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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 1

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Achiles
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptySab 04 Nov 2017, 22:52


Tróia - Parte 1






Fiquei feliz quando pelo menos o gordo sorriu da nossa animação e alguns outros homens que estavam por ali, quando perguntei sobre ir ao banheiros um trio mais experiente quis ir comigo, o que me estranhava neles era que o que tinha me respondido dava uma cotovelada em um dos seus companheiros, ele tinha uma cicatriz enorme em seu rosto e aquilo me dava um tom de um homem mais experiente na batalha o que podia ser um pouco mais intimidador. Descíamos até o banheiro e no caminho enquanto estávamos descendo a escada, o da cicatriz me perguntava o meu nome. - Me chamo Achiles e você?

O caminho não era tão longo até o banheiro, os dois outros ficaram do lado de fora enquanto o homem da cicatriz entrava no banheiro ao meu lado. Após um leve alívio ele começava a falar sobre não gostarem de pessoas animadas dentro do quartel como se tudo fosse festa e virava para a minha direção depois de arrumar o seu cabelo com os seus socos ingleses que tirava do seu bolso. - Mas e aí? Ser tocado pro alguém que nem lavou as mãos deve ser algo vergonhoso. - Sorriria para ele com o mesmo sorriso cínico que ele mostrava, estava esperando um momento para ter uma boa luta há algum tempo e contra Pilo não tinha sido satisfatório.

Levantaria meus ombros e moveria o pescoço para os lados rapidamente aquecendo os meus músculos para a luta que estava por vir e fixaria os meus olhos em seus movimentos, ficaria sério e procuraria calcular a distância que estávamos, depois seguindo em sua direção caminhando lentamente e me preparando para esquivar de seus golpes com os socos ingleses, manteria a minha postura com a minha mão direita mais atrás da esquerda e meu pé esquerdo mais a frente. Esperaria sua ação assim que estivéssemos próximos esperando que ele viesse para me acertar em minha cabeça com cruzados ou jabs onde procuraria me esquivar movendo minha cabeça e meu tórax para trás com meus pés em movimento e procuraria achar uma brecha entre seus ataques, um golpe mais lento ou uma região em sua costela mais exposta, me esquivando de ganchos movendo meu corpo mais bruscamente para trás. Assim que visse iniciaria uma sequência de socos acertando a sua costela com brecha com um gancho da mão do lado mantendo o punho na vertical, o seu maxilar com um gancho da mão oposta a que usei para o primeiro gancho e terminando com um último gancho em seu maxilar com a primeira mão que usei para golpear, sempre movendo meus pés para frente em cada golpe ficando em movimento.

Em caso de que o primeiro golpe desse errado e ele esquivasse ou bloqueasse eu continuaria a tentar acertá-lo com os outros socos e recuaria no final com um pulo para trás já me preparando para manter a postura e seguir esquivando da mesma forma que havia planejado antes e esperando uma outra brecha para começar um ataque do mesmo jeito, se eu ficasse encurralado em uma parede ou algum mictório eu tentaria acertar um uppercut em suas partes íntimas e trocar de posição pulando por cima ou movendo pelo lado do homem da cicatriz tentando tomar uma distância dele antes de começarmos a continuar a luta.

Se a sequência de golpes tivesse dado certo eu abriria um sorriso cínico dando alguns passos para trás vendo se ele havia sentido bastante dor ou não, tentaria começar a esboçar alguma estratégia em minha mente para poder seguir com o combate de uma forma que pudesse feri-lo mais e daria uma leve olhada pelo chão para ver se não estava com algum piso mais molhado ou escorregadio." Esquivar e bater, sim, esse é o jeito. "

O homem de cicatriz parecia bem convincente quando se tratava em bater e ele já parecia gostar disso tanto quanto eu, se fosse acertado tentaria respirar fundo e recompor independente da dor que estivesse seguindo mantendo a minha postura e a guarda alta e tentando me esquivar de possíveis golpes da mesma forma que estava esquivando antes me esperando que ele se cansasse de tentar me golpear.

Caso a minha sequência fosse o bastante para nocauteá-lo eu procuraria olhar para a porta para ver se seus companheiros estivessem para entrar, se nenhum exercesse um movimento na porta eu agarraria as mãos do de cicatriz e tiraria os seus socos ingleses, colocaria ambos em meus bolsos e arrastaria seu corpo até uma das divisórias, deixaria ele deitado ao lado da privada e sairia pela porta correndo tentando surpreender os outros dois companheiros para que não tivesse que lutar com eles dois também onde tentaria me direcionar até o dormitório o mais rápido que eu pudesse.



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Off: Aquele famoso valentão vacilão Xzibit
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptyTer 07 Nov 2017, 17:27




Achiles

Nobre Galanteador


Ambos pareciam dispostos a continuar com o combate, tanto que Achiles se vira com um sorriso no rosto junto a um comentário inusitado.

- E quem disse que você vai me acertar merdinha?

O jovem aspirante a Agente começa seu ‘aquecimento’ girando seus ombros e avançando lentamente, nos +- 3m que os separavam. Assim que assumiu a postura de combate Scar avançou, nesse momento apenas 2m os separavam, avançando o pé esquerdo a frente e movendo o corpo de baixo para cima impulsionando um poderoso gancho na direção do queixo de Achiles, este que rapidamente impulsionou a parte de cima do seu tronco para trás sentindo apenas o golpe de ar derivado do soco.

Achiles voltava o rosto para frente procurando acertar um golpe cruzado de esquerda na lateral exposta pelo gancho do oponente quando ao mesmo tempo Scar girava o corpo usando a torção que o gancho havia causado para impulsionar um cruzado de esquerda. Acertaram-se assim ambos ao mesmo tempo, Achiles um cruzado no centro abdome de Scar, visto que durante o contra-giro a frente do abdome girou, enquanto Scar acertava um cruzado de esquerda na maça do rosto de Achiles desequilibrando e empurrando-o na direção da porta enquanto Scar era desequilibrado e empurrado na direção interna do banheiro.

A face do rosto havia sido cortada e a visão do olho direito estava embaçada pelo forte impacto. Scar estava com a mão esquerda sobre o abdome enquanto parecia estar com alguma dificuldade em puxar o ar.

