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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Blood Ocean

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptySeg 28 Ago - 22:16

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Blood Ocean

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Simo e Raksha. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Ken Rock
Pirata
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptyQua 22 Nov - 11:45

A caminhada macia e apetitosa com aquela mink me deixaria duro... apontaria para frente como um paladino que sem medo e encorajado pela bravura e pela glória, saca a sua espada sem nenhum pudor, medo ou respeito contra a caverna aberta, úmida e profunda que se mostra diante de seus olhos visionários cheios de fúria e desejos incontroláveis para distribuir a quem fosse merecedor de tal calor eloquente e viril de seu mastro azul veranil que reluz das colinas mais altas e puras, guardadas por virgens fadas que com seu afago suspiram cantigas duvidosas para aqueles que querem repousar em tais vastos campos belos e floridos onde apenas deuses são merecedores de tais belas vistas e conforto em seus corpos macios.

Mesmo ao ouvir que o tigre eram dois tigres e que se fossem três tigres tristes e esses decidissem comer um prato de trigo para os três tigres tristes, com toda certeza ficariam com fome,  pobres tigres famintos. Apenas escutaria quieto, já tinha uma ideia de alguma coisa bizarra estaria acontecendo com aquele ser de 3 metros triste... “ Com toda a certeza  estou certo e que em meu sonho os dois tigres se tornam em um só! Será que além de bonito e gostosão, virei um paranormal ?....”

– Um tigre virgem, um monge e um guerreiro...  Então o meu sonho estava certo! Agora realmente preciso dar um fim no polvo, ele deve ser um traidor!... falaria comigo mesmo e brincaria com o doce mamilo daquela mink provocante...

E quando finalmente chegássemos ao ferreiro o lince escorregadio estaria a nossa espera! “ Mas que porra, esse gatinho sabia onde o ferreiro estava todo esse tempo?”... ao escutar as palavras do Royce ....” - Esse cara aqui que derrubou a nave em vocês-gara!”... Ficaria puto da vida e sentiria o meu sangue ferver.

Acomodaria o meu corpo na mink, usaria o meu braço como apoio em seu corpo para equilibrar a mira e falaria baixinho no pé da sua orelhinha deliciosa... – Minha gostosa, mantenha o meu corpo firme o máximo que vc conseguir! Que a noite eu vou te deixar roca de tanto gemer minha putinha gostosa!...

Assim que sentisse a firmeza em seu apoio, sacaria a minha arma e dispararia três vezes contra o humano que o Royce acabará de trazer como presente consigo ... – Humano filho de uma puta!, como ousa agredir o meu belo corpo com a porra de uma nave escrota criada por humanos sujos! Morra filho de uma puta de raça impura!... Dispararia mais duas vezes contra o corpo do humano e assopraria o cano da arma perguntando pra mink... -AAhh... Que tesão, quer dar uma chupadinha no cano da outra arma minha delícia?

Ignoraria qualquer tipo de discussão involuntária e me caminharia em direção ao direção ao ferreiro dizendo... – Vamos repartir o que esse humano escroto tiver! Preciso ir aqui no ferreiro, assim que forem sair me avisem ou dou um jeito de achar a porra do navio!

Antes de continuar a minha caminhada em direção ao estabelecimento do ferreiro, olharia para o ruivo e caso o infeliz estivesse voltando de seus sonhos eróticos faria um ato de generosidade com aquele pobre humano... - Droga, por mais que não goste desse bosta não posso deixar ele desamparado!... Levaria a minha mão até a arma, confirmaria duas vezes para não entregar a arma errada, que estava em minha virilha suada e  jogaria a mesma na direção de sua cabeça... - Pegue seu bosta de humano, vê se não se apaixona pelo meu belo cheiro! ... E assim daria as costas indo em direção ao ferreiro..."Esse filho de uma puta vai ter uma surpresa quando testar a arma e perceber que ela está estragada por causa do meu belo e doce mergulho! uausuahushauhsuha"

E assim continuaria andando escorado na mink e adentraria ao recinto do ferreiro... - Aew, cadê a porra do ferreiro??.... Olharia algumas vezes para o lado enquanto conversava com a mink... – Espero que não seja a porra de mais um humano sujo e desgraçado! Não é mesmo gatinha gostosa? ... Apertaria a polpa de sua bunda após a pergunta.

Caso não aparecesse ninguém, continuaria a perambular pela loja a procuraria de dois coldres para adequar melhor as minhas armas.... “ Levar essas armas nessa cueca já está começando a me irritar, nem me coçar mais eu consigo! E quando eu me desfizer dessa cueca, onde irei colocar as armas?”... Olharia para a mink com um olhar  pervertido, era uma penas, pois ela não teria ideia do que eu estaria pensando naquele momento...
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Última edição por Rock - Furry Legend em Qui 23 Nov - 11:10, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptyQua 22 Nov - 20:34










Rainbow, clouds, beer. Lá estava eu, sim, meu novo paraíso talvez, ou seria o mundo real dessa vez? Não daria para concluir, visto que realmente estava desacordado, embora tudo aparentasse ser muito real.

Com uma garrafa de cerveja de um canto da boca e um único cigarro do outro, saltitava pelo pasto a procura do pote de ouro no final do arco-íris. O pote de ouro, estaria realmente no final do caminho? Poderia meu sonho de tornar-me um ricaço fanfarrão, virar uma realidade?

Continuei a correr e correr, e lá estava eu, aproximando-me do final do arco-íris. Pote ouro? Não se iluda... Acabei dando de cara com um maldito Okama. A dura realidade da vida estava refletindo em minhas ilusões, meu momento de prazer em meus pensamentos era contaminado, de que seria a culpa? É uma pergunta fácil, pense. Lógico que é o MALDITO GATO. Como tirava essa conclusão? Simples, só deduzia, alguma coisa me dizia aquilo.

Continuaria a correr do Okama em meio aos meus pensamentos, até que aos poucos aquela projeção de imagens provavelmente começaria a sair de minha cabeça. Provável que realmente não passasse de um mero sonho, estaria realmente voltando para a realidade? Aquele maldito mundo que tende a conspirar contra meus ideais e princípios. Caso viesse a despertar, visaria uma breve análise da minha situação, sacaria um cigarro e acenderia sem muita cerimônia. Tragaria.

– O que diabos aconteceu? Daria um leve berro a partir do momento que notasse a dor vinda de minhas feridas.

– Preciso de álcool, preciso ingerir um belo rum. Acredito que a situação esteja feia para o meu lado. Pausaria – Mesmo eu sendo um cara “cauteloso (° ͜ʖ ͡°), não entendo como me machuco tanto, tsk... Diria para que mais próximo.

