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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zodíacos: A Criação

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Fonseca
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptyDom Set 24, 2017 11:14 am


Três horas de aprendizado foram bons o suficiente para render alguns peixes de porte médio e pequeno. A maioria tinha sido pescada por tom e não por mim, mas não jogaria todo meu mérito fora, ao menos um pouco daquilo era de meu esforço para aprender uma nova habilidade.

Tom nos informou que daria os peixes para os cozinheiros e assim eles poderiam preparar um ensopado para os tripulantes. E então o mesmo disse o preço, fiquei com o pé atrás, pois sendo criada por uma família onde você não tinha muito, ainda mais nos últimos anos, se aprende a ser um pouco egoísta com o próprio dinheiro. Mas que mal tinha, afinal, dinheiro era para ser gasto e não guardado. E em meus bolsos só acumulariam poeira.

Assenti para o velho tom, antes de o mesmo passar suas últimas informações sobre a Grand line e como chegar na mesma. Subir uma montanha para cair em uma das rotas, parecia algo estranho e suspeito, mas para quem não tinha muito o que fazer, o ideal era apenas conseguir descobrir onde era essa tal montanha e como subir ela, feito isso, poderia por fim tomar uma decisão fixa sobre o que eu deveria fazer.

Assim que tom deixou eu e Marie sozinhas na parte de tras no navio, ela me pediu para lhe ensinar a língua dos humanos. Eu conhecia a língua a muitos anos, mas não sabia nem por onde começar a ensinar. O que me deixou um pouco confusa quanto a como iria ensinar ela, mas sorri para a mink raposa.

- Claro amiga, pode deixar que lhe auxiliarei da forma que puder para aprender a falar como humanos.

Sabia que o mínimo de conhecimento ela tinha, afinal entendia o que era dito na língua, devido a fatos anteriores ocorridos, mas o seu problema era falar e formular frases de forma a não parecer tão robótico. Esperava ao menos ter conseguido passar confiança a ela com minha fala, apesar de por dentro, estar consecutivamente me perguntando por onde eu deveria começar.

Tentaria ensinar ela, da seguinte forma, pegaria meus objetos pessoas e os diria em ambas as línguas, para que assim ela pudesse entender o que cada um deles eram. Assim que ela os tivesse visto e ouvido os nomes, apenas apontaria para o objeto e perguntaria o nome de tal na linguá humana, se ela acertasse, prosseguiríamos ao próximo item e assim por diante, ate termos terminado meus pertences pessoais todos, se ela errasse o nome, repetiria eu mesma o nome de tal e pediria para minha amiga repetir algumas vezes ele até aprender de fato.

Quando desse a hora do almoço, seguiríamos juntas para o local designado para tal refeição e com isso, procuraríamos o responsável pela comida, para poder informar que era amigo de Tom, para assim conseguir o desconto que eu desejava, podendo assim pagar menos pela refeição. Procuraria comer peixes, para aproveitar e provar daquilo que cacei durante meu aprendizado, pois aquilo que se caça para comer é mais gostoso do que aquilo que se come sem esforço de busca. Ao menos era o que eu acreditava.

Durante o almoço, tentaria continuar ensinando a mink raposa, da mesma forma e seguindo a mesma ideia de como fazia antes, usando dessa vez o ambiente ao nosso redor como local de estudos. Apontando para os itens que achasse mais importantes, como comidas, utensílios e objetos convencionais e caso ela se interessasse por algo em especifico, eu o diria também.

Subitamente, algo chamou minha atenção. Do convés frontal, vinham vários burburinhos altos, que me deixaram altamente curiosa. Resquícios de meu felino interior. Olhei para Marie e esperava que a garota estivesse tão curiosa quanto eu.

- Vamos ver o que é?

Era uma pergunta um pouco retorica, afinal, eu iria ver o que era independente da resposta e a puxaria para vir comigo se fosse necessário. Por enquanto, não estava pronta para deixar ela sozinha. Apesar de ter dado a vida para me ajudar, a mink não tinha se provado muito forte fisicamente, portanto não sabia se ela seria capaz de se defender sozinha.

Portanto a puxaria para o convés frontal junto comigo, mas se ela recusasse muito ou fizesse muita questão de não me acompanhar, a deixaria ali para não forçar a amizade que tínhamos.

Assim que chegássemos no convés principal, veria o velho tom no leme do navio e várias pessoas na borda observando algo a frente. Primeiramente ficaria surpresa em ver tom sendo quem pilotava aquele barco, mas aquilo poderia ser discutido depois, mas logo em seguida, iria rumo ao amontoado de pessoas, para conferir par aonde iriamos.

Ao chegar perto da borda, percebi que o barco estava se dirigindo para a direção de um bote que aparentemente continham 3 pessoas. Observaria com cuidado, para ver pelas roupas se não havia nenhum marinheiro. Aquela raça não mereceria ser ajudada. Se nenhum deles se vestisse como a marinha ou governo, acho que valeria apena ajudar, mas caso se mostrassem como marinheiros, bastaria um passar de facas na garganta para acabar com a raça imunda daqueles azuis.

- Ei, tom, onde ficam as boias e cordas desse barco? – Gritaria para o mink que pilotava aquele navio. Esperaria por uma resposta dele, mas caso ele não me desse uma ou não soubesse, procuraria elas pelo convés e se não achasse, procuraria por algum outro membro da tripulação para pedir tal infomação.

Se conseguisse os objetos, esperaria o barco chegar a uma distância consideravelmente perto deles e lançaria a corda e a boia para ajudar eles a subirem de alguma forma no barco. Se não achasse nenhum objeto, teria que esperar para ver como outro alguém reagiria e se faria algo, pois não tinha muitos poderes no local e não poderia de forma alguma por minha vida em risco por desconhecidos, não eram assim que as coisas funcionavam, não para mim.

Eles conseguindo embarcar no barco, avaliaria se eles possuíam feridas e tentaria avaliar a gravidade e realizar os primeiros socorros, mas antes precisaria de um kit para tal.

- Algum kit de primeiros socorros por aqui ou algum medico a bordo?

Se não tivesse nenhum kit, observaria as feridas para avaliar elas, se fosse necessário apenas estancar sangramento, procuraria nos pacientes uma parte de suas roupas que estivessem aparentemente limpas e as rasgaria, usando minha faca se necessário para poder fazer algumas bandagens improvisadas e com elas, estancar o sangue. Mas isso dependeria dos materiais que me estivessem a disposição e dos tipos de lesões.

Iria esperar a multidão se dissipar, para fazer algumas perguntas a aqueles rapazes, sendo que a primeira seria a mais importante de todas e definiria de alguma forma, como agiria com eles.

- Algum de vocês é marinheiro? – tentaria manter um sorriso simpático, mas sinico no rosto. Independente da resposta no momento, faria algumas perguntas – Quem são vocês e o que faziam em um bote no meio do mar?
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptyTer Set 26, 2017 1:01 am

Após horas debaixo de um sol forte, Aleister se encontrava faminto e extremamente sedento, mesmo que tivesse agua e comida em sua mochila, a febre havia feito com que ele tivesse se esquecido deles. O pássaro que não comia desde antes do incidente com a cobra, estava gralhando altamente devido a fome. Bom ao menos no início. Agora seus gralhados estavam baixos. Sua energia estava perigosamente acabando e se seguisse assim, não demoraria a morrer de fato.

