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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Zodíacos: A Criação

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Fonseca
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptySex 15 Set 2017 - 0:42


O desgosto que sentia naquele momento era muito. Aquele homem além de ser mau educado conosco tratando duas mulheres daquela forma era nojento, ainda mais sem consentimento. Fora que ele me lembrou meu pai, aquele asqueroso marinheiro que matei anos atrás.

Estava furiosa, queria retirar minha adaga de meu bolso e passar rapidamente contra a garganta dele, a forma que mais adorava matar, mas tinha que me segurar. Estava já sendo perseguida e isso fazer aquilo seria uma coisa que traria atenção desnecessária. Olhei para marie procurando alguma espécie de apoio no ódio e além disso tentaria olhar para a mink, visando me acalmar e acalmar ela, caso fosse necessário.

Pegaria o dinheiro necessário para comprar as duas passagens e colocaria contra o peito do homem, me aproximando o suficiente para que ele ouvisse o que eu diria a seguir.

- Nós trate assim novamente e ganhará um colar vermelho vivo em sua garganta.

Minha ameaça poderia ser um pouco infundada, mas não deixaria aquele homem pensar que poderia tirar vantagem de mim. Esperaria ele me entregar as passagens e me afastaria dele e começaria indo mais próximo do mar, para achar o barco e assim entrar nele, entregando as passagens caso fosse questionado.

Se o homem ameaçado não me entregasse a passagem, tentaria retirar minha faca apenas um pouco do meu bolso e aproveitando a distancia na qual nos encontrávamos, encostaria a arma contra a barriga dele, tentando fazer com que apenas ele e eu vissemos tal objeto, ocultando dos demais.

- Me dê as passagens agora ou deixo suas tripas para fora aqui mesmo.

Se mesmo assim ele não me desse a passagem, eu pegaria meu dinheiro de volta e sairia dali, procurando outro barco com uma oferta melhor para poder ir para lougue. Se precisasse arrumar confusão para reaver meu dinheiro, o faria, não tinha medo disso, ainda mais naquele local.

se chegasse no navio, procuraria um local para poder me sentar junto de marie, estava na hora de conversarmos e nos conhecermos mais, afinal, uma havia dado a vida pela outra diversas vezes dias atrás, então deveríamos conhecer mais de nossos passados, presentes e planos futuros.

- Então Marie... - dizia usando minha habilidade de zooglota, já que ela não se sentia confortável falando lingua humana - De onde você é? O que fazia no covil daquela pirata do qual lhe resgatei? O que pretende fazer agora? Quais seus objetivos?
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptyDom 17 Set 2017 - 23:54



O Despertar do Dragão


Estava sem ideias, perdoe-me!




A adrenalina ainda estava em minhas veias quando me vi ali, naquele bote, remando com o gordo em direção à saída daquela gruta.  Ele aparentava saber para onde íamos — era bom mesmo ele saber — e logo os inimigos nos seguiram pelo trajeto marítimo. O caminho era estreito, então teria de tomar cuidado para não perder remo algum nesse afunilamento. — Cuidado para não perder nenhum remo! – bradei com o gordo enquanto tentava remar com meu braço bom. Tentaria apoiar o cabo do remo em minha axila e assim ter apoio para isso, segurando firme para não soltá-lo.

Caso o caminho fosse estreito, recolheria o remo e o manteria em paralelo a parede de saída, permitindo que o bote passasse “tranquilamente”. Se em algum momento o remo prendesse ou tentasse agarrá-lo em baixo d’água, tentaria puxá-lo e, se não funcionasse, tentaria chutar o remo — ainda o segurando — para causar uma força a mais e levantar o objeto, livrando-o.

— Como é o caminho por onde passaremos? É muito viável ou devemos ter algum cuidado? — questionaria o gordo enquanto olhava o caminho. Se ele respondesse e/ou surgisse alguma barreira no decorrer do caminho, teríamos de tirá-la ou contorna-la. Se fosse algo que pudesse ser cortado, indicaria que ele fosse para frente e lhe daria minha faca para ele ir abrindo caminho. Não estava em condições para realizar isso. Se fosse algo que tivéssemos que sair do bote, o questionaria se conseguiríamos levar ele conosco ou iríamos por terra.

Na possibilidade de encontrarmos, em minha mente havia duas possibilidades: eles nos verem ou ele não nos verem. Na primeira não teria muito que fazer me prepararia para o combate. — Aguenta tomar a frente ou eu vou agora? — o questionaria a respeito de servir de distração ou não. Se tivesse que atacar primeiro, não usaria minha aceleração máxima, tentaria me controlar e, ao me aproximar de um deles, aumentaria minha aceleração ao máximo e tentaria golpear sua mão que estivesse armada — caso estivesse — ou seus membros superiores.

Se o oponente portasse amas de fogo, tentaria seguir em zigue zague sempre aumentando minha velocidade quando chegasse ao máximo da trajetória lateral. Se fossem armas brancas, tentaria me esquivar lateralmente com um giro e golpeá-los-ia, ou se fosse um golpe alto/baixo, tentaria me abaixar/saltar e assim, com um giro no ar tentaria acertar um golpe de faca em meu oponente.

Porém, se não fossemos vistos, apenas seguiria pela rota indicada pelo gordo, agindo da maneira mais quieta possível. — Por aonde vamos agora? — questionaria esperando respostas do homem. Se não as tivesse, tentaria encontrar algum ponto de referência, talvez o que estava usando até agora: o rio. Se o encontrasse, tentaria chegar até ele e seguir seu fluxo.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptySeg 18 Set 2017 - 23:08



Um Mundo Cruel

Niyah

Apesar de não entender bem a língua dos humanos, o tom de voz e a linguagem corporal do homem haviam sido mais que suficientes para que Marie entendesse o que estava acontecendo. Assim, quando Niyah olhou para a companheira, a viu com um olhar apreensivo, olhos semicerrados enquanto dava um passo na diagonal para trás. No entanto ver ao ver a reação de Niyah, a raposa pareceu se acalmar um pouco.

- Nós trate assim novamente e ganhará um colar vermelho vivo em sua garganta.


- Hoho calma, calma menina! Se você tem dinheiro ta tudo certo! Hehe. O barco é aquele ali olha – disse o homem se afastando um pouco, mas sem perder o sorriso, e apontando para um barco antigo enquanto pegava o dinheiro e repassava dois bilhetes.

“Querendo passar a perna em mim? Precisariam de mil de você antes que eu deixe isso acontecer garota tola.” pensou o homem ao ver as duas andando em direção aos barcos e apreciando os traseiros de ambas.

O navio tinha cara de ser antigo, mas firme. Passava uma sensação de ter vivenciado muitas histórias. Uma escuna padrão, com a única alteração sendo bancos instalados em sua extensão onde algumas pessoas podiam ser vistas sentadas. Marie e Niyah se aconchegaram em uma região onde podiam se recostar na amurada e estava relativamente vazia.

Após fazer algumas perguntas para Marie como forma de puxar assunto e conhecer a menina melhor, um pequeno silencio foi feito entre elas. Após hesitar por alguns instantes, a raposa pareceu se decidir e começou a falar em sua linguagem em uma voz triste, uma narração cheia de emoção.

- Minha primeira lembrança é a de estar em um circo, um local onde todos os integrantes eram minks. Naquela época eu não sabia quão triste era a nossa vida, pelo contrário, eu era feliz já que meus pais me protegiam dos terrores que eram os nossos donos e seus carrascos. Para mim os treinos eram como brincadeiras, e meus pais se esforçavam para fazer com que essa fosse minha visão de mundo.

Lá eu tinha alguns amigos de idade próxima a minha, dois irmãos minks tigres da mesma ninhada, e juntos nós apresentávamos acrobacias para públicos humanos. Curiosamente nós nos comunicávamos sempre na nossa língua, e poucos eram os que aprendiam a língua humana. Só aqueles que lidavam diretamente com nossos donos, os escravos que também eram capatazes, aprendiam.

Quando fiz nove anos aprendi a dançar para acrescentar na nossa apresentação. Eu era bem mais baixa que meus parceiros de palco, e a dança trouxe um contraste a mais. Hoje eu entendo que aqueles humanos, assim como nossos donos, nos consideravam criaturas exóticas, quando não grotescas. E isso os divertia. Por isso não nos impulsionavam a aprender a linguagem humana... isso nos aproximaria demais deles.

