One Piece RPG
Zodíacos: A Criação - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Apenas UMA Aventura
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Mirutsu Hoje à(s) 03:07

» O Ronco do Bárbaro
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Ghastz Hoje à(s) 02:29

» Sangue e Pólvora! O Caminho do Atirador!
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor rafaeliscorrelis Ontem à(s) 23:50

» Nox I - Loucura
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Jin Ontem à(s) 23:18

» Unbreakable
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Hooligan Ontem à(s) 22:05

» Bizarre Adventure: Smooth Criminal
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Achiles Ontem à(s) 21:42

» I - Pseudopredadores
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Domom Ontem à(s) 21:03

» Galeria Volker ~
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Volker Ontem à(s) 19:27

» Untraveled Road
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Layla Morningstar Ontem à(s) 19:07

» Arthas Mandrake
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Wing Ontem à(s) 18:17

» [Ficha] Coldraz Vermiillion
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Coldraz Ontem à(s) 16:42

» Coldraz Anne Stine
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor ADM.Ventus Ontem à(s) 15:59

» Karelina Lawford
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor ADM.Ventus Ontem à(s) 15:57

» O vagabundo e o aleijado
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Tensei Ontem à(s) 15:32

» [Mini - Polyn] Sorriso afetado.
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Polyn Ontem à(s) 15:09

» Bastardos Inglórios
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Dante Ontem à(s) 14:14

» [Ficha] Mikhail Vermillion
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Homero Ontem à(s) 13:43

» [Mini- Alvin] O garoto e a serpente
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Alvin Stigma Ontem à(s) 13:11

» Latiffa Blackheart
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Sunken Ontem à(s) 12:45

» Gato de Convês
Zodíacos: A Criação - Página 2 Emptypor Ainz Ontem à(s) 09:37



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG

Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 Zodíacos: A Criação

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, ... 9, 10, 11  Seguinte
AutorMensagem
ZnorLAX
Narrador
Narrador


Data de inscrição : 12/07/2015

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptySeg 28 Ago 2017, 15:59



O Despertar do Dragão


Por que o Exaltasamba toca pagode e o Zeca Pagodinho toca samba?




Enquanto tentava capturar aquela ave, mal percebera onde estava me encaminhando a ir, até que os apitos e gritos me chamaram a atenção. – Malditos Revolucionários! – bradei antes de me esconder. Estava ali uma ronda de revolucionários. Após não ouvir mais os seus barulhos, tentaria me aproximar devagarmente do local de onde ouvi os barulhos e avistar o cenário. Merda!  Estava perto de um local onde havia um portão, talvez mais, porém só avistava um. Seria ali o quartel dos caras que havia passado antes? Que saco! Tinha de ter muito cuidado agora, qualquer deslize iria dar de cara com algum, isso não seria muito bom, a não ser que... Bem, isso poderia ser uma boa saída. Talvez a informação de que o Kuronim havia sumido tirasse um pouco dos holofotes que meu grupo havia conseguido no festival, seria bem mais interessante se não estivesse mais em Hirotown.

Não poderia ir de qualquer maneira para lá, porém havia ouvido falar de algum casarão que se ligava ao mar de alguma maneira, eram apenas conversas por alto que ouvia durante o tempo que cuidei das plantações de arroz, algo relacionado à tritões, nunca procurei saber, mas seria aquela construção? Não tinha certeza, porém tinha que agir. O caminho teria de ser seguindo o rio. Porém, teria de pegar a ave comigo antes de partir. Olharia em minha bolsa na expectativa de encontrar algum resquício de Noxious, havia três plantas, porém não lembrava se havia usado as três. Se encontrasse, ofereceria a planta como refeição para a ave, não saberia se ela já havia se alimentado dessas plantas, ou pelo menos tentado, porém seria uma boa maneira de naturalmente ela cair em uma “armadilha” e assim eu poder a capturar.

Guardaria meus pertences novamente na mochila e pegaria a planta. Esticaria meu braço da maneira mais suave que eu poderia ser e tentaria oferecer a planta para o pássaro. Se ele aceitasse, esperaria que após se alimentasse os efeitos não fossem muito severos, apenas um formigamento. Aproveitaria essa brecha para tentar pegá-lo com meus braços e leva-lo comigo. Não poderia seguir em linha reta, seria muito arriscado, teria de contornar toda aquela construção. Caminharia de maneira que fosse rápido, porém, tentaria me manter em alerta para qualquer barulho que pudesse ouvir.

Todavia, se o pássaro não se interessasse pela planta, ou se a mesma não estivesse mais repente em minha bolsa, não teria outra chance a não ser tentar pegá-lo mais uma vez, ou encaminhá-lo indiretamente para onde eu queria que ele fosse. Sentaria-me próximo a ele e seria o mais sincero possível, na esperança de meus sentimentos o tocarem, de alguma maneira. – Olha amigão, eu vi que você está machucado – tentaria simbolizar que meu braço era uma asa – E você não tem nada o que comer – simbolizaria com minha mão o fato de comer – Então, eu só quero ser o seu amigo e levar você para um lugar onde possam te tratar. Se você vier comigo, podemos sair dessa, o que acha? – ofereceria minha mão. Certamente era minha cartada final para sair da maneira fácil dali com a ave. Porém, não havia garantia alguma no sucesso disso tudo.

Se mesmo assim, o pássaro não aceitasse minha ajuda e se esquivasse de mim, teria de tomar medidas drásticas. Levantar-me-ia e tentaria “tanger” o pássaro na direção que eu queria que ele fosse. Como achava que ele não iria voar nem tão cedo, não teria problemas, no meu ver. Quando ele demonstrasse que iria se caminhar pela tangente do caminho que eu havia pensado, eu iria à mesma direção e o forçaria a voltar com a minha presença. Tentaria também ficar atento a possíveis predadores enquanto indiretamente o levava comigo mesmo. Alternadamente olharia para a construção, tentando me guiar e contorná-la. Se conseguisse chegar ao outro lado de uma maneira ou de outra, tentaria seguir o fluxo do Rio, pois essa seria a maneira mais sensata de seguir, como havia visto nos livros do Norlan.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 41
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptySeg 28 Ago 2017, 18:39

Quem era mais persistente? Homem ou pássaro?

