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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !

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Makei
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyDom 31 Dez 2017, 19:30




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Prisão ?










Finalmente estava colocando seus valores e o seu sonho a prova com atos heroicos e pelo bem das pessoas inocentes do local, mesmo que apresentasse estar mais relaxado que deveria ao observar as coisas, suas atitudes eram todas pensadas para um bem maior, pelo menos era o que o garoto acreditava ao fazê-las. Sabia de seus modos ortodoxos de agir e que talvez não fosse o correto para um Marinheiro, mas era o seu sonho e seguiria dessa maneira até o fim, não poderia se deixar pelas aparências, pois no fim o que importava era a sua verdadeira vontade em ajudar as pessoas e isso estava totalmente a prova no momento em que se colocou ao calor da adrenalina que poderia ser sentido pulsar cada vez mais sobre as suas veias.

Cada vez que se aproximava, mais opções em suas mentes se iam embora, ele precisava resolver isso rápido e sem complicações, mas nada parecia chegar a um fim aceitável, todos tinham uma sequência de fatos que talvez dariam tudo no mesmo fim, mas o garoto não poderia desistir nesse momento. Se aproximando rapidamente da mulher e seus filhos, Lynn poderia sentir seu corpo mais leve e a flutuar, sim, o garoto havia saltado na tentativa de desferir um golpe estabanado que por fim acabou em um erro grave ao acertar o golpe sobre o garoto que tentava impedir a sua mãe de adentrar na área de combate.

"" (;´༎ຶД༎ຶ`) Q-Que porra você fez  piá do caralho ?! Alguém ligue para o 190 agora ! Temos um Assassino ! PORFAVOR ALGUEM ME AJUDE ! ESTOU DENTRO DO CORPO DELE E NÃO SEI COMO SAIR ! Em caso de tribunal só queria avisar que sou inocente e não tenho nada a ver com a situação ! ""

" CALADO ! Foi você que me apoiou na ideia ! "

"" Eu ? NUNCA ! QUEM SERIA O RETARDADO A TER UMA IDEIA DESSA, NÉ NARRADOR ?! EU TO É VAZANDO DAQUI, TA LIGADO MEU IRMÃO ! ~ ᕕ(ᐛ)ᕗ ""

Confuso por seu erro, Lynn sentiria como se algo estivesse se desabado diante de sua visão, havia feito um erro drástico e provavelmente não conseguiria arruma-lo o mais rápido possível, mas pela situação final, talvez isso poderia ter sido tratado como uma missão cumprida? Afinal... Ele havia impedido a mulher de adentrar na confusão, mesmo que de uma maneira totalmente errada e incoerente... É, acho que isso não poderia ser considerado como missão cumprida, talvez meio ? A resposta era clara que não, já que ouvir a mulher o chamar de Assassino e logo após ser mandado a prisão, não parecia algo muito correto para o garoto que poderia sentir dois Marinheiros o retirarem do local enquanto tentava se explicar do talvez "Mal Entendido", mas a unica coisa que ele podia ver era a confusão se distanciar cada vez mais dele, por mais que tentasse se espernear na tentativa de conseguir talvez se explicar para os dois cadetes.

- Eh... Uhm... Calma, não, pera ! ISSO TA ERRADO. Hey, pera, por que vocês estão me pegando ? Isso é um mal entendido, eu só... HEY ! Me solta ! Quem vocês pensam que são ? Aé... Eles são da Marinha... Mas é sério, isso não foi por querer, foi um engano ! Era pra eu ter acertado a mulher, não a criança ! Hey, me solta ! -

Vendo que provavelmente não teria volta nesse momento, Lynn deixaria que os cadetes lhe carregassem sem muitos problemas, já que pareciam seguir firmemente o pedido que o prendessem, assim agiria de maneira totalmente desleixada e sem muitas complicações enquanto comentaria para os cadetes a sua grandiosidade como pessoa.

- Já que querem tanto me carregar. Eu, aquele que se tornará o Imperador dos Mares lhe deixarei me carregar hoje, mas é só hoje, Okey? -

"" Você deveria ser mais Humilde nessa situação, e não um cuzão... (;一_一) ""

Não sabia o que passava pela cabeça dos cadetes naquele momento, mas se caso perguntassem sobre os motivos de suas ações, Lynn não teria problemas em explicar para eles o que passava por sua cabeça, afinal, em sua mente ele apenas estava tentando fazer o melhor ao salvar aquelas crianças de algum futuro problema que talvez pudesse colocá-las em perigo, ele só não esperava acabar errando o alvo...

- Er... Eu ter acertado o garoto não foi de proposito, eu simplesmente queria na verdade salvá-las do perigo que a mãe deles estava a colocá-los, pois a mulher estava totalmente de maneira frenética ao tentar adentrar da confusão enquanto seus filhos a seguravam pelos braços, então eu pensei que para não colocá-los em perigo por causa dela e da multidão que estava sendo empurrada, era mais fácil apagá-la e depois levar para um um lugar seguro... Mas o meu pé meio que escorregou e... Vocês sabem o final. -

Caso os cadetes se mantivessem calados pelo caminho inteiro, Lynn não tentaria trazer muitos problemas, já que a Prisão provavelmente era próxima ao QG da Marinha, talvez isso pudesse agir como uma carona para o garoto que acenava de maneira alegre com um sorriso no rosto e abanando as mãos caso fosse possível para as pessoas a sua volta que pudessem vê-lo nessa situação.

- Olá, como vai ? Espero que tenha um bom dia. -

"" (>ლ) ""










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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptySeg 01 Jan 2018, 18:54



Be a pretty bitch!



“Mas o qu… Ela.. Essa garota não pode ter simplesmente me ignorado, quem ela acha que é? Uma marginalzinha? Ela pode fazer mal aquela criança.. Tanta coisa para se pensar, isso chega a ser doentio… O que será aquilo ali na frente?”

Kariel após ser bruscamente ignorada, algo que feriu de forma profunda seu ego, se re-coloca no plano físico, prestando um pouco mais de atenção no local onde estaria. Um caos, seus olhos de forma agil acompanhavam a estranha movimentação de pessoas, um exagero. Mas sua curiosidade não a deteria de avançar, esquece por alguns segundos o que havia acabado de acontecer e dá o próximo passo, na direção da bagunça que estaria na sua frente.

Ia de forma mais lenta, para dar tempo de analizar melhor a situação, buscava alguem que poderia lhe orientar de forma útil e esclarecedora. Afinal estava completamente perdida em meio aquela muvuca.

“Pessoa Inútil… Pessoa feia… Pessoa criança, isso nem existe!... Pessoa sendo carregada por marinheiros claramente zangados.. Opa, o que?… Ding, ding, ding.. Achei!"

Quando se deparou com os possíveis mocinhos, foi em direção a eles, acelerando seus passos de forma a parecer interessada no que havia se passado ali. Em sua cabeça aqueles homens poderiam lhe servir, mas uma vozinha dizia que estava indo em direção a uma enrascada ou desperdiçaria seu tempo com mais pessoas inuteis. O que a deixaria ainda mais frustrada do que já estava.

Estava andando de forma engraçada, seus passos eram rápidos e isso a deixava levemente cômica, seus braços balançavam para frente e para trás na praticamente na mesma velocidade. Sua coluna levemente inclinada para frente, como se isso a fizesse chegar mais rápido ou até mesmo levar um belo de um tombo em público.  

“Ainda estou meio assustada, ai será que aconteceu alguma coisa grave? Espero que não, e se isso for uma ataque pirata, tenho que estar preparada. Acabou a brincadeira!”

Em seu rosto uma leve tensão pode ser detectada por alguém que pudesse estar observando, só o simples pensamento de que poderiam ser piratas, já fez com que seu sangue fervesse, a junção do medo e do ódio a fazia ficar nervosa. Mas tentaria manter sobre controle, até compreender melhor o que se passava ali.

Quando estivesse próximo aquela situação, buscaria por detalhes visuais, coisa que não conseguiu naquela distância, notar um pouco mais da aparência e roupas dos marinheiros e também da pessoa que estaria sendo carregada por eles. Usaria seu velho e tradicional discurso de pessoa adorável que não ameaçadora  que precisa de ajuda por estar desesperada ao meio de uma situação a qual não entende absolutamente nada. Sua mente estava tão acelerada como esta frase, sem nenhuma vírgulas. Seu tom de voz, estava meio amargo, sua tensão ficou um pouco clara, mas tentaria manter o controle o quando que lhe fosse permitido.

-Bom… Olá! Será que os senhores poderiam me dizer o que está acontecendo aqui, eu estou completamente perdida e… - Pausa, olharia a pessoa carregada de forma curiosa - O que aconteceu com essa pessoa? Isso é alguma baderna?

Não saberia se eles parariam quando ela começasse a falar, então mesmo que eles continuassem a andar, os acompanhariam, afinal, deveriam estar indo para um local menos agitado. O que seria ideal para esclarecer essa situação. Se de fato a situação fosse esclarecia, poderia ficar UM POUCO mais calma, afinal não seria um ataque pirata, logo, respiraria com calma, sua expressão ficaria normal e tranquila como de costume.

-Ah, me desculpe, esqueci de me apresentar, me chamo Kariel! - Era bem evidente que ela não era humana, mas seu coração batia com força, com medo de ser discriminada por eles, isso a deixaria bem abalada. Tinha quase certeza, que a pessoa falaria alguma coisa malvada, então estava praticamente preparada para ignorar quaisquer comentários negativos solto por aquele indivíduo.

Se caso não fosse tratada de forma rude pelos marinheiros, pediria permissão para acompanhá-los até o local para onde levavam o recém detido. Lá poderia ser o centro dos marinheiros, fazendo então que ela poupe tempo para encontrar esse local.

-Será que posso acompanha-los? - Pausa - Pelo que eu vejo, você são marinheiros e tenho interesse em fazer parte dessa corporação, logo isso poderia me adiantar, já que estou meio perdida aqui!

Se recebesse um “cartão verde” os seguiria, levemente curiosa. Tentaria acompanhar na mesma velocidade para não ficar para trás ou se perder. O que de fato não seria nada bom naquele momento. Tentava ignorar fatores externos para não perder seu foco. Marinha. Tinha que chegar até lá o mais rápido possível, a partir dali, estaria começando.



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Thanks Faith @CG

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Última edição por SraVanuza em Sab 06 Jan 2018, 15:02, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyTer 02 Jan 2018, 18:46


Shark Fish


A ilha de Shelss Town vivia naquele instante um caos que parecia improvável visto que na cidade a Marinha era uma força a ser respeitada tanto quanto seu sargento. Ninguém sabe ao certo de onde aqueles tritões surgiram e nem o que eles queriam causando tal desordem na ilha, mas o certo é que ao menos sentiam um fio de arrependimento passar por suas mentes já que neste instante estavam sob controle da Marinha. Muito mais do que ações malignas a ilha de Shells reservava em seu interior pessoas convictas a colocarem o seu bem estar em segundo plano apenas para fazerem o bem, apenas pelo fato de ser o certo e sentirem-se bem com isto. Mesmo que não tenham feito algo grande e de reconhecimento mundial, pode-se dizer que é isso o que a Marinha precisa, carácter;


Alipheese


Aliphesse em seu mais desejo de ser prestativa havia adquirido para si uma responsabilidade momentânea - ou então, um fardo -, uma criança que em meio a toda a confusão fora separada de seu pai, sua pequena mão se encaixava perfeitamente a da garota que junta a ela dava passos após passos em direção ao QG fora surpreendida pela vontade da criança de interromper o caminho e se dirigir a uma taverna. Sinceramente, aos olhos de qualquer um aquela taverna não era local adequado para uma criança adentrar - e isso incluía Aliphesse - sua aparência rústica e velha não era nada convidativa, ainda mais sob as sombras das espessas nuvens que se formavam no céu. Apesar do clima na ilha ser na maior parte quente, naquele instante as cinzentas cargas de água traziam o prelúdio de que aquele dia de fato era uma exceção em relação a todos os outros.

