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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zodíacos: A Criação

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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptySex 06 Out 2017, 22:25

Mesmo após tomar o antitermico, a febre se negava a baixar, muito provavelmente porque o que Aleister precisava na verdade era um bom descanso. Mesmo tendo visto os “inimigos” passando pela porta aberta, ele ainda gastou seu tempo para dar uma lida no livro, do qual não conseguiu entender muita coisa pois sua mente estava nublada. A única coisa que ficou gravada eram os doze animais e o nome “Zodíacos”. Depois pegou em um espelho que achou em cima de uma das redes e seguiu para a porta “fechada”, que na verdade estava bem aberta. O rapaz já começava a ver coisas em seu delírio, e quando colocou o espelho para fora, viu uma multidão ainda maior do que a que realmente existia.

Sem saber o que fazer, ele fechou de fato a porta e se sentou em uma rede para tentar pensar, mas o balançar do barco fazia a rede se movimentar também e aos poucos ninava o jovem que estava extremamente cansado, por mais que ele lutasse para se manter acordado e raciocinar.

Enquanto isso… na cozinha...

- Golpeie os, com o que tiver, como puder, faça-os sentir dor ou sentir algo. Acho que estao em transe, talvez bater neles resolva tudo.

- Ok! - Roux não entendeu muito bem o que a menina queria dizer com estar em transe, mas resolveu seguir o pedido da moça assim que conseguisse algum espaço.

Enquanto ela recuava, a felina trocou de armas e quando o homem com a espada atacou ela bloqueou usando seu par de sais e desviou o ataque para em seguida saltar sobre a mesa e ir parar do outro lado. Roux por sua vez aplicou um golpe com o cabo da arma na cabeça do espadachim, fazendo com que o homem caísse contra a parede. No entanto a quantidade de pessoas entrando pela porta era bem grande e logo ele se viu forçado a recuar também. A estrategia de Niyah de usar a mesa como barreira teria dado certo se houvessem menos adversários, ou se o local fosse maior. Esse não era o caso.

Assim que se estabilizou no chão, um mink coelho com uma lança em mãos saltou em frente mirando a barriga da mulher, que tentou bloquear cruzando os sais, mas ao contrario do que aconteceu com a espada, ela não conseguiu desviar a maior parte da força da estocada, apenas alterar sua trajetória minimamente para que acertasse sua cintura, fazendo um grande furo no local, mas por sorte sem atravessar seu corpo.

Rolando para debaixo da mesa para conseguir respirar, ela pode ouvir uma nova voz no local – Hein? Mas o que tá acontecendo? Ahhr!!

Mais um impacto foi escutado e outra voz, dessa vez feminina, seguiu – Hei cara, que isso?!

De baixo da mesa a gatuna podia ver a mesa sendo cercada por pessoas. Roux havia sido empurrado para o fundo devido o fluxo. Se ele pudesse atacar para matar talvez isso não ocorresse. Estranhamente ele percebeu que apesar de estar sendo empurrado, ninguém tentou ataca-lo realmente, mesmo após ele ferir duas pessoas e desperta-las.

As outras pareciam estar em busca de algo, e quando finalmente o coelho se abaixou, foi como um efeito cascata. Todos se abaixaram olhando para Niyah e indo contra ela. Tirando o coelho que tinha uma lança e um homem com uma adaga que estava bem ao seu lado, os outros tentaram engatinhar até a posição da menina!

As únicas pessoas que estavam em pé na cozinha era o gordo, o espadachim e uma mulher humana normal. Eles olhavam para aquilo espantados sem conseguir reagir aquela cena bizarra.

- HEY. FAÇAM-OS SENTIR DOR, BATAM NELES, AI ELES VOLTARÃO AO NORMAL.

Foi o grito que Niyah emitiu em tal situação. Marie que ainda estava na enfermagem saiu correndo ao ouvir a voz da amiga. Sentia que tinha que ajuda-la! Não podia ser uma inútil! Já Aleister estava com os olhos fechados enquanto deitava na rede que balançava lentamente com o livro em seu colo e a faca caída ao chão logo do lado. Mesmo que tenha escutado o grito a distancia, para ele não fez sentido algum, soando mais como um sussurro. Antes que pudesse pensar, caiu no sono começando a sonhar.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptyTer 10 Out 2017, 09:22



O Despertar do Dragão


O Pesadelo Doentio




Tudo estava muito confuso para que conseguisse entender perfeitamente o que acontecera até então. Minha mente girava mais que um carrossel em dia de parque matutino. Aquela rede me convidava de uma maneira tão confortante que não pude dizer nada além de sim. Então deitei. Rapidamente já estava inconsciente. Havia sido por pouco tempo, acredito, mas, enganado estava se pensasse que havia sido só um cochilo.

— O que está fazendo aí? — Questionou uma voz.... Peculiar.... Esse era o... Niko! Saltei em direção ao solo. Estava impressionado com o que via a minha frente. Por mais que tivesse passado tanto tempo, encontra-lo ali era um tanto quanto inesperado para mim. — Isolado como sempre, maninho! — Falou ele encostado à porta, de braços cruzados, mostrando calma como sempre.

O Niko era meu irmão mais velho adotivo. Ele havia chegado a família por ser um garoto cujo seus pais haviam morrido em uma missão da minha família. Suas habilidades se destacaram, brilhando frente aos olhos do meu pai. — O que está fazendo aqui? Onde estão todos? Me responda! — Afirmei.

