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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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Teru
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptySeg 14 Maio 2018, 20:40


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XXI
.

Tendo a sorte de conseguir esquivar maior partes dos tiros que foram na sua direção, Rin mal conseguia acreditar que nada do que tinha sido disparado na sua direção tinha entrado em contacto com o seu corpo porém ele tinha quase a certeza que mais tarde ou mais cedo teria que voltar a lançar os dados e novamente a testar a sua sorte. A outra companheira semi-desaparecida estava imobilizada de forma um pouco mais severa do que com cordas tradicionais, sobretudo porque se tratava de algo um pouco mais resistente. Para piorar a situação, o total de membros tinha passado de um ferido para dois duplicando o seu trabalho mas pior que isso tinham começado dois cronometro em contagem decrescente pois tanto Maya como Magnus possuiriam o pequeno risco de se esvaziarem em sangue mas como ele tinha quase a certeza que Victoria não iria se dar ao luxo de esperar que ele acabasse os tratamentos antes de os alvejar, a melhor solução seria auxiliar o seu companheiro na tarefa em mão.

"Tenho de acertar nos tendões, esta confusão tem de acabar agora"

Assim que Magnus lhe oferecesse uma nova oportunidade para atacar, Rin iria partir de novo para cima de Victoria tentando usar as suas espadas para deflectir qualquer tipo de projécteis que acabassem por vir na sua direcção. Ao contrário de antes em que apenas procurava infligir a maior quantidade de danos possíveis naquela situação, o mink iria procurar atingir os tendões da traidora visto que aquela era a forma definitiva de terminar o combate, tendo consciência que aqueles membros eram o único método de ligação entre os músculos e os ossos, permitindo os movimentos de contracção e extinção dos membros, o cachorro tinha a esperança que um golpe bem aplicado fosse o suficiente para a deixar imóvel. Tendo em conta o estado de Magnus talvez o ideal fosse focar primeiro no equilíbrio da adversária, focando nos tendões do quadríceps e principalmente no tendão patelar de modo a destabilizar completamente o equilíbrio da mesma, começando do lado direito com um simples porém preciso corte e rolando no chão de modo a chegar ao lado esquerdo e repetir o processo.

Obviamente nada daquilo seria suficiente para parar um adversário daqueles, logo o essencial seria passar de baixo e subir até ao bíceps do lado esquerdo aplicando um golpe perfurante tentando impalar o braço dela contra a parede ou porta onde estava encostada e de seguida usar as suas habilidades acrobáticas para saltar por cima de Magnus, usando o corpo dele como um apoio e com a sua segunda e última katana tentar furar a mão da mesma prendendo-a contra a parede. Durante as suas acções, o cachorro teria o cuidado de agir nos intervalos de tempo entre os golpes do outro marinheiro visto que possuíam praticamente a mesma velocidade ou pelo menos reflexos bastante semelhantes, Rin nunca se considerou um membro muito poderoso fisicamente e sempre se orgulhou na sua velocidade e precisão sendo esta altura uma das ocasiões onde restava estar certo.

Objectivos:
 
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Ceji
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptyTer 15 Maio 2018, 16:08

No Olho Da Tempestade - Parte V

Por mais que eu normalmente gostasse de ação, de lutar, e essas paradas assim, lutar com Dereck era a ultima coisa que queria fazer naquele momento. O objetivo do meu plano era conseguir incriminar os dois impostores e conseguir prender eles, indo no processo para ser libertado depois; e por mais que a primeira parte tenha dado super certo, e que tivesse sido maravilhoso ver Dereck putasso, eu realmente não esperava que ele fosse me atacar, e muito menos que os soldados não fossem intervir. Olhando por outro ângulo, ao menos eu poderia descontar nele por todo o estresse que me fez passar, e por ter feito não aproveitar a viajem. Há males que vem para o bem, afinal.

Sobre meu combate com Dereck, bem... Eu esperava mais. Eu costumava sempre ter vantagem nas lutas por causa dos meus movimentos inesperados, usando estratégias não-ortodoxas, mas meu oponente logo de cara se mostrou bem mais experiente do que eu esperava, conseguindo reagir muito bem a todos os meus movimentos. Ele havia se esquivando de quase todos os meus ataques, o que ao menos me ajudou a entender que ele era mais o tipo sabonete que pedra, eu teria que atacar contanto que ele se movimentaria entre todos os ataques, e não contar com sua posição, quando fiz ao atacar sua virilha. Ao final do "primeiro round", ele estava com minha espada fincada em seu ombro, com a mão sangrando por segurar a espada pela lâmina, e eu estava com a perna latejando após um chute bem dado dele. Os golpes dele eram poderosos, e se eu me distraisse novamemte e tomasse mais chutes daqueles, não seria muito bom para mim. Eu tinha que lembrar sempre que ele era diferente dos oponentes que eu havia enfrentado até então, ele provavelmente havia vencido de um tenente, e isso não era pouca merda para se fazer nos blues.

Após recuar do chute de Dereck, vendo a espada eletrificada fincada no ombro dele, pude analisar melhor a situação. Aquilo nunca havia acontecido comigo, e eu não sabia de onde a eletricidade havia vindo, mas se havia se manifestado agora deveria ter um motivo. As primeiras coisas que passaram pela minha mente foram aquilo ser uma habilidade da espada ou um poder desconhecido que eu havia despertado; mas logo percebi que não poderia ser a primeira opção, porque eu já havia usado aquela espada antes e os raios não haviam se manifestado. Para testar meu suposto poder, desembanhei a outra espada mentalisando a mesma coisa que estava pensando quando desembanhei a primeira espada, e me deparei com ela normal, sem os kraios percorrendo a lâmina, o que foi extremamente decepcionante. Ok, sem pobrezinho. Que outra coisa havia acontecido antes dos raios serem criados? Olhando para a espada, vi de canto de olho a bainha com a joia que Rin havia me dado em Loguetown, e outra ideia surgiu. Levantei a bainha, rapidamente passei a mão pela joia a analisando, embanhei minha katana nela e, segurando a bainha com força, novamente saquei a espada.