Olhos nos olhos, ambas as garotas parecem se entender, ainda mais em tal situação onde cooperação se fazia mais que necessária, a criança apesar de mostrar uma profunda tristeza nos olhos pareceu entender que seguir em frente era a melhor maneira. Sem dizer uma palavra, apontou para o caminho que seguiam, e isso bastava. Não demorou até que ambas chegassem ao QG da Marinha sem problemas, tudo graças ao oficial que lhes indicou o caminho nos minutos atrás. O local parecia estar em outra ilha, simplesmente por estar intacto, diferentemente do centro da cidade que sofrerá avarias constantes na batalha que agora estava controlada. Os portões já estavam abertos e não haviam guardas, entretanto vários marinheiros saiam em grupos para auxiliar os civis. O caminho estava livre para que prosseguissem.

O interior do local era modesto, ainda porque era apenas a entrada mas o principal era que poderiam seguir até um balcão onde um homem conversava agitado com outro oficial por um Den Den Mushi. Seus olhos castanhos logo se estreitaram para as duas figuras que se projetaram a sua frente, após isso deu uma breve desculpa e terminou a comunicação. —Olá, no que posso ajuda-las? Estão feridas? — Perguntou com extrema simpatia. Alipheese tratou de controlar sua timidez e mostrar convicção em suas palavras, o homem ouviu atentamente e no fim sorriu. —Ah, entendo. Fico feliz que existam pessoas como você hoje em dia, é muito difícil encontrar pessoas com estas qualidades. — Logo o homem saiu por de trás do portão, abaixando-se próximo a criança. —Se perdeu do seu pai? Não se preocupe. — Disse, colocando a palma da mão no topo da cabeça da garota. —Tudo bem, temos algumas pessoas aqui na mesma situação, talvez seu pai também esteja a sua procura. Por favor, siga aquele homem, ele vai te ajudar a encontra-lo. Tudo bem? - Sua voz parecia aveludada, como se tivesse passado por tal situação diversas vezes que agora tudo saia com naturalidade.

A garotinha sorriu, parecia ter se acalmado de tal forma que agora seu rosto parecia mais limpo. Sua pequena cabeça inclinou-se em direção a Aliphesse, seus olhinhos desviaram-se por um momento e seus lábios rosados soltaram um breve —Obrigada. — Logo deu as costas, correndo envergonhada. O marinheiro ali presente riu. —Apenas isso faz tudo valer a pena, não? — Seus passos os levaram de novo por detrás do balcão, onde remexendo em alguns papéis logo encontrou o que queria, pondo-o frente a garota. —Por favor. Preencha isso, parece burocrático mas é necessário. Seu teste começara em breve. Vou lhe dar alguns minutinhos para se preparar, tudo bem? Volto em breve.


Lynn & Kariel


Lynn tivera uma recepção em Shells um tanto quanto estrondosa, na tentativa de ajudar uma família acabou partindo de 'herói' para 'vilão'. Cada um de lado, um marinheiro arrastava o garoto em direção ao QG da Marinha, suas atitudes apesar de serem erradas - onde já viu, bater em uma criança - não poderiam lhe prender por muito tempo. Os guardas mantiveram-se calados a maior parte do caminho, até mesmo quando o jovem buscava dar um alívio cômico à situação, ao redor as pessoas reagiam de diferentes formas, alguns pareciam se zangar pensando que ele estava junto dos tritões de outrora, outros apenas riam com tal cena enquanto outros se moviam pela curiosidade. A frente dos Marinheiros e de Lynn aparecerá uma figura um tanto quanto diferente, uma mink os interrompera perguntando algumas coisas, Kariel era o nome dela que projetou-se ali praticamente ignorando a presença do até então sentenciado Lynn. —Este garoto causou problemas a uma família, aproveitou a confusão e atacou uma criança. Acredita nisso? - Contou indignado.

Ao ouvirem o pedido da mink os marinheiros se entreolharam e deram de ombros, praticamente concordaram que ela os acompanhasse em direção ao QG, a caminhada fora curta, mas não o suficiente antes que pudessem se livrar dos inúmeros pingos de chuva que começaram a recair sobre a terra, trazendo ao ar o cheiro de maresia. Ao chegarem na entrada no QG estavam todos ensopados, Kariel tinha a visão de dentro, enquanto Lynn continuava a ser arrastado para os fundos. Um pequeno aglomerado se formava ali, pessoas muito diferentes uma das outras num mesmo local parecia uma fórmula para confusão. Todos ali estavam se entreolhando quando uma ilustre presença abalou o ambiente. Hamaku Thor, sargento e responsável pelo QG mostrava sua imponente presença com seus dois metros. Sua boca abriu lentamente trovejando uma voz estrondosa. —HAHAHA! - Riu —Vejo que temos muitos convidados hoje. Acredito que todos aqui desejam vestir o brando da justiça. Estou certo? — Perguntou retoricamente. —Inclusive você, seu estabanado. — Apontou para Lynn com certa apreensão. Os guardas o largaram imediatamente, deixando-o cair ao chão. Logo o homem deu as costas, voltando ao fundo do QG, por trás dele a figura do Marinheiro do balcão acenava a todos os chamando para o seguirem.


Teste de Fogo


O fundo do QG era um enorme campo de treinamento, muitos bonecos, alvos, armas, espadas se faziam presente. Aquele era só uma amostra do poder bélico da Marinha. A chuva lá parecia ser mais forte, provavelmente se intensificou no meio tempo, o sargento andou calmamente até o centro da arena onde elevou o tom de sua voz. —Se querem ser Marinheiros, terão de me convencer que possuem o que é preciso. Todos vocês contra mim, o que acham? HAHAHA! — Brandiu. —Podem se armar. Peguem o que acharem que é necessário. Lets begin baby!



(+):
 

Thankz Mirai


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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyTer 02 Jan 2018, 22:12


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Desafios.



Diferente de sua primeira troca de palavras com a garota, dessa vez ambas conseguiam conectar-se uma a outra de modo a tornar ainda mais claro que naquele momento precisavam uma da outra para que tudo pudesse ser resolvido, por mais doce que fosse Alipheese e por mais forte que fosse o seu desejo de ali ajudá-la, não queria ser colocada em uma situação onde fosse obrigada a em algum momento a forçar a criança de uma ação, essa não era quem ela é, tão pouco quem ela almejava ser.

Não foram necessárias mais palavras, ela havia conquistado a confiança da garota, mesmo que sinais de tristeza pudessem ser vistos em seu olhar, havia também ali esperança e era esse o sentimento que a garota almejava cultivar no coração das pessoas. Não demorou muito para que ambas pudessem avistar o QG,  as instruções dadas pelo marinheiro havia a ajudado a tomar uma rota que provavelmente estava muito mais segura do que o caminho que  talvez ela tivesse escolhido. O clima que estava quente, talvez até um pouco abafado. Eram sútis os pequenos detalhes de mudança climática, como a própria umidade que parecia estar presente no ar que fazia com que uma brisa mais fresca pudesse pela garota ali passar, concentrada em seus próprios pensamentos e na auto-preparação para a conversa que planejava ter com o rapaz que era responsável ali pelo balcão, talvez nem tivesse notado como  nuvens cinzentas começavam a no céu se juntar ou como a própria luz natural do dia talvez pudesse diminuir, fosse  de forma sútil ou súbita.

Um detalhe que talvez ali ela tivesse notado era como se as proximidades do quartel pareciam ali a parte de um outro mundo o sentimento de paz que ali sentia vinha tanto da proximidade da realização de seu sonho, como também da esperança que podia sentir de que naquele momento  ela pudesse respirar mais tranquila em relação ao futuro da criança que estava ao seu lado e a direção de seu próprio futuro admirou os portões e cada momento que estava ali dentro era tão irreal para ela que sentiu que poderia acordar a qualquer momento de seu sonho, seus olhos nesse momento continham um brilho intenso e o seu sorriso presente no rosto, não era só belo como passava muito a ideia de uma inocência infantil.

O rapaz que estava no balcão parecia agitado, usando um aparelho de comunicação que para ela era estranho, já havia ouvido falar sobre denden mushis, mas nunca havia visto um tão de perto. A  súbita interrupção do rapaz ao fazer uma pergunta a ela, por um momento a desestabilizou um pouco, estava tão concentrada em como poderia falar que não havia pensado na possibilidade do script feito em sua própria cabeça não fosse seguido a risca. Mas, de sua própria maneira foi capaz de respirar fundo e dizer as palavras que precisavam ser ditas, suas reações físicas deixavam claro que não era algo fácil a ela, ter de tomar a frente e falar, ainda mais considerando que não só estava expondo um pedido de ajuda, como também colocou para fora o seu sonho em forma de palavras o brilho de seu olhar e o tom de sua voz não haviam deixado dúvidas do quão imaculado era o seu modo de pensar, sua própria expressão séria naquele momento talvez não pudesse passar a impressão desejada ao mostrar sua própria convicção mas o esforço que ela precisou para tal felizmente parecia ser reconhecido quando ouviu as gentis palavras do Marinheiro, permitiu-se naquele momento a vaidade de ter um pouco de orgulho de si mesma, do que havia feito, não havia mal nisso, certo? O  marinheiro havia saído de trás do portão e isso fazia com que o seu coração por um momento acelerasse ainda mais, a aproximação  ‘’repentina’’ após as palavras que ela havia ouvido a fizeram por um breve momento sentir que seu corpo travaria, mas antes que sua própria mente a sabotasse por completo, pôde ver a gentileza com que o rapaz tratava a pequena criança e os mínimos detalhes para ela eram de extrema importância.

Por mais que tivessse feito algo similar ao oferecer esperança a criança, não era capaz de enxergar de forma tão intensa em si mesma o heroísmo que  acontecia a sua frente, diferente dela as palavras saiam em um tom seguro de si, de como lidar com a situação, algo que claramente vinha da experiência ao qual para Alipheese tanto faltava. Ao fim das palavras do marinheiro, pôde ver a pequena garota inclinar a sua cabeça em sua direção e ali havia recebido uma recompensa tão grande que não se podia estimar em berrys. A gratidão, o sorriso e a forma como toda a cena havia acontecido eram capazes de despertar em Alipheese um sentimento que por um momento pareceu atordoá-la, ela havia feito a diferença, ela havia salvado alguém. E o mais forte que pôde, mesmo que de forma metafórica agarrou-se a esse sentimento bom para lhe dar estrutura, como essa criança havia sido a primeira pessoa que havia salvo e devolvido a esperança, ela queria poder sentir isso muito mais vezes e era claro em sua mente que ela precisava ser corajosa, para enfrentar as próprias limitações para seguir em frente com seu sonho.

