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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: First Act   First Act - Página 4 EmptySeg 4 Set - 2:58

Relembrando a primeira mensagem :

First Act

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alariel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyTer 26 Set - 0:56

A gata conseguia ludibriar o homem que utilizava uma bandana saindo apenas com um corte no braço, então se escondia em um galpão porem seu descuido a fazia tropeçar e bater sua barriga contra uma madeira, mas aquilo não a impedia de se esconder até o trio de homens chegarem, e ela conseguir realizar sua fuga.

Ao sair do galpão me certificando de que eles não estavam me seguindo eu massagearia o local da pancada na barriga com uma das mãos. "HEHE Eles caíram direitinho."
-Não acredito que os ratinhos cairam nesse truque, poderíamos ter usado o local como vantagem, mas você é muito covarde.
-Não tínhamos armas e aquele esquisitão da bandana, parece ser bem problemático. Como haviam muitas pessoas eu não me importaria em responde-la casualmente.
"Talvez se eu tivesse começado uma luta ali eu poderia ter a vantagem, mas eles eram em três e eu estava desarmada, e bem que eu gostaria de poder pegar aquela adaga do esquisitão, poderia economizar algum dinheiro."
Então olharia para o braço cortado para ver se estava muito feio.
"Acho que vou precisar costurar isso, tão novinho e já estraguei ele tsc.."

Observaria aquele local repleta de pessoas com varias etnias e olharia admirada. "UAAAU Os humanos mesmo sendo de uma raça são tão diferentes.

Quando meus olhos encontrasse os instrumentistas entrando na escuna e aquela mulher com a bengala minha curiosidade despertaria, então caminharia até próximo da mulher, ao chegar próximo a ela, eu a olharia nos olhos e apontaria para os músicos entrando na escuna.
-Hey vovó, o que são esses músicos? Parecem tão talentosos deve ser muito bonito poder escuta-los vocês tão indo fazer algum show? Posso assistir? Prometo que não dou trabalho. Pufavorzinho!! Então tentaria fazer uma expressão fofa tentando ser mais persuasiva.
"Talvez essa possa ser minha carona para sair daqui."
Se a velhinha deixasse eu entrar na sua escuna eu a acompanharia, observando o local para tentar passar despercebido pelos meus perseguidores caso eu os visse novamente.

Caso contrario, eu iria atras da tal Crystal, primeiro de tudo eu conversaria com a mulher.
-Pooxa vovó, queria tanto poder assisti-los, mas tudo bem, a senhora pode me ajudar a encontrar uma mulher chamada Crystal? Me falaram que ela pode ajudar pessoas a sair dessa ilha. E seguiria as instruções suas instruções caso ela respondesse.
Se não eu colocaria novamente o capuz e me distanciaria um pouco mais do local para ficar longe do galpão. Então procuraria alguém que estivesse próximo a algum barco, tomando cuidado para não ser reconhecida pelos revolucionários, olharia para as pessoas ao redor para ver se não estavam a minha procura então me aproximaria da pessoa sutilmente e falaria baixo o suficiente para que somente ela escutasse. E tentaria manter minha aparência animalesca disfarçada
-Hey moço(a), você sabe aonde encontro alguém chamado Crystal por aqui?
Então seguiria a rota que a pessoa indicasse, caso contrario tentaria essa mesma estrategia com outra pessoa próxima a algum barco.

Se os perseguidores me encontrassem mais uma vez, eu tentaria correr para dentro de um barco desviando de um possível segurança ou alguém que tentasse me impedir, e quando eles tentassem me seguir eu pularia de um barco para o outro se estivessem ancorados próximos um ao outro, se não eu por toda a extensão do barco usando o que fosse possível para atrasa-los como arremessar pequenos objetos ou derrubar coisas pesadas em seu caminho, e fazer com que me percam de seu campo de visão, com a intenção de separa-los e poder começar uma luta um contra um ou até mesmo dois contra um se o líder deles não estivesse la.
Caso eles iniciassem uma luta, eu ficaria na defensiva esperando seu ataque para então desviar dando passos largos para trás e para os lados, então quando tivesse a abertura eu atacaria utilizando minhas garras para fazer arranhões, mirando principalmente em seus braços.
Porem se os golpes viessem em direção a minha cabeça, eu me agacharia e tentaria golpear a região do abdome.
Manteria essa estrategia esperando eles me atacarem para criar abertura e poder contra-atacar, se fosse possível eu utilizaria o terreno do navio ao meu favor, me esgueirando para trás de objetos grandes para criar pontos cegos e realizar um golpe para apunhala-los quando estivessem desprevenidos.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyTer 26 Set - 9:44


First Act



O corte tinha sido limpo em sua pele, o seu sangue escorria pelos seus pelos brancos e ela sentia uma leve dor, com passos rápidos ela se aproximava da embarcação da senhora que ainda agitava sua bengala falando para seus músicos andarem mais rápido, ela conseguia ver também um casal entrando na escuna. A velha tinha cabelos grisalhos e longos, olhos puxados e que pareciam estar pouco fechados, tinha um rosto enrugado e parecia estar sempre brava, a senhora estava usando um vestido florido rosa com flores em branco e amarelo, utilizava duas sandálias de madeira em seus pés, a sua bengala era marrom.

