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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptySeg 28 Ago - 22:16

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Blood Ocean

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Simo e Raksha. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kyougin
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQua 20 Set - 22:42

Stranger Family - Blood Ocean
06




Scar se indigna e dá de costas para Ken enquanto esse solta piadas para intimidar o tigre. O Mink estava cego às insultas e simplesmente continua decidido investigar aquela situação constrangedora. Ele procura por algo que pudesse ajudá-lo acerca dos mercenários. No timão sobre a sala, Ryu grita:

- Seu tigre desgraçado, o que está fazendo aí embaixo?
- Eii, tudo ok? - pergunta Royce para a Mink em paralelo ao ocorrido. - Você-gara estava agindo um pouco estranho, tem algo errado?
- Ainda não estou me sentindo muito bem, mas estou nervosa demais para pensar no que aconteceu. - começa em tom quebradiço e cansado. - Continue aí que vou tomar um copo com água. - ela pega os documentos e caminha até sua cozinha saltando habilmente para a Escuna.
- Royce segure aqui o timão. - fala matreiro. - O vento está estável e creio que logo chegaremos. Não há dificuldade. Você só precisa segurar firme o timão impedindo que o leme se mova. Caso se mova, grite e me chame. - termina o sireno trocando de lugar com o colega e indo à sala de encontro do tigre.

O tritão procura por algo nos corpos, mas a não ser dos inúteis tripulantes encostados à beira da proa, o corpo dos inimigos que apresentaram certo risco havia ficado na praia. Os únicos objetos úteis que encontrou foram uma cueca amarela e uma bermuda preta que Scar jogou depois de ter encontrado um armário escondido por detrás da tapeçaria da sala. Ele as veste e vê o polvo adentrar a sala gritando:

- VOCÊ VAI ENCONTRAR NADA, PSICOPATA. A merda desse navio deve ter sido dada a esses imbecis como isca. A grande maioria dos navegadores antigos conhece as histórias dos Caveiras Negra. Esse maldito bando age desse jeito. Iludindo jovens piratas, os fazendo caçar riquezas fora da GL, se arriscando, sendo presos ou mortos. Não percebeu o quanto eles eram fracos? - estava à porta notando toda a destruição da sala. O birô estava estilhaçado e o carpete da parede quase todo removido.

Rock se aproxima de Roy controlando o timão e pergunta:

- Aew gato liso, pelo menos encontrou alguma porra interessante enquanto você fugia da merda da batalha?
- Não estava fugindo, mas sabia que sua grande pessoa não precisaria de ajuda para lidar com aqueles fracotes. Mas se você-gara precisa de ajuda é só me dizer. Tem dinheiro no porão e acho que só. - responde ao infame.
- Há um baú de tesouro tb! Vamos somar tudo e dividir essa porra. - anima-se prosseguindo: - Hei gato liso, qual o teu nome?
- Me chamo Royce nyan. - responde a indagação.
- Me chamam de o grandioso Ken Rock! - alcunhava-se.
- Ok. Galo azul. - termina com um sorriso no rosto observando Ryu voltar para sua posição.

O ruivo se encontra com o Lince no caminho que esse voltava para as velas, entrega os objetos mais simples que havia conquistado, dizendo:

- Tome, presente atrasado.
- Tem dinheiro lá no porão, acho que os outros já pegaram a parte deles, pode ficar com a minha-gara. - vira-se rapidamente indo à direção da proa onde já podia ver a ilha, concluindo: - Não preciso de dinheiro. - poderia admirar o sol que já começava a se por. O alaranjado embelezava levemente as poucas nuvens, e mesmo à distância podia ver o rochedo no centro da cidade reluzindo aos raios que se encontrava com os minérios.

Royce se senta próximo à popa, abaixo da posição de elevação que Ryu estava e começa a analisar rapidamente o que havia acabado de ganhar! Enquanto isso os outros três se dirigem para o porão de modo tomar suas porções da conquista quando a Agatha reaparece com uma imensa bandeja de frutas, carne malpassada ainda do almoço e pães amanteigados. Vendo a movimentação dos garotos ela grita:

- Deixem de ser apressados. Vocês acham que não vamos dividir isso por igual? Venham comer primeiro antes de fazer isso porque eu sou a mulher desse grupo e farei isso pessoalmente. - coloca a bandeja sobre um apoio próximo ao mastro principal e continua: - Inclusive, já estou melhor se é importante pra vocês saberem disso, desgraçados! - pausou, pegou uma maçã imensa e abocanhou, continuando: - Aliás, vocês viram aqueles documentos que o Royce encontrou?! Parecem rotas de assaltos. Alguns são arquivos bem velhos, estão incompletos, mas todos falam de algo que aconteceu em alguma das ilhas do West Blue. Deve haver uns 3 papéis rasgados que parecem falar de Las Camp e a grande maioria tem escritos de Ilusia ou Toroa. - termina mordendo de novo e mastigando tudo de uma vez. Ela estava com fome de carne, mas estava com certo mal estar e preferia desintoxicar.

Ryu observa tudo e prefere ficar calado esperando que os companheiros tomassem alguma decisão. Ele queria chegar a Ilusia o quanto antes e sabia que precisaria de cautela até chegar à ilha. Ainda estava cansado e o tronco doía bastante. Estava resistindo o máximo possível e guardava suas energias!

Os dois barcos seguiam estáveis no limite do possível e Royce chegava ao mastro principal de modo remover a bandeira. Ele estava certo de não sinalizar sua jurisdições, visto que aos poucos eles podiam perceber o aumento de navios que vinham de direções opostas ou que saíam do porto. Arriada a bandeira ele voltava ao centro do convés.

Agatha se vira rapidamente para o polvo e chama o Lince, dizendo:

- Comam logo antes que acabe. Daqui a pouco pego os documentos se quiserem ler. Estamos quase chegando a Ilusia e vamos precisar de energia! - seu tom era de total cuidado.

A Mink pega um rum e abre oferecendo aos companheiros e o polvo vocifera minutos depois:

- Espero que estejam prontos. Vamos atracar! - começa a realizar a manobra de repouso pedindo que Royce subisse as velas para desacelerar a embarcação.

A viagem havia sido calma e eles logo se aprontariam para desembarcar! Eram 16h20min da tarde. O sol estava frio e o céu ainda de poucas nuvens. No porto eles poderiam escutar o som de animais voadores e as ondas se chocando com a areia da praia. O porto estava calmo, mas podiam ver muitos barcos atracados. A Escuna que era rebocada parou se chocando com a popa do Brigue, mas nada que danificasse para além da pintura. Estavam parados.
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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQui 21 Set - 0:18



Scar estava no meio de sua busca por informações quando ouviu o polvo falar - VOCÊ VAI ENCONTRAR NADA, PSICOPATA. A merda desse navio deve ter sido dada a esses imbecis como isca. A grande maioria dos navegadores antigos conhece as histórias dos Caveiras Negra. Esse maldito bando age desse jeito. Iludindo jovens piratas, os fazendo caçar riquezas fora da GL, se arriscando, sendo presos ou mortos. Não percebeu o quanto eles eram fracos?

Olhando para Ryu na porta, Scar caminhou lentamente em direção a ele com sua lança em punhos e corpo curvado devido ao teto (se precisasse). – Você pensa que eles eram fracos? Então me diga, quão forte é você em comparação a eles? – Dizia com um sorriso frio no rosto e um olhar serio que fitava os próprios olhos do sirieno. Sua voz era calma, profunda, baixa, e apesar de saber que não deveria atacar o navegador do grupo, a realidade é que naquele momento estava irritado demais com o que considerava ter sido um fracasso, e ouvir o nome “Caveiras Negras” havia trago à tona o ódio que tinha guardado dentro de si. Precisava compartilhar com o mundo aquele ódio. Talvez cortar um dos braços do polvo fosse o suficiente. Talvez não.

Caso a tensão no local aumentasse, ele inclinaria a cabeça de leve para o lado esperando. Esperando que Ryu clamasse ser mais forte. Esperando que o Sirieno fizesse uma ação hostil. Esperando que lhe desse um motivo real para iniciar o combate. Esperando para ver o sangue de sua nova presa escorrer por sua lança.

Se nada disso acontecesse, a contra gosto o Tigre recuaria um passo trocando seu sorriso frio por um levemente divertido enquanto olhava com desprezo para Ryu o considerando um cão que late mas não morde. – Me diga mais sobre esses Caveira Negras... o que sabe sobre eles?