O sorriso em seu rosto transmitia muito da luz que havia dentro de si e por um momento sentiu que  seus olhos estavam ligeiramente úmidos, como reflexo da emoção do momento em que sentia, levou uma de suas delicadas mãos  aos seus olhos de modo  a levemente secar um pouco seus olhos, antes que lágrimas caíssem, por mais que quisesse esconder o quanto havia se emocionado, quando ouviu as palavras do marinheiro, sua voz lhe entregaria por completo.

- Sim, faz tudo valer a pena… E eu quero que essa seja só a primeira de muitas vezes em que eu poderei vivenciar essa experiência…

Alipheese, mesmo sendo bem racional, quando abria a sua boca tinha dificuldades para manter aquilo que sentia fora do ouvido dos outros e não era incomum que ela acabasse sendo mais transparente do que deveria, algo que para sua personalidade introvertida a fazia ficar ainda mais sem jeito na frente das pessoas. Suas mãos suavam levemente e isso a fazia disfarçadamente na própria parte inferior de sua vestimenta, tentar fazer com que a situação fosse mais aceitável.

O  marinheiro talvez pudesse ali ter falado algo a mais visto sua reação e suas palavras, mas independentemente de ele ter complementado a sua fala ou não,  o silêncio seria a resposta da garota. Havia visto ele voltar para o local onde estava, claramente procurando algo, ouviu o barulho de papel sendo revirado e com isso ela pressupõe que deveria preencher algo em breve e assim como ela havia pensado, não demorava muito para que o rapaz lhe desse um papel para preencher, se ele lhe desse uma caneta ou houvesse uma no balcão que pudesse utilizar, começaria a preencher assim que tivesse em suas mãos, de forma animada como uma criança que havia acabado de receber um brinquedo. Sua resposta limitou-se a um balançar de cabeça já que nesse momento não  era capaz de encontrar palavras para aquela situação. Entretida com o preenchimento do papel e como aquilo marcaria a mudança que ela tanto desejou, talvez nem tivesse visto o rapaz sair, apesar de saber que em breve ele voltaria. Pôde ouvir o barulho da chuva do lado de fora, algo que  era maravilhoso de se ouvir. A temperatura parecia se tornar mais amena e a sensação de frescor lhe invadia a deixando muito mais confortável, tornando mais fácil para que ela se concentrasse e terminasse de preencher o papel.


“ Eu fiz… Eu realmente fiz o necessário para chegar até aqui… Não foi nada fácil! Mas… Só em pensar em como serão os próximos dias… Os desafios e como eu posso crescer...  Eu me sinto incrível!”


Seus pensamentos guiados pelo sentimento eufórico a faziam mais suscetível a encarar aquilo que estava longe de sua zona de conforto, mesmo que tivesse demorado para chamá-la, ela não sentiria que havia passado mais do que alguns segundos, devido a forma como ela tentava fortalecer-se mentalmente para aquela situação a tivesse feito perder um pouco da noção da realidade a sua volta. Se ele ali tivesse mostrado o caminho ou pedisse para que ele a seguisse, o seguiria quieta até o local que para ela era designado, haviam mais duas pessoas ali presentes junto a ela… Seria certo usar o plural para pessoas? Havia visto o garoto ruivo que parecia ser o mesmo que havia visto mais cedo, sendo carregado por outros dois marinheiros e  algo como um gato roxo gigante com o seu pelo todo molhado, seria esse o seu teste? Lidar com essa criatura que era maior que ela ou mesmo sobreviver como em histórias envolvendo coliseus onde felinos grandes caçam pessoas? … Não!

Alipheese tentava manter a ideia ridícula fora de seus pensamentos a realidade já era desafiadora o suficiente um pequeno grito fino de susto rapidamente surgiria da garota, junto a um arregalar de olhos, caso o “ gato gigante” fizesse algum barulho diferente de um miado, claramente tentaria disfarçar o mais rápido que podia, levando uma das mãos ao seio de modo a ouvir o próprio coração e respirar de forma mais profunda para encontrar a calma. Caso o rapaz se aproximasse ali ela  talvez perceberia que se tratava do mesmo rapaz da confusão, mas não seria capaz de lembrar de sua voz, por não tê-lo ouvido anteriormente, tentava mantê-lo fora de sua bolha de espaço pessoal ao apressar o passo ou ficar mais próxima do marinheiro que os guiavam, se perguntada em respeito a criança responderia com um sinal da própria cabeça de positivo. O fato do gato gigante ainda estar andando atrás a incomodava talvez ainda mais do que qualquer atitude estranha do ruivo, pelo medo de ser atacada o que a fazia constantemente acelerar o passo. Esse sentimento  de medo e apreensão, logo era substituido pela surpresa do que estava a sua frente agora, sendo capaz de agora sentir as gotas de chuva entrarem em contato com sua pele, permitia-se um momento para fechar os olhos e sentir em sua derme uma sensação refrescante gerada pela diferença de temperaturas. Mesmo que ficasse molhada graças a chuva, estava feliz por estar vestindo roupas mais leves de coloração mais escura, por baixo de suas roupas brancas, fazendo com que ainda que seu corpo tivesse uma quase total ausência de curvas mais acentuadas, com que  ela não pudesse sofrer com a ideia de transparência que suas vestes pudessem trazer.

Abriu seus olhos lentamente e pôde ver o quanto era incrível a disposição de equipamentos, ainda estava um pouco impressionada pela disposição da estranha figura que havia visto antes, mas não tinha tempo o suficiente para gastar pensando no que ocorreu no passado, agora que tinha um desafio pela frente, aquele que aplicaria o teste mostraria-se um pouco excêntrico, em seu anûncio mas, sentia uma energia boa fluir de como ele ali cobraria deles uma postura a fim de testar suas próprias determinações para seguirem um mesmo caminho, aproximaria-se  do balcão de armas de fogo caso assim houvesse um. A forma como seus olhos percorriam pelas opções que estavam a sua disposição, mesmo que fossem armas aparentemente “ iguais” poderiam lembrar a uma pessoa escolhendo frutas de forma seletiva em uma feira. Usando de sua visão aguçada junto a sua própria experiência em seu ferreiro, a garota buscava encontrar uma arma que segundo seus próprios parâmetros pudesse estar funcional, caso houvesse algo como uma sniper dentre as opções ou até mesmo um outro tipo de arma com o apoio de uma “ Mira”, pelo tremendo desejo de poder sentir em suas mãos como seria o uso de uma arma mais precisa. Em seu ofício, não havia tido o contato com a manutenção de armas desse porte, por isso sua curiosidade a cerca desse tipo de equipamento era grande, mas caso não houvesse nenhum tipo de arma de maior porte isso não a desanimaria, talvez fosse melhor fazer um teste com algo que ela já teve alguma experiência prévia. Assim que tivesse selecionado a sua arma, checaria se a trava de segurança estava ativa e caso não estivesse, travaria a arma, para que pudesse retirar o cartucho, caso houvesse algum para checar o tipo de munição que ali dentro havia se julgasse que era algo que poderia ser mortal ao sargento, procuraria por algo como uma bala de borracha ou  qualquer outra alternativa não letal que talvez pudesse ter a sua disposição  e se não houvesse perguntaria em voz alta.
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-S… S Senhor,  há algum outro tipo de munição? Eu… Eu… Apenas sou eficiente com o uso de armas a distância mas… Não queria que houvesse a possibilidade de em um teste colocá-lo em risco…

Suas palavras teriam um tom doce e  inocente, o que era bem curioso em relação a naturalidade ao qual ela era capaz de falar muito mais facilmente sobre algo "terrível" referente ao uso de uma arma de fogo, contra alguém que poderia ser seu aliado no futuro em relação a toda e qualquer outra interação pessoal ao qual já se pôde obter dela até o momento o tom de dúvida poderia ser inclusive cômico devido a sua própria expressão ser desprovida até o momento de um pensamento mais humanitário em uma ocasião onde havia sido colocada sobre a pressão de um possível combate e talvez fosse essa a causa.
Em momento algum soaria como convencida ou pejorativa, não era também sua intenção ser insubordinada ao fazer a sua pergunta, era realmente uma preocupação real.

Toda essa situação para ela era nova e ela nunca havia atirado em algo que não fosse um alvo parado, mesmo que sua mira fosse excelente, mas mesmo que pessoas normais em uma situação como essa, considerando todas as barreiras sociais que existem dentro de sua própria cabeça estariam arrancando os cabelos, a garota aparentava um semblante assustadoramente tranquilo, graças a sua aparência  inofensiva, era possível que  sua mudança de postura e expressão quando pressionada não fossem capazes de por si só causar uma cautela adicional em relação a sua pessoa, mas ela poderia existir. Seu olhar e seu sorriso apresentavam uma leve pitada de malícia de modo sútil.
Expressão:
 

A calma dentro de si nesse momento perpetuava de forma mais intensa graças ao seu pensamento que a levou a lembrar do sorriso e das palavras que a pouco tempo havia vivenciado e isso a estruturou de uma forma ainda mais intensa.
O maior desafio, talvez ainda mais do que o combate poderia ser era fazer com que suas próprias convicções não pudessem naquele momento desvia-la de seu caminho, seu ideal de justiça é baseado no principio de ser rápida, eficiente e limpa, levando em conta que ela talvez possa ferir um futuro aliado que já atua como um herói havia tornado muito mais difícil para que ela pudesse ter encontrado esse seu estado de paz atual.

Manteve um ciclo de respiração mais profunda de forma a estabilizar o seus batimentos cardíacos e evitar que suas mãos pudessem ficar trêmulas, puxaria a trava de segurança e com a munição que lhe fosse disposta para o teste ajeitaria dentro de sua arma de escolha a segurando com firmeza com ambas as mãos, para dar estabilidade e evitar problemas com o recuo da arma. No caso do combate iniciar-se dentro de um primeiro momento tentaria se manter afastada. Sua ação seria reforçada caso sua visão lhe permitisse notar que os outros dois seres ao seu redor que deveriam lutar junto a ela em equipe usavam algum tipo de arma de curta distância.

Em um primeiro momento, ela ouviria e tentaria se manter no próprio espaço, aquilo era necessário tanto para que ela pudesse se manter focada, como também para evitar alguma interação nesse momento do teste que não fosse necessária. Não conhecia as pessoas que estavam junto a ela e o único jeito de saber como prosseguir da melhor forma nessa situação era que ela pudesse manter o seu estado concentrado na situação vivenciada.





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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyTer 02 Jan 2018, 23:52




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Recrutamento ?










O inicio de sua aventura parecia andar de maneira estrondosamente errada ao ver suas ações dando resultando em uma conclusão totalmente errada, o "Herói" que havia formado em sua cabeça acabou se tornando o verdadeiro "Vilão" para aquela família e talvez até para algumas pessoas próximas. Mas neste momento nada disso importava, já que a única coisa que o garoto poderia ver eram os dois marinheiros que o acompanhavam, um de cada lado o arrastando, sua direção? Provavelmente o QG da Marinha, para ser mais exato, a prisão ! Mesmo com algumas reclamações, se é que isso poderia ser chamado de uma, os marinheiros pareciam continuar calados perante a voz do garoto pela maior parte do caminho, assim buscando interagir com as coisas a sua volta, uma atitude estranha para o seu inicio, se o garoto era tão interativo, por que não fez isso antes ? Só Lynn saberia responder essa pergunta, já que no momento a única resposta que ele recebia eram das pessoas que reagiram de diferentes formas ao avista-lo, alguns pareciam zangados ao ligar ele aos tritões enquanto outros riam e alguns se moviam pela curiosidade. Mas uma voz feminina parecia chamar a atenção dos Marinheiros que perguntava sobre as ações do garoto, mas o que mais chamou a atenção do garoto era a resposta provida a Mink.

