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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Adeus, Disse a Coruja

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MensagemAssunto: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptyQua 09 Ago 2017, 17:49

Adeus, Disse a Coruja

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Autumn Aile. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptyQui 10 Ago 2017, 18:06





 PREPARE TO FLY!  
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Música tema de Aile  ||  L'aventale - that Day



Era incrível como fora fácil esquecer-se de como era colocar os pés em chão firme após três dias de viagem; suas costas estavam doloridas e havia dado mal jeito no pescoço após dormir acima da ave a qual havia montado para chegar em Shells Town; era um milagre que não havia caído de cima do animal enquanto planavam pelos céus. Penado, como era chamada a sua montaria temporária, era um Pássaro do Sul gigante. O mesmo havia sido domado e treinado pela sua falecida mãe que deixou-o para Aile como um "pet guardião" que assim o fez durante toda sua infância. Entretanto, a garota de madeixas douradas sabia que não teria condições de cuidar do animal no local onde se encontrava, algo que sinceramente lhe partia o coração. Logo, quando chegou em terra firme, ela tratou de se despedir de seu amigo de infância, dando-lhe um abraço no pescoço e agradecendo à ave pela carona.

- Obrigada, Penado. Lembre-se do que combinamos.

Falava ao notar os olhos tristes da ave em sua direção. Havia lhe dito para voltar para Skypiea e cuidar dos amigos que havia deixado para trás em sua ausência, e prometera ao animal que iria voltar para visita-lo assim que fosse possível. Sem demora, o pássaro levantou voo mais uma vez, desta vez sozinho, enquanto Aile balançava as mãos em sua direção e bradava alto;

- Adeus!

Ela terminaria com um sorriso e se viraria na direção oposta do pássaro; sentiria falta de seu amigo, mas havia um sonho à seguir naquele momento. Suspirando, tentou limpar a mente de qualquer pensamento que fizesse ela se arrepender temporariamente, já que estava tendo sentimentos misturados sobre o que havia feito: estava animada e ao mesmo tempo desolada por estar sozinha naquele local. Logo, tratou-se de se lembrar de sua lista de afazeres: sabia que uma das primeiras coisas à se fazer seria se armar. Aile lembrava-se bem do diário de seus pais, e como os mesmos descreviam o quão perigoso era andar sozinho ou desarmado por algumas ilhas do "mar azul". A última coisa que a menina mais nova desejava eram conflitos, mas se os mesmos viessem à possivelmente acontecer ela teria que achar um jeito de se defender. Se caso Aile encontrasse alguém em seu caminho, ela perguntaria " - Com licença! Você sabe me dizer onde posso encontrar alguma loja de armamentos? -" Tentaria ser o mais educada possível, para que passasse a melhor primeira impressão que conseguisse. Caso não fosse possível conversar com alguma pessoa, ela andaria até encontrar civilização ou algo que lhe lembrasse uma loja de armas. Se caso conseguisse chegar em seu destino, pediria ao responsável que lhe mostrasse a Ninjaken mais barata que houvesse disponível. " - Bom dia!/Boa Tarde/Boa noite! Eu gostaria de ver as Ninjakens que vocês possuem por aqui. Se possível, queria dar uma olhada na mais barata delas. " terminaria com um sorriso.

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptySab 12 Ago 2017, 14:35

Adeus, Disse o Pássaro


Aile passava por uma situação muito triste logo que chegava naquela ilha. Ela queria poder levar seu amigo em seus aventuras, mas sabia que seria impossível então fez o máximo para aquela cena ser marcada em sua memoria, mas aquele não era um "adeus", mas um "até mais". A jovem tinha esperanças de reencontra-lo algum dia caso retornasse para Skypiea, e faria de tudo para consegui-lo. Enquanto Penado se afastava, ele também emitia um som de tristeza, mas levantou voo e se afastou, com os dois se encarando pelo que esperavam não ser a ultima vez, ate que o pássaro sumiu na linha do horizonte.

Aile agora andava pelas belas ruas de Shells town matutando o que faria dali em diante. Ela precisava de um meio de se defender caso necessário, e não tinha mais seu amigo Penado para lhe proteger, então foi em busca do único lugar (provavelmente) que poderia lhe prover um meio de se proteger: uma loja de armas. As ruas recém descobertas por Aile estavam vazias aquela hora da manhã, e Aile não sabia que horas eram exatamente, mas logo pessoas começaram a surgir e a garota viu a oportunidade de buscar informações. Tão logo quando viu a oportunidade, perguntou sobre uma loja de armas para uma moça com aparência simpática que passava - Ora, e porque uma garota bonita como você precisa de uma arma? - Ela dava uma risada enquanto abria um sorriso, revelando uma pequena cicatriz no lábio inferior - Mas quem sou eu para questionar a vida alheia. E só virar a direita na próxima esquina, a loja tem ótimos artigos, eu recomendo - Dizia ela antes de se afastar acenando para Aile.
 