Ao ver a embarcação, ele e Roux tentaram balançar remos para chamar a atenção, mas a fraqueza que ambos sentiam fizeram com que os remos caíssem na água e afundassem. Ainda assim alcançaram o objetivo e logo o navio se aproximou.

Enquanto isso, após um leve aceno por parte de Marie que estava radiante por ter aprendido algumas poucas palavras após certa dificuldade, elas seguiram para a parte principal do convés e ao ver a situação, ela pensou rápido e logo perguntou - Ei, tom, onde ficam as boias e cordas desse barco? –

No entanto quem respondeu foi outro tripulante, um homem de pele bem escura, ombros largos e alto – Aqui estão! Venha! Me ajude! – Ele tinha os objetos em mãos e corria para a borda. Vendo que Niyah estava se dispondo a ajudar, ele já jogava uma das boias e corda para ela.

O primeiro a subir, graças ao esforço em conjunto dos dois, foi o gordão que levava um pássaro letárgico consigo. O homem aparentava ter um grande rasgo no peito, mas não era muito profundo. Alem disso três buracos de bala podiam ser vistos em sua camisa na parte frontal logo abaixo do corte. As balas ainda estavam dentro de seu corpo.

Em seguida veio o magro. Ele estava em um estado tão ruim quanto o gordo. Talvez pior. O osso de seu ombro esquerdo era visível, e o local sangrava levemente. Seu braço aparentava estar deslocado na altura do cotovelo. Já o outro tinha um corte raso no antebraço. Metade de uma orelha estava faltando. Seu corpo estava cheio de hematomas, sua face branca como uma vela e ao encostar nele, se verificaria que estava queimando em febre. Era um milagre que ainda estivesse consciente. Com uma mochila nas costas, não conseguia nem se mover.

- Algum kit de primeiros socorros por aqui ou algum medico a bordo?


- Errr... lá dentro tem uma pequena enfermaria com um kit completo... mas o medico se demitiu e ainda não achamos outro no local. ALGUM MEDICO AQUI? – Respondeu o homem escuro, berrando no fim em busca de auxílio, mas sem obter uma resposta positiva. – Venha, vamos leva-los para dentro!

Nesse momento mais dois tripulantes apareciam e os ajudavam. - Algum de vocês é marinheiro? Quem são vocês e o que faziam em um bote no meio do mar?– perguntava Niyah.

— Por favor, nos ajude! Fomos atacados e acabamos por fugir em botes. Agora estamos sem rumo! Eu me chamo Aleister e aquele é Roux! –

- Onde isso ocorreu? – Perguntou um dos tripulantes imaginando que aquilo se tratava de um ataque pirata.

— Nos fomos confundidos com um pessoal que envenenou a ilha de Conomi, daí fomos perseguidos e acabamos aqui... Muito obrigado por nos salvar, sou grato por isso! – continuou Aleister. No entanto, assim que falou aquilo o tripulante que o carregava quase tropeçou e o derrubou. Roux que estava indo a sua frente recebendo suporte arregalou os olhos pensando no quão estupido Aleister era. O tripulante de pele escura olhou para ele com cara de espanto.

A enfermaria tinha duas macas, uma escrivaninha entre elas, um pequeno armário preso na parede e no teto na parte de cima, onde o Kit medico se encontrava. Os tripulantes rapidamente saíram dali como se estivessem fugindo do demônio, e apenas Leron, o homem escuro, ficou um pouco mais para falar com Niyah antes de sair – O capitão estará aqui em minutos. Vocês duas podem olhar eles por uns instantes?

Era irresponsável deixar aquelas duas estranhas com os feridos, no interior da embarcação. Mas para ser sincero, Leron também queria a maior distância possível daqueles dois. Já se arrependia de tê-los salvo ao imaginar as possíveis consequências.

Ao retornar ao convés, Leron se deparou com uma cena inusitada. Um palhaço aparecera e começara a fazer um show, fazendo com que alguns passageiros caíssem na gargalhada. Outros passageiros no entanto, comentavam o resgate que havia ocorrido, citando até mesmo as duas minks que auxiliaram. – De onde diabos ele saiu? Bom, desde que não cobre e distraia eles, ótimo!

Em seguida o homem entrou na cabine do capitão para reportar o ocorrido.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptyTer Set 26, 2017 3:32 pm



O Despertar do Dragão


Niyah, a gata!



Realmente havia notado a reação deles ao falar minha história, talvez tivesse falado mais do que devia, porém, não tinha mais o que fazer apenas ser levado até a área médica — ou pelo menos algo parecido com isso. Quando formos deixados ali aos cuidados de uma criatura um tanto quanto interessante, pelo menos aparentou isso, notei que uma tensão pairou na situação, porém, estava entregue a situação. Meus ferimentos começavam a arder e latejar, meu corpo tremia mais que varas verdes em uma tarde ventilada. Estava morrendo?

— Bom... Vou repetir a pergunta que fiz antes. Alguém aqui é marinheiro? — questionou a gata, se podia a chamar assim. Realmente o questionamento dela me faria rir. Não sabia o motivo, talvez por estar totalmente entregue a ponto de não conseguir se quer responder normalmente, talvez... — Ele é gordo e eu sou apenas alguém que vaga pelos mares a procura de aventuras... — riria — Não, não somos. Somos pessoas odiadas por revolucionários, talvez, mas, marinheiros? Não! — responderia tentando olhar para ela.

Após falar, notei que a gata ia à busca de algo, e ainda mais, tinha alguém com ela. — Bem... Eu sou Niyah e essa é Marie, somos amigas. Vocês quem causaram a confusão na noite anterior pela ilha? Podem ter falado que foram enganados, mas não consigo acreditar nisso, acho que vocês foram os autores ou ao menos sabem quem foi para estarem nesse estado — falou ela, de maneira um tanto quanto... “fria”.

— Marie? Niyah? Esses são os seus nomes? — questionaria mesmo que elas já tivessem dito a resposta — Bem, a história é um tanto quanto longa — pausaria para respirar de maneira mais demorada antes de contar-lhes a breve história de minhas peripécias até então — Devo falar que você é uma gata, Niyah — não poderia me segurar em um momento desses, essa piada estava querendo sair mais rápido que o vômito que sentia vir — Em curtas palavras. Eu fui enganado por um grupo terrorista e o Grambos me considerou culpado. Fugi, enfrentei Revolucionários, conheci o meu amigo gordão — apontaria com meu polegar para ele, mesmo não sabendo onde ele estaria na sala — E aqui estamos. Uma baita de uma aventura não? Depois, eu posso lhe contar os detalhes, mas só se você me ensinar sua língua felina — ironizaria.

A gata então começou a me tratar. Tentaria olhar ao máximo seu rosto, realmente seria hilário se ela fizesse uma careta. Seria triste por sinalizar que meu caso era terrível, porém, seria hilário. — Argh! — gritei ao sentir meu ferimento arder — Vamos com calma meu bem, eu sei que mereço sofrer, mas — minha vista começou a se escurecer por alguns segundos — Eu tenho que viver muitas aventuras ainda. Chutar muitas bundas... — minha língua começava a ficar dormente, tentava mexer meus dedos, mas não sentia nada, estava morrendo? Não, acho que não, desmaiando talvez? — Chutar piratas, revolucionários... Marinheiros... — iria responder a qualquer instrução que a gata me fizesse, sem questionar.

