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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Adeus, Disse a Coruja

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja - Página 2 EmptyDom 20 Ago - 0:56





 Brincando de detetive!  
 ...EM UMA CIDADE QUE NÃO CONHEÇO.

Detetive Aile  ||  Gintama OST : 16 - Oyaji no Seichi Snack

Aile agora passava os grandes olhos azuis pelos cartazes cuidadosamente, analisando tanto as recompensas quanto as faces imprimidas em cada um dos papéis. Juntou a sobrancelha e suspirou profundamente enquanto imaginava o que poderia fazer para caçar os homens os quais já tinha memorizado o rosto e mais importante: qual deles escolheria para prender. Primeiro, observou o homem cujo nome era Riku: o mesmo parecia ser bem novo, talvez tivesse quase sua idade, se duvidasse. Os cabelos brancos desgrenhados a fizeram rir um pouco como se lembrasse de algo, mas logo parou e concentrou-se novamente.

- 3.500.0000... é um bom dinheiro, eu acho.

Ela passou o dedo pelo próprio queixo; mesmo que dissesse aquilo, não fazia ideia do quanto aquela quantia poderia comprar. Depois, desviou seu olhar para o outro homem; Bob, o construtor. A aparência do mesmo não lhe assustava, mas sim a arma que segurava. O corpo de Aile se encolheu em agonia ao imaginar uma pancada daquele martelo ao mesmo tempo que lembrava que não tinha um histórico muito bom com ferramentas.

- Não, esse não.


Ela disse enquanto passava o papel para o fim da fila e finalmente encarava a face de Isaac, “o Portador Do Tempo”. De fato, a primeira coisa que chamou sua atenção em sua foto fora o relógio de bolso que o mesmo segurava. Aile se lembrou brevemente de sua avó Amara que assim como o homem, carregava um relógio de bolso parecido onde quer que fosse. Fora nesse exato instante que um pensamento malévolo surgiu em sua mente; será que se prendesse o bandido, poderia ficar com o relógio que o mesmo segurava? Refletindo bem, a loira nunca havia roubado nada em sua vida, mas que mal lhe traria roubar um malfeitor? Ele era uma pessoa ruim, não é? “E pessoas ruins não merecem ter coisas legais”, pensava Aile, quando na verdade só tentava arranjar desculpas mentalmente para que justificasse a vontade que tinha de ter um relógio de bolso, assim como o do homem do cartaz.

- é isso, preciso capturar o relo—digo, esse homem. Que comece a investigação! Eu definitivamente te acharei e te prenderei, Isaac!

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Ela gritava em plena rua enquanto jogava os outros dois cartazes aos ares dramaticamente, mas logo se lembrava do que o marinheiro havia lhe dito sobre deixá-los em alguma taverna ou loja e corria para juntar os papeis novamente.

- oops, hahaha...

E então, guardava os papéis sobre o meio de seu caderninho. Aile adotava agora uma postura levemente cômica ao se imaginar vestida como uma investigadora enquanto lembrava-se das imagens que sempre via em seus livros: os homens que usavam cachimbos bastante característicos com um conjunto de vestes que sempre se remetiam à sobretudos e chapéis no topo da cabeça eram chamados de detetives, e eles sempre saiam em busca de pistas para encontrar pessoas ou coisas! Sua empolgação só aumentava e mesmo que não possuísse nenhum cachimbo em mãos, gostava de imaginar que a caneta que segurava era um. Agora, posicionando a caneta sobre os lábios, ela fechava ambos os olhos e estufava o peito, simulando o fumo.

- Elementar, cara Shells Town, eu irei encon--  Oh, droga, eu esqueci que não conheço essa cidade.

Ela deu um suspiro como se admitisse derrota por não ter se preparado melhor e dropou o ato. Finalmente, balançou os ombros como se tivesse aceitado o fato que estava perdida e começou novamente à andar. Seu reflexo era de achar a primeira taverna ou loja para pedir informações sobre o homem que procurava, andaria na direção do estabelecimento e mostraria com o dedo a face de Isaac, pintada sobre o cartaz que segurava. – Bom dia! E com licença, esse homem! Você o conhece? Sabe onde eu poderia encontrá-lo? – Ela diria enquanto encararia a pessoa com quem conversaria no momento.

