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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptyQui 04 Jan 2018, 18:03


Rumo ao Mar


Visto as condições atuais do trio alguém tinha de tomar as rédeas da situação, exercer o papel de líder era mais que necessário caso almejassem o sucesso no futuro, afinal, três pessoas desconhecidas formando um time dependia muito de como fariam para superar tal obstáculo e fazer dessa 'fraqueza' uma força maior. Lynn, o jovem imprudente que iniciara toda a situação de batalha fora castigado por suas ações imprudentes, seus movimentos com a lança até que foram bons, mas não suficiente para que pudesse fazer um confronto direto sem auxílio contra aquele homem que sem piedade alguma lhe lançou ao ar com apenas um soco. Naquele instante a dor tomou conta de seu corpo que por pouco não se chocou contra Alipheese e só parou o trajeto contra uma parede mais ao fundo, a ardência era aguda na região de seu peito onde o golpe fora desferido e por alguns segundos a própria respiração lhe causava mal estar, felizmente passou nos segundos seguintes, todavia, seus ossos mesmo que ainda inteiros sentiram o impacto e qualquer movimento mais brusco trazia a tona as dores, ainda que fossem suportáveis.

Alipheese que até então fora a única a não se movimentar parecia finalmente ter despertado de um transe a qual fora submetida pela força de Thor, ao perceber a situação de Lynn não exitou em ver como o companheiro estava, mas o que queria ali era passar sua estratégia ao garoto. Percebendo que não individualmente seriam inúteis tratou logo de buscar uma união, mesmo que nervosa diante Lynn não deixou de se esforçar para dizer como agiria a partir de então, tudo que precisava era uma oportunidade para fazer valer todos os esforços. Apesar de não ser o mais inteligente Lynn conseguiu de forma rápida compreender o plano. Já era um grande passo.

Por mais que as coisas estivessem começando a tomar uma forma sua execução, o tempo que Alipheese permaneceu na chuva poderia ter comprometido a pólvora, que molhada tornaria a arma inútil. Atenta a tal coisa a garota logo buscou algo que lhe auxiliasse com este problema, aproveitou o momento para vasculhar as carruagens em busca de algo mas nada lá além de feno, era a algo a ser testado mas não garantiria o funcionamento cem por cento do equipamento, sem muitas opções apanhou o que tinha ali e se dirigiu para uma melhor localização.

Simultaneamente Lynn já estava de pé, buscando de todas as formas esconder o quão aquele golpe havia o atingido, seu caminhar até perante o sargento não passava muita convicção mesmo que buscasse por isso, quando próximo tudo que fez foi uma tentativa de provocação, ao que tudo indicava os todos haviam ficados loucos ou então tudo fazia parte de um plano. O sargento era experiente, sabia que tudo era encenação, todavia finalmente pareciam ter entendido o proposito de tudo aquilo. Era evidente que eles NUNCA derrotariam tal, mas isso não significava precisavam saber disso. Manteve-se sério diante aquilo, empunhou o machado com as duas mãos, girando no próprio eixo logo o homem estava com sua lâmina cuidando de todos os pontos a seu redor, tornando aquilo uma boa defensiva e obrigando com que os demais se afastassem caso não quisessem ser feridos. Não seria fácil.

Alipheese finalmente parecia ter se ajeitado, posicionada de forma que nem mesmo seus companheiros soubessem onde estava todos contantando com o fator surpresa, sua arma estava posicionada de forma a mirar nas pernas do homem, visto que o próprio havia afastado seus companheiros de perto era uma boa oportunidade para o primeiro tiro. Pei. Sua trajetória fora certeira, entretanto sua direção fora um pouco torta, apesar de passar muito próxima do sargento a bala cravou ao chão, todavia parecia ter atingido pelo menos de raspão, visto que imediatamente Hamaku Thor levou sua mão a coxa. O segundo tiro já estava preparado, o dedo indicador pronto para puxar o gatilho e...nada. A arma havia engasgado, provavelmente era a pólvora umedecida por contato ao metal molhado no interior da arma. Era algo a ser resolvido depressa.

Lá embaixo o sargento, verificava seu novo ferimento, era como um corte superficial visto que a bala apenas raspou sua pele abrindo um pequeno feixe pelo qual até mesmo o sangue tinha dificuldades para escapar. Todos possuíam já noção de onde Alipheese estava, o tiro havia entregado sua posição.

Kariel tinha em mente que precisava utilizar de seus atributos mais qualificados para ser efetiva, contava com sua velocidade e movimentos mais livres, enquanto Lynn cuidava de um dos lados da guarda do homem que parecia estar com problemas, seu machado brandiu com movimentos pesados e possivelmente perigosos, porém seus movimentos não foram o suficiente para aquilo, o golpe viera duro e certeiro e uma cortina de sangue jorrou se misturando as poças formadas pela chuva. Joelhos ao chão e uma face dolorida. O que de fato havia acontecido? Quem havia ferido o sargento daquela forma?

Do interior do QG um alarme soou, marinheiros apressados haviam aparecido de maneira súbita no local, armados até os dentes pareciam preparados para agir. —Peguem-os. Criminosos feriram nosso sargento. - Avançaram de maneira ameaçadora, em direção a Lynn e Kariel e alguns atiradores mantinham mira, parecia uma situação da qual não havia escapatória todavia passaram reto pelos garotos que até então almejavam servir a marinha. —Peguem esses tritões? Não os deixem voltar à cidade. - Os tritões voltaram a tona, de alguma forma escaparão e na fuga feriram o sargento, agora estavam muito provável a caminho do centro de Shells. A confusão estava apenas em seu prólogo... 

Thankz Mirai


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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptyQui 04 Jan 2018, 21:35



Be a pretty bitch!



Suas tentativas de distração a curta distancia talvez não tivessem funcionado, mas servirão para que o grande Thor os atacasse de forma mais brutal, girando com força seu grande machado, aqueles que fosse atingidos por aquele ataque com certeza poderiam ser gravemente feridos, afinal era um MACHADO. De acordo com a força e a altura do ataque, poderia se leta e muito sangrento.

Parecia insano que em um teste para adentrar nas forças marítimas, existisse uma a enorme e provável chance de morrer, só de pensar em quão patético seria morrer dentro de um teste, já deixava a gata enfurecida. Porém sua atenção deveria ser focado completamente no combate, para que sua cabeça não seja decepada.

O movimento de esquiva de Kariel seria baseado na direção,  altura e força do ataque, não que isso seriam coisas tão fáceis de serem percebidas, mas seu objetivo era coeso. Se o ataque viesse da direção oposta, teria mais tempo para reagir e com isso tentaria dar uns passos para trás, saindo de sua posição inicial, mas visando ficar fora do alcance do ataque.

Já se o golpe viesse de mais perto, não teria tanto tempo para poder reagir nem se quer pensar muito. Teria de ser mais pratica e eficaz, dependendo da altura do golpe, poderia se abaixar e então deslizar de forma convencional  para um pouco mais longe e assim poderia se reposicionar. Caso o ataque fosse mais baixo, tentaria saltar com força para trás, para que conseguisse recuar, ao ponto da lamina do machado não a conseguir alcançar.


Entretanto se suas tentativas de esquiva fossem lentas ou ineficazes, tentaria de forma imediata utilizar a lamina de sua espada para tentar evitar que a lamina do machado encostasse em seu corpo. Em contra partida seria lançada para trás devido a força e velocidades prováveis que o ataque carregaria, provavelmente sendo ou jogada na parede ou em algum objeto no local, podendo ser barril, carroça, até mesmo onde as armas estavam localizadas e isso poderia machucar mais do que deveria. Calcularia seus ferimentos e se ainda estaria apta ao combate. Se sim se levantaria o mais rápido que conseguisse e focaria em voltar a sua posição. Já se estivesse ferida demais, tentaria se posicionar de forma mais confortável para que pudesse analisar suas feridas. Evitaria gritar ou chorar, já que isso demonstraria extrema fraqueza.  Mas a expressão e gemidos de dor ficariam evidentes.

“Mas que droga de ataque foi esse? Poderia ter matado alguém! Será que o garoto está bem?”

Mesmo criando uma certa antipatia pelo rapaz, não o queria ver morto assim de graça, afinal tinha que devolver cada insulto em seu devido tempo. Sua expressão permanecia seria e um pouco tensa, conforme a luta foi prosseguindo seus movimentos ficavam cada vez mais letal, enquanto o dos trio de bobalhões não fazia diferença alguma, apenas estavam ali para reagir ao poder de Thor.

Depois da situação gerada pelo sargento, um novo fator toma o clima. Um som estridente e alto, um disparo. Vinha do alto e de trás, era possível se ter uma noção do atirador quando se parava para analisar, mas foi inesperado, Kariel havia se esquecido do motivo da distração. A garota atiradora. Finalmente conseguiu, o que fez o grandão tirar uma mão de seu machado e o colocar na ferida, que na realidade foi bem superficial, mas servia como uma ótima abertura.

Só que Thor pensava de outra forma, aquele mini plano havia dado algum resultado, o grandão poderia querer nos mostrar que não havia sido nada demais e com isso outro conjunto de golpes, severos e que poderiam ser letais. Kariel atenta, usaria da brecha dada  pelo tiro e as possíveis aberturas de seu ataque para tentar causar algum dano ao sargento.

Usaria de movimentos rápidos e um pouco "afastativos", para que pudesse pegar alguma distancia do senhorzão, passos rápidos para os lados e para trás, de acordo com os tipo de ataque que ele poderia dar naquele meio tempo. Mas algo muda completamente o cenário da luta,  um ataque furtivo veio com tudo em Thor, sendo capaz de o ferir de forma aparentemente grave, pela quantidade de sangue e pela forma como ele caiu e reagiu, sua expressão estava abalada. Diferentemente do que havia sido visto antes.

Sem pensar duas vezes foi em direção ao homem, tentaria prestar alguma ajuda, algo que pudesse fazer, para não deixar que ele pudesse cair do não, ao mesmo tempo desse pensamento um forte alarme toca do interior do QG, passos e gritos o acompanham.

“Criminoso? Não fomos nos! O que? O que está acontecendo, será que foi aquela garota das armas? Se for o caso, com certeza ela é perigosa!”

Estava completamente assustada e sem jeito, se aproximou do sargento de forma rápida, mas ainda com medo de ser visada pelo homens que então surgiram do interior do local. Mas na mesma velocidade que surgiram, passam por ela e pelo garoto. Que antigamente estava sendo detido por agressão, isso também passo pela cabeça dela, mas logo foi ignorado. Tendo em vista que ele estava junto a ela naquela situação estranha e confusa. O sangue jorrado pela ferida, poderia decair sobre suas vestimentas ou até mesmo nela mesma, mas isso não poderia a deixar mais nervosa, talvez mais tensa e inojada pela quantidade. Mas a situação já estava critica e confusa o suficiente naquele momento para se preocupar com o sangue em suas roupas.

