar aquelas coisas corromperem o garoto ele pensava consigo mesmo, passando perto de Yami, o boxeador cuspia, e era repreendido pelo garoto de cabelos brancos que com um lançamento de faca para o ar de maneira giratória acertando o cuspe e ainda respingando um pouco de volta no boxeador. -Não se meta em coisas fora do seu alcance, você tem suas escolhas e eu as minhas, fique fora delas, e eu não te atrapalho, se me atrapalhar vai ser recíproco.- ele falava isso olhando de maneira seria para Achiles que o ignorava partindo ao homem de patente mais alta dentro do barco.

Ele via os ferimentos abertos e travava o leme rapidamente, se aproximando do garoto que o perguntava sobre força, ele inicialmente apenas puxava o kit de primeiros socorros ali do lado.- Primeiro senta ai.- falava ele esperando, quando o jovem sentasse no caixote ali, apenas começava a tratar dos ferimentos um a um, enquanto falava explicando de fato o que era importante. - A GL é onde estão os monstros, apenas os melhores estão lá, então eu diria que muito, mas da forma que as coisas estão não demora pra partirmos, eu pretendo ir pra lá em algum tempo, se quiser poderemos seguir pra lá nesse tempo, mas não o levarei se se mostrar fraco.- falava ele olhando seriamente pra o garoto, seus olhos lembravam muito os da primeira vez que ele o viu, carrancudos, pareciam bem penetrantes mas um pouco irritados, ou seria mais a face dele que era um pouco assustadora desde inicio? Fazer o que respostas não eram bem o que se tinha dele, que era bem misterioso.

Depois de falar isso sem muita demora ele prosseguia. - Eu ouvi o que Karonte disse, eu conheço a fama dele, quando ele estava na CP, sua alcunha era O Benevolente, nunca matou um inimigo, ele os prendia e ponto.- ele olhava para o lado de certa forma como se discordasse disso mas não quisesse ser grosso demais com as palavras, então ele voltava a falar, depois de conter algumas palavras fortes que ele tinha guardado pra si. - Sabe qual o problema disso garoto? Eles podem voltar para o mundo aqui nos brues, as prisões não são tão fortes, a muitas formas de se fugir, isso acaba por não ser incomum, outros fogem durante a transferência para a prisão da Grand Line.- ele falava isso pegando um anel, era bonito e tinha uma pedra vermelha nele parecia um ruby.

Ele então falava pra o garoto mostrando na altura dos olhos dele, nesse ponto ele tinha terminado com todas as feridas já tratadas. - Isso era da minha esposa, ela foi morta por um pirata, chamado Tigerion, eu tinha duas crianças, um garotinho e uma garotinha, eu ainda vejo eles quando eu durmo, eu sonho todos os dias que a morte deles não foi real, e estamos todos juntos.- Os olhos dele mostravam uma chama anormal, era um ódio que queimava por dentro, era possível ver como se fosse a extensão de sua alma ali fora, era como um mar negro profundo, mas era belo de se olhar, com um brilho intenso, era estranho uma escuridão que conseguir brilhar tanto.

Eu matei a tripulação, cacei um a um, e não me arrependo disso, e nem mesmo por um segundo de nenhum desses que eu matei, talvez na sua mente estejam os dois que morreram hoje naquelas circunstâncias não é?- ele olhava esperando uma resposta do pequeno boxeador, ele queria ouvir o que ele tinha a dizer não adiantava apenas falar, ele esperaria que ele falasse tudo que queria realmente exprimir o que sentia, apesar de que talvez isso não fosse possível como ele queria, mas aguardaria, e quando ele terminasse ele começaria a mostrar os seus pontos. - Essa foi a primeira importante lição e a única coisa que concordo com Karonte, não existe isso de lados, mal é o mal, seja revo, marine, agente, o mal está em todo lugar, e deve ser exterminado, não importa onde ele estiver, mas não sinta qualquer remorso de matar aqueles dois, eu ou você, eles, estão em uma guerra e quando se escolhe participar se assina a carta que estamos prontos pra morrer, e eles não foram obrigados a estar ali, a vida é feita de escolhas, e eles podiam não matar ate ali, mas ate quando, e quando eles se frustrassem? E se passassem a matar civis?- ele esperava novamente parando um pouco pra ver o que Achiles tinha a dizer sobre aquilo, não era um monologo, por mais que ele estivesse guiando a discussão ele queria de fato ter uma opinião concreta, o jovem podia perceber que a cada palavra ele estava determinado a expor um ponto importante

Por fim ele olhava após ele terminar e entrava no próximo ponto. - E mesmo pensando agora, eles não mataram ninguém, mas e quantos outros crimes em suas fichas, roubo, demolição de casas, e além disso ataques terroristas a QG, além de que em seus ataques, podem ter matado inocentes indiretamente, não matar em combates diretos, nada mais é do que tentar aliviar uma consciência que devia estar mais suja que os esgotos de Wars Island.- o olhar dele mudava para algo um pouco mais gentil e ele prosseguia sem perder muito tempo, Jason estava olhando aquilo de longe parecia ouvir mas não dizia nada, apenas esperava que os dois se resolvessem por ali, e não cabia a nenhum deles ali interferir. - Agora veja bem, nenhum ser merece sofrer por ação de homens desesperados para mudar o sistema, que usam de atos terroristas pra se aumentar diante dos outros, eles se acham melhores que civis, e tentam pregar a igualdade, e depois vem me falar de que é o lugar correto pra se estar, pra mim isso nada mais é que a mais pura hipocrisia da revolução, mas não se engane não somos santos por estarmos no governo mundial, muito aqui está errado, há mau lá e aqui, em todo lugar temos e isso que devemos caçar e exterminar.