Caso a primeira coisa que encontrasse fosse na verdade uma relojoaria ou qualquer estabelecimento que lhe lembrasse algo parecido ela pararia para investigar o local, já que olhando bem para a alcunha do homem em questão ela refletiria se o mesmo poderia estar em um local tão obvio quanto aquele, e então evitaria dar suspeitas de que estava procurando caçar o tal sujeito ao entrar na loja. Entraria no estabelecimento e olharia em volta, se encontrasse uma pessoa totalmente diferente no balcão, perguntaria por Isaac sem mencionar o cartaz - Com licença... Isaac está?  - Ela diria como se já suspeitasse que o homem estaria no local. Se o vendedor dissesse que não conhecia nenhum Isaac, ela se desculparia e iria embora. Caso o encontrasse, diria de prontidão:

- Hey! Você é o homem do cartaz! – Ela tiraria o cartaz de dentro do caderno mesmo que não houvesse a necessidade de mostrá-lo ao sujeito, como se quisesse provar algum ponto. – Isso significa que você vem comigo. – Ela diria enquanto guardaria o cartaz novamente e colocaria as mãos na cintura, em tom mandatório, mesmo que sua aparência não demonstrasse visível perigo e sua presença não impusesse ordens em qualquer um que estivesse ali. Por uma fração de segundos, finalmente se lembraria que ameaças lhe trariam conflitos, e logo lembrar-se-ia também do restante de trechos presente no diário de seus pais:

“ [...] tínhamos que lutar bravamente se quiséssemos capturar os homens, muitas vezes voltávamos feridos da caça, mas de bolsos cheios.“

Nesse momento, a loira acordaria para a vida. Com os olhos dilatados por pânico, Aile sentiria o próprio corpo tremer e suas mãos iriam involuntariamente até o cabo da Ninjaken rapidamente, o corpo inclinaria-se minimamente para a frente e os pés se afastariam um do outro, pronta para correr em disparada caso precisasse fugir, esquivar-se ou até mesmo atacar o homem caso tivesse chance. Suas asas instintivamente se recolheriam contra o corpo contraindo-se por sentir-se ameaçada, mesmo que quem tivesse procurado confusão fosse ela. Saltaria para os lados ou para trás caso fosse atacada de qualquer maneira, procuraria ser mais cuidadosa caso o homem estivesse armado com algum revolver ou qualquer coisa que pudesse lhe disparar projéteis, e defenderia-se com o Ninjaken caso ele viesse para cima de si usando lâminas ou outros tipos de armas que requirissem aproximação.


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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja - Página 2 EmptyQua 23 Ago - 22:00

Isaacs, Isaacs Everywere


Aile estava muito entretida lembrando dos livros que lerá sobre detetives. Era óbvio que ela não encontraria aquele tipo de detetives ali, e talvez em nenhum outro lugar, mas a jovem celestial não sabia disso, e mesmo que soubesse, isso não a impediria de sonhar. Ela falava sozinha por algum tempo sozinha, simulando o suposto jeito de agir daqueles tais detetives, mas logo retornou a realidade ao se tocar que não conhecia a cidade. E a não ser que ela fosse algum tipo de gênio oculto, procurar alguém em uma ilha desconhecida era uma tarefa difícil, isso para não dizer impossível.

Com isso em mente, Aile juntou os papéis e prosseguiu procurando uma taverna ou relojoaria. Não demorou e ela se deparou com um enorme taverna feita de pedra e maneira, com uma placa com os o nome "Grand Drinqs". Aile não perdeu tempo e foi logo perguntar sobre Isaac para o barman - Esse cara? Eu não quero nem pensar nele. É um maluco terrorista que faz tudo de maneira precisamente cronometrada. Daí a alcunha. Ouvi falar que a três dias ele usou transuentes de uma loja de roupas de luxo como reféns. O maluco deu à marinha duas horas, treze minutos e quarenta e quatro segundos para lhe dar dez milhões em troca da vida dos reféns... quem diabos da um tempo desses? - Dizia e logo deixava de aprestar atenção na celestial para atender alguns clientes. Vendo que provavelmente não conseguiria muito mais informações ali, ela deixou os outros dois cartazes e saiu.