- Vermezinho de merda. - xingou, embora sua voz soasse forçada.

Ambos ergueram a guarda de novo, ignorando os danos da primeira troca de golpes. Achiles não via nada que indicasse piso molhado, um pouco só próximo as cubas da pia, mas ali teria de lutar muito para empurrar o oponente naquela direção quase contra a parede.  Aproximaram-se novamente para o confronto direto.

Dessa vez Scar avançou mais cauteloso, não em uma corrida como antes, assim com os punhos erguidos arriscou uns jebs de direita os qual Achiles esquivou inclinando-se para trás movendo-se com os pés arrastados.

Lentamente as esquivas de Achiles o empurravam para trás contra a parede da porta, fugindo dos Jebs e dos diretos. Scar não tentou outros golpes pesados parecendo também procurar uma abertura na postura de Achiles.

Assim que se viu contra a parede o jovem precisou reagir, afinal não havia mais para onde recuar e atacou com um uppercut, mas a região em que mirava não era realmente própria para aquele tipo de ataque a no momento que se inclinou acabou por expor a nuca e antes que tivesse tempo de acertar o golpe foi violentamente jogado contra o chão por um golpe de cima para baixo.

Scar deu dois saltos curtos para trás afastando-se de Achiles que começava a se levantar, embora zonzo.

- Você é realmente só um merdinha que só sabe ficar correndo né? Quando não tem mais pra onde ir fica no chão.

Scar estava a 1,5m de Achiles e parecia esperar ele se levantar. O jovem estava ‘de quatro’ no chão apoiando-se para se erguer, mas ainda sem fazê-lo. Começava a sentir a forte dor de cabeça advinda do impacto na nuca, felizmente Scar não o havia acertado com a soqueira, havia sido um golpe mais parecido com uma ‘marretada’.




OFF:

Citação :
Assim que visse iniciaria uma sequência de socos acertando a sua costela com brecha com um gancho da mão do lado mantendo o punho na vertical, o seu maxilar com um gancho da mão oposta a que usei para o primeiro gancho e terminando com um último gancho em seu maxilar com a primeira mão que usei para golpear, sempre movendo meus pés para frente em cada golpe ficando em movimento.

Esse trecho aqui ta em godmode, não tenho problemas com algumas palavras no gerúndio e tal, mas aquele ACERTANDO ali colocou tudo que veio a seguir como algo feito e concretizado. Como se fosse certeza do ocorrido. No geral o verbo Tentar pode ser usando no gerúndio seguido de um infinitivo ex: Tentando acertar.

Não precisa ser aquele IA infinito que cobram nas minis, mas tome cuidado com os gerúndios, pois podem passar o conceito de afirmação muito facilmente.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptyQua 08 Nov 2017, 18:27


Tróia - Parte 1






A luta começava a tomar pretensões indesejadas quando eu me via sendo acertado por um golpe que mal esperava e tendo meu rosto cortado pela soqueira, minha visão ficava turva e eu podia sentir o sangue e a dor vinda do corte, aquilo tinha conseguido me irritar por ter sido acertado por um golpe, o que eu precisava fazer era diferente e não aquilo. Quando eu vai já estava sendo atacado mais uma vez e infelizmente tudo o que eu poderia fazer era esquivar naquele momento até ser levado contra a parede, quando tentava um uppercut em suas partes íntimas acabava por me fazendo abrir demais e sendo acertado em minha nuca pelo homem de cicatriz. O golpe era forte o suficiente para me deixar ao chão com dor de cabeça e tonto com aquilo, precisava me recuperar e de uma forma mais do que simplesmente ficar a esquivar, precisava acertar e para valer, chega de correr. Após ouvir o comentário mais do que idiota do agressor tentaria sorrir enquanto tentava me levantar arduamente apoiando minhas mãos e forçando os meus joelhos e pernas, balançando a minha cabeça para tentar focar a minha visão mais uma vez. " Esse maldito conseguiu me acertar forte... Preciso revidar a mesma altura! "

Se por vez ele estivesse vindo em minha direção e eu ainda não tivesse conseguido me levantar, tentaria ainda de quatro jogar todo o meu corpo para o meu lado fazendo meus joelhos flexionarem e minhas mãos me empurrarem para o lado para tentar me esquivar do golpe e me apoiar em alguma estrutura que eu pudesse usar para me levantar.

Conseguia sentir a adrenalina subindo o meu corpo e a irritação tornando-se ódio, olharia em direção ao cicatriz enquanto moveria meu corpo em sua direção com a guarda alta movendo para a esquerda e para direita e tentaria manter-me abaixado todo o momento tentando distrai-lo com isso e quando estivesse próximo o bastante tentaria me posicionar o melhor possível e lhe acertar um forte uppercut de direita em seu maxilar dando um leve salto e tentando dar dois saltos para trás independente do resultado olhando sempre em sua direção com a cabeça para trás e movendo meu torso para caso ele tentasse me acertar.

Se caso ele estivesse próximo o bastante para eu não conseguir me mover em sua direção tentaria me abaixar o máximo que eu pudesse e tentar acertar um gancho na mesma região em que eu acertei da última vez tentando deixar aquela área cada vez mais dolorida e sensível e em seguida tentar acertar um gancho no outro lado que tivesse acertado mantendo-me abaixo o momento todo flexionando os meus joelhos. Caso ele tentasse me acertar em qualquer momento eu procuraria dar um giro para o lado abaixando o meu torso e cabeça para não ser acertado e com a força do giro tentando acertar a parte de trás de suas costas e depois tentando me posicionar onde ele estava mantendo a guarda alta. Se ele tentasse me acertar novamente voltaria a tática de antes de desviar com o torso e a cabeça para trás, mas desta vez não esperaria uma chance e tentaria pegá-lo de surpresa tentando passar por debaixo de seu golpe sendo ele na horizontal e acertar um gancho em sua costela mais uma vez.