Agora a garota já tinha um ponto de partida, e logo seguia na direção que a moça indicou. A jovem estava animada, e demorou alguns segundos para perceber que a moça seguia na mesma direção que ela, um pouco mais a frente. Não tardou e a jovem celestial avistou a tal loja, mas infelizmente estava fechada. Aile estava se preparando para ir procurar outra loja quando de repente a moça puxou uma chave e encaixou na fechadura, abrindo a porta. A moça de virou e percebeu a expressão de confusão de Aile, e se pronunciou - O que foi? A propaganda é a alma do negócio - Dizia com mais algumas risadas e adentrando no estabelecimento. Assim que a loja ficou definitivamente aberta, Aile entrou e pediu um ninjaken barato - Hmm... Não costumamos vender muitas armas ninjas, mas acho que temos um sim - Dizia indo para a prateleira de traz e pegando um após procurar um pouco, logo em seguida trazendo para o balcão - Mas agora que já estamos na minha loja, eu gostaria realmente de saber para uma dama como você precisaria de uma arma dessas - Dizia apoiando a cabeça no braço, que por sua vez estava apoiada no balcão, enquanto segurava o ninjaken que Aile solicitara.

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptySab 12 Ago 2017, 20:24





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Corujinha ||  The Name of Life (Instrumental Piano) Inochi No Namae

Aile balançava timidamente a cabeça enquanto recebia a informação da simpática moça à sua frente, quase como se não soubesse lidar com elogios.

- Obrigada, moça.

Ela agradeceu e inclinou-se levemente para frente em um gesto de gratidão e andou na direção que a mulher havia lhe apontado, demorando um pouco a notar que esta também se colocava na mesma direção de seu passo. Assim que encontrou a loja e notou que o estabelecimento estava visivelmente fechado, baixou levemente as pequenas asas mostrando-se um tanto quanto decepcionada por ter que ir procurar um novo lugar para achar sua Ninjaken, mas seu ânimo mudou de triste para confuso em um piscar de olhos ao fitar a mesma mulher que havia lhe dado informações abrir a porta do local e dizer: “-O que foi? A propaganda é a alma do negócio – “ Naquele momento, Aile pegou-se sorrindo e desejando mentalmente para que todas as pessoas que encontrasse na ilha fossem tão intrigantes quanto àquela mulher, que já havia lhe arrancado um tanto de seu nervosismo fora com seu modo descontraído de agir.

Entrando logo após, Aile passou os olhos pelo estabelecimento andando curiosa pelo local, também mantinha a atenção para que não tropeçasse em algo enquanto andava cautelosamente analisando tudo em sua volta depois de virar o olhar para a moça que lhe trazia a Ninjaken de seu pedido. Aile fitou a arma nas mãos da mulher e deu um sorriso, ficando levemente agitada por pensar que logo logo faria sua primeira compra nas ilhas do mar de baixo; mas tomava cuidado para não mostrar-se muito animada já que sabia que aquilo poderia soar estranho para alguém que não conhecesse seus motivos.

- Bem... - A loira ponderou, mal sabia como começar à explicar e por um momento cogitava o que deveria dizer para a mulher que estava atrás do balcão. Sabia que não era necessário, mas Aile gostava de contar histórias tanto quanto a sua família e não contentava-se facilmente em contar um conto raso para as pessoas que conhecia. Com o pensamento que se estendia em um longo silencio, as únicas coisas que poderiam ser ouvidas eram suas asas batendo desconfortavelmente atrás de suas costas em ansiedade e ao perceber isso, Aile acordou de seus devaneios e corou com um sorriso sem graça, dando risada dos próprios gestos. - Desculpe moça - A garota se desculpou e firmou as asas em suas costas para que as mesmas se mantivessem inertes, e então voltou ao assunto. - Agora que disse, eu ouvi falar que o mar de baixo pode ser perigoso. - ela confessou, sem cogitar que talvez o termo "Mar de Baixo" poderia soar estranho para um não celestial. Também pensava sobre a possibilidade de machucar alguém com a arma; nunca havia ferido qualquer ser vivo que fosse e considerar isso fazia-lhe um arrepio correr pela espinha. Não era mentira que já havia usado Ninjakens antes, mas sempre às utilizava passivamente; normalmente para escalar grandes árvores ou escavar o terreno do Jardim Superior onde morava. - Meu primeiro reflexo foi procurar por uma arma. Meu pai tinha uma dessas. - ela apontou para a Ninjaken antes de continuar - E eu costumava à brincar muito com ela quando eu ainda era uma "corujinha". - Explicou, gestionando com as mãos no ar, quase como se fizesse de conta que segurava a Ninjaken naquele mesmo instante e cortava o ar com sua lâmina afiada em um gesto cômico. Lembrava-se também brevemente de seu apelido de infância, "corujinha" era como sua mãe lhe chamava toda vez que fazia alguma estripulia. - Então se fosse possível... será que você poderia me vendê-la? - Ela se embananou por um momento para tirar os berries que estavam em seu bolso; exatos 50.000 estavam sendo colocados acima do balcão. - Não sei se isso é o suficiente... - Ela baixaria o olhar, ansiosa novamente. Se não fosse, estaria disposta a fazer qualquer dever adicional pela arma. Antes que a mulher lhe respondesse, mais uma duvida lhe surgiria em mente.

-Ah! Sei que vai parecer estranho, mas você tem algum caderno e algo para escrever por aqui?