Seguindo sua caminhada, não muito longe dali, ela avistou uma relojoaria, e logo uma ideia passou pela sua mente. Entrando na loja, a celestial perguntou se Isaac estava presente. O vendedor, sem mudar a expressão, se virou e gritou na direção na escada que dava para o segundo andar - Isaac! Tem uma garotinha querendo falar contigo! - E logo o som de degrau rangendo pode ser ouvido. O coração de Aile começava a bater mais rápido, até que uma silhueta surgia na penumbra da escada. A celestial reconheceu os cabelos desgrenhados da silhueta do cartaz, e logo tomou a iniciativa - Hey! Você é o homem do cartaz! Isso significa que você vem comigo – Dizia ela puxando o cartaz e seu ninjaken... na hora que a figura entrou na zona com luz. De fato os cabelos desgrenhados eram parecido, mas fora isso ele não tinha nada a ver com o Isaac que ela procurava, e era muito mais jovem também, na casa dos 30 anos - Ahn... o que? Querida, eu acho que está me confundindo com alguém - Dixia ele logo antes de notar o cartaz na mão de Aile, suspirando logo em seguida - É sério? Garota, não é porque nós vendemos aquele maldito relógio para ele que nós ajudamos aquele terrorista desgraçado. Você sabia que não é a primeira que vem aqui? - Dizia ele, com desgosto subentendido na voz.

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja - Página 2 EmptyQui 24 Ago - 3:01





 "Ninguém esta lhe forçando a esquecer...  
 ...Mas tenha em mente que pode ser doloroso caso não o faça."

Memórias dolorosas ||  OST Gintama: Koko wa Samurai no Kuni Da
- Esse cara? Eu não quero nem pensar nele. É um maluco terrorista que faz tudo de maneira precisamente cronometrada. Daí a alcunha. Ouvi falar que a três dias ele usou transientes de uma loja de roupas de luxo como reféns. O maluco deu à marinha duas horas, treze minutos e quarenta e quatro segundos para lhe dar dez milhões em troca da vida dos reféns... quem diabos da um tempo desses? –

Aile ouvia atentamente, quase que hipnotizada pelas palavras do homem até que ele se afastasse, mal teve a chance de perguntar-lhe qualquer outra coisa antes que ele recomeçasse seu trabalho pela taverna novamente. Sentindo-se derrotada, abandonou os cartazes que haviam lhe sobrado de prontidão no mesmo local e reiniciou seus passos fora da taverna até que se deparasse com uma relojoaria, então adentrando a mesma. [...]
[...] Após a confusão, Aile erguia as sobrancelhas e suspirava enquanto deixava os ombros caírem em relaxo, aliviada por poder evitar conflitos mesmo que por um momento, já que seria inevitável evitá-los futuramente.  

- Eu sei, eu sei, me desculpe senhor... Isaac. – Ela dizia em desconforto, sentindo o peito apertar por ter que ouvir os resmungos do homem mais velho, mas por dentro ela inquietamente se incomodava pelo fato do rapaz se parecer tanto com o homem do cartaz. “Por Deus, têm até o mesmo nome! Que culpa eu tenho? “ ela refletia e então desviava o olhar antes baixo até o cabelo desgrenhado do rapaz, segurando o riso ao lembrar-se novamente de uma situação em que passara na infância em relação à aparência de seu cabelo, mas isso seria história para outro dia. Ela pigarreou falsamente e voltou a olhar para os olhos do homem cujo nome era Isaac de maneira no mínimo neutra, talvez parecesse até mesmo um pouco preocupada.

- Eu acredito que eu também não seja a primeira a perguntar isso, mas... Você tem alguma ideia de onde eu posso encontrá-lo? Talvez, você tenha os registros de compra desse homem? Qualquer informação é útil, por favor, senhor!

