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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Rei no Oeste

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MensagemAssunto: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptyQua 26 Jul 2017, 15:47

Relembrando a primeira mensagem :

O Rei no Oeste

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Aldo Rahner. A qual não possui narrador definido.


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Shogo
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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptyQui 24 Ago 2017, 16:17

Rosy não via problema em viajar com criminosos, então para Aldo o plano seria aquele mesmo. Pegou suas coisas, segurou firme o cabo de sua espada e se preparou para uma longa caminhada. - Então vamos nos adiantar. Não quero perder nem um minuto dessa chuva aí… - Então seguiria as instruções dadas pelo informante subornado.

Ao chegar no lugar com os cabelos úmidos, Aldo daria uma nova bela tragada no charuto para aquecer seus pulmões com aquela fumaça quente. Não foi difícil encontrar a equipe de trabalhadores à margem da lei, seguindo as orientações daquele homem de bafo nada agradável. - Grande dia, senhores. - Chamaria a atenção dos rapazes que provavelmente tinham algo melhor pra fazer. - Estou à procura daquele que vos comanda… Eeep… Desculpe, esqueci o nome… - Então sorriria de um jeito canalha.

Se os homens indicasse o líder, ou perguntasse o motivo pelo qual Aldo o estava procurando, simplesmente responderia. - Um homem no bar me falou que aqui tem loucos o bastante para fazer a travessia. Fiquei impressionado e resolvi vir ver para crer. - Então se dirigiria até o tal do Esquecido, para ver se hoje seria seu dia de sorte. - Ouvi falar que vocês gostam de navegar por águas rápidas… - Então sacodiria o charuto em direção ao chão, para se livrar de cinzas. - Eu e minha garota precisamos de uma carona até o farol. E ninguém no porto do outro lado da cidade parece ter culhões o suficiente pra isso. Mas vocês… - Então olharia em volta, analisando as mercadorias. - Não parecem ter medo de nada.- Sua consciência lhe dizia para sacar a espada ali mesmo e matar quem viesse pela frente, mas precisava segurar a onda.

- Um homem no bar me disse o seu nome mas… - Então negaria com a cabeça, fazendo expressão de culpado. - Me chamo Arthur Dent, e aquela é Tricia Mcmillian. Os amigos a chamam de Trillian, mas você não é amigo dela. Podemos ajudar em qualquer coisa. - Então apalparia o cabo de sua katana, para se fazer mais claro. - Se quiser podemos até carregar essas coisas para dentro, shows de entretenimento, é só falar. Trillian sabe fazer um número com aquela foice que é surpreendente. - Então olharia para Rosy, para ver se não estava se metendo em encrencas.

Caso a ida do casal fosse condicionada ao trabalho, Aldo assim o faria para adiantar as coisas o mais rápido possível.


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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptySab 26 Ago 2017, 13:07




Arthur Dent

By. Algo R.


Com o plano decidido a dupla seguiu seu rumo até o lado oposto da ilha. A chuva engrossou durante o caminho, e voltou a aliviar quando estava quase chegando. Aldo havia conseguido preservar o charuto para sua felicidade.

Sem o menos ‘cuidado’ Aldo se aproximou e cumprimentou os contrabandistas.

- Grande dia, senhores. - No momento seguinte caixas foram largadas e o som de aço raspando aço se tornou mais audível que o barulho da chuva. O céu piscou e no momento seguinte Rosy estava mais a frente com a foice erguida... O estouro do trovão veio a seguir... Aldo continuou, aparentemente ignorando o fato de espadas, adagas e armas apontadas para si. - Estou à procura daquele que vos comanda… Eeep… Desculpe, esqueci o nome… - Se alguém achou graça do comentário não o demonstrou.

- De o fora daqui forasteiro. Não precisamos de curiosos aqui.

- Um homem no bar me falou que aqui tem loucos o bastante para fazer a travessia. Fiquei impressionado e resolvi vir ver para crer. - os ânimos continuavam tensos. O sujeito em cima da plataforma olhava para Aldo e para Rosy, alternando sua visão entre eles.