Ela conseguia ver a Mink se aproximar e abria bem seus olhos, ela a observava dos cabelos aos pés e via o ferimento evidente em seu braço, atrás dela podia se ver os agentes que tinha conseguido ver a gata novamente, mas ela não tinha percebido isso ainda. - Ham? Uma mink aqui? -cochichava baixinho. Com seus ouvidos atento, a senhora ouvia o que a gata tinha a dizer e em seguida respondia. - Oh! Minha cara, vamos, entre comigo. - ela agarrava o braço não ferido da jovem e subiam a rampa da embarcação que ligava o porto a escuna ancorada, um homem com espada descia nesse exato momento, ele usava um terno e cumprimentava a senhora com um aceno de mão. Após entrarem ela começava a conversar. - Me chamo Carmelia, mais conhecida como Crystal por essas regiões. Venha, acompanhe-me até a cozinha, deixe-me costurar esse ferimento. - Com leves puxões com o braço, Alariel era puxada junto a recém-descoberta, velhota Carmelia "Crystal". A cozinha era lotada de especiarias em uma mesa ao canto, um fogão normal e uma geladeira, um balcão separava o fogão e a geladeira da mesa de jantar um pouco mais no centro, as paredes eram azuis e o teto branco, o lugar era bem limpo, não havia pó em nenhum lugar que olhasse e tudo brilhava. - Hey hey, espere aqui. - ela largava o braço da Mink e abria uma gaveta do armário da cozinha, agulha e linha, era o que tirava dali, de outra ela retirava uma garrafa de vinho e pegava uma cinta. - Morda isso. Vai doer, mas é o melhor que eu sei fazer nesses casos. - Com um leve movimento, ela retirava a rolha e o cheiro doce e forte do vinho era sentido nas narinas da gata, e era nesse momento que o vinho era derramado sobre o ferimento, a garota sentia a forte dor do álcool limpando seu corte e mordia com força a cinta, Com sua mão suave e precisa, a agulha passava por sua pele e a cada pontada a dor era maior, a linha agoniava e os seus pelos ficam atiçados e espetados. - Foi uma boa costura. - Terminava Crystal cortando com os dentes a sobra da linha que tinha ficado. - Não faça muito esforço ou o corte irá abrir. Agora conte-me, o que aconteceu para ter esse tipo de corte em seu braço? - e esperava a sua resposta. -Crystal-sama! - gritava alguém do lado de fora, uma confusão parecia ter passado despercebido enquanto era realizado o tratamento, a senhora ainda continuava esperando a resposta da Mink atentamente com os olhos fixados nela.

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyTer 26 Set - 23:57

Ao sair do galpão a mink avistava uma mulher próxima a uma embarcação, e vários artistas pareciam entrar nela, quando Alariel se aproximou da velha ela escutava o que a felina dizia, e a arrastava para o interior da embarcação para costurar o ferimento de seu braço.

"Essa vovó parece ser bem emburrada, mas ta demonstrando ser alguém compreensível." Pensaria quando ela me colocasse para dentro de sua embarcação, o que seria uma surpresa pois ela reconhecia minha raça e não aparentava ter desgosto.
Quando a a velhota fosse me arrastando para o interior da escuna eu a observaria para conhecer melhor seu ambiente e que bela coincidência a vovó é a tal Crystal que o velhote me mandou procurar. "Tudo parece estar indicando para eu sair dessa ilha logo."
Então a mulher me arrastava até a cozinha e observando bem o local poderia ver o quão higienizado ele era."Acho que a vovó é daquelas maniacas por limpeza."

E assim que ela fosse retirando seus materiais de tortu.. digo, utensílios para costurar o corte eu a encararia assustada. -Vovó é só um cortinho, não precisa de uma cirurgia.
Eu olharia para a garrafa de vinho quando fosse aberta e diria. -Não seria melhor eu beber isso, do que morder algo? Então morderia a cinta que a vovó me entregou.
Me contorcendo de dor a cada pontada sentida pela agulha seria um gemido de dor, para tentar alivia-la. E assim que ela terminasse a costura eu olharia com os olhos lacrimejando para o lugar costurado fazendo expressões de dor e o assopraria. -Vovó você quase arrancou meu braço fora, mas obrigada por isso, logo logo devo melhorar.
-VOCÊ ENLOUQUECEU DE VEZ GAROTA ESSA VELHA LOUCA QUER CLARAMENTE NOS MATAR!!
Eu me deixaria levar pelo momento de dor e responderia Lilith sem me importar.A unica doida aqui é você, sua louca.
Então eu olharia para a velha novamente. -Desculpe vovó eu tenho um probleminha que gosto de falar comigo mesma.

A mulher perguntava como eu havia conseguido aquele corte porem logo em seguida outra pessoa surgia avisando sobre uma confusão porem a vovó parecia não se importar.
-Bom vovó, é uma historia um tanto longa, mas foram uns revolucionários que me atacaram, por sorte eu consegui fugir deles, mais especificamente um cara esquisito com uma cicatriz na cara. Claro que eles não me atacaram de graça, eu andei aprontando algumas travessuras, junto com o velhote do forcado kishishishi.
Então olharia para a direção da confusão.-Não é melhor ver o que esta acontecendo la fora? Depois terei o prazer de te contar tudo que deseja saber. E se não for abusar muito eu gostaria de fazer alguns pedidos depois, e estou disposta a negociar por eles.
Se a vovó quisesse que eu contasse tudo para ela agora, então eu diria tudo o que aconteceu desde que encontrei o Garry a primeira vez até o momento de agora.

Se a vovó fosse para fora eu a seguiria e olharia a causa da confusão, caso fossem os meus perseguidores eu me esconderia atras dela cobrindo meu rosto, segurando atras de seu vestido e apontaria para eles fazendo o maior escândalo para que todos pudessem ouvir e quem sabe causar problema para eles, fazendo uma voz infantil novamente. -VOVÓ AQUELES SÃO OS HOMENS MALVADOS QUE ME ATACARAM, EU NÃO FIZ NADA PARA ELES E QUEREM ME MATAR.
Eu esperaria que aquilo causasse uma confusão ainda maior fazendo a população se voltar contra meus perseguidores.
Se eles tentassem avançar contra mim eu correria para dentro da escuna e me esconderia atras do balcão da cozinha.
Se a confusão não fosse pelos meus perseguidores eu a analisaria e tomaria alguma decisão apos isso.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyQua 27 Set - 1:18


