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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: First Act   First Act EmptySeg 04 Set 2017, 02:58

First Act

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alariel. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: First Act   First Act EmptyQua 13 Set 2017, 18:46

Alariel havia acordado a pouco menos de uma hora, tinha tomado um banho, escovado seus dentes, aproveitando também para dar uma ajeitada nos seus pelos para que eles fiquem arrepiados apos o banho, ela adorava a sensação de o quão macio e fofo eles ficavam apos um bom banho, e claro pentear seus cabelos róseos, e parte destes estavam presos num rabo de cavalo de forma que ela poderia esconder suas orelhas, deixando livre apenas sua franja que caia acima dos olhos, ela estava caminhando pela ilha sem se importar se estava de dia ou de noite afinal ela poderia enxergar suficientemente bem em qualquer horario.

A jovem mink se lembrava de como havia conseguido barganhar uma hospedagem gratuita em uma pequena taberna em Centaurea Island, usando de sua doce voz com a habilidade de falar astutamente, agora então a felina caminhava pela ilha, trajando uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] adornada por um cinto fino de couro que servia apenas para ajustar a blusa ao seu magro corpo,  não gostaria que a blusa ficasse muito apertada pois ela escondia sua calda enrolada na cintura para chamar menos atenção, a vestimenta era continuada por [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]  bem confortável, porem a calça ainda ficava justa em suas pernas por causa de seus pelos e também de suas pernas serem bem definidas e torneadas de forma sutil, com dois bolsos laterais aonde Alariel poderia por suas mãos, a calça era acompanhada por um par [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

As roupas que Alariel geralmente usa refletem em sua personalidade, é uma felina bem astuta que preza sua liberdade acima de tudo, ela odeia coisas a apertando muito, lugares pequenos sem ventilação, pois situações assim lhe trazem péssimas lembranças de seu passado, mas isso não importava agora, a mink estava em um ambiente novo pronta para rumar sua vida, estava na ilha a apenas um dia e havia conseguido lidar muito bem com comida e lugar para dormir, e aquele local novo a fazia transbordar de expectativas, a curiosidade por querer explorar o local era quase insuportável como se ela fosse gritar contra a sua vontade, a felina adora essas sensações a fazem transbordar de energia, os desafios dessa jovem garota cheia de vontades apenas começaram.


"Hoje é finalmente meu dia, ontem eu estava cansada ontem da viagem então apenas me preocupei em achar um lugar para descansar, mas agora que dormi perfeitamente bem, vou começar a escrever nesta ilha a minha história." Após esse pensamento feliz e sonhador eu deixaria um sorriso escapar pelo canto de minha boca e continuaria a caminha pela ilha observando a localidade.

Sem perceber eu acabei me deixando levar pela minha mente "Acho que eu deveria ir atras de agentes do governo, assim eu terei poder para ser livre e me certificar de quem ninguém passará pelas mesmas atrocidades que eu, mesmo conhecendo um pouco a fama dessa ilha, sendo praticamente dominada por revolucionários, não teria lugar melhor para provar meu valor do que numa ilha cheia de inimigos do governo." -Hey, sua fraca,
esqueça essa ideia idiota sobre ideais, no precisamos apenas caçar os culpados, e faze-los sangrar, pirata, revolucionário ou qualquer outra coisa, precisamos apenas acabar com todos.
Droga Lilith, ela nunca me deixa em paz, então eu começo a sussurrar baixo, para ninguém saber que eu falo com uma louca que vive dentro da minha cabeça -Agora não, eu estou em publico, eu já chamo atenção por não ser humana e você não ajuda,
já disse que vamos caçar também, mas antes precisamos de sua mascara, não podemos simplesmente sair atacando qualquer vilão por ai.
-CHAAATA, claro que podemos, eles sangram, eles morrem, nos ficamos bem, tudo perfeito, mas por sorte eu não estou com sede, por enquanto.... "Finalmente Lilith me deixou, ela faz parte de mim, eu preciso aprender a conviver com isso, mas é insuportável, ela só pensa em matar matar matar, e eu não sou assim." E por um lampejo de lucidez eu volto ao que realmente importa.

Eu me focaria em caminhar de forma silenciosa e rápida para chamar a menor atenção possível,
mesmo sendo difícil com por causa de não ser uma humana como provavelmente todos os habitantes da ilha, me concentrando em absorver qualquer detalhe da cidade deixaria meus olhos, nariz e ouvidos afiados para captar qualquer detalhe que possa ser importante, como por exemplo a localização de algumas lojas, as principais construções da cidade e coisas do gênero.
Porem meu objetivo principal seria descobrir algo sobre como entrar para a agencia do governo mundial, e para isso eu procuraria o mercado negro da cidade, pois esse deve ser o melhor local para conseguir mais informações, e ainda poderia ser ainda mais ousada caso encontrasse alguém com suspeitas de ser um revolucionário afinal aquela ilha era praticamente controlada por eles, eu tentaria me espreitar silenciosamente para tentar escutar alguma conversa ou adquirir qualquer informação sobre eles, pois assim eu já poderia me mostrar eficiente logo na fase de aprovação para os agentes do governo.

Minha primeira tentativa seria torcer para encontrar algum animal de preferencia um gato de rua, pois esses andam por todos os lugares devem conhecer a ilha melhor do que qualquer um, alem de eu ter uma melhor afinidade com animais de minha especie, se por sorte eu encontrasse algum animal tentaria chamar sua atenção sem assusta-lo o oferecendo carinho para se aproximar, e quando o animal já estivesse mais confiante em mim eu diria. -Então amiguinho,
eu preciso de um favor seu, poderia me dizer nessa ilha se tem algum lugar aonde pessoas estranhas vão para comprar coisas como armas ou drogas? Os humanos normalmente chamam esse lugar de mercado negro
, independente da resposta eu o deixaria livre para me fazer companhia se quisesse ou ir embora, porem se a resposta for positiva eu seguiria o caminho que o animal indicaria, se fosse negativa eu voltaria a procurar por conta própria.

Se eu conseguisse encontrar o mercado negro, ficaria ainda mais atenta em tentar passar despercebida pois seria um lugar provavelmente hostil e eu não queria arrumar confusão naquele momento, e procuraria pessoas que aparentam conhecer muito bem a ilha e me aproximaria dessa tal pessoa com um sorriso sutil no rosto, olharia o individuo diretamente nos olhos e falaria com uma voz bem persuasiva -Então sr(a) você parece ter boas informações sobre essa ilha, sera que poderia compartilha-las comigo? Se apenas meu poder persuasivo fosse o suficiente para faze-lo falar então eu iria direto ao ponto mas ainda mantendo a instigação em minha voz porem falaria mais baixo apenas para a pessoa escutar, e tentaria aprofundar ainda mais meu olhar -Eu preciso saber se tem alguém do governo mundial nessa ilha,
mas não posso revelar meus motivos, apenas por segurança própria.
Se a pessoa não se convencesse apenas com minhas palavras, eu sorriria de forma confiante e lançaria um olhar provocativo, acrescentando apenas mais uma frase -Estou disposta a pagar por isso se for necessário, ou podemos fazer uma troca de favores se eu puder fazer algo por você. Então eu esperaria a reação da pessoa para tomar a próxima decisão.

