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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Tróia - Parte 1

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Achiles
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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptyTer 10 Out 2017, 01:38


Tróia - Parte 1






Eu havia conseguido passar tranquilamente para a parte de trás de Pilo que começava uma discurso, ele dizia que precisávamos trabalhar em equipe, era o que eu estava planejando a realizar estando na posição de cerco. Aquela leve provocação realizada pelo instrutor fazia um dos recrutas partir para cima dele, instintivamente e já preparado para quando fosse atacar, eu também me disparava em sua direção. Ele era ágil e conseguia fazer uma posição que eu nunca havia visto antes, com velocidade ele parecia trabalhar sobre suas mãos e pés fazendo uma bananeira e agitando um giro rápido que acertava o garoto que tinha se irritado. " Por pouco! " Literalmente por pouco, o golpe não me acertava o que me favorecia a chance de revidar, infelizmente o meu cruzado era falho e passava perto de Pilo. Rannah se aproximava por um ponto cego do homem que favorecia a nós, mas infelizmente ele era ágil o suficiente para escapar de seu golpe preciso e o que resultava em um completo desastre, jogando tanto a mim quanto a garota para perto de Thor.

Pilo reclamava da nossa falta de competência em lhe acertar, mas ele também era ágil e forte o que não nos possibilitava tamanha facilidade. Eu perguntava aos meus companheiros se eles haviam alguma ideia e Thor nos proporcionava uma dica. - Obrigado pela ajuda. - Pilo não estava visando atacar e sim contra-atacar, todos os seus golpes foram efetuados pensando nisso o que gerava um certo tempo para pensar sem me preocupar com isso. Eu colocaria a mão sobre a minha boca pensando sobre o assunto, precisava bolar uma estratégia e rápida, não estava tão próximo aos outros recrutas e dois deles pareciam já ter caído aos golpes do instrutor. Rannah era minha única escolha.  " Temos que atacar juntos, para isso não há dúvidas. Agora como? PENSE! Achiles, pense. "

Uma ideia surgia em minha cabeça, era a hora de formar uma dupla com a garota. - Rannah. - Esperaria que ela olhasse para mim ou falasse algo. - Ataque pela esquerda. Eu tentarei pegá-lo no contra-pé. - A ideia contava em fazer uma estratégia simples utilizando o ataque e a esquiva do companheiro e do adversário, tentaria pegar o instrutor em um momento que ele abrisse a guarda. A primeiro momento, esperaria que meus companheiros estivessem se reerguendo, olharia para eles com a intenção que eles olhassem para mim também, ao meu primeiro ver se alguém começasse a correr em direção ao instrutor, partiria ao seu lado e esperaria que Rannah também fosse ao seu meu. Se ninguém dessa essa "partida" eu começaria a correr em direção a Pilo.

Dependendo da distância, visaria em acelerar ou não meus passos para não chegar antes que um dos meus companheiros. O primeiro ataque seria vindo de um deles e esperaria Pilo se mover, assim que ele fizesse, sendo bloqueando ou se esquivando para algum lado, aceleraria em sua direção e tentaria acertar suas costelas, visando o desestabilizar e fazê-lo cair ou pelo menos causar uma dor forte. Se ele fosse para trás eu daria espaço para Rannah atacar e faria o mesmo movimento até que ele esquivasse ou bloqueasse o golpe.

Obviamente ele não ficaria parado e tentaria nos acertar de alguma maneira, pensando no chute de antes eu tentaria me afastar assim que o instrutor demonstrasse a mesma posição de antes, dando um passo para trás e esperando fim de sua execução partindo para cima assim que ele parasse de girar. Ele também demonstrou utilizar de chutes altos e médios, abaixaria com velocidade para baixo preparando um soco e no momento que ele tentasse utilizar um chute rodado ou um chute algo e aproveitaria dessa brecha para acertar a coxa da perna que ele estivesse utilizando de base. Um chute médio eu tentaria me esquivar movendo meu corpo para um dos lados se ele fosse reto, se fosse na horizontal tentaria dar alguns passos para trás para me distanciar dele e tentaria me aproximar novamente para lhe acertar um soco no estômago. Ele ainda não tinha utilizado agora, mas se viesse com uma rasteira ou chute baixo tentaria pular em sua direção utilizando da aceleração para forçar as minhas panturrilhas e coxas ao máximo para dar impulso ao salto e tentar lhe acertar um soco no rosto com força. Caso ele viesse com um chute na vertical, procuraria girar para o lado oposto da perna que ele estivesse usando para dar o chute.

Seria um alívio conseguir acertar o instrutor pelo menos uma vez e esperava que aquilo agisse de forma suave e tranquila para nós, provavelmente ele teria me acertado ou acertado alguns dos meus companheiros, mas esperava termos agido de forma coesa para conseguir acertar, muitas vezes dois socos de uma vez não eram tão eficientes quanto um soco seguido de outro. Um golpe devia ser o bastante para que Thor ou até mesmo Pilo parasse o treinamento para prever hematomas ou complicações desnecessárias.

Se eu fosse acertado em meio ao combate eu procuraria me erguer o mais rápido possível do chão recuperando o meu fôlego em seguida, se eu estivesse no chão e Pilo continuasse o seu ataque, procuraria girar para um dos lados assim que visse o seu pé se mover em minha direção e me levantar o mais rápido possível me colocando em posição de combate e tentando me esquivar das mesmas maneiras que estava a utilizar antes.

Se o combate tivesse seu término, procuraria chegar ao lado de Rannah, estendê-la a mão se ela estivesse deitada, se eu tivesse deitado e ela me oferecesse, aceitaria e levantaria. Ao estar ao lado de Rannah, sorriria para ela e diria. - Bom trabalho. - E me sentaria ao chão, deveria estar exausto ou perto disso, colocaria meus joelhos para frente e meus braços em cima deles. Esperaria um tempo ou até Pilo/Thor nos chamarem e seguiria ao lado deles.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptySex 13 Out 2017, 13:28

Tróia - Parte 1
10




Ainda no chão, o gordo se revira e suas vísceras doem. O último recruta que havia ficado parado observando os movimentos dos companheiros se aproxima enquanto o casal se recupera do golpe anterior. Esse ajuda o gordo se levantar e espera que o menino golpeado pelo giratório se erga. Os cinco garotos estão pronto e o menino loiro conversa com o gordo rapidamente enquanto Pilo cria uma estratégia:

- Rannah. Ataque pela esquerda. Eu tentarei pegá-lo no contra-pé. - ela se recompunha e levanta primeiro. Ela ajuda o colega e eles estão em postura.

O gordo é o primeiro a se movimentar tendo o menino estrategista atrás dele esperando para ver se o movimento dá certo. O outro garoto ainda está parado quando Rannah e Achiles disparam. O gordo dá um salto e lança um punhado de terra de cima para baixo. A areia acerta os olhos do agente que gira em seu eixo com as mãos nos olhos e ataca com um chute alto, mas erra o garoto. Achiles se aproxima e acerta a costela do agente, mas esse segura seu braço e diz:

- Seu gordo desgraçado. Agora você vai ver. - ele se confunde entre os recrutas, mas não importa.

Ele pega o braço de Achiles, gira com força e o joga para frente e acerta o gordo quando o estrategista se aproxima. Rannah dá uma rasteira e derruba o instrutor quando o garoto loiro salta e acerca um chute na barriga de Pilo. O terceiro garoto que havia sido anteriormente golpeado se aproxima e cai em cima do Graduado imobilizando-o. Os três meninos ficam em cima do Agente quando Thor se aproxima e fala:

- Muito bem. Vocês foram mais rápidos do que eu imaginava. - ele olha para os garotos, pensa: "Realmente esse mecanismo de treinar os recrutas em equipe é bem melhor; eles tem mais chances de pelo menos nos imobilizar" e continua: - Pilo, acho que você foi vencido essa vez. Vamos, levantem!