No entanto, caso Ryu desse uma resposta atrevida, provocativa, fizesse algum movimento hostil, ou mostrasse algum sinal de insatisfação no olhar, Scar entraria em ação. Dando um pequenino passo com a perna direita para trás deixando o pé imediatamente arás do outo, ele colocaria seu corpo de lado. Enquanto isso a lança em suas mãos subiria e desceria rapidamente para frente em um movimento de corte também na diagonal. Tal ação servia tanto para bloquear um possível ataque, quanto para realizar um ataque próprio visando cortar um dos braços do polvo se esse não fosse o caso.

Caso seu movimento tivesse servido para defesa, em seguida o Tigre contra-atacaria de forma fluida, aproveitando a posição da lança para dar uma estocada visando a região abdominal do sirieno. Em seguida realizaria mais um movimento de corte a partir do ponto onde a estocada tivesse terminado, com o objetivo de cortar sua presa em duas se tivesse acertado, desarma-la ou abrir sua guarda se a estocada tivesse sido bloqueada e por fim acertar finalmente Ryu se esse tivesse se esquivado para os lados. Apenas um braço realmente não seria o suficiente.

No entanto se Scar fosse o primeiro a atacar, e acertasse, diria baixinho posicionando a lança contra a garganta do Sirieno. – Se gritar eu te mato. Não é tão forte assim hein. Agora me diga, o que sabe sobre os Caveiras Negras?

Se o Sirieno conseguisse escapar da situação e fugisse dali, o Tigre não o perseguiria. Mas se o atacasse, Scar moveria sua lança na horizontal de baixo para cima como forma de bloquear o golpe ao desviar a arma do adversário. Se em algum momento o polvo tentasse usar seus braços extras para agarrar a arma, Scar morderia tal membro visando arrancar um pedaço e daria um chute frontal para afastar o polvo.

Independente de ocorrer luta ou não, assim que Ryu saísse dali ou estivesse morto, o Mink sairia do cômodo em direção ao porão, e uma vez que visse Agatha com uma bandeja de comidas, pegaria o maior pedaço de carne e começaria a comer. Ouvindo a moça falar sobre dividir o ouro, ele franziria o cenho olhando para os outros dois, estava prestes a ignorar a mulher quando a ouviu falar sobre os documentos. Após ponderar por um instante diria. – Melhor dividir agora. Na volta vejo os documentos. – E após pegar mais um pedaço de carne, se dirigiria ao porão e pegaria sua parte. Se os outros viessem juntos, não arranjaria confusão, mas se optassem por não ir, pegaria a mais.

Ao retornar para o convés, caso a luta tivesse ocorrido e o polvo estivesse reclamando e o acusando, apenas diria – Estava apenas te testando. Se continuar falando besteira te ataco de verdade para ver a diferença. Está vivo, não está?

Já se o polvo estivesse morto e alguém desse falta dele, seguiria como se nada tivesse acontecido. - Vou procurar ele. - Em seguida retornaria para o local e analisaria se dava para jogar o corpo no mar por ali, fazendo isso caso fosse possível. Se não desse, retornaria para onde os outros estavam e diria calmamente – Parece que ainda tem um inimigo a bordo. Ele matou o polvo. – Era uma mentira descarada, e ele não tava nem aí se não acreditassem nele. Caso procurassem pelo inimigo e viessem questiona-lo, apenas diria – Acho que saltou para o mar. Preferiu as chances dele lá.

Não achava que alguém fosse criar caso por conta daquilo, mas se criassem, fazer o que?

Matar.

Já se tudo estivesse certo com o polvo e nada tivesse ocorrido, vendo o navio atracar, pegaria os documentos com Agatha e tomaria um gole de Rum enquanto lia. Caso Royce propusesse que eles desembarcassem, concordaria.

- Sim, é uma boa ideia.

Em seguida reuniria as cabeças decepadas e as guardaria no baú.

- É melhor não arriscar. Repassar no mercado negro é mais seguro.

Pisando em terra, seguiria o Lince já que ele era o responsável por encontrar o mercado negro. Com o baú sendo carregado acima de ombro esquerdo, ele andaria por aquele porto observando as ações das pessoas que pudessem estar a sua volta e gravando o caminho pelo qual estava passando caso precisasse da informação no futuro.

No caso de ver Royce largando os itens para serem vendidos e dizer que queria ir achar um medico, Scar bufaria com escarnio – Aff, realmente nada confiável. Que amigo que cê arranjou hein... – Diria em voz alta para seu irmãozinho em sua mente, sem ligar se os outros entenderiam ou não. – Não, tenho interesse nisso. – Completaria, saltando para a terra também, com os mesmos itens e sem dar satisfações a ninguém. Com o baú sendo carregado acima de ombro esquerdo, ele andaria por aquele porto observando as ações das pessoas que pudessem estar a sua volta e gravando o caminho pelo qual estava passando caso precisasse da informação no futuro. Procuraria ver um bar, e se esse fosse o caso adentraria o local analisando-o. Caso alguém não corresse ao vê-lo durante sua caminhada, pararia e questionaria – Hei, sabe onde fica o bar mais próximo aqui?

Durante todo o tempo tentaria não parecer muito ansioso para descobrir mais sobre os Caveiras Negras, e todas as suas ações seriam baseadas nisso, até mesmo a possível luta. Mas a realidade é que por dentro estava ardendo em ansiedade. Por que agir assim? Simples, para que seu irmãozinho dentro de sua cabeça não percebesse nada de errado. Não percebesse o extremo interesse do Tigre naquela tripulação. Não acabasse descobrindo a verdade. A verdade que os Caveiras Negras haviam arruinado suas vidas, e eram de fato o alvo final de Scar. Ele certamente iria trucida-los.

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Objetivos:
 

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Última edição por Big Furry Ragnar em Seg 25 Set - 23:27, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQui 21 Set - 12:16




Royce

Fury Furry



Royce não esperou ser chamado duas vezes quando a comida foi mencionada.
- Inclusive, já estou melhor se é importante pra vocês saberem disso, desgraçados!
- Mas eu pergunteiii.... - protestaria Royce meio sem jeito. Com suas orelhas murchando em desapontamento por seu gesto não ter sido lembrado.
- Aliás, vocês viram aqueles documentos que o Royce encontrou?! Parecem rotas de assaltos. Alguns são arquivos bem velhos, estão incompletos, mas todos falam de algo que aconteceu em alguma das ilhas do West Blue. Deve haver uns 3 papéis rasgados que parecem falar de Las Camp e a grande maioria tem escritos de Ilusia ou Toroa.
Royce já não dava mais atenção, saindo com um pouco de comida nas mãos caminhando vagarosamente em direção a proa para observar o horizonte em busca de terra a vista. Deixou para lá o assunto apoiando uma perna na amurada e pegando a luneta e esticando-a em uma boa e velha pose de explorador.

- Nyan nyan, o explorador Royce desbravando os mares. Nyanyanyan. - falava sozinho enquanto fantasiava em como seria a ilha de Illusia. Tudo lhe era novo naquele mundo, afinal seu mundo havia se resumido em sua ilha natal e assim Royce deleitava-se com cada nova novidade do horizonte. - Espero que eles sejam mais hospitaleiros lá, Las Camp foi bem decepcionante. - o gatuno não chegava a falar alto, era mais como uma conversa consigo mesmo que muito provavelmente poderia soar como um resmungo a quem estivesse tentando ouvir.

Brincava na proa com sua luneta nova quando se deu por conta do aumento de fluxo ao seu redor, pareciam estar finalmente se aproximando, já que a vasta imensidão azul aos poucos pontilhava-se com outras embarcações, e assim seguiu até o mastro onde ocupou-se de arriar a bandeira pirata que não era a sua.
- Nyanya, é vou precisar de uma dessas.... Se bem que... Se eu chegar anunciando vão guardar as carteiras com maior avidez. - mas já era tarde, Royce já fantasiava com nomes e desenhos para sua bandeira. - Uma pata... Sim pode ser uma pata de gato arranhando um fundo negro. Podíamos chamar de Garra Negra. - Royce balançava a cabeça em forte afirmação quando a bandeira por fim chegava ao chão.

- Comam logo antes que acabe. Daqui a pouco pego os documentos se quiserem ler. Estamos quase chegando a Ilusia e vamos precisar de energia! -

- SIM ma.... - Royce deixou morrer o que ia dizer torcendo para que ninguém tivesse dado atenção, pois quase havia dito: SIM MÂE para a Aghata. Disfarçando o deslize seguiu até o prato de comida mais uma vez, já havia comido é claro, mas não faria mal pegar mais um pouco.