Me recuperaria e suspiraria a cada golpe tentando manter o meu fôlego e a minha força, em caso de ser acertado de novo tentaria me manter consciente e me levantar se estivesse caído com todas as forças que eu tivesse procurando permanecer em pé e mesmo não conseguindo derrotar daquela forma que estava irritando-o ao máximo com a minha persistência em continuar de pé. Se eu conseguisse acertar os meus golpes e por fim derrotá-lo, olharia em direção ao homem caído e daria mais mais socos em seu rosto, tentaria retirar as suas soqueiras e sairia correndo pela porta com as forças que tivesse tentando me livrar dos seus outros dois companheiros.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptySex 10 Nov 2017, 15:40




Achiles

Nobre Galanteador


Scar aguardava enquanto Achiles se levantava, parecia ser alguém que preferia lutar em pé, ou talvez só não quisesse dar desculpas para Achiles usar em sua possível derrota, fosse o que fosse o jovem boxeador conseguiu se levantar, sentia o sangue escorrendo pelo corte superficial em seu rosto, nada grave e nada que fosse precisar de tratamento ele bem sabia.

Mudando de postura o jovem avançou contra Scar, as mão erguidas frente ao rosto e o corpo curvado diminuindo assim a área alvo. As primeiras tentativas de aproximação foram repelidas por Jebs que embora o jovem tenha tentado girar para esquivar acabou tendo de recuar nesses giros para não ter a guarda quebrada.

Scar era um pouco mais alto, mas mesmo essa pouca diferença lhe conferia a envergadura necessária para atingir Achiles antes que este pudesse fazê-lo. ( Ta parecendo aquele manga de luta)

Novamente Achiles avançava, conseguindo desviar do jeb e avançar curvando-se para impulsionar o uppercut, Scar foi igualmente rápido em sua defesa retornando o braço esquerdo que havia desferido o Jeb e unindo-os em frente ao peito interceptando o golpe de Achiles antes deste atingir o alvo. Um rápido contra golpe, um direto curto de direita foi evitado com dois saltos curtos para trás que havia salvo Achiles do revide.

Novamente avançando Achiles esquiva de um cruzado de direita girando seu corpo para a mesma direção do golpe passando atrás dele, teria sido um bom golpe, mas Scar não era inciante e continuo seu avança invertendo a posição com Achiles que após completar o seu giro havia passado a estar na parte interna enquanto Scar estava agora próximo a porta de saída.

O oponente solta os ombros e bate com as soqueiras uma nas outras.

- Você é um desgraçado escorregadio. - referia-se ele sobre a pericia em evitar os golpes que Achiles possuía. - To afim de voltar pro meu jogo, então vamos acabar logo com isso. - dito isso ele bateu duas vezes na porta atrás de si e os outros dois entraram. Mudando assim completamente a luta ‘justa’ desarmada que Achiles vinha travando.

Os outros dois ficaram um passo mais atrás de Scar, um era magro e mais baixo, mas Achiles pode ver que carregava uma pequena Adaga fina que mais se assemelhava a um picador de gelo. Já o outro era alto, pouco mais que Scar e tinha o que parecia ser biqueiras de aço na ponta da pesada bota.




OFF: Não to te maltratando de graça não, é pra dar um Plot pro NPC Jason. =)


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptyDom 12 Nov 2017, 15:09


Tróia - Parte 1






O combate continuava e acabava continuando de uma forma indesejada aos punhos que não acertavam os seus alvos, estava começando a ficar irritado por não acertar golpes em meu oponente e ele sentia o mesmo por não conseguir acertar golpes em mim, ele era um pouco mais alto que eu e isso fazia com seu meus golpes fossem menos eficazes. O que era para ser um valentão tentando ensinar algo para um novato que gostava de ser feliz e sorrir para todos se tornava em uma briga injusta, três contra um. O homem da cicatriz era bravo e isso era evidente com seus comentários me chamando de escorregadio, sim, eu era mesmo, sempre fui bom em desviar de golpes. - Isso é mais do que injusto, não acham? Seu chefão ai deveria ser destituído do cargo por não conseguir acabar com um novato, que tal você, botas de ouro, o que acha? - Tentava ganhar algum tempo enquanto colocava a minha mente para trabalhar pensando em uma maneira de eu conseguir derrotar os três, mas tudo o que eu conseguia pensar era: " Estou mais do que lascado! "

Uma ideia vinha em minha mente, infelizmente era vergonhoso ter que fazer aquilo mas era o jeito. - Mas então, vocês iriam querer que eu dizesse algo como? - gritaria em voz alta. - ME AJUDA! Ou vocês preferem algo mais do tipo. TRÊS HOMENS NO BANHEIRO TENTANDO BATER EM UM NOVATO! - Tentaria dar um sorriso para os três, mas era quase impossível naquele espaço pequeno eu conseguir derrotar os três, o que era interessante é que eu também podia usar do espaço pequeno para acabar com eles.

Viraria de costas para eles e correria até uma das divisórias entrando na primeira que eu visse, tentaria trancar o mais rápido que eu pudesse se houvesse algum trinco, olharia para ao meu redor enquanto seguraria a porta com as minhas mãos. Se houvesse algum papel eu tentaria mergulhar sobre o vaso sanitário não me importando com o que houvesse dentro e sim se havia água e me afastaria o máximo que eu pudesse da porta, deixaria que abrissem a mesma e jogaria o papel molhado no rosto de quem entrasse por primeiro já tentando seguir de um direto de direita jogando todo o meu corpo e meu braço com a maior força em direção ao rosto.

Tentaria fechar a porta o mais rápido se que eu pudesse tendo acertado o golpe ou não e repetiria a mesma coisa se houvesse mais papel, se não eu tentaria ficar segurando a porta esperando que sentissem falta da minha presença e viessem me procurar ou ouvissem o barulho que estivéssemos fazendo no banheiro. Se eu não conseguisse fechar a porta eu tentaria bater com ela na pessoa que estivesse impedindo e tentando dar marretadas em sua cabeça, caso não desse para bater na pessoa eu tentaria começar a me esquivar tentando mover o meu corpo para os lados e direcionando as minhas mãos para os braços da pessoa tentando afastar o que viesse, seja um soco, um chute ou a adaga do mais baixo tentando contra-atacar com uma "marretada" na cabeça com a minha mão direita.

Estava preocupado em não conseguir chegar até a divisória a tempo ou ela estivesse trancada, onde eu tentaria me soltar balançando os braços e movendo as pernas caso houvesse alguém me segurando e se ela estivesse trancada eu tentaria me esquivar movendo o meu corpo para os lados tentando achar algum meio de passar por trás de algum deles e dar uma cotovelada em suas costas esperando que meus movimentos fossem rápido o suficiente para escapar dos golpes ou cosias do tipo.