Ele então conferia levemente a rota para ver se tudo estava certo e não tinham se afastado do rumo ao porto. - então se desprenda da visão de que um grupo é certo ou o outro errado, há homens bons em todo lugar, reconheça isso, e o maior de tudo, há também homens maus em qualquer grupo e eles merecem o destino que a lâmina entrega pra eles.- Completava ele com um sorriso no rosto apenas deixando que o garoto se decidisse por si só, ele tinha visto dois pontos de vista opostos entre si, mas, ao mesmo tempo, com certa semelhança, talvez no tom principal da mensagem, eles finalmente aportavam seguindo para a central, e lá eram recebidos normalmente e adentravam, lá quem estava no momento era uma mulher com uns 1,70 em media, ela já os mandava sentar. - Por favor sentem. - E pegava um maço de cigarros oferecendo. - Cigarros?- falava ela olhando pra todos, Ramiel ficava fora e ia para o refeitório comer algo na sala estavam apenas os agentes responsáveis da missão e o mensageiro

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptyDom 21 Jan 2018, 03:38


Tróia - Parte 1






O maldito da bolsa conseguia me acertar mesmo eu tendo consigo segurá-la, ele escapava em seguida, mas meu objetivo de conseguir a bolsa era completo com um pouco de problema por ter sido acertado mais uma vez, a dor vinha forte em todos os meus ferimentos e o remorso batia sobre o meu peito um tempo depois. Finalmente os meus companheiros conseguiam compreender o meu bom humor e ficavam um pouco mais motivados após o meu discurso e era aquilo que me deixava mais feliz, quanto a Yami, sua atitude era mais do esperada, o famoso homem lixo e sujo que todos detestavam deixando de lado qualquer amizade ou companheiro para simplesmente tentar sobreviver desse jeito, tudo o que me dava era ódio ao olhar um miserável como aquele que prejudicaria o povo e destruiria vidas se fosse preciso para continuar vivo, independente de sua faca lançada contra o cuspe.

Minha cabeça estava cada vez mais cheia, inúmeras dúvidas e ideias, quem eu deveria ser, como deveria bater em meu inimigo e tudo mais, a carta de meu pai me dizia que deveria trilhar o meu caminho, independente de qual seja e fazer o meu nome ser conhecido, nunca morrer sem ter pelo menos o calor da batalha comigo e o sangue dos meus inimigos. O colar me confortava sabendo que aquela era uma peça de família.

Olhando para Ramiel perguntava o quão forte precisaria estar para ir para aquela parte do mundo e o mesmo começava a me dizer para sentar, arrastando um caixote ele travava o leme e começava a me tratar, mais uma vez... Ele me fazia a oferta e me falava um pouco sobre ela que era o lugar onde monstros estavam e que me levaria se eu me mostrasse forte, eu sabia do fundo do meu peito que precisava ficar forte o quanto antes, a morte de meu pai precisava ser vingada.

O que me estranhava era o anjo estar me olhando da mesma forma que o vira da primeira vez, seus olhos penetrantes e uma leve irritação? Não havia muito o que pensar sobre aquilo e ele começava a falar de novo. Ramiel conhecia Karonte, o espadachim de antes e me falava mais sobre a sua história, falava sobre como eram as coisas nos blues e o grande problema de não matar os inimigos. Com um anel em suas mãos, sua pedra era vermelha e me lembrava os olhos do lobo de meu colar. O que ele começava a me dizer me trazia uma raiva comigo, era a mesma raiva que sentia e que repulsava quando lembrava de meu pai morto por um homem bastardo, a cena que ele vira trazia pesadelos para o homem e ele havia matado cada um deles sem sentir nenhum remorso, os seus olhos eram chamas vivas trazendo o ódio a tona e ele me fazia pergunta se eu estava pensando sobre os dois homens. - Não consigo tirar o que ele falou de minha cabeça, eles apenas estavam fazendo o trabalho deles tentando salvar a sua família? - Não sabia bem como responder aquilo e estava um pouco intimidado falando com ele daquela maneira, minha última frase saía como uma pergunta se era aquilo que ele queria ouvir ou apenas eu tendo dúvidas sobre o que era me dito, de qualquer forma, não sabia...

Dessa vez, ele tocava em um ponto mais forte concordando com apenas uma coisa, não existe lados bom ou mal e que o mal estava espalhado por tudo e que deveria ser exterminado, suas palavras eram como martelos batendo cada vez mais forte sobre a minha cabeça. - Se eles passassem a matar civis?... Eu teria que acabar com o mal ali, mas eles não fizeram isso! - Assim que eu terminava de responder, ele continuava mostrando mais uma vez um ponto seu.  Estávamos cada vez mais próximo do porto e Ramiel estava pronto para concluir a sua ideia, tudo o que ele dizia tinha mais do que lógica, mas mesmo assim eu não entendia bem o que o acerto a se fazer ainda, parte de mim queria apenas eliminar qualquer mal, mas o remorso tomava conta da outra parte me deixando cada vez mais dividido, matar ou não matar?! Argh! Por que isso tem que ser tão difícil. Antes que eu pudesse perguntar mais alguma coisa estávamos no porto.