Uma vez terminado meu tratamento, tentaria me levantar se me fosse possível. Se não, ficaria apenas ali, deitado, olhando para onde minha cabeça estivesse voltada. — Cuide bem do meu amigo, aproveite enquanto ele não está com fome... — brincaria. De fato, ele era um comedor de primeira, porém, isso não era importante. Estranhamente alguns brilhos coloridos começavam surgir em minha vista. Estranho. Estava delirando? Acho que sim...

— Bom... Estão prontos para me dar um resumo da história. Mereço, afinal, acredito que tenha salvo suas vidas — falou a gata. De fato ela estava certa. Naquele momento não teria motivo algum de negar uma simples história baseada em fatos reais. — Com todo prazer. Mas, antes... Será que pode me dar uma ajudinha aqui. Não consigo me levantar sozinho... Ainda... — informaria. Se ela me ajudasse, aproveitaria para agradecer a ela de maneira mais certa, sem ironia. — Muito obrigado por tudo! — afirmaria em um tom baixo, que só ela pudesse ouvir, como um sussurro. Se ela olhasse pra mim assustada, eu olharia em seus olhos. Não estava querendo ser galante não, só sincero. Se ela não me ajudasse, permaneceria ali, deitado.

— Bem, eu trabalhei durante alguns anos em Conomi. Era totalmente desanimado, até que senti que era o momento de seguir. Lembrei-me do meu sonho de ser livre — o que era uma coisa um tanto quanto pessoal, eu não sei o motivo de estar falando isso — então tomei rumo a sair da ilha. Conheci um homem com uma doença que o deixava malhado, esse homem me propôs pregar uma peça em troca de algumas coisas que me permitissem sair daquela ilha. Aceitei na hora! — expliquei.

Aquelas memórias voltavam a minha mente e me fazia sentir que ainda estava vivendo aqueles momentos. Aquela cara maldita daquele malhado, aqueles dois homens, as decisões erradas que tomei tudo reacendia em minha mente, não era legal, era vergonhoso, mas, havia feito de qualquer maneira.

— O plano seguiu. Ao chegar ao festival, a bebida do local já havia sido envenenada, logo percebi que havia sido enganado, mas, já era tarde. A culpa havia caído a mim. Nesse meio tempo, conheci um pessoal que também teve o azar de ser considerado culpado, então, estávamos juntos naquela. Fomos presos, escapamos, fugimos, lutamos com revolucionários e aqui estamos. Alguns morreram, outros sumiram, mas... Estamos aqui... — tentaria sorrir, mesmo que me lembrasse das pessoas que ficaram para trás para que estivéssemos ali. — Algumas pessoas tiveram de ficar para trás para que tivéssemos como chegar até aqui, agora carrego a vida dessas pessoas em minhas costas, então não poderia morrer para um ferimento assim, então eu agradeço do fundo do meu coração a você! – me curvaria brevemente — Seria muito bom viajar com uma criatura com suas capacidades, além de ser uma honra!

Acho que havia de ter explicado toda a história necessária, porém, estava curioso em relação a ela. — Agora é a sua vez. Acho que você me deve uma explicação de sua presença aqui, por questões de moral, não? Vamos lá, eu não lato... — tentaria quebrar a seriedade da conversa e deixa-la mais calma.

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Última edição por Alencar em Qui Set 28, 2017 3:32 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptyQui Set 28, 2017 12:49 am


Os três homens depois de resgatados, foram levados para dentro da enfermaria do local, onde havia um kit de primeiros socorros que eu poderia usar para cuidar daquele rapaz, que seria meu paciente, meu primeiro paciente aparentemente. Depois que estivéssemos no local, começaria fazendo algumas perguntinhas a eles.

- Bom... Vou repetir a pergunta que fiz antes. Alguém aqui é marinheiro?


Esperaria a resposta deles. Caso fosse uma resposta positive de alguns e de outros não, iria cuidar primeiro dos pacientes não marinheiros, e me negaria a ajudar quem fosse marinheiro, afinal detestava aquela raça. Se a resposta fosse negativa, para alguns ou todos eles, eu iria assentir com a cabeça e retirar tudo que tivesse no kit de primeiros socorros.

Esperava encontrar algumas coisas como bandagens, linha, agulha de costura, antibióticos, anticépticos, soro fisiológico e se desse sorte, algum remédio especial. Procuraria na enfermaria também por uma pinça e uma tesoura, seriam itens dos quais eu iria precisar.

- Bem... Eu sou Niyah e essa é Marie, somos amigas. Vocês quem causaram ao confusão na noite anterior pela ilha? Podem ter falado que foram enganados, mas não consigo acreditar nisso, acho que vocês foram os autores ou ao menos sabem quem foi, para estarem nesse estado.

Diria tudo isso enquanto organizava os itens disponíveis que eu teria para usar para cuidar dos feridos.

Primeiramente, cuidaria dos ferimentos de quem parecia estar na pior condição, que eu acreditava ser o rapaz que se apresentará como Aleister. Ele estava sem parte de sua orelha e com ferimentos de cortes e balas pelo corpo, e aparentemente um osso estava para fora, mas naquele, eu não poderia mexer, afinal não era especialista ainda e sabia que mexer em feridas expostas, seria um grave erro e poderia piorar tudo.

Não mexeria na ferida exposta, apenas a analisaria desinfetaria usando os antissépticos e o soro e por fim, faria um curativo. Iria arder, então já esperava ouvir gemidos de dor. Feito isso, iria limpar a orelha e ver se conseguia identificar se era profundo demais, se fosse, faria apenas um curativo ali também, para não ficar exposto e podermos assim aguardar a ajuda de um especialista.

Para os demais hematomas, passaria uma pomada se possuísse uma, para eles, mas caso não, apenas limparia bem os mesmos e tentaria costurar aqueles que estivessem muito expostos. Tentaria retirar a bala, mas não era algo que eu possuía conhecimento prévio ainda, portanto, apenas retiraria aquela que estivesse bem visível e não muito funda, pois sabia que se estancasse o sangue e limpasse, iria conseguir cuidar e com o tempo cicatrizaria.

De uma forma geral, daria os primeiros cuidados com o que eu tinha acesso. Seria importante se eu encontrasse na enfermaria algum remédio antitérmico e para a dor. Portanto procuraria por eles, assim que tivesse terminado fazer curativos. Procuraria também para algo firme, como um pedaço de madeira, para poder fazer um apoio de braço par ao rapaz, para manter ele imobilizado e colocado em uma posição correta.

Assim que os do primeiro rapaz estivessem feito, iria para o próximo, seguindo a mesma ordem de raciocínio e tratamento usado anteriormente. Seria cautelosa e assim seria capaz de fazer o mínimo para auxiliar eles com as ferramentas que tinha a minha disposição. Quando terminasse com o segundo, iria para o ultimo e assim que acabasse observaria com cuidado todos mais uma vez, para ter certeza de que estava tudo corretamente feito.

Se os materiais não fossem o suficiente, tentaria dar um jeito com pedaços de panos das roupas deles mesmo e das de cama, que eu mesmo rasgaria para fazer os curativos se necessário, mas acreditava que encontraria o mínimo que precisaria para trabalhar.