Se não houvesse alguma outra escolha a não ser apanhar, tentaria contrair os meus músculos o máximo que eu pudesse para minimizar os danos ficando em posição fetal e tentando também não desmaiar torcendo para que aquele dia não fosse o meu fim.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptyTer 14 Nov 2017, 16:49




Achiles

Nobre Galanteador


Vendo a situação se complicar cada vez mais a sua frente o jovem boxeador começa a buscar tempo em suas palavras para tentar pensar em algo. No entanto suas palavras não parecem atingir qualquer objetivo, visto que ele mesmo não entendia os motivos por trás da liderança de Scar naquele ‘grupo’.

Assim sendo as reações que recebeu foi um duplo dar de ombros vindos dos companheiros do Scar em um sorriso zombador do próprio Scar.

- Você não sabe mesmo como as coisas funcionam por aqui não é novato? Mas continue gritando, eu gosto disso e ninguém vai ouvi-lo aqui.

Com isso deram em simultâneo um passo para frente que vez com que Achiles se virasse e corresse. Alcançando a primeira cabine ao som de risadas do trio.

- Viram como ele corre? - e seguiu-se mais risadas.


Achiles conseguiu se trancar no pequeno espaço composto de um repositório de papel, um vaso, um lixo vazio que media no máximo um e meio de comprimento da parede a porta, por 1m de largura. As paredes tinham cerca de 190cm de altura e eram vazadas em baixo em cerca de 20cm.

O rolo higiênico era grande e não foi possível mergulhá-lo inteiro no vaso, mas Achiles deu três giradas conseguindo molhá-lo de forma satisfatória enquanto aguardava.

- Vamos lá novato, facilite as coisas, você vai apanhar de qualquer modo, não importa o que faça, hoje, amanha e depois vamos sempre dar um jeito de te pegar sozinho e você sabe o que vai acontecer? Você vai apanhar todo dia e mesmo se falar pra alguém ninguém irá dar bola e você continuará apanhando até ir embora daqui.

Depois disso a porta recebeu um chute, não muito forte, mas fez com que a estrutura do box balançasse. Venho um segundo chute e Achiles percebeu que a parte onde o trinco entrava na estrutura adjacente começava a mostrar rachaduras e logo arrebentaria.

Achiles estava bem recuado, com as penas uma em cada lado do vaso visto que a porta abria para dentro e somente assim teria ela espaço para abrir por completo e ele poder executar seu plano.

Por fim o terceiro chute estourou a porta fazendo-a abrir com violência para dentro, no mesmo instante Scar passava a frente apoiando com uma das mãos a porta para que esta não ricocheteasse. Ali ele foi surpreendido pelo rolo higiênico voador que acertava-lhe o rosto. Achiles aproveitou esse momento para saltar em um direto, jogando o surpreso Scar em desequilíbrio para trás enquanto ele próprio recuava tentando fechar a porta.

Sentiu novamente um chute enquanto encostava ela, mas depois parou, ao menos enquanto Scar blasfemava em furia tremenda, tal qual tornava indistinguível suas palavras.

Após se acalmar os golpes continuaram, Achiles sentiu alguém aplicando uma ombrada na porta, depois outra, depois outra. Scar xingava a cada golpe que Achiles segurava e então após talvez o sexto golpe Achiles foi pego desprevenido por algo que não esperava.

O Tae havia se abaixado na lateral da cabine e usando de sua perna aplicou uma rasteira circular atingindo os pés de Achiles por trás ao mesmo tempo que um novo golpe era aplicado na porta jogando-o assim em queda para trás, sua cabeça atingiu a borda do vaso e sua visão se escureceu resumindo sua existência a dor daquele momento.

Quando seus olhos voltaram a focar, embora ainda nublados o jovem encontrava-se em pé sendo segurado em cada braço pelos capangas de Scar.

- Você vai pagar por aquele truque sujo muleque. - e aplicou um soco no estomago de Achiles que sentiu todo seu ar sendo roubado. Scar falou algo mais, mas Achiles não foi capaz de entender, estava prestes a receber outro golpe quando pararam. A visão ainda estava turva, mas Achiles sabia que devia esperar outro golpe que não vinha, ouvia algumas coisas sendo ditas, mas não as entendia. Quando percebeu foi jogado para trás com violência e sentiu o mundo girar apagando brevemente.

A visão voltava a focar, era quase como se os olhos não pertencesse a ele mesmo, ouvia um só distante, parecia talvez um ei, ei, ei, ei. Sacudiu a cabeça e logo se arrependeu quando a dor se espalhou, mas conseguiu se manter acordado e logo as coisas começaram a tomar foco.

Estava no chão do mesmo banheiro, deitado olhando para o teto, uma figura borado a sua frente lhe sacudia suavemente e chamava por ele com EI’s e Ou garoto.

Ajoelhado ao seu lado estava Jason, no chão ao redor de sua cabeça havia uma mancha de sangue, mexeu os olhos e sentiu que havia uma faixa apertada além da conta em sua cabeça, quem há havia colocado ali pouco devia entender de primeiros socorros, mas de todo modo havia ajudado a parar o sangramento, a boca estava seca, mas sentia-se em condições para falar, embora talvez não ainda bem para levantar.

- Ei garoto, ou tá me ouvindo? - soou a voz de Jason, dessa vez mais nitida.






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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptyQua 15 Nov 2017, 22:59


Tróia - Parte 1






Toc, toc, toc... Quem é? Podia ser uma piada interna para mim que se via encurralado em uma das divisórias após ter corrido do grupo de bullying que me confrontava naquele banheiro apertado. Eu conseguia ajeitar o meu plano de molhar o papel higiênico e o da cicatriz dava o seu famoso discurso de " Vou te bater hoje, amanhã e sempre! Até que você desista! " Não sei o que me entediava mais, a sua fala ou ter que ficar preto naquele banheiro, não demorava muito para ele chutar a porta, após três chutes ele entrava, e advinha? PAM! Papel higiênico na cara seguido de um direto bem no meio da fuça para fazê-lo recuar, aquilo havia me dado uma brecha para tentar escapar, talvez? Mas não fui inteligente o suficiente para pensar nisso e recuei para dentro da divisória mais uma vez.

