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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Stranger Family - Blood Ocean

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ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySeg 28 Ago - 22:16

Relembrando a primeira mensagem :

Stranger Family - Blood Ocean

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Royce, Simo e Raksha. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kyougin
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Narrador


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySex 1 Set - 14:02

Stranger Family - Blood Ocean
02




Aquela aventura já começava com decisões erradas, mas se não tinham o que fazer, que tal fazer essa besteira:

- Deixemos isso para mais tarde, querida. - Agatha estava enfurecida com a interrupção do ato. Afastando o beijo, vocifera:
- Seu imbecil, quem você acha que é?! É dessa vez que você vai morrer. - discutia enquanto começava a esmurrar o homem.

Irada, arma suas garras e arranha o peito do ruivo, empurrando-o contra as amarras do mastro. Ela desiste de continuar a discussão e para. Ken, rápido, aproxima-se da cena pós seu movimento de voyeurismo, ter se despido e coçado de cima abaixo sua perna machucada. Galanteando a gata nervosa, não consegue uma dentro. Irritada, grita:

- IDIOTA. NÃO ME PROCURE MAIS. E você, seu peixe, saia de perto de mim! - a menina estava parada ao lado da retranca quando puderam escutar os primeiros tiros. Paralisada de ódio, a Mink ficava ali mesmo enquanto todos se posicionavam.

No assoalho, Simo ainda bobocava quando todos começaram a compreender o que acontecia. Estava sem seu cigarro na mão. Sua perna esquerda estava quase enroscada na escota da retranca.

- Finalmente! - agradecia Scar. - Hei peixe aleijado!! É uma boa hora para usar aquele seu canhão! Gigigigigi! - completava em meio a gritaria ao mesmo tempo em que o peixe berrava:
- Malditos imundos, vou mostrar pra vocês como é que se enfia com bola e tudo seus filhos de uma puta desgraçados! - Ken havia sido o mais rápido dos tripulantes. Enquanto corria, os novos disparos dos canhões inimigos falhavam novamente. Na tripulação do brigue agora podiam-se ver três homens; dois estavam sem camisa e um terceiro vestido a trapos enquanto carregava algumas cordas e um tubo que descia pelo casco do navio.

O tritão estava sobressalto no convés do barco quando Ryu consegue reagir e concluir a frase:

- SENHOR DEUS... Essa bandeira na gávea é dos seguidores de Egídio. É MELHOR QUE FUJ... - e antes de concluir a frase, o som dos canhões disparados pelo tritão interferiu e ninguém pôde entender o recado.
- Buwahahahahaha, vamos mata-los, vamos estripa-los seus filhos de uma puta! Eu quero a alma de todos vocês! Uahushauhsuhaushuahuhsuhauhsuhauhsuhaussygauhauha. - reagia Ken impetuosamente sem pensar nas consequências.
- Bom garoto gigiigi! - torcia o tigre, mas os tiros também não foram eficazes. Ainda estavam insuficientemente perto.
- Nos leve na direção da ilha, eles-gara vão virar para disparar, vire e nos leve na direção deles-gara, vão virar de novo e ai volte o curso pra ilha. Vamos força-los a ficar manobrando os canhões na nossa direção. - traçou Royce.
- Tá tentando confundir ele? Não percebeu ainda que esse pessoal aqui não é dos mais brilhantes? - lançava Scar.
- Eles aparentemente têm um canhão na proa. Você precisa nos colocar de frente para eles para reduzir a área em que eles podem mirar. Depois é só colocar a gente do lado deles que cuidamos do resto. - acertava a estratégia e aquilo convencia o timoneiro. Virando-se, solta para o peixe, o Mink diz:
- Sabe o que vejo quando olho para eles galo azul? Gente morta! GIGIGIGIGIGIGI!!!
- Bola de pelo nervosa, prepara essa porra de lança que o papai Ken te deu e vamos matar esses filhos de uma puta! Buuhauhauhsuhauhsauhsuha.... - interrompeu.
- Acabei de lembrar! Se esses vermes de merda tiverem um médico, mataremos ele primeiro buwaauhuahauhauhauha... Não é mesmo gatinho? - dizia enquanto saia de perto dos canhões, preparava-se e aprumava a cueca.
- Vou na frente matar o médico e algum deles, espero vocês lá gatinhos e escória sem atitude! - completava e pulava mar adentro.
- Sim é todo seu-gara. - respondia o Lince em meio às cordas enquanto via o bicho saltar.

Abaixo do espelho d'água, tendo saltado pelo estibordo do barco, o tritão nadava e já alcançava 10 metros de distância da Escuna na direção do barco inimigo quando o polvo responde:

- VOU PRECISAR DE ALGUÉM NA ACASTELAGEM DO MASTRO. - ninguém se movia à demonstração de domínio naval do sireno. Ninguém havia entendido o recado apesar de que o lince já se dispunha a ajudá-lo com as amarras.
- Pode ser você mesmo, seu tigre imbecil. Pegue essas cordas na vela grande e se prepare. Vou virar o leme pra manobrar! - concluiu e girou o leme para bombordo.
- Royce afrouxe essa corda na vela grande, essa presa à retranca. Quando fizer isso se abaixe! - pede Ryu.

O Mink afrouxa a corda e a retranca reage à mudança do vento, atingindo o mastro e inflando a vela. Ricocheteando, a verga inferior se move na direção da gata. O polvo urra:

- Agatha, saia daí AGORA! - mas era tarde e, inconsciente, a Mink era lançada estibordo fora do barco. Todos eram capazes de ver a cena do corpo sendo disparado para fora do convés, com exceção do tritão que estava às costas de tudo aquilo abaixo do nível do mar.

Com o afrouxamento e o disparo da retranca, a escota era esticada e se prendia à perna do Ruivo deixando-o fortemente aprisionado. Ele estava paralisado vendo sua amada ser atirada ao mar. O polvo, igualmente paralisado, estabilizava o leme e ficava sem saber que direção tomar: seguir e ajudar o peixe-homem que seguia sozinho ou voltar e salvar a moça.

- ALGUÉM PRECISA SALVÁ-LA ANTES QUE SE AFOGUE. - era a única ordem que conseguia dar.
- Nós temos canhões não temos?? - completava o lince aparentemente sem dar importância à situação surgida.

O navio seguiria. Visualmente eles deveriam estar a duzentos metros de distância. A distância era pouca, mas velejavam à diagonal do vento e não conseguiam velocidade total. Scar estava parado exatamente à meia-nau; era o mais disponível para salvar a gata. Depois de mexer nas amarras, Royce estava ele próprio do lado dos canhões a qual queria que atirassem. Ken, nadando, já poderia observar que um cabo seguia até o assoalho do mar, não muito abaixo do nível. Eram aproximadamente 15 metros de profundidade. O cabo terminava em um homem respirando por um escafandro de metal. O homem não podia ver qualquer aproximação; ele estava concentrado em algo que procurava em meio os corais.