O Agente empurra os garotos sobre seu corpo e repele a fala:

- Também... Quem não me venceria com um golpe baixo desses? Tinha de ser o gordo! - o estrategista havia sido inteligente em utilizar o garoto que o Agente dava menos importância, por isso foi fácil enganar o instrutor.

Os dois garotos estão no chão e Achiles se senta enquanto o gordo continua deitado, dolorido. Observando melhor a situação, Pilo identifica que o garoto está passando mal e os golpes no abdômen provavelmente haviam machucado demais. Ele se levanta e o Sargento diz se aproximando do gordo:

- Parece que você está bem machucado. Que tal irmos à enfermaria tratar desses machucados. - ele dá a mão para o garoto, ajuda-o a se erguer e também ajuda o Wolf. Ele prossegue: - Pelo que lembro essa é a última etapa do recrutamento. Hoje o dia foi bem longo para vocês. Que tal irmos todos fazer outra atividade? Que tal curar esses ferimentos e descansar um pouco?! - na verdade os garotos não haviam terminado o recrutamento, mas Pilo sequer dava importância para isso. Sua ira era maior, porém logo terminaria seu trabalho.

O Agente se aproxima de Thor e fala para os garotos:

- Bem... Acho melhor descansarmos mesmo antes de continuarmos. O dia já está acabando e vocês ainda precisam passar pela última etapa. Melhor continuarmos amanhã! Vamos agora para a enfermaria que eu já estou de saco cheio disso. - e então ele caminharia sendo seguido pelos garotos enquanto limpa sua indumentária.

Pilo ajuda o gordo a caminhar enquanto Rannah e o loiro estrategista ficam para trás. Thor é acompanhado pelo outro rapaz e eles conversam sobre algo que apenas os dois escutam.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptySex 13 Out 2017, 16:16


Tróia - Parte 1






A situação era tensa e precisávamos de uma estratégia para funcionar, eu podia ver um dos recrutas conversando com o gordo que recebia sua ajuda para levantar e eles faziam o mesmo que eu e Rannah em combinar uma estratégia. O gordo ia para cima do agente e jogava terra em seus olhos, era um golpe bom e eu podia aproveitar daquilo para acertar um golpe nas costelas de Pilo, infelizmente ele me agarrava e mais uma vez o efeito dominó acontecia e eu era jogado contra o gordo, felizmente ele era fofinho devido a sua excessiva massa de gordura. O resto do time de recrutas aproveitava daquela brecha e imobilizavam Pilo, eu sorria essa hora mostrando a alegria que me dava em ver aquilo.

Eu sentava no chão e podia ver que estavam se preocupando sobre o gordo, ele ainda continuava deitado após o teste e aquilo era preocupante com seu estado de saúde. Thor se aproximava e ajudava nós dois a se levantar, o sargento estava visivelmente preocupado. Era uma boa descansar e recuperar, eu não havia me machucado, mas recuperar o cansaço era uma boa. Enquanto Pilo ajudava o gordo a caminhar, podia ver Rannah mais atrás e Thor andando ao lado de um dos recrutas.

Olharia para Rannah mais uma vez, levantaria as mãos e balançaria. - Rannah! - sorriria em sua direção tentando chamar a sua atenção, se com sucesso apontaria meu polegar em uma direção dando um "joinha" para ela. - Bom trabalho!  - e começaria a me aproximar mais para perto dela, olharia para o loiro ao seu lado e também lhe diria. - Bom trabalho! - Quando voltasse meu olhar para Rannah, tentaria olhar em seus olhos tentando deixá-la mais centrada em mim e diria. - Você gostaria de ir tomar um vinho comigo depois? Sei que não começamos com o pé direito, quer dizer, você começou. - sorriria envergonhado enquanto passo a mão no cabelo. Se a resposta fosse positiva eu sorria para ela e faria mais uma vez o sinal de mão em que coloco meus dois dedos, o indicador e o do meio na minha testa e soltaria ele para cima como uma continência, mas de forma livre e para cima. Se fosse negativa apenas lhe respondia. - É uma pena. - Sorria para ela do mesmo jeito embaraçado de antes.

Correria em direção a Pilo e o gordo com a energia que me restava, tentaria lhe ajudar a andar também colocando seu braço sobre o meu pescoço caminhando em direção a enfermaria, no caminho após ver se ele aceitava minha ajuda falaria com o agente. - Para alguém que tem um pavio curto, você é bem legal. - Sorria para ele também. Quando chegássemos a enfermaria, tendo ele aceito a ajuda ou não, procuraria me sentar em uma cadeira, olharia para os outros recruta e se algum enfermeiro viesse falar comigo apenas diria. - Estou bem, não sofri mais do que arranhões e cansaço, mas aceito um copo de água. - olharia ao meu redor e analisaria como estão os meus outros companheiros. - Galera! - gritaria em voz alta me levantando da cadeira e ficando mais ao centro. - Mais uma etapa concluída! Bom trabalho de todos! - tentaria levantar a moral dos outros recrutas. Olharia para alguém da enfermagem e procuraria olhar se alguém estivesse cuidando do gordo no momento, tentaria ver como ele estava fazendo. Meu passado havia sido doloroso e eu tinha aprendido muito pouco cuidando de minha mãe, com o tempo, eu queria estar aprendendo mais sobre a área da medicina, para que ninguém mais sofresse sem cuidados médicos do jeito que ela sofreu. " Eu sinto tanta saudade dela. " Estaria com um olhar triste nesse momento lembrando do meu passado, mas não deixando de prestar atenção nos cuidados que o recruta estivesse recebendo.

Após a analise e perceber que já não teria como eu atrapalhar o agente médico que estava cuidando das pessoas dali, iria em sua direção. Com um sorriso em rosto chegaria perto dele(a). - Com licença. - Falaria dando um leve toque em seu ombro se ela estivesse de costas para mim. - Eu queria saber se você poderia me ajudar sobre os primeiros socorros, gostaria de saber como realizar um. - Olharia com um olhar triste em sua direção tentando passar meus sentimentos para aquela pessoa, tentando convencê-la com meu olhar. Se a resposta fosse negativa eu procuraria insistir dizendo. - Vamos, por favor, não durará muito tempo e eu não serei mais uma bota no seu pé, diz que sim. - Estava me comportando como uma criança, sim, mas sempre foi desse jeito que eu pedia para meu pai me ensinar truques novos quando eu era mais novo. Caso a resposta fosse sim, abriria um sorriso em meu rosto. - Muito obrigado! O que eu devo saber? - Estaria disposto a realizar o que fosse possível para aprender aquilo, ouviria o que ele tem a me dizer como um bom aluno que sempre fui, aprendendo técnicas novas com meu pai.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptyDom 15 Out 2017, 17:43

Tróia - Parte 1
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Assim que Achiles olha para a Mink ela se sente confortável e apenas continua na direção que os dois superiores seguiam. O loiro observa tudo em silêncio e se afasta um pouco dos dois assim que percebe a investida estapafúrdia do garoto. Eles dois conversam:

- Você gostaria de ir tomar um vinho comigo depois? Sei que não começamos com o pé direito, quer dizer, você começou. - no exato momento a menina se lembra da primeira vez que o viu e de cara se irrita respondendo:

- Você ainda está com essa ideia? Eu já disse que não quero. Deixe de ser insistente. - ela para, olha para as roupas sujas e logo continua: - Eu já estava achando que você tinha se tocado do quão grosseira havia sido, mas pelo jeito mudou nada. - ela aceleraria e acompanharia o estrategista conversando baixo com ele. Eles sorriam.