First Act



A velha olhava pesadamente para a gata que podia ver sua expressão de desapontamento e ao mesmo tempo raiva, em seguida ela balançava a cabeça de um lado para o outro em estado de negação e só então dizia. - Você está em apuros, temos que sair logo daqui, então. - O homem na porta voltava a bater e repetir o nome da senhora, ela andava rapidamente até a porta e abria-a com força, ela batia com sua bengala no homem que recuava e a Mink não conseguia ver quem era. - Não me interrompa! - Ela então voltava seus olhos para a rampa e lá estavam o espadachim discutindo com os três homens que a perseguiam. Com um forte movimento, a bengala ecoava o convés e todos paravam. - Abaixem as velas, subam a rampa, Mino, volte para dentro do barco, nós iremos partir. - Dava as ordens gesticulando com as mãos, nesse momento, a Mink agarrava o vestido dela e começava a gritar alertando a todos de sua presença ali. Todos olhavam assustados para a garota como se ela tivesse feito a pior besteira de todas. Nesse momento, os revolucionários tentavam abrir caminho e empurrar Mino, mas com a espada ainda embainhada acertava os rostos deles que caiam no chão irritados, correndo ele subia a bordo barco que puxavam suas rampas, o forte vento podia ser sentido assim que as velas eram lançadas para baixo e o barco ganhava aceleração, ele era jogado para esquerda e começava a se navegar.

- VOCÊ É LOUCA?! - Exclamava Crystal que batia na cabeça de Alariel com sua bengala, o golpe acertava um pouco acima da nuca e ela caia no chão. - Não de um chilique em minha escuna! Ainda mais com revolucionários na rampa! SUA DEMENTE. - Ela ia dar mais uma bengalada quando Mino segurava sua mão e ela se soltava em seguida, ela subia as escadas em direção ao leme. - Essa foi uma das piores coisas que se pudesse feito. - Ele fazia uma reverencia para a gata. -Mademoiselle, bem vindo ao Teatro Marítimo Cabrais. - E estendia sua mão cordialmente para a senhorita deitada no chão. Os músicos começavam a agitar seus violinos e começavam a tocar uma melodia empolgante que acendia o coração, parecia uma abertura de teatro, era quando saia de uma porta do andar de cima da escuna um galante homem, com cabelos loiros reluzentes e um traje social sem o paletó. - PERDI O HORÁRIO?! - Gritava de lá de cima.




Todos olhavam para a gata deitada no chão e Mino esperando que a mesma levantasse, enquanto que o ator olhava atentamente para o seu redor. A música logo parava e eles já não podiam mais ver a ilha em sua atrás, do alto do mastro uma voz podia ser escutada e gritava para que todos pudessem ouvir. Os tripulantes eram bem arrumado com vestes cordiais e todos demonstravam ter uma boa aparência. - O galã do andar de cima se chama Adams, ele é o ator principal do nosso teatro, procuramos sempre uma boa audiência para demonstrarmos nossas belíssimas e chocantes atuações. - Completava erguendo a sua mão até o seu rosto em uma pose teatral. A Mink conseguia sentir uma leve dor de cabeça.

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptySex 29 Set - 2:13

Após ter seu braço tratado, Alariel foi com Carmelia observar a confusão que havia se instaurado. A felina tinha até mesmo um plano para por em prática, porem não saiu muito bem e a velhota ficou bem brava com a gata, porem Mino a salvava, e outra presença ilustre aparecia sob o local.

Quando a vovó estivesse subindo em direção ao leme eu diria para ela. -Hey vovó não precisa ficar tão estressada, eu apenas fiz uma aposta de risco.
Então eu aceitaria a ajuda de Minos e me levantaria do chão e faria uma reverencia para o homem.
-Encantada cavalheiro, é um prazer estar aqui. Minhas intenções eram boas, por ser um porto a chance de haver pessoas que não os conhecem e que poderiam se indignar são maiores do que em outra parte da ilha, mas foi algo arriscado e dessa vez eu perdi kishishishi.
Colocaria a mão aonde a bengala acertou para ver se estava inchado ou doendo.
-A vovó para sua idade bate bem forte.

Colocaria a mão aonde a bengala acertou para ver se estava inchado ou doendo.
-A vovó para sua idade bate bem forte.
Dando uma boa olhada ao redor poderia ver que as pessoas daquele navio aparentavam ser muito endinheiradas.
"O povo que frequenta aqui deve ser muito rico."

Quando o Minos me falasse de Adams eu o observaria com um olhar de curiosidade.
-O melhor ator é? Ele não me parece la muito confiável...
"Sera que todos aqui são exibidos assim?"



Inicio do Aprendizado


-Pois permita-me apresenta-lo.

