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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zodíacos: A Criação

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptyTer 22 Ago 2017, 14:23

Relembrando a primeira mensagem :

Zodíacos: A Criação

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aleister T. Flamel. A qual não possui narrador definido.


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ADM.Senshi
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptyQui 27 Dez 2018, 11:08


~Estranha Medicina~

Ver o médico deixava Fonseca alerta, mas claro, ela não poderia ficar menos preocupada visto o que acontecera por ali, o homem cuidava de insetos e parecia adivinhar coisas sobre elas duas, já Marie apesar de estar um pouco assustada com a situação que estavam, diante de um humano estranho, em um lugar fechado, era como se fossem dias de seu passado. Mas mesmo assim ela se mantinha firme e se aproximava um pouco mais da felina se encostando no braço dela ficando um pouco para trás dela, olhando o homem meio por cima do ombro. Ele ouvia o questionamento da gata sobre ter em algum momento adivinhado, ou algo do tipo. Momento esse em que ela estava praticamente se segurando para não atacar o rapaz, pois tudo aquilo chamava atenção de forma negativa, de maneira que deixava as pessoas alerta naquela hora. Ele porém respondeu a pergunta dela. - Há isso? Digamos que todas as pessoas carregam um pouco dos lugares por onde ela passou. Seja pelo cheiro, ou mesmo pelo modo que estão. Digamos que você venha por exemplo de uma padaria, podem ter resquícios de pão em sua roupa, ou mesmo o cheiro da massa que estava sendo preparada. Por conta disso tudo que é preciso é prestar atenção nos detalhes e dá pra se saber muito sobre alguém apenas de olhar, sentir o cheiro, observar como ela age. - Falava ele apenas se mantendo parado onde estava.

Se mantendo um pouco alerta ainda ela aceitou os 10.000 propostos pelo tal médico, ela então auxiliava sua amiga pelo corredor indo até uma das macas e sentando ela para que ela ficasse ali. Já após ajudar ela, se sentava na maca seguinte ficando sempre a observar. Marie deitava deixando as pernas estiradas visto que até sentar parecia doloroso por aquele tempo. O médico pegava ali tudo que tinha mas pedia que ela removesse apenas a parte de baixo ali para o tratamento, entregando um roupão para ela. - Muito bem, perdão pelo pedido mas preciso que suas pernas estejam livres para o tratamento ser bem sucedido, sairei por poucos segundos enquanto você se troca.- Falava ele saindo um pouco da sala, enquanto ficava próximo a porta, do ângulo que estava, mesmo que se virasse ele não a veria em seu momento de semi nudez. A mink no entanto se trocava colocando o roupão que ele tinha pedido, ela vestia com calma e ficava pronta para o tratamento.

Assim que Marie estava pronta ele puxava todas as coisas que ia usar, começando por aplicar uma anestesia nas pernas, a pequena mink tremia naquela hora, não por estar doendo, mas pelo medo que sentia de um humano mais uma vez a tocando e usando agulha, não era como se fosse uma coisa anormal para o médico. Marie no entanto nunca tinha tido uma experiência boa com humanos, e tudo que eles faziam era pra machucar ela. Aquilo era uma pequena confusão mental, por que um deles agora estava a curando? Era estranho ter essa sensação. O trabalho dele era completo, ele limpava as feridas, colocava curativos onde precisava e por fim enfaixava as pernas dela, durava quase 30 minutos no meio disso, e então ao término ele observava ela por alguns instantes como se buscasse qualquer outra irregularidade. - Bem, creio que isso era tudo, repouse por mais alguns minutos até poder levantar de novo, fique descansando em paz enquanto trato a moça aqui ao lado. - Falava ele sorridente para Marie, como se estivesse de fato feliz por tudo ter dado certo. Depois daquilo iria passar a tratar agora de Niyah, ele olhava para os dois ferimentos que ela carregava e começava por cuidar dos dedos, limpando eles enquanto passava um pouco de álcool, e depois colocando curativos nos lugares feridos. - Muito bem, agora preciso que abra sua camisa, a bala ainda está alojada no ombro, e preciso remover e depois tratar disso cuidadosamente.- Ele diria isso e esperaria que ela tomasse uma atitude e se assim fosse possível ele começaria aplicando anestesia no local do ferimento.

Niyah tinha perguntas sobre uma loja para ele, algo que o homem com toda certeza poderia ajudar. - Loja você diz? Eu tenho uma loja, posso arranjar os mais diversos itens, se quiser posso te levar lá no fundo e te mostrar as mercadorias que tenho, desde grão simples, a especiarias, e você gosta de plantas? Se você gosta posso te mostrar com toda certeza uma das maiores estufas que já viu, eu cultivo plantas para uso medicinal, eu produzo remédios em geral, então entender da matéria prima é essencial, no caso eu sou um bom botânico.- Falava apontando o polegar pra si mesmo enquanto piscava o olho direito pra ela, um modo de tratamento claramente estranho mas que poderia ser tratado como forma de expressão. A outra pergunta que ela tinha para o homem era sobre sua conduta quanto a perguntar se elas eram marinheiras, afinal por que diabos essa questão? Talvez fosse apenas um médico ilegal, ou um procurado que ganhava a vida nas vielas por aquela zona. Ele a olhava enquanto naquele momento terminava de remover a bala, que mesmo com a anestesia, deveria causar uma certa dor, pegava ali também uma pinça, para remover os estilhaços, enquanto ele pressionava com a outra mão para estancar o sangue. - Eu não sou obviamente um marinheiro como você bem pontuou. Na verdade eu ando com uma galera que a marinha não é muito fã, logo se eles encontram meu lugar tenho de me mudar em breve, talvez ir pra outra ilha. Na verdade nunca fiquei fixo, já andei por todos os Blues, estou de partida para a Grand Line com a galera que te disse.- Falava ele enquanto agora tinha terminado de remover todos os estilhaços e estancado o sangramento após isso.

Ele começava a esterilizar uma agulha no fogareiro logo na estante ao lado da maca, enquanto a água fervia ele passava a agulha e pegava as linhas que usaria para suturar o ferimento. Niyah, contava com sua genialidade para extrair informações dele, mas talvez o que mais pudesse mostrar pra ela de quem ele era, estava numa boina, que ficava logo na parte de cima do armário, era verde com um detalhe em vermelho que lembrava a ideia de construtivismo da arte revolucionária, mas além disso uma braçadeira que se referia a um Major provavelmente. No entanto as perguntas dela se direcionaram a como era a Grand Line. O homem imaginava naquele momento que talvez elas tivessem interesse no tesouro conhecido como One Piece, afinal essa é a febre que corria pelo mundo, a busca por uma coisa deixada pelo antigo rei, algo que transformaria o seu possuidor no rei dos piratas. Ele então começava a trazer seu conhecimento a vista. - Então tem interesse na Grande Linha? Bem ele é o lugar onde apenas aqueles mais capacitados sobrevivem, ela vai por um caminho único de entrada conhecido como Reverse Mountain, todos aqueles que chegam ao final do Blue que estão vão por essa montanha onde a água corre ao contrário… Sim, é uma enorme cachoeira, com uma correnteza extremamente potente que ao invés de cair, ela sobe a grande rocha. - Falava ele apontando para cima antes de começar a falar novamente, era algo completamente único que começava a ser contado, pareciam histórias fictícias, contos de fadas ou similares. - Dizem que tem todo tipo de coisa lá, ilhas que chove algodão doce, rios que correm mel, e bem tudo que tem para o bem tem para o mal. Monstros gigantes, criaturas nunca vistas nos blues, tempestades e fenômenos pavorosos, dizem que sequer as bússolas funcionam lá, apesar de que acho isso um exagero, um lugar que bússolas não funcionam né? Mas de todo modo, tudo lá é único, e bem cada lugar lá tem coisas novas, povos diferentes, mundos completamente únicos a cada ilha. Nunca fui lá, mas o que ouvi sobre é impressionante, e eu sei que um dia vou comer algodão doce que cai do céu… E como vou hahaha- Falava ele com clara empolgação em todas as suas palavras. Todo o tratamento por fim terminava com o ombro completamente suturado e agora ela estava pronta para mais uma batalha contra o desconhecido, e por fim após ouvir tudo que queria pagava o homem.

Depois de pagar ele o sorriso era inegável, e ele guardava o dinheiro novamente se voltando para ela, ele agora parecia apontar para o depósito e Marie tinha cochilado, provavelmente a anestesia tinha levado ela ao sono profundo e claro o cansaço da viagem. - Bem, vai querer ver o que tenho pra vender? Eu aconselharia a deixar sua amiga dormir, ela está exausta e precisa de repouso, vamos ver, o que tanto você deseja, se tiver posso te levar ao depósito para ver tudo.- Falava ele bocejando e esperando uma reação da felina para que ela respondesse o questionamento em que se colocava, estando claramente negociando mais uma venda, afinal era o melhor ali.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptyQui 27 Dez 2018, 14:16


O médico estranho foi se mostrando cada vez mais amigavel, gentil e respeitavel. Respeitava nossa privacidade e não tomava nenhum atitude estranha e quando quase a tomou pedindo para que marie tirasse sua roupa, logo explicou-se. Por fim, cuidou de minha companheira e pelo que pude notar fez um serviço digno de um médico de elite. Ele era muito bom, detalhista e cuidadoso. Isso me deixou um com inveja, será que algum dia seria capaz de realizar tais feitos e ajudar as pessoas com as quais eu me importava?