Ela diria, quase implorando ao mais velho que lhe dissesse qualquer coisa que a ajudasse em seu caminho, seu tom de voz demonstraria visível inquietude, o que talvez pudesse deixar qualquer um em sua volta um tanto desconfortável por ser tão polida, principalmente quando seu motivo era achar um criminoso. Parecendo se lembrar de algo, deixaria de lado o gesto de se inclinar para novamente fitar as orbes do homem.

- A propósito... Belo relógio, aquele. O que você deu ao terrorista.

Ela pensaria por um momento e notaria na mesma hora que talvez aquela frase não fosse uma das sentenças mais “agradáveis” a serem ditas, principalmente ao denotar que o terrorista tinha o objeto em questão.

- digo, ah, o relógio... O seu relógio. O que estava loja. O relógio da foto? – ela tremeria desconfortavelmente enquanto sua face começaria a corar um tom rudemente avermelhado em sua feição antes pálida, percebendo que talvez o mais velho não entendesse o que queria dizer, pois suas palavras saiam de seus lábios todas embrulhadas. Ela rapidamente tiraria o cartaz de dentro do caderno novamente e mostraria o relógio com o dedo.

- Esse relógio é muito bonito.

Ombros tensos novamente, asas batendo contra as costas, pés quase colados enquanto ela deixava o corpo rígido: esse seria o resumo de sua envergonhada postura naquele momento. " diga alguma coisa, Aile, qualquer coisa! " sua mente gritava à ela, tentaria disfarçar a vergonha de qualquer maneira que conseguisse.

- Ele... Ele me lembra um relógio que minha avó costumava a carregar com ela.

Ela engoliria seco, sentindo o nervosismo se desvair da mesma forma que gradualmente, sua mente se enchia de prazerosas memórias. Ela agora passaria a formar um sorriso aconchegante. Sua mão alcançaria o caderno e a caneta novamente: aquelas eram sua calmaria. Os traços feitos delicadamente funcionavam-lhe como remédio para seu nervosismo.

- Aqui.

Ela mostraria ao homem seu desenho, no caderno, um pequeno rabisco de um relógio de bolso poderia ser visto na folha amarelada.

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- Era um relógio muito bonito. Parou de funcionar na noite em que... - ela logo perderia o brilho dos olhos. Não ousaria terminar aquela frase. - Bem, ele parou de funcionar. - Em seguida, daria um sorriso manchado de tristeza ao homem.

- De qualquer forma... - reconciliaria sua posição em frente ao mais velho e então olharia determinada ao mesmo, seu enervamento parecendo ter nunca existido. Nos olhos, apenas uma nuvem passageira enquanto continuava a ditar.

- Obrigada. - ela diria caso recebesse alguma útil informação ou se fosse ao menos elogiada pelo rabisco desorganizado sobre o papel. Ouviria o homem de ouvidos bem abertos caso conseguisse algo para seu passo e iria à qualquer lugar indicado a esse para procurar pelo criminoso. Se caso fosse questionada o por quê de sua procura, apenas diria " - Eu vou prender esse homem. Ele tem algo que me interessa em mãos " sendo obvio seu interesse pelo relógio. Se caso sua busca por informação fosse inútil, tentaria buscar pelo caminho a loja de luxo que o barista da taverna em que havia parado tinha lhe comentado, perguntaria ali mesmo, na relojoaria. " - Sabe onde fica a loja de roupas luxo em que esse homem marcou presença? -" E então, seguiria na direção indicada pelo informante para buscar pistas na dita loja.