Aguardaria curiosa pela resposta, se precisasse, pagaria pelos itens adicionais da mesma forma.

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Extra || Memórias || Referência

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"Eu costumava me aventurar pelos mesmos lugares, pelos mesmos ares. De vez em quando, pensava sobre descer até lá. Se eu pulasse daquela nuvem no precipício, teria alguém para me segurar? Que ventos iriam me levar? A única coisa que me fazia ficar, foram aquelas promessas. Promessas de que nunca vou me esquecer. Quando joguei aquele diário no mar, prometi que não deixaria aquela memória morrer. Eles ainda estão vivos em algum lugar naquela lembrança."


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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptySeg 14 Ago 2017, 08:18

Fofura, Armas e Cadernos


Recebendo a pergunta da moça, Aile pôs-se a pensar o que deveria dizer, o que fez suas asinhas começarem a se agitar (que fofo), fazendo-a corar ao perceber-lo (que fofo×2). A moça parecia intrigada nas asinhas de Aile, como se até aquele momento estivesse achando que fossem assas falsas. Aile respondeu a pergunta da moça que ainda não sabia o nome, restringindo o que falava para não deixar-la confusa. Quando falou "corujinha" (que fofo×3), a moça deu um sorriso como se estivesse gostando de ouvir a garota falar.

Assim que terminou de falar, Aile foi comprar a arma, mas parecia não entender bem sobre os preços desse tipo de coisa, pois botou todo o dinheiro que tinha em cima do balcão - Ah, não precisa disso tudo não, você pediu um barato, não é? - e então devolvia 20.000 para a celestial. Após a compra, Aile questionou sobre ela ter um caderninho de desenho ali, e, após dar uma olhada embaixo do balcão, se levantou para responder - Bom, isso é uma loja de armas, então não vendo cadernos, mas eu tinha um caderninho usado largado por aqui - Dizia ela puxando um caderninho visivelmente velho, mas inteiro, com uma caneta preta presa na espiral que prendia as folhas - Eu posso dar para você... Se me contar mais sobre as asinhas e o "mar de cima" - Dizia com um sorriso, fazendo referência a garota ter se referido àquele lugar como "mar de baixo".
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptySeg 14 Ago 2017, 15:59





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Música tema de Aile  ||  L'aventale - that Day


O brilho em seus olhos pareceu triplicar ao ouvir a proposta da mulher:

- Eu posso dar para você... Se me contar mais sobre as asinhas e o "mar de cima" –

Aile largou tudo o que tinha em mente naquele momento após dar um longo sorriso. Agora passaria boa parte de seu tempo contando suas histórias à moça: gesticulava enquanto falava sobre as grandes árvores do jardim superior e dos pássaros silvestres que moravam por lá, por vezes, também mencionava o fato de achar estranho que não havia nenhuma nuvem à ser pisada no mar de baixo e que sentiria falta de andar com os pés nus pelo chão, mas que adorava pisar em terra firme tanto quanto gostava de andar sobre as nuvens. Falava brevemente de sua avó Amara que havia ficado na ilha do céu e também sobre Penado, o pássaro de Sul gigante que havia lhe levado até aquele lugar mas teve que partir. Contava-lhe sobre como havia aprendido a “planar” com suas asas e como era a única na vila que conseguia fazer isso já que todos possuíam asas do lugar de onde viera, mas ninguém sabia de fato voar. Aile parecia não perder o fôlego ao conversar com a mulher, e do jeito que as coisas estavam, ela poderia passar uma eternidade apenas falando sobre as diferenças entre as ilhas de baixo e as ilhas do céu, assim como todos os seus habitantes. Por fim, terminou falando sobre seus pais e como os mesmos eram bravos exploradores, os chamados “exploradores do céu”; fez menção de mostrar o broche de asas prateadas que pendia em sua camiseta preta para a moça atrás do balcão, dizendo que havia ganhado aquilo de presente em seu oitavo aniversário e que o objeto lhe fazia ser uma Exploradora assim como seus pais eram, mas não havia em momento algum mencionado a morte dos mesmos. Quando Aile finalmente parou o falatório, prontamente recebeu os itens que a mulher lhe prometera. Como se isso fosse possível, seu sorriso se estendeu em seu rosto e ela inclinou-se duas ou três vezes enquanto agradecia.

- Muito obrigada! Não sei como agradecer...

Ela disse à mulher, mas logo, parou os movimentos para prestar atenção na ideia que acabava de ter. Com bastante pressa, ela abriu o caderno em uma página limpa e posicionou a caneta sobre o papel em branco, rabiscando algo enquanto mordia levemente a língua, concentrada. Não se passou minutos até que a garota arrancasse a folha na qual rabiscava e passasse-a na direção da moça

- Uhmm... tome, uma lembrança.

Ela disse enquanto corria empolgada na direção da saída, esquecendo-se de perguntar o nome da moça, mas não se esquecendo de assinar o papel com seu próprio.

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Agora que havia conseguido tudo o que queria, ponderava quais seriam os seus próximos passos logo após sair da loja com a ninjaken que pendia em sua cintura e o caderno escondido entre as roupas. Seu dedo encontrava-se em seu queixo enquanto ela andava passos lentos em uma direção qualquer, parando na metade do caminho um tanto quanto frustrada.