Niko então adentrou no recinto e, se dirigindo a janela, ele caminhava lentamente. Sem resposta alguma ele olhava a paisagem lá fora. — Não me sinto confortável em falar nisso. Muita coisa acontecera. Muito sangue foi derramado, como sempre. Eu não podia voltar atrás! Eu sinto muito, Levi, mas, eu não fui forte o suficiente! — Bradou ele, chorando.

Estranhamente, em rápidos flash, sua aparência se alternava. O que antes era um rosto normal para meu irmão, se alternava em um rosto completamente desfigurado, todo machucado e sangrado. Isso me assustava e ele estranhava, mas, no fundo parecia entender o que acontecia.

— Levi, você, só você pode nos salvar, salvar a família Flamel. Todo aquele tempo, todos estavam errados, eu vi isso, você é a pessoa certa! Nos encontre e nos salve! — Afirmou Niko, se abaixando a minha frente. Isso havia me deixado muito abalado. Por mais que ele fosse muito gentil comigo, ele era orgulhoso ao ponto de nunca se curva, a não ser que realmente ele estivesse ponderando o que havia falado ali.

— Você ainda não me falou o que aconteceu! E vê se levanta daí também, seu idiota! — Reclamei. Ele permanecia curvado a minha frente. Odiava isso. Era algo que ele relutou muito, mas, fazia perante o meu pai. Eu sabia que o Niko havia sofrido muito em seu treinamento, mas, não queria ser comparado ao meu pai, principalmente pelo que ele fazia meus irmãos passarem. — Você tem certeza que quer saber disso? — Ergueu seu corpo chorando. — Nos encontre! — Falou Niko sumindo a minha frente.

Sem entender, o procurei ao meu alcance e, rapidamente, vi uma movimentação lá fora. Sem entender, corri até lá. Por mais que tentasse ser rápido, eu não conseguia o acompanhar. Ele corria até onde aquele amontoado de pessoas ia. Corri. Ao chegar lá, preferi não ter ido. Era um massacre.

Todos estavam caídos, mortos, da pior maneira possível. Alguns decapitados, outros desmembrados, era horrendo. De acordo com que caminhava até o fundo do cômodo, via pessoas conhecidas. Primeiro a parceira de Nyiah, depois Roux e por fim, Niko tinha ajoelhada a sua frente, Niyah. — Você quer saber o que aconteceu? Tem certeza disso!? — Bradou ele.

Seu semblante estava diferente. Seu olhar estava sinistro e seu rosto estava como havia visto antes. Automaticamente uma tempestade surgiu ao redor, com raios e trovões que iluminavam aquela cena. Em um movimento rápido, mesmo tentando impedir, ele cortou sua cabeça. Lentamente a cabeça da gata caia no piso e rolava até onde estava. Ao tocar em meu pé, o que estava ali não era a cabeça dela, era a minha. — Fuja! — Alertou minha cabeça.

Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptyTer 10 Out 2017, 21:59


A situação se complicará para meu lado. A cozinha estava cheia e minha vontade de comer uma laranja era insanamente alta, deveria beber da fruta cítrica o mais rápido possível para poder me sentir normal novamente e isso de certa forma me aliviaria.

Mas além disso tinha recebido um corte de lança, não muito profundo, mas algo seriamente incomodo, que me fez perder sangue e sentir bastante dor.

Eu estava cercada debaixo da mesa, sem muita ideia de o que fazer para me defender dos inimigos ou de como sair daquela situação. Deveria poupar minhas energias? Deveria eu usar toda ela? O que seria o ideal a se fazer?

Muitos pensamentos passavam pela minha cabeça, mas uma das únicas coisas que de fato eu ficava ciente e confiante de que conseguiria com sucesso realizar era pedir ajuda.

Respirei fundo e tentaria gritar em alto e bom som, para que todos aqueles que estivessem acordados naquele local, que pudessem me ajudar. Esperava que eles fizessem conforme eu fosse pedir, mas não era nada garantido de que conseguiria.

- HEY!! TODOS VOCÊS, BATAM NELES ELES ESTÃO EM UMA ESPECIE DE TRANSE. SO SE SENTIREM DOR IRAO ACORDAR.

Não tinha muito tempo para pensar em outra opção a não ser seguir com meu plano inicial de faze-los sentir dor e acordar dessa forma. Olhando ao redor eu tinha percebido de forma rápida que apenas dois deles estavam armados e que apesar de socos e pés serem capazes de ferir, não eram tão poderosos assim para causar danos fatais, não se eu conseguisse acordar metade dos que me cercavam.

Independente se os demais no cômodo decidissem me auxiliar ou não, eu iria manter a mesma tática de tentar ferir as pessoas, sem mata-las. O responsável por aquilo, seria sim merecedor da morte e marinheiros também, mas aqueles controlados ali, não.

Tentaria atacar com meus sais, sempre usando de minha boa visão para atingir no ombro ou na barriga ou em qualquer parte do braço, evitando atingir veias famosas. Meu objetivo era apensa atravessar a lamina de minha arma contra a pele do inimigo e assim ir acordando o máximo de pessoas que conseguisse e aos poucos diminuiria a quantia ali no local.

Para evitar ataques vindos da lanca, tentaria usar de minha flexibilidade e capacidades acrobáticas, para saltar um pouco do chão e esticar meu corpo todo, podendo assim alcançar os pés da mesa e evitando o movimento me segurando o mais próximo da parte inferior do tapo possível.

Caso os pés fossem muito distantes, abaixaria e rolaria sempre para o lado daqueles que não possuíssem armas, cruzando meus braços na frente de meu rosto, para evitar socos e chutes no rosto e tentar minimizar os possíveis danos que viriam a ocorrer. Se fosse o suficiente, esquivaria do movimento da lança abaixando e dentando no chão.