A adrenalina estava em meu corpo e minha sede por uma batalha, infelizmente aquilo era me negado tento que enfrentar mais do que um, não me mostrava uma escapatória daquele lugar e era questão de tempo até que eu fosse pego e talvez até levado a óbito dentro daquele banheiro. Um dos meus únicos objetivos tinha sido concluído com sucesso, pelo menos, irritar o das soqueiras o máximo que ele podia. Infelizmente era pego com sucesso com uma rasteira pela parte aberta da divisória e com um empurrão na porta minha cabeça batia sobre o vaso. Dor, era a única coisa que eu conseguia sentir naquele momento infame.

A dor me levava até estar em pé e um soco no meu estômago, o ar saia de minha boca e a dor tomava conta do meu corpo, felizmente era o último golpe que haviam me acertado naquele lugar, a audição era capaz apenas de captar vislumbres do que seria o som e era jogado para trás após palavras inaudíveis. O vazio tomava conta dos meus olhos e pensamentos naquele momento e eu apenas voltava a entender quando palavras no vazio eram escutadas parecendo que estavam vindo do fundo de uma caverna exorbitante, após uma sacudida para recompor a minha visão era tomada a dor do arrependimento de ter feito aquilo. " Onde estou? "

Estou no banheiro mais uma vez com alguém me chamando com EI's ou Ou's. Uma figura borrada estava a minha frente me sacudindo e em breve momentos conseguia ver que era Jason, uma faixa amarrava a minha cabeça em meio ao redor de sangue se fazia em volta do crânio, a boca seca e um alívio de ainda poder estar ouvindo e vivo. - Ei garoto, ou tá me ouvindo? - A voz nítida do "amado por Pilo" era captada com sucesso. Me forçaria a mover os meus dedos da mão e do pé para ter certeza que não havia perdido a sensibilidade dos mesmo, com um esforço em minha garganta, língua e boca, diria. - Acho que eu demorei muito para acabar com ele. - Respiraria fundo tentando sentir o ar em meus pulmões e se aquela área não havia sido muito afetada, tentaria manter a minha respiração constante e lenta para não forçar muito o meu corpo enquanto tentaria continuar me recuperando do que havia acontecido a tão pouco tempo, ficaria deitado por um tempo até que eu me sentisse melhor para poder seguir até a enfermaria.

- Será que você poderia me ajudar a ir até a enfermaria ou pelo menos fazer alguém vir até aqui? - Perguntaria levemente esperando que a resposta fosse sim, olharia em seus olhos e veria a sua expressão, não sabia bem o que havia acontecido e se era ele que havia parado os agressores, mas sabia que talvez minha vida estivesse por um fio se eu continuasse daquele jeito no chão gelado do banheiro e longe de equipamentos médicos. Se ele me aconselhasse a ficar deitado antes de tentar me levantar, seguiria o seu conselho esperando que ele fosse em busca de ajuda, caso contrário esticaria minha mão até o ombro de Jason e esperando que ele me ajudasse a me levantar, se a reação fosse negativa, tentaria engatinhar lentamente ou me arrastar até uma pia ou algo que me desse um apoio perto da parede, colocaria a minha mão no apoio e tentaria erguer o meu corpo puxando para perto enquanto forçaria meus joelhos e corpo para manter o meu equilíbrio e a força. Caso Jason me ajudasse a me manter em pé indo em direção a enfermaria depositaria toda a força o meu peso sobre ele enquanto forçaria o meu corpo para caminhar e minha visão não ficar toda nublada.

Se Jason estivesse negando a me ajudar, seguiria tentando me apoiar nas paredes tentando lembrar o caminho da enfermaria, caso caísse no meio do caminho tentaria me levantar apoiando na parede tentando me direcionar até a enfermaria. Se por algum motivo eu ficasse sem a minha visão ou tivesse uma dor que me paralisasse, eu diria para ele. - Espera, pare aqui, chame alguma ajuda, não consigo mais continuar.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptySex 17 Nov 2017, 16:51




Achiles

Nobre Galanteador


Jason percebendo que Achiles acordava sentava-se no chão próximo a parede oposta as portas das divisórias, encostando-se nela para fumar um cigarro.

Deitado no chão Achiles puxou o ar profundamente, sentindo nitidamente sua região toraxica e percebendo que não havia danos severos na mesma, talvez não houvessem tido tempo suficiente para machucá-lo muito. O que doía mesmo era sua cabeça.

Durante uns 10 minutos permaneceram em silêncio, tempo o qual o cigarro de Jason terminava e Achiles começava a se sentir confiante em se levantar. Devagar e rijo se pôs sentado e depois com ajuda de Jason em pé, ali precisou de mais alguns minutos para que a tontura de se levantar passasse, mas assim depois de um tempo puderam continuar.

Jason não falou nada, não perguntou se estava bem, nem o que havia acontecido, apenas serviu de apoio para que chegassem até a enfermaria. Parraram por duas vezes no caminho quando Achiles se sentiu tonto, mas melhorou um pouco conforme se aproximavam da enfermaria, tiveram que pegar um caminho mais longo já que com a tempestade seria complicado atalhar pelo patio. ( Eu meio que entendi lendo os outros posts que a enfermaria ficava em algum lugar fora, já que vocês sairão de lá e depois chegaram no saguão do QG. )


Passaram por dois marines que olharam para a dupla, mas também não teceram comentários.

A enfermaria estava fechada e só então Jason falou.

- Espere aqui. - Fez Achiles se sentar e saiu, provavelmente para buscar a enfermeira.

Minutos depois a tal.. ( Como é o nome dela mesmo?) chegou, já não acompanhada de Jason, estava com um roupão enrolado e mais ou menos amarrado, o cabelo despenteado e parecia ofegante por ter corrido.

- O que aconteceu com você? - perguntou atrapalhadamente se abaixando junto a Achiles enquanto mexia no chaveiro procurando a chave certa. - Depois você fala, vamos tratar você primeiro.


Logo Achiles se encontrava deitado no interior da enfermaria recebendo os primeiros socorros. E agora mais calma e já cuidando do ferimento na cabeça na nuca de Achiles a enfermeira volta a falar.