Memorias da minha infância vieram a tona. Se eu soubesse um pouco de medicina básica como imaginei sei hoje, talvez pudesse ter salvo minha mãe e talvez, só talvez hoje não seria tão fria quanto sou.

Raiva fluiu pelo meu ser ao lembrar disso, e lembrar da cena de meu pai matando-a. Apertei os dedos forte juntamente contra minhas mãos e gemi de dor. Eles ainda estavam feridos devido ao meu ferimento da batalha. Gemi um pouco e o médico virou-se para vir cuidar de mim. Fiz cara de forte e logo ele me pediu para tirar a camiseta. Pude relaxar um pouco e não demorei a retirar o lado necessario da camiseta. Ele se mostrou confiavel, caso fosse fazer algo contra nós já teria feito. Logo ele começou a ajeitar a ferida e fiz a pergunta sobre a loja. E o mesmo respondeu e em sequencia respondeu a pergunta sobre sua conduta.

Fiquei feliz e não consegui evitar que um sorriso saisse de meu rosto, mesmo que logo em seguida eu fechasse a cara devido a dar da bala sendo mexida, por mais sutil que ele fosse. Havia encontrado um médico, que além de nos ajudar, por um preço justo, possuia uma loja e era botanico. Poderia me aproveitar disso. Comprar tudo que eu precisaria e além disso, poderia lhe pedir para me ensinar sobre botânica, afinal, se minha ideia era sair dos Blues para recomeçar minha vida, longe daquele lugar que me fez mal, precisaria ser capaz de cozinhar e criar medicamentos no futuro com quaisquer ervas que pudesse encontrar.

Não demorou para eu estar com a ferida fechada e agora poder seguir em frente, feliz e aliviada, pronta para mais. Perguntei para ele sobre a GL e ele me informou tudo que ele sabia. Tinha conseguido tudo até aqui, mas mais do que isso, havia descoberto mais e lembrado de algo que havia me esquecido.

Além de piratas, marinheiros caçavam revolucionários, pessoas que lutavam por outras pessoas e eram contra o governo e aqueles que para eles trabalhavam. Logo era um grupo anti-marinha. Observando os detalhes do local com minha visão aguçada e conectando com aquilo que o homem dizia, cheguei a conclusão de que ele só poderia ser um revolucionário! E pela forma que agia e o conhecimento que possuia, parecia ser no minimo alguém de alta patente. Tinha esquecido dessa opção. Não precisaria agir como pirata e ser um foragido por completo, mas poderia apenas agir contra a marinha, matar marinheiros e lutar por pessoas como Marie, como eu e que precisassem de ajuda. Me decidi. Entraria para a revolução. E aproveitaria para fazer isso ali e com aquele homem.

Apôs o pagamento ser feito, ele perguntou se eu queria ver a loja dele e não precisei pensar muito para decidir que eu iria sim fazer isso.

- Aceito sim ver o que tem para vender. Sei muito bem o que procuro. Estive pensando em coisas que poderiam me ajudar. Tem um lapis e um papel, para que eu anote tudo que preciso e você ver se tem?


Seguiria ele para a sua loja nos fundos e deixaria Marie descansar. Estava mais relaxada. Não era um pirata, como a mulher de quem tirei Marie. Também não era da marinha. Logo se era uma pessoa que ajudava o povo, deveria ser confiavel e por isso abaixaria minhas defesas para com ele. E não ficaria mais alerta. Um risco, mas naquele momento não via mais dessa forma.

Assim que chegassemos aos fundos da loja, caso ele me arrumasse um papel e lapis, escreveria o que eu precisaria e estava a procurar e lhe entregaria para que ele pudesse ver se encontrava tudo que eu procurava.

- Aqui está, preciso dos itens desta lista – e lhe entregaria – além de roupas novas, pelo menos um par. Preciso urgentemente, ainda mais que as unicas roupas que tinha estão todas ensanquentadas. O mesmo vale para Marie, preciso de roupas para ela.
lista:
 

Caso não tivesse lapis e papel, eu iria falar para ele todos os itens que eu precisava durante o caminho até a loja e se necessario falaria novamente assim que chegassemos nela.

- Certo... Bom vou precisar de... Uma mochila, Duas garrafas vazias de 750ml, Kit de primeiros socorros ou de bandagens para alguns usos, se possivel, claro – diria querendo não parecer muito exigente – Uma corda para imprevistos, Isqueiro, um Diário ou caderno para anotações, 4 Frascos Vazios, Vara de pesca e iscas, Uma panela pequena, 2 jogos de talheres simples, 2 pratos simples e preferencialmente de plástico, mas não descartavel. Remédios de usos diversos para emergências, Tesoura, Pinça e Linha de sutura – terminaria de falar e percebendo que estava sendo bem exigente, com minha lista, mas não estava disposta a abrir mão de nada – acho que é só isso por enquanto – soltaria uma risada meio sem graça.

Esperaria ver se ele pegaria todos os itens para mim e por fim perguntaria o preço. Acreditava que com 500k seriam o suficiente para cobrir os gastos pelo que eu procurava. Qualquer preço abaixo desse, pagaria sem recusar nada ou reclamar. Caso ele me mostrasse tudo e cobrasse mais que os 500k que eu estava disposto a pagar tentaria negociar com ele.

- Certo... Esse preço está muito caro. Que tal assim, lhe pago 500k por tudo? Acho que é o Bastante. Cobre tudo e ainda sobra um pouco de lucro para ti. O que acha?

Caso ele recusasse, insistiria mais uma vez, repetindo a frase novamente. Mas caso ele se recusasse a baixar o preço, então eu iria por fim escolher apenas o essencial da lista que era a mochila, o kit de primeiros socorros, os remédios e a vara de pescar com as iscas. O resto poderia pegar depois.

Caso ele não possuisse nenhum dos itens que eu procurava eu o agradeceria e perguntaria se ele saberia de um outro local onde eu poderia encontrar tais itens.

- Certo... Sabe onde devo encontrar os itens que procuro?


Ele me respondendo isso, iria assentir.  e por fim, guardar essa informação, pois ainda teria que lhe pedir algumas coisas ainda.

Ele tendo ou não os itens, assim que teminasse a parte inicial das negociações seguria com duas ultimas perguntas, que também de certa forma eram négocios, mas um deles era mais importante que o outro, ao menos era o que eu acreditava.

- Bom obrigado! Quero lhe pedir mais algumas coisas... Espero que não se importe
– Diria sendo sincera, mas não ligando muito, pois se não conseguisse com ele, daria um jeito de conseguir de outra forma – Percebi que é um revolucionário. E gostaria de saber algumas coisas – Faria uma pausa Como posso me juntar a eles? E posso lhe acompanhar ate a Grand Line, voce disse que estaria embarcando com um pessoal para la. E eu e Marie queremos ir! Pode nos levar? – e para terminar e mostrar mais interesse nele do que na GL, diria – Ah... E poderia me ensinar um pouco de botânica? Estou treinando para evoluir mais e mais como Cozinheira e medica, creio que esse conhecimento e ideal.

Aguardaria pelas respostas do Homem. Se ele me as fornecesse, faria o necessario para entrar nesse grupo. Também priorizaria o aprendizado de Botânica, agora mesmo, já que como saimos do consultório, não deveriamos estar muito longe de sua estufa. O seguiria até a estufa se ele pedisse e prestaria atenção a todos os ensinamentos que ele me repassasse sobre o assunto, assim como faria as praticas repassadas, até o momento que os ensinamentos dessem por terminados.

Caso ele se recussasse ou não soubesse mais o que me dizer, eu lhe agradeceria, voltaria com ou sem meus itens para a sala onde Marie estava e descansaria por lá. Para logo que ela acordasse, podermos sair pela rua e procurar por uma outra loja se necessario ou alguma forma de me juntar aos revolucionários e mudar esse mundo. A loja procuraria olhando pelos letreiros da região. Ao menos uma seria visivel dessa forma. E a sede dos revolucionários eu iria tentar descobrir indo para um bar e tentando convencer um barmen a me passar essas informações, já que eles eram muito bons em as conseguir.
Off:
 
Objetivos:
 

Historico:
 


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Última edição por Fonseca em Sex 28 Dez 2018, 15:58, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptySex 28 Dez 2018, 15:37


~It's Revolution, Baby~

O médico no fundo trazia uma boa impressão para a jovem mink, ele tinha tratado elas com precisão e não só isso, ele parecia ser confiável a todo momento. Ver a forma como o trabalho era feito ali, despertava uma certa angústia na garota, que agora se perguntava se ela soubesse aquilo antes poderia ter ajudado sua família. Mas no fim seu tratamento se concluía e ela finalmente ia para o ponto que precisava, comentando dos itens que estavam ali, ela pedia papel para anotar e assim, ela poderia fazer com que ele tivesse toda a lista de itens. Ele então rapidamente lhe dava ali papel e caneta para poder ser usados no momento.

Anotando tudo na lista, Fonseca entregava para ele comentando que precisariam de roupas novas além dos itens que estavam ali descritos. O rapaz olhava de maneira seria para a lista, e então sorria para ela falando. - Bem, sobre os itens tenho tudo aqui, já vou pegar, mas suas roupas eu posso consertar sem problemas, pode usar os roupões temporariamente enquanto eu as concerto, não demoraria nada e sai mais barato que roupas novas certo, eu faço uma costura aqui e outra ali, e gastando tudo isso, o conserto sai por conta da casa. - Falava dando uma piscadela com o olho direito e entrava para dentro do galpão, ele demorava um pouco e finalmente trazia todos os itens consigo.