Indignado com as palavras dos Marinheiros, o garoto não aceitou ser tratado dessa maneira, assim discordando totalmente com as palavras dirigidas a sua ação.

- H-Hey ! Não foi isso que aconteceu, como você ousa falar algo assim de mim? EU ESTAVA AJUDANDO, A-JU-DAN-DO ! Sabe o que é isso? Não tenho culpa se meu pé errou de alvo, pés também erram, sabia ?! Tch... Como ousam tratar alguem como eu, aquele que se tornará o Imperador dos Mares de tal maneira ! Eu vou fazer chover sobre as suas cabeças ! Hey ! Vocês estão me ouvindo ? H-heyyy !! -

Não sabia se simplesmente estava sendo ignorado ou se aqueles Marinheiros não poderiam lhe ouvir, mas isso lhe deixava extremamente indignado com a sua situação que só lhe permitia continua sendo carregado em direção ao QG enquanto seus olhos apenas poderiam avistar o céu de Shells Town, cada detalhe das nuvens poderiam ser refletido sobre seus olhos no mesmo momento que pareciam corresponder aos seus desejos. Ele não sabia como, mas aquele lindo céu parecia encher de nuvens cada vez mais, será que Lynn poderia ser considerado alguém agraciado pela Mãe Natureza ? Nem ele sabia disso, mas a sua mente fazia ele pensar de tal maneira ao ver a chuva se aproximar cada vez mais sobre as suas cabeças.


Lynn olhando as Nuvens:
 


" CHUVA, CHUVA, CHUVA, CHUVA, CHUVA, CHUVA, CHUVA, CHUVA, CHUVA, CHUVA, PELO AMOR DE ALGUEM AI DE CIMA, FAZ CHOVER NESSA PORRA ! "

"" Que diabos se ta tentando fazer criança de Deus ? Dança da chuva? Aé, se não pode dançar... (>ლ) ""

Os primeiros pingos de chuva, pareciam como uma resposta a sua divindade, como se estivessem respondendo ao seu comando e as suas intenções e com isso a sua voz parecia estrondar de alegria sobre o local junto de sua risada, quem diria que choveria mesmo? tudo parecia estranho, mas o garoto gostava disso ao puder jogar na cara daqueles Marinheiros.

- Você viu ? EU FIZ CHOVER , HAHAHAHAHAAHAHAHA, Eu sabia disso ! Eu sou o Imperador dos Mares e não à nada que eu não possa fazer ! A VIDA ME AMA ! -

"" ... Você tem problemas mentais ? Se ta ligado que não foi você que fez chover e sim o Narrador né ? ... ""

" Como se eu ligasse pra isso ! Hahahahaha ! "

"" (>ლ) Peço perdão por isso querido Narrador... ""

Gota por gota, elas continuariam a cair e acomular sobre o seu corpo já ensopado pela água, o cheiro de maresia parecia trazer um alívio para o garoto que continuava com um sorriso estampado sobre o rosto enquanto era carregado pelo caminho. Ao chegarem na entrada do QG o garoto era arrastado para os fundos sem muita cordialidade até que uma voz e presença parecia abalar o ambiente do local, não saberia quem era, mas apenas pelo fato de ser reconhecido e receber a resposta dos Marinheiros o soltando era o suficiente para que recebesse pelo menos um pingo de seu respeito.

Se levantando, Lynn bateria de leve com suas mãos sobre as suas roupas encharcadas, provavelmente não faria muita diferença, mas era o mínimo que poderia fazer antes de mecher sobre seu cabelo molhado e finalmente olhar sobre os seus arredores, poderia reparar no aglomerado de pessoas a sua volta, junto do Marinheiro do balcão que parecia acenar para todos que o acompanhassem e isso lhe surpreenderia nos primeiros instantes, principalmente se a Mink continuasse ao seu lado, assim causando uma confusão sobre a sua mente que parecia olhar mais detalhadamente para a Mink ao seu lado, seus olhos pálidos e afiados se estreitaram de leve ao observá-la na tentativa de entender o que diabos aquele ser Roxo e de aparência estranha poderia ser, assim infelizmente não conseguindo conter a sua curiosidade ao perguntar de maneira bruta e confusa.

- Mas que diabos é você ? -

" Era essa porra que tinha a voz de mulher e que estava me acompanhando até agora? Não é possível... "

"" Pera ae, deixa eu dar uma olhada... Cabeça gigante, corpo fino, cor roxa... Se essa porra não é do Ceará, certeza que é a Estrelinha das Meninas Super Poderosas ! Só falta ter boa aparência na ficha tambem, ai fudeu ! ""

Não saberia se iria receber uma resposta, mas a curiosidade iria durar pouco para o garoto que provavelmente responderia com um simples balançar de cabeça antes de olhar melhor ao seu redor, provavelmente teria que acompanhar ou assinar alguma coisa em seu caminho, já que estava no QG da Marinha e parecia haver um teste de recrutamento, por que não aproveitar a situação? Porém uma coisa ainda continuava a bater sobre a sua mente... Será que a garota de cabelos brancos estaria aqui ? Caso ela tivesse ajudado a criança, talvez vir para o QG era a melhor solução que ela poderia encontrar... Seus olhos repararam em todo o ambiente em busca dela, caso encontrasse-a, colocaria sua atenção totalmente a ela e provavelmente esquecendo da Mink que provavelmente ainda estaria ao seu lado nesse momento, se dirigindo a pequena garota, não saberia se a mesma estaria prestando atenção no garoto e se haveria uma troca de olhares, mas seus passos seriam firmes junto de um sorriso, cada vez que se aproximasse, seu sorriso iria parecer cada vez mais estranho e ao se aproximar por completo da garota ele tentaria cheirar seus cabelos e seus ombros, assim provavelmente a molhando pela culpa de seus cabelos úmidos da chuva enquanto a perguntava junto de seu sorriso que terminaria por olhar diretamente em seu rosto, talvez fosse uma cena um pouco tenebrosa e estranha para a garota ter uma abordagem desse tipo, mais ainda quando sua voz parecia como um lindo mar calmo antes da tempestade.

- Você por acaso ajudou a criança, certo ? Vamos lá, não me diga que não... -

Se a resposta fosse negativa, Lynn apenas poderia oferecer uma pequena sugestão para a garota a sua frente de maneira serena e mais calma possível.

- Aconselho que pegue as suas coisas e nunca mais apareça nessa cidade, pois se não, Eu vou estar lá ! -

"" Achou que eu tava brincando ? (ง ͠° ͟ل͜ ͡°)ง ""

Mas caso a resposta parecesse positiva, o garoto se afastaria de leve, assim respeitando um pouco a questão de espaço da garota e talvez chamando um pouco a atenção da Mink que poderia estar atrás do mesmo, caso ela perguntasse os motivos das ações de Lynn, ele responderia sem muitos detalhes sobre o ocorrido passado.

- Enquanto eu tentava chutar a veia, eu gritei pra ela salvar a criança que tava por perto... -

"" Além de que se ela não fizesse isso, a gente ia tacar o cacete nela ! (ง'̀-'́)ง ""

Porém se a garota mostrasse confusa pelas suas atitudes, o garoto agiria de maneira tranquila e brincalhona ao apontar o seu dedo para a Mink enquanto respondia com um pequeno sorriso no rosto.

- Sei lá, eu tava com aquele bicho ali e daí me deu vontade de fazer isso -

Caso as suas atitudes deixassem a Mink um pouco revoltada ou injuriada com suas ações, assim buscando a atenção ou uma resposta do garoto sobre algum assunto ou algo do genero, Lynn apenas mostraria a sua mão antes de respondê-la, assim finalizando por ignorá-la por um tempo.

- Ta, ta, fala com a minha mão -

"" BRUTO ! ""


Indo para o fundo do QG, Lynn poderia avistar um campo enorme de treinamento com muitos bonecos, alvos, armas e espadas. Mesmo que aquilo fosse apenas uma parte pequena do potencial da Marinha, era o suficiente para criar um pouco de admiração no coração do garoto que parecia murmurar de surpresa pela vista.

- Eita... Olha o tanto de coisa... -

Cada vez que se aproximava, ele poderia ouvir o som da chuva que provavelmente havia se intensificado com o tempo bater sobre o chão, apesar de não ser um barulho ruim, o garoto ainda úmido pela chuva podia perceber a intensidade e a complicação que isso viria ter após as palavras de Hamaku Thor que já se encontrava no Centro da Arena, além de estar oferecendo armamento de graça, a sua confiança era gigantesca ao chamar todos aqueles no local para lutar contra ele e isso na visão do garoto era de maneira totalmente respeitável e de admiração, mas seus olhos nesse momento não se encontravam para o Sargento e sim para as armas disponíveis para o uso do teste.

- Espada é muito clichê,não... Chicote é muito frufru, nah... Usar meus pés e mãos ? Nem a pau, não quero machucar minhas unhas ! Bastão... Quem diabos usa isso?... Lança ? Isso ! Agora sim uma arma poderosa e imponente o suficiente para alguém como eu ! Não poderia ter uma escolha melhor que essa ! Algo grande e pontudo ! -

"" ( ͡° ͜ʖ ͡°) ""

Ja com sua arma em mãos, Lynn entraria na Arena enquanto apontaria sua lança para o Sargento, suas palavras soariam totalmente confiantes o que soaria estranho para o desfecho da sua frase.

- Depois não me venha reclamar Sargento ! Ai galera ! O ultimo que atacar é Mulher do Padre ! -

"" Isso ai, Mulher do Padre ! ヽ༼ຈل͜ຈ༽ノ ""

Pelo fato de nunca ter usado tal arma, Lynn manteria a lança em suas mãos com leves toques para se acostumar ao seu peso, distância e afinidade, enquanto isso o garoto estaria atento a todos os movimentos que o Sargento poderia vir a fazer antes de agir, sua ideia era em usar as pessoas a sua volta para que ganhasse informações suficientes para o uso próprio e não simplesmente lutar no escuro contra alguém tão poderoso como Hamaku Thor.

Caso ninguém mostrasse uma iniciativa de ataque contra o Sargento, Lynn se sentiria constrangido e impaciente ao exigir o motivo de ninguém ter tomado uma iniciativa.

- Hey ! Por que ninguém atacou ?? Não fode, bora porra ! Vou ter que ensinar como se faz ?  Tch, inúteis...-

"" Por favor não me mate tão cedo querido Narrador, quer dizer... Não mate esse inutil do Lynn. Ahhh ! Você me entendeu... ༼ つ ಥ_ಥ ༽つ""

Se as pessoas a sua volta continuasse sem alguém na linha de frente, o garoto apenas poderia balançar sua cabeça de maneira negativa, como se não aprovasse a atitude dos seus meros servos ao darem sua vida por seu Imperador. Suspirando de leve, Lynn ajustaria sua respiração antes de avançar contra o Sargento, seu foco inicial era demonstrar um confronto direto para testar o poder de sua Lança, mas a sua verdadeira intenção era usar isso como uma finta para girar pra esquerda junto de sua lança, numa tentativa de acertar com sua arma sobre a parte de trás das pernas de Hamaku Thor, assim abusando do tamanho que a lança poderia lhe oferecer. Se visse a sua iniciativa totalmente fútil, sua única escolha era de recuar e esperar que as pessoas a sua volta finalmente tomassem alguma atitude.