- Bem... acho que isso deve ajudar vocês... Ainda estou em treinamento, então cirurgias e coisas mais complexas não tenho experiências, mas o básico esta feito. Vamos torcer para chegarmos a lougue logo ou ao menos que tenha um médico a bordo.

Procuraria por uma cadeira para que eu e Marie pudéssemos sentar. Olharia para a mink e em nossa língua única, lhe diria algumas palavras.

- Não os conhecemos direito, fique atenta, qualquer coisa estranha, vamos ter que agir.

Eu era muito desconfiada. Normal, depois de ter sido traída pelo próprio pai, que matou minha amada mãe depois de se embriagar. Um dos motivos que eu tanto odiava a marinha. Tentaria puxar assunto com eles e pediria tambpem um pequeno favor para Marie, desça vez na língua humana, para que eles pudessem entender.

- Amiga, quero que veja se o capitão já esta vindo, apenas abra a porta e veja – viraria para os rapazes ali presentes – Bom... estão prontos para me dar um resumo da história. Mereço, afinal, acredito que tenha salvo suas vidas.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptyQui Set 28, 2017 9:31 pm



Aleister e Niyah tinham o primeiro contato naquela embarcação comercial. A mink fazia seu melhor para trata-lo, conseguindo limpar suas feridas, imobilizar seu braço, enfaixa-lo e até mesmo dr um remédio antitérmico para o rapaz. Enquanto isso ele dava em cima dela e contava sua história.

Ao fundo conseguiam ouvir um leve som de gargalhadas ao longe, vindo do convés principal.

Já Roux permanecia em silencio na maior parte do tempo, pensando no que deveria fazer a seguir. Assim, Niyah limpou e enfaixou as feridas do agente em treinamento, mas não foi capaz de retirar nenhuma bala. Teriam que encontrar um medico oficial ao chegarem na ilha.

Do início ao fim do tratamento, cerca de vinte minutos haviam passado e em algum momento as gargalhadas haviam parado. Agora a embarcação estava silenciosa. Até de mais. Após avisar sua parceira para ter cuidado com aqueles dois homens, Niyah a pediu para verificar a situação do lado de fora.

- Amiga, quero que veja se o capitão já esta vindo, apenas abra a porta e veja

O peso de seus ferimentos afetava Aleister grandemente, e sua visão começava a embaçar. Tentando se erguer sozinho da cama não conseguiu e pediu ajuda da Mink antes de questiona-la sobre sua própria história.

Enquanto eles continuavam a conversar Marie havia aberto a porta e olhado o corredor, mas não viu ninguém. O cômodo em que estavam se situava no meio de um corredor de dez metros. Mais duas portas fechadas poderiam ser vistas no corredor, e no fim de cada “ponta” dele, escadas que subiam e terminavam em portas abertas que davam para o lado de fora.

Vendo que estava tudo vazio e silencioso, Marie teve um mal pressentimento, e querendo ser útil, olhou para dentro do quarto avisando. - Vou checar se eles estão vindo. - Antes de seguir em direção a escada pela qual eles haviam descido antes quando trouxeram os dois homens anteriormente.

Após ela sair de vez do cômodo, Roux falou pela primeira vez, interrompendo novamente Aleister e Niyah. - Hei cara. Acho que tem algo de errado com teu pássaro. Ele parou de se mover. - Passando a ave que não aparentava ter sinais de vida para Aleister.

Marie se sentia mais e mais apreensiva enquanto se aproximava das escadas. Não sabia o motivo, mas assim que começou a subir as escadas, a sensação piorou e ela sentiu todos os pelos de seu corpo se eriçarem, fazendo com que ela parasse de se mover, altamente tensa.

Respirando fundo e tomando coragem, ela se abaixou, apoiando as mãos nos degraus superiores e tentou se mover de forma furtiva, mostrando só a parte dos seus olhos quando alcansasse o topo da escada para espiar o que estava acontecendo.

De início ela respirou aliviada ao ver o que estava acontecendo. Todo mundo estava ali vivo. Mas em seguida ela sentiu seu sangue gelar. Todos estavam vivos. Sim. Mas todos estavam parados, seus olhos vazios olhando para o nada. Tripulantes e passageiros. Minks e humanos. Praticamente quinze pessoas, talvez mais.

Sentindo que a situação era estranha demais, a raposa tentou retornar do mesmo modo silencioso, mas a escada não quis lhe ajudar e rangeu dolorosamente alto. Ali. No meio daquele silencio todo. E no momento que a escada rangeu, todos aquelas pessoas imóveis olharam ao mesmo tempo para o local. Para Marie.

Agora a Mink havia ficado paralisada novamente por um instante, mas de medo. - Gulp. - Após engolir saliva ela pensou em retornar e avisar Niyah, mas de repente todos se levantaram ou começaram a andar com seus olhares vazios. A maioria estava desarmada, mas alguns tinham facas, espadas e até mesmo uma lança estava por ali.

Sem expressão alguma, eles se moveram para a escada. Saindo de seu estupor, Marie quis fugir e voltar para a ala medica, mas ao ver que a porta ela mantida aberta por uma corda presa em um gancho, a moça pegou a corda e fechou a porta com toda sua força, colocando o laço em outro gancho interno, de forma que ela estava agora “trancada”.

Em seguida começou a correr enquanto gritava – NIYAHHH! NIYAHHH! - chegando em frente ao local onde os outros três estavam. - Temalgodeerradocomoretoelestãoarmadostãoloucosnãoseialgonãotacertoelestaotentandoarrombar… - Em seu desespero a moça falava rápido demais, e era difícil entende-la naquela linguagem de raposa. Antes que pudesse acabar de falar a porta que ela havia trancado começou a ser aparentemente esmurrada. Estava prestes a ser arrombada. - Tem outra porta lá! Temos que trancar! - Continuou ela sem pensar direito apontando para a outra porta aberta que dava para o convés.

Nesse momento Aleister estava sentado na cama. Ele estava tonto, cansado e vendo embaçado. Seu braço esquerdo estava imobilizado junto ao seu corpo. Sua velocidade reduzida e suas pernas fracas. O estomago nas costas.

Já Roux se levantou suspirando. - Parece que a noite ainda não acabou de verdade hein cara...

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptySab Set 30, 2017 12:22 am


O rapaz me contou sua história e no meio do caminho, enquanto a contava, fazia algumas piadas relacionadas a minha aparência. Devo admitir que apesar de sempre me achar com boa aparência, não era comum receber elogios, ainda mais depois de meu passado.

Aproveitou e me fez algumas perguntas enquanto cuidava de seus ferimentos e depois de ter pedido para Marie ir procurar pelo rapaz, comecei a responder cada uma de suas perguntas. Seria o certo a se fazer, afinal ele havia me contado a sua história e eu era um livro aberta, não tinha muita coisa que eu precisasse esconder, que já não estava postado em algum jornal por ai.

O ajudaria a levantar e o rapaz sussurrou algo em meu ouvido, um muito obrigado. Sorri um pouco, mas não por ter achado fofo, mas ter achado engraçado, ele mal me conhecia ainda. Sentei e então comecei a lhe responder e contar as coisas.