Por um lado, Aleister não desistiu de pegar o animal mesmo depois de descobrir o quão próximo estava dos revolucionários de quem fugia. Mas ao menos foi sábio o suficiente para não se aproximar do lugar. Ao se manter perto das arvores e contornar a região desmatada, ele evitou um grande desastre.

Do outro lado, o pássaro percebeu que aquele ser irritante que o perseguia não queria o seu mal como a cobra. Mas ainda assim, essa era a extensão de sua compreensão para o que o homem tentava lhe dizer, e por ser um pássaro carnívoro, a planta que o homem estendeu não significou nada para ele.

Desta forma o fugitivo dos revolucionários seguiu seu plano de tentar “guiar o pássaro” enquanto contornava a construção que procurava evitar, e realmente teve sucesso. Claro que não sem consequências. Após o que pareceu um tempo imenso e tanto trabalho, o animal finalmente não aguentou mais e apenas ficou parado se deixando ser capturado. O próprio Aleister estava exausto, afinal de contas, quão fácil era “guiar” um pássaro selvagem por mais que este estivesse ferido. Ainda mais quando se tem que prestar atenção ao seu redor o tempo todo.

No entanto assim que segurou o animal em suas mãos, um arbusto próximo começou a balançar e dele saiu um homem alto de meia idade, com uma grande barba preta e cabeça careca. Em seus ombros ele carregava um cervo já morto. Em sua cintura uma grande faca de caça e uma machadinha sujas de sangue.

Ao ver Aleister ali, o caçador pareceu ter se espantando durante um momento. Observando o pássaro nas mãos do rapaz ele ergueu uma sobrancelha e após rapidamente prestar atenção em todos os detalhes visíveis falou em uma voz profunda enquanto olhava nos olhos daquele desconhecido – A justiça sempre prevalecerá...

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
ZnorLAX
Narrador
Narrador
ZnorLAX

Créditos : 4
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 20
Localização : Farol - Grand Line

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptySeg 28 Ago 2017, 22:54



Erga-se Dragão!


O Despertar de um Líder



Enfim o pássaro havia cedido seu orgulho e confiado a mim sua segurança, porém não estávamos sós, não mais. De alguns arbustos saíra um homem barbudo, o qual carregava a carcaça de um cervo já sem vida. Rapidamente tentaria o analisar de maneira que pudesse, seria difícil manter a calma, porém teria de me controlar ao máximo para assim não transmitir minha falta de confiança para o animal o qual protegia. O homem carregava consigo algumas armas de corte brutais, coisa de caçador, talvez, porém, as palavras que o mesmo soltara é que havia me chamado a atenção. “A justiça sempre prevalecerá...” ele havia dito outra coisa não vinha à minha mente a não ser que aquele homem seria mais um dos revolucionários.

- Muita calma aí, amigão... – falaria afastando a ave para um ponto onde ela não ficasse no meu caminho, porém ficasse dentro do meu ângulo de proteção, atrás de mim – Não acha que é muita hipocrisia dizer justiça em meio a tanta injustiça ocorrendo nessa ilha? – tentaria ganhar tempo ali para colocar a ave em certo lugar seguro. – Fique aí, volto já... – falaria com a ave, mesmo ela não me entendendo, enquanto aproveitaria para pegar as facas que havia pegado no navio. Colocaria uma no meu bolso e outra manteria em meu braço direito, colado no meu antebraço de modo que o oponente provavelmente não veria. Feito isso, voltaria minhas atenções para o meu inimigo, ou coisa parecida. Não saberia suas intenções nem os motivos de suas palavras, tudo o que tinha de informação até o momento era que o mesmo aparentava ser um caçador e carregava consigo, além de armas de abatimento, um ímpeto orgulho perante a sua justiça.

- Não nos conhecemos, não causei nenhum problema a você, nem você a mim, somos dois estranhos. Eu não quero o conhecer melhor e provavelmente você também não, digo, não que queria se conhecer me conhecer, entende? – droga – Então, eu vou cuidar em continuar minha estrada, com meu amigo de penas, e você não irá ver nenhum problema nisso, certo? – manteria meu braço direito esticado e com o esquerdo sinalizaria para ele se acalmar – Muito bem, vejo que está concordando comigo, então eu vou continuando meu caminho e você o seu... - tentaria argumentar. Se notasse alguma manifestação dele, não veria outra maneira se não lutar contra aquele homem ali.

Meu objetivo não era a batalha, não primordialmente, porém segundo o livro do Norlan, “A Batalha dos Fracos”, “nenhum homem seria correto se ao invés de iniciar uma batalha, ele a perdesse”. Inicialmente tentaria ler os movimentos do inimigo, seria burrice atacar primeiro. Se ele tentasse me golpear de maneira direta, tentaria me esquivar com um giro, como um bailarino sapateando em uma grama amarrotada, e tentaria atingir sua pena e assim dificultar sua movimentação. Se conseguisse atingir, tentaria o puxar pela roupa e daria um leva chute no local onde havia atingido. Se fosse um golpe de média altura ou baixa, tentaria me esquivar para trás e atraí-lo cada vez mais para longe do meu amigo de penas. Se conseguisse desviar, tentaria golpear seu braço, que manuseasse a arma. Se em ambos os casos ele se esgueirar-se, tentaria aproveitar o movimento do golpe e rolar para as laterais que me fossem possíveis e assim me colocaria em posição novamente.

Na oportunidade, ele realizasse um bloqueio, tentaria retirar meu braço o mais rápido possível para não lhe dar brechas para agarrá-lo e recuaria. Se meu temor de fato ocorresse, pegaria minha outra adaga em meu bolso e tentaria golpeá-lo e assim me soltar de seu agarrão. Todavia, se ele realmente não quisesse lutar, apenas pegaria o animal alado novamente e sairia dali o mais rápido possível, seguindo meu trajeto inicial. – Essa foi por pouco... Você realmente não me dá sorte... – ironizaria para a ave se conseguisse sair dali sem um combate, coisa que no momento achava difícil. – Justiça... Bem que disseram que essa tal de Justiça é cega! – afirmaria pra mim mesmo.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


SUPER IMPORTANTE:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 41
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptyQua 30 Ago 2017, 16:18

A resposta do homem à sua frente não era a que Jack desejava ouvir, e por isso não pode conter um suspiro cansado. A frase dita por ele anteriormente “A justiça sempre prevalecerá” era na verdade um código com uma resposta específica conhecida por todos os revolucionários e trainees que estivessem nas redondezas do centro de operações dos revolucionários da ilha.