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Mephisto
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptySeg 27 Nov - 13:29

Após o encontro todos começavam a conversar, aparentemente tinham assuntos importantes a pôr em dias, e tudo corria bem Raksha repassava a notícia dos motivos pelos quais estavam machucados enquanto Ken apenas refletia sobre matar o Polvo segundo seu sonho, tigres virgens, monges, e muito mais coisas inimagináveis que aquela pedra que caiu na sua cabeça trouxe de alucinações Ele fumou essa pedra certeza mas pra ele as coisas rumavam pra o que ele viu lá.

Tudo estava o mais simples possível ate que uma única frase levava ao caos “Esse cara aqui que derrubou a nave em vocês-gara!” -Raksha, ouvia e ficava alarmado mas sem muito tempo a perder logo mudava o foco de atenção e partia pra deixar Simo dentro da casa, e pouco após ele sair o ruivo acordava dentro do local todo ferrado, e já ia gritando por Run, era possível ouvir a voz dele lá de fora. Diferente do tigre, o tritão não tinha essa mesma intenção de deixar as coisas pra lá e rapidamente puxava a pistola pronto pra atirar no garoto, ele dizia algo e mirava, disparando duas vezes, rápido como um gato cagando fugindo da chuva, o garoto se jogava no chão rolando pra direita, esquivando e logo, puxava um chicote que estava na parte de trás dele Tirou da bunda, e com um rápido movimento com o chicote, ele enrolava com o golpe a corda na ponta da arma, e a puxava desarmando o Tritão, pelo menos daquela pistola. - Ou calma, calma peixinho, esses brinquedos são perigosos, não vamos nos exaltar.- ele tinha um sorriso maligno no rosto, e olhava com certo sarcasmo.

Royce, no entanto, estava despreocupado com a parte de Ken ali, assim como Ezequiel e os outros que estavam com ele também não se envolviam, o felino então iniciava um um dialogo com o médico na hora que os tiros soavam, sem demora ele não via o medico responder, e na verdade fazendo apenas sinais, acabando por perceber que ele era mudo claro, Ezequiel falava pelo mudo o respondendo. - Sim ele é mudo, mas um bom médico, ele está indo ate as docas, então veremos seu amigo lá, O tigre já havia falado sobre isso, só não tínhamos certeza que estariam lá. Enquanto isso o barulho da arma caindo no chão depois de puxada era ouvido por ambos que apenas viravam o rosto brevemente pra ver o que tinha acontecido ali. Royce repassava pra os atentos no momento a localização dos barcos e o ocorrido, sobre as reformas e tudo mais.

Mas após o barulho dos tiros marines alertas pôr a região passavam a se dirigir pra o local, o barulho de botas pisando forte no chão tomavam conta do local, várias vozes eram ouvidas ali, comandos como, “por ali”, “aqui”, eles ainda não haviam chegado mas era certeza que estavam por perto agora, Ezequiel falava. - Pra dentro, ou vamos ter problemas.- mas antes que ele terminasse tudo uma bala batia bem do lado do pé de Royce, eles haviam chegado.

Eram ao todo 8 marines, dois com armas de fogo, um com machado, dois boxeadores, um espadachim, 3 lanceiros e um taekwondoca. Dois avançavam pelos lados correndo próximos das casas, um pela direita e o outro pela esquerda, os lanceiros iam ao meio, atiradores protegidos pelos lanceiros mais para trás, o espadachim ia desgarrado meio por fora da formação ao lado do boxeador ficando um pouco pra frente e a direita dos lanceiros, o lutador de tae parecia estar cansado e ia completamente mais pra trás sem acompanhar o grupo.

Os tiros cantavam vindo em direção ao grupo a coisa ia começar a esquentar, a noite finalmente estava se agitando pra eles, apesar de que o tritão não estava em muitas condições de brincar ali, o melhor era que se retirasse de meio da batalha e era o que a mink queria fazer deixar ele dentro da casa podia ajudar.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptyTer 28 Nov - 11:45




Royce

Fury Furry



As orelhas sacudiram em ansiedade quando o tiro acertou próximo a si.
Nyannnnn! Isso é perigoso-gara, olhem pra onde atiram. - Gritaria Royce para os marines com um tom de repreensão.

Royce não desejava permitir que os marines o contornassem deixando-o no meio da formação. Assim olharia para o garoto que havia arrastado consigo até aquele momento e falando para que apenas ele e talvez os mais próximos ouvissem.

- Se finja de refém, sei que não quer a marinha muito próxima de você. - e com isso Royce daria um impulso súbito na direção do garoto buscando contorná-lo e segurá-lo pelas costas com a espada rente ao pescoço. - Contornem as casas enquanto distraio. Hora de interpretar-gara. Contava que a distância da marinha fosse pequena nesse ponto, talvez 10m ou menos, sendo assim agiria para que durante os passos hesitantes acabassem por cobrir a distância para entrarem em seu alcance.

Esperaria que a súbita tomada de um refém criasse hesitação nos marinheiros, pois Royce já havia percebido que o garoto possuía uma certa habilidade pra isso enquanto ele próprio já havia confessado tal fato, já quanto ao próprio Royce não seria necessário fingimento, já que matar o garoto estava realmente em sua lista e agora pelo que percebia na do tritão raivoso.

Tinha esperança que os gritos de socorro do jovem fizesse com que os marines não atirassem e até mesmo hesitassem em sua corrida. Também poderia acontecer de hesitarem por simplesmente não entenderem a situação e assim perderem a iniciativa que lhes dava vantagem.

- Parados ou eu mato ele. - Esperava que os outros tivessem usado a oportunidade para criar seus próprios planos de ataque e contava com o truque preferido de seu companheiro tritão para lhes dar mais vantagem.

Assim sendo caso Ken pulasse a frente com sua performasse espetacular de sushi nu o gatuno fecharia os seus próprios olhos e riria de seu refém caso este também fosse cegado.

- Nyan, Nyan, esqueci de avisar. - Daria dois passos para o lado e guiando-se por sua audição aguçada se viraria frontalmente ao grupo de marines agachando-se para preparar sua técnica.

Unhas dos pés cravar-se-iam no chão enquanto a mão direita segurava a espada, apoiaria também a mão esquerda no chão enquanto acumulava força nas pernas para um forte salto impulsionado. Acumularia pelo máximo de tempo e depois saltaria, abrindo seus olhos logo nos primeiros segundos do impulso, pois já devia estar com Ken a suas costas e assim a luz não mais o afetaria.

O impulso teria como missão permitir-lhe chegar a linha traseira inimiga, onde procuraria rapidamente acabar com os dois atiradores ‘cegos’ com golpes na região do abdome cravando ali se possível sua espada primeiro em um, depois no outro. Para então com os olhos voltados para o chão giraria seu corpo e com um amplo golpe circular procuraria cortas atrás dos joelhos dos lanceiros.