Pouco tempo depois a ilha aumentava em seu campo de visão, avolumando-se acima de todas as coisas. Revelara-se esplendorosa com um grande rochedo em seu centro.

Royce então saltaria de volta para chegar até Ryu e olharia para o ruivo em sequencia...

- Acha que consegue achar um médico? Não são muitos os dispostos a tratar o nosso tipo. - completaria a frase com certa amargura. Esperaria que o Ruivo se protificasse com isso, afinal Ryu havia salvo Aghata e Royce havia aberto mão de sua parte do dinheiro para ele esperava assim ao menos que o mesmo demonstrasse boa vontade nesse quesito. - Aghata também não parece estar 100%. - completaria para tentar eliminar qualquer dúvida que ele pudesse ter em relação a ir.

Esperaria que ele saísse talvez imaginando que o tritão azul fosse junto, pois embora ele não fosse admitir também precisava encontrar um médico... E assim se visse o tritão seguindo gritaria.

- Só deixe pra mata-lo depois dele nos tratar. AHH, vou procurar um mercado pra vender algumas coisas, vocês querem que eu veja algo? - esperaria para ver se a possível dupla me deixava algum material para vender.

Deixaria que partissem e então olharia para a Aghata.

- Precisa de alguma coisa? - perguntaria para a Aghata. - Tinha dito algo sobre planos, papeis? - esperaria para ver se ela tinha algo mais a dizer.

Caso ela disse-se que poderia esperar Royce completaria.

- Vemos então quando todos voltarem. Vocês-gara ficam no navio? - diria para Ryu e Aghata, imaginando que o tigre o acompanharia, já que parecia ser alguém que não gosta muito de ficar parado.

- Vamos aproveitar o fim de tarde, as pessoas trabalharam o dia inteiro, nessa hora já tão fazendo as coisas de forma mecânica loucas para ir para suas casas. O movimento será maior em direção ao centro de modo que não vão estranhar nós avançando para aquele lado também. É só não sair destruindo nada.. E creio que não vou poder sair abrindo as portas.... Nunca vou entender esses costumes... - Royce como excelente arrombador nunca tinha se dado ao trabalho de pensar em considerar porque portas estavam trancadas, para ele sua habilidade de abri-las indicava que podia sim entrar sem ser convidado e que não havia nada de errado nisso.

Então se assim fosse e Aghata não tivesse nada a acrescentar por hora e nem Ryu o jovem gatuno recolheria as coisas que planejava vender e mais as coisas que pudessem ter lhe dado de ultima hora.

Tinham um barco extra, plantas de um gerador, uma estatueta velha, cabeças decepadas de piratas amadores mais que talvez valessem algum dinheiro. Talvez um revolver de ouro e outros conjuntos de armas que só faziam peso. Com tudo organizado saltaria para terra firme, esperando seus pés se firmarem no solo que já não mais balançava, respiraria fundo uma ou duas vezes e se poria a caminhar, este de forma natural como se não devesse nada a ninguém e estivesse em pleno direito de estar ali. Caminharia da forma mais convicta de direito, ignorando as de mais pessoas como se elas nem ao mesmo existissem... Mas isso seria só fachada, pois de forma discreta e furtiva Royce estaria observando-as, captando conversas com sua audição apurada e prestando atenção por quais caminhos elas seguiam. Além disso prestaria atenção em marcas que só aqueles habituados ao submundo conseguem decifrar.

Marcas nas paredes, nomes de lojas que na verdade são trocadilhos para informar outras coisas, fachadas se preferir para ocultar o verdadeiro negocio do local. Em cidades pequenas estes costumam ficar deslocados, mas em grandes aglomerações é possível esconder esses negócios ilegais bem à vista de todos sem que ninguém se de conta. Royce manter-se-ia atento a esses sinais durante a caminhada tentando perceber o caminho que deveria seguir para encontrar um loja adequada a seu tipo. Ou se preferir, um comercio pouco ortodoxo.

No entanto o ruivo poderia teimar e não ir atrás do médio, e nesse caso nem Royce sairia do navio encarando o ruivo e abandonando a alegria que costumava manter.

- Se não pode ir procurar um médico então eu vou. - Royce então largaria os itens que antes pretendia vender e saltaria para terra. Agiria da mesma forma que antes so que ao invés de procurar um comerciante estaria atrás de encontrar um medico. Se o tritão tivesse se disposto a ir atrás de um médico Royce o chamaria para lhe acompanhar deixando pra trás o Ruivo e o tigre s própria sorte para encontrarem um comerciante.

Se mesmo assim os outros teimassem em acompanha-lo Royce pararia antes mesmo de sair de perto do barco e com raiva nos olhos se viraria para eles.

- Não sou guia turístico e não to com a menor vontade de ficar sendo seguido. Temos coisas pra fazer ou cada um ajuda ou então sumam e não me atrapalhem.. - Royce não seguiria em frente enquanto as coisas não se organizassem. Queria fazer as coisas sem chamar a atenção e rápido e não ficar desfilando pela cidade a passeio com um grupo que não sabia andar sem causar um terremoto de comentários.
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”objetivos”:
 

Histórico:
 




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Última edição por GM.Furry Men em Dom 24 Set - 15:45, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQui 21 Set - 16:26

Após ser interrompido pela mink, cuspiria no chão, pegaria uns 3 pedaços de carne com a mão e enquanto levava um desses pedaços falaria de forma calma, tranquila e serena com a nossa única fêmea a bordo... – Mulher, concentre-se apenas em servir e não opinar! Ainda mais quando um tritão estiver falando!... morderia a carne e iria em direção a tal sala onde o Royce havia informado sobre o tal dinheiro encontrado.

Assim que avistasse o dinheiro, pegaria a minha parte e caso não houvesse ninguém ou apenas o Scar no local, pegaria mesmo assim mais um pouco. Voltaria a caminhar pelos cômodos a procura de alguma cueca e um coldre para acomodar meu armamento.

Caso encontrasse a cueca, sunga, calcinha, fralda, enfim, qualquer coisa que pudesse vestir faria e voltaria a procurar pelo coldre. Tendo obtido sucesso, voltaria ao baú que estava no fundo do mar, pegaria minha parte e uma garrafa de bebida... “Pronto peguei alguns trocados..”

Na eminência de ter conseguido um coldre, acomodaria as minhas armas, voltaria para a bandeja de comida e pegaria mais alguma coisa ou até mesmo os pães! Após ter comido, iria em direção a mink e daria um tapa na bunda dela e a elogiaria... – Mandou bem xaninha! ... Caminharia agora para a borda do navio voltada a ilha. Por alguns segundos olharia com calma a nova paisagem que se mostrava.

Prestaria atenção na informação de Royce referente a vender objetos e a procurar um médico, nessa hora eu pensei...”Ainda tenho que encontrar o maldito médico, afinal o ruivo o matou.”... Voltaria calmamente ao meu trono, calçaria apenas as minhas botas e pegaria os objetos conquistados em Las Camp, Estatueta feita da madeira da Old Tree, de Kyanon Island e Orelhas de coelho empalhadas com endereço de Kyanon Island, me aproximaria de Royce e entregarias os objetos dizendo... – Aqui está gato liso, vejo o que consegue vendendo essas coisas! Se quiser eu bato um leitinho quente pra vc dormir mais tarde! Bwuhauhauhauhauhauha... E iria em direção ao ruivo.

Desceria do navio e ficaria um pouco estático, sentiria um leve desconforto na minha perna. As coisas poderiam estar piorando mas eu ainda tinha um grande objetivo a conquistar e assim que o ruivo, pistoleiro fanfarrão estivesse se dirigindo a cidade o acompanharia calmamente com um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] ao bom e velho estilo gangster.

Uma vez na civilização, encararia com desprezo a todos a minha volta e assim que avistasse uma árvore, iria em sua direção e começaria a mijar nela... – Essa arvore está desidratada tadinha, precisa de um pouco de água.. terminaria os meus afazeres e voltaria a caminhar com o ruivo.

Se em algum momento alguém tentasse me impedir de mijar, gritaria com a pessoa... – Não vou deixar vc colocar suas mãos imundas no meu pau porra! Vai arranjar o que fazer caralho...

No caso de ser uma  velhinha falando comigo, olharia para cima e com apenas um pensamento na cabeça sorriria...” Não é possível!”... Ainda sorrindo, olharia para a velha e sem nenhum motivos, morderia minha língua entre os dentes e sem avisá-la, daria um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]de mão aberta em seu rosto. Nesse momento, sentira uma lágrima escorrendo de meus olhos, meu coração estaria batendo a “mil” e uma gargalhada impossível de ser contida sairia de minha garganta e explodiria aos ouvidos de quem quisesse ouvir... – Bwuhauhauhusahushuahushuahuhsuhuha, finalmente BUAHUSHUAHUSHUAHUSHUAHUSHUAHUHA.