Flashback

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" é difícil dizer o por quê de tanto fascínio com aquele relógio. Eu nunca me importei com ele realmente antes daquela noite, mas agora ele parece me conectar com algo... Mas o que, exatamente? Sempre olhava aquele objeto sobre mãos delicadas de minha avó como se ele fosse falar comigo... como se ele tivesse olhos. Ele parecia me encarar. E eu o encarava de volta. Nem ao menos funcionava mais... e vovó não se preocupava em concerta-lo. Eu acho que assim como eu, ela imaginava que teria um motivo para que ele parasse de funcionar justo naquela noite turbulenta. Um sinal? Talvez um aviso? A única coisa que eu não queria que fosse era... uma despedida. "




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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja - Página 2 EmptySeg 28 Ago - 11:49

Pais E Filhos


Muitos pensamentos passavam pela cabeça da pobre Aile, mas o principal deles era a vergonha. Tudo bem que eles tinham alguns traços parecidos, principalmente o cabelo, mas confundir aquele homem com o criminoso foi um ato vergonhoso para a celestial, que ainda tomou uma bronca. Tentando suprimir a vergonha e tirar algum proveito do encontro, a jovem questionou sobre possíveis informações sobre o criminoso, e o mesmo, após ponderar por alguns segundos, disse de forma fria - Não.

A tensão ainda pairava no ar, e Aile logo tentou puxar assunto falando sobre o relógio do criminoso e de lembranças que lhe traziam. O homem ouvia com olhar distante e não parece ter muito interesse no desenho. A jovem logo percebeu que não adiantava ficar ali, e após agradecer educadamente, se virou para sair. Quando se dirigia para fora da loja, Isaac lhe abordou uma outra vez - Você... Porque quer capturar ele? - E a resposta sincera de Aile o fez abrir um sorriso pela primeira vez - Hahahahaha, o relógio?! - Indagava ele. Realmente, quem fazia esse tipo de coisa normalmente estava mais interessada no dinheiro. Sem esperar resposta da celestial, ele tirava um maço de cigarros e um isqueiro do bolso - Vem comigo - Dizia indo para o lado de fora, e voltando a falar após acender o cigarro.

- Aquele relógio... É muito importante para ele. Dentro tem uma foto da esposa dele que morreu em uma ação da marinha, o motivo dele ter virado criminoso - Ele dá uma tragada - Ela nunca iria querer isso... Era uma pessoa boa. Sei que isso pode te desanimar, já que queria o relógio, mas eu gostaria se te pedir para parar ele, já até é a primeira pessoa que encontro que não foi atrás puramente da recompensa. Não te peço não como a pessoa que vendeu o relógio, - Ele da outra tragada no cigarro - Mas como filho dele.

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja - Página 2 EmptySeg 28 Ago - 15:31





 PREPARE TO FLY!  
 AND LETS GO HUNTING FOR STORIES!

Música tema de Aile  ||  L'aventale - that Day

- Aquele relógio... É muito importante para ele. Dentro tem uma foto da esposa dele que morreu em uma ação da marinha, o motivo dele ter virado criminoso – Aile ergueu as sobrancelhas ao escutar o mais velho. Seu olhar desviou-se para ele enquanto ela encarava-o sem “vê-lo” realmente, era como se sua visão simplesmente borrasse para que seus pensamentos tomassem conta de sua mente. Ouvir aquilo era algo que lhe entristecia levemente, pelo simples fato de poder identificar-se com o homem... Um criminoso, que assim como ela, tinha seus motivos para se aventurar pela cidade mesmo que perigosamente, em busca de vingança. Apesar de carregar motivações diferentes, a loira sabia que a morte de alguém importante sempre deixava marcas, e no caso de Isaac, essa marca era a vontade de fazer a justiça com as próprias mãos.

- Ela nunca iria querer isso... Era uma pessoa boa. Sei que isso pode te desanimar, já que queria o relógio, mas eu gostaria de te pedir para parar ele, já até é a primeira pessoa que encontro que não foi atrás puramente da recompensa. Não te peço não como a pessoa que vendeu o relógio... Mas como filho dele. – Aile novamente voltou à atenção para o homem, dessa vez para fitar sua expressão. Não sabia se deveria se sentir mal por ele, mas definitivamente sentia-se surpresa ou ouvi-lo. Silêncio se foi feito no local até que a menina novamente falasse.

- Eu vou pará-lo.