Tínhamos nos dirigido para a central após isso, uma mulher estava no nosso aguardado e pedia para nós sentarmos, o anjo da morte havia ido fazer outra coisa enquanto estávamos sentado ali. Olharia em direção a mulher e começaria a falar antes que todos tentando não ser impedido sobre isso, não ficaria sentado, não estava com a menor vontade de estar sentado a aquele ponto com a raiva e o remorso junto e misturado. - Senhora ou senhorita. Lhe explicarei tudo do que aconteceu até agora e peço que entenda que não estou no melhor momento de mim agora. - Daria uma pausa esperando que ela compreendesse que estaria começando a falar dando uma leve permissão. - A missão começou simples, fomos até o barco com o mensageiro e entramos ao mar junto com os marinheiros que pilotavam a embarcação, tudo estava tranquilo até que o nosso barco foi atacado por um rei do mar, este provou danos massivos a embarcação e nos deixou bem preocupados para prosseguir, conseguimos afastá-los após balas de canhões entre outros tipos de susto para o grande peixe parar de nos atacar, nesse meio tempo salvei Rannah de cair da embarcação e Rider havia caído, o mensageiro acabou desacordado e Yami conseguiu salvá-lo pelo que me lembro de ter caído no mar. Rider conseguiu voltar para o barco e estava tudo mais uma vez tranquilo. - Daria uma nova pausa para ver se ela estava prestando atenção em tudo que eu estava dizendo, em meio a minha fala estaria apontando para quem estava falando para ela entender mesmo que não soubesse o nome de todos ali presentes. - Jason e Rider tinham informações sobre um barco da marinha sequestrado e o homem no caralho avistou a embarcação vindo em nossa direção, éramos para estarmos bem longe de Conomi quando isso aconteceu, mas com os danos ao barco e o rei do mar não foi possível, não sabendo bem como reagir, pegamos um bote e fomos até a ilha juntamente do mensageiro. Jason que estava como o líder da equipe conhecia um contato na ilha que nos proporcionaria um caminho de volta, ainda no mar, podíamos escutar os gritos de marinheiros e o som dos canhões sendo disparados, conseguimos chegar a um litoral afastado do porto. Nesse tempo eu e Jason fomos a procura pelo contato enquanto os outros ficaram no esperado, caminhamos por floresta adentro em direção a cidade, tivemos uma leve discussão pelos meus atos de tentar alegrar, mas acabaram apenas irritando-o, tenho culpa nisso. Chegamos a uma estrada e fomos caminhando em busca da cidade e fomos abordado por dois homens revolucionários que faziam a ronda pelo lugar. - Respirava fundo e colocaria a mão em minhas costelas como se lembrasse daquela dor no momento. - Lutamos contra eles, era um homem grande e um menor, ambos estava equipados com sinalizadores e consegui agarrar um, na tentativa de agarrar o segundo ele acabou sendo disparado e por sorte acertando o grandalhão, fiquei meio desnorteado nessa situação e comecei a atacar o gatuno, embora com grandes dificuldades consegui acertar alguns socos e derrotá-lo, mas ele me deixou "presentes"e um pouco de ácido no peito que formou essa cicatriz. - Apontaria para o ferimento no centro do meu peito. - Jason conseguiu acabar com o outro e tivemos que fugir, eu estava mancando e a dor era grande, fiz um leve torniquete em minha perna e felizmente conseguimos achar Ramiel em uma cabana, ele nos tratou e aproveitei para tentar aprender um pouco sobre o excelente médico que ele é. O anjo da morte nos proporcionou novas roupas e com isso obtivemos um melhor disfarce das rondas de revolucionários que estavam a procura de quem havia acabado com dois de seus homens, no caso, nós. No meio do caminho íamos ser parados mais uma vez, só que um sinalizador tocou ao céu e até esse momento não sabia que meus companheiros tinham ido nos procurar, já estava de noite e estávamos demorando para voltar até eles. Fomos para uma base escondida em Conomi onde uma moça nos proporcionou o que precisávamos, ela era chamada de Imperatriz da dor um tempo atrás pelo que Jason me contou. Ramiel foi cuidar de uns últimos assuntos antes de partirmos e eu e Jason fomos em direção ao barco, mas o pior estava por vir, pelo menos era o que parecia naquele momento, uma patrulha revolucionária estava tentando invadir o barco para vasculhar por invasores e nós tentamos nos esconder, foi quando mais uma vez Ramiel nos salvou, com a sua foice e máscara fez chover sangue e pegamos o barco em direção ao bote.

