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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Blood Ocean

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptySeg 28 Ago 2017, 22:16

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Blood Ocean

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Simo e Raksha. A qual não possui narrador definido.


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptySeg 04 Dez 2017, 05:17



Apesar do foco em sua própria luta, Raksha mantinha um olho no que acontecia com o restante, até mesmo para se preparar para alguma ameaça a mais, como o lanceiro que havia tentado ataca-lo a pouco. Por isso ao ver a facilidade com que os atiradores eram parados e como no fim os lanceiros também haviam sido “incapacitados” praticamente, sabia que sua estratégia havia sido a correta. Pena que Ken não focara no espadachim como foi pedido. Agora o retorno do homem com reforços era uma forte possibilidade.

Voltando a luta atual, o Mink não sentia nenhuma sede de sangue, ou sequer algum tipo de alegria que fosse naquele combate. Houvera um tempo em que gostava de testar suas habilidades e lutar, mas o fato de ter de matar alguém de tempos em tempos para se manter no controle havia minado a alegria que batalhar pudesse trazer. Agora restava apenas indiferença ou pena na maioria das vezes.

A atual situação não lhe permitia ficar pensando muito em outras coisas além de achar a forma mais rápida de vencer. O boxeador aguentou vários de seus ataques e ainda conseguira revidar se demonstrando um oponente persistente. Talvez ninguém precisasse mais morrer hoje. Aproveitando o momento em que poderia voltar a atacar ferozmente, ele mudaria repentinamente sua estratégia de combate e recuaria em direção ao lanceiro desmaiado pronto para tentar uma nova.

- Pare ou eu mato ele. – A frase sairia tranquila e baixa, quase como se não fosse uma ordem, mas seu tridente estaria posicionado contra o pescoço do lanceiro de toda forma.

- Se aproxime lentamente e deite de bruços no chão com as mãos cruzadas em cima da cabeça. - Seguiria dizendo caso o boxeador tivesse parado. – Vou deixa-los desacordados. Aproveite essa chance de manter a sua vida. – Continuaria, interrompendo o homem se tentasse argumentar. – Aí está bom, pode deitar.

Caso tudo acontecesse de acordo com os conformes e o marine seguisse suas instruções, ele rapidamente pularia em sua direção e tentaria atingir sua nuca, ou lateral da cabeça se fosse mais fácil com a ponta do cabo do tridente quantas vezes fossem necessárias para desacorda-lo.

Em seguida viraria sua atenção para as outras lutas.

Honestamente o Tigre sabia de suas limitações, não era um líder nato e não tinha uma lábia alta, nem mesmo para intimidar. Mas esperava que a situação superasse tais fatores. Lógico que estava preparado para agir caso não desse certo. Sua posição era uma que deixaria na sua vista a maior quantidade de inimigos possíveis, e se um deles se livrasse de seus oponentes e disparasse contra ele, o Mink pressionaria um pouco mais o tridente contra o pescoço do lanceiro o perfurando de levinho. Isso serviria também contra o boxeador. Se ainda assim o(s) oponente(s) não parasse(m) em sua(s) investida(s), Raksha abandonaria de vez tal tática pensando que os verdadeiros “insensíveis” ali eram aqueles homens fardados.

Como o tridente estava apontado para baixo, o Tigre daria dois passinhos para frente e saltaria contra o boxeador para ataca-lo se ainda estivesse em pé, usando sua arma para realizar um golpe em corte frontal de baixo para cima, como se fosse uma meia lua surgindo nesse mundo, ao mesmo tempo em que rugia poderosamente - ROOOOOAAAAARRR!!!

Se o boxeador se desviasse e tentasse contra-atacar enquanto o Mink ainda estava em movimento, Raksha ergueria o joelho direito ao dobrar sua perna para tentar bloquear o ataque. Uma vez que pousasse no chão esperava ter passado para uma posição nas costas do marine (como quando ocorre aquela troca de golpes finais entre espadachins), e sem esperar para ver o resultado daria um giro rápido nas pontas dos pés e baixaria a lança em um movimento inverso mirando rasgar as costas do homem.

Após recuaria e deixaria a lança estendida na sua frente avaliando a situação geral. Caso algum inimigo o atacasse, ele pretendia usar o alcance maior de sua arma para manter o oponente a distância e bloquear seus golpes. Para golpes frontais como estocadas chutes e socos, até mesmo os que viessem de baixo para cima, a resposta seria um movimento de corte na horizontal para bloquear. Para golpes de corte ou na horizontal, o movimento da lança, no entanto, seria na diagonal.

Se o boxeador se deitasse e outro marinheiro se aproximasse de forma simultânea, o tigre teria como prioridade atacar o que estivesse em movimento da mesma forma que teria feito com o boxeador (dois ataques visando cortar o adversário em quatro partes de baixo para cima, ou de cima para baixo). Tal situação serve também para o caso de algum marinheiro se aproximar depois que o Mink tivesse apagado o boxeador dependendo do timing.

Já se as atitudes de Royce abrissem espaço para que Raksha atacasse de forma certeira, ele daria uma estocada frontal mirando os peitos, ou costas, do marinheiro em questão.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyTer 05 Dez 2017, 11:09

Ken apesar de sua chance de sair rápido dali pra dentro do local onde estava o ferreiro apenas decidia por esperar mais e atirar mais, ele gritava para todos como se houvesse um zeppelim caindo mas era de fato algo que não afetava os marines, o Tarkwondoca estava cego com as brincadeiras do lince o boxeador com Raksha tinha tanto foco que mal olhava pros lados, apenas quando ouvia qualquer barulho se aproximando dele. O Lanceiro era o único a ainda virar o olhar pra cima mas voltava rapidamente apensa olhava de ele, enquanto o espadachim já dobrava a esquina dando tempo de apenas um tiro ser disparado contra ele e na verdade acertava a bunda do copiloto. Depois de vários e vários tiros, alguns acertavam o lanceiro mas nada muito grave, poderia dar uma vantagem pra a mink gata naquele caso mas nada alarmante, porém mais uma coisa atrapalhava o homem concentrado era o Lince blefando que ia matar ele, quando ele se virava pra trás a gata batia no homem por trás e o feria gravemente no pescoço mas não o matava ainda.

Enquanto isso Raksha ameaçava matar o marine caído, o boxeador não exitava, era difícil dizer se ele não acreditava ou não ligava pra o que seria feito ate que uma frase saída dele confirmava isso, -marinheiros saem com essa farda, prontos pra morrer, se eu morrer aqui iria matá-lo de qualquer forma não? De que adiantaria eu parar se nós dois seriamos mortos, por você ou por aquele atirador, Acha que aquele tritão tem pena de alguém? Ele mataria você se tivesse chance.- Falava ele se lançando no chão e desferindo o golpe com o cotovelo bem no joelho do tigre, e subia em um rápido movimento falando. - Sabia que os tendões são partes sensíveis do corpo.- E em mesmo momento um golpe bem no calcanhar de aquiles, desequilibrando o mink, e rapidamente subindo com um Upercut no rosto do mesmo.

