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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zodíacos: A Criação

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptyTer 05 Dez 2017, 02:24




- Certo... Vocês dois, lembram-se desse homem atrás de vocês?

- Não...

- Bom, eu lembro que tinha alguem sentado lá, mas...

- Era eu!!

- Bem... acho melhor focarmos em ir para lougue, afinal não queremos acabar no Calm Belt sendo engolidos por um rei do mar, como um cabeça de triangulo foi esses dias em conomi, ouviram falar...

Uma onda de alívio passou por Clovis the Clown quando ouviu a mulher falando que era melhor chegar em logue primeiro. Estava prestes a concordar quando a ouviu prosseguir. Ouvir sobre o cabeça de triangulo pela boca daquela imunda fez seu sangue circular mais forte, e até mesmo sua única ferida começou a latejar um pouco.

O cabeça era um homão da porra e o parceiro perfeito. Em suas caçadas as habilidades um do outro sempre se complementaram e nunca haviam sido derrotados. Mas por causa de uma briguinha boba ele havia aceitado um trabalho sozinho, e quando o palhaço foi atrás, era tarde demais.

Seu olhar de ódio em direção a Marie e Niyah rapidamente sumiu antes que alguem pudesse notar algo. Sabia que tinha perdido esse round. Se descobrissem sua identidade todos ali iriam querer trucida-lo, e mesmo que escapasse vivo teria que mudar de identidade para não se tornar um foragido da marinha, um pirata... blergh.

Virando-se rapidamente, Niyah nada conseguiu perceber além do fato que alguns pareciam espantados com a ideia de encontrarem um rei dos mares. Já haviam experenciado mais que o suficiente naquela viajem.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptyQua 19 Dez 2018, 07:57


Infelizmente minha técnica para tentar desvendar quem poderia ser o vilão não deu muito certo. Não consegui notar em ninguém a expressão que esperava, mesmo com minha visão e audição aguçadas.

Comecei a pensar… a única outra forma de solucionar isso seria… E uma ideia é memória me veio a cabeça. O pé ferido do palhaço. O machucado era muito recente e não estaria 100% ainda, para mim isso seria maravilhoso, bastaria eu tentar pisar nos pés dos suspeitos e observar atentamente a forma como andavam e por mais dificil que fosse, ouvir a pisada deles. O segundo era meio impossível até para minha audição avantajada.

- Bom, parece que não consigo achar o inimigo… Vamos nos preocupar em chegar a Louguetown, não devemos estar longe, Certo navegador?

Usaria de minhas palavras para passar a ideia de desistência, por mais mentiroso que aquilo fosse. Jogaria a bola para o ruivo responder minha pergunta, mas não ligaria se ele me ignorasse  ou não ouvisse.

Seguiria com meu plano. Me aproximaria de todos os suspeitos, o coelho, o loiro e os três rapazes. Iria fingir que apenas colocaria a mão em seu ombro ou checaria por feridas para poder tentar aplicar os primeiros socorros. Mas meu plano Real era esbarrar no pé deles e dessa forma notar sua reação. Esbarraria de leve, para que não causasse nenhum dano a quem estivesse bem, mas para quem tivera uma bala atravessada no pé, qualquer esbarrão seria prejudicial.

Aproveitaria-me da proximidade para que meus olhos não perdessem sequer uma reação. Mas me manteria alerta para possíveis ataques surpresa e precisar jogar meu corpo para trás em um salto.

Se achasse o palhaço entre os inimigos, de forma sutil, retiraria minha adaga de seu punhal preso ao meu shorts e a colocaria o mais rápido possível no pescoço de meu adversário. E em alto e bom tom diria:

- Revele-se seu farsante. O que fez com o capitão? Porque matou todos?

Caso ele tentasse se mover, forçaria a Adaga mais em seu pescoço. Caso não conseguisse colocar a Adaga no pescoço por qualquer que fosse o motivo, a visionária acima do quadril dele apontada para dentro de sua pele, ao mesmo tempo que segurava forte seus braços

Caso não conseguisse identificar o alvo, me manteria atenta o resto da viagem e deixaria que os marinheiros lidassem com isso. Por mais que eu os odiasse, não poderia perder mais tempo e chegando em Louguetown teria que sumir pela cidade o mais rápido possível.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptyQui 20 Dez 2018, 07:27

~Conclusão~

Naquele momento a felina estava com a ideia na cabeça, ela poderia talvez chutar de leve o pé deles para que fosse algo revelador, talvez a for para aquele que tivesse tomado o tiro não fosse suportável. A ideia era boa e para isso ela tomava a decisão de fingir que estava de certo desistindo, apenas falando com o navegador, perguntando se estava próximo da chegada e falando que deveriam focar nisso. O homem apenas respondia ao questionamento com naturalidade. - Sim, a ilha está a vista, logo estaremos no porto.- As pessoas ainda mantinham o clima de tensão no ar.

Não importava o que se pensasse definir ele apenas pelo olhar era impossível, todos estavam com um modo suspeito de agir. Os álibis não eram dos melhore, afinal dois estavam com os mortos e um eles “acham que viram”, a conclusão estava chegando. Fonseca partia ali fazendo a checagem nos suspeitos como se buscasse feridas e dava o leve topão no pé do coelho que parecia não se incomodar. Aparentemente ele estava salvo no primeiro teste, o segundo era o homem que estava com um dos mortos, e após a pancada ele não reagia.

Agora era a vez do homem que estava com o Piloto, ele estava calmo ali, porém apenas até o choque dos pés, no momento em que isso acontecia, ele tentava disfarçar a dor, mas uma pequena careta o entregava. Havia sido difícil mas finalmente Niyah tinha descoberto Clovis, The Clown, vendo tal ela rapidamente pegava a faca partindo com ela para o pescoço do indivíduo que se jogava para trás automaticamente e ia para o chão, ele girava para trás se afastando da garota. As pessoas estavam confusas ali, sem entender exatamente o que estava acontecendo já que ela não tinha revelado a ninguém o que estava fazendo acontecendo.

Após o giro o palhaço puxava da bota uma pistola carregada e atirava. Sua mira não era em Fonseca mas sim em uma das cordas que sustentam o mastro. O tiro acertava rompendo a corda, porém não era o suficiente para derrubar visto que tinham mais segurando ali. Era algo como um tiro de aviso, mas o pé machucado claramente reduzia sua movimentação, ele olhava para trás como se pensasse em se jogar no mar por alguns instantes mas aquilo também poderia ser suicídio. - Para trás, ou atiro em um deles.- Falava o palhaço que apesar do tom de voz moderado tinha um olhar próximo de desesperado. Não era bem medo de Niyah, mas ele sabia que se as pessoas ali reagissem ele estava perdido. Era um misto de desespero, raiva e frustração, a situação, bem… Desesperadora, Raiva por estar fronte a mulher que havia matado Cabeça de Triângulo e não poder fazer nada… E a frustração de ter chegado tão longe e ser apanhado.