Limparia as possíveis secreções que meus nariz possa ter soltado em meio a euforia e retornaria a caminhada, agora, com um esplendido sorriso ao lado do humano fanfarrão Caso encontrássemos o médico, esperaria o ruivo dizer algo para nos tratar se ele não quisessem conversar com ele ou simplesmente não quisesse nos tratar, sacaria uma de minhas pistolas, apontaria em sua cabeça e conversaria... – Não sei se você entendo o que o humano disse, na verdade pouco me importo com os seus motivos, mas você irá me tratar sim ou vou te matar e procurar o filho de uma puta de uma mãe caolha que possa tratar! Deu pra entender seu merda mole? ...


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Última edição por Rock - Furry Legend em Seg 25 Set - 11:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptySex 22 Set - 19:26












Terminaria de degustar aquele belo banquete. — Muito bom, já pode abrir um restaurante, só que o lucro é meu. — Falaria baixinho, bom, não fazia muito sentido, mas da minha perspectiva egoísta era válido. No término da ceia, acabaria contribuindo para a limpeza dos talheres, algo fora do meu costume, mas uma vez na vida não mata ninguém, não é mesmo? Até um preguiçoso se esforça às vezes.

Sairia, pegaria minha porcentagem do dinheiro com os demais e estufaria meus bolsos com a bufunfa. “Acho que vou comprar algumas coisas quando chegar na cidade. Quem sabe não passo e um bordel novamente, apesar de que o último não deu muito certo” Pensaria. Retornaria para a presença de meus demais companheiros, seguiria para próximo de royce, colocaria minha mão sob seu ombro — Ei Royce, você que é o cara dos negócios, que tal saímos para vender algumas coisas e comprar novas? Estou afim de explorar essa ilha nova. Quem sabe não passamos em um bar de stripper? Claro, depois da ida no mercado. — Diria.

Então viraria e tentaria notar a posição do cara de peixe. — Cara de peixe, que tal irmos com o Royce fazer um tour na cidade nova? Estilo dupla de cowboy, quem sabe matar alguns? Você faz o trabalho pesado e eu observo? É uma boa proposta... — Falaria aos berros caso necessário. E com todas estas falas, esperaria que Agatha nos acompanhasse em tal caminhada, porém deixaria a seu critério.

Era provável que a embarcação chegasse ao porto em breve, e caso viesse ocorrer, ajustaria o cinto da calça onde minhas armas estavam sendo seguras entre estes, logo dando um salto sobre o casco do navio, visando cair sobre-o cais. Esperaria que Royce tomasse a dianteira da caminhada, e seguíssemos para o mercado, ou semelhante, uma vez que não era o gato do camelô e gostaria de vender todo aquele “lixo” que carregava.

Maldito peixe doente, suas falas e ações tornavam-se cada vez mais bizarras. Olharia com repudio a cada fala doentia e ação do cara de peixe. — Ei, cara de atum, você tá passando bem cara? Se quiser te apresento o banheiro... — E em respeito da ação do doente em relação ao seu pau, bom, só ignorava. Aquilo só reforçava uma teoria que a tempos permanecia em minha mente, ele precisa de um psicólogo, urgente! Acenderia um cigarro, colocaria na boca e começaria a liberar fumaça. Caminharia com os demais para o caminho que rumassem, com minhas mãos seguras na nuca e liberando alguns bocejos, digamos que sinônimo de preguiça.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQua 27 Set - 20:48

Stranger Family - Blood Ocean
07




Depois de servir os rapazes, a Mink pega a tigela e carrega de volta para a Escuna que estava atrás da Brigue. As embarcações se conectavam proa-popa e ela pôde caminhar livremente no cais até o navio de guerra do grupo. Ela levou consigo ainda algumas frutas e aproveitou para comê-las. Antes de entrar na cozinha ela gritou para os garotos que a puderam ouvir, mas mesmo assim nem todos ligaram:

- VOU FICAR NA COZINHA E PREPARAR UNS TEMPEROS PARA O JANTAR. - ela deixou a tigela sobre o trono, equilibrou-se nas cordas e continuou: - Royce, traga pra mim ingredientes para um guisado. Não demore senão tudo vai perder gosto! - comentava sobre a possibilidade dos legumes desidratarem demais e o preparo se desfazer!

Depois de refletirem sobre os acontecimentos, todos se preparam para desembarcar e o primeiro a tomar atitude era Scar, ainda irritado com a situação com o Polvo que estava sentado sobre a amurada do Brigue. O Sireno se vira para o Lince e diz:

- Roy, ficarei aqui no porto a postos para o caso de precisarmos fugir em velocidade. - disse caminhando e sentando em um madeiro onde as cordas de atraque estavam fixas.

Começando as negociações e trocas de responsabilidade, conversam:

- Acha que consegue achar um médico? Não são muitos os dispostos a tratar o nosso tipo. - pausou, mas logo seguiu: - Aghata também não parece estar 100%. - começou Royce falando com Ruivo, mas ele não deu importância, dizendo:
- Ei Royce, você que é o cara dos negócios, que tal saímos para vender algumas coisas e comprar novas? Estou afim de explorar essa ilha nova. Quem sabe não passamos em um bar de stripper? Claro, depois da ida no mercado. - mas o espadachim não estava interessado naquilo e foi interrompido pelo tritão que trazia vários itens nas mãos:
- Aqui está gato liso, vejo o que consegue vendendo essas coisas! Se quiser eu bato um leitinho quente pra vc dormir mais tarde! Bwuhauhauhauhauhauha - disse enquanto o tigre pegava as cabeças sussurrando:
- É melhor não arriscar. Repassar no mercado negro é mais seguro. - e então Royce completava a conversa com Ken:
- Só deixe pra mata-lo depois dele nos tratar. AHH, vou procurar um mercado pra vender algumas coisas, vocês querem que eu veja algo? - falava sobre o médico que procurariam.

O humano já ia insistir que o gatuno levasse seus itens a venda quando Agatha é mais rápida no convés da Escuna e grita:

- Simo, fique na embarcação porque vou precisar da sua ajuda! - ela segurava uma faca na mão esquerda e uma colher de pau na direita. Ela se virou e continuou: - Venha aqui que já estou precisando de você! - ela volta para dentro da cozinha quando o Lince fala:

- Vamos aproveitar o fim de tarde, as pessoas trabalharam o dia inteiro, nessa hora já tão fazendo as coisas de forma mecânica loucas para ir para suas casas. O movimento será maior em direção ao centro de modo que não vão estranhar nós avançando para aquele lado também. É só não sair destruindo nada.. E creio que não vou poder sair abrindo as portas.... Nunca vou entender esses costumes... - ele estava certo.

Àquela altura das 16h45min o sol já começa a tocar a superfície do mar produzindo uma visão sublime das nuvens rosácea e safira. Havia absolutamente nenhuma alma viva no porto se não fosse por um senhor a cinquenta metros de distância. Ele mexia em um bote e guardava uma maleta no compartimento inferior. Ele estava com uma arma às costas presa por uma fivela que contornava o peito. O velho arrumava rapidamente o bote e estava prestes a zarpar! O porém foi que apenas Agatha o viu através da janela do barco.

Os três: Scar, Royce e Ken se preparam para desembarcar, o tritão e o tigre pegam o dinheiro em sacos e baú (no caso de Ragnar) e saem. O Mink de Negócios desce da Brigue falando para o humano em um tom leve, pois havia entendido o pedido da cozinheira e decide não excitar discussão:

- Se não pode ir procurar um médico então eu vou. - ele sai ainda com os itens nas mãos. Ele não os joga!
- Não, tenho interesse nisso. - diz Scar saindo na frente e deixando os dois atrás. Ele entra cego na cidade à procura de um bar, mas não acha. Ele encontra duas mulheres assustadas e ao perguntar por um bar elas correm.