Me aproveitaria do comprimento da lança para usar a meu favor, pois se evitasse o movimento com sucesso, provavelmente o adversário poderia acabar acertando um dos outros zumbis do outro lado da mesa. Caso não conseguisse evitar um golpe direto da lança, tentaria bloquear fazendo o mesmo escorregar por um dos sais, até sair e bater contra o chão.

Para os golpes de adaga, evitaria praticamente da mesma forma das que evitaria a lança, rolando para o lado que não possuísse armas, abaixando se fosse o suficiente ou saltando e me agarrando aos pés da mesa se fosse possível.

Caso recebesse ataque ao mesmo tempo dos dois armados tentaria bloquear com os sais cruzados e jogar o par de armas com força para cima, e jogar meu corpo em direção aos meus pés e ficaria de cócoras logo em seguida.

Dos possíveis socos e chutes, evitaria apenas tentando proteger meu rosto com os braços cruzados em X. Daria prioridade a me proteger contra as armas e atacar assim que possível visando estocar a lamina dos sais contra uma das partes do corpo citadas.

Se conseguisse diminuir o numero de pessoas a minha votal, procuraria o que possuísse menos zumbis possível para tentar sair de debaixo da mesa e tentaria me aproximar de uma parede, para diminuir a quantidade de lados pelos quais eu receberia algum ataque.

Esperava que marie viesse me ajudar, que o tal de rox também e que os outros recém acordados também. Se eu conseguisse acordar alguém tentaria convencer tal pessoa a me ajudar. Não era boa de lábia, mas sabia que em horas de duvida e caos, as pessoas agiam por instinto e impulso.

- Hey... Bata nos que estiverem perseguindo a mim. Para que acordem do transe em que estão – diria para aqueles que conseguisse acordar incessantemente, para recrutar pessoas para ter ao meu lado.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptySex 13 Out 2017, 17:12


Run Boy Run!


— Fuja! —

E assim, antes que pudesse perceber o que estava fazendo, o rapaz correu e fugiu. Enquanto corria a cena mudava abruptamente e ele estava agora em um dia ensolarado, com uma brisa confortável que passava pelo meio dos arrozais, assim como Alencar passava. Tinha que sair daquele lugar e se livrar de seus perseguidores. Quem eram seus perseguidores? Não se lembrava, mas os céus de repente se nublavam, e ao longe ele podia ver uma construção. Mesmo distante ele poderia reconhece-la, sua casa, o local em que crescera com seus irmãos.

Enquanto Alencar estava envolto de sonhos, ou melhor, pesadelos, a situação de Niyah não era nada boa.

- HEY!! TODOS VOCÊS, BATAM NELES ELES ESTÃO EM UMA ESPECIE DE TRANSE. SO SE SENTIREM DOR IRAO ACORDAR. – Gritava a menina mas nesse momento a lança veio ao seu encontro mais uma vez, fazendo com que a gatuna tivesse que saltar para tentar se segurar nos pés e tampo da mesa e se esquivar do ataque. Conseguiu. No entanto não é fácil lutar contra múltiplos oponentes.

Assim que se segurou, um punho forte acertou seu rosto fazendo com que a moça soltasse do apoio que conseguira e caísse acima da lança, prendendo ela no chão abaixo de si. Cruzando os braços em frente ao rosto para bloquear o próximo golpe, a felina sentiu uma dor aguda na panturrilha de sua perna direita. Havia sido esfaqueada ali.

Um segundo ataque do homem com a adaga vinha, agora mirando mais acima, mas Niyah conseguiu ser rápida o suficiente para rolar para frente, onde certamente tomaria mais um soco. Mas o soco não veio. Usando a adaga seus sais para aparar mais um novo golpe da adaga, ela olhou rapidamente para trás e viu que o local onde previamente um homem lhe acertara o soco havia ficado vazio agora, e aproveitando a oportunidade saiu em disparada por ele. Saindo debaixo da mesa, se jogou contra a parede e nesse momento viu uma cena caótica.

As suplicas da moça para resolver aquela situação haviam funcionado. De certa forma. Roux tentava bloquear os golpes de um homem que gritava com ele. Marie estava ali também, e usava suas garras para arranhar e cortar uma mulher. Fora isso havia uma cacofonia no local devido várias pessoas berrando umas para as outras e se atacando.

- Hei! O que você ta fazendo?

- O que ta acontecendo?

- Vou matar você seu puto! Quem acha que é para me bater?


Falas como essas eram ouvidas o tempo todo. 19 pessoas em uma cozinha apertada, cada uma tentando “acordar” a outra na porrada, ou sendo acordado de tal forma. Os esquentadinhos revidavam mesmo sem entender muito, mas o fato é que estavam apanhando e não iam deixar barato. Os confusos acabavam sendo pegos nesse fogo cruzado e se envolviam na luta.

- Hey... Bata nos que estiverem perseguindo a mim. Para que acordem do transe em que estão – Ela tentava ainda dizer algo, mas suas palavras se perdiam naquele caos.

E no meio desse caos o loiro e o coelho começavam a sair por debaixo da mesa, o primeiro com uma adaga e o segundo com a lança. Mas ao invés de continuarem a atacar Niyah, dessa vez eles foram atacar um alvo mais próximo. Marie.