Como ele era resistente toda a sequência extremamente rápida, não fazia tanto efeito, mas mostrava que ele não estava pra brincadeiras tendo feito aquela sequência em segundos enquanto ainda falava, criatura bem treinada aquela, mas não durava muito o momento de vitória, quando o tigre avançava rapidamente com a lança sua força era praticamente implacável subindo com um golpe circular, rápido, ele feria gravemente o boxeador, que agora estava de pé apenas com a força de vontade ali. - Você parece ser alguém diferente da maioria aqui. Mas te adianto desde já, aquele tritão vai te levar a morte garoto, escreva o que eu estou dizendo e espere por isso, nem todos os que estão com você são confiáveis. - Ele ainda queria lutar naquele momento.

Enquanto isso no outro canto Royce provocava o Taekwondoca que tentava se conter e não responder e o seguia chutando fanaticamente, tentando acabar com ele, o gato desferia um golpe circular que quase funcionava ainda contava a camisa e fazia um leve arranhão no peito do inimigo, aquela foi uma freada difícil pra o lutador, que começava a refletir naquele leve segundo que seu descontrole emocional podia ter o ferido fatalmente ali. Chutes e mais chutes eram dados mas muito desconexos e descontrolados, ele se abaixava, girava mexia o dorso para os lados sempre esquivando de cada golpe.

Ate que o momento um golpe mais complexo vinha em direção a ele, um chute circular em meio a um enorme salto, o pé vinha rápido, mas antes mesmo que pudesse tocar o felino ele avançava com tudo pra cima travando o golpe com o corpo bem na cocha do oponente, o impacto ainda machucava mas não quanto era esperado, e rapidamente ele invertia sua direção começando a correr de novo, indo em direção ao outro combate, mas mesmo depois disso a perseguição mantinha-se implacável a ele. O Boxeador virava o rosto no momento que ouvia os gritos do gatuno, mas se recompunha voltando a Raksha, e claro isso daria uma brecha pro tigrão, o Gato porem repetia seu golpe girando de uma só vez e indo golpear o inimigo que dessa vez feria o indivíduo maluco que ia em um avanço sem igual, ele ainda freava mas era tarde demais e aquele corte ia bem fundo nele, e o sangue espirrava da ferida e da boca do marine. Que cambaleava quase caindo mas ainda de pé parecia querer mais um round com o Lince, aqueles olhos claramente diziam: “Você vai pro inferno comigo” era como se ele pudesse ver as chamas do inferno queimando como a determinação do homem em questão. - Agora sei por que cachorros odeiam gatos.- Parece que o tae tinha língua afinal

Em outro lugar estava o grande tritão com luzinha na cabeça, que conversava com o baleião, ele falava algumas coisas com ele que respondia rapidamente. - É isso aí meu caro, poder aos tritões,eu não sou o dono da forja, apenas trabalho por aqui, o grandão ali que manda nas coisas. -Falava ele apontando pra um homem batendo o martelo e terminando o serviço de alguma arma, era um tubarão-branco de kimono rasgado, extremamente musculoso, e com um rosto serio, ele olhava em direção dos dois soltando um dos sons: - Huuum- O baleião dava uma leve risada completando o que falava. - Esse é um bem-vindo segundo ele hahahah, mas me diga você tava numa confusão bem grande por ali em? Vei por aqui pra comprar uma arma? A gente pode te ajudar no que precisar por aqui, só dizer o que está precisando, sempre é bom ajudar um irmão tritão. - Ele estava no lugar certo pra conseguir falar disso tudo

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyTer 05 Dez 2017, 12:44

Dentro da forja seria só alegria, conversava como o baleião e o monossilábico de forma natural até parecia até que éramos amigos de longa data ou coisa parecida. Deveria ser mais pelo fato de estarmos em território humano e os tritões serem uma minoria fodida na comparação. Aproveitaria a brecha dada pelo baleião quando disse que eu poderia pedir qualquer coisa, acho que os meus olhos brilharam nessa hora.  

Seria essa a evolução do meu belo e brilhante poder fenomenal?

- É uma confusão que tá rolando! Derrubaram a porra daquela nave em cima da gente! E bem na hora em que eu ia começar a brincar com aquela mink gatinha gostoxinha, mas acho que estão atrás de nós por ter matado um monte de humanos fedidos na outra ilha maldita...  Aproveitaria o tempo para recarregar as minhas pistolas e voltaria com a conversa ... – Pô cara, agora que perguntou, eu gostaria de uns coldre pra colocar as minhas queridas, não tenho tanto espaço sobrando nessa sunga, afinal fui agraciado Huannaunsuhauhuhuanaimimishhihhaisa ... Gargalharia de forma sincera e humilde, como sempre fiz.

Pegaria e vestiria os coldres, caso me fossem dados, colocaria as armas no local e voltaria a conversar com eles ... – Acabei não perguntando o nome de vocês, meu maravilhoso nome é Ken Rock e o de vocês?

Olharia com um olhar firme quando os mesmo se apresentavam e balançava a cabeça em forma de comprimento e respeito.

“Acho que aqui é o melhor local para aprender as coisas que preciso, não creio que conseguirei essa moleza com os humanos malditos!”


- Sei que acabei de conhecer vocês e estou sendo chato pra caralho, foda-se não estou nem ai! ... andaria na direção do tubarão branco com uma expressão facial séria e um olhar pleno que transmitiria a mais pura verdade que jorrava de forma límpida e cristalina, igual ao salpico de sal que desprende-se da crista de uma onda tubular perfeita e assim que entra em contato com a luz pura do sol gera um pequeno prisma magnífico, que acalenta a alma mais perturbada, alimenta a força de vontade de rasgar as paredes marítimas das ondas e voar em pleno céu azul .. – Você me tomaria com o seu pupilo? Me ensine a arte de forjar igual a você, vendo a maneira como está trabalhando é claro que você é um mestre digno de um aprendiz como eu!

Com o peito estufado e o queixo para cima, aguardaria a resposta daquele tritão tubarão branco!

“Porra, imagina eu martelando a cabeça dos meus inimigos com esse martelo, seria foda! Estou quase chorando só de imaginar!”