- Droga, eu acabei de chegar e já estou sem o que fazer?! O que mamãe e papai diriam de uma exploradora que não sabe explorar?!

Ela colocava ambas mãos sobre a cabeça enquanto fechava os olhos, quase como se aquilo fosse lhe dar ideias. Ela tentou conter-se e suspirou, relaxando os ombros. Tinha que pensar, o que seus pais costumavam escrever no diário?

- Ah, é mesmo!

Falava sozinha em plena luz do dia, lembrando-se de como os registros do diário dos exploradores descreviam quais foram os primeiros passos de seus pais nas ilhas de baixo; quando estes começaram, não haviam nada, nem mesmo um barco que lhe prestasse, já que o anterior havia sido destruído ao descer ao mar de baixo e com isso, precisavam de um meio de ganhar dinheiro e recomeçar a jornada. Aile lembrava-se vagamente de ter lido que o grupo passou um limitado tempo ajudando a marinha à capturar malfeitores e coletando informações sobre os mesmos. Era isso! Aile agora precisava saber como faria para achar informações sobre possíveis procurados. Primeiro, procuraria por cartazes avulsos, talvez em murais ou até mesmo pendurados nas paredes. Se não conseguisse encontrar informações dessa forma, tentaria parar em alguma taverna ou perguntaria à alguém que lhe estivesse em seu caminho; "Com licença! Sabe onde posso encontrar informações sobre procurados?". Também esquecia-se brevemente de que talvez a tarefa fosse deveras perigosa, mas sua animação não lhe permitia pensar direito sobre qualquer perigo adicional que encontrasse em sua aventura; sua curiosidade sempre passava os limites de seu senso comum.



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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptyTer 15 Ago 2017, 10:45

Encontros e Desencontros


Aile havia ficado muito feliz com a proposta da moça, e logo se pôs a falar sobre os Jardins Superiores e contar suas histórias. A moça ouvia com atenção tudo, com bastante curiosidade nos olhos. Para a sorte de Aile, nesse tempo não havia vindo nenhum outro comprador que pudesse vir a interromper. Aile não sabia ao certo quanto tempo havia passado quando finalmente recebeu o caderno de presente da moça, mas parecia não se importar, pois teve uma idéia e começou a desenhar no caderno. A moça olhava o desenho com atenção até que a celestial terminou e, após assinar, o deu para a moça como lembrança e saiu, se esquecendo de perguntar seu nome. Enquanto guardava o livro, ela notou um nome escrito com caneta azul no canto inferior do caderninho, "Kimberly", provavelmente o nome da moça que lhe deu o caderninho.

Agora que já tinha conseguido seu ninjaken e seu caderninho, faltava arranjar dinheiro e, o mais importante, algo para fazer. Aile percebia que não estava na ilha nem a um dia e já não tinha o que fazer, mas ao rever suas memórias, decidiu ir atrás de procurados como seus pais fizeram. Com um novo objetivo em mente, a jovem começou a procurar pela cidade algum lugar que pudesse achar informações sobre procurados. Aile não conhecia a cidade, na verdade também não estava muito acostumada com as cidades do mar de baixo, e por isso acabou se perdendo algumas vezes, e nada de encontrar cartazes ou uma taverna. Quando decidiu perguntar a alguém, a celestial foi direto a primeira pessoa que viu na rua: um jovem com roupa de soldado da marinha carregando uma pilha de papéis. Assim que perguntou sobre os cartazes, ela notou que aquela pilha de papéis não eram nada mais nada menos do que cartazes de procurados sendo carregados pelo jovem - Ahaha, você quer dizer esses cartazes aqui? Se quiser pode dar uma olhada enquanto eu distribuo - Dizia ele dando alguns para Aile e continuando a carrega-los por aí. Quando ele voltou a andar, a celestial pode perceber que ele tinha uma luva estranha na mão esquerda que cobria o punho e um pedaço do antebraço, e pode ver uma águia voando próxima a ele. Aquilo despertou a curiosidade e inspiração de Aile, enquanto ela pegava alguns cartazes do jovem.


marinheiro:
 


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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptyTer 15 Ago 2017, 17:31





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Música tema , águias! || Taishi (Compllege) - The Similar World (From 2 Planets)

Quando Aile finalmente havia conseguido informações, ela pegou os cartazes em mãos e deu uma rápida analisada depois de perder totalmente sua atenção para a ave que sobrevoava próxima ao rapaz.
Aprendendo perícia: Doma

Seus olhos agora estavam totalmente focados no animal e dava para se perceber o quanto abobalhada Aile estava olhando para cima daquela forma. O garoto em sua frente notou a ausência de atenção nos papéis e só entendeu para onde a menina olhava após direcionar o olhar na mesma direção que os olhos anis da loira apontavam, rindo e justificando a presença do animal após notar o visível interesse da garota com a ave.

- Vejo que está interessada no Apus.

O garoto deu um assovio alto na direção da ave, que após dar meia volta, baixou o vôo para pousar desengonçadamente na luva de couro que o loiro usava no momento. Aile sorriu ao ver a ave e levantou a mão para tentar tocá-la, falhando após a ave abrir as enormes asas e bicar em sua direção, mas sem acertá-la.