- Ouvi falar que vocês gostam de navegar por águas rápidas… - Então sacodiria o charuto em direção ao chão, para se livrar de cinzas. - Eu e minha garota precisamos de uma carona até o farol. E ninguém no porto do outro lado da cidade parece ter culhões o suficiente pra isso. Mas vocês

- Ela não é muito nova pra você garotão? - gritou um sujeito mais atrás, arrancando risadas dos colegas ao lado. O cara acima da plataforma não riu, continuava apenas encarando, mas se virou para olhar a dupla de frente.

Após as risadas o sujeito no topo falou.

-Carona? Você ta achando que isso aqui é o que maldito? Não temos tempo pra caridade, inclusive voltem ao trabalho seus desgraçados, temos que partir antes que o tempo piore. - outro trovão estourou no céu. Os homens olharam para o líder e depois para dupla e guardaram as armas, dois permaneceram com revolvers apontados, mas os outros voltaram a carregar as caixas.

- Um homem no bar me disse o seu nome mas… - Me chamo Arthur Dent, e aquela é Tricia Mcmillian. Os amigos a chamam de Trillian, mas você não é amigo dela. Podemos ajudar em qualquer coisa.

-Claro Dent, vejo que não deve lembrar de quem eu sou, pois se soubesse mesmo não teria vindo até aqui.... Se pode me ajudar então porque não pega essa foice e enfia no cu da sua garota e deem o fora daqui!!

Se Rosy estava esperando um motivo foi esse, no instante seguinte a foice girou em suas mãos acertando o meio das pernas do sujeito mais próximo dela, cravando-se na carne castrando-o. Foi impossível não lembrar de Blob.

O porto não era muito grande, tinha cerca de 20m da posição onde Aldo estava até o navio. Entre eles cerca de 16 sujeitos mal encarados, 18 se contasse o líder e o castro.

- Vadia!!!! Matem eles e vamos dar o fora daqui. - gritou o líder para os outros.

Oito espadachins, quatro lanceiros, três atiradores e um parecia não carregar nada, mas era maior e mais musculoso que os demais.

- Obrigada pelo seu sacrifício! - começou Rosy, mas logo foi interrompida tendo de esquivar. Haviam caixas próximas a Aldo e Rosy, e foi para trás dessas que a garota se escondeu. - Ele vai pagar por não deixar completar minha oração.







O cara ta com funcionários sobrando. Talvez um defict de mão de obra convença ele a precisar de ajuda.



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Shogo
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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptyDom 27 Ago 2017, 18:29

Aldo parecia ter feito tudo errado, e toda aquela presunção lhe custaria caro. A tripulação não parecia gostar de intrusos, o que era muito compreensível. O que aconteceria a seguir seria o que mudaria todos os planos. O fator “Garota Celestial do Demônio”. No momento em que viu Rosy enfiando a foice na virilha daquele homem, teve certeza de que tudo havia ido por água abaixo. - Olha só, agora tem menos UM culhão… - Foi o que conseguiu pensar em dizer no momento em que sacou sua katana e abriu um sorriso. Aquela batalha com certeza daria trabalho.

O mais rápido que conseguisse, saltaria em direção ao atirador mais próximo (isso se fosse possível). Atiradores eram sua pior preocupação, já que desviar de balas é mais difícil do que de outras armas. Atacaria horizontalmente, em um corte que viria do lado oposto ao que o pistoleiro segura a arma, visando acertar seu tronco e a mão que segura a arma. Depois o abraçaria como em uma dança, para fazer uma espécie de escudo humano. Então observaria o posicionamento dos outros atiradores, girando seu próprio corpo para evitar ser atingido pelos disparos (bloqueando-os com o corpo do atirador escolhido primeiramente).

Tentaria então pegar a arma do pistoleiro-escudo (se fosse preciso, rolaria pelo chão e se protegeria atrás das caixas posteriormente). Guardaria o disparador de balas consigo, e voltaria para a luta. Tentaria (protegendo-se ao se esgueirar pelas caixas, ir até o segundo atirador). Então saltaria dando um mortal sobre o lugar e segurando a espada na vertical (diminuindo ao máximo a distância contra aqueles malandros), desferiria um golpe com intensidade o suficiente para partir o crânio inimigo (não que isso fosse acontecer, é claro), caindo com os pés firmes no chão.