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Caso tiros fossem disparados na sua direção, mesmo com o refém Royce puxaria o sujeito atirando-o no chão consigo mesmo a fim de evitar os tiros e esperando que Ken tomasse a mesma atitude de cegar os inimigos para prosseguir com o seu plano. Rolando para se desvencilhar do falso refém e assumindo a postura para executar sua técnica e passar despercebido pelos marines.

Mesmo que os marines não ficassem completamente cegos aproveitaria o forte impulso para assim pegar os atiradores ao fundo despercebidos e tão logo conseguisse cravar a espada neles continuaria avançando ficando assim ao lado oposto de seus aliados acabando por ser ele a cercar os marines e não o oposto, mas somente faria isso no caso de perceber que após seu primeiro ataque sofreria algum tipo de retalhação dos lanceiros próximos, de outro modo tentaria também atacar os lanceiros como no plano inicial.


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No caso de após atacar os atiradores Royce ser obrigado a continuar avançando por causa de uma investida dos lanceiros correria diretamente contra o lutador que havia ficado mais para trás, contando com o tigre para sua cobertura como muitas vezes já tinha contado, precisava avançar rápido, mas talvez sua técnica já estivesse cobrando por seu uso, assim correria como possível ao encontro do lutador de forma a poupar suas pernas.

Pela Posição do mesmo acreditava que não havia sido afetado pela técnica do tritão, sendo assim teria mais cautela ao ir ao seu encontro avaliando-o antes de iniciar o combate, mas preparando-se para esquivar caso este acelerasse de repente.


”objetivos”:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Qui 30 Nov - 11:07, editado 2 vez(es)
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptyQua 29 Nov - 2:42



Assim que ouviu o disparo sendo feito Raksha olhou com espanto para Ken. Por mais calmo que o tigre fosse, não podia deixar de pensar “Idiota. Idiota. Mil vezes idiota.”

Eles tinham tido tanta sorte em não encontrar marinheiros pelo caminho, e agora que já estavam na reta final, esse peixe estúpido provavelmente havia chamado a atenção de todos os marinheiros que estivessem nas redondezas. O tritão simplesmente não pensava. Assim que os passos se aproximando se fizeram ouvir, soube que estava certo. Não teria como sair sem uma batalha que poderia ter sido evitada. - Sigh. - Suspirava consternado enquanto ajeitava o tridente nas mãos.

Ezequiel também percebia a furada mas era tarde de mais, os marinheiros já estavam atirando. Talvez tivesse sido um disparo de aviso já que não conheciam a situação ainda. Ou talvez tivessem os reconhecido e somando com o evento mais cedo (zeppelim), não se deram o trabalho de dar voz de prisão ou a chance que os criminosos se rendessem.

Criminoso. Que ironia. Ouvir Royce fazendo planos e falando sobre interpretar fez o tigre soltar um leve sorriso de lado. Sim. Hora de interpretar. Já que haviam posto em um papel de criminoso, agiria como um. Não gostava de matar. Muito menos de matar pessoas inocentes. Mas sabia que se quisesse se manter no controle de seu corpo teria que conciliar uma “grande calma” com suas mãos se sujando de sangue para satisfazer a sede e controlar Scar. De fato essa era uma das razões que queria tanto achar aqueles que julgava culpados. Para poder matar sem ter sua consciência se tornando cada vez mais fria, mais distorcida, mais afastada do caminho ideal.

O mero fato de não ter sentido nada ao matar os marinheiros em Las Camp já era motivo de preocupação para o Mink. Muitos eram inocentes. Mas sob a desculpa de defender sua liberdade, ele os havia trucidado. E sob essa mesma desculpa, faria isso novamente essa noite. E em todas as outras que fossem necessárias. Esse seria seu limite. Mataria para se proteger e para punir os que mereciam. Saciaria Scar. Se manteria no controle. Com a consciência tranquila. Não perderia a si mesmo.

Ao menos era isso que esperava.

Olhando para Ezequiel, Lily e o médico mudo diria em tom alto – Vocês podem voltar para dentro da casa e continuar cuidando de nosso companheiro. - Ao mesmo tempo em que daria um passo para cobrir o corpo deles e permitir que recuassem em segurança. Não queria envolver aquelas pessoas nessa batalha e faze-las sofrer por terem ajudado a ele. Enquanto isso estaria analisando tanto os inimigos quanto os aliados, procurando prestar atenção nos mínimos detalhes.

Do seu lado haviam o Lince e o rapaz do zepelim que estavam no meio de uma aparente performance, apesar que Raksha percebia uma certa cede de sangue por parte do gatuno. Não tinha tanta certeza se Royce estava realmente blefando, ou se era realmente um bom ator. Além deles haviam o tritão problemático e o homem careca (eu acho). Cinco contra oito.

Reparando nos oponentes, tentou identificar os que eram mais fortes. Primeiro olhou para as armas dos três lanceiros. Podia não entender nada de forja, mas como um lanceiro ele mesmo acreditava saber identificar uma boa lança. O fato que os três estavam juntos indicavam para o Mink que provavelmente não eram muito fortes e precisavam trabalhar em conjunto para se protegerem, assim como aos atiradores mais atrás. Caso conseguisse reparar que as lanças eram de menor qualidade que a sua própria, confiaria em sua analise.

Quanto aos outros oponentes sentia que o espadachim que estava mais desgarrado do grupo e o lutador de boxe que vinha pela esquerda eram mais fortes do que o lutador de boxe da direita e que os lanceiros devido a sua confiança de estarem sozinhos. Quanto ao lutador de tae, poderia ser tanto um fracote quanto um dragão adormecido. De toda forma estava longe demais para ser atacado naquele momento.

“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas…”

Após tentar analisar as forças envolvidas, era hora de entrar em ação. O lince queria que eles contornassem as casas, e apesar de não ter dito, era obvio que o objetivo era para que não fossem cercados. Mas enquanto que o Tigre concordava que contornar não deveriam se deixar ser cercados, contornar as casas levaria muito tempo e separaria o grupo que já estava em desvantagem numérica, impedindo que trabalhassem em conjunto, pelo menos no início.

E para esse trabalho em conjunto, o estúpido Ken, o idiota que causou aquilo, o sem noção do tritão era a chave. Que ironia. Independente do que pensava do homem, teria que contar com a sua ajuda já que eram aliados…

Uma vez que Lily e os outros dois se movessem, ou mesmo negassem a sugestão, Raksha se moveria lateralmente em direção ao boxeador que vinha sozinho. Sua estratégia era baseada na formação que os oponentes estavam utilizando. Durante a movimentação diria em um tom serio para Ken – Acho que as coisas estão escuras de mais por aqui. - Sabia que o tritão iria entender a mensagem, de fato provavelmente nem precisaria dizer nada, mas por via das dúvidas… - O espadachim é perigoso, se possível se concentre nele. - Completaria rapidamente dando as costas para o tritão e tentando se encaminhar levemente abaixado e de forma cuidadosa para o boxeador solitário.