Se Aleister tivesse respondido “desde que homens estejam dispostos a lutar contra o mal” ouviria o caçador completar ainda “mesmo quando esse mal é o próprio governo”. Após isso eles poderiam acenar com a cabeça e seguirem em frente sem dizer mais nada, ou quem sabe iniciarem uma conversa amigável.

Mas a resposta dele havia mostrado para Jack que ele não pertencia aquele lugar. Em toda honestidade, no fundo ele queria fingir que não viu nada, e deixar o desconhecido seguir seu caminho. Evitar a dor de cabeça que seria aquilo. Mas ele simplesmente não podia arriscar. E por isso suspirou.

Enquanto o estranho poderia ser apenas alguém perdido, ou um caçador que foi longe demais, ele poderia ser também um espião do governo tentando se infiltrar, ou pior ainda, escapar com informações importantes. Jack simplesmente não poderia carregar o peso das consequências se esse fosse o caso. Não. Ele era um soldado em uma guerra e sabia disso.

- Venha comigo amigo. Desde que seja inocente poderá ir embora. Só precisamos confirmar sua identidade e história. Pode até trazer a águia se quiser, nós vamos cuidar dela para você. – Disse de forma tão amigável e calma quanto lhe era possível ao ouvir o que o estranho tinha a dizer sobre justiça e ao vê-lo colocar a ave de lado. No entanto seu braço direito tinha subido e agarrado uma das patas do cervo que carregava nos ombros imitando a mão esquerda. Agora cada mão segurava uma pata.

Deu um passo a frente mas o oponente recuou. – Não vamos machuca-lo. Por favor venha comigo. – Insistiu ao ouvir a recusa. Naquele momento ele sabia que as coisas não procederiam de forma pacífica, e dentro de si desejou que o desconhecido não fosse inocente. Mas se fosse, essa seria uma culpa que Jack estaria preparado para carregar se as coisas escalassem a um ponto sem volta. Dando mais um passo a frente, ele viu o momento em que uma faca surgiu na mão do desconhecido. Aquilo fez seu coração se tornar resoluto perante o que teria que fazer.

Jack era um homem mais forte do que a maioria que conhecia. Normalmente um homem calmo e na dele, poderia ficar bem selvagem e agressivo durante uma batalha. Isso fazia com que muitos recrutas e companheiros o respeitassem. Dando um grande passo e girando a parte superior de seu corpo, ele usou suas mãos que estavam segurando as patas do cervo e  simplesmente usou o bicho que havia caçado para alimentar o acampamento naquela noite como uma arma!!

Enquanto poderia parecer fácil fazer tal coisa a primeira vista, a força necessária para realizar tal movimento de maneira funcional era algo que a maioria das pessoas jamais teriam em suas vidas. O ataque era cheio de brutalidade, rápido, e se acertasse faria um belo estrago. Mas não acertou.

Aliester foi ainda mais rápido e recuou o suficiente para ver as patas frontais do animal passando a um fio de cabelo do seu nariz. Logo um segundo ataque foi feito, na diagonal de baixo para cima, da direita para a esquerda, mas o resultado foi similar. Bem, quase. Apesar de ser um golpe poderoso, ele tinha uma falha peculiar. Logo após o ataque, caso este não atingisse o alvo, o usuário ficava com a guarda aberta.

E com sua faca Aleister aproveitou a chance para contra atacar, fazendo um corte perto do pulso direito de Jack. Mas parecia que o homem nem havia sentido nada. Dando um passo para o lado de forma a se realocar, ele aparentemente realizou o mesmo golpe, mas dessa vez soltou do animal em um momento chave, arremessando-o em cima do estranho que o ferira.

Foi um ataque astuto. Aleister havia escapado por um triz nos dois anteriores e até mesmo o ferira em um deles. Para Jack fazia sentido que o adversário repetisse os mesmos movimentos. E por isso ele soltou do cervo. Então por quê sua tática falhara? Bom, chame sorte, ou destino, mas dessa vez o procurado pelos revolucionários ao invés de recuar para desviar, preferiu fazer um rolamento na diagonal e se por em posição de ataque novamente.

Mas mostrando sua experiência em combate, Jack aproveitou que estava com uma das mãos perto do cabo de sua própria faca de caça e a puxou, bloqueando o ataque com maestria. Com a outra mão livre ele segurou o pulso da mão atacante de Aleister no momento em que este tentava recuar. No entanto o gatuno puxou outra faca de pesca e tentou atacar novamente.

Dessa vez o caçador já estava atento para com as habilidades daquele estranho, e assim que viu o movimento deu um passo para trás na diagonal, enquanto dobrava seu braço que agarrava o adversário e usava seu cotovelo para bater contra o ombro deste, dando um belo golpe e empurrão, liberando Aleister e o desestabilizando.

Tendo escapado do ultimo golpe, Jack deu mais um passo para trás e puxou a machadinha, passando a segurar uma arma em cada mão. – Você conseguiu me cortar bem ali rapaz, mas não ache que será tão fácil fazer isso novamente. Eu não posso arriscar deixa-lo ir embora sem interroga-lo bem primeiro. Por bem ou por mal você virá comigo. Tem certeza que deseja fazer isso? – Perguntou uma ultima vez o homem fazendo referencia a luta. Mesmo tendo sido ferido, ele ainda tentou insistir em um fim pacífico. Afinal de contas, se o oponente fosse inocente, o que teria a temer. E estar naquela região sem saber da existência do acampamento era algo praticamente impossível para aqueles que eram da ilha.


Off: mesmo lance da outra vez. To pelo cel e depois edito bonitinho no pc qndo der! Provavelmente só amanhã!