O plano para o terceiro atirador seria quase o mesmo, se esgueirando e com cuidado tentaria se proteger para não ser atingido. Para o bote, saltaria sobre uma das caixas se apoiando sobre elas e dando um mortal para frente, movimentando sua espada de modo a acompanhar sua própria trajetória, para tentar um corte diagonal no peito do atirador. Ao se livrar das maiores ameaças dali, seria o momento para se concentrar nos demais. - Vocês bem que podiam ter colaborado…

Casos de estocadas e ataques semelhantes, movimentaria sua espada à sua frente para atingir a arma inimiga para mudar sua trajetória. Já na hipótese de ataques na horizontal, seguraria sua katana na vertical de cima para baixo de modo a bloquear o melhor que conseguisse. Para ataques na vertical de baixo para cima, posicionaria sua arma para receber o golpe no alto, segurando-a na horizontal. Já em caso de ataques rasteiros, tentaria apenas saltar para longe com o objetivo de evitá-los. Usaria de suas estratégias de defesa quantas vezes se fizessem necessárias, para evitar maiores danos o quanto fosse possível.


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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptySeg 28 Ago 2017, 19:08




Arthur Dent

By. Algo R.



As armas haviam se voltado na direção de Rosy que havia sido a primeira a matar alguém, chance que Aldo soube aproveitar bem. A sua frente, menos de dois metros encontrava-se o primeiro atirador.

Aldo saltou na direção do mesmo gerando um grito de espanto. Ele ficava disparos na caixa onde Rosy se escondia quando a espada de Aldo desceu sobre ele cortando-o da esquerda para direita cortando próximo ao pescoço e atingindo o braço direito do atirador fazendo-o derrubar a arma. O homem começava a tombar quando Aldo o abraçou a seis metros, pouco mais atrás dos espadachins estavam os outros dois atiradores. Um estava do lado direito, outro do lado esquerdo do grupo. Cinco espadachins estavam entre esses dois atiradores.

Dois disparos acertaram o escudo de carne de Aldo antes dele largar o carpo e rolar para de trás da caixa mais próxima juntando a arma do chão no processo. Dois disparos mais acertaram a caixa onde ele estava enquanto ele guardava a arma. Os disparos pararam no momento seguinte e um espadachin surgiu ao lado da caixa que Aldo estava atrás. Um golpe circular veio na direção da cabeça de Aldo obrigando-o a rolar para longe. O espachin não parou avançando mais uma vez dessa vez com uma estocada a qual Aldo bloqueou com a lateral da lamina empurrando a espada do outro para a direita.

Aldo acabou sendo afastado da caixa a qual havia se escondido, outros dois espadachins saiam correndo de um vão nas caixas mais a frente na direção de Aldo bloqueando definitivamente seu caminho até os atiradores, embora estes também não tivessem mais ângulo para disparar nela.

Outros dois espadachins haviam ido para a caixa onde Rosy havia se escondido, mas já não e encontraram mais lá.

Cinco espadachins ao todo atacavam, três permaneciam junto ao barco com um lanceiro e o grandalhão. Três lanceiros permaneciam junto a plataforma onde o Esquecido estava.








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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptyQua 30 Ago 2017, 11:30


Rahner havia conseguido derrubar um dos atiradores com maestria, no entanto foi parado pelas circunstâncias.  Alcançar os outros dois pistoleiros não seria fácil, já que teria que para isso precisaria passar por três espadachins primeiro.  Todavia, conseguiu um revólver que poderia usar posteriormente, e também fora premiado por um ângulo difícil para ser acertado pelas armas de fogo.  Aquilo era essencial, pois agora poderia focar somente nos espadachins.

Suas estratégias seriam agora baseadas nos contra-ataques.  Se aproximaria do espadachim mais próximo com a guarda levantada e postura firme, para em seguida aguardar seu golpe.  Se fosse um golpe horizontal, tentaria defender o ataque com sua espada na vertical, segurando-a de cima para baixo com as duas mãos, fazendo com que os dois artefatos de metal se choquem.  Imediatamente, seguraria firme sua lâmina e a faria cortar em arco de modo a fazê-la descer sobre o oponente e atingir seu tronco na vertical.  