Cuidadosa pois tentaria não ficar entre Ken e ele para que quando o tritão usasse seu truque, o boxeador fosse afetado também. Além disso procuraria manter os lanceiros entre si e os atiradores inimigos. Mas se não fosse possível fazer ambos, preferiria ficar na linha de fogo inimiga do que tapar Ken.

Em posição de luta, daria passadas espaçadas com as pernas flexionadas e tensas, prontas para realizar um salto frente quando necessário. E o momento desse salto seria quando atrás de si houvesse um clarão de luz. Nesse momento saltaria, dando uma leve corrida para cobrir o caminho se necessário e daria uma estocada inclinada para baixo uma vez que o boxeador entrasse no alcance de sua lança, mirando na barriga do alvo.

O ataque escolhido era esse pois somando sua própria altura com o salto, o ângulo do golpe seria um difícil de bloquear ou de esquivar recuando já que era uma estocada enquanto o tigre estava em movimento. Caso o boxeador não tivesse sido cegado, ou por sorte conseguisse desviar para as laterais, Raksha prosseguiria com um golpe de corte vinda pela diagonal de cima para baixo de forma a aproveitar a posição anterior da lança e deixar o ataque fluido. Por ser um ataque amplo, o alvo seria o torso em geral, visando causar o maior dano possível.

Movimentaria seu corpo de forma giratória para realizar o golpe, e depois conforme necessário para pressionar o marinheiro e permanecer atacando, sem dar chances para um contra-ataque. Tomaria cuidado para não olhar para a direção de Ken e tentaria controlar a posição em que o oponente estava. Entre si e os atiradores inimigos e olhando na direção do tritão.

Caso esse segundo ataque também falhasse, ou apenas ferisse o alvo, o Mink aplicaria o terceiro. Com o tridente apontando para cima de forma inclinada, realizaria outro golpe de corte, dessa vez um na direção inversa do anterior, mas ao invés de levar as lâminas da lança até o chão, pararia na altura da cintura. Se fosse preciso, se estivesse na linha de tiro dos marinheiros, tentaria girar para trás do adversário com passos pequenos mas velozes, rodopiando o próprio corpo para isso, usando até mesmo o fim do movimento de giro do ataque anterior para não quebrar o ritmo de seus golpes, e em seguida realizar o ataque nas costas do boxeador.

Se em algum momento sua serie de ataques fosse interrompida por um contra-ataque, o Mink usaria o cabo da sua lança para acertar a(s) mão(s) atacante(s) na lateral dessas e desviar os golpes em um movimento de defesa ao retrair levemente o tridente e mover suas mãos (separadas no cabo) para cima e para baixo. Aproveitaria para dar um chute com a sola dos pés no alvo visando afasta-lo para em seguida voltar a atacar conforme planejado.

Se o oponente ainda estivesse vivo no fim o Mink recuaria um pouco, prestando atenção para a aproximação de outros e bloquearia qualquer ataque com um movimento diagonal da lança, primeiro para cima, depois para baixo e movendo seu próprio corpo para sair da reta do(s) ataque(s), tentando assim desvia-lo(s) e não se permitir receber ataques de mais de um oponente da mesma vez.

Contra os atiradores sua estrategia permaneceria a mesma, usar os próprios marinheiros como obstáculos para uma boa mira.

Apesar de ser longo para descrever, a troca de golpes ocorreria de forma rápida, se aproveitando do possível momento de cegueira dos inimigos para acabar rápido com um deles e partir para os próximos. Conseguindo eliminar o boxeador em algum dos golpes, olharia para o restante dos marines procurando ver se ainda estavam “aturdidos” ou se já haviam voltado a enxergar normalmente.

Verificando que ainda estavam aturdidos, correria em disparada na direção dos atiradores se ainda estivessem vivos, dando mais um salto quando se aproximasse o suficiente, mas dessa vez realizando um ataque de corte vertical vindo de cima para baixo na intenção de cortar um deles no meio e ajudar Royce se preciso.

Usaria seus movimentos de bloqueio citados acima para bloquear algum possível ataque por parte do marinheiro mais ao fundo (lutador de taekwondo). Já se disparos fossem feito contra si, tentaria pular para a lateral dando uma cambalhota ao pousar e correr para a lateral de uma casa para pegar cobertura se tiver a chance.

No entanto se os atiradores estivessem mortos, ou se já estivessem recuperados, seu alvo seria os três lanceiros, e ao se aproximar correndo não saltaria, mas usaria um golpe defensivo de corte na horizontal, na altura do seu peito com toda sua força, visando bloquear os prováveis golpes e empurrar as armas dos oponentes para a lateral com o que esperava, ser sua força superior.

Em seguida realizaria uma estocada reta visando o peito do oponente mais favorável para que o golpe fosse um sucesso, buscando cravar seu tridente no homem, girando de levinho a arma para que o corpo ficasse preso e recuar logo em seguida na direção do boxeador morto trazendo o corpo preso na lança consigo e movendo ela e o homem para bloquear possíveis contra-ataques dos outros dois lanceiros.

No momento da ultima estocada daria tambem uma rugida poderosa, buscando afetar mentalmente os oponentes e facilitar o golpe.

- ROOOOOOOOOOOOOOOOAAAAAAAAARRRRRRRR!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptyQui 30 Nov - 11:34



- Humano filho de uma puta! Gatinha, pegue a minha arma!

Ficaria de pé sozinho por um estante até que a mink voltasse com a minha arma e assim a pegaria de volta e me acomodaria mais uma vez na fêmea. Realmente a situação era a pior possível, estava machucado e em nosso grupo em menor número. Alguém falou algo de recuar para evitar um embate com aqueles sugadores de leites.

“Realmente essa é uma estratégia brilhante, recuar para depois desfrutar de uma recuperação sadia!”

Olharia com calma com calma a ação do gatinho em tomar posse daquele verme humano como um refém! E logo percebi que ele teria um plano e eu poderia tirar proveito de sua ação. Daria alguns passos para o lado para que o gatinho e seu refém humano ficassem na minha diagonal.
- Olhem bem seus marinheiros de merda! Por que o Maravilhoso Ken Rock, vai mostrar como a raça superior esfola suas presas.