Minos me guiava até Adams indo ao segundo andar da escuna. O rapaz gesticula-va com as mãos como se estivesse fazendo uma introdução.
-Addams, por favor conheça Lady Alariel.
Adams me observava de cima a baixo com um olhar q ue era dificil saber o que se passava em sua mente.
-A que devo honra de uma presença tão ilustre?
-Esta jovem duvida de suas habilidades como ator.
Nesse momento Adams parecia ter se tornado outra pessoa, aquele belo rapaz parecia ter se transformado, seu olhar estava furioso e ele batia com a palma da mão em uma mesa que estava ali próximo ecoando por todo o salão fazendo os visitantes se calarem e atraindo totalmente sua atenção.
-Como ousa duvidares de mim?
Sua voz se propagava pela escuna, fazendo todos ficarem aflitos e me causando um arrepio na espinha, ele se aproximava lentamente de mim com olhos que pareciam que iriam me devorar e naquele momento eu não conseguia me mover apenas observa-lo.
-Eu que nunca menti para você, que sempre fui fiel, e ainda assim guarda duvidas sobre mim.
Sua voz ecoava até meus ouvidos e mesmo se eu quisesse dizer algo eu não conseguiria, então a feição do homem mudava ele estava triste e descia as escadas com lagrimas escorrendo de seus olhos, ao parar no meio do salão ele me encarava e sua expressão parecia que partiria meu coração em pedaços.
-Se não sou bom o suficiente para você apenas me diga, que sumirei de sua vida para sempre.
Naquele momento a plateia parecia ter sido contagiada por ele e todos podiam sentir a tristeza em sua voz, comigo não era diferente, aquelas palavras pareciam que iriam me destruir mesmo que eu nunca tivesse o visto antes.
"Ele... é tão intenso."
-Não acredito! Esta apaixonadinha?
Antes que eu pudesse responde-la as lagrimas de Adams secavam e ela começava a sorrir fazendo uma reverencia para o público.
-Cavalheiros e damas esse foi apenas uma pequena demonstração, logo mais teremos o ato principal.
A plateia começava a aplaudi-lo e chamar por seu nome, e antes que eu pudesse perceber também estava batendo palmas para ele.
Então eu desci as escadas correndo, e aquele homem me encarava de forma convencida.
-Foi o suficiente para você my lady?
Meu coração parecia que iria saltar do peito, eu realmente estava admirada com ele, como poderia fazer algo assim tão naturalmente ,aquilo havia me deixado sem ar, foi intenso de mais, ele com certeza sabia a resposta de sua pergunta, mas eu não inflaria seu orgulho assim.
-Nada mal, mas acho que até eu poderia fazer isso.
Adams me olhava com um certo interesse.
-Então a madame deseja aprender a arte da atuação?
Eu devolvia o mesmo olhar interessada.
-Apenas se você me ensinar.
Então o sorriso confiante voltava ao seu rosto.
-Eu ficaria muitíssimo honrado.
Adams segurava em minha mão como um legitimo cavalheiro e me levava até uma mesa para duas pessoas, puxava minha cadeira para que eu pudesse sentar e em seguida sentava a minha frente.
-Bom senhorita, primeiro de tudo preciso te explicar algumas coisas e dar umas dicas.
Eu apenas acenei com a cabeça positivamente enquanto ele voltava a falar.
-Quando estiver atuando você precisa SER o personagem, acreditar que tudo o que esta acontecendo é real, crie uma história, analise totalmente o personagem, pense e haja como ele sempre, permita com que seu personagem viva ao máximo, que ele se apaixone, sinta medo, raiva, angustia.
Ele fazia uma pequena pausa para ajeitar seu cabelo que caia na frente dos olhos e voltava a falar.
-Você precisa estar relaxada sempre, mesmo se for uma cena tensa, é importante sempre relaxar, e manter a respiração, outro passo importante é a sua voz, é necessário propaga-la para que toda a plateia escute e sempre enuncie as palavras de forma clara e natural, um detalhe importante é preciso atuar com todo o corpo, não somente a voz é necessário domínio de palco, atuar é algo para ser feito com todo o corpo e espirito.
Ele então sorria enquanto me observava completamente interessada no que ele tinha para dizer.
-Agora vamos para a melhor parte madame, quando estiver no palco nunca abandone o personagem, mesmo se errar a fala ou esquece-la imagine como seu personagem reagiria aquele momento, de vida para ele, coloque todas as suas emoções, aproveite o momento e o viva, e lembre-se se cometer uma gafe não deixe ninguém perceber, o improviso é a melhor saída.
Ao acabar de falar tudo aquilo ele piscava para mim, como quem quisesse dizer. "Agora é com você." Eu não poderia deixar essa chance se eu quisesse realmente aprender a arte de atuar eu precisaria coloca-la em pratica e não havia situação melhor do que aquela.
Então eu me levantei da cadeira fazendo que causasse um enorme barulho atraindo a atenção de todos. "Lembre-se de tudo o que você acabou de escutar."
Então eu me focaria em entrar numa personagem, imaginando sua história, personalidade e tornaria aquilo verdade. Me certificaria de manter uma postura correta para minha voz sair o mais clara possível.
Imaginaria situações tristes, para me forçar a chorar e para por sentimentos em minhas palavras.-Por favor! Me perdoe, eu jamais tive a intenção de duvidar de você, eu me arrependo amargamente por isso.
Então as lagrimas começariam a escorrer por meus olhos, mas eu não poderia comemorar ainda.
"Lembre-se não largue o personagem"
Faria minha voz sair o mais triste e arrependida possivel.
-Eu entendo se não for capaz de me perdoar e achar que eu mereça sofrer. Virando minhas costas para Adams eu caminhei até o palco vazio, aonde subi e cai de joelhos em frente a plateia e permiti que as lagrimas caíssem ainda mais aonde fingia seca-las com as mãos.
-O que sera de mim  sem você querido? Por favor volte.
Naquele momento eu podia perceber que as pessoas estavam comovidas com aquela cena, parecia que estava tudo indo bem, então que Adams levanta de sua cadeira e vem caminhando até para em minha direção e ele estendia sua mão e dizia.
-Minha amada, como eu poderia não te perdoar, por favor levante, deixe-me ver seu belo sorriso mais uma vez.
Então como se uma alegria me invadisse, eu imediatamente pararia de chorar e passaria a sorrir para Adams, e com a voz mais feliz que eu pudesse fazer diria.
-Estou tão contente por você estar aqui.
Então me joguei em seus braços que me seguravam com firmeza e delicadeza, e nossos olhares se encontraram de forma romântica, foi quando ele disse.
-Não vamos mais brigar.
Então aproximaria meu rosto ao dele e quando estava tão próximo para fazer a plateia suspirar eu disse para ele.
-Jamais.
Então ficamos parados naquela posição com ele me segurando em seus braços, e nossos rostos tão próximos com os olhares conectados, e plateia aplaudia ensandecidamente, tudo indicava que foi um sucesso aquela contrecenação.



Fim do Aprendizado



Enquanto escutasse os aplausos eu me permitira sentir-me feliz, consegui aprender algo fantástico e lindo, a alegria poderia estar visível até mesmo em minha pele, mesmo que não tenha sido tão exaustivo, eu não estava cansada ou algo do tipo, mas fazer uma contracena assim era gratificante, minha respiração era ofegante e meu coração batia extremamente rápido, então sorriria de alegria para o publico aproveitando minha conquista pelo aprendizado.
Quando os aplausos acabarem a ficha provavelmente cairia e se eu ainda estivesse nos braços de Adams ficaria corada e estática sem sair de seus braços, pois estaria sem reação o olhando tão perto.