Para o caso de um golpe na vertical ou diagonal de cima para baixo, segurando com as duas mãos Rahner tentaria defender com sua espada na horizontal, posicionando-a deste modo para receber o impacto e afastar a arma atacante.  Em seguida, movimentaria sua katana de modo a atingir o oponente com um corte circular na altura do abdome, fazendo-a deslizar sobre o inimigo horizontalmente.  

Já no caso das estocadas, Aldo tentaria bloquear com sua espada levemente abaixada para frente de forma que afaste a lâmina do oponente e continuaria com um giro seguindo o movimento de sua própria arma, para então se apoiar um passo à frente mais perto do adversário e estocar em direção ao seu peito.  Reduziria a distância e usaria seu ombro não para atacar, apenas para afastar o corpo do outro espadachim de sua espada ao fim do movimento.

Para a hipótese de ataques rasteiros, Rahner tentaria flexionar suas pernas e saltar o mais rápido possível para evitar o dano, mas ao mesmo tempo estenderia seu braço para lançaria uma estocada impiedosa em direção ao rosto do atacante.  Em seguida tentaria pousar com os pés firmes no chão.  Se não for possível, deixaria seu corpo rolar para trás em uma cambalhota para se afastar dos atacantes, tentando ao máximo não ficar descoberto.

Dando certo ou não, Aldo se afastaria a passos rápidos (sem sair da cobertura fora da vista dos atiradores) e então observaria os duelistas.  Todas as estratégias serviriam para qualquer um dos espadachins, de modo que tentaria as defesas quantas vezes se fizessem necessárias.  Se ao fim de tudo conseguisse derrubar os três espadachins, pegaria sua espada e em movimentos firmes arrancaria a cabeça do derrotado mais próximo.  Então a jogaria em uma direção em que os outros inimigos em potencial pudessem ver. - EIS UMA COISA PRA VOCÊ NÃO ESQUECER, CULKIN!!!!! - Rugiria para que seus oponentes pudessem se lembrar.


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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptySex 01 Set 2017, 17:03




Arthur Dent

By. Algo R.



Aldo se via frente a três espadachins, sujeitos carecas com algumas tatuagens e braços desnudos. A chuva havia diminuído um pouco, mas continuava pingando. Outro trovão explodiu no céu dando inicio a investida do primeiro dos três.

Não era um homem de muita habilidade, mas era robusto e talvez por ser grandão ele tenha subestimado a força física de Aldo. O golpe circular do mesmo foi aparado e Aldo forçando contra empurrou a espada do contrabandista ao mesmo tempo que criava um movimento em arco com sua própria espada descendo-a contra o peito do oponente.

‘Grandão e robusto’ não teve reflexos suficientes para esquivar sendo cortado no peito pelo golpe de Aldo. Eram bons carregadores, eram mal encarados e talvez pudessem assustar os desavisados, mas até então não tinham se mostrado bons lutadores.

Os outros dois vacilaram ao verem o primeiro deles cair, o sangue começava a se espalhar pelo chão, lavado pela água da chuva. Aldo se posicionava para ficar de frente e entrar em combate contra os dois restantes quando seu pé é segurado e puxado desequilibrando-o. Havia acertado o homem, havia o cortado, mas também o havia subestimado. Não era um grande guerreiro é claro, mas era grande e robusto e a espada de Aldo não era uma obra prima mortífera.

No momento que vacilou os outros dois atacaram juntos, um com um golpe vertical e outro com um golpe horizontal. Aldo posicionou sua espada sobre sua cabeça aparando o golpe que vinha nesta direção, mas seu pé preso lhe roubou o equilíbrio e assim o terceiro facilmente cortou seu abdome, por sorte estava desequilibrado e tombando para trás e assim apenas a ponta do gume o acerto, causando-lhe um corte superficial. O golpe o havia acertado no lado esquerdo correndo até próximo ao seu umbigo.