Após o meu lindo e maravilhoso discurso, retiraria a minha mão dos seios macios da mink e a colocaria em seus olhos. Nesse mesmo momento, brilharia intensamente a minha crista com o intuito de cegar os malditos marinheiros. No momento do brilho, apontaria a minha arma na direção do refém do gatinho e dispararia duas vezes contra o humano. Depois disso dispararia uma bala para cada marinheiro que estivesse mais próximo, pegaria minha outra arma e dispararia contra o grupo de marinheiros com a intenção de acertar o máximo de humanos possível.

Procuraria algum local para me esconder e iria até o mesmo! Lá recarregaria a minha arma e voltaria a efetuar disparos com a minha arma contra os marinheiros que estivessem próximos aos meus companheiros mas, daria prioridade para os que estivessem vindo em minha direção. Após alguns disparos, devolveria a arma para a mink e daria um comando... - Recarregue a armas, rápido!!! Porra !! Ou eles vão te matar! ...
Pegaria minha outra pistola e voltaria a alvejar os alvos e seguiria o mesmo plano de antes, atiraria nos que estaria se aproximando de mim de meus companheiros.

Em um último recurso, brilharia minha crista mais uma vez, teria uma impressão de que provavelmente cegaria meus aliados mas apostaria nessa ação, e assim aplicaria tiros nos que estavam próximos deles para desafogar o número de inimigos e abrir alguma brecha em seus ataques ou fuga do gatinho e do tigrinho.

Se em algum momento, algum dos boxeadores ou lutadores de Tae se aproximassem de mim, arremessaria minha arma defeituosa contra o rosto do oponente e pularia em cima do mesmo! Uma vez em cima do oponente, começaria a morder seus membros e rosto com a intenção de separá-los do dono! ... - Muuahushuahushuhsa hora do comida seu verme inútil!...



Após os tiros, começaria a correr, da melhor maneira possível, junto com os outros. Em meio a corrida, procuraria recarregar as minhas armas, sem deixa-las cair, depois de carregada, atiraria mais algumas vezes na direção dos sacos de merdas chamados de marinheiros!

Se houvesse algum lugar próximo que fosse possível me esconder sem os marinheiros perceberem, faria isso e aguardaria em silêncio a passagem daqueles vermes enquanto tentava bolar um plano para eliminá-los...

“ Caralho, preciso de mais armas ou quem sabe um canhão para mata-los de forma mais rápida e prazerosa.”

Mas, se após o clarão houvesse a oportunidade de entrar no estabelecimento do ferreiro, faria isso. Afinal estaria contando que os marinheiros fossem atrás do grupo de fujões e que não iriam perder tempo nos comércios próximos.
Uma vez dentro do estabelecimento, procuraria um local para me esconder  e começaria a recarregar minhas armas e as manterias em minhas mãos. Falaria baixo com a mink... – Gatinha, não faça nenhum barulho e se por um acaso escutar algo me avise!... e assim ficaria na surdina em alerta e esperaria poeira baixar para dar continuidade.

“Mas que merda, alguma coisa não está me cheirando bem! Precisamos aumentar os danos na marinha! Assim eles ficarão mais ocupados! Acho que é isso, depois de me recuperar vou dar um jeito de explodir alguma coisa no QG deles.!”
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptySex 1 Dez - 0:07

Uma Succubos em Ilusia



Post 6





"Se existe um começo, existe um fim, Isso é regra. Pode até ser triste, mas ficar triste só porque é o fim não faz meu tipo. Por ser o fim, é melhor bagunçar ainda mais. Assim, independente de como seja o final, podemos terminar sorrindo."” - (Dante)




Depois da longa viagem ate as docas Layla estava finalmente mais tranquila na presença de Clovis, seu silêncio estranho era bem inoportuno ate ali, já que havia conhecido vários seres ilustres pelo caminho ate ali. Ela tinha ficado de fato em um momento de quase meditação pessoal, seus pensamentos voavam longe, por mais que seu corpo presente estivesse no automático, e agindo e falando, era como se ela não tivesse ainda voltado a si. Afinal isso faria todo o sentido se pensasse com calma, toda aquele momento difícil desde Conomi, exigia alguma reflexão dela nem que fosse só nesse momento de viagem ate as docas, ela então agora ia aproveitar do momento pra falar mais com Clovis e talvez aprender algo, ela se dirigiria ate o carpinteiro por ali novamente e agora depois de falar de si ela ia perguntar sobre ele e o que acontecera ente ele e kuro.

Ela se aproximaria dele e encheria o peito, era possível que ele tivesse trabalhando naquela hora e assim se ele estivesse não falaria no momento só sentaria num canto por perto de onde ele estivesse e observaria, se ele não estivesse trabalhando o indagaria. - Clovis como você conheceu kuro? - Ela perguntaria esperando ouvir a história dele, talvez um pouco mais do seu passado ou o por que de ele estar aqui agora. Caso ela fosse indagada do mesmo explicaria pra ele o que aconteceu, desde as perseguições ate o momento. - Eu o conheci numa estalagem em Conomi, estava bebendo vinho e ele chegou por lá acabando por ficar conversando e me ajudando a compra botas, e foi ai que, ele me levou pra um passeio em alto-mar, me ensinou algumas coisas.- Ela dava um leve sosrriso ao término da frase.

Ela falaria a história de fato lembrando o que se passava ali em conomi, prosseguiria depois disso pra os problemas. - Depois disso fomos pra festa da colheita, e bom, lá kuro foi raptado, eu fui acusada, Grambus ficou maluco com tudo e queria me prender junto a alguns outros que eram suspeitos de varias coisas, por fim Kuro vendo o tamanho do problema disso me mandou pra cá. -Encerraria pensativa naquele momento apesar de tudo era bom estar por ali.


Citação :
Bom saiu o postinho, depois de acho que um mês mais ou menos, ainda tá meio merda mas fazer o que Fu feliz

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptySex 1 Dez - 9:05


O combate começava por ali, e Royce rapidamente tomava o “refém” em seus braços em uma perfeita “atuação” por parte do felino, sem nem mesmo pensar o copiloto começava a gritar pedindo ajuda, aquela era sua chance de ser bem-visto pela marinha, tal atuação era seu adeus ao grupo ele já tinha se programado a partir dali. O Tempo ganho pelo refém não era muito, já que os das laterais não paravam de avançar, mas tempo o suficiente pra o uso do brilho do cação luminoso. Raksha já havia ordenado a Lily e o medico pra se retirarem e assim eles o fizeram por ali.