-Desculpe... Eu não sei o que fazer.
"Droga droga droga... aquilo era um personagem, mas e agora o que faço sera que continuo assim até ele fazer algo? Espero que ele não perceba que estou um pouco vermelha."
Eu me deixaria levar pelo calor momento e o que ele decidisse fazer eu permitiria e acompanharia.

Se ele me soltasse então eu faria uma reverencia para o publico e o agradeceria, da minha forma é claro.
-Até que não foi ruim aprender com você.
Alem de abusar de sua boa vontade.
-Então senhor cavalheiro não vai nem me pagar uma bebida?


Objetivos:
 

Histórico:
 

Legenda:
 


Última edição por Alariel em Ter 3 Out - 0:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyDom 1 Out - 0:42


First Act



A cabeça de Alariel já não doía mais, ela estava bem e emocionada com o que tinha acabado de acontecer, ele a colocava de pé e reverenciava ao seu lado. - Digo o mesmo, uma bebida? Ah, é para quando chegarmos. - Não demorava nem ao menos cinco segundos quando uma voz podia ser ouvida do alto. - Barco as seis horas! - Todos se agitavam, os músicos entravam dentro das portas da escuna, o espadachim ficava atento e ia até a ponta do convés para ver o barco o ator também entrava, apesar de sua atuações ele parecia não ser um guerrilheiro.

Crystal parecia preocupada com aquilo e ficava inquieta tocando sua bengala ao chão repetidas vezes, o barco que vinha atrás parecia que se aproximava com velocidade, não demoraria muito para que eles emparelhassem com a escuna. E era nesse instante que podia ser ouvido uma bala de canhão atingindo o mar ao lado esquerdo do barco, era um problema bem terrível. Eles pareciam que queriam alguém da escuna por mais tiros vinham e todos erravam os tiros propositalmente. - O que será que eles querem? - Perguntava Mino olhando para Crystal. - Provavelmente a gata. - Ela continuava inquieta sem saber muito o que fazer olhando para a senhora. - Não a entregaremos! Mino, prepare sua espada, não demorará dez minutos até que cheguem. - Ela olhava para o navegador e ia cochichar em seu ouvido e nesse exato momento outro tiro caia e acertava apenas a quina do barco fazendo um arranhão.

Seria uma batalha de quatro pessoas contando a gata contra outra embarcação, ela apenas havia alguns minutos para se preparar.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyTer 3 Out - 0:33

Minos apresentava a felina para Adams, então o mesmo a ajudava para aprender a atuar, após o termino desse período conhecidos nada amigáveis surgiam novamente.

Quando Adams me negasse a bebida eu viraria meu rosto cruzando os braços e demonstraria meu desinteresse para ele.
-Hunpf... Que tipo de cavalheiro nega bebida para uma dama.
E antes que me dessa conta a vovó surgia avisando que um barco estava se aproximando, as pessoas ficavam alvoroçadas com a situação, Minos ja ficavam de prontidão assim como Adams, mas ele me causou algumas duvidas.
Eu me aproximaria de Adams e o olharia arqueando uma sobrancelha.  
-Você sabe lutar, bonitinho?
E quando a vovó falasse que não me entragaria para eles, aquela situação me causaria uma certa incerteza.
"Isso é estranho a vovó querer tanto assim me proteger..."
-Provavelmente tem algum truque atras disso, não abaixe a guarda.
Acenaria a cabeça positivamente e a responderia.
-Você tem razão.
Então iria até Mino tocaria seu ombro e perguntaria.
-Hey, não tem alguma adaga ou faca que eu possa usar por enquanto.
Se a resposta fosse positiva eu iria seguir suas instruções e pegaria a arma.
Tambem removeria minha bota novamente usando os pés pisando no calcanhar de uma com a ponta da outra e em seguida as chutaria para algum canto, esticaria meus dedos e sentiria o chão do navio para me acostumar.
-Assim é melhor...
Então pegaria a máscara segurando-a com as duas mãos e a olharia profundamente.
-Vou precisar que colabore comigo.
-Não sei do que esta falando fedelha.
Então puxaria o capuz para me cobrir e colocaria a máscara deixaria Lilith controlar o corpo, porem dessa vez eu estaria consciente e a controlaria para que não acontecesse a mesma coisa que a chacina de antes.

-Não me atrapalhem.
Diria para tanto para o atorzinho quanto para o da espada, então me aproximaria da parte aberta da escuna para ter visão do barco inimigo e tentaria observar o navio, ver sua estrutura, quantas pessoas estavam a bordo, tomaria cuidado também para caso houvesse algum atirador desviaria do disparo se caso houvesse.
Olharia para o braço ferido e o moveria circularmente para saber como estava.
-Espero que isso não se torne um incomodo ainda maior.
Se eu estivesse com alguma arma eu a seguraria com meu que não estivesse machucado.

Se não houvessem atiradores la eu subiria na parte mais alta da escuna e sentaria de cócoras com os cotovelos apoiados no joelhos e esperaria que o barco inimigo se aproximasse.
Se tivessem atiradores la eu ficaria atrás de uma área coberta pela escuna aguardando que o barco se aproximasse.

-Os ratinhos insistem em vir atrás da caçadora.
"Lilith, sem mata-los, apenas em ultimo caso."
-Você não manda em mim fedelha.

Assim que o barco chegasse eu esperaria que as presas saíssem do barco e tentassem invadir a escuna então se eu estivesse no alto dela pularia tentando atingir a cabeça de um deles com as garras dos pés caindo empurrando-o para trás tentando derruba-lo e cairia de pé na sua frente.
-Vamos la, só estou começando, não desista ainda.
Se eu estivesse em outro lugar, eu me esconderia em algum canto da escuna e esperaria que algum ratinho desavisado se aproximasse e o apunhalaria em suas costas.
-Ratinho desavisado, deveria tomar mais cuidado.

Então partiria para um combate aonde não me focaria em apenas uma presa mas sim no ambiente todo. Assim que tentassem me atacar eu prontamente desviaria.
Se fosse um ataque em minha cabeça eu deslizaria por baixo do golpe tentando me aproximar do atacante e fincaria minhas garras ou a arma em suas pernas para desequilibra-lo, me levantaria e tentaria realizar um corte em sua barriga.
-Seus gritos de dor são tão lindos, deixe-me escutar mais....