- Cuidado! Apus ainda não foi totalmente domesticado, se ele estivesse em seu primeiro dia você provavelmente já teria perdido alguns dedos.

Ele riu, mesmo que estivesse visivelmente incomodado com a interação de ambos. Aile se desculpou após notar que o que havia feito não fora muito inteligente, e logo voltou a encarar o rapaz.

- Me desculpe...  Se não for pedir muito, será que poderia me ensinar como fez para domá-lo?

O rapaz pareceu ponderar um pouco após ouvir a garota e ergueu a sobrancelha para ela, incerto se deveria ou não perder tempo para ensiná-la.

- Bom, eu acho que posso te ensinar algumas coisas.

Aile saltou empolgada e jogou a mão direita para o alto, assustando a ave que sacudiu as penas.



- Primeiro, sem movimentos bruscos!

Alertou o garoto após tentar acalmar o pássaro em seu braço, que agora baixava a cabeça lentamente em obediência ao rapaz que lhe ciciava para tranquilizá-lo.

- Me desculpe... – dizia novamente Aile em tom baixo, tentando segurar a empolgação para não cometer mais do mesmo erro. O rapaz abriu a bolsa que continham os cartazes, guardou os que havia em mãos e pegou do mesmo lugar uma luva de couro do mesmo modelo da que usava naquele momento e passou-a para Aile, gestionando com as mãos para que a mesma colocasse a veste.

- A primeira coisa que você tem que pensar quando está lidando com aves selvagens é sobre a sua segurança. Mesmo que tenham sido domesticados, alguns pássaros possuem garras muito afiadas, como é o caso do nosso amiguinho aqui.

Ele disse apontando para as garras de Apus, enquanto voltava a fitar a menina.

- E se quiser lidar com um animal de grande porte, é melhor que saiba que esses bichinhos pesam pra dedéu!

Ele disse firmando o braço na direção de Aile e balançando a cabeça para que a mesma lhe copiasse. Entendendo o gesto, a menina ergueu o braço na mesma altura que o braço garoto. O menino enfiou as mãos no bolso e tirou dali pequenos embrulhos de carne seca, colocando um pedaço pequeno de carne sobre a mão coberta de Aile.

- Se balançar o braço suavemente, Apus vai entender que deve subir para pegar o alimento. Só não seja muito brusca em seus movimentos e chame-o enquanto tenta colocá-lo em seu braço.

Aile balançou a cabeça enquanto tentava balançar o braço na direção da ave, chamando-a com baixos “Aqui, aqui passarinho!”, mas o pássaro pareceu não dar atenção. O loiro logo continuou.

- Se a ave não perceber o alimento, ela não vai pousar sobre seu braço. Tente bater com o dedo na superfície da luva em que segura à carne para que ela note.

Mais uma vez, Aile mostrava-se bastante focada. Fez o que o menino havia lhe dito e bateu levemente sobre a superfície de couro da luva que usava, fazendo com que leves baques acordassem a atenção da águia, que abriu o bico algumas vezes e pendeu as asas ao lado do corpo como se estivesse pronta para saltar em direção ao seu braço. Ao perceber isso, o loiro avisou:

- Ela vai saltar, mantenha o braço firme.

Aile forçou o ombro para que seu braço se mantivesse firme e quando a ave saltou para pousar em seu braço, fraquejou levemente seu membro, já que o pássaro fora mais pesado do que imaginava. Vendo isso, o Loiro segurou o braço da menina para que a ave não fosse ao chão e manteve-o firme.

- Você tem que usar mais força no braço se quiser carregá-lo.
- Eu sei, só não esperava que ele fosse tão pesado...
- Eu avisei. – ele sorriu bastante convencido.
Ele agora soltava o braço da menina enquanto ela esforçava-se para manter-se ereta naquela posição, conseguindo com bastante dificuldade carregar o pássaro. A ave agora bicava em direção ao alimento, comendo-o em questão de segundos. Ao terminar a refeição, a ave balançou as penas suavemente como se quisesse ficar confortável acima do braço da menina.

- Agora ele está sobre seu braço, mas isso não quer dizer que ele tenha se acostumado com você.

Disse enquanto dava uma volta entre a ave e a garota, como se analisasse a situação.

- O gosto dele por você deve vir do costume. Por isso, nos primeiros dias da doma, você deve levar sua ave em qualquer lugar que você for para que ela se acostume com sua presença e a presença de seus amigos. Caso contrário, ela provavelmente vai atacar.

Ele parou em seu caminho, ficando de frente para a menina mais uma vez.

- Mas por que ele não me atacou, então?

Aile perguntou confusa, vendo que a ave havia facilmente subido em seu braço após ver o alimento.

- Boa pergunta. Apus foi domado para atacar sob comando, tirando os momentos em que ele se sente ameaçado é claro. Mas essa é uma área totalmente diferente de treinamento. O que queremos aqui é fazer com que a ave lhe acompanhe e se sinta segura quando estiver com você.

Aile balançou a cabeça, mostrando que entendia.