Ele tirava todos de dentro de um sacolão e colocava na mesa, exceto a mochila que ele trazia nas costas, e colocava só depois ela na mesa. Ele calculava tudo apenas com o olhar por alguns momentos. - Bem, aqui tem tudo que me pediu, exceto a garrafa vazia, pois só tinham garrafas cheias, mas não deve ser um problema secar em? Hahaha, tudo aqui custa 490 mil berries. E ganha o conserto das roupas de graça como combinado que acha?- Falava ele com um leve sorriso no rosto, fazer negócios parecia encher ele de mais bom humor que o habitual, a jovem vendo o preço como algo justo pagava por isso para ele. Agora a questão que se fazia não era mais sobre compras, a garota tinha tomado uma decisão.

Ela via que ele era um revolucionário, e saber disso fazia com que ela tomasse uma decisão, ela deveria falar com ele, tentar entender mais e se alistar ali e agora, ela tinha muito a fazer, e o melhor lugar para começar era ali. Logo a felina falava que gostaria de pedir mais algumas coisas para ele, e o homem apenas acenava positivamente confirmando que ela poderia fazer um pedido se assim desejasse. A garota então finalmente colocava as cartas na mesa, explicando que já tinha chegado ao reconhecimento, que aquele homem a sua frente era um dos que ela procurava, um revolucionário, e não apenas isso perguntava como participar da organização.

O médico inicialmente tinha um olhar surpreso, e logo se colocava a falar após a constatação da felina, ele parecia feliz pelo pedido. - Bem, eu imaginava que você tivesse percebido bem que sou um revolucionário, mas o que realmente me surpreende é seu pedido para adentrar na revolução. Sim, isso eu não esperava mesmo. - Seu olhar agora percorria toda a sala, sem demoras ele respirava profundamente como se memórias viessem agora na sua mente, memórias de um dia similar talvez, aquele homem já tinha escutado aquelas palavras antes, ele já tinha tido algo como um recruta talvez, um que lhe marcou.

Seu olhar agora ficava mais sério e ele começava a falar mais sobre aquilo que ela tinha o questionado, focando agora realmente no ponto. - Eu posso te recrutar se realmente desejar, mas não vai ser fácil entrar, a maioria de nós ama a revolução como nenhuma outra coisa. Temos ela no coração, carregamos o desejo de mudar o mundo, queremos coisas ousadas, acabar com a escravidão, instaurar a igualdade entre todos, humanos, minks, tritões, gigantes, anões, todas as raças mesmo, você entende que entrar na revolução significa se doar a uma causa maior que você mesma não é?- O olhar dele carregava uma chama profunda que parecia vir da alma, aquelas palavras eram dotadas de fogo, uma sensação que apenas uma pessoa determinada consegue exprimir, aquele era o ideal dele, era a vontade e desejo, seu sangue e carne estavam para onde aquele grupo o levasse.

Ele então abria uma garrafa de cerveja que estava sobre o seu balcão, uma que parecia estar bem gelada, e logo ele dava um gole nela antes de prosseguir sua fala, ele não parecia ser um viciado ou um bêbado, na verdade um momento como aquele lhe pedia umas doses de álcool. - Eu posso te levar a Grand Line conosco, mas tem de se provar forte para mim, e se fizer isso te levarei, mas antes disso, vamos para o seu desejo de aprender certo?- Falava ele começando a caminhar para a estufa junto da mink, eles iam a passos calmos sem muita afobação, enquanto ele dava longos goles na cerveja, e parecia estar muito bem, mesmo que aquele momento claramente tivesse mexido com ele de algum modo, seria difícil dizer porque mas talvez não demorasse para ter uma noção maior.

O rapaz de jaleco então finalmente chegava a porta da estufa, a qual ele precisava abrir para que a moça adentrar, ele passava alguns segundos caçando as chaves nos bolsos, até que finalmente encontrava e abria a porta, ele agora mostrava para ela um enorme viveiro, eram centenas, talvez milhares de plantas espalhadas pelo local, todas plantadas em canteiros separados, algumas apreciam apenas frutíferas, ou que originam grãos para a alimentação, outras tinham um ar mais perigoso, e talvez fossem venenosas, e claro algumas medicinais. Ele então pegava diversos instrumentos, um fogareiro que devia usar para fazer chás, outro que era um pilão de porcelana, que ele devia usar para amassar e misturar ervas, e finalmente depois de deixar que a jovem Niyah conhecesse o lugar ele começava a falar.

Ele estava aparentemente muito animado com tudo que tinha ali, seu sorriso era notável, e parecia querer ensinar muito para ela, não exatamente pra ela, mas parecia que ele queria companhia para falar sobre aquilo a algum tempo. - Bem vinda ao santuário da vida herbal, sim, é como gosto de chamar esse lugar… Há… É muito bom sentir esse ar puro, o cheiro doce do Alecrim, muito me alegra. Vamos inclusive começar a explicação por ele. É uma planta com algumas propriedades medicinais, ele é de certo bom contra dores pequenas, perda de memória, e diminui dores reumáticas e articulares, é muito bom para essas coisas, e é uma planta bem cultivada aqui. - Ele então andava mais um pouco para frente e se aproximava de outra planta, uma que tinha flores roxas e começava a cheirar elas, aparentemente pelo olhar deles tinham um cheiro muito agradável. - Vê essa a minha frente? É a Alfazema, as folhas têm propriedades usadas para conjuntivite, normalmente com alguns outros compostos, faz um efeito realmente bom, além disso as flores têm um efeito diferente, elas são usadas contra tosse, bronquite, queimaduras e enxaqueca.- Falava ele mostrando mais ainda de suas plantas. O homem naquele momento começava a falar mais e mais, ele tinha diversas plantas a mostrar.

Durante 3 horas ele ensinava toda a teoria sobre o uso das plantas, como elas funcionavam, quais suas propriedades e tipos, assim terminando o embasamento teórico que a jovem garota precisava. Depois disso ele começava a parte prática da coisa, seleção de plantas, reconhecimento pelo olhar, textura e cheiro, diferenciar as venenosas das medicinais, e saber como eram cada uma das plantas. Por muito tempo os dois passavam, até que mais duas horas de prática eram feitas, foram ao todo 5 horas de treinamento de pericia, finalmente considerando Niyah pronta ele terminava suas explicações. - Muito bem, você aprende rápido não é? Acho que agora podemos começar, vou te apresentar meus amigos logo logo, só preciso que pegue a roupa de sua amiga, e se troque colocando o roupão enquanto concerto a sua.- Falava ele começando a sair da estufa e caminhar de volta ao hall principal. Marie acordava na sala ao mesmo tempo que isso acontecia, ela tinha dormido por às 5 horas totais e agora se espreguiçava sentada na maca.


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Andando muito tempo por aí
Percebo que não tenho muito onde ir
E todos os caminhos percorridos
São páginas velhas viradas de um livro já lido.

(Jimmy & Rats)

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptySex 28 Dez 2018, 22:09


Não demorou muito para que assim que minha lista estivesse pronta, o rapaz me trouxesse os itens que pedi, menos a garrafa, assim como fez uma oferta de arrumar minhas roupas. Fiquei surpresa, que tudo havia saido dentro de meu orçamento e ao mesmo tempo, conseguiria arrumar minhas roupas. Meu terninho Azul ficaria como novo e meu shorts legging estaria disponivel para utilização.

O médico também se mostrou disposto a me recrutar, porém precisaria provar que era digna de entrar para a revolução. Ele me falou o que ela significava e para mim, apesar de tudo aquilo me parecer super importante, as unicas duas coisas que para mim se destacavam era o fato de ser anti-governo e anti-marinha em consequência e o fato de poder ajudar pessoas como Marie. Talvez conviver com ela e ao mesmo tempo ter salvo ela, me fez querer agir da mesma forma.

Iria dizer algo para me preparar para ir ser avaliado, mas ele já imendou com outra frase, me chamando para aprender sobre botânica. Logo corri atrás dele, para poder aprender sobre plantas. Seus beneficios, maleficios, venenos, como cultivar, usar, onde achar, como identificar. O revolucionário, me passou um curso completo em apenas 5 horas. Pessoas normais talvez não conseguissem acompanhar, mas minha facilidade em aprender coisas, fazia com que tudo tivesse sido simples e agora, eu tinha um conhecimento sobre plantas diferente do que eu imaginava. Apesar de ainda ser básico. Para me aprofundar precisaria de mais leitura e experiência prática. Mas isso viria com o tempo.

Por fim, voltamos para o local onde tudo começou. A sala onde fomos atendidas inicialmente e ao chegar, Marie estava para acordar, imaginava que ela já deveria estar um pouco melhor, mas eu ainda precisaria de algum tempo, antes de poder agir de fato.

Assim que chegassemos no consultório, pegaria todas as coisas que havia comprado e as organizaria na mochila. Colocaria dentro dela, o Kit de bandagens, a corda, a vara de pesca, as iscas, os frascos vazios, a panela, os talheres e os remédios, dentro do bolso principal. Deixaria o isqueiro no Bolso. O diario ficaria em um bolso de facil acesso, assim como a tesoura, linha de sutura e pinça. Por fim, colocaria as laranjas também dentro dela. A maioria delas estava em meu bolso. Carregaria meus trocados em meu bolso também e apenas colocaria na mochila aquilo que fosse a mais.