Aldo caiu para trás, a torção de seu pé na mão do homem caído fez o contrabandista o soltar permitindo a Aldo virar uma cambalhota para trás voltando a ficar de pé e afastando-se dos 3.

O primeiro nesse momento voltava a se erguer, com as costas arqueadas pela dor e a mão segurando o corpo. Cuspiu para o lado e sorriu revelando seus dentes amarelos.

- Devia ter enfiado a foice no rabo da anjinha seu filha da mãe. - catarrou para o lado.

Aldo continuava basicamente na mesma, os pingos agora caíram um pouco mais fortes.





Não leva a mal te deixar parado ai. Mas tu ta parecendo bem sem pratica, então to ‘enrolando’ um pouco no combate menor pra tu não ir da nubada na GL.

Por mais que sejam minions, você também é, ta no lvl 1 ainda. Faltou considerar que poderiam vir ataques simultâneos, faltou considerar que você poderia não matar o cara numa só porrada. Isso na verdade acontece bem poucas vezes.

A questão das defesas foi bacana, bem escritas. Tive so um pouco de dificuldade até entender como era o movimento que você descreveu na primeira, mas li umas duas ou três vezes e entendi. Fora isso vamos dar uma praticada enquanto ainda estamos no café com leite.


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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptyQui 09 Ago 2018, 20:00

O plano foi um sucesso até o momento em que o espadachim subestimou seus oponentes. Rahner se distraiu com a queda de um deles após um de seus golpes, sendo este um erro que lhe proporcionou um desequilíbrio que por muito pouco não foi mortal. Suas defesas lhe livraram da maioria dos golpes, e apenas um deles o atingiu superficialmente fazendo-o sangrar antes de uma cambalhota para trás, para enfim recuar e se livrar de um maldito que lhe agarrou o pé.

O inimigo posteriormente se levantou, cuspiu para o lado e falou algo sobre enfiar a foice em Rosy outra vez. Aldo então passou a mão no ferimento, e mostrou os dentes ao constatar sua pele ardida e molhada pelo líquido quente e rubro. - Você beija sua mãe com essa boca? - Rahner então daria mais um trago em seu charuto, ao passo que apontaria sua espada para frente, segurando seu cabo com firmeza utilizando apenas a mão direita, enquanto que usaria a esquerda para empunhar o revólver recém adquirido. O não mais tão jovem espadachim conhecia seus limites, e sabia que suas habilidades de combate à distância não eram das melhores. Tinha conhecimento de que seu revólver seria muito mais eficaz a curta distância.

Aparentemente, os três espadachins tinham apenas uma arma cada, o que poderia dar à Aldo uma vantagem considerável. No entanto precisaria tomar muito cuidado em cada passo. Iniciaria então sua corrida em direção ao oponente mais próximo, inicialmente baixando sua katana para, ao se aproximar do inimigo, erguê-la em um movimento verticalmente óbvio. Enquanto isso, manteria seu braço que segura o revólver firmemente colado ao corpo, apontando a arma para frente. Não estava acostumado com a arma, nem com o coice que a mesma certamente daria, por isso a ideia seria encurtar a distância para aumentar as chances de um disparo certeiro. Assim que o inimigo bloqueasse o movimento de espada (utilizando a sua própria) ou esquivasse para um dos lados (até mesmo para trás), Rahner dispararia em sua direção mirando a barriga.

Dando certo ou não, saltaria sequenciando o movimento para tomar a frente de um dos outros oponentes enquanto flexiona o braço que segura a espada, para em seguida tentar lhe estocar a face. Ao aterrissar e firmar os pés no chão, pegaria impulso flexionando os joelhos rapidamente para se afastar com um outro salto e conferir os estragos feitos a certa distância.