No entanto tudo isso mudou um dia. Homens terríveis atacaram o circo durante uma apresentação e mataram quem estivesse na frente. Eu vi meus pais serem assassinados assim como muitos outros enquanto me escondia em baixo de um pedaço de lona da tenda. Honestamente não sei se mais alguém além de mim conseguiu sobreviver, mas vi meus dois amigos correrem com sua mãe para longe, apenas para serem perseguidos...

Depois que os homens foram embora eu me mantive escondida pelo que pareceram ser dias, mas eventualmente a fome venceu meu medo e eu saí dali. Todos os corpos espalhados em volta de mim, mutilados... ainda posso vê-los em meus sonhos mesmo após tantos anos. Sniff Sniff.

Depois de muito tempo andando para longe dali eu desmaiei faminta e cansada. Quando acordei não sabia onde estava, mas uma senhora me alimentou e cuidou de mim. Descobri que estava em um navio, mas em momento nenhum a mulher me dirigiu a palavra, nem eu vi mais alguém no quarto em que eu fiquei presa. Depois de desembarcarmos eu fui morar em uma casa isolada com ela.

Naquela casa haviam os mais diversos instrumentos, e no início eu fazia apenas serviços domésticos enquanto a ouvia tocar. Não foram poucas as vezes que apanhei até descobrir o que ela queria de mim, ou acertar nos afazeres. Ela era muda, minha nova dona, mas uma grande música. Após me pegar mexendo em um dos instrumentos, ao invés da surra que eu esperava vieram anos de pratica. Ela me ensinou a tocar todos eles, e ler as notas musicais. Ironicamente isso é tudo que sei ler.

Durante esse tempo, ela começou a me levar em viagens para outras ilhas, onde tocávamos em casas ricas e chiques, para humanos. Um desses humanos lhe deu uma enorme quantia de ouro, e naquela noite eu conheci mais um pouco da natureza desses humanos quando ele e seus companheiros violaram meu corpo. Sniff sniff.

Alguns dias atrás eu estava no navio com ela indo para mais uma apresentação quando nos atacaram. Homens similares aos que atacaram o circo há anos. Eles me capturaram e após me repassaram para aquela mulher que me prendeu com mais dois minks naquele local. Você me salvou.

A história da raposa era uma sofrida, e enquanto a contava houveram momentos onde sua voz se enchia de ódio, dor, tristeza. Recheada de lágrimas, risos amargos e por fim gratidão.

- Há tantas coisas que almejo Niyah, que não sei por onde começar. Desejo compreender o mundo ao meu redor. Aprender a ler e falar as palavras dos humanos. Desejo aprender a me proteger para que nunca mais me prendam novamente. Ser forte como você! Desejo descobrir quem matou minha família e amigos e faze-los pagar. Desejo acabar com essa injustiça que nós sofremos, para que ninguém tenha que passar por isso novamente. Desejo encontrar um dos instrumentos que mais amo tocar e colocar tudo que sinto no som que eles emitem. Desejo ser feliz para poder dançar como se não houvesse amanhã. Desejo ser livre! Me diga Niyah, é possível conseguir essas coisas? É possível ver bondade nesse mundo e ser feliz?

Por fim a menina contava tudo aquilo que ela almejava, e realmente não eram poucas coisas. Emocionada ela questionava sua salvadora e buscava em Niyah uma rocha na qual pudesse se erguer e sair da tormenta que havia sido sua vida.

Enquanto elas conversavam, não perceberam que ao lado delas um mink canino de idade bem avançada havia parado na amurada com uma vara de pescar que ele preparava para arremessar a água. Aparentemente ele havia escutado a conversa e estava com um olhar pensativo e triste nos olhos.

- Licença, desculpas, mas não pude evitar de ouvir a conversa de vocês. Sinto muito que tenha sido assim. Fuuuuuuu (suspiro). Vocês são muito novas, e talvez não saibam disso, mas existe um lugar ainda além da Grand Line onde uma ilha controlada e governada por Minks existem... lá poderes adormecidos em nosso sangue podem ser despertos e nem mesmo os usuários de Akuma no Mi, ou o Governo Mundial são capazes de nos tratar com desdém, como aqui nos Blues. Lá vocês podem sim ser felizes... o único problema é atravessar a Grand Line para chegar lá hehehe... – Nesse momento o velho havia posto sua isca na linha e lançado ao mar, mesmo que ainda estivessem ancorados em um local relativamente raso.

...

Aleister

Aleister tentava dar seu jeito para remar com um braço só, enquanto procurava obter mais informações sobre o caminho que traçariam.

- É só seguir esse canal por mais uns duzentos metros que o paredão vai fazer uma curva, aí passamos pela vegetação e mantemos o curso no rio até alcançarmos o mar. Temos um navio nos aguardando lá! Só mantenha o barco na posição e evite que ele se choque no paredão!! Deixa que eu remo! – Disse o gordão que se chamava Roux.

Após o que pareceria uma eternidade, mas de fato foi bem rápido, eles saíram do canal apenas para ver uma cena de perseguição. A lua cheia estava no alto do céu e iluminava as águas do rio, fazendo com que esse parecesse um caminho prateado. Nele, dois botes podiam ser vistos. O da frente aparentava ter apenas um tripulante que tentava remar, e bloquear flechas que eram disparadas contra si vindas do segundo bote que estava há uns trinta metros atrás. Nesse segundo bote, um arqueiro estava atacando enquanto outro homem remava.

O próprio bote de Aleister estava 20 metros atrás do bote do arqueiro. Ao ver aquela cena, o Gordo pausou por um segundo exclamando baixinho – Merda! O bote do chefe ta sendo atacado! O loiro ta lá e não sei se ele ta vivo ou morto... o que fazemos? – E após pensar um pouco continuou – Sua ave também está lá!

Nesse momento, do canal por onde eles vieram, puderam ouvir uma voz na escuridão. – Rápido! Acelerem! Acho que consigo vê-los!  - A voz era familiar. Era a voz de Jason.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptyTer 19 Set 2017 - 16:28


Apôs ouvir atentamente a história chocante e triste de Marie, fiquei mais preocupada e atenta a ela do que nunca. Não sabia da profundidade de seus traumas e de sua personalidade, por um segundo voltei a ser a Niyah criança que acreditava na justiça, nos pais e no amor. Mas sai desse transe na ultima frase de Marie, que ia me fazer uma resposta motivacional a ela, mas um senhor interrompeu.

Com a fala do velho mink, fiquei curiosa, pois saber de um local salvo e seguro para minks me deixava surpresa, afinal não acreditava na existência do não preconceito, vi certas vezes minha mãe sofrer tal e incluindo com meu pai sendo como era, um verme marinheiro, vi desrespeita-la por ser como era, não sabia dizer se isso vinha do álcool ou dele, das duas formas, era uma péssima lembrança.

So de lembrar do fato de que ele era marinheiro, me deixava com um ódio extremamente alto, além de lembrar de como eu o havia matado. Memorias passadas e lembrar de minha mãe, me deixaram com lagrimas nos olhos, mas tentei manter a postura, coisa que marie esperava que não percebesse e se sim, acreditasse que fosse por causa de sua história. Eu confiava nela, mas apesar disso, manter o desconfio metro ativado era algo meu pré-existente. Vire-me para o velho e tentando ser o mais simpática possível, lhe diria.

- Desculpe-me lhe incomodar senhor, mas poderia me explicar mais sobre esse local? O que é essa tal de Grand Line? Que ilha você esta falando? O que é uma akuma no mi? Para que servem essas coisas que me disse? E como atravessar a tal Grand Line?

Eram muitas perguntas, mas eu esperava que o velho respondesse. Se ele o fizesse, aguardaria pacientemente sua resposta, para poder lhe fazer uma ultima pergunta, que deixou-me curioso, sendo esta referente a pesca.

- Aproveitando... Poderia me ensinar a pescar? Não sei e isso parece algo muito interessante, principalmente para mim, uma cozinheira – diria sorrindo – Ah, a proposito, me chamo Niyah e esta e Marie, somos amigas e nos nos conhecemos a alguns dias.

Se o homem apenas me ignorasse, iria voltar a tratar de assuntos com Niyah, visando lhe dizer algumas palavras de conforto e comprometimento. Diria o mesmo, se ele aceitasse me ensinar a pescar ou ate mesmo se não o fizesse, pulando apenas a etapa anterior, se necessário.