Os piratas estavam armados e com sede de sangue, de tesouros, de armas, mas distantes para ataques físicos. No navio inimigo, um dos homens sem camisa corria na direção da pequena praia da ilha. Ele tentava desamarrar as cordas que prendiam o barco enquanto o que carregava as cordas começava a desatar as amarras do mastro onde ficava a vela principal. O terceiro tentava inutilmente chamar a atenção do homem submerso. Eles levariam aquela disputa para o mar!
Dados:
 
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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySex 1 Set - 20:38

- Ouch! Essa deve ter doído! Gigigigi!!! – Disse Scar se divertindo ao ver como a gata havia sido lançada no mar. Vendo que o ruivo estava com a perna presa, teve mais vontade ainda de gargalhar mas foi interrompido por uma voz em sua cabeça. “Salve ela Scar, por favor.”

“Salva você horas. Por que não faz isso? Ah é, espera, não pode! Eu estou no controle, então CALA ESSA BOCA!” De fato, seria mais “cala essa mente”, mas o felino não ligou muito para semântica naquele momento. Em toda honestidade não custaria muito ao Tigre ajudar. Era só mandar o polvo ir resgatar ela enquanto ele próprio ficaria no timão da embarcação que já estava estabilizada. Ele nem mesmo teria que pular ao mar. Mas isso simplesmente não fazia parte da sua natureza, afinal de contas, o que ele ganharia com isso?

Após um momento breve momento de silencio, a voz inoportuna de seu irmãozinho voltou, lançando a última cartada que tinha “Eu ficarei te devendo uma...”

“Oh, agora nós estamos conversando... se eu resgatar ela, ela passa a ser minha para eu fazer o que quiser, e você não pode dar um pio sobre isso...” E antes mesmo que Raksha pudesse negar, ele já abria a boca e gritava em direção a Simo – Hei, Ruivo! Se quiser posso ir salvar ela, mas a partir desse momento ela passa a ser minha, o que acha?

Em caso de negação, ele simplesmente daria de ombros e retornaria para sua conversa mental enquanto se dirigia para um canhão e o recarregava. “Viu só, nem ele acha que ela vale a pena ser salva, quem dirá eu! Gigigigi! E não, a não ser desaparecer de vez, não tem mais nada que eu possa querer de você, então volta a meditar aí e fica quieto.”

No entanto se o ruivo dissesse que aceitava o negocio, Scar iria mandar o polvo saltar ao mar e resgatar ela enquanto ele pilotava aquele barco. – Polvo você é mais rápido no mar, vai e pega ela que eu piloto até você voltar. Rápido!

De toda forma, se o polvo saltasse ao mar devido a sua interferência, ou por outro motivo, Scar não deixaria o leme sem ninguém e se veria forçado a ir e pega-lo. – Bom, é só manter ele assim, certo? Melhor vocês se segurarem, porque o choque vai ser forte! Gigigigi! Você não ruivo, você já ta bem preso aí!!! GIGIIGIGIGI!!! – Diria zoando todo mundo sem realmente se importar com o que fariam.

Caso estivesse no leme levaria o navio para bater de frente com o do inimigo, usando a proa da escuna como se fosse a ponta de uma lança se fosse possível. Claro que se o polvo voltasse a tempo, apesar de toda sua relutância, abriria mão do posto de guia da embarcação.

Após iria para o melhor lugar para a abordar o inimigo e começar a matança. Procuraria observar a quantidade de oponentes e suas posições enquanto as embarcações se aproximassem, prestando atenção para não ficar sob a mira de um atirador.

Seu objetivo era simples, escolher sua primeira caça. O primeiro pré-requisito para ser o sortudo era estar perto da amurada. O segundo era estar próximo a algo grande o suficiente para que o próprio tigre pudesse ir para trás uma vez que o ataque estivesse completo de forma a se defender dos disparos que certamente seriam feitos contra si em resposta.

E encontrou. Um pirata parecia estar tentando falar com... alguém na água? Bom, o que importa é que o idiota estava perto da amurada e assim o Tigre correria com a lança em mãos para ter um momentum maior e faria um salto acrobático “dive roll” por sobre as amuradas das duas embarcações quando a distância fosse apropriada, terminando o movimento com um ataque de estocada de baixo para cima visando atravessar o peito do inimigo. Independente do sucesso de seu ataque, recuaria para trás do objeto grande visto previamente de forma a se defender de contra-ataques ou atiradores, além de tentar analisar melhor o terreno.

No caso de chegar lá e se deparar com um segundo adversário, não pensaria duas vezes antes de atacar na horizontal em movimento de corte, na altura do pescoço do oponente, e de dar um chute frontal como movimento de defesa para afastar a pessoa e dar ao Tigre tempo para analisar o inimigo. Isso se ele ainda estivesse vivo. Caso o oponente contra-atacasse, o Mink utilizaria o seu tridente para bloquear e com um movimento na diagonal vindo de cima para baixo e faria o giro de mãos que estivera praticando para desarmar o inimigo se isso fosse necessário e possível.

No entanto, se por algum motivo não pudesse atacar seu alvo, Scar mostraria que não era apenas uma besta sanguinária, mas também uma astuta. Ficaria onde estava, esperando que o inimigo tentasse saltar na escuna. Uma vez que visse isso acontecer, daria uma leve corrida para pegar impulso e tentaria aplicar uma estocada na barriga do alvo enquanto esse ainda estivesse no ar, apoiaria uma das pernas na borda da amurada e saltaria na embarcação inimiga, usando o corpo do pirata preso em seu tridente como escudo contra atiradores.

Uma vez na embarcação, usaria sua lança com o corpo pendurado para bloquear ataques e manter os adversários afastados enquanto avaliava melhor a situação para saber como melhor proceder.

Histórico:
 
Objetivos::
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySeg 4 Set - 8:58



   
Royce

Fury Furry



Royce apenas acompanhou com os olhos a queda de Aghata, depois balançou a cabeça negando a ideia. Rapidamente havia lhe passado pela cabeça se atirar atrás da jovem para resgata-la, mas e ai? No mínimo se afogaria junto sem conseguir salva-la.

- ALGUÉM PRECISA SALVÁ-LA ANTES QUE SE AFOGUE.
- ENTÃO SE MECHA RYU, OU OS PRÓXIMOS A ESTAR NADANDO VAMOS SER NÓS-gara, TRAVE NA POSIÇÃO E VÁ PEGA-LA. - no fundo Royce tentava entender o que era melhor. Não era acostumado a ter ‘amigos’ e muito menos ter de salvar alguém, mas Ryu o havia salvado e depois ele havia salvado o polvo, estavam quits e eram amigos. Ao menos para Royce assim era. Ainda assim lhe era conflituoso, pois era arriscar a sua vida por causa de uma gata temperamental e ainda não sabia se valia o risco.

Todavia não queria criar conflito com ninguém e assim era melhor mandar o Ryu de uma vez.

- Alguém-gara mantem o navio na direção. Volte rápido Ryu. - completaria em tom mais brando enquanto andava na direção do Ruivo caso o mesmo ainda estivesse ‘preso’. Royce abaixar-se-ia ao lado do mesmo enfiando a espada em uma posição que lhe permitisse cortar a corta. - Segure firme as duas pontas, a corda pode querer correr quando eu cortar. - alertaria o ruivo, esperando assim que ele travasse as duas pontas da corta, ou o que veria a serem duas pontas. Quando o ruivo as tivesse firmes nas mãos cortaria e enquanto ele ainda segurava tentaria dar um nó qualquer, um nó cego. - Segure com força. - esbravejaria caso as cordas começassem a puxar enquanto ele mesmo se esforçava para dar o nó.