HP Niyah::
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptyTer 17 Out 2017, 00:01



O Despertar do Dragão


O Pesadelo Chamado Flamel





Não importava o quanto corresse ali, aquela cena não conseguia sair da minha cabeça. Não era momento para isso, mas, mesmo correndo e tentando me afastar, eu só queria sair dali, fugir, como sempre. Meus devaneios eram tão intensos que não conseguia abrir meus olhos. De maneira alguma, ou pelo menos até chegar a algum lugar que me fosse conhecido.

— Para onde você vai Levi? Fugindo mais uma vez e agora deixando seu mano para trás? — Questionou uma voz suave, porém, fria. Sim, eu a conhecia muito bem. Aquela voz soava em meus ouvidos por muitos anos, em ocasiões que não imaginava ouvir. Era ela: Marie. — Não! — Bradei respondendo-a, porém, de onde as palavras haviam saído não vi nada.

Marie era minha irmã mais velha, desde jovem eu era vigiado por ela a mando de meu pai. Ela cuidava para nos levar ao caminho certo. Tanto eu quanto meus outros irmãos. Por mais que ela fosse bem calma, isso às vezes me assustava, eu temia mais minha irmã que a própria morte. Ouvir isso ali era muito assustador.

— O irmão Levi é um perdedor! Hahahaha! — Bradou outra voz feminina, porém, mais aguda que a anterior. — Sim, ele é um completo perdedor! Hahahaha! — Bradou uma voz parecida. Sim, não tinha dúvidas, eram as duas pestes: Lily e Morg. Ambas são mais novas que eu, porém, sempre se destacaram em suas missões, principalmente quando atuam juntas. Suas táticas eram muito sujas, porém, efetivas. Nunca fomos de nos dar muito bem, porém, eu as respeitava e elas também, ou pelo menos acreditava.

— O que vocês estão fazendo aqui! Onde está o Niko?! — Bradei. Confuso. Esse estado emocional era pouco para descrever a maneira que meus pensamentos se conflitavam em minha mente. Gargalhadas. Essas malditas gargalhadas me deixavam cada vez mais confuso. Ao fundo, avisava a imagem de onde havia sido criado, mas, antes que pudesse ao menos me sentir mais aliviado, o fundo se transformava em um campo de guerra.

Diversos homens se matavam em busca de seus objetivos. Minhas irmãs estavam lá. A morte gêmea era eficaz. As duas guerreiras que honravam o nome da família Flamel matavam com enorme facilidade, ambas monitoradas por Marie que, caminhando, assistia tudo sem ao menos ser incomodada por inimigos. Eu estava tão próximo a ela, mas, era como se eu não existisse. Todas passavam por mim, ignorando minha cara de espanto, menos por Marie que, ao estar na minha frente, olhava diretamente para mim e, esticando o braço, estava com minha cabeça em sua mão.

— O que é isso?! — Bradei me afastando. Como sempre, ela começou a gargalhar, assim como minhas outras irmãs e o restante dos guerreiros que estavam ali e agora, incrivelmente, estavam todos me cercando. Eles estavam rindo, mas rapidamente ficaram calados e todos olhavam seriamente para mim. — Fuja! — Bradou minha cabeça. Sem entender, só queria sair dali. Fugir de tudo. E foi isso que fiz, me debatendo contra a resistência dos inimigos, eu corri, ferido, mas corri. Não queria saber para onde, apenas corri.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptySex 20 Out 2017, 23:29


Apesar de ter conseguido com sucesso executar minha estratégia conforme o planejado, e ter mais pessoas acordadas, as coisas estavam mais controladas do que antes. Não era o único perseguido e isso seria era bom para poder entender melhor a situação atual.

Estava ferida e a ânsia por uma laranja era insanamente alta, eu não estava conseguindo raciocinar direito, refletir sobre as coisas e muito menos sobre o que deveria ou não fazer.

Minha visão começava a ficar meio turva e a vontade de simplesmente tentar ao máximo aguentar aquilo, mas comecei a ver coisas, ver imagens de minha mãe morrendo, imagens de eu matando meu pai, sague e entre elas, vi os dois perseguidores que antes vinham a mim, irem até marie.

Precisava poder conseguir distinguir real do ilusório, por isso pegaria o mais rápido possível uma laranja de meu bolso e mesmo com casa, tentaria morder a mesma, para poder ingerir o mínimo do suco dela possível, para então poder saciar a minha necessidade e ao mesmo tempo, conseguir pensar melhor.

Tinha que torcer para que marie aguentasse por ao menos um minuto. Acreditava que era o máximo de tempo que eu precisaria para ingerir ao menos metade daquela fruta cheia de suco.

Esperava que tivesse voltado a normalidade depois de ingerir aquele suco e que pudesse agir. Se não, tivesse voltado ao normal, iria apenas gritar algumas coisas, tentando alertar a minha amiga.

- Marie – gritaria na língua humana, que ela era capaz de ententer, apesar de não falar – Cuidado... Evite... ser... atingida... aguente... firme... Alguém... Ajude... a.

Mas caso isso não acontecesse e eu conseguisse me recuperar a tempo de agir antes de os inimigos atacarem minha parceira, tentaria arremessar o meu sai direito, cuja mão eu era dominante, mirando no ombro do homem com a lança que parecia ser o mais perigoso. Seguraria pela lamina e arremessaria o mesmo, girando contra o oponente. A chance de acerto era boa, mas não era a prova de falhas ou muito menos fácil de se fazer.