Ela observa o rapaz passar e ajudar o menino gordo junto do agente. Ela fica surpresa e não entende como ele poderia ser assim e tão solicito. O Wolf apoia o garoto e fala:

- Para alguém que tem um pavio curto, você é bem legal. - o graduado olha por cima dos ombros e responde:

- E para um garoto tão teimoso você é bem metido. Olhe... Leve ele sozinho que eu tenho mais o que fazer agora. - quando Pilo solta o peso do garoto ele cai todo por cima de Achiles e agora ele pode sentir que era um trabalho fácil. O Agente acompanha Thor resmungando: - Esses recrutas de hoje. Nós não podemos fazer nosso trabalho que eles vem com gracinhas. - assim que acompanha a dupla conversa e eles logo chegam à enfermaria.

Os primeiros a falar com a enfermeira do Quartel é Thor que logo dá abertura para o Wolf. Ele podia ver a belíssima moça de óculos com armação preta. Ela tinha um ar inteligente e carregava uma prancheta que escondia seus fartos seios sob o jaleco branquíssimo. Seu moreno combina bem com os olhos castanhos e a pele bronzeada. Ela está sentada em uma cadeira giratória próximo de um birô e as pernas estão cruzadas. Ela se levanta, aproxima-se dos meninos e logo Achiles fala sem encontrar uma cadeira livre para sentar:

- Estou bem, não sofri mais do que arranhões e cansaço, mas aceito um copo de água. - ela puxa o garoto para uma maca ao lado e responde:

- Vamos verificar isso agora. - ela o aponta para se sentar e faz o mesmo com os outros quatro. Thor aponta que o gordo deveria ser tratado com prioridade e ela logo vê que ele com hematoma na barriga.

O Wolf de repente arremete se levantando:

Galera! Mais uma etapa concluída! Bom trabalho de todos! - a enfermeira olha imediatamente na direção dele e Pilo sorri esperando o tombo. Ela se aproxima e dá com a prancheta na cabeça do garoto e diz:

- Eu por acaso deixei que você se levantasse? - ela se vira e mexe em uma caixa ao seu lado, sussurrando: - Os recrutas de hoje estão cada vez mais exibidos. - comenta ele imaginando que ela reagia daquele jeito por ela ser mulher.

Os dois superiores pedem licença e dizem que logo depois do atendimento voltariam. Depois de realizar os procedimentos e aplicar em Rannah e Achiles medicamentos apenas para proteger as ranhuras, Achiles se levanta, aproxima da enfermeira e começa:

- Com licença. Eu queria saber se você poderia me ajudar sobre os primeiros socorros, gostaria de saber como realizar um. - a moça se vira mexendo nos óculos calmamente. Ela responde:

- Você é bem insistente. Claro que posso lhe ajudar. Está ficando um pouco tarde, mas normalmente nesse horário que temos mais movimento aqui. Pode ser que até me ajude. - e já eram 16h30min como poderiam ver no relógio sobre o arco da porta.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptyTer 17 Out 2017, 01:44


Tróia - Parte 1






Mais uma rejeição sem qualquer sentido da jovem garota, era estranho era se sentir importada quando eu simplesmente a elogiei pela primeira vez e tentei tocar em seu rosto e depois essa brincadeira, mas ela parecia estar se divertindo com o outro recruta que a acompanhava como se fossem grandes amigos. Aquilo me deixava com um pouco de raiva por simplesmente estar sendo rejeitado sem qualquer motivo, mas era minha deixa para desistir de tentar conquistar Rannah.

O inspetor era outro que se irritava com uma de minhas brincadeiras, parecia que todos me odiavam mesmo quando eu estava sendo gentil, eu era muito tolo? Toda a animação de ter passado nos testes com meus companheiros acabavam quando eu era recebido por uma pranchetada em minha cabeça tentando incentivar os recrutas a comemorar a vitória que tínhamos obtido naquele dia. O bom daquilo era, a enfermeira era muito mais linda do que Rannah, mas decidia tomar uma abordagem diferente quanto a ela. - Muito obrigado, enfermeira. - Sorria em sua direção não exibindo nenhuma outra reação a não ser a felicidade de poder aprender com ela.



Início do treinamento de perícia - Primeiros socorros






O treinamento começava justamente quando um homem de cabelos pretos e pele morena entrava pela porta carregado por outro homem loiro e forte, ele vestia um uniforme da marinha sujo com molho vermelho, seu rosto estava todo roxo como se ele não estivesse conseguindo respirar e sua boca também estava suja com o mesmo molho, ele se movimentava com dificuldade e suas mãos estava em seu pescoço, ele tentava falar o que era inaudível. A enfermeira seguia em sua direção e o sentava em uma maca com velocidade para atendê-lo. - Este homem está engasgado, deem espaço. - Os recrutas saiam de perto e eu olhava atentamente para o que ela estava fazendo, a enfermeira agarrava ele por trás, juntava um punho na barriga dele e com a outra mão cobria esse punho para dar um melhor apoio, com um pouco de força ela empurrava para dentro as suas mãos pressionando o seu abdômen e depois para cima, o homem cuspia com força o que estava dificultando a sua respiração e podia se ver o alívio dele quando o alimento que o prejudicava lhe dava espaço ao ar. Ele tossia com força e a enfermeira lhe servia um copo de água, com velocidade ele bebia o copo inteiro.

Ao olhar para onde o alimento estava repousado, podia ver a almondega que mal havia sido mastigada e com um pequeno guardanapo que estava em uma das mesas eu o pegava e jogava em um lixo ao lado dele. Olhava para a linda moça e ficava surpreso como ela tinha feito aquilo com a maior facilidade, me aproximava mais dela após ver o homem deitar na maca para um descanso. - Como você fez isso? - A olhava ainda com a mesma cara de surpreso de antes querendo saber tudo sobre a técnica que ela havia utilizado. A enfermeira me olhava e dava um suspiro como se estivesse escapado aos poucos de uma vítima por engasgamento e começava a me explicar. - Você precisa estar nas costas dos pacientes, uma das mãos você fecha e a outra você envolve essa mão fechada para ter mais firmeza e compressão. Você abaixa ele, empurra a mão que está cobrindo junto com a fechada e depois puxa para cima para tentar realizar uma compreensão no diafragma fazendo cuspir o objeto que está obstruindo o ar que entra pela traqueia. - Ela explicava apontando para as partes do corpo. Dava uma pausa depois da explicação em que eu tinha entendido as partes do corpo em que deveriam ser pressionadas devido ao conhecimento em anatomia humana, mas não tinha entendido bem a forma da técnica. - Eu consigo fazer isso- Ela pegava de uma das gavetas um tórax de plástico e me dava para tentar me ajudar com esse treinamento, com as duas mãos eu agarrava ele e tentava fazer o que ela fazia me explicado colocando um dos meus punhos e encobrindo o outro, puxava para baixo, empurrava e depois puxava para cima e acabava usando muita força. - Não, está errado! A questão não é a força excessiva utilizada, é o jeito! Abaixa, empurra, sobe! Abaixa, empurra, sobe! Tenta fazer isso com o boneco apoiado na maca, você deve pensar que está tentando levantá-lo. - Eu tentava pela segunda vez com o boneco apoiado a maca em que havia sentado, os outros recrutas me olhavam tentando realizar o movimento e desta vez parecia utilizar menos força do que o necessário. - Agora foi muito fraco, mas o jeito foi bom. - Ela se aproximava de mim e levantava meus cotovelos. - Erguidos sempre na altura do peito, nunca abaixo. - Tentando manter os meus cotovelos firmes naquela altura, fazia o formato de mão fechada com a direita e cobria com a esquerda, pressionava firme a região, respirava fundo e mexia meu punho para baixo, apertava com mais força puxando para dentro e depois puxando para cima tentando fazer o movimento da maneira certa e conseguia soltar um sorriso após a enfermeira assentir com a cabeça. - Sim, assim mesmo, agora continue praticando. - Com um sorriso em meu rosto eu respondia. - Agradeço! - Assentia com a cabeça mais uma vez.