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Última edição por makei em Qua 03 Jan 2018, 03:21, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyQua 03 Jan 2018, 03:07



Be a pretty bitch!



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Kariel ficava chocada ao ouvir a resposta dos marinheiros, um rapaz tão “estrainho” seria então um agressor violento de famílias indefesas, isso era algo novo para a jovem, que só podia reagir de forma a demonstrar o quão surpresa estava. Mas essa por isso que queria se juntar a marinha, para lutar contra esse tipo de pessoa.

-Difícil de acreditar, mas como esse mundo está indo para frente, estou chocada! - Responde a gata de forma carismática e descontraída. Então ouve a resposta do garoto maniaco. O que a deixa de olhos abertos.

“Sem or… Ele é completamente maluco, isso deve ser genético, é cada coisa que vemos… Onde já se viu, um menino maluco em meio a cidade! Onde está a mãe e o pai dele? Com certeza uns irresponsáveis... “

Mesmo chocada fica aliviada em receber autorização para acompanhá-los. Queria ser ágil, mas sem ser esnobe ao ponto de ultrapassar eles. O céu naquele momento estava estranho, as nuvens do céu estavam cinzas, diferente do clima tropical que sempre domou o ceus. Em pouco tempo de caminhada, a tragédia. Chuva!

“Não pode ser, não acredito que está chovendo, esse menino maluco conseguiu ouvir antes de mim? Ou será que ele é capaz de fazer chover?... HAHAHAHAHAHA… Ai, como sou idiota, fazendo piada com um menino problemático.. Vou ser punida por isso, tenho que respeitar pessoas especiais!”

O som das gotas de água caindo são rapidamente detectados por Kariel, sua audição nunca falha. Mas não a deu tanto tempo para reagir de maneira adequada. Quando a água entra em contato com seus pelos, ela morre por dentro. A sensação de estar suja e molhada vem atona, fazendo ela se contorcer levemente em suas roupas, igualmente molhada.

“Isso é tão nojento. Eu estou nojenta. Eu quero gritar... Mas tenho que dar boas impressões a esses dois, se não quem sabe? Posso até ser rejeitada! Isso não pode acontecer! Sem sombra de dúvida!”

Em poucos minutos já teriam chegado ao QG, o que de fato era um alívio para Kariel, que odiava a sensação de estar molhada e suja. Cada passo seu era carregado de incômodo e angústia. Lá dentro havia várias pessoas, algumas uniformizadas, que seriam os marinheiros e alguns civis, que poderiam estar alí pelo ataque que estaria acontecendo. Ou até mesmo para se candidatarem ao então posto.

Estava tudo tranquilo até que… Um senhorzão chegou no lugar, ele era muito alto. Era claro que ele não era um simples alguém, era O Alguém. Apenas em poucos segundos sua presença já era sentida e emanava respeito. De forma exagerada e barulhenta, toma atenção de todos os presentes.

“Bando da Justiça? Parece algum grupo de heróis malucos… Não tenho certeza se é isso que eu quero não! Hehe….. Que…. Esse garoto também será marinheiro… Estão tão desesperados assim? Não pode ser!”

Mas antes de que pudesse tomar partido, se via perto daquele estranho, que além de ser particularmente bizarro aos olhos de todos, tinha que interagir com a gata, que estava tentando permanecer focada no que o grandão dizia. Quando suas palavras ecoam em sua mente. “Que diabos é você?”. Seu coração pulsa com força. Pequenas imagens vem em sua cabeça, relacionadas a sua infância. Melancolia e confusão, mas em segundos voltaria a si, levemente zangada.

- Seu pior pesadelo! - Sussurra baixinho, com uma gargalhada debochada e ao mesmo tempo carismática. Uma forma  de tentar afastá-lo e ao mesmo tempo se resguardar, não podia dar uma de louca naquele momento. Mas um leve ranço se formava.

Mesmo depois daquela estranha interação, ainda estaria surpresa pelo fato do ruivinho doente querer se tornar um marinheiro, mas ainda satisfeita pela forma com que ele caiu no chão. Permanece prestando atenção no senhorzão. Que os guiou até a arena, infelizmente aberta, onde a chuva parecia estar ainda mais forte, o que deixava Kariel angustiada, mais do que de costume. Lá, ele fez um discurso de que todos os presentes ali deveriam o enfrentar, podendo utilizar dos equipamentos servidos ali. Aos poucos, os presentes começaram a se manifestar, escolhendo armas de seu estilo pessoal, mesmo que todos parecessem amadores ou inexperientes.

Uma meninina magrinha e baixa, foi até as armas de fogo, o que de fato surpreendia Kariel. Ela não parecia alguém que lutaria, seria aquela menininhas que ficam agarrados com os mocinhos. O menino doentio foi atrás de algumas armas, buscando algo que fosse de seu interesse. Uma lança. Novamente algo surpreendente, afinal pessoas iguais a ele deveriam usar uma coisa muito mais adequada: Camisa de força.

Seus olhos se despregam do rapaz e se focam no que seria mais importante. O teste. Deslizavam entre as armas oferecidas, até que  seu olhar vai de encontro a sua paixão, quando se trata de luta. Espadas, sua expressão facial e corporal se tornam cômicas, seus grandes olhos se abrem e seu corpo faz um leve gingado circular.

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Rapidamente vai em direção ao estante. Onde deslizava suas garras entre as lâminas, até achar a perfeita. Longa e fina, mas não tão longa e não tão fina. Acho que ficou claro o que quis dizer. Uma rapier ou um florete, ou algo mais próximo disso, que não fosse tão pesado e de uma única mão, para não estragar seu estilo de combate, que usufrui da velocidade de movimento.

Após ter a arma em mãos, fazia movimentos rápidos, como cortes no ar que se cruzam, fazendo um X, para poder sentir o peso, a textura, forma e força da espada. para que se adaptasse, pois logo entraria em combate com o figurão ali, que deve ser muito confiante para enfrentar todos de uma única vez.

Novamente o garoto especial agia de forma imprópria, com palavreados grosseiros e uma postura inadequada. Algo que a deixava confusa e nervosa, o que faria sua expressão facial refletir em um erguer de olhos. Em contra partido, a menina desajeitada parecia tomar outra postura, algo mais sério e focado, novamente um pontinho para a surpresa. Algo inesperado. Mas voltava a focar no que era importante, não seria a linha de frente para enfrentar alguém daquele tamanho, então esperaria alguma atitude idiota para lhe cobrir.

Sabia que provavelmente aquele estúpido sério o primeiro a ir, ainda mais com aquela bizarra demonstração de confiança. Sua imprudência o faria avançar primeiro, algo que ficou claro, usaria ele de isca, afinal, conseguiu bolar essa tacticazinha de forma bem precária, pois além de não saber qual estilo de combate do senhorzão, não sabia a capacidade do garoto. Então ficaria a mercê do seu movimento.

Se alguém se manifestasse indo em direção ao homem observava com atenção para não cometer os mesmos erros que esse primeiro, porém se de fato o primeiro a avançar fosse o estrainho, avançaria rápido, a chegar segundos depois dele, para que usasse do movimento de defesa ou reação do grandão como uma abertura para seu ataque.

Durante a corrida deixaria sua lamina para trás,  até que pudesse se aproximar, caso o homem simplesmente defenda o ataque de forma mais bruta e menos tática, se movimenta para a direção oposta a sua defesa, saltando com sua lâmina, o ideal seria em um ponto cego ou em suas costas, usaria um corte crescente, de baixo para cima. Mas se por acaso ele defendesse usando um contra ataque, com alguma arma ou com força física, com o intuito de atacar o ruivinho, buscaria ficar de fora de zona de impacto ou o que quer que seja que ele usasse para atacar, dando um estrala para trás, usando de sua boa maestria em acrobacias, tomando cuidado com outras pessoas que pudessem vir ou até mesmo com o chão molhado. Assim que se reposicionar poderia bolar algo um pouco mais específico baseado no que o senhorzão usasse. Buscaria outra abertura com o movimento utilizado para atacar e avançaria novamente com a espada posicionada para frente, só que agora com a lâmina indo de forma a perfurar em vez de cortar.

Se por acaso ele utilizasse da mesma forma de defesa ou contra-ataque, movimentava rapidamente a lâmina para que pudesse defender ou pelo menos diminuir o dano causado.







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Thanks Faith @CG

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Última edição por SraVanuza em Sab 06 Jan 2018, 15:03, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyQua 03 Jan 2018, 18:11


Rumo ao Mar


O sargento cruzou os braços enquanto esperava a preparação de todos, a chuva caia incessantemente, seus olhos estavam fechados naqueles poucos minutos como se estivesse meditando, quase como se preparando para enfrentar três pessoas ao mesmo tempo. Ao seu lado sua arma icônica, seu machado de batalha igualmente grande repousava a espera dos candidatos. Ainda imóvel o enorme homem ouviu as palavras de Aliphesse que nada mais arrancaram do que uma gargalhada —Acha que pode me ferir garotinha? HAHAHA. Aprecio seu zelo mas não se fará necessário. - Era difícil saber se ele estava sendo egocêntrico, convencido ou simpático, seu modo de falar era entusiasmante mesmo que suas palavras fossem de puras certezas.

Quando abriu os olhos fitou cada um, pareciam apreensivos mas determinados, cada um aparentemente tinha um estilo diferente, já era de se esperar uma vez que todos era bem diferentes uns dos outros. Sua mão logo abraçou o machado e como se fosse uma simples folha de papel o colocou em seus ombro, colocou um pé a frente do outro liberando um espaço entre as pernas, seu corpo curvado dava a falsa de impressão que faria um avanço repentino, todavia era apenas sua postura defensiva. O primeiro a avançar fora Lynn, o garoto que chegou carregado por marinheiros mas recebeu a chance de se redimir. A lança que empunhava corria junto a si cortando o solo molhado, e num giro esperançoso de uma finta, por um instante Thor caiu para um lado enquanto a lança lhe atingiria no outro, entretanto o enorme martelo caiu bloqueando o caminho da ofensiva.

Sua mão esquerda se fechou formando um punho que sem titubear avançou contra o garoto que nem mesmo teve tempo para esquivar, seu corpo fora lançado ao ar em direção a Aliphesse que permanecia parada junto a sua arma de alta precisão, se quisessem passar deveria se mover o mais rapidamente.

Antes que pudesse se recuperar, logo o sargento estava sendo alvo novamente, Kariel vinha junto a sua espada para sua tentativa, o machado logo se chocou contra a espada e faíscas ruirão dos metais, olhos nos olhos Kariel presenciou um sorriso presunçoso por parte do homem que tinha tanta força a ponto de enfrentar três pessoas ao mesmo tempo. Uma vez que Lynn nem mesmo ocupou dez segundos dos esforços do sargento Kariel já não podia contar com seu plano premeditado. Thor impulsionou sua arma e visto que sua força física era claramente superior o impacto seguinte foi suficiente para desequilibrar a mink, com ambas as mãos Hamaku tornou sua arma ao topo de sua cabeça mas recuou num salto para seu ponto inicial. —Estão achando que vão me derrotar individualmente? Pensam que estão me impressionando com suas habilidades? Só tenho a dizer que dessa forma a única coisa que lhes espera é viver em desgraça. Pensem!