Suas defesas seriam estruturadas caso os oponentes tentassem ataques simultâneos ou individuais. Para o caso de dois ou mais ataques diferentes ao mesmo tempo, Aldo tentaria saltar recuando para longe das armas inimigas, apenas para ganhar distância e se livrar de novos cortes. Isto também se aplicaria a ataques rasteiros (o que talvez dificilmente fossem tentar). Já para a situação em que todos atacassem com golpes verticais vindos de um mesmo sentido (sejam de baixo para cima ou vice-e-versa), Rahner posicionaria sua espada na diagonal, de modo a bloquear os ataques. O espadachim sabe que não conseguiria conter a força dos três atacantes, então seu bloqueio seria apenas para guiar as armas para longe de seu corpo, de modo a deixá-las deslizar sob sua lâmina. Tal defesa também serviria para ataques individuais, já que pode ser facilmente adaptada.

No caso das estocadas, Aldo tentaria bloquear com sua espada levemente abaixada para frente de forma que consiga afastar as lâminas dos oponentes com golpes firmes. Ainda, em caso de algum ataque na horizontal ou diagonal visando seu tronco ou cabeça, seguraria sua espada na vertical de baixo para cima, de modo a bloquear o primeiro impacto enquanto faria o movimento de giro com o corpo se afastando para tentar sair da trajetória das lâminas inimigas. Seria como uma dança de um desprovido de graciosidade.


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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptySab 11 Ago 2018, 01:16


O calor da batalha, apesar da fina chuva que caía do céu naquele fim de manhã, não se extinguia. Aldo, diante de seus três adversários espadachins, puxava uma certa quantidade de fumaça enquanto o resto de seu charuto se extinguia, com a katana, sua preferida, e o revólver, seu novo companheiro, em mãos.

O avance contra o espadachim mais próximo era subindo sua espada em um movimento que ele talvez considerasse óbvio, e era, tanto que o bloqueio inimigo vinha fácil. Mas o caçador esperava isso, puxando o gatilho do revólver e acertando o inimigo, que caía manchando mais o chão de sangue. E a chuva lavava.

Outro espadachim, que se aproximava no mesmo instante, era parado com uma estocada em sua face, e então um salto do caçador para trás, se esquivando de um outro golpe com o último dos espadachins que ficava de pé. Até então...

- Agora, homens! - Uma voz ressoava, e um trovão acompanhado do som de um primeiro tiro dava início aos outros sons de disparos. Os homens do Esquecido iam vindo ao chão um a um, e um outro grupo saia dos cantos daquele lugar. Um homem baixinho saía até de dentro de uma caixa.

Eram no total 4 indivíduos novos na cena. Três deles com revólveres eram quem davam fim aos contrabandistas, sendo um o pequeno o homem que saia saltando da caixa, com no máximo um metro e meio, careca e com uma grande barba negra que se estendia até o peito, o segundo um homem de estatura comum, de cabelos loiros, lisos, até o meio do pescoço, e uma bandana vermelha na cabeça, e o o outro também de tamanho normal, com os músculos um pouco mais definidos, cabelos curtos negros, e grandes olhos. O quarto homem, com um sabre em suas mãos, aparentava ser o líder de todos ali, e tinha um pequeno papagaio vermelho em seu ombro, além de um tapa-olho no rosto. Suas roupas lembravam, de certa forma, de homens do mar, pela forma surrada.

- Malditos! - O Esquecido, da plataforma, parecia irritado em ver tal cena. No fundo, na verdade, ele parecia esconder um certo medo. Não era um homem que podia sentir medo.

- Amarrem-no! - Com a ordem do aparente líder, o baixinho saltava e derrubava o contrabandista, que era amarrado com a ajuda dos outros dois pelos braços e pelas pernas. - Quem diria? Parece que alguém vai ficar aqui esperando a chegada da Marinha hehehe

- Eu o amaldiço, filho da puta. Você e sua linhagem pagarão por tal insolência, irmão! - O Esquecido se debatia no chão, revoltado, sem saber bem o que fazer.

- Foda-se você e suas maldições, Michael hehehehehehe - Ele ria estranho, enquanto caminhava na direção de Aldo, sacando então uma arma e encostando-a em sua testa. - Me dê um motivo para não te mandar para o mesmo lugar que eles, oji-san.