Se eu não conseguisse encontrar o mercado negro, eu procuraria por algum marinheiro ou morador da cidade. Se encontrasse algum marinheiro me aproximaria dele casualmente e diria com convicção em minha voz tentando convence-lo -Sr(a) eu gostaria de me candidatar a agente do governo, e acredito que como marinheiro você pode me ajudar com isso. Se ele não se convencesse apenas com isso eu insistiria. Podemos não ser da mesma raça, mas eu também possuo um ideal de justiça e acredito que seguindo o governo seja a melhor forma de realiza-lo, para que ninguém mais precise sofrer. Então olharia seriamente para o marinheiro demonstrando um real interesse nisso para que ele não conseguisse mais negar.
Caso não fosse possível achar o marinheiro mas sim um civil, eu me aproximaria sorrindo simpaticamente e diria -Sr(a) poderia ter a gentileza de me dizer se tem alguém da marinha por aqui, eu gostaria de alistar, mas estou totalmente perdida nessa ilha.
Se a pessoa me desse uma resposta grosseira por minha aparência, eu apenas a ignoraria e seguiria em frente, se a resposta fosse simpatica eu agradeceria a boa vontade da pessoa com um sorriso e seguiria o caminho direcionado por ela, ou se a pessoa também não soubesse eu apenas procuraria outra pessoa até conseguir encontrar alguém que me ajude.







Objetivos:
 

Narração 3ª pessoa
"Pensamentos"
Narração 1ª pessoa
Fala: Alariel
Fala: Lilith


Off:
 



Última edição por Alariel em Qui 14 Set 2017, 20:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act EmptyQua 13 Set 2017, 22:31

First Act





A gata havia chego na ilha faz um dia e já tinha conseguido arrumar onde passar a noite e tomar um banho, ela chegava a se vestir de forma confortável e começara a passear pela ilha. O sol estava limpo no céu e quase nenhuma nuvem, as ruas estavam lotadas de seus habitantes, alguns eram mercadores e outros pareciam apenas passando pela ilha, eles não deixavam de olhar para a Mink, muitos cochichavam entre si, falando insultos ou perguntando de onde ela tinha surgido e alguns chegavam a gritar - Hey gatinha! Não quer que eu te coloque uma coleira? - E abria um largo sorriso na direção da gata que apenas o ignorava estando em seus pensamentos e continuava o seu caminhar, os habitantes davam lhe ainda mais olhar de desgosto e alguns até ficavam assustados quando ela começava a falar sozinha, ela caminhava rapidamente e estava em um lugar vazio, mas perto das habitações dos moradores, um gato estava na janela de uma casa, apenas repousando e tomando um sol que refletiam nos seus pelos cinza, a casa era pequena e não parecia estar vazia, a porta estava fechada e a janela aberta com um vaso de flor do lado de fora ao lado do gato.

Alariel se aproximava do gato e o mesmo olhava assustado para ela, ele se levantava, mas ouvia as palavras da Mink, ele se ouriçava e ficava com os pelos para cima - Sai de perto! - O gato miava e a garota conseguia interpretar o que aquele miado dizia, um homem que estava dentro da casa, se levantava e via Alariel assustando o gato. - SAIA DAQUI! Quem você pensa que é assustando os gatos das outras pessoas! Vamos! Saia! - A garota logo saia rapidamente dali e começava a procurar um marinheiro ou civil, já que não tinha tido sorte procurando estabelecimentos ou conversando com animais da região a procura do mercado negro. Após ter saído dali, ela se encontrava em um lugar gramado, aberto, não tão longe da cidade, ela conseguia ver alguns touros ou cavalos, mas nenhum parecia amistoso o suficiente para deixar a garota chegar perto deles.

Ela olhava de longe um fazendeiro trabalhando no gado perto dali, ele estava mexendo no feno dentro de uma pequena construção de madeira com o seu forcado, a garota ia até ele que a olhava normalmente e esperava a Mink fazer a sua pergunta, o homem vestia roupas simples, uma camisa cinza e uma calça marrom, uma bota da mesma cor de sua calça e segurava um forcado em sua mão direita com o cabo tocando o chão. Assim que ele ouvia o que a garota gata dizia, o fazendeiro ficava sério por um momento e dizia. - Eu não quero me meter em problemas, então sugiro que você saia dessa ilha o quanto antes e nunca mais volte a falar disso para ninguém. Você irá se meter em problemas se fizer isso, então por favor, saia. - A garota não via mais ninguém por perto e ficava olhando para o senhor de idade.

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act EmptyQui 14 Set 2017, 20:11


Era natural de se esperar que Alariel não fosse conseguir passar despercebida,
sua aparência animalesca provocava diversas reações nos humanos, todos ficavam surpresos com ela talvez nunca tenham visto alguém como ela antes, alguns sentiam medo, outros raiva e até mesmo demonstravam uma certa atração pela felina, porem ela não se importava muito para aquilo, estava mais preocupada com seus objetivos pensamentos e uma certa "pessoa" dentro de sua mente. O que ela não esperava era que até mesmo os animais ficavam assustados com sua presença, até mesmo um gato, animal que a moça tanto gosta apresentou comportamento hostil, e por fim após andar um pouco mais ela acabou se distanciando da cidade chegando até um fazenda, aonde os animais ainda não pareciam gostar dela, a felina acabou encontrando um homem que ali trabalhava e que foi tão amigável quanto o esperado, mas ao menos esse falou com ela.


Enquanto me afastava da cidade pensava comigo mesma sobre toda aquela situação, "Os humanos são engraçados, eles ficam surpresos tão facilmente apenas por me verem,
minha audição conseguia escutar seus insultos e duvidas, ainda bem que eu não me importo com o que pensam de mim, mas até mesmo aquele gatinho lindo não me expulsou, aquilo realmente foi chocante, sera que até mesmo animais são influenciados dessa forma por humanos? E também
posso jurar que ouvi alguém me provocando, infelizmente eu estava um tanto distraída, se não eu o provocaria também, adoro as reações que fazem"
, sem perceber eu estava rindo das reações que aquele sujeito teria. -Você pensa de mais, apenas faça o que quer. Claro que alguem sempre tem que estragar meu humor, então começaria a falar bem baixo -Lilith, você esta tão agradável como o de costume. -Obrigada meu bem, só se lembra que eu você somos a mesma coisa. Então passaria a ignora-la e voltaria ha uma fazenda nos arredores da cidade, e até mesmo aqui os animais não parecem dispostos a me darem atenção, porem um homem que trabalhava ali escutou o que eu tinha para dizer porem sua resposta não foi nada positiva para mim.