Independente do resultado do que acontecesse com a arma arremessada, sairia correndo para cima do adversário, desembainhando minha adaga e guardando o outro sai. Iria correndo ao socorro de marie com o intuito de atacar o homem com a lança, caso ele não tivesse acordado do transe. Eu o atacaria estocando a faca na lateral de seu corpo, mais ou menos na altura do estomago e depois disso, retiraria a faca, tentaria usar de seu corpo como apoio, para tentar saltar sobre ele, se a altura me permitisse tal ação e então tentaria cortar de forma vertical o adversário que segurava a adaga, de preferencia em suas costas.

Caso o primeiro sai arremessado eu tivesse acertado, focaria apenas no da adaga, visando primeiramente tentar estocar a faca no braço que segurava a arma e tentando seriamente acertar o mais perto da mão possível e depois tentaria fazer um corte horizontal, mas não profundo no mesmo.

Se errasse a estocada no da lança ou no braço do que segurava a adaga, tentaria esquivar de qualquer ataque que fosse feito. Se viesse alguma estocada ou corte na altura da cintura para cima, desviaria tentando rolar no chão e se possível por debaixo da perna deles para poder contra atacar com umas estocada ou corte transversal nas costas de ambos ou de pelo menos um deles, caso o da lança já estivesse fora do transe. Para golpes da cintura para baixo, tentaria saltar para cima da mesa ou de um dos balcões próximo se a distancia me permitisse, se não apenas saltaria no local em que estava.

Caso no percurso ate marie eu fosse atacada, tentaria me esquivar desviando para a esquerda ou para a direito , com um jogo de corpo e dos pés. A direção para a qual desviaria dependeria de onde viria o ataque, de que lado vinha, independente da altura do mesmo. Caso fosse um golpe em linha reta ou estocada, tentaria saltar para trás, e girar o corpo para qualquer lado que estivesse mais disponível e depois tentaria revidar, com um corte no braço do adversário de forma horizontal.

Esperava que apôs isso o transe de todos tivessem acabado e que eu pudesse de alguma forma acalmar aquele povo, para poder depois disso tentar ver quem fizera tudo aquilo.
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptyTer 24 Out 2017, 01:38


Enquanto Levi corria e sofria, os soldados ao seu redor se transformavam em esqueletos e pó, soprados pelo vento. Nem mesmo seus irmãos escapavam desse destino. De fato até mesmo o cenário a sua volta se desmanchava e virava pó soprado para a escuridão. Apenas ele estava a salvo daquele vento.

- Porquê foge Levi?

- Por quê corre Levi?

- Para onde corre Levi?

- O que almeja Levi?


As perguntas que vinham de dentro da escuridão eram ditas em um tom ressoante, forte, fazendo com que todo aquele espaço vibrasse e uma opressão caísse no lugar. Ainda assim não era um tom agressivo. Cada pergunta era feita com espaços ideais entre si para que Aleister respondesse. Mas se o jovem não conseguisse, elas seriam repetidas.

De dentro da escuridão um par de olhos parecia se abrir. Amarelos com pupilas negras, eram gigantes, tão grandes que mesmo que estivessem obviamente distantes, eram maiores que a Reverse Mountain quando vista de perto.

- Porquê foge Levi?

- Por quê corre Levi?

- Para onde corre Levi?

- O que almeja Levi?

- Porquê foge Levi?

- Por quê corre Levi?

- Para onde corre Levi?

- O que almeja Levi?

- Porquê foge Levi?

- Por quê corre Levi?

- Para onde corre Levi?

- O que almeja Levi?



Apenas quando, e apenas se recebesse uma resposta que agradasse, o dono daqueles pares de olhos deixaria de repetir as perguntas. Aos poucos, mesmo que na escuridão, Levi poderia a quem pertenciam. A escuridão parecia se transformar em um ser reptiliano imenso, cuja extensão Aleister não conseguia ver pois cobria todo o firmamento e além. Tudo ao seu redor pertencia àquele ser, até mesmo o local em que Aleister pisava fazia parte de seu corpo. Negro, suas escamas enormes pareciam brilhar em um tom lustroso. Seus dentes afiados podiam ser vistos pela abertura de sua boca. Olhos de tigre, corpo de serpente, patas de águia, chifres de veado, orelhas de boi, bigodes de carpa. Um dragão em toda sua majestade encarava o humano com um olhar penetrante, como se pudesse ver sua alma.


Niyah!


Niyah não estava bem. Seu vício agia de uma forma extrema naquele momento importante, nublando a mente da menina e fazendo com que ela visse laranjas para onde quer que ela olha-se. Literalmente. Naquele momento, as cabeças de todos ali teriam magicamente se transformado em laranjas gigantes na visão da moça, causando uma visão bizarra e cica ao mesmo tempo. Somado com o caos do local, era como se ela visse um monte de laranja usando seus corpos humanoides para se atacarem. Uma doideira que só.

Percebendo que algo de errado não estava certo, ela puxou uma laranja real de seu bolso e deu uma grande mordida. Não apenas a parte doce e o suco fresco da fruta entraram em sua boca, mas também o amargor da casca se espalhou fazendo com que a jovem despertasse um pouco desse estado estranho em que se encontrara por um momento.

Usando um de seus sais, ela rapidamente o arremessou e atingiu o ombro do coelho lanceiro que já estava em movimento, o despertando finalmente de seu transe. Porem ele já estava em movimento e a confusão inicial somado com a inercia do golpe fizeram com que a lança seguisse em caminho de Marie que saltou para o lado para desviar.

Mas o coelho não era o único inimigo. O humano loiro usou sua adaga para tentar acertar o ventre de Marie, que sem possibilidades de desviar mais uma vez, usou seu próprio joelho para defender o golpe. Como consequência a adaga do adversário atingiu o local e ficou presa no osso, causando uma grande dor na menina que viu tudo esbranquecer a sua frente.