O tigre consegue ver algumas pessoas andando pela cidade e poucas lhe olhavam passar com o baú apoiado sobre o ombro. As frestas do recipiente vazavam sangue e isso impressionava algumas pessoas às casas e esses entravam sabendo de quem se tratava o Mink. Ele caminha mais um pouco e encontra um restaurante de fachada burlesca. Parecia improvisado, mas soava agradável. À frente ele vê uma mulher alta com o que parecia ser uma máscara na cabeça que na verdade eram chifres de ovelha contornando sua silhueta afilada. Seu rosto jovial traduzia uma sensação doce, mas ela emanava poder em seus dois metros de altura. A primeira visão que se tinha era de seus seios fartos e a cintura instrumental. De fato uma mulher colossal escondida sob um manto verde com capuz baixado mostrando seus longos cabelos de mesmo tom! Ela estava recostada à porta e sorria para alguém dentro do estabelecimento. Ela parecia desarmada, mas sequer precisava com aquela imponência.

Enquanto isso os outros dois seguem por outra direção. Eles seguem em silêncio e podiam ver ninguém na rua, afinal eles vão por uma ruela paralela à principal que o Scar havia entrado. Eles encontram nada senão paredes e portas fechadas. Nada parecia suspeito muito menos convidativo!

Enfim, se o humano decidisse ajudar a Mink ela falaria:

- Simo, eu preciso que pique essas cebolas. Tenha cuidado. Não se esqueça de molhar a lâmina antes de começar o corte. - apontava para uma faca à frente do balcão e recostada sobre uma tábua de madeira com duas cebolas repousadas.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQua 27 Set - 22:26












Minha porcentagem do saque, vamos lá... Estava um tanto quanto empolgado em relação a quantidade de dinheiro, uma vez que o bichano me enchia de esperanças de uma boa bufunfa, logo seguiria para o local designado por este e minhas felizes esperanças começariam a ser esvair. Todo mundo sabia da tal quantia, visto que visaria pegar a grana nos dois locais informados, não importava, todos faziam por merecer aquele dinheiro, embora possuísse tamanha ganância, acabaria por dividir o valor e pegaria minha parte igualmente dividida pelos demais, após voltaria ao convés.

Acho que acabei deixando alguém irritadinho, tanto faz, não estava com vontade de ir à procura do médico naquele momento, embora mais tarde acabaria mudando de ideia, uma vez que o garoto acabasse sentindo-se oprimido com aquilo. Deveria sair a procura do médico, visto que acabaria tendo que executar outras tarefas; ligaria os fatos, Agatha, cozinha, ajuda, aposto que seria algo como ajudar na cozinha e não estava muito afim, o polvo, ou qualquer outro poderia ajudar, logo optaria pela opção me dada pelo gato.

— Royce, vou procurar o médico, não precisar ir... Somente venda alguns itens para mim, acho que você tem mais habilidade nisto do que eu. Voltarei com um médico, amordaçado se preciso. — Daria ênfase, passando a ideia de firmeza na fala, como se fosse um meta traçada a tempos para ser cumprida, entretanto, não era bem esta a minha realidade...

Acabaria seguindo para a farra, seria meu objetivo, embora voltar sem um médico acabaria sendo trucidado, logo visaria a conclusão dos dois objetivos. Daria um sinal de joinha e uma gargalhada doentia, uma forma de reforçar o “interesse” naquilo, se bem que o intuito era contorna a “ajuda” pedida por Agatha, discretamente. Entregaria os itens para que ele efetuasse às vendas, ajustaria o cinto e seguiria para a cidade “inexplorada”.

Um bar/bordel seria o foco principal, já o médico ficaria para depois, ainda que pretenderia concluir por sequência a mando de Royce. Tomar umas boas cervejas, vodkas, vinhos; fumar alguns cigarros, além de conquista belas mulheres sempre seriam meus principais objetivos em quaisquer situações, tudo a partir disso, nada mais é do que segunda prioridade.

A felicidade seria notável, sendo que um sorriso estaria escancarado até o canto da orelha, o que poderia pedir mais do que aquilo? Estava caminhando para o paraíso. Meu maravilho elísio, quem sabe não encontro minha Afrodite. HAHAHAHAHA...

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Última edição por Satsumi em Qui 28 Set - 17:46, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQui 28 Set - 9:11




Royce

Fury Furry



Caminhando junto ao tritão Royce listava mentalmente as tarefas a cumprir. Podia parecer que estava sendo mandado, mas não era bem assim que se sentia e embora fosse costumeiramente egoísta, o jovem sabia que aquela era uma troca justa. Ryu controlava o seu navio, para que assim Royce desfrutasse de sua tão amada liberdade e em troca Royce dispunha-se em ajudar a manter esse navio em movimento, por outro lado Aghata cuidava de todas as outras pequenas coisas, como cozinhar, limpar e dar bronca de modo que Royce também sentia nisso uma troca justa se o preço fosse só ter que trazer ingredientes para um guiado. De certo ela havia considerado que muito dificilmente estes seriam comprados?

Médico e ingredientes, vender algumas coisas e depois precisava cuidar de seu navio. Havia gostado da escuna e embora a brigue fosse maior havia já decidido que se manteria com o primeiro navio que havia conseguido, era um sentimento de conquista que o agradava, mas este precisava de uma reforma, o porão era na verdade um conjunto de celas usados para aprisionar Minks e disso teria que se livrar.

Estaria caminhando vagarosamente, colocando os pensamentos em ordem enquanto falava com o tritão.

- Médico, comida e um carpinteiro. Depois podemos-gara partir para a Grand Line. - Tiraria o relógio do bolso olhando as horas. Talvez o ruivo os alcançasse decidindo que iria trocar de tarefa, nisso Royce sorria, daria os ombros e lhe diria.

Aghata quer carne para um guisado, arranje isso também, ou então não venderei nada para você-gara. - era chantagem e Royce não ligava nem um pouco para isso, afinal agora iria se aproveitar. - Precisamos-gara também que o médico vá ver Ryu rapidamente, então você-gara tem uma hora para voltar para o navio com o médico, até lá estarei te esperando e só sairei para vender quando você-gara voltar, mas eu não tenho pressa e adoro colecionar coisas. - Royce tomaria então os itens do ruivo e antes que ele tivesse tempo de responder voltaria para o navio. Na verdade Royce não ligava tanto para venda de itens, era-lhe mais um esporte afinal, pois dinheiro não lhe servia. Para com isso não tinha presa, o médico era prioridade bem como o carpinteiro.

Quando chegasse próximo ao navio procuraria por Ryu que havia ficado do lado de fora sentado. Se o visse por ali soltaria o excesso de coisas que carregava junto ao mesmo e adentraria novamente o navio procurando algo que pudesse fazer de ‘saco’ para carregar as coisas, um lençol ou talvez uma rede.

- O ruivo vai pegar o guisado. - comentaria se viesse a passar por Aghata. Não demoraria dentro do navio, saindo novamente para junto de Ryu e organizaria os itens em seu pacote improvisado.

- Não devo demorar, eles-gara vão dar um jeito de trazer um médico... - Ou assim Royce esperava ao menos o Ruivo havia dito que traria um amordaçado se preciso, tal fato já não era assim tão inusitado. - Vou ver se consigo alguma informação e também um carpinteiro para nossa escuna. Pretendo seguir com ela-gara e vender a brigue em troca do concerto da mesma e algumas melhorias. Talvez desmontar o Brigue e reutilizar a madeira... O carpinteiro que decida. - Partiria assim que concluísse de falar e arrumar os itens.

Lembrando-se vagamente do caminho inicialmente tomado pelo tigre o jovem gatuno também seguiria por ali, mas diferentemente do que havia planejado antes manter-se-ia nas ruas mais próximas ao porto, procurando o que poderia vir a ser o ‘centro’ comercial do porto, onde planejava encontrar um carpinteiro, médico, ou indícios de algum comercio que pudesse interessar aos seus fins. Ignoraria o tigre se os visse pela redondeza, deixaria que o mesmo resolvesse seus próprios assuntos, ao menos enquanto permanecesse com o temperamento que estava atualmente.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQui 28 Set - 14:20

Seguiria o lince com a minha bela, nova e recém-adquirida cueca amarela pela rua mórbida de Ilusia. O mink trocava algumas palavra com o mesmo, nada de muita importância. Simplesmente balancearia a cabeça enquanto procurava por algo importante... – Tenho algumas coisas que eu quero fazer e aprender e provavelmente vou espalhar um pouco mais de destruição para esses humanos imundos que poluem o ar dos meus belos pulmões. Vermes malditos... Cuspiria pelo chão e notaria a aproximação do ruivo.