Eu não quero me meter em problemas, então sugiro que você saia dessa ilha o quanto antes e nunca mais volte a falar disso para ninguém. Você irá se meter em problemas se fizer isso, então por favor, saia.

A fala dele não me surpreenderia, afinal era de se esperar uma reação depois de uma pergunta sobre querer seguir a marinha ainda mais sendo de uma raça diferente, eu procuraria algum lugar ali próximo para me escorar,  se não encontrasse eu falaria com ele casualmente, caso encontrasse apoiaria minhas costas ali cruzaria os braços e observaria o céu com um sorriso ingenuo no rosto, então falaria ao homem. -Senhor, eu estou correndo perigo sempre, não importa aonde eu vá, nunca estarei segura, eu apenas nasci em uma raça diferente da sua e isso me torna uma monstra para a maioria das pessoas, apenas por eu parecer diferente. Então eu faria uma pausa na minha fala olharia na direção do homem tentando fazer com que meus olhos encontrem os dele, e falaria com uma voz triste tentando pesar a consciência do homem. Eu não escolhi estar aqui,
vim parar nessa ilha por acaso, os humanos me tiraram de meu ler quando eu era apenas uma criança e fui forçada a trabalhar como escrava, mas ainda assim eu não guardo nenhum rancor ou sinto raiva, muito pelo contrario, eu conheci ótimas pessoas por quem sou muito grata e que ficariam muito decepcionadas comigo se eu guardasse rancor por uma bobeira dessa.
Então agora eu me desencostaria (caso tivesse escorada em algo) e olharia para o homem com determinação e diria para ele com a voz carregada de energia e convicção -Essa pode não ser a melhor ilha para eu começar minha jornada, mas meus objetivos são nobres, meu sonho é que um dia todas as raças possam viver em paz e que ninguém precise passar pela mesmas coisas que eu, e quero fazer isso da maneira correta não contrariando a lei. Nesse momento eu cerraria meu punho e soltaria um grande sorriso ao homem -Eu me chamo Alariel, estou nessa ilha a pouco tempo, não tenho dinheiro ou informação para sair dessa ilha, se você pudesse me ajudar com alguma informação sobre alguma atividade da marinha nessa ilha ou como encontrar  o lugar que as pessoas vão para conseguir mercadorias mais facilmente Tentaria deixar implícito para o homem que falo do mercado negro -Eu te prometo que sumirei dessa ilha o quanto antes sem causar nenhum problema para o senhor. Parece um bom negocio não acha? -Pfffff Por que  tem que ser tão idiota assim? Os humanos só nos fizeram mal e você ainda gosta deles. Ótimo.. não poderia ter momento pior para ela tentar me irritar, porem eu me controlaria para não responde-la ou transparecer ao homem que algo estava errado e arruinar totalmente tudo que disse até agora para o homem, e assusta-lo de vez.

Então esperaria que o homem ficasse comovido com minha fala e disposto a me ajudar, aguardaria sua resposta, se ele me desse alguma informação que procuro então me despediria dele sorrindo e acenando -Adeus senhor, espero que a sorte esteja ao seu lado.
Caso ele não pudesse ou quisesse me ajudar eu sorriria para ele e diria -Acho que não vai ter jeito mesmo, desculpe atrapalha-lo. Então daria de ombro e viraria de costas voltando para a cidade, mas dessa vez iria por ruas diferentes das que eu tinha passado.
Tentaria passar por becos ou ruelas da cidade sempre com olhos, ouvidos e focinho bem atentos para prevenir qualquer situação de risco, e com a a expectativa de encontrar algum animal que pudesse ajudar, caso encontrasse tentaria falar com ele -Ei amigo, me ajude com uma informação, sabe aonde fica um lugar que os humanos chamam de mercado negro?
Se o animal pudesse me ajudar eu seguiria o caminho que ele dissesse, caso ele não pudesse ajudar ou eu não encontrasse um animal, seguiria meu caminho atras do mercador negro, caso o encontrasse chegando la eu observaria bem o local para tomar alguma decisão.
Tambem tentaria achar algum marine, mas sem muito expectativa de encontrar, já que eles não ficam muito nessa ilha, mas se por sorte encontrasse algum tentaria me aproximar dele diria com convicção na voz para que ele me leve a serio. -Ola senhor(a), eu gostaria de me unir ao governo mundial, porem essa não é a melhor ilha para isso, se importaria de me dar uma carona para um lugar melhor? Eu prometo que não dou trabalho e posso até ajudar com alguns afazeres, você não se arrependera, eu prometo! Olharia fixamente para seus olhos e sorriria de forma sutil. -Então, negócio fechado?


Objetivos:
 

Historico:
 

Legenda:
 

Off:
 


Última edição por Alariel em Sex 15 Set 2017, 18:08, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act EmptySex 15 Set 2017, 00:19

First Act





A garota não gostava muito da resposta do senhor para sua perguntava, mas de certa forma já esperava disso perguntando algo assim em uma ilha de revolucionários, ela se escorava na frente da construção de madeira e olhava para o homem, o homem apenas ficava parada olhando ela, não fazia nenhum movimento brusco, não queria brigar e muito menos expulsa-la novamente daquele lugar com violência. Ela começava a contar sua história e o homem a ouvia sem mostrar muita reação ela saia de perto da construção e continuava contando a história com um tom de drama e o homem passava a reagir de uma forma triste, não queria decepcionar a jovem gatínea e no fim ela dizia para o mesmo que iria sair da ilha o mais rápido possível. - Olha, Alariel, certo? Eu não deveria estar te falando nada sobre isso, mas creia em mim, você não vai gostar nenhum pouco do lugar, ele é sujo e poucas pessoas sabem como encontrá-lo direito. Volte por onde venho e entre no primeiro beco que você ver, haverão três sacos de lixo, remova eles e verá um alçapão, mas lembre-se, ninguém gostará de te ver lá, eles odeiam desconhecidos. - Ele pausava para dar um longa suspirada e olhava para os lados para ver se via alguém, como não via ninguém, continuava. - A ilha é sempre bem cuidada e a marinha quase não aparece, se você tiver sorte você pode ver ela amanhã ou daqui um ano, não se sabe. Mas, digo e repito, não volte a falar sobre esse assunto com qualquer um. Agora vá, por favor! Nunca lhe contei nada! - Ele falava isso e começava a se distanciar da Mink, ele olhava para os lados e parecia assustado, ele não dava nem tempo da garota se despedir e agradecer pela ajuda.