Niyah ainda tentou correr mas sua velocidade e a confusão do local a impediram de evitar que sua amiga fosse ferida. No entanto, após usar o corpo do lanceiro como apoio e saltar por cima dele, ela com sucesso golpeou as costas do loiro, despertando-o de seu transe. No entanto acordar de repente recebendo uma facada nas costas e sem saber o que estava acontecendo, com uma mulher a sua frente parecendo estar se protegendo de você, simplesmente não é algo fácil de entender.

De todas essas informações, a única que sobressaltaria na mente da pessoa é “Perigo!” “Dor!” “Devo me proteger!”, assim o loiro logo virou o seu corpo e mirou uma cotovelada em quem quer que o estivesse atacando pelas costas. Felizmente a gatuna desviou para o lado com sucesso, apenas para ver o homem puxando mais uma nova faca de sua cintura e perguntando – O que está acontecendo? O que você fez comigo? - Enquanto olhava assustado ao seu redor e para as pessoas que continuavam a se atacar.

De fato naquele momento todos já haviam saído daquele estado de “zumbis”, essas pessoas já deveriam ter parado de brigar e a confusão deveria estar se acalmando… mas estranhamente, não estava. Até mesmo no corredor podia-se ouvir palavrões sendo proferidos e pessoas urrando de dor.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptyQua 25 Out 2017, 10:47



A Ascensão do Dragão


Eis que surge o Dragão






Mergulhado em um mar de dúvidas, minhas pernas se moviam sozinhas. Novamente. Por mais que, para mim mesmo, todas as vezes prometesse que não fugiria, não voltaria a fazer isso, no fim, o resultado sempre era o mesmo. Ao meu lado, os guerreiros se transformavam em pó. Lentamente parava de correr. O que estava acontecendo ali? Ofegante me questionava enquanto uma voz urgia da escuridão. Seus dizeres ecoavam por todo o sempre.

Por que eu fujo? Porque estou com medo! Por quê corro? Porque sou fraco o bastante para não conseguir enfrentar tudo isso. Para onde corro? Para longe de tudo isso, longe dessa loucura! O que almejo? Ser... Forte... — Nesse momento minhas pernas cessaram totalmente. Sem forças me ajoelhei ao solo e, cansado, em um estado completo de exaustão minha mente entrava em conflito com meu corpo. Os questionamentos continuavam, era uma tortura mental que cada vez mais aumentava. A escuridão me engolia por completo, de uma maneira que doía mais que qualquer dano físico. Estava entregue.

Dentro de mim, sentia preso em uma jaula. Por mais que tentasse escapar, não conseguia. Mesmo não tendo respostas, queria falar algo, mas, não conseguia. Aquela escuridão havia entrado dentro do meu ser, da minha mente, havia me tomado por completo. Toda e qualquer tentativa de ração caíra perante aquela onda de vácuo negra que crescia dentro de meu ser. Por que estou fugindo? Por que estou correndo? Para onde estou correndo? O que eu almejo? Por que não consigo responder todas essas perguntas? Por que eu sou tão fraco?! Por que?! — Durante tantos questionamentos, uma estranha criatura surgia a minha frente. Era... um... dragão?!

Por que? Por que? Por que... essa escuridão não some... eu quero ser forte! Como posso ser forte? Me ajude! Desde jovem, sempre excluído... não! Não quero isso! Eu sou o protagonista! Eu que mando em minha vida! Eu que direciono meu caminho! Eu sou... eu sou Aleister! — Ao fundo, surgia um pequeno brilho que cintilava ao fundo de toda aquela imensidão draconiana a minha frente. Imediatamente em minha mente, uma distinta parte de meu passado vinha a minha mente. “Você consegue, Levi. Você consegue tudo que quiser, você é um Flamel, você é aquele que irá levar a paz para nossa família e transformar nosso legado, é você, meu filho”!. Esse aperto no meu peito... o que é isso? Eu... não posso ficar aqui, caído, eu sou aquele que levará a família Flamel a glória!

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— Eu sou Aleister Theophrastus Flamel! Eu sou aquele que vai levar a família Flamel à glória! — Falei me erguendo perante aquela criatura gigantesca. Estranhamente estava com medo, mas, lembrando das palavras de minha mãe, não me sentia impotente. — Eu fugia porque não sou forte o suficiente, eu corria para tentar fugir de tudo, eu tentava ir para qualquer lugar onde não sofresse com tanta pressão, mas, isso acabou. Eu sou aquele que irá liderar todos ao sucesso! Eu serei o protagonista de minha vida, de minha história! É isso que almejo! Eu serei o Dragão do meu devir!

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Essas últimas palavras, eram... um combustível. Meu punho cerrava automaticamente, não sabia o que estava fazendo, mas, gostava dessa sensação. Correndo exponencialmente rápido me aproximei da enorme criatura e, aplicando a minha força máxima eu armei meu braço e, em um movimento descendente, desferi um soco que, bem próximo ao corpo do animal, ele cessou. — Eu sou Aleister, eu não vou fazer o que você espera que eu faça, eu vou fazer o que eu quero! — Abri meus braços em frente a criatura — Eu não vou mais fugir! Eu sou Aleister Theophrastus Flamel! — Bradei com todas minhas forças.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptyDom 29 Out 2017, 22:28


As coisas melhoraram por alguns minutos, quase todos tinham sido despertados, faltava apenas 1 e consegui fazer o mesmo, mas marie acabou com uma adaga em seu joelho e o homem acordou confuso e sem saber exatamente o que iria fazer ou se deveria ou não atacar, tudo por causa da dor.

Já tinha em mente algo que poderia dar certo, mas não tinha certeza se isso iria ou não acontecer, mas caso não funcionasse, me faria apenas ganhar algum tempo.

Correria em direção a mesa, e no caminho tentaria pegar uma panela ou alguma superfície metálica e uma colher. Caso não achasse a colher não teria muito problema, mas para que isso desse certo, era essencial achar a panela. Quando chegasse perto da mesa, já com a panela, subiria sobre a mesma e usaria a colher ou caso não achasse, usaria minha adaga para bater contra a superfície metálica e emitir um alto som, visando atrair a atenção de todos para mim e de forma rápida. Se conseguisse fazer todos me olharem (o que acreditava que aconteceria), eu começaria a falar.

- Olá a todos... Me desculpe pela confusão toda, porém era preciso fazê-los sentir dor, para que acordassem de uma espécie de transe na qual estavam – respirei fundo, tentava ao máximo parecer que me importava com eles sem exceção, mas não era verdade, apenas queria evitar a confusão e tirar marie dali – Vamos manter a calma e a paz, assim acharemos o responsável e saberemos quem de fato culpar por toda essa confusão.

Tinha que encontrar o culpado, mas de forma alguma ele era minha prioridade naquele momento. Meu objetivo ali era conseguir ganhar tempo, para poder tirar marie dali e cuidar dela. A raposa já havia feito muito por mim, não poderia deixar ela naquela situação.

Se tudo desse certo, as pessoas começariam a se acalmar um pouco e tentar lembrar o que havia acontecido com elas, para assim acharem o culpado, mas a chance do caos ainda reinar era muito maior.

Independente do resultado de meu discurso, saltaria da mesa, já para perto de marie e a ajudaria a levantar se fosse preciso, mas se não fosse, apenas colocaria seu braço ao redor de meu pescoço para servir de apoio e assim iriamos em direção a saída.

Iria sair daquele quarto e ir na direção a enfermaria onde eu tinha estado a um tempo atrás. Ficaria com minha adaga preparada em meu braço direito e se conseguisse, no percurso, recolheria meu sai que tinha sido arremessado, mas se não, não faria questão dele, não naquele momento, quando a vida de minha amiga era mais importante.

Caso me atacassem, tinha ciência de que iria ser mais difícil de desviar, mas tentaria bloquear com a adaga o ataque ou ao menos desviar ele para a direção outra direção caso viesse horizontal da direita ou da esquerda na altura do tronco e parte superior de meu corpo.

Se me atacassem por baixo dessa altura, tentaria evitar o movimento, pulando para trás se viesse em linha reta ou horizontalmente. Se viesse vertical de cima para baixo ou de baixo para cima, desviaria para o lado esquerdo ou direito, priorizando sempre o lado em que marie estivesse, pois caso por algum motivo uma de nos fosse atingida iria ser eu e eu teria mais chances de tomar menos danos do que a mink raposa.

Não tinha visto a mink muitas vezes em ação, mas sabia que ela era boa porque havia sobrevivido praticamente sozinha por um longo tempo.

Se conseguíssemos chegar na porta já era um grande avanço e de la iriamos tentar abrir passagem por entre as pessoas do corredor. Seria importante achar Alencar, havíamos nos separado e tinha seu amigo comigo, precisaria da ajuda de ambos, por mais que não gostasse de assumir isso. Se chegasse na porta, gritaria para dentro do mesmo, avistando ou não o tal de roux.

- Roux... Gordinho? Me ajude aqui com ela. Precisamos cuidar das feridas dela e encontrar Alencar, aproveitar que a confusão pode ter alguma chance de diminuir para nos reagrupar e ver o que pode ser feito.

O passo seguinte seria conseguir atravessar o corredor e eu o faria usando a mesma estategia de defesa que usaria para sair da cozinha, para conseguir chegar ate a enfermaria. Esperava que tudo corresse bem e a paz fosse mantida, ao menos a tempo suficiente de chegar a enfermaria de novo.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptySab 04 Nov 2017, 18:37


Finalmente Aleister parecia perceber quem era, o motivo de suas ações e quem queria se tornar. Se cansara de fugir. De ser fraco. Se tornaria dono de seu destino. Enquanto ele corria e avançava contra o dragão negro, o ser colossal abria suas enormes mandíbulas e engolia o humano que o atacava. E assim, bradando — Eu não vou mais fugir! Eu sou Aleister Theophrastus Flamel! — o rapaz se via em um novo ambiente. No meio de uma floresta de arvores largas, ele se encontrava armado e completamente saudável, logo a sua frente dois homens se sentavam acampando. Eles eram idênticos e o primeiro tinha consigo uma machadinha e um facão de caça. O segundo tinha javelins (lanças curtas de arremesso) presas em suas costas. Jack e James, os irmãos inimigos de Aleister estavam ali compartilhando de um cantil enquanto assavam um javeli (animal) acima de uma grande fogueira.

---
Ao pegar a panela, Niyah se molhou com a água que estava nela, mas isso não a impediu de saltar sobre a mesa e começar a bater com a adaga contra o metal, chamando a atenção de todos. - Olá a todos... Me desculpe pela confusão toda, porém era preciso fazê-los sentir dor, para que acordassem de uma espécie de transe na qual estavam. Vamos manter a calma e a paz, assim acharemos o responsável e saberemos quem de fato culpar por toda essa confusão.

- Mas hein?

- O que aconteceu?

- Quem é você?

- Porque todo mundo é tão estúpido?

- Minha perna dói.

- E o meu braço.

- Quem ta pilotando o barco?

- Porque o céu é azul?

- Quem é o capitão?

- Eu lembro de um palhaço...?

- Eu também!

- Cadê ele?

- A terra é redonda?

- Cala a boca!

- Vem calar!


Assim que Niyah acabou de falar houve um breve silencio antes de uma cacofonia se fazer presente, todo mundo falando junto, fazendo várias perguntas ao mesmo tempo. Mas isso não tinha mais nada a ver com a gatuna. Apoiando Marie, ela saiu da cozinha apenas para ver que o Mink cão se encontrava morto no chão do corredor, com o pescoço aberto de lado a lado. Ao seu lado o homem de pele escura que havia falado com ela antes estava desacordado segurando uma adaga cheia de sangue...

Entrando na enfermaria ela não veria sinais de Aleister, que estava dormindo de boas na rede do outro cômodo e sonhando com todo tipo de coisa. Logo atrás dela Roux a acompanhava. – Tem algo muito estranho acontecendo aqui. E mataram o piloto. Pior é que provavelmente estamos à deriva e o capitão parece ter sumido... merda, merda, merda, merda.

Ele falava enquanto andava de um lado para outro nervosamente. Claro que tal comentário demonstrava o quão observador ele era. Afinal de contas havia chegado extremamente mal no navio foi carregado logo para o interior, mas ainda assim havia reparado em quem era o piloto da embarcação.

- Roux... Gordinho? Me ajude aqui com ela. Precisamos cuidar das feridas dela e encontrar Alencar, aproveitar que a confusão pode ter alguma chance de diminuir para nos reagrupar e ver o que pode ser feito.

- Sim! Vou procura-lo! – Respondeu ele agora que tinha uma direção saindo da enfermaria.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 6 EmptySeg 06 Nov 2017, 15:47



O Dragão Despertado


Encontros Inesperados




A situação a que me situava era tão estranha quanto a presença de animais exclusivamente aquáticos em solo terrestre. Enfim me sentia completo, algo estava diferente, podia sentir que algo havia mudado em minha percepção, em meu ser, em meus sentimentos, mas, antes de qualquer conclusão, mudava novamente de local. Curiosamente, esse local estava habitado por humanos bem conhecidos.

Uma floresta. Essa era a minha atual localização. A minha frente estavam, ao longe, dois homens fazendo uma refeição um tanto quanto amigável. Com passadas lentas e cautelosas, me aproximei, dessa maneira pude perceber que ali a frente estavam os homens que havia defrontado anteriormente, comendo e conversando.

— O que está acontecendo aqui? — Me questionei enquanto os observava. Estava decidido, tinha que enfrentar meus problemas de cara, não mais fugir, sofrer e pagar o necessário para a sobrevivência e evolução de meu ser. Liderança, poder, justiça, aspectos que tinham de ser priorizados naquele momento. Lentamente tentei me aproximar de onde ele estavam. Não quis chamar a atenção para minha presença, mas, me anunciei para não causar dúvidas.

— O que vocês dois estão fazendo aqui? — Questionaria ao vê-los e estando mais próximo aos dois. — Abaixem as armas, não quero confusão, nosso problema acabou em vida, durante o leito de morte, a calma deve predominar o defunto.

Tentaria manter a calma. Não tinha motivos para temer. De fato, tudo estava mais claro em minha mente. Quem eu era, o que eu queria, o que eu faria. A presença daqueles dois ali não mudaria nada em minha crença recém-conseguida. Esperaria a resposta de ambos, mantendo-me cauteloso. Como era um devaneio, eles poderiam fazer o que bem entendessem, até mesmo tentar me atacar de maneira sorrateira, ora, acabei com suas vidas.

— Já que estão aqui, tenho algo falar. Tudo que aconteceu entre nós foi iniciado por suas próprias ações, logo não foi eu que decretei o primórdio conflituoso. Porém, isso não tira a culpa que tenho em ter encerrado vossas vidas. Não sinto arrependimento em ter feito isso, mas, sinto em não ter evitado ao início tudo. Então, com todo o meu respeito, eu lhes peço desculpas! — Me abaixaria em forma de decretar respeito ao espírito que vagava e estava ali.

Era arriscado, estava exposto e sabia disso. Qualquer sinal de barulho perto de mim, rolaria para o lado e, me erguendo em cambalhota, me prepararia para o combate. Olharia se tinha comigo alguma arma e, se tivesse, a empunharia para quem me ameaçasse com sua aproximação. — Enfim, decretei meu respeito, agora tenho que partir, diferente de vocês, tenho assuntos, digamos, “vivos” para tratar no outro mundo! — Afirmaria enquanto levemente me afastava.

Porém, se no início eles não me permitissem falar nada, sacaria a arma que tivesse, é claro, se não apenas me afastaria, mantendo a atenção em meus adversários, além que tentaria olhar para onde estava indo. Em ataques frontais, tentaria rolar para ambos os lados, o que pudesse rolar. Ataques baixos, tentaria saltar para os lados, rolaria e me manteria em pé. Ataques altos, os rolamentos seriam perfeitos. Se alguém tentasse me segurar por trás, tentaria rolar para a frente e me distanciar, ou até em diagonal, caso houvesse algo em minha frente. Ao me segurar, se conseguisse, tentaria dar cabeçadas para me soltar, ou até tentaria erguer meus pés para conseguir um impulso e passar por baixo de suas pernas. — Já chega de brincadeiras, tenho que voltar à realidade! — Afirmaria olhando nos olhos de quem estivesse ali.

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