Enquanto eu estivesse arrumando a minha mochila, dirigiria a palavra primeiro a Marie, precisava ter certeza de que ela se juntaria a mim nessa empreitada como prometera, assim como precisaria saber a opinião dela. Para manter o médico a par da situação, falaria na lingua humana, e não na mink, que usavamos de forma mais recorrente.

- Marie, vamos nos juntar aos revolucionários? Eles são um grupo anti-governo e anti-marinha que também tem o interesse de ajudar e salvar pessoas, além de por um fim na escravidão e ajudar pessoas como você. Que tal?

Lógico, expus apenas meu ponto de vista, não era nada completo quanto o que o Médico havia dito. Não falaria nada, caso ele se dispoussesse a falar novamente com mais detalhes a Marie, mas por mais que eu tivesse entendido, ressaltei apenas os dois pontos mais importates para mim.

Caso Marie se recussasse a ir comigo, eu acharia estranho. Afinal estavamos juntas a um tempo e até onde ela tinha me dito até então estava diposta a ficar mais forte e ficar ao meu lado. Portanto caso recusasse a questionaria.

- Mas porque? Achei que estavamos de acordo antes!

Caso ela aceitasse, apenas soltaria um sorriso e piscaria. Percebi que desde que conheci a raposa, estava voltando a ser mais amavel. Talvez ter ela para cuidar e me acompanhar, sendo uma mink que passou por coisas tão ruins ou piores que eu, fazia com que a parte de mim doce de minha infancia estivesse aos poucos voltando a superficie, como se estivesse sido confinada no fundo de meu ser.

Caso não conseguisse arrumar minha mochila por qualquer motivo que fosse, eu falaria logo em seguida com Marie e tentaria mais uma vez arrumar minha mochila. Mas se não conseguisse mais uma vez, apenas jogaria tudo dentro dela para poder carregar de forma mais facil.

Assim que tivesse terminado de falar com a Mink raposa, voltaria a me dirigir ao médico, para terminar os assuntos que começamos a discutir.

- Certo, quero me juntar aos revolucionários – caso marie aceite ficar ainda mais comigo, adicionária – e minha amiga também. O que precisamos fazer para provar sermos dignas e fortes para nos juntar a causa?

Faria isso enquanto tirava meu terninho azul, shorts preto e lhe entregava para ele costurar. Não tinha tanto senso de vergonha assim tão apurado. Colocaria então o colocaria o roupão e esperaria que o mesmo arrumasse a roupa. Aproveitaria esse tempo para descasar, iria tentar cochilar um pouco. Fazia muito tempo que não dormia, quase um dia todo.

Enquanto esperava, deitaria na maca e tentaria dormir. Deixando Marie ali sozinha com ele. Sabia que ela ficaria um pouco preocupada, então antes de pegar no sono, lhe diria na linguá mink.

- Pode ficar tranquila, ele é bom, está a nos ajudar. Se se sentir confortável tente conversar com ele, para treinar a falar com humanos e conseguir informações – bocejaria – Qualquer coisa, pode me acordar. Se Precisar de qualquer coisa emergencial!

Feito isso, deitaria e tentaria descansar um pouco. Fazia um tempo que não o fazia. Talvez nem sonhasse devido ao cansaço.

Caso não conseguisse dormir, apenas deitaria na maca e descansaria. Se Marie me acordasse do nada, acordaria alerta e já puxando a minha adaga de meu bolso.

Assim que acordasse veria se minhas roupas estavam prontas e as vestiria novamente. E depois voltaria para tentar falar com o rapaz que tanto havia me ajudado. Caso não conseguisse dormir, apenas esperaria a roupa ficar pronta para poder vestir ela e seguir com a mesma conversa

- Então podemos ir? Estou pronta para conhecer seus amigos e provar que posso fazer parte dessa causa.

E assim o seguiria para conhecer as pessoas. Seguiria as instruções que me fossem passadas para dar inicio ao processo de ingressar nos revolucionários. A principio observaria e analisaria cada uma das pessoas para as quais eu fosse apresentado, para ver o que poderia tirar de aprendizado com cada uma delas.

Se por algum motivo ele não pudesse me levar agora, o questionaria o porque e cao não me respondesse ou a resposta fosse justa, sairia dali para procurar novamente em algum bar, informações sobre como me juntar a revolução, já que nesse ponto, estava decidida a isso.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptyDom 30 Dez 2018, 02:54


~It's Revolution, Baby~

A jovem após todo o aprendizado vendo que tinha conseguido aprender as coisas com maestria sentia certa satisfação, apesar de saber que havia muito a evoluir ainda. Ela voltava normalmente para a ala inicial e aproveitava do momento para poder organizar seus itens na mochila, lembrando de deixar algumas laranjas no bolso, outras dentro da mochila, provavelmente para facilitar o acesso. Depois de tudo organizado ela se dirigia a raposa, era o momento de contar aquilo que tinha escutado.

Ela rapidamente repassava os motivos pelos quais ela tinha interesse em ser uma revolucionária, aqueles que mais tinham chamado a atenção. A moça olhava para ela com um olhar meigo, e então falava. - Sim, eu quero seguir com você, acho que se lutarmos juntas, podemos ficar cada vez melhores e um dia, vamos ajudar aqueles como nós a não terem que enfrentar o que eu enfrentei. - Ela tinha um olhar sincero e aparentemente determinado, se mostrando bem decidida sobre o assunto.

Niyah piscava para ela quando ouvia a resposta, refletindo um pouco sobre o que a jovem tinha trago aos seus dias, a maneira que se conheceram e como isso tinha influenciado tudo. Era como se ela pudesse se sentir melhor perto dela, talvez mais segura e assim despertava o melhor de si, seu lado a muito esquecido, que vinha ganhando cor de novo. Mas o que reinava naquele momento era o cansaço, ela se aproximava do médico mais uma vez, e falava que estava com vontade de adentrar no exército revolucionário. Na verdade ela e a amiga.

Nesse mesmo tempo ela estava tirando ali suas roupas, a parte de cima o casaco azul, e os shorts, que ela ia poder usar por mais um tempo. O médico se mostrava um pouco envergonhado de inicio, não porque fosse algo incomum para um homem que trata pessoas, mas por ser uma ação súbita, que tinha de certo pego ele na surpresa. Mas não dizia nada apenas pegando as roupas e respondendo. -Certo, descanse bem, assim que terminar de consertar as roupas de vocês eu volto aqui e seguimos para o local.- Falava ele pegando as roupas de Marie também.

Nesse momento antes de deitar a felina repassava para a moça os seguir, provavelmente porque seria algo bom pra ela ter contato com ele, treinar as palavras humanas, ela apenas acenava com a cabeça concordando, apesar de claramente estar apreensiva, juntando as duas e apertando elas com força, além de claro o olhar de dúvida, um pouco desviado, ou desconcertado, ela claramente não confiava ainda no homem, mas o seguiria por confiar no julgamento de Niyah sobre isso, afinal a garota era experiente e deveria saber reconhecer as intenções de alguém.

Ambos saiam dali, deixando que a mink tivesse seu momento de paz, ela podia apenas dormir tranquilamente por algumas horas, na verdade, por mais duas horas inteiras, e com isso a noite já havia caído completamente, sendo agora 20:00 horas, o homem já tinha consertado as coisas a um tempo e assim que acordava a primeira coisa vista eram as roupas que ficavam do lado dela na maca, o homem estava conversando com Marie como se realmente tentasse repassar aos poucos mais palavras humanas para ela. Demoraria, mas dava pra ver que ela uma hora iria aprender bem tudo.

Naquele momento levantando dali, vestia novamente as roupas e se aproximando do médico o questionava sobre a possibilidade de partirem, ele trazia no mesmo momento um sorriso no rosto, e confirmava sua partida. - Sim, vamos agora, a noite já caiu então, vai ser bem mais fácil nos mover até lá sem problemas.- Ele naquela hora assumia a frente e começava a caminhar. Ao sair da clínica, ele carrega consigo uma mochila gigantesca que parecia levar diversas coisas com ele. Naquela hora ele se movia direto pelas vielas escuras da cidade, e guiava as duas.

A caminhada levava 40 minutos, até que finalmente estavam num lugar afastado, um beco sem saída, onde no fim dele tinha o que parecia um bar abandonado, ele tinha um letreiro completamente deformado, e naquele momento, dava pra se ler como “Victor…” sim era algo assim, mas não era o nome completo, talvez fosse Victoria, ou qualquer coisa desse tipo, no entanto, não ia demorar a entender aquele letreiro ao lado da porta uma mulher de preto, com um estilo um tanto chamativo estava fumando bem a porta.

De início o olhar dela parecia desconfiado e furioso, mas logo ao reconhecer o médico ela aparentemente mudava de atitude, e colocava um sorriso leve no rosto, ela logo falava com o homem. - Quase que eu comecei um ataque Eidh, tome mais cuidado com essas suas aproximações bruscas. Um dia a gente vai acabar se estranhando. - Falava ela em um tom calmo, como se tivesse acostumada a dizer coisas similares, ou o homem fosse meio descuidado em suas aproximações.

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Ao ouvir a frase o médico não se continha em falar também, tomando a palavra logo depois que a mulher de belas curvas terminava seu momento. - Ha, meu rosto é algo marcante, não é como se eu precisasse de senha não acha, esquecer de mim assim seria bem cruel em? Haha, mas os outros estão aí dentro? Eu trouxe recrutas novos Samantha.- O comentário dele parecia não surpreender muito a moça mais uma vez, ela abria a porta para que os 3 entrassem apenas desejando boa sorte as recrutas. - Boa sorte por aí, vão precisar de certo, uma dica que sempre dou é, não importa o que digam, aquilo não é um peixe… Nunca é um peixe…- Seja lá o que ela quisesse dizer, parecia importante.