Alariel chegava novamente pela cidade e seguia as instruções do homem corretamente, retirava os três sacos de lixo e olhava o alçapão, ela abria o alçapão e via uma escada, ela começava a desce-lo e o alçapão acima dela se fechava, apenas pequenos feixes de luzes passavam pela madeira do alçapão, mas ela conseguia ver as escadas claramente como a luz do dia, só que em preto e branco. A Mink havia chego no lugar que ela esperava encontrar, ela estava parada em frente a escada e haviam vários homens e mulheres negociando ali embaixo, muitos usavam panos para cobrir seus rostos e longas vestes, alguns vendiam armas, animais e itens de luxo como jóias, pulseiras e até um troféu, era um lugar no subsolo escuro, embora isso não fosse problema para a Mink que conseguia ver no escuro, mas haviam algumas tochas iluminando o local, tinham certas bancas onde os vendedores faziam suas vendas, e várias caixas espalhadas, o chão era feito de pedra e o teto deveria ter pelo menos quinze metros de altura, o cheiro era terrível e ardia as narinas da gata, cheirava a mijo e cigarro, misturado com substâncias bem esquisitas, ela podia ouvir passos e gotas caindo no chão de diversas direções. A gatuna parecia ter passado despercebida por alguns homens que faziam a ronda do local para garantir que não houvessem marinheiros, eles eram fortes e estavam sempre armados com as espadas em suas mãos. O que a gatuna esperava encontrar naquele local?


Considerações:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: First Act   First Act EmptySex 15 Set 2017, 18:24

Parecia que as coisas estavam começando a encaminhar para a felina, o homem que ela havia encontrado no fim não era uma pessoa ruim e foi persuadido com sucesso, agora ela seguia o caminho que o homem havia dito, esse que por sua vez estava com um certo medo, porem não medo de Alariel e sim de alguém o ter escutado, então a gata encontra o seu destino sem maiores dificuldades, era um lugar não era um lugar nada agradável, com baixa luminosidade porem isso não a atrapalhava muito,  e um cheiro horrível já este fato é extremamente ruim para quem possui um bom olfato, talvez ela tenha algo em mente por ter insistido em achar esse lugar.

Observaria o comportamento do homem por ter se afastado de mim daquela maneira e pensaria comigo mesma. "Esse homem fugiu tão rápido, nem tive a chance de me despedir, ele não aparenta ser alguém ruim, e tinha boas intenções no fim das contas." Eu olharia aos arredores para me certificar de que ninguém estava próximo para que esse sujeito não corra riscos, e então iria para o caminho indicado. -Poderíamos ter apenas batido nele e fazer ele contar tudo para nós, mas você é sempre tão covarde. Eu daria uma breve olhada no caminho e se não houvesse ninguém eu a responderia normalmente, se não eu falaria baixo. -Isso apenas nos causaria problemas, não tinha a menor necessidade de usar a violência ali, mas você só pensa em brigar -Que calúnia, eu também penso em doces. -E eu ainda tento te levar a sério. Naquele momento eu suspiraria para não perder a calma e seguiria direto até meu destino, ao descer do alçapão e das escadas, dando uma boa olhada no lugar eu traço meus objetivos por estar ali.

"Droga o cheiro aqui é horrível, parece que alguém morreu mijando aqui, consigo também sentir cheiro de cigarro, e.... esse cheiro não faço a menor ideia do que seja, talvez alguma droga ou veneno. E essas goteiras chegam a ser irritantes"Tentaria não fazer uma expressão de desgosto com aquele fedor insuportável, e mesmo sendo idiotice eu respiraria mais profundamente, para tentar identificar o cheiro. "Infelizmente minha curiosidade é maior que meu bom senso." Então observaria o local independente de ter descoberto ou não a origem daquele odor afinal é apenas uma curiosidade boba, e quando eu avistasse o troféu pensaria "Por que tem um troféu aqui? Droga... la vai eu fazer besteiras por não conseguir controlar minha curiosidade." Eu tentaria caminhar sorrateiramente pelos locais escuros até visualizar melhor o troféu e saber de qual competição ele é apenas por mero capricho para então seguir meu rumo, mas se não fosse possível enxergar isso ou eu acabar chamando mais atenção do que gostaria eu desviaria meu olhar e caminharia me afastando dali. "Esse lugar me trás lembranças ruins, ao menos aqui tem espaço para respirar, não me sinto tão sufocada."

"Este é um lugar bem escuro, fica mais fácil para me esconder, alem de eu não ter muitos problemas para enxergar aqui, agora preciso me focar, tenho que dar um jeito de ir para outra ilha, pelo visto aqui não vai ter como eu entrar para o governo, então acho melhor eu procurar saber aonde fica o porto e se tem alguém para me levar para outra ilha gastando pouco,
mas óbvio que nada vai sair de graça desse lugar, acho melhor eu comprar algo, de preferencia algo para me esconder talvez um manto ou um sobretudo."
Eu caminharia pelo lugar e procuraria com meus olhos alguém que estivesse vendendo vestimentas e me aproximaria do vendedor para dizer -Então senhor(a) vendedor(a), gostaria de algo para poder me cobrir, algo como um sobretudo com capuz ou um manto que ladinos usam, de preferencia em cores escuras, e claro a um preço digamos... acessível. Então sorriria para o vendedor(a) -Se puder colaborar comigo eu posso comprar mais coisas em sua loja, quem sabe uma máscara, esta disposto a negociar? Eu consideraria importante comprar esses dois itens no momento, não faria questão de algo luxuoso apenas que a vestimenta fosse grande, confortável, pudesse cobrir minha cabeça, e fosse em cor escura, de preferencia cinza bem escuro, mas se não houvesse eu optaria por um preto ou marrom.
A máscara no momento não precisa ser necessariamente a que procuro, apenas algo para tampar meu rosto com um preço bom, mas claro que se pudesse ser a máscara que quero ela seria muito bem vinda, e estaria disposta até a pagar um pouco a mais por ela. Eu estaria disposta a gastar até 40.000 bellys nos dois itens, se fosse sair mais caro do que isso compraria apenas a vestimenta.  

Se meu dinheiro fosse suficiente apenas para comprar um item, eu escolheria a vestimenta para me cobrir, nesse momento.
Se o vendedor não quisesse me vender ou me cobrasse um preço alto, eu tentaria ir a outro vendedor e tentaria usar a mesma estrategia.

E depois das negociações estarem devidamente concluídas eu me inclinaria para o vendedor, e falaria em um tom de voz muito baixo para que somente ele escutasse.
-Eu preciso sair dessa ilha, e acredito que aqui uma mão lava a outra, então se você souber como faço para ir para Baterilla de forma facilitada eu ficaria bem satisfeita em saber, aonde e quanto. Então me aproximaria ainda mais e falaria sussurrando tentando instiga-lo -Ah sim... Se souber de alguém com problemas que queira se livrar e essa pessoa estiver disposta a pagar algo por isso, também teria interesse em saber. Me afastaria do sujeito sorriria e piscaria para ele e aguardaria sua resposta.Se tudo tiver ocorrido bem até aqui, eu vestiria a roupa, a mascara, e dependendo da resposta do vendedor sobre minhasduvidas eu tomaria alguma atitude.

Se ninguém ali quisesse me vender nada ou fornecer as informações que preciso, apenas sairia dali e tentaria achar o porto da ilha por conta própria.



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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act EmptySex 15 Set 2017, 23:52

First Act





A garota procurava pelo odor que havia sentido a tão pouco tempo, tentativa decifrar o seu paradeiro, mas eram tantos cheiros fortes e vindo de direções diferentes e que ardiam suas narinas e ela não conseguia entender o cheiro, ela olhava para o troféu e estava curiosa sobre o mesmo, ela se esgueirava pelo lugar, tentando passar despercebida, ela ia pela sombra e um guarda olhava para ela, ele tinha a avistado, mas ele não fazia nada sobre ela, uma confusão entre dois mercantes entrava na vista dela, um guarda ia até eles para o separar, enquanto isso a gatuna conseguia chegar ao troféu, ela o olhava e estava escrito. " Melhor mercante do ano"

Ela se afastava do troféu, satisfeita com o resultado por ter saciado sua curiosidade e logo avistava um mercante com vestimentas dos variados tipos e máscaras, ele a olhava com um sorriso no rosto vendo ela se aproximar, ele vestia uma boina marrom, rugas no rosto e uma blusa cinza simples, por causa do balcão que ele estava atrás, não podia se ver abaixo de sua cintura. - Venha aqui, senhorita. Aproxime-me, posso lhe garantir produtos da melhor qualidade! - Ela dizia o que pretendia comprar e o vendedor saia de trás do balcão, indo até a frente onde estavam suas vestimentas e máscaras, ele apontava para um sobretudo preto e uma máscara de raposa branca, o vendedor tinha uma espada em sua cintura e vestia uma calça de tons variados de verde e uma bota coturno preta. - Estes aqui custam apenas 100.000 Berries! - Dizia ele com um sorriso no rosto. O preço era inacessível para a jovem gatuna que ficava desagrada com o vendedor e começava a caminhar em direção ao outro vendedor ali perto.

Ela passava por diversos vendedores e nenhum queria vender por menor preço que aquilo, ela começava a perguntar então sobre a passagem até Baterilla - Apenas alguém do porto pode lhe dizer sobre isso. - A confusão já tinha se dissipado e o primeiro vendedor que ela encontrara corria até ela que começava a sair daquele lugar.

- Espere! - Ele gritava e a Mink parava e olhava para ele novamente. - Eu tenho uma oferta especial, se aproxime novamente. - A mesma ia em sua direção - Se você me realizar um favor, eu lhe entregarei de graça esses dois itens, mas só assim que fizer, você nunca achará os mesmos itens em outro lugar, acredite! - A Mink se interessava sobre aquilo e perguntava o que ele precisava que ela fizesse. - Preciso que você entregue essa carta para um amigo na fazenda, ele está esperando por isso fazem dias. - Ele entregava um envelope na mão dela, o envelope era simples e estava selado com cola, o homem começava a se afastar e dizia.- Ele sabe onde me encontrar, estarei com o que você quer. - Ele voltava até o seu balcão e a Mink ficava parada perto das escadas, alguns guardas olhavam para ela e ninguém parecia se importar. O que Alariel faria naquele momento?


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MensagemAssunto: First Act   First Act EmptySab 16 Set 2017, 21:50

A gata se arrependia por ter se forçado a cheirar aquele local, porem ela sabia que coisas daquele tipo aconteceriam de novo, também conseguido matar sua curiosidade sobre o troféu o que provocou uma sensação de tarefa cumprida, porem não durou muito, pois quando a felina foi atras do que realmente era importante naquele momento apenas conseguiu acumular varias falhas, nem mesmo para conseguir sair da ilha Alariel conseguiu informações naquele local, e quando a mink estava para sair daquele local algo a surpreendia.

Depois de ir a vários mercadores e todos eles me darem eu mesma resposta eu
iria em direção a saída pensando. "Eu não esperava que essas coisas fossem sair tão caras ainda mais aqui, eu realmente preciso conseguir algum dinheiro." -Tsc..
Por que você tem que ser tão pobre? Eu quero aquela máscara, vamos de um jeito.
Sem me importar muito com quem esta em volta eu conversaria com Lilith num tom de voz baixo. -Não enche o saco agora, que culpa eu tenho não tenho dinheiro suficiente, e ninguém quer vender por menos... bando de mercenários! -Tão irritante,
apenas pegue usando a força, eu já disse que quero a máscara, não vou te deixar em paz até consegui-la.
-Sinceramente, só consegue pensar nisso para resolver os problemas? Olha o tanto de guarda aqui e esse lugar só deve ter uma saída, nos seriamos pegas facilmente, o melhor que podemos fazer é sair daqui e tentar ir para outra ilha. -Com tanta gente no mundo eu tenho que ser uma múltipla personalidade logo de uma medrosa. Eu respiraria fundo, e contaria até 10 mentalmente para não perder a paciência com Lilith e continuaria meu caminho até a saída. "Eu realmente preciso me livrar desse encosto na vida, queria que meus problemas fossem brigar por um troféu de melhor mercador haha.


Então quando o primeiro mercador viesse até mim e fizesse sua oferta eu o olharia desconfiada e diria -Entregar uma carta por cem mil bellys em mercadoria, me parece um bom acordo. Então eu sorriria para o homem já com sua carta em mãos e diria -Negocio fechado! E antes que ele se afastasse eu tentaria fazer uma ultima ultima pergunta Mas ao menos me diga como eu faço para achar essa pessoa, talvez um nome ou algum código, e também o seu nome. E também me certificaria de observar e analisar cada detalhe desse sujeito, de seus pés até o ultimo fio de seu cabelo, desde quando ele veio até mim até o momento de sua saída, tentaria observar suas características fisionômicas, se possui alguma cicatriz ou marca de nascença visível, qualquer coisa que service para identifica-lo futuramente, também me certificaria até de guardar o seu cheiro se fosse possível. Aproveitaria para observar melhor o envelope para ver se tinha algum remetente ou destinatário para facilitar a entrega da mesma.