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
ZnorLAX
Narrador
Narrador
ZnorLAX

Créditos : 4
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 20
Localização : Farol - Grand Line

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptyQua 30 Ago 2017, 17:12



O Despertar do Dragão


A batalha na floresta: Força x Velocidade




Maldição! Quem diabos usa um cervo em combate? Esse cara será um problema! Meu ombro está bem – pensaria enquanto averiguava a saúde de meu ombro – Agora tenho que ter cuidado com seus golpes. Um vacilo e fim de jogo. Primeiro vamos ver do que ele é capaz, melhor, vamos ver se ele me aguenta! – afirmaria enquanto posicionaria minhas armas para combate – Será a sua força contra a minha velocidade. Que vença o melhor, grandalhão, e esse melhor serei eu! – apertaria o cabo de minhas armas com veemência no prelúdio da continuação da batalha. – Você luta bem, para um caçador, mas sério? Usar o cervo? Você só pode estar de brincadeira, aquilo poderia ter me matado! – ironizaria – Mas, agora, não irei mais pegar leve com você – mentira – Irei lutar a sério! – afirmaria.

Julgaria que seria o mais rápido ali, então tomaria a atitude de ataque. Buscando atingir o máximo de minha velocidade, partiria em direção ao robusto inimigo e, com uma finta de mãos, usaria minha direita como isca para tentar fazer o oponente levantar a guarda e, com a direita, realizaria o ataque. Buscaria tentar atingir uma de suas pernas, de preferência, usaria um arremesso corporal para me lançar em direção e assim mesclar meu ataque à minha defesa. O fato de me arremessar, no calor do momento, era como uma tentativa de realizar um ataque que, sendo arriscado, já traria uma válvula de escape para um possível retorno do meu oponente. Isso, na minha mente, pensando rapidamente, seria efetivo contra um possível bloqueio e contra-ataque.

Feito isso, lembrar-me-ia dos momentos que treinei na minha infância diversas acrobacias e tentaria girar meu corpo após o golpe, usaria do possível impacto, aliado ao forte corpo oponente para fazer tal ato. Meu braço esquerdo agora serviria como apoio para não cair de maneira exagerada e, com o flexionar dos meus membros inferiores, tentaria atacar a sua cintura – parte posterior – com minha técnica especializada. – Smart Strike! – bradaria durante a execução do segundo golpe. Se, inicialmente, ou posteriormente, meu oponente esquivasse de algum dos meus golpes, tentaria me apoiar com meus punhos no solo e fazer uma acrobacia e não cair de todo jeito, tentando me manter de frente para meu oponente – ou a visão que imaginava onde ele estivesse.

Porém, se o inimigo não acreditasse na minha finta e mante-se a guarda aberta, correria até ele e usaria de uma acrobacia na tentativa de saltar sobre o mesmo, usaria o seu corpo para simular um “cavalo” e saltar sobre ele, para assim, quando voltasse ao solo, usaria do ataque que havia pensado anteriormente, visando suas costas. Seria arriscado fazer esse tipo de movimento, que era apenas treinado, por mim, em ginásios, há algum tempo, porém, alguém já havia me dito um dia que “se for para morrer, que seja com estilo”, então esse era o meu estilo de morrer, dando o meu melhor.

- Vocês e os seus sensos cegos de justiça. Por mais que seus ideais sejam honrados, não adianta de nada um superior agir de má fé, com é oque vê acontecendo aqui, porém, eu não tenho culpa e muito menos você, porém, estou adotando um novo estilo de agir – olharia para meu punho segurando a arma – E não posso voltar atrás, esse é o meu novo caminho! A minha filosofia! – afirmaria com toda a minha certeza, olhando nos olhos de meu inimigo, se possível. – Então eu digo mais uma vez, desista – se continuasse a lutar – Desista e vamos seguir nossas vidas, acreditando em filosofias distintas, porém, as respeitando, mas nunca as aceitando!

Histórico do Alencar:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


SUPER IMPORTANTE:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 41
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptyQua 30 Ago 2017, 19:03

Ouvindo o discurso de seu adversário, Jack teve certeza que a única resolução que teriam ali era uma violenta. Tendo já experienciado a velocidade de Aleister, não foi pego de surpresa por ela e logo usou a própria faca para bloquear o golpe com a mão direita enquanto ia levemente com a perna direita para trás de forma a estabilizar seu centro gravitacional e contra atacar. Com a mão esquerda que segurava a machadinha e girando o corpo ele acertou o ombro do rapaz que estava no meio de um giro e parecia querer passar direto por si. O que ele não previra no entanto era a faca silenciosa que entrara na sua perna e abrira um grande rasgo.

Enquanto ainda se virava para enfrentar o inimigo, ouviu algo sendo dito e uma dor enorme na região inferior das costas. Uma faca havia atravessado a região com a ponta saindo pela cintura. – Merda!! – Exclamou com raiva enquanto usava a faca para tentar atingir cegamente enquanto continuava a se virar suportando a dor. Sentiu a faca cortar carne brevemente mas depois o atrito sumiu. Quando conseguiu se estabilizar e ficar de frente para Aleister viu que esse estava com o osso do ombro esquerdo exposto. Aquele braço havia sido praticamente inutilizado. Um leve corte no braço direito acompanhava para fazer par ao ferimento anterior.

Apesar de suas próprias feridas também serem graves, sentiu que não tinha saído na desvantagem dessa vez. Imerso na luta, se espantou quando ouviu o que o homem dizia. – Sim, sim. Posso respeitar um oponente assim. Lembre-se que foi você quem pediu por isso garoto. Vou te fazer entender o porque me chamam de Jack, O Estripador Desmembrador.

Off: os casos de defesa não foram tão bons cara. Talvez contra um oponente com uma arma só fosse suficiente. O seu braço esquerdo pode fazer mais um movimento antes de ficar imobilizado, aproveite bem e cuidado para não perde-lo. No pior dos casos, ainda bem que quer ser ciborgue...

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
ZnorLAX
Narrador
Narrador
ZnorLAX

Créditos : 4
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 20
Localização : Farol - Grand Line

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptyQui 31 Ago 2017, 11:44



O Despertar do Dragão


Luta na Floresta






- Maldição! – bradei ao ver o estado do meu ombro. Era um risco que tomei, porém aquela cena na minha frente era muito impactante. O ferimento que aquele homem fizera no meu ombro havia sido muito profundo, conseguia avistar a parte óssea do local com facilidade, havia sido uma sorte não ter tomado um dano mais severo. Conseguia movimentar o local ainda, talvez pelo calor do momento e o fluxo de sangue ainda estar ativo na região, mas certamente isso iria doer bastante posteriormente. Entretanto, não havia tempo para lamentações, a luta ainda não havia cessado. Assim como ele havia me atacado, eu também o ataquei, então estávamos quites, porém, não poderia me dar ao luxo de sofrer outro golpe desses, seria o fim da linha para meu corpo.