Ficaria quieto e observaria a conversa entre os dois, o ruivo não me passava muita confiança referente a procura de um médico ou coisa parecida e parecia que a minha perna estaria me mandando um alerta pois a mesma latejaria cada vez mais forte, provavelmente devido aos esforços realizados até agora...” Não vou perder mais meu tempo aqui, vou procurar um médico eu mesmo, não vou depender desse humano cagado. (referia-me ao tiro realizado contra o inimigo morto recentemente)”

Caso o Royce ainda não tivesse pego os meus itens para vender, os entregaria e falaria para os dois escutarem... – Não vou esperar a boa vontade de um humano para procurar um médico, farei isso eu mesmo. Logo mais trarei o açougueiro uahsuhuahushauhus... Sairia andando pelas ruas de forma calma e quebraria na primeira esquina que encontrasse.

Não era nenhum tritão desmiolado, teria uma plena consciência de que não poderia simplesmente invadir uma clinica ou um hospital a procura de um médico. Por isso a busca teria que ser específica e cautelosa. Andaria com calma procurando algum lugar ou até mesmo uma pessoa descriminada pela sociedade e que vivesse na marginalidade. No infortuno de encontrar tal cidadão com essa descrição me aproxima-me do mesmo, colocaria uma de minha mãos na sua garganta ou nuca (se for na nuca, puxaria a cabeça do mesmo para baixo pelos cabelos), sacaria a minha pistola e a acomodaria na sua barrida. Como sempre procuraria ser o mais educado com ser... – Shiuuu shiuu, seu filho de uma puta fedida do caralho, se tu mexer um dedo eu te mato aqui mesmo e depois vou devorar a tua alma! Tu só vai me responder onde eu encontro a porra de um médico! Não quero nenhum médico de humano, quero médico de gente grande, entendeu seu bosta.. Responda a porra da pergunta caralho!... Cuspiria no olho do vagabundo e aguardaria a resposta dele. Tendo a informação, prestaria atenção no que me era informado enquanto olharia a minha volta, estaria colado ao infeliz para não chamar atenção e também para restringir seus movimentos, na eminencia do mesmo fazer algo o mataria com uma mordida ou atiraria duas vezes contra o mesmo. Após a resposta sendo positiva ou não, daria uma cabeçada em seu nariz, aplicaria uma mordida larga em seu pescoço e socaria sua cabeça contra alguma coisa a fim de garantir que não reagisse. Posto o vagabundo para dormir, revistaria os seus bolsos, pegaria seus objetos de valor, tranqueiras e um cinto ou coldre caso o mesmo tivesse. Pegaria tudo, tentaria colocar dentro da cueca ou se por um acaso o infeliz tivesse uma bolsa ou algo parecido, tomaria para mim e jogaria as coisas lá dentro e sairia do local sem chamar muita atenção.

“Sei que essas porras não de tranqueiras não tem utilidade nenhuma, mas para aquele mink acumulador deve servir, afinal ele vai vender meus bagulho por dinheiro buhauhauhauha”

Andando novamente calmo pela rua, viraria em uma esquina que não tivesse ninguém e vasculharia a bolsa ou sacola que  adquiri, tentaria identificar o que teria lá para poder utilizar como arma futuramente, afinal adorava atingir meus oponentes com objetos mais variados e bizarros possíveis. Permaneceria um pouco lá encostado olhando a possível movimentação do local quando um pensamento que havia me incomodado surgiu a tona de forma mais forte...

“Aquele maldito polvo é muito estranho! Não sei por que, mas alguma coisa naquele pau no cu cheio de ventosas me deixa irritado. Como ele tinha e tem tanta informação referente aqueles piratas de merda que matamos? E foi o único que quis fugir deles, não sei por que acho que ele deve estar envolvido com esses bostas.
Se bem que lá na outra ilha de merda ele estava preso em um local diferente e foi o único que sofreu abusos mais severos, comparados aos outros inúteis que deixaram ser presos. Provavelmente aquele Point de merda sabia que ele era de uma facção rival e por isso esculachou com ele.... huuuumm”.
.. nesse momento estaria coçando o meu saco de olho na movimentação da rua...” Se eu contar essa minha ideia sublime ao Lince ele irá recusar na hora, afinal aqueles dois parecem um casal. O humano de merda não vai ligar, aquele ali não sabe nem o que fazer da porra da vida dele. A xaninha é pau mandada dos outros dois, parece até que quer dar pra eles mas os dois putos não percebem isso e sobrou o Scar, ele deve ter percebido a mesma coisa que eu afinal parece que não morre de amores pelo cara de ventosas!”

- Então está decido, vou encontrar o zé ruela de um médico e depois vou tentar encontrar o Scar, preciso conversar com aquele puto peludo de 3 metros! Caralho, coitada da mãe dele, essa deve ter sofrido Buhauhauhsuahuhsa (sim, na minha cabeça estaria imaginando a mãe de tigre parindo um filhote musculoso de 3 metros).

Após cativante reflexão retornaria ao meu caminho, sempre atento para possíveis imprevistos colocaria os meus pés na direção que me fora indicada pelo simpático cidadão, mas caso não tivesse conquistado tal objetivo, simplesmente continuaria a caminhar pelos becos a procura de um individuo que estivesse sozinho e o abordaria da mesma forma. É claro que coincidências poderiam vir a ocorrer naquele momento e se por ventura encontrasse um médico ou até mesmo escutasse a conversa paralela de alguém, rapidamente procuraria mais informações e assim iria em direção a tal localização.

Sempre atento ao que estivesse acontecendo ao meu redor, evitaria o encontro de marinheiros, por hora, não queria prejudicar ainda mais o meu belo e lindo corpo escultural. E se em meio a minha busca me deparasse com uma velha, indefesa caminhando pelas ruas, não pensaria duas vezes. A abordaria de forma calma com uma das minhas mãos dentro da cueca e sorria pra ela ao mesmo tempo em que retiraria a minha mão do local de repouso e a estapearia na cara com toda a minha força enquanto gargalharia de forma impetuosa. Aproveitaria a oportunidade para roubar a sua bolsa e bengala (caso houvesse). Daria um chute em suas costelas apenas por mero e mórbido prazer e sairia do local limpando possíveis lágrimas de emoção. Giraria a bengala uma ou duas vezes no ar e apoiaria o meu corpo na mesma para não desgastar minha perna machucada ainda mais... – Ai ai, por que não havia pensado nisso antes ?


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 4 EmptyQui 28 Set - 16:57

Ver a reação das pessoas quando o viam, agradava Scar e faziam com que ele se sentisse um pouco melhor. Com um sorriso amplo no rosto, ele não se importava com o sangue que vazava daquele baú, afinal de contas, pertenciam a piratas. Mesmo que a marinha viesse a questiona-lo, era só ele entregar e pedir a recompensa.

Claro que nesse momento o Tigre não sabia que o que havia feito em Las Camp havia lhe rendido reputação o suficiente para que fosse reconhecido por alguns dali. Ele nem mesmo sabia que já havia uma recompensa sobre sua cabeça! Os homens com quem eles lutaram lá eram traficantes de escravos. Bom… o peixe frito havia atirado nos civis com um canhão, mas quem sabia disso alem do grupo?

Falando em grupo, essa era uma experiencia nova para Scar. Estar com um grupo. Poder se expressar e agir como bem deseja, sem aquela opressão maldita do Monge (vovô geen) sobre seus ombros. Ele se lembrava que desde que entrou sobre a “tutela” do monge, o maldito havia feito de tudo para ensinar ao seu irmãozinho como controla-lo. E por ser mais fraco que o velho, ele havia aguentado. Ele havia sido calmo e esperado. Por oito anos ele esperou para ficar mais forte e acabar com a raça do monge. Isso não aconteceu. O que ocorreu foi que o seu “plano b” havia funcionado, e o maldito partiu por conta própria, o que o surpreendeu grandemente.

A estrategia “B” era uma simples. Tentar não demonstrar muitas emoções. Ser ácido, frio. Não era necessário ser um ator para isso, apenas deixar que toda aquela opressão infligida sobre ele tomasse efeito. Assim, Scar passou a agir de uma forma fria com as pessoas que encontrava em seu caminho. Até mesmo quando matava, não demonstrava a alegria imensa que sentia. Não tentava instaurar medo propositalmente. E no fim eles acharam que o haviam domado. Tolos.

Agora que o monge havia ido embora, ele podia finalmente demonstrar sua natureza em toda sua extensão. Sem necessidade de se controlar. Sua alegria em ser ele mesmo. Em existir. Até mesmo estar com aquele grupo de infelizes nessa viagem entre ilhas o havia ajudado a perceber isso. Seria livre. Bem, quase. Ao ver aquele restaurante, ou seria um bordel? Enfim, ao ver aquele lugar, e mais ainda, a mulher que estava parada em sua porta, essa linha de pensamento chegou a um fim abrupto.