Independente dos raios aparecerem ou não, eu não tinha mais tempo para perder, precisava atacar Dereck antes que ele me atacasse. Eu correria em direção a ele tentando avançar com impulsos da perna não machucada, esperando que meus conhecimentos de corrida e acrobacia servissem naquele momento. Ao chegar próximo a ele, mas antes da zona de ataque, eu usaria minha perna boa para dar um salto por cima dele (caso ele estivesse correndo em minha direção, saltaria direto), com o intuito de, com uma acrobacia, dar um chute na base da espada de cima para baixo, para fazer a espada rasgar seu ombro e sair de lá, antes de eu aterrissar atrás dele. Caso eu errasse o chute ou não conseguisse retirar a espada com o mesmo, eu tentaria acertar seu outro ombro com a katana em minhas mãos, mas a seguraria forte para descer do outro lado rasgando e a retirando de lá se ficasse presa. Caso acertasse o ataque e retirasse a espada cravada anteriormente, tentaria contar com a dor que ele poderia estar sentindo para acertar outra estocada no outro ombro; ele provavelmente estaria de costas, mas caso conseguisse se virar a tempo de tomar a estocada de frente, me prepararia para que ele fizesse o mesmo de antes, e rapidmante puxaria a bainha da katana para por entre a perna dele e meu corpo e a aparar. Se em algum momento minha katana ficasse presa no corpo dele e não corresse risco de eu tomar um ataque sem ter a oportunidade de defender, eu tentaria girar a lâmina da espada para causar-lhe dor e abrir mais o ferimento para retirar a espada de lá. Caso ele conseguisse me acertar antes de eu fazer o salto, eu tentaria, em vez de saltar, não recuar para me manter próximo a ele e golpear a espada presa para fazer ela entrar ainda mais fundo na carne dele, e caso ele perdesse a concentração pela dor, tentaria golpear a perna que ele usou para me chutar com a katana, tentando criar o maior ferimento possível antes de recuar massageando o ferimento. Caso ele me acertasse após a acrobacia, tentaria aguentar a dor e segurar sua perna para golpea-la com a katana, antes de recuar.

Após a primeira investida, desde que ele não houvesse quebrado nenhum osso meu, rapidamente levaria as costas da mão direita à boca, onde desprenderia o velcro da minha luva de couro; enquanto ao mesmo tempo ficaria preparado para aparar com a katana possíveis chutes que ele pudesse tentar nesse curto meio tempo. Soltando a luva, eu avançaria novamente em sua direção enquanto trocaria a katana de mão e tremeria a mão com a luva solta para fazer ela descer pela mesma e me permite a segurar pelo couro, e quando estivesse próximo, em vez de o atacar, jogaria minha luva contra seu rosto ao mesmo tempo que projetaria meu pé contra seu pé. Ele já havia me atacado duas vezes antes, e eu sabia que o pé que ele usava para chutar era seu predominante, por isso visaria pisar no mesmo enquanto ele se distraia com minha luva, para fazer ele se desequilibrar caso tentasse esquivar da mesma, ou impedir que recuasse após apenas tirasse a luva da frente do rosto para não bloquear parte da sua visão. Independente dos casos, eu seguiria trocando novamente a katana para a mão direita e atacando com a mesma em sua outra perna, visando danificar a perna que ele usava como apoio para os chutes, para dificultar ataque subsequentes. Caso minha luva sequer fosse em sua direção, mesmo que a distância fosse curtissima, tentaria fazer minha mão continuar seu percurso como se tentasse acertar seu rosto e a luva saiu por acaso, mas na verdade seria uma segunda distração para conseguir pisar em seu pé e fazer a mesma estratégia que estava tentando completar. Caso não conseguisse pisar em seu pé por ele se movido o mesmo para algum dos lados, tentaria usar a posição para seguir com um chute na lateral do seu joelho, usando meu pé como gancho para encaixar na parte de trás do mesmo e puxar, tentando dobrar o mesmo e o desequilibrar para poder dar o ataque na sua perna de apoio. Caso ele me atacasse antes de eu jogar a minha luva ou entre os golpes, eu tentaria flexionar um dos meus braços ou pernas em formato triangular para absorver o máximo possível do impacto enquanto tentado aproveitar o levantar de uma das suas pernas para o atacar na pevils com a parte não cortante da katana ou com os punhos, para do mesmo modo o desestabilizar e atacar sua perna de apoio com a parte cortante da espada.

Após a segunda investida, caso eu houvesse o derrubado no chão, tentaria dar um salto para me posicionar do lado da cabeça dele, para teoricamente sair de sua zona de ataque, e então tentaria dar uma estocada em uma de suas mãos, visando a mão ligada a um ombro já ferido para que ele tivesse maior dificuldade em tira-lá do caminho. Além de causar dano, queria tirar um dos apoios da parte superior do seu corpo para dificultar o ato de se levantar, e se possível, atravessar a katana pela sua mão a fincar no chão, prendendo ele ali caido. Caso se levantasse se empurrando com os braços em um chute duplo para cima, mesmo com ombro ferido, tentando me acertar durante o salto, tentaria usar meus conhecimentos acrobático para girar no ar com o intuito de por minha katana na frente de seus pés, tentando interceptar o ataque é tentando fazer força para joga-lo novamente na direção que tinha vindo, o chão, para aterrissar e prosseguir com a investida. Caso ele conseguisse tirar a mão do caminho do ataque, moveria a espada em arco em direção a nova posição da sua mão, para atingi-la com um corte. Caso em algum momento ele conseguisse me acertar ainda caído, eu tentaria ao menos acertar a perna atacante com minha katana antes de cair, recuar ou prosseguir o ataque, dependendo do nível do dano.

Caso, após a segunda investida, não conseguisse o derrubar, tentaria avançar em sua direção fingindo uma clara estocada, esperando que ele tentasse se esquivar. Caso ele se esquivasse para um dos lados, usaria meu pé da perna boa para frear a investida falsa, enquanto redirecionaria meu avanço para a nova posição dele para tentar desferir uma ombrada com tudo, tentando o derrubar e seguir com a estratégia dele derrubado. Caso ele se esquivasse para trás, eu prosseguiria o avanço falso ou uma estocada real, caso houvesse a oportunidade. Caso ele se esquivasse com um salto, tentaria dar um salto atrás projetando a espada em dia direção como um espeto, e com o braço esquerdo flexionado em forma de triângulo em sua direção para tentar absorver um possível chute, e caso ele caísse, prosseguir com as táticas contra ele caido. Caso ele esquivasse se jogando ao chão, tentaria lhe chutar com a força acumulada da corrida, se preferência no estômago, para então prosseguir com as taticas contra ele caído. Caso ele me acertasse em vez de tentar se esquivar, tentaria aproveitar para tomar o ataque ao mesmo tempo que aproveitaria o levantamento da perna para acertar sua pelvis e o derrubar, prosseguindo com as tática dele caído.