Ela olhou para os próprios pés e continuou. Nem mais pensava na recompensa em dinheiro, muito menos sobre o relógio. Sentia-se amolecida pelo rapaz que conversava com ela e faria de tudo para ajudá-lo, mesmo que acabasse ferida no processo. Ironicamente, fazia de tudo para não se lembrar da morte de seus próprios pais, mas ao mesmo tempo era aquilo que agora a movia na direção do criminoso, suprindo o fato de ela saber como era perder alguém importante. Aile afastaria as asas uma da outra naquele mesmo momento e encararia o homem que tragava pacientemente seu cigarro.

- Me diga o que tenho que fazer para encontrar ele.

Sua face mostraria sua total determinação, o que poderia ser até mesmo engraçado já que sua feição era bastante infantil e feminina, aquele temperamento simplesmente não combinava com ela. Caso o homem lhe contasse mais alguma coisa sobre seu pai, sendo tanto informativo quanto simplesmente emocional, ouviria com atenção e se retiraria assim que este lhe desse as direções. Se fosse embora naquele momento com informações ou mesmo sem direções, ela não se esqueceria de se virar ao homem uma última vez e acenar-lhe com a mão.

- Vou te devolver o relógio e seu pai!

Ela então sorriria e apressaria seu passo na direção que tivesse que seguir, um tanto quanto eufórica. Não sabia se conseguiria, nem mesmo sabia se seria possível encontrar o homem, mas já contentava-se com o fato de que faria aquilo em mérito de sua própria virtude, não deixaria que ninguém se sentisse da mesma forma que ela mesma havia se sentido em relação à qualquer familiar perdido. Se tivesse a chance de salvar alguém de seus próprios sentimentos, o faria! Havia salvado a si mesma uma vez e poderia fazer isso por qualquer outra pessoa.


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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja - Página 2 EmptyQui 31 Ago - 21:56

Pistas


Aile ouvia com atenção o que o homem ao seu lado dizia. Ela parecia ter um certo grau de empatia com ele e com o Isaac pai, e quando terminou de ouvi-lo, não pensou duas vezes antes de lhe prometer que iria pará-lo. Talvez ela tivesse falado em um momento muito sentimental, pois ela sequer sabia como chegar nele, já que seu primeiro palpite foi "invadir" relojoaria, quando mais acha-lo para lhe parar, mas isso não a impediu se dizer com convicção. Ela sabia de suas limitações para achar o homem, então foi direta ao perguntar pro Isaac filho como poderia acha-lo - Se fosse assim tão simples ele já teria sido pego. Ele age como quer, sempre com um plano diferente. Mas o que eu sei, é que as ações dele sempre começam em virada de hora - Diz ele dando uma longa tragada no cigarro.

Sabendo graças ao moço que eram nove e vinte e dois da manhã, Aile sabia que, na pior das hipóteses ele não agiria nos próximos trinta e oito minutos; mas tirando isso ela não tinha muita direção. Sua única pista naquele momento era a loja de roupas que havia "participado" da última ação do criminoso, e planejava voltar no bar para consegui mais informações quando prometeu a Isaac filho trazer o relógio e o pai - Garota, sendo sincero, eu não tenho muitas esperanças em você, não. Eu te contei essas coisas mais pela sua disposição, mas muitas pessoas já tentaram capturar meu pai em vão. Sugiro que pense bem nas suas ações se quiser conseguir mesmo - Ele de repente se toca de uma coisa - Ah, uma última coisa. Te recomendo esconder essas asinhas. Se deixar elas a mostra, será alvo de muitos olhares, bons e maus. Afinal, não é todo mundo que já viu "anjinhos" como você - Dizia ele, deixando implícito que já havia visto outros, ou no mínimo outro, como ela.

Aile se dirigiu ao bar novamente após se despedir do homem, e lá encontrou o barman denovo "secando os copos", como os barmans fazem quando não estão atendendo alguém. Ele ficou surpreso pela volta da garota, mas suspeitou e respondeu quando ela perguntou da loja de roupas - Você quer mesmo perder o Isaac, ein? Bom, a loja fica a quatro quarteirões ao norte daqui, e foi "visitada" a cerca de três dias. A loja ainda estava se recuperando, e teoricamente se reabriria hoje. Fios de Prata era o nome, se não me engano.

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