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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer - Página 2 EmptyQui 31 Ago 2017, 10:49




ARATA YASHIRO

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DAMO E CIA



Deixei escapar um momento de fúria, e Damo parecia impressionado com minhas palavras.

– Eu não vivi tempo o bastante para ver bons motivos nesse grande grupo de moralistas, porém, deve haver algo certo no fundo do poço. Poder muda muitas coisas, porém não é tudo, até o mais poderoso dos homens pode cair perante a determinação de alguém! – Ele parecia bem convicto do que estava dizendo, me senti até um pouco mal por atrapalhar seu argumento com minhas perguntas.

- Bem, não tenho nada para ajudar isso, digamos que eu não sou a pessoa ideal para esse tipo de coisa, mas acho que você deve cuidar disso logo. Me siga! – Disse ele e começou a andar, e eu penas o seguiria na velocidade que conseguisse. Reparei que ele não era muito fã dos revolucionários, já que até tomou a direção contraria a deles, ou podia ser só impressão minha.

A merda do ferimento continuava a sangrar enquanto andamos pelas ruas da cidade, e já estava começando a me preocupar de verdade com ele. Fui tirado de meus pensamentos a respeito do ferimento por Damo, que resolveu falar da chave estranha que levava consigo – Bem, aquela chave foi algo que consegui em minhas últimas andanças pela noite. Digamos que ela deve ser bem importante, então a considero meu tesouro e a protegerei com minha vida, se possível!

Seguindo a caminhada, as ruas começavam a ficar mais silenciosas e menos movimentadas, estávamos indo para uma parte menos movimentada de Conomi, o que não me fazia temer já que eu fazia parte desse mundo, mas não estávamos indo para um região muito bem frequentada da ilha. Chegamos em um lugar mais escuros devido as sombras causadas pelo sol forte, e, frente a uma porta que parecia fortificada, quem quer que estivesse ali dentro não queria que qualquer um entrasse. Damo fez uma sequência de batidas na porta, que acharia por bem, tentar memorizar, e logo a porta se abriu e Damo fez sinal para que entrasse, entraria dentro do Comodo e observaria o local.

Era um cômodo bem grande, e haviam algumas pessoas ali – Quantas vezes eu já falei para não trazer estranhos para cá, Damo? – Vejo um velho gorducho alto que parecia estar concertando uma espada, ele me parecia amigável mas tinha uma espada, então nada de movimentos bruscos pra mim.

Achei por bem me manter calado e apenas observar. Damos parecia um pouco sem jeito perante o abraço de uma moça – Demorou demais dessa vez, baixinho! – pele pálida, roupas vermelhas, é uma lança nas costas, parecia uma amazona, e pelo que pude ver ela devia ter algum tipo de vínculo com Damo.

– Não se preocupem, é que encontrei esse cara aí, digamos que ele teve problemas com os homens do Grambos – falou com um tom humorístico – Ele está precisando de alguns remendos, onde está a Millah? – Noto Damo e a garota se entre olharem, quem quer que fosse essa tal de Millah, eles não sabiam onde ela estava – Acho que ela está com o resto do pessoal em suas tarefas. Logo ela chega! – Disse a garota enquanto se sentava e admirava sua arma.

– Acho que vai demorar um pouco. Fique a vontade! Ah, acho a Lince tem algo seu... – Disse ele antes de invocar o modo ninja maluco dele e sair pulando pelas paredes, até chegar a uma espécie de rede perto do teto do lugar.

Era um local pouco iluminado, e mal localizado dependendo do ponto de vista, por mais que parecessem simpáticas essas pessoas não queriam ser encontradas. Fiquei surpreso com o que Damo disse, ela tinha algo meu? – O que quer dizer com “algo meu”? – Diria olhando primeiro para ele e depois para ela, enquanto procuraria algum lugar para me sentar.










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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer - Página 2 EmptySex 01 Set 2017, 13:09



Phantom Lord


Sexta Feira sua Linda! Vemnimim!




As palavras de Damo haviam deixado Lince bem incomodada, porém, dessa vez cara a cara com Arata, a jovem não conseguiu ser furtiva como antes. Após ir aonde guarda suas coisas, a garota voltou com um objeto bem conhecido pelo atirador protagonista: a bebida viciante.  A jovem então se aproximou de Arata e entregou o que havia pegado anteriormente, na rua. – Bem, não sabia que você era conhecido do Damo, então... Aí está! – alongou seu braço entregando a bebida. Feito isso, voltou para o seu lugar, envergonhada, enquanto o jovem rapaz procurava algum lugar para sentar.

Certo tempo passou e o sol não estava tão forte como antes, então o local não estava mais tão bem iluminado. Um barulho no portão pode se ouvir, o que fez todos ficar atentos. Damo saltou da sua rede e foi em direção ao portão. Lince sacou sua lança e a preparou para qualquer imprevisto. O grandalhão guardava suas coisas após já consertar o sabre de antes. Era uma batida compassada como a anterior, o que fez Damo abrir o portão. – Demorou demais! – afirmou uma garota, entrando no local. Ela era morena e usava tranças no cabelo. Consigo trazia uma bolsa lateral e adagas guardadas em ambos os cochais. – Não sabia que teria de abrir a porta para uma “dama” tão educada assim... – ironizou Damo antes de ser encarado rispidamente pela mulher.