Lá dentro ela podia ver de cara as figuras que provavelmente lhe acompanharia, mas não antes de reparar no ambiente, o lugar era como um pequeno bar ou pub. logo de frente pra porta ela podia ver o grande balcão, lá estava o homem vestido como bartender, que logo lhe era apresentado, ele estava lustrando um copo de vinho, tinha cabelos loiros e usava um óculos de coloração azulada, era apresentado por o médico para ela. - Bem vinda a nossa caverna secreta. Aquele homem ali atrás do balcão é o Paul. Ele é o nosso navegador e cozinheiro, então é bom estar bem sóbrio, afinal ele pode nos matar de duas formas haha ele vai guiar o barco pela reverse na nossa viagem amanhã.- Ele terminava de falar e o homem que estava lustrando a taça parava o que estava fazendo por um momento acenando para a garota, ele parecia tranquilo também, ao menos no momento.

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Logo mais ao lado ali estava a ruiva uma moça bonita, vestindo um terno completo, e com feições sorridentes, ela tinha um cabelo bem longo que chamava atenção sendo destacado pela sua pele que era pálida,e seus olhos lembravam dois rubis. A moça dispensava apresentações e logo se aproximava falando. - Prazer, me chamo Victoria, as moças vieram para fazer parte do nosso grupo em? Vai ser interessante.- Falava ela olhando as duas de cima a baixo, mas calado no canto estava aquele mais indiferente, era um mink, o homem se destacava sentado na escada que levava para a parte de cima do lugar, era enorme e aparentemente forte, o ursidae, se mostrava quieto, devia ser um homem de poucas palavras.

No entanto ele era apresentado, mas por a ruiva dessa vez. - Aquele ali se chama Andre, ele é um dos que vai conosco para a Grand Line também.- As apresentações tinham terminado ao que se mostrava, todos finalmente tinham sido colocados frente a frente, e poderiam começar as negociações, exceto uma estranha criatura que se movia… Tinha escamas, caminhava em quatro patas… Dentes afiados...Um rosto feliz e sorridente, guelras… Uma nadadeira dorsal? Era um cachorro ou um peixe? Um peixorro? Nunca se sabe…

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A moça vendo a criatura andando informava. - Esse aqui é o Rodolfo, nosso mascote, ele é fofinho, adoro ele.- Comentava a mulher dando uma risadinha após completar a ideia que tinha na cabeça. Bem agora sim!! Depois do Rodolfo, tudo estava em panos limpos e podiam partir para a negociações, apenas bastava algumas respostas, coisas que ela queria saber sobre a jovem. - Bem iremos testar vocês mas antes de tudo quero uma resposta, por que querem se juntar aos revolucionários? Digo, conhecem nossa causa e o perigo que traz certo? Então antes de tudo gostaria de saber seus motivos para adentrar nela, além do mais quero ouvir mais sobre vocês, vem de onde? Como chegaram até aqui?- Falava ela agora pegando o cantil que estava no bolso da calça e tomando um gole, deixando dessa vez ele sobre a mesa.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptySeg 31 Dez 2018, 15:30


As roupas entregues e ele deu inicio aos reparos, enquanto isso, aproveitei para poder descansar. Afinal de contas eu precisava e merecia. Dormi por duas horas apenas. Acordando já de noite. O dia tinha sido longo, mas as coisas ainda não tinham acabado para mim, ao menos não até que eu chegasse no farol. Talvez apenas ali teria um pouco mais de paz.

Vesti-me e logo foi falar com o médico, avisando que estava pronta para ir. Marie parecia um pouco mais confortável agora com o homem o que era uma boa noticia. Ao sair da clinica, ele carregava uma mochila grande, isso me fez lembrar da que eu tinha comprado com meus itens todos organizados dentro dela. Peguei-a e sai atrás dele. Ele nos guiou pela rua em uma caminhada que durou aproximadamente quarenta minutos. Não achei muito, mas também não era pouco tempo para se caminhar.

Chegamos a um beco sem saída, com uma bar abandonado em seu final. Possuía um letreiro escrito victor... alguma coisa assim. E uma mulher de preto mal encarada nos encarava. Fiquei alerta, meus pelos se eriçavam, talvez precisasse agir agora, mas logo a mulher mudou sua expressão para um sorriso e começou a conversar com o médico.

Dei uma leve relaxada, afinal isso mostrava que ao menos se conheciam, mas me mantinha alerta, afinal não sabia onde estava. Edith nos apresentou a mulher e ela falou para termos cuidado e nos desejou boa sorte. Falou algo sobre um peixo que não entendi e nem me importava com isso, ao menos por agora.

Usei minha visão para analisar o local que parecia com um bar. Como deveria imaginar devido a parte externa. Algumas pessoas pude visualizar e aos poucos fui passando uma a uma sendo apresentada. Começamos pelo Bar tender Paul, apenas assenti com a cabeça depois de sua apresentação. Depois veio A ruiva, Victória. Vi um urso em um canto. Ele era um Mink e isso com certeza deixaria a situação mais confortável, ainda mais para Marie, seu nome era Andre.

E por fim, uma criatura exótica era o tal peixe que a mulher da porta nós havia informado. Ele era Rodolfo, um tubarão? Um tubarão com patas? Achei curioso e interessante. Nunca havia visto tal criatura e meu desejo por conhecimentos tanto médicos quando culinários me deixavam muito curiosa.

Victória, a líder ali, para terminar começava a tratar dos negócios ali comigo. Sabia que essa hora iria chegar e não me surpreendi com ela ser direta apôs apresentar todos a mim.

Olharia para Marie. Bom eu não tinha nada a esconder e iria contar a minha parte da história sem problemas algum. Só tomaria cuidado para não revelar muitos detalhes, afinal de contas, mal os conhecia e bem... Isso em minha mente seria mais seguro. Comecei a relatar as coisas, como de fato eram e fui bem sincera, as vezes valia a pena tentar mentir, esse não era um desses casos.

- Certo... Deixe-me falar – caminharia a frente e sentaria sobre o bar, ficando confortável – Me chamo Niyah. E tenho apenas dois motivos pelos quais quero entrar aos revolucionários. Sendo o primeiro que eu odeio marinheiros devido ao meu pai e o segundo para evitar que pessoas escravizem minks e pessoas inocentes, como fizeram com Marie. A principio pensei a ser uma pirata, mas a unica que conheci, por mais que possuísse muita grana, era suja. E sei que muitos piratas se aliam a marinha. Isso me deixou um pouco frustrada. Por isso ao lembrar da existência de vocês, pensei: “Porque não os revolucionários, talvez assim possa saciar meu ódio e ajudar de alguma forma...” – Olhei para Marie e fiz uma pausa, para ver se a Mink raposa tentaria se explicar. Caso ela o fizesse, esperaria que ela teminasse de falar, para continuar minha história, mas se não completaria logo minha fala e explicação – Bom eu venho de Conomi, fui criada por lá. Adoro laranjas. Conheci Marie enquanto fugia de uma caçadora, depois de ter matado seu marido com a ajuda de uma das filhas dela. Salvei Marie de uma Pirata, que acabou morta, mas graças a ela e não a mim. Fomos Perseguidas até a pouco tempo por caçadores contratados pela mulher do Ex-marinheiro. Só queremos agora, sair dos Blues ir para onde esse passado não precise nos seguir. Além de podermos começar coisas novas, conhecer coisas novas e aprender muito – Faria uma pausa – Recentemente seu amigo -  Apontaria para Edith -  Já me ajudou e me salvou. Mas acredito que ainda tenho muito que posso aprender, ainda mais indo para a tão falada Grand Line.

Feito isso, esperaria as reações deles. Queria saber o que eles falariam e fariam comigo, para enfim podermos seguir para a Grande Line. Tinha que ir para lá depressa, talvez o palhaço ainda estivesse vivo, o que eu duvidava, mas nunca se sabe.

Se ela seguissem com a ideia de nos querer por ali e fazer com que nós ingressássemos nos revolucionários, ouviria atentamente as solicitações para o teste que queriam que eu fizesse, mas se não reagissem bem e não mais me quisessem por ali, darai de ombros, levantaria do balcão e por mais frustrada que estivesse, tentaria não sentir isso e manter as feições boas, para sair dali.

Caso me aceitassem e deixassem com que eu fizesse o teste, ouvir iria as instruções atentamente e depois começaria a conversar um pouco com aqueles que me acompanhariam. Começando por Victória.

- Então, porque vocês querem ir a Grand Line? Ordens da revolução? O que busca por la.


Se a líder não me respondesse, daria de ombros e reveraria os olhos e seguiria para o Bar tender. Se ela respondesse, ouviria sua resposta, assentiria e iria para o Bar tender ver se ele conversaria comigo também Era hora de coletar algumas informações.

- Qual sua especialidade na cozinha? Sou uma cozinheira também e bem... Talvez possamos trocar algumas receitas.


Tentaria agir com ele de forma seduzente, por mais que eu soubesse que provavelmente não funcionasse, já que eu não tinha essa habilidade e muito menos sabia ao certo como fazer aquilo. Mas quem sabe por um golpe de sorte.

Assim que ele me respondesse ou não, seguiria para o urso. Puxaria Marie para vir comigo.