Líder:
 

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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptySab 11 Ago 2018, 13:50

A sequência de ataques do espadachim deu certo, e com isso conseguiu derrubar dois dos homens do esquecido. Por sorte, não precisou continuar a batalhar por conta de uma interferência inimaginável. Um novo grupo de homens saindo de caixas entrou na luta e rapidamente eliminou parte dos contrabandistas e dominou o restante, inclusive o esquecido. Foram eficazes na missão. Seu líder se mostrou em seguida contando vantagem e ameaçando Rahner com um revólver, e logo perguntou sobre um bom motivo para não entregá-lo à marinha.

Aldo franziu o cenho e passou a língua nos dentes. - Eu gostei do seu periquito… - Então guardaria lentamente suas armas, deixando claro ao líder de assassinos a serviço da lei de que não reagiria. Passaria a mão nos cabelos molhados pela chuva, arrumando-os para trás. - Além do mais, sou totalmente ficha limpa… Aquele cara ali ia me dar uma carona até o farol.. - Apontaria despretensiosamente para onde o Esquecido estava, no entanto passaria os olhos pelo local com o objetivo de encontrar Rosy. Não queria um segundo problema. - Só estávamos decidindo os detalhes... - Como os homens estavam nas caixas, Aldo presumia que tivessem escutado toda a negociação. Então viraria o rosto ainda em busca de Rosy. Encararia a trupe do maníaco do papagaio, com um sorriso amarelo. - Vocês viram um anjo por aí? Acho que deixei cair em algum lugar…

Se encontrasse a garota (muito provavelmente com uma aparência demoníaca), sorriria com uma expressão de repreensão. - Essas crianças de hoje em dia não sabem brincar direito, não é mesmo? Você quase nos matou, pequeno demônio. Pra sua sorte eu sou muito habilidoso em combate. Treinei por alguns anos nas ruínas de Dawn
Island durante aquela maldita guerra.
- Mostraria então os bíceps, sorrindo enquanto olha para eles. Cessaria o sorriso e então abaixaria os braços. - Aqueles caras acabaram com a nossa carona. - Indicaria com o polegar, um tanto quanto desinteressado.

Encontrando ou não a garota, se dirigiria ao grupo para perguntar sobre os próximos passos. - Err… Vocês se importam se eu levar esse navio? Eu preciso muito chegar ao farol sabe… Vamos encontrar a mãe da minha filha por lá… Sou Aldo, e aquele pequeno satanás é minha filha Rosy. - Olharia então para o baixinho da gangue, e sorriria. - Acredite ou não, as asas vêm do MEU lado da família. - Ainda precisaria de uma tripulação, o que seria um problema agora que teria que esquecer o esquecido. - É uma longa história mas o que eu posso te dizer é… Nunca coma abacaxi demais antes do amor.

Caso o grupo oferecesse uma solução razoável para a travessia, aceitaria de bom grado. Só lamentava em silêncio não ter tido tempo de conhecer a bela Ilusia Kingdom. Talvez um dia quem sabe retorne para aquele lugar nojento.


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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptySab 11 Ago 2018, 19:54

A situação para Aldo não parecia necessariamente ter melhorado: apesar de seus inimigos terem caído, agora estava com o cano de um revólver apontado para sua cabeça, pronto para matá-lo com um só tiro se necessário. Por sorte, o caçador de recompensas sabia resolver aquilo. - Eu gostei do seu periquito…

O jovem sorriu, como se tivesse achado engraçado aquela resposta. O papagaio se mexia um pouco tímido, como se tivesse inclusive entendido que havia sido elogiado. A arma ainda estava levantada, mas Rahner não se preocupava, guardando suas armas e ajeitando o cabelo molhado pela fina chuva que ainda caía. - Além do mais, sou totalmente ficha limpa… Aquele cara ali ia me dar uma carona até o farol..

- Olha só... - Ele abaixava a arma, direcionando seu olhar para o contrabandista, no chão, agora até com um pano amarrado a frente de sua boca. - Agora usa o navio do nosso pai para ganhar dinheiro dando caronas para homens grisalhos. Patético, irmão. Blé. - Lhe mostrava a língua, caçoando do mesmo. O Esquecido murmurava tentando dizer algo, mas era ignorado e desistia.