- Caramba, quanta força em um golpe! – afirmei enquanto tentava apoiar meu braço junto ao meu corpo com minha mão contrária – Mas, não pense que isso irá acontecer novamente! – por mais que tentasse parecer calmo naquele momento, eu realmente não estava e possivelmente não iria conseguir transparecer isso – O próximo movimento decidirá tudo! Essa é a ocasião onde apostamos todas as nossas fichas e vemos quem é o melhor apostador! – exclamo. Dito isso, partiria em direção ao meu oponente. Certamente não iria conseguir furar seu bloqueio, ainda mais por ele usar duas armas, entretanto, nesse momento teria de usar minha velocidade de maneira mais efetiva.

Próximo a ele, desferiria uma finta inicial no que seria um golpe alto, mirando a sua cabeça, porém, tentaria achar uma brecha em sua guarda e assim atacar o local que já havia atingido anteriormente. Caso ele conseguisse bloquear o meu golpe real e tentasse me atacar com seu outro braço, tentaria me esquivar abaixando, caso viesse em meia altura, ou lateralmente, se viesse de cima pra baixou - ou vice-versa. Dessa maneira, aproveitaria a brecha do seu ataque e tentaria atingi-lo na região superior de seu corpo, visando a região da cabeça, pescoço ou peito de meu inimigo. Não poderia dar brechas, então, se conseguisse atacar após um giro lateral, tentaria pular em suas costas e golpear. Porém, se o ataque viesse após me abaixar a sua frente, tentaria golpeá-lo e direcioná-lo para o lado, me permitindo ter brecha para um possível contra-ataque dele.

Porém, se acertasse o golpe, não iria me ocupar em tomar a arma para mim novamente, deixaria ali, no corpo do inimigo e, utilizando a outra lâmina – que estava no meu outro braço – tentaria atingir a sua região superior – peito ou pescoço – durante um salto. No momento em que golpeasse pela segunda vez, havia a possibilidade de mais um bloqueio e/ou um contra ataque, nesse momento, não haveria muito que se fazer, tentaria agarrar seu braço e em um golpe ascendente, tentaria introduzir minha lâmina em seu membro. Caso conseguisse golpear seu braço, o soltaria e tentaria golpear o centro de seu abdômen, segurando a arma com as duas mãos. Nesse momento, quanto mais perfurasse, mais forçaria para adentrar em suas entranhas. Se possível, até giraria a lâmina para tentar causar mais dano.

Estava ciente que, nesse momento, estaria com minhas cosas livres para serem atacadas, porém, caso notasse que ele pretendia isso, soltaria minha lâmina e, com maus braços – mesmo um machucado – tentaria impedir o seu movimento, tentando segurar seus punhos e, por seguinte, tentaria desferir um chute com meus dois pés na região onde estaria a faca. Estava ciente de que, após tudo isso, se o meu oponente conseguisse ainda me atacar, estaria muito exposto, caído no solo, então tentaria rolar para os lados, se possível, ou passar por baixo de suas pernas, esquivando-me de possíveis golpes. - Me desculpe, mas não posso voltar atrás, tenho que ficar mais forte a cada dia, então, agora posso falar: Eu venci! – afirmaria totalmente exausto tivesse conseguido encerrar o combate em meio aos meus golpes. Cairia no solo exausto e ferido, tentando recuperar minha energia, ao menos para sair dali o quanto antes. Uma vez “descansado”, vasculharia as coisas e pertences do meu inimigo e pegaria tudo que achasse, não era momento para ver e analisar o que tinha ali. Rasgaria parte de minha roupa e tentaria estancar o sangramento. Não saberia a maneira correta de fazer isso, então só tentaria tampar como se tampa um buraco e tentaria amarrar com mais um pedaço de tecido, dessa ver da roupa de meu inimigo. Feito isso, tentaria pegar a ave e seguiria o fluxo do rio, caso avistasse.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


SUPER IMPORTANTE:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 41
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptyQui 31 Ago 2017, 21:56

Jack entrou em pose de defesa novamente. Estava confiante em seu contra-ataque e de já ter analisado bem a velocidade do adversário. Confiante demais.

Quando Aleister tentou usar uma finta novamente, foi bloqueado. O revolucionário já estava pronto e usando seu braço esquerdo o atacou com a machadinha. Mas infelizmente errou. Talvez fosse o peso da idade falando, mas o seu oponente parecia estar ainda mais rápido mesmo com o ferimento grave. E pior ainda. Seu ataque o deixou com a guarda aberta, que por sua vez foi bem aproveitada por Aleister.

Resultado: uma facada no peito. Alguns centímetros acima do coração.

Em seguida viu com o canto dos olhos quando o inimigo rodopiou e sumiu de vista. Sentindo um terror vindo do fundo de seu ser, terror instintivo que lhe gritava “PERIGO!”, tentou se virar mas era tarde demais. Sentiu claramente quando a faca entrou nas suas costas. Se arrependeu de não ter tentado se jogar para frente. Por um erro de reação, em menos de um segundo, perderia sua vida.

Sabia que tinha perdido a luta.

Quando se virou o oponente já estava a alguns passos de distância. Ainda tentou dar um, dois passos cambaleantes para frente, mas em algum ponto deixara de sentir suas pernas e caiu ajoelhado. Arfando em busca de ar, e vida, um sussurro difícil de ser feito saiu por seus lábios – Então é assim que chega o meu fim? Quem preveria essa?

- Me desculpe, mas não posso voltar atrás, tenho que ficar mais forte a cada dia, então, agora posso falar: Eu venci!

Enquanto ouvia o homem que devia ter menos que o dobro da sua própria idade, o velho buscava algo em seu peito e erguia lentamente. Sua mão cobria o objeto e não permitia que Aleister visse direito o que era. Com um sorriso nos lábios, mais um sussurro – Não garoto, eu venci. – Após tais palavras o homem levou o objeto aos lábios e reuniu suas últimas forças, soprando uma, duas, três vezes, antes de tombar para frente. “Espero que ele não consiga nos prejudicar...” foram seus últimos pensamentos antes de fechar os olhos inconsciente.