Em qualquer momento, se ele tentasse me acertar com um chute aéreo comigo estando no chão, tentaria por a katana na frente do chute e segurar a outra ponta chata da lâmina, para aumentar a área que recebia o impacto e reduzir a força do golpe, antes de o empurrar para o derrubar. Também em qualquer momento, caso ele tentasse uma rasteira, agaixaria e dobraria a perna mais próxima do ataque para a parte inferior da mesma ficar toda no chão, com o intuito de fazer a rasteira acertar uma área maior e não só não me derrubar, como perder força por acertar uma área aumentada, e então tentar retaliar com uma estocada na perna. Caso os reforços chegassem, recuaria e diria - Parece que não preciso mais lutar, suas últimas chances de conseguir algo acabaram de sumir.








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Última edição por Ceji em Qui 31 Maio 2018, 17:30, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptyTer 15 Maio 2018, 21:13

Desperado





A ardência ressoava de minha ferida para todo meu braço, tomando conta da minha cabeça. O misto de sentimentos que antes me assolava, havia se tornado uma tempestade que tentava puxar minha consciência. No fundo, o que mais conflitava em minha cabeça era a vontade de cortar a Victoria em pedaços cada vez menores e a pena junto do medo que vem me assolando desde aquele dia fatídico. Parecia que eu estava ficando louco e por um momento havia até mesmo esquecido o porquê de estar lutando. Porém, heróis são testados e postos a prova em todas as suas aventuras. Ainda assim... Há algo me incomodando...

Eu provavelmente errei bastante em ter me segurado contra ela, mas agora já chega! Victoria terá 100% de mim a partir desse momento. Nisso, eu provarei pra ela que eu não estou de brincadeira e que me derrotar não será tão fácil.

A dor era forte o bastante para me desconcentra, mas não para me parar. Além disso, eu tenho a benção de minha deusa e a experiência das ultimas batalhas para me auxiliar nessa.

- Não pensem que isso vai ficar assim. Vocês dois vão virar uma peneira antes que percebam. – Exclamou Victoria, após ser ferida por mim e que, sinceramente, parecia bem desesperada.

Eu tenho uma idéia... Mas é bem arriscada... E não devo arriscar tomar outra bala e não poder segurar minha espada. Primeiro eu guardaria o Aldebaran e cobriria a ferida no meu ombro com minha mão direita, visando encharcá-la de sangue. Depois, eu me reaproximaria dela, o mais rápido o possível e tentaria ficar numa posição em que seus dedos e a parte exterior de suas mãos ficassem bem expostos. Assim que ela estivesse no alcance da minha espada e uma boa oportunidade para golpear, com a parte de trás do Aldebaran e bastante força e velocidade, os dedos da mão que estivesse segurando a arma. Claro que não usaria toda a força de meu braço, pois eu aprendi no caminho do guerreiro que você deve sempre guardar um pouco de força para ajustar a trajetória do golpe, por isso um golpe com força bruta às vezes é impreciso. Tentaria, ao desferir o golpe, pisar com força em seu pé para lhe desconcentrar. Se meu golpe se mostrasse efetivo, eu prosseguiria, me posicionando de forma que eu conseguisse atingir a parte de seu pulso perto da palma da mão que estava segurando a arma e seguiria novamente, golpeando da mesma maneira, aquela parte de seu braço e pisando em seu pé. Após isso, eu desferiria um golpe rápido contra sua cabeça e me reposicionaria de forma que, dessa vez, seu ombro ficasse exposto. Daí eu faria o mesmo que havia feito até agora: Daria um golpe forte em seu ombro. Em seguida, se tivesse sucesso, guardaria o Aldebaran em sua bainha e tentaria ficar do lado do braço que eu provavelmente havia atingido diversas vezes para dificultar qualquer ataque vindo daquele lado e lhe daria um soco, bem em seu maxilar, visando nocautear-la.

Bom é mais do que claro que eu estou tentando evitar que ela possa atirar, até por que, se ela não conseguir atacar da forma mais efetiva que ela tiver em sua disposição, a vitoria é nossa. Mas é claro que tem os poréns... É bem provável que o primeiro golpe que eu desferisse não fosse tão bem sucedido em seu propósito, que por acaso era evitar que ela pudesse mover os dedos para puxar o gatilho. Pensando nisso, eu teria que fazer uns leves ajustes nessa minha estratégia...  Eu provavelmente precisaria me mover um pouco mais rápido e diminuir o tempo de intervalo entre os golpes, e com isso em mente, eu sacrificaria um pouco da potencia dos golpes para ter um pouco de mais de velocidade e precisão.

Eu meio que to sem idéias para estratégias ofensivas... E preciso dar mais atenção para minha defesa para não levar outra bala dessas... Então... Primeiro... Se ela conseguisse travar sua mira em mim, antes que eu pudesse me mover da forma que queria, eu fecharia e... Já que um golpe com a parte plana do Aldebaran precisa de mais técnica e força pra se tornar efetivo... Eu fecharia os olhos e sem demora, desferiria um corte com menos cuidado e mais força e velocidade em sua direção, enquanto me desculpo em voz alta. Eu de não ter nem que refletir na possibilidade, mas estou em desvantagem e com minha vida e de minha companheira em risco. Se ela me agarrasse novamente, eu tentaria rapidamente, atingir sua barriga com um chute ou joelhada, diversas vezes se fosse necessário, até que ela me largasse e prosseguiria com minha estratégia. Se ela tentasse me atingir com algum golpe corpo a corpo, eu colocaria um dos meus membros na direção do ataque para absorver o impacto. No caso de meu braço ferido, eu rangeria os dentes antes de enrijecer meu braço, para agüentar a dor. Se possível, tentaria me esquivar de seus ataques, durante a minha investida, para não perder o ritmo, mas se não fosse o suficiente, tomaria uma das medidas citadas anteriormente, escolhendo as que fossem mais adequadas.