- Bem... Primeiro, vá sonhando... Não lhe ensinarei a língua dos minks. Isso é algo nosso. Marie esta aprendendo a falar como humanos normais, ela precisa se adaptar, mas nossa língua, de mim você não aprenderá, sinto muito – passaria a mão em meu cabelo e arrumaria meu pequeno rabo de cavalo – Posso dizer que temos alguma coisa em comum. Já fui culpada por algo que não fiz e bem... Isso foi algo que me rendeu o titulo de Felina Mortal.

Respirei fundo, não iria lhe contar os detalhes dessa história de um longo tempo, mas o principal motivo de minha fuga de Conomi, eu poderia dizer, afinal ele também estava fugindo, não é como se ele fosse alguém capaz de me entregar. Dei um sorriso maléfico, não me arrependia do que fiz para chegar ali e faria de novo.

- Bem... A alguns dias atrás, matei um ex-marinheiro, pai de gêmeas e casado com uma ex caçadora de recompensas. Bem... Uma das filhas me ajudou, mas claramente, depois me abandonou, me deixando apenas com uma flor de cheiro estranho, dizendo que me encontraria com ela – tiraria a flor do bolso e mostraria ao rapaz – Enfim... para encurtar, a mulher mandou pessoas me caçando por ter matado seu marido, um foi um maldito palhaço ilusionista e o outro um homem grande que acabou engolido por um rei do mar – era surpreendente saber que um rei do mar aparecerá nos blues, afinal so houvira meu pai falar deles no Calm Belt – Sim... não sei como um rei do mar parou por aqui.

Já havia contado a parte mais importante da minha história e meu passado naquele momento não seria muito relevante para ele. Não respondi sua proposto de me juntar a ele, porque era algo que deveria pensar, afinal não seria com qualquer estranho que faria amizade. Apesar de que, se eu parasse para pensar com Marie foi da mesma forma.

Perdida em pensamentos e então a porta se abre, com a Mink raposa falando muito rápido o que queria e o que precisava. Não consegui entender direito quase nada, mas ouvi uma porta ser esmurrada. Algo estava bem errado. Marie disse que deveríamos trancar a outra porta que dava acesso ao convés, mas aquilo seria apensa algo provisório, afinal não poderíamos apenas nos esconder para sempre, tinha que entender a situação primeiro.

- Calma Marie... Independente da situação, tente manter a calma, se não, não vou entender nada – disse na lingua humana. Sabia que ela seria capaz de entender, por mais que continuasse falando língua mink – Vou tentar fechar aquela porta como me pediu, teremos pouco tempo, mas precisarei entender melhor a situação.

Tentaria manter a calma, por mais que soubesse que ela não duraria muito, afinal eu ficava ansiosa e desesperada rapidamente algumas vezes. Respirei fundo e tinha pensado em alguma espécie de plano. Virei-me par ao gordo.

- Sei que esta ruim ainda, mas parece melhor que seu amigo, pode tentar me dar cobertura se possível, não sabemos o que pode ser ainda, então todos nos estamos enrascados.

Esperaria a sua resposta, mas não por muito tempo, já havia perdido tempo demais tentando acalmar Marie e agora deveria me focar em fechar a escotilha que estava aberta na direção oposta pela qual ela havia subido anteriormente. Haviam duas portas fechadas, mas por enquanto, o importante era fechar a saida, para podermos entender melhor a situação.

Pegaria minha adaga do bolso e segurando-a com minha mão direita caminharia o mais rápido possível para a porta aberta. Tentaria me aproximar e puxar a porta da escotilha, e fazer uma espécie de no rápido que me propiciasse uma possível solução temporária para aquela situação.

Caso não conseguisse trancar a porta, tentaria manter ela fechada usando algum pedaço de madeira ou usando de minha força, quebrando a fechadura da porta. O que nos deixaria com apenas uma saída possível, mas poderia ser um problema ou uma solução, dependendo do ponto de vista. No caso acreditava que seria a solução para aquele momento.

Se o rapaz me desse cobertura, não me preocuparia tanto com minhas costas. Esperando apenas avisos vindos dele, em caso de alguém vir para cima de mim, tentando me atacar, por ter conseguido arrombar a porta.

Se ele não me desse cobertura, usaria de minha audição, para prestar atenção nos arredores e não ser surpreendido por nenhum ataque, ou pisar de alguém que pudesse arrombar a porta e descer atrás de mim. Meu objetivo naquele momento era conseguir fechar a escotilha e armar um plano mais detalhado e mais efetivo, mas não achava que seria na pressa que isso aconteceria.

Se fosse atacada, tentaria revidar, usando o peso de minha flexibilidade e habilidades acrobáticas, para atacar usando a parte sem lamina de minha faca. A principio não machucaria inocentes, a não ser que me desse um motivo muito especifico ou vontade, coisa que naquele presente momento eu não tinha.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptySab Set 30, 2017 2:28 pm



O Levantar do Dragão


Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão, vou matar esse palhaço do cão!



As palavras do gordo em relação ao pássaro me deixavam pensativo, porém, as palavras de Niyah me faziam ignorar essa informação, por mais que meu coração não disse o mesmo. — Bem... Primeiro, vá sonhando... Não lhe ensinarei a língua dos minks. Isso é algo nosso. Marie esta aprendendo a falar como humanos normais, ela precisa se adaptar, mas nossa língua, de mim você não aprenderá, eu sinto muito. Posso dizer que temos alguma coisa em comum. Já fui culpada por algo que não fiz e bem... Isso foi algo que me rendeu o titulo de Felina Mortal — falou a felina enquanto arrumava suas madeixas.

Realmente eu viajava a vendo arrumar seu cabelo daquela maneira. Seria errado de a minha parte me sentir atraído por uma felina? Bem, isso seria um pensamento a se ter posteriormente. Seria muito interessante ter uma médica junto em uma jornada, muito interessante mesmo. — Ah, que pena. Estava muito interessado em sua língua — falei a ela. Havia soado um tanto quanto ambíguo, mas, apenas sorri. — Gostei do título, “Felina Mortal”, isso soa muito bem para você!

— Bem... Há alguns dias atrás, matei um ex-marinheiro, pai de gêmeas, e casado com uma ex-caçadora de recompensas. Bem... Uma das filhas me ajudou, mas claramente, depois me abandonou, me deixando apenas com uma flor de cheiro estranho, dizendo que me encontraria com ela — falou a gata. — Isso é o que eu chamo de uma Felina Mortal — sorri para o que ela falava. Realmente achava interessantes histórias assim. Sentia um receio de ser um alvo daquela criatura, porém, o sentimento de interesse era maior que o medo.

— Enfim... Para encurtar, a mulher mandou pessoas me caçando por ter matado seu marido, um foi um maldito palhaço ilusionista e o outro um homem grande que acabou engolido por um rei do mar... — naquele instante eu estava totalmente surpreso com aquela história. — UM REI DO MAR?! — gritei surpreso. Realmente não era todos os dias que eu ouvira falar de uma criatura dessas em um blue. Pelo menos nas histórias do Norland, ele via apenas no grande mar. — Sim... Não sei como um rei do mar parou por aqui... — demonstrou a mesma perspectiva que a minha.

Bem, histórias como aquela me cativavam. De maneira inata já estava fascinado pela felina. Suas histórias eram exemplo de como queria construir coisas parecidas, ter companheiros para conversar, me aventurar, ter “nakamas”. — Bem, realmente suas histórias são demais! Antes disso, quero oficializar uma... — antes que terminasse o que tinha para falar, a companheira mink da Niyah adentrou no recinto totalmente em choque. Suas palavras saíam sem coordenação alguma, o que não entendi de início, mas que, inatamente fora se traduzindo em minha mente após ouvir as pancadas ao fundo.