- E então, o que aconteceu?







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Última edição por GM.Furry Men em Sab 18 Nov 2017, 11:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptySex 17 Nov 2017, 23:08


Tróia - Parte 1






Meus pulmões estavam bons para o meu alívio, mas a minha cabeça doía mais bastante, Jason estava quieto, mas me ajudava a me levantar e ir até a enfermaria, com sua ajuda era possível eu ter conseguido andar sem cair ou ele ter ido achar a enfermeira que deveria estar descanso, foi a única vez que ele falou em todo esse tempo, ele estava bem quieto e não parecia estar com os melhores do humor dele, ele sempre fora quieto desde a primeira vez que vi. Fiorela chegou sozinha, estava desarrumada e cansada devido pelo que parecia ter corrido até o caminho a enfermaria. Ela me perguntava o que havia me acontecido e antes mesmo de eu poder responder, Fiorela já começava a procura pelas chaves da enfermaria e pedindo para eu esperar antes de responder.

Com a minha cabeça recebendo os socorros necessários, ela me perguntava novamente a mesma coisa antes de interromper a minha resposta e eu fechava um pouco os olhos para minha memória ficar mais refrescada. - Tudo começou em uma bela noite quando estava no dormitório e resolvi ir para o banheiro, perguntei para alguém se queria ir comigo dentro do grupo e um mais experiente recruta com dois amigos seus resolveram ir comigo. Sem nenhum problema chegamos no banheiro onde dois ficaram do lado de fora e um homem de cicatriz ficou no banheiro comigo, sem nem esperar eu lavar as minhas mãos ele sacou as duas soqueiras e venho querendo me bater me acusando de ser "Alegre demais" . Vê se pode isso. - Daria uma respirada funda e abriria os meus olhos novamente. - Bom, após uma troca de socos e um pouco de humilhação por receber uns golpes daquele cara, ele resolveu apelar por eu ser "esguio" demais e chamou os seus dois amigos, o resultado está em sua frente do que aconteceu depois disso. - Olharia nos olhos de Fiorela tentando adivinhar a sua expressão.

Esperaria receber os devidos cuidados da enfermeira e em seguida diria. - Me desculpe por incomodá-la essa noite, nunca foi minha intenção entrar em uma briga, por mais que eu adore uma. Tenho que agradecer o Jason por me ajudar mesmo não tendo motivo nenhum para isso sendo que tive até minhas desavenças com ele. - Esperaria ver se poderia deitar em algum lugar para descansar ali e colocaria minha cabeça sobre o travesseiro se não fosse impedido pela enfermeira, não estava esperando que as dores sumiriam da noite para o dia, mas uma boa noite de descanso seria uma boa. - É bom ser atendido por você, você é linda. Acho que um descanso não faria nenhum mal para mim agora que fui atendido por uma médica excepcional. Obrigado, Fiorela. - Daria um sorriso final e fecharia meus olhos esperando que o sono me viesse a cabeça e pudesse dormir.

Se fosse impedido de poder descansar, olharia para ela no mesmo instante. - Obrigado por me atender essa noite e me desculpe o incômodo novamente, estar aqui com você é reconfortante, gosto bastante de você. Espero estar na hora de descansar logo e que essa dor de cabeça pare logo, aliás, qual foi o veredito final do que sofri? - Esperaria sua resposta e seguiria as ordens indicadas se fossem me ditas, esperando um tempo para poder descansar e dormir.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptySab 18 Nov 2017, 12:34




Achiles

Nobre Galanteador


(Dei uma editada no post anterior, havia esquecido do temporal, ai só adicionei algo a isso lá. )

Achiles não enxergava os olhos da médica enquanto era tratado, afinal o corte na parte de trás da cabeça fazia com que ela estivesse posicionada em suas costas e por tanto não viu a boca torcida dela quando ele finalmente terminava de contar o que havia ocorrido.

- Deve ter sido o Marcus Vartin, com uma cicatriz próxima ao olho… - a doutora dizia finalmente o nome do ‘scar’. - Algumas pessoas podem não ver com bons olhos a sua empolgação, foi o mesmo quando você chegou aqui lembra? Pulando e comemorando como se fosse um torneio…. Não me entenda errado, não estou criticando o seu modo de ser, só apontando os fatos de forma direta. Marcus é o terceiro filho de um nobre bastante rico, mas ser o terceiro o fez vir parar aqui, já que a maior parte dos negócios ficaram para os dois primeiros filhos. O tio dele é um agente e isso o fez ser alistado, então ele não é muito ‘feliz’ se é que você me entende, tem um… Como posso dizer… Noção de que é superior por ser um nobre e talvez vá ser algo com que você terá que se acostumar, o Governo trabalha para os nobres independente do que você possa achar.

Fiorela se levantou indo até o armário com curativos e voltou de lá com gases e bandagens.

- Vou lhe dar algo pra dor, mas vai lhe deixar sonolento e amanha irá estar um pouco fatigado. Talvez você de sorte e a tempestade dure mais.

Ela então terminava as faixas e dava algo para Achiles tomar.

É bom ser atendido por você, você é linda. Acho que um descanso não faria nenhum mal para mim agora que fui atendido por uma médica excepcional. Obrigado, Fiorela.

Fiorela torce a boca em uma cara suave de deboche achando graça do elogio de Achiles. - Hi hi, não lembrava que esse remédio tornava os pacientes faladores.

Ela então indica uma maca onde Achiles podia ficar.

- Vou ir falar com Pilo para ver o que ele pretende para amanha e conversar sobre o que aconteceu. Verei se alguém o chama aqui quando forem continuar. - Embora não dito Fiorela também sabia que dificilmente Achiles poderia dormir nos quartos comuns sem sofrer outro ‘assédio’.

A chuva fustigava o vidro nas janelas da enfermaria e com o som da tempestade e o remédio fazendo efeito Achiles logo adormeceu.



Ainda estava escuro do lado de fora, mas a tempestade havia terminado embora nuvens carregadas ainda cobrissem todo o céu dando a impressão de ainda ser mais cedo do que realmente era.

A mink balançava Achiles suavemente e o chamava, mas sobre efeito do remédio ela teve bastante dificuldade em acordá-lo.