-S..Senhor! Está tudo bem? Tritões o que? De onde vieram tritões? Por que o atacariam de forma tão repentina? O senhor precisa de ajuda para levantar? Está muito ferido? - A jovem falava agitada e assustada não sabia o que estava acontecendo, afinal não foi avisada sobre o motivo dos ataques e nem quem os causou. O que gerou ainda mais duvida em sua cabeça. Se caso um oficial parasse para tentar ajudar o sargento, usaria esse momento para tentar se esclarecer, pensando que o sargente poderia não saber o que estava acontecendo.

-..Hey.. O senhor disse tritão? O que é isso? E por que estão atacando a cidade? Esse era o motivo do caos lá fora? - Sua voz tremia um pouco e parecia mais tensa do que de costume, estava nervosa, mas tentava manter o controle para não sair da sanidade.

Se o sargento conseguisse levantar, poderia ficar mais aliviada em relação aquele caos. Se obtivesse respostas esclarecedoras, poderia voltar a sua postura tradicional de calma e odio gratuito, mas ainda com um toque de ansiedade.

-Em que posso ser útil? No que eu posso ajudar?Posso fazer qualquer coisa! Só mandar! - Mesmo mais calma, ainda estava perdida, não tinha noção do que deveria fazer em situações de crise. Precisava urgente de orientações, estava aberta as possibilidades do que um futuro marinheiro poderia fazer!

Entretanto se o sargento não fosse capaz de se levantar, o que poderia dizer que de fato seu ferimento foi muito pesado, tentaria o ajudar, segurando ou o ajudando a levantar, um homem nesse caro e com essa força poderia não se render tão facilmente mesmo em situações criticas.  Ficaria alerta aos marinheiros passando ao seu redor, para pudesse captar alguma coisa util naquele momento.

Finalmente lembrou da existencia daquele rapaz e da menina, novamente, novamente se atentaria a suas ações, afinal ele poderia ser suspeito junto com a garota.  Que ainda não foi vista. Mas, ainda eram companheiros da marinha, então tinha de agir como tal. Se o rapaz estivesse ainda nas redondezas chamaria sua atenção.

-Hey, garoto, você está bem? Foi ferido também? -Mesmo mantendo-se apática, tentaria ser ao menos útil naquela situação, até mesmo com ele, mas se fosse respondida com alguma piada ou atitude grosseira, simplesmente abtrairia sua existência, como têm feito durante todo esse processo e voltaria a dar atenção ao sargento e ao que quer que ele tenha ornado ou orientado. Seguiria suas ordem sem hesitar e na medida do possível é claro, não seria tola em se propor a fazer algo que não tivesse capacidade. Aquele homem se mostrou digno de ter a liderança, mesmo sendo um tiozão arrogante de vez em quando.



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Última edição por SraVanuza em Sab 06 Jan 2018, 15:05, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptyQui 04 Jan 2018, 21:53


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Algo inesperado acontece! A salvação  que é encontrada na razão.



Mesmo que tivesse ali que enfrentar seus próprios demônios para que pudesse realizar as coisas da forma como em sua mente apareciam como o caminho correto para o sucesso o rapaz ruivo não pareceu apresentar resistência ou falta de colaboração, fosse sinal de respeito ou sinal de que ele pensou de forma similar, não fazia diferença desde que ambos ali pudesse trabalhar juntos, Alipheese não tinha uma conexão emocional ou qualquer apego que a fizesse em algum momento se importar demasiadamente com a opinião particular do rapaz. Seu modo de pensar nas mais diversas possibilidades sobre como as pessoas podem reagir ao que ela pode vir a falar em grande parte vem da sua auto-preservação de querer evitar palavras ou atos mais violentos direcionados a ela ou mesmo problemas futuros no caso de estranhos e pessoas as quais ela não tem uma ligação muito forte e com aqueles que para ela é importante que a sua imagem seja passada da forma correta, se dispensa explicações do motivo de sua própria mente fazer com que sua timidez se torne um obstáculo. Os demais passos que ela havia traçado em sua cabeça não apresentaram grandes desafios, vasculhando as carruagens que ali haviam infelizmente não achou algo mais útil do que os fenos que felizmente estavam secos o suficiente para o propósito que eles poderiam servir em um futuro próximo. Apressando seus passos ela havia chegado em um local que cumpriria todos os pré requisitos aos quais ela previamente havia estabelecido ao procurar o local, podia admitir que o tempo até que ela encontrasse esse lugar era relativamente curto e isso era algo que minimamente poderia servir como um modo de se animar para o que viria a fazer a seguir. Havia levado consigo a arma e  o punhado de feno que havia trazido para uma das janelas que melhor poderiam cumprir as necessidades da garota sobre sua própria  posição para atirar e sobre a visão que ela teria do que acontecia ali abaixo, observando como a batalha estava correndo a uma distância confortável para que ela supostamente não  pudesse ser vista até que fosse realizar eventualmente seu primeiro tiro, ainda que estivesse concentrada na oportunidade que ali poderia se abrir, não pôde deixar de se admirar em relação a grande capacidade de combate dos três envolvidos naquele combate que demonstravam uma força e uma destreza para o combate e a reação de batalhas corpo a corpo que muito lhe faltavam e era capaz de reconhecer o valor como uma forma de admiração.

Não saberia a quanto tempo mais eles poderiam manter  o combate sem que fossem derrubados antes que ela pudesse fazer alguma coisa, um único golpe bem sucedido de Thor, havia desestabilizado claramente o ruivo que poderia parecer  ter dificuldade ou sentir dor ao fazer seus movimentos e tendo em mente a possibilidade de falhar no teste antes mesmo de fazer algo, sua concentração em sua mira pareceu ter tomado forma física e em uma fração de segundos a oportunidade para que ela realizasse o seu primeiro disparo surgiu. Contraiu seu dedo de modo a pressionar o gatilho fazendo com que o recuo da arma a fizesse causar um certo impacto no braço da garota que o segurava, fazendo a sentir uma sensação de dor leve por breves  momentos. A garota por nunca ter empunhado um rifle nesse momento tinha em mente em como ela teve sorte de poder ter um ambiente “ seguro” para que realizasse o seu primeiro disparo, pois ainda que ela pudesse alcançar uma precisão tão próxima de ser igual a armas de menor porte ou até mesmo levemente superior, ela ainda não tinha a experiência necessária para fazer um uso constante e confortável sem que ela pudesse ajustar a arma ou até mesmo ajustar a si mesma e sua postura para que fosse possível seu manuseio em outras situações. Seu pensamento havia acontecido na fração de segundos necessários para que ela pudesse ajustar novamente a postura ao qual segurava a arma para realizar o segundo disparo e finalmente se dar conta de que seu primeiro tiro havia chegado realmente a beira da perfeição. Não era capaz de feri-lo com o primeiro disparo, mas havia ali causado um incômodo que era o suficiente para que ele tivesse de mudar a postura ao sentir o disparo que ela havia efetuado a tão grande distância. O barulho  do tiro era alto o suficiente para entregar a sua posição e se não fosse, a trajetória havia o feito, não importava nesse momento, precisava realizar o segundo disparo.

E no momento que pressionou novamente o gatilho, havia sentido a arma engasgar, fosse o compartimento de pólvora contendo alguma bala que estava mais úmida que as outras ou um simples emperrar, pela forma errônea de  Alipheese ao manusear a arma ela precisava dedicar ali a sua total atenção. Não poderia aproveitar do seu momento de glória caso seu acerto fosse decisivo, pela dúvida da necessidade do seu segundo disparo ser necessário e com isso, mesmo que nesse momento tivesse quebrado levemente sua própria seriedade, isso não diminuiria a velocidade ou a precisão que suas pequenas mãos eram capazes de atuar ao manusear aquela arma para procurar possíveis pontos aos quais seria necessário que ela tivesse de reparar. Antes de tudo, ativou a trava de segurança de sua arma, como procedimento padrão , antes que pudesse tirar o cartucho para checar se era ali que residia o problema e caso fosse se o seu conhecimento do ofício lhe possibilitasse com as coisas que ela poderia encontrar naquele ambiente resolver o problema ela o faria. Se o problema não estivesse no cartucho, o colocaria novamente dentro do compartimento de munição e checaria se havia ficado parte de alguma cápsula presa e as demais possibilidades que eram possíveis a ela checar sem o equipamento específico, sua visão aguçada poderia ajudá-la tanto na identificação do problema como também ao encontrar ferramentas, mesmo as improvisadas para que ela pudesse tornar novamente útil a sua arma. Havia a possibilidade de ela não encontrar os meios para que fosse possível fazer aquilo que ela desejava e nesse caso, voltaria o seu olhar para fora da janela, para tentar visualizar a situação e a partir disso pensar em como agir.


Se tivesse sucesso ou não em sua ação, não faria diferença para o que viria a seguir, o disparo de um alarme soava trazendo uma mensagem que parecia apitar na cabeça de Alipheese de perigo. Provavelmente poderia ver  a movimentação dos marinheiros já passando por Thor que havia sido atingido de forma certeira por algum golpe, provavelmente um disparo que não havia sido ela a causadora, próximos  de onde estavam o gato gigante e o ruivo. Sua expressão por um momento pareceu de surpresa, talvez beirando ao terror devido a situação em que o sargento estava e a quantidade de sangue que talvez ela pudesse observar, mas antes que pudesse se entregar a qualquer sentimento que pudesse a desestabilizar naquele momento, ficou claro a ela que não era o momento de continuarem com aquele que poderia ser o seu teste de admissão, fechou seus olhos e respirou fundo, jogando seus ombros levemente para trás antes que pudesse lentamente abrir seus olhos, com um semblante mais tranquilo, assim como também sua mente focou-se na razão ao invés do desespero, característica que seu próprio temperamento calmo a fazia capaz. Sentiu-se compelida a ajudar naquela situação, seu próprio senso de certo e errado apitava em um volume ainda mais alto do que o alarme poderia naquele momento e com isso, reuniu as coisas que havia trazido até o prédio onde se encontrava e com cautela, procuraria as escadas por onde havia subido, não era paranóia o fruto de suas ações seguintes, mas um excessivo cuidado por parte dela existia  quando ela fazia a simples ação de sair por onde havia entrado, estava preparada para  atirar em qualquer um  que não estivesse trajando nada relacionado a marinha que lhe atacasse ou parecesse querer fazer algum mal, caso sua arma estivesse em pleno funcionamento após o seu  possível rápido reparo. Do contrário, ficaria atenta para uma possível tentativa de dar uma coronhada com a sua arma na mesma situação.