Até esse dia ele ainda não havia experimentado uma mulher, justamente por causa do monge. Lembrou-se quando o ruivo e sua parceira apareceram na frente de Raksha, e o aviso que seu irmãozinho havia feito “Se você encostar as mãos nela… blablabla… eu acabo com nossas vidas… blablabla… esse é o meu limite… mehhhh”. Aquele bostinha. Honestamente, o que o bastardo achava que ele ia fazer? Matar a mulher durante a foda?!

Bom… se ela não alcansasse todas as expectativas que os anos criaram, certamente depois que acabassem. Mas não durante. Mas se sexo fosse realmente tão bom quanto todo mundo fazia parecer. Porque ele eliinaria quem pode lhe oferecer isso? O idiota entre os irmãos não era ele. Cansado desse controle, enquanto andava em direção a porta do local, em sua mente ele resolveu contra atacar e colocar os “pingos nos is”.

“Raksha?”


“Já se divertiu o suficiente Scar?”

“Tsc… nem de longe. Eu estava lembrando sobre o que você me disse quando o ruivo e a gata apareceram.”

“E?”

“Enquanto eu estiver no controle do meu corpo, vou agir como eu bem entender. E vocÊ não vai me atrapalhar. Enquanto você estiver no controle do meu corpo, pode agir como bem entender que não vou atrapalha-lo tambem. Exceto morrer. Não te dou permissão para fazer tal ato.”

“Seu corpo? Esse corpo é meu Sca...”

“E MAIS UMA COISA! SE VOCÊ VIER COM AQUELE PAPO DE QUE VAI SE MATAR PARA ME CONTROLAR, EU TE DEIXO PRESO AÍ PELA ETERNIDADE SEU MERDA! OUVIU BEM?”

“Você não consegue Scar. O corpo é meu! Você sabe muito bem que uma hora ou outra eu vou voltar ao comando, independente do que você faça!”

“Sim, sim… mas imagine só, se toda vez que você voltar ao comando, uma mulher for decapitada bem na sua frente? Aposto que aquele tritão não ligaria de me ajudar...”

“Você não ousaria...”

“Ah mas eu ousaria… e muito mais. Então repetindo. Se não aguenta ver o que faço, entra em estado de meditação aí dentro e para de aporrinhar. Agora quero ouvir de você. Quero ouvir que não vai ferir meu corpo propositalmente se voltar ao controle.”

Nesse momento Scar havia parado a alguns passos de distancia da mulher. Estava encarando-a com lascividade. Mas a resposta que esperava não veio. Claro que ele podia fazer o que havia dito. Mas não pretendia compartilhar seus segredos com aquele peixe azul, as fraquezas desse corpo. Isso seria o ultimo caso.

“Não posso permitir isso… eu...”

“Bom, então sinta a culpa por todas as mulheres que morrerão no futuro por causa da sua decisão. Boa sorte aí dentro. Aproveita para meditar e refletir.”

Seguindo em frente, e chegando tão perto da mulher de cabelos verdes quanto podia sem encostar nela, Scar estava prestes a abrir a boca quando “Não! Espera, espera! Tudo bem! Apenas prometa que não vai machuca-las! Por favor irmão!”

“Machucar? Você é idiota por acaso? Quem disse algo sobre machucar? Tsc..”


Tendo conseguido a vitória que tanto queria, o Tigre havia até esquecido o que estava prestes a dizer para a moça e optou por um simples – Você está bloqueando a entrada.

Uma vez que passasse por ela, ou fosse parado, perceberia que talvez ela pudesse ajuda-lo. Podia não ser como o Lince, mas não era nenhum estúpido que nunca andou pelos lugares baixos da vida. - Estou procurando por informações. Sabe com quem preciso falar? - Perguntaria olhando para o interior do local e vendo as pessoas que ali estavam, arrumação do ambiente, rotas de fuga.

-Leve-me até ele(a), que talvez eu te pague uma bebida cara como recompensa. - Diria com um sorriso de lado caso ela dissesse o nome de alguém ou apenas apontasse. Uma vez lá, repetiria o discurso - Estou procurando por informações. Ela me disse que você é a pessoa certa para se falar.

- Vamos para um lugar mais privado. - Seguiria a pessoa em questão com seus sentidos atentos a qualquer movimentação brusca, preparado para jogar o baú em cima de alguém que pudesse tentar ataca-lo de repente para bloquear e ganhar algum tempo para contra atacar.

Mas se ela perguntasse quais eram as informações, ou dissesse que ela era a pessoa ideal, a fala do Tigre seria outra – Vamos sentar em um lugar mais recluso. - Seguindo ela para a mesa que essa escolhesse, no entanto o Tigre sentaria com as costas para a parede, de frente para a porta. Só por precaução.

Em ambas as situações prosseguiria. - Bom, me deparei com alguns lixos no meu caminho para essa bela ilha. - O sarcasmo em seu tom seria aparente, e chutaria de levinho o baú cm as cabeças que teria deixado no chão debaixo da mesa, ou ao lado dessa. - Eles se chamaram de os “Seguidores de Elígio” e aparentemente tinham negócios com um bando chamado Caveiras Negras. Acho que o capitão se chama… Jack Canvil? Enfim, o que preciso saber é quem são esses piratas, e se as cabeças que arranquei valem alguma coisa. Resumindo, preciso ver os cartazes de procurados.

Esperaria que lhe dessem um preço pela informação. - Se possível eu preferiria pagar com as próprias cabeças, mas se não quiserem, tenho comigo também as plantas da máquina relacionada a flores da ilha de Toroa assinada pelo laboratório C, assim como um livro de História bem valioso. - Diria caso o preço fosse algo similar ao desses itens.

Se conseguisse fechar o negócio, olharia os cartazes enquanto ouvisse as informações fornecidas. Caso visse a própria imagem em um cartaz, ou um jornal falando o que houve em Las Camp, ergueria a sobrancelha – Tsc.

No entanto se não visse, nada sobre si, perguntaria – Ah! Alguma noticia sobre os últimos acontecimentos em Las Camp?

O fato é que apesar de toda aquela discussão com seu irmãozinho, Scar não havia perdido de vista seu objetivo em estar ali. Descobrir mais sobre os Caveiras Negras. No passado ele havia escutado alguém dizer que o capitão era um homem chamado Jack, mas por não poder procurar ativamente para não despertar suspeitas em Raksha, não tinha confirmado isso ainda. Agora que tinha um motivo plausível, não podia deixar a chance passar. Experimentar uma mulher poderia esperar.

Scar estaria disposto a pagar até 200.000 berries pelas informações, caso não aceitassem os itens oferecidos. Mas aproveitaria para pegar mais uma informação de bônus. - Sabem onde posso achar um local ara repassar essas cabeças e vender meus itens? - Claro que ele se referia ao mercado negro.

Histórico::
 
Objetivos:
 

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Kyougin
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Stranger Family - Blood Ocean
08




Após a discussão mental, Scar fala com a Mink:

- Você está bloqueando a entrada. - o que fez a mulher olhá-lo de cima a baixo. Ela não responde e fica surpresa com o porte do tigre. Era muita coincidência! Ele continua e fala: - Estou procurando por informações. Sabe com quem preciso falar? - ela o olha novamente fitando o baú que carrega e já sabia do que se trata. Scar tenta olhar dentro do estabelecimento, mas a porta era pequena e a Mink cobria quase toda a zona visível. Ele só via escuro em uma luz de penumbra tom oliva com uma música instrumental ao fundo.

Ela desencosta do arco da porta, se alonga, ajeita os cabelos e diz:

- Você deve estar procurando Odelshwank. - ela o olha avaliando mais uma vez enquanto escuta:
- Leve-me até ele(a), que talvez eu te pague uma bebida cara como recompensa. - ela sorri, vira-se e entra no estabelecimento sendo seguida pelo Mink.

Em paralelo Simo tenta despistar Agatha fingindo estar conversando com Royce quando ela mesma já havia visto o Lince tomar distância. Ela corre para fora da embarcação quando o humano começa a se afastar e grita:

- Eu juro pela minha alma que quando você voltar vai ficar sem comer. Se voltar de mãos abanando eu vou colocar veneno na sua comida, desgraçado! - ela abana um pano com a esquerda e empunha uma faca com a direita. Sua feição era de raiva e as veias do pescoço saltadas do brado que deu.