Se não conseguisse cumprir meu propósito ou ela continuasse de pé, eu me afastaria e prestaria atenção para tentar bloquear qualquer disparo efetuado contra mim. O propósito de me afastar repentinamente era dar um espaço para que o Terumi pudesse agir. Não é de meu feitio, mas acredito que ainda não sou forte o suficiente para deixar tais oportunidades passarem.

Bom... Agora é só esperar e rezar. Tenho certeza que ninguém dentro desse quarto tem vontade morrer, por isso, devo esperar que  o melhor final aconteça...

NPC ACOMPANHANTE:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptySab 19 Maio 2018, 22:53




Os marinheiros da Grand Line!


  • Lars


Os arcos de eletricidade surpreendiam até mesmo o próprio Lars, que se via tentando reproduzir o efeito, mas foi só quando embainhou a espada e a desembainhou novamente, tirando-a da nova bainha, que a aura de eletricidade reapareceu. Rin havia reaparecido, mas com o cinturão de soldados atentos ela nem ao menos teve a oportunidade de ajudar seu companheiro, sendo obrigada a esperar e ver o desenrolar da luta. O jovem Sparkbolt parecia querer se aproveitar da espada fincada no ombro de Dereck, entretanto sua estratégia logo foi para o ralo, pois o homem logo retirou a lâmina do seu corpo e a jogou no canto do navio. Desse modo, a estratégia teve que ser refeita, e de um jeito ou de outro, o sargento avançou.

Com a luva já frouxa em sua mão, a aproximação rápida que fez de Dereck se seguiu de um lançamento da luva na direção do rosto do mesmo, e assim que o mesmo se desviou do couro que voava em sua direção, Lars pisou com tudo no pé direito do mesmo. Por um instante o falso tenente travou com a pontada de dor profunda que subiu pela sua perna, mas antes que Lars pudesse usar sua espada para atacar a outra perna ele torceu a perna presa e conseguiu se soltar e se afastar, mesmo que com o pé bastante dolorido. - Filho da puta...

Mas não houve trégua, e logo o marinheiro estava avançando novamente. Com a lâmina apontada para frente, ele esperou que o adversário se esquivasse, jogando o corpo para o lado esquerdo, e redirecionou sua trajetória para dar uma ombrada, que acertou com tudo o peito do homem, que perdeu o folego e teve que recuar, já bastante irritado. Dessa vez, entretanto, foi a vez de Dereck avançar, mas não contra Lars: contra a parede. Abrindo caminho pelos soldados, ele usou da parede como apoio para dar um salto alto, girar verticalmente e acertar um chute voador fulminante contra Lars.

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Percebendo o que ia acontecer, Lars colocou a sua espada acima da cabeça para defender o golpe, entretanto ele foi tão poderoso que quebrou a defesa. O choque da perna com a lâmina da espada gerou um corte feio na perna do impostor, mas da mesma forma Lars havia se ferido com o ataque. O impacto foi com tudo em sua cabeça, que tremeu, ficou tonta e quase o fez desmaiar, indo ao chão. Seu supercilio esquerdo estava cortado, e sua consciência agora turva voltava aos poucos ao normal. Dereck também estava muito ferido e tinha dificuldade de se manter de pé: um dos pés estava doendo devido a pisada de Lars, e o outro estava com um corte profundo devido ao semi-bloqueio do mesmo. Mesmo assim, ele estava de pé.

Entretanto, antes que ele comemorasse vitória, um tiro ressoou- acertando a perna esquerda de Dereck e fazendo-o perder o equilíbrio e cair no chão. - Arturo De La Costa, você está preso. - Um homem com uniforme de capitão subia no navio, com uma pistola em uma mão. Seu rosto era rígido, e portava um cavanhaque no queixo. Os soldados do navio se surpreenderam quando outros soldados começaram a embarcar e algemar o falso Derick, enquanto o capitão ajudava Lars a se levantar. - Você levou um golpe feio, mas fez um bom trabalho em deixar aquele ali ocupado. - Um dos soldados se aproximou do homem, meio apreensivo.

- Ahn, senhor? Esse dai também é um criminoso. Ele estava junto do falso Dereck. - O capitão olhou surpreso para o soldados e então soltou uma gargalhada. - Não, não. Esse aqui recebeu a missão direta de impedir que o Arturo conseguisse libertar o prisioneiro. Ele não é nenhum traidor. - Os soldados pareciam muito confusos, mas decidiram não questionar um superior. Assim, vários dos novos soldados que haviam embarcado começaram a entrar no navio para vasculha-lo e ir atrás da segunda traidora.

  • Magnus e Terumi


Magnus, Terumi e Mayu estavam sozinhos no quarto contra Victoria, e a medida que a batalha passava o embate parecia mais equilibrado. Ambos os lados estavam feridos, e seria preciso mais do que aquilo para se declarar uma vitória. Deixando sua paciente para trás, Rin avançou contra a pistoleira tentando acertar sua lâmina em seus tendões, mas ela era mais rápida e conseguia evitar os golpes sucessivos do mink. Aproveitando um instante para contra-atacar, ela apontou sua arma para o caideo e disparou contra ele, que tentou bloquear, mas a bala se alojou em seu antebraço esquerdo, fazendo o sangue fluir e a dor subir por seu braço.

Magnus também tentou avançar, tomando cuidado para não atrapalhar seu companheiro, Fazendo pressão contra ela, que precisava desviar dos golpes sucessivos, chegou um momento que a mulher ficou contra a parede, e nesse instante Magnus pisou com força no pé dela e desferiu um corte contra ela, tentando usar o pisão para que ela não se esquivasse. Entretanto, mesmo com o chute no pé ela conseguiu se abaixar a tempo de evitar a lamina, e, apontando uma de suas armas para cada um dos dois, efetuou dois tiros, O primeiro acertou a perna esquerda de Magnus, fazendo ele se desequilibrar e quase cair e o segundo acertou a panturrilha direita de Terumi, que havia se afastado novamente, de modo que não voltasse para a luta.