- Marie, seu passado e sério, mas farei o possível para lhe ajudar em suas buscas. Vamos nos vingar desses assassinos. E uma pergunta... Vamos viajar juntas, acredito, que não temos muito a perder, apenas a acrescentar algo uma para outra. So devo adicionar, que não seremos dos mais honestas ou justos perante a lei, mas faremos o possível para sermos amigos e conquistarmos muitas coisas junto.


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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptyQua 20 Set 2017 - 14:30



O Despertar do Dragão


Aventuras no Rio da Alegria




— É só seguir esse canal por mais uns duzentos metros que o paredão vai fazer uma curva, aí passamos pela vegetação e mantemos o curso no rio até alcançarmos o mar. Temos um navio nos aguardando lá! Só mantenha o barco na posição e evite que ele se choque no paredão!! Deixa que eu remo! — afirmou o gordo.

Agora sim já tinha um plano traçado em mente, ou pelo menos poderia traçar algum. “Certamente não será tão fácil assim para seguirmos por esse caminho todo. Aquele homem não estava sozinho, quanto mais batíamos, mais apareciam inimigos. O que garante que não estaremos sendo seguidos por terra?” — pensaria enquanto a nossa pequena embarcação seguia o fluxo marítimo.

— Olha grandão! Eu sei que tudo foi bem dolorido e rápido, insanidade total, porém, não podemos nos amedrontar ou travar, nesse momento é que devemos mostrar nossa força e conseguir fugir. Eu sei que você é capaz — ou pelo menos imagino que seja, olha essa pança — então, vamos lá! — afirmaria apontando para nosso destino.

Agora, não teria outra coisa, tinha de manter aquele barco na rota certa. Como não havia controles certos para guia-lo, tinha de usar meu remo. Caso a embarcação tomasse rumo a bater em algo que conseguisse avistar, usaria do remo em minha posse para tentar “empurrá-lo” para longe e assim evitar a colisão — que com o peso do meu amigão, seria fatal para ambos.

Aquela cena era linda, eu a admiraria se não estivesse na situação que estava. Meu ombro latejava como se uma lâmina ainda estivesse nele, indo de um lado a outro, era quase insuportável, porém, não como antes. Buscava avistar alguma movimentação, enquanto mantinha o ombro colado em meu corpo. O brilho que era refletido pelo espelho d’agua mostrava uma cena de combate ali na frente.

— Gordão, avistei uma movimentação à frente. Pelo que parece... — tentei cerrar meus olhos para focar mais na paisagem distante — É um homem tentando remar mais a frente e atrás outro atirando flechas contra ele. O que acha? — questionei o fat man do bote. Após proferir minhas palavras, notei uma súbita mudança de postura do robusto homem. – Merda! O bote do chefe ta sendo atacado! O loiro tá lá e não sei se ele tá vivo ou morto... O que fazemos? — questionou ele.

Realmente o questionamento dele era correto. Tínhamos duas possibilidades distintas ali. A primeira consistia em seguir até lá, abater o arqueiro, porém, ao fazer isso, teríamos de estar preparados para o seu contra-ataque. O segundo era ignorar aquela cena e contorná-la, porém, correríamos o risco de ser avistado e, ao invés de sofrer um contra-ataque, nós seríamos os atacados. — Sua ave também está lá! — proferiu o gordo, determinando o rumo da minha decisão.

— Não há dúvidas! Vamos abater aquele homem! — afirmei para o gordo. Não havia maneiras de deixar aquela ave ali, não depois de ter sofrido o bastante para leva-la comigo e ensiná-la alguns truques, porém, não era hora para isso. Tinha de abater mais um obstáculo. — Rápido! Acelerem! Acho que consigo vê-los! – afirmou uma voz bem importuna para mim naquele momento. O tal do Jason já estava ali? Como pode isso?!

— Gordão você está muito exposto, mas teremos de fazer isso. Quando formos aproximando, você terá que remas o mais discretamente possível. Quando eu levantar meu braço, você para de remas e fica calado! Eu cuido do resto! — afirmaria para o meu aliado olhando em seus olhos de maneira séria.

A situação era a seguinte. Tínhamos algumas possibilidades de situações que deveriam ser consideradas. Tentaria me abaixar no bote durante a nossa aproximação. Ao chegar bem perto, levantaria a mão para o gordo parar de remar e me prepararia para um impulso. Flexionaria minhas pernas e me apoiaria com meu braço bom. Na hora do ataque, forçaria o braço machucado em auxílio do saudável e tentaria atingi-lo com uma técnica que havia aprimorado em meus treinamentos de combate, o Smart Strike.

Se durante minha aproximação alguém avisasse ao homem alvo de meu ataque sobre minha aproximação, não teria alternativa, tentaria saltar na direção de meu oponente e atingir seu braço que segurava a arma. Seria um golpe simples, onde minha lâmina deslizaria de cima a baixo. Logo após, tentaria chutar seu saco ou área íntima e, assim, finalizaria com uma estocada onde buscaria manda-lo para fora do bote.

Porém, caso ele tivesse visto por si só, tentaria esquivar de algum possível ataque inclinando meu corpo para baixo e, flexionando meus músculos ao máximo, saltaria em direção a ele, tentando cair em cima do mesmo e ataca-lo com uma estocada de minha faca. Alguns ataques poderiam vir em minha direção, mas, uma vez no ar, estava refém da minha sorte.

Se por algum momento uma trocação de golpes se iniciasse no bote, tentaria esquivar-me de seus golpes girando rapidamente meu tronco ou corpo inteiro e, pegando apoio na borda do bote, tentaria saltar e atingi-lo em sua metade superior e empurrá-lo-ia para fora do bote.

Uma vez derrotado o inimigo, recolheria tudo que estava no bote — ou pelo menos o que poderia pegar naquele momento — e voltaria para o bote onde estava o gordo. — Você está bem? Consegui, agora vamos ver como está o seu líder! — falei para o gordo. Esperaria ele remar, caso pudesse, ou eu mesmo remaria como podia até o bote do conhecido do gordo.

Uma vez próximo a ele, tentaria ver o que estava acontecendo ali. Com o remo tentaria balançar o corpo, caso estivesse inerte, ou olharia bem pra ver se o mesmo se movia. Se estivesse tudo “limpo”, saltaria para o bote e analisaria o local. Primeiro veria se o homem estava ali e vivo, depois tentaria encontrar a ave e por último recolheria o que fosse necessário, ou seja, tudo que estivesse ali.

— Não sei se ele está bem, mas temos que continuar com ou sem ele. Onde está o barco que você falou? Não podemos perder muito tempo, estão nos seguindo. Se pararmos — se ele estivesse morto — vamos terminar igual a ele — porém, se ele tivesse vivo — não vamos conseguir salvá-lo! — suplicaria ao homem. Se ele indicasse o caminho, o encorajaria a seguir em frente.

Caso avistasse algum navio ou embarcação maior, tentaria olhar ao redor. Mesmo a noite, a luz podia refletir alguma iluminação satisfatória para avistarmos algo. Se sentisse que haveria alguma armadilha, sinalizaria com a mão para o gordo, indicando que ele parasse de remar. Se não, apenas falaria para ele falar mais baixo enquanto chegávamos lá. — Tem alguém os esperando nesse navio? — questionaria.

Se, antes do meu ataque, avistasse mais uma pessoa no bote, teria de ser mais cauteloso. Como um animal a espreita de sua presa, eu teria de calcular bem em quem atacaria. Naquele instante, só teria uma pessoa em minha mente: a primeira. Sim, meu alvo seria a primeira que avistasse. Dessa maneira atacaria segundo havia pensado e, dessa vez, não tentaria finalizá-lo, não, usaria ele de refém para proteger contra ataques inimigos.

Ao invés de dar uma última estocada e manda-lo para a água, eu tentaria girá-lo e seguraria a faca em seu pescoço. Se ele resistisse, enfincaria em seu abdômen e voltaria a segurar em seu pescoço. — Shi... Muita calma nessa hora. Mais um movimento, de AMBOS, o amigão morre. É isso que você quer? Não, né? Então vá largando qualquer arma que tenha e ficando paradinho aí para analisar você bem! — alertaria o outro que estivesse lá.

Se o outro participante não mostrasse compaixão alguma com eu aliado, tentaria de fato usar ele como escudo e o arremessaria para cima dele. Nesse momento, me impulsionaria e tentaria empurrar ambos para fora com a ponta de minha faca. Se entrasse em algum, bem, se não, só tentaria manda-los para fora.

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Última edição por Alencar em Qua 20 Set 2017 - 21:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptyQua 20 Set 2017 - 17:33

Niyah

O relato da Raposa trouxe a tona várias memórias terríveis de Niyah, mas também um sentimento que a moça talvez não sentisse já a algum tempo. Esperança.

No entanto a fala do velho mink havia interrompido sua linha de raciocínio e apresentado a moça novos sentimentos. Incredulidade e curiosidade.

- Pelos deuses menina!! Você nem mesmo sabe o que é a Gand Line?! – respondia o velho arregalando os olhos como se aquilo fosse a coisa mais absurda do mundo. Depois de dar uma pigarreada, ele começou a falar com um tom de um professor.

- A Grand Line é a corrente oceânica que está cercada pelos Calm Belts e segue uma linha imaginária que vai do noroeste ao sudeste através do meio do mundo e perpendicular à Red Line. A Red Line é um vasto continente que circunda o globo a partir de nordeste para sudoeste. Estas duas linhas dividem o resto do Mar em :North Blue,East Blue,West Blue e South Blue.

Este trecho do oceano é dito ser o lugar mais perigoso do mundo, inundado por piratas que procuram por um grande tesouro no fim da Grand Line deixado para trás pelo último rei dos piratas!

A nossa ilha natal, a ilha de onde os Minks saíram e se propagaram pelo mundo se encontra na segunda parte da Grand Line, também conhecido como o Novo Mundo!! –
Enquanto ele falava sua voz subia de tom em empolgação, seus olhos brilhavam e suas mãos gesticulavam para dar ênfase . No entanto o jeito que ele falava era mais apropriado para navegadores e geógrafos do que para leigos. Isso já dava indícios do que aquele homem fazia para viver.

Ao chegar no fim da sua explicação, ele olhou para as Minks e percebendo que talvez a sua linguagem não fosse a mais apropriada pela cara que Marie fazia, que apesar de parecer impressionada também demonstrava ainda mais dúvidas, estava prestes a tentar explicar de uma forma diferente quando sentiu um incomodo que fez suas orelhas tremerem no topo da sua cabeça.

Olhando ao seu redor, ele percebeu que a embarcação estava mais cheia, no entanto o clima parecia meio estranho. Apesar de haverem outros minks ali, eles estavam mais afastados, e a maioria eram humanos. E nesse momento os humanos podiam ser separados em quatro grupos: Os que pareciam alheios a situação e não se importavam; os que olhavam para eles com curiosidade; os que olhavam para longe com cara de medo ou desgosto; e o grupo que lhe dera calafrios, que olhava para eles com caras de raiva, ódio e animosidade.

Como as meninas estavam conversando em uma linguagem animalesca, ele havia entrado na conversa da mesma forma, e por sua vez sua explicação havia sido assim. Se para eles era algo fácil de entender, o problema é que para os humanos que estavam olhando de fora, parecia que eles estavam grunhindo, rosnando, e fazendo ruídos guturais uns para os outros. É claro que chamariam a atenção. E não de forma positiva.

- É... parece que atraímos mais atenção que o ideal, o que me dizem de continuarmos conversando mais tarde hein?

- Aproveitando... Poderia me ensinar a pescar? Não sei e isso parece algo muito interessante, principalmente para mim, uma cozinheira – diria sorrindo – Ah, a proposito, me chamo Niyah e esta e Marie, somos amigas e nos nos conhecemos a alguns dias.

Ouvindo o que a moça lhe pedia, o velho mink parecia receber uma nova dose de ânimo, até mesmo se esquecendo momentaneamente da animosidade ao seu redor. – Ah claro, claro. Podem me chamar de Velho Tom meninas. Venham, venham para a parte de trás do barco que as águas estão mais profundas um pouco. Meus outros equipamentos de pesca estão lá também! – Respondeu agora na linguagem humana, feliz ao ver alguém interessado no seu hobbie favorito enquanto recolhia sua vara e começava se mover.

Nesse momento Niyah aproveitou para falar baixinho para Marie - Marie, seu passado e sério, mas farei o possível para lhe ajudar em suas buscas. Vamos nos vingar desses assassinos. E uma pergunta... Vamos viajar juntas, acredito, que não temos muito a perder, apenas a acrescentar algo uma para outra. So devo adicionar, que não seremos dos mais honestas ou justos perante a lei, mas faremos o possível para sermos amigos e conquistarmos muitas coisas junto.

- Obrigada Niyah! Eu nunca estive junta de pessoas que seguissem essas leis das quais você fala... ao menos agora serei livre, isso é o que importa! - Respondeu a moça timidamente em sua língua.

Indo para a parte traseira do barco, nenhum dos três notou que no meio dos humanos ali presentes, um homem nada chamativo olhava com os olhos semicerrados para eles. Ao seu lado estava uma mala que continha uma fantasia e instrumentos de palhaço...

...

Aleister

Archer estava xingando por dentro. Mesmo com a correnteza os ajudando, o fato é que ela também trabalhava em prol de seu alvo. Logo, não estava realmente o ajudando, mas sim sendo neutra àquela perseguição que ocorria sobre si. Já o vento... ah, o vento era um verdadeiro filho da puta. Ele ainda lembrava de que no momento em que pôs a primeira flecha no arco e a disparou contra aquele Agente, o vento havia virado de repente fazendo com que seu disparo errasse por questão de milímetros. E depois piorou. Agora o desgraçado estava ativamente trabalhando contra si, deixando suas flechas mais lentas, permitindo que seu inimigo se desviasse com certa facilidade, soprando em sua cara e ecoando gargalhadas zombeteiras em seus ouvidos.

Se Archer soubesse que esse mesmo vento havia permitido que Aleister e Roux se aproximassem de suas costas sorrateiramente ao sobrepor o barulho que os remos do gordo faziam ao encontrar com a água, ele certamente amaldiçoaria com tudo que tivesse essa força da natureza. Mesmo com toda sua inteligência, ele não havia previsto que haveriam dois barcos fugitivos, e que ainda por cima, um estaria nas suas costas. Nem que o vento resolveria que ele já havia feito estragos o suficiente ao oponente.

Assim, após um longo tempo remando contra o vento, mas a favor da correnteza, Aleister e Roux conseguiram se aproximar sorrateiramente do arqueiro e seu comparsa. Atrás deles, a voz de Jason não mais podia ser escutada, mas isso não significava que eles estavam por lá, apenas que o vento carregava suas palavras para longe, os auxiliando e prejudicando exatamente como fazia com Aleister.

No entanto, assim que o gatuno e o gordo se aproximaram o suficiente e se preparavam para atacar, Archer pareceu escutar algo, ou talvez pressentir, e deu uma leve olhada para trás a tempo de ver Levi saltando e tentando ataca-lo. Percebendo que não teria tempo o suficiente para se virar e bloquear, e sem espaço para esquivar, o arqueiro mostrou toda sua maestria em combate ao saltar para o alto em um giro e usar a madeira resistente de seu arco para defender o golpe, saindo ileso do embate. No entanto, por estar no ar, o choque do golpe o empurrou para fora da pequena embarcação, fazendo com que caísse na água com sua arma.

Já Aleister, ao ter seu golpe bloqueado, caiu na embarcação inimiga sem equilíbrio algum. O homem que estava sentado remando, ao ser surpreendido pelo embate atrás de si, se levantou olhando para trás, e sem pensar duas vezes, golpeou Aleister com um remo, atingindo o braço inutilizado do rapaz e o lançando também para a água. Lá, ele sentia água tentar invadir sua boca e canais nasais, além da mochila que continha armas e outros objetos que o puxava lentamente para o fundo.

No céu, uma nuvem cobria de repente a lua, e no meio do rio, dois homens haviam caído em suas águas profundas e negras. Acima delas, dois botes se chocavam e o gordo pegava seu machado para atacar o homem com a foice. Mais a diante um bote se afastava rapidamente. Atrás deles, outro se aproximava.


OFF::
 
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptyQui 21 Set 2017 - 16:44



O Despertar do Dragão


Eu tentei o meu Melhor...




— Filho da mãe! — bradei ao ser atacado com o remo e cair na água. A mesma tentava entrar em minha boca e nariz, era um completo caos. Tentando voltar para cima, tentaria nadar com meu braço bom e auxiliar com minhas pernas. Nesse meio tempo, se não conseguisse ir à superfície com meus esforços, tentaria tirar a bolsa de minhas costas e segurar com meu braço bom, de maneira que pelo menos parte de meu corpo pudesse atingir a superfície. Se de maneira alguma eu conseguisse respirar nem levar a bolsa comigo, não tinha outro jeito, teria de deixa-la lá.