Aquela arena era como uma cidade, alguns prédios envolavam o local e várias ruas seguiam por aquela praça, além de barris espalhados pelo local e também algumas carruagens espalhadas com feno.



(+):
 

Thankz Mirai


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Tenente
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyQua 03 Jan 2018, 21:47


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Trabalho em equipe? A primeira demonstração de sua própria concepção de justiça.



A chuva incessante mesmo que em um primeiro momento viesse a ser refrescante para seu corpo e mesmo para que a sua mente pudesse se focar, também levantava uma questão muito importante em relação ao funcionamento de seu próprio equipamento, caso estivesse molhado. Alipheese, no entanto  tinha experiência tanto no manuseio, quanto na construção e na manutenção e sua experiência talvez ali pudesse fazer a diferença em uma das poucas coisas aos quais ela era capaz de dizer com orgulho ser capaz de se destacar. Thor era um homem grande, especialmente se comparado a sua própria estatura e isso era algo que em uma interação normal, provavelmente faria com que fosse ainda mais difícil do que normalmente é para que ela pudesse se comunicar abertamente com ele. Sua palavra passou segurança e confiança e a garota passaria longe da ideia de interpretar aquilo como uma ofensa ou deboche, mas considerou aquilo um aviso.

Seu olhar se direcionou aos demais que junto dela estavam, ainda que só pudesse vê-los nesse momento de costas graças a própria distância que seu estilo de combate exigia pôde compreender minimamente uma informação básica sobre seus modos de combate. O gato roxo e gigante  usava uma arma de curta distância, uma espada, arma que ainda que não tivesse nenhum conhecimento de seu manuseio para combate, já havia visto diversas vezes em seu ambiente de trabalho, sendo este um tipo de arma ao qual ela particularmente não se interessa muito devido a simplicidade de seu processo de criação e manutenção se comparados aos processos de uma arma de fogo. Por outro lado o garoto ruivo usava uma lança que dava um certo alcance e o próprio Sargento que usava um grande machado que em suas mãos parecia ser feito de brinquedo, tamanha era a sua própria demonstração de força.

Poderia se considerar sortuda, de não ter de encará-lo de frente como os demais ao mesmo tempo que ficava apreensiva em ter de confiá-los  o papel de sua própria proteção. Estava com uma arma que não tivera ainda a oportunidade de trabalhar ou empunhar mas que continha uma qualidade e precisão que ela era capaz de notar como algo muito acima do normal, o que para ela poderia facilitar muito o processo de ter de mirar  em um alvo movel, sem que pudesse acertar ninguém. No entanto, o tempo que ela havia levado para fazer suas próprias considerações e com sua visão aguçada analisar o ambiente em que se encontrava era o tempo em que ambos “companheiros” naquele teste eram pressionados de forma assustadoramente fácil, não demorou muito para que pudesse ver o ruivo voar na sua direção após levar um soco de Thor, dada aquela situação, mesmo que quisesse ajudar tinha ciência de que seu corpo não era forte o suficiente para que pudesse segurar o rapaz em alta velocidade, mas poderia evitar que ambos se machucassem mais caso ela ficasse parada e assim ela tentaria o mais rápido que lhe fosse permitido desviar e deixá-lo passar reto. E enquanto visualiza a trajetória que o garoto provavelmente ainda estaria sendo impulsionado, a menos que algum objeto ou parede pudesse pará-lo precipitadamente. Havia ouvido as palavras do Sargento e havia ficado claro para ela a diferença que existia entre ele e os aspirantes a marinheiros, com ela mesma inclusa no pensamento. Individualmente ficava claro para ela que todos seriam rapidamente esmagados, não enxergava nesse momento uma chance de vitória no trabalho de equipe devido a diferença absurda, mas havia ali a chance de reagir e se provar, no entanto havia pouco  que poderia oferecer em um combate direto.

Levou a mão ao próprio lábio, pensativa em como deveria prosseguir em um ato que não deveria levar mais do que poucos segundos.

“ Eu preciso ver se o menino está bem… E de algum modo falar pra ele que eu posso fornecer o suporte e a cobertura a partir de alguma das estruturas que aqui existem… Também preciso Encontrar algo que eu possa usar para secar a minha arma para evitar qualquer possibilidade de mal funcionamento.. Talvez nas carroças exista algo que eu possa usar… Vamos Alipheese, não perca tempo!"


Dado ao que poderia chamar o calor de batalha que a fazia tomar uma postura muito mais séria, segura e talvez até mais comportada a garota prosseguiu em direção ao garoto, confiando que o gato gigante poderia ganhar tempo para que ela pudesse fazer essa ação sem que pudesse no caminho ser atacada pelas costas, algo que talvez por inocência ou mesmo pela admiração a profissão, não esperava receber de um Marinheiro, por mais que a própria garota tivesse em mente algo tão pouco honroso como uma de suas primeiras opções de como prosseguir. Ao chegar próximo do rapaz, respirou fundo, ainda que não sentisse nenhuma atração física ou emocional pelo rapaz, sua aparência era bem acima dos padrões e isso fazia a ela um pouco mais desafiador para que ela pudesse lhe dirigir a palavra, seus dedos se dobraram levemente, pressionando sua arma. Fechou rapidamente seus olhos e suspirou, enquanto apresentava um belo sorriso, a forma como ela ali agia e passava o tom de ternura poderia ser visto ali como algo aquecedor, acolhedor mesmo naquela intensa chuva. A garota  mantinha a mão direita perto do corpo enquanto apontou com um dos dedos para cima de modo que seu próprio corpo poderia impedir que alguém que estivesse as suas costas pudesse ver o sinal. Seu coração estava acelerado, não era fácil ultrapassar a própria timidez, mas ainda assim ela sorria.
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- Você está bem? C… Como deve ter visto, eu sou uma lutadora a distância, assim como você e o gato gigante parecem ser mais direcionados ao combate corpo a corpo… Então, encontrarei algum lugar seco onde eu possa ter a visão de vocês três e… darei o suporte de cima. Seja para que eu crie uma oportunidade para vocês ou o contrário… Tenha sempre em mente em seus movimentos da minha função, leve em consideração que eu posso demorar até oferecer o meu suporte a vocês… Então não sejam descuidados… Trabalhando em equipe, podemos mostrar o nosso valor, mesmo que a diferença de forças seja absurda…

Aquele era um dos momentos que Alipheese acabou por expressar e expor-se muito mais do que era a sua intenção, sua voz pôde ser ouvida por um monólogo que acabava tomando um curto espaço de tempo pela forma como ela falava de forma um pouco veloz, denotando seu nervosismo. A garota não esperaria por uma resposta além da referente a sua primeira pergunta, que era pra saber se ele esta bem.Abraçando sua arma naquele momento ela prosseguia com suas curtas pernas o mais rápido que podia em direção a uma das carroças procurando quaisquer material que pudesse usar para secar sua arma e se possível se secar, quando estivesse sobre um ambiente coberto para exercer o seu papel dentro do grupo ao qual ela recém havia começado a fazer parte. Caso encontrasse algo a mais que os fenos que pudesse carregar para que realizasse sua ideia o faria, do contrário reuniria apenas um pouco do feno de modo a tentar mantê-lo seco, para o seu propósito. Uma vez que ela pudesse fazer essa pequena ação, se dirigiria para um dos prédios que ela pudesse julgar que ela teria visão de cima do local onde os três estavam, dentro do que era possível, ela tentaria fazer com que a sua entrada não pudesse ser notada pelo marinheiro, mas havia a possibilidade de seu esforço para não ser notada fosse em vão, ao adentrar o ambiente coberto sua primeira atitude seria a de deixar a arma encostada em uma parede seca, com o cano virado para baixo para que todo o excesso de água já pudesse ir escorrendo enquanto ela dobrava as mangas de sua blusa e torcia levemente parte de seu cabelo, caso não tivesse trazido consigo algum prendedor de cabelo, improvisária com um pouco de feno de modo  a formar um rabo de cavalo.


O motivo não era estético, mas funcional, iria em direção a arma e antes que se prestasse  a procurar escadas para que pudesse subir, trataria de checar se naquele momento a sua arma estava funcional e caso não estivesse, tomaria os cuidados usando o feno para ajudar a secar a sua arma o cano de sua arma e mesmo o compartimento de balas, talvez fosse um processo que pudesse levar um tempo, caso houvesse a necessidade de fazer isso para dar prosseguimento, Alipheese era prepotente ao ponto de correr com algo que a tornaria ali uma completa inútil no trabalho em equipe, caso ela corresse com os processos e os fizessem de forma mal executada.

Assim que com seus conhecimentos julgasse que a arma estava funcional, contaria o número de balas a sua disposição antes de carregar a arma e tirar sua trava de segurança. Procuraria então uma escada ou modo de subir e andar por andar checaria qual seria o melhor ponto para que pudesse se posicionar para dar o suporte para os dois que provavelmente já estariam lutando a um tempo até que ela pudesse chegar a aquele ponto. Encontrando um bom local, posicionaria a sua arma pela janela de modo a não ter que exercer muita força em seus braços para que pudesse mirar no alvo desejado, também facilitando a estabilidade que um apoio poderia lhe dar, caso houvessem interruptores de luz de algum tipo ou mesmo lamparinas no local, não as acenderia devido ao risco de tornar fácil localizá-la. No caso de existirem e estas encontrarem-se já acesas, também não as apagaria, pois igualmente seria fácil perceber de onde ela estava procurando atirar. Sua visão muito mais aguçada do que da maior parte das pessoas a permitia certa liberdade e vantagem ao escolher a distância do local onde ela poderia estar nesse momento sem que prejudicasse sua precisão e calmamente caso houvesse alguma caixa de madeira ou mesmo barril que ela pudesse usar para se sentar e esperar pela oportunidade aparecer ela usaria, de modo a ficar mais confortável e tornar algo mais fácil para ela de prosseguir, mas confortável ou não Alipheese tinha dois pensamentos enquanto tentava manter a sua mira no Sargento.

Ela daria dois tiros e estes tiros apenas seriam realizados caso ela pudesse ver em algum momento a oportunidade para acertar diretamente uma ou duas das pernas do sargento, caso ela pudesse ver da perspectiva privilegiada que ela tinha que um disparo poderia abrir a oportunidade para o ataque ou para a defesa de um dos dois outros aspirantes ou  pressioná-lo de alguma forma para que isso pudesse permitir aos dois a sobrepujar a barreira inicial que era a diferença de suas habilidades. Claro, Alipheese levaria em consideração o possível vento e até mesmo algumas possibilidades na hora de atirar como a de acertar um aliado, e para isso ela tomaria uma extrema cautela para escolher o momento certo para realizar a sua ação, que poderia ser a chave para finalizar o combate fosse de forma direta ou indireta. Seus dois tiros eram realizados ainda que mirando nas pernas de forma singular entre cada  tiro, o primeiro era realizado levando a posição atual de Thor em consideração e o segundo onde Alipheese supôs que seria o local para onde ele poderia se mover, não esperava acertar ambos os tiros, tão pouco importava se eles realmente acertariam o alvo, focou-se na possibilidade de seus tiros terem um impacto positivo para abrir alguma brecha ou limitar o movimento e a liberdade que o Sargento poderia ter para se mover, para facilitar o trabalho dos demais que junto a ela estavam.