- Mantenham a calma pessoal, temos visitas, vamos parecer uma família feliz, pelo menos... – tentou acalmar o clima Lince, voltando a relaxar. O seu comentário causou dúvidas em Millar, porém a morena logo entendeu ao se deparar com Arata, que estava próximo a parede. – Quem é esse garoto? – questionou a mulher, tocando em suas adagas. – Calma Millah, ele é um conhecido meu, vejo que você também gostou dele, certo? – ironizou Damo, voltando para a sua rede. A morena, envergonhada, relutou por alguns instantes, porém seguiu até uma bancada, onde colocou suas coisas e relaxou.

As passadas que antes podiam ser ouvidas haviam cessado talvez o tempo tivesse passado o bastante para já estar perto do anoitecer, porém Arata não podia ter certeza. - Onde estão os outros? – questionou Millah. Damo mal ligou em respondê-la, estava dormindo. O grandalhão sinalizou negativamente paro o questionamento da morena, então coube a Lince explicar tudo, mesmo contrariada. – Bem, até agora só chegamos eu, Damo e o Sawyer, que ficou aqui como sempre. O restante ainda não chegou... Mas, acredito que logo chegarão – respondeu a jovem lanceira. A morena se mostrou satisfeita com a resposta e sentou perto de onde havia deixado suas coisas. O local era dividido de maneira que havia uma espécie de desnível de onde estavam a morena e o grandalhão, para onde estavam os demais, era como um patamar elevado. – O que você faz e como conheceu o Damo? – questionou Lince, olhando para Arata – Ah, ela entende um pouco de ferimentos, acho que ela pode te ajudar – falou olhando para Millah – Porém ela é um pouco chatinha – sussurrou.

Millah:
 

Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer - Página 2 EmptyDom 03 Set 2017, 16:52



ARATA YASHIRO

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MILLAH



– Bem, não sabia que você era conhecido do Damo, então... Aí está! – Disse a garota da lança, a qual ainda não havia decorado o nome, mas acho que era lince ou algo do tipo, ela me entregou as bebidas que pelo visto havia sido ela que havia surrupiado – Suas mãos são mais leves que as minhas, é um bom talento – Diria com um sorriso enquanto guardaria os litros comigo.

Com o tempo o lugar passou a ficar cada vez mais mal iluminado, e em certo momento pode se ouvir uma batida no portão, e todos já ficaram atentos, e Lince já sacou sua lança, mas logo pude ouvir a mesma batida a qual Damo havia feito quando chegamos, então deveria ser um deles lá fora. Uma garota morena com tranças em seu cabelo adentrou no lugar, ela carregava uma bolsa consigo e também trazia adagas em cochais, todo mundo ali parecia muito bem armado, o que me fazia sentir desprotegido, mas já que até então nenhum deles me atacou, suponho que são confiáveis, então logo me acalmaria e pegaria um dos meus charutos e acenderia o mesmo, e distraído com o mesmo não prestaria muita atenção na conversa da recém-chegada com Damo.

Todos se acalmaram, e Damo voltou para sua rede, a morena ainda parecia um pouco desconfiada de minha presença ali, não a culpo por isso - Onde estão os outros? – Perguntou a morena, o grandalhão só acenou negativamente e Lince que esclareceu as coisas para ela – Bem, até agora só chegamos eu, Damo e o Sawyer, que ficou aqui como sempre. O restante ainda não chegou... Mas, acredito que logo chegarão – A morena pareceu satisfeita com a resposta e se sentou em um canto.

Pelo que pude concluir eles eram um grupo até que grande, mas alguns estavam fora em algum tipo de missão. Ainda tentava concluir qual era a dessas pessoas, seja o que for que façam, não deve ser algo muito licito, considerando a lanceira de mãos leves e a localização e segurança do lugar.

– O que você faz e como conheceu o Damo? – Me questionou Lince – Bem, além de ser um belo saco de pancadas humano, eu não tenho mãos tão leves quanto as suas, mas eu tenho meus truques – Sorriria – Eu conheci Damo quando dois caras me abordaram, atrás das mesmas coisas que você levou de mim hoje mais cedo. – Diria e tragaria meu charuto.

– Ah, ela entende um pouco de ferimentos, acho que ela pode te ajudar, porém ela é um pouco chatinha – Sussurrou a última parte enquanto olhava para a morena – Obrigado pela dica – Diria antes de me levantar.