Eu virava o boneco para a direção em que a moça absurdamente linda estava e podia ver ela começando o tratamento no jovem gordo, a enfermeira pegava uma bolsa de gelo da geladeira dos medicamentos e dava para o recruta segurar em sua barriga. Continuava a praticar o movimento da forma que tinha conseguindo antes quando um homem ferido com um buraco em sua panturrilha chegava apoiado de mais dois marinheiros, ele parecia com o marinheiro que tinha se engasgado antes, mas este portava uma cicatriz em sua perna e tinha uma barba grossa preta, os marinheiros o colocava em uma das macas e sentavam-se do lado de fora da enfermaria esperando que seu amigo retornasse bem e com as duas pernas. - Você! - Ela apontava para mim. - Pegue aquela bandeja com aquela pisseta e aquelas ferramentas. - Estava um pouco assustado, mas não deixava de atender ao seu pedido. - Sim, senhorita! - A enfermeira apontava para uma bandeja prateada com uma garrafa com um bico azul completa por um líquido transparente, ela tinha duas etiquetas, uma escrita Pisseta e embaixo dela estava escrito Soro Fisiológico, ao seu lado estavam, uma ferramenta como se fosse uma pinça de grande tamanho, uma tesoura, agulha e linha, um grande rolo de bandagens com algumas fitas adesivas parecidas e um pano. Com velocidade eu trazia tudo para ela e segurava. Após uma análise pela perna, ela notava que a bala não tinha saído o que tornava a situação um pouco preocupante devido ao semblante que aparentava em seu rosto, com a tesoura cortava a calça dele na altura da coxa da perna atingida e com uma corda que tirava do bolso de seu jaleco amarrava forte abaixo do joelho do soldado que gemia com o aperto. Ela tirava uma cinta do seu outro bolso e colocava na boca do paciente.

Era nesse momento que a dor agonizante começava, a garrafa com o líquido era derramado na ferida e parecia ter um efeito de limpeza em sua pele, com a pinça ela analisava o local e ia empurrando cada vez mais fundo até conseguir agarrar o pedaço de metal alojado na perna do marinheiro, o sangue saía vermelho do ferimento e com o pano ela estancava o sangramento enquanto colocava a bala na bandeja prateada. Eu estava surpreso com a facilidade que ela estava realizando o procedimento como se fosse a coisa mais normal que estivesse acontecendo. - Agulha e linha. - Ela estendia a mão e eu dava o que era pedido, com grandes gemidos vindo do homem a agulha passava pela pele e ia costurando da forma mais rápida e precisa que conseguia, o marinheiro parecia estar a beira de desmaiar quando ela fazia um nó na linha e cortava com a tesoura a sua ponta. A enfermeira jogava um pouco mais do líquido da garrafa no ferimento para limpar a área e olhava em minha direção. - Você aprenderá a como instalar uma bandagem agora que a situação está mais calma. - Eu assentia com a cabeça e a olhava atentamente pegando a bandagem e passando sobre a perna ferida do homem erguendo a levemente. - Entende como deve ser feito? - Assentia com a cabeça mais uma vez tentando achar palavras para descrever tal habilidades médicas. - Então continua. - Ela ia até um pouco acima da panturrilha perto do joelho do homem e soltava a corda o que fazia o seu sangue voltar a circular pela perna do homem e a enfermeira retirava a cinta da boca do soldado que respirava aliviado. Com um pouco de força tentava enrolar a bandagem e era nesse momento que tomava mais um grito da morena linda e o marinheiro gemia. - Toma cuidado! Não use força nisso! Apenas enrole e feche com a fita. - Estava assustado com o grito e com medo de machucar o marinheiro, seguindo as instruções eu levantava levemente a perna do homem para conseguir passar o rolo da bandagem por baixo e em seguida quando achei que estivesse bom passar a fita. - Me desculpe, senhor. - dizia com um tom de voz triste e com um pesar no olhar.

Estava terminado o trabalho de passar as bandagens quando a enfermeira se aproximava e me puxava mais para o canto da sala. - Você viu o que estava embaixo do joelho dele? - Ela esperava a minha resposta. - Sim, eu vi, o que era aquilo? - Ela balançava um pouco a cabeça em sinal de negação e continuava. - Aquilo é chamado de torniquete ou garrote. Ele é usado como medida para parar a hemorragia em casos extremos ou que possa dificultar muito caso queira retirar algo do corpo do paciente em membros. - Continuava surpreso com seus conhecimentos em medicina e queria aprender cada vez mais. - Você é uma exímia médica, onde aprendeu tudo isso? - Antes que ela pudesse me responder, o estado do homem começava a ser preocupante mais uma vez, ele dava um suspiro longo e parecia que estava ficando sem respiração e a enfermeira ia até ele.

Colocava o seu ouvido sobre o nariz do homem e podia ver que o marinheiro não estava respirando, sem saber o que fazer apenas me colocava disposto a observar os movimentos da morena enquanto ela pressionava abaixo do peito do homem com suas mãos cruzadas e tentando fazer com que ele respirasse novamente, eu não sabia como realizar ou o que era que estava fazendo, mas parecia estar funcionando, o homem tossia levantando brevemente a cabeça e depois puxando todo o ar que conseguia para seus pulmões.

Uma gota de suor podia ser vista na testa da enfermeira que passava se braço para secar, ela olhava para mim e eu conseguia ver a expressão de que aquilo seria a próxima coisa que ela iria me ensinar. - Esta é a última lição que posso lhe ensinar sobre os primeiros socorros. Preste bem a atenção e pegue o boneco. - Eu olhava para ela com admiração e conseguia sentir a sua beleza me seduzindo. Foco! Era o que eu precisava no momento. Pegava o boneco que estava sobre a maca e nós dois agachávamos ao lado do boneco deitado.

- Você precisa realizar essa formação com a mão. - A enfermeira mostrava-me entrelaçando seus dedos com uma palma aberta e a outra mais fechada, ela colocava a mão dela sobre uma região um pouco abaixo das costelas e continuava a explicação.

- A técnica consiste em apertar essa região para fazer com que o paciente simule o seu coração e seu pulmão circulando o sangue ou ar. Você tem que sempre estar ao lado do que vai receber e empurrar com a parte de baixo da mão para tentar simular esse efeito e fazer com que o paciente volte a respirar. Entendeu? - Ela aguardava a minha resposta e eu assentia com a cabeça. - Sim, eu entendi. - Eu fazia a formação com a mão tendo meus dedos entrelaçados e a palma da minha mão direita aberta enquanto a da esquerda me dava um apoio para dar mais força, posicionava a minha mão sobre a área que ela tinha indicado e tentava realizar o movimento com tentando fazer o mesmo em que ela tinha feito com o homem.