Não sabia o que havia acontecido, quem eram os atacantes ou se isso se relacionava ao que havia acontecido mais cedo, estava distante dos demais que poderiam vir ao seu socorro rápido e por isso a própria cautela não era excessiva do seu próprio ponto de vista. Caso conseguisse sair do prédio sem quaisquer confusão, colocaria a arma de modo que a chuva não pudesse fazer com que pelo cano da arma pudesse molhar o interior da arma, a arma tivesse usável ou não o raciocínio só poderia variar entre essas duas possibilidades entre perder o trabalho que havia feito e não piorar o estado da arma, que ela planejava oferecer-se para cuidar de sua total manuntenção no futuro, assim como quaisquer arma que pudessem pedir a ela para realizar a manutenção ou as possíveis melhorias, amava o seu ofício e não fazia corpo mole  ao ser apresentada a possibilidades de melhorar, trabalhar  ou aprender mais sobre ele. Seus passos eram rápidos, se considerando a sua estatura, mas a distância, o seu cuidado e as próprias preparações para caso tivesse chegado até aquele local, poderiam ter feito com que ela encontrasse poucas pessoas ou até mesmo ninguém ali no local.

Caso Thor estivesse ainda no local, estivesse acompanhado este por mais soldados, pelo gato gigante ou pelo ruivo, limitaria a sua atenção para a pergunta que ela teria a fazer naquele momento, ainda que a sua primeira parte fosse retórica as seguintes não eram e para ela, era importante ao ponto de que suas palavras pareceram sair de forma natural, sem que ela tivesse pensado muito antes de falar, mesmo que não fosse essa uma realidade.

-O senhor está bem? Há algo que eu possa fazer para ajudá-lo? O que eu devo fazer nessa situação?

Suas palavras ainda que fossem jogadas de uma forma seguida, tinham um tom de doçura e uma calma para uma situação como aquela, que poderia tornar difícil para que ainda assim se mantivesse a impressão de fragilidade, pelo menos no que se referia a sua própria mentalidade e a capacidade de discernir o momento onde ela poderia se entregar mais ao seu intenso sentir ou o que deveria agir como o esperado de uma aspirante a oficial, uma característica fácil de se notar em situações de crise como essas. Em momento algum, havia feito aquilo que seria incapaz ou que atrapalharia a ela ou aos demais companheiros de teste assim como também fosse possível pressupor que não o faria no futuro, mesmo que para tomar a atitude mais sensata, guiada pela calma de se pensar antes de agir ela tivesse de sacrificar a própria glória, Alipheese  definitivamente não era imprudente, algo que talvez ele pudesse ver como um contraste em outros soldados.

Caso ela encontrasse só algum soldado de classe menor, sua pergunta seria similar, assim como a própria forma de falar, apenas mudando pequenos detalhes ao referir-se ao Thor em terceira pessoa.

E a terceira possibilidade era a de não encontrar mais ninguém devido a necessidade de impedir o movimento daqueles que fizeram com que o alarme fosse soado e nesse caso, ela procuraria ir rapidamente para dentro do quartel, para que ela pudesse receber ali as instruções de como deveria prosseguir, Alipheese não era insubordinada e  dificilmente não acataria a ordem de um superior ou a questionaria, quaisquer um dos tres possíveis caminhos que pudessem estar a sua frente, o seu caminho seria o mesmo, com pequenas variações dentro de seu próprio caminho.







Histórico.:
 
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 01:57

The emperor of Sea



Com o inicio do combate também se teria o inicio dos problemas e nada mais, nada menos que começarem por cair sobre o seu leve corpo, com apenas um soco, Hamaku Thor o havia lançado em direção da pequena garota, quase se chocando contra a mesma, porém apenas a parede e a dor pareciam lhe abraçar naquele momento complicado, a ardência aguda sobre o seu peito era excruciante o suficiente para lhe causar mal estar ao respirar, apesar de melhorar após alguns segundos, a dor poderia ser trazida novamente por movimentos mais bruscos, ainda que fossem suportáveis, eles viriam se tornar um incomodo para o garoto.

Abordado por Alipheese, o garoto poderia ouvir suas palavras que pareciam comentar sobre seu estilo de combate e a necessidade de pelo menos um pingo de trabalho em equipe para que pudessem passar por esse árduo teste, tudo que a garota pedia era uma oportunidade para que talvez viesse a fazer valer todo o esforço colocado naquela situação. Sem uma outra escolha, Lynn apenas poderia contar com a escolha de confiar pelo menos um pouco em suas palavras.

Já de pé o garoto se aproximou de Hamaku Thor na tentativa de provocá-lo, o motivo disso? Simples, chamar a atenção. Junto de suas encenações e um simples trabalho em conjunto com a Garota Mink talvez fosse possível trazer um pouco de problema para o Sargento a sua frente e com sorte a oportunidade de ouro brilharia para a garota de cabelos brancos finalizar o serviço, era uma aposta de confiança que Lynn não sabia se deveria realmente ter feito, mas agora já era muito tarde para voltar atrás. O Sargento como se houvesse percebido as reais intenções do garoto, ele poderia perceber a sua mudança ao empunhar o seu machado com suas duas mãos, seus movimentos eram estranhos ao começar girar sobre o seu próprio eixo, como se estivesse usando sua lâmina para cuidar de todos os seus pontos ao seu redor, tornando totalmente difícil para que se aproximasse sem ser ferido, tendo a única opção de se afastar pelo momento.

Com uma expressão confusa e sem entender direito o que estava acontecendo, Lynn apontava sua lança em direção de Hamaku Thor enquanto se perguntava o que o Sargento estava fazendo, seu tom confuso logo sumia ao final de sua frase como se tivesse entendido o motivo disso, mas logo foi surpreendido rapidamente pelo barulho de um tiro, um leve susto poderia ser visto sobre o seu rosto que logo reclamava de maneira histérica disso ao perceber a direção do tiro, porém o mesmo podia ser visto sobre a muralha de dois metros se mexer para verificar o seu novo ferimento, mesmo que fosse totalmente superficial, foi o suficiente para parar o seu momentum e finalmente recomeçarem o seu ataque.

- Mas que porra se ta fazendo ? Isso é permitido ? Não... Pera, isso faz um pouco de sent- -
- QUE !?! Ta louca garota da porra ? Quase me mata do coração, puta que pariu. -
"" Waaahh ! Meu kokoro, quase que ele pula pra fora. ლ(´ڡ`ლ)""

Apesar de sua inexperiencia com sua arma e o seu temperamento estranho, o garoto não havia perdido a oportunidade de ir para cima de Hamaku Thor, mesmo que seu corpo mostrasse estar dolorido o garoto continuaria em frente sem pensar duas vezes, precisava passar por esse teste, por isso enquanto ele cuidava de um lado, poderia ver que a Gata Mink poderia ser de alguma utilidade, mas o garoto se mantinha cada vez mais vidrado sobre o Sargento que parecia estar com alguns problemas ao enfrentar a tática exercida por Lynn e as duas garotas, apesar de não haver outro tiro por Alipheese, provavelmente o peso de saber que poderia pressiona-lo de um futuro tiro fazia Hamaku Thor brandir seu machado com movimentos mais pesados e claramente perigosos para os olhos do garoto, mas tudo se viu ir para os ares junto de uma cortina de sangue que jorrou sobre o ar se misturando as poças formadas pela chuva.

Assustado pela mudança súbita, seus olhos se alargaram ao obter tal visão, já que nesse momento Hamaku Thor, o Sargento de Shells Towns se encontrava de joelhos sobre o chão junto de uma face dolorida, sua mente havia entrado em um pequeno pane momentâneo nessa situação enquanto vários pensamentos se passavam sobre a sua cabeça, olharia para a Garota Mink e principalmente na direção onde ouviu o tiro disparado pela Pequena Garota, infelizmente apenas a confusão e problemas pareciam vir a sua mente nesse momento, principalmente ao ouvir o Alarme do QG soar sobre os seus ouvidos junto de Marinheiros armados avançarem sobre a sua direção, as palavras soltas por eles ainda eram algo fresco em sua memória ao ter sido confundido com um a momentos atrás.

"" M-Mas que porra ?! Quem fez isso ? Eu queria fazer isso ! ლ(ಠ益ಠლ)""
- De novo não, mas que porra ! É hoje que vou ter que fazer chover por uma semana ! Ta foda isso viu. Uma hora eu me canso... -

Jogando sua lança para o lado, Lynn andaria em direção dos Marinheiros enquanto tentava se explicar, mesmo que seu orgulho estivesse sendo machucado, o garoto não queria ir para a prisão nesse momento, estava quase a um pé de seguir o seu sonho.

- Olhe, eu juro pelo meu titulo de Imperador dos Mares que dessa vez não fui eu, Okey ? Apenas passou um pouco pela minha cabeça fazer isso, tipo, só de raspão por um momento, momento bem pequenino, mas eu prometo que nã- -

Antes que terminasse de falar, percebia que os Marinheiros seguiam em frente, como se o garoto não existisse, apenas poderia ver cada Marinheiro passar sobre o seu lado enquanto se mantivera parado como uma estátua, sua mente havia entrado em um conflito interno gigantesco ao colocar o seu próprio orgulho a merce da sorte e simplesmente ser ignorado. Como uma máquina prestes a desligar, Lynn era reativado novamente ao ouvir um dos Marinheiros gritar, seus ouvidos pareciam não acreditar no que estava ouvindo, havia tido problemas duas vezes em um mesmo dia pelo mesmo motivo, Tritões.

- Aaah é hoje, é hoje que eu faço peixe grelhado nessa porra, se isso não acontecer eu não me chamo o Imperador dos Mares ! Cade esses merdas, Huh ? CADE, CADE ! -
"" Hey, fala isso não ! Se não o Narrador vai te trollar porra ! ""

Seu tom de voz soaria de maneira incrédula e irritada, como se não aceitasse de maneira alguma o que foi imposto a sua frente, seu dia, tudo parecia dar errado e o motivo disso ? Tritões ! Sua raiva perante aquela raça parecia subir conforme os minutos passavam e isso que já estavam a um nivel exorbitante, porém não poderia simplesmente abandonar as coisas e ir atrás dos Marinheiros, já que nem realmente armado estava... Apenas tinha uma lança usada no teste que se encontrava ao chão no momento.

Tentando se acalmar nesse momento, continuaria a se manter parado enquanto mantinha uma respiração regulada, se a Garota Mink ou a de Cabelos Brancos viessem tentar falar com o garoto, o mesmo repetiria as mesmas palavras de maneira calma e sombria na tentativa de acalmar o seu estado emocional do momento, transparecendo seu problema bipolar ao falar do seu estado de maneira normal, como se não estivesse acontecendo nada, porem ao trazer o assunto dos tritões o seu tom de voz mudaria novamente para um mais calmo e sombrio.

- Duas vezes... Hoje foram duas vezes que esses tritões tentam fuder comigo... Duas... Ah, como estou ? Não precisa se preocupar, não é como se algo assim fosse o suficiente para me machucar... Mas aqueles tritões... Ahhh mas eu vou matar cada um deles... Pegar e corta-los em pedacinhos ! Ah você vai ver, Oh se vai !-

Suspirando fortemente, Lynn se manteria atento as espera das ordens dos Marinheiros, não sabia o que devia fazer a seguir, mas a vontade de simplesmente ir atrás dos Tritões nesse momento sem pensar duas vezes lhe parecia extremamente tentadora, mas talvez por perceber o estado do Sargento e a sua maneira de lutar, havia conquistado um pouco de respeito do garoto que pelo menos aparentava ter um pouco de preocupação com seu estado atual.