— Calma Marie... Independente da situação tente manter a calma, se não, não vou entender nada — falou a felina, que pensava a mesma coisa que eu. — Isso mesmo, fale mais devagar mocinha, todas essas palavras saindo como um furacão já me deixou tonto... — falei colocando a mão em meus olhos. Realmente estava tonto. Por mais que os ferimentos, em sua maioria, já tivessem sido tratados, a infecção, talvez, estivesse sendo severa em seus sintomas.

— Vou tentar fechar aquela porta como me pediu, teremos pouco tempo, mas precisarei entender melhor a situação! – afirmou à felina. Não entendia bem o que estava acontecendo, mas tinha de agir. Não tinha outra saída, tinha de agir, mas, ao tentar me levantar, uma grande tontura me atingira, impedindo mina saída. Estava impotente novamente?

— Sei que esta ruim ainda, mas parece melhor que seu amigo, pode tentar me dar cobertura se possível, não sabemos o que pode ser ainda, então todos nos estamos enrascados! — apelou à gata para Roux. Pelo pouco que conhecia o gordo, ele não era muito de gostar de atuar, mas, não era momento para preguiça, quaisquer deslizes estariam mortos, mais uma vez.

— Roux, ela tem razão, meu amigo, mais uma vez temos que lutar por nossas vidas! — sorriria de maneira um tanto quanto preocupada — Confio em vocês! Sobrevivam! Farei o meu melhor no que posso! Vão! — bradaria ao tentar me levantar. Não seria fácil, mas, tinha que me erguer novamente, como eu fiz durante toda minha jornada até então.

Não teria muito que fazer no meu estado atual. Quando os outros fossem fazer o que tinha de fazer, eu tentaria chegar até a minha bolsa e pegar alguma arma, se houvesse alguma lá. Se não, tentaria pegar alguma coisa que simulasse uma faca ou a própria tesoura do Kit de Primeiros Socorros. Feito isso, encontrado algo ou não, caminharia até a porta. Olharia para ambos os lados e tentaria me guiar pelas pancadas.

Caminharia de maneira cautelosa. O caminho balançava um pouco, me confundindo se era minha mente ou a própria maré me pregando uma peça. Era impressão minha ou a temperatura caía ali? Enfim, se preciso me apoiaria na parede para seguir e ver alguma movimentação. Meu objetivo era vigiar a porta que aparentemente estava fechada.

Se houvesse alguma porta no caminho, tentaria abri-la para me assegurar de conseguir um esconderijo ou me certificar de não haver nenhum ataque surpresa. Ao abri-la, se conseguisse, olharia seu interior e tentaria ver alguma outra saída ou porta, mas, não olharia ainda. Tendo aberto ou não, a porta, tentaria ver se a porta da escada havia sido aberta — se as pancadas ainda persistissem, era sinal que estava fechada — e então entraria na sala que havia aberto.

Se não tivesse conseguido abrir, voltaria na direção contrária ao fim do outro corredor, abordando as portas como havia pensado inicialmente. Acreditaria que aquela direção fora à escolhida pelo restante, poderia estar errado, porém continuaria e então tentaria ver o que eles estavam fazendo.

Entretanto, se em alguma possibilidade fosse atacado, tentaria esquivar dele me jogando ao solo. Não conseguiria rolar, nem tentaria apenas me jogaria e tentaria cair de maneira que fosse ao lado menos agredido de meu corpo. Tentaria ver o que havia feito isso e me arrastaria para longe. Eu poderia fazer mais, porém, não queria mostrar minha aptidão momentânea assim.

— Que coisa feia, tentando atacar um pobre ferido. Você não vai para o céu assim... — ironizaria enquanto tentaria conseguir espaço me arrastando. Se ele respondesse, ou não, e tentasse me atacar, tentaria rolar em uma meia cambalhota com meu ombro bom e tentaria me erguer. — Eu também não vou, então, acho que não temos problema em relação a isso! — falaria uma vez que conseguisse rolar e ficar de pé.

Um combate ali seria bem difícil, então tentaria apenas conseguir tempo e espaço para encontrar a galera da pesada de antes. — Mama, just killed a man, put a gun against his head, pulled my trigger, now he's dead... Mama, life had just begun, but now I've gone and thrown it all away… — cantaria enquanto recuaria momentaneamente do meu inimigo torcendo para encontrar algum aliado.

Música de Referência:
 

Histórico do Alencar:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptySeg Out 02, 2017 9:07 pm




Niyah e Aleister tentavam acalmar a raposinha, mesmo que ele não entendesse a língua em que ela falava, o desespero da mink estava claro em sua voz.

— Sei que esta ruim ainda, mas parece melhor que seu amigo, pode tentar me dar cobertura se possível, não sabemos o que pode ser ainda, então todos nos estamos enrascados! —

— Roux, ela tem razão, meu amigo, mais uma vez temos que lutar por nossas vidas! —

O gordão após já ter dito o necessário, apenas acenou e pegou seu machado, mostrando que estava preparado. Assim, a Gata e ele saíram correndo para fechar aquela escotilha, colocando o nó ao redor de uma madeira para segurar aquela porta que também dava para o exterior. Tudo ocorreu bem, e quando eles se viraram para voltar por onde vieram, viram Aleister cambaleando e entrando em uma das portas fechadas que ficavam no corredor. Essa que ele entrava, ficava entre a enfermaria e o local em que o “ataque” estava acontecendo.

Aleister após pegar uma das armas que estavam na sua mochila, havia saído da enfermaria e entrado no cômodo ao lado dela depois de ter percebido que não haviam inimigos a vista. O novo cômodo se mostrou ser o dormitório daquela tripulação, e no local ele podia ver várias redes (de deitar) presas balançando levemente por não terem peso.

No final do dormitório havia uma janela e abaixo dela uma mesa com um livro fechado que algum dos tripulantes devia estar lendo. Em sua capa poderia ser lido “Zodíacos do Reino do Meio”. O livro começava com uma lenda sobre como  Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos animais. Apenas doze animais compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato, o Búfalo, o Tigre, o Coelho, o Dragão, a Cobra, o Cavalo, a Cabra, o Galo, o Macaco, o Cão, e o Javali.

De acordo com um antigo texto budista, quando os animais terminam suas meritórias tarefas, fazem um juramento solene perante os budas de que um deles estará sempre, por um dia e por uma noite, pelo mundo, pregando e convertendo, enquanto os outros onze ficam praticando o bem em silêncio. O Rato inicia sua jornada no primeiro dia da sétima Lua; procura persuadir os nativos do seu signo a praticarem boas ações e a corrigirem os defeitos de seus temperamentos. Os demais bichos fazem o mesmo, sucessivamente, e o Rato reinicia seu trabalho no 13º dia. Assim, graças ao trabalho constante dos animais, os budas garantem uma certa ordem no universo.

Em seguida o livro seguia mostrando a relação entre esses animais e os astros, as horas e as datas.