- Acorda dorminhoco, estão nos esperando no estoque. - disse ao ver que finalmente Achiles abria os olhos. Seu corpo estava rijo, mas a cabeça havia parado de latejar embora a dor na nuca ainda fosse bastante evidente. A musculatura não doía, mas estava ‘pesada’.

- São cinco e meia, a tempestade passou, mas ainda chove….. Acho que querem dificultar pra gente.


Na frente do estoque de armas encontravam-se os recrutas do dia anterior logo atrás de Pilo, ao lado pareciam haver outros dois instrutores cada qual com cerca de 5 recrutas atrás de si.

Um soldado da marinha bastante jovem chamava um a um para distribuir armas. Já estava na metade quando Achiles e a mink Rannah chegaram a fila. Pilo olhou para trás e fez apenas um sinal de afirmação com a cabeça, mas nada disse.

>>><<<<

No patio ainda escuro um agente de terno a frente dos três grupos de recrutas começava a falar.

- Agora prosseguiremos com os testes de recrutamento…

Nos minutos seguintes seguiu-se a explicação do teste. Utilizariam um campo de treino anexo no patio principal, lá haveriam estações onde deveriam mostras suas habilidades.

1- Realizar 6 voltas correndo ao redor do pátio em 8 minutos, sendo um total de 2,4km;
2 – Levantar peso;
3 – Demonstrar o uso aplicado das armas recebidas em bonecos de madeira, bem como técnica que possam possuir para combate;
4- Treino de agilidade em um circuito de obstáculos.

Se olhassem para trás durante a explicação veriam o campo de treino onde deveriam realizar as tarefas.



Faça o post como se fosse uma pericia, era o modelo antigo de treinamento, e como é chato de qualquer modo pelo menos assim da de fazer em um post, descreva de forma realista baseado na dificuldades atuais do seu personagem e nos seus atributos.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 4 EmptyTer 21 Nov 2017, 01:46


Tróia - Parte 1






Fiorela era bem gentil com seus cuidados por mim e após a minha explicação ela saiu para falar com Pilo sobre o que tinha acontecido, infelizmente os meus galanteios não a atingiam também e eu ficava frustado por não conseguir nenhuma paquera, já eram dois foras, Rannah e Fiorela. A noite e a chuva davam um bom clima para o meu sono que loco caia e eu adormecia.

As únicas vozes que eu ouvia depois disso era de alguém me chamando, eu acordava e via Rannah ao meu lado me dizendo que deveria levantar para irmos até Pilo que nos chamava, ela dizia que ainda era 5:30 e que queriam dificultar para gente enquanto ainda chovia. A dor na minha nuca ainda era constante embora todo o resto estivesse melhor, infelizmente o meu corpo ainda parecia pesado devido ao que aconteceu ontem e depois de tanto esforço e uma noite mal dormida, era de se esperar que ainda sentisse um pouco da exaustão provocada. - Rannah! - Mostraria um sorriso ao vê-la me acordando. - Bom, vamos, eles nos esperam, até fico um pouco mais animado sendo acordado por você. - Sorriria mais uma vez e me levantaria da maca e começaria a segui-la após arrumar as minhas vestes.

Mostraria um sorriso ao ver Pilo que fazia um sinal de cabeça ao nos ver no lugar, ele estava mais lotado e parecia que outros grupos de recrutas haviam se juntado ao nosso, um marinheiro chamava as pessoas para lhe ceder armas e eu me colocava a pensar nas soqueiras usadas por Marcus na noite passada, Fiorela havia me dito quem era e a raiva por ele ser um nobre combinava com a dele ser um bully, o Governo trabalha para os nobres e aquilo me deixava irritado por simplesmente não gostar da ideia, nunca fui de classe alta e isso me irritava, todos aqueles privilégios enquanto as pessoas passam fome e morrem de doenças que com um pouco mais de ajuda teriam tido uma vida mais longa, meu dever será proteger as pessoas e tentar encaixar um sorriso nelas, mas acho que isso incluí até mesmo os nobres.

Voltando a vida olharia para o marinheiro e esperaria ser chamado por ele, caso não fosse me dirigiria até ele. - Gostaria de Manoplas ou Soqueiras, se não tiver não tem problema, obrigado mesmo assim. - Esperaria a sua resposta e aceitaria o que fosse me dado, se fossem soqueiras colocaria em meus bolsos da calça, se fossem manoplas eu as vestiria.Se tivesse uma resposta negativa apenas me despediria com um aceno de cabeça e me colocaria a ficar atento para o instrutor dizer.

Um agente de terno estava mais a frente e era ele que começava todas as explicações e instruções do que deveria ser realizado naquele lugar, para início começaríamos com seis voltas ao redor do pátio, o que me trazia más lembranças do que havia acontecido no dia passado onde corri na frente e não pude aproveitar de ser um time, colocando-me em uma punição de carregar bombonas. O segundo seria levantar peso, algo com que eu já estava acostumado tendo passado a vida fazendo isso, ajudando moradores e trabalhando com isso, além de ter carregado as bombonas do dia passado. O terceiro era o que me deixava mais ansioso, aplicar em bonecos de madeiras as minhas melhores técnicas para o combate, me lembrava da noite passada onde havia lutado contra Marcus e tinha com certeza que melhorar naquele quesito se eu quisesse derrotá-lo facilmente qualquer dia desses, precisava treinar! O quarto era simples e que testaria a nossa agilidade nos levando em uma corrida de obstáculos, já havia demonstrado a minha habilidade de esquiva também na noite passada, mas deveria ser mais ágil para poder batalhar contra os meus oponentes e acerta-los onde mais doe.

Colocaria a minha mão na nuca para ver como estava doendo e me aqueceria mexendo o meu pescoço tentando aceitar a dor provocada e balançaria meus ombros e pernas dando alguns pequeno pulos tentando aquecer o meu corpo e verificar como todos os meus membros e peso do corpo estava. Olharia para Rannah mais uma vez e diria se ela estivesse perto de mim. - Bom, acho que está bem no fim, me desculpe por qualquer coisa e boa sorte. - Estenderia a minha mão para um aperto de mão.