E quando o homem voltasse para sua loja, eu guardaria sua carta no quadril presa entre minha calça e pele,  subiria as escadas finalmente saindo daquele local podre, me afastaria do beco e quando estivesse longe de todo aquele fedor eu me certificaria de respirar bem fundo sentindo um pouco de ar limpo nas narinas. -Finalmente, ar fresco sem todo aquele fedor. Antes de continuar tentaria apenas mudar meu penteado para um "twintail" tentando ficar mais infantil e ver se assim os humanos abaixem sua guarda.

Caminharia em direção a fazenda aonde encontrei o homem que me falou a localização do mercado, andaria de forma de rápida e sorrateira, pelos cantos e paredes da cidade, tentando me esquivar de qualquer obstaculo ou pessoa que entrasse na frente e seguiria meu caminho, sempre manteria minha mão por cima da quadril aonde a carta esta guardada para não correr risco de perde-la ou alguém furta-la.
Tomaria cuidado para não estar sendo seguida ou vigiada então olharia para os cantos de forma discreta para observar qualquer individuo suspeito, e também ficaria com os ouvidos atentos para quando eu me distanciasse da cidade escutasse passos ou algo do tipo atras de mim.


E enquanto caminhasse pensaria "Essa carta deve ser muito importante, para o homem querer me oferecer tanto por sua entrega, melhor eu perguntar aquele sujeito de antes, se ele conhece a pessoa para quem devo entregar." -Eu sempre soube que você não era muito esperta, mas vai realmente fazer isso e esperar que ele te as coisas assim tão fácil? Não importa por onde eu olhe, isso esta na cara que é um calote. Olharia novamente para os lados para me certificar de que não houvesse ninguém suspeito me seguindo, se houvesse eu aceleraria o passo e tentaria entrar no meio da multidão para que ele me perca de vista, tomando muito cuidado com a carta, e então diria a Lilith -Eu odeio concordar contigo mas também pensei isso, e espero que ele não pense me enganar, eu analisei ele totalmente, se ele tentar isso nós os achamos damos uma bela surra nele e pegamos suas coisas, para ele aprender a não querer enganar uma gata. Então na minha mente sorriria para Lilith e poderia imaginar ela fazendo o mesmo para mim -Ohhh...
Essa é a minha garota.
Por fim aceleraria ainda mais passo até chegar a fazenda, observando os arredores e cuidando da carta.


Se alguém tivesse me seguido até ali eu passaria direto e procuraria algum lugar como um monte de arvores ou florestas para tentar me esconder até ele desistir de me procurar ou até mesmo tentar um ataque surpresa, mas isso dependeria da situação em que eu estivesse.

Quando eu chegasse na fazenda na antes, procuraria o homem que havia me ajudado a primeira vez, se eu o encontrasse tentaria me aproximar mas tomando cuidado para os animais não ficarem irritados -Calminha, eu apenas preciso falar com ele sobre uma mensagem muito importante. Se mesmo assim os animais continuassem com raiva eu  tentaria chamar a atenção do homem de alguma forma, falando ou até mesmo gritando alto o suficiente para que ele escutasse -HEEEY! Senhor desculpe voltar aqui, só que eu tenho que entregar uma carta e ela parece ser muito importante, quem me mandou entrega-la disse que seu espera essa carta já fazem dias.

Se o vendedor de antes me contasse seu nome, e eu soubesse o nome ou algo para identificar o destinatário, e o homem me desse atenção novamente eu diria. -O (nome do vendedor), me pediu para para entregar a carta para (nome da pessoa ou "código"). Se por sorte esse mesmo homem fosse o destinatário da carta, eu a entregaria e esperaria ele acabar de ler para então voltar ao mercado receber minha recompensa, levando algum recado para o vendedor se caso houvesse, ou se o homem tivesse algum pedido para fazer, também estaria disposta a escutar.
Se eu não soubesse o nome do vendedor mas sim do destinatário tomaria a mesma ação porem ao invés de falar o nome do vendedor diria. -Um homem velho de boina marrom com rugas, me pediu para entregar essa carta para o (nome do destinatário). Adicionando informações extras sob o vendedor de quando eu o observei na saída do mercado
Se ele não fosse o destinatário da carta, mas me indicasse aonde encontra-lo eu seguiria o caminho que ele informasse e perguntaria para quem estivesse aos arredores.
-Ola, desculpe o incomodo, sabe aonde posso encontrar (nome do destinatário). Então procuraria pelo homem e entregaria a carta somente ao destinatário e teria a a mesma atitude de esperar ele acabar de ler para então voltar ao mercado receber minha recompensa, levando algum recado para o vendedor se caso houvesse, ou se o destinatário tivesse algum pedido para fazer, também estaria disposta a escutar.


Se caso não soubesse o nome de quem procuro para entregar a carta tentaria descrever o remetente. -Um homem velho com rugas, usando uma boina marrom me pediu para entregar essa carta para um amigo dele, você saberia me falar quem é? Ele apenas me disse que o seu amigo espera essa carta fazem dias. Tentaria melhorar a descrição do vendedor com informações a mais. Tendo a mesma reação para de antes se caso esse senhor fosse ou não o destinatário da carta.

Se eu não encontrasse o senhorzinho de antes, procuraria em alguma casa ou construção por perto para ver se o encontro ou talvez algum outro morador local. Dizendo para caso encontrasse o mesmo homem. -Ola desculpa atrapalha-lo mas é muito importante, eu tenho uma carta para entregar do (nome ou descrição do vendedor. Então diria o nome do vendedor se caso eu soubesse, se não o descreveria como anteriormente, e se soubesse o nome o do remetente eu diria ao fim da frase. -.... (nome ou descrição do vendedor) para (nome do destinatário). Se eu não soubesse seu nome apenas diria que a pessoa era um amigo do remetente.
E então tomaria as mesmas atitudes de anteriormente escritas se caso o velho fosse ou não a pessoa para quem devo entregar a carta.
Se eu encontrasse outra pessoa apenas mudaria a forma de falar para.
-Ola, desculpe incomoda-lo(a) mas eu tenho uma carta par entregar. E manteria todas as ações anteriores para as possíveis futuras situações, se caso eu soubesse ou não nome do vendedor ou do destinatário, e se caso essa pessoa fosse ou não o para quem devo entregar a carta.