Foi enquanto avistava o livro que estava próximo de si que o rapaz ouviu um “PAHC!” A porta que impedia os adversários de entrarem não aguentou e foi arrombada, dando vazão para a pequena multidão que entrou no corredor. Eram cerca de quinze pessoas, mas como o corredor não era largo apenas duas podiam andar lado a lado. A não ser que fossem gordas.

Vendo Niyah e Roux que estavam no corredor, os “zumbis” desceram a escada e correram em sua direção para ataca-los. Roux inteligentemente abriu a segunda porta que estava fechada no corredor e entrou no cômodo, mas Niyah foi um pouco mais lenta e acabou trocando golpes com os agressores antes de entrar junto. Por sorte nenhum desses dois estavam armados e a menina apenas tomou dois socos bem fortes, antes que conseguisse bater com o lado da adaga na cara de um deles.

Nesse momento algo de interessante ocorreu, apesar de ter sido tão rápido que Niyah não teria certeza do que viu. No momento em que ela aplicou o golpe em um dos oponentes, seus olhos vazios pareceram se tornar extremamente confusos e espantados antes dele ter sido empurrado, caído e pisoteado por quem vinha atrás.

Agora Niyah, Roux estavam na cozinha do barco, onde várias panelas sujas e cheias de água, facas e talheres estavam em cima de uma pia ao fundo e uma grande mesa de madeira estava no meio com vários peixes limpos em cima. Da porta dois homens haviam conseguido entrar e dessa vez um deles segurava uma espada, mas aparentava estar meio sem equilíbrio por estar pisoteando um terceiro homem. Atrás, ainda no corredor, os outros atacantes se espremiam e empurravam tentando entrar no local.

Marie estavam dentro da enfermaria, abaixada de baixo de uma cama olhando os atacantes que passavam indecisa sobre o que fazer. Aleister estava nos dormitórios e tinha visto os “zumbis” passando direto pela porta aberta sem nem virar o rosto para ver o que tinha dentro, ou quem.

Off:
 
Hp Niyah:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptyQua Out 04, 2017 1:02 am



A Ascensão do Dragão


Zodíacos



— Maldição! Porque sou tão fraco! — bradei ao notar que cada vez mais o caminho se movia a minha frente. Era impossível que aquela embarcação chacoalhasse tanto, então, só poderia subjugar que era as diversas tonturas que sentia até então. Estava em uma espécie de quarto, dormitório, enfim, havia redes, uma janela e um livro em cima de um objeto. — Zodíacos? — me questionei ao ver o tema do livro.

Parando para ler por alguns instantes, me sentei em uma das redes e comecei a folhear e ler partes aleatórias até ouvir um intenso barulho no exterior à porta. Inicialmente tentaria avistar algo pela janela, talvez alguma movimentação ou qualquer coisa além de mar. Depois, andaria até a porta para tentar ver o que estava acontecendo ali.

Como estava em um quarto, aparentemente, procuraria algum sinal de espelho, caso tivesse algum ali tentaria quebra-lo e pegar um fragmento do mesmo. Encontrado ou não, agora caminharia até a porta por onde havia entrado. Incialmente tentaria ouvir algo, passadas, pancadas nas paredes ou na própria porta, qualquer sinal que pudesse me sinalizar que havia pessoas ali naquele momento. Esperaria até que não ouvisse nada e, lentamente tentaria abrir a porta para não chamar muita atenção. Se tivesse com o fragmento de espelho, tentaria direcioná-lo para tentar ver o corredor sem expor uma parte do me corpo. Se não tivesse com o fragmento, não havia outra maneira.

Tentaria me posicionar o mais paralelo e menos distante possível da parede ao lado da porta para que tentasse ver o corredor a diante. Faria isso no lado onde a porta não estivesse presa. Se tivesse visto alguma movimentação, esperaria ela se distanciar e enfim sairia. Se não tivesse visto nada, tinha de me arriscar. Colocaria a cabeça e tentaria ver se havia alguma movimentação na direção das escadas, depois olharia para o lado seguinte.

Tentaria seguir para onde estavam os outros. Seria difícil caminhar, então tentaria ficar o mais distante possível para não chamar a atenção. Se tivesse algo perto o bastante para me atingir, tentaria entrar em alguma porta e fechá-la o mais rápido e silenciosamente possível para pensar em alguma estratégia. Se estivesse trancada, tentaria voltar para onde sai anteriormente, onde entraria e tentaria fechar a porta e travá-la.

Caso voltasse para a ala de enfermagem, tentaria travar a porta — se não houvesse trava, tentaria colocar alguma coisa para bloquear a saída. Lá tentaria pensar melhor no que faria, além de sentar um pouco e respirar. Aquela tontura me incomodava. Se tivesse entrado em outro cômodo, tentaria me manter o mais atento possível para problemas. Se tivesse cômodos invadidos, esperaria a ação dos inimigos para então esquivar-me.

Em caso de golpes baixos, tentaria saltar e, usando o corpo do inimigo como impulso, tentaria saltar sobre ele e ganhar tempo. Se o golpe fosse um golpe alto, tentaria deslizar pelo piso e tentaria analisar a situação a melhor maneira, sempre atento para ataques inimigos. — O que está fazendo aí? — falaria caso encontrasse alguém nessa confusão toda.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptyQua Out 04, 2017 11:15 pm


As coisas ficaram um pouco mais complexas. Estavamos agora na cozinha. Peixes recém cortados, que foram eu e o pescador que me ensinara a pescar quem os pegará provavelmente, utensílios de cozinha padrões, tais como panelas e talheres no local.

Estavamos eu e o rapaz gordo, amigo de Alesteir, cujo nome havia me lembrado, mas não lembrava o do rapaz ao meu lado. Não sabia o quão habilidosos eles eram, portanto, não poderia esperar muito deles, pelo menos não naquele momento.

Rapidamente passei repassei a cena de como chegamos ali em minha mente e logo que recebi os socos, que por sinal doíam mais ao serem lembrados, bati com a faca em um deles e algo de estranho aconteceu. O homem ficou confuso o caiu. Não estava certa do que vi, apenas me surgiu um palpite. E se eles estivessem sendo hipnotizados e se estivessem sobre o controle de alguém?

Pensei um pouco... Tinha que testar essa teoria, porem iria correr certos riscos, mas será que conseguiria com sucesso fazer isso? Só saberia tentado e só saberia se o rapaz que estava junto de mim na cozinha me ajudasse.

Virar-me-ia para o rapaz que me acompanhava e lhe diria de forma objetiva, na língua humana e sem muita explicação.

- Golpeie os, com o que tiver, como puder, faça-os sentir dor ou sentir algo. Acho que estao em transe, talvez bater neles resolva tudo.

Esperaria que o homem o fizesse, sem eu pedir, afinal nossas vidas estavam sendo ameaçadas e acreditava que ele iria me ajudar, mas caso ele me ignorasse e tentasse fazer algo completamente diferente ou tentasse fugir, eu tentaria agir sozinha.

Minha teoria era simples: se eles sentissem algo como dor, poderiam acordar daquele suposto transe e assim iriam facilitar meu trabalho, me permitindo arrumar uma saída para aquela situação, mas se eu estivesse errada, poderia cair em uma armadilha que ela mesmo criaria.

Tentaria correr para o fundo da cozinha, de preferencia para de trás da mesa e a usaria de certa forma como uma espécie de escudo temporário. Fazendo com que a largura da mesa servisse de distância entre nós e assim pudesse agir.