Todos que não fechavam os olhos acabavam sendo cegados ali naquele momento, era a oportunidade de ouro, os atiradores confusos esqueciam de travar as armas e o da direita atirava no do meio sem prestar atenção no que fazia, isso é o resultado de levar um maluco no primeiro dia pra patrulhar áreas grandes. Royce não perdia tempo e se preparava pra usar sua técnica, cravando as unhas no chão no momento certo ele preparava e rapidamente saltava deixando o refém que também tinha sido cegado pela luz pra trás. Nesse mesmo momento do salto o tritão atirava no copiloto, seu tiro acertava bem no braço esquerdo e logo ele falava em uma voz completamente grossa e assustadora praticamente um gutural “EU VOU ME LEMBRAR DISSO PEIXE FEDIDO” ele tirava algo que estava dentro de um bolso dele e injetava, era uma seringa com o símbolo do Governo Mundial nela, ele devia ter roubado aquilo de algum lugar, agente, com certeza, ele não era, o tritão prosseguia atirando e atirando.

O salto poderoso do mink alcançava a distância necessária e sem nenhum problema, ele estava por trás dos atiradores partindo em seu golpe rasante e efetivo que simplesmente derrubava os dois que não só haviam sido acertados por Ken Rock que disparava loucamente contra os marines atirando o máximo que conseguia e recarregando, o Lince mirava os laceiros e preparava pra atacar eles, mas em um giro rápido era bloqueado, ele se virava ainda de olhos fechados pra o garoto, e parecia ter uma audição superior a maioria dos homens, e se guiava por ela, a avançando contra Royce. Raksha planejava uma estratégia mental nesse momento e se preparava pra atacar, apesar de ele já ver os atiradores caindo e assim a vantagem numérica cai pra apenas um homem a mais, porém sua estratégia prosseguia e em um rápido salto ele pulava em um dos boxeadores. Ele quase o destruía com a lança mas nos últimos segundos ele fastava pra trás, tomando ainda um rasgo menor no peito.  O Tigre não parava ai partindo com um ataque na diagonal seguido de outro, ele dava mais dois talhos no boxeador que aguentando o golpe desferia um cruzado de direita somado a um salto na cara do tigre, era bem na mandíbula, ele não chegava a cair mas aquilo era atordoante.

O espadachim implacável corria em zig-zague, de forma aparente por algum motivo ele não havia sido afetado, ou talvez o efeito tivesse passado naquele momento, ele se aproximava mas não atacava nenhum deles apenas pegava o copiloto que já corria dali em direção aos marines, e aparentemente batia em retirada do local, seu foco era o refém, apenas o colocava no ombro correndo pelo mesmo lugar que veio. Provável que parte dos procedimentos da marinha salvar os civis em primeiro plano, o copiloto passava sorria pra Royce com um sorriso maligno enquanto passava por ele. O Felino depois de mirado pelo lanceiro tinha partido pro próximo ataque que e ia em direção ao lutador de tae.

O peixoso, que ainda atirava via agora uma voz o chamando- Hey aqui… aqui...- Era o ferreiro pra sua surpresa um tritão baleia enorme, vendo a oportunidade ele rapidamente partia em direção ao local adentrando por ali. Ezequiel visando ajudar saltava no boxeador da outra ponta e o segurava por ali, a mink que segurava ken após ele está em segurança partia pro combate, pegando um dos lanceiros. Royce se aproximava do lutador de tae e estava pronto pra desferir um golpe ali, mas antes de tudo um chute voava em sua direção parecia um canhão, ele esquivava pra a direita, mas claramente podia ter problemas como chutador. O Lanceiro livre que não havia sido parado pela mink já se recuperara por hora e avançava pra Raksha que agora lidaria com dois por ali aparentemente. Um ataque de lança subia rapidamente mas sem nenhum problema era bloqueado pôr o tigre que a gora notava que o lanceiro em questão nem era tão habilidoso quanto ele, a lança era de qualidade duvidosa também. O boxeador atacava também, mas rapidamente era bloqueado com o cabo e levava uma pancada nas costelas conjuntamente, e o maior erro do lanceiro se dava nesse momento em um salto radical com a lança ele tentava descer com a ponta na cabeça do tigrão que apenas aproveitava o momento e estocava ele, o marine desmaiava instantaneamente caindo ao chão, apenas não morrendo por ter segurado a lança nos últimos segundos. As lutas agora prosseguiriam no 1 a 1 depois dos minions eliminados, não duraria muito por sinal.

Layla - - - -

Layla partia em uma conversa com clovis, eles tinha muito papo pra conversar ela perguntava como ele e kuro se conheceram por ali, ele respirava um pouco quando ouvia isso mas logo se dispunha a contar. - Eu trabalhei com ele por muitos anos, também já passei muito tempo em conomi, mas não tive como me manter por lá, acabei viajando pra alguns lugares e estacionei aqui é uma história normal. - Ficava claro que faltavam muitos detalhes naquela história mas como seu desejo ali era cortar assunto, ele logo usava da pergunta da garota contra ela.

Layla contava muito sobre todos os momentos em Conomi e o que lhe fora agradável e desagradável por lá mas havia algo que ele gostaria de saber. -Muito bem eu ate já sei algumas coisas sobre você mas tem algo a mais que eu gostaria de ouvir, o que você quer pro futuro? Pra onde quer ir agora?- Ele perguntava sério e sempre focado, era algo que parecia ser verdadeiramente do interesse dele.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptySex 1 Dez - 11:43


Realmente me surpreenderia aquele tubarão baleia me chamando para adentrar ao recinto! Poderia ser sim algo de útil estivesse acontecendo e ao olhar o pessoal tretando com os marinheiros, daria pra perceber que lidariam com eles sem nenhum problema! Porém o que seria de mim se não partilhasse mais um pouco das minhas belas balas contra aqueles humanos inúteis!

Se por ventura eu já tivesse adentrado no estabelecimento, sorriria ao tubarão baleia e conversaria com ele enquanto voltaria o mais manco e rápido possível até a porta!... – Segura as palavras de agradecimento ai grandão! Vou ali rapidão dar mais alguns pipocos naqueles humanos filhos de uma puta e to curioso pra ver como eles estão tb! Já volto!

Antes de abrir a porta, retiraria parte da minha linda e bela sunga amarela da bunda e assim abrira a porta do estabelecimento, olharia a situação escoraria o meu corpo para facilitar a minha mira devido a minha perna machucada! Se o humano refém e o espadachim estivessem ao meu alcance e mira, aplicaria dois três disparos, um no centro, um na direita e outro na esquerda! Como aquele rato estava correndo em zig zague, acreditaria que pelo menos um dos tiros acertaria ele ou o infeliz do refém! Se conseguisse alvejar o refém gritaria ao mesmo... – Leva essa linda bala do mestre Ken Rock com você seu filho de uma puta cheia de pelanca! Muuhauhauhauhaa... E voltaria a minha atenção aos outros .