Caso conseguisse respirar com a bolsa em minha posse, tentaria ir à direção contrária a que havia caído se conseguisse identificar. Se não, tentaria avistar a embarcação e iria a sua direção.  Não tentaria ficar embaixo da mesma, não, tentaria me aproximar por baixo, caso conseguisse, ou contorna-la e ficar agarrado a sua borda.

Se conseguisse, tentaria pegar o pé do inimigo que havia permanecido se não, tentaria apenas me manter alto, conseguindo respirar. O objetivo de tentar pegar o seu pé era para desestabilizá-lo para que o gordo conseguisse atacar com maior liberdade. Se estivesse com a mochila, ficaria apenas agarrado lá, tentando me manter seguro para respirar.

Tendo forças, tentaria jogar a mochila para dentro do bote e assim ficaria mais “leve” para pensar em algo. Tomaria cuidado com possíveis ataques. Se visse que o gordo estaria com problemas, tentaria em erguer na bora e assim desestabilizar a base de ambos, para ele ter alguma vantagem, talvez. Se ele tivesse em total desvantagem, tentaria virar o bote com meu peso.

Porém, se em algum momento o homem de antes tentasse me atacar, tentaria afastá-lo com chutes em baixo d’água e com minha arma, tentaria golpeá-lo, não importa como fosse. Se ele tentasse me agarrar por trás, tentaria lhe dar cotoveladas ou até usar da mochila, se estivesse em minhas costas, como barreira. Se não, tentaria lhe esfaquear e assim lhe soltar. Se não pudesse, tentaria lhe dar cabeçadas para conseguir me soltar.

Se o bote que estivesse mais próximo fosse o meu, eu tentaria ir até ele, com ou sem a mochila, como havia pensado, e tentaria subir na embarcação com todo o cuidado para não virá-la. Jogaria minha bolsa primeiro, caso estivesse com ela, e tentaria subir apoiando meu braço bom na borda e levantaria minha perna, onde no fim eu apenas rolaria para dentro.

Uma vez dentro do bote, tentaria analisar a situação. Não ficaria em pé, apenas levantaria um pouco minha cabeça para ver e, se avistasse algum sinal de disparo, abaixaria novamente. Sabendo onde estavam, veria se seria possível saltar par ao outro bote e, além disso, sem sofrer ataques programados do outro oponente. Se sim, saltaria o mais rápido que pudesse para auxiliar o meu aliado.

Uma vez no outro bote, tentaria “escalar” o gordo e, tentando pegar de surpresa o oponente, saltaria em sua direção em uma acrobacia onde tentaria atacar com minha adaga, se tivesse, ou apenas tentaria o empurrar para fora do bote. Caso errasse, tentaria me abaixar ou saltar, tentando esquivar-me de possíveis ataques de remo do gordo ou inimigo.

— E agora, o que faremos? — questionaria se tudo tivesse acabado. Tentaria olhar para o outro bote, na expectativa de achar algo. — Vamos ver como eles estão! — afirmaria par o gordo, indicando que remássemos até lá, se necessário, ou só ele. Uma vez lá, tentaria olhar de longe. Se tivesse um remo no barco, o pegaria e tentaria tocar o bote. — Somos aliados, não ataque! — alertaria.

Histórico do Alencar:
 

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptySab 23 Set 2017 - 1:17


As informações que recebia do mink mais velho não eram todas tão novas. Na verdade, apenas uma eu conhecia. Sabia como era e funcionava a Red line, afinal ser filha de um marinheiro exige saber isso e saber sobre o Calm Belt. Mas não tinha mais informações fora elas.

Nunca soube de onde os ancestrais de minha mãe vieram e agora, ao saber da existência de um vasto mar, apôs o Calm Belt e saber sobre a existência de tesouros inimagináveis ao me deixou muito animada a conhecer esse mundo. Saber de onde vinham nossos ancestrais minks e o porquê de terem saído para um mundo onde o preconceito contra nós é extremo.

A animação com as informações novas era tanta, que não notei que ainda estávamos falando na língua animalesca de nossa raça. Isso acontecia porque apesar de Marie saber entender a língua, ela tinha certa dificuldade em falar a mesma, então para aliviar a comunicação, havíamos todos conversado na língua nativa da raça.

O problema de falar nessa língua e que atraiu atenção desnecessária e fora isso, atraiu olhares de preconceituosos e pessoas que tinham ódio de nós. O velho rapidamente percebeu isso e pediu para nós irmos para os fundos do barco, onde o mesmo possuía mais equipamentos para me ensinar e mais privacidade para conversarmos.

Rapidamente fomos para os fundos e antes de chegarmos por lá, falei algumas coisas para a minha companheira e ela aceitou me seguir e além disso, não ligaria de ignorarmos as regras um pouco, afinal, viver cercado por foras da lei, nós faz perder a noção delas. Apesar de essa não ter sido por muito tempo minha realidade.

Assim que chegássemos nos fundos, procuraria um bom local para poder sentar e terminar de ouvir a história do homem, para que lá nós tivéssemos mais privacidade para conversar e aproveitar a viagem. Haviam varias perguntas que eu queria lhe fazer, mas o mais importante naquele momento era aprender a pescar, habilidade que o velho aceitou me ensinar.


INICIO DO APRENDIZADO DE PESCA


Nos fundos do barco, o velho mink possuía mais 3 varas fora aquela que ele havia me mostrado. Elas estavam em uma mochila relativamente grande e também parecia cheia de diversos equipamentos de pesca, que me deixaram interessados.

- Bem... vou começar a lhe explicar sobre pescaria.

Ele se aproximou do beiral, onde havia uma grade de proteção alta o suficiente para permitir apenas que do tronco para cima, pudesse ser visto de fora. A agua era de um azul um pouco mais escuro, o que provava a maior profundidade do local. Ideal para pescaria.

- Bem... vamos começar com a teoria. Primeiro de tudo, temos as iscas. Iscas, são coisas usadas para atrair um peixe e a qualidade delas define a facilidade de conseguir-se a presa e que tipos de presas podem ser atraídos com determinadas iscas -  ele pausou e pegou três potes de sua mochila e os colocou no chão, levantando logo em seguida – No primeiro pote, temos larvas e minhocas. Elas são a isca mais comum. São usadas para atrair a maioria dos peixes de pequeno e alguns de médio porte. Não possuem raridades altas e não são muito difíceis de se atrair. O segundo pote, possui alguns insetos maiores, que atraem peixes pequenos e muito mais de médio porte. Já o terceiro, temos peixes de pequeno porte, que servem justamente para atrair peixes mais raros, carnívoros e com maior peso e valor nutricional.

Ele mostrou o conteúdo de cada um dos potes. O primeiro possuía um pouco de terra e nele, algumas larvas e minhocas se moviam. Era algo bem nojento e desagradável. O segundo possuía material transparente, e viam-se insetos como besouros, borboletas e outras espécies presas, com apenas entrada de ar possível. Seriam abertos mesmo, apenas quando utilizados, para minimizar a chance de escapar, de acordo com o que o instrutor dizia. E no ultimo, que era um pouco maior que os demais, havia um pouco de agua e nele peixes nadavam, aparentemente tranquilos.

- Agora vamos falar de varas – ele retirou as três que tinha na mochila e colocou-as uma de cada lado, juto a que usava – Essa que estava usando, é uma das mais simples varas, possuía apenas linha, anzol e cabo. Boa para pescar em rios e lagos e locais calmos, já as demais aqui, cada um tem uma adição especial – ele pegou a próxima da linha – Essa tem pesos maiores, e permite que a linha não va muito fundo, perfeita para rios. Essa ao lado dela, é mais resistente, boa para aguas mais violentas, como mares, grandes correntezas e algo assim. E a última é a mais completa, com todos os apetrechos possíveis para torna-la uma das varas mais caras da Red line.

Explicando sobre as varas, ele falou sobre a importância de se manter o silencio na hora da pesca e também da importância de manter a vara parada, para evitar causar problemas aos peixes e deixá-los fugir. Falou também sobre a necessidade de se aplicar força de forma controlada, para não arrebentar a linha ou deixar o peixe escapar. E por fim, falou sobre o manejo da vara, que deveria ser sempre lançar a linha para frente, tendo certeza de que ninguém vinha atrás, para ser atingido.

- Temos outras formas de pescar, como usando redes e arpões, sendo que o segundo é o mais complicado, já que exige uma ótima pontaria, mas a rede é simples de se usar. Demonstrarei com ela também.

Depois de toda a teoria explicada, estava na hora de por em pratica o que estava sendo aprendido. Ele me mostrou como manejar e lançar a vara, com cuidado e precisão e então esperamos, até que houve um sinal e ele conseguiu capturar um peixe sem muitas dificuldades. Fiquei feliz em ver aquilo, teria mais opções de pratos para cozinhar.

Depois foi minha vez. Ele me deu a vara mais simples primeiro. Me ensinou a arremessar. Demorei a pegar o jeito dessa parte, minha mira não é das melhores, portanto, acabei tendo o anzol preso a madeira do barco e quase atingindo Marie, 2 vezes. A mink ficou ali, apenas assistindo e rindo algumas vezes de como eu errava ou fazia algo relativamente engraçado. Ela de fato revivia a criança dentro de mim.

Quando finalmente consegui começar a acertar lançar o anzol na agua, ele pediu para trocar de vara. E mais avançada foi a próxima que peguei, sendo que ela era mais pesada e depois novamente de alguns erros de arremesso, finalmente fui capaz de acertar a agua. E esperei. Esperei e esperei. Nenhum sinal de peixe. E então houve um. Mas fui lento demais e então escapou.

No próximo, fui rápido demais a puxar e apesar de aparentemente ter danificado o peixe, ele escapou. Depois de algumas vezes mantendo o erro, consegui acertar uma e depois duas. Estava começando a aprender depois de tantos erros a conseguir peixes.
O básico estava quase completo. E então peguei a rede. Aprendi a teoria de lançar a mesma e segurar uma parte e aguardar um volume se acumular e mover bastante ela, para depois puxar.

Lancei a rede e deixei a mesma no mar. Esperei e esperei, para então conseguir com sucesso pegar 3 peixes com ela. O velho riu e a mink raposa também.

- Acho que lhe ensinei o básico. Sobre prender a isca no anzol, acredito ser auto explicativo, não? – ele riu.

Depois de receber as instruções básicas de pesca, pedi para ele repassar a teoria da explicação e mostrar tudo que havia feito mais uma vez. Era muito para se aprender em pouco tempo, mas acreditava que eu era capaz disso.


FIM DO APRENDIZADO DE PERICIA


Estava psicologicamente cansado, afinal, tinha tido uma lição que poderia usar no futuro, ainda mais se descobrisse mais sobre como chegar nessa Grand Line, que deveria ter alimentos ótimos esperando para serem pescados e aprimorados. Pesca poderia ser algo a valer a pena e útil para sobrevivência no futuro, estava contente de estar aprendendo aquilo agora.

Toda essa animação me deixava cheia de perguntas, que pretendia fazer sem esperar, mas tinha que ficar de olho. Ao ver pessoas a bordo cheia de olhares malignos para nós, me deixou com a atenção redobrada.

Ficaria o mais atenta possível a coisas e movimentos estranhos, aproveitando-me de minha visão privilegiada e de minha audição em mesma condição, para não ser pega em surpresas desagradáveis.

Mesmo toda alerta, estava um pouco mais determinada e com rumos, coisa que não tinha antes, afinal, meu único objetivo antes, era acabar com marinheiros, agora, tinha que ajudar marie a obter sua vingança e chegar a essa ilha de minks, para aprender muito mais sobre minha espécie, a mim e melhorar como cozinheira, com pratos que nunca vi antes.

Com um pouco de entusiasmo demais, quando chegássemos no fundo do barco e estivéssemos sozinhos, matéria a calma, paciência e ficaria atento, mas o mais importante, faria mais perguntas ao velho mink:

- Então, como chegar nessa tal de Grand Line? O que se precisa para atravessa-la? Para onde temos que ir para ir para tal local? E o que mais pode nos contar de la? Já foi para la?
Off:
 
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptySab 23 Set 2017 - 11:19

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A situação de Aleister era desesperadora. Com febre alta, meia orelha faltando, ombro sangrando, braço imobilizado, pequenas escoriações e hematomas pelo corpo, encharcado. E agora quase se afogando. A mochila cheia de objetos pesava e fazia com que sua subida para a superfície fosse mais devagar, mas não impediu o rapaz de retornar.

Chegando lá, veria que as águas antes prateadas agora eram negras. Com visão limitada, conseguiu ver o vulto de um bote logo a sua frente que começava a se afastar sendo levado pela correnteza, mas logo o rapaz conseguiu se apoiar em sua borda e pegar uma leve carona. O bote estava vazio, e assim o homem extremamente ferido pensou em colocar sua mochila ali e depois subir também, porém no momento em que ia começar a pôr isso em pratica, suas pernas foram agarradas e ele foi puxado de volta para dentro da água. Ali, uma luta desesperadora ocorreu. Aleister usava de seu braço bom para desferir facadas no oponente, que por sua vez tentava se posicionar de forma a minimizar o dano enquanto usava o próprio  braço para tentar afogar Levi.

No mínimo ele precisava segurar aquele homem por tempo suficiente até que os reforços chegassem, pensava Archer. Mas nem tudo estava saindo como ele queria naquela noite. Por pura sorte, ao invés de habilidade, Aleister acertou uma facada no torso do arqueiro que foi forçado a solta-lo se não quisesse morrer com os futuros golpes. Havia feito o seu melhor naquela noite.

Livre, Aleister voltou para a superfície ainda mais cansado, apenas para descobrir que o bote já estava a alguma distância por causa da correnteza. O mundo não esperaria por ele. Ali no meio do rio, praticamente sem energias, sendo caçado como um animal, a morte não tardaria a vir beijar-lhe. E o inimigo ainda estava por perto, claro.

Logo, ouviria som de remos. Seriam eles uma benção ou a desgraça final da noite? A resposta foi imediata. A nuvem foi levada pelo vento e a lua fez com que as águas brilhassem mais uma vez, revelando o gordão no bote. Claro, que ele também avistou Levi. – Cara, quase te deixei para trás! Venha logo! – Disse baixinho enquanto estendia um remo em direção ao aliado que estava na água.

— E agora, o que faremos? —

- Temos que continuar remando! O inimigo está logo atrás de nós! Vamos!

De fato, menos de trinta metros atrás era possível ver um bote com três pessoas. Isso tambem explicava o motivo da demora daquele “grupo”. Os botes só tinham espaço para duas pessoas, três já era uma multidão. Assim, claro que eles se tornaram mais lentos e tiveram dificuldades de manter o equilíbrio.

Mesmo que apenas Roux remasse, já que Aleister não tinha a mínima condição de fazer isso, rapidamente eles deixaram para trás Jason e os dois últimos oponentes.

- VOCÊ PODE CORRER, MAS NUNCA PODERÁ SE ESCONDER! EU VOU CAÇA-LO ATÉ OS CONFINS DO MUNDO SE NECESSÁRIO! SUA CABEÇA É MINHA SEU VERME! – Gritava Jason em fúria ao ver o assassino de seu irmão sumir de vista.

Enquanto se afastavam, os dois fugitivos não avistaram a embarcação com o “líder”, o pássaro e o loiro. Em um certo momento nem mesmo Roux aguentou continuar remando e foi forçado a parar, deixando o bote ser levado pela correnteza de forma passiva, apenas ajeitando a direção quando necessário. O vento fresco de verão gelava Aleister que estava queimando de febre e molhado. Certamente nem o pior dos invernos pareceriam tão frios.

- Me nome é Roux, Hunger Roux. – Disse o gordão que havia retornado por Aleister. – Acho que ganhou o direito de saber disso. Qual o seu?

Na verdade, nem mesmo ele entendia o porquê de ter corrido o risco de procurar pelo gatuno depois que havia derrotado o seu oponente e assumido controle do bote. Estava cansado demais para falar mais algo naquele momento. Com o sol raiando, prestes a alcançarem a pororoca, Roux arregalou os olhos ao ver o corpo do loiro flutuando no rio com a cara virada para a agua. Obviamente estava morto. Não apenas isso, mas destroços de madeira podiam ser vistos flutuando por todo o local.

O que havia ocorrido ali?

Bom, primeiro eles ouviram o barulho do que parecia um passáro se esguelando em desespero, e logo viram a fonte. Em cima de um pedaço de madeira, uma ave estava olhando desesperada ao seu redor. Sua asa quebrada. Se encaminhava rapidamente para a pororoca e não haveria jeito de que o pedaço de madeira onde estava não virasse naquele momento. Olhando para o acabado Levi, o gordão suspirou antes de queimar o ultimo gás de energia que tinha restando e remar freneticamente para resgatar a ave e passar pelo encontro do rio com o mar.