Se a resposta fosse positiva não perderia tempo com as minhas palavras! ... – Você não irá ver as armas mais fodas que você nunca imaginou saindo da minha mente criativa muhauhsuhauha

Levaria as minhas mãos até a cintura e faria uma última pergunta, naquele momento ... – Tenho isso daqui a dinheiro, acham que dá pra comprar algo que me ensine a realizar a minha magnífica criação de projeteis ?  E também gostaria se pode me ensinar a Forjar agora? Sou bem ativo e não gosto de perder tempo... Se a quantia fosse a necessária, pagaria ao tubarão baleia com um grande sorriso no rosto e aguardaria a manifestação dos tritões.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyTer 05 Dez 2017, 18:41




Royce

Fury Furry



Um sorriso diferente brotou no rosto do gato travesso enquanto observava seu oponente sangrando na sua frente. De forma inconsciente sua mão livre deslizou pelo torax alcançando o amuleto de orelha de coelho que havia pendurado em seu pescoço, ato tal que também havia sido feito de forma inconsciente horas antes.

O sorriso se alargou com o comentário do homem, enquanto na mente de Royce uma voz ecoava a distância tecendo os pensamentos do gatuno longe de sua compreensão. A tempo essa voz não soava e com sua ausência Royce havia se descuidado.

O brado de violência era um eco distante, mas tentador.

‘Torture, tortura, torture, torture’. - bradava essa voz distante com a sede de sangue de uma fera adormecida que despertava de um longo período de abstinência.

- Torture o humano, faça-o pagar. - estimulava a voz na mente de Royce e sem que se desse completamente conta ele assentia e sorria enquanto segurava o amuleto.

Avançaria de súbito com um impulso agressivo repleto de sede de sangue, com uma torçam do tronco moveria a espada em um arco baixo para atingir as pernas do seu oponente. Não mirava um golpe fatal, apenas buscava um golpe torturante para assim deleitar-se enquanto brincava com sua comida. Queria ver seu oponente indefeso a sua frente com uma expressão de terror em sua face.

Se bem sucedido em sua subida investida o eco em sua mente ulularia em êxtase.

‘ISSOOOOO, MAIS, MAIS!’

Royce aumentaria o sorriso.  

- Vocês nos odeiam porque somos superiores. - Royce nunca havia dito isso, por mais que Shizuka sempre tivesse tentado implantar esse pensamento em sua essência ele nunca havia-o dito, mas agora como uma resposta dupla ele dizia, tanto podia-se entender como o motivo dos cachorros não gostarem de gatos, quanto para os humanos não gostarem de minks e tritões. - E lhe farei entender.

Royce avançaria de novo, aplicando golpes deslocados que permitissem seu oponente esquivar, mesmo estando ele debilitado. Visaria apenas aplicar cortes superficiais no peito, braços e pernas em golpes que serviriam para maltratar e satisfazer uma sede que até então desconhecia.

Tentaria evitar contra-ataques sempre que possível, incentivando seu oponente a cada tentativa que este realizasse.

- ISSO, LUTE ATÉ O FIM CÃOZINHO, ASSIM O DESESPERO VAI SER MAIOR.

Sorria e a voz no fundo de sua mente agora gritava, berrara, se exaltava. Já não era mais um Eco distante, não mais um animal recém desperto, era uma fera ensandecida por sua sede.

Royce não mataria seu oponente, não aplicaria o golpe final, apenas continuaria evitando os contra-ataques e aplicando golpes que roubassem pouco a pouco a dignidade do marinheiro, pouco a pouco suas forças até que restasse apenas a sombra do homem que um dia esteve ali.

Se por fim o Tigre, ou algum outro desse fim ao sofrimento o jovem virar-se-ia com raiva para estes, mas este olhar não duraria muito uma vez que sua mão que ainda apertava o amuleto afrouxaria diante da visão de um mink a sua frente. ( Visto que todos ali são minks.)

Aos poucos pistaria os olhos, como se agora fosse a vez do jovem estar acordando de um sonho vivo.

- E..eu..eu-gara. - gaguejaria um pouco confuso, como se o que lembrava de ter feito fosse um sonho nebuloso, memórias que não lhe pertenciam. Virar-se-ia para o corpo maltratado do lutador e engoliria em seco. Até mesmo a vontade que sentia de afanar teria passado naquele momento, substituída pela repulsa de se aproximar do provável cadáver.  - Eu me distraia-gara. - diria por fim com um sorriso forçado que nada disfarçava seu desconforto.


”objetivos”:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Qui 22 Fev 2018, 01:44, editado 1 vez(es)
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyQua 06 Dez 2017, 04:52


Sua estratégia não havia funcionado e como resposta havia levado três golpes que tiraram seu equilíbrio e quase o tombou. Por sorte estava preparado para atacar também, e apesar do contratempo ele foi capaz de ferir o boxeador gravemente. Concordava com o que o marine havia dito sobre Ken não ser uma boa pessoa, mas que o tritão o levaria a morte? Só se fosse através de ações idiotas como a que ele fez ao chamar a atenção do marines atirando no rapaz.

Não havia mais nada a ser dito. Era obvio que o boxeador queria levar aquela luta até o fim e Raksha realizaria a vontade do homem. Com a lança apontada para frente e os joelhos dobrados em posição o Mink procurava pela melhor hora de atacar e logo ela chegou. Por um instante o boxeador se distraiu olhando para Royce, e o Tigre deu seu bote. Foi uma estocada simples, mas rápida. Focando na região pélvica do homem (não que o tigre soubesse o nome de tal região), o objetivo era atingir um local que fosse difícil de bloquear.

Acertando o golpe, ao invés de retrair a lança o Mink iria usar toda sua força para mover ela na lateral visando rasgar o homem em dois e pôr um fim definitivo naquela luta, ou ao menos arremessa-lo longe. Já se não acertasse, recuaria com a lança puxando o cabo para cima na diagonal e ajeitando a posição do corpo para bloquear um possível soco de contra-ataque com a haste.

Isso naturalmente deixaria aberta uma brecha na região inferior do tigre, suas pernas, e sabendo que o oponente sabia aproveitar tais oportunidades, o Mink ao invés de continuar atacando recuaria um passo. Caso o boxeador tentasse aproveitar a brecha e caísse em sua tática, o Mink estocaria para baixo visando bloquear o ataque e fixa-lo ao chão. Em seguida usaria um de seus pés para dar um pisão no adversário para firmar o corpo, retrair o tridente e estocar de novo e de novo até ter certeza que o homem não mais se ergueria, girando a lança no fim de cada golpe para piorar o dano e sangramento. Se isso não fosse necessário, se voltaria para as outras lutas.

No caso do boxeador não cair em sua “armadilha”, o Mink avançaria e tentaria aplicar um golpe rotatório na vertical de cima para baixo, ao abaixar a parte de trás do cabo com uma mão e puxar a região frontal com outra, primeiro para trás depois para cima e finalmente para frente\ baixo. No fim o Mink recuaria e retornaria a posição anterior, abrindo a brecha e pronto para realizar a “tática” pensada, bloquear golpes na parte superior com o cabo e na parte inferior com as laminas.