- Oi! Somos minks também! De onde você vem?

Aguardaria a resposta e deixaria marie ali para socializar mais com ele, claro, se ela quizesse, mas imaginava que a mink se sentiria mais confortavel com ele do que com os humanos. Por fim iria ao Peixe. Abaixaria e passaria a minha mão boa em sua cabeça.

- Certo... Você é um Tubarão com patas? Como respira fora da água? De onde você vem?

Tentaria usar minha habilidade de falar com animais para tirar informações da própria criatura, mas caso ele não fosse capaz, viraria para Edith e perguntaria a mesma coisa, só de forma diferente.

- Médico! Este é um tubarão com patas? Como respira? De onde vem?

Caso ninguém me respondesse, me manteria firme e forte ali, e me dirigiria para Victoria, caso ela tivesse me aceito, para poder aceitar e dar inicio ao teste.

- Certo... Vamos começar esse teste.

Se por algum motivo, tentassem me atacar. Tentaria desviar, jogando meu corpo para traz se o golpe viesse de cima ou jogando para o lado direito ou saltaria com um mortal se viesse de baixo ou de baixo para cima. Logo pegaria minha adaga e me colocaria em posição de batalha. Para poder enfrentar quem quer que fosse. Se todos viessem para cima de uma vez, olharia para a porta e usando de minha visão aguçada, pensaria como poderia arrumar uma forma de fugir dali. Procurando por aberturas e pontos cegos para pode usar deles e fugir do local. O mais rápido que eu pudesse.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptyQua 02 Jan 2019, 19:04


~It's Revolution, Baby~

A garota ia prestando atenção a todos que se apresentavam, assim como aparentemente via o que lhe era direcionado, cada um com suas particularidades. No fim então finalmente vinha o questionamento, porque ela queria entrar na revolução, a garota começava a responder pouco a pouco, contando sua história, ao menos um resumo do que tinha acontecido. Ela parava um pouco para a mink falar. Ela tentava se expressar na língua dos humanos de forma um pouco confusa, mas as aulas dela com o médico ajudavam. - Eu… é… queria me juntar a eles por que… Fizeram muito mal a mim… Os humanos me escravizaram e me usaram de todas as formas possíveis, machucar o físico e psi.. psico.. é… psico… é, psicológico, acho que se fala assim né?- falava olhando o médico que confirmava com um movimento de cabeça. - Além disso eu quero ficar mais forte, e ajudar pessoas, para que ninguém sofra como eu… - Falava ela, e após isso Niyah retornava a falar as coisas que tinha a dizer, todos os seus motivos, não demorava muito para que vissem uma lágrima escorrer do rosto de Victoria, que abraçava as duas naquela hora.

A mulher aparentemente tinha se compadecido da história dela, não só isso, ela parecia ter passado pelo mesmo. Todos tinham um olhar de aprovação, e rapidamente a mulher comentava. - É isso mesmo, vocês estão aptas para fazer o teste, vou organizar a sala, logo mais chamo vocês.- A felina aproveitava aquele momento no entanto para antes da moça sair lhe fazer uma pergunta o que eles queriam fazer na grand line, a mulher no entanto tinha apenas uma resposta. - Eu? Bem, acredito que a verdadeira luta está lá, o governo mundial age contra tudo que acredito lá, eles escravizam, condenam pessoas a sofrer mais e mais, eles são uma elite de filhos da puta, estou indo lá pra quebrar eles, e atrapalhar o máximo que puder todos os planos.- falava ela piscando o olho e se movendo até a porta lateral, abrindo ela e descendo o que parecia ser uma escada. Já nisso a felina se aproximava de modo seduzente do bartender, ou ao menos tentava.

Ela não era lá uma mestre em sedução mas ao menos sabia algumas coisas, o tom de voz, ou seu posicionamento, era pouco mas era o suficiente para atrair ele ao menos um pouco. No entanto o homem não demonstrava isso muito bem, ele apenas sorria levemente, enquanto ouvia o que a mink tinha para dizer. O homem então começava a falar um pouco de si mesmo. - Eu sou bom com comidas picantes, especialista em pratos que usam pimenta, gosto de fazer cury, chilli, e alguns desses, tenho criações próprias, e também comecei a aprender mais e mais na arte do sushi, e culinária especializada, bolinhos de arroz, temaki, e diversos pratos, além disso eu cozinhei muitas coisas, ou melhor tive contato com culturas distintas pelos Blues, e acho que entre eles só eu e o urso estivemos na Grand Line há muito tempo atrás. Porém, estou sempre disposto a cozinhar com alguém e aprender mais, se quiser no futuro, posso fazer testes de pratos, e explicar coisas, e claro, pegar informações com você também. - Falava ele um tanto tranquilo, ele parecia ser um homem calmo, ao menos quando as pessoas tratavam ele bem. Terminando o papo ali com ele o próximo alvo era o grande ursidae, que estava ali apenas na dele.

Ela então falava com o mink levando a jovem para o lugar, ambas estavam de frente ao grandalhão, e o sorriso de Marie podia ser visto, pois ali parecia bem mais confortável com os da sua espécie, não só isso aquela grande desconfiança que sentia o tempo todo, parecia diminuir quase completamente. Ela acenava com a mão para o urso, que antes estava sisudo, mas com aquela simpatia, tinha um sorriso arrancado de si. Ele então ia falando o que elas tinham perguntado. - Eu venho de muito longe, uma ilha desconhecida, eu venho da terra de gelo e neve, onde o frio predomina, e o sol muitas vezes está alto mesmo a meia noite, tempos é uma noite eterna, e outros, dias eternos. É longe, mas infelizmente não existe mais. O governo invadiu nossa ilha, eles queriam uma coisa lá, acredito que um metal precioso, ou algo desse tipo, ela foi devastada, então sobrevive e cheguei até aqui.- Ele completava sua história, e Marie de fato ficava mais um tempo com ele ali perto, ela então chegava para o cachorro/peixe e falava com ele, na tentativa de ter informação, e a criatura bem, ela latia - Aw auu au aww auw au au (Eu sou fabuloso)- Era a resposta do peixe, que não dizia nada muito conciso sobre as perguntas, exceto que ele era um rapper? Sim isso mesmo. - Aw aawe au au ai aww (Eu sou um rapper bem experiente.)- Era a fala do animal, que poderia estar apenas repetindo algo que ouviu, ou quem sabe…

De toda forma ela questionava a todo mundo sobre o bicho, e todos davam de ombros, sem saber muito bem o que ele era. Naquele momento Victoria voltava e começava a chamar elas com as mãos para o local do teste. Levava elas para o que parecia provavelmente ser a muito tempo atrás uma arena de lutas clandestinas. Ela mostrava pra ela o lugar que tinha um alvo de madeira no centro da sala, e explicava para a garota. - Bem a coisa é a seguinte eu vou ficar nessa parte de cima, e vou usar um arco e flecha aqui, você começa lá do final, seu objetivo é atacar o alvo, precisa atacar ao menos 3 vezes o alvo, sem tomar um tiro, sempre que realizar um ataque volta para o ponto de início certo, e depois corre até o alvo novamente e o ataca com toda a força.- Falava ela explicando o teste para a moça. E mostrando que as flechas não eram de fato pontiagudas, eram todas de ponta macia coberta por um pano. Porém iria doer bastante se fossem acertados de todo modo. - O que acontece se você for acertada? Bem caso eu te acerte recomeçamos, você tem 3 chances de tentar fazer isso dar certo tudo bem? Esse teste é para ver sua agilidade e claro, resistência, o golpes no alvo devem ser fortes pois é com eles que analisarei sua força. Passando disso está dentro.- Completava ela subindo para a parte de cima que era toda gradeada, o lugar era rodeado por toda uma zona alta, que era como se fosse onde as pessoas assistiam, e o centro bem fundo era enorme, a mulher podia se mover por todo o lugar para atirar, mas elas não só fazia isso, ela agora ficava na localização por trás do alvo, claro que numa altura bem considerável.



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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptyQui 03 Jan 2019, 12:26


Ficava feliz ao ver o progresso de Marie. Mais e mais a gata parecia saber falar como humanos e mais é mais se socializar com alguns deles.

Havia conseguido as informações que queria, além de conhecer um pouco mais de cada uma das pessoas com as quais eu estaria a viajar. O cozinheiro parecia alguém que muito poderia me ensinar sobre culinária e tanto ele quanto o urso, pareciam saber bastante da Grand Line.

Não demorou para que a líder voltasse e me guiasse para o local onde seria realizado o teste. Desci algumas escadas e o local era aberto e maior do que aparentava na superfície. Ao redor do local, havia o local alto onde Victória disse que ficaria para poder atirar contra mim enquanto me apróximava do alvo que deveria atacar.

A princípio suspirei um pouco frustrada, achando que Seri A dali mais ferida, mas depois ela me mostrou as flechas, que apenas deixariam hematomas e não feridas profundas, isso me deixou aliviado. Coloquei-me em posição e peguei minha adaga com a mão predominante, por fim me colocando em posição de batalha.

Daria um sinal para a mulher para que ela soubesse que eu estava pronta e que poderíamos começar. Caso não precisasse dar nenhum sinal, esperaria por algum sinal vindo dela para darmos início. Se por qualquer que fosse o motivo ela não tivesse percebido que poderia iniciar ou se eu não tivesse percebido, diria:

- HEY! Podemos começar já! Estou pronta.

E começaria o desafio.