Assim o pássaro mais uma vez escapou das garras da morte. Mas agora dois homens e uma ave estavam à deriva no mar. Sem energias. E permaneceriam assim até a hora que o sol estivesse bem alto no céu, momento em que um navio entraria em seus campos de visão.

...

Após mais de três horas aprendendo a pescar com o velho Tom, chegou a hora do almoço, e a aula teve de ser encerrada. Surpreendentemente, o Mink pegou todos os peixes adquiridos e se encaminhou para dentro da embarcação. – Hehe esses peixes vão ficar bem em um ensopado, vou passa-los ao cozinheiro. A refeição vai lhes custar mais quinze mil cada, mas digam que são minhas amigas e esse preço vai cair pela metade.

- Haha! Para ser sincero eu nunca fui até lá. Tal lugar é para pessoas atrás de aventuras, eu busco apenas estabilidade e prover para minha família. – Respondeu ele com um sorriso carinhoso no rosto ao falar de sua família. – Tudo que eu sei é que para ir para lá é necessário passar subir uma montanha chamada Reverse de navio e de lá você cairá em uma das sete rotas da Grand Line! Agora tenho que ir trabalhar!! Cuidem-se meninas!

- Hei Niyah! Pode me ensinar um pouco sobre a língua dos humanos? Tem coisas que ainda não consigo entendera... – disse Marie tristemente.

O local onde as moças estavam se encontrava vazio e elas tinham alguma privacidade, apesar de não terem abrigo do sol forte. O almoço sairia meia hora depois, e se quisessem comer teriam que pagar. Em seguida o barco zarparia e iniciaria sua jornada para Loguetown.

Após uma hora navegando, elas ouviriam uma comoção na parte frontal, e caso fossem checar, descobririam que o barco estava indo em direção a um bote em alto mar. A medida que se aproximavam, poderiam ver dois homens altamente feridos naquela pequena embarcação...

Além disso, no timão do navio em que estavam, poderiam ver o velho Tom pilotando!!

Enquanto isso, no porão do navio, um dos tripulantes do navio se encontrava deitado no chão segurando seu pescoço como se quisesse abri-lo. Ele tentava a todo custo respirar, mas não aparentava conseguir. Ao seu lado, um homem acabava de vestir sua fantasia. – Sinto muito parça, mas quem mandou meter seu bedelinho onde não foi chamado? Tsc.
...

Enquanto Aleister e Roux estavam olhando para aquele navio que se aproximava, de volta ao acampamento dos revolucionários um grupo se reunira em um quarto abafado. Deitado em uma cama, Archer tinha seu torso enfaixado e repousava tranquilamente.

- Nós temos de ir logo! Não podemos deixar o rastro esfriar! A essa hora eles já podem estar a meio mundo de distância!! – Reclamava Jason enquanto andava para um lado e para outro de forma descompassada.

- Acalme-se! Assim que... – Antes que pudesse completar, a porta abriu violentamente e um homem usando óculos entrou apressadamente – Recebemos retorno de Grambos. Aparentemente esse homem também esteve envolvido no caos que ocorreu em Hiirotown, e suspeita-se que ele seja um Agente do Governo que instigou o grupo rebelde a nos trair. Infelizmente ele conseguiu escapar, tendo desaparecido da cidade. Reapareceu horas depois aqui e matou grande parte dos nossos recrutas assim como a Jack.  – Após dizer isso ele tirou do bolso um desenho extremamente realista de Aleister, onde até mesmo metade de sua orelha estava faltando. - Grambos disse que vai emitir um alerta para o resto do exército e passar o desenho que fizemos dele. Além disso aprovou que um grupo de três homens sigam para Organ Island e outro grupo de três para Loguetown com a missão de rastrear e eliminar o alvo. A missão terá codinome “Meia Orelha!!”

- Certo. Veja quais são os próximos navios a saírem para essas ilhas. Nos infiltraremos neles. Eu, Jason e Shiro vamos para Loguetown, enquanto você pode escolher outros dois e lidera-los para Organ.

Assim que a ordem foi dada, os dois homens que estavam em pé saíram do quarto deixando Archer sozinho. Erguendo-se da cama ele olhou pela janela em direção ao mar. Como se seu olhar pudesse atravessar toda a distância entre ele e Aleister, e ele pudesse vê-lo ele sorriu levemente e tocou seu ferimento – Hehe, agora você é o inimigo de um exército meu caro. Vamos ver como vai se virar. Espero que não me decepcione...

Enquanto Jason estava indo atrás de vingança, Archer tinha uma motivação completamente diferente. Estava indo por diversão, por prazer. O prazer da caça. Enquanto se arrumava, uma pequena canção veio aos seus lábios, e de repente percebeu o quão perfeita ela era para toda aquela situação.

“Este é o meu mundo!
Oh, você tomou um rumo errado!
Agora você está preso no meu mundo!
Confie em mim, isso vai doer!
Acenda e veja queimar!
Este é o meu mundo!

Você pode senti-lo ganhar vida?
Dias virando em noites
Trancado para o resto de sua vida
Se prepare, fique pronto para lutar...”




Off: to viajando e postei pelo cel. Acho q ficou legal, mas sei lá, a unica perícia q tentei aprender até agora foi negada então... por sorte eu já tinha escrito o post e só tive q editar uma pequena parte, segunda feira se ja tiverem respondio posso postar de novo, terça não, mas quarta sim.

A música que o Archer está cantarolando é a do link do youtube.

E sobre o palhaço... bem. Boa sorte!!

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Última edição por Big Furry Ragnar em Dom 24 Set 2017 - 16:38, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptySab 23 Set 2017 - 13:53



A Ascensão do Dragão


De Boa na Lagoa



Enfim toda aquela loucura havia terminado. Por mais que o inimigo tivesse dificultado minha vida ao me puxar para baixo d’água, enfim havia me desprendido e estava ali, indo embora com o gordo. Quando pensara que estava mais tranquila a situação, ao me deparar com os avisos do gordo, percebi que estávamos sendo seguido pelo tal Jason.

— VOCÊ PODE CORRER, MAS NUNCA PODERÁ SE ESCONDER! EU VOU CAÇA-LO ATÉ OS CONFINS DO MUNDO SE NECESSÁRIO! SUA CABEÇA É MINHA, SEU VERME! — gritou o homem no bote atrás. Exponencialmente avistava aquela situação, mas, em minha mente apenas a lembrança das mortes que até então nos deram suporte para fugir não saia da minha mente. A cena da mulher sendo brutalmente atacada estava viva em minha mente, podia lembrar e ver ela ali, naquele rio, boiando. Era estarrecedor.

Por mais que quisesse responder aquele verme, minha voz estava tão debilitada quanto meu corpo. Naquele momento, não tive vontade alguma de responder a provocações, principalmente naquele momento que havia sido mais uma vez fraco. — Meu nome é Roux, Hunger Roux! — informou o homem que havia me ajudado até então. Para ele eu havia ganhado o direito de saber tal informação.

— Acredito que ao longo de toda minha vida eu não tenho direito a nada — tentaria ser irônico em meio a uma completa verdade que sentia ali — Meu nome é Aleister, Aleister Flamel! — explicaria para ele. No decorrer do instante que o sangue “esfriava”, meus ferimentos começavam a doer e latejar, principalmente o do ombro, que havia sido aberto e o da minha orelha, que havia percebido agora. — Oh, merda! Minha orelha! — lamentaria.

Logo nos aproximávamos do bote e percebemos que algo havia acontecido ali. Além do bote destroçado, o loiro boiava no rio, morto. — Oh, eu sinto muito... — lamentei para com o gordo, porém fui interrompido pelo gralhar que me era bem conhecido. A ave! O gordo, rapidamente começou a remar e pegou ela e me entregou, entretanto, ele caia em exaustão, assim como eu.

— Acho que te devo uma! — afirmei enquanto permanecia ali, deitado, sem forças. O dia amanhecia e estávamos à deriva, eu, o gordo e a ave. Por mais que aquela situação fosse bem ruim, estava tranquilo, o que temia, temia muito. Algum tempo se passou e, ao longe, consegui avistar algo se aproximando. Seria nossa chance de sair dali?

— Gordo, olha lá! — apontaria — Um navio! Temos que chamar sua atenção! — afirmaria antes de tentar me levantar. Com os remos, tentaria sinalizar para a embarcação enquanto gritaria. Não chacoalharia muito o bote, apenas tentaria sinalizar com meus membros superiores. — Me ajuda! — falaria para o gordo se ele relutasse ou reclamasse de cansaço.