Suas ações eram todas guiadas pelo que ela acreditava ali ser o modo correto para que ela agisse, aproveitando-se da ausência de um perigo mortal, usaria do fato das duas pessoas que estavam naquele momento a trabalhar com ela serem combatentes de curta distância, para que ela mesma pudesse tomar a melhor posição possível para que pudesse " garantir" o sucesso do trio, Alipheese em seu próprio estilo de combate ali refletia tanto sua personalidade introvertida ao manter-se distante tanto de seus alvos como de seus aliados, mantendo o total foco na "missão", como também refletia o seu modo de enxergar como a justiça deveria ser feita, seu impacto deveria ser rápido, eficaz e limpo e mesmo que não fosse ela a ter a glória, ela não tinha problema algum em sua personalidade para que pudesse abrir as portas para que qualquer um dos dois naquele momento pudesse alcançá-la. Dada a força do adversário que os três tinham, Alipheese sabia que seu único movimento não lhe daria a chance de encerrar o combate apenas com eles, mesmo que fossem dois tiros disparados por ela, não eram em regiões letais ou onde pudessem haver órgãos de potencial risco permanente ao estado de Thor, ele não era um pirata e mesmo que a ideia pudesse lhe ser incomoda de poder machucá-lo por ele não ser um criminoso isso não fazia com que ela ali se segurasse além do ponto do local onde ela mirava, sua precisão ou vontade de acertar ali para que pudesse ser aprovada para prosseguir com o seu sonho não diminuiriam, mas poderiam parecer mais fortes do que nunca.
Caso a luta tivesse continuidade, Alipheese se concentraria em ver quantas balas mais ela teria e se era viável para que ela continuasse no mesmo lugar para atirar.






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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyQui 04 Jan 2018, 00:49




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Prova de Fogo










Finalmente havia iniciado o teste, infelizmente por falta de iniciativa das pessoas ao seu lado, isso acabou recaindo sobre a cabeça de Lynn em criar um inicio para o combate, assim sendo o primeiro a avançar contra o Sargento a sua frente, no que veio a infelizmente dar muito errado para o garoto que via um punho fechado se direcionar a si antes de apenas sentir o seu corpo ser lançado sobre o ar em direção da pequena garota de cabelos brancos. Nesse momento que seu corpo se mantinha sobre o ar, as únicas coisas que ele poderia sentir no momento era o cheiro da maresia percorrer sobre suas narinas ao mesmo tempo que  poderia ouvir  a chuva cair sobre o seu corpo que continuava a molhar cada vez mais com o tempo que passava.

Infelizmente sem ninguém para lhe segurar, apenas o chão e a parede poderiam ser o seu ponto de parada nessa pequena viagem que o Sargento lhe oferecia, a dor do impacto e de seu soco provavelmente eram as coisas que mais lhe atrapalhavam nesse momento complicado, já que diferença de força bruta era totalmente visível para o garoto, mas uma voz parecia lhe fazer voltar ao seus sentidos ao perguntar se estava bem antes de lhe metralhar com várias coisas a mais, apesar de sentir o nervosismo da garota pela sua maneira acelerada de falar, ele poderia ver seu pequeno sorriso em dada tal situação precária para os três.

""O que essa garota é para estar sorrindo nessa situação ? Masoquista? Ou será que é sádica por estar vendo a gente sofrer ? ¯\_(ツ)_/¯""

Suas palavras apesar de rápidas eram o suficiente para Lynn entender o que ela estava tentando lhe passar nesse momento, mas antes que o mesmo possa lhe responder, apenas poderia ve-la sair abraçada de sua arma nesse instante, uma cena um quanto tanto fofa e engraçada para se ter nessa situação.

"" Olha que fofinha ela correndo com aquelas perninhas curtinhas enquanto segura a arma, aposto que se jogar uma pedra ela cai de boca no chão (っ˘ڡ˘ς) ""

" As vezes eu não sei se eu sou a pessoa ruim aqui ou você ... "

"" Como você pode pensar algo assim de mim ლ(´ڡ`ლ) ? Nunca falei nada de mal para ninguém ! Só por que eu queria apertar, cheirar e fazer coisas erradas com ela , isso não me faz uma pessoa ruim ! ""

Já de pé, apenas um suspiro podia sair de sua boca nesse instante, precisava pensar em uma solução para o que estava por vir, mas nada parecia bom o suficiente. Sem escolhas, Lynn olharia para a garota de cabelos brancos e logo após para a Mink Roxa, teria que arriscar em colocar um pingo de confiança sobre as pessoas no local, assim lhe fazendo repensar rapidamente em como resolver a situação enquanto seus olhos se mantinham pregados sobre Hamaku Thor, em busca de qualquer dica ou ajuda que sua mente poderia lhe oferecer, nesse instante toda informação obtida seria necessária, não importa se isso fosse do Sargento, como da Gata e da Garota.

" Ja ficou na cara que se eu cair pra cima sozinho ele vai me quebrar na porrada, mesmo que eu ache que consigo de alguma maneira ou outra resolver isso sozinho, não sei se isso seria fácil... Acho que se eu quero ter certeza de ganhar isso e não sofrer muitas consequências, não custa nada usá-los... Só espero que eles venham a serem uteis... "

"" Ohh ! Está sendo inteligente ? Porfavor, alguem pegue a câmera e grave isso ! É um momento histórico ! ""

" Tch, cala a boca e deixa eu pensar. Em uma disputa de força bruta a gente não tem chance alguma... Pelo o que eu reparei aquele gato gigante ou sei lá o que é parece ser bem rapido e a garota anti-social consegue fazer algo a distancia... Vamos Lynn, pensa ! "

"" Se tivesse "Estratégia" nada disso estaria acontecendo, depois a gente avisa e fica ai sofrendo. (;一_一) ""

Como um estalo sobre a sua mente, uma ideia parecia surgir, não era algo extraordinário, na verdade era algo simples e mais individual do que um trabalho em equipe, mas talvez isso funcionasse para esse teste em questão, só não sabia como a Mink reagiria ao seu comentario, não poderia deixar na cara do Sargento que Alipheese havia deixado o local em busca de uma posição melhor caso ele não tivesse percebido.

Com um simples sorriso no rosto junto de seus olhos pálidos e afiados, Lynn se aproximaria de Hamaku Thor novamente enquanto se apoiava com seus braços sobre a sua lança que se encontrava nesse momento sobre os seus ombros, apesar da dor, o garoto tentaria demonstrar como se não houvesse sequer um pingo de dor no momento, como se o ataque infligido a ele fosse nada, típica ação de um Masoquista ao se aproximar do Sargento, suas palavras poderiam soar atrevidas e sem respeito algum, afinal, isso fazia parte do seu plano em chamar toda a atenção daquele ser gigante para si mesmo, realmente uma atitude digna de um "Louco".


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- Esperava mais... -

"" É Hoje que a gente morre ! Yayy ! Que vida de merda viu. ლ(´ڡ`ლ) ""

Levando sua lança novamente para a sua mão, não saberia a reação que o Sargento e a Mink Roxa viriam a ter, isso se eles sequer ouviram suas palavras, o que seria uma pena, já que a intenção era a de talvez irritar um pouco o Sargento o fazendo esquecer da pequena garota de cabelos brancos que provavelmente estaria nesse momento se preparando em algum local. Caso ele não tivesse a resposta imediata de avançar contra o garoto, Lynn se sentiria livre para falar com Kariel sem muitas preocupações, uma atitude totalmente desrespeitosa e imprudente perante o Sargento, mas apesar das impressões o garoto estava pronto para agir a qualquer momento em que o homem de dois metros agisse. Chamando a garota Mink, Lynn se manteria de costas para o Sargento enquanto tentaria explicar a sua ideia para a garota na tentativa de não deixá-lo ver, manteria seu dedo para cima com leves movimentos a sua frente, como se estivesse apontando como um pequeno enigma a ser descoberto junto de sua voz baixa. Caso não fosse possível transmitir a sua ideia de maneira tão aberta e sim no meio da confusão, tentaria passar o sinal de mão despercebido enquanto gritava para a Garota Mink.

- Olhe, Por mais que eu queira resolver sozinho, isso é muito complicado e exaustivo, então vou oferecer a oportunidade de eu me juntar a vocês pois estou com preguiça. Não preciso explicar mais que isso certo ? Por isso eu cuido de um lado e você do outro, espero que entenda Gato Cabeçudo.-

"" Meu deus... Eu esperando que seria um momento histórico de inteligencia e você me vem com essa ideia de merda, puta que pariu viu (;一_一) ""

Caso se visse sendo questionado sobre Alipheese pela Garota Mink, as únicas palavras que sairiam de sua boca  seriam em um tom irritado pela incapacidade da Mink em entender as verdadeiras intenções em suas palavras e gestos.

-  Caralho, essa cabeçona enorme é pra que? Pra ter mais pelo? Eu já te expliquei porra. -

"" O gato burro da pora ! (>ლ)""

Porém se a pessoa a questionar o paradeiro de Alipheese fosse o Sargento, o garoto lhe responderia de maneira sarcástica, continuando a demonstrar desrespeito perante a ele e até a sua própria companheira.

- Sei lá, deve ter se mijado depois de me ver voando por ai. -

""Pfft""

Já na parte de batalha, o garoto se concentraria em cuidar da parte da direita de Hamaku Thor, buscaria usar pelo menos o mínimo de trabalho em conjunto com Kariel, mesmo se ela não aceitasse lutar em conjunto do garoto nesse momento, suas ações eram totalmente visadas em abusar do pontos cegos do Sargento, caso visse o mesmo ir para cima da Mink, Lynn tentaria agir rapidamente sobre suas costas na tentativa de atacar sobre o seu ponto cego, focando em seus braços e pernas com estocadas rápidas, sabia que provavelmente não seria o suficiente, por isso não iria tentar abusar totalmente e sim cansa-lo devagar. Caso se visse sendo o alvo do Sargento, tentaria focar totalmente em sua esquiva e velocidade, pois saberia que não adiantaria muito do bloqueio diante de sua força bruta, o deixando apenas para o último recurso. Com seus olhos tentaria memorizar o máximo possível de  ataques dirigidos a si e a Mink, sendo elas combinações e movimentos, tudo nesse momento era extrema importância, pois com isso Lynn poderia criar um contra-ataque efetivo o suficiente, tanto para Kariel ou até mesmo para Alipheese que talvez apenas estivesse a espera de uma oportunidade sobre as sombras.

Mas se o Sargento esperava que o garoto apenas agiria nas oportunidades ele estaria errado, apesar de estar focado totalmente em sua esquiva, não recuaria por totalmente ja que a confiança de suas habilidades parecia exceder os céus, manteria um combate de média-curta distância com um sorriso escancarado sobre o rosto, cada vez que aquilo parecia continuar, mais o seu sorriso sádico se tornaria evidente cada vez mais para o Sargento, como se estivesse gostando cada vez mais da batalha, seus olhos se manteriam atentos a todos os detalhes e caso visse uma oportunidade de colocar o Sargento sobre os chãos com um ataque sobre as suas pernas, tentaria não desperdiçá-la, mesmo que seu corpo fosse jogado para longe logo em seguida, mas mesmo assim o garoto tentaria voltar para o combate sem pensar duas vezes com um sorriso escancarado sobre o rosto.