Victoria efetuou um rolamento pelo chão do quarto, se afastando de Magnus, e estava prestes a se levantar para atirar novamente contra os dois quando a porta repentinamente foi arrombada, sendo arrancada com brutalidade das dobradiças com o que parecia um aríete e vários soldados entraram no quarto. Diferente dos que estavam no navio, esses traziam um símbolo novo além do da marinha, com as letras WL. Victoria tentou se virar contra eles para revidar, mas eles não perderam tempo e atiraram com tudo contra seus braços e pernas, fazendo ela largar a arma e cair no chão. Um deles se aproximou e algemou ela: Pelo visto haviam conseguido, deixaram eles ocupados temo o suficiente para que chegassem na ilha e os reforços ajudassem.

Entretanto os três estavam feridos devido às balas de Victoria, digo, falsa Victoria, e apesar de aparentemente já terem chegado na ilha e aquele pesadelo ter acabado, enquanto viam a mulher ser arrastada para fora do quarto e em direção do convés, os três sabiam que precisariam de ajuda para tratar daqueles ferimentos.



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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptySeg 28 Maio 2018, 18:48

What a Wonderful Arrival!

... :v:
 





O ar carregado de sal fazia com que as minhas feridas palpitassem. Meu corpo já clamava por misericórdia, o que ia contra meu espírito. Acho que isso é um sinal que eu exagerei bastante... Bom... Pelo menos meu esforço gerou resultados! O que me incomoda agora é essa vitoria rasa contra a suposta tenente, mas estava aliviado por aquilo ter acabado, pois odeio ter que enfrentar atiradores. Frustra-me ver o como eles conseguem tanto poder sem ter o mínimo de esforço ou técnica, mas também não posso dizer muito já que não tenho a única coisa que é necessário para ser um atirador: Pontaria.

De qualquer forma, eu havia quase me esquecido de que não poderia terminar o dia sem buracos em meu corpo e já que o embate em questão era pra defender a Mayu, eu não fui milagrosamente salvo pela sua graça quase angelical. Bom! Pelo menos conseguimos completar nosso objetivo e mesmo que a missão não tivesse completa, eu já sentia que tava pronto pra férias.

– Bom trabalho, Terumi. – Já que ele me acompanhou durante meu desespero e na batalha, mesmo que tenha pedido para que ele ficasse de fora, ele me auxiliou da forma que pode, por isso, ele merece reconhecimento.

Bom! Primeiramente, eu caminharia até a minha querida Agnis, a pegaria e guardaria tanto ela quanto o Aldebaran em suas respectivas bainhas. Depois disso eu me sentaria perto da Mayu.

– Sabe... Mayu... Eu queria me desculpar por não ter cuidado de você no meio dessa bagunça, me descuidei por ter focado me focado muito na situação eu não fui capaz de proteger você. Também devo desculpas a você e o Terumi, pois... Ao imaginar que eles pudessem ter feito algo de ruim com você, eu me desesperei e acabei nos colocando nessa situação... – Eu daria uma breve pausa.

– Bom! Já que sou um cavalheiro e devemos dar prioridade a quem está ferido a mais tempo, vou deixar vocês dois se entendendo por aqui e enquanto isso, vou chamar o pessoal do QG para nos dar uma mãozinha com esses ferimentos. – Me colocaria de pé e partiria num passo acelerado para o convés, buscando o Lars. Pra ser bem sincero, sei que tratar minhas feridas é algo necessário, mas bem lá no fundo, eu queria adiar o meu tratamento. Mesmo depois de tudo que rolou, ainda não gosto muito de médicos...

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Assim que encontrasse o sargento Lars, eu me aproximaria e diria: – Bom! Os dois impostores foram capturados e nós alcançamos a GL junto do detento. Missão mais do que cumprida! Toca aqui! – Eu exclamaria e esticaria minha mão no ar, com a palma aberta e bem exposta, enquanto fecho meus olhos, expressando um grande sorriso. Ficaria com ela esticada até que meu “Toca aqui” fosse correspondido. Se ele não parecesse estar bem à vontade ou tentasse bancar uma de durão, eu diria: – Vamos... Os mocinhos venceram... Podemos comemorar agora... – Mas caso ele simplesmente se negasse a cooperar com o meu toca aqui, eu simplesmente diria bem baixinho: – Ainda vou conseguir... Algum dia...


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– Mas enfim! Estou feliz que você não estava errado e grato, pois sem você, poderíamos estar todos presos ou pior... Então eu sinto muito por ter desconfiado de você no inicio e... Espero que as duas balas que levei sejam o suficiente para lhe mostrar que você realmente me convenceu... Heheheheh... – Eu coçaria minha nuca por nervosismo pela piada de mau gosto. – Mas agora é sério, não querendo abusar de sua disponibilidade, mas poderia contatar uns médicos do QG dessa ilha pra poder cuidar de uns ferimentos? Eu até iria, mas não acho que seria bom para minha saúde, é bem possível que isso possa agravar os ferimentos ou algo assim. – Eu prosseguiria, terminando com um sorriso mais leve. Se por acaso eles já estivessem no barco, eu simplesmente diria: – Olha só! Que coincidência! Parece que você não vai ter que se dar o trabalho! Com licença. – E iria em direção aos médicos. Se ele partisse em busca do que eu havia pedido, eu simplesmente procuraria pelo Terumi e o acompanharia, esperando a minha vez para ser tratado...

Se o ferimento de bala não permitisse o tratar a mim e a Mayu, eu lhe diria: – Não precisa se esforçar, os médicos do QG estão vindo então só faça o que você puder e descanse. – Eu então me encostaria e aguardaria o Terumi terminar ou os médicos chegarem pra nos remendar e se eles já estiverem presentes no barco, eu simplesmente os guiaria até o Terumi e a Mayu.

Assim que estivesse pronto pra outra, eu me levantaria e partiria em busca de minha bagagem e logo depois, buscaria um oficial da ilha em questão para reportar os acontecimentos da missão, oficializando a conclusão de nossa missão.

Eu então retornaria para o lado da Mayu, eu não queria que algo acontecesse enquanto eu não tava olhando

– Não quero que algo aconteça enquanto você não estiver presente... Por isso, a partir de agora, não vou sair do seu lado... Então... Aonde iremos...? – Eu questionaria e a seguiria a partir disso, sem pensar muito no caso, já que essa era a maneira indiscutivelmente mais efetiva de manter ela a salvo.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptySex 01 Jun 2018, 16:52

No Olho Da Tempestade - Parte VI (Fim)

Conforme via uma ilha se formando no horizonte, Wonderful Land acreditava eu, mais eu sabia que de um jeito ou de outro, aquela luta não duraria mais muito tempo. Meu objetivo ali não era vencê-lo, embora conseguir esse feito fosse muito útil, mas sim segurar ele naquele confronto até os reforços chegarem. Como eu havia comunicado para Rema-Cu avisar o pessoal de Wonderful do ocorrido, eles provavelmente já estavam cientes de que eu não era traidor, e se eu desse sorte já estariam esperando o barco ancorar para terminar de prender os dois. Por mais que eu estivesse cuidando de Derek ali, eu não sabia o que se passava com Victoria, Teru e Gê, no pior dos casos a falta tenente já poderia ter matado eles, matado os soldados que foram atrás e libertado o prisioneiro, e nesse caso a missão seria um fracasso, por mais que um deles fosse capturado. Assim, eu sabia que ainda teria que focar na derrota do meu oponente, para dar espaço para mais soldados fossem se juntar a busca.

O combate continuou, e, diferente de antes, eu consegui tomar a ofensiva. A eletricidade que minha espada estava gerando, que agora sabia ser por causa da bainha que Rin havia me presenteado, ainda me eram exóticas, por assim dizer, mas por meu oponente não parecia muito surpreso com os raios que crepitavam no metal, e se parasse para pensar, ele também não estava antes, o que me fazia pensar o quão comum aquele tipo de coisa era. Infelizmente eu sabia que não poderia perder ainda mais tempo preocupado com isso, e assim que vi elas voltando após ré-desembainhar a espada, iniciei minha sequência de ataques. Eu já havia entendido em parte o tipo de luta de Derek e agora só precisava tomar cuidado para evitar dar brechas exploráveis pelo seu nicho de combate. Aos poucos eu estava conseguindo o fazer recuar, mas acabei falhando por estar confiando demais no meu potencial de vencer aquela luta graças aos golpes que havia conseguido desferir, e acabei dando uma brecha para que ele tivesse tempo de contra atacar. Com um salto, Derek projetou sua perna acima de minha cabeça, e por mais que eu tentasse bloquear com a espada, seu chute acertou minha cabeça tudo e o mundo escureceu.

Aos poucos minha visão começou a clarear, como que se estivesse saindo da escuridão, e a dor do ataque finalmente me atingia. Minha cabeça doía pela porrada, e ao tentar me levantar, me dei conta que eu estava tão tonto que o mundo girando parecia que ia me fazer cair, mesmo que eu já estivesse caído. Sabe, essas coisas bizarras que se depara hora ou outra. Infelizmente naquele estado não havia muito o que fazer contra Derek, mas nem cheguei a precisar o fazer, porque assim que consegui olhar para meu oponente com um mínimo de qualidade, ouvi um tiro ressoando, o atingindo o mesmo na perna e o derrubando, junto do anunciaremos da sua prisão. Já não era sem tempo daqueles lerdos chegarem com os reforços; se Derek tivesse conseguido fugir, não teria sido por falta de tentativa minha de impedir. É claro que eu sabia que não deveria falar aquilo, mas a vontade era grande, e de qualquer modo era muito mais prazeroso ver aquela linda cena da prisão do Derek, digo, Arturo De La Costa. Aquele desgraçado otario cuzão finalmente estava tendo o que merecia, e eu torcia pra ele apodrecer na cadeia. Logo em seguida o capitão se aproximou de mim para me parabenizar, o que garantiu menos reclamações por minha parte. Infelizmente, como tudo que é bom dura pouco, instantaneamente um dos soldados se auto-invocou das profundezas do inferno para dizer que eu era traidor. Caralhos voadores gigantes, a porra do capitão veio me parabenizar e eles ainda acreditam na mentira? Pelamor da divindade superior, eles eram mais burros do que eu imaginava, e precisaram que o capitão explicassem, e mesmo assim ficaram confusos. Por essas e outras que eu tive que me auto acusar, de tão idiotas que eles eram. Me levantando, bem puto com aqueles soldados, levantei a voz - Ô, SEUS FILHOS DA PU_ - Mas percebendo que havia um superior do lado, rapidamente substitui a conclusão da frase - _MÃE! SERIO QUE NENHUM DE VOCÊS ENTENDEU AINDA? ENTÃO EU EXPLICO. EU SABIA QUE VOCÊS NÃO IRIAM ACREDITAR QUANDO CONTASSE QUE ELE ERA UM IMPOSTOR PORQUE IRIAM ACREDITAR NA PALAVRA DO SUPERIOR MAIS ALTO, ENTÃO TIVE FINGIR SER UM ALIADO IMPOSTOR DELE ENTREGANDO O PLANO! NÃO SERIA NECESSÁRIO ISSO TUDO SE VOCÊS NÃO FOSSEM RETARDADOS E PARASSEM PARA PENSAR POR DOIS SEGUNDOS! - E então me viraria novamente para o capitão, mais calmo por desabafar - Bom, isso resume a situação. Agora eu realmente preciso de um descanso - e logo algo vermelho aparecia no canto superior da minha visão, descendo pela minha testa, e com uma rápida verificada vi um dos motivos da minha testa estar doendo - E acho que de um médico também, ainda tô meio zonzo da porrada do Arturo - E então iria me sentar e deixar o capitão que não se apresentou fazer o trabalho dele.

Me sentaria em algum lugar após pedir para Rin procurar algum médico para tratar do meu ferimento e de pegar devolta minhas espadas, enquanto pressionaria o mesmo com a mão para tentar reduzir o sangramento. Infelizmente a paz durou pouco, e logo uma figura conhecida se aproximou. Ver Gê se aproximando ao mesmo tempo me aliviava e me irritava, porque por mais que eu estivesse com certa preocupação com eles, naquele momento eu não estava afim de muito papo. Por outro lado, o analisando melhor, enquanto ele iniciava a conversa, percebi que quem precisava mais de descanso e tratamento era ele - TOCA AQUI DE CU É ROLA, VOCÊ TÁ COM DOIS ROMBOS, FILHO DA PUTA - Diria, me levantando quase que em um salto, segurando a mão que ele havia extendido e puxando ele em direção ao time de apoio de Wonderful Land, em busca de médicos. Minha perna ainda doía um pouco por causa de uma porrada do Arturo, mas não a ponto de atrapalhar tanto. Enquanto Gê dizia sobre eu estar certo, cada vez eu ia ficando mais impaciente, e quando falou dos tiros como prova da confiança dele, elevei a voz denovo - ÔÔÔ, CARALHO, EU ESTAVA PREOCUPADO COM VOCÊS, ARROMBADO. VOCÊ TINHA SUMIDO DO NADA COM DOIS IMPOSTORES POSSIVELMENTE QUERENDO DAR UM SUMIÇO EM VOCÊS E DEPOIS VOLTA COM DOIS CUS EXTRAS! - Dizia, mas quando ele pediu para eu ir buscar sozinho o médico, revirei os olhos e falei, dessa vez mais baixo - Tá. Vai se sentar antes que eu mesmo te derrube, para parar de forçar essa perna - E então partiria a busca de médicos. Caso não os encontrasse, mas encontrasse tenentes ou o próprio capitão de antes, perguntaria - Ei, você sabe onde tem médicos? Um companheiro meu tá fazendo cosplay de queijo com dois tiros na perna e no braço - E caso me indicassem onde estavam iria até ele(s). Caso os encontrasse, perguntando sobre eles ou encontrando os que possivelmente Rin havia ido buscar, iria até eles pedir ajuda, acenando para Rin rapidamente em agradecimento se ela os tivesse trazido - Da licença, tem um sargento precisando de atenção médica. Um dos impostores achou que ele ficaria bonito fantasiado de peneira, e criou uns buracos extras ele. Da pra ir lá ajudar? - Caso algum(ns) fossem, e outro(s) decidissem tratar meu corte na testa, ficaria lá esperando, quando então seguiria revolta até onde Gê estava. Caso não fossem me tratar mas fossem atras de Gê, iria também. Caso pedissem para esperar, seja por cuidar de outra pessoa ou para cuidar de mim antes, eu voltaria a falar - Esperar o caralho, ele tomou dois tiros, porra! - Querendo dar prioridade ao tratamento dele. Caso eu fosse até ele depois de ser tratado ou junto dos médicos que fossem o auxiliar, diria - De nada, queijinho - E faria um adendo caso Rin houvesse trazido eles -Sorte que a Rin já havido ido atras dos médicos - E então voltaria a me sentar. Caso ainda não houvesse sido tratado, esperaria terminarem com Gê para que ajudassem como sangramento da minha testa. Ao final, esperaria o desembarque final do navio, ou quando o pessoal fosse sair, para pegar as minhas coisas e sair junto. Nesse caso, iria para o QG em busca de uma instalação para deixar minhas coisas.  
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptyDom 03 Jun 2018, 16:43


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XXII
.

Acabando por ser alvejado durante o combate e sendo incapaz de auxiliar o seu companheiro da marinha a resolver o problema dos traidores secretos, tudo parecia correr mal até que por obra do destino ou talvez um bom sentido de oportunidade, uma enorme quantidade de reforços entrava pela porta e punham um fim ao combate de forma imediata. Parte de si ainda receava que eles não soubessem identificar quem era o invasor e quem era do grupo, mas tudo se resolvia de uma forma ou de outra, deixando os três marinheiros feridos naquele pequena pequena secção do navio. Olhando para Magnus e para Maya com uma expressão algo confusa visto que tudo aquilo tinha começado com o estranho duo a resgatar a moça desaparecida e acabou com o grupo sendo resgatado por mais marinheiros, algo que lhe levava a questionar se as suas reputações iriam ser postas em causa ou seriam prejudicadas com toda aquela situação.

— Bem, pelo menos tudo acabou bem. Já fui esfaqueado e alvejado e ironicamente quando penso que sofri a pior sensação imaginável, o destino tende em me contrariar. Mas enfim vocês estão bem?

Enquanto se sentava no chão, ainda com o braço meio imóvel tendo em conta o facto que ser alvejado era uma sensação bastante desagradável e sempre que o mexia doí-a-lhe imenso, Rin retirou o seu kit de primeiros socorros da sua mochila e de forma imediata começou a tratar dos seus ferimentos. Normalmente o seu dever era tratar dos feridos com maior prioridade possível mas tendo em conta que se ele não conseguisse mover ambos os braços, a sua capacidade médica era altamente prejudicada. Arregaçando a manga da camisa do seu uniforme, a mesma camisa branca que estaria provavelmente manchada com sangue, o mink usaria uma pinça para cuidadosamente retirar o projéctil que estava alojado no seu antebraço, fazendo questão de colocar algo na boca para puder morder alguma coisa que lhe permitisse combater a dor.

Assim que a bala estivesse removida, o próximo passo era obviamente desinfectar com algo (provavelmente a parte que iria doer mais) e de seguida iria rapidamente pegar num pedaço de linha e agulha para fechar o buraco. Tendo em conta que se tratava de um mero tiro, ele tinha quase a certeza que uns meros dois ou três pontos eram mais que suficientes para tapar o ferimento e em cerca de uma semana ou duas ele já estaria totalmente curado. Por questões de segurança faria questão de colocar uma ligadura a volta do antebraço de modo a garantir que qualquer tipo de sangue que acabasse por escorrer era restrito, assim que terminasse iria respirar fundo e encarar o grupo com uma expressão de alivio no rosto.

— Felizmente sou ambidextro pois caso contrário trabalhar com apenas uma mão é complicado. - comentou numa triste tentativa de criar humor

Tossindo de leve, sabendo que a piada era simplesmente péssima limitou-se a fazer a única coisa que era bom e procedeu no processo de recuperação de Maya visto que o Terumi tinha quase a certeza que Magnus iria se recusar a ser tratado antes da sua "amada" ou "companheiro" ou seja lá qual fosse o termo que os humanos usavam para se referir a pessoas de quem gostavam. Visto que Maya já estava a sangrar a um bom bocado, a sua primeira acção era desinfectar as ferramentas que iria usar visto que se tratava de um kit de primeiro socorro ou seja uma pequena caixa para emergência e não um hospital portátil, de seguida o importante era desinfectar o ferimento da tal moça visto que os seus conhecimentos médicos confirmavam que quanto mais tempo um ferimento estava exposto ao meio ambiente, maior era a possibilidade de infecções ou simplesmente de pior. Retirando o provável projéctil que também estaria alojado no ombro (ou parte do corpo afectado) e de seguida coser o ferimento com o cuidado e eficiência que tinha sido instruído. Tendo em mente que os ferimentos teriam que ser inspeccionados novamente pelos respectivos médicos oficiais da marinha, logo apenas colocaria um penso sobre a zona e desejaria uma boa recuperação a moça antes de proceder novamente para a desinfestação dos pequenos utensílios que tinha.