Minha boca já estava seca naquela hora pois já fazia um bom tempo que não havia tido uma única gota de água a não ser da chuva nela. - Quando chegamos, apenas Yami estava ali com o baú, Ramiel foi tirar um cochilo e após uma leve discussão eu e Jason fomos atrás de nossos companheiros e Yami ficou no barco. Tentamos rastrear os seus passos em direção a onde o sinalizador havia sido tocado e quando chegamos tinha a porcaria de um Lobisomem e mais outros dois chefões, alguns revolucionários e Adlet com Amber lutando e tentando salvar a sua vida. Conseguimos derrotar alguns revolucionários e o lobisomem resolveu se encarregar de tentar acabar com nós, a partir daí foi um jogo de pique-esconde onde eu tentava lidar com o grande lobo, cheguei a bater nele e utilizar um sinalizador que o deixou surdo e um pouco queimado, a chuva e a lama acabavam por estragar todo o efeito de fogo e ele venho com fúria, quando fui agarrado Rannah apareceu e feriu seus olhos, conseguimos abrir um espaço para fugir daquela batalha. Camuflamos nosso cheiro com lama e escapamos do lobo indo até o barco, uma tropa vinha atrás de nós e subimos no barco para conseguir escapar, finalmente havíamos partido em direção a Loguetown. - Nesse tempo eu já estava começando a me cansar de tanto falar, mas se eu escrevesse aquilo seria ainda mais cansativo. - Em meio ao mar,um homem tentou nos atacar com sua embarcação, ele era caolho e tinha uma grande tripulação,com várias cordas e ganchos tentaram invadir a nossa embarcação, mas nós conseguimos conter os homens que tentavam pular nela de todos os jeitos, quando ele estava ficando sem homens e o navio começando a afundar, partiram em um bote por trás do nosso barco onde não tínhamos visto, seis homens contando com o caolho haviam subido a bordo e nos encontrávamos em um combate intenso dividido por cada um. Meu inimigo era Koronte, um homem com um olho a menos e que conhecia a minha família, o que é raro, pois éramos pobres. Ele lutou pouco comigo e falou coisas que me deixaram bem estranhos, feriu o meu ombro e eu revidei com vários socos em seu corpo até que Ramiel cortou o braço do Caolho e todos eles fugiram. O grandalhão cuidou de meus ferimentos e agora estamos aqui diante da senhora. Isso é tudo. Ah! Eu peguei essa bolsa dele. - Mostraria a bolsa para a mulher. - Gostaria de ficar com ela se for possível, pode me servir de útil. - Esperaria agora uma resposta dela e qualquer pergunta da qual tentaria responder totalmente sincero. Se não houvessem mais perguntas referidas a mim, falaria para a mesma antes que continuasse. - Senhora, eu gostaria de tomar um banho e comer algo quente, roupas limpas também seriam útil sendo que perdi todas as minhas e sobrou apenas a minha vestimenta íntima. Tenho sua permissão? - Esperaria sua resposta e esperaria que a mesma encaminhasse alguém para me ajudar quanto a isso já que não conhecia nada sobre aquele QG ou como arrumaria alguma vestimenta. Se me fosse negado, sentaria em uma das cadeiras e esperaria até que terminassem.

Assim que saísse da sala e caso ainda estivesse com a bolsa, olharia o seu conteúdo ficando curioso sobre aquilo e guardando o mesmo em seguida, se estivesse sendo acompanhado até um banheiro com roupas limpas, guardaria tudo meu dentro da bolsa se estivesse com ela, caso contrário tentaria pendurar os meus pertences perto de mim para que não o perdesse, de preferência deixando tudo dentro das manoplas e tomando um banho.

Estaria pronto para sair do banho assim que estivesse todo limpo deixando a água cair sobre a minha cabeça, vestiria as minhas vestimentas novas e tentaria ir para o refeitório me encontrar com Ramiel se ele aidna estivesse lá. No caminho olharia para Rannah se ela estivesse comigo e olhando em seus olhos falaria. - Onde você arranjou essas garras? - Exibiria um sorriso, mas de forma curiosa, eu realmente não sabia onde ela havia arranjado as mesmas. Se estivéssemos no refeitório, procuraria uma mesa para sentar perto da garota, olharia em seus olhos e tocaria a sua mão em momento oportuno, apertaria levemente a mesma e diria. - Obrigado por tudo. - Sorriria.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptyDom 21 Jan 2018, 04:50

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Ramiel de fato ficava feliz de o rapaz pensar sobre aquelas coisas, mas deixava tudo no ar e simplesmente estava pensando nisso a comer no refeitório, Yami aceitava o cigarro, acendendo ele na sala e fumando junto com a moça que ouvia os relatos do garoto, e como ele falava, a moça de certa forma travava já estava com uma cara de paisagem olhando pra ele, ela prestava atenção mas imaginava que ele poderia resumir um pouco mais aquilo mas era melhor não dizer nada por que ele podia tentar talvez repetir a coisa toda de forma mais resumida, ou sabe-se lá
(Imagine ela com essa cara: Dat Beard )

Ao final Achiles apontava pra ela a bolsa, ela a pegava na mão e sentia o emborrachado, mas não pareciam ter moedas dentro, ela balançava e lembrava madeira, de toda maneira, ela não se importava muito com isso, e sentia também o desagradável cheiro podre dela, a lama do corpo deles tinha colocado cheiro na bolsa e incomodava um pouco na sala. - Tá pode ficar com isso, não me interessa muito, mas onde está o motivo da missão?- Yami então retirava do seu bolso colocando na mesa, era um broche, com o brasão de alguma família real, era uma agia desenhada mas não dava para saber exatamente de qual, e o mais provável que fosse de alta nobreza. -aqui está.- ela então observava o item e o mensageiro se assustava um pouco, quando o jovem tinha pegado aquilo? Entretanto ficava calado.