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 06:19


Rumo ao Mar


O clima tipico de Sheels, quente fora substituído repentinamente pela fina chuva que molhava os corpos expostos aos céus, chuva esta que provavelmente trouxe junto de si maus preságios a ilha e momentos de má sorte - muito provavelmente culpa de Lynn, que havia suplicado por esta mais cedo - o sargento havia se ferido, estava claramente incapacitado de continuar aquele teste, e o culpado? Ninguém tinha certeza, pelos olhos de Kariel, nos primeiros momentos tanto Alipheese que mantinha-se distante com sua arma, quanto Lynn que fora arrastado em direção a celas mais cedo poderiam ser os culpados. Pela atiradora, sabia que algo estava fora do controle, mas lá de cima tinha a certeza que não havia sido nenhum dos dois e para Lynn, as coisas pareciam ter acontecido rápido demais para que sua mente pudesse acompanhar e diluir tanta informação. A situação se tornou ainda mais confusa quando as frases soltas ditas pelos soldados foram ouvidas pelos aspirantes que se viram por um momento como os criminosos, o garoto de cabelos escarlate amedrontado por passar pela mesma situação uma segunda vez se colocou de joelhos numa súplica de provar sua inocência ali - e até uma possível confissão do ocorrido com a criança -, uma cena de auto humilhação que fora ignorada uma vez que todos que se mobilizaram ali passaram reto, muitos atravessavam o pátio em direção a saída enquanto outros vinham prestar primeiros socorros ao sargento ferido.

Alipheese deixara seu posto, depois de fazer uma rápida manutenção na arma conseguiu detectar que a mesma estava danificada em seu interior, praticamente inutilizável e inconsertável sem equipamentos adequados, mas nada disso importava. A trindade estava reunida em volta do grande corpo de Thor que se esparramava ao chão como um enorme tapete, ele ainda mantinha um sorriso no rosto ao fitar aquelas três crianças que indagavam sobre seu estado. —Eu estou bem, não é uma bala perdida que vai me aposentar. - Disse, buscando acalmar aqueles corações justos e aflitos. —Ajudar? É muita bondade a de vocês, mas ainda são civis. Não estão preparados para enfrentar de frente uma situação como essa, se prezam pela vida e futuro. Se escondam e esperem com que a situação se resolva. — Foram as palavras dita pelo sargento, era óbvio que ele não pediria para que três inexperientes jovens se jogassem de cabeça numa batalha real, seria irresponsabilidade por sua parte, tanto que nem mesmo se prolongou nos dizeres, com o auxilio de ao menos mais quatro pessoas se dirigiu ao interior do edifício, muito provavelmente pala a ala médica. O que restava ali era somente a figura dos três, num cenário um pouco destruído e banhado num líquido rubro, as garotas pareciam ainda decidir o que fazer, todavia o imprudente Lynn reiterava seu ódio acumulado pelos tritões, que de acordo com ele eram os reais culpados por todas as coisas ruins que vinham a lhe acontecer.

Da cidade era possível novamente ouvir os gritos de desespero, aqueles seres eram piratas, estavam causando a maior das confusões em busca de nome e por que simplesmente não seguiam as leis, e mesmo de forma indireta eles feriam tudo no que cada membro daquele trio acreditava, graças a eles Alipheese presenciou o desespero de uma criança ao se separar do pai, graças a eles Lynn fora acusado 'falsamente', graças a eles Kariel estava tendo seu sonho adiado. Tudo graças aos tritões. Escolhas deviam ser feitas naquele instante, buscar segurança e esperar pelo melhor, ou então lutar pelo bem estar de terceiros mesmo que isto lhes custe a vida? 

Thankz Mirai


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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 14:50


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A luta pelos próprios valores.



Demorou um tempo até que ela pudesse se reunir aos outros dois que também lutavam ao seu lado por um objetivo em comum que havia sido sua própria aprovação  em um dos desafios aos quais poderiam lhes impor para que pudessem ser oficialmente parte do exercito da paz.Não pôde evitar de pensar durante o tempo que caminhou no desafio que seria ter dito as palavras que dissera, mas assim o fez e aos poucos, mesmo que a calma ainda habitasse o seu coração em meio a situação caótica onde se encontravam, ainda havia uma barreira que sua própria mente parecia erguer em contraponto a sua própria racionalidade, talvez como um modo de equilibrar suas próprias forças e fraquezas.

O ferimento de Thor, se olhando mais de perto parecia ainda pior para a garota, que  não tinha ali a capacidade de ser discreta ao olhar. Sua falta de conhecimentos médico talvez pudesse fazer com que sua própria percepção a guiasse a pensar que aquilo era algo mais grave do que realmente era, mas decidiu confiar nas palavras deste, quando deu a entender que ficaria bem. Tinha bem ciência de que não tinha experiência em um combate real e que provavelmente não seria mandada para interceptar alguém que havia ferido tantos oficiais que provavelmente já haviam tido um treinamento muito mais intenso do que o que ela teve acesso até então. Não questionaria naquele momento as palavras do Sargento e se não fosse sua baixa estatura e o conhecimento sobre sua própria força física, ela teria se oferecido a ajudar os soldados que haviam o carregado para dentro, provavelmente para  que pudesse levá-lo a uma ala médica ou algo do tipo. As opções dentro de sua própria cabeça dos caminhos que poderia seguir eram claros, assim como também parecia claro a ela qual seria a rota mais segura.

“ Há pessoas que precisam de ajuda… Eu não posso simplesmente aceitar que eu vá colocar minha segurança acima da segurança pública em todas as decisões que eu tiver de tomar… Como poderiam ter as pessoas esperanças em mim ou no trabalho da marinha se a auto-preservação sempre vier acima das necessidades? Eu… Não planejo ir em uma missão suicida, claro! Mas, mesmo que eu não possa ajudar no combate, nem mesmo como um suporte a distância para oficiais mais experientes… Tenho certeza de que se eu oferecer para ajudar em algo que envolvesse menos riscos é  possível que me deixem fazer algo, sem que eu tenha de desacatar algum comando… Há a possibilidade de que os oficiais possam considerar útil a ajuda de uma aspirante, uma mão a mais em um tempo de crise normalmente não é algo que se recusa mas… E se… E se me recusarem? Digo… Com quem eu deveria falar sobre isso? É provável que me barrem caso eu tente falar diretamente com o Sargento… E eu teria de responder perguntas demais! Aaaa, o que eu faço? Talvez… O rapaz da recepção… Eu não lembro dele ter se apresentado mas… Ele ajudou aquela menina, ele viu minhas intenções e talvez ele suportasse a ideia de que eu possa acompanhar algum esquadrão, mesmo que fosse apenas para ajudar a dispersar a população ou cuidar dos feridos...Mas será que o fariam dessa forma? Talvez para que isso seja possível alguém  tenha de me emprestar algum traje da marinha mais velho, para que eu possa agir sobre a tutela dos mais experientes sem que tenha questionamentos por parte da população… Mesmo que eu seja uma novata, talvez não vejam mal no possível voto de confiança… Talvez até concordem em não me deixar agir próxima da situação sem que eu possa me defender e me entreguem algo que eu possa ajudá-los…”


A torrente de pensamentos que invadia sua mente enquanto caminhou em direção a cobertura conseguia ser ainda mais intensa do que a própria chuva, carregou ali consigo a arma até que pudesse entregá-la a alguém responsável e talvez meio que sem pensar, talvez ela ali pudesse soltar a informação para aquele que a recebesse sobre o problema que a arma apresentava e claro, se lhe fossem pedidos mais detalhes sobre a solução ela os daria ou até mesmo se ofereceria para realizar o serviço. Estava molhada, levemente estressada pela situação que lhe cercava e não podia negar que havia sim um certo sentimento de impotência.

Era possível que o ruivo ou o gato gigante lhe  abordassem diretamente ou lhe dirigisse a palavra em algum momento, no caso de uma interação mais positiva Alipheese tentaria olhar, em sua direção, sem que ficasse muito transparente seu próprio nervosismo quando o fazia, mas essa era uma tentativa claramente inútil.

-O-Obrigada… Vocês dois foram incríveis ao resistir pelo tempo necessário que eu pudesse dar algum suporte… Se a minha arma não tivesse com um problema mecânico, talvez eu tivesse conseguido ajudar um pouco mais…. Supondo que os acontecimentos atuais fossem diferentes… Eu… Eu sou Alipheese.


Diria a garota em um tom de voz que poderia passar uma sensação positiva em relação as suas próprias palavras, ainda que ela tivesse de dar algumas pausas para respirar, ou seus olhos tivessem dificuldades para que se mantivessem os encarando enquanto falava, era de certa forma adorável. No caso de Lynn fazer algum comentário mal educado em meio a interação, Alipheese provavelmente pensaria alto em algumas palavras e acabaria por cobrir a boca de forma rápida após deixar escapar.


- Você deveria tentar ser mais gentil com as pessoas...Você não tem nada a perder pensando um pouquinho antes de falar…

Finalizando com um pedido de desculpas com as próprias mãos, caso tivesse feito tal comentário.Fosse pelo motivo de não querer encarar por muito tempo as consequências do que havia complementado a sua primeira frase ou pelo simples motivo de querer dar prosseguimento com  o que havia pensado anteriormente, ela procuraria pelo balcão se assim lhe fosse permitido, até que a confusão pudesse ser controlada, deveria aceitar que os procedimentos para que ela pudesse ingressar talvez não pudessem ser aplicados naquele momento de forma padrão, mas não desistiria de seu sonho após chegar aquilo que ela considerava tão longe, ainda que tivesse avançado tão pouco sobre os olhos de uma pessoa normal.  Esperava poder encontrar o mesmo rapaz atrás do balcão e se tivesse a sorte, respiraria fundo, olhando para os próprios pés e fechando os olhos por um momento, ajeitou as próprias mangas fazendo com que talvez pudesse pingar um pouco devido ao seu contato com a chuva.



Abriria apenas um de seus olhos, levando o dedo indicador para cima de uma de suas mãos, dobrando todos os outros dedos com exceção de seu polegar enquanto apoiava o próprio cotovelo com a outra mão de modo a dar firmeza a sua própria postura, enquanto explicava e talvez deixando-se levar pelas próprias palavras ou talvez por algum possível sinal positivo de boa reação, acabaria por deixar escapar um largo e belo sorriso, enquanto suas mãos se juntaram delicadamente a  sua frente, dando um tom de extrema fofura às palavras que ela teria a dizer.
Ilustração.:
 

-Eu… Sei que nesse momento tanto o quartel como a cidade e sua população no momento tem uma prioridade muito maior do que o teste de novos recrutas e que com o sargento ferido as coisas possam estar mais difíceis de se controlar do que deveriam… No entanto eu gostaria de fazer um pedido que talvez soe egoísta… Por favor, me deixe ajudar de alguma forma! Eu sei que seria imprudente me mandar para o campo de batalha para combater diretamente a uma ameaça como essas, mas há a possibilidade de haver soldados e civis feridos, ou a necessidade de evacuar a população e… E… Eu tenho certeza de que mesmo em um serviço menor como esse, não seria descartável mais pessoas que possam colaborar… Seja sobre a ordem de um pequeno esquadrão, ou algo do tipo, eu não causarei problemas.