— Por favor, nos ajude! Fomos atacados e acabamos por fugir em botes. Agora estamos sem rumo! — bradaria caso questionassem algo inicialmente. Se eles nos oferecessem ajuda sem questionar inicialmente, mandaria o gordo ir primeiro e levar a ave consigo. Eu estava com um dos braços totalmente inutilizado, então não podia subir e levar ela. Por último, iria. Tentaria reunir todas as minhas coisas e tomaria destino ao interior do navio.

Ao subir para o deck, a primeira coisa que faria era deitar. Tinha de esticar minha coluna pelo menos por alguns segundos. Seria arriscado? Sim! Mas, era algo que eu precisava fazer. Após alguns segundos, tentaria me sentar e olharia o redor. Pessoas, ambiente, tentaria analisar tudo que me fosse possível.

— Eu me chamo Aleister e aquele é Roux! — explicaria caso nos questionassem a respeito de quem éramos — Nos fomos confundidos com um pessoal que envenenou a ilha de Conomi, daí fomos perseguidos e acabamos aqui... — falaria olhando para Roux — Muito obrigado por nos salvar, sou grato por isso! — agradeceria de maneira informal. Após me apresentar, tentaria me levantar e esticar meus membros, menos os machucados. — Será que algum de vocês poderia me ajudar com o meu problema? — apontaria para minha orelha — Acho que alguém estava com muita fome e não aguentou ver uma coisa suculenta dessas! – ironizaria. Se sim, aproveitaria e mostraria meu ombro também.

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MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 4 EmptyDom 24 Set 2017 - 11:14


Três horas de aprendizado foram bons o suficiente para render alguns peixes de porte médio e pequeno. A maioria tinha sido pescada por tom e não por mim, mas não jogaria todo meu mérito fora, ao menos um pouco daquilo era de meu esforço para aprender uma nova habilidade.

Tom nos informou que daria os peixes para os cozinheiros e assim eles poderiam preparar um ensopado para os tripulantes. E então o mesmo disse o preço, fiquei com o pé atrás, pois sendo criada por uma família onde você não tinha muito, ainda mais nos últimos anos, se aprende a ser um pouco egoísta com o próprio dinheiro. Mas que mal tinha, afinal, dinheiro era para ser gasto e não guardado. E em meus bolsos só acumulariam poeira.

Assenti para o velho tom, antes de o mesmo passar suas últimas informações sobre a Grand line e como chegar na mesma. Subir uma montanha para cair em uma das rotas, parecia algo estranho e suspeito, mas para quem não tinha muito o que fazer, o ideal era apenas conseguir descobrir onde era essa tal montanha e como subir ela, feito isso, poderia por fim tomar uma decisão fixa sobre o que eu deveria fazer.

Assim que tom deixou eu e Marie sozinhas na parte de tras no navio, ela me pediu para lhe ensinar a língua dos humanos. Eu conhecia a língua a muitos anos, mas não sabia nem por onde começar a ensinar. O que me deixou um pouco confusa quanto a como iria ensinar ela, mas sorri para a mink raposa.

- Claro amiga, pode deixar que lhe auxiliarei da forma que puder para aprender a falar como humanos.

Sabia que o mínimo de conhecimento ela tinha, afinal entendia o que era dito na língua, devido a fatos anteriores ocorridos, mas o seu problema era falar e formular frases de forma a não parecer tão robótico. Esperava ao menos ter conseguido passar confiança a ela com minha fala, apesar de por dentro, estar consecutivamente me perguntando por onde eu deveria começar.

Tentaria ensinar ela, da seguinte forma, pegaria meus objetos pessoas e os diria em ambas as línguas, para que assim ela pudesse entender o que cada um deles eram. Assim que ela os tivesse visto e ouvido os nomes, apenas apontaria para o objeto e perguntaria o nome de tal na linguá humana, se ela acertasse, prosseguiríamos ao próximo item e assim por diante, ate termos terminado meus pertences pessoais todos, se ela errasse o nome, repetiria eu mesma o nome de tal e pediria para minha amiga repetir algumas vezes ele até aprender de fato.

Quando desse a hora do almoço, seguiríamos juntas para o local designado para tal refeição e com isso, procuraríamos o responsável pela comida, para poder informar que era amigo de Tom, para assim conseguir o desconto que eu desejava, podendo assim pagar menos pela refeição. Procuraria comer peixes, para aproveitar e provar daquilo que cacei durante meu aprendizado, pois aquilo que se caça para comer é mais gostoso do que aquilo que se come sem esforço de busca. Ao menos era o que eu acreditava.

Durante o almoço, tentaria continuar ensinando a mink raposa, da mesma forma e seguindo a mesma ideia de como fazia antes, usando dessa vez o ambiente ao nosso redor como local de estudos. Apontando para os itens que achasse mais importantes, como comidas, utensílios e objetos convencionais e caso ela se interessasse por algo em especifico, eu o diria também.

Subitamente, algo chamou minha atenção. Do convés frontal, vinham vários burburinhos altos, que me deixaram altamente curiosa. Resquícios de meu felino interior. Olhei para Marie e esperava que a garota estivesse tão curiosa quanto eu.

- Vamos ver o que é?

Era uma pergunta um pouco retorica, afinal, eu iria ver o que era independente da resposta e a puxaria para vir comigo se fosse necessário. Por enquanto, não estava pronta para deixar ela sozinha. Apesar de ter dado a vida para me ajudar, a mink não tinha se provado muito forte fisicamente, portanto não sabia se ela seria capaz de se defender sozinha.

Portanto a puxaria para o convés frontal junto comigo, mas se ela recusasse muito ou fizesse muita questão de não me acompanhar, a deixaria ali para não forçar a amizade que tínhamos.

Assim que chegássemos no convés principal, veria o velho tom no leme do navio e várias pessoas na borda observando algo a frente. Primeiramente ficaria surpresa em ver tom sendo quem pilotava aquele barco, mas aquilo poderia ser discutido depois, mas logo em seguida, iria rumo ao amontoado de pessoas, para conferir par aonde iriamos.

Ao chegar perto da borda, percebi que o barco estava se dirigindo para a direção de um bote que aparentemente continham 3 pessoas. Observaria com cuidado, para ver pelas roupas se não havia nenhum marinheiro. Aquela raça não mereceria ser ajudada. Se nenhum deles se vestisse como a marinha ou governo, acho que valeria apena ajudar, mas caso se mostrassem como marinheiros, bastaria um passar de facas na garganta para acabar com a raça imunda daqueles azuis.

- Ei, tom, onde ficam as boias e cordas desse barco? – Gritaria para o mink que pilotava aquele navio. Esperaria por uma resposta dele, mas caso ele não me desse uma ou não soubesse, procuraria elas pelo convés e se não achasse, procuraria por algum outro membro da tripulação para pedir tal infomação.

Se conseguisse os objetos, esperaria o barco chegar a uma distância consideravelmente perto deles e lançaria a corda e a boia para ajudar eles a subirem de alguma forma no barco. Se não achasse nenhum objeto, teria que esperar para ver como outro alguém reagiria e se faria algo, pois não tinha muitos poderes no local e não poderia de forma alguma por minha vida em risco por desconhecidos, não eram assim que as coisas funcionavam, não para mim.

Eles conseguindo embarcar no barco, avaliaria se eles possuíam feridas e tentaria avaliar a gravidade e realizar os primeiros socorros, mas antes precisaria de um kit para tal.

- Algum kit de primeiros socorros por aqui ou algum medico a bordo?

Se não tivesse nenhum kit, observaria as feridas para avaliar elas, se fosse necessário apenas estancar sangramento, procuraria nos pacientes uma parte de suas roupas que estivessem aparentemente limpas e as rasgaria, usando minha faca se necessário para poder fazer algumas bandagens improvisadas e com elas, estancar o sangue. Mas isso dependeria dos materiais que me estivessem a disposição e dos tipos de lesões.

Iria esperar a multidão se dissipar, para fazer algumas perguntas a aqueles rapazes, sendo que a primeira seria a mais importante de todas e definiria de alguma forma, como agiria com eles.

- Algum de vocês é marinheiro? – tentaria manter um sorriso simpático, mas sinico no rosto. Independente da resposta no momento, faria algumas perguntas – Quem são vocês e o que faziam em um bote no meio do mar?
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