Ela observava o item e, por fim, dispensava todos.- muito bem podem pegar seus salários no banco amanhã e peguem uniformes novos, esses de vocês bem… na verdade que droga estão vestindo? Bom esqueçam pergunta tola, podem ir tomar banho, roupas e que mais vocês quiserem fazer.- ela respirava quando eles saiam da sala, dava pra ouvir ainda um leve “novatos” saindo da boca dela ali, mas nada que eles pudessem contestar. Achiles abria sua Algibeira e via seu conteúdo eram 500.000 beris ali dentro, dinheiro bem útil pra seu futuro, ia ajudar bastante pra ele em sua próxima missão, pelo sofrimento de enfrentar um rei do mar, apanhar de vários revos, apanhar de vários piratas, e ser furado como um flango era quase nada, tinham cicatrizes que iam ficar bem marcadas ali.

Ele tomava seu banho e saia do local, vestia as roupas limpas e ia pra o refeitório encontrava Rannah que saia a pouco do banho ao que se mostrava, ela caminhava com ele pra o refeitório, ele perguntava como ela conseguiu as garras, ela achava que era apenas uma piada mas respondia. - Eu nasci com elas. - Falava as colocando pra fora, e mostrando pra ele, e dava um sorrisinho o olhando ainda nisso, Ramiel já tinha saído dali provável que fosse ver ele só amanhã, a mink se aproximava mais dele, e ficava o olhando, eles pegavam a comida, que eram bolinhos de arroz e sushi e sentavam, ela ficava do lado dele, e, por fim, quando terminasse de comer ela perguntaria pra ele de leve como quem não quer nada. - hoje foi um dia bem difícil, mas o que você sentiu hoje? Sabe eu vi que muita coisa te aconteceu, digo o que te manteve de pé.- falava olhando com um jeitinho todo carinhoso

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptyDom 21 Jan 2018, 23:53


Tróia - Parte 1






A mulher não se interessava tanto pelo relatório que acabara de fazer, mas me deixava ficar com a bolsa e isso me deixa mais tranquilizado, quando Yami retirava o broche de seu bolso que era a nossa entrega, eu ficava com raiva daquilo, havíamos tido do esse trabalho, se machucado para valer por causa da porcaria de um broche real?! Era bom que aquilo valesse muito! De qualquer forma, não era meu dever avaliar a missão, talvez fosse apenas uma missão simples que deveria ter passado despercebido pelos revolucionários e eles que complicaram toda a missão, não saberia responder e já havia passado tempo demais com raiva nesse dia.

O que me deixava mais feliz era que tínhamos ganhados novos ternos e um salário nos pagando pela missão. Quando eu saia da sala abria a algibeira e encontrava dinheiro para um caramba dentro dela, toda a minha raiva havia ido embora com um sorriso no rosto que o trabalho havia me recompensado pelo menos, mesmo que eu achasse que tinha sido bem pouco. Eu tomava o meu banho no quartel e no caminho encontrava Rannah para a minha alegria, eu perguntava sobre suas garras e ela me dizia que havia nascido com elas, aquela resposta era mais estranha do que tudo e ela ainda colocava elas para fora para me mostrar, tudo ficava cada vez mais estranho e eu precisava saber mais sobre aquilo. Comeria o que era pego em uma velocidade voraz já que precisava ter minhas energias de volta novamente e assim que eu terminava a garota começava a me falar o que eu havia sentido hoje e o que havia me mantido em pé.

Meu olhar seria juntamente com um sorriso, não queria lhe causar medo ou tristeza em minhas palavras, então preferia esconder tudo aquilo. - Meus companheiros de missão,ou seja, você. Eu sempre gostei de lutar e ainda mais por uma boa causa, mesmo que eu esteja cheio de ferimentos, tenho a sensação de dever cumprido. - Olharia para o seu pulso para se ela ainda estava usando a pulseira que eu havia dado a garota. - Agora me diz,seu pai era tão gato assim que quando você nasceu e puxou isso dele juntamente com as garras?Não entendo como tenha nascido com elas, na anatomia humana nunca vi nada sobre isso. - Exibiria o olhar de curioso e o tom curiosidade para ela, eu realmente estava com dúvidas sobre aquilo, independente de sua resposta eu sorriria para ela, colocaria minha mão sobre a sua mão e olharia em seus olhos. - Estou feliz por ter você aqui me acompanhando desde que saímos de Shells Town, espero poder passar mais tempo ao seu lado. - Daria um último sorriso para ela e tentaria um abraço leve. Assim que se afastássemos olharia ao meu redor, procuraria por Jason dessa vez, caso o encontrasse por perto, falaria para a garota. - Quero falar um pouco com Jason, depois acho que irei descansar. Tenha uma boa noite. - Daria um sorriso com uma piscadela, levaria o meu prato até onde precisava para dispensá-lo e me dirigiria até Jason ficando de pé a sua frente. - Quero prestar os meus agradecimentos ao senhor, recebi mais do que a ajuda de você, espero contar com você em futuras missões. - Daria um sorriso e estenderia a mão para um aperto de mão, após isso me dirigiria até um dormitório, se caso precisasse saber onde estava e não fosse óbvio, perguntaria para qualquer marinheiro que estivesse ao redor. - Onde ficam os dormitórios? - E me dirigiria até onde fosse indicado.

Caso Jason não estivesse por ali, olharia para Rannah uma última vez e diria. - Eu estarei indo descansar, espero te ver logo. Até amanhã. - Sorriria mais uma vez e um último abraço ou um beijo no rosto se fosse possível, seguindo em direção ao dormitório.

Assim que chegasse no dormitório procuraria por uma cama sem lençol, escolheria a mesma e procuraria as cobertas e o lençol no armário que deveria haver por ali se fosse igual a Shells Town, arrumando a cama. Se todas tivessem com lençol, procuraria pela mais arrumada e deitaria. - " Aquela garrafa de vinho que deixei no QG estaria sendo bem usada agora, espero que sirva para algo para quem achá-la. " - E tentaria dormir deixando a camisa, o paletó, os sapatos e o cinto abaixo da cama, a manopla e a algibeira guardaria abaixo do meu travesseiro ou um pouco acima da minha cabeça totalmente fechada.

Independente de ter um pesadelo ou não, assim que acordasse procuraria me levantar e ir ao banheiro do dormitório ou se fosse mais afastado já me vestindo completamente e carregando os meus pertences. Procuraria sair do QG e se tivesse um marinheiro no portão procuraria perguntar ao mesmo. - Para onde fica o banco mundial? - E seguiria na direção apontada. Assim que estivesse no banco mundial procuraria achar por um banqueiro ou alguém no balcão. - Gostaria de fazer uma retirada, me chamo Achiles Wolf. - E esperaria por sua resposta.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 11:41

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Achiles, respondia a pergunta de Rannah com os olhos no braço dela, e sim a mink estava com a pulseira, ela tinha um semblante pacífico e gentil a todo momento mas demonstrava cansaço, parecia ter se elevado além do limite, mas essa não era a coisa que surpreendia a mink e sim a pergunta do jovem sobre o pai dela ser... tão gato quanto ela? Parecia uma cantada que saiu errado, o que fazia ela começar a rir naquele momento e responder meio que ainda rindo – hahaha bom ele também tinha cauda. - Falava levantando a cauda, e pegando ela na altura do ombro. - só que eu enrolo a minha pela cintura, se não ela atrapalha as vezes, não deixo muito a mostra, um trauminha, minhas irmãs puxavam ela quando eu tava distraída.- ela falava dando um sorrisinho e depois apontando pros dentes e levantando pra mostrar as presas. - Eu consigo morder muito bem também, elas são feitar pra essas coisas.- ela não explicava bem a origem de tudo, acabava mais por ir mostrando o que tinha com ela.

Naquele momento Jason, Amber e Adlet chegavam para a cozinha, o que fazia o jovem que ate ali tinha dado uma alta atenção a felina, sair para cumprimentar os outros, ela levantava de lá também e acabava por ser levada por Amber pra longe pra verem alguma coisa, o boxeador só ouvia um “vamos ver...” e não o final, ele então conversava com o atirador da missão. - Nos veremos nas próximas missões creio, de qualquer forma, continue o bom trabalho, preciso me retirar. - antes que ele saísse aproveitando do momento o jovem perguntava sobre os dormitórios, que eram apontados pro jasom, era um corredor a direita. - é só seguir o corredor da direita, e virar quando chegar no fim para a esquerda , terá uma ala lá, sua chave é do quarto 217-(Já leu o iluminado?) por fim dessa maneira tudo corria bem era fácil achar o quarto.

O jovem ia para seu quarto e dormia por aquela noite, era bem pequeno, com apenas uma cama simples e um gaveteiro para guardas as coisas que tivesse com ele, de manhã levantava calmamente colocando suas roupas, e se preparando, ao sair do local a primeira coisa que perguntava era o mais clássico, onde seria o banco? Por sua sorte já ali na saída Ramiel passava bem perto dali, parecia caminhar na mesma direção e assim que questionado resolvia seguir com ele. - Ele é aqui perto do QG, uma rua a frente na verdade, estou indo pra lá vamos.- falava ele voltando a caminhar.

Achiles seguia ele ate o local, estranhamente ainda nevava muito em todo o ambiente, o que de fato era realmente esquisito pra caramba, não fazia parte do clima da ilha ser assim, e a neve que caia assim tão rápido, já começava a cobrir o solo, o que parecia ate mesmo incomodar alguns moradores, mas tudo corria bem, eles chegavam no banco e se dirigia ao local pedindo pra fazer um saque e dizendo seu nome.– Aqui estão trita mil pela missão.- falava ela entregando pra ele o dinheiro.

Após isso o mesmo saia do banco e era abordado por Jason.- O que acha de comemorarmos? Da pra beber um pouco em uma taberna aqui da região que acha? Chamamos a Rannah e o pessoal. - falava Jason que estava aparentemente bem enérgico pra o seu natural, ele parecia estar animado pra comemorar um pouco isso eles tinham tido muitos momentos difíceis, e dessa vez tinham algum tempo antes da próxima missão.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 13:17


Tróia - Parte 1






Ficava feliz por Rannah ainda estar com a pulseira e ela reagia a minha cantada de uma forma meio inesperada revelando que também havia uma cauda e presas, estava surpreso por ela ser uma verdadeira gata e comparada ao lobisomem e minotauro e havia visto mais cedo, estava se tornando cada vez mais frequente. Após ela me mostrar tudo, meus outros companheiros haviam chego no refeitório e confraternizávamos com eles, mais especificamente com Jason, ele também havia me dito qual era o meu quarto e finalmente eu poderia ter um bom descanso.

Ao entrar em meu quarto podia ver que o seu tamanho não era dos maiores, mas seria bom poder dormir sozinho sem ter aquela sensação de ter alguém por perto. Ao acordar me vestia e me preparava para sair do quarto e assim que me fazia a pergunta de onde era o banco, lá estava Ramiel para me acompanhar até o mesmo e isso me deixava mais feliz, embora ainda estivesse sentindo as dores dos meus ferimentos passados, a sua companhia me deixava empolgado por estar ao lado de alguém tão forte que mal teve trabalho contra os monstros que havíamos enfrentado. Uma coisa era estanha e atípica, neve caia sobre a cidade deixando tudo com um aspecto branco e pelo que eu me lembrava não nevava bastante por esses mares.

Com os meus trinta mil em mãos, ou melhor, bolsos, Jason estava mais animado que o costume pedindo para a reunir a galera para tomar uma, obviamente aceitava, estava precisando de uma bebida para tentar esquecer alguns pensamentos que havia tido durante esse todo tempo de missão. - Eu aceito, vamos reunir a galera! - Sorriria e daria um grito no final. Eu começaria a segui-lo esperando que soubesse onde os outros estavam. Quando encontrássemos Rannah, olharia para ela com um olhar mais sedutor e me aproximaria da mesma. - Bom dia, senhorita gata. - E faria um gesto com a mão me reverenciando a mesma, havia feito isso antes de entrarmos no barco pela primeira vez e repetia agora.

Na procura de um bar, estaria atento a alguma placa e chamaria a atenção de Jason se visse um, puxando-o pelo ombro ou pelo braço e apontando para aquela direção. Se chegássemos a um procuraria achar uma mesa que coubesse todo o nosso grupo ou então juntaria duas e puxaria algumas cadeiras para que todos ficássemos reunidos. Olhando para o bartender ou garçom, pediria por uma nova garrafa de vinho. - Me traga uma garrafa de vinho, por favor. - Eu preferia me sentar ao lado de Rannah se fosse possível. Com todos reunidos ou pelo menos a maioria com as suas bebidas em mãos, gritaria bem alto puxando a taça para o salto ou a garrafa. - Por novos mares a serem descobertos! - E esperaria que gritassem junto a mim dando início a comemoração de estarmos vivos. Assim que me sentasse novamente olharia nos olhos de Rannah, independente da distância que estávamos. - Então... Me conte mais sobre você, como é a sua família? Você nasceu em Shells? - Esperaria a sua resposta afirmando com a cabeça que estava escutando a cada palavra e atento com cada detalhe dito por sua boca. Eu olharia rapidamente para o lado para ver se estavam prestando atenção em nós, se caso não estivessem eu mexeria os meus dedo indicador e médio para chama-la para mais perto de mim, tentaria falar em seu ouvido sussurrando baixo - Você fica mais linda a cada dia que passa, queria saber se não posso te arrastar para um pouco mais longe daqui onde pudéssemos ficar sozinhos. - E esperaria sua resposta tentando esquivar-me de qualquer tapa ou soco que ela viesse a me dar se ela se irritasse. Se ela concordasse procuraria olhar para os meus companheiros. - Bom, senhores. Tenho algumas coisas que eu quero fazer, depois nos vemos por aí. - E esperaria que ela entendesse a brecha que estava dando esperando-a na saída do lado de fora do bar carregando comigo a minha garrafa.

Se ela viesse, eu começaria a procura por um hotel tentando segurar a sua mão se ela me permitisse, em qualquer um que eu encontrasse entraria e pediria por um quarto. - Quero um quarto, quanto é? - Pagaria o necessário no valor de no máximo o meu salário e subiria com ela, assim que estivéssemos na porta tentaria a beijar e ver no que desse seguindo os meus instintos.

Caso ele não viesse, começaria a procura pela praia da cidade, queria relaxar olhando para o mar independente de ter levado um fora ou não apenas segurando a minha garrafa e ficando atento com qualquer trombadinha que tentasse me roubar jogando a garrafa em sua direção se fosse preciso e tentando golpeá-lo com socos.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 18:12

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O garoto aceitava a proposta de Jason, hora de diversão, ele partia então para uma pequena lojinha onde todos estavam, e sem demora cada um deles aceitavam, seguindo pra uma taverna a norte do QG, não era muito longe o que seria bom já que o estado deles não deveria ser dos melhores quando saíssem de lá, ele se aproximava do balcão para pedir um vinho mas Ramiel que chegou ali agora tomava a frente. - Hoje é por minha conta, pode mandar vinho e run pra aquela mesa, 3 garrafas de vinho e duas de run.- falava ele partindo pra lá e sentando na ponta da direita, na ponta da esquerda estava Jason, Rannah sentava na lateral esquerdo da mesa com o boxeador do lado, enquanto que de frente pra ele os irmãos Adlet e Amber.

O vinho chegava enquanto Achiles começava os brindes, correspondidos por todos. - Por muitas missões de sucesso. - falava Jason, eles tomavam muitas doses depois disso, realmente muitas doses, todos já estavam bem alterados quando ele se dirigia a felina. - Meus pais eles eram do North Blue, Fernand Ice Island, morei lá ate meus 16 anos, e depois pra shells, meus pais ainda moram lá, eles trabalham com doces.- ela completava isso apenas sorrido, as bochechas dela estavam roseadas, a bebida tinha feito bastante efeito nela, estava começando ao menos, ele chegava bem perto dela e falava algo em seu ouvido, mas assim que terminava, a mink o agarrava, beijando ele ali mesmo na frente do pessoal.

Ramiel ria um pouco falando do ocorrido com certo tom humorístico. - Acho que vocês estão se dando muito bem afinal.- ele virava uma garrafa de run de uma vez só goleando ela parte a parte, e dessa forma todos iam aos poucos saindo da mesa enquanto a felina puxava o beijo.- Boa sorte grandão. - Falava Jason olhando pra ele movimentando os lábios naquela mesma frase anterior “cara ela tá tão na sua” dessa vez ele tinha plena certeza disso, já os irmão saiam bem juntinhos pela esquerda da sala sem dizer muito.

Finalmente ambos saiam dali pra procurar um hotel ali por perto, ele encontravam uma pequena pousada na qual Achiles pagava 10.000 pela noite, eles adentravam no lugar ficando com o quarto só pra eles, ela o agarrava começando a beijar ele ali quando entravam no quarto, ela ainda estava meio bêbada, apesar de eles ainda não terem mais nenhuma garrafa antes de sair, já que Ramiel as pagou e foram consumidas em faíscas de segundo, mas agora estava diante do boxeador um desafio diferente, que ele poderia ir ou não em frente com aquilo, e ela podia acabar dormindo antes se a bebida pegasse, mas talvez sim e talvez não, tudo estava rumando para um único caminho.

Lá em outro canto Ramiel sentava no porto com um cigarro aceso, e um homem sentava do seu lado, era Karonte, eles tinham uma conversa tranquila aparentemente, falavam sobre o futuro do pequeno agente iniciante, mas sobre isso apenas depois essa história haverá de ser contada, o futuro de tudo, é ver o homem virar lenda.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 10 EmptySeg 22 Jan 2018, 22:00


Tróia - Parte 1






Estávamos todos menos Yami o que já era esperado naquele bar, começávamos a comemoração com Ramiel pagando por todas as bebidas que em um piscar de olhos desapareciam, eu começava a saber mais sobre a garota que estava ao meu lado e era ela do North Blue, não me lembrava de uma vez que havia ficado com alguma garota que não fosse de Shells e isso poderia acabar me trazendo boas surpresas.

Em meio a aquelas bebidas, Rannah não parecia ser muito forte de bebida e era ela que me roubava um beijo, coisa que eu gostava muito e que minha sedução finalmente estava começando a fazer efeito. Jason continuava com o "cara ela está tão na sua" em seus lábios, mas eu não me atentava aquilo. Saíamos dai e íamos para um hotel onde eu pagava dez mil berries pelo quarto, uma merreca para uma noite com aquela garota da qual eu aproveitaria a cada instante. Assim que passávamos pela porta estávamos mais uma vez nos beijando, ambos estávamos meio bêbados e a bebida havia nos pego um pouco de surpresa com aquilo.

Jogaria ela na cama e ficaria olhando por um instante para a garota, lembrava rapidamente de cada momento que havia passado com ela, os bons pelo menos e o tanto que seu sorriso começava a me deixar mais alegre e sem perder tempo me jogaria para cima dela beijando-a ao máximo. A partir dali deixaria que os meus instintos começassem a fazer efeito juntamente com a minha experiência em estar "namorando" garotas, retirando todas as nossas vestes e usando bastante da língua. Não me importaria nenhum pouco com o barulho que estivéssemos a fazer e aproveitaria cada segundo de seu corpo tentando agarrá-la ao máximo e em momentos oportunos dar certos tapas e apertadas fortes tentando ignorar qualquer dor que viesse a sentir tentando fazer o seu prazer em primeiro lugar.

Tentaria aproveitar a noite ao máximo que pudesse tentando seguir ao máximo e contínuas vezes até que o meu corpo viesse a pedir arrego. Caso estivéssemos nos olhando depois de um dos rounds procuraria passar a mão em seu rosto e dar mais um beijo nela. - Você é bem linda, sabia? - E esperaria para ver a sua reação.

Se ela viesse a dormir em qualquer momento, acabaria por não estar tão feliz assim, mas a cobriria como um bom homem faria naquela situação e deitaria ao seu lado, tentaria dormir da melhor forma possível para descansar ao máximo que fosse possível. Se ela nós estivéssemos acordados e começássemos a sentir alguma fome falaria para ela. - Vou buscar algo para comer e beber. - Retirando mais vinte mil de meus pertences e vestindo a minha roupa, carregaria a minha algibeira comigo, mas deixaria o meu paletó e manoplas para ela não achar que eu estivesse fugindo dela. Quando chegasse a recepção olharia para a pessoa que tivesse nos atendido e perguntaria. - Vocês tem serviço de quarto? Queria algo para comer e beber. - Se eles tivessem e dessem um preço pagaria o necessário, caso contrário perguntaria. - E onde posso pegar algo para comer? - Seguiria para a direção necessária e quando chegasse ao local perguntaria a quem me atendesse. - Me traz algo para comer e beber. - Pagaria o necessário.

Voltaria com a comida/bebida para o quarto. - Estou de volta. - Procuraria pela Rannah, se ela estivesse ali eu ficaria feliz, serviria a ela o que havia comprado e esperaria um tempo antes de tentar mais um round com a garota. Caso contrário estaria meio decepcionado, mas seria algo que eu já estava acostumado por ter feito alguma vezes com outras garotas e comeria e beberia sozinho tentando puxar um cochilo logo depois de trancar a porta.



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