E se alguém se recusasse a falar comigo apenas por minha aparência ou negasse me escutar logo de cara eu tentaria partir para o emocional da pessoa dizendo.
-Poxa... mas o senhor estava tão preocupado com seu amigo, essa mensagem deve ser muito importante, ele parecia tão triste quando me pediu esse favor. "Acho que uma mentirinha aqui ou ali não deve doer haha"



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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act EmptyDom 17 Set 2017, 01:07

First Act





A Mink aceitava o trato do mercador, ela o perguntava como que era a aparência ou nome do sujeito, o mesmo respondia. - Ele está sempre com um forcado na mão e uma camiseta simples, me chamo Denis! - E voltava correndo até a sua banca pois havia avistado alguém perto dela esperando para ser atendido, ele era forte e alto, tinha por volta de 1.80m, ele tinha um forte cheiro de cigarro e álcool em suas vestes, mas não parecia bêbado. A garota observava então o envelope em suas mãos, mas não tinha um remente ou destinatário, apenas um envelope branco com a ponta direita superior amassada. O homem havia voltado em seu balcão, já atendendo seu cliente e ela guardava a carta em sua cintura. Não havia mais nada o que fazer naquele local e ela subia as escadas, se afastava do beco e estava na rua mais uma vez, ela respirava forte e sentia o cheiro das árvores e um cheiro de comida que vinha de uma casa não muito longe dali.

O primeiro pensamento da garota era arrumar seu cabelo para tentar ficar mais agradável, ela então começava seu trajeto até o fazendeiro que ela tinha falado a pouco tempo atrás, seu caminho pela cidade não era um problema, ela estava em uma área mais vazia e ninguém a observava, chegava perto dela ou coisa parecida. Alariel tinha certas desconfianças com a carta, não conhecia quem lhe tinha pedido o favor e a recompensa poderia ser falsa. Logo chegava na fazenda, no mesmo lugar de onde estivera quando falou com o fazendeiro, estava tudo quieto e os animais em seus devido lugares como se nada tivesse sido tocado desde o momento que ela voltou para a cidade. Ela não via o fazendeiro em lugar nenhuma por ali e decidia gritar, os animais olhavam para ela, mas não reagiam de outra forma, nada dele. Um barulho como um cochicho vinha direto do feno dentro da construção, o forcado do fazendeiro estava do lado da construção. - Se eu me esconder aqui, ela logo vai embora e não me arranja problemas. - Ela caminhava em direção a construção e dizia. - O Denis me pediu para entregar a carta para um homem que anda sempre com um forcado e usa uma camiseta simples. - O homem se assustava nesse exato momento e saia de dentro do feno que estivera escondido, ele tinha feno dentro da sua camiseta e calça e começava a retirar ele todo. - Merda! Isso vai me trazer tantos problemas. - Ele após retirar o feno, pegava o seu forcado e pegava a carta da mão da Mink que tinha estendido para ele, o fazendeiro olhava para os lados mais uma vez. - Bom, obrigado por me trazer a carta. - Nesse exato momento a garota conseguia ouvir trotes ao longe, ela olhava para a direção que eles vinham e conseguia ver dois cavalos, um parava mais atrás e o da frente ia em direção aos dois. O cavalo era marrom com manchas brancas e seu jóquei era uma mulher alta e de cabelos longos e negros segurando um chicote com pontas.

Ela chegava rápida em cima de seu cavalo preparando para acertar a cabeça de Alariel com seu chicote, o fazendeiro puxava a Mink que caia no chão atrás dele, ele se agachava e o chicote com espinhos passava por cima de sua cabeça, no mesmo momento, o homem batia com o cabo do seu forcado no pé do cavalo que tropeçava e ambos caiam. O fazendeiro estendia a mão para a garota, o cavalo se contorcia no chão tentando achar uma forma de se levantar, mas o chicote havia se prendido nas amarras da cela e na perna do animal impossibilitando que ele mexesse a perna traseira esquerda. A mulher que o cavalgava estava desacordada a dois metros do cavalo e parecia que seria pisoteada logo com o movimento do animal. - Você é meio animal, tenta acalmar o cavalo e eu retiro as amarras que está prendendo o animal, nós subimos no cavalo e tentamos cavalgar o máximo que nós pudermos. Eu disse que seria problemático! - Ele esperava a resposta da garota com o forcado em suas mãos.

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MensagemAssunto: Re: First Act   First Act EmptyDom 17 Set 2017, 17:37

Alariel agora sabia para quem entregar a carta de Denis, e pela descrição da camisa simples e sempre carregar um forcador ela poderia deduzir ou ao menos desconfiar que o fazendeiro de antes poderia, é a pessoa para quem ele deve entregar a carta, seria uma coincidência bem curiosa. E sem maiores dificuldades ela chegava de volta na fazenda aonde estava, conseguindo entregar a carta para o homem do forcado, porem os problemas que o homem tanto falava, vieram galopando, por sorte a felina foi salva de um golpe em sua cabeça, e agora a mink se encontrava em uma situação um tanto incomum...

Agora já sabendo que o mercador se chama Denis e pela forma que ele descrevia para quem eu devo entregar a carta, meu primeiro palpite seria o fazendeiro de antes. "Seria muito coincidência se aquele fazendeiro fosse a pessoa para quem devo entregar isso, logo ele que tanto foge dos problemas haha." E antes de sair dali pude observar alguém na bancada de Denis, um sujeito relativamente alto para um humano e mesmo estando longe era possível sentir cheiro de cigarro e álcool vindo dele. "Esse sujeito deve se acabar em beber e fumar para ter esse cheiro tão forte..."

Finalmente saindo daquele lugar e respirando o ar fresco podendo sentir o cheiro das arvores de comida sorriria "Esse cheiro de comida, me faz querer ir atras, mas infelizmente não posso. ç.ç" Arrumando meu cabelo como desejado eu parti em direção a fazenda tomando todos os cuidados para proteger a carta, e sem dificuldades eu consegui chegar a fazenda, parecendo todo meu esforço para proteger a carta ou me assegurar de não estar sendo seguida inútil....

E ao chegar na fazenda não encontrei o fazendeiro de antes "Aonde sera que aquele velho se enfiou?" -Hey garota, porque não abrimos essa carta de cem mil bellys logo? A curiosidade de saber o que esta ai dentro, ta me matando. Então como se me lembrasse de algo importante eu reagiria de forma surpresa. -Oops... Eu estava tão focada em protege-la que não me atentei ao que realmente importa, o que esta escrito nesse pedaço de papel para Denis querer pagar tanto por sua entrega, ou pode ser apenas um calote.... -Cale a boca! Abra logo. -Lilith, não podemos, vamos encontrar aquele fazendeiro primeiro, depois perguntamos o que tem aqui. -Sempre tão chata. Nesse momento eu voltaria minha atenção para tentar achar o fazendeiro.

