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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 1

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Achiles
Pirata
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Data de inscrição : 01/09/2017

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptyTer 09 Jan 2018, 18:14


Tróia - Parte 1






A anestesia fazia efeito e ainda conseguia sentir algumas dores involuntárias, mas todo o procedimento estava ocorrendo bem, algo que me deixava triste em saber era que o ácido havia corroído a parte do meu peito e iria deixar uma cicatriz pois não havia como costurar ou fazer algo do tipo, felizmente o homem de aparência bem estranha e brava havia um remédio para aliviar tudo, ele estava sendo de grande ajuda e eu ficava bem empolgado por isso. Conseguia soltar um sorriso após tudo isso. Ele estava preocupado com pessoas que nos haviam seguido, mas Jason retrucava que ninguém havia nos seguido e o homem já sabia sobre o que havia acontecido com os dois homens que havíamos acabado.

Ele se aproximava mais de mim e começava a fazer pergunta sobre o que havia acontecido, e de imediato começaria a responder o homem. - Nós fomos atacados por um rei do mar em um barco da marinha, procurávamos chegar em Loguetown e após um tempo houve um ataque ao barco, conseguimos escapar antes do ataque acontecer e tivemos que vir parar em Conomi. Tentávamos vir para cá quando encontramos com dois revolucionários que desconfiaram de nós e acho que você já sabe do resto que aconteceu vendo o meu estado. - Eu sorriria para ele quando ele tinha dito sobre eu ter conhecimento sobre medicina, aquilo me deixava feliz vendo que o meu aprendizado estava começando a dar certo. - Eu tenho o desejo de aprender tudo o que posso sobre medicina, o senhor parece conhecer bastante, tem como me ensinar? - Perguntaria em seguida esperando a sua resposta enquanto olharia ao redor para ver a sua casa, quando visse as duas foices e a máscara, sorriria vendo que estava tratando com um homem que sabia das coisas e provavelmente já teria matado bastante piratas e revolucionários em seu caminho, os seus músculos era do jeito que planejava deixar o meu corpo um dia, um homem forte e certo que elimina o caos e salva as pessoas.


~~ Perícia: Cirurgia - Aprendizado. ~~~

Sim, eu posso te ensinar um pouco sobre, venha. - Eu conseguia me levantar e ele me guiava até uma sala que havia dentro de sua casa, haviam corpos de homens sobre gelo e sal provavelmente estavam sendo conservados. Múltiplas ferramentas médicas desde de bisturis menores para grandes ferramentas. Uma grande mesa ao centro do comprimento de um homem bem alto e uma grande luz no teto iluminando tudo com uma menor seguida de um braço de metal para iluminar uma região em específica.

Ramiel pegava um corpo do gelo e com uma mangueira que estava mais abaixo de uma pia começava a lavagem do corpo nu de sal e gelo, a água escorria por dentro de um ralo e não saiba por onde iria parar. Largando a mangueira no mesmo suporte que havia pego olhava para mim colocando a mão sobre o corpo. - Começaremos com uma coisa mais simples, retirando uma bala do ombro desse revolucionário e ele também tem uma no antebraço. Obviamente ele está morto e será mais fácil pois não haverá toda o gemido e tremedeira independente da anestesia, mas é algo bom para começar. - Eu acenava com a cabeça em forma de que tinha entendido. - Para começar, sempre lave a mão ou o seu paciente pode haver algumas complicações com infecções e outros tipos de doenças que podem o contaminar, o uso de luvas de plástico são sempre uma boa. - Íamos até a pia lavando a mão com água morna e passando o soro fisiológico, ele retirava de uma embalagem com um buraco luvas plásticas e colocávamos em nossas mãos. Ele pegava ferramentas médicas que estavam repousando sobre álcool e colocava-as em uma bandeja com uma mesa que haviam rodas. - E por onde começamos? - Dizia.

- Começaremos explicando o que faremos,  primeiro vamos retirar uma do ombro, onde é mais simples, o disparo acertou no músculo deltóide, o mais superficial do ombro, e está localizado na porção medial. Então o que será feito, é um corte vertical, de aproximadamente dez centímetros, na porção mais lateral do ombro com um bisturi, o manuseio desse objeto, é semelhante a forma de segurar uma faca. Com o corte já feito, vamos abri-lo, e para isso, vamos usar uma outra ferramenta, chamada Afastador de Finochietto, essa ferramenta tem um único propósito, que é abrir as cavidades de acesso à manipulação cirúrgica, mas deve-se ter cuidado para manuseá-la, pois se for utilizada de forma indevida, pode causar lesões graves aos tecidos do paciente, como este já está morto, não tem tanto perigo, mas você deve tomar cuidado no futuro quando for utilizar. Existem outros formatos que vou te mostrar agora também, aqui temos o Afastador de Farabeuf, sua utilização é manual, e pode ser manuseada por uma ou duas pessoas, depende do tamanho da incisão feita, este outro é o Afastador de Weitlaner, sua utilização já é estática, e por último temos o Afastador de Gosset, que também é estático. - Ele dava uma pausa para respirar, conforme explicava suas mãos iam se movendo apontando para cada objeto que estava explicando para que fosse fácil de entender, ele os mexia para mostrar as suas ações. - E quando usar cada tipo? - Perguntava. - Todos eles têm a mesma finalidade, e vai de cada médico utilizar o mais lhe agrada. - Respondia a pergunta e continuava as suas explicações. - Uma compressa embebida em solução salina morna deve ser usada entre o retrator e os tecidos, de maneira a proteger as bordas de uma incisão abdominal ou torácica, pois caso não tenha a compressa, algumas complicações podem ocorrer devido ao toque direto do afastador com o interior do corpo do paciente. - Ramiel colocava a compressa de água morna no seu ombro onde estava o ferimento. Se passava por volta de cinco minutos e ele pegava o bisturi, eu olhava atentamente com a pegada que ele fazia sobre o mesmo e com a outra mão apoiava-se sobre o corpo e precisamente fazia um corte por cima do buraco abrindo-o mais. Com um dos afastadores, o mais simples, deixava-o para deixar a ferida mais aberta pedindo para mim segurar os afastadores.

- Agora tendo a possibilidade de mexer livremente na incisura, você vai pegar o bisturi novamente, mas dessa vez o manuseará com a pegada de um lápis, essa pegada serve para incisões delicadas, onde não há necessidade de pressão sobre o tecido a ser incisado, que no caso será o músculo, com o bisturi, você cortará o músculo com delicadeza, sempre em frente, um corte de cada vez, até que o bisturi entre em contato com a bala, quando encontrá-la, você fara alguns cortes dos dois lados da bala para facilitar o processo de retirada. - Ele dava mais uma pausa e mostrava a forma de pegada que usava no bisturi, afastando mais uma vez começava o processo com o bisturi cortando delicadamente cada parte do músculo e o ferimento ia abrindo mais, um som metálico podia ser ouvido quando o bisturi batia sobre o projétil. - Com uma pinça especializada, você consegue retirar a bala. - Ele pegava a ferramenta mostrando-a para mim e continuava. - Com o projétil fora do corpo, agora começa o processo de suturação, começando com o músculo, juntando ele com os dedo indicador e polegar, você pegará uma pinça especializada e com a ponta segurará uma agulha, com uma linha presa nesta, e neste momento você fará a sutura no músculo costurando normalmente e logo depois vai repetir o mesmo procedimento na pele, terminando enfim a primeira cirurgia. - Ele passava o seu braço sobre a sua testa tirando uma camada de suor e tudo aquilo me deixava cada vez mais empolgada para ser a minha vez de fazer aquilo, o paciente já tinha seu sangue coagulado antes e deixava tudo mais fácil sem o sangue para atrapalhar.  Ele usava da pinça com a agulha curvada para começar a sutura dos músculos e a cada perfuração me dava cada vez mais empolgação, com os músculos suturados ele retirava os afastadores e começava a suturar a pele. E por fim terminava retirando mais uma camada de suor de sua testa. Eu sorria para ele e olhava com os olhos empolgados sobre tudo, Ramiel colocava as ferramentas usada em uma bacia com álcool e deixava elas repousando enquanto pegava outras ferramentas idênticas.

- A prática leva a perfeição, todos os movimentos tem que suaves, precisos e sem tremedeira. - O homem abria uma garrafa de água e tomava a mesma antes de continuar com o aprendizado. Agora você fará os processos para a retirada do projétil no antebraço. Esse processo é mais delicado e precisará de sua atenção, você terá que tomar cuidado com os nervos, caso corte algum acabará tirando toda a movimentação do braço do paciente. Usaremos as mesmas ferramentas das quais eu te ensinei a usar. - Sua expressão era séria e ele estava levando aqui bastante a sério, queria que eu aprendesse tudo com a maior precisão que pudesse ensinar e me deixava meio nervoso com empolgação sabendo que poderia tratar os meus companheiros melhor se aprendesse tudo o que ele me ensinasse.