Caso no entanto mesmo com essas precauções as cordas soltassem Royce tentaria se esquivar do efeito chicote das mesmas se jogando no chão logo depois a fim de evitar ‘fim’ parecido com o da Aghata.

Levantar-se-ia depois, no caso, assim que possível caso tivesse dado certo. Voltando para a posição junto às velas. Ali Royce continuaria fazendo o mesmo trabalho, tentando manter as velas enfurnadas para que não perdessem velocidade. Sem o auxilio e instruções do polvo poderia ser mais difícil então apenas faria ajustes se visse que o vento fosse mudar bruscamente não se importando com as correções menores que sem auxilio não saberia fazer.  Manter-se-ia atento a velocidade na qual se aproximavam se visse que estavam chegando rápido de mais ‘diminuiria’ o tamanho das velas para que assim desacelerassem e permitisse tempo para Ryu ir e voltar.

Permaneceria com os ouvidos atentos, usando de sua boa audição para perceber-se dos disparos inimigos. O som chegaria antes do impacto e infelizmente o navio seguia de frente bem onde a vela da sua embarcação ficava assim sendo caso ouvisse um disparo conta sua embarcação o jovem rapidamente se afastaria do mastro assumindo uma posição mais ao centro do navio onde eventualmente teria um tempo melhor para ver e reagir esquivando-se de possíveis fragmentos.

– Bom, é só manter ele assim, certo? Melhor vocês se segurarem, porque o choque vai ser forte! Gigigigi!

- Você-gara vai nos tirar daqui nadando se afundar os dois navios. - gritou Royce em resposta. E embora a resposta fosse ‘ríspida’ o jovem sorria empolgado com sua aventura. O frio no estomago a ansiedade do ataque e as incertezas o faziam sentir-se livre, estava tomando suas próprias decisões, seguindo qualquer caminho e vivendo o presente bem do jeito que almejava.

Em dado momento correria para a lateral do barco, descendo a pequena escada indo ajudar Ryu a trazer Aghata para cima, faria isso no momento em que percebesse a aproximação do seu amigo. Colocaria Aghata para cima e depois puxaria o polvo, agarria a jovem pelos braços enquanto pediria a Ryu que a pegasse pelas pernas subindo assim novamente a escada.

- Assuma o navio. Desvie-nos do impacto. - diria Royce ao polvo. Dali arrastaria a jovem inconsciente para o interior do navio, mas deixando-a logo após a primeira porta.

Com a jovem em relativa segurança Royce voltaria a sua posição, esperando os comandos de Ryu para arrumar as velas. E ali ficaria até o momento da aproximação final.

Acompanharia os últimos metros de aproximação com expectativa, às orelhas vibrando sobre sua cabeça. Puxou e devolveu a espada na bainha olhando com ansiedade. Quando Ryu mandasse Royce afrouxaria os cabos das velas, liberando-as para que assim o impulso do navio cessasse e o vento não os atrapalhasse durante o combate. Estariam a 10m? Mais ou menos talvez? No momento da aproximação final Royce se prepararia para saltar na direção do navio inimigo.

Royce agachar-se-ia no deck, cravando suas garras na madeira e pressionando as garras de sua mão na amurada ou no mastro dependendo da posição que estivesse. Tentando manter assim seu corpo ‘oculto’ de disparos inimigos.

Aghata estaria a bordo inconciente então dada essa razão o jovem aguardaria o combate no seu próprio deck, avançando rapidamente na direção de oponentes que pulassem na direção do seu navio. Aproveitando-se deste ‘salto’ para alcançar o mesmo aplicando um corte nas pernas do alvo ao mesmo tempo em que abaixar-se-ia para evitar ser atingido, visto que os oponentes poderiam estar saltando e atacando em simultâneo.

Ficaria atento a possibilidade dos oponentes usarem cortas se balançando como um pendulo para saltar no navio antes que estes de fato emparelhassem e nesse caso Royce agiria de maneira similar avançando contra esses alvos mas aproveitando-se que estariam com as mãos ocupadas para atacar com um corte na direção do abdome dos mesmos.

Royce não se preocuparia em ‘finalizar’ cada alvo, aplicaria apenas cortes rápidos que visassem prejudica-los e torna-los presas fáceis para seu predador. Usaria principalmente de sua habilidade e agilidade para conseguir avançar na direção do inimigo sem ser notado atingindo-os e partindo para o próximo alvo correndo de forma curva/abaixado para manter-se fora da rota de disparos.

Se algum oponente conseguisse passar por si, sem receber previamente ferimentos Royce deixaria contando que alguém daria cabo do mesmo.

Manter-se-ia atento com sua audição para não ser pego pelas costas e se moveria de modo que seus olhos pudessem enxergar a porta onde havia deixando Aghata para que os invasores não pudessem chegar até lá a tomando de refém. Se visse alguém avançando naquela direção rapidamente mudaria seus planos e com toda sua velocidade avançaria contra o agressor interceptando-o no caminho e ficando a frente do mesmo para bloquear o seu caminho, ou se fosse possível durante a corrida o atingir pelas costas seria isso que faria.


”objetivos”:
 

Histórico:
 

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Última edição por GM.Furry Men em Seg 4 Set - 10:59, editado 2 vez(es)
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Satsumi
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySeg 4 Set - 10:20












Estava um pouco desnorteado em relação a maneira que Agatha acabava agindo, encostei no meu queixo criando um ar de pensamento, “Temos um peixe boca suja, um bi polar esquisito, acho que ela também possui sua parcela de doidura...” Enfim, continuemos... Uma onda, ou seja lá o que for, acabou fazendo com que a bela gatinha acabasse caindo no oceano. Fiquei de olhos arregalados por alguns instantes, digamos que sem reação, aliás pular não seria lá minha primeira opção, acabaria colocando minha vida em risco e isso não era algo do meu feito.

A partir dali cada segundo seria crucial, visto que não tinha reação por parte dela. Pensar, pensar, até que... Seria uma ideia?

Polvo, salve ela e ficarei em dívida com você.

Gritaria em seguida abaixando o tom drasticamente.

Embora ela seja uma idiota, tsk...

Juntamente o bendito tigre se dirigiria a mim com algumas palavras. Seria aquilo alguma brincadeira? Não poderia concluir, mas acabaria levando para esse lado, visto que fosse algo sério acabaria levando para outro lado, digamos que pessoal...

Que tal meu pênis passar a ser seu? Acho que não né...

Disse em resposta ironicamente. Não demostrei nenhum sorriso se que, estava realmente um pouco preocupado com a integridade da gata. Depois de todo trabalho para mantê-la viva não deixaria que partisse ali, mesmo que nosso relacionamento não estivesse lá grandes coisas.

Logo ficaria ao aguardo de alguma ação a partir do polvo. Muitas opções não seriam dadas para o mesmo, aliás não aparentaria ser um pedido para o mesmo, partiria mais como uma ordem, embora não demonstrasse isso diretamente meu rosto não negaria.