Eu ainda estava sangrando, mas a morena ainda parecia desconfiada de mim, e não muito amigável, só que entre enfrentar a fera e sangrar até a morte, acho que prefiro me arriscar com a morena. Me levantaria e iria em direção onde a morena estava – Olá, acho que ainda não fomos apresentados, sou Arata – Diria estendendo a mão, e mesmo se ela não aceitasse o cumprimento, prosseguiria – Lince me disse que você é bom com ferimentos... Eu fui meio picotado hoje mais cedo, será que poderia me ajudar? – Riria. Caso ela não aceitasse, insistiria – Você vai mesmo deixar um cara sangrar até morrer? Se eu morrer, volto para puxar o seu pé – Riria.

Caso ela aceitasse, seguiria alguma instrução que ela me desse, e enquanto ela me ajudasse, tentaria ser legal, e ganhar sua confiança – Vocês parecem um boa equipe – Diria e tragaria antes de prosseguir – O que vocês fazem aqui? Deve ser algo importante para ter essa segurança toda.










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MensagemAssunto: Re: Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer   Phantom Lord - O que esta morto não pode morrer - Página 2 EmptySeg 04 Set 2017, 21:57



Phantom Lord


O que está morto pode morrer sem sangue?




Após receber a informação a respeito da médica do grupo, Arata não pensou duas vezes e se aproximou da morena. Estendendo a mão, o rapaz tentou iniciar alguma conversa com a garota, porém a mesma apenas olhou a mão estendida e não respondeu. O rapaz então argumentou a respeito de seus ferimentos, porém nem conseguiu a atenção da garota, que apenas olhava para sua bolsa enquanto a vasculhava. – Não vejo problema algum em relação a isso... – comentou a garota após mais uma insistência por parte de Arata, exagerando no drama. – Passe isso aqui, talvez ajude na cicatrização e você não “morra” – ironizou a garota – Só cuidado, isso vai arder para caramba, talvez você morra só pela dor e não pela falta de sangue... Informações, com o Damo!– finalizou antes de juntar suas coisas e ir guardá-las em um baú no fundo.


Após o diálogo, passou-se algum tempo, questão de minutos, até a porta voltar a bater, no mesmo compasso de antes. Damo, intuitivamente acordou de seu aparente sono e logo saltou em direção à porta. Impressionante como o rapaz mesmo relaxando se mantinha em alerta a tal ponto. O rapaz então, segurando com uma de suas a porta, sinalizou para esperarem para reagir após ele ver quem era. Então abriu.

Da porta apareceram então duas pessoas. Um era um rapaz, cabelos brancos, casaco de cor vinho, que possuía uma longa espada em suas costas. O outro indivíduo era uma garota, pele clara, cabelo escuro amarrado de maneira formosa, vestia trajes escuros envoltos de uma saia branca. – Você demorou novamente Damo! – bradou o rapaz, dando um leve soco no ombro de Damo. O então rapaz que chegava ao local se dirigiu até o interior e, ao ver Windeck, sacou seu sabre e rapidamente apontou para o rapaz. – Quem é esse cara e o que ele faz em nosso esconderijo? – questionou.

O clima rapidamente havia ficado pesado no local, porém, da mesma maneira que ele ficara tenso, voltou ao normal com a chegada da garota. Ela se aproximou do rapaz e, com sua mão, o pediu para abaixar a arma. Não era um pedido que poderia ser ouvido, não, foi uma ordem silenciosa, um apelo que o rapaz não teve outra opção, a não ser obedecer. – Obrigada Tyron! – agradeceu – Não podemos fazer uma tempestade dessas em um mero e valioso copo d’água... – falou a garota, entrando no recinto e indo ao andar superior, onde estava o brutamonte trabalhando.

- Você não devia deixar essa porta aberta por tanto tempo, Damo! Kushi Kushi! – rapidamente Damo voltava-se para a porta e lá estava uma criatura um tanto quanto curiosa. Era uma espécie de rato que não media mais de um metro de altura. Ele tinha consigo um escudo e uma pequena espada com a ponta curvada. – Desculpe senhor Mice, não ocorrerá novamente! – desculpou-se o furtivo rapaz, que teve como resposta do mink um sinal de confirmação visual. – Muito bem, antes de tudo, sejam bem vindos novamente! – falou a garota, tomando para si a liderança da situação – É muito bom ter todos aqui após mais um dia de andanças pela ilha. Sabemos que ela está um caos, então temos que ter o dobro de cuidado e reunir nossas coisas, logo iremos ypartir em nossa jornada planejada! – abria os braços enquanto emitia seu discurso – Mas, antes, acho que temos um novato nesse local. Fale-me seu nome e o que te motiva a viver todos os dias ao acordar, desconhecido! – falou.

Arata não sabia, porém o grupo daquela ilha enfim estava totalmente reunido. Completamente diferentes cada um com sua personalidade, porém, um motivo os unia, motivo esse que transformaria aquela situação em um prelúdio a uma situação decisiva, mal sabiam aqueles garotos que, seus futuros haviam sido modificados a partir do momento em que andavam pela ilha, enfrentando ladrões de quinta categoria, talvez os seus futuros já estivessem traçados ao caos, porém, alguma chance poderia ser dada a eles como piedade divina, ou uma punição ao exagero no futuro dramático que os aguardava.

Tyron:
 

Zynne:
 

Mice:
 

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