Se fosse um golpe médio ou baixo, saltaria por cima dele e miraria na região de sua cabeça ou pescoço para acerta-lo com as garras dos pés e assim que caísse no chão eu avançaria contra ele para apunhala-lo não região de seus ombros.
-Nãããon adianta tentar me derrubar, gatas sempre caem de pé.

Caso o ataque fosse na vertical ou diagonal eu daria um passo largo para o lado e tentaria pegar impulso em alguma parede ou objeto se caso houvesse, se não seria no chão mesmo, para avançar contra o atacante, e miraria um corte na lateral de sua barriga então iria para suas costas e o apunhalaria.
-Isso foi perigoso, para você é claro.

Se tivesse algum ratinho atirador viraria totalmente minha atenção para ele ou eles se fosse o caso, sempre prestaria minha atenção nele acompanhando o movimento de sua arma para sair de sua mira e tentar prever quando ele atiraria então usaria de movimentos evasivos como rolamentos, saltos, deslizes para trás de algum objeto que pudesse me cobrir ou atras de algum inimigo para caso o atirador tentasse me acertar correr o risco de acertar algum aliado.
-Ooops... Isso foi por pouco, agora é a minha vez.
Eu avançaria contra o atirador ziguezagueando pelo campo de batalha e tentando entrar atras de algo ou alguém para criar pontos cegos em seu campo de visão e assim que estivesse próximo o suficiente eu me abaixaria e saltaria mirando seu queixo com as garras do pé e quando aterrisse no chão eu  miraria seus pulsos para corta-los e fazer com que ele largue a arma.
-Te peguei.... E agora o que pretende fazer?

Se combatentes a curta distancia se aproximassem em alguma das situações, eu esperaria que atacassem, dando saltos laterias para desviar de golpes verticais, saltos para trás se os golpes fossem horizontais ou diagonais.
Então aproveitaria a abertura para mirar sua perna com as garras do meu pé e realizar um corte horizontal na altura de seu peito.

E se eu fosse parar dentro do navio inimigo eu o sabotaria tentando cortar as cordas que sustentam as velas, procuraria e viraria o leme ou o timão de forma brusca de um lado para o outro para fazer o barco balançar e desequilibra-los ou até mesmo quebra-lo, também tentaria a acha a sala aonde ficam os barris de pólvora dos canhões e tentaria fazer um incêndio no navio derrubando o pólvora no chão e arremessando alguma chama, como o de uma vela ou tocha, se caso houvesse. Então retornaria para a escuna.


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Última edição por Alariel em Qua 4 Out - 1:26, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyTer 3 Out - 2:22


First Act



Alariel ficava por um momento brava após ter sua bebida recusada pelo galã, após tais repercussões ela perguntava ao mesmo se ele sabia lutar. - Eu luto com uma rapieira - dizia enquanto voltava ao seu quarto para ir se armar para a batalha. A gatuna ia até Mino que respondia a sua pergunta com um aceno de cabeça do lado esquerdo para o direito indicando um negativo e soltava uma expressão triste, em seguida, ela retirava sua bota e acabava-a por jogar perto da borda escuna, com o balanço do barco elas caiam no mar, aquilo não iria fazer falta já que se sentia bem mais livre não usando elas podendo mostrar suas garras livremente como uma verdadeira felina. Alariel encarava a máscara por um momento e a colocava, ela sentia seu corpo diferente a sede de sangue retornar, já não era o que poderia ser considerada dela mesmo, ela ficava arrogante e convencida mais uma vez, como se fosse a única que lutaria aquela batalha.  - Não me atrapalhem. - E o espadachim ficava com um sorriso no rosto, ele parecia gostar daquela situação tanto quanto a felina. Crystal ainda estava inquieta e ficava no convés, Darkflame subia na ponta traseira da escuna e conseguia ver os seus inimigos se aproximando com seu barco, eram por volta de cinco pessoas visíveis dentro da embarcação, as velas eram longas e totalmente brancas, o ator chegava ao seu lado de mansinho e falava assustando um pouco a gata que não tinha prestado a atenção nisso. - Será uma dura batalha, consigo sentir em minhas veias. - Ele falava com um tom de drama enquanto segurava forte a sua rapieira e estendia uma adaga para a garota que a pegava com raiva. Após uma leve esticada, o braço da garota estava melhor, mas ainda doía com o esforço.

O barco começava a chegar mais perto e estava na traseira do de Crystal, eles emparelhavam e lançavam ganchos na borda do convés, os ganchos fazia os barcos emparelhados ficarem juntos e sem desgrudar, com pulos para atravessar, começavam a invasão. A gatuna era a primeira a agir pulando de cima da parte alta da escuna para o primeiro que havia pulado no convés, o movimento já era previsto por um dos homens que a aguardava, era o de bandana novamente que iniciava um combate com ela rolando para a direita e ficando de costas a parede, a gata antes de chegar ao chão desistia do seu ataque se não acertaria a tábua de madeira com suas garras. Eles ficavam frente a frente, o líder já estava pronto com a sua adaga. Os outros homens, também pulavam, dois eram os gêmeos que viam antes, eles tinha raspado suas cabeças e estavam carecas, um era o guarda que ela tinha visto mais cedo antes de passar a ponte que separava a ilha da floresta e o último era mais estranho, ele estava com um bastão e utilizava uma camiseta vermelha que era coberta por uma calça preta, seus cabelos negros batia com o vento e era tudo o que a gata conseguia ver antes que o homem tentasse lhe acertar com a adaga em um golpe vertical.