Olharia a bem a situação e depois gritaria em pânico apontado para o céu em para uma direção onde os marinhes teriam que desviar o olhar ou pelo menos teriam que prestar atenção... – Meu Tritão dos Mares!!!! Cuidado, outro zepelim está vindo por alí! Puta manca que os pariu!!!!! .... Era claro que seria uma mentira e que em um dia normal ninguém acreditaria, mas depois de outra aeronave cair sem explicações no meio da ilha, vai saber se pelo menos uns dos porcos resolvessem olhar ou simplesmente travassem na dúvida! Não me importaria e na verdade queria mais o caos instalado nesses humanos de merda do que simplesmente ajuda-los e assim seguiria com a minha ação nobre e digna! Sim digna, após gritar de maneira desesperada, sacaria minhas pistolas e começaria a atirar contra os corpos dos marines! Visaria sempre o Tórax, maior área do corpo humano de maior estrago, pelo menos esse seria o meu pensamento!

A minha ideia primaria, seria alvejar os marines que olharam para o céu ou aqueles que ficaram com aquela carinha de cu (olho ou não olho mamãe?). Descarregaria minhas duas pistolas contra os inimigos e depois começaria a sorrir e se ainda me restasse tempo, recarregaria uma das armas e atiraria novamente contra os marinheiros e depois diria... – Vou resolver uma treta e já volto meus amores e gatinha, quando quiser usa seu lindo e delicioso olfato pra me encontrar que vou te dar um trato gostosinho sua safada!

Voltaria para dentro do estabelecimento com um sorriso conversando comigo mesmo... – Ai ai, é tão bom machucar esses humanos de merda! Realmente é a coisa mais prazerosa depois de um sexo sujo e gostoso, muuahushuhaushuahsa!!!

E ainda sorrindo olharia a minha volta e conversaria com o tritão baleira!

- Muito obrigado meu amigo do mar! Não costumo agradecer, mas como somos da mesma bela e grandiosa raça, não há o por que de não ser humilde contigo! Mas diz ai tu é um ferreiro mesmo?

Acomodaria as minhas preciosas bolas na sunga e voltaria a conversar... – Por que caralho, eu to rodando a porra dessa merda de ilha a procura de um ferreiro pra me ensinar umas parada louca e do nada, Bum, Surge esse peixão na minha frente me convidando gentil e amigavelmente pra entrar no seu maravilho estabelecimento.... Muuahushuhaushuahushuha,
pra melhorar só faltaria aquela mink gostosinha entrar por aquela porta e começar a me chupar
mhuuhauhsuhauhsuha


Olharia mais um pouco o local e falaria!

-Mas diz ai... Tem como me ensinar e me ajudar com uns bagulhos? Tô precisando voltar lá pros meus gatinhos, aqueles putos de pelo não sabem fazer porra nenhuma nem essa belo peixão azul aqui pra ajuda-los! São praticamente aqueles filhos asnos que não sabem fazer porra nenhuma sem o fodão do pai por perto!

“Mhuuahuahushuahuha, tb tô com saudades de sentar lá na porra do meu trono e é claro tenho que dar um jeito de matar aquele polvo traidor filho de uma puta, tava todo excitado com a treta de agora que me esqueci completamente daquele filho de uma puta! Tenho certeza que a minha premunição estava certa!!!!”

Esperaria o diálogo do ferreiro e o que ele tivesse a me oferecer! Caso a gatinha adentrasse ao local, abriria um sorrisão e voltaria a me apoiar em seu corpo com uma de minhas belas mãos azuis em seu seio macio... – Ficou com saudade do papai né xaninha, faz miau bem baixinho aqui no meu ouvidinho sua gostosinha!
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptyDom 3 Dez - 19:54




Royce

Fury Furry



Nyan Nyan Nyan, o que temos aqui Nyan. - miava Royce para seu adversários dando se possível passos circulares que mantivessem a distância e girasse-o de modo a ficar de frente para o tigre e aproximasse-o do lanceiro e boxeador restantes. - Aquele cara não era exatamente nosso-gara refém, Nyan. Como vocês-gara poderão ver ele está com o uniforme do balão que caiu. - Não havia vantagem tática nesse falatório de Royce, não que ele esperasse que houve-se apenas queria vir a dificultar mais a vida do garoto, sabe? Apenas pra que ele não se safasse de boa de tudo aqui.

Royce então se tivesse conseguido realizar o semi-circulo enquanto falava daria uma piscadela para seu oponente dizendo. Nyannnn. Até depois, nyannyanynyanyanya. - riria enquanto se deslocava em velocidade, virando-se e correndo na direção do combate da gata e do lanceiro.

Esperava obviamente que mediante está incrível afronta a dignidade do lutador o mesmo começasse a correr em perseguição e com isso Royce gritaria para a mink e o lanceiro que lutavam.

- OIIIIII gatinha!! Distraia ele que vou matá-lo por trás. - Não que Royce fosse matar o lanceiro, mas esperava que este se virasse pra ele dando assim uma brecha para a felina concluir o serviço.

Este era o principal modo que Royce sabia lutar, não era realmente hábil para resolver tudo sozinho, mas divertia-se em espalhar o caos entre os confrontos criando aberturas onde antes não haviam, confundindo os oponentes fazendo-os olhar para onde ele queria.

Com está tática em curso manter-se-ia atento em sua audição para ‘sentir’ ataques vindos do lutador a suas costas, pois bem sabia que poderia não ser mais rápido que seu oponente, mas sabia ao menos que a distância inicial que os separavam devia ser o suficiente para lhe dar tempo ao seu plano anterior antes de ter de se preocupar com ataques em sua retaguarda, assim sendo no momento seguinte que ouvisse que a distância sua e de seu oponente havia sido reduzida e que provavelmente acabaria por receber um ataque o jovem gatuno inverteria sua estratégia.

Freando sua corrida enquanto giraria o corpo aplicando em suas costas um amplo golpe circular com sua espada. Era provável que não acertasse, pois o lutador deveria ser hábil o suficiente para frear e também evitar o golpe.

- Angart! - Exclamaria quanto tivesse novamente parado frente a frente a seu inimigo e no caso deste ter evitado o golpe circular, mas no caso do mesmo ter sido ferido Royce diria, - Touche cãozinho. - em uma ampla referencia a seu oponente ser o cãozinho mandado de alguém e Royce não gostar de cãozinhos.

Royce na verdade só estaria enrolando, dando tempo para que os outros concluíssem suas lutas e assim lhe poupassem o trabalho de arriscar o seu pelo.

Sorrindo confiante para seu oponente ele diria: - Você ainda está aqui? To falando que aquele cara que derrubou o balão, ele-gara vai acabar matando o espadachim e dando no pé. - Não era uma mentira, afinal Royce bem acreditava que o sujeito era capaz de algo assim.