- Errado! É mais abaixo, o movimento tem que ser feito com a parte de baixo da mão e não com ela completa, tente de novo. - Sentia a frustração de nunca conseguir de primeira, mas não deixava isso me abater, tentava mais uma vez colocando minha mão um pouco mais abaixo dessa vez e colocando mais pressão sobre a parte de baixo da minha palma ao invés da palma inteira. Eu pressionava com força e precisão aquela área e conseguia ver o sorriso da enfermeira vendo que eu tinha entendido o que ela havia me passado. - Nunca se esqueça de sempre verificar se o paciente está respirando, faça três vezes, coloque seu ouvido sobre o nariz dele, sinta a sua respiração e ouça, ao mesmo tempo olhe para o peito dele para ver se está mexendo regularmente. Se não estiver, repita o processo. Bom, isso é tudo, pratique mais algumas vezes e coloque-se na maca. - Olhava para ela com um olhar de admiração e um pouco de paixão. - Obrigado por tudo! - Ela voltava ao atendimento do recruta gordo enquanto eu continuava a praticar um pouco mais daquela técnica apertando três vezes e colocando meu ouvido parelho ao nariz do boneco simulando que ele ainda não estava respirando e repetia mais algumas vezes até que minhas mãos doíam por praticar com o boneco e eu ficava de pé novamente guardando as ferramentas, a bandeja e o boneco de volta ao seus lugares e ficando de pé no meio da sala.



Fim




Esperaria uma reação dos outros recrutas se falassem algo a mim, caso contrário voltaria a me sentar na maca aguardando até que Pilo e/ou Thor ou algum outro instrutor que pegasse as rédeas do recrutamento chegassem a enfermaria novamente. Ouviria o que eles tem a dizer e esperaria uma ordem para me levantar o seguir em sua direção, estava ansioso para a próxima etapa do recrutamento esperando que conseguisse realizar tal feito, por fora tentaria permanecer calmo e mudaria a minha expressão para sério como se estivesse em um combate para tentar conseguir o maior foco e paciência no que estivesse por vir. Antes de sair eu olharia para a enfermeira e piscaria em sua direção. - Muito obrigado, você é uma exímia enfermeira e bela também. Qual é o seu nome? Me chamo Achiles - E após ouvir a sua resposta, continuaria a seguir o caminho indicado por um dos avaliadores. No caminho, me tornaria pensativo e começaria a ignorar um pouco a todos em minha volta tirando os olhos de Rannah ou dos outros recrutas, me colocaria a pensar um pouco sobre o que estava acontecendo comigo sem perder os olhos do trajeto em que estivesse seguindo analisando ao local. " Tudo começou com a minha mãe adoecendo, é triste saber que uma pessoa de tão bom coração se tornou vítima de uma doença. Meu pai morreu para um mero pirata, espero que eu ainda consiga punir os milhões de piratas que vivem nesses mares em vingança de todas as pessoas que eles feriram ou irão ferir se eu não o impedir. "

Esperaria uma instrução de Pilo ou Thor ou de quem estivesse a nos guiar, observaria com atenção o local a nossa volta em que nos encontrássemos e ficaria ao lado mais afastado de Rannah tentando evitá-la após os dois foras que tomei dela, prestaria atenção em casa palavra deles tentando descobrir se aquela etapa do recrutamento também seria em grupo.

Se eles estivessem dispostos a nos servirem uma refeição ou um descanso antes de continuarmos o recrutamento, eu sentaria em uma mesa ou cama mais afastado de todos e procuraria pensar sobre o que estava acontecendo. " Minha mãe morreu a um bom tempo e desde então isso tem sido o meu primeiro tiro para seguir com uma carreira de medicina enquanto espero socar alguns piratas pelo caminho em direção a paz. Eles me dão tanta raiva. Só de pensar que meu pai morreu por causa de um sem um motivo. Argh! "

Estaria sério e esperaria por uma brecha para poder comer, se eu tivesse que me servir, me serviria das coisas que mais achasse apetitosas com um suco ou uma simples água, se caso viessem me servir esperaria que eles estivessem um bom gosto.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptyQui 19 Out 2017, 05:10

Tróia - Parte 1
12




O sol já havia praticamente se posto quando eles se aprontam. Eram 17h15min e eles podiam ver as nuvens densas em formação sob o céu da ilha através do espelho da enfermaria. O dia está quente tal que a densa camada de umidade provocou aquelas nimbus, mas sua proporção não é alarmante e certamente provocará chuva de baixa intensidade.

Os garotos conversam entre si quando Achiles retorna dos afazeres. Rannah havia observado tudo que o companheiro fazia e está surpresa enquanto conversa com o loiro. Quando eles se dão por si, Pilo retorna e fala:

- Bem. Está vindo uma chuva aí e não indico que saiam agora. Vamos para dentro do Quartel que não é seguro ir para casa agora. Sei que vocês dois... - e ele aponta para o gordo e o outro rapaz magro e cabelo escuro, continuando: - Isso... Vocês... Moram longe demais da zona central da ilha. Não quero recrutas em perigo. Seria muito prejudicial para a fama do nosso Quartel.

Ele entra de vez na enfermaria e procura por Fiorela, mas não encontra na sala principal onde os meninos estão. Ele entra mais a chamando:

- Senhorita Fiorela onde está? Vim aqui para levar os garotos e agradecer pelo trabalho. - ele olha para o gordo e ele já aparenta estado muito melhor.

Repentinamente a moça grita dentro de uma sala parecido com uma dispensa e sai dizendo:

- Desculpa, senhor Pilo, estava ocupada organizando o material do estoque. Eu quem agradeço por tudo. Os meninos até que me ajudaram no pouco que ficaram aqui. - ela se aproxima de Achiles e da Mink, agora do lado do colega e diz: - Mesmo quando não precisarem podem dar uma passada aqui. Tem horas do dia que eu fico sozinha fazendo nada. - o Agente ergue a sobrancelha perante a informação, mas não liga e apenas arremata os garotos dizendo:

- Vamos. Vamos logo para dentro do Quartel porque vão logo servir o jantar e não quero perder a refeição. - o loiro sai na frente e espera os outros do lado de fora. Eles se reúnem e seguem Pilo. Achiles está absorto em pensamentos.

O grupo chega até o portão principal do Quartel e eles podiam ver de perto o imenso prédio. O vento já havia mudado e sopra com intensidade mais alta que o normal para a ensolarada ilha. Não fossem as fortes paredes do QG, sentiriam o zumbido que a areia fazia ao se chocar com a estrutura, porém eles estão seguros. Logo na entrada do saguão principal eles veriam um imenso lustre e uma recepção no final do quadrado. Alguns rapazes da idade deles passam de um lado a outro entrando em dois corredores logo atrás do balcão onde se via um homem e uma mulher.

Pilo para, vira-se para os garotos e fala:

- Essa deve ser a primeira vez de muitos aqui entrando no Quartel. Sejam bem-vindos ao lugar de trabalho da maioria de vocês. - Rannah está deslumbrada e no meio do semicírculo formado pelos amigos ela gira olhando o teto e cada detalhe das paredes.

Eles podiam ver também muitos quadros e janelas de vidro temperado. Eles podiam ver Thor passar pela frente da recepção enquanto eles ainda estão parados. O Sargento olha para os garotos, os reconhece e segue para uma escada na parede esquerda do saguão. Na parede direita há outra sala com o nome refeitório escrito em letras garrafais. O Agente olha para os meninos e diz:

- Vocês devem estar com fome. Vamos logo! - os garotos seguiam, entram no salão e Achiles se separa deles.