Gato, tigre, que tal me ajudarem com isso aqui? Referindo-me as cordas. Poderia cortar, porém acho que não seja uma boa ideia, já que não sei a função destas cordas muito bem.

Esperaria que alguma mão amiga surgisse, acabaria concordando com os termos que fossem impostos para me ajudarem, logo agindo de acordo e fazendo o que fosse mandado. Provável que fosse Royce a tal “mão amiga”. Ouviria seu plano e agiria de acordo, mas tinha em vista que erros poderiam surgir, então elevaria meus sentidos para alguma possibilidade de erro e acabar sendo chicoteado pelas cordas, pularia para o chão, assim ficando de bruços com minhas mãos na cabeça.

Caso todo plano desse certo, saísse das cordas, Agatha fosse resgatada; Me diria para auxiliar na subida para o barco, estendendo minha mão para que subissem, ou carregando-a caso julgasse necessário.

Te devo uma Polvo e a você Royce.

Falaria levianamente. Na possibilidade da mesmo continuar inconsciente colocaria a mesma deitada de costas dentro da cozinha, onde provavelmente ficaria protegida em meio a toda aquela confusão, logo não correria o risco de cair novamente, ou coisas semelhantes.
Idiota, deveria te deixar morrer, porém não consegui, tsk. Isso me custou favores drogas, pelo menos fique viva.

Mesmo que a mesma estivesse inconsciente não ligaria e diria. Retirando-me para os canhões, tomaria posição e diria para Raksha.

Pegue as balas e recarregue para mim que eu assumo a partir dai, vamos enviar alguns desgraçados para o fundo do mar.

Na possibilidade de julgar a distância suficiente para realizar disparos contra a outra embarcação, assumiria o canhão e com auxílio do tigre realizaria 3 rajadas de balas de canhão contra o convés e casco da embarcação inimiga. Poderia ser atingido no fogo inimigo, logo caso visse alguma bala vindo em minha direção, realizaria uma cambalhota para a direita tentando desviar e não atingido, após deitando de bruços.

A ligação entre os navios poderia ser uma realidade, assim como uma luta corpo a corpo. Recuaria para alguma cobertura, evitaria deixar as costas expostas, trabalharia na cobertura de meus companheiros. Disparos seriam realizados caso invadissem o barco, logo atirando a distância visando disparos certeiros, enquanto possivelmente meus companheiros auxiliam na frente. Caso fossem alvejado por qualquer ataque, tentaria desviar com cambalhotas e rolamentos, focando em me esconder atrás de barricadas para um reposicionamento, e assim voltar para a ofensiva.

Informações



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Ken Rock
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySeg 4 Set - 11:54

“Aaahhh... que saudade de nadar no mar, me sinto um novo tritão, praticamente um mega fucker tritão! SE por isso sinto que vou foder todo mundo no modo hard core, bwuhauhauhsuhauh!”

Ao notar o cabo que levava até o ser que estava no fundo do mar, abriria um largo sorriso sarcástico, muitas coisas passariam na minha mente naquele momento, era difícil escolher quais delas eu deveria utilizar para eliminar aquele ser completamente estranho em um mundo o qual não pertencia!

“Vamos lá, é hora do esforço máximo!”

Com o plano minuciosamente traçado em minha mente, alocaria delicadamente a cueca dentro das minhas nádegas para que ela virasse uma cueca estilo fio dental! ... “Pronto, a aerodinâmica está ok.”

Nesse momento começaria a nadar rápido em direção aos cabos que prendiam o homem, ao chegar perto o suficiente e os morderias com a intenção de mordê-los. Segurando a parte do cabo que iria em direção ao homem, começaria a nada, agora, com toda a velocidade que me era permitido. Observaria as suas mãos a procura de algo que pudesse ser usado para me ferir e continuaria com o plano de me aproximar de forma veloz, pelas costas do inimigo com a intenção de não ser detectado.
Ao me aproximar, aplicaria um puxão para a direita com os cabos que prendiam o homem. A intenção seria desequilibrá-lo para o meu ataque ou até mesmo evitar que ele me ferisse de alguma forma inusitada.  E assim me aproximaria para esquerda com o intuito de morder e arrancar um de seus membros, braços ou pernas, mas se  esses estivesses protegidos por algo, morderia a região mais desprotegida!

Após a mordida, pegaria um dos cassetetes e começaria a aplicar golpes na sua genitália, morderia mais uma vez o local desprotegido e depois me afastaria. Agarraria o cabo que ainda poderia estar ligado ao seu escafrando e começaria a nadar puxando o homem pelas águas do oceano. Se estivesse ao meu alcance a ponta do cabo que mandava o oxigênio para aquele ser, a pegaria e começaria a soprar água cano a dentro...

“Vai morrer filho da puta! Uahushuahushuha”

Infelizmente ele ainda não tivesse passado dessa para uma pior, começaria a nadar em círculos e aumentaria esporadicamente a velocidade e aplicaria alguns puxões. Ao nadar em círculos, contaria que o cabo enrolasse no inimigo e assim dificultasse ainda mais as suas ações! Após a possível morte do homem, me aproximaria e começaria a espancá-lo com o cassetete e se o morderia mais algumas vezes! Feito os devidos preparativos de checagem, faria uma vistoria no mesmo e pegasse qualquer objeto que pudesse ser utilizado como arma e na sequência iria até o local para saber o que ele fazia!
Caso fosse um tesouro, algo de valor ou qualquer coisa que julgasse interessante, pegaria o corpo do homem e o prenderia no local de modo que não se soltasse e assim marcasse o lugar para que mais tarde, pudesse retornar para averiguar com mais calma o objeto. Olharia a minha volta a procura de um ponto de referencia e assim me dirigiria novamente ao barco inimigo.

Caso notasse que o navio ainda estivesse ancorado na ilha, nadaria até o local a procura de alguma vítima. Sairia da água com calma, para não ser descoberto e caso notasse alguém tentando liberar a embarcação, sairia da água, sacaria a minha arma e apontaria na direção do inimigo e geltimente conversaria com o mesmo... – Muito bem filho de uma puta que eu comi na semana passada! Tira a porra da mão dessa merda antes que eu atire em sua cabeça e enfie esse cassetete no buraco que vc não limpa direito seu escroto de merda... Em minha outra mão estaria segurando um dos cassetetes e o encararia com um olhar louco e sem intenção de recuar.

Ao menor movimento do indivíduo arremessaria contra a sua cabeça a minha pistola e depois, comprimiria o meu ânus e me focaria apenas na raiva e assim ignoraria a dor da minha perna enquanto correria usando a minha aceleração... “caralho, vou te foder inteiro!”

Ao chegar bem próximo, arremessaria o cassetete contra ele, faria um zig zague e sacaria o segundo para espanca-lo! Caso notasse que ele fosse atirar em mim ou me golpear antes que pudesse evitar, usaria o meu lindo brilho especial e o cegaria. Aproveitaria esse momento e aplicaria um golpe com o cassetete na mão em que ele estivesse segurando o seu armamento e na sequencia morderia o máximo de vezes possível o seu pescoço, até separar a cabeça do corpo!

Não limparia o sangue do inimigo do meu corpo, e faria um ckeck up atrás de armas ou algo de valor. Recolheria o que achasse necessária e pegaria novamente a minha pistola e cassetetes!

Olharia para a embarcação do inimigo e dos meus “companheiros”

-Interessante, parece que eles irão fazer uma merda da porra! É melhor eu me apressar e matar mais pessoas..... bwuhuahauhuahauhuaha!

Procuraria um local para subir a bordo dos inimigos! Um local onde não fosse atingido pelos ataques vindo do meu navio e que também não pudessem me ver! Uma vez lá dentro me esconderia e procuraria saber a localização dos inimigos antes de começar a agir! Caso tivesse recolhido uma pistola do homem possivelmente morto, olharia as condições das balas e a manteria em mãos pronto para atirar no peito ou cabeça de quem me descobrisse no local.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptyTer 5 Set - 4:57

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03




Ken aproximava do homem-escafandro quando o turbilhão de ações acontecia na Escuna. Seduzido, convencido de todas as formas e até mesmo obrigado, o polvo se movia no tablado do barco deixando o tigre em seu lugar. Eles usaram de todos os argumentos possíveis:

- ENTÃO SE MECHA RYU, OU OS PRÓXIMOS A ESTAR NADANDO VAMOS SER NÓS-gara, TRAVE NA POSIÇÃO E VÁ PEGA-LA. - ordenava um.
- Polvo, salve ela e ficarei em dívida com você. - choramingava o outro.
- Polvo você é mais rápido no mar, vai e pega ela que eu piloto até você voltar. Rápido! - convencia o último.

Aquilo fê-lo rir. Se não soubesse que todos os três estavam certos quanto a ele ser a melhor opção no socorro, diria que era tudo fruto de medo, afinal eles também a poderiam salvar.

Abaixo do espelho d'água, Ryu rapidamente encontrou o corpo da gata desacordada. Preocupado, abraçou-a com os tentáculos e verificou à vista se ela estava sangrando ou algo do tipo. Não estava! Virou-se para a direção do barco que estava em louco movimento e percebeu, sob o mar, uma imensa rocha da qual apenas o cume estava exposto. Certamente os tripulantes de primeira viagem não conseguiam ter visão desta, por isso tratou de acelerar seu retorno à embarcação. Desesperado, sem imaginar o que havia acontecido enquanto estivera fora, o Sireno logo retorna com a Mink enrolada em seus braços. Recebendo ajuda de um Royce que estava com o rosto cortado, logo saiu do mar. Apoiando-se esguio na madeira do barco, trouxe a garota em segurança e confiou seus cuidados aos rapazes, dizendo:

- Ela precisa receber os primeiros socorros. Ela pode ter engolido água ou algo do tipo. TENTEM ACORDÁ-LA - esbravejou.

Lânguido e escorregadio, correu de volta ao seu posto e no caminho observou que o humano estava liberto. Mas como?

Logo após o mergulho do polvo, o lince-falante respondeu ao pedido sofrido e ignorante do ruivo:

- Gato, tigre, que tal me ajudarem com isso aqui? [...] Poderia cortar, porém acho que não seja uma boa ideia, já que não sei a função destas cordas muito bem. - falou depois de ter se tratado com Scar de forma agressiva. Por causa da garota os dois se engalfinhavam. No que aquilo terminaria?
- Segure firme as duas pontas, a corda pode querer correr quando eu cortar. - explicou o gato enquanto transpassava o filamento com sua espada.

Apesar de todos os cuidados e da insistência do Mink para que o enroscado segurasse firmemente, a corda arrematou e atingiu seu rosto. O golpe não o feriu profundamente, contudo suficiente para machucar seu olho esquerdo tornando visível a fissura da bochecha à testa. Se não cuidasse ele poderia logo, logo ter problemas com aquela exposição.

Todos pareciam vivos, mas onde estava o tigre?

- Bom, é só manter ele assim, certo? Melhor vocês se segurarem, porque o choque vai ser forte! Gigigigi! Você não ruivo, você já ta bem preso aí!!! GIGIIGIGIGI!!! - havia indicado Scar quando o gato sugeriu:
- Alguém-gara mantem o navio na direção. Volte rápido Ryu.

E lá estava ele guiando o navio na direção do Brigue quando o Sireno retornava para seu posto. Depois de ter entregado a Mink aos dois rapazes, observado rapidamente para onde eles a levavam, ele focava agora em desviar a Escuna da rocha e de disparos inimigos. Depois de posicionar Agatha na cozinha, Simo estava à meia-nau preparando os canhões quando puderam ouvir mais dois disparos. Durante o desvio para não colidirem com a rocha, Ryu precisou fazer uma manobra ligeira em que todos se seguraram no navio para não serem lançados fora. No movimento ficaram na linha do disparo e isso fez que a vela esquerda fosse atingida. Para sorte dos viajantes eles mesmos não foram acertados, o rasgo na vela não era perigoso e o segundo disparo atingiu o nada.

- VOCÊS VÃO FICAR APENAS ME OLHANDO OU VÃO AGIR?! Nós estamos praticamente do lado deles. - urrou o polvo despertando os companheiros.

Abaixo da água, o tritão já havia começado sua parte no combate. Com seus movimentos rápidos sequer percebeu que sua roupa de banho havia escorregado e estava nu! Privando o estoque de oxigênio do mergulhador, desferiu inúmeros golpes que o desacordaram instantaneamente. Mordendo sua lombar provocou um profundo corte que o mataria em pouco tempo. Sem necessidade, o animal sanguinário continuou seus golpes e parecia querer decepar até a alma da criatura. Ele agora estava morto!

Dentre os emersos, Scar foi o primeiro a reagir saltando com sua lança na direção da embarcação golpeando o inimigo vestido. O golpe o fez lançá-lo para o alto como um fantoche de farrapos. O ataque o derrubou, mas não matou. Estava caído e não conseguia se levantar.

Depois de identificar o baú de tesouros que o homem-submerso investigava, ter amarrado o corpo ao prêmio de madeira e ouro, Ken emergia a toda velocidade e disse logo que encontrou o tripulante que tentava desancorar a embarcação:

- Muito bem filho de uma puta que eu comi na semana passada! Tira a porra da mão dessa merda antes que eu atire em sua cabeça e enfie esse cassetete no buraco que vc não limpa direito seu escroto de merda. - gritou, mas o tigre foi ainda mais rápido e o atingiu distraído às costas.

O golpe do Mink transpassou o pescoço do marujo que o derrubou com um chute. O oponente havia morrido no exato momento do corte. Vasculhando o corpo, Ken encontrava uma pistola. Eles podiam ver que o tritão estava nu!

Enquanto as duas bestas-feras terminavam o combate, o terceiro Pirata saltava na direção da Escuna tentando invadir, mas logo era derrubado por um corte superficial de Royce e dois tiros à distância disparados por Simo.

A adrenalina ainda estava à flor da pele quando Ryu, alvoroçado, movimenta-se para verificar o estado da Mink, dizendo:

- Pensei que eles fossem um esquadrão mais forte. Realmente as vezes eles andam em grupos com novatos! Todos devem ter sido derrubados, mas fiquem atentos porque esses Piratas costumam sempre ter um truque na manga. Olhem se eles ainda estão vivos e tenham cuid... - não pôde concluir a frase devido um disparo às costas.

Na gávea eles poderiam ver um atirador escondido que passou despercebido aos seus olhos. O tritão rapidamente reagia e atirava com sua pistola no peito deste último. Não foi suficiente para matá-lo com único golpe, mas ele caia desacordado. Agora os rapazes poderiam ver outros três inimigos surgindo da ilha. Eles exploravam o lugar quando escutaram os disparos e correram!

Esses eram melhor vestidos e certamente mais fortes. Eram um anão com duas adagas, outro humano com um bastão longo e o terceiro que se aproximava atrás da formação, com duas armas. À distância o atirador disparava na direção do tritão e do tigre, atingindo Ken de raspão. Saltando em um mortal carpado com giros grupados, o lutador de bojutsu pousava entre os dois combatentes. Girando seu bastão, derrubava o tritão na na direção do mar enquanto o Mink caía aos pés do inimigo sem sua lança. O objeto estava perto de seu local de queda, mas o anão gatuno estava ainda mais perto e quando se aproximasse iria desferir um golpe para perfurar os braços do tigre. À distância de 10 metros, o atirador esperava a ação dos companheiros!

O entrave acontecia a 10 metros da borda da praia, aproximadamente 20 metros de Royce e Simo.

Despencando sobre os membros, Ryu estava perfurado à bala na posição do baço. Ele começava a respirar com dificuldade e certamente precisariam estancar o ferimento, oferecer primeiros socorros e teleportarem onde pudessem receber atendimento especializado.

O que fariam agora? Eram muitas opções e inúmeras consequências. Como se livrar daqueles oponentes? Salvar o tesouro ou o navegador? E como estava a gata desacordada na COZINHA pós desvio de emergência? Daria tempo de tratar os ferimentos de Royce e Ken?
Dados:
 

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptyQua 6 Set - 8:26




Royce

Fury Furry




Oucchh! - exclamou assustado quando a corda bateu em sua face desequilibrando-se para trás. Estreitou os olhos naquele momento encarando o ruivo, pois era so ter segurado direito, não?

Aghata havia mais uma vez sido trazida a bordo e como não sabia pilotar e também não sabia usar os canhões sobrava-lhe ajudar a carrega-la, mas mesmo ai não sabia verificar se ela estava bem ou não e assim apenas decidiu deixa-la em um local ‘seguro’.

Haviam alcançado o seu ‘alvo’ apenas um único pirata havia de fato invadido a embarcação o que de certo modo deixou Royce bastante confuso. Afinal quando criança os piratas que passavam por sua ilha contavam histórias diferentes.

- É só isso, nyan? - perguntou de certa forma decepcionado. Isso obviamente antes de Ryu tombar com um disparo vindo de um oponente que havia permanecido escondido. Novamente já não havia nada que ele pudesse fazer, assim apenas olhou para o ruivo e fez um sinal de cabeça, dali Royce cravaria a espada mais uma vez no oponente caído do convés e pularia para a embarcação inimiga.

Seus outros companheiros estavam em terra, ali haviam derrubado o ultimo pirata e sido surpreendidos, mas teriam de se virar. Andando agachado de forma a passar despercebido Royce pisaria de forma ‘macia’ no convés inimigo com suas orelhas atentas aos ruídos. Avançaria primeiro na direção do atirador que havia baleado Ryu, podia estar caído, mas Royce garantiria que estivesse morto cravando sua espada na garganta do mesmo.

Depois Royce se voltaria, olharia para o combate de seus aliados e depois para o navio, seus aliados e navio, seus aliados? Navio! Quase sem perceber suas mãos estariam já vasculhando o corpo do pirata morto aos seus pés, não se atentando ao que pegaria, mas sim ao simples fato de pegar. A curiosidade fazia coçar seu celebro, dava-lhe angustia sair daquele navio sem explorar o seu interior e assim Royce se deu uma desculpa.

- Eu-gara devia verificar se não tem piratas lá dentro, podem-nos-gara pegar pelas costas se eu não fizer. - completou a frase sacudindo a cabeça em afirmação para sua ideia.

Movido por sua curiosidade o jovem gatuno procuraria a porta para acessar o interior do navio pirata. Esquecendo-se assim de suas prioridades e distraindo-se com sua curiosidade, infelizmente era o preço a se pagar por ser um gato.

Abaixado para passar despercebido o jovem tentaria alcançar o interior da embarcação, a partir de tal ponto avançaria com ainda mais cuidado, como um ladrão escondendo-se da própria sombra. Vasculharia o interior do local colocando nos bolsos tudo que achasse interessante e que obviamente coubesse nos seus bolsos. E pararia onde encontrasse algo que lhe chamasse realmente a atenção avaliando nesse momento se valeria apenas pegar tal coisa para levar ao seu navio.

Durante esta empreitada o jovem larapio manter-se-ia em silencio e pisaria com cautela para não produzir ruídos. Usaria de seus ouvidos para não ser surpreendido e tomaria cuidado ao passar por portas abertas. Caso encontrasse portas fechadas primeiro encostaria a cabeça suavemente na porta para tentar ouvir algo vindo do outro lado e então a abriria. No caso de estar trancada faria como já havia feito muitas vezes e utilizar-se-ia das garras em suas mãos para manusear o mecanismo da tranca e liberar a porta.

Acreditava não haver outros oponentes a bordo, mas em todos casos Royce estaria avançando com a espada em punho e pronto para saltar para trás em diagonal se necessário fosse para esquivar de alguma investida.


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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySeg 11 Set - 10:42

A situação em me esconder não saiu nenhum pouco como havia imaginado por sinal eu estava muito mais exposto do que gostaria estar no momento, ainda mais por não ter nenhuma fêmea de respeito para apreciar algo tão belo e vistoso como eu. Mas o destino quis que esses seres cruzassem o meu caminho longo e azul e é claro que eu não iria decepcioná-los por algo tão fútil!

“Chegou a hora da alegria, a hora de esfregar na cara deles o peso da minha virilidade azul vera anil!”

Com um ar sério levantaria e olharia para o tigre repousando no chão, no momento não poderia me dar o luxo de procurar ou me preocupar com os demais estavam comigo na embarcação. Com a pistola em mão e um sorriso sincero no rosto diria aos oponentes...

- Muito bem bailarina saltitante, pulga de circo e ainda não tenho nenhum nome em específico para você cara de merda (referia-me ao pistoleiro). Vocês, seus merdas, estão prontos para serem julgados pela minha grande e majestosa pistola...

Nesse momento faria uma cara de vergonha viraria quase que costas, faria uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] e diria aos inimigos de merda... – Estou me sentindo nu com esses olhares maldosos, seus safadenhos...

É claro que aproveitaria a oportunidade e colocaria a minha crista para brilhar com a intenção de cegar meus oponentes e até mesmo os imbecis dos meus amigos se estivessem olhando com olhares maldosos para o meu belo corpanzil! Continuaria a brilhar e dispararia duas vezes contra o pula pula do bastão, buscaria acertar pelo menos um tiro em suas penas e outro onde fizesse mais dano ao infeliz desgraçado.

Contra o anão de merda, seria apenas um tiro, também onde provocasse mais dano ou algo do tipo. Correria na diagonal ainda brilhando e dispararia mais 3 vezes dessa vem contra o homem da pistola. Se durante a minha corrida passasse perto de um dos meus inimigos pularia com um largo sorriso cheio de dentes em sua barria e assim o morderia um belo e grande volume de carne e na sequência procuraria algo pesado e jogaria na direção do mar, até mesmo um de meus oponentes, apagaria o meu majestoso e vistoso brilho e  depois me esconderia!*

“Espero que o barulho no mar tenha chamado a atenção deles, se ainda estiverem vivos bhauhauhsuahuuabsbubausa...”.

Escondido, tentaria recarregar a minha arma, caso conseguisse dispararia mais duas vezes contra o homem do bastão ou apenas atiraria o projétil que ainda estaria na pistola Esse tiro faria com calma, miraria em sua barriga ou nas suas genitais. Tendo êxito, olharia a minha volta e correria em zig-zague na direção do pistoleiro que havia alvejado mais cedo.

Uma vez que tenha conseguido chegar até o infeliz, chutaria o seu corpo e depois me jogaria no chão com ele e falaria baixinho!

- Fique calmo, prometo que só irá doer no começo.... buhuahuahsuhuahuah... então diante gargalhadas socaria e morderia o seu rosto até que o mesmo parasse de se mexer ou estivesse completamente morto.  Pegaria a sua pistola recarregaria a mesma e a que estava usando, buscaria um caixote ou algo parecido e ficaria abaixado e escondido pensando em algo efetivo!

“Eles tem um canhão também, preciso encontra-lo e explodir esse navio de merda!... seria algo legal afundá-lo! Já me decidi... será essa a próxima tarefa!”

- Droga, acabei esquecendo de perguntar para eles quem é o médico!


*Se por ventura um dos inimigos fossem arremessados ao mar, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com um olhar sério, cuidadoso, frio, protetor... Estufaria o meu peito e pularia ao mar gritando... – Homem ao mar!.

Após o mergulho gracioso, começaria a nadar em círculos com toda a minha velocidade e com um olhar assassino de predador, olharia a minha presa. Se fosse o homem do bastão, morderia a sua perna com ferocidade e balancearia freneticamente a minha cabeça até arrancar alguma coisa. Pegaria o meu cassetete (não pense onde ele estava apenas aceite que o peguei, será constrangedor se o passo a passo for explicado) morderia mais uma vez o oponente e dessa vez o arrastaria para o fundo do mar enquanto golpearia o mesmo de forma frenética com o cassetete!

“Inútil, inútil, humano inútil, eu vou matar você e depois vou comer a sua alma, alimento de merda!”
Na opção de ser o anão, morderia as duas pernas e tentaria cortá-las ao meio, o largaria e nadaria para o fundo do mar pensando enquanto via o mesmo...

“Nossa, parece uma tartaruga!”

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Última edição por Rock - Furry Legend em Seg 11 Set - 11:55, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySeg 11 Set - 11:39












Aparentemente saia ileso desta vez, uma vez que era sempre o culpado e mais fodido nas situações. No fundo pensei “Se foderam, rsrs”, mas eram meus companheiros afinal, logo deveria tomar iniciativa e ajuda-los. Terminem o serviço, chequem o navio, checarei o estado do Ryu e da Agatha novamente, seguirei vocês quando notar que estão em segurança.

Levianamente para que todos ali ouvissem, porém não alto suficiente de forma que a embarcação inimiga ouvisse algo da conversa. Estaria atento aos arredores em caso inimigos, caso a barra estivesse limpa, pegaria Ryu no cole, ou serviria de apoio para que o mesmo me seguisse, isto na possibilidade de que não estaria tão mal.

Seguiria para a cozinha, o local no qual havia deixado Agatha anteriormente deitada. Deixaria Ryu suavemente ao lado da mesma, avaliaria seu ferimento, embora tivesse somente o conhecimento empírico para lidar com aquela situação. Pegar um pano limpo, suficiente para envolver a região do sangramento e evitar que continue, não me daria o trabalho de retirar a bala, visto que não possuía o conhecimento para tal, então poderia causar complicação e não ajudar.

A possibilidade de ser atacado ainda era real, logo caso inimigos invadissem, correria para alguma cobertura para me posicionar, isto levando Ryu comigo. Utilizaria a barricada e proteger-me de ataques, logo a corrida seria a ação de esquerda. Possivelmente reposicionado atrás da barricada, sacaria minha arma e realizaria disparos visando o inimigo, caso ali estivessem.

Caminharia para Agatha. Ei Agatha, como está se sentindo? Aguardaria por respostas... Caso tivesse respostas por parte da mesma, acabaria demonstrando por alguns instantes uma expressão de alívio e ficaria por isto mesmo. Ela poderia não responder, e de acordo com o tempo no qual estaria ali ela deveria ter algum tipo de reação, logo colocaria meu ouvido sob seu coração visando ouvir seus batimentos, ou semelhante.

Seguindo a ideia de que tudo sairia aos conformes, ficaria mais alguns instantes no local para observar se o quadro destes ficaria instável. Procuraria por objetos cortantes do ambiente e guardaria em algum local onde não poderiam oferecer riscos. Sairia da cozinha, voltaria para o convés, recarregaria minha arma, estalaria meu indicador, então a observar o decorrer das coisas por parte dos meus aliados, mas sempre alerta para efetuar ações evasivas como mortais, rolamentos, etc.

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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptySeg 11 Set - 22:28

I THINK IT'S TIME TO BLEED






Scar estava prestes a tomar ação quando ouviu o peixe assado começar a falar. Por um instante quase cometeu o erro de olhar para o tritão, mas ao se lembrar do truque favorito de Ken, logo percebeu o que ele estava tentando fazer. Ao invés, se manteve atento aos dois oponentes próximos a si. Se algum deles ao invés de focar em Ken resolvesse atacar o Tigre, Scar iria realizar imediatamente um “Kip Up”, e no momento em que pousasse no chão com os joelhos dobrados saltaria na horizontal em cima do dono do bastão, usando uma mão para tentar segurar seu bastão e evitar o possível ataque, e a outra mão estaria esticada, com as garras estendidas como se fossem a ponta de uma lança. Usando esta mão livre ele realizaria um golpe baixo, visando perfurar a região inferior da barriga do adversário.

Caso não fosse possível segurar o bastão para evitar um ataque, o tigre tentaria receber tal golpe na região superior do braço, contando com sua resistência física superior para suportar o impacto e continuar se movendo para frente, tanto para realizar o seu próprio golpe, quanto para usar seu tamanho superior e possivelmente força para se manter próximo ao inimigo e tentar novamente segurar o bastão.

Se seu próprio ataque falhasse, ele repetiria os movimentos de perfuração com a mão pela segunda, terceira, quarta vez até que desse certo, sempre dando passos para frente e buscando segurar o bastão do oponente para desequilibra-lo e atrapalhar o seu bloqueio. Uma vez que desse certo e suas garras estivessem dentro do oponente, Scar fecharia o punho buscando agarrar o que quer que estivesse lá dentro.