Me posicionaria para correr ao redor do pátio, caso houvesse algum sinal de largada eu esperaria algum instrutor fazer, caso contrário e eu visse alguém começando a correr em volta do pátio iniciaria o meu trajeto ao redor do pátio também tomando cuidado com cada passo para não tropeçar e parando caso sentisse alguma tontura das dores de ontem, esperaria passar e seguiria correndo ao redor do pátio sem forçar bastante o meu corpo e numa velocidade constante em que minha respiração ficasse sempre constante e não muito rápida. Faria o trajeto da melhor forma que fosse possível e tentaria manter o ritmo em que eu achasse que daria para dar as seis voltas e ficando entre os primeiros, se sentisse que não daria tempo para completar as seis voltas até que algum instrutor interrompe ou as outras pessoas estivessem bem lendas começaria a acelerar cada passo e tentar correr o mais rápido que eu pudesse.

Se conseguisse completar as seis voltas sairia do trajeto dos outros indo até mais ao centro do pátio e colocaria minhas mãos no meu joelho deitando o meu torso e respirando fundo e forte para poupar o cansaço. Olharia ao redor para avaliar as condições físicas dos outros recrutas e tentar adivinhar o que os instrutores estavam achando olhando em suas impressões faciais se fosse possível. Esperaria todos terminarem antes de continuar o que era me pedido para realizar pelos instrutores, estaria sorridente se tivesse conseguido passar sem os instrutores terem dito alguma coisa sobre a avaliação e seguiria em direção onde precisava para levantar os pesos, passaria a minha mão na minha nuca de leve para sentir como a dor estava.

Começaria com pesos leves, levantando eles até a altura do meu peito dobrando os meus cotovelos e depois estendendo eles até o meu joelho mantendo a coluna reta, repetiria a mesma coisa durante dez repetições, após completar eu pararia por um instante largando os pesos ao meu lado e respirando fundo mantendo a concentração, daria aquela pausa de um minuto e voltaria com pesos maiores se estivessem disponíveis, fazendo o mesmo exercício com os pesos maiores na mesma sequência de dez vezes, pararia para dar uma respirada e descansar os músculos e colocaria os pesos leves e maiores de volta em seus respectivos lugares, mas dessa vez pegando um ainda maior que os outros dois segurando-o com as duas mãos a frente do meu peito e fazendo o mesmo exercício com a mesma quantidade de repetições, colocando o peso no chão e respirando bem fundo mais uma vez, mas dessa vez indo até um instrutor, de preferência Pilo e perguntando ao mesmo. - Está bom ou preciso fazer mais? - Se a resposta fosse que precisava fazer mais eu seguiria todo os exercícios novamente e faria a mesma pergunta até que recebesse um "está bom" como resposta.

Veria se dava tempo para dar uma leve pausa e descansada antes de continuar com o procedimento que havia a ser exercido, estaria feliz se até aquela etapa eu ainda não havia sido eliminado e estaria feliz por estar fazendo aquilo e tendo êxito. Olharia para Rannah se ela estivesse lá e veria como ela estava, da última vez ela tinha se cansado bastante com os exercícios físicos e eu acho que não estaria diferente dessa vez.

Seguiria então em direção aos bonecos de madeira para seguir com as etapas, esperaria que todo o tempo que eu havia demorado para dar uma descansada dos exercícios fosse o tempo de todos terem terminado, caso contrário esperaria mais antes de dar início aos socos no boneco. Assim que estivesse posicionado iniciaria a minha postura de combate, colocaria as minhas soqueiras se tivessem me dado soqueiras ao invés de manoplas e seguiria dando dois jabs de esquerda e direita na altura do rosto do boneco de treino e depois puxando o meu braço direito para trás e tentando acertar um direto em seu rosto. Imaginaria que era Marcus quem estava acertando todo esse tempo para dar mais raiva aos meus golpes, seguiria fazendo essa sequência mais duas vezes e depois partiria para uma sequência de ganchos na altura das costelas do boneco tentando estar sempre centrado e manuseando a força utilizada para não dar socos fortes o suficiente para rasgar as minhas mãos, mas forte o suficiente para mostrar que estava levando aquilo a sério. Repetiria a sequência mais algumas vezes até que achasse que estava bom, daria golpes rodados tentando acertar com a parte de cima da mão no boneco de treino tentando aplicar bastante força nos golpes até que eu ficasse tonto. Assim que eu ficasse tonto eu pararia, descansaria mais uma vez e olharia para algum dos instrutores tentando ver a confirmação deles.

Me afastaria dos bonecos de treino e sentaria no chão para dar uma melhor descansada enquanto esperaria os outros caso eles ainda não tivessem terminado, caso contrário já me levantaria e seguiria para a pista de obstáculos. Olharia ao meu redor para ver o estado físicos das outras pessoas mais uma vez e checaria a minha nuca mais uma vez para ver como estava a dor, aguentaria forte as dores se estivesse doendo bastante com os esforços para poder prosseguir com a última etapa.

Olharia com cada atenção cada parte do trajeto antes de dar início para o mesmo, seguiria correndo por cima dos obstáculos se pudesse ou deslizando por baixo utilizando da maior aceleração e força em minhas pernas possíveis para conseguir escapar dos obstáculos da melhor forma possível pulando bastante e deslizando da melhor maneira possível com a perna direita sempre a frente para melhor equilíbrio e jogando as minhas mãos na altura do meu ombro nos saltos e os cotovelos ao chão quando fosse deslizar tentando ser o primeiro a chegar no fim com a maior velocidade que eu conseguia sem cair ou tropeçar, caso acontecesse isso eu tentaria me erguer o mais rápido possível e continuar o trajeto até o fim levantando quantas vezes fossem necessárias.

Se eu conseguisse completar todas as etapas eu iria até Pilo e perguntaria ao mesmo. - Então, passei? - Colocaria a mão na minha cabeça perto da minha nuca e tentaria aguentar a dor até que fosse me dado a resposta esperançoso de suas ações. Se a resposta fosse sim eu levantaria as minhas mãos em sinal de comemoração e sorriria alegre, procuraria em meus olhos encontrar Rannah e ver se ela havia passado junto a mim nos testes.

Em caso de falha, eu abaixaria a minha cabeça ficando triste por não conseguir passar, olharia para Pilo se ele estivesse em minha frente e iria até ele, perguntaria ao mesmo. - Quando eu poderei repetir os testes? - E esperaria as suas resposta.


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