A luta estava para começar, e as chances estava do lado da Felina, as pessoas começavam a se mover também e deviam começar logo a agir igualmente a própria mink, o rumo só ela poderia ditar de acordo com suas ações. Enquanto isso o barco agora estava de cara com a prometida ilha, o tempo estava finalmente a favor de todos ali, assim é quando a roda da sorte gira, você vai ser o felizardo ou fazer o jogo de azar?


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptyQui 20 Dez 2018, 11:56


E o inimigo aparecia. O palhaço era descoberto, com minha tática dando certo. Um pisão no pé e agora estava enfrentando meu inimigo, que além de ilusionista, palhaço e caçador de recompensas; era um atirador. O que me deixava na desvantagem, já que precisaria me apróximar dele para poder agir e corria sérios riscos de levar um tiro.

Tinha que pensar. Como deveria eu agir contra aquele adversário. Ele me irritava. Porque vei atrás de mim primeiro por causa de um marinheiro asqueroso e depois por vingança de seu amigo, que morreu por erro próprio ao tentar me atacar para dentro da boca de uma criatura marinha. Suspirei tentando um pouco de sarcasmo e deboche, mas não era muito boa nisso, então poderia ser simplesmente um suspiro qualquer.

- Você me seguiu e matou civis inocentes para vingar um amigo que aceitou a missão da esposa de um ex-marinheiro nojento? Esse governo e esses marinheiros… sempre são e serão a escória desse mundo. Arrogantes que se acham melhor que outros.

Minha fala em tom normal direcionada ao inimigo era apenas um desabafo de indignação. Além de me permitir ganhar alguns segundos para a frase que diria logo em seguida, em linguagem animal, mas alto o suficiente para que apenas Marie e o coelho entendessem, já que eram os únicos minks ali presentes.

- Marie, peça para roux proteger o navegador. Precisamos garantir nossa chegada a Louguetown. E peça ajuda as pessoas que estiverem perto de ti. Todos devem estar incomodados no mínimo com esse homem que causou esse distúrbio todo na viagem.

Ao dizer isso, esperava que ela agisse. Mesmo debilitada, aquilo era algo que poderia ser feito. E que poucos ali entenderiam. O que era ótimo pois a princípio o palhaço não seria capaz de entender o plano.

Mas teria que agir. Não poderia ficar parada. Notei que o adversário estava um pouco mais nervoso e percebi graças a minha visão avantajada que ele estava nervoso e com medo. Tinha os números ao meu favor.

Começaria a agir. Pegaria um dos meus sais que estavam guardados dentro de meu shorts e o arremessaria no inimigo com meu braço esquerdo. Era algo arriscado, pois sabia que não era muito boa nisso, mas mesmo com chance de falhar em acertar serviria como distração para que eu pudesse correr em sua direção em Zig Zag e com minha adaga tentaria golpear o palhaço com um corte em seu estômago da direita para a esquerda, em sequência tentaria voltar a faca do corte e estocar na lateral esquerda do inimigo, mais exatamebte no quadril ou coxa direita dele. Depois tentaria retirar a mesma para poder tentar atravessar a faca pelo pé já machucado dele, prejudicando ainda mais sua locomoção.

Caso não conseguisse realizar o primeiro corte como planejado, tentaria apenas estocar a faca no pé. Se o primeiro desse certo, mas não fosse possível realizar o segundo, agaixaria  e rolaria para a direita.

Caso ele atirasse em mim enquanto eu corria, tentaria me esquivar, jogando o corpo para o lado direito ou esquerdo e rolando no chão, a direção iria depender de por onde eu percebesse que viria o tiro.

Mesmo se fosse acertada pelo tiro, tentaria fazer continuar indo em direção ao inimigo para ao menos atacar com a Adaga em sua coxa direita ou esquerda. A que estivesse mais fácil, para dificultar a locomoção.

Esperava que outros viessem me ajudar, ao menos a desarmar ele. Ainda mais que sentia minha sede para saciar meu vício começando a aparecer.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptySex 21 Dez 2018, 10:41

~Combate em alto risco~

Aquele momento fazia com que a Niyah tivesse sua indignação exposta por meio de palavras, dando um leve e irônico suspiro ela expunha o que pensava sobre o tal palhaço, assim como sobre os motivos que ele tinha para ir até ela. As palavras só deixavam ele ainda mais irritado pois independente do que ela dissesse era como uma afronta a sua moral. -Para trás, você é simplesmente idiota, não sabe o que está dizendo, ele era um homem honrado, um grande amigo. Ter raiva daqueles que querem proteger os outros não te torna melhor que ninguém!!! Aliás isso te torna igual ao que você odeia não acha??- Se pronunciava sem em nenhum momento tirar a mira da arma de fronte a garota, que estava ainda se preparando.

Fonseca então falava em uma língua diferente, usando a linguagem dos animais para que apenas sua amiga Marie tomar uma devida atitude, que era um plano sensato de proteger o homem em questão… Sim aquele que dirige o barco pois a vida deles depende disso. A garota acenava com a cabeça e mesmo debilitada levantava começando a falar em tom baixo com Roux que partia para a defesa do homem naquele momento. Sem entender nada Clovis se preparava para o embate, afinal que língua era aquela? Ele pensava em diversas possibilidades mas no fim, apenas precisava continuar o que estava fazendo, ele tinha noção de suas vantagens em relação a distância.

Sabendo do que se tratava a jovem então pegava sais que estavam no seu bolso e atirou em direção ao palhaço, tal coisa ia errar, mas servia como uma distração visto que ele assustado atirava em direção a coisa acertando a arma que caia um pouco mais para trás, o Sai ficava perto da lateral do barco. Avançando em zigue zague a mink se aproximava dele que atirava tentando a pegar, porém ainda se posicionando após o ataque inicial que tinha tirado sua atenção ele errava os 3 tiros que disparava em Fonseca, visto que ela se movia de forma a dificultar a precisão dele. Já perto dele o primeiro golpe com a faca era um corte na altura do estômago, ele conseguia esquivar apenas parcialmente do ataque tomando ainda um corte naquela altura só não muito fundo.

Ele atirava novamente assim que o corte era encerrado mais falhava perante a esquiva rápida da garota que evitava mais uma vez receber um tiro. Ela então rapidamente aproveitando o momento golpeava com uma estocada na coxa, o golpe era forte e furava profundamente, no entanto sentindo a dor em uma reação rápida o Palhaço atirava contra o ombro de Fonseca a queima roupa. Dessa vez não dando tempo de esquivar a felina sentia a dor da bala que tinha claramente danificado muito e além disso se mantinha alojada ainda em seu ombro. Mesmo machucada ela não parava e rapidamente aproveitando da posição mais abaixo atacava o pé do palhaço, que dessa vez evitava o golpe usando a outra perna para se movimentar ainda mais para trás.

As pessoas que estavam ali começavam a se mover, elas tinham compreendido o que estava acontecendo finalmente, e passavam a procurar brechas para avançar, a situação do palhaço estava claramente piorando mas por enquanto nenhuma das pessoas tinha de fato se aproximado muito, pareciam esperar uma brecha para agir. Clovis não tinha muito a fazer se não tentar lidar o mais rápido que pudesse com a situação, agora ele tinha dúvidas se valia a pena continuar a tentar matar a felina a todo custo, mas que decisões ele iria tomar era um mistério.

O tempo no céu agora começava a abrir, e aqueles que olhassem poderiam ver que o sol já se mostrava entre as nuvens, mais a frente porém muito longe, alguém que prestasse atenção podia enxergar perfeitamente o porto de Loguetown, a ilha do começo e do fim, que poderia talvez fazer juz a seu nome naquele momento.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptySex 21 Dez 2018, 20:54


Minha distração havida dado certa. E isso foi bom, pois assim pude m apróximar e tentar realizar o primeiro golpe cortando, mas o movimento apenas foi acertado de raspão. Logo consegui me esquivar de seu tiro que veio em sequencia e acertei minha estocada de forma eficiente em sua perna. O que o fez urrar de dor, porém logo em seguida foi minha vez. Velozmente o adversário foi capaz de acertar um tiro a queima roupa em mim.

Senti meu ombro arder em dor. Soltei um grito, meio extridente que quase chegava a ser um miado de dor. Digamos que era uma mistura de miado com grito. Isso me deixou irritada, pois não pensei nessa possibilidade de ação vinda do adversário, além de ter queimado meu terninho azul e ter deixado o bendita bala no local. Isso com certeza dificultaria minha movimentação vinda de meu braço, ainda mais depois que toda a adrenalina em meu corpo saisse.

Tentei realizar meu ultimo ataque, porém o adversário esquivou-se. Nesse momento pude usar de minha audição aguçada para notar que as pessoas se aproximavam e esperava que me ajudassem de alguma forma, mas teria que agir e não depender dos outros para nada.

Tinha que agir. Acreditava em Marie, mesmo em pouco tempo a conhecendo, acreditava que a jovem raposa iria ser muito capaz de me fazer sua parte, mesmo com muletas e mesmo com certa dificuldade de falar na lingua humana. Precisava garantir que o navegador nos deixasse a salvo em louguetown, ainda mais sabendo que ninguem mais ali saberia nos levar para a costa. Devido ao meu foco na batalha porém, não sabia ao certo o quão perto ou longe estavamos ainda do objetivo e essa viagem já estava demandando muito mais tempo do que eu imaginava. Ou o tempo era o mesmo, só minha percepção devido a todos os conflitos que deveria ser o problema.

Tentaria resistir a dor em meu ombro, acreditava que pelo fato de o item estar instalado em meu ombro, não iria sangrar muito agora e a dor seria pouca, se comparada a quando estivesse em recuperação. Iria pensar em estancar o sangramento depois e cuidar daquela ferida rápido para evitar piora, mas precisaria tentar dar um jeito no palhaço de uma vez por todas.

Se fosse capaz de resistir a dor que sentia ou não, tentaria atacar o inimigo novamente. Rolaria sobre meu ombro bom, para frente fingiria que iria atacar a coxa ou joelho do atirador mais uma vez, porém meu foco seria a mão dele. Acreditaria que ele novamente iria tentar um tiro a queima roupa e eu estaria de certa forma vulneravel, mas acertando a mão, conseguiria inutilizar ela. Com minha outra mão, já pegaria meu sai que era par do que arremesei anteriormente e então estocaria na mão oposta, principalmente se o mesmo tentasse me atacar com um soco, tapa ou mesmo trocar a mão da arma. Assim poderia inutilizar ele e tentar usar de minha força e força do meu corpo, para empurrar a mão que estava com a adaga transpassada em direção ao pescoço dele. Meu objetivo era matá-lo mesmo, mas caso não conseguisse ser forte o suficiente para tal, me contentaria com estocar a arma no ombro do mesmo braço que estava com a faca estocada, inutilizando-o mais ainda.

Caso apôs o rolamento notasse que estava vulneravel demais e que poderia receber um tir em algum local critico, ao inves de focar na mão, iria para o joelho ou coxa mesmo e jogaria meu corpo para o lado da mão que estivesse com a arma. Rolaria de lado, tentando manter o peso mais nas costas, para evitar prejudicar meu ombro já ferido, mas se fosse necessario, para o bem de minha vida, rolaria sobre o mesmo e tentaria suportar a dor que viria logo em seguida. Junto desse movimento de esquiva, não pararia meu ataque, usaria de minha força e jogo de corpo, para puxar a adaga para fora do corpo dele, de forma a fazer um corte de dentro para fora. Caso a arma não saisse, e eu precisasse me esquivar para evitar algum golpe critico ou fatal, eu faria e depois pensaria em uma outra forma de agir e recuperar a arma.

Se não estivesse conseguindo me aproximar, tentaria correr em circulos ao redor dele, para confundir o mesmo e com o tempo, tentar uma brecha para o fim de suas balas e quando percebesse isso pelo barulho que acreditava ser capaz de ouvir pela minha audição avantajada, partiria para cima, tentado usar da mesma tática citada, de fingir a estocada na perna e atacar a mão. Finalizando da mesma forma planejada antes. Se não conseguisse ouvir o fim das balas, ao menos veria o mesmo tentar de alguma forma mesmo que rápida recarregar a arma e aproveitaria para nesse meio tempo, tentar realizar minhas estrátegias.

Caso eu fosse acertado por alguma outra bala, tentaria resistir a dor para seguir executando minhas técnicas. Caso eu precisasse em qualquer momento sacrificar levar um tiro ou soco ou qualquer que fosse o movimento vindo em mim, que fosse em qualquer área não tão problematica, como coração, cabeça ou pescoço, levaria, para poder seguir com meu movimento.

E se não conseguisse de forma alguma me aproximar e quaisquer tentativa me dixassem muito próximas de um ataque muito direto e fatal, recuaria saltando com um mortal para trás.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptySeg 24 Dez 2018, 01:21

~Combate em alto risco~

Depois daquele momento, a jovem tinha que suportar a dor do tiro alojado, ela não teria tempo de tratar aquilo durante o combate, então não haviam escolhas, apenas seguir em frente. Depois de tudo isso ela prosseguia com o embate agora rapidamente girando pelo chão sobre o ombro bom, ela fingia atacar a perna dele, mas ia na mão atingindo agora com um golpe forte, mas não na mão que estava segurando a arma que estava fora do alcance no momento. Tendo acertado o primeiro golpe rapidamente puxava o sai enquanto o palhaço ainda tinha a arma empunhada, e no momento que a arma branca subia apenas disparava.

Sim o tal ser de rosto pintado olhava no momento exato do golpe, atirando na mão dela que segurava o sai, mais especificamente no cabo. Por sorte a bala não chegava a danificar fortemente sua mão, mas ainda assim fazia com que soltasse o sai e rasgava de raspão os dedos, a mão ainda seguiria normalmente uma arma caso conseguisse pegar seu Sai de volta, mas ainda traria uma redução na firmeza. A brecha que o ataque consecutivo abriu não havia sido um. Porém também tinha trago, frutos, quando isso acontecia rapidamente Clovis chutava em direção a Fonseca, ela rapidamente aproveitou a brecha para atacar a mão, porém com o movimento que ele tinha feito, acabaria por ferir a perna ainda boa do palhaço e acertava a panturrilha. Ainda nesse mesmo momento ele dava um ataque com a coronha da arma.

Sim ele estava começando a ficar sem muitas opções e era aí que ela finalmente com a faca mesmo conseguia estocar a mão do homem. A arma de fogo dele era derrubada e aproveitando a situação, ela forçava a mão tentando fazer a faca ir para contra o pescoço dele. No entanto a força que o palhaço fazia contra dava conta disso. A fazendo naquele movimento acertar a faca a ponto de ficar cravada no peito dele. Aquela hora ela puxava a faca para trás e o palhaço estava escorado na lateral do barco. Algumas pessoas finalmente começavam a cercar ele de modo em que estava completamente sem rotas de fuga para aquele homem.

Com muito ódio no olhar, o homem que não tinha saídas se apoiando rapidamente sobre a lateral do barco se jogava de costas caindo no mar. - Ele se jogou? O que?- Falava o coelho naquele momento com um olhar confuso enquanto todos que estavam lá perto tinham o mesmo olhar de dúvida, e o piloto que estava ainda na cabine expressava também seu pensamento. -Acredito que ele preferiu se suicidar a ter todos aqui matando ele, talvez medo da crueldade.- Era a voz que talvez mostrasse mais sabedoria entre todos ali, mas ainda assim a vitória tinha um gosto amargo, o gosto de que não ver aquele homem morto sobre as mãos, deixava a sensação de talvez o desgraçado ter sobrevivido. Um fim talvez um pouco irritante para aquela saga do palhaço, no entanto ele havia sido derrotado, suas duas mãos feridas, seus dois pés igualmente, e claro uma perfuração profunda no peito. Sobreviver era próximo de impossível na situação que ele estava, dado a distância enorme que estavam da ilha.

O momento se passava com as pessoas finalmente mais tranquilas, todos procuravam um canto para se sentar, inclusive Mari, que tinha ficado ajudando na proteção do navegador, ela apenas parecia sentar para relaxar. O coelho no entanto subia pelo mastro onde ia para observar de cima a chegada da ilha. Ele lá no alto em um impulso falava. - Terra à Vista!!!!- Sim após aquele tempo finalmente a ilha estava, eram mais 10 minutos de viagem e finalmente eles estavam ancorando no porto. Pra quem observasse dali podia ver os muitos moradores caminhando pela região, e vários barcos, principalmente de pesca ancorados. Vendo aquilo o navegador então falava. - Bem vindos a Loguetown, depois de uma viagem turbulenta, nada melhor que descansar numa ilha como essa. Espero que todos vocês tenham uma estadia tranquila, já passamos por coisas demais para um dia. - Ele tinha um tom que se mostrava sincero, as palavras faziam todo o sentido diante do que havia acontecido. Agora era hora do desembarque e todos começavam a se preparar.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptySeg 24 Dez 2018, 09:24


E a batalha chegava ao fim. Com um gosto amargo der Vitória que me fazia ver aquilo mais como um empate ou derrota do que uma Vitória em si. Mas era o que tinha para agora. Aprendi durante essa batalha que muito preciso aprender. Preciso aprender a lutar melhor, de forma que eu possa não depender apenas de meus sais. Precisava aprender a lutar como os bandidos de rua que vi logo depois que havia matado o ex marinheiro.

Além disso, sabia que precisaria aprender muito mais sobre muita coisa se quizesse sobreviver no mundo, ainda mais no caminho que escolhi que era considerado errado por muitos. Ser uma pirata, só para ir contra o governo e para saciar meu ódio por eles era o certo?

Eu era um pouco fria, nem sempre me importava com os outros, mas mesmo assim não acreditava que todos merecessem morrer. Será que ser pirata era a opção certa? Tinha que haver um outro caminho que eu pudesse seguir.

Parando um pouco de devagar em meus pensamentos, procuraria por um local para sentar perto de Marie e de Roux. Estava cansada e agora as dores se acentuavam, já que a adrenalina do momento chegava ao fim. Sentia a dor de meu ombro ficar pior, mas não possuía conhecimento o suficiente por enquanto para me cuidar. Precisaria achar alguém para remover a bala de meu lembro e cuidar do mesmo.

Ouvi o navegador avisar que estávamos quase a chegar na ilha. Isso me fez soltar uma suspiro aliviada. E esse momento de relaxamento fez a dor de meu corpo sair. Soltei um miado, baixo e mantive minha respiração controlada.

- Chegamos Marie! Acho que poderemos ter um pouco de paz finalmente!

Estava feliz, mas nem tanto. Precisaria fazer algumas coisas antes de poder sair dali. Recolheria minhas armas que havia acabado espalhadas durante a batalha e me juntaria a meus colegas.

Assim que chegássemos ao porto, desembarcaria junto de Marie e tentaria não chamar atenção de ninguém e seguir para algum beco vazio próximo ou algo do tipo para poder reagrupar e esperar o tumulto inicial acabar para eu poder entrar mais a fundo na cidade sem levantar muitas suspeitas.

Se não conseguisse desembarcar sem chamar atenção de marinheiros, iria tentar controlar minha raiva e ódio por eles e fingir que era apenas uma pessoa ferida e inocente. Essa dor seria uma das piores dentro de mim mesma, porém já tinha passado por coisa demais. Teria que relevar alguns minutos de fingimento na frente deles. Se eles quisessem me levar para algum local para me tratar eu recusaria com todas as minhas forças e diria que já tinha um conhecido por ali e ele era médico e iria me tratar. Mais uma mentira, mas passar mais tempo com marinheiros seria muito ruim. Depois que conseguisse desembarcar adentraria a cidade e pararia no primeiro beco vazio que achasse.

Assim que chegasse no tal beco. Iria aproveitar e saborear minha uma de minhas laranjas. Pois estava sedenta por elas. Estava muito Mas muito necessitada de saciar meu vício pela fruta e sua vitamina C. Depois restaria parte da minha camiseta para poder estancar o sangramento e cobrir ferida. Precisaria comprar uma roupa nova também devido aos danos da minha atual.

Feito isso junto de Marie e roux teríamos que seguir com os demais objetivos. Mas antes perguntaria a roux seus objetivos:

- Roux, você deve cuidar de seu amigo. Volte e procure ele no barco.

Isso se o grandão já não tivesse me deixado para ir atrás de seu amigo. E assim estaríamos eu e Marie. E falando apenas na linguagem animal intendivel apenas pelos minks explicaria meus planos e objetivos.

- Amiga, primeiro precisamos achar um médico para poder então cuidarmos de nossas feridas e depois preciso nos abastecer de suprimentos e informações. A tal de Grand Line que o velho cachorro comentou, parecia algo interessante de se ir atrás não? Mas como vamos chegar lá?

Esperaria a resposta da mink. Ainda nos conhecíamos pouco, mas ela poderia muito bem saber algo para fazermos ou por onde poderíamos ir.

Meu primeiro objetivo ao sair do Beco seria procurar um médico nas partes mais profundas da cidade, não me importaria de pagar para que ambas ficassemos bem. Mas o importante era não aparentar ser nenhum marinheiro ou ter alguma ligação com eles. Não iria aguentar ter que passar por mais tempo próximo desses homens da lei falsos. Mesmo que não tivesse estado com eles recentemente.

Assim que achasse o hospital ou médico iria pedir para cuidar de nossas feridas e tentar conseguir informações de como chegar a Grand line. Caso não achasse nenhum médico, iria procurar uma loja para poder comprar tudo que precisaria e eu mesma tentaria realizar os cuidados a mim mesma e a Marie.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptyQua 26 Dez 2018, 15:11


~Desembarcando~

Naquele instante, após ver o que tinha acontecido no fim da batalha era notável que a jovem tinha sentido aquele gosto amargo na boca, o de ter ficado indeterminado, mais uma vez, um empate ou talvez uma derrota ela pensava, mas não só isso é claro, ela tinha em mente o quanto precisava evoluir para se tornar realmente capacitada, aprender diversas coisas novas. Mas não só isso, ela entendia seus desejos, a vontade de lutar contra as pessoas que tornaram a muito a vida dela mais difícil.

O que cortava sua reflexão naquele momento eram as palavras do piloto, que avisava que estavam ancorando, ela ouvindo tal falava com Marie sobre a frase do piloto, e falando na língua dos minks a jovem respondia para ela sobre esse fato. - Sim!! Finalmente vamos chegar lá. - Dizia ela se aproximando de Niyah aos poucos onde ela soltava as muletas e abraçava a jovem naquele hora, a sensação de ver ela lutando naquele modo havia lhe preocupado, não que fosse a primeira vez que estiveram perto da morte naquele dia difícil, mas com toda certeza a soma de tudo tinha sido frustrante.

Ela abraçando a felina soluçava, não estava chorando realmente mas sentia uma certa vontade que levava o choro até a garganta, a fazendo falar baixinho perto do ouvido de Fonseca, pois sua cabeça se recostava sobre o ombro. - Quando a luta começou eu tive um pouco de medo sabia? De bem… As coisas darem errado e talvez não ser você de pé aqui. Desculpa, eu ainda tenho que ficar muito mais forte.- Falava a felina que estava um pouco cansada depois da confusão, e claro suas emoções tinham sido elevadas ao máximo, mesmo que não conhecesse Niyah a tanto tempo assim, ela tinha lhe falado sobre ser livre, tinha trago alguma esperança, e pensar em perder isso de certo machucava.

Houx que se aproximava das duas era o proximo a receber palavras da mink que falava que ele deveria procurar o seu antigo companheiro para que seguisse viagem, o homem concordava afirmativamente com a cabeça falando em seguida. - Sim, acho que terei de certo que achar ele, estou certo que ele está por aqui ainda, e uma hora vamos dividir mais umas canecas de Rum, mas de todo modo boa viagem e boa sorte com seu sonho.- Falava ele com um sorriso de canto de boca naquele momento, ele apenas deixava que as duas fossem para onde quisessem. Fonseca falava mais uma vez com Marie, ela contava na língua delas o que precisavam para poder seguir em vida, revolucionários, Grand Line e tudo isso.

Marie agora pegava a escora para poder se firmar no chão de forma mais correta e começava a explicar para que concordava com aquilo, claro, também estava empolgada com a Grand Line. - Sim!!! Devemos encontrar um caminho pra lá, eu acho que vai ser um lugar extraordinário, e vamos poder fazer tudo que quisermos, encontrar a felicidade, liberdade, e vamos poder lutar contra os homens maus, vamos ficar mais fortes, eu vou fazer de tudo pra melhorar mais e mais.- Ela tinha realmente empolgação no olhar e reconheceu sua fraqueza diante da situação, ela sabia que ainda não era suficiente para combater todos aqueles que surgissem para atrapalhar seu caminho diante das coisas que ainda estavam por vir.

Assim as duas deixavam o barco e finalmente pisavam na famigerada ilha, elas se depararam com o porto, pessoas e mais pessoas, diversas casas espalhada e claro, elas se afastaram caminhando para as vielas de Loguetown, e quando estavam já a uma distância longa do QG. Procuravam então um hospital ou clínica que pudesse a tratar. Em meio a tudo isso elas estavam fronte a um lugar completamente acabado, um daqueles que estava bem no meio de um beco escuro e esquisito dentro da região, talvez elas estivessem chegando pelo submundo da ilha.

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O ambiente era uma porta no beco que tinha um letreiro acima da porta chamado “Clinica do Dr.Eidhberg” a qual se mostrava a melhor opção até agora, vendo tal possibilidade as duas entraram no local dando de frente com o que parecia ser um rapaz bem jovem, ele estava sentado girando um bisturi sobre a mesa enquanto mostrava um leve sorriso, a sua frente havia um pote que estava cheio de insetos, eram insetos voadores que giravam em um círculos de forma desordenada para todos os lados, no entanto do outro lado tinha uma gaita e quando o vento batia de forma correta a gaita fazia sons que pareciam espantar ou atrair os insetos para mais próximo do vidro.

Sobre a aparência do rapaz, era um jovem de cabelos castanhos, pele clara, olhos que tinham tonalidade que variava entre castanho e preto, e usava óculos chamativos, talvez por correção da visão, ou apenas óculos de descanso. Suas roupas não davam pra ser vistas muito bem já que usava um enorme jaleco mas as calças pareciam ser cinzentas pelo que dava pra notar, e o paletó ou terno, talvez fossem pretos. Ele antes de notar as moças que vinham pelo corredor começava a tocar a gaita, o sopro na gaita fazia com que os insetos no jarro, começassem a de repente voar de modo circular e ordenado, de acordo com a sinfonia que ele tocava, o homem era certamente maluco, genial, ou os dois? Talvez...

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Quando as moças se aproximavam o suficiente a visualização dele o fazia automaticamente falar, se dirigindo formalmente a elas. - Bem vindas senhoritas, vejo que necessitam de tratamento apropriado.- Falava ele se levantando de onde estava e caminhando até as duas, ele passava o olhar de cima a baixo falando sobre o estado delas. - Se machucaram bastante, você tem uma bala alojada no ombro e creio que isso nos seus dedos não aconteceu cortando nabos, mas não se preocupem tudo tem jeito.- Falava ele com um sorriso um pouco perturbador no rosto, ele então pedia para que elas adentrassem mais fazendo um gesto com as mãos, que apontava para onde ficavam as macas e prateleiras cheias de remédios, e claro, instrumentos usados para que pudesse fazer um trabalho coerente. - Entrem, entrem, podem se aconchegar nas macas que tratarei cada uma de vocês, mas me digam uma coisa, vocês não são da marinha né?- Falava ele com um olhar desconfiado como se sondasse as duas.

Após fazer tal olhar ele parecia ter feito uma breve leitura das duas antes que houvesse uma resposta real por parte delas. - Não me digam, vocês não são marinheiras, vem de viagem, provavelmente de longe, eu diria que pelo modo que estão, com alguém muito desagradável a bordo, seus pelos devem ter sido molhados recentemente, mas não foi um banho feliz, acredito que tempestade ou chuva, e não tiveram tempo de se cuidar apropriadamente. Isso indica pressa ao sair da embarcação, ou estavam evitando alguém de dentro dela, ou evitando possível vistoria da marinha ao barco.- Falava ele olhando com certa dúvida, mas ficava se perguntando se tinha acertado, e logo verbalizou sobre o seu preço e questionava. - Trato as duas por 10.000 e fica a pergunta acertei?- Dizia ele estendendo a mão para as moças no caso ele esperava apenas que elas passassem para as camas e apontava com as duas mãos estendidas a direção.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptyQua 26 Dez 2018, 20:01


A procura pela clinica ou hospital aconteceu, por mais que eu não soubesse por onde ir e por fim acabei apenas andando pela cidade e por sorte achei uma região da ilha onde ao menos para mim, parecia ser algo mais isolado e menos protegido por marinheiros ou quaisquer entidades governamentais. Isso era um ponto positivo.

Por sorte também, olhamos e demos de cara com um letreiro de uma clinica. Entramos juntas sem pensar duas vezes. Estava feliz de estar com alguém e não mais sozinha e de a minha companheira ser uma mink. Dentro da clinica, logo que entramos demos de cara com uma rapaz belo, moreno, humano, usava oculos, tinha uma gaita e um pote cheio de insetos. Algo muito fora do padrão para mim, fiquei um pouco apreensiva, mas ao mesmo tempo intrigada para tentar descobrir mais sobre tal pessoa. Fiquei alerta como sempre até que o rapaz começou a falar.

Ele logo foi bem educado conosco e logo fiquei extremamente chocada com o diaguinostico dele ser feito sem precisar ao menos tocar em mim.

- Como que ele...

Iria prosseguir, mas falei baixo demais e ele não ouviu. Foi uma fala mais para mim do que para ele. Ele seguiu e terminou seu breve interrogatório quesionando se eramos marinheiras. Uma subita onda de odio subiu pelo meu corpo, marinha, aquela escoria maldita. Como ele ousava me comparar a aqueles seres... Em minha mente vi eu partindo para cima dele e tentando cortar a garganta pelo insulto, mas respirei fundo e suspirei, recuperando um pouco de mim. Minha parte racional e mais calculista, sabia que agora, seria a pior hora para arrumar confusão. Teria que relevar aquele insulto.

Estava para começar a dialogar e explicar nossa situação, quando o homem seguiu e quase como se fizesse parte dos eventos ocorridos, descreveu a situação apesar de forma um pouco genérica com havia sido. Fiquei chocada e com certeza não conseguiria esconder minha cara de surpresa, espanto e preocupação a precissão com a qual o homem dizia as coisas. Olhei para Marie, apenas para ver se ela também se encontrava tão surpresa e espantada quanto eu e por fim, começaria a tentar dialogar com o rapaz. Esperava que o mesmo estivesse disposto a me ouvir e que fosse alguém que eu poderia confiar, no minimo por enquanto. Estava cansada de confusão por hoje. Precisaria de um pouco de descanso.

- Sim, você acertou! Ma.. Mas como você sabe tudo isso? Como soube sobre minhas feridas apenas de velas, como soube que nao eramos marinheiras e como conseguiu acertar tudo que aconteceu conosco ate agora?

Estava chocada e me mantinha em alerta. Não queria ter que lutar, mas não poderia manter minha guarda baixa. Esperaria para que o rapaz me desse a resposta e torcia para que o mesmo fosse alguém que estivesse ali apenas para nós auxiliar, independente de como ou porque nós haviamos ficado daquela forma. Porém ficaria alerta, caso o mesmo tivesse inteções de nós agredir ou atacar ou de alguma forma nos fazer algum mal, assim que percebesse, usaria todas as minhas forças restantes para pegar Marie e correr sair do local o mais rápido possivel, procurando nas ruas por um beco ou local onde pudessemos nos esconder para despistar o perseguidor.

Caso ele fosse apenas um médico e estivesse disposto a ajudar, depois da resposta dele, seguiria aceitando a oferta dos 10.000 pelo nosso tratamento.

- O valor que você está cobrando está ótimo! Aceitamos e podemos pagar. Por favor faça o melhor e cuide de nós.

E dito isso, me dirigiria para uma das macas, auxiliando minha amiga mink, já que se encontrava mais ferida do que eu. A deixaria na maca, sentada e depois iria me dirigir para a outra que estivesse disponivel. Caso não houvesse outra, sentaria naquela mesmo, ficando junto de minha amiga. Ainda materia minha guarda levantada e pronta para agir se necessario e fugir dali, mas tentaria me acomodar. Sabia que assim que me deitasse o sentasse meu corpo poderia relaxar e assim eu sentir tudo que não vinha sentindo desde então.

Olharia o local ao meu redor enquanto o mesmo estivesse se preparando para nós tratar ou até mesmo enquanto estivesse nós tratando. Caso ele viesse me tratar primeiro, diria:

- Cuide de Marie primeiro. Ela está mais ferida e precisando mais do que eu – esperaria que ele me ouvisse e o fizesse, mas ele era o médico, no fim ele escolheria quem ele iria tratra primeiro – Ela não fala muito bem com humanos, então não estranhe.

Se ele visse me tratar primeiro, faria o que ele e pedisse e lutaria para me manter consciente e ainda alerta, pois sabia que estava sucetivel ao cansaço. Ainda precisaria de algumas informações para poder confiar nele e durante o tempo que ele estivesse me tratando ou tratando minha amiga, começaria a tentar conseguir essas informações.

- Bom, como você mesmo disse, não somos daqui. Viemos de Conomi Island e pasamos por alguns apuros no mar. Nos viemos andando meio que sem rumo procurando um hospital e por sorte achamos o seu letreiro. Onde exatamente estamos? E por que achou que poderiamos ser marinheiros? E você, não é um porque, acredito que se fosse nao me perguntaria isso?

Eu era uma pessoa com uma inteligencia de certa forma acima da media, afinal aprendia tudo com certa rapidez. Diziam quando eu tinha amigos durante minha infância que eu era dotada de Genialidade. Eu acreditava e tentaria usar isso ao meu favor aqui, para poder extrair informações e aprender o máximo que pudesse com esse homem em pouco tempo. Isso se ele estivesse disposto a me dizer as coisas, claro. Esperaria pela resposta. Talvez tivesse mais perguntas, mas mesmo assim seguiria tentando apenas conseguir informações com o que eu tinha até então.

- Bem, sabe onde podemos achar uma loja para comprar itens a valor de mercado ou negociaveis?

A noção de preço era ainda um pouco variavel já que a ultima vez que havia feito compras tinha sido na época em que minha mãe estava viva e isso era muito tempo atrás. Sabia que as coisa poderiam ter mudado, mas procurar pelo preço do mercado em minha mente me levaria aos itens mais baratos.

Assim que ele terminasse o tratamento, iria lhe lançar mais algumas perguntas e talvez Marie tivesse algumas. Esperaria que ela as fizesse a ele, mas caso não conseguisse, tentaria traduzir qualquer coisa que ela dissesse em lingua mink de forma que o humano pudesse entender. Mas antes buscaria por mais algumas informações

- O que sabe sobre a Grand Line? Como Podemos chegar lá? Estamos curiosas e ouvimos sobre este lugar apenas a pouco tempo! E sabe – daria uma risadinha tentando ser um pouco meiga – Ficamos curiosas.

Esperaria que o rapaz mantivesse uma conversa conosco durante o processo de tratamento, mas caso ele não o mantivesse e apenas me ignorasse, esperaria até o fim do tratamento para que pudesse tentar lhe perguntar tudo de uma vez.

- Hey... Obrigado por tudo. Antes de lhe pagar, poderia me dar mais algumas informações? – nao esperaria pela sua reposta para prosseguir – Diga-me: Onde exatamente estamos? E por que achou que poderiamos ser marinheiros? E você, não é um porque, acredito que se fosse nao me perguntaria isso? Onde podemos achar uma loja para comprar itens a valor de mercado ou negociaveis? Poderia me dar informações de como chegar a Grand Line e nos contar tudo que sabe sobre esse lugar? Ouvimos falar dele a pouco e bem... Ficamos curiosas!

Assim que ele me respondesse, eu lhe pagaria pelo tratamento.

Se não conseguisse nenhuma informação dele por qualquer motivo que fosse, apenas esperaria pelo fim do tratamento, pagaria pelos seus serviços apenas depois de executados e por fim, sairia do local e procuraria por um bar, taverna ou restaurante que estivesse mais vazio, para poder tentar conseguir informações com seus balconistas. Procuraria andando sem rumo e olhando os letreiros e entraria naquele que identificasse o letreiro e também visse que estava um pouco mais vazio.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 8 EmptyQui 27 Dez 2018, 10:08


~Estranha Medicina~

Ver o médico deixava Fonseca alerta, mas claro, ela não poderia ficar menos preocupada visto o que acontecera por ali, o homem cuidava de insetos e parecia adivinhar coisas sobre elas duas, já Marie apesar de estar um pouco assustada com a situação que estavam, diante de um humano estranho, em um lugar fechado, era como se fossem dias de seu passado. Mas mesmo assim ela se mantinha firme e se aproximava um pouco mais da felina se encostando no braço dela ficando um pouco para trás dela, olhando o homem meio por cima do ombro. Ele ouvia o questionamento da gata sobre ter em algum momento adivinhado, ou algo do tipo. Momento esse em que ela estava praticamente se segurando para não atacar o rapaz, pois tudo aquilo chamava atenção de forma negativa, de maneira que deixava as pessoas alerta naquela hora. Ele porém respondeu a pergunta dela. - Há isso? Digamos que todas as pessoas carregam um pouco dos lugares por onde ela passou. Seja pelo cheiro, ou mesmo pelo modo que estão. Digamos que você venha por exemplo de uma padaria, podem ter resquícios de pão em sua roupa, ou mesmo o cheiro da massa que estava sendo preparada. Por conta disso tudo que é preciso é prestar atenção nos detalhes e dá pra se saber muito sobre alguém apenas de olhar, sentir o cheiro, observar como ela age. - Falava ele apenas se mantendo parado onde estava.

Se mantendo um pouco alerta ainda ela aceitou os 10.000 propostos pelo tal médico, ela então auxiliava sua amiga pelo corredor indo até uma das macas e sentando ela para que ela ficasse ali. Já após ajudar ela, se sentava na maca seguinte ficando sempre a observar. Marie deitava deixando as pernas estiradas visto que até sentar parecia doloroso por aquele tempo. O médico pegava ali tudo que tinha mas pedia que ela removesse apenas a parte de baixo ali para o tratamento, entregando um roupão para ela. - Muito bem, perdão pelo pedido mas preciso que suas pernas estejam livres para o tratamento ser bem sucedido, sairei por poucos segundos enquanto você se troca.- Falava ele saindo um pouco da sala, enquanto ficava próximo a porta, do ângulo que estava, mesmo que se virasse ele não a veria em seu momento de semi nudez. A mink no entanto se trocava colocando o roupão que ele tinha pedido, ela vestia com calma e ficava pronta para o tratamento.

Assim que Marie estava pronta ele puxava todas as coisas que ia usar, começando por aplicar uma anestesia nas pernas, a pequena mink tremia naquela hora, não por estar doendo, mas pelo medo que sentia de um humano mais uma vez a tocando e usando agulha, não era como se fosse uma coisa anormal para o médico. Marie no entanto nunca tinha tido uma experiência boa com humanos, e tudo que eles faziam era pra machucar ela. Aquilo era uma pequena confusão mental, por que um deles agora estava a curando? Era estranho ter essa sensação. O trabalho dele era completo, ele limpava as feridas, colocava curativos onde precisava e por fim enfaixava as pernas dela, durava quase 30 minutos no meio disso, e então ao término ele observava ela por alguns instantes como se buscasse qualquer outra irregularidade. - Bem, creio que isso era tudo, repouse por mais alguns minutos até poder levantar de novo, fique descansando em paz enquanto trato a moça aqui ao lado. - Falava ele sorridente para Marie, como se estivesse de fato feliz por tudo ter dado certo. Depois daquilo iria passar a tratar agora de Niyah, ele olhava para os dois ferimentos que ela carregava e começava por cuidar dos dedos, limpando eles enquanto passava um pouco de álcool, e depois colocando curativos nos lugares feridos. - Muito bem, agora preciso que abra sua camisa, a bala ainda está alojada no ombro, e preciso remover e depois tratar disso cuidadosamente.- Ele diria isso e esperaria que ela tomasse uma atitude e se assim fosse possível ele começaria aplicando anestesia no local do ferimento.

Niyah tinha perguntas sobre uma loja para ele, algo que o homem com toda certeza poderia ajudar. - Loja você diz? Eu tenho uma loja, posso arranjar os mais diversos itens, se quiser posso te levar lá no fundo e te mostrar as mercadorias que tenho, desde grão simples, a especiarias, e você gosta de plantas? Se você gosta posso te mostrar com toda certeza uma das maiores estufas que já viu, eu cultivo plantas para uso medicinal, eu produzo remédios em geral, então entender da matéria prima é essencial, no caso eu sou um bom botânico.- Falava apontando o polegar pra si mesmo enquanto piscava o olho direito pra ela, um modo de tratamento claramente estranho mas que poderia ser tratado como forma de expressão. A outra pergunta que ela tinha para o homem era sobre sua conduta quanto a perguntar se elas eram marinheiras, afinal por que diabos essa questão? Talvez fosse apenas um médico ilegal, ou um procurado que ganhava a vida nas vielas por aquela zona. Ele a olhava enquanto naquele momento terminava de remover a bala, que mesmo com a anestesia, deveria causar uma certa dor, pegava ali também uma pinça, para remover os estilhaços, enquanto ele pressionava com a outra mão para estancar o sangue. - Eu não sou obviamente um marinheiro como você bem pontuou. Na verdade eu ando com uma galera que a marinha não é muito fã, logo se eles encontram meu lugar tenho de me mudar em breve, talvez ir pra outra ilha. Na verdade nunca fiquei fixo, já andei por todos os Blues, estou de partida para a Grand Line com a galera que te disse.- Falava ele enquanto agora tinha terminado de remover todos os estilhaços e estancado o sangramento após isso.

Ele começava a esterilizar uma agulha no fogareiro logo na estante ao lado da maca, enquanto a água fervia ele passava a agulha e pegava as linhas que usaria para suturar o ferimento. Niyah, contava com sua genialidade para extrair informações dele, mas talvez o que mais pudesse mostrar pra ela de quem ele era, estava numa boina, que ficava logo na parte de cima do armário, era verde com um detalhe em vermelho que lembrava a ideia de construtivismo da arte revolucionária, mas além disso uma braçadeira que se referia a um Major provavelmente. No entanto as perguntas dela se direcionaram a como era a Grand Line. O homem imaginava naquele momento que talvez elas tivessem interesse no tesouro conhecido como One Piece, afinal essa é a febre que corria pelo mundo, a busca por uma coisa deixada pelo antigo rei, algo que transformaria o seu possuidor no rei dos piratas. Ele então começava a trazer seu conhecimento a vista. - Então tem interesse na Grande Linha? Bem ele é o lugar onde apenas aqueles mais capacitados sobrevivem, ela vai por um caminho único de entrada conhecido como Reverse Mountain, todos aqueles que chegam ao final do Blue que estão vão por essa montanha onde a água corre ao contrário… Sim, é uma enorme cachoeira, com uma correnteza extremamente potente que ao invés de cair, ela sobe a grande rocha. - Falava ele apontando para cima antes de começar a falar novamente, era algo completamente único que começava a ser contado, pareciam histórias fictícias, contos de fadas ou similares. - Dizem que tem todo tipo de coisa lá, ilhas que chove algodão doce, rios que correm mel, e bem tudo que tem para o bem tem para o mal. Monstros gigantes, criaturas nunca vistas nos blues, tempestades e fenômenos pavorosos, dizem que sequer as bússolas funcionam lá, apesar de que acho isso um exagero, um lugar que bússolas não funcionam né? Mas de todo modo, tudo lá é único, e bem cada lugar lá tem coisas novas, povos diferentes, mundos completamente únicos a cada ilha. Nunca fui lá, mas o que ouvi sobre é impressionante, e eu sei que um dia vou comer algodão doce que cai do céu… E como vou hahaha- Falava ele com clara empolgação em todas as suas palavras. Todo o tratamento por fim terminava com o ombro completamente suturado e agora ela estava pronta para mais uma batalha contra o desconhecido, e por fim após ouvir tudo que queria pagava o homem.

Depois de pagar ele o sorriso era inegável, e ele guardava o dinheiro novamente se voltando para ela, ele agora parecia apontar para o depósito e Marie tinha cochilado, provavelmente a anestesia tinha levado ela ao sono profundo e claro o cansaço da viagem. - Bem, vai querer ver o que tenho pra vender? Eu aconselharia a deixar sua amiga dormir, ela está exausta e precisa de repouso, vamos ver, o que tanto você deseja, se tiver posso te levar ao depósito para ver tudo.- Falava ele bocejando e esperando uma reação da felina para que ela respondesse o questionamento em que se colocava, estando claramente negociando mais uma venda, afinal era o melhor ali.


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