A Mink dava um passo largo para o lado e conseguia escapar do golpe, com um impulso no próprio chão ela tentava acertar o líder usando um corte perto das costelas e acertava de raspão, ela se trocava de posição com o de bandana e ficava de costas para a parede, mas ela não parava e tentar acertar outro golpe, este com sucesso que acertava as costas do de cicatriz, ele gemia de dor e com um giro ele lançava a garota longe retirando a adaga do ferimento, ele colocava sua mão sobre o ferimento e podia se ver o sangue quando ele o tirava, a gatínea estava de pé esperando para atacar mais uma vez, ela estava mais ao centro do convés, as outras batalhas eram escutadas atrás dela ou do lado, a velhinha estava lutando contra o cara de bojutsu, ela apenas se defendia enquanto o homem atacava, Mino estava lutando contra os dois gêmeos usando a sua espada e o ator batalhava contra o homem de lança. Alariel não tinha tempo de prejudicar os outros homens quando o homem começava a vir com velocidade para a sua direção. - Haayia! - gritava enquanto corria, não demoraria pouco mais de cinco segundos até que ele chegasse.

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyQua 4 Out - 1:25

Alariel sabia que um navio inimigo se aproximava, então ela trocava o controle de seu corpo com Lilith, e quando chegava a hora, a felina avançava contra seus adversários.

Quando o atorzinho se aproximasse de mim e me assustasse eu instintivamente me colocaria em guarda sentindo meus pelos se ouriçarem e o encararia com raiva.
-Se me assustar assim de novo, eu acabo com seu rostinho bonito, ao menos você esta sendo prestativo.
"Lilith é tão difícil ser agradável uma vez na vida?"
-Muito, quase impossível.
E assim que pegasse a faca eu esticaria meu braço novamente e o observaria.
-Isso pode se tornar um incomodo cedo ou tarde tsc....
Então refletiria por alguns instantes sobre ele.
-Como ele chegou aqui sem eu perceber? Talvez ele não seja tão ruim quanto parece....

Assim começasse meu ataque acertando de raspão o fracote com a faca, e nas costas do
que usa a lança, eu deixaria um sorriso escapar admirando a sua dor.
-Isso é tão. Excitante!
Então observando brevemente o campo de batalha poderia ver que todos estavam ocupados em suas batalhas, mas daria atenção principalmente para a vovó e para o rato de cabelo estranho.
-Acho que a vovó não vai aguentar muito se continuar assim.
Porem eu não teria muito tempo de olhar para eles, afinal o fracote com bandana estava ansioso para ser surrado.
-Ratinho esta com tanta pressa assim de apanhar?
Eu esperaria ele começar a realizar o movimento de ataque para então realizar um desvio. Se ele viesse com a intenção de me perfurar com a adaga, eu desviaria jogando meu corpo para o lado para que ele passasse reto então miraria em sua perna para acerta-la com as garras do pé.
Se ele tentasse me cortar lateralmente com a adaga eu daria um pequeno salto para trás caindo agachada para poder saltar contra ele para perfura-lo com minhas garras.
Caso o golpe viesse na vertical ou diagonal eu daria dois passos para o lado e em seguida avançaria mirando seu abdome com arranhões.
Se o golpe mirasse minha cabeça eu me abaixaria para esquivar, então me levantaria rapidamente e com um golpe lateral com as garras do pé eu tentaria realizar um corte nas duas coxas, por fim quando eu já estivesse de pé usaria as garras das duas mãos para perfurar seu peito e o empurra-lo para tomar distancia

Se eu conseguisse algum tempo e a faca que o ratinho lanceiro removeu de suas costas estivesse no convés do barco eu tentaria correr ate ela para pega-la, tomaria cuidado para não ser acertada por outros inimigos, desviaria de possíveis golpes rolando se fossem golpes altos, ou saltando se fossem por cima se fosse baixos, para cada vez mais próximo da faca, até conseguir pega-la.

Olharia a situação e miraria o inimigo mais próximo avançaria correndo contra ele, mirando sua cabeça como se quisesse perfura-la com minhas garras, ou com a faca caso eu a tivesse. Porem seria uma finta e assim que ele tentasse se defender eu deslisaria por debaixo de suas pernas caso estivessem abertas o suficiente para poder passar por elas, então durante os deslizamento eu cortaria a parte interna de suas pernas com as garras das mãos e/ou com a faca.
Se não desse para deslizar por debaixo de suas pernas eu tentaria deslizar pelo lado mirando uma de suas pernas com as garras do pé para corta-la.
Assim que passasse para suas costas eu me colocaria de pé o mais rapido possivel para realizar uma investida e causar um corte horizontal na altura de sua cintura, então eu acompanharia o movimento de seu corpo para continuar em suas costas realizando diversos golpes cortantes nelas.

Por ultimo eu tentaria ajudar alguém que estivesse precisando, me aproximando rápida e sorrateiramente por algum ponto cego, por ser um campo de batalha talvez a o inimigo não esteja prestando tanta atenção em mim, e miraria um golpe perfurante em alguma região que fosse causar estrago significativo, como na barriga, costas, ou em sua coxa para debilita-lo.
Caso o alguém com mais velocidade do que eu tentasse me impedir eu esperaria o individuo se aproximar o suficiente, então realizaria um longo rolamento para trás parando em uma posição que rapidamente eu pudesse saltar contra ele, mirando na parte superior de seu corpo me prendendo em seus ombros e tentando derruba-lo, para então corta-lo e morde-lo na região dos ombros.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyQua 4 Out - 14:09


First Act



Alariel lutava contra o líder, o calor das batalhas arda em saus veias e podia se ouvir o som de metal e madeira batendo a cada momento, era algo que a Mink gostava de estar ao meio, ela podia sentir o cheiro do sangue emanando dos cortes ao seu lado, mas não havia tempos para distração. O líder se aproximava com velocidade e era nesse momento que a gatínea percebia que estava em apuros, ela abaixava-se para um golpe na horizontal na altura de sua cabeça e esse passava em branco, com suas garras em velocidade ela tentava acertá-lo nas coxas, mas o movimento era falho e evitado pelo homem que batia com o cabo da adaga na lateral de sua cabeça. Ela estava desnorteada, o golpe havia sido forte o suficiente para fazê-la perder algum dos sentidos e uma enorme dor de cabeça atingi-la. Darkflame caia ao chão e o homem ficava de pé ao seu lado apertando com força seu ferimento tentando não o piorar, ele pensava que a Mink estava nocauteada após a força do golpe que aplicava. - Acho que a batalha acaba para você por aqui. - dizia a voz grossa do homem enquanto que o som ambiente parecia bem mais estranho para a gata que estava com um zumbido em seu ouvido.