A cada sopro que o homem dera, um som agudo e alto foi emitido. O objeto pego por ele era de fato um apito, e a última forma com a qual ele poderia continuar lutando aquela batalha. Se ao menos não tivesse sido confiante em demasia e tivesse usado o objeto desde o início, quem sabe o resultado dessa luta fosse outro.
HP Aleister:
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
ZnorLAX
Narrador
Narrador
ZnorLAX

Créditos : 4
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 20
Localização : Farol - Grand Line

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptySex 01 Set 2017, 11:09



O Despertar do Dragão


Bater e Correr em Conomi Island



Meu corpo não reagia aos meus instintos, não naquele momento. Deitado, eu ouvia o soar do apito, era um problema, todavia não conseguia mover um músculo seque para reagir aquele barulho antes que se tornasse um problema. Meu ombro latejava de maneira que a dor se equiparava a centenas de agulhas colocadas em minha pele, ou o deitar de um corpo em uma fogueira, era insuportável o fato de imaginar que, se não fosse cuidado, não adiantaria de nada ter vencido aquele duro combate.

Tentaria buscar a imagem da ave de rapina que havia tentado salvar anteriormente, será que estaria bem? Olharia o meu redor, sem ao menos levantar minha nuca do solo, na tentativa de encontrar o paradeiro do pequeno animal. De maneira forçada, tentaria rolar para o lado onde meu braço estava inteiro e tentaria me apoiar e assim ajoelhar-me. Não seria fácil, meus músculos tremiam de fadiga, entretanto, esse era o momento onde eu usaria de toda a minha resistência, mesmo se essa fosse pouca.

Tentando manter o braço machucado o mais colado possível de me corpo, forçaria meus músculos inferiores ao máximo para não exigir tanto de meu braço “bom”, para assim me levantar. Minha visão ainda estava um pouco turva, porém nada que impedisse de andar e correr, moderadamente. Se não tivesse avistado o pássaro, olharia novamente em sua busca. Tentaria também olhar onde estava – não se lembrava do ponto específico em relação à construção – além de possíveis inimigos que poderiam ser chamados com o soar do apito.

O tempo é à medida que sabemos o momento de nossa morte.

A adrenalina começava a fluir pelo meu corpo a partir do momento em que comecei a pensar que novos inimigos chegariam ali, não havia tempo para muita coisa, entretanto, não poderia vagar por aí da maneira que estava então teria de encontrar qualquer objeto que me fosse útil e aquele corpo a minha frente poderia ter algumas coisas interessantes. Caminharia até ele e tentaria vasculha-lo com meu braço bom. Se precisasse virar o corpo, tentaria utilizar meu pé para que, com chutes, conseguisse virar o corpo se esse fosse muito pesado, revistaria todos os seus bolos, assim como objetos dentro de sua roupa e sapatos.

Encontrado algo ou não, guardaria tudo em minha mochila – que colocaria no ombro não machucado – e voltaria a pega o pássaro, se esse não apresentasse dificuldade. Se ele não aceitasse bem o fato de pegá-lo novamente, eu tentaria mais duas vezes e, com a falha novamente, seguiria em frente sem o mesmo. Por mais que quisesse o salvar, não poderia arriscar de ser mais uma vez abatido, em minha mente, eu inteiro poderia voltar a vê-lo mais facilmente do que estando morto ou preso.

Tentaria ser o mais rápido que me fosse permitido naquele momento. O trajeto que seguiria continuaria sendo o mesmo, dar a volta naquela construção e seguir o fluxo do rio. Olharia alternadamente para ver se não havia nenhuma movimentação na construção e ao meu redor enquanto saltaria o que fosse preciso, me abaixaria, enfim, o que fosse necessário para seguir. Se encontrasse novas pessoas, eu tentaria me esconder o mais rápido possível. Se o pássaro começasse a gralhar, o soltaria, acreditaria que eles não machucariam um pássaro já lesionado.

Se me encontrassem e não tivesse a oportunidade de me esconder, ficaria parado, observando a movimentação do inimigo. Na possibilidade de me atacar sem ao menos dialogar, tentaria esquivar-me e continuar a correr pela mata. Se começasse um diálogo, assim como o outro, não poderia voltar a desafiá-lo(s). – Eu estava caçando e um cervo me acertou com um coice e me machuquei com minha faca. Estava salvando essa ave – mostraria a ave, se ela estivesse comigo, se não, não falaria no assunto. Esperaria a sua reação. Se fosse amistosa, me sentiria aliviado, porém não abaixaria minha guarde. No entanto, se fosse agressiva, tentaria esquivar-me de um possível golpe e voltaria a correr.

Conseguindo avistar o mar, respiraria fundo e continuaria a correr da maneira que meu corpo me permitia naquele momento. Não havia tempo de encontrar algum médico, longe disso, tinha de chegar a algum barco o mais rápido possível. No entanto, se tivesse de passar por alguma movimentação até o porto, tentaria ser o mais discreto possível, sem olhar ao lado, seguiria meu caminho ignorando quaisquer intromissões que fosse. Uma vez me bloqueando, obrigando-me a parar, olharia em seus olhos e ouviria o que tinha para falar, se falasse algo. – Com licença, estou atrasado para um compromisso e você está me atrapalhando! – bradaria. Se o caminho fosse mais inóspito, correria até o porto e tentaria avistar algum barco que estivesse de saída ou aportado, onde subiria e me esconderia. Na possibilidade de não encontrar navio algum, procuraria informações de alguém dali, assim como faria se houvesse muitos barcos. – Você sabe me informar para onde estes barcos estão indo? – questionaria enquanto tentaria respirar após essa corrida jornada.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


SUPER IMPORTANTE:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wild Ragnar
Narrador
Narrador
Wild Ragnar

Créditos : 41
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 24/06/2014
Localização : Rio de Janeiro

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptySex 01 Set 2017, 19:00

Scarlet estava escondida no topo de uma arvore observando o muro do acampamento quando ouviu o som dos apitos. “Mas que diabos??” Pensou irritada. Aquilo certamente cheirava a problemas. O plano estava indo conforme o planejado e eles estavam perto de tomar ação. Ela já havia descoberto a existência de doze inimigos dentro do acampamento que teriam que ser eliminados para que a missão pudesse ser completada. Bom, se não conseguissem raptar o rapaz fora daquele lugar maldito de outra forma.