Trocaria minha adaga pelo par de sais que estavam entre minha calcinha e minha pele. Sim eu os mantinha ali. Guardaria a adaga de volta em meu bolso e tentaria fazer isso enquanto corria para de trás da mesa ou para um dos lados dela, fazendo com que eu obtivesse uma boa visão da cozinha praticamente toda e tivesse uma certa distância predeterminada entre eu e os zumbis.

Claro que faria sinal para que o rapaz me acompanhasse e seguisse o que eu faria, mas caso ele optasse por agir por conta própria, também agiria para sobreviver.

Com meus sais equipados, tentaria testar minha teoria. Tentaria os tirar daquele transe, atravessando a ponta principal da arma contra uma parte do corpo do homem que apenas lhe causaria dor e não morte. O eles ainda eram civis e por mais que não gostasse de muitas pessoas, não poderia matar qualquer um sem um motivo, ainda mais quando não o faziam por vontade própria.

Esperaria que o primeiro homem se aproximasse, se fosse o que estivesse com a espada, tentaria defender a arma, prendendo a katana entre o par de sais e depois empurraria um pouco a mesa, para que ela afastasse o mesmo e ele talvez perdesse sua arma. Feito isso, usaria de minha agilidade e saltaria por sobre a mesa e atravessaria o meu sai no ombro do inimigo, evitando pontos vitais.

Se não fosse o homem com a espada, apenas realizaria o salto e tentaria usar minha arma da mesma forma citada e tentaria evitar qualquer golpe de espada, rolando para debaixo da mesa, caso viesse a sofrer um ataque.

Se minha teoria estivesse certa, seria um inimigo a menos e caso o homem tivesse feito o que lhe pedir de bater em algum deles e causar dor, talvez, mais de um já estariam no chão, mas muitos viriam do corredor, portanto voltaria para trás da mesa, para tentar de lá usar a mesma estratégia para os outros que entravam.

Se a estratégia se mostrasse correta, iria usar aquilo como alarme e dissipar a informação para os demais, para que pudessem saber como agir e dessa forma, talvez resolveríamos o problema. Gritaria então.

- HEY. FAÇAM-OS SENTIR DOR, BATAM NELES, AI ELES VOLTARÃO AO NORMAL.


Se eu estivesse errada, apenas voltaria para de trás da mesa e observaria a situação por um tempo, ao menos o suficiente para pensar em alguma outra coisa possível de se fazer, como por exemplo, tentar fechar a porta e faria isso, passando a mensagem para o gordo.

- Temos que tentar fechar a porta. E rápido.

Se outros com armas ou mesmo sem, mas tentassem me atacar, tentaria esquivar na maioria das vezes, mas se usassem armas como espadas ou lanças, usaria de meus sais para bloquear a arma, prendendo-a entre as laminas do mesmo e depois desarmando.

Além de estar em uma situação complexa como essa, sentia a ânsia, a vontade, a necessidade de ingerir uma laranja. TINHA, que conseguir ao menos tempo para poder consumir uma das que estava no meu bolso, caso contrario passaria mal em breve.
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 5 EmptySex Out 06, 2017 10:25 pm

Mesmo após tomar o antitermico, a febre se negava a baixar, muito provavelmente porque o que Aleister precisava na verdade era um bom descanso. Mesmo tendo visto os “inimigos” passando pela porta aberta, ele ainda gastou seu tempo para dar uma lida no livro, do qual não conseguiu entender muita coisa pois sua mente estava nublada. A única coisa que ficou gravada eram os doze animais e o nome “Zodíacos”. Depois pegou em um espelho que achou em cima de uma das redes e seguiu para a porta “fechada”, que na verdade estava bem aberta. O rapaz já começava a ver coisas em seu delírio, e quando colocou o espelho para fora, viu uma multidão ainda maior do que a que realmente existia.

Sem saber o que fazer, ele fechou de fato a porta e se sentou em uma rede para tentar pensar, mas o balançar do barco fazia a rede se movimentar também e aos poucos ninava o jovem que estava extremamente cansado, por mais que ele lutasse para se manter acordado e raciocinar.

Enquanto isso… na cozinha...

- Golpeie os, com o que tiver, como puder, faça-os sentir dor ou sentir algo. Acho que estao em transe, talvez bater neles resolva tudo.

- Ok! - Roux não entendeu muito bem o que a menina queria dizer com estar em transe, mas resolveu seguir o pedido da moça assim que conseguisse algum espaço.

Enquanto ela recuava, a felina trocou de armas e quando o homem com a espada atacou ela bloqueou usando seu par de sais e desviou o ataque para em seguida saltar sobre a mesa e ir parar do outro lado. Roux por sua vez aplicou um golpe com o cabo da arma na cabeça do espadachim, fazendo com que o homem caísse contra a parede. No entanto a quantidade de pessoas entrando pela porta era bem grande e logo ele se viu forçado a recuar também. A estrategia de Niyah de usar a mesa como barreira teria dado certo se houvessem menos adversários, ou se o local fosse maior. Esse não era o caso.

Assim que se estabilizou no chão, um mink coelho com uma lança em mãos saltou em frente mirando a barriga da mulher, que tentou bloquear cruzando os sais, mas ao contrario do que aconteceu com a espada, ela não conseguiu desviar a maior parte da força da estocada, apenas alterar sua trajetória minimamente para que acertasse sua cintura, fazendo um grande furo no local, mas por sorte sem atravessar seu corpo.

Rolando para debaixo da mesa para conseguir respirar, ela pode ouvir uma nova voz no local – Hein? Mas o que tá acontecendo? Ahhr!!

Mais um impacto foi escutado e outra voz, dessa vez feminina, seguiu – Hei cara, que isso?!

De baixo da mesa a gatuna podia ver a mesa sendo cercada por pessoas. Roux havia sido empurrado para o fundo devido o fluxo. Se ele pudesse atacar para matar talvez isso não ocorresse. Estranhamente ele percebeu que apesar de estar sendo empurrado, ninguém tentou ataca-lo realmente, mesmo após ele ferir duas pessoas e desperta-las.

As outras pareciam estar em busca de algo, e quando finalmente o coelho se abaixou, foi como um efeito cascata. Todos se abaixaram olhando para Niyah e indo contra ela. Tirando o coelho que tinha uma lança e um homem com uma adaga que estava bem ao seu lado, os outros tentaram engatinhar até a posição da menina!

As únicas pessoas que estavam em pé na cozinha era o gordo, o espadachim e uma mulher humana normal. Eles olhavam para aquilo espantados sem conseguir reagir aquela cena bizarra.

- HEY. FAÇAM-OS SENTIR DOR, BATAM NELES, AI ELES VOLTARÃO AO NORMAL.

Foi o grito que Niyah emitiu em tal situação. Marie que ainda estava na enfermagem saiu correndo ao ouvir a voz da amiga. Sentia que tinha que ajuda-la! Não podia ser uma inútil! Já Aleister estava com os olhos fechados enquanto deitava na rede que balançava lentamente com o livro em seu colo e a faca caída ao chão logo do lado. Mesmo que tenha escutado o grito a distancia, para ele não fez sentido algum, soando mais como um sussurro. Antes que pudesse pensar, caiu no sono começando a sonhar.
Off::
 
HP Niyah:
 

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