Manter-se-ia atento ao fato de que o lutador poderia não mais deixa-lo falar, atacando-o a qualquer momento assim o jovem gatuno buscaria esquivar da maneira que fosse possível gritando a cada momento.

NYANNN! ISSO É PERIGOSO! NYANNNN - e repetindo os nyans em esquivar consecutivas de múltiplos golpes. Inclinar-se-ia para trás para chutes altos tirando sua cabeça da trajetória, ou jogaria o quadril para trás junto a um pequeno saltinho para chutes no abdome/quadril.

Se em algum momento o lutador aplicasse um golpe amplo giratório Royce não esquivaria para trás, aproveitando-se do pequeno intervalo onde seu oponente não poderia reagir para usar de sua aceleração para avançar fazendo com que de vez de ser acertado com o pé do oponente fosse golpeado com a coxa reduzindo a força do golpe e usando seu corpo para bloquear o golpe que nesse ponto devia conter bem pouca eficacia, no entanto Royce não se empenharia em travar o corpo do oponente e sim em ao seu ‘golpeado’ rodar junto invertendo as posições de combate e ficando novamente em posição de correr.

- Valeu-gara! - diria quando começasse a correr na direção de outro confronto, o do tigre, ou simplesmente na direção do tigre caso este já tivesse concluído a sua luta. Quando em alcance de voz começaria a gritar, apenas caso o tigre ainda lutasse.

AHHHHHHHHHHHHHHHHHHH - correndo na direção do boxeador com a espada em Riste, mas assim que ele lhe olhasse e se o tae continuasse a correr atrás de si o jovem novamente pararia, girando com um golpe circular e mais uma vez repetiria exatamente o mesmo que ia fazendo antes, inclusive com as mesmas interações.


”objetivos”:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 10 EmptySeg 4 Dez - 4:17



Apesar do foco em sua própria luta, Raksha mantinha um olho no que acontecia com o restante, até mesmo para se preparar para alguma ameaça a mais, como o lanceiro que havia tentado ataca-lo a pouco. Por isso ao ver a facilidade com que os atiradores eram parados e como no fim os lanceiros também haviam sido “incapacitados” praticamente, sabia que sua estratégia havia sido a correta. Pena que Ken não focara no espadachim como foi pedido. Agora o retorno do homem com reforços era uma forte possibilidade.

Voltando a luta atual, o Mink não sentia nenhuma sede de sangue, ou sequer algum tipo de alegria que fosse naquele combate. Houvera um tempo em que gostava de testar suas habilidades e lutar, mas o fato de ter de matar alguém de tempos em tempos para se manter no controle havia minado a alegria que batalhar pudesse trazer. Agora restava apenas indiferença ou pena na maioria das vezes.

A atual situação não lhe permitia ficar pensando muito em outras coisas além de achar a forma mais rápida de vencer. O boxeador aguentou vários de seus ataques e ainda conseguira revidar se demonstrando um oponente persistente. Talvez ninguém precisasse mais morrer hoje. Aproveitando o momento em que poderia voltar a atacar ferozmente, ele mudaria repentinamente sua estratégia de combate e recuaria em direção ao lanceiro desmaiado pronto para tentar uma nova.

- Pare ou eu mato ele. – A frase sairia tranquila e baixa, quase como se não fosse uma ordem, mas seu tridente estaria posicionado contra o pescoço do lanceiro de toda forma.

- Se aproxime lentamente e deite de bruços no chão com as mãos cruzadas em cima da cabeça. - Seguiria dizendo caso o boxeador tivesse parado. – Vou deixa-los desacordados. Aproveite essa chance de manter a sua vida. – Continuaria, interrompendo o homem se tentasse argumentar. – Aí está bom, pode deitar.

Caso tudo acontecesse de acordo com os conformes e o marine seguisse suas instruções, ele rapidamente pularia em sua direção e tentaria atingir sua nuca, ou lateral da cabeça se fosse mais fácil com a ponta do cabo do tridente quantas vezes fossem necessárias para desacorda-lo.

Em seguida viraria sua atenção para as outras lutas.

Honestamente o Tigre sabia de suas limitações, não era um líder nato e não tinha uma lábia alta, nem mesmo para intimidar. Mas esperava que a situação superasse tais fatores. Lógico que estava preparado para agir caso não desse certo. Sua posição era uma que deixaria na sua vista a maior quantidade de inimigos possíveis, e se um deles se livrasse de seus oponentes e disparasse contra ele, o Mink pressionaria um pouco mais o tridente contra o pescoço do lanceiro o perfurando de levinho. Isso serviria também contra o boxeador. Se ainda assim o(s) oponente(s) não parasse(m) em sua(s) investida(s), Raksha abandonaria de vez tal tática pensando que os verdadeiros “insensíveis” ali eram aqueles homens fardados.

Como o tridente estava apontado para baixo, o Tigre daria dois passinhos para frente e saltaria contra o boxeador para ataca-lo se ainda estivesse em pé, usando sua arma para realizar um golpe em corte frontal de baixo para cima, como se fosse uma meia lua surgindo nesse mundo, ao mesmo tempo em que rugia poderosamente - ROOOOOAAAAARRR!!!

Se o boxeador se desviasse e tentasse contra-atacar enquanto o Mink ainda estava em movimento, Raksha ergueria o joelho direito ao dobrar sua perna para tentar bloquear o ataque. Uma vez que pousasse no chão esperava ter passado para uma posição nas costas do marine (como quando ocorre aquela troca de golpes finais entre espadachins), e sem esperar para ver o resultado daria um giro rápido nas pontas dos pés e baixaria a lança em um movimento inverso mirando rasgar as costas do homem.

Após recuaria e deixaria a lança estendida na sua frente avaliando a situação geral. Caso algum inimigo o atacasse, ele pretendia usar o alcance maior de sua arma para manter o oponente a distância e bloquear seus golpes. Para golpes frontais como estocadas chutes e socos, até mesmo os que viessem de baixo para cima, a resposta seria um movimento de corte na horizontal para bloquear. Para golpes de corte ou na horizontal, o movimento da lança, no entanto, seria na diagonal.

Se o boxeador se deitasse e outro marinheiro se aproximasse de forma simultânea, o tigre teria como prioridade atacar o que estivesse em movimento da mesma forma que teria feito com o boxeador (dois ataques visando cortar o adversário em quatro partes de baixo para cima, ou de cima para baixo). Tal situação serve também para o caso de algum marinheiro se aproximar depois que o Mink tivesse apagado o boxeador dependendo do timing.

Já se as atitudes de Royce abrissem espaço para que Raksha atacasse de forma certeira, ele daria uma estocada frontal mirando os peitos, ou costas, do marinheiro em questão.
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