O seu objetivo era simples. Trazer de volta o filho idiota de um Agente Superior. O garoto havia se rebelado e se alistado no exército revolucionário, e como o papai estava na Grand Line e a missão era uma considerada de baixo risco, ela foi enviada com um grupo de Agentes em Treinamento para realizar a tarefa. Após rastrear os passos do menino, eles chegaram finalmente naquela ilha. Para descobrir que ela estava sendo controlada pelos revolucionários. E que o garoto estava no meio da floresta. Em um acampamento de treinamento cheio deles. De repente a missão não era mais tão simples.

E agora isso.

Percebendo que não estava longe da origem do som, a menina começou a se locomover rapidamente pelas matas, sem fazer barulho algum. Logo, em cima de uma outra arvore, viu uma cena que a fez franzir a testa em desagrado. “Aquele... aquele é o Jack, O Desmembrador certo? E esse homem o derrotou...”

Sem saber que estava sendo observado, Aleister cujo corpo gritava em dor devido ao cansaço e maus tratos recebidos, vasculhava o corpo do indigente a procura de algo que lhe fosse útil. Por mais que tentasse ser rápido, fazer isso com um braço só desacelerava consideravelmente o seu avanço, e o rapaz passou mais tempo que o ideal fazendo isso. Mas seu esforço rendeu frutos. Conseguiu um cantil cheio de agua limpa, carne seca e pão enrolados em uma enorme folha de algum tipo de planta, um mapa geral, e claro as duas armas que o oponente tombara no chão.

Em seguida perdeu ainda mais tempo tentando capturar o pássaro novamente.  O que fez a mulher que o observava erguer uma sobrancelha e pensar “Será que ele não percebeu o que está acontecendo? É idiota?”. Por sorte a luta por mais intensa que tenha sida não foi uma realmente demorada, e a ave ainda não havia recuperado as energias, assim, na terceira tentativa, o homem com o ombro ferido conseguiu captura-la novamente para em seguida sair correndo dali.

Quando o seu encontro com o revolucionário aconteceu, Aleister já havia praticamente dado a volta na construção, e agora que seguia, logo deixou ela para trás. O rio a sua esquerda era largo e aos poucos o terreno por onde ele andava ia ficando mais inclinado, e avançar se tornava mais e mais cansativo. Após mais de uma hora estranhamente não encontrou ninguém, mas agora não mais seria capaz de continuar avançando velozmente.

O que ele não sabia é o quanta sorte tinha. Ao vê-lo saindo de perto do corpo, Scarlet o seguiu por uns cinco minutos enquanto se sentia em conflito. A parte racional de si dizia para aproveitar que alguns revolucionários estariam perseguindo o estranho e chamar dar sinal para o seu pessoal vir ao seu encontro e iniciar um ataque ao acampamento que estaria enfraquecido. Outra parte dizia que aquele homem havia matado um revolucionário, e de certa forma poderia se tornar um aliado, além do fato de ser claramente habilidoso apesar de um pouco estúpido e coração mole.

O sujo falando do mal lavado.

Por fim a mulher optou por ajudar o homem. Enquanto ele fugia ela retornou para o local do defunto e se escondeu esperando. Logo, vieram quatro homens analisar a cena. Após uma breve discussão e palavrões raivosos, saíram em perseguição a Aleister. Sem saber que a morte estava à espreita, o último da fila foi atingido por uma kunai bem na nuca. Nunca saberia como morreu.
O que aconteceu a seguir foi uma frenética perseguição dos outros três integrantes do grupo atrás da ninja. No caminho oposto ao que o Aleister estava indo.

Com o tempo, o caminho no qual Aleister estava se tornara um montanhoso. Apesar das arvores cobrirem o céu e horizonte, pelo mapa ele saberia que estava num local entre a montanha e o rio. Duas horas se passaram desde seu encontro com Jack, e a perda de sangue intensa fazia sua visão embaçar. E ainda que não soubesse, estava com febre alta. Nesse momento o pássaro havia repousado o suficiente e começava a gritar e bicar seus dedos tentando se libertar. Foi quando uma voz feminina veio por trás de si.

- Ele não parece ir com você... – Uma vez que se virasse, Aleister veria uma mulher vestida toda de preto, com um tecido cobrindo seu nariz, boca e queixo. Os cabelos vermelhos estavam amarrados e suas bochechas estavam quase tão vermelhas quanto eles. A mulher respirava arfando, como se tivesse acabado de finalizar uma maratona. Mesmo vestida daquela forma, suas curvas não podiam ser escondidas, nem os dois montes imensos que eram seus seios.

– Eu estava caçando e um cervo me acertou com um coice e me machuquei com minha faca. Estava salvando essa ave –

- Hah! Me poupe dessa. Se isso fosse verdade, porque diabos me dei o trabalho de despistar eles? –Responderia ela de forma irônica apontando para trás. – Se quiser sobreviver, me siga. Ah! E você está me devendo um kunai e duas shurikens. – Completou, e apesar de estar com os lábios escondidos, passaria a impressão de estar sorrindo de lado. Antes que Aleister pudesse responde-la, ela havia passado correndo por ele e seguido em frente em um caminho um pouco fora da rota em que ele estava antes, mas que ainda tinha a proximidade com o rio e a montanha como características.

O que nenhum dos dois sabia é que não longe dali um homem grande e um baixinho estavam se movendo rapidamente. Até que o maior parou o outro. – Pode retornar e avisar aos outros que encontramos. Irei continuar seguindo e verificar para onde vão. – Suas palavras estavam carregadas de raiva, e ao ouvi-las o homenzinho deu as costas e sumiu rapidamente de vista. Se Aleister estivesse ali seria capaz de reconhecer o homem grande, afinal de contas, havia acabado de mata-lo.