A sala era composta por quatro longas fileiras de mesas brancas que terminavam em bancadas com muita comida. Dois marinheiros com aventais seguiam trazendo travessas com mais e mais alimento. O Wolf se serve e senta numa mesa distante. Rannah e o loiro estranham a cena e apontam para Pilo. O gordo não se importa e chama o moreno para comerem enquanto podiam. O trio se aproxima de Achiles que já está comendo um prato de bananas cortadas e mel. Ele está sentado do lado de um rapaz de cabelos azul-escuro. Rannah é a primeira a falar assim que chegam:

- Você está bem? Por que não vem sentar com a gente?! - ela se aproxima mais e senta do lado do garoto e prossegue: - Desculpa por tudo lá atrás. Eu não tenho boas experiências com os rapazes da nossa idade, mas acho que todos vocês aqui são diferentes. Desculpe! - o Agente fica apenas observando o rapaz ao lado do menino e o loiro segue calado.

Pilo se aproxima e fala com o outro rapaz ignorando a conversa dos garotos, afinal ali era um espaço de descontração:

- Você é Jason, não é? Há quanto tempo não vejo aquele velho Agente que lhe trouxe pra cá. Onde ele está a essas alturas? - o garoto olha o Agente com os olhos azuis em chamas e não responde. Seu semblante era frio e quieto. Não queria ser provocado.

Rindo-se da situação, Pilo apenas se afasta para pegar o que comer e diz para o loiro:

- Você não quer pegar algo para comer enquanto o casalzinho se resolve? - ele sai rindo e o estrategista o segue deixando Achiles e Rannah sozinhos com o tal Jason comendo a duas cadeiras de distância.

O refeitório está com lotação mediana. Os marinheiros conversam baixo e eles podem ver o gordo e o moreno se empanturrando na terceira fileira. Eles sentados na primeira podiam observar tudo muito bem e dava para notar que alguns dos rapazes ali não eram graduados. Àquele dia havia um número considerável de recrutas.

Dados:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptyQui 19 Out 2017, 12:23


Tróia - Parte 1






Como já planejado, um dos nosso superiores voltou para nos chamarem para jantar, não queriam nos dispensar na chuva forte que estava por vir. Fiolera, era seu nome, e ela nos permitia vir a hora que quiséssemos até a enfermaria para visitá-la, era bom saber, aquilo me trazia um sorriso em meu rosto por saber que haviam profissionais tão bons como ela na área médica. Na ida até o refeitório passávamos pela recepção, um ambiente todo muito lindo podendo ver os grandes, um grande lustre na entrada e pude ver a presença de Thor mais uma vez ali. Pilo parecia mais animado que antes. " Está tudo tão lindo! Fico pensando quantas vezes passarei por aqui depois que virar um agente. "

Com um sorriso em meu rosto retornávamos a nossa caminhada até o refeitório, estava separado dos outros recrutas e Pilo e conseguia me sentar sozinho como queria após pegar algo para comer em uma das mesas brancas. Os marinheiros estavam usando aventais ajudando a servir aqueles que sentiam fome. Meu tempo de pensar acabava quando Rannah chegava acompanhada. Ela me pedia desculpas por antes e me perguntava o porquê de eu não ter sentado com eles. - A medicina mexe com minhas memórias, no momento, quero apenas ficar mais quieto. - Observava a brincadeira de Pilo que com toda a certeza do mundo estava mais animado chegando a falar com um homem perto de mim. Ele era estranho, frio e quieto, era o oposto do que eu sou, mas não era aquilo o que mais me surpreendia nele e sim o interesse de Pilo nele. - Mas não igual a ele, ele é quieto demais. - Apontaria para ele assim que o instrutor saísse e daria uma risada.

Terminaria de comer o meu prato com velocidade apreciando o gosto vindo dele e procuraria pular algumas cadeiras para mais perto do misterioso. - Hey, você. - Não me importaria se ele olhasse para mim ou não. - O que faz Pilo despertar tanta curiosidade em você? - Tinha uma leve impressão que ele não me responderia da mesma forma que não respondeu o Pilo, tocaria em seu ombro com o intuito dele se virar para mim e me dar uma única fala, recuaria um pouco em seguida e voltaria a perguntar. - Quem é você? - Ao fim de todas as minhas perguntas eu voltaria para a minha cadeira original.

Se ele tivesse uma reação mais explosiva em meio as minhas perguntas, procuraria me esquivar me mexendo para o lado e jogando a cadeira para trás para me dar espaço, olharia em direção a Pilo e diria. - Por que ele te desperta tanto interesse, mestre Pilo? - E me prepararia para me esquivar de algum possível golpe vindo do homem me movendo para algum dos lados ou para trás, ao término das minhas perguntas eu diria. - Obrigado. - E voltaria para me sentar na minha mesa.

Caso ele apenas se levantasse antes de eu terminar de comer, iria em sua direção e tentaria ficar de frente a ele tentando parar em seu caminho, olharia para ele em seus olhos e repetiria as perguntas feitas antes, já tentando me esquivar de golpes que ele tentasse para me afastar movendo meu corpo para trás ou para algum dos lados que eu não fosse esbarrar em algo e tentaria terminar as minhas perguntas antes de voltar a mesa e terminar a refeição.

Estaria decepcionado se ele apenas não me respondesse e feliz caso respondesse, mas levantaria da minha cadeira e com meu prato procuraria me servir mais de coisas mais calóricas para recompor minhas forças com algo que me desse mais energia e menos vitaminas, me sentaria na minha mesa novamente e começaria a comer o que fosse utilizando dos talheres ou das mãos se fosse preciso. Ao terminar me limparia da sujeira da boca e mãos com algum pano ou toalha da mesa ou em casos extremos na minha roupa que estava um pouco sujo.

Olharia para Pilo, se ele estivesse longe iria até ele, caso estivesse perto continuaria olhando em sua direção. - E agora, para onde vamos? O que temos que fazer? - Esperaria sua resposta ou ele terminar de comer para me levantar e ficar esperando alguma de suas instruções, seguiria ele após sua resposta analisando o local por onde passávamos com um sorriso em meu rosto por ter tido uma refeição.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptyQua 01 Nov 2017, 13:44




Achiles

Nobre Galanteador


A jovem Rannah apenas concordava, mas não acompanhava a risada de Achiles. Jason havia voltado sua atenção novamente para sua comida, estava quase terminando, pois já estava comendo quando os recrutas chegaram a mesa.

Achiles comia com pressa devorando rapidamente seu prato saudável a fim de se aproximar de Jason e ‘confrontá-lo’ querendo saber quem ele era e porque Pilo interessava-se por ele.

Terminaram de comer praticamente juntos e quando Jason se colocava de pé foi abordado por Achiles plantado a sua frente olhando-o diretamente nos olhos.

- O que faz Pilo despertar tanta curiosidade em você?

Jason ergueu o olhar confrontado os olhos de Achiles e respondeu secamente.

- E isso é da sua conta porque? - esperou apenas um segundo e com um tom mordaz completou. - Ah sim, não é da sua conta. - Jason se virava para ir embora quando Achiles colocou a mão em seu ombro puxando-o a se virar de volta, em troca recebeu uma ‘palmada’ na mão fazendo-a sair do ombro do outro garoto.

- Quem é você? - perguntou incisivo.

- Jason! - respondeu com um riso irônico nos lábios. Virando-se e indo embora do refeitório.

Decepcionado com o desenrolar da conversa, mas sem ter como forçar sair algo da boca do rapaz o jovem Achiles se serviu de mais comida e voltou para sua mesa.

- Aquele garoto me deu arrepios. - Comentou Rannah ao seu lado, enquanto olhava Achiles digladiando-se com uma grande coxa de galinha.

Pilo já havia parado de prestar atenção mesa, vendo que Achiles nada tentava com Rannah, tirando-o assim o interesse pelo que se desenrolava lá. Terminado de comer Achiles foi até o instrutor Pilo.

- Enquanto o temporal durar não muito, continuaremos amanha. Vou mandar alguém mostrar os alojamentos para vocês. - falou e passou o olhar por todos os novatos que estavam ao seu redor. - Depois podem dar uma olhada por ai pra se familiarizar com o QG, assim que a tempestade parar continuamos.

Tal qual dito por Pilo um recruta mais velho se aproximou e levou os novatos pelos corredores até os dormitórios. Estes que ficavam na alá direita no terceiro piso. Saiam pela porta do refeitório seguindo o corredor pra direita. As paredes eram estéreis daquele ponto em diante, nada de requintado, somente o necessário, ou seja, a iluminação. Pelas janelas era possível ver árvores balançando pelos fortes ventos e a chuva torrencial que mudava de direção de forma pouco previsível a cada mudança súbita dos ventos.

Subiram escadas de pedra até os alojamentos dos recrutas. Rannah foi guiada até outra ala no quarto andar.

- Aqui ficam os recrutas, Marinheiros, Agentes e também os recém aprovados no processo de seleção.

Era uma ala ampla repleta de beliches. Não havia quaisquer outras portas de saída, entrada, ou banheiro. Cerca de 30 beliches de cada lado com um pequeno baú na ponta de cada um e nada mais.

- Escolham os que estiverem livre, serão os sem roupa de cama, peguem elas nos armários ao fundo. O banheiro fica abaixo no primeiro andar.


Haviam cerca de 15 outros recrutas ali dentro que olhavam pros 5 parados a beira da porta. ( Vc, os outros 3 e o guia.)

Alguns jogavam cartas, outros estavam deitados em suas camas lendo. Ao todo pareciam haver 30 camas ocupadas, de modo que apenas metade esta ali. Uma rápida olhada revelaria que Jason não estava presente no local.

O guia os deixou pouco depois, dizendo que poderiam olhar o QG, mas que deveriam estar no quarto prontos para serem chamados quando fosse do interesse de Pilo continuar os testes.



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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptyQua 01 Nov 2017, 16:20


Tróia - Parte 1






Era capaz de comer a comida depressa e conseguir ir até o homem para perguntar sobre o mesmo e aquela ação começava a me deixar bem mais animado e o meu sangue ferver. Após uma resposta seca e de que aquilo não era da minha conta me fazia tocar em seu ombro quando ele tentava sair do refeitório, com um tapa em minha mãos pude sentir que ele não gostou nenhum pouco da atitude, mas consegui retirar o seu nome de sua boca, infelizmente não consegui continuar com a conversa e ele saiu do refeitório. Rannah fazia um comentário sobre Jason e minha mente ficava cada vez a mais trabalhar pensando sobre o homem enquanto continuava a terminar minha segunda refeição. "Jason, hã? Espero nos encontrarmos novamente. Ele é um curioso e isso me trás ainda mais curiosidade sobre esse homem. "

O recrutamento continuaria amanhã depois do temporal passar e eu conseguia arranjar um lugar para passar a noite, o alojamento da marinha. Com um guia nos direcionando pelas paredes secas do quartel chegávamos ao alojamento e ele nos explicava como funcionava aquele local, as enormes camas e o espaço me deixavam animados de poder dormir ali, as minhas memórias tristes tinham sido deixadas de lado e eu podia me colocar a animar o grupo novamente, estenderia a minha mão com o punho fechado para cima e gritaria bem alto para que todos ouvissem. - Estamos cada vez mais próximo! - Daria um grande sorriso e olharia a reação de todos já prevendo cada uma delas como uma vergonha e alguns dos outros homens rindo de mim, Jason infelizmente não havia vindo para o alojamento o que me deixava menos animado.

O quartel era um lugar a ser explorado, mas precisaria estar ali para quando Pilo viesse nos chamar, ainda torcendo para que os outros recrutas estivessem por perto olharia para eles e diria me colocando mais a frente e ao centro perguntando. - Alguém irá ir no banheiro? - Se algum tivesse dito que sim, me colocaria na entrada do alojamento, caso contrário seguiria sozinho. Começaria a seguir pelo mesmo caminho que viemos tentando descer até o primeiro andar, olharia para se alguém tivesse vindo e se tivesse perguntaria para o homem.
- Você poderia me indicar para onde fica o banheiro? - Se a resposta fosse positiva seguiria na direção apontada dizendo. - Obrigado. - Caso contrário olharia para se algum outro marinheiro estivesse ali, com sorte teria encontrado algum andando pelo quartel na mesma hora, repetiria a pergunta e seguiria na direção. Caso não encontrasse ninguém andando por ali andaria até o refeitório e tentaria encontrar um marinheiro para me direcionar repetindo a mesma pergunta, se tivesse alguém me acompanhando e soubesse onde ficasse eu seguiria as suas orientações.

Quando conseguisse achar o banheiro iria até um mictório ou uma privada para satisfazer as necessidades biológicas. Se não conseguisse continuaria andando até encontrar alguém para me dizer ou encontrar por conta própria. Após saciar eu seguiria em direção ao alojamento novamente pelos mesmos corredores que tivessem vindo, daria mais uma olhada ao redor para ver se encontrava Jason, independente de ter encontrado-o seguiria até o armário no fundo e pegaria a roupa de cama com o que precisasse para ter um bom sono, selecionaria uma cama mais afastada dos outros independente se fosse em baixo ou cima e faria a minha cama, colocando o lençol no comprimento certo, a coberta por cima e por fim o travesseiro perto da cabeceira, retiraria o meu paletó e a camisa social, dobraria ambos e colocaria-os no baú, tiraria os meus sapatos e o meias deixando-os por baixo das vestes e fecharia o baú. Tentaria olhar para Rannah e ver o que ela estava fazendo - Durma bem. - Deitaria-me por debaixo da coberta até o ombro e apoiando a minha cabeça sobre o travesseiro e tentaria tirar uma soneca até ser chamado.   " A cada passo estou chegando mais próximo daquilo que eu busco ser, está ficando cada vez mais emocionante!

Me levantaria o mais rápido possível após ser chamado tentando não cair da cama ou tropeçar em alguma coisa, abriria o baú rápido e vestiria as minhas vestes, os sapatos e o par de meia se tivesse ficado presa entre a coberta ou saído do meu pé. Ficaria em frente a Pilo tentando ser o primeiro a chegar até ele e escutar suas instruções, seguiria ele para onde fosse preciso e escutaria os seus dizeres.

Em caso de ter ficado perdido em meio ao quartel, procuraria encontrar algo que fosse me familiar tentando seguir uma direção pelo instinto, se alguém me perguntasse o que eu estava fazendo diria com um sorriso em meu rosto. - Estou perdido, estava a procura do banheiro, sou um dos recrutas para agente. - Explicaria para o homem. - Você poderia me dizer onde fica? - E seguiria até as instruções dele e depois voltaria para o alojamento.


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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptySex 03 Nov 2017, 16:16




Achiles

Nobre Galanteador


A subita animação do jovem Achiles por estar chegando mais perto do seu sonho acaba por provocar diversas reações. Entre aqueles que estavam junto dele apenas o gordinho sorriu animado e ergueu a mão, o loiro estrategista foi um pouco mais introspectivo e saiu sorrateiramente de perto de Achiles, enquanto o outro garoto pareceu ficar sem jeito girando um dos pés no chão apoiando ele apenas com a ponta e balançando o corpo com as mãos para trás como se quisesse comemorar, mas estivesse com vergonha de fazê-lo.

Rannah COMO dito anteriormente havia sido levada para OUTRA ala no quarto piso de modo que não viu a cena causada por Achiles. Dentre os jogadores de carta uns sorriram enquanto outros apenas balançaram a cabeça em negação. Entre os que liam ninguém lhe deu atenção.

- Alguém irá ir no banheiro? - perguntou o jovem animadamente.

Dos que o acompanhavam todos negaram dirigindo-se para o armário ao fundo para buscar suas roupas de cama. Já do fundo do quarto um cara responde, ele estava sentado com outros dois rapazes. Era moreno com o cabelo curto e uma cicatriz que atravessava-lhe a face começando abaixo do olho esquerdo e correndo até o fim do queixo.

- Nós vamos! - Falou sorrindo e quando um dos caras que o acompanhavam mostrou confusão e iria falar algo tomou uma cotovelada e logo se calou e levantou.

No corredor então sairam os quatro, Achiles e o “Scar” a frente enquanto os companheiros deste seguiam mais atrás. Começaram a descer as escadas quando ‘Scar’ falou.

- E então garoto, qual o seu nome? - Scar parecia um pouco mais velho que Achiles, talvez uns 25 anos, embora a barba rala e falhada que possuía pudesse confundir sua idade real.

Chegaram ao banheiro, após seguir alguns metros pelo primeiro andar afastando-se ainda mais da direção do refeitório e seguindo para uma parte que parecia ser a parte traseira do QG da marinha. (Imagine um quadrado de corredores, você tá no lado oposto a entrada do saguão com o lustre, o refeitório é na face esquerda do quadrado e os banheiros no fundo.)

Achiles e Scar entraram no banheiro, enquanto os amigos de Scar ficaram do lado de fora, após Scar ter lhes feito um sinal com a cabeça, ainda que Achiles não tivesse visto esse sinal.

O jovem foi ao mictório mais próximo enquanto Scar ficou na pia atrás lavando as mãos e arrumando o cabelo para trás. Ele conseguia enxergar Achilhes pelo espelho a frente das pias.

- Sabe garoto. Não gostamos de palhaços animados aqui. - começou ‘Scar’ enquanto arrumava o cabelo. - Vocês chegam aqui achando que é tudo uma piada, uma festa. - Virou-se olhando para Achiles que terminava de sacudir e fechar o ziper. - Por isso vou ter mostrar o que fazemos com palhaços engraçadinhos aqui. - Puxando as mãos do bolso ‘Scar’ trouxe um par de socos ingleses.

Tinha um sorriso cínico estampado no rosto. Não pareciam haver outras pessoas dentro do banheiro, na verdade aquele banheiro não tinha chuveiros pelo que Achiles podia ver, talvez fosse um banheiro secundário. Havia além dos mictórios outras 3 portas de divisórias onde estariam provavelmente os vasos sanitários.





PS: Não Resisti ao chicle do valentão que não gosta de novatos que “querem” chamar a atenção.

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MensagemAssunto: Re: Tróia - Parte 1   Tróia - Parte 1 - Página 3 EmptySab 04 Nov 2017, 22:52


Tróia - Parte 1






Fiquei feliz quando pelo menos o gordo sorriu da nossa animação e alguns outros homens que estavam por ali, quando perguntei sobre ir ao banheiros um trio mais experiente quis ir comigo, o que me estranhava neles era que o que tinha me respondido dava uma cotovelada em um dos seus companheiros, ele tinha uma cicatriz enorme em seu rosto e aquilo me dava um tom de um homem mais experiente na batalha o que podia ser um pouco mais intimidador. Descíamos até o banheiro e no caminho enquanto estávamos descendo a escada, o da cicatriz me perguntava o meu nome. - Me chamo Achiles e você?

O caminho não era tão longo até o banheiro, os dois outros ficaram do lado de fora enquanto o homem da cicatriz entrava no banheiro ao meu lado. Após um leve alívio ele começava a falar sobre não gostarem de pessoas animadas dentro do quartel como se tudo fosse festa e virava para a minha direção depois de arrumar o seu cabelo com os seus socos ingleses que tirava do seu bolso. - Mas e aí? Ser tocado pro alguém que nem lavou as mãos deve ser algo vergonhoso. - Sorriria para ele com o mesmo sorriso cínico que ele mostrava, estava esperando um momento para ter uma boa luta há algum tempo e contra Pilo não tinha sido satisfatório.

Levantaria meus ombros e moveria o pescoço para os lados rapidamente aquecendo os meus músculos para a luta que estava por vir e fixaria os meus olhos em seus movimentos, ficaria sério e procuraria calcular a distância que estávamos, depois seguindo em sua direção caminhando lentamente e me preparando para esquivar de seus golpes com os socos ingleses, manteria a minha postura com a minha mão direita mais atrás da esquerda e meu pé esquerdo mais a frente. Esperaria sua ação assim que estivéssemos próximos esperando que ele viesse para me acertar em minha cabeça com cruzados ou jabs onde procuraria me esquivar movendo minha cabeça e meu tórax para trás com meus pés em movimento e procuraria achar uma brecha entre seus ataques, um golpe mais lento ou uma região em sua costela mais exposta, me esquivando de ganchos movendo meu corpo mais bruscamente para trás. Assim que visse iniciaria uma sequência de socos acertando a sua costela com brecha com um gancho da mão do lado mantendo o punho na vertical, o seu maxilar com um gancho da mão oposta a que usei para o primeiro gancho e terminando com um último gancho em seu maxilar com a primeira mão que usei para golpear, sempre movendo meus pés para frente em cada golpe ficando em movimento.

Em caso de que o primeiro golpe desse errado e ele esquivasse ou bloqueasse eu continuaria a tentar acertá-lo com os outros socos e recuaria no final com um pulo para trás já me preparando para manter a postura e seguir esquivando da mesma forma que havia planejado antes e esperando uma outra brecha para começar um ataque do mesmo jeito, se eu ficasse encurralado em uma parede ou algum mictório eu tentaria acertar um uppercut em suas partes íntimas e trocar de posição pulando por cima ou movendo pelo lado do homem da cicatriz tentando tomar uma distância dele antes de começarmos a continuar a luta.

Se a sequência de golpes tivesse dado certo eu abriria um sorriso cínico dando alguns passos para trás vendo se ele havia sentido bastante dor ou não, tentaria começar a esboçar alguma estratégia em minha mente para poder seguir com o combate de uma forma que pudesse feri-lo mais e daria uma leve olhada pelo chão para ver se não estava com algum piso mais molhado ou escorregadio." Esquivar e bater, sim, esse é o jeito. "

O homem de cicatriz parecia bem convincente quando se tratava em bater e ele já parecia gostar disso tanto quanto eu, se fosse acertado tentaria respirar fundo e recompor independente da dor que estivesse seguindo mantendo a minha postura e a guarda alta e tentando me esquivar de possíveis golpes da mesma forma que estava esquivando antes me esperando que ele se cansasse de tentar me golpear.

Caso a minha sequência fosse o bastante para nocauteá-lo eu procuraria olhar para a porta para ver se seus companheiros estivessem para entrar, se nenhum exercesse um movimento na porta eu agarraria as mãos do de cicatriz e tiraria os seus socos ingleses, colocaria ambos em meus bolsos e arrastaria seu corpo até uma das divisórias, deixaria ele deitado ao lado da privada e sairia pela porta correndo tentando surpreender os outros dois companheiros para que não tivesse que lutar com eles dois também onde tentaria me direcionar até o dormitório o mais rápido que eu pudesse.



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Off: Aquele famoso valentão vacilão Xzibit

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