Esperaria para ver a primeira flecha sair da mão de Victoria. Tinha desvantagem a longa distância, mas sabia que ao menos isso era um bom treino para mim. Assim que ela atirasse a primeira flecha, usaria minha visão e audição aguçadas a meu favor. A visão para ter certeza do momento de tiro do projétil e a audição para identificar a próximidade da flecha pelo barulho do ar sendo cortado. E com isso desviar iria do projétil, jogando meu corpo para o lado oposto ao atirado, mas de forma leve, para que não perdesse a estabilidade em casa de ela atirar outra logo em seguida. Seguiria em frente usando da mesma tática. Correria e ao sentir a próximidade da flecha desviar iria jogando meu corpo para o lado oposto sem perder a estabilidade.

Caso ela não atacasse primeiro e sim esperasse eu me mover eu o faria. Correndo em Zig Zag de forma rápida para me apróximar do alvo. Também usando da minha audição principalmente para identificar o som do projétil cortando o ar e se necessário desviar iria jogando meu corpo para o lado oposto a aquele que sentisse a flecha vir.

Quando estivesse próximo do alvo, arriscaria uma estocada profunda visando o centro do alvo. E o retirar iria assim que o ponto fosse computado. Se não conseguisse estocar ou muito menos chegar perto o suficiente para tal movimento, tentaria um corte, mesmo que não fosse no centro do alvo. Um corte Horizontal da direita para a esquerda colocando pressão para que o mesmo ficasse visível.

Se fosse atingido, voltaria para o início e novamente tentaria prosseguir em Zig zag e usando de minha audição para auxiliar no desvio. Tentando cortar ou estocar no final do trajeto.

Outra tentativa de aproximação que usaria seria rolando sobre meu braço bom e ainda com meus ouvidos faria o máximo para ouvir as flechas e evitar elas rolando para o a lateral e me aproximando rápidamente sobre meus pés e mãos como um gato de fato faria. Quando estivesse próximo do alvo, atacaria com uma estocada na lateral do alvo da esquerda para a direita ou o contrário ou de baixo para cima.


Minha terceira alternativa de apróximação seria tentando correr em linha reta e só evitar as flechas mudando a direção para a qual eu correria. Diminuindo e aumentando minha velocidade para evitar ser pega pelas flechas. Se chegasse perto o suficiente atacaria com uma estocada central, no meio do alvo ou se a distância fosse curta, tentaria arremessar ela para atingir o centro do equipamento.

Caso uma de minhas tentativas não desse com uma das estratégias, tentaria alternar com outra das planejadas de forma a tentar acertar os alvos e dificultar a repetição direta de mesmas estratégias para tanto cansar quanto dificultar o raciocínio da garota em memorizar a mesma sequência de movimentos que faria.

Sei que ao fim de tudo isso eu estaria muito cansada. Afinal de contas, não era muito resistente e precisaria treinar um pouco isso, para aguentar momentos como esse.

Caso não conseguisse de forma alguma acertar se quer uma vez. Pararia e analisaria a forma que a líder daquele grupo fazia as coisas. Assim eu poderia tentar contra atacar a estratégia dela de alguma forma que ainda precisaria ver para poder pensar e concluir.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptySex 04 Jan 2019, 09:35


~Recruit~

As duas mulheres se posicionavam para o começo do teste, Fonseca dava o sinal para avisar que estava pronta, e antes mesmo que as coisas pudessem esfriar era possível ver a flecha em vôo rápido que passava quase acertando ela, mesmo que a esquiva já estivesse planejada, o tiro era rápido, sua movimentação para o lado havia sido em cima da hora, e poucos segundos a mais na demora para reagir, teriam culminado em um acerto. Usando de sua visão e audição a jovem felina corria em direção ao alvo, sempre que a flecha vinha ela rapidamente esquivava partindo para um dos lados que parecesse o mais viável já que as flechas vieram de maneira retilínea. A Mulher no entanto vendo ela se aproximar do alvo pegava algo especial ali da aljava, era uma flecha com a ponta de uma luva de boxe.

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No momento que a garota avançava dando a estocada no alvo e cravava sua adaga ela apenas sentia aquela coisa atingindo o seu rosto, era uma pancada forte como se fosse realmente espancada por um boxeador. O golpe leva a garota ao chão a fazendo ter de começar do início. Voltando para o ponto de partida, era hora de seguir com a próxima estratégia. Ela partia para o alvo seguindo em Zigue-Zag onde aparentemente agora tornaria um pouco mais difícil de ser atingida, a velocidade de partida era boa e as flechas vinham aos montes, porém sempre que alguma se aproximava, ela aproveitava perfeitamente a ocasião para se esquivar para um dos lados. Finalmente perto do alvo o momento chegava, ela acertava o alvo sem tomar danos, era um corte firme na madeira que mostrava um grande talho.

A mulher acima parava as flechas esperando ela voltar ao ponto inicial, e assim Niyah fazia, ela voltava para trás e avançava, dessa vez ia girando pelo chão, como uma forma distinta de fazer aproximação, ela avançava giro após giro e quando chegava perto via a novamente a oportunidade e estocava com toda a força no meio do alvo, ambas as estratégias tinham funcionado, e novamente era hora de tentar a terceira. Ela corria com tudo em linha reta esquivando flecha a flecha que vinha em sua direção, no entanto agora tinha uma enorme saraivada… Sim, a arqueira tinha pego 3 flechas e atirado elas espalhadas, assim que via isso a jovem Felina esquiva da central por muito pouco a flecha quase acertava suas costelas. Mas saltava em cima da que vinha pela esquerda levando a pancada no braço.

Dessa vez tinha sido melhor que a primeira, tinha conseguido dois acertos, agora lhe restava a última tentativa, ela partia em zig-zag o mais rápido que conseguia indo de um lado para o outro e esquivando flecha por flecha, a mulher arqueira começava a atirar cada vez mais rápido e parecia se divertir com isso. A felina no entanto conseguia atingir o alvo, e novamente voltar ao começo para fazer o segundo acerto. Na segunda corrida desta vez ela ia girando também, as flechas vinham caindo de cima, algumas agora eram flechas diferentes, uma delas passava ao lado do ouvido de Fonseca, após a finalização do giro, era o que se chama de flecha assobiadora, uma com barulho ensurdecedor se passar por perto do ouvido.

Aquele barulho diminuiu a percepção da felina e uma outra vinha pelo lado esquerdo porém era normal, ela quase não era capaz de esquivar, apenas movendo a cabeça do lugar no último minuto por reflexo. Ela então aplicava um retalho agora vindo da direção contrária a anterior e tinha novamente dois pontos. Ela agora ia na terceira com tudo que tinha, avançava em linha reta, esquivando de todas as flechas, eram muitas, vinham duas, três ou quatro seguidas, já próximo do lugar vinha uma grande saraivada, com 6 flechas em um linha reta que a faziam ter de girar, mas quando ela levantava uma única flecha estava de frente ao seu rosto, e um enorme clarão saia dessa, era um cegante, sim, não teria efeitos negativos posteriores, já que essa era uma versão fraca, mas por poucos segundos ela não veria nada.

Naquele momento a jovem era um alvo fácil, correndo em direção a um alvo sem muita certeza se seria acertada, a arqueira ia fazer seu serviço, não teria escapatória para a felina, mas quando passava a mão na aljava, via que tinha gastado todas as suas flechas. E assim com uma estocada finalizadora, Niyah completou o seu teste para adentrar nos revolucionários. A mulher descia de cima naquele momento com um sorrisão no rosto e tirava do bolso algo para a moça começando a falar. - Aqui está, você é agora parte da revolução junto conosco, seja bem vinda, essa é sua primeira condecoração- Ela falava entregando a condecoração Revolution, dada a todos os que são aceitos como parte do exército revolucionário, a visão da felina já estava completamente normal, apenas havia sido prejudicada nos primeiros segundos.

Depois de entregar a mulher então começava a se mover para as escadas onde voltaria para a porta, era hora de organizar a partida deles. - Muito bem, venha comigo agora vamos preparar toda a partida do barco, vamos sair hoje daqui, vou te mostrar o armazém, vamos empilhar as caixas e mantimentos no carrinho de mão e todos vão empurrar o que puderem até o barco.- Falava ela esperando que a felina viesse com ela. Tudo estava começando a se concretizar, era apenas uma questão de tempo agora.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptySeg 07 Jan 2019, 19:02


O desafio para adentrar aos revolucionários não foi nada facil. Primeira tentativa e tomei um soco de uma flexa. Imaginei que seria fraco, mas não, foi bem poderoso. Depois disso, consegui acertar duas vezes com minhas estratégias, mas algo que não esperava aconteceu. Ela atacou com mais de uma flexa de uma vez. Muita ingenuidade minha, como não pensei que ela poderia fazer isso? Havia de fato subestimado a mulher e isso nao era algo bom, afinal acabei perdendo.

Suspirei e segui o teste. Mais algumas tentativas falhas, até que mesmo cegada por uma flexa de luz e prejudicada por uma sonora, acabei por conseguir chegar ao final com um golpe de sorte. Pura sorte. Não era habilidade minha e sim, muita, mas muita sorte de as flexas terem acabado. Suspirei aliviada. As coisas estavam se complicado. E se as flexas fossem reais, vi que poderia ter me prejudicado e muito por ali.

Ao termino do teste, ela desceu e veio até mim, para me entregar minha primeira condecoração com a primeira medalha da revolução. Fiquei Feliz com aquilo. Sorri, me surpreendi com o quão feliz tinha ficado e mal esperava para contar e mostrar a Marie que me esperava la em cima. Victoria me informou que iriamos preparar as coisas para zarpar ainda hoje para a Grand Line. Assenti e a segui. E no caminho ia dizendo.

- Fico Feliz de ter conseguido passar nesse desafio. Não foi facil. Marie também o Fez? Ou vai fazer? Obrigado mesmo pelos ensinamentos, de fato pude aprender muito com o que vi hoje durante o desafio
– suspirei aliviada e feliz. Estava calma, finalmente em algum tempo. Voltei a ficar séria – Vamos nos preparar para partir.

Seguiria a mulher até o andar de cima e esperava por encontrar Marie por ali. E se a visse, correria para ela, para contar como foi o desafio e que eu havia passado e se ela tinha o feito também.

- Hey Marie! Entrei para a Revolução. Sou parte do grupo dos revolucionários, tive que desviar de flechas e essa mulher – apontei para victoria - ela de fato e boa com arco. E voce, fez um teste e passou? – Se ela dissesse sim, a abracaria feliz e esperaria a historia, mas caso contrario, apenas assentiria e ficaria seria.

Feito isso, Iria novamente me juntar a Victoria para seguir ao Armazém. Caso não encontrasse Marie, apenas seguiria para o Armazem e deixaria para falar com a Mink, assim que a visse e faria as perguntas que teria feito, caso a tivesse encontrado logo apôs sair da sala.

Seguindo a Revolucionária que era minha superior e a quem eu estaria respondendo por enquanto, por mais que não gostasse de receber ordens, eles todos ali, já haviam mostrado seu valor e mereciam meu respeito. Esperaria pelas suas instruções e faria o que ela me pedisse.

Como ela havia dito de carregar os carrinhos, para abastecer o navio, eu carregaria o máximo de peso que pudesse para abastecer os carrinhos. Colocando o máximo que coubesse em cada um, para depois poder carregar, de forma segura. Assim que estivesse cheio, esperaria pelos demais e para seguir um dos outros para o Barco. Caso Victória ou alguém do grupo me desse instruções para onde ir, ouviria atentamente e seguiria, para chegar ao barco e abastecer o mesmo com os itens necessários.

Ficaria bem atenta, para ver tudo que estaria sendo levado. Nunca se sabe o que poderia acabar por nos interessante por ali e isso era de suma importância, para alguma futura emergência.

Ajudaria com todo o carregamento em todas as etapas. Não porque eu gostaria de ajudar aquelas pessoas, mas para poder entender e aprender tudo. Observando atentamente para absorver o máximo de informações que pudesse dos itens, das pessoas, do barco que eu pudesse, apenas observando. Nunca se sabe que informações podem vir a ser uteis. Se eu as tivesse tido em meu passado... Muita coisa seria diferente, esse era um motivo para estar sempre atenta.

Assim que terminássemos de carregar todo o barco com os itens e mantimentos, procuraria estar no barco e dentro dele, achar um local para descansar. Deitar e tirar um cochilo. Se não achasse um local, me juntaria aos demais da tripulação e esperaria pelas ordens e instruções. Se eles apenas estivessem de bobeira no barco, tentaria cochilar, perto de Marie.

Caso de alguma forma, não conseguíssemos carregar o barco, por motivos de ataques de marinheiros ou do governo, que tinham nos descoberto, me prepararia para a batalha, focando nos marinheiros e em levar os mesmos para a morte. Caso não fosse forte o suficiente para carregar os carrinhos, ficaria encarregada por empurrar o mesmo até o barco e de levar as coisas menores, sempre bem atento a todos do local, para poder aprender e absorver informações de tudo e todos.

Com o carregamento feito, ficaria perto do barco ou se possível dentro dele, para que não fosse esquecida e também pudesse tentar tirar o cochilo que desejava. Se não conseguisse ou não pudesse, me encontraria com Marie e Victória para poder saber o que poderia fazer.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 9 EmptyQua 09 Jan 2019, 21:01


~Embarque~

A felina se impressionava um pouco com a felicidade que receber aquela condecoração trazia, era como se aquilo mostrasse o caminho a frente. Nesse momento,ela seguia sua superior para cima porém a perguntando sobre Marie, se ela teria feito o teste ou se o faria em algum momento, a mulher sorria de leve, ela sabia do estado da outra mink e sabia que não seria fácil pra ela no momento.- Por enquanto vamos adiar o teste dela, ela está ferida demais para isso no momento, vimos que ela tem dificuldade pra andar, ela está fazendo uma coisa mais mental com o urso.- Falava sorrindo bem melhor para ela. Sim o motivo se dava por que não é apenas ter físico, é sempre bom ter uma cabeça condizente.

Chegando lá em cima a primeira coisa que ela via era Marie que parecia bem feliz estava brincando com o carubarão? Ou tuchoro? Cachobarão? há deixa pra lá… Fonseca se aproximava dela, com animação mostrando a insígnia e contando o que tinha feito pra conseguir ela. Era realmente interessante e olhar da moça deixava claro o quanto se divertia ouvindo, ela conseguia manter uma atenção completa. - Eu? Bem, passei por algo diferente, eu fui testada sem saber que era um teste, o urso me fez umas perguntas situacionais, e como eu agiria nelas, e bem, ele considerou que eu fui bem, uma deles era qual a prioridade em um ataque ao barco, onde o inimigo claramente possui alguma chance de sair, eu lembrei que quando lutavamos, você me mandou proteger o piloto, e respondi isso… Por que se o piloto morrer, todos morrem.- Era algo que ela tinha absorvido no tempo que esteve com Niyah no barco, um pouco de estratégia e conhecimento de combates.

Porém não dava muito tempo até todos caminharem pegando as carroças, a jovem Fonseca se preparava colocando o máximo de carga que o carrinho podia. Ela enchia os que conseguia, sendo auxiliada pelo médico, o urso e o Barman. Victoria abria a porta dos fundos enquanto vistoriava tudo. Eles então começavam todos a empurrar os carrinhos fazendo a viagem pelas vielas até as docas clandestinas usadas por eles para aportar os barcos revolucionários. Essas ficavam na zona mais estranha do porto, onde tinham coisas que mais pareciam cavernas na costa. Dava trabalho mas eles descarregaram tudo no barco e voltavam por mais uma viagem, a jovem ajudava sempre, indo durante todas as 8 idas e voltas com os carrinhos pelas vielas escuras. Ela podia saber tudo que estava sendo levado, tinha comida a beça para diversos dias, 4 a 5 aljavas de flechas especiais da superior.

Itens diversos do cientista/médico, que eram agulha, bisturi, frascos para produção de remédios, tubos de ensaio, cápsulas etc. Sacas pequenas de sementes das plantas que ele criava na estufa. Carregavam também, as especiarias, diversos tipos de pimenta, e utensílios de cozinha do homem. Suprimentos variados para comer, e as armas deles claro, não muitas, mas duas do estilo de combate de cada membro, tinha um martelo e um machado, dois arcos, duas espadas, uma luva de combate e uma manopla, e duas foices. Ao menos eram as que ela tinha visto, poderiam ter mais em algum momento que tivesse ficado oculta ou em um carrinho a parte. Já o barco, era um Brigue simples, ele não chamava muita atenção, usava uma bandeira branca comum, provavelmente pra não chamar atenção no porto. Mesmo escondido poderia ser visualizado dependendo de quem procurasse.

Ele tinha diversos quartos na zona de cabines, oito pra ser mais exata, e além dos diversos quartos, havia ali o que parecia ser a cabine do capitão logo ao fim do corredor. Já o lugar onde guardavam esses mantimentos era em uma escada na popa do barco, que levava até uma zona interna que parecia um armazém, tinha alguns armários por lá, e tudo ia sendo organizado onde dava, os sacos maiores no chão, os menores entupiam os armários, as armas no entanto, iam para a cabine do capitão, tinha um baú lá onde tudo ficava colocado. Claro que não era literalmente o capitão que ficaria ali mas o navegador, já que em tal lugar era onde se encontrava o timão. Um barco realmente interessante quando pensava nisso, e na forma que parecia ter sido bem desenvolvido para o grupo, apenas com um quarto extra, que deveria ser dividido por Marie e Niyah.

Após finalmente ter tudo concluído era a hora de adentrar, afinal, ela não podia ser deixada pra trás, e Marie acompanhava ela, que ficava pronta para a partida. Não demorava muito até o bartender que também era o navegador começasse a avisar da partida ele falava. - As velas estão em posição, puxem a âncora e partiremos em seguida.- E assim o urso, junto do médico começavam a puxar a grande e pesada estrutura que logo estava fora. Todos que ela viu lá e mais uma pessoa diferente estava ali. Era uma garotinha, que parecia ter entre 14 e 15 anos, ela estava na proa perto do bartender. E finalmente vinha a informação.

Victoria trazia consigo duas chaves, e entregava uma delas a Fonseca explicando o que ia acontecer. - Bem, venho pra explicar que vocês duas vão dividir o quarto no barco tudo bem? Acredito que não seja um problema pra vocês, digamos que um dos quartos está inabitável por está cheio com coisas, os outros são ocupados por homens e eu durmo geralmente na cabine. Mas seja como for aqui está a chave.- Falava ela entregando pra Niyah, no momento o barco dava um leve solavanco finalmente deixando a costa, e começando a navegar em direção a Reverse Mountain. Logo as coisas iam esquentar.


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