Suas palavras dentro do que era possível devido a sua própria limitação acabavam por sair, talvez em um tom que acabasse por expressar a dificuldade de ter de falar olhando alguém por tanto tempo ou de organizar seus inúmeros pensamentos em poucas palavras, ainda que não houvesse uma profunda firmeza em suas palavras e também ali fosse característica a dificuldade ao quale la teve de superar para que pudesse oferecer ao mundo o que estava guardado, não havia dúvidas em seu olhar ou em suas palavras que a garota estava sendo inteiramente honesta, mesmo que não tivesse recompensa alguma pelos atos que poderia prestar a servir, estava interessada em fazer algo, diferente de alguém guiado pelo ódio, suas ações eram guiadas pela esperança de ajudar o próximo, pela determinação de fazer a diferença, por menor que fosse e essa pequena luz que havia dentro  da garota poderia tornar-se transparente por suas ações, por suas palavras e no mais sútil dos seus gestos. Ela não tinha a intenção de ali desobedecer uma ordem direta para que pudesse se colocar despreparada e sem estrutura o perigo de forma que ela apenas fosse aumentar o número de vítimas. Caso fosse completamente negada, Alipheese tentaria insistir, mesmo que tivesse de trabalhar em algo internamente como ajudar no transporte de feridos dentro do próprio QG ou mesmo na manutenção dos equipamentos, talvez um singelo sinal de teimosia poderia ser visto em sua pequena e nada rebelde postura em relação ao que ela acreditava ser o certo a se fazer. Em momento algum ela posicionava outra pessoa ou outro destino se não o dela, não poderia fazer a escolha pelos outros dois aspirantes que a acompanhavam, mas certamente caso suas palavras pudessem ser proferidas, poderia ser mais fácil para que eles pudessem ser mais convincentes em suas próprias palavras  e nas suas próprias ações.

Um detalhe que talvez o oficial atrás do balcão pudesse notar é que o corpo da garota tremia levemente e este  talvez interpretasse como  efeito de estar sentindo frio. Talvez pudesse perceber que o principal motivo para tal não era apenas o de ter tomado chuva, mas pelo fato de suas vestes de qualidade não muito elevada colaborarem para que uma vez que estivessem molhadas pudessem acabar por trazer um desconforto maior do que provavelmente seriam as roupas com um tecido mais bem trabalhado, como geralmente é o caso de uniformes oficiais ou roupas de um grife um pouco maior. A garota não recusaria alguma gentileza referente a isso, pois a necessidade era maior do que seu inexistente orgulho e por menor que fosse o trabalho proposto a ela, mesmo que não fosse o mais heroico, cumpriria a sua parte, tinha ciência de que não poderia exigir começar de cima, antes que pudesse provar seu valor, fossem com pequenas ou com grandes ações.






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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptySex 05 Jan 2018, 16:28

The emperor of Sea




No meio da confusão e chuva, apenas a correria poderia ser vista sobre o QG da Marinha. A fuga dos tritões acabou deixando o Sargento ferido e faíscas de desconfiança poderiam ser sentidas emanar,  enquanto isso, a mente do garoto parecia tentar raciocinar toda a informação que haviam lhe oferecido, algo não estava certo... Apesar do garoto e da Gata Cabeçuda estarem colocando pelo menos um pouco de pressão com sua tática de combate e junto do apoio da Menina Sniper, Lynn não via como se tivessem uma oportunidade totalmente clara para causar tal tipo de dano, independente se fosse um ato seu ou de Kariel, isso parecia muito inviavel... Será que aquela pequena garotinha teria uma mente tão perturbadora quanto a sua ? Infelizmente essa opção foi descartada rapidamente em sua mente que parecia trabalhar a mil na tentativa de ligar as peças desse quebra cabeças o mais rápido possível, mas isso logo foi impedido ao ouvir frases que o condenavam como talvez um criminoso ao seu ver naquela situação. Tudo parecia cair para um caminho errado, mas havia um fator inegável a sua frente, Hamaku Thor ainda continuava sobre seus joelhos naquela arena molhada enquanto sangue poderia ser visto escorrer sobre ele e se misturar nas poças de água, era quase como se tudo isso fosse uma cilada planejada por alguém... Um plano infalível para impedir o crescimento do Imperador dos Mares !

O garoto agiu rapidamente ao se ver nessa mesma situação novamente, não demorando para demonstrar que dessa vez realmente não era o verdadeiro culpado, mesmo que talvez a ideia de fazer algo do gênero tenha passado de leve por sua cabeça, não chegou a colocá-la em prática ou sequer tentá-la, assim se colocando em uma cena de auto humilhação que rapidamente foi ignorada pelos Marinheiros que se mobilizaram sobre o local ao passarem reto pelo garoto. Uma cena que talvez ele nunca esqueceria em sua vida, uma cena que estava ao ponto de colocar o seu orgulho de lado por aquele momento de tentativa em não se desvirtuar de seu sonho, suas vontades e desejos ! Mesmo que talvez não fosse tão visível aos outros, Lynn era extremamente inteligente. Talvez o maior obstáculo para que as pessoas pudessem compreende-lo e diferenciá-lo de um tolo, devido a sua própria excentricidade era o seu próprio modo de agir ou pensar, que fugia do senso comum.

Agora reunido da Pequena Garota e da Mink Roxa, se encontravam em volta do grande corpo de Hamaku Thor que se esparramava sobre o chão como um enorme tapete, era uma cena estranha vê-lo sorrir nessa situação, mas por mais incrível que pareça, o garoto parecia entender um pouco do que talvez se passasse em sua cabeça, afinal, ele agiria da mesma forma ao tentar acalmar seus súditos de um pequeno desastre iminente, não poderia colocar a vida dos três que poderiam ser considerados até o momento como inocentes em perigo, essa era uma verdadeira ação de um Marinheiro, mesmo em situações complicadas e com sua vida em risco, ainda deveria se preocupar com o bem estar das pessoas a sua volta.

Com as palavras de Thor que estava sendo levado para o interior do edifício junto do auxílio de ao menos quatro pessoas e da sua situação atual, Ainda sobre a chuva Lynn não poderia aceitar o seu estado atual, tudo parecia como um sonho ruim que todas as suas tentativas seguiam por um caminho errado, até quando estava tentando fazer algo bom, se tornava algo ruim... Mas os verdadeiros culpados por tudo isso não era o garoto e sim aqueles Tritões que pareciam trazer o azar sobre a sua cabeça, já que todas as coisas ruins que vinham a lhe acontecer parecia ter alguma influencia ou interação com aqueles peixes que andavam sobre a terra, um ódio que parecia crescer cada vez mais com o tempo.

Restando apenas o três sobre o local, Lynn não pensaria duas vezes antes de sair da chuva, apesar de saber que não estaria sentindo frio nesse momento por culpa da adrenalina, sabia de sua resistência baixa para lidar com isso, assim tomaria a atitude de se adentrar no edifício, caso as garotas fizessem o mesmo, não pensaria duas vezes antes de acompanhá-las, precisava da opinião das mesmas sobre o que estava acontecendo, por isso tentaria iniciar uma conversa com as duas, seu tom de voz calmo e incrédulo de inicio seria interrompido por um leve desânimo antes de um ataque de fúria ao comentar sobre as suas intenções sobre os Tritões, porém finalizaria as suas palavras com um leve sorriso sobre o rosto e um tom de voz energético e alegre, talvez fosse uma maneira estranha de se comunicar na visão das duas garotas, afinal, havia tantas mudanças em sua fala que poderia até confundi-las sobre o que o garoto estava tentando passar, mas isso pouco importava em sua cabeça, afinal... Esse era o seu cotidiano.

- Não sei se vocês repararam, mas vocês não vão simplesmente deixar eles acabarem com o nosso teste dessa maneira né? Agora que vocês estavam começando a ser um pouco uteis... Mas não... tinha que aparecer aqueles Tritões para nos atrapalhar. Ahhh ! Eu juro que a qualquer hora eu vou abrir um buraco em cada um deles por isso ! Por sinal, belo tiro e até que você não parece ser apenas um gato esquisito que anda por ai, um tanto quanto rápida por sinal, isso se vem do fato de você ser um gato, ou algo do genero ? Ah! Prazer, meu nome é Lynn e espero que possam ser uteis para mim no futuro. -
"" É isso aí, a gente devia descer o cacete neles ! De onde ja se viu os cara vir aqui zoar com a nossa cara e sair de rolé, bora atrás deles ! (ง ͠° ͟ل͜ ͡°)ง ""

Com uma expressão tranquila e um leve sorriso no rosto, Lynn tentaria manter o papo e talvez até conhecê-las um pouco melhor se a resposta fosse positiva pelas garotas, já que essa não parecia uma oportunidade ruim para se aproveitar, estava a precisar de pessoas úteis para que lhe auxiliassem em seu caminho e conhecer aqueles que estão tendo um inicio junto não parecia uma má ideia em sua mente. Porém se as mesmas preferissem não vir a se interagir ou receber as suas palavras de mal gosto na intenção de não prolongar uma conversa, ele não as forçaria, apenas acompanhando quietamente.

Se fosse questionado pela sua maneira de falar e pensar, o garoto responderia de maneira calma e serena ao levantar levemente seus ombros e as palmas de sua mão enquanto sua cabeça se mexeria de maneira suave para os lados, como se não tivesse problema algum com os comentários a sua pessoa.

- Essa é a minha maneira de pensar e agir, não tenho motivos para não ser verdadeiro a mim mesmo. -
"" O Lynn ? Gentil ? Pensar antes de falar ? Pfft, HUEHEUHEUHUEHUEHUEHUEHUEHUE. Quando isso realmente acontecer ai sim podemos falar que ele se tornou o Imperador dos Mares. (͡ ͡° ͜ つ ͡͡°) ""

Caso a garota a falar sobre isso fosse Alipheese e a mesma mostrasse um pouco de nervosismo diante do garoto ao trazer esse tipo de coisa, ele continuaria com um sorriso sobre o rosto de maneira a tentar confortá-la ao mesmo tempo que estaria a atiçando enquanto brincava com as suas palavras.

- Não precisa ficar nervosa, eu não mordo, a não ser que você peça... Ou será que eu mordo... Ou será que eu devia ? -

"" Morde, morde, morde ! Taca a porra dos seus dentes nela agora, porfavor ! (ノಠ益ಠ)ノ彡┻━┻ ""

Se a Garota Mink, não se apresenta-se e não comentasse sobre o que ela era, mas teria interesse em se enturmar na conversa, o garoto não pensaria duas vezes antes de perguntar novamente o que havia feito antes, porém dessa vez talvez de maneira mais sutil e não tão bruta.

- Por sinal, nunca vi nada igual você... Por acaso é um gato especial ? -
"" Gato especial ? Aposto que é só um ET que caiu por ai e você ta achando que é algo especial, já viu aquelas imagens dos ET cabeçudo na internet ? É igualzinho. ( ͡° ͜ʖ ͡°) ""
" As vezes gostaria de entender que merda você fala... Não é atoa que só te ignoro."
"" Hey ! Não fale assim comigo ! Você não sabe como sua vida seria melhor se você pelo menos me ouvisse ! ლ(ಠ益ಠლ) ""
" Ta, ta, caguei pra ti. "

Não saberia ao certo como a conversa iria progredir, mas estaria feliz em ver pelo menos um pouco de contato, isso significaria que talvez novos Minions estariam disposto a trabalharem para si, ou pelo menos serem úteis... Uma maneira estranha de se pensar, mas era assim que funcionava dentro de sua cabeça ao se ver como um Imperador e os outros como seus súditos, mesmo que fosse de maneira falha, esse era o seu conceito de vida, sem realmente conhecer ao certo os conceitos morais básicos do cotidiano.

Ao acompanhar as garotas pelo QG da Marinha com suas roupas molhadas e provavelmente ainda ensopado pela chuva, o frio pelo fim do calor da batalha poderia vir a atormentar o garoto por sua resistência baixa, mas se caso percebesse que uma das duas garotas estaria tomando alguma atitude que envolvesse os Tritões, o garoto estaria propício a oferecer a sua ajuda sem pensar duas vezes, queria fazer algo, mesmo que não pudesse ser colocado na linha de frente já era o suficiente desde que pudesse ajudar as pessoas, mais ainda se tivesse a oportunidade de pelo menos se secar, estaria feliz ao obter algumas mudas de roupas para se manter no QG ou um guarda-chuva para que pudesse sair sobre a chuva, afinal, pela sorte que Lynn estava a ter até o momento não era impossível de obter uma gripe.


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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptySab 06 Jan 2018, 05:49



Be a pretty bitch!



A mente da gata permanecia agitada tão agitada quanto um texto sem pontuação não fazia sentido nem existiam pausas eram pensamentos sequentes sem sentido que poderiam lhe atrapalhar desfocando de seu real propósito que após todos esse pensamentos já nem saberia dizer qual é.

“Bom, o que sabemos até agora: Primeiro ponto, tudo que eu falo é facilmente ignorado pelas pessoas, segundo ponto, ainda não faço ideia do que são “tritões” e sou uma idiota por não conseguir assimilar a nada. Terceiro ponto, dois estranhos que provavelmente estarão muito tempo comigo estão aqui e eu, particularmente, os acho suspeitos, principalmente o sociopata de cabelos vermelhos. Ele é bem estranho! Meu coração ta quase explodindo… Espero que eu não morra de uma forma patética na frente desses dois!”

Essa situação era tão tensa que seu rabo, que permanecia inerte na maior parte do tempo, começava a se chacoalhar para os lados e em algumas vezes, em formas circulares. Estava nervosa e tensa, seu consciente mandava ela se acalmar, seu subconsciente era batido num liquidificador com uma forte dose de whisky, por que nada ali fazia sentido.

Depois de serem dispensados de forma a os fazerem sentir completamente inúteis como uma guarda-chuva aberto num quarto em um dia de sol. aos poucos via mínimas interações entre os outros membros da Trindade com dois e meio, afinal a menina era baixinha e as capacidades mentais do garoto ruivo, até o momento pareciam não superar a de uma fechadura enferrujada. Nesse cálculo o resultado era claro: Problemas!

Aquela menininha estranha, surpreende Kariel com sua fala, parecia mais madura e determinada do que o esperado. Além de dar valor aos movimentos de combate, foi capaz também de avaliar seus erros e problemas no percurso. Algo que fugia completamente do estereótipo criado na cabeça da gata.

~“Eu sou muito linda e por isso consigo tudo que eu quero, agora saiam daqui por que eu fiz tudo isso sozinha e meu pai é dono de uma ilha ao sul, o problema que tivemos aqui foi gerado pela incompetência de vocês que não passam de criaturas inúteis!~

Isso era tudo que imaginava que a garota falasse. Mas mesmo com a surpresa, a jovem reagiria de forma aberta, mesmo demonstrando sua tensão devido aquela situação.

-...Não.. Não foi nada, mesmo com tudo ainda falhamos feio! Se não fosse esse incidente não o senhorzão não teria sofrido praticamente nenhum ferimento, exceto pelo seu disparo… Que foi uma ótima distração, mesmo que inútil com tudo o que aconteceu depois.. - Pausa para tentar entender o nome da garota - Bom, me chamo Kariel.. Kariel Catherine!

Sua postura estava meio desleixada, sua tensão não a permitia ficar completamente focada e tranquila durante aquele diálogo. Mas o garoto tinha que ser inconveniente. Alias como sempre até agora. Mas parecia talvez, um pouco mais sério ou nervoso agora, o que estava sendo deleitado pela gata em seu subconsciente.

As palavras do garoto foram como giletes, corte finos e leves, mas era irritantes e incômodos, Kariel ficava ainda mais nervosa com suas falas, mas não nervosa de tensa e sim nervosa de raiva mesmo. O garoto falava como se ambas estivessem ali em prol de seus objetivos pessoais, o que estava longe de ser verdade, a gata apertava seus punhos e seu rabo se ouriça para cima. Mas seu orgulho não a permitiria descer ao nível dele é claro, ela cavaria ainda mais fundo, chegando ao núcleo da terra.

-Claro que lhe seremos úteis! - Pausa dramática - Teremos de carregar seu corpo todas as vezes que um senhorzão socar você, ou simplesmente poderíamos deixar você caído no chão, afinal nem pra ser uma simples isca você serve. - Novamente uma pausa dramática, mas agora era acompanhada de um cruzar de braços, uma virada de rosto com olhos fechados e uma bufada - Queria dizer o mesmo, mas minha mãe me ensinou a não mentir!

Seu tom era debochado, mas não agressivo, quase como uma condescendência ácida, queria ofender, mas sem se desgastar muito, afinal Lynn não era algo a se gastar muita energia. Se o garoto continuasse a ser toxico com ela, com suas perguntas e falas descabidas ,voltaria a olhar em seu rosto, ainda com os braços cruzado.

-Sou sim, fui feita em laboratório com o uso de resíduos químicos que geraram uma explosão utilizando temperos e coisas coloridas, sou uma arma letal e perigosa capaz de obliterar qualquer um que entre no meu caminho… - Enquanto falava permanecia com sua expressão adorável e falsa, seus olhos piscavam de maneira compulsiva, para dar mais graça ao momento, mas logo gargalha - Não, seu idiota, sou apenas uma Mink! Ah, e falando no que eu sou, o que seria um tritão, eu não faço ideia do que isso possa ser e já que estamos nessa situação seria muito til eu me informar, algum de vocês dois saberia dizer?

Usaria desse momento falho de confraternização para sanar sua dúvida, conforme conversavam sua tensão diminui aos poucos, para que pudesse voltar a seu estado tradicional, exceto se algum acontecimento mudasse isso, então voltaria a tensão e o nervosismo de antes. Se por acaso o garoto desse alguma resposta que pudesse ser útil, sua expressão de choque ficaria evidente.

-Nossa, achei que você seria completamente inútil, mas pelo menos para alguma coisa serve, além de saco de pancadas de senhores!

Mas se a resposta util viesse de Alipheese, agiria de uma forma completamente diferente e com certeza mais educada.

-Isso ainda é um pouco difícil de imaginar, mas espero poder sanar minha duvida por completo posteriormente, obrigada!

“Espero que não relacionem o fato deles serem algo marinho comigo sendo um gato, já não suporto mais esse tipo de piada…”

Continuava a se surpreender com aquela garota. Mesmo em uma situação onde foram ordenados a não fazerem nada devido sua falta de experiência, ela permanecia querendo ajudar os que não podiam lutar, algo que a fazia ganhar pontos com Kariel, dentre os três só haveria um idiota e não seriam as meninas. Acompanharia a tal “Alifese” se recebesse comando de poder ajudar os civis ou até mesmo os marinheiros feridos, mesmo que fizesse isso pelo seu senso de moral, não queria ficar para trás, sendo amigável ou não, aquela garota era uma concorrente, e Kariel não ficaria no segundo lugar, de maneira nenhuma.

Sua postura após mudar de ambiente, seria um pouco mais “profissional”, tendo em vista que já se via como uma marinheira, mesmo ainda não tendo sido aceita oficialmente. Entretanto não seguiria o grupinho se tivessem em mente desobedecer as ordens do senhorzão ou se tivessem um plano mal elaborado ou até mesmo se não tivessem um plano e estivessem agindo apenas por impulso, neste caso se sentaria em uma das cadeiras dentro do QG, caso encontrasse uma. Ficaria ali linda e plena, com suas pernas cruzadas, enquanto observa suas lindas garras e faz pequeno cachinhos nos cabelos com seu dedo indicador da mãos esquerda.

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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptySab 06 Jan 2018, 23:22


Rumo ao Mar


A situação pendia para coisas cada vez piores, sinceramente aquele era um dia para não se ter saído da cama, teria sido muito melhor. Entretanto, haviam algumas pessoas como Alipheese que não pensavam desta forma, mesmo diante das palavras do sargento para que deixassem aquilo de lado e procurassem um local seguro ela se sentia apta a sair e ajudar, mesmo que fosse de forma indireta e não impactante. Sua arma parecia não ter mais concerto, estava quebrada e tudo que a garota fez foi entrega-la a um soldado que passava por ali que apenas a aceitou sem entender muito mais.

Estavam sozinhos diante as gotas de chuva que caiam, mas se não fosse por esse detalhe era como se cada um ali estivesse de fato, só. Trocaram poucas palavras, mas não é como se tivessem considerado se conhecerem melhor, estavam sendo movidos por seus próprios desejos e tão pouco queriam perder tempo com terceiros, mas isso não significava que não poderia mudar ou pelo menos serem gentis uns com os outros, coisa que a atiradora buscou ser com os demais, seu jeito apesar de quieta era o que mais se aproximava de uma eventual líder naquele meio. Deixou um sincero agradecimento aos demais antes de virar as costas e ir em direção ao balcão buscando pelo homem gentil que lhe recebera no local.

Felizmente ele se encontrava ali, sentado e consequentemente um nível abaixo dos olhos da garota. Ele escrevia alguns relatórios e murmurava para si mesmo, coisa que fora interrompida quando avistou Alipheese. —Nos desculpe pelo transtorno, sinto muito pelo teste de vocês terem terminado dessa forma, mas haverão outras oportunidades, tenho certeza. - Terminou com um sorriso. —Alias, meu nome é Sheppard.- Apresentou-se pela primeira vez. Pós tal ação ouviu atentamente o que a jovem tinha a dizer e ao fim, suspirou elevando seu dedo indicador aos óculos de forma a arruma-los em seu rosto. —Escute. Aprecio profundamente seus jeito de pensar, mas eu não tenho como manda-la lá fora para serviço de oficiais, e mesmo que quisesse, eu não tenho poder para isso. Aconselho que fiquem aqui por algum tempo, okay? Agora se me dá licença... - Palavras duras, mas verdadeiras. Alipheese não conseguiria nem mesmo mover uma agulha relacionada aquele assunto se dependesse da Marinha.