Antes que Aldo pudesse continuar suas falas, a figura de Rosy surgia saltando contra o homem do tapa-olho, com sua foice ao lado do corpo pronta para aplicar-lhe um golpe no pescoço letal. Pela pouca reação do homem a princípio, se tinha certeza que seria decapitado, principalmente por ser pego de surpresa. Contudo, não era isso que acontecia. Quando se davam conta, ele aparava o golpe erguendo a lâmina de sua espada e direcionando a lâmina igualmente curva da foice da garota para o lado, que ficava atônita com tal demonstração de velocidade, se afastando um pouco.

- Eu acho que eu não fui muito claro e isso acabou gerando alguns problemas de interpretação, sabe? Nós não somos os mocinhos... - Ele aplicava um poderoso chute no abdome do Esquecido, que gemia de dor, com lágrimas nos olhos. - Apenas se você considerar que ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão... Apesar do Michael não ter roubado ninguém, era contrabando... Hm... Enfim... Nós viemos declarar a posse pelo navio e pela carga. Partiremos agora para Grand Line. E se você, oji-san, quiser ir conosco o custo será de 750.000. Igualmente para a donzela... - Direcionava o olhar para a habitante do céu de forma sugestiva, e ela fechava o olhar. Suas roupas estavam com algumas manchas de sangue. Voltava seu olhar par Aldo. - Caso o contrário a taxa para que liberemos vocês será também de 750.000 berries cada.

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MensagemAssunto: Re: O Rei no Oeste   O Rei no Oeste - Página 2 EmptyDom 12 Ago 2018, 23:09

Os acontecimentos se tornavam ainda mais interessantes quando o líder do grupo estipulou um valor para que o casal fizesse a travessia. Apesar do tom de extorsão, Rahner se animou afinal poderia viajar sem ter que matar mais alguém. Pessoalmente gostava da batalha, sangue e sofrimento, mas seu objetivo ali era outro. Chegar à Grand Line seria abrir o horizonte a novas experiências, culturas e conflitos desafiantes. Tesouros incontáveis e criaturas fantásticas. Tudo aquilo que antes lera em um jornal se tornaria realidade.

Não esqueceria as palavras do estereótipo de pirata por um bom tempo, porém aquela era a hora para barganhar. E não tinha a intenção de não pagar, como muitos poderiam fazer. A palavra do lobo branco de Dawn Island ainda tinha seu valor. - Por esse preço eu quero café da manhã grátis no mínimo. - Olharia então para Rosy, e então voltaria a conversar com o ágil do periquito vermelho. - Isso dá B$1 500 000,00. Para sua sorte eu tenho exatamente isso na carteira. No entanto pagaremos ao final da viagem, já que não tem como confiar que vocês não vão nos jogar no mar e nos abandonar pra subir a montanha nadando. - Então olharia para o baixinho careca, sorrateiramente. - Pagaremos o acordado, com a minha palavra. Fechado? - Estenderia a mão para o pirata, para um aperto amigável de negócios.

Se a resposta fosse positiva, Aldo sinalizaria para Rosy e caminharia até a embarcação, pronto para uma nova aventura no desconhecido. Se necessário, ajudaria seguindo as ordens do navegador para que todos conseguissem chegar vivos ao outro lado. Seja puxando cabos, remando ou qualquer coisa relacionada ao trabalho para guiar a embarcação. Sabia da dificuldade que seria a travessia, e o melhor que todos pudessem fazer seria necessário para que a tripulação alcançasse o outro lado sãos e salvos.

Quando fosse o momento, seguraria firmemente na amurada ou em algum lugar firme para enfrentar a subida sem morrer por uma queda imbecil. O momento seria fácil de distinguir, já que a montanha é a mais íngreme possível.

Se ainda tivesse oportunidade, gostaria de conversar com o capitão. A curiosidade é mais forte do que o espadachim. - Então rapaz. Como devo lhe chamar? Eu sabia o nome do seu irmão mas acabei esquecendo. - Então levantaria a sobrancelha, encarando o horizonte com um leve sorriso. - Vocês são piratas? Os bandidos molhados? - Impulsionaria um cuspe em direção ao mar, logo em seguida.


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