Com a sua visão embaçada, ela conseguia ver a velha que lutava contra o garoto de bastão, Crystal era rápida para uma senhora de idade e acertava bem onde mais doía em qualquer homem na face da terra, o garoto simplesmente caia duro no chão tremendo de dor, ela o finalizava nocauteando-o com o gancho de sua bengala e voltava-se a se postar ereta, estava cansada, era evidente, mas tinha trabalho a fazer, ela se juntava a Mino que batalhava contra os gêmeos. Mino tinha sido acertado por alguns golpes e os irmãos tinham sofrido alguns cortes de sua espada, aquela batalha parecia que se estenderia por alguns minutos antes de ser finalizada.

O galã tinha problemas para penetrar a armadura do guarda que batalhava com fúria em direção a ele, a rapieira era ágil, mas não era uma arma feita para combate contra homens de proteção, ele parecia bem menos cansado do que todos ali e sua agilidade fazia-se fácil para esquivar-se. A Mink começava a se recuperar do golpe e já tinha sua visão normal, ela conseguia ver a adaga a poucos metros de onde tinha acertado o líder que começava a ficar agitado novamente batendo contra o pé no chão esperando que o seu grupo fosse forte o suficiente para lidar com aquilo sozinho. Era um teste para eles proposto pelo homem pelo que parecia. A gata ainda tinha forças para se levantar e correr até a adaga e esse movimento não era previsto, com a adaga em mãos ela via-se na mesma situação de antes de receber o golpe em sua cabeça que ainda doía, mas a dor havia se tornado o menor dos problemas diante do que poderia ter acontecido se ela tivesse sido nocauteada. - Era melhor ter ficado deitada! - dizia com a sua voz grossa mais uma vez enquanto partia com velocidade para Alariel.


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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act - Página 4 EmptyQui 5 Out - 1:56

Com o calor da batalha tomando conta do ambiente Alariel se via contagiada por aquela situação, sua investida não tinha sucesso e ela quase foi levada ao nocaute pelo líder do grupo de revolucionários, e para piorar a situação não era somente ela que encontrava dificuldades pareciam que seus aliados passavam por momentos ruins também.

Um campo de batalha repleto de sons feitos pelas armas se chocando era maravilhoso, e o cheiro de sangue que se espelhava pelo local, não poderia haver lugar melhor que esse, todos esses fatores faziam meu sangue ferver de empolgação, mas ser derrubada por aquele inseto não estava em meus planos, a pancada foi forte o suficiente para derrubar, porem não havia me deixado inconsciente para o azar dele, já que não acabou comigo quando teve a chance....

Mesmo caída, sentindo uma dor desagradável na cabeça junto com aquele zumbido, ainda eu conseguia ver ao meu redor com minha visão embaçada, pelo visto os outros estavam tendo problemas para lidar com os ratos também., mas a vovó era realmente ardilosa usar um golpe como aquele, mas parece que a idade era sua pior inimiga, e o atorzinho não parecia levar jeito contra o fracote da lança.
"Não podemos ficar assim para sempre, vamos você precisa reagir e ajuda-los."

E ainda com essa maldita fedelha me atormentando não poderia me deixar mais irritada, assim que que minhas dores passaram e eu consegui localizar a adaga de antes, foi até fácil recupera-la, mas parece que minha presa estava realmente disposta a ser perseguida, só espero que ele não esteja superestimando a si mesmo e seus aliados fracotes.

-Você deveria ter me matado quando teve chance.
Mesmo com a dor me incomodando e o braço cortado eu certamente estaria sorrindo naquela situação, quanto mais eles resistem e lutam maior é a satisfação de caça-los.
Eu iria de encontro contra minha caça com toda minha velocidade deixando minha ferocidade exposta, quando estivesse próxima o suficiente eu saltaria o "abraçando" pela barriga e o apunhalaria diversas vezes com a faca na região já machucada e com a outra mão eu fincaria minhas garras em seu corpo para me prender a ele. Se eu conseguisse derruba-lo eu me manteria em cima dele e começaria a ataca-lo com golpes cortantes usando minha faca e as garras da mão livre. -Eu disse ratinho, você teve sua chance.
Caso ele tentasse me atacar na cabeça como antes eu abaixaria apenas o suficiente para desviar do golpe, se o ataque fosse na vertica ou diagonall eu daria um pequeno pulo na diagonal de direção oposta (se ele me atacasse diagonalmente) para desviar e me aproximar mais dele antes de prosseguir saltando diretamente contra ele, caso ele mirasse horizontalmente só que numa região mais abaixo do que minha cabeça eu daria um pequeno passo para trás jogando meu corpo na mesma direção antes de avançar.

Caso não conseguisse derruba-lo eu me soltaria dele assim que o impulso do meu pulo acabasse antes que ele pudesse contra-atacar, então me colocaria de pé ha uma distancia segura e sem dar tempo para ele avançaria novamente para realizar um corte diagonal com a faca que fosse desde sua cintura até os ombro e com a mão livre eu o empurraria me certificando de cortar ou perfurar sua pele, tentando desequilibra-lo.
Se ele tentasse me atacar com um golpe alto eu rolaria por baixo ficando próxima e realizaria o golpe dando um pequeno pulo para cima.
Caso ele tentasse um ataque verticalmente eu ziguezaguearia entre seu ataque.
E se de alguma forma ele mirasse em minhas pernas eu saltaria por cima mirando sua cabeça ou o mais alto possível com as garras dos pés antes de ataca-lo.
-Deixe me escuta-lo sofrer, grite, chore, implore para mim, você não sera salvo.

Se algum dos outros tentassem vir até mim, eu desviaria deles dando passos grandes para longe deles para tomar maior distancia.


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Última edição por Alariel em Sex 6 Out - 1:41, editado 1 vez(es)
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