Naquele instante, Lynn e Kariel trocavam farpas - desde que se viram pela primeira vez não foram muito com a cara um do outro - ofensas, provocações, etc. Se Alipheese fosse se manter no meio destes dois seria ideal que colocasse um limite ali, apenas para começar, mas a situação não era tão pesada, tanto que arrancara alguns risinhos uma pessoa ao canto do local, sentada apoiada na parede com as mãos ocupadas por um guarda chuva molhado. A quanto tempo ela estava ali? Escorou-se na parede para conseguir se levantar, seus olhos direcionaram-se ao grupo de maneira invasiva e um sorriso de canto foi o suficiente para pintar a figura daquela mulher misteriosa. —Não pude deixar de ouvir a conversa de vocês, tenho uma proposta. — Disse ela vagarosamente —aqueles tritões, oh, como são maus. Eles tem algo que me interessa, e vocês pelo visto, tem pendencias com eles? Que tal se...oh, nos unirmos? - Ela tinha um tom de voz manhoso, quase como se fosse uma criança, além disso era suave como veludo e até certo ponto passava uma calma.

—Mas se não quiserem ir, eu entendo. Suas fraldas devem estar cheias. — Dizia ela, com uma das mãos escondendo seu sútil riso sobre a própria piada. —Se quiserem vir comigo, muito bem. Não irei insistir. — Virou-se em direção a saída onde estranhamente não abriu o guarda chuva que tinha em mãos e desapareceu na névoa que começava a se formar lá fora, mesmo que ainda fina, era um elemento a mais a se preocupar. Por instantes o clima havia ficado estranho, um silêncio tomou conta do ambiente apenas sendo quebrado por um espirro vindo de Lynn após uma brisa gelada passar por todos eles.



(+):
 

Thankz Mirai


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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptyDom 07 Jan 2018, 20:29


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Confronto e caminhos divididos.



A forma como os eventos desse dia corriam pareceram ter sido criados para que  agissem como uma forma de teste para Alipheese que por um momento talvez pudesse até mesmo se culpar um pouco por não ter tido coragem na manhã anterior ou em qualquer outro dos dias anteriores para que pudesse realizar o seu processo de inscrição. Teria um dia feito a diferença? Era uma pergunta que por um momento pareceu em sua mente repetir como um loop por alguns instantes. Talvez não tivesse diferença alguma, visto que provavelmente como novata, ainda assim não teria a oportunidade de se colocar mais próxima do que poderia chamar de linha de frente.O marinheiro dessa vez apresenta-se como Shepard e apesar de ter palavras doces para a também amável garota, dificilmente trariam um sentimento diferente de uma forte decepção.  A garota sem saber como esconder em sua própria expressão  facial e corporal acabava por suspirar em uma altura que se fez audível, seus olhos tomaram a direção do chão e o seu sorriso rapidamente se desfez tão rápido quanto havia se formado.

“Eu vejo tantas… Mas tantas possibilidades em minha cabeça de caminhos que eu possa tomar, palavras que eu poderia dizer e até mesmo sou capaz de me ver atuando em cada uma delas de forma tão clara… Mas em nenhuma das performances que eu poderia fazer ao conversar e ser honesta poderiam me levar para aquilo que eu desejo… Me esgotaram as ideias, para que eu ainda hoje possa já começar a ajudar as pessoas...Sabe, é meu sonho que eu possa me tornar uma marinheira e vestindo tal farda, eu possa fazer a diferença na vida das pessoas, possa fazer com que a minha imagem e o meu nome, quando citados possam fazer com que a população possa ter tranquilidade ao fechar os olhos com a certeza de que estão seguros… Talvez hoje seja um objetivo que é infântil demais, dadas as minhas próprias limitações físicas e talvez até emocionais… Eu nunca ouvi histórias sobre o herói atirador que salvava o dia,  o herói sempre é retratado como alguém que se coloca em risco pelo bem dos outros, na linha de frente e é aquele que é ferido  e quase morto em pról a salvação alheia… Mas esta pessoa não sou eu… Eu não quero me ferir mas, isso não significa que eu tenha menos coragem… Apenas que eu prefira fazer as coisas dentro daquilo que eu posso ver como lógico, como eficaz… Afinal de que adiantaria colocar-se na linha de frente se isso o tornará inválido? E se aquela for apenas o inicio de uma ameaça maior? Esses pensamentos, talvez também sejam aqueles que me afastam um pouco do meu objetivo… Ou talvez possam ser este o tipo de pensamentos que eu deva ter se eu quiser não ter meu objetivo interrompido de forma precóce.”

A conversa entre Lynn e Kariel, parecia ter tomado um tom mais acalorado no intervalo de tempo que Alipheese parecia ter se reservado aos próprios pensamentos talvez não fosse o correto intervir de alguma forma mas fosse todo aquele cenário onde ela poderia ter se sentido impotente ou com falta de possibilidades para fazer aquilo que ela acreditava ser o certo de algum modo como se sua própria frustração acabasse por sair em forma de bronca ela acabaria por falar algumas coisas.


-Eu... Eu entendo que o teste nosso ter sido interrompido possa causar frustração.. Eu mesma estou frustrada nessa situação onde nada podemos fazer...Mas se não for hoje, será no dia seguinte ou no próximo em que terão de trabalhar juntos, se a intenção de vocês é se juntar a marinha…Se isso continuar dessa forma, vocês não vão conseguir realizar seus próprios objetivos aqui, pela falta de harmonia...Eu... Não estou pedindo para que vocês dois possam se abraçar mas...Vocês viram o resultado do que  juntos conseguimos fazer... Havia um abismo entre nosso nível e o do Sargento… E ainda assim foi possível fazê-lo nos levar a sério... Não poderiamos prever qual seria o resultado... Mas, mesmo que individualmente vocês possam ser incríveis... Eu preciso terminar a frase?

Seu tom de voz era um pouco trêmula, o que talvez pudesse passar aos dois a impressão de que havia alguma violência ou raiva dentro de suas palavras mas, a forma como a  própria frase era conduzida e a ausência de um tom realmente mais agressivo, tornava fácil para que se pudesse ver que naquela ‘’bronca’’ havia a razão da qual talvez naquele momento lhes estivesse faltando devido a emoção que a raiva lhes conduziu na direção. Se a garota fosse menos insegura em relação a lidar com as pessoas ou talvez tivesse mais experiência em lidar com elas, naquele momento ela poderia ter mantido a postura e esperado até que a resposta dos dois pudesse vir, mas não era essa a sua realidade. O sangue correu de forma tão acelerada devido aos fortes batimentos cardíacos que agora em seu peito pulsava que a sensação de frio, rapidamente poderia ser substituída pelo calor que o embaraçamento de ter se exposto havia trazido. Seu rosto como resultado acabou por ser preenchido pela cor rubra que destacou-se em sua pele pálida, algo que lhe dava uma aparência muito mais fofa do que imponente e respeitável.
Não conseguiria manter o contato visual com ambos por muito tempo e se não fosse impedida, viraria as costas e iria em direção as cadeiras que ali haviam.


Em sua cabeça haviam muitas dúvidas em relação a sua situação atual em como deveria prosseguir e principalmente o que diabos é um tritão ou Mink? A sua própria ignorância a incomodou, pelo fato da gata gigante ter se apresentado como uma. Talvez fosse uma espécie ou tribo, não saberia dizer. Alipheese nesse momento, sequer tinha muita certeza se  assimilar ao sexo feminino seria o correto a se fazer, com base apenas  em seu nome. Parecia que quanto mais pensava, mais perguntas se formavam, nenhuma resposta viria a ela e claramente isso a estressava, somando isso a situação mais agressiva que acontecia perto dela, acabou fazendo com que por um momento suas palavras pudessem transcrever seus pensamentos.

Em meio ao que havia acontecido, quando estava aproximando-se mais de onde haviam as cadeiras, ouviu um sorriso que para ela pareceu debochado. Alipheese era uma pessoa calma, capaz de ignorar ou até mesmo suportar um limite de emoções em sua máxima intensidade que comparada a outras pessoas, poderia ser essa uma característica que entrasse em destaque.
Mas a garota era longe de ser perfeita, seu dia havia sido estressante e nada do que ela tentou fazer hoje pareceu dar certo, então não seria estranho que dado todos os ocorridos, estivesse um pouco mais sensível a comentários mal educados. Seus olhos vermelhos que antes estavam direcionados ao chão, se colocaram na direção da mulher, enquanto a ouvia falar. Seus movimentos para se levantar-se e até mesmo o veneno que ela cuspia em suas palavras, fizeram a garota a rapidamente em sua imaginação ligar a sua imagem a de uma cobra.Era desagradável no mais mínimo dos gestos, mas talvez seu pré-julgamento viesse da situação em que se encontrava.
Alipheese dada a situação apenas tentava controlar a sua própria respiração, de modo que aos poucos o rubor pudesse sumir, assim como a própria sensação de calor elevado.


As palavras da mulher eram ao mesmo tempo uma grande fonte de dúvidas e desprezo, como também eram apresentadas como uma possibilidade tentadora. A pequena menina, não gostava da ideia de trabalho mercenário ou da possibilidade de atuar como vigilante. Mas isso poderia se contrapor a possibilidade de conseguir ajudar as pessoas,  causando uma grande dualidade em sua mente sobre qual seria o caminho certo a se percorrer. Enquanto ela estivesse ao alcance de sua visão, prestava atenção ao máximo nos detalhes que seus olhos poderiam notar, fosse suas características físicas como seu rosto, seu corpo, a forma como gesticulava e os demais pertences aos quais se destacavam, como o seu guarda chuva. O motivo que ela acabava por fazer isso, se dava tanto ao seu interesse como também a sua suspeita. Como havia crescido na cidade, talvez pudesse reconhecer algo que pudesse lhe dar alguma pista sobre a identidade da mulher.
Talvez pudesse ter notado detalhes como o seu guarda chuva ou quaisquer outra característica que a mulher pudesse ali ter deixado escapar e com tudo isso em sua cabeça pudesse descobrir de quem se tratava. Por mais que pudesse parecer lógico perguntar a Sheppard, quando a mulher havia ali virado as costas, não pareceu vir naturalmente a ela a possibilidade de ela tomar esse tipo de atitude, no final de contas para ela não fazia muita diferença seu nome.