Repetiria esse processo de novo e de novo enquanto pudesse e fosse necessário. Caso a luta acabasse, Raksha pretendia ir ajudar a Gata que estava contra o lanceiro restante se necessário, ou então Ezequiel. Mas se notasse o que Royce estava fazendo franziria a testa em desgosto. Se o marinheiro estivesse de costas para si, avançaria contra ele e faria um golpe na horizontal de corte mirando o pescoço e visando mata-lo.

E..eu..eu-gara. Eu me distraia-gara. – Vendo o estado confuso e sem graça do Lince, Raksha perceberia que tinha algo de errado se passando com ele, mas não pressionaria o assunto naquele momento. A luta ainda não tinha acabado.

- Está tudo bem. Conversamos sobre isso depois. Ajude a garota a finalizar o lanceiro enquanto vou ver a situação do Leão, pode ser? – Diria com paciência e preocupação antes de se virar para checar a situação de Ezequiel e o outro boxeador.

Já se o lutador de Tae estivesse de frente para o Tigre, ele primeiro se focaria em ajudar a garota. Avançando com o tridente posicionado, procuraria bloquear um dos ataques que o lanceiro estivesse realizando ao dar uma estocada e posicionar a parte da haste próxima a ponta da lança do adversário entre um dos “dentes” da sua própria lança. Em seguida, quase como se fosse o mesmo movimento, ele movimentaria o punho direito (pensa em alguém acelerando uma moto), girando o tridente para tentar desarmar o adversário e dar uma brecha para a menina finalizar a luta.

Em seguida dispararia em direção ao lutador de tae aplicando o mesmo golpe que teria feito em seu pescoço, independente dele estar de frente ou de costas para si. Se falhasse em mata-lo, recuaria com a lança na defensiva e correria em direção a luta de Ezequiel, retribuindo o favor de Royce e distraindo o homem para que o gatuno aplicasse um golpe fatal.

Já se conseguisse elimina-lo, teria a mesma reação tranquila com o Lince, procurando acalma-lo e partindo para a direção do Leão.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyQui 07 Dez 2017, 16:20

Ken estava a conversar com os dois tritões naquele momento sobre seu momento lá fora, e claro pediria pelo coldre que tanto esperava, o tritão baleia dava um sorriso quando ouvia o comentário do tritão pegando um coldre na gaveta e entregando pra ele. - Acho que esse aqui deve servir. Me chamo Goratiks, e o chefe é o Akuma - Ken ainda tinha mais a pedir pra o tubarão-branco, ser seu pupilo na arte da forja, a resposta dele era clara, ele levantava o martelo e colocava na mão de o peixe brilhoso e falava em tom sério. - Humm- ele parecia querer testar o jovem.

O blaeião vendo a cena explicava. - Ele quer ver sua habilidade com martelo, está disposto a te ensinar, quer que bata com o martelo na espada.- ele falava isso olhando bem sério pra ken, aquilo parecia ser um ritual valido entre eles por ali, seja qual fosse o motivo, ele teria que dar umas marteladas mas antes de tudo a ultima pergunta. – Tenho isso daqui a dinheiro, acham que dá pra comprar algo que me ensine a realizar a minha magnífica criação de projeteis ? E também gostaria se pode me ensinar a Forjar agora? Sou bem ativo e não gosto de perder tempo...- Ele olhava pra o tritão e o respondia. - Bem temos isso aqui. - Falava pegando um livro e jogando na mão de Ken enquanto sorria. - Acredite é tão detalhado que ate um tritão cego aprenderia lendo ele, e muito rápido, seu preço é salgado mas faço por 500.000 pra um amigo tritão.- ele completava olhando pra ele estendendo a mão. Akuma olhava para a cena apenas calmamente esperando pra ver o poder de seu possível futuro pupilo tritão, ele já estava esperando por alguém assim a algum tempo, precisava ser da raça, pra que sua confiança fosse certeira.

Enquanto isso lá fora, Raksha travava seu último golpe no boxeador, do ínfimo momento que ele virava o rosto, o golpe na região pélvica do rapaz encerrava tudo, o boxeador colocava a mão na lança a puxando pra fora, e enquanto lentamente caia pra frente ele terminava falando meio a cuspidas de sangue. - Jovem tigre, ingênuo, aquele tritão será sua ruína, escreva isso no seu caderno, pois, já está escrito no seu destino, nunca esqueça, o que se faz aqui um dia se paga.- Ele caia pra frente ficando ainda cuspindo sangue e tossindo ate a consciência se esvair.

Royce adotava uma postura diferente da do último golpe, ele via a fragilidade do Taekwondoca e começava a falar coisas completamente novas, ele atacava em direção as pernas do indivíduo que saltava rapidamente, desferindo um chute a altura do peito do gatuno, isso o afastava um pouco pra trás mas não parava ele, que agora estava com a cede de sangue acima do normal, o segundo chute vinha alto na cabeça mas com uma leve abaixada ele esquivava, após o boxeador estar novamente no chão, ele repetia golpes que iam acertando o lutador, o primeiro rasgava o peito com uma leve diminuída de impacto, que vinha para com uma esquiva pra trás não efetiva do inimigo, e sempre partindo em tortura clara, atacando várias e várias vezes, braços e pernas e cansando e debilitando o lutador.

Seria com toda certeza uma cena atípica pra os que conheciam Royce, mas o Taekwondoca apenas se mantinha em seu ritmo debilitado. - ninguém te odeia por ser mink muleque, eles te odeiam por ser pirata, vocês destroem a vida de inocentes e isso é imperdoável. - Ele avançava sempre tentando contra-atacar mas sem muito sucesso. Raksha franzia o rosto vendo a cena que acontecia ali, uma clara tortura, mas rapidamente avançava pelas costas do guerreiro dando um único golpe circular que encerrava a luta ali mesmo. (Roubou o Kill). - Está tudo bem. Conversamos sobre isso depois. Ajude a garota a finalizar o lanceiro enquanto vou ver a situação do Leão, pode ser? – Nesse momento ele via o boxeador que estava com Ezequiel voando por cima de suas cabeças, e o leão estava intacto, aparentemente brincou com o boxeador e se divertiu ate o último instante, ninguém tinha de fato prestado atenção nele mas era uma criatura bem forte.

A gata já praticamente encerrava a luta, o Lanceiro estava muito debilitado ele começava a cair ao chão e vendo Raksha que se movia em direção a eles, ela virava pra ele sorrindo, como se mostrasse uma sensação de dever cumprido, pra o azar de todos, aquele era o momento em que ele girava a lança nas pernas dela a derrubando no chão, e ficando a lança na barriga dela que caia por cima, ela ainda conseguia mover-se um pouco pro lado e a lança evitava os órgão mas a feria gravemente na lateral, era um buraco bem grande e difícil de tratar, além de uma costela quebrada, mesmo nesse estado ela encerrava aquilo no mesmo momento cravando as unhas no pescoço do lanceiro. Ezequiel tinha um leve momento de surto vendo ela naquele estado, ele rugia com todas as suas forças, o rugido do leão era quase uma técnica sonora ali, era alto e forte, se usado ali de perto nos outros, poderia ensurdecer alguém de verdade.

Ele corria rapidamente pegando a mink no colo e correndo pra a casa do médico.- Meu deus, o que aconteceu com você? Tigre vão buscar seu amigo, no momento estarei aqui cuidando do ruivo e pedirei pro médico cuidar da jovem, garanto que ele será tratado, mas no momento preciso, levar ela pra o médico, se não ela morrerá muito rápido, está perdendo sangue demais.- Ele adentrava no local a colocando na maka e planejando o tratamento, o médico veloz já partia pra fazer o que fosse preciso ali. Lily saia do local, e se dirigia ao tigre. - Eu vou com vocês, ver ela daquele jeito me entristece um pouco, ela é sempre muito forte. - Ela falava com um rosto preocupado já que parecia ter certa ligação com a mink em questão ali.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyQui 07 Dez 2017, 18:31



As palavras do boxeador que morria não abalavam o Mink. Afinal de contas se alguém fosse ser sua ruína, certamente seria Scar não era mesmo? No entanto o que o abalou de certa forma foi o golpe que a prostituta levou. Ele podia ver nos olhos da moça o como ela estava feliz por ter sido útil, por ter ajudado, por ter feito a sua parte. O aviso – CUIDADO!! – morria em sua garganta antes mesmo de ver a luz. Era tarde demais e no fim ele não pode evitar que ela fosse ferida.

Em seguida vinha aquele rugido poderoso que fazia os ouvidos de Raksha parecerem que iriam explodir. Apenas o autocontrole o fez evitar de erguer as mãos a cabeça e cobri-los. E sua calma mesmo durante aquela situação toda o fez não rugir junto. Seu sangue circulava mais rápido em resposta mas tinha que manter suas emoções em “xeque”. Sempre calmo. Sempre calmo.

“Ainda sou muito fraco. Apenas ficando mais poderoso posso ser capaz de libertar todos os escravizados, apenas me tornando mais forte posso proteger aqueles da minha raça. Ainda sou muito fraco.”

Aquela semente que se formara em Las Camp agora começava a germinar e formar raízes cada vez mais profundas em sua mente. Ele precisava se tornar mais poderoso. – Tudo bem, mas voltar para cá não é uma opção. Em breve os reforços deles devem chegar aqui. Assim que estabilizar ela, venham nos encontrar no navio para cuidar do polvo e sair dessa ilha. Sinto muito envolve-los em tudo isso. – Respondia ele ao Leão. Sua admiração pelo homem crescia aos poucos. Primeiro era o conhecimento, depois a força. Mas trazer o polvo para aquele local não era uma boa.

- Eu vou com vocês, ver ela daquele jeito me entristece um pouco, ela é sempre muito forte. -

- Sigh, ela vai ficar bem. Precisamos conversar com o Tritão. Ele não pode continuar agindo de forma estúpida assim e colocar todos em risco. Por causa dele a menina se feriu. – De início estava falando com Lily, mas logo dirigia suas palavras a Royce. Para o Tigre a culpa de tudo aquilo era de Ken e sua incapacidade de não sair atirando em tudo e todos.

- Ah sim, essa daqui é Lily... estávamos juntos quando o Zeppelin caiu. Ela vem me ajudado desde então. – Apresentaria os dois e continuaria a falar com a moça. - Graças a confusão que o tritão arrumou vocês provavelmente serão associados conosco. Talvez você e o médico possam alegar que estavam sendo forçados a tratar um dos nossos, mas Ezequiel e a gata não terão essa justificativa já que lutaram ao nosso lado. Por isso estão todos convidados a vir conosco para a Grand Line se quiserem.

Retirando o cartaz de procurado dos bolsos entregaria ao Lince – Era disso que o marinheiro estava falando. Agora temos uma recompensa sobre nossas cabeças pelo que ocorreu em Las Camp. Falando nele, você está bem?

- Sabe, existe o bem e o mal dentro de todos nós. O potencial para ambos. O que nós seremos, independente do que o resto do mundo possa dizer – apontar para os cartazes antes de continuar– é nossa escolha. Mas uma coisa é fato, torturar alguém, causar dor sem necessidade é sempre associado com o mal. É isso que você deseja ser?

O Tigre não queria dar lição alguma de moral no Lince, apenas fazê-lo pensar sobre suas ações, ajudar de alguma forma já que viu o estado confuso e sem graça que o rapaz ficou após o ocorrido. Sabia também que não podia falar nada muito longo se não quisesse correr o risco de Royce se distrair no meio. – Você honestamente acredita que os humanos pertencem a uma raça inferior?

Sua pergunta final vinha em função do que ouvira o Lince dizer, e Ken antes dele. Não concordava com aquilo, achava que todos deveriam ser iguais, ter direitos iguais e não havia realmente uma raça superior a outra. Por isso a escravidão era um absurdo. Por isso deveria ser combatida.

Durante o caminho para o local onde o navio estava sendo reparado, Raksha procuraria ficar atento a barulhos e usaria seu olfato aguçado para sentir cheiros fortes no ar, como por exemplo o que um pelotão da marinha se aproximando poderia emitir (suor, humanos aglomerados, etc). O espadachim havia escapado e certamente traria reforços. Caso percebesse alguém se aproximando, diria baixinho para os dois - Vem alguém aí! - Em seguida procurando seguir as ações deles para saíram do caminho ou se esconderem, afinal de contas, os dois aparentavam ser bons nisso.

Durante o caminho para o local onde o navio estava sendo reparado, Raksha procuraria ficar atento a barulhos e usaria seu olfato aguçado para sentir cheiros fortes no ar, como por exemplo o que um pelotão da marinha se aproximando poderia emitir (suor, humanos aglomerados, etc). O espadachim havia escapado e certamente traria reforços. Caso percebesse alguém se aproximando, diria baixinho para os dois - Vem alguém aí! - Em seguida procurando seguir as ações deles para saíram do caminho ou se esconderem, afinal de contas, os dois aparentavam ser bons nisso.

O fato de Royce fugir de suas perguntas não chateou o Tigre, já que estava apenas tentando ajudar. No entanto o que fez seu sangue gelar foi a primeira frase do Lince. - Eu-gara sabia que ele iria atirar, foi por isso que falei. – Tal fala fazia com que Raksha percebesse que o quão manipulador o gatuno podia ser e por consequência, o quão perigoso.

Caso chegasse no navio entraria e checaria o estado do polvo. No entanto diria algo oposto ao de Royce – Uma vez que eles acabem de tratar a menina que se feriu, creio que trarão o médico para cá. – Não estava disposto a retornar para a casa do médico e já havia explicado a todos as possíveis consequências da luta que tiveram. Se não quisessem ouvir não poderia fazer nada. Iria esperar no navio a chegado do médico e de Ezequiel.

Começaria então a checar as reformas sendo feitas no navio e quem sabe conhecer o homem que estivesse fazendo ela, e quem mais estivesse junto. Observaria atentamente o local, rotas de fuga, pontos de vantagem para um combate e se havia algum lugar onde pudesse vigiar uma aproximação por parte da marinha. Caso Ken o alcançasse e jogasse a lança do marine no chão lhe questionando, o Tigre responderia friamente, com uma calma imensa mas sem emoção alguma na voz.

– Ai está seu idealista de merda é dessa forma que você pretende salvar todos os minks e tritões que estão sendo maltratados pela escória humana?

- A garota lutou bem e se feriu no fim. Se eu fosse mais forte teria sido capaz de evitar isso, mas ainda não sou. Da mesma forma que você não é forte suficiente para isso. E mesmo sem ser forte o suficiente você continua agindo como se suas ações não afetassem aqueles ao seu redor. Continua agindo sem se importar com mais ninguém além de si mesmo. Você ao menos pensa nas consequências de suas ações tritão? Claro que não, porque se pensasse não teria atirado no rapaz e chamado atenção de uma ilha que provavelmente entrou em estado de alerta. Se pensasse teria seguido meu conselho e mirado no espadachim. Assim ele não teria capturado o rapaz, e o menino poderia ter ajudado a gata. Mas ao invés disso o que você fez? Atirou para todos os lados e correu!

– Não a abandonei, a deixei pq imaginei que você, por ficar dizendo merdas de salvar e proteger, não deixaria que nada fosse feito a ela enquanto estava ausente! Mas pelo que pude perceber você só fala merda e não cumpre como um homem as suas palavras!! De todos, eu pensei que vc tigrinho nunca me desapontaria. E pelo jeito deve ter preferido enfrentar um inimigo que estava com as mãos nuas, deixando ela com o pau no cu da lança

Ouvir isso fez com que o Mink desse um passo para frente. – Eu lutei contra aquele que julguei ser o mais perigoso. Durante esse meio tempo desabilitei outro lanceiro. E onde estava você? Se escondendo não é mesmo? Cada ação sua causou o ferimento daquela menina, primeiro de ter feito barulho com seu tiro quando não devia. Depois deixou o espadachim capturar o rapaz e ainda persistiu em atirar na pessoa que naquele momento poderia ser uma aliada. Se ela está no estado que está, é culpa sua! Se ao menos você pudesse aprender com isso ela não teria se ferido a toa. Mas aposto que a primeira coisa que vai fazer é sair atirando por aí sem pensar nas consequências, como sempre faz!

Sem alterar o tom de voz e o com rosto impassível, o Tigre dizia suas acusações enquanto se avolumava para cima do tritão. Com as mãos apertando a lança apenas sua calma o impedia de realizar um ataque naquele momento.





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Última edição por Big Furry Ragnar em Seg 11 Dez 2017, 04:02, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyQui 07 Dez 2017, 22:36




Royce

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Royce, embora abordado por Ragnar, não conseguia se concentrar já que toda vez seus olhos se voltavam para o marine morto ao lado. Disperso como estava deu pouca atenção ao ferimento da Mink. Em seu cerne Royce era egoísta e talvez isso se mostrasse ao fato de não se importar com os desconhecidos.

Distraído acompanhou o tigre, mas sem prestar muita atenção aos passos que dava, mas ouviu quando o tigre culpava o tritão pelo que ocorreu.

- Eu-gara sabia que ele iria atirar, foi por isso que falei. Não era brincadeira aquele cara é provavelmente o culpado pela queda do balão, eu só não esperava que tivesse marines tão longe do local do acidente, achei que estariam mais ocupados. - não sentia-se culpado pelo que fez, afinal fez, pois sua liberdade lhe permitia isso e não se arrependeria por ações tomadas.

Avançou mais um pouco até ouvir o tigre apresentando a grande mulher, distraidamente o jovem responderia de forma automática com sua mente distraída em entender o que havia acontecido.

- Prazer, Royce.

Continuou ouvindo o tigre associar os fatos e ainda de forma distraída intercederia.

- O único vivo é o espadachim e creio que não continuará assim por muito tempo, de modo que se nos livrarmos dos corpos …. - parou olhando em volta para ver se havia outras testemunhas. Se não visse ninguém prosseguiria. - … não haverá indícios, por outro lado não sei se alguém pode ter visto algo aqui e como as pessoas que aqui moram são.

Observaria a gata sendo levada para dentro, onde o ruivo também estava e lembrando-se nesse momento que Ryu ainda estava precisando de um médico.

- Sim sim, to ótimo, o Ryu é que precisa de ajuda. - diria começando a se agitar ignorando o cartaz entregue.

Aproveitando-se também da súbita lembrança de Ryu o jovem gatuno fugiria das questões que estavam por vir do tigre. Conseguia imaginar o que ele pretendia lhe dizer, mas aquele não era o momento que o jovem queria lidar com aquelas questões. Não entendia o que havia acontecido e tinha medo de entender e assim fugiu com a desculpa de ver como Ryu estava, fugiu do que havia acontecido, fugiu da compreensão. Fez o que era bom em fazer: Correr para um local seguro.

Indo a frente de todos o jovem correria para o navio, subindo a rampa e berrando por Aghata.

- Aghata, Aghata? - Quando e se a encontrasse. - Tivemos problemas a marinha está nos procurando, acho que algo haver com Las Camp, teve gente ferida o medico não vai poder vir, temos de levar Ryu até lá. - se percebesse que a mesma estivesse desanimada, ou triste, ou enraivecido, qualquer coisa menos alarmada o jovem perguntaria. - Ryu está bem?


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptySex 08 Dez 2017, 15:39

Com um grande sorriso no rosto pegaria o livro que me fora vendido e pagaria a quantia que fora solicitada! Não me importaria com o valor, afinal estaria tratando com tritões e teria a nítida impressão de que eles em nenhum momento queriam o meu mal ou que pretendiam lucrar de forma indevida! – Pago o preço que vocês pedirem! Afinal somos todos irmãos aqui!!

Após pegar o livro, o guardaria e pegaria o martelo de forja da mão do Akuma! Com a expressão carregada de seriedade, iria até o local que me fora indicado... pararia por alguns instantes e visualizaria o trabalho feito até o momento pelo mestre tritão.

“É aqui que dou início a mais uma fase nessa porra de vida e com o peso de tudo que eu desejo (dinheiro, morte, mulheres, dinheiro, riquezas e mais dinheiro) vou forjar as melhores armas de aniquilação da raça humana”

Respiraria fundo, ergueria o martelo com uma de minhas mãos e despois martelaria com todo o peso do meu corpo, repetiria esse movimento por mais duas vezes! Na terceira soltaria, sem querer, um sorriso de satisfação. Por um instante aquelas marteladas fizeram o meu corpo flutuar, seria uma sensação diferente que até então não teria vivenciado.

Ao terminar, continuaria segurando o martelo e ergueria a minha outra mão para cumprimentar o mestre Akuma em um sinal de agradecimento e irmandade. E continuaria segurando o martelo e começaria a conversar com os tritões... – Estou voltando ao meu navio, o pessoal lá é legal e estranho! Possui um sangue ruim, humano de merda, que sempre enfia a porra do nariz dele nos meus assuntos! E é claro tem um polvo filho de um puta traidor, tenho certeza de que ele irá foder com todo mundo mas, tem um gatinho juvenil que defende aquele puto! E então, vamos lá?

Não esperaria a resposta deles e começaria a sair do estabelecimento, afinal de contas estava certo de que ainda encontraria eles na rua! Mas para a minha surpresa eles já haviam ido embora... “aqueles filhos de uma puta já foram embora! E eu pensei que a gatinha estaria aqui fora me esperando!”

Olharia a minha volta e lembraria que o vizinho do mestre Akuma era a porra do tal médico que aqueles infelizes estariam procurando e então fui até o local para saber se todos estariam lá dentro. Se a porta estivesse fechada, a forçaria ou simplesmente meteria o pé na porta para adentrar ao local.

Caso visse o médico tratando a gatinha olharia surpreso para ela e diria... - Mas que caralho de porra aconteceu com a xanhinha caralho? Quem foi o filho de uma puta que deixou isso acontecer com ela?... se alguém me culpasse responderia... – Vai tomar no olho de seu cu porra!...

Iria até ela e com uma das mãos colocaria a mão em um de seus seios e conversaria com ela, bem próximo de seu ouvidinho peludo... – Quem foi o filho de uma puta que fez isso com vc? Quem não te ajudou?? Foi o tigre? Ele sempre disse que não deixaria nada de ruim acontecer com os minks e os tritões!!! Desgraçado idealista que não cumpre com as suas palavras!... Olharia seu belo corpo com sangue e suas garras a procura de sinais de luta e voltaria a falar com ela... – você fez bem xaninha, agora eu quero ver você gostosa! Então se recupere porra. Eu ainda tenho que te foder, não se esqueça!

Caso o martelo de forja ainda estivesse em minha posse, iria em direção a rua com um caminhar pesado, dizendo poucas palavras enquanto caminhava de costas para o médico...- Se ela morrer você morre mink!... e falaria também com o mink leão... – você sabe para onde eles foram? Assim que obtivesse a resposta ou não sairia do local. Caso o martelo não estivesse comigo, seguraria pelo cano a minha arma danificada, repetiria a ação descrita acima.

Não me importaria com mais ninguém que estivesse dentro do consultório, estaria transbordando de raiva! Uma vez na rua me dirigiria aos corpos dos marinheiros e começaria a golpear com o punho da arma, por três vezes, a cabeça dos marinheiros repetiria essa ação em cada um dos homens caídos e daria uma atenção especial para aquele que estivesse com os ferimentos de garras ! Bateria em sua cabeça até o crânio afundar! Se algum marinheiro aparecesse, sacaria minha arma, miraria e dispararia até que o corpo do mesmo caísse.

- Humanos de merda, todos vocês irão morrer!

Andaria em direção aos pistoleiros, roubaria suas armas e na sequência pegaria a lança que feriu gravemente a mink e começaria a andar pela rua com um ar repleto de irá, minhas passadas seriam pesadas, não limpado o sangue em meu corpo e levaria em minhas mãos uma de minhas armas e a lança que ferira a mink. Havia escutado do encontro com o Lince algo como docas logo ali e tal de Clóvis... com a voz embargada em irá falaria aos meus novos amigos tritões... – Docas, Clóvis... qual o caminho?

Tendo o caminho apontado voltaria minha atenção ao local e assim desfilaria pelas ruas da cidade junto com os meus companheiros tritões. Caso algum marinheiro aparecesse, apontaria a minha espada dizendo ao meus companheiros – Todos os vermes morrem! ...

Continuaria até chegar ao navio, assim que o encontrasse ou avistasse o Rag, iria em sua direção segurando a lança e a jogaria em seus pés a lança que ainda estaria com o sangue da mink – Ai está seu idealista de merda é dessa forma que você pretende salvar todos os minks e tritões que estão sendo maltratados pela escória humana?.... faria uma pausa para ouvir algo que supostamente poderia ser dito por ele e voltaria a falar... – Não a abandonei, a deixei pq imaginei que você, por ficar dizendo merdas de salvar e proteger, não deixaria que nada fosse feito a ela enquanto estava ausente! Mas pelo que pude perceber você só fala merda e não cumpre como um homem as suas palavras!! De todos, eu pensei que vc tigrinho nunca me desapontaria. E pelo jeito deve ter preferido enfrentar um inimigo que estava com as mãos nuas, deixando ela com o pau no cu da lança...

Daria as costas ao tigre e focaria um pouco no mar.
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyTer 12 Dez 2017, 11:49


Ken conversava com os tritões que estavam na sala, ele tinha agora uma coisa pra fazer, consolidar a amizade entre eles, ele levantava o martelo e batia contra a arma sendo forjada, as pancadas estavam na media do agradável, eles tinham algo como o som das batidas dizer tudo sobre o uso do martelo, é como se eles analisassem isso durante aquele momento, Ken encerrava tudo e estendia a mão pra o Akuma que apenas retribuía o gesto, e claro ele os explicava sobre o que acontecerá e pra onde ele seguiria dali em diante. - Humm..- Era a resposta de Tubarão branco, enquanto Goratiks respondia de maneira mais clara como sempre. - Nós iremos, vou pegar as mochilas.- Todos estavam prontos depois de alguns minutos ali. Lá fora as coisas já tinham se acalmado e não havia sinal de Raksha nem dos outros, mas o tritão sabia onde tinha que ir, vendo os marines ele pegava o cabo da arma e batia contra a cabeça de cada um deles, e surrupiava as armas dos atiradores, eram um Cowboy duplo, um revolver simples, a arma do terceiro quebrou na queda e a lança do homem lá presente, ele adentrava na casa do médico, onde Simo dormia novamente e já via a gatinha ferida, ela havia desmaiado, então não podia responder as peguntas dele, mas, mesmo assim, ele falava algumas coisas para os outros da sala. - Eles foram pra as docas, só seguir reto e virar a esquerda ao fim da rua, e passar a seguir reto de novo e chega lá.- Eles então partiam pra o local, o caminho era tranquilo.