Mapa::
 
Ninja Scarlet:
 
HP Aleister:
 

____________________________________________________


Hao:INSPIRE VIDA | EXPIRE MORTE
"Pensamento"
- Fala -



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

code by sant
Voltar ao Topo Ir em baixo
ZnorLAX
Narrador
Narrador
ZnorLAX

Créditos : 4
Warn : Zodíacos: A Criação - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 12/07/2015
Idade : 20
Localização : Farol - Grand Line

Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 EmptySab 02 Set 2017, 18:52



O Despertar do Dragão


Uma ninja, uma louca e uma águia traiçoeira




“Muito bem, enfim consegui algo. Vamos ver o que temos aqui... Um cantl cheio de água, carne, pão... um mapa e Armas, bem, melhor que nada. Mas esse braço realmente está me incomodando, tenho que trata-lo logo.” - pensei. A ave mais uma vez me dava problemas, porém conseguia a pegar novamente. O caminho era longo, havia encontrado o fluxo do rio, porém, estranhamente não encontrara nenhuma aparição até o momento. Por mais que fosse otimista essa informação, me preocupava um pouco.

Cada vez mais que andava pelo caminho que havia traçado em minha mente, mais eu sentia minha visão ficar turva, além de cada vez mais sentir frio, estranho, porém não havia tempo para preocupações desnecessárias. Engano meu.  O cenário mudava isso não era um bom sinal, não para mim, com dificuldade de andar, exausto, novata que ao redor havia montanhas por agora, por mais que estivesse perdido por ali, sabia que não estava mais no lugar anterior, pelo menos já era um alento, ou não.

- Que cabeça a minha! – com o mapa em mãos não havia olhado antes, erro de principiante. Tentaria ler o mapa enquanto andava, seria difícil por estar com a ave, porém talvez pudesse olhar colocando-o no solo e parando por alguns minutos. “Entendo, então, eu devo estar aqui!” – apontei para um ponto entre as montanhas e o rio – Muito bem Aleister, você está mais perto do que longe... – falei antes de o pássaro espernear todo. A ave aparentava recobrar suas energias e voltava a relutar estar comigo, era uma situação bem complicada, porém, a rebeldia daquela ave ali seria o menos dos meus problemas até então.

- Ele não parece ir com você... – falou uma voz que, ao virar-me, vinha de uma mulher vestida em tons negros, com um tecido cobrindo seu rosto, deixando apenas os olhos fora. Uma ninja! Ela aparentava estar cansada, porém não mais que eu, aquela surpresa e o gralhar da ave estavam me deixando um tanto quanto perturbado, que não tive tempo de pensar em algo novo, falei o que já dizia para mim mesmo que faria ao longo do caminho.

- Hah! Me poupe dessa. Se isso fosse verdade, porque diabos me dei o trabalho de despistar eles? – respondeu ela a minha desculpa. “Despistar eles? Do que essa maluca está falando? Será que ela está com eles? Não, acho que não, mas, o que ela ganharia com isso?” – pensaria ao ouvir suas palavras um tanto quanto irônicas, talvez, ou seria só impressão minha? Tinha de tomar alguma atitude ali. – Despistar eles? O que ganha com isso? Acho que uma mulher com belas curvas com você não ganharia nada em me ajudar, principalmente estar no meio da mata, fantasiada de ninjas de obras orientais como está, no mais... – a inquietação daquele pássaro já estava dando nos nervos, assim como a minha visão, cada vez mais turva – Para com isso! – bradei para a ave – Mas, o que está pensando em fazer comig...

Antes que terminasse meu pensamento, a mulher me interrompia. – Se quiser sobreviver, me siga. Ah! E você está me devendo um kunai e duas shurikens! – falou ela. Antes que qualquer resposta minha, a garota já corria dali em direção diferente da que seguia. - Qual o seu problema?! – bradei. Realmente estava confuso, parte de mim dizia para seguir enfrente que aquela mulher me traria problemas inimagináveis, porém, a outra me falava para segui-la. Quem decidiria isso? A ave! – Vamos lá amigão, ou amigona, me... – antes que continuasse, uma leve tontura me atingia, o que me fazia pausar por alguns instantes – Eu... Eu devo segui-la? Ou... Ah, esquece! – exclamaria.

Não havia outra maneira, tentaria seguir a garota, mesmo sabendo de minha dificuldade. O caminho, por vezes, ficaria confuso, seria arriscado correr daquela maneira, porém não poderia perder a mulher de vista, não sabia onde estava antes, entretanto, seguia uma rota criada por mim, então mais do que nunca teria de seguir no seu encalço. – Ei garota, para quê essa correria toda? Eu não... – sentiria minha vista um tanto quanto turva – Não estou muito bem para isso!

Caso conseguisse acompanhar a garota, mesmo que longe, a seguiria até quando pudesse. Se ela parasse em algum local, eu diminuiria meu ritmo até chegar ao seu lado, onde respiraria fundo, descansaria por alguns instantes de cabeça baixa, e enfim falaria com ela. – O que está acontecendo aqui? – respiraria – Chega à minha vida como um furacão e  me faz correr como um bando de chacais! Pelo menos me explique o que está acontecendo! – afirmaria olhando em seus olhos.

No entanto, se a perdesse de vista, não teria muito que fazer. Tentaria avistar algum sinal de movimentação por perto e correria até lá, todavia, tomaria cuidado – nem todo movimento significa algo bom. Porém, se não visse nada, apenas continuaria a correr por onde estava indo, mesmo não sabendo onde iria parar ou o que encontraria.

Se, por alguma circunstância, encontrasse presenças que não fosse à garota, pararia e tentaria recuperar meu folego me escondendo por ali. Observaria a cena e tentaria chegar a uma conclusão lógica do que acontecia. Se fossem inimigos já conhecidos, tentaria contorna-los e seguir em uma direção perpendicular. Correria o máximo que pudera no momento.

Entretanto, se a avistasse e ela estivesse em perigo, não pensaria duas vezes e tentaria a salvar. Tentaria chegar o mais rápido possível e atirar meu corpo sobre o inimigo e assim fazê-la ouvir o que acontecia. Porém, se não fosse chegar o quão rápido queria, não pensaria duas vezes e gritaria. - Cuidado! - bradaria e tentaria atingir o inimigo com meu próprio corpo.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


SUPER IMPORTANTE:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty
MensagemAssunto: Re: Zodíacos: A Criação   Zodíacos: A Criação - Página 2 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Zodíacos: A Criação
Voltar ao Topo 
Página 2 de 11Ir à página : Anterior  1, 2, 3, ... 9, 10, 11  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Conomi Island-
Ir para: