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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I

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Mizushiro Hizumy
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyDom 26 Nov 2017, 20:08



Happy Trail


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Seus lábios abriram um sorriso resplandecente e animado com aquela notícia.  Uma nova caçada ao tesouro era o que ele mais precisava naquele momento! Não havia melhor maneira de se fortalecer do que enfrentar os perigos da Mãe Natureza numa aventuresca caçada! – Obrigado, pela informação, Goemon-kun! – Exclamaria eufórico ao ver o garoto sair do quarto. – Mais uma vez, muito obrigado, Alibaba-san! – Voltando-se para o médico, agradecê-lo-ia novamente segurando em suas mãos e as tentando sacudir rapidamente.  – Agora tenho que ir! Até uma próxima vez! – Largando as mãos que o haviam salvado, voltar-se-ia para a saída e começaria a correr. – Bye bye! – Diria, erguendo o braço e o baloiçando em despedida.

  Aquela notícia houvera feito o seu sangue fervilhar e o seu peito saltitar de animação. Era incrível como em tão pouco tempo, já se havia recuperado e ultrapassado o triste reencontro com seu irmão. – Não que tenha esquecido das duras palavras de Yami-nii-sama! – Pensava consigo mesmo enquanto caminhava para a entrada da estalagem, onde esperava encontrar seu fiel companheiro. – Mas é exactamente por aquelas palavras serem verdade que devo ficar mais forte! Só assim trarei meu irmão de volta para casa! –

  Quando o vislumbre do panda caísse na mira dos seus tão azuis e límpidos olhos, o menininho correria até ele e o abraçaria com todas as suas forças. Shima-chan!! Esfregaria o rostinho nos pelos fofinhos do animal, contente, de bochechas rosadas. – Desculpa se te preocupei, mas está tudo bem agora! Além disso, tenho uma notícia muito boa! A Marinha está recrutando pessoas para uma caçada! Essa é a nossa oportunidade! Hi! Hi! – Falaria numa explosão de palavras desenfreada. – Se preparem, pois aqui vamos nós!  – Apontando para a saída, desafiaria o destino ambíguo que o aguardava assim que colocasse seus pés para fora daquele lugar.

 E seria com um grande pulo para o exterior que recomeçaria aquela jornada. Animado e genuinamente feliz, como habitual. Inspiraria fortemente o ar do local, esperando absorver os aromas naturais. – Oh! Me desculpe… poderia indicar-me qual o caminho mais rápido até ao quartel dos marinheiros? – Perguntaria ao primeiro adulto que avistasse nas proximidades. – Muito obrigado, tio(a)! – Agradeceria com um leve riso encantador nos lábios gentilmente pintados de vermelho, correndo na direcção indicada.  Caso não obtivesse a resposta na primeira, ou mesmo na segunda ou terceira pessoa que perguntasse, responderia sempre com um sorriso gentil no rosto: - Não faz mal! E obrigado! – A resposta não mudaria, mesmo que a pessoa reagisse de forma nada educada.

    Chegando ao quartel, admirado pela grandeza da estrutura militar, pelo menos do seu ponto de vista, deixaria um surpreendido - WOOOW!!! suspiroso fugir-lhe da boca aberta. – Então este é o Quartel da Marinha?! É tão grande e… tão... azul?! He! He! He! Exactamente como eu! Ha! Ha! Ha!  – Gargalharia olhando para o seu amigo. – Vamos, Shima-chan! Vamos ver como é o interior! – Com a flauta à volta do pescoço por um fio, e o bastão na mão direita, caminharia até ao balcão.

– Olá! – Diria, colocando as mãozinhas e os braços sob o balcão, espreitando para cima se o mesmo fosse mais alto que ele. – Eu e o meu amigo gostaríamos de entrar na Marinha! E também queremos fazer parte da excursão que irá atrás do tesouro! Hi! – Terminaria, ansioso, com um semblante risonho.


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Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

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...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
Não faz mal! E foi um bom post inicial! ^^ Estarei contando contigo! E peço desculpas pelo meu post! Tentarei ir melhorando ao longo da aventura, por isso, se tiver dicas de narração, esteja a vontade para dá-mas, pois eu as aceitarei com muito grado! XD Além dos objectivos que eu te disse por MP, se puder ser, eu também gostaria de comprar/receber uma bolsa ^^  


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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyDom 26 Nov 2017, 20:51




O reencontro do animal e seu dono encheu os olhos do grande panda de lágrimas, feliz por ver seu amigo curado e bem. Depois das palavras ditas de Hizy para seu colega, ambos partiram em direção ao desconhecido. Dobraram algumas ruas, vielas, entraram em lugares que até um mendigo pensaria duas vezes antes de entrar e caíram em uma rua principal, onde o garotinho abordou um homem que perambulava rumo a sua casa. Ah... A Marinha... Siga direto nesta direção e vire na quinta rua a direita, depois siga direto e logo verá a enorme estrutura. Disse o homem, apontando para a direção oposta a que viera, seguiu seu caminho e deixou o garoto e o panda por conta própria.

Ambos seguiram na direção indicada, viraram na rua demarcada e logo se depararam com o enorme edifício com um símbolo enorme e azul da marinha e seu nome pintado nos muros. A surpresa e o fascínio do jovem era notório, atraindo alguns olhares curiosos dos andantes da área, talvez se questionassem sobre o panda ao seu lado.

Adentrando o QG, o garoto deparou-se com uma decoração tipicamente militar. Molduras com retratos de marinheiros condecorados e logo acima a imagem do Sargento responsável pelo QG. O balcão logo atrás do jovem foi o próximo “alvo” da dupla incomum. Olá! O homem por detrás do balcão passou alguns segundos procurando o dono da fala, mas só percebeu o garotinho ao erguer-se e escutar novamente. Eu e o meu amigo gostaríamos de entrar na Marinha! E também queremos fazer parte da excursão que irá atrás do tesouro! Hi! Fez uma careta de susto e recompôs-se logo após. Olhou bem o garoto e seu companheiro e finalmente o respondeu. Bom... Quanto ao seu companheiro, acho que a marinha não aceita animais como soldados, mas você será muito bem vindo, estamos mesmo precisando de contingente! Siga por esse corredor e procure por um homem chamado “Yang”, ele irá fazer seu recrutamento. Disse o marinheiro, apontando para o corredor que citou.


Hizy:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptySeg 27 Nov 2017, 21:52



Happy Trail


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Ouvindo a resposta do soldado por de trás do inalcançável balcão, o pequeno anjinho de cabelos azuis voltar-se-ia para o companheiro urso-panda e, segurando-lhe nas grandes patas fofinhas, porém capazes de ferir um homem adulto, diria num tom de sossego, como que se tentasse convencer o animal a ficar sem que se sentisse deixado para trás. – Shima-chan, parece que terás de me esperar aqui. Mas não se preocupe, voltarei em breve! Prometo que tentarei ser o mais rápido possível! Até lá, seja um bom garoto e torça por mim! Hi! Hi! – Esticando o braço, faria um v com os pequenos dedos da mão, passando para o panda a confiança em seu sucesso. – Bem, até já! – Despedir-se-ia, correndo pelo corredor que o soldado havia indicado, acenando para Shima.

 
- Yang-San! Oi, Yang-san! Onde está o senhor? –

 Correndo com as mãos em volta da boca, berrando pelo nome que o soldado lhe havia dito, Hizy ia se perguntando o que teria de fazer para poder entrar na Marinha. – Seja o que for, não posso perder esta oportunidade! – Sorria animado e confiante. No momento em que Yang se revelasse, fosse depois de muito procurar e gritar por seu nome ao longo do corredor, ou fosse porque algum outro soldado lhe mostrasse o caminho até ao mesmo, o noviço aventureiro  o cumprimentaria como fazia sempre: esticando a mão direita, macia e morna, juvenil e inexperiente, e sorrindo tanto com os lábios quanto com os olhos.  – Muito prazer, Yang-san! O meu nome é Hizumy Mizushiro Mayan! Tenho onze anos e gosto muito de viajar, caçar tesouros e ajudar as pessoas e os animais! Hi! Hi! – Apresentando-se com um riso nos lábios, explicaria o porque de querer entrar naquela instituição. – Goemon-kun me contou que vocês estão indo atrás de um tesouro! Eu gostaria de participar dessa caçada também! Preciso ficar mais forte, e não há melhor treino do que ir atrás de tesouros! - Se o marinheiro lhe perguntasse onde havia nascido, orgulhoso, porém nunca arrogante ou mesquinho, responderia de alegria no rosto e com um tom de voz uma oitava acima de tão jubiloso estava por faar de Thule para alguém. – Eu vim da ilha de Thule, oji-san! Hi! Hi! Hi! É uma ilha muito bonita e assim de enorme! - Gesticularia os braços, mostrando o quão grande a ilha era. - Com muitos lugares fantásticos para se explorar, vistas inacreditáveis, nuvens fofinhas por todas as partes, o melhor de Thule são as pessoas alegres e simpáticas! Ah! Além disso, em Thule cada pessoa tem um animal-companheiro! O meu é o Shima-cha! Ele é um panda muito, muito grande e fofinho! He! he! he! Você já ouviu falar da minha ilha natal, oji-san? Não acha que é um lugar divertido?! – Indagaria, curioso e demonstraria um sorriso esplendecido se a resposta fosse positiva e se o marinheiro concordasse com as maravilhas da ilha de Thule.

  Caso o oficial lhe questionasse sobre algum tema relacionado à violência ou lutas, o Mayan responderia com um semblante sério. – Não gosto de lutas! Nem de machucar as outras pessoas! Gosto de ajudar à todos sem ter que usar tais meios! Mas… - Perdendo-se o olhar no chão, com a voz mais baixa e menos animada com que havia chegado, continuaria. – eu compreendo agora que, as vezes, para ajudarmos as outras pessoas, temos que ser fortes… E haverá momentos em que terei de lutar… - Fitando o bastão de metal, segurando-o fortemente, seguiria falando, como que se prometesse algo ao oficial. – Sempre que não houver outro caminho, protegerei os mais fracos e todos os meus amigos com estas mãos e este bastão… Mas… ainda assim, não prometo que será fácil… Mas farei o meu melhor! – Ergueria ao olhar confiante e encararia os olho de Yang, recuperando o ar alegre que tinha antes segundos atrás.


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Para o Narrador, Hizy escreveu:
Tentei fazer o máximo de situações/diálogos que consegui xD Sorry se não foi bem o que você pretendia, mas é que eu não faço a mínima ideia que tipo de perguntas seria “normal” numa situação dessas, por isso que o diálogo pode ter ficado um pouco… meh…!  xD  

Objectivos escreveu:
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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyTer 28 Nov 2017, 20:35




A separação da dupla parecia ter afetado o grande urso-panda, mas que se contentou em ficar em um cantinho daquela sala roendo um pedaço de bambu que encontrou largado por aí. O garoto saiu gritando pelos corredores, atraindo muito atenção enquanto chamava pelo suposto marinheiro. Eis que em sua corrida um punho o acertara em cheio no topo de sua cabeça, jogando-o no chão; não forte o suficiente para o ferir mas o bastante para cessar com a algazarra.

Que bagunça é essa aqui?! QUEM É VOCÊ GAROTO?!

O velho marinheiro parecia indignado, seu temperamento não era dos melhores, mas dentro da organização tinha muito respeito e prestígio. Usava um kimono branco com faixas azuis e um chinelo de madeira, sua patente era de Tenente, muito avançada em relação aos demais do QG, por isso todos o temiam.

O garoto antes jogado ao chão pelo ataque repentino de Yang passou alguns segundos afundado antes de magicamente retornar a vida como se nada houvesse acontecido, disparando informações aleatórias para o marinheiro.

CHEGA! Céus, garoto, fique quieto um instante! E quem diabos é Goemon?!

Aborrecido como sempre, Yang disparou antes que o garoto pudesse finalizar sua apresentação. Coçou a cabeça em dúvida, olhando o rapaz de cima abaixo começou a pensar em sua entrada na organização.

Eu sou o responsável pela caça ao tesouro e lhe digo rapaz, será grande sorte se lhe aceitarem na Marinha, quem dirá lhe escalarem para meu pelotão. Mas se quer tanto assim lhe darei uma chance e somente UMA CHANCE! Faça tudo impecavelmente e lhe garanto o posto de Soldado.

Completou o velho, abordando um soldado recém recrutado puxando-o pela camisa e o arrastando para mais perto. Tomou de suas mãos um esfregão e um balde e despachou-o da mesma maneira abrupta, jogou ambos os materiais para o rapaz e deu as costas.

Voltarei em uma hora, tenho negócios a resolver. Limpe todo o Quartel e lave os uniformes que estão na lavanderia. Se fizer tudo isso a tempo, poderá passar a noite aqui e amanhã continuamos!

O sol já estava para se pôr, conseguiria o jovem Hizy terminar sua tarefa a tempo?


Hizy:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyQui 30 Nov 2017, 03:11



Happy Trail


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O encontro com o marinheiro Yang não foi como esperava. De mal humor por alguma razão desconhecida, o velhote acabou por descontar no garotinho assim que o avistou. Talvez o motivo pelo seu mal humor fosse mesmo o menino, afinal não era normal uma criança correndo pelos corredores do Quartel General da Marinha gritando pelo seu nome.

Mesmo recebendo um golpe directo e caindo, assim que se pôs de pé, com as mãozinhas na zona atingida da cabeça, continuou com à falar de forma animada e desenfreada. CHEGA! Céus, garoto, fique quieto um instante! E quem diabos é Goemon?! Cessando em um frenesim a sua apresentação, continuava a sorrir, deixando-se ser analisado, de cima à baixo, pelo velhote que parecia não acreditar que uma criança como Hizy fosse capaz de ingressar na Marinha.

Eu sou o responsável pela caça ao tesouro e lhe digo rapaz, será grande sorte se lhe aceitarem na Marinha, quem dirá lhe escalarem para meu pelotão. Mas se quer tanto assim lhe darei uma chance e somente UMA CHANCE! Faça tudo impecavelmente e lhe garanto o posto de Soldado.


Abrindo um sorriso que lhe rasgaria o rosto de uma ponta à outra, o garoto, animado, aceitaria a oportunidade com entusiasmo na voz: - Sim! Obrigado pela oportunidade!


Voltarei em uma hora, tenho negócios a resolver. Limpe todo o Quartel e lave os uniformes que estão na lavanderia. Se fizer tudo isso a tempo, poderá passar a noite aqui e amanhã continuamos!

Apesar da atitude do velho marinheiro com os demais não parecer ser a melhor, ele havia dado uma oportunidade ao pequeno anjinho. Isso fazia com que o mesmo pensasse que aquele senhor, por de baixo de toda aquela sua onda de mal-humor, era na verdade uma boa pessoa. - Muito obrigado, senhor Yang! Farei o meu melhor! - Responderia sorridente pegando no esfregão e no balde.

Olhando em volta, procuraria por uma fonte de água onde pudesse encher o balde, uma torneira alheia, ou um balneário. Lá, encheria o balde até meio, para que não ficasse demasiadamente pesado e o impedisse de o carregar. Com água no balde, era momento de procurar alguma espécie de armazém de limpeza, lá talvez, encontraria algum tipo de líquido próprio para a limpeza do chão. Se não encontrasse nada: nem o armazém, ou o líquido, começaria a limpar com o que tinha, e faria o seu melhor, colocando todo o seu esforço físico e espiritual naquela simples tarefa, mas que lhe o seu futuro dependia.

- Muito bem, vamos lá começar! - Mergulhando a esfregona no balde, molhar-lá-ia, e depois a exprimiria para retirar o excesso de água. De seguida, com suas pequenas mãozinhas no cabo do esfregão, limparia o chão. Com esforço tremendo no minúsculo corpo, ia fazendo o que sabia e podia para deixar o chão possivelmente limpo... ou apenas encharcado... - Pouco à pouco... Oshi.. oshi... força, Hizumy! Ainda tens muito que esfregar! Oshi! Oshi! - Falando consigo mesmo, meio que cantarolando e tentando assim multiplicar a sua eficiência, continuaria limpando. Haveria começado pelo corredor onde havia encontrado o marinheiro, depois seguiria para as áreas públicas ou para a divisões que eram compartilhadas.

Por mais inexperiente que fosse em tais tarefas, apenas pararia de limpar uma área e seguiria para a próxima quando o chão estivesse a brilhar, ou pelo menos transparente, com o simples luzir de limpo, e não com o negrume de sujidade com que estaria até esfregar o esfregão por ali.

Terminado, cansado, com o suor já a escorrer-lhe pela testa, com o rosto com alguns pontos sujos, e as palmas das mãos avermelhadas e levemente com a sensação incómoda de dor, olharia pela zona onde estavam as roupas sujas e as máquinas-de-lavar. Uma a uma, colocaria as fardas dentro da máquina e no fim, com ela cheia, ligar-lá-ia. Porém, se não existisse uma máquina para lavar as roupas sujas, então pegaria em um cesto com as mesmas e as lavaria à mão. Molhando cada peça-de-roupa à vez, e deitando o sabão nas mesmas, faria movimentos repetitivos com as mãos, friccionando a roupa em si mesma, criando pequenas bolhas de sabão e retirando as impurezas e sujidades. No fim, enxaguaria as fardas e as colocaria para secar se encontrasse um estendal.

- AHHHHhhhhg! - Suspiraria no final, exausto. Todos os músculos do seu corpo miúdo lhe doeriam. Não estava habituado a fazer tarefas domésticas, por isso o seu cansaço tremendo e, provavelmente, mesmo que se tenha esforçado ao máximo para fazer o seu melhor, o trabalho poderia estar não tão bem feito como imaginava ele que estivesse.

- Yang-sama! - Abrupto, se levantaria e correria na direcção do velhote quando o avistasse no horizonte. - Terminei as tarefas todas! Fiz tudo direitinho? - Perguntaria, contente, já se esquecendo que a sua admissão dependia do resultado do trabalho. Genuinamente, queria apenas saber se a limpeza havia sido feito bem.


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Para o Narrador, Hizy escreveu:
Desculpa o post fraco e as redundâncias, é que tive que fazer o post correndo, se não não ia conseguir postar hoje de novo! Ç.Ç  

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptySex 01 Dez 2017, 20:44



Depois das palavras nada amistosas do velho marinheiro, o garoto agradeceu a oportunidade. Muito obrigado, senhor Yang! Farei o meu melhor! disse, tomando as ferramentas que usaria naquela empreitada.

Procurou ao redor e encontrou dentro de um banheiro uma torneira abaixo da pia, onde encheu o balde e deixou-o lá a deriva, saindo para procurar algum produto de limpeza que facilitasse seu trabalho. No almoxarifado do Quartel havia algumas esponjas e produtos próprios para a limpeza. Retornou para o banheiro, apanhou o balde. Muito bem, vamos lá começar! começou então seu trabalho. O garotinho esfregava o chão, empenhava toda a força do seu pequeno corpo na tarefa para deixar o chão o mais limpo possível.

Chegando até a falar consigo mesmo, talvez para esquecer do cansaço, ele lavou primeiramente o corredor onde vira pela primeira vez o velho Yang, seguiu depois para as áreas públicas, incomodando alguns marinheiros que tinham que sair para que o rapaz limpasse a região, mas nada demais. Em certas salas o jovem rapaz não pôde entrar, obviamente, pois eram restritas ao pessoal da marinha. Pouco a pouco, os cômodos limpos iam ficando brilhosos, o chão reluzia, até que finalmente terminou aquela tarefa; como resultado tinha o estresse, cansaço e um punhado de calos bem chamativos em ambas as mãos.

Seguiu para a lavagem das roupas. Foi à lavanderia, onde encontrou baldes e mais baldes enormes com muitas roupas para serem lavadas. Não havia máquina de lavar no lugar, todas estavam com defeitos ou inutilizáveis, a manuntenção chegaria somente após uma semana, e por isso o pequeno teve de lidar com todos aqueles baldes de roupa sozinho e sem facilidade.

Uma a uma, o pequeno enxaguou e lavou pondo elas em um balde logo após. Estava realmente se esforçando muito, no entanto, seu tempo acabou antes que pudesse terminar sua tarefa, talvez não tivesse percebido as horas passarem enquanto realizava o dever. Yang entrou pelo mesmo corredor que saíra, espreitou na porta da lavanderia o garoto a trabalhar, sem dar um pio ou avisar de sua chegada, passou bom tempo observando todo o trabalho do rapaz.

Por fim, um Caham! fora suficiente para chamar-lhe a atenção, talvez cessasse os trabalhos. Sinto muito, tempo esgotado garoto. o marinheiro disse, com um semblante sério. Ergueu lentamente a mão com o polegar erguido, porém apontando para a saída, como se mandasse o garoto embora. Pode passar a noite aqui, fez um bom trabalho! Eu achava que era impossível para você pelo menos limpar o quartel, está até brilhando! Muito bom HAHAHA! o polegar que indicava a saída agora indicava um grande positivo, o garoto havia concluído a primeira tarefa e um passo a mais havia sido dado. Amanhã me procure novamente, procure algum lugar para dormir, se quiser pode passar a noite no quartel, temos uma cama vazia no sótão, o café da manhã é as 05:00 sem atraso, se for ficar terá de seguir nossas regras!



Hizy:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyTer 05 Dez 2017, 00:23



Happy Trail


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A voz séria e clara do Marinheiro fora o suficiente para fazer com que o celestial sob disfarce deixasse o que estava a fazer e se virasse. Seus olhos azuis encontraram-se com os do idoso, e hesitantes, pouco e pouco pareceriam se enchendo de brilho e d’água ao ouvirem cada sílaba pronunciada pelos lábios já sofridos e degastados pelo tempo de Yang. E seus próprios lábios finos se abriram por um segundo, confusos… Ainda não podia acreditar que tinha falhado. Por meio segundo, toda a sua alegria e entusiasmo se esvanecera.  Contudo, quando o velho tenente Yang anunciara com clareza e certeza que o rapazito havia passado com sucesso naquela primeira fase, o menininho teve que se segurar com força para não derramar um rio de lágrimas de jubilo e alívio, forçando suas bochechas a corarem num tom de vermelho suave. – Bóohuuuaffu!! – Suspirou, deitando o ar que se lhe havia prendido nos pequenos pulmões e enxugando algumas pequenas gotas de choro que lhe fugiram dos olhos exaustos de criança. – Por momentos pensei que tinha fracassado, senhor Yang! – De voz trêmula, iria recuperando o entusiasmo da mesma aos bocados. – Mas estou muito feliz! Estou cada vez mais próximo de conseguir ser um marinheiro, agora! – Singelo, seu sorriso largo e de orelha à orelha brilharia luzidio. Mais do que qualquer um. Mais do que apenas ir atrás de um tesouro ou trajar o uniforme branco e azul da Justiça, era o destino de sua única família que pendia no resultado de suas acções. Por isso o enorme alívio e a felicidade em saber que estava cada vez mais próximo de ser aceite como um soldado.

 - Muito obrigado, senhor Yang! Muito obrigado! – Recuperado o tom de voz entusiástico, alegre e energético de antes, o menino sorriria contentíssimo ao tenente. – Prometo que também farei o meu melhor amanhã! E dessa vez, tentarei realizar as tarefas dentro do prazo combinado! He! He! He! – Brincaria ele, cruzando as mãozinhas por de trás das costas. – Oh! Só uma pergunta, senhor Yang… Será que o meu amigo pode dormir comigo no sótão também? Por favor?!  Ele é um urso panda assim de grande! – perguntaria, descrevendo o tamanho de Shima-chan elevando seus esbeltos braços para o alto, cada um para o seu lado, e erguendo o próprio corpo frágil sob seus dedinhos surrados de terra e sujidade. – Porém, apesar do tamanho, ele é bem amigável e fofinho! Hi! hi! hi! – Sorriria orgulhoso do seu amigo.

  Caso o superior aceitasse que o animal dormisse nas instalações da Marinha, o Mayan abriria um sorriso cósmico, e seus olhos transformados em estrelas cintilantes sorririam também. – Obrigado! Obrigado! Obrigado! Yang-Sama! Shima-chan irá ficar muito contente! – E correndo de volta para a recepção, local onde houvera feito o panda esperar por ele, o menino se despediria do velho, baloiçando a mão direita bem no alto e gritando – Bye bye, senhor Yang! Até amanhã! – Todavia, se o mesmo não aceitasse que o animal dormisse no sótão, ver-se-ia no semblante do garoto um pequeno sorriso forçado, meio que tristonho e desanimado, porém compreensivo. – Oh! Tudo bem! Eu e Shima-chan encontraremos um lugar para dormirmos… Ah! Mas muito obrigado por tudo, Yang-sama! De verdade! – Agradeceria de forma honesta e genuína e despedir-se-ia do homem.

    Com seus olhos sobre o preto e branco do amigo, o garoto saltaria para seus fortes braços e o abraçaria, como que se o urso de dois metros fosse um urso de pelúcia. – Shima-chan… estou cansado… - Esfregando o rostinho para um lado e para o outro no tronco do animal, iria se reconfortando. – Obrigado por me esperar. Espero que tenhas sido um bom garoto! – Sorriria de forma meio sonolenta e cansada, olhando para o alto, onde se veria o focinho do animal tão maior que o garotinho. – AAAAHH!! – Berraria de suspense, lembrando-se de algo importante! – O senhor Yang disse-me para estar às cinco da manhã no refeitório, mas eu não tenho um relógio ou despertador comigo!!! O que eu faço agora, Shima-chan?! – Preocupado, indagava-se, largando o panda e olhando em volta. Assim que avistasse um marinheiro, iria até ao mesmo correndo. – Desculpe, senhor! Poderia me ajudar, por favor? – Perguntaria, um pouco aflito. – É que o senhor Yang disse para às cinco horas da manhã estar no refeitório como todo mundo, o problema é que eu não tenho um despertador e nem um relógio comigo… Será que você tem um que me possa emprestar, por favor? – Abriria um feliz sorriso se conseguisse o mecanismo, mas largaria um triste – Obrigado! – se não o conseguisse. – Vamos, Shima-chan! Vamos dormir! –

   Na cama quentinha, debaixo dos lençóis e com o rosto sob o travesseiro que o lembrava de casa, caso fosse assim que o tenente quisesse; ou algures nas ruelas ou becos da cidade de Shells Town, no canto mais confortável e limpo o possível que encontrassem, sem incomodar ninguém, deitado envolta dos braços quentinhos do panda, caso o tenente os negasse a dormida, Hizy olharia o vazio já meio sonolento. – Hoje fiz muitas coisas que nunca havia feito antes… Limpar o chão e usar uma esfregona… lavar a roupa suja de outras pessoas… Foi tudo muito divertido, mesmo sendo algo difícil e árduo. Espero que possa fazer mais coisas assim, e conhecer mais pessoas… o tenente Yang parece ser uma boa pessoa, apesar de ter cara de quem gosta de resmungar! Hahhahaha! Ele me passou mesmo eu tendo extrapolado o tempo limite! … Ele realmente é uma boa pessoa… - Aos poucos, suas pálpebras se fechariam de sono e, por fim, dormiria.

⎈⎈⎈

 Além dos céus selvagens e das nuvens sufocantes, voando sobre mares e ondas sem fins, atravessando tormentas e fronteiras numa rapidez nunca antes vista, sobre as luzes das estrelas que brilham de mil e uma cores desiguais, de volta ao gélido, mas acolhedor chão de mármore do palácio onde nascera e crescera, calado, seus pés iam atravessando lentamente, como quem via algo pela primeira vez, todos os corredores e praças. Os passos ecoavam no escuro e vazio da noite enquanto subia os degraus que o levavam até uma planície verde, onde o céu era iluminado por várias estrelas.

- Papai? – Inocente, sua voz chamava tímida. A mão se lhe estendia, chamando-o para si. – Papai! – Confiante, o menino correu em direcção à mão, agarrando o corpo num abraço forte e apertado. – Ha! Ha! Porque as lágrimas?! – Olhando para cima, penetrando com seus olhos azuis os olhos azuis e escuros do homem, deixando as lágrimas caírem singularmente num pranto silencioso e sereno, respondera, mais calmo do que jamais pensara estar. – É a primeira vez que me vens visitar depois que te fostes… Estive sozinho por muito tempo! E o Yami-nii-san foi-se embora porque eu sou muito fraco! E agora quero entrar para a Marinha para ficar mais forte e … - E aos poucos que iam despejando toda aquela informação, as lágrimas iam jorrando mais e mais forte e descontroláveis. - … E vocês estão mortos! E eu não pude fazer nada! –

 - Pequeno Hizy… - E sem mais uma única palavra, apenas pousando sua mão forte e aconchegante sob a cabeça do garoto e alisando seus lisos fios de cabeço azul, Hizy se acalmou, sentindo o calor e a proteção do progenitor. Fizeram ambos silêncios por alguns minutos enquanto se abraçavam.  – Com que então a Marinha? Perguntou o pai, por fim, rompendo o silêncio confortável que se havia instalado. – Sim! Hi! hi! Hi! – Gargalhou a criança que começou um relato do que havia vivenciado nos últimos dias, e nos últimos três anos desde que perdera toda a sua família.

  - Hizy… Está na hora de acordares… - Passadas algumas horas sentado no colo do homem elegante e de longos cabelos azuis, tais como os dele, o menino sorria tristonho. – Uhum… sim… -

 - Não te preocupes! Sempre que verdadeiramente precisares de mim, virei ver-te nos teus sonhos! -    

   - É uma promessa?! -  

  - É uma promessa! Agora vai! E não te esqueças: Sê sempre um bom menino e nunca te esqueças de sorrir!


 
⎈⎈⎈

    Vagarosamente, Hizumy abriria seus olhos repletos de sono matinal. Nhaaa!!! Um bocejo grande e alegre o faria despertar. – Bom dia, Shima-cha! Hi!hi! hi! – Não sabia o porque, mas estava contente. Talvez por algo que sonhara, mas que não conseguia lembrar-se muito bem. – Vamos Shima-chan! Não podemos chegar atrasado! – Disse, procurando um banheiro para lavar o rosto e, de seguida, correr na direcção do refeitório onde, com um sorriso enorme cumprimentaria à todos com um

– BOM DIA!





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Perdas: -X-
Total de $Berries: 7.000$B
Bónus:
Players:
NPC's: Goemon: Um pequeno garoto de pele pálida e cabelos brancos. Além de se demonstrar muito astuto e inteligente, parecia muito com um ninja devido à sua maneira de vestir. Foi a primeira pessoa que viu assim que despertou após o reencontro com o seu irmão-mais-velho. Ele e o médico Alibaba cuidaram do pequeno garoto.

Yami Mizushiro Mayan: Irmão-mais-velho de Hizy, estava totalmente diferente do que era há pelo menos três anos atrás, quando se viram pela última vez. Mais violento, rude e impetuoso, agrediu o pequeno celestial, insinuando sempre o quão fraco, despreparado e infantil era o seu irmão. No último momento, antes de desmaiar, Hizy jura que viu lágrimas no rosto de Yami, fazendo-o acreditar que toda aquela arrogância e atitude do seu irmão eram nada mais do que algum tipo de encenação para que o menino deixasse de o procurar. Talvez Yami esteja em perigo, ou a fazer algo perigoso. Porém, a busca pelo seu irmão apenas começou, e Hizumy não irá desistir tão cedo!
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
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Para o Narrador, Hizy escreveu:
Desculpa a demora, mas estava mesmo muito complicado para postar ^^’ Mas vamos lá continuar! (^^)/’’ E desculpa o post fraco... Não sei fazer post de sonho... nem sei porque ainda tento... ç.ç  

Objectivos escreveu:
Adquirir uma bolsa --> Entrar na Marinha --> Caçar um Tesouro --> Ter um NPC Acompanhante --> Ir para Loguetown.


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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyQua 06 Dez 2017, 12:24



O garoto parecera muito alegre com a aceitação do velho marinheiro, parecia que ia chorar a qualquer momento, causando certo incômodo no velho marinheiro que não era acostumado com reações exarcebadas de tal forma.

Ao perguntar ao tenente sobre a estadia de seu animal de estimação na base da Marinha, recebera uma resposta limpa e curta Ah... claro. Não incomode ninguém, e só tem uma cama para os dois. Dando as costas para o rapaz e se perdendo de sua vista. Vejo-o amanhã. completou, indiferente.

O menino seguiu de volta para a recepção, onde encontrou seu panda ainda divertindo-se com pedaços de bambu largados, viu também o marinheiro que o recebera antes com uma gota de suor escorrendo pelo rosto, sem ter ideia de como proceder com a imagem de um panda ali na instalação. Ambos felizes pela reunião, abraçavam-se, mas o rapaz lembrou de um fator importante, abordando o mesmo marinheiro que estava na recepção anteriormente e questionando-o sobre o despertador/relógio. Ah, claro, acho que tenho um sobrando aqui... Pode ficar. entregou o despertador comum ao rapaz, voltando aos seus deveres. O rapaz foi ao lugar de descanso com seu panda exageradamente grande e caiu logo no sono, devido ao estresse e cansaço do dia.

Trovões rasgaram os céus naquela noite, mas não pareceram acordar do sonho o garoto que dormiu como pedra.

Já amanhecendo, o despertador toca, alertando a dupla. Seguiram ambos para o banheiro, o urso panda apenas copiava os movimentos de seu companheiro, curioso com seus atos. A fila para entrar era enorme, quase quilométrica, tão simplesmente pelo fato de todos acordarem na mesma hora com a mesma finalidade e quererem ir ao mesmo lugar no mesmo instante. Embora o banheiro fosse em blocos, apenas 10 pessoas podiam por vez, então o garoto demorou cerca de dez minutos ali estagnado, antes de poder realizar seus afazeres. Correram então em direção ao refeitório, quase atrasados. O alarde do garoto atraiu a atenção de todos, alguns mau humorados apenas o fuzilaram com os olhos enquanto uns gritaram de volta. Não grite a essa hora moleque! ou simplesmente ordenaram silêncio para o rapaz. Era realmente um clima pesado, talvez pensasse duas vezes antes de repetir o ato no dia seguinte.

O horário bateu, com ele a sirene do QG e então todos formaram uma fila enorme para comer, exceto os oficiais mais graduados que tinham uma própria fila para se alimentarem. Hizy apenas ficou parado observando a fila formar-se, sendo por fim o único que não reservou seu lugar. Agilidade e esperteza eram requeridos nesse mundo cão.



Hizy:
 
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyQui 07 Dez 2017, 15:29



Happy Trail


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Não percebera o que havia feito de errado para todos pedirem que se mantivesse em silêncio. Sem graça e confuso, pois apenas os tinha saudado, o garoto ficou ali especado por um segundo até que desfez a expressão de quem não entendera o que havia feito e sorriu. - Ha! Ha! Ha! Acho que eles não gostam muito de acordar cedo! - Comentaria ao seu amigo panda.

  Mas o seu problema apareceria no instante seguinte, quando todos, de súbito, formaram uma fila para comer. Ficara de tal forma tão impressionado com a agilidade dos soldados e na rapidez dos mesmos que acabara por se esquecer de que também ele necessitava de entrar naquela fila. - Héeh... - Murmuraria baixinho, com um rosto sem expressão e a mão junto aos lábios. - Acho que nos também deveríamos ter entrado na fila, Shima-chan! - Confessou meio envergonhado e coçando a cabeça. - Anda! Talvez ainda cheguemos à tempo de conseguir alguma coisa! - Disse, chamando o panda e correndo para onde estaria o fim da fila. Ao chegar lá, se ainda pudesse comer, ou se ainda houvesse para ambos comer, nem que fosse um pedaço de pão suficiente para partilhar com Shima, o menino agradeceria e procuraria dois lugares vazios para se sentarem e, Havendo um lugar, perguntaria as pessoas em redor se podiam ali sentar. - Desculpem, eu e o Shima-chan podemos nos sentar aqui? - Sendo a resposta negativa, procuraria por um canto em que não incomodasse muito as pessoas e se sentaria com o seu amigo no chão mesmo.

 Contudo, se já não houvesse hipóteses alguma de ambos conseguirem tomar o pequeno-almoço, o rapazito faria o que sempre fizera nesses últimos três anos quando não tinham dinheiro para comer e não havia comida em casa. - Acho que uma melodia de Thule será algo que irá animar à todos! - Olhando para a sua flauta e colocando-a na boca, entre os lábios, preparar-se-ia para tocar.




 A melodia era uma canção que sua mãe sempre tocava todas as manhãs para o acordar à ele e ao seu irmão. Para ele, as manhãs eram a sua parte preferida do dia naquela época. Era durante as manhãs que sempre estava rodeado pela alegria familiar. Era de manhã que todos estavam sempre juntos, em união. No seu pequeno coração o sentimento de nostalgia o invadiria. Não choraria, mas a sua maneira de tocar mudaria um pouco, ficando mais suave, tentando transmitir emoções genuinamente bons e alegres, porém serenos como uma leve brisa primaveril. De olhos calmamente fechados, dançando os finos dedinhos por entre os orifícios da flauta dourada, esperaria verdadeiramente que todos gostassem daquela melodia assim como ele gostava dela.



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Yami Mizushiro Mayan: Irmão-mais-velho de Hizy, estava totalmente diferente do que era há pelo menos três anos atrás, quando se viram pela última vez. Mais violento, rude e impetuoso, agrediu o pequeno celestial, insinuando sempre o quão fraco, despreparado e infantil era o seu irmão. No último momento, antes de desmaiar, Hizy jura que viu lágrimas no rosto de Yami, fazendo-o acreditar que toda aquela arrogância e atitude do seu irmão eram nada mais do que algum tipo de encenação para que o menino deixasse de o procurar. Talvez Yami esteja em perigo, ou a fazer algo perigoso. Porém, a busca pelo seu irmão apenas começou, e Hizumy não irá desistir tão cedo!
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Para o Narrador, Hizy escreveu:
Sorry o post ç.ç é que não estou com muito tempo hoje para postar e fiquei sem ideia do que poderia fazer  TT.TT  de verdade, desculpa! Vou tentar melhorar no próximo!!!!  

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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyDom 10 Dez 2017, 10:54



Depois de toda a formação da fila, a dupla celestial-animal se apressou a entrar em sua organização. Ao chegar em sua vez, tudo que restara era um pedaço de pão e um pouco de sopa, suficiente para ambos. Mas a comida acabara rápido e a fome ainda atacava a ambos, aparentemente.

Não encontraram um lugar sobrando para sentarem-se, então comeram no chão mesmo. Quem passava os via, despertando dentro de si um pouco de pena, questionando-se sobre quem era o rapaz recém-chegado.

O garoto puxou a flauta dourada e entoou a canção para os marinheiros, que maravilharam-se com a melodia do jovem. Até mesmo seu panda expressou no semblante uma tranquilidade divina, como se estivesse no paraíso.

Naquele dia, todos comeram sorrindo. Pela primeira vez.

De longe, uma silhueta ainda envolta na sombra observava. O branco de seu sorriso se destacou no véu negro, e aos poucos seu corpo foi saindo do oculto, descendo as escadas. Yang era a silhueta, mas rapidamente escondeu sua expressão, não podia amolecer com o jovem. Esperou sua canção cessar, tomou ar e disse. Já comeu, garoto?! Siga-me então, temos trabalho a fazer. O velho marinheiro galgou indefinidamente até chegar a uma área imensa a céu aberto, com uma variedade sem igual de equipamentos de treinamento. Me mostre do que seu corpo é feito, rapaz! E ai de ti se fizer corpo-mole sob meu olhar! a expressão rígida e séria de velho Yang era sua característica mais marcante, mas ninguém nunca teve a oportunidade de vê-lo realmente furioso. Diz a lenda que ele já arremessou uma bala de canhão com as mãos em um navio pirata e derrubou-o com um só golpe. alguns marinheiros sussurraram perto do celestial, mas Yang não ouvira.


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MensagemAssunto: Re: O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados - Parte I    O Segredo dos Mayans e Tesouros Desvendados  - Parte I  - Página 2 EmptyTer 12 Dez 2017, 00:11



O que faço, se sou Fraco?!


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Por um momento olhara com os olhos repletos de admiração e surpresa para o tenente Yang. Era a primeira vez que assim olhava para aquele velho marinheiro de cabelos alvos como a neve.  Já o considerava alguém bondoso, mesmo com aquele humor razinza, contudo, não o imaginava alguém tão… tão poderoso! O comentário dos soldados à sua volta fizera com que as orbes azuis do pequeno celestial encarassem aquele homem como alguém incrível, alguém tão forte como seu pai outrora fora, alguém que talvez fosse capaz de o ajudar a resgatar Yami. Para isso, porém, tinha que se provar. Não só ao tenente, mas a si mesmo. As palavras ásperas daquela noite ainda circulavam em sua mente. Não seria fácil esquecê-las.  Isso porque concordava com elas. Ninguém além do branco e preto Shima sabia como o jovem príncipe – ex príncipe - culpava-se da morte de seus pais e da repentina entrega de seu irmão à escuridão. A única coisa que o mantinha sorridente e alegre em todos os momentos era a sua promessa ao falecido rei e as memórias felizes que mantinha no seu coração. Sabia que era puro egoísmo da sua parte manter-se sorridente e alegre, mesmo se considerando o culpado pelo fim da dinastia Mayan. Sabia que era igualmente egoísmo querer que Yami continuasse ao seu lado para sempre. E exactamente por saber disso que almejava com tanto avinco ser mais forte. Pois, sendo forte o suficiente, ele poderia seguir em frente sem nunca hesitar.

  Esforçando-se o possível por permanecer calmo, mesmo com o coração palpitando-lhe no peito, Hizumy acenou, tardiamente, à ordem do tenente, intentando não demonstrar o medo que sentia. Não podia dar-se ao luxo de falhar novamente. Tinha que conseguir impressionar Yang-san. Estava determinado à fazê-lo aceitá-lo como um marinheiro e a deixá-lo participar da expedição.  – Shima-chan, fique aqui, por favor! – Sussurraria ao panda, se o mesmo por ali estivesse, sem olhar para trás, caminhando passo firme em direcção às máquinas.

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 A primeira máquina, se assim se poderia chamar-lhe, que enfrentaria era a barra. Parando de fronte para o obstáculo, encarando-o como que se verdadeiramente fosse um rival a ser vencido, seus olhos olhavam com uma chama viva e ardente de determinação e convicção. Era como que se ele dissesse sem nada pronunciar: – Olhe para mim, Yang-san!

  Não haveria como perder ali, logo no começo! Havia muito em seu coração que não lhe permitiria perder! Então, com um espírito chamejante que até então não havia mostrado à ninguém, avançou com suas duas mãozinhas calejadas do dia anterior, e saltando, tentaria agarrar a barra.  Uma leve brisa poderia sentir em seus cabelos, fazendo-o esvoaçar vagarosamente. Com os punhos fortemente cerrados na barra, podia sentir a temperatura da mesma.  Por fim, moveria os bracinhos de criança, puxando o corpo para cima, lá no alto, em direcção da barra.  Talvez fosse porque ainda estava com fome, ou quiçá, sua força física não correspondesse à sua força de vontade. Não saberia a razão, porém seus braços o falhariam ali, logo naquela primeira tentativa, deixando-o cair no chão, de quatro.  Mesmo que houvessem gargalhadas ou comentários negativos, não sucumbiria ali! Se seus braços não eram fortes o bastante, então levantar-se-ia apenas com sua convicção! – Como se fosse possível! Hi! hi! hi! – Rir-se-ia de forma sussurrada, mesmo que tivesse alguns arranhões ou machucados por causa da queda. – Mas não desistirei! – Voltaria a falar, olhando para a barra.

    Subindo novamente lá para o alto, segurando firmemente na barra e indo muito além da sua força física, tentaria fazer as repetições que conseguisse e não conseguisse. Sua determinação era tanta que apenas quando os braços tremessem e coçassem, com aquela sensação de formigueiro, e decidissem cair por eles mesmo, que o menino deixaria de tentar enfrentar à barra.  Mesmo que o resultado obtido fosse de uma elevação, duas, três, quatro ou cinco, moveria em frente derrotado. – Não faz mal! Na próxima vencerei! – Pensaria, corado do cansaço e bufando vapor pelas narinas e boca, ainda persistindo na ínfima possibilidade de vitória.   Não importaria quantas vezes alguém o mandasse desistir, ou as piadas que fizessem dele. Não havia como ir-se embora. Não sabendo que aquele homem, Yang-san, o poderia ajudar a recuperar o que ainda restava da sua família!

    O que faria a seguir, se visse alguém a fazer, seria agachamentos. Pegaria em algum peso de cinco quilos, se ali houvesse algum, e segurando-o com ambas as mãos, à frente do peito, começaria a fazer os movimentos de agachamento. Com ambas as pernas numa abertura à largura do ombro e com os pés bem assentes no solo. Costas sempre direitas e um movimento lento e inexperiente. A medida que a contagem dos agachamentos fosse chegando à um número demasiado alto para o seu corpinho suportar, seus dedinhos começariam a dançar. Seus ombros e braços tremeriam e sua expressão seria a de dor. De seu rosto o suor escorreria. Os joelhos tremelicando, abanando-os como que se fossem finos paus de bambu baloiçando ao som do vento. – iiiIIIIIIiihh! – Um pequeno grunhido ecoaria quase que sussurrado de seus dentes que freneticamente rangeriam entre eles. – AHHH!! – Bufaria de alívio quando as pernas cedessem e acabasse por tombar no chão, lançando para frente o peso, para não se machucar e descansando assim por um minuto.