Tendo agarrado o bastão e o homem, o Mink usaria seu tamanho e força para ergue-lo do chão e usa-lo de escudo contra o atirador que estava a dez metros de distância. Nesse momento prestaria atenção na movimentação do anão, e caso ele estivesse sem enxergar nada, Scar iria em sua direção e lhe daria um belo chute frontal já que estava com as mãos ocupadas, arremessando a pobre criatura longe. Caso nesse momento Ken estivesse distraindo o atirador oponente, Scar aproveitaria para arrancar as entranhas do lutador de bojutso e garantir que estava morto, para em seguida pegar sua lança que estaria praticamente aos seus pés.

Se desde o início o anão fosse quem estivesse o atacando, Scar prosseguiria com os mesmos movimentos, mas ao invés de usar o corpo para se defender de uma possível saraivada, iria se virar na direção do anão para bloquear seus golpes. Em seguida “soltaria” o corpo em cima dele para procurar esmaga-lo, mas com a real expectativa que ele se esquivasse. Se isso se concretizasse Scar daria um chute justamente onde o anão estivesse, afastando-o. Em seguida iria pegar sua lança e tentar ver um local que pudesse se cobrir dos tiros que pudessem vir a ser disparados e correr para lá.

Caso após o chute (de ambas situações) o anão volte a se levantar e tentar atacar o Tigre, ele iria usar sua lança para realizar movimentos de corte na horizontal,  inclinado para o chão, usando o seu alcance superior, tanto de arma, quanto de raça, para bloquear qualquer ataque e manter o serzinho afastado. Nesse momento estaria sorrindo largamente para o anão.

Já se desde o início Scar notasse que os oponentes estavam se distraindo com o Peixe Frito, ele iria manter os olhos olhando para o lutador de bojutsu, e no momento em que percebesse na reação do inimigo que Ken havia ficado todo aceso, Scar seguiria com sua movimentação planejada (descrita anteriormente), tomando cuidado para não olhar para o Azulzinho, mas ajudando-o a acertar o lutador de bojutso ao "segura-lo" no lugar.

Em momento nenhum pensaria nos outros membros da tripulação, na sua visão não podia contar com eles, e a falta de ação deles apenas serviria para confirmar o quão inúteis realmente eram. Até mesmo Royce que havia começado a criar uma boa impressão no Mink, mesmo que pouco, se juntou ao time dos inúteis naquele momento.

Kip Up:
 
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MensagemAssunto: Re: Stranger Family - Blood Ocean   Stranger Family - Blood Ocean - Página 2 EmptyQua 13 Set - 23:34

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04




Na guarderia do bando, Royce e Simo se movem dentro da embarcação enquanto os dois da vanguarda reagem aos ataques do trio ressurgente. Mesmo tendo perdido seus cassetetes no mar (não citado anteriormente porque estava à espera de usá-los), Ken resiste levantando enquanto o anão se aproxima para golpear o tigre. No momento da investida o gatuno decide mudar de curso ao notar a reação ligeira e sarcástica do tritão, contudo sua estocada é refletida pelo impulso cintilante que cega sua visão aguçada. A crina do bicho faz que o nanico caísse no chão aos gritos:

- SEU GALO DESGRAÇADO, VOCÊ SERÁ O PRIMEIRO A MORRER. Édipo me ajude aqui. - se debatia com as mãos tampando os olhos enquanto o azulado dispara na direção do bojutsu.

Naquela posição o humano brigava de pé com o Mink pela posse do bastão. Eles estavam em disposição lateral, despropositalmente (com exceção de Scar que conhecia o golpe do companheiro) não olhavam diretamente para o Rock e conseguiam prosseguir o combate. No remexo o primeiro disparo acerta a panturrilha direita do tigre invés do humano e durante o espasmo ele se vira. O tiro não o havia prejudicado muito, mas suficiente para assustar; decerto ele conseguiria remover o projétil à mão.

Com o oponente de costas para Ken ele fica extremamente exposto ao segundo disparo que atinge suas costas à altura da quinta costela. Agora Scar toma o bastão e os dois se dirigem para outras movimentações enquanto o Ruivo e o Lince seguiam na retaguarda.

Khajiit infiltrava a embarcação deixando Beckman sob a vigia da Escuna. Poderia notar que a pele em seu olho não estava tão machucada; parecia apenas inchada pós grande fluxo de sangue repentino. Ele via uma porta central assim que terminava de verificar os corpos dos dois inimigos a bordo que estavam desarmados. Feita a busca encontrava nada com os tripulantes mortos e passava por cima da porta do porão do Brigue. Ao entrar na sala acarpetada do piso ao teto fitava uma cômoda do que parecia ser madeira nobre. A saleta não cheirava bem, mas era venusta e levemente iluminada. Certamente era utilizada para reuniões! Não havia muitos móveis dentro do espaço. Para além daquela mobília, ele via quatro cadeiras que circunscreviam a cômoda. Nessa, duas gavetas e papéis com ilhas desenhadas e rascunhadas como se descrevessem um plano. Havia um candeeiro com seus últimos contos de combustível, ao seu lado um pequeno pote que se lia álcool e material de escrever.    

Agora ajudando Ryu, o humano caminhava até a gata e a encontrava debruçada na mesa da cozinha. De rosto na madeira, ao seu lado havia uma faca cravada quase ao lado de seu pescoço. Eles não puderam ver, mas durante o balouçar da embarcação alguns dos equipamentos saíram de suas posições podendo machucar a Mink.

- Simo... você precisa ser rápido.. Não estou sentindo desmaio, mas creio que se continuar sangrando pode piorar. - falava o Polvo enquanto o companheiro tenta arduamente estancar o sangramento.

Enquanto isso o tritão dispara um tiro na criatura cegueta e recebe outro do atirador que também acerta o companheiro. O golpe acerta a coxa esquerda do tritão e a barriga do anão que havia sido atingido na clavícula pelo azulado. Sendo chutado na cabeça por Scar depois deste ter se defendido dos tiros à cega do atirador, o anão desmaiava praticamente falecido. Dirigindo-se ao bojutsu enquanto o tritão seguia sua empreitada suicida, o tigre perfurava a altura do estômago e acertava também os rins, o fígado e o pâncreas o fazendo se retorcer de dor e desmaiar. Respondendo aos tiros, Ken dispara três tiros e um atingia de raspão o antebraço fazendo o atirador derrubar uma das armas. À distância, após ter saído da cozinha e compreendido a situação, Simo efetua um disparo de sorte com sua visão aguçada e conquista um acerto crítico na cabeça que derruba o atirador morto.

Com o surpreendente disparo um silêncio paira e só conseguem ouvir o som vetusto do oceano e suas ondas pesadas se chocando nos dois barcos, das árvores da ilha que balançavam com o soprar relâmpago dos ventos e o arfar dos participantes daquele combate. Os corpos no chão confirmavam que havia mais nenhum inimigo e que tinham saído vitoriosos. Feridos, mas campeões.

Dados:
 

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