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Última edição por makei em Qui 04 Jan 2018, 15:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyQui 04 Jan 2018, 06:43



Be a pretty bitch!



Na mesma velocidade que foram, voltaram. A força daquele homem era gigantesca, além de seu ego e arrogância. Aquilo não passaria de um teste fajuto de um professor de crianças, para fazê-las trabalhar em grupo. Kariel sentia-se levemente desvalorizada pelo fato de ser comparada a uma criança, mas aquela cena foi pesada.

O ruivinho avança de forma agil, porém é  bloqueado e lançado para longe, em direção a garotinha das armas. Kari em sua tentativa, consegue driblar sua primeira defesa e utilizar de seu ponto cego, ou pelo menos isso que deveria ser. O senhorzão consegue defender e ainda desequilibrar a gata. Que sem jeito cai com um de seus joelhos no chão. Mas esse tempo foi perfeito. Para que pudesse captar o que se passaria a seguir.

“Lutadora a distância ... Lugar seco ... Visão ... Suporte de cima ... Oportunidade ... Sempre em mente ... Demorar ... Descuidados ... Trabalhando em equipe ... Nosso valor ... Diferença de forças!”

Kariel com sua alta capacidade auditiva, conseguiu com esforço compreender o plano. Fazia sentido, entretanto era muito dependente de alguns fatores importantes, mas era a única coisa que tinham até o momento, então por que não usar?

“Entendi, ela precisa de tempo, lugar e oportunidade! Consigo isso! Consigo mesmo! Só preciso convencer… Espero que aquele imbecil não esteja incapacitado, sem ele aqui como um alvo fácil pro senhorzão, não sei se consigo segurá-lo sozinha por muito tempo… Droga!”

Logo após o término da fala da garota, seus passos se distanciando foram ouvidos, logo Kariel tinha que de uma forma rápida conseguir uma distração eficaz e o menos suspeita possível. Teria de usar a técnica do idiota.

-Sabia que no final da contas seria apenas você e eu, os outros dois não têm cacife para te enfrentar! - Sua voz soava extremamente arrogante, falava em um tom levemente mais alto que o tradicional. Mas para sua estratégia estar completa, teria de distrair visualmente também, já que estava de frente para ela, seria capaz de vê-la, se não estivesse focado em algo.

Com seu pé esquerdo, dava batidas no solo, utilizando da água e terra que poderiam existir ali para chamar sua atenção, num movimento rápido, avançava para o lado, na mesma direção onde ambos estavam. Fazia movimentos com sua espada, de forma que pudesse dar a entender que fosse atacar e ao mesmo tempo usava do das gotas de chuva que caiam para criar uma leve ilusão, com sua mão esquerda, que estava livre, estalava os dedos algumas vezes.Tudo tinha que ser perfeito.

-Hey, espero que esteja pronto… Por que eu estou! - Nesse momento o rapaz de cabelo vermelho e mente conturbada já estaria de pé e próximo a ela, onde novamente questionava a inteligência e capacidades da gata. Sua expressão resposta, foi um rápida e intensa virada de olhos. Demonstrando desprezo, porém de forma sutil, com sua mão que estaria num ponto cego, vendo que ela estaria de lado para o grande Thor, fazia um sinal de “joia”. Torcendo para que o demente pudesse visualizar.

-Não venha com esse papinho! Eu ouvi tudo! Eu sei que a garotinha, fugiu amedrontada, suas pernas tremiam antes do teste começar, não passava de uma menininha, não está pronta para isso! Não vou trabalhar com você, que não passa de um fracassado! Vou cuidar dele sozinha! - Parecia determinada, foi mais grossa do que de costume, mas se o demente tivesse prestado atenção, saberia que não passava de um truque. Suas capacidade hipnóticas e ilusórias deveriam dar para o gasto, mesmo que sua atuação ainda não fosse tão treinada.

“Por sorte, existe algo que eu odeie mais do que você Ruivinho… Perder!”

Quase que simultaneamente com o garoto, movia-se no sentido oposto, dando apenas um deles como algo, o outro ficaria em um ponto cego. No caso isso é o que seria o esperado, mas para aquela grandão dar um giro e socar os dois, não seria muito distante.

“Não é possível que ele seja mais rápido do que eu, segurando esse machado gigante. Se isso encontrar em mim, eu desapareço… Sem contar que eu vou morrer feia.. Então isso não pode acontecer!”

Em primeiro plano ficaria atenta aos movimentos de Thor, vendo em qual dos dois ele focava sua atenção, o alvo menos desejado deveria ser ela, afinal, ela mais bonita que aquela vela. Mas se ela se fosse focada, faria rápidos movimentos acrobáticos, sempre para os lados, saltando ou se baixando de acordo com a altura do ataque. Sua lâmina ficaria inerte nesse período, para que pudesse ver padrões em ataques.

Porém se o garoto problemático fosse o alvo dos ataques, de forma sutil de veloz lançaria golpes lineares e curto, para causar cortes em seu tronco e braços. Usando da ideia base que era mais rapida que ele, seu objetivo era poder atrasar, não seu movimento em si, mas o movimento de seus ataques, que pelo que já foi visto, eram bem rápidos. Mesmo assim ficaria alerta para caso houvesse um contra-ataque ou um movimento mais tático vindo de Thor, para que não fosse ferida.

Durante todo o confronto, além de seu foco visual lançado sobre Thor, usaria toda sua capacidade auditiva para tentar detectar onde a garota estava, em qual prédio e em qual andar. Afinal deveria estar preparada paro um possível e futuro disparo. O que não poderia distraí-la, por que isso poderia levar a sua derrota. O que não era desejado.



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Thanks Faith @CG

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Última edição por SraVanuza em Sab 06 Jan 2018, 15:04, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !    Rumo ao Mar - Os primeiros passos de um Marinheiro !  - Página 2 EmptyQui 04 Jan 2018, 18:03


Rumo ao Mar


Visto as condições atuais do trio alguém tinha de tomar as rédeas da situação, exercer o papel de líder era mais que necessário caso almejassem o sucesso no futuro, afinal, três pessoas desconhecidas formando um time dependia muito de como fariam para superar tal obstáculo e fazer dessa 'fraqueza' uma força maior. Lynn, o jovem imprudente que iniciara toda a situação de batalha fora castigado por suas ações imprudentes, seus movimentos com a lança até que foram bons, mas não suficiente para que pudesse fazer um confronto direto sem auxílio contra aquele homem que sem piedade alguma lhe lançou ao ar com apenas um soco. Naquele instante a dor tomou conta de seu corpo que por pouco não se chocou contra Alipheese e só parou o trajeto contra uma parede mais ao fundo, a ardência era aguda na região de seu peito onde o golpe fora desferido e por alguns segundos a própria respiração lhe causava mal estar, felizmente passou nos segundos seguintes, todavia, seus ossos mesmo que ainda inteiros sentiram o impacto e qualquer movimento mais brusco trazia a tona as dores, ainda que fossem suportáveis.

Alipheese que até então fora a única a não se movimentar parecia finalmente ter despertado de um transe a qual fora submetida pela força de Thor, ao perceber a situação de Lynn não exitou em ver como o companheiro estava, mas o que queria ali era passar sua estratégia ao garoto. Percebendo que não individualmente seriam inúteis tratou logo de buscar uma união, mesmo que nervosa diante Lynn não deixou de se esforçar para dizer como agiria a partir de então, tudo que precisava era uma oportunidade para fazer valer todos os esforços. Apesar de não ser o mais inteligente Lynn conseguiu de forma rápida compreender o plano. Já era um grande passo.

Por mais que as coisas estivessem começando a tomar uma forma sua execução, o tempo que Alipheese permaneceu na chuva poderia ter comprometido a pólvora, que molhada tornaria a arma inútil. Atenta a tal coisa a garota logo buscou algo que lhe auxiliasse com este problema, aproveitou o momento para vasculhar as carruagens em busca de algo mas nada lá além de feno, era a algo a ser testado mas não garantiria o funcionamento cem por cento do equipamento, sem muitas opções apanhou o que tinha ali e se dirigiu para uma melhor localização.

Simultaneamente Lynn já estava de pé, buscando de todas as formas esconder o quão aquele golpe havia o atingido, seu caminhar até perante o sargento não passava muita convicção mesmo que buscasse por isso, quando próximo tudo que fez foi uma tentativa de provocação, ao que tudo indicava os todos haviam ficados loucos ou então tudo fazia parte de um plano. O sargento era experiente, sabia que tudo era encenação, todavia finalmente pareciam ter entendido o proposito de tudo aquilo. Era evidente que eles NUNCA derrotariam tal, mas isso não significava precisavam saber disso. Manteve-se sério diante aquilo, empunhou o machado com as duas mãos, girando no próprio eixo logo o homem estava com sua lâmina cuidando de todos os pontos a seu redor, tornando aquilo uma boa defensiva e obrigando com que os demais se afastassem caso não quisessem ser feridos. Não seria fácil.

Alipheese finalmente parecia ter se ajeitado, posicionada de forma que nem mesmo seus companheiros soubessem onde estava todos contantando com o fator surpresa, sua arma estava posicionada de forma a mirar nas pernas do homem, visto que o próprio havia afastado seus companheiros de perto era uma boa oportunidade para o primeiro tiro. Pei. Sua trajetória fora certeira, entretanto sua direção fora um pouco torta, apesar de passar muito próxima do sargento a bala cravou ao chão, todavia parecia ter atingido pelo menos de raspão, visto que imediatamente Hamaku Thor levou sua mão a coxa. O segundo tiro já estava preparado, o dedo indicador pronto para puxar o gatilho e...nada. A arma havia engasgado, provavelmente era a pólvora umedecida por contato ao metal molhado no interior da arma. Era algo a ser resolvido depressa.

Lá embaixo o sargento, verificava seu novo ferimento, era como um corte superficial visto que a bala apenas raspou sua pele abrindo um pequeno feixe pelo qual até mesmo o sangue tinha dificuldades para escapar. Todos possuíam já noção de onde Alipheese estava, o tiro havia entregado sua posição.

Kariel tinha em mente que precisava utilizar de seus atributos mais qualificados para ser efetiva, contava com sua velocidade e movimentos mais livres, enquanto Lynn cuidava de um dos lados da guarda do homem que parecia estar com problemas, seu machado brandiu com movimentos pesados e possivelmente perigosos, porém seus movimentos não foram o suficiente para aquilo, o golpe viera duro e certeiro e uma cortina de sangue jorrou se misturando as poças formadas pela chuva. Joelhos ao chão e uma face dolorida. O que de fato havia acontecido? Quem havia ferido o sargento daquela forma?

Do interior do QG um alarme soou, marinheiros apressados haviam aparecido de maneira súbita no local, armados até os dentes pareciam preparados para agir. —Peguem-os. Criminosos feriram nosso sargento. - Avançaram de maneira ameaçadora, em direção a Lynn e Kariel e alguns atiradores mantinham mira, parecia uma situação da qual não havia escapatória todavia passaram reto pelos garotos que até então almejavam servir a marinha. —Peguem esses tritões? Não os deixem voltar à cidade. - Os tritões voltaram a tona, de alguma forma escaparão e na fuga feriram o sargento, agora estavam muito provável a caminho do centro de Shells. A confusão estava apenas em seu prólogo... 

Thankz Mirai


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