- O próximo passo é a alimentação. Você acabou de alimentá-lo e provavelmente deve saber que é perigoso deixar com que ele sinta fome, se usar o senso comum.

Ele levantou o dedo, gesticulando enquanto explicava.

- Mas isso não quer dizer que você deve entupi-lo de comida; isso pode estressá-lo da mesma forma que deixá-lo faminto traria o mesmo resultado. Veja bem.

Ele tirou o resto de petiscos que havia em seu bolso, e mostrou a quantidade para a menina.

- Você deve alimentá-lo de preferência sempre que ele obedecer a um comando. desse modo ele saberá que deve voltar para você em busca de conseguir conforto e comida e não fugirá de sua vista assim que for solto em terrenos desconhecidos pela primeira vez. Outra coisa, tente assoviar sempre que for alimentá-lo; é algo que vai se tornar característica para o pássaro na hora das refeições e ele se aproximara de você toda vez que ouvir o som do assovio. –
O rapaz assoviou e a ave prontamente saiu do braço de Aile para pousar sobre o do garoto.

- Tente você.

Aile assoviou e mais uma vez, a ave não lhe atendeu. O garoto repetiu o som e a menina tentou acompanhar o tom que ele fazia, agora com a ave prestando bastante atenção entre o garoto e a garota, não sabendo quem obedecer.

- Ele está confuso, mas vai ficar em meu braço porque está mais acostumado com minha presença que com a sua. Ele é bastante fiel!

Ele riu enquanto acariciava a cabeça da águia com a mão nua. Aile sorriu em conjunto e tentou novamente assoviar, agora conseguindo fazer com que a ave fosse parar em seu braço depois de um empurrãozinho do loiro. Curiosa, tentou fazer a mesma coisa que o garoto; acariciar-lhe as penas, mas foi recebida com uma bicada que tirou-lhe sangue dos dedos, um corte bastante superficial.  

- Aww!

Ela gritou de dor, fazendo a ave atentar-se. O garoto riu da situação e explicou o comportamento do animal.

- Eu disse, ele ainda não confia em você. É bom adestrá-lo para que ele saiba quando você vai tocá-lo, principalmente quando ele não lhe conhece bem. Com o tempo ele vai se acostumar com seu toque e você não vai precisar avisá-lo quando for fazer alguma coisa.

O mais alto passou a mão lentamente na frente da ave sem mover-se muito rapidamente, e deixou com que os olhos da mesma acompanhassem sua palma de forma quase hipnotizante. Assim que o animal entendeu o motivo do movimento, ele baixou a cabeça deixando com que o garoto o acariciasse. Aile soltou um “ooooh” em voz baixa, e tentou fazer o mesmo que o loiro. Demorou um pouco para que Apus baixasse a cabeça, mas assim o fez para que a menina lhe acariciasse na nuca.

- Muito bem! – parabenizou o garoto. – Você está indo bem. Mas ainda não acabamos. - Ele sorriu na direção da menina e começou a andar em círculos em volta dela enquanto começava a falar novamente.

- Alguns desses truques só funcionam em águias. Você vai precisar ser criativa e estudar seu companheiro caso queira domar outro tipo de animal. Como por exemplo; corujas podem ser mais dóceis e mais fáceis de se domesticar, geralmente não se importam com pessoas em sua volta e você não precisa passar tanto tempo com ela para que ela se acostume com estranhos. Já corvos são bastante territoriais e costumam atacar pessoas que não conhecem além de seus donos; você dificilmente verá um corvo ficar longe de seu dono por esse mesmo motivo. Animais terrestres como cães, gatos ou até mesmo aves de chão podem ser domadas assim como qualquer ave silvestre, tudo depende do método que você utiliza para que os animais se acostumem com sua presença e não te ataquem caso possam sentir-se ameaçados. Por isso que a maioria dos treinadores gostam de adotar filhotes ao invés de animais adultos; são mais fáceis de se domar. Mas isso não quer dizer que domar um animal adulto seja impossível, Apus mesmo apenas começou a ser domesticado faz duas semanas, e meus métodos foram esses que lhe ensinei; comida e companhia.-  Ele tomou fôlego e assoviou pela última vez, fazendo a ave lhe acompanhar novamente. Ele apontou para a luva que Aile usava, e ela entendeu que deveria retira-la para devolve-la ao rapaz.

- Acho que terminamos por aqui.
- ele disse guardando suas coisas em sua mochila, olhando para a loira.

- Uhmm, espere... Como posso ensinar truques à ele? se eu quiser? - ela disse, com esperança de que o garoto ficasse e lhe explicasse o ato. A verdade era que havia gostado de conversar com o loiro e aprender mais sobre doma nunca lhe fora um problema. Ele olhou-a por cima dos ombros e suspirou.

- Se eu lhe ensinar todos os truques que sei, ficaríamos o dia todo aqui. Mas eu posso dizer mais uma coisa... improvise!  

- Improvisar? - Aile encarou-o confusa.