O ruivo alcança a dupla na rua da direita quando o tritão e Roy balbuciam ao vento:

- Tenho algumas coisas que eu quero fazer e aprender e provavelmente vou espalhar um pouco mais de destruição para esses humanos imundos que poluem o ar dos meus belos pulmões. Vermes malditos - diz um enquanto o outro:
- Médico, comida e um carpinteiro. Depois podemos-gara partir para a Grand Line. - eles eram interrompidos por Beckman que repete:
- Royce, vou procurar o médico, não precisar ir... Somente venda alguns itens para mim, acho que você tem mais habilidade nisto do que eu. Voltarei com um médico, amordaçado se preciso. - Ken não acredita nele e fica observando ele passar todos seus itens ao Gatuno. Royce fica cheio de bugigangas nas mãos para vender. O Lince responde ao rapaz assim:
Aghata quer carne para um guisado, arranje isso também, ou então não venderei nada para você-gara. - chantageia pela décima vez e então continua: - Precisamos-gara também que o médico vá ver Ryu rapidamente, então você-gara tem uma hora para voltar para o navio com o médico, até lá estarei te esperando e só sairei para vender quando você-gara voltar, mas eu não tenho pressa e adoro colecionar coisas. - então o humano sai na frente enquanto a dupla inesperada segue conversando.

Ken fala:

- Não vou esperar a boa vontade de um humano para procurar um médico, farei isso eu mesmo. Logo mais trarei o açougueiro uahsuhuahushauhus - e então se separaram.

Está começando a ficar escuro àquela altura das 17h20min. A formação rochosa no centro da ilha não é mais tão visível e as luzes de outono já começam a ligar. A maioria das ruas paralelas estão mal iluminadas, mas a rua principal que sai do porto, passa pelo QG da Marinha e chega ao Banco Mundial possui iluminação razoável. Royce volta ao barco quando Scar continua a conversa esperando quiçá ser atendido por um homem imponente, contudo a Mink senta em um banco na borda do balcão e fala ao Tigre:

- Pois bem... Eu sou Lily T. Odelshwank, mas pode me chamar de Lily. Normalmente eu quem ofereço, mas eu aceito a sua bebida cara. - ela pausa, olha para uma mulher no balcão e pede: - Eu quero um rum duplo com algumas folhas de hortelã... - ela pausa novamente, olha Scar e continua: - E outra dose igual para o cavalheiro. - ela sorri, remove a capa deixando a mostra a blusa de manga longa e a calça brancas; sob a blusa ele poderia ver uma cropped em couro sintético. Ela sorri para ele, mas não queria ser sensual e prossegue: - O que você deseja? - então ela ouve a resposta do rapaz:
Estou procurando por informações. - e ela revira os olhos, pois já tinha aquilo como certeza. Ele não para e conclui: - Vamos para um lugar mais priv... - ela interrompe a fala do rapaz vociferando:
- Você imagina mesmo encontrar um local privado em um Bordel? Ainda mais quando você está falando com a dona dele?! - ela sorri e olha para a garçonete que entrega os pedidos.

Ela pega a dose e toma rapidamente. Ela tragou o líquido em um mesmo gole e sequer tremeu ou fez cara de mau gosto. Enquanto isso Scar diz:

- Bom, me deparei com alguns lixos no meu caminho para essa bela ilha - e passa pela cabeça de Lily do que ele está tratando. Havia escutado há alguns dias que ronda pelo West Blue um grupo de piratas desconhecido. Pelo menos desconhecido para a maioria das pessoas desavisadas! Ele chuta o baú e continua: - Eles se chamaram de os “Seguidores de Elígio” e aparentemente tinham negócios com um bando chamado Caveiras Negras. Acho que o capitão se chama… Jack Canvil? Enfim, o que preciso saber é quem são esses piratas, e se as cabeças que arranquei valem alguma coisa. Resumindo, preciso ver os cartazes de procurados. - era muita informação para a Mink processar, mas ela tinha ciência de algumas partes do assunto.

Eram 17h35min quando o tritão encontra na rua exatamente paralela à principal uma senhora que carrega uma sacola com comida. Ele a segura pelo pescoço e indaga ameaçando com uma pistola:

- Shiuuu shiuu, seu filho de uma puta fedida do caralho, se tu mexer um dedo eu te mato aqui mesmo e depois vou devorar a tua alma! Tu só vai me responder onde eu encontro a porra de um médico! Não quero nenhum médico de humano, quero médico de gente grande, entendeu seu bosta.. Responda a porra da pergunta caralho! - a senhora treme de cima a baixo e fala nada. Irritado o tritão estapeia a velha e ela então consegue responder:
- Calma, senhor, calma. O senhor deve estar procurando o sr. Wolverine. Ele é o médico da nossa cidade. Normalmente ele termina o dia no bordel da senhora T. Esse lugar imundo fica a alguns metros daqui. Logo que chegar na rua principal você vai poder ver! - ela para com medo e tenta se soltar, inutilmente. - Me solta! Me solta! SOCORRO. - então Ken a larga, leva a sacola onde ele acharia apenas leguminosas, empurra a derrubando no chão e chuta sua costela e sai rindo:
- Ai ai, por que não havia pensado nisso antes? - ele caminha pensando numa infinidade de teorias de conspiração à procura da rua principal para que achasse o bordel.

Enquanto isso Royce alcança os barcos e Simo caminha pela rua principal também procurando um bordel. Ryu observa o Lince com uma infinidade de itens nas mãos e pega uma caixa de madeira que estava logo na borda da amurada e oferece ao rapaz, dizendo:

- Royce, que burro, por que carrega tanto peso? Coloque tudo aqui! - Roy simplesmente joga tudo dentro da caixa sem ver se algo quebraria e passa na direção de Agatha, começando:
- O ruivo vai pegar o guisado. - ela olha rapidamente quem era, enxuga o suor na testa e responde:
- Eu espero que esse cachorro realmente traga isso senão ele vai ver! - ela sai de vez da cozinha e completa: - Em falar nisso, Royce, você poderia verificar aquele velho ali na enseada? Ele está muito suspeito para mim e dá pra confiar em ninguém agora. - ela dá as costas e entra enquanto o Lince caminha para fora do navio e fala a Ryu:
- Não devo demorar, eles-gara vão dar um jeito de trazer um médico... - tenta amenizar a situação, mas o navegador já arfa tentando respirar. Ele não responde e apenas olha para o amigo com um sorriso de canto. Está desacreditado. Royce termina de ajeitar os itens e completa:
- Vou ver se consigo alguma informação e também um carpinteiro para nossa escuna. Pretendo seguir com ela-gara e vender a brigue em troca do concerto da mesma e algumas melhorias. Talvez desmontar o Brigue e reutilizar a madeira... O carpinteiro que decida. - já eram 18h e ele sabe disso. O sol já havia se posto e a iluminação lunar já era predominante. A lua está cheia, por isso no porto era possível ver facilmente tudo o que o preenchia.

No cais há aproximadamente dez barcos atracados ao oeste do deles. Ryu havia parado exatamente no canto oposto ao QG da Marinha, pois sabia que seria perigoso para o grupo. O tablado do porto está vazio e é possível caminhar livremente. O velho ainda está ajeitando o bote e agora limpa a vela com muita destreza e cuidado. O lince pode vê-lo se movimentar aos cinquenta metros de distância que está, mas àquela altura não pode identificar o que faz.

Simo caminha na rua principal e ele podia ver o tritão se aproximando como um ladrão. Eles estão a aproximadamente quarenta metros do bordel. Eles viam ninguém na rua e todos já sabem quem são e o que fazem ali. Pouco mais à frente eles poderiam ver o letreiro que agora pisca em tom rubro. Não é possível ler todo o letreiro, pois uma das letras está desligada e as outras estão quebradas em alguns lugares impedindo o perfeito entendimento. Apenas quem conhece o lugar era capaz de identificar, mas eles facilmente perceberiam do que se trata o espaço!

Dentro do estabelecimento, Scar continua sua conversa com Lily e ela lhe responde:

- Bem, rapaz... Eligío eu não conheço. Se você está falando mesmo dos Caveiras Negra você deve estar falando de Egídio! Olhe... Quero lhe dizer: se você matou algum dos mercenários desse cara é melhor ir embora daqui agora. Eu sequer me importo com o dinheiro nem com a informação que você possa ter sobre esses caras. Apenas vá embora se não tem nada que me oferecer. - ela pararia pensando na última palavra dita e então continuaria depois de admirar melhor a beleza do tigre: - Espere um instante... Pensando melhor... Qual seu nome mesmo? De onde você vem? - a garçonete humana que ouve a conversa da dupla sorri e apenas se afasta.

Dados:
 
Mapa de Ilusia Kingdom:
 
OFF - Royce:
 

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