O que era importante para ela, era a possibilidade por ela apresentada, que talvez pudesse ser convincente aos seus olhos, mesmo que a abordagem fosse longe de ser o ideal. A situação em que se encontrava a fazia levar em consideração que talvez naquele momento não pudesse contar com a continuação do processo para ingressar a marinha ou qualquer suporte por parte da mesma para que como civil, conseguisse atuar de alguma forma, dentro da situação que a cidade se encontrava.

Olharia para fora, vendo a figura da misteriosa mulher sumir em meio a névoa, prestando atenção para a direção ao qual ela seguia, mesmo que talvez tal informação não fosse muito útil. Seu curso no entanto tensionaria para aquele que ela enxergasse como o mais possível para realiza o seu desejo, até que a situação fosse controlada, poderia ser impossível que seu teste pudesse prosseguir e por fim concretizar a sua entrada na marinha, restava a ela pensar em como colaborar o máximo possível com as ferramentas que lhe estivessem disponíveis e atuar de acordo a tal.

Se ela aceitaria a oferta da mulher ou não, dependeria de como em seu discurso ela fosse convincente ao prestar o seu suporte, Alipheese não iria pro campo de batalha de mãos nuas, diferente do suporte menor que planejou prestar a marinha de ajudar na difusão de pessoas ou no  atendimento de feridos, a misteriosa mulher não apenas apresentava a tempestade, como sugeria que ela pudesse navegar no centro da mesma.  Não era capaz de entender por completo o que eram aqueles que por falta de melhor definição, denominava como piratas, apenas que  os chamavam de tritões e que eles haviam causado ferimentos a soldados muito mais experientes do que ela, mesmo que tivesse observado que dois dos cinco tritões tivessem sido feridos anteriormente e tivessem tido forçados a se retirar, os outros três restantes eram um mistério, assim como também era a possibilidade de uma luta real.

Sua mente se dividia entre a possibilidade de seguir para a própria casa, ajudando o máximo de pessoas possível em seu caminho e a de aceitar a tentadora, porém perigosa oferta e o caminho que ela poderia trilhar, dependeria apenas dos fatores que para ela foram apresentados.






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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 3 EmptySeg 08 Jan 2018, 06:25

The emperor of Sea




Era engraçado como um dia poderia começar de uma maneira ruim e continuar a piorar com o tempo, tudo parecia como uma noite de sono ruim onde seus sonhos pareciam lhe pregar uma peça de mal gosto ao brincar com eles, junto dos sentimentos de raiva, frustração e indignação o garoto de cabelos ruivos sentia como se cada gotas de chuva que caia sobre o seu corpo pareciam simplesmente querer limpa-lo daqueles sentimentos ruins, mas em contra proposta os seus desejos mais internos grunhiram por uma resposta que os deixassem gritar para o mundo todo ao demonstrar sua total insatisfação, era engraçado como a vida parecia brincar com você... Tudo começou com o desejo de simplesmente ajudar uma família, mas quem diria que suas habilidades se viriam contra ele ? Tantas qualidades... Tantas maneiras de resolver os seus problemas e infelizmente o seu maior erro, ele, era o suficiente para fazer as coisas seguirem um caminho totalmente errado, tudo jogado ao lixo... Mesmo que ainda parecesse seguir pelo pior caminho, a redenção lhe foi oferecida, pelo menos era o que poderia ser pensado por qualquer um em sua situação nesse momento, mas sua confiança apenas o fazia continuar a acreditar que aquilo era algo predestinado a acontecer de uma maneira ou outra, hilario, já que tal confiança foi literalmente jogada fora pouco tempo depois ao ver como brincar com a vida era, sabe o pior? Ignorado... Tudo havia sido jogado novamente escada abaixo, culpas ? Só havia uma palavra que se encaixava nesse dia em sua cabeça "Tritões". Novamente na estaca zero e sem saber direito o que fazer, ele apenas poderia se apoiar a duas garotas que nem conhecia direito para talvez lhe fazer sentir um pouco melhor, seria esse um caminho certo ? Nem ele sabia...

"" Não falei  ?! Eu sabia que essa porra era uma Menina Super Poderosa ! Nunca que eu confundiria o tamanho dessa cabeça desproporcional ! (ノ◕ヮ◕)ノ  ""

Apesar de uma história estranha inicial a garota gato se apresentava como uma Mink, algo estranho para o garoto que nunca havia visto algo do gênero, apesar de ser uma novidade descobrir sobre tal raça, o dia parecia seguir de maneira tão ruim que o garoto nem estava ligando tanto assim para isso, respondendo de maneira sarcástica ao ver um "Gato" curioso sobre o que seria um tritão.

- Oshee, com essa cabeça de gato ai e não sabe o que é um Tritão ? Achei que você seria a que mais saberia sobre esse assunto, shshshshshshs. Basicamente são peixes grandes com duas pernas que andam por ai, isso não é ótimo ? -
"" Que porra de risada foi essa ? Caralho, tinha nada melhor pra escrever não ? ""

Por mais engraçado que fosse, sua resposta não era totalmente certa e nem errada, porém o suficiente  para causar uma expressão de choque em Kariel que logo o respondia de maneira impertinente, forçando o garoto a respondê-la de maneira bruta e sarcástica.

- Nossa, e eu achando que essa cabeça grande ai servia de algo, mas pelo jeito só serve de enfeite mesmo, por acaso usa para assustar os outros a noite ? -
"" Hey, por acaso está tentando roubar o meu trabalho ? Se ta louco mermaun ? Só eu posso chamar ela de Cabeçuda ! Te meto bala rapá !  ̿̿ ̿̿ ̿̿ ̿'̿'\̵͇̿̿\з=( ͠° ͟ʖ ͡°) ""

Sabia que logo viria uma resposta a sua provocação, realmente não acreditava que a Mink se manteria calada diante de suas palavras, por isso o garoto já tinha algo preparado na ponta da língua de contra medida para ela, com um tom de voz arrogante e orgulhoso ao citar a sua própria pessoa, passando seus dedos sobre seus cabelos rubros o garoto demonstrava como se aquilo fosse algo obvio para todos e uma das maiores maravilhas do mundo, porém ao citar a garota, com seu dedo apontado para a mesma, poderia ser sentido um pouco de desprezo dependendo da maneira que a mesma o respondia previamente.

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- Sabe quem eu sou ? Eu sou aquele escolhido para ser o Imperador dos Mares ! Enquanto você ? Quem diabos é você ? Só vejo um gato feio todo molhado com os olhos esbugalhados pelo fato de ser um Gato Cabeçudo ! -
"" NOFFA ! "Eu sou o Imperador dos Mares" "Quem diabos é você ?" ARRASA AMIGA ! (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧ ✧゚・: *ヽ(◕ヮ◕ヽ)""

O atrito poderia ser sentido escorrer pelo ar, enquanto veneno parecia encharcar pelo chão, sabia que isso não acabaria tão cedo e estava disposto a continuar sua trocação de farpas até que provavelmente um dos dois saíssem com um olho roxo ou talvez até pior, mas para o seu azar, isso veio a ser interrompido por Alipheese de uma maneira estranha, seu tom de voz não parecia de uma maneira agressiva, mas aquilo parecia tão estranho... Será que isso é o que as pessoas chama de "Tomar Bronca" ?

Logo a surpresa parecia sumir ao ver a pós-reação da garota, o embaraçamento parecia te-la contaminado por completo ao se expor de tal maneira, era algo um pouco adorável ao ponto de caso Lynn falasse que não tinha uma leve vontade de judia-la de uma forma "Carinhosa" estaria mentindo.

- Tch. Eu acho que eu realmente deveria lhe morder, posso ? Nhac, Nhac -
"" Nada que isso não resolva. [̲̅$̲̅(̲̅ ͡° ͜ʖ ͡°̲̅)̲̅$̲̅] ʕ•ᴥ•ʔ ""

A maneira que Lynn mudava a sua maneira de ser, era algo incrível, a poucos instantes estava indignado e furioso por causa dos tritões, depois havia se metido na pequena "Briga" verbal com Kariel e agora simplesmente estava agindo de maneira totalmente diferente, apesar que era impossível para o garoto perder essa oportunidade de atiçar a garota, sabia que talvez não fosse o ideal, mas vê-la dessa maneira era algo um pouco irresistível de lidar, por isso fez uma pequena brincadeira ao se aproximar um pouco dela com um sorriso no rosto e dando duas leves mordidas no ar antes de se virar para a Mink novamente, seu tom de voz soaria calmo, quase como se houvesse esquecido da trocação de farpas ocorrido entre os dois, mas poderia ser sentido claramente o veneno se espalhar ao chamar por seu nome.

- Vou deixar passar a sua insolência dessa vez por causa da pequenina, só pra você saber, KA-RI-EL. -
"" Isso, deixa o veneno escorrer. ssssssssssssssss (°,,°) ""

Tudo parecia finalmente se resolver, mas já foi avisado que hoje era um dia de surpresas ? Acho que não... Uma mulher parecia haver ter se interessado no pequeno grupo, sua maneira de falar e agir lhe eram estranhas, não pareciam talvez "Sinceras" ? O Garoto talvez por entender um pouco melhor do que se passava, poderia entender as suas palavras um pouco de maneira diferente do que havia se expressado, sentia que havia algo a "Mais", mas a curiosidade e a oportunidade de fazer algo era realmente tentadora, não sabia se devia simplesmente seguir as suas vontades e ir atrás da mulher ou o que as pessoas consideram "Correto" ao observa-la ir embora.

- REEEEQQTCHIMMM ! -
"" AHSUAHSUAHSUAS, que porra de espirro foi esse ? ""

Como se seus problemas não pudessem piorar, eles continuavam a evoluir de maneira impressionante, claro, para um lado ruim... Com um espirro e a brisa gelada o garoto já sabia que não eram boas noticias, já que provavelmente isso significaria mais um fator ruim em seu dia, a gripe.

- Er... Acho que peguei uma gripe... -
"" Ah, jura ? Nem deu pra perceber, relaxa, narrador jaja te trolla mais. Kekekekeke. ( ͡°( ͡° ͜ʖ( ͡° ͜ʖ ͡°)ʖ ͡°) ͡°) ""

Sentindo a coriza começar a agir sobre suas narinas o menino sabia que não podia perder muito tempo para se decidir, se estava tão indeciso sobre o que fazer, não custava nada ver o que as pessoas ao seu lado iriam fazer, se caso elas  fossem atrás da mulher, o garoto não queria ficar para trás de maneira alguma, mesmo com as desavenças que havia tido com a Garota Mink o garoto sabia de seus objetivos nesse momento.

- Uh... Erg... Qual o seu nome mesmo ? Que seja, você por acaso conhece aquela mulher ? Se sim, quem é ? Ahh ! Onde fica o banheiro ? Aceito um remédio para gripe se vocês disponibilizarem também... -
"" (>ლ) ""

Na duvida, Lynn não demoraria para perguntar para Sheppard se ele sabia de alguma coisa, talvez o rapaz fosse mais informado que os três e pudesse oferecer alguma dica ou opinião sobre as falas daquela mulher misteriosa que os ajudassem a decidir o que realmente fazer.


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