- Sim. - ele continuou. - Assim que conhecer o seu companheiro direito, vai saber o que deve e o que não deve fazer caso queira ensinar a ele como fazer alguma outra tarefa, como por exemplo, caçar por vegetação ou pequenos animais. Ele fará a caçada por instinto caso essa seja uma característica de sua raça, então pode usar isso ao seu favor. No mais, isso se encaixa à outros parâmetros de treinamento, algo muito mais complicado que a simples doma. Domando-o, ele ficara ao seu lado, mas atendera apenas aos seus instintos. - explicou, enquanto aile balançava a cabeça, escutando. Finalmente, ela inclinou-se para frente e agradeceu ao rapaz.

- Muito obrigada, moço. E prazer em conhecer você, Apus.

ela disse ao rapaz e ao pássaro, enquanto o garoto lhe balançava a mão.

- De nada. Lembre-se bem do que eu falei caso você ache algum amigo pássaro em seu caminho. - Ele gargalhou baixo, e seguiu caminho para retomar seu trabalho com os cartazes.

Fim do post de aprendizagem

Aile estava genuinamente de cabeça cheia com tanto conhecimento para absorver, o que não era difícil após praticamente decorar o diário de exploração dos seus pais; apesar disso, ainda sentia ressaca por precisar lembrar e exercitar tantas coisas. Além disso, agora havia adquirido leves cortes nos dedos e uma dormência em um dos braços por ter de carregar a ave pesada por tanto tempo, poderia facilmente usar de algum descanso. Suspirando, recostaria-se em qualquer superfície que acharia para começar a desenhar o que se lembrava da cena; o rapaz e o pássaro. Os rabiscos eram lentos e cuidadosos dessa vez, pois o fazia sem pressa, visando apenas relaxar. Tinha também que olhar os cartazes que havia adquirido com o rapaz mais cedo para checar por qual procurado iria atrás, mas por agora, concentrava-se apenas em desenhar.

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptySab 19 Ago 2017, 20:52

Que A Caçada Comece!


Mesmo com o braço meio dormente e alguns cortes na mão, Aile parecia ter apreciado muito o que tinha aprendido. Após as explicações finais do marinheiro de cabelo obviamente verde, a celestial se sentou e começou a desenhar Apus em algumas cenas que presenciara. A garota realmente tinha um apreço por aves e criaturas que voavam, o que levava a acreditar que ela deveria amar ter nascido celestial, com aquele par de asinhas. O jovem marinheiro parava por um momento para ver o progresso do desenho, mas logo se tocava - ...AH, EU JÁ GASTEI MUITO TEMPO AQUI! ERA PARA EU ESTAR DISTRIBUINDO ESSES CARTAZES PELA ILHA! - Ele então pegava três cartazes e jogava para Aile - você tinha pedido antes, né?! Fica com esses, mas de deixe depois em alguma loja ou taverna que passar! - Ele então acenava e saia correndo.

Após a cena, Aile aproveitou e terminou o desenho enquanto seu braço parava com a dormência e os cortes deixavam de doer. Orgulhosa, logo guardava novamente o caderninho e passava a se focar nos cartazes. Os três que o marinheiro haviam dado à celestial mostravam três criminosos: Riku, o Vagante, que parecia ter por volta dos 20 anos e cabelos brancos desgrenhados e recompensa de 3.500.000; Bob, o Construtor, um homem por volta dos 30 anos segurando um martelo de construção e recompensa de 4.000.000; e Isaac, o Portador Do Tempo, por volta dos 40 anos segurando um relógio de bolso e recompensa de 3.000.000. Os três pareciam opoentes assustadores, mas se Aile queria realmente se tornar uma exploradora tão boa quanto seus pais, teria que se acostumar com aquele tipo de perigo. O que será que a jovem celestial faria em seguida?

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MensagemAssunto: Re: Adeus, Disse a Coruja   Adeus, Disse a Coruja EmptyDom 20 Ago 2017, 00:56





 Brincando de detetive!  
 ...EM UMA CIDADE QUE NÃO CONHEÇO.

Detetive Aile  ||  Gintama OST : 16 - Oyaji no Seichi Snack

Aile agora passava os grandes olhos azuis pelos cartazes cuidadosamente, analisando tanto as recompensas quanto as faces imprimidas em cada um dos papéis. Juntou a sobrancelha e suspirou profundamente enquanto imaginava o que poderia fazer para caçar os homens os quais já tinha memorizado o rosto e mais importante: qual deles escolheria para prender. Primeiro, observou o homem cujo nome era Riku: o mesmo parecia ser bem novo, talvez tivesse quase sua idade, se duvidasse. Os cabelos brancos desgrenhados a fizeram rir um pouco como se lembrasse de algo, mas logo parou e concentrou-se novamente.

- 3.500.0000... é um bom dinheiro, eu acho.

Ela passou o dedo pelo próprio queixo; mesmo que dissesse aquilo, não fazia ideia do quanto aquela quantia poderia comprar. Depois, desviou seu olhar para o outro homem; Bob, o construtor. A aparência do mesmo não lhe assustava, mas sim a arma que segurava. O corpo de Aile se encolheu em agonia ao imaginar uma pancada daquele martelo ao mesmo tempo que lembrava que não tinha um histórico muito bom com ferramentas.

- Não, esse não.