Até que pude ouvi-lo cochichando e a direção parecia ser do feno dentro da construção "Ou esse monte de mato aprendeu a falar ou o velhote deveria aprender que não se deve pensar alto quando se esta tentando esconder de alguém." E ao escutar meu grito em relação a carta de Denis, o homem se levantava de forma rápida e assustado, com feno por dentro de suas roupas, confesso que não pude segurar o riso nessa hora e enquanto ele tirava o feno de suas roupas eu colocaria uma mão em frente minha boca e seguraria minha barriga com a outra e então diria. -Kishishishi.... Velhote você é um sujeito engraçado, se esconder dentro do feno não é la uma atitude muito aconselhável. Quando o homem terminasse de ler a carta e me agradecesse eu sorriria como quem quisesse dizer "Não foi nada de mais".

Antes que eu pudesse ter qualquer reação escutava trotes em nossa direção, apenas tive tempo de ver dois cavalos se aproximando, um dele parou mais recuada porem uma mulher que cavalgava em um cavalo marrom veio em minha direção e quando a mulher iria me acertar com seu chicote, aquele fazendeiro me salvou e ainda conseguiu derrubar o cavalo habilmente fazendo sua jóquei cair desacordada enquanto seu chicote se prendia nas pernas e amarras cavalo.
"Até que o velhote não é nada mal" -Se não fosse tão lerda, não ia precisar ser salva assim. Apenas ficaria com uma expressão seria nesse momento. -Tsc..


Quando o fazendeiro viesse se oferecer para me ajudar eu falaria.  -Acho que te devo uma. E depois que dissesse sobre acalmar o cavalo, eu seguraria em suas mão para me levantar mais rapidamente e diria com uma expressão fria e seria -Não acho que você vai conseguir tirar o chicote do cavalo enquanto ele estiver tão agitado, eu vou tentar acalma-lo, mas antes preciso que você tente pegar aquela mulher e a coloque entre nós e aquele sujeito. Apontaria para o primeiro cavalo que parou mais recuadamente. -Seria um problema ainda maior se ele fosse um atirador de longo alcance, assim podemos pelo menos ganhar tempo, ah sim... certifique-se de olhar em seus bolsos, talvez tenha algo de valor, dinheiro ou algo que nos de informação sobre quem ela é ou para quem trabalha, e porque estão atras de você "Lilith e essa maldita mulher realmente, acabaram com meu bom humor."

-Por mim ela poderia ser pisoteada, mas o cavalo não merece sofrer assim. Então iria na direção do cavalo tentando me acalmar e recuperar meu bom humor, me sensibilizando com a dor do cavalo afinal eu sabia como era estar presa e sentido dor.
Me aproximaria do cavalo tentando chamar sua atenção. -Calminha, eu sei que esta doendo, porem quanto mais você se debater mais vai doer. Me ajoelharia perto dele e tentaria acariciar seu pelo na região do pescoço. -Eu sei como você se sente, me deixe te ajudar, assim como me ajudaram. Se ele deixasse eu toca-lo, eu o acariciaria mais, de seu pescoço até o rosto. -Aquela mulher malvada não vai mais te obrigar a fazer nada e logo logo você vai poder comer um monte de coisas gostosas, e poderá ser livre. Continuaria acariciando-o até ele se acalmar totalmente, tentando abraça-lo apoiando meu rosto sob seu corpo mantendo o carinho em seu rosto. -Muito bem... agora precisamos tirar esse chicote de você, pode doer um pouco mas confie em mim, eu não vou te abandonar. Então se o animal já estivesse calmo diria para o fazendeiro. -Pode tirar agora. E ficaria abraçando o animal para caso ele sentisse dor e começasse a se debater eu o abraçaria mais forte, para não tentar solta-lo enquanto se debate, e acariciaria sua crina para acalma-lo falando baixinho com uma voz manhosa. -Eu estou aqui, não precisa ter medo, a dor vai passar logo logo, então finalmente você vai poder correr livremente mais uma vez. Continuaria assim até que o homem terminasse de retirar o chicote.
Se o animal não me deixasse toca-lo a principio eu tentaria me aproximar sem assusta-lo ficando próxima a ele. -Você pode confiar em mim, eu não quero te machucar, mais do que qualquer, sei que ninguém merece passar pelo o que você esta passando agora, por favor,
deixe-me te ajudar.
Diria coisas carinhosas assim com uma voz mole até que ele permita que eu o toque para tentar acalma-lo.

Me levantaria observando o cavalo e perguntaria -Esta melhor? Consegue se mover? Então voltaria minha atenção para o velho. -Tinha algo nos bolsos dela? E se importa se eu ficar com esse chicote? Eu me sentiria mais segura se a pessoa que tentou usa-lo para acertar minha cabeça estivesse desarmada. "Ou apenas posso tentar vende-lo haha."
Se caso houvesse algum dinheiro nos bolsos dela eu faria uma proposta para dividi-lo com o fazendeiro. -Que tal metade para mim e metade para você? Então se ele entregasse o chicote para mim eu o pegaria enrolaria tomando cuidado para não me cortar com as pontas e o seguraria com a mão esquerda.
Se por um acaso tivesse algum tempo sobrando.... -Ah sim.... já estava esquecendo. Caminharia sorrindo para a direção da mulher desacordada e tentaria fazer um coração em sua testa com minhas garras usando a mão direita, mas não colocaria muita força para criar uma cicatriz permanente, queria fazer apenas um arranhão sob a pele, mesmo não sendo minha mão dominante, eu o tentaria fazer sem me importar com ele ficar bonito ou não apenas queria fazer com que ela se lembre de nunca mais tentar bater em uma gata. -Kishishishi... nada como uma travessura para melhorar os ânimos.

Por fim olharia para o fazendeiro -Velhote, acho que é um pouco tarde para isso mas, eu não faço a menor ideia de como cavalgar, você sabe? Se a resposta dele fosse positiva eu sorriria e olharia para o animal tentando fazer uma expressão fofa. -Senhor cavalo consegue se mover? Você poderia nos dar uma carona para longe daqui? Por favorzinho! Se o animal conseguisse se mover eu esperar o fazendeiro monta-lo para subir logo após e tentaria me segurar para não cair durante o percurso. E se houvesse algum momento que fosse possível conversar eu falaria. -Acho que eu te trouxe um monte de problemas kishishi. Então sorriria de forma travessa. -Ah sim velhote, eu não perguntei antes mas, o que ta escrito na carta para seus amigos estarem tão carinhosos assim? "Acho que estou esquecendo de perguntar algo importante sobre o velhote.... Se eu não lembro é porque não é importante."

Tomaria um certo cuidado com o cavaleiro que parou mais atras, para caso ele tentasse algo como atirar ou se aproximar, eu tentaria cobrir o velho para que ele consiga fugir, afinal ele me salvou antes, não queria me sentir em divida com alguém.


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