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  Todavia, ainda não havia desistido. Havia outros exercícios que tinha que realizar. E o próximo era a flexão. Com o que restava de suas forças física, virar-se-ia de barriga para o chão. Ponta dos dedos apoiados no chão, assim como ambas as mãos.  O olhar olhando em frente, com o azul de seus olhos cintilantes. Com o máximo de força e energia que ainda lhe restava no corpo, iria erguer o corpo. Podia sentir todos os seus músculos trabalhando, mas o que mais lhe doeria seriam os braços naquele momento. – Ainda… não… posso… de..si…s..tir..! Uhg! … só… mais.. um pou…quinho…! Por…. Favor…! Ahhg!! – E novamente, quando os braços se recusassem a continuar com os movimentos, deixar-se-ia cair, machucando-se assim, talvez.

   De cara no chão, aos poucos seus olhos iriam ficando mais e mais humedecidos, quase chorando. – Não vou chorar! Sniff! – Pensaria com raiva, pondo-se de joelhos e limpando o choro com o braço. – Ainda não perdi! Por isso não vou chorar! – Desastrosamente, tremendo por todos os lados, colocar-se-ia de pé. Podia sentir seu sangue circulando por entre as finas veias e o suor a escorrer-lhe pela face avermelhada tal igual gotas de chuva. Os fios azulados de madeixa estariam colados à testa. Assim como suas poucas roupas ao corpo. Podia sentir-se todo pegajoso e grudento, até mesmo assado e dolorido em algumas zonas de seu corpo. Suas asas, escondidas por uma faixa branca, também doíam e coçavam incomodadas pelo suor nas penas.  Os pés e as mãos sujas, e alguns arranhões das quedas. O coração a bater-lhe tão forte que parecia querer fugir-lhe pela boca. E não só o peito palpitaria fortemente, como todo o corpo.

 O último desafio que encararia seria a corrida. Com o que ainda restava, se ainda restava algo, correria o máximo que conseguisse. Cada passo seria como pisar em vidro. Cada inspiração e expiração uma flechada em seus pulmões. Aos poucos, sentir-se-ia tonto. Ainda assim, não pararia. Não havia como falhar naquele teste. Não podia ser fraco! Infelizmente, seu corpo nunca havia sido forte como o das outras crianças. Quando ainda um bebé, sofrera de uma doença, e por causa dela, mesmo depois, curado, seus pais nunca o haviam deixado se exercitar e enfrentar os perigos naturais tal igual às outras crianças. Por causa disso, seu corpo era fraco quando comparado com o corpo robusto e forte de um jovem garoto do campo.

  Assim que sua energia chegasse ao fim, não sendo nem mesmo o suficiente para manter-se de pé. Assim que sua visão se tornasse completamente turfa, deixar-se-ia cair, pondo as mãos e os braços a frente do rosto, se ainda o conseguisse. Houvera sido derrotado. Mas talvez não fosse uma grande surpresa assim para os que ali estavam. Não havia como alguém tão frágil, com uma aparência comparável à um jarro de cristal, conseguisse ultrapassar todos aqueles exercícios físicos. Mesmo com convicção!

  - Des… desculpa.. Yang-san… -  Bufando de cansaço, o menino tentaria dizer com um sorriso cansado no rosto. - … acabei … fazendo corpo mole… -

    Cabisbaixo, os lábios tremendo, os morderia para não chorar ali. Envergonhado, esperava apenas que seu cabelo escondesse o seu rosto. – Mas.. por favor! Me dê mais uma oportunidade! – Diria, determinado em ainda não desistir, num grunhido comparável ao miar de um filhote! Com o semblante singelo de quem não aceitaria um não como resposta.

 


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Histórico:

Post: 10
Ganhos: -X-
Perdas: -X-
Total de $Berries: 7.000$B
Bónus:
Players:
NPC's: Goemon: Um pequeno garoto de pele pálida e cabelos brancos. Além de se demonstrar muito astuto e inteligente, parecia muito com um ninja devido à sua maneira de vestir. Foi a primeira pessoa que viu assim que despertou após o reencontro com o seu irmão-mais-velho. Ele e o médico Alibaba cuidaram do pequeno garoto.

Yami Mizushiro Mayan: Irmão-mais-velho de Hizy, estava totalmente diferente do que era há pelo menos três anos atrás, quando se viram pela última vez. Mais violento, rude e impetuoso, agrediu o pequeno celestial, insinuando sempre o quão fraco, despreparado e infantil era o seu irmão. No último momento, antes de desmaiar, Hizy jura que viu lágrimas no rosto de Yami, fazendo-o acreditar que toda aquela arrogância e atitude do seu irmão eram nada mais do que algum tipo de encenação para que o menino deixasse de o procurar. Talvez Yami esteja em perigo, ou a fazer algo perigoso. Porém, a busca pelo seu irmão apenas começou, e Hizumy não irá desistir tão cedo!
HP: 120/120
SP: 62/62

Vantagens: Genialidade | Aerodinamicidade | Voz Encantadora | Boa Aparência
Desvantagens: Código dos Heróis | Coração Mole | Trauma Profundo
Citação :
Sempre que vê ou ouve algo relacionado aos tenryuubitos entra em estado de choque, por serem eles os responsáveis pela morte de seus pais, e por acreditar  que os próprios são a origem de todo o mal existente no mundo. Fica tão paralisado que a única coisa que pode fazer é fugir amedrontamente, de forma bem devagar. Até mesmo estátuas ou gravuras de dragões orientais a voarem o deixam ligeiramente incomodado, desconfortável e nervoso.

Perícias: Instrumentos Musicais| Doma | Treinamento
Ofício: Artista

Pet:
Animal Comum:
 



...


Para o Narrador, Hizy escreveu:
Tentei demonstrar a convicção e determinação do Hizy para ser aceite como um futuro Marine. Além disso, por mais cliché que seja, o Hizy será um personagem mais focado na personalidade infantil e quase inocente e ingênua dele e não tanto no aspecto físico xD Por isso, sim! Ele irá apanhar em todas as lutas que entrar, mesmo naquelas em que ele decidir lutar (o que será em poucas), provavelmente ele irá apanhar muito xD  Por isso que eu irei focar mais e mais em tentar escrever algo que amoleça o duro coração de pedra dos narradores ashaushsau talvez assim eles peguem mais leve comigo To nem aí!  saushuas  Só espero que tenha narrado mais ou menos algo que seja real, coerente e que tenha “gostado” xD Fiz o meu melhor! U.U

Objectivos escreveu:
Adquirir uma bolsa --> Entrar na Marinha --> Caçar um Tesouro --> Ter um NPC Acompanhante --> Ir para Loguetown.


Legenda:
– Pensamento – - #99FFFF
– Fala – - #0099ff + b
~ Canto/Cantar ~ - #0099ff + blur

Thanks Panda

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