Antes disso lá fora após o término de tudo Raksha e Royce conversavam, apesar de que por mais que o tigre falasse algumas coisas o Lince esquivava das coisas, apesar de ter uma boa ideia do que ele queria falar, ele apenas partia caminhando pra as docas que era seu destino afinal, era o tipo de coisa que ele não pretende, Lily apenas os ouvia e não tinha muito a dizer sobre aquilo apenas uma caminhada simples, apesar de seu claro olhar de preocupação que falava naquele momento. Após algum tempo eles estavam nas docas, não era tão longe dali, chamando por Aghata o Lince preocupado com o polvo já a questionava assim que ela apareceu, ela tinha uma rosto de certa forma de tristeza, estava abalada. - Ryu ele está… bem ele… escreveu algumas coisas, numa carta e … apagou ele não tá respirando… acho que ele morreu ou está perto disso… ele recupera o ar as vezes e para, eu umedeci ele com água pra que talvez ajudasse, mas não está dando certo… ele não aguenta uma viagem sendo carregado, certamente ele morreria no processo… sinto muito mas o tigre está certo precisamos do médico aqui.- ela falava isso enquanto as lágrimas escorriam dos olhos dela, sua voz fraca e sem qualquer imponência deixava isso claro.

Nesse momento a gangue de tritões chegava, a discussão com Raksha era iminente, ele não apenas chegava o questionando mas provocando na verdade o tigre, que com sua calma respondia ele, sem alterar o tom de voz, apesar das respostas, Lily ouvindo o que ambos diziam apenas tinha um olhar de indignação ao rosto quando pensava no que ouvia. - É uma atitude irresponsável de sua parte, e daquele seu amigo ruivo também, atiraram no meu Bordel, e causaram confusão com minhas amigas, é algo irresponsável e idiota, e também a erros de sua parte grandão, seria o ideal deixar que ela lidasse com um boxeador ou qualquer um desarmado, lanças e seu alcance alto são problema pra qualquer corpo a corpo, você como um usuário da arma deveria saber disso.- ela não precisava se meter naquilo mas em um momento onde sua sagacidade se mostrava necessário. - Todos nós erramos e isso não é um momento pra irem debater isso, tem pessoas precisando de ajuda e vim aqui pra isso, esqueçam as indiferenças por hora, e vejam esses seus problemas depois.- Ela se afastava dali e seu olhar penava, ela sentia um pouco de raiva, não do tigre ou do tritão, mas de certa forma de se mesma, ela sentia que devia ter levado ela pra dentro, ou ficado e lutado ao lado, mas em nenhum dos casos, deixado ela sozinha.

Clovis vendo a chegada do Lince falava com ele precisava ter certeza de que o navio não poderia ser relacionado a eles ou mesmo se eles já tinham algum plano de se esconder. - Garoto, sei que não é uma boa hora mas, eu não deixei de ouvir que a marinha está atrás de vocês, esse navio pode ser relacionado de alguma forma a vocês?- Ele perguntava enquanto coçava o queixo, olhando pra ele, e esperava uma resposta, depois do que o gato respondesse ele explicaria o motivo da pergunta. - Hum… bem eu as vezes concerto barcos de piratas, então há um lugar que antes era usado pelos revos como um QG, ele era propriedade de um amigo Ezequiel, um mink que está por aqui, ele antigamente era um contato importante dos revolucionários, mas por alguns problemas eles acabaram mudando o quartel de lugar, ele está abandonado e se quiserem posso falar com o responsável e colocar vocês por lá enquanto concerto o barco. Vocês teriam tempo pra isso, geralmente cobro um pouco a mais por esse tipo de tratamento vip, mas como eu já ia levar a ruiva pra lá não seria um problema por logo todos.- Ele fazia a proposta pra ele enquanto esperava uma resposta concreta claro que o Lince agora provavelmente estaria preocupado com seu amigo.

Em outro canto, o careca estava talhando alguma coisa em madeira, com uma faca ele cortava ela, não dava pra ter certeza do que exatamente ele tava fazendo, a ruiva estava embelezada com o mar, apenas parecia observar o quebrar das ondas, devia ver algo muito louco por ali, vinho vencido deve dar nisso. Os trabalhadores estavam ativos também ainda mexendo no barco, eles agora checavam alguma coisa no casco do barco.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 11 EmptyQua 13 Dez 2017, 14:35

Escutaria o que a mulher mink e o rag tinha para falar, estufaria o meu peito e também daria um paço a frente com os olhos fixos nas pupilas do tigre de 3 metrinhos...

- Mulher cale a sua boca, você não estava presente lá no puteiro não me venha com merdas! Suas mulheres começaram toda a confusão por não responder as merdas das minhas perguntas sobre onde localizar o pau no cu do médico!

Voltaria minhas atenções ao tigre e continuaria a falar com ele... – Você acha mesmo que aquela escória de humano iria nos ajudar gatinho, além da merda que ele fez em derrubar a aeronave, estava claro que ele estava apenas procurando uma oportunidade para nos foder! E você pode ter certeza que ainda iremos ver ele mostrando a verdadeira merda da cara dele, não questionar quantos você matou, os tiros que eu dei foram para abrir brechas para vocês conquistarem a buceta de suas vitórias!

Recolheria a lança que havia jogado no chão e com a ponta que não possuía lança apontaria e apoiaria no peito do tigrão e agora com uma voz mais séria terminaria o que teria a dizer ao jovem mink... – Eu escutei o que você disse sobre o seu probleminha de 2 em 1, a pouco tive uma visão de um tigre guerreiro e um tigre monge e virgem se fundirem para se tornarem um ser completamente diferente! Sei que você não gosta de mim e estou pouco me fodendo com você mas, eu sempre acerto e vocês terão que voltar a ser um só!! Não sei a merda do seu passado de virgem e creio que vcs eram um puto só!! Pense nisso tigrinho, seu inimigo é a merda da sua mente franca....

Viraria de costas e caminharia em direção ao meu tronco ainda dizendo algumas palavras em alto e bom som para que Rag ouvisse... – Acho que um dia se tornará um grande guerreiro quando parar de pensar e um excelente monge quando parar de lutar, tigrinho burro, foda-se o problema não é meu.

Assim que chegasse ao meu trono repousaria e colocaria a lança presa em algum lugar, sentado começaria a ler o livro de criação de projeteis que me fora dado pelo Akuma... “ Interessante essas informações, creio que esse livro será muito útil para a merda do meu aprendizado.... acho que serei a porra de um deus forjador muuahuhsuahuhsa, não vejo a maldita hora de começar a criar minhas armas mitológicas e soca-las no rabo dos meus malditos inimigos”

Dando algumas gargalhadas continuaria a ler o livro de forma calma e despreocupada!
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