Ela disse enquanto passava o papel para o fim da fila e finalmente encarava a face de Isaac, “o Portador Do Tempo”. De fato, a primeira coisa que chamou sua atenção em sua foto fora o relógio de bolso que o mesmo segurava. Aile se lembrou brevemente de sua avó Amara que assim como o homem, carregava um relógio de bolso parecido onde quer que fosse. Fora nesse exato instante que um pensamento malévolo surgiu em sua mente; será que se prendesse o bandido, poderia ficar com o relógio que o mesmo segurava? Refletindo bem, a loira nunca havia roubado nada em sua vida, mas que mal lhe traria roubar um malfeitor? Ele era uma pessoa ruim, não é? “E pessoas ruins não merecem ter coisas legais”, pensava Aile, quando na verdade só tentava arranjar desculpas mentalmente para que justificasse a vontade que tinha de ter um relógio de bolso, assim como o do homem do cartaz.

- é isso, preciso capturar o relo—digo, esse homem. Que comece a investigação! Eu definitivamente te acharei e te prenderei, Isaac!

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Ela gritava em plena rua enquanto jogava os outros dois cartazes aos ares dramaticamente, mas logo se lembrava do que o marinheiro havia lhe dito sobre deixá-los em alguma taverna ou loja e corria para juntar os papeis novamente.

- oops, hahaha...

E então, guardava os papéis sobre o meio de seu caderninho. Aile adotava agora uma postura levemente cômica ao se imaginar vestida como uma investigadora enquanto lembrava-se das imagens que sempre via em seus livros: os homens que usavam cachimbos bastante característicos com um conjunto de vestes que sempre se remetiam à sobretudos e chapéis no topo da cabeça eram chamados de detetives, e eles sempre saiam em busca de pistas para encontrar pessoas ou coisas! Sua empolgação só aumentava e mesmo que não possuísse nenhum cachimbo em mãos, gostava de imaginar que a caneta que segurava era um. Agora, posicionando a caneta sobre os lábios, ela fechava ambos os olhos e estufava o peito, simulando o fumo.

- Elementar, cara Shells Town, eu irei encon--  Oh, droga, eu esqueci que não conheço essa cidade.

Ela deu um suspiro como se admitisse derrota por não ter se preparado melhor e dropou o ato. Finalmente, balançou os ombros como se tivesse aceitado o fato que estava perdida e começou novamente à andar. Seu reflexo era de achar a primeira taverna ou loja para pedir informações sobre o homem que procurava, andaria na direção do estabelecimento e mostraria com o dedo a face de Isaac, pintada sobre o cartaz que segurava. – Bom dia! E com licença, esse homem! Você o conhece? Sabe onde eu poderia encontrá-lo? – Ela diria enquanto encararia a pessoa com quem conversaria no momento.

Caso a primeira coisa que encontrasse fosse na verdade uma relojoaria ou qualquer estabelecimento que lhe lembrasse algo parecido ela pararia para investigar o local, já que olhando bem para a alcunha do homem em questão ela refletiria se o mesmo poderia estar em um local tão obvio quanto aquele, e então evitaria dar suspeitas de que estava procurando caçar o tal sujeito ao entrar na loja. Entraria no estabelecimento e olharia em volta, se encontrasse uma pessoa totalmente diferente no balcão, perguntaria por Isaac sem mencionar o cartaz - Com licença... Isaac está?  - Ela diria como se já suspeitasse que o homem estaria no local. Se o vendedor dissesse que não conhecia nenhum Isaac, ela se desculparia e iria embora. Caso o encontrasse, diria de prontidão:

- Hey! Você é o homem do cartaz! – Ela tiraria o cartaz de dentro do caderno mesmo que não houvesse a necessidade de mostrá-lo ao sujeito, como se quisesse provar algum ponto. – Isso significa que você vem comigo. – Ela diria enquanto guardaria o cartaz novamente e colocaria as mãos na cintura, em tom mandatório, mesmo que sua aparência não demonstrasse visível perigo e sua presença não impusesse ordens em qualquer um que estivesse ali. Por uma fração de segundos, finalmente se lembraria que ameaças lhe trariam conflitos, e logo lembrar-se-ia também do restante de trechos presente no diário de seus pais:

“ [...] tínhamos que lutar bravamente se quiséssemos capturar os homens, muitas vezes voltávamos feridos da caça, mas de bolsos cheios.“

Nesse momento, a loira acordaria para a vida. Com os olhos dilatados por pânico, Aile sentiria o próprio corpo tremer e suas mãos iriam involuntariamente até o cabo da Ninjaken rapidamente, o corpo inclinaria-se minimamente para a frente e os pés se afastariam um do outro, pronta para correr em disparada caso precisasse fugir, esquivar-se ou até mesmo atacar o homem caso tivesse chance. Suas asas instintivamente se recolheriam contra o corpo contraindo-se por sentir-se ameaçada, mesmo que quem tivesse procurado confusão fosse ela. Saltaria para os lados ou para trás caso fosse atacada de qualquer maneira, procuraria ser mais cuidadosa caso o homem estivesse armado com algum revolver ou qualquer coisa que pudesse lhe disparar projéteis, e defenderia-se com o Ninjaken caso ele viesse para cima de si usando lâminas ou outros tipos de armas que requirissem aproximação.


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