Começava colocando a compressa sobre o local do ferimento e esperar os cinco minutos que o moreno havia ensinado e ele ficava com um sorriso no rosto por eu ter lembrado disso. Ao passar dos cinco minutos, retirava a compressa e pegava o bisturi da forma que ele havia me ensinado, colocando uma mão sobre o antebraço para me dar um apoio e uma precisão melhor e pressionava a lâmina da ferramenta sobre o corpo e em um movimento lento começava a abrir a incisura. Ramiel me observava de perto para verificar se estava fazendo o movimento certo. - Aplica menos força, quanto mais fundo em lugares assim, mais perigoso fica. - E seguindo o ensinamento do professor aplicava menos força. Felizmente o corte havia sido limpo, embora com duas formas não danificava nenhuma parte irreparável. - Após o afastador, você há de usar o bisturi da outra forma, corte os músculos em volta da bala, ela não está muito profunda. Tome cuidado para não cortar nenhuma veia ou nervo. Vá com calma. - Eu começava colocando o mesmo aparato lembrando da forma que havia sido utilizada e Ramiel não me impedia e isso fazia entender que estava fazendo da forma certa, ele mexia a minha mão de uma forma que se ajeitava mais e dizia. - Assim fica melhor. - E terminava de colocar o afastador de Farabeuf.

Adotando a postura diferente da minha mão com o bisturi e passando-o levemente sobre o músculo com força necessária apenas para abrir o corte. Em movimentos leves passava sobre o músculo, mas a minha perna dava uma fisgada com formigamento em seguida e eu acabava forçando mais do que deveria e me jogando sobre o corpo e o corte acabava sendo bem maior do que deveria e atingia um nervo. - E você acabou estragando e fazendo o seu paciente perder todo o movimento do braço... - Ele balançava a cabeça em negação e olhava para mim que não conseguia exibir uma expressão a não ser o de decepção por ter falhado feio. - Quando você estiver em uma cirurgia, você há de se focar completamente, ignorar qualquer dor que sentir ou sensação, é você, a ferramenta e o paciente.- Com uma pequena pausa e colocando as ferramentas sobre a bandeja, Ramiel ia até o outro antebraço, com uma ferramenta circular e pequena com uma lâmina na bosta, abria um furo no antebraço com uma profundidade bem parecida da do tiro colocando um pedaço metálico dentro. - Você terá mais uma chance para tentar, agora independente de qualquer dor sua, continue fazendo aquilo que deve ser feito com a máxima precisão, tente parar o movimento ao invés de continua-lo. - Eu acenava com a cabeça em sinal que havia entendido o que ele havia instruído e ele repetia o processo de higienização das ferramentas trocando por outras iguais e deixando as usadas repousando em uma solução.

Antes que pudesse continuar com a cirurgia, ele me dava uma ideia. - Por que você não tenta fazer cortes precisos com o bisturi em outras partes antes? Aproveitar para tentar identificar os nervos? - Era uma boa ideia que ele dava e eu me dirigia ao antebraço antes ferido e começava a prática com o bisturi afiado. Ramiel ia me dando a dicas de apoiar com a outra mão para realizar o bisturi e a quantidade de força necessária para aplicar sobre o corpo e era assim que eu começava a prática, com uma série de cortes com o bisturi e alguns pedidos de atenção do moreno sobre como executar. Após um tempo e o corpo do homem com vários cortes de bisturi e colocamentos de afastamentos para também ensinar como se deveria fazer, Ramiel parava e me dizia. - Acho que já está bom para continuarmos, vamos... - E voltávamos para o antebraço onde havia sido feito a perfuração.

Todo o processo de preparação continuava colocando a compressa de água morna sobre o ferimento recém aberto. Retirando a compressa e começando a pegar o bisturi, já me concentrava cada vez mais e dessa vez a dor começava a incomodar mais do que antes ficando contínua. Resistindo a dor e tentando não tremer ao máximo, apoiava a mão levemente sobre o braço apenas indicando a área que seria feito o corte e usando a postura adequada da ferramenta começava a forçar um pouco sobre a pele do morto. O corte era feito com precisão e Ramiel não falava dando a entender que eu conseguia realizar o corte e após tanta prática isso acabava se tornando mais fácil. Com a incisão aberta, colocava os afastamentos de Farabeuf da forma correta que o agente havia me ensinado e começava os cortes no músculo. Mesmo com a dor contínua, indo fazendo de pouco em pouco com o bisturi segurado da forma diferente que também havia me ensinado. Após pequenos cortes conseguia identificar um nervo da área e começava a realizar cortes em volta do mesmo. - Está indo bem, continue. - E continuava fazendo os movimentos e conseguia ouvir o som metálico do objeto e visualizá-lo. - Agora é a parte em que não treinamos, com a pinça, retire o projétil, cuidado com o nervo. - Acenava com a cabeça mantendo a concentração, aquela sensação me dava a empolgação de estar em uma luta.

Segurando firme com as bases redondas parecidas com a de uma tesoura, começava a colocar sobre a ferida aberta e ela entrava sem problemas contornando o nervo, os cortes haviam ficado bons dando mais espaço para conseguir trabalhar, tentava fixar com a pinça aberta sobre o objeto metálico e quando tinha confiança o bastante que estava bem perto tentava segurar ela, mas a peça não estava bem posicionada com a pinça. - Calma, não apavora, tenta de novo. - Mais uma vez tentava posicionar corretamente a ferramenta sobre o objeto e uma sensação passava sobre mim apertava a ferramenta no que seria o projétil e conseguia segurar. - Mais calma ainda para trazer para cima. - E com a calma vindo ao seu meu ser, puxava levemente contornando mais uma vez o nervo e conseguia colocar o objeto metálico sobre a bandeja. - Boa Achiles, agora é a hora da sutura.

Com um outro tipo de pinça mais especializada para sutura, uma agulha curvada e a linha de sutura, com movimentos precisos passando a agulha pelo músculo forçando um pouco pela área ser mais densa a linha de sutura vinha seguindo e a cada perfuração o músculo ia ficando cada vez mais próximo e isso ia seguindo até chegar na pele após contornar o nervo pela última vez, com um nó feito naquela região e a linha cortada por uma tesoura levava a próxima etapa. A pele era mais fácil de ser costurada e a agulha ia passando facilmente tendo o mesmo acontecimento da pele ficando cada vez mais próxima até que era feito um nó e cortado por uma tesoura.

- Parabéns, agora sente-se e pare de forçar essa perna um pouco. - Meu ferimento doía cada vez mais a cada momento que eu ficava em pé e sentava no balcão para dar uma descansada. Ramiel colocava o corpo em um dos freezers dele e colocava todas as ferramentas utilizadas em mais uma das soluções para higienizar as mesmas. A cirurgia havia sido feita com corpos mortos, mas era uma boa coisa para ter se a prática e um ensinamento mais ampliado, infelizmente não havia nenhum cidadão que pudéssemos operar naquele momento e lugar. Com o passar de um curto tempo, já estávamos ali durante três horas. Ele começava a pegar uma bolsa de soro com dois equipos e uma agulha com o equipamento necessário para retirar sangue do corpo pegando também um suporte em que colocava a bolsa e esparadrapo. Da geladeira que estava ali pegava uma bolsa de sangue e colocava também no suporte ligando os cabos deixando apenas um. - Te ensinarei a fazer uma transfusão em casos extremos que podem salvar a vida de seu paciente, mas tem grandes perigos a saúde devido a possíveis doenças e outras complicações. - Mais uma vez levantava e a minha perna ainda doía, mas havia diminuído bastante. Ele me mostrava todo o equipamento cabo por cabo e mexia na rodinha que deixava correr o sangue da primeira bolsa pingando e indo até a segunda, o sangue que corria até a segunda passava por mais uma rodinha em que pingava controladamente até a agulha que deixava escorrer por não estar conectada a nada, ele parava todo aquele processo após a demonstração.

Ele dava o cabo em minha mão e me dava uma corda plástica elástica para ser usado de torniquete me oferecendo o seu braço. - Você colocará esse torniquete na altura do muque. Com o tempo as veias estarão mais nítidas e isso te possibilitará de perfurar corretamente a mesma, com um pouco de algodão molhado em soro fisiológico se higieniza a área para a aplicação da agulha. - Ramiel me mostrava um jeito de amarrar o torniquete e era desse jeito que amarrava nele, ele fechava e abria a mão e eu achava uma das veias dele, era uma veia longa que vinha do seu ombro até a sua mão e dava para ver claramente passando o algodão sobre a sua pele e quando eu estava para enfiar a agulha nele. - Você está fazendo da maneira errada, primeiro se apoia contra a superfície da pele higienizada para ter um ângulo e que ele não fique reto e sim inclinado e com um pedaço do esparadrapo fixa na agulha e pele na horizontal. - Com as suas instruções conseguia deixar mais inclinado. - Desse jeito? - Esperava a sua confirmação, ele acenava com a cabeça e perfurava sobre sua pele e na veia, podia ver em sua expressão que havia dado uma picada. - Agora você mexe levemente na rodinha deixando o sangue pingar de ambas e retira o torniquete para deixar a circulação seguir. - Dito e feito exatamente o que era me pedido e o sangue ia pingando, ele sentia um efeito relaxado. - E você precisa dessa bolsa? - Ramiel me olhava com curiosidade e um sorriso. - Apenas metade da bolsa, ferimento antigo. - Conforme o tempo ia passando e a bolsa esvaziando, eu mexia na rodinha para interromper e retirava a agulha do musculoso. Com as forças revigoradas e mais uma coisa aprendida havia voltado a me sentar enquanto esperava o agente preparar mais uma vez as coisas para uma última etapa. Ele retirava o corpo usado do freezer mais uma vez e colocava sobre a mesa pegando as ferramentas usadas na cirurgia anterior e um serrote.

- Estaremos começando agora uma coisa em casos bem extremos, amputar um membro do corpo humano. - Ele começava com o corpo antigo em que havia praticado cortes com o bisturi, ele marcava a perna do mesmo mais abaixo do joelho com um canetão azul e olhava em minha direção. - Estaremos fazendo um grande corte nessa região abrindo espaço e tentando achar árteria e veias, ligaremos as mesmas para que não ocorra uma hemorragia. O processo todo é bem cauteloso e precisa de muita atenção, estaremos fazendo isso em volta de toda a perna ate chegarmos a parte que só sobra o osso, serraremos com o serrote e por fim cauterizamos o ferimento e fechamos com pele se houver, caso contrário apenas teremos que encher de bandagens e esperar que não venha desenvolver nenhuma infecção cuidando com antibióticos, ervas e grandes cuidados sobre a região. - Ele me auxiliaria nisso, pois já estava cansado e não teria mais tanto tempo, começávamos o procedimento novo mais uma vez, com novas luvas plásticas comecei com o corte enquanto ele segurava a perna de forma firme para que não houvessem imprecisões e a ferramenta ia abrindo o corte inicial, com um corte profundo aberto pelo bisturi, era a hora de inserirmos os afastadores para deixar a área com mais facilidade para trabalhar.

Ele pegava o bisturi de minhas mãos e começava com cortes em seu músculo, a cada momento eu havia de segurar melhor os afastadores para que eles não fossem ficando largos demais, ele me passava o bisturi e agora era a hora de ligar a árteria com a veia, como o sangue havia coagulado depois de tanto tempo morto, o procedimento era mais fácil de ser realizado, ele usava uma ferramenta para segurar a veia e a outra com a árteria, começávamos juntando os dois após um corte em cada veia criando um caminho e cauterizando a ferida com uma ferramenta que emitia calor após juntarmos e deixando ambas em conjunto, aquilo preveneria a hemorrargia e eu continuava cortando o músculo, cortes precisos e lentos até achar mais uma veia e árteria e começarmos o mesmo procedimento, desta vez era a minha vez de juntar as véias, havia observado a técnica que ele havia utilizado e segurando da mesma forma a veia com a árteria. - Assim? - Ele me olhava e olhava mais uma vez para o que eu estava fazendo. - Assim mesmo, continue segurando. - Era ele que fazia os cortes para ligar ambas, eu segurava a veia e ele ia passando a ferramenta ao redor juntando a carne e a passagem de ambas.

Íamos repetindo o movimento diversas vezes até que finalmente havíamos cortado a carne e juntado todas as artérias. - Agora só falta o osso, essa parte exige um pouco mais de força, você cortará e eu segurarei, tente fazer um corte rente a carne e reto. - Eu pegava em minhas mãos o serrote segurando-o com força para que ele não escorregasse, posicionava em uma posição que achava certa enquanto observava para ele e me dava a confirmação de que estava certa. - Começava devegar, primeiro fixa o corte antes de continaur ele, o osso não é tão grosso assim e deve ser cortado fácil, mas vai lento. - Com as instruções dadas, começava lento mexendo o serrote para frente e para trás, o corte era simples que era realizado sobre o osso e levemente ia criando a abertura, a cada movimento preciso acabava acelerando um pouco mais quando sentia a firmeza que não escaparia e cortaria Ramiel, conforme ia passando o serrote ia ficando cada vez mais fundo até que restava apenas um fio de osso e que mais uma passada era o suficiente para que a perna caísse para o lado. - Soro fisiológico e comece passando as bandagens. - Eu espirrava o soro sobre o ferimento aberto e começava a passar bandagens juntamente a Ramiel que ia levantando a perna conforme a bandagem ia passada, uma série de espadrapos era colocado para segurar as bandagens em seus devidos lugares e finalmente podíamos descansar sentando sobre o balcão e sentindo a dor terrível em minha perna após ter ficado tanto tempo em pé.

- Devo lhe agradecer por ter me ensinado tudo isso, Ramiel. - Eu sorria para o homem tentando ignorar a dor que sentia naquele momento. Finalmente podíamos sair daquela sala e falar com Jason.


~~ Fim do aprendizado ~~






Após tudo isso procuraria olhar mais uma vez ao redor, olharia para Jason para ver como ele estava e procuraria colocar ficar de canto com os braços para trás da cabeça esperando que os meus ferimentos começassem o seu processo de cicatrização. Estaria atento para qualquer coisa que estivesse acontecendo, mantendo a guarda alta e sempre olhando por uma das janelas quando possível, caso ouvisse algum barulho seria o primeiro a dizer. - Tem algo aqui. - E me afastaria um pouco tentando ficar no meio da sala.



Objetivos:
 

Histórico:
 


Última edição por Achiles em Dom 21 Jan 2018, 04:37, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptyQua 10 Jan 2018, 13:50

Não há pacto entre leões e homens



O homem o ouvia com certo entusiasmo. - Bem então vamos aprender o que conseguirmos de medicina hoje, que tal cirurgia? Eu tenho tudo na outra sala ali, além de alguns corpos de revos mortos pra treinarmos.- ele diria apontando para a porta. Caso o jovem entrasse veria que tem de tudo lá, materiais a fole lá dentro o que precisasse pra fazer uma cirurgia estaria ali inclusive os corpos.

Os dois passavam 5 horas ali pelo quartinho treinando o que fosse preciso para a evolução do boxeador, ele depois disso, novamente partia lá fora já eram por volta das 19:30 estava na hora das coisas começarem, ainda tinham patrulhas por ali mas bem menos do que anteriormente, o que já poderia ser visto como uma vantagem bem grande, os dois agentes não tinham tido os rostos avistados mas não poderiam também se vestir normalmente e dessa forma ele traçava uma rota pra eles.

Enquanto isso Jason acendia seu cigarro e fumava pra aliviar um pouco do estresse e tensão que era pra ele por ali naquele lugar, tomava algumas doses de run que eram de Ramiel e estavam ali meio paradas, Achiles estava sempre atento e preocupado com tudo a sua volta, talvez o incidente anterior tivesse despertado isso nele, mas era realmente sensato em um lugar onde praticamente tudo é seu inimigo e por consequência tenta te matar, mas logo o homem musculoso que estava no quartinho com o boxeador voltava.

Ele trazia consigo uma camiseta regata branca uma outra camiseta simples vermelha, uma capa e duas calças simples e jogava a branca pra Achiles e a vermelha pra Jason começando a explicar o que se passava ali.- A coisa é a seguinte vamos para a central daqui, conseguir um barco novo pra vocês mas pra isso vocês não vão sair parecendo agentes por ai, ou vai dar muito ruim.- completava ele olhando bem sério para os dois, ele ainda pensava que os dois de terno na ilha, com certeza, teriam chamado aquela atenção, provável que usando roupas mais simples isso fosse evitado ou o risco diminuído na realidade.

Ele pegava o mapa da ilha e mostrava onde eles estavam apontando o dedo pra o local e arrastando ele ate outro ponto enquanto explicava.- Esse é onde estamos, iremos pra cá nesse meio tempo certo? De lá eu pego o barco com vocês e vamos onde precisarem voltar, eu estava de ida pra Logue amanhã, não há muitos problemas se adiantarmos minha viagem por justa causa.- ele completava com um leve sorriso e esperava que eles se arrumassem, e logo ele falaria apenas os questionando se podiam partir, entretanto em sua mente ele estava relacionando os pontos que foram postos na mesa ate agora, Ramiel era um gênio de muitos ângulos que alguém pudesse observar, suas ideias eram sempre bem radicais e esse era seu único problema, o que tinha trago ele a sua posição nessa ilha. - Estão prontos? Entenderam o caminho? Se sim podemos partir.- Falaria ele se virando e caminhando pra porta, agora só faltava o boxeador meter o pé junto deles.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptyQua 10 Jan 2018, 18:32


Tróia - Parte 1






A situação anterior havia me deixado mais tenso e me sentia em instante combate a qualquer momento, isso só parava quando Ramiel saia da sala trazendo novas roupas para nós. A ideia era usar roupas mais normais do que os ternos e isso nos proporcionaria menos desconfiança dos revolucionários, o agente já havia todo um plano para a nossa saída daquela ilha com um barco novo em direção a Loguetown.

A empolgação de estar começando a seguir os planos de um homem de patente superior e inteligente começava a me deixar despreocupado mais uma vez, o sorriso era constante em meu rosto e podia sentir tudo aquilo me dando mais uma empolgação para uma futura luta, mas aquilo não era o que eu queria no momento, já estava ferido demais e precisávamos sair da ilha para entregar o mensageiro o mais rápido possível. Com o mapa,o caminho e o plano revisados, já estávamos prontos para partir.

Me vestiria rapidamente com as novas roupas e procuraria algum sofá ou coisa do tipo onde pudesse esconder o que estava vestindo antes, guardaria o remédio me dado em um dos bolsos que fosse possível e colocaria as minhas manoplas no outro bolso, se não fossem possível colocaria as minhas manoplas e carregaria o remédio com as minhas mãos. - Estou pronto, vamos! - Me aproximaria para sair do local junto a eles começando a seguir um pouco mais atrás.

Seguiria ao lado de Jason, tentaria andar calmamente sem forçar os meus ferimentos para não piorarem e ficaria atento para qualquer coisa que estivesse nos espreitando pelas sombras, tentaria não ficar longe dos meus companheiros apertando o passo para estar próximos a eles e não me perder. - Do que vocês mais gostam de comer? - Tentaria manter o papo para que não se sentissem tão tensos, a situação era uma ilha cheia de revolucionários que poderiam nos atacar de qualquer direção, mas nos deixar tão tensos provavelmente provocaria algo ruim.

Se fossemos parados por outros revolucionários deixaria os meus companheiros responderem as perguntas preparado para estar com a guarda alta, colocando as minhas manoplas em mãos se desse o início de uma batalha. Caso fossemos surpreendidos por um ataque das sombras tentaria mover o meu corpo para fora do ataque usando de rolamentos ou pequenos saltos para me distanciar.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptyQua 10 Jan 2018, 21:42

Não há pacto entre leões e homens




A chuva caia la fora quando eles saiam, e o barulho de pés ainda era bem forte perto deles, as patrulhas revolucionarias marchavam pela ilha, eles não estavam revistando pessoas, pra que a sorte perdurasse, as capas protegiam da chuva apesar de não completamente, ainda deixavam que eles se molhassem um pouco, o caminho era sinuoso e lamacento o que dificultava a vida do jovem boxeador.

A perna depois de tratada ainda dava algumas fisgadas principalmente quando ele a movia muito, o que era algo quase que impossível de se evitar caminhando naquele caminho sinuoso e lamacento, o calcanhar estava quase 100% e seu ouvido estava pronto, ele não ouvia mais o zumbido e tinha recuperado totalmente a audição, mas ele tinha uma certa necessidade de puxar um assunto do nada assim e fora de contexto, Ramiel olhava com uma certa estranheza pra ele. - Eu gosto de batata-doce e frango.- Ele se perguntava ate por que tinha respondido aquilo mas relevava por ser um garoto.

Jason ignorava de certa forma aquilo ele estava muito focado no caminho sempre esperando algum ataque vir ou alguma coisa problemática envolvendo eles ocorrer frente aos olhos, mas não, a caminhada era tranquila, eles não pareciam suspeitos e isso fazia as patrulhas não darem muita atenção a sua passagem, apesar de alguns pensarem em páralos naquele momento, 4 vinham em direção a eles, mas logo um sinalizador estourava pra leste, e esses vazavam indo para a direção.

Mas o que podia acontecer por lá? Bom seja o que fosse poupou uma possível batalha ali naquela lama, isso poderia simplesmente trazer mais complicações pra o jovem ferido, depois de quase 30 minutos correndo na chuva finalmente eles chegavam ao local, Ramiel fazia uma pequena batida, era código morse, era algo secreto pra poder entrar na base, um alçapão se abria no chão, e eles adentravam ali, era um corredor estreito e seguiam em fila por ele, não cabia mais de um por vez passando por ele. Ao fim dele eles finalmente estavam no lugar era uma base pequena mas com bastantes pessoas ali e equipamentos.

- Eu vim solicitar o navio no qual eu partiria amanhã.- falava Ramiel se dirigindo a uma Loira que mexia num maquinário dentro do local. - Sim o navio está preparado mas você disse que iria amanhã o que aconteceu?- ela perguntava para o homem com um ar de estranheza, ele não era do tipo que apenas fazia as coisas sempre colocava motivos em tudo, então era ate mais que estranho quando parava pra pensar. - Bem é uma história longa, conte pra ela Achiles.- ele falava isso por na verdade não ter muita certeza dos detalhes e preferia poupar de falar coisas sem muita certeza.

Ele então aproveitava esse breve momento os deixando ali para pegar alguns suprimentos e por na mochila. Depois da história fosse contada ela passava a localização entregando a chave da trava do leme padrão que eles usavam ali naquela base e a localização. - Ta ai a chave, mas vê se não me traz problemas, da última vez que te fiz um favor vim parar nessa ilha.- era possível ver um enorme sorriso no rosto do fortão pareciam lembranças que ele gostava de ter, já a loira ficava visivelmente irritada com aquela risadinha. - Bem vamos pra fora.- ele então entregava a chave a Jason.

-Vocês dois vão na frente tenho umas últimas coisas pra fazer aqui, me esperem já no barco e lá vemos o que fazer, só saírem a direita da base e seguir reto pela central e chegarão ao porto.-ele dava o comando e saia pra ir fazer… bom seja lá o que ele fosse fazer.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptyQui 11 Jan 2018, 22:32


Tróia - Parte 1






Saíamos tranquilo pela chuva que caia em nossas cabeças, haviam patrulhas pela ilha toda e seus passos podiam se ouvidor, a capa que Ramiel havia nos dado estava provando ser eficaz contendo as gotículas de chuva cair sobre a nossa cabeça. Minha pergunta era inesperada como sempre, mas que trazia um humor para mim quando o grandalhão dizia gostar de batata-doce e frango e era um dos motivos de eu sempre estar mostrando aquele meu sorriso. Jason estava inquieto como sempre, esperando ser atacado a qualquer momento e coisa que não acontecia, passávamos por algumas patrulhas que não nos paravam e apenas uma que tentou nos parar, mas quando viu um sinalizador ao longe foi correndo em direção a ele.

O sinalizador era o que me deixava preocupado, quem havia sido descoberto? Me perguntava se alguém havia vindo em nossa busca já que não haviámos voltado ainda, a primeira pessoa que me passava na cabeça era Rannah, ela estaria bem? Sempre quero proteger os meus companheiros, mas as fisgadas em minhas pernas incomodavam-me, meu ouvido estava muito mais do que melhor e não havia mais nenhum zumbido do mesmo. Tomei a decisão de não ir analisando bem o que meus amigos estavam seguindo em frente, confiei neles a ponto de irmos buscá-los quando estivéssemos com o barco em mãos sem perder o pensamento de que meu grupo poderia estar sendo preso essa hora.

Tínhamos chego a uma base do governo pelo que parecia dentro daquela ilha revolucionária, Ramiel conhecia um toque e o corredor estreito e pequeno não nos davam muito espaço e pouco tempo após seguirmos pela aquela direção encontrávamos homens e suprimentos com uma loira falando com o nosso companheiro que pedia para mim explicar o que havia acontecido, de imediato começaria a explicação. - Fomos atacados por um baita de um rei do mar e nosso barco apresentou problemas com cascos, em seguida um navio da marinha que foi sequestrado conforme informações passada aos meus superiores atacou e conseguimos escapar antes do ataque. Infelizmente ou felizmente a única ilha que havia por perto era Conomi, chegamos a um lugar separado, caminhamos pela floresta até achar a casa de Ramiel, mas fomos interceptados por revolucionários a quais atacamos e analisando a mim e os meus corpos pode ver que não foi uma tarefa fácil acabar com eles. O grandalhão ali nos ajudou e agora estamos aqui falando com essa linda donzela a minha frente. - Sorriria com segundas intenções olhando para ela e passaria a olhar para a loira focando em partes que mais me atraíssem como o seu rosto e olhos.

Os dois pareciam ter uma história juntos conforme eles já haviam feitos favores um para o outro, a embarcação estava pronta e aquilo era um alívio, mas não podia deixar de me preocupar com os meus companheiros, mas insistia em não dizer nada naquele momento. Com a chave na mão do moreno, ele entregava a chave nas mãos de Jason, tínhamos uma ordem para seguir e esperá-lo na embarcação, pois havia alguns assuntos presentes que deveria tratar. - Seria legal se aquela loira pudesse vir com a gente, ela provavelmente deve saber boas coisas sobre mecânicas para acrescentar ao grupo. - Fazia o comentário para Jason, mas sentia que seria ignorado em vão.

Colocaria-me a andar seguindo com meu companheiro que era o líder do grupo, estaria sempre com a cabeça mais para baixo para proteger da chuva colocando as minhas manoplas em mãos para proteger da mesma enquanto manteria o remédio no bolso e tomando cuidado para não o derrubar quando fosse tirar, tirando-o primeiro se fosse preciso e colocando-o de volta depois. Estaria atento aos arredores, mas com o espaço que o sinalizador havia dado, talvez não houvessem tantos revolucionários por onde estivéssemos passando. Tentaria aguentar a dor o maior tempo que fosse possível, se meus joelhos começassem a fraquejar, não hesitaria em continuar andando até que fosse ao chão e não pudesse levantar pedindo para que o meu amigo me ajudasse a caminhar na direção do barco.

Se fossemos parado em meio ao caminho, deixaria que Jason dissesse e tentasse manipular o homem, mas atento para tentar esquivar-me o mais rápido possível ou atacar com um soco em direção ao seu rosto fazendo isso apenas se o combate tivesse dado início. Caso chegássemos ao barco sem problemas, subiria a bordo por alguma corda ou tentaria escalar o mesmo aproveitando dos movimentos acrobáticos para segurar e mover o meu corpo conforme fosse necessário. No convés procuraria olhar para Jason e ver se não havia nenhuma outra pessoa na embarcação dizendo. - Temos que ir atrás deles assim que pudermos. - Um tom sério e um olhar preocupado, nunca irei abandonar amigos para trás.

Estaria disposto a realizar qualquer ordem que fosse me dada pelo líder, desfazendo nós, movimentando o timão ou apenas sentando em algum canto para esperar por Ramiel tentando sempre ficar no ponto mais alto do barco para observar melhor tudo ao redor embora a chuva fosse atrapalhar. Tomaria cuidado também para não escorregar pela madeira sempre tentando andar agarrado a amurada do barco.

Não me esquecia de passar o remédio ao sentir qualquer queimadura em meu peito seja no antes de andar, andando ou após chegarmos ao barco, estando preocupado com o caminho em que estivéssemos seguindo sem deixar de tomar cuidado para não tropeçar e cair com o remédio em mãos.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptySex 12 Jan 2018, 02:47

Não há pacto entre leões e homens




Os dois seguiam as ordens de Ramiel saindo do local meio a uma chuva que se mostrava ainda mais forte que a anterior, lama ainda mais densa e dificuldade de andar prolongada, não forçar a perna se manteria o desafio ate lá, as patrulhas revos estavam ativas na região e Achiles tentando mais uma vez se pronunciar na situação chamava a situação de Jason que pra surpresa do agente respondia. - Sim, eu conheci ela antes, era chamada carinhosamente de a imperatriz da dor, ela foi uma pirata que se arrependeu dos crimes e hoje trabalha pra o governo mundia, nunca gostou de terno, mas bem, ela está aqui não é mesmo?- Era estranho ver ele falar muito mas parecia ter entrado no assunto por ser interessante afinal o que poderia interessar tanto o garoto boxeador, a resposta é que ele pensava em uma certa atração física, era uma loira bonita afinal.

Ele tinha um leve sorriso no rosto de imaginar o interesse do boxeador, no entanto não puxava assunto sobre o caso, eles tinham uma tremenda sorte, nenhuma patrulha chegava aos parar antes do barco eles adentravam no local tranquilamente, o boxeador procurava se centrar em um ponto alto do barco para que pudesse verificar a aproximação de qualquer ser que estivesse por ali, e não demorava para que ambos ouvissem algo. - Vamos revistar os barcos, por aqui.- eles estavam adentrando aos barcos e fazendo revistas ate mesmo ali era complicado, eles adentravam inicialmente ao barco do lado e o próximo seria esse.

Jason preparava as armas de fogo e se colocava recostado na parede onde daria entrada ao convés, eram 3 revos que iam de barco a barco, a tensão se fazia presente ate o momento em que todos adentravam no lugar, eles vinham de armas empunhadas prontos para a treta, o jovem mirava sua pistola mas antes que fizesse qualquer coisa uma enorme sombra surgia atrás dos dois uma máscara de caveira e duas foices, aquela Imagem que eles observavam era como visualizar a própria morte por alguns segundos, as nuvens negras por trás dele assim como a as gotas de agua que banhavam o corpo e a máscara, construíam o cenário perfeito de apresentação.

Mas não era isso o que mais impressionava os ali presentes com um único giro das foices as cruzando indo dos lados ao centro decapitava em um único golpe preciso as cabeças dos revolucionários e sem nem mesmo pestanejar, chutava os corpos no com um único rasante pela lateral, onde ele movia a perna a deixando de lado e batendo com a parte de trás como se fosse realmente um limpador jogando o lixo fora, e removendo a máscara ordenava imponente.- Vamos destravem o leme.- e rapidamente avançava já hasteando as velas, enquanto Jason abria com a chave a trava, depois disso rapidamente corria para o leme assumindo a posição e logo zarpavam.

Um corvo que vinha voando pousava no ombro dele. - Eu tinha ido soltar o Jubileu, vou precisar dele em Logue pra próxima missão.- eles logo davam a volta pelo local na embarcação ate que finalmente chegavam ao ponto onde os outros estariam. -Bem podem sair, eu espero vocês no barco vou descansar um pouco no convés e dormir, partimos em 3 horas.- ele saia do local se retirando pra esse fato e adentrando ao convés. Quando Achiles saísse la pra fora algo o surpreenderia apenas Yami estava lá os outros haviam sumido, mas o que teria acontecido ali?

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptySex 12 Jan 2018, 04:39


Tróia - Parte 1






O caminho até o barco tranquilo em parte, o esforço na perna era inevitável e aquilo trazia dor, o que me surpreendia era Jason começando a falar sobre a garota, ele já a conhecia e aquilo me surpreendia ainda mais, mas não podia de deixar de dar um desgosto sobre aquilo, tenho ódio por piratas. - Ela pelo menos se redimiu de seus crimes... Piratas deveriam estar todos mortos. - Aquilo sempre me levava a pensar sobre o meu pai e de sua morte e eu nunca iria conseguir gostar de qualquer pessoa que é ou foi um.

Dentro da embarcação pensávamos que seria mais tranquilo, mas não demorava até que os revolucionários começassem a revistar até mesmo os barcos. Jason já estava preparado para o combate que seria difícil contra os três revolucionários e para uma terceira surpresa ele aparecia. Um homem com máscara e duas foices exatamente iguais a da cabana de Ramiel, sua apresentação era mais do que sensacional em meio a toda aquela chuva seus golpes eram rápidos e velozes cessando com a vida daqueles homens em segundo e parecendo ser a coisa mais fácil de todo o mundo, talvez fosse para ele.

Jason destravava o leme enquanto Ramiel hasteava as velas, estávamos navegando e um corvo pousava o seu ombro, o que ele dizia em seguida me fazia dar uma breve risada. - Jubileu? Gostei do nome - Era um nome hilário e que não havia muito o que comentar além de ser criativo. Tudo aquilo me deixava mais uma vez despreocupado com tudo podendo ficar tranquilo, o meu sangue havia fervido por um momento no momento que os revolucionários estavam para revistar o barco, queria batalhar, mas estava preocupado ainda com os meus companheiros. Tínhamos voltado ao mesmo ponto de antes e saia para encontrar com os meus companheiros e minha quarta surpresa era concluída, apenas Yami estava ali.

Olharia para ele desconfiado de qualquer suas ações, até agora que ele não havia se mostrado um verdadeiro companheiro como os outros e isso me deixava inquieto, cadê Rannah, Adlet e Amber? O mensageiro de nossa missão? - Jason, venha comigo, mantenha a guarda alta. - Meu sangue estava pedindo por uma batalha naquele momento e desceria do barco indo para terra firme realizando o movimento preciso, pulando e escalando o barco até embaixo e depois nadando se fosse preciso.

Com a outra mão envolveria o meu punho a minha frente olhando para o estranho de perto, me aproximaria até aproximadamente três metros do mesmo e perguntaria. - O que aconteceu?! - Estaria de olho em qualquer movimentação hostil sobre o mesmo, meus companheiros eram quem eu deveria proteger a qualquer custo, não poderia perder alguém que eu me importo mais uma vez. Não podia deixar de sentir a empolgação de inciar uma batalha contra ele se fosse me dado uma resposta que me irritasse, mas tudo que eu queria fazer naquele momento era descobrir onde estavam os meus companheiros.

Se ele me dissesse que estavam escondido próximos, diria. - Então me mostre o caminho. - Esperaria que me fosse guiando continuando com a mesma distância que estava dele. Caso ele me dissesse que haviam capturados os meus companheiros olharia para Jason nesse momento e diria para ele. - Temos que voltar para a cidade, não podemos deixar ninguém para trás, chame Ramiel, por favor. - Olharia mais uma vez para Yami e perguntaria para ele. - Como isso aconteceu e por que você não foi capturado junto? - Esperaria uma de suas respostas.

Se ele nos desse a direção para onde os meus companheiros estavam olharia para Jason mais uma vez e diria. - Vamos atrás deles, precisamos de todos os nossos companheiros. - Estaria falando sério em meu tom de voz, não deixaria ninguém para trás. Caso Jason recusasse a chamar Ramiel olharia em sua direção e tentaria ouvir os seus argumentos sobre isso, se ele não houvesse argumentos convincentes o bastante iria eu mesmo tentar acordar o ceifador. Procuraria pela a ajuda de Yami também. - Você irá vir? - Se por fim nem mesmo Jason fosse me acompanhar, procuraria seguir sozinho, olharia para as duas direções e diria por fim. - Eu irei sozinho então, tenho um prazo de três horas até Ramiel acordar. - Andaria atento para todas as direções nem ao menos me dispondo para olhar atrás e ver aqueles que não estavam me acompanhando.

Caso fosse Jason vindo comigo estaria mais feliz por ter um fiel companheiro ao meu lado e se Yami viesse junto estaria ainda mais feliz por não estar sozinho e poder contar com os reforços dos agentes. Lembrando da loira de antes e ela já ter experiências com o combate me disporia a dar a ideia. - E se nós chamássemos os outros agentes incluindo aquela loira? Ela seria um reforço forte mesmo eu detestando piratas ou ex-piratas. - Esperaria uma resposta e se concordassem mudaria o nosso trajeto em direção aquela base dos agentes. Lembraria do toque se chegássemos sem problemas até alçapão de antes e qualquer outro tipo de caminho que havíamos tido.

Em meio ao caminho estaria sempre atento as pegadas e outros tipos de rastros como árvores marcadas, objetos ao chão ou algum mato que havia sido bem esmagado e que parecesse não ser por causa natural atento aos ouvidos para escutar qualquer coisa mesmo com a chuva forte caindo, estaria sempre ao meio se estivéssemos em trio ou andando lado-a-lado com Jason para que não ficássemos separados se fossemos pego em uma emboscada, caso estivesse solo procuraria apenas analisar as pegadas e não falar nada, caso eu encontrasse alguma coisa diria para meu(s) companheiro(s). - Parece que alguém passou por aqui, vamos seguir por aqui. - E esperaria a concordância de algum dele(s).

Aguentaria a dor de qualquer foram que conseguisse, passando o remédio sobre a queimadura se desse alguma ardência ou coisa parecida tentando manter a minha capa sempre sobre a minha cabeça o máximo que pudesse para bloquear os pingos de chuva, a minha única atenção era recuperar os meus companheiros se eles estivessem sido levados. Estaria procurando também por revolucionários, caso encontrássemos alguma patrulha pelo caminho e não houvessem alguma árvore onde pudéssemos nos esconder de sua vista, procuraria sussurrar para Jason se ele estivesse comigo. - Você consegue acertá-los? - Se houvessem árvores eu tentaria me escorar em alguma e dar passos pequenos para o lado se preciso para que passassem sem me ver, se não houvessem árvores e estivéssemos sozinhos procuraria deitar no chão tentando me disfarçar com a capa que estava vestindo de apenas o solo com lama com a cara por cima dos meus braços de beijo que não beijasse ao chão e me levantaria em seguida se não fosse descoberto seguindo o meu caminho.


Estaria atento a qualquer ataque pelas redondezas se alguém estivesse no esperando por ali, movimentaria o meu corpo rapidamente para o lado ou me agacharia dependendo da situação que fosse me dada. Se o ataque viesse, procuraria observar o seu estilo de combate, tentaria me esquivar o mais rápido que fosse possível me movimentando para trás e dando passos, se viesse um golpe pela horizontal tentaria me aproximar agachando-me e tentando desferir um soco em seu estômago. Em golpes verticais tentaria me mover ao lado e me agachar em seguida se viesse uma sequência de um golpe horizontal levantando com força para cima e tentando aplicar um gancho em sua direção. Se viessem golpes centrados a acertar as minhas pernas tentaria tirá-las do lugar movendo-me para trás rapidamente ou girando se fosse necessário para depois observar melhor os seus ataques e continuar com os movimentos e recuando.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptySex 12 Jan 2018, 12:28

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Eles finalmente saiam do barco tudo parecia rumar finalmente ao caminho correto de verdade, mas apenas um dos 3 que deveriam esperar estavam ali, o garoto apenas questionava a Yami o que havia acontecido, por que eles não estariam mais ali.- Seguiram a leste, não sei pra onde foram, mas vamos embora, eu já tenho o item que precisamos, eles atrasariam nosso progresso.- ele falava com um olhar que demonstrava que de fato ele não ligava mas o sangue do boxeador fervia nesse momento, talvez a vontade de atacar o seu “amigo” agente fosse grande mas não cedia aos seus instintos apenas mandava Jason chamar Ramiel, e o mesmo se negava. - Não da ele tem que ficar e proteger o barco, além de descansar, se for vamos logo.- Yami não via aquilo com bons olhos aparentemente.

Ele franzia a testa e com um certo tom de deboche falava. -Tsc, a vida é de vocês, desperdicem ela como quiserem.- Ele caminhava ate perto do navio sentando numa rocha como se estivesse um pouco irritado, já Jason partia com Achiles ele não concordava em deixar aliados para trás, e claro o jovem boxeador queria números, mas aquilo despertava um pouco de sarcasmo no companheiro dele, não era de fato do feitio dele mas ele então aproveitando da ideia que era lançada enquanto eles corriam para leste.- Olha só, então você quer ajuda de “piratas” quando lhe convêm?- Ele gargalhava enquanto corria por alguns instantes antes de poder explicar.

Ele engasgava com a própria saliva, era um raro momento dele, dificilmente veria ele fazendo algo assim de novo, mas ele então sem mudar muito o assunto voltava a falar diretamente da ideia.- Bem não é viável ir atrás de ninguém, o QG fica ao lado contrário, e cada segundo pode mostrar uma diferença entre viver ou morrer.- Entretanto outra coisa chamava atenção dos dois era uma arma quebrada ao chão, ela estava por ali e logo eles ouviam o tilintar de espadas, vinha de uma direção ainda distante, era mais de 10 minutos de corrida ate que eles tinham a visão do que acontecia, Adlet lutava incansavelmente enquanto Amber não parecia mais estar capacitada, ainda de pé e empunhando armas mas não muito bem.

Logo só tinham 3 inimigos maiores um Mink Lobo, uma taekwondoca, e um Tritão baleia (já sabe né?) entretanto o primeiro a ver os dois era o mink espadachim, junto com mais 5 revos que tinham ali além dos 3 maiores ele caminhava ate onde estavam os dois mandando que os 5 minions atacassem. - Vocês matem eles- e rapidamente eles se espalhavam que nem uma pequena praga de ratos.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptySab 13 Jan 2018, 02:47


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Yami se negava a nos ajudar, mas era útil falando para a direção, o seu jeito completamente me irritava deixando-me cada vez mais perto de atacá-lo, mas conseguia me controlar. Jason se recusava a chamar Ramiel e seus argumentos eram válidos, infelizmente éramos apenas nós dois mais uma vez em busca dos nossos companheiros de verdade. O estranho ficava sentado em uma pedra parecendo levemente irritado e aquilo me deixava com um sorriso por dentro, mas a preocupação pela vida dos meus amigos era mais importante naquele momento.

Jason fazia um sarcasmo quando dava a ideia de chamar a ex-pirata que virou agente, havia razão em suas palavras, aquilo não deixava o meu ódio por eles diminuir, mas infelizmente seriam as nossas únicas opção de reforço e com os argumentos do homem que acabara de se engasgar com a sua saliva era inviável seguir para a base. Pelo caminho encontrávamos uma arma quebrada e ouvíamos barulho de aço e com mais uma corrida conseguíamos ter uma melhor visão do que estava acontecendo. Adlet lutava e Amber estava exausta, Rannah não estava em nenhuma visão minha e aquilo acabava por me deixar com o coração tentando sair pela boca, onde ela foi parar, o que havia acontecido?! Infelizmente havíamos sido avistados por um licantropo espadachim e ele havia mais dois companheiros que pareciam estar liderando aquele ataque, cinco homens começavam a se espalhar em nossa direção com uma ordem para nos matar e aquilo começava a fazer o meu sangue ferver.

O calor da batalha estava para começar mais uma vez e não podia deixar de sentir o gosto por uma boa luta se aproximando. O sentimento era interrompido quando Rannah vinha em minha mente e não podia deixar de ter pensamentos negativos sobre aquilo me deixando cada vez mais frustado por ainda não tê-la achado. - Jason para trás, me dê cobertura com os seus tiros. Quem você ver perdendo-se do meu ponto de vista ou próximo a me acertar, você atira. Se o lobisomem se mexer, avise-me. - Era um plano simples que contaria com a sua cobertura, mas era o que eu tinha para fazer naquele momento em uma desvantagem gigante de cinco contra dois sem contar a presença dos "chefões".

Estaria pronto para esperar pelo avanço deles, moveria meus pés empurrando a terra para o lado esperando a sua chegada para dar mais espaço para me movimentar em meio a lama que estava fazendo naquele barro todo. A chuva forte caindo sobre a cabeça tornaria tudo cada vez mais difícil inclusive visualizar os ataques dos meus inimigos, era o momento de forçar o meu corpo ao máximo mesmo não estando nas melhores condições para realizar tal atividade.

Com os olhos atentos e a guarda alta, assim que o primeiro chegasse flexionaria os meus joelhos ficando em uma altura mais baixa ao ponto de manipular o meu inimigo a atacar-me por cima e tentaria agarrar a lama no chão com força tentando pegar a maior quantidade e arremessando-a contra os olhos ou a cabeça do revolucionário, movendo-me para o lado em seguida tentando esquivar de um possível ataque do homem e em seguida tentando acertá-lo no pescoço, mais precisamente na sua garganta ou traqueia com um soco forte. Se acertasse a lama e ele interrompesse o avanço no mesmo momento, aproveitaria da brecha para tentar acertar um direto com força em seu pescoço tentando nocauteá-lo de instância ou quebrar a sua traqueia. Caso errasse o meu alvo procuraria esquivar-me de imediato movendo os meus pés e corpo para o lado e tentando contra-ataca-lo com um gancho em sua costela para abrir sua guarda e um jab usando a outra mão para acertá-lo na garganta.

Os outros revolucionários eram tão perigosos quanto e se obtivesse resultado ou não contra o mais rápido, tentaria me movimentar rapidamente para trás ou uma direção em que os revolucionários fossem um alvo fácil para que Jason pudesse atirar se ele não estivesse com problemas e estivesse me vendo. Tentaria me esquivar de golpes horizontais acima do peito me achando e forçando as minhas panturrilhas e joelhos para me dar um impulso e acertar no queixo do homem tentando fazê-lo morder a língua ou quebrar alguns de seus dentes que forçariam-o a estar fora de combate por algum tempo e que daria nós uma vantagem mínima. Ataques verticais ou na diagonais aproveitaria da flexilidade do corpo movendo-me e me inclinando para o lado e se observasse que não haveria uma escapatória realizando aquele movimento tentaria como último recurso dar um pequeno salto para o lado. Com ataques abaixo da minha cintura procuraria dar um mortal para trás usando dos pés e depois das mãos para agarrar ao solo e estar em pé novamente procurando abrir uma distância segura de um golpe em sequência. Estaria sempre tentando agarrar a lama e jogar contra o rosto de meu inimigo assim que tivesse um curto espaço de tempo para tentar tirar a sua atenção ou aproveitar uma brecha da qual aproveitaria igualmente da primeira vez tentada.

Estaria atento com Jason se ele viesse a cair ou estivesse preso/encurralado. Seria nesse momento que focaria os meus esforços para tentar me movimentar o mais rápido em sua direção, seja dando pequenos saltos ou correndo na maior velocidade que conseguisse atingir para agarrar o revolucionário pelas costas e usando da força tentar jogá-lo para o lado usando todo o peso do meu corpo para me jogar e empurrá-lo preferencialmente na direção de algum aliado do homem.

Caso o meu companheiro se negasse a seguir a estratégia, olharia para ele mais uma vez. - Então vamos até Adlet,montamos uma linha de frente com ele e você fica mais atrás nos dando cobertura. - Analisaria rápido a distância entre nós e a "praga" e começaria a correr na direção de Adlet, procurando me esquivar pulando ou movendo meu corpo para longe de qualquer golpe que viesse em minha direção procurando chegar o mais próximo possível do meu companheiro. Se fossemos cercados no meio do caminho tentaria abrir passagem movimentando-me agachado e depois movendo o meu corpo para a direção oposta e tentando acertar o seu pescoço com um direto rápido procurando-o agarrar em seguida e joga-lo contra o seu companheiro para ter um lugar por onde passar. Se o golpe fosse bem sucedido e abrisse uma passagem, mas Jason ficasse para trás, voltaria tentando acertar a nuca ou o pescoço de um dos revolucionários com o mesmo golpe e me movimentando da mesma maneira tentando agarrá-lo e puxá-lo para perto de mim tentando abrir a passagem e tentaria usar das mesmas estratégias de ataque/defesa aproveitando que Adlet estaria ao nosso lado. - Viemos te ajudar, onde está Rannah e o mensageiro? - Diria rapidamente em meio ao calor da batalha tentando adquirir informações.

Toda a minha estratégia era esperando que o licantropo não fosse intrometer-se em nosso caminho contando com os seus subordinados para que lidassem com os dois agentes em busca dos seus amigos. Caso o espadachim viesse a confrontar a nós, seja após termos dado grandes socos, eliminados os revolucionários ou apanhado bastante deles. Tentaria me mover o mais rápido possível para os lados tentando adquirir uma distância segura do mesmo observando o seu estilo de combate, o chão rápido se movimentava e de que mão(s) estava segurando a sua espada. Estaria atento a brechas que costumava a usar em seus ataques com a espada sempre tentando esquivá-los ao máximo contra-atacando da mesma forma que estava usando contra os seus subordinados.

Caso caísse ao chão tentaria me levantar rolando ao chão e depois movendo minhas pernas e pés o suficiente para conseguir recobrar o equilíbrio e manter-me em pé tentando recompor a minha força de imediato.

Eu havia uma grande certeza que se conseguíssemos derrotar todos ou apenas alguns deles o licantropo mandaria um dos seus outros amigos ou ele mesmo viria a nosso encontro, estava preocupado com os meus ferimentos que poderiam abrir e virem a sangrar trazendo uma enorme dor ao meu corpo e complicações no combate tendo uma movimentação mais lenta. Daria um "Há!" para aliviar qualquer dor que estivesse sentindo durante qualquer soco que viesse a dar procurando-me uma melhora rápida e anestésica.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptyDom 14 Jan 2018, 00:11

Não há pacto entre leões e homens




Os dois tinham algumas coisas que poderiam vir a lhes favorecer, em primeiro as árvores, que cercavam eles, o ponto era o meio estava límpido e sem árvores como um círculo onde estavam, apenas aquela região onde se encontravam Adlet e Amber era não arborizada, e era bem curto o espaço uma media de 10 metros de raio do centro ate as árvores que era onde estava Achiles, praticamente dentro, o garoto abaixava seu dorso, preparando para tentar algo diferente que exigisse um pouco menos de seu corpo, um clima diferente parecia surgir naquele ínfimo momento, a mente do boxeador estava a mil colocando suas estratégias em prática bem no lugar correto.

Assim que o primeiro inimigo se aproximava com uma adaga certo de que o boxeador ferido não era uma ameaça, simplesmente sentia a lama em seu rosto, o cegando em mesmo momento que o punho já o lançava ao chão, o segundo revo que vinha pela esquerda simplesmente, não tinha a visão do ocorrido e desavisado sentia a visão escura e seus olhos doendo e ia ao chão com o próximo soco do boxeador, Jason aproveitando as quedas dos dois e a parada do aliado, atirava em ambos, um em cada joelho, dessa forma ajudando a dificultar a movimentação, era o melhor tiro que dava já que eles se moviam muito agonizando no chão com a lama entupindo os olhos.

O terceiro homem vinha de frente pra ele, e rapidamente abaixado ele jogava a lama mas já esperto por ter visto o ocorrido com os outros companheiros dele, e desferia um chute bem na barriga do boxeador antes que ele conseguisse reagir de fato a esquivar, a dor era forte, mas o motivo ficava claro em segundos era bem onde estava costurado depois da facada que havia tomado, era o primeiro momento que ele sentia de fato a dor de um impacto forte em cima daquilo, que por sorte não abria. Mas se recompondo rápido aquele homem não era mais forte que os outros e simplesmente tomando o golpe rápido na barriga se afastava pra trás sendo atingido por uma bala na nuca caindo sem vida no chão. Já eram 3 dos pequenos que caiam o que frustrava o mink. - Parem!- Ordenava ele avançando pra cima do boxeador. - Esse homem tem algum valor, vocês vão perecer se seguirem em frente.- Completava ele chegando mais perto de Achiles. Seguindo as ordens os homens recuavam deixando que ele assumisse.

Ele tinha um olhar de predador, ele não via ele como um igual, e o jovem conseguia sentir isso perfeitamente. - Diga-me então garotinho, qual o seu nome? Quero saber o que ponho no seu túmulo, se mostrou digno, não é qualquer lutador que derruba três dos meus homens.- ele olhava firme para ele nesse momento, as palavras eram serias, e ele esperava de fato uma resposta do menino que ele conhecia ali, um tipo de ritual de combate? Bem não é algo certo, mas de fato tudo ali não precisava fazer sentido, as coisas já estavam loucas ate pros padrões de azar mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 8 EmptySeg 15 Jan 2018, 17:11


Tróia - Parte 1






Era uma estratégia simples que pegava nossos inimigos de surpresa, com lama em seus olhos e um forte soco que os acertava na brecha que havia dois caíam e um terceiro conseguia acertar um chute onde causava uma dor enorme em mim, o mesmo era abatido logo depois de acertá-lo na barriga e Jason finaliza-lo. O meu companheiro estava sendo bem útil também neutralizando os outros dois com tiros em suas pernas e o chefão parecia não estar gostando nenhum pouco do acontecimento e se colocava na batalha pedindo para que os seus subordinados saíssem dali.

O lobisomem me perguntava qual era meu nome, conseguia sentir uma sensação diferente da qual estava sentindo antes e a empolgação deixava cada vez eu mais agitado. Meu semblante sério era de se esperar e eu não sabia bem como lutar contra uma criatura agressiva que perfurava suas vítimas com as suas garras ferozes que deixavam crianças sem dormir quando suas histórias eram contadas. Ele parecia subestimar a nós e aquilo me deixava ainda mais empolgado mostrando que seria uma boa luta. - Você tem um corpo bem estruturado. - Me moveria bem lentamente me aproximando do homem que havia tomado um tiro na cabeça esperando que o lobo não se movesse passando os olhos rapidamente no corpo do homem procurando por um sinalizador que estavam a usar durante todo o tempo. - Meu nome é Achiles... Tá comigo?! - Gritaria alto esperando que Jason me entendesse rápido continuando focado com os olhos no chefão a minha frente. Se eu tivesse visto o sinalizador me abaixaria rapidamente e correria para atrás de uma das árvores com a maior velocidade que eu encontrasse tentando não escorregar na lama e pisar firme sobre a mesma para dar um pequeno buraco na terra e não perder tempo ou me machucando escorregando. Caso não houvesse um sinalizador com aquele homem procuraria apenas correr em direção a árvore usando da mesma forma citada antes.

Meu plano desta vez era diferente da forma que eu costumava lutar, havia pensado em uma estratégia para não me machucar tanto como da última vez ou tentar diminuir o dano tentando ficar atrás de uma árvore e fora de seu campo de visão. Não me surpreenderia se Jason houvesse dito não e ido atrás de Adlet para ajudá-lo, mas caso ele ainda estivesse comigo procuraria olhar ao meu redor rapidamente para ver sua localização. Tomaria precaução se ele tentasse me acertar por trás da árvore movendo o seu braço e espada através e me agacharia o mais rápido que eu pudesse contando com que meus reflexos fossem rápido o bastante, tentaria acertá-lo com um soco em seu braço ou punho na tentativa de fazê-lo largar a espada. Se visse que a mesma não iria soltar procuraria dar um impulso nas raízes das árvores e voltar a correr para uma outra qualquer. Caso ele soltasse a espada procuraria me aproximar rapidamente em sua direção e dar um pulo tentando acertar um gancho em seu queixo com a mão direita e independente do resultado procuraria aterrissar ao chão e correr em direção a sua espada tentando agarra-la pelo cabo e dar um giro tentando joga-la longe, torcendo para que caso Jason estivesse comigo atirasse no lobo com a guarda baixa.

Se ele tentasse contornar a árvore aproveitaria do momento que ele não estivesse me vendo para tentar acertar um soco em seu estômago, rapidamente me abaixando e tentando empurrá-lo para trás em seguida se ele ainda estivesse no meu alcance, caso contrário procuraria dar passos para trás, me virar e correr em direção a mais uma árvore. Em caso de eu conseguir sair correndo para uma próxima árvore, esperaria ele estar próximo o bastante mantendo minhas mãos sobre a lama e tentando levanta-la rápido em sua direção, daria uma esquiva para a direita ou esquerda se ele tentasse me atacar as cegas com um ataque vertical ou me abaixando em uma tentativa de uma horizontal alta ou pulando em uma horizontal baixa e procuraria tentar acertar um gancho em seu queixo. Independente do resultado dessas procuraria correr para uma outra árvore, esta em um ponto alto. Esperaria que Jason conseguisse ver a brecha que havia aberto se ele estivesse comigo para poder disparar contra o lobisomem.

Se conseguisse achar uma árvore com uma elevação esperaria ele estar bem próximo para apontar o sinalizador em sua direção e apertar o gatilho tentando pega-lo desprevenido e uma distância bem curta para que não errasse o disparo e caso errasse acertasse o solo. Diria um - Boom! - se conseguisse disparar. Tentaria me distanciar o máximo o bastante se o tiro fosse certeiro em seu peito e colocasse fogo em seus pelos. Em caso de não acertar procuraria jogar o sinalizador em sua direção e partir em sua direção andando reto, se não houvesse um sinalizador usaria lama assim que ele tentasse contornar ou eu visse ele se aproximando. Procuraria me abaixar ao chegar próximo se ele tentasse um ataque horizontal escorregaria pelo chão com lama e tentaria puxar o seu pé para baixo, jogaria-me em cima do lobo e tentaria dar socos encaixados em seu rosto. Se viesse um corte vertical tentaria dar um pequeno salto para o lado e depois um para a esquerda abaixado tentando desviar de uma horizontal alta ou uma outra vertical para no fim dar um último salto em direção ao seu queixo com a maior força que encontrasse.

As chances de ele me alcançar durante qualquer uma de minhas corridas eram altas e se isso acontecesse tentaria me esquivar da melhor forma. Abaixando-me para horizontais altas(acima do meu peito) e tentando acertá-lo com um forte soco em sua costela direita para abrir espaço e conseguir correr para uma das árvores. Em cortes verticais tentaria esquivar-me dando um pequeno pulo para uma das direções tentando nunca bater contra uma árvore, pedra ou que estivesse no caminho tentando a partir daí iniciar uma outra corrida. Se viessem cortes de horizontal baixa(abaixo do meu peito) tentaria dar um mortal para trás levantando lama com os meus pés e tentando com elas joga-las em sua direção para abrir um espaço e eu conseguir correr até alguma árvore.

Em caso de ser acertado por ser sua espada ou apenas cair/ser derrubado. Tentaria me levantar com um jogo de corpo para frente para ser rápido e tentando uma nova sequência de esquivas/contra-ataques ou uma corrida dependendo da distância entre eu e meu inimigo e eu de uma árvore. E não deixaria de soltar um " " A cada soco para amenizar a dor que poderia estar sentindo aquela hora, tendo recebido o golpe, algum ponto que abriu ou apenas o cansaço físico.

Lutar era uma das coisas que mais me deixava vivo e não podia deixar de sentir uma empolgação ao estar em uma luta, era algo que eu sempre gostei de fazer e me envolver quando era por uma boa causa. Ainda estava preocupado com Rannah, mas com aquele Chefão a minha frente impedia de ir procurar ela e Adlet também não saia da minha cabeça junto com Amber que estavam em perigos, esperava que Jason fosse conseguir salvá-los se me deixasse cuidar sozinho do lobisomem.



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