— Pronto isso deve servir por agora, creio que vamos receber melhores cuidados lá com que aqui comigo e um kit de emergência. Magnus é a sua vez...

Aproximadamente por esta altura era muito provável que o outro parceiro do grupo viesse a sua procura e a primeira coisa que o cachorro faria era manda-lo ficar longe, calado e não o perturbasse enquanto estava a falar, um aviso que seria feito apontando a pinça ou talvez um bisturi na sua direção. Tendo em conta que Magnus tinha sido alvejado duas vezes e um dos tiros tinha sido numa zona que continuou em movimento, parte de si termia que a bala tivesse se introduzido um pouco mais fundo no músculo do que fosse esperado no entanto não era nada que não pudesse ser revolvido com um pouco de atenção e consciência. Assim que tivesse concluído os seus pequenos cuidados, algo que não iria demorar muito tempo porém o cachorro orgulhava-se do trabalho que fazia e queria certificar-se que a próxima pessoa que pegasse num dos seus "pacientes" ficaria surpreendida com o seu trabalho ou no mínimo teria pouco trabalho a fazê-lo. Restava-lhe agora arrumar as suas coisas, pegar as suas belas katanas visto que ainda eram os seus meios principais de combate e por último arrumar o kit de primeiros socorros pois não sabia se iria receber outro tão cedo, com tudo pronto era agora hora de seguir o grupo e socializar ainda agarrado ao braço devido as dores e a falta de um analgésico no kit.

Objectivos:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptyQui 07 Jun 2018, 22:25




A nova ilha!


  • Todos


Os soldados de Wonderful Land entravam aos montes no navio e logo ambos os piratas eram rendidos. Pouco tempo depois de Arturo ser algemado e tirado do navio sob as ordens do capitão que havia aparecido, Victoria também reapareceu, sendo carregada pelo convés algemada e tentando lutar para fugir, mas sem sucesso. - É, parece que tudo deu certo no final. - Comentou o superior, após Lars ter mandado a real para os soldados que ainda não havia entendido o que havia acontecido. - Parece que Thor soube mesmo escolher os recrutas, vocês tem potencial. Não é qualquer um que enfrenta Arturo e Alejandra e sai vivo para contar a história. Esses dois estavam sendo procurados pela marinha há muito tempo. - O homem se virou mais uma vez para ver Alejandra ser levada para fora do navio. - Mas você precisa de tratamento médico. Esse corte no supercílio está sangrando bastante.

Simultaneamente, Terumi, Magnus e Mayu finalmente podiam descansar depois da batalha contra a falsa Victoria, mesmo que os ferimentos os incomodassem bastante. O mink pegava se kit de primeiros socorros para tentar tratar de seus ferimentos por si só, mas aquilo era obviamente não era uma boa ideia, e além de não conseguir remover a bala, havia aumentado o sangramento. Magnus, apesar de bem ferido, parecia não se importar com a dor intensa e perda de sangue, pois logo se levantava e saia da sala. O sargento havia tentado falar com sua companheira, mas ela já estava muito fraca com a perda de sangue e havia desmaiado, por isso ele ia atrás de médicos. Alguns passos para fora do quarto e ele via alguns enfermeiros vindo, o que significava que Mayu ficaria bem, mas mesmo assim ele seguiu caminho.

Terumi e Mayu, que ficaram no quarto, viram enfermeiros chegando logo após a saída de Magnus, e eles logo começaram a fazer o tratamento imediato dos ferimentos, o que se provou muito mais eficiente do que o mink cuidar dos próprios ferimentos. Balas eram retiradas, ferimentos fechados e curativos eram aplicados. Mayu, que estava em uma situação mais delicada, eram levada em uma maca para fora para receber um transplante de sangue.

Magnus, do lado de fora, encontrava Lars, que tinha uma reação compreensível sobre a situação do companheiro. Chamando um medico entre os marinheiros da ilha, um grupo de 3 enfermeiros vinha cuidas dos ferimentos de Magnus e Lars, assim como haviam feito com Mayu e Terumi. Os dois viam Mayu sendo levada em uma maca para ser melhor tratada na enfermaria do Qg, enquanto o Rin vinha também, com um pouco de dificuldade, mas já tratado e enfaixado. - Lars, desculpa por não ter te ajudado na luta, mas quando cheguei ela já tinha começado, e não queria estragar seu disfarce. Eu... - Rin comentou, se sentindo meio culpada, mas logo foi interrompida pelo capitão da marinha que havia embarcado no navio e capturado os dois criminosos.

- Vocês cinco fizeram um ótimo trabalho impedindo Arturo e Alejandra de levarem o prisioneiro. Acabei de voltar da cela dele, e parece que ele está bem e não aconteceu nada. - Olhando para trás, os quatro puderam ver o cientista sendo levado, com as mãos algemadas, por três soldados e dois sargentos. Ele, ao contrário dos outros dois, parecia não resistir, e ia sem nenhum transtorno. - A missão está cumprida. - Em seguida, ele se virou para Lars. - Thor me falou sobre a sua... Personalidade forte, e pelo visto ele não estava exagerando, mas você se mostrou competente no cumprimento dessa missão, e com a indicação de Thor, acredito que você está apto a se tornar um tenente. - O homem estendeu a mão para cumprimentar Lars. - No QG você pode solicitar seu novo uniforme, e avise que é a mando do Capitão Beethoven. - Se virando, todos os soldados já começavam a descarregar e descer do navio. - Vamos, é melhor que vocês descansem depois dessa viagem. Temos quartos vagos no QG.

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptySeg 11 Jun 2018, 22:09

Terra Das Maravilhas - Parte I

Depois que chamei os médicos para tratar os ferimentos de Gê, e de quebra vieram tratar os meus, finalmente tive um tempo para pensar. Aquela chegada em Wonderful Land marcava o fim da nossa jornada nos pacatos blues, e o início da nossa jornada pela Grand Line. Rin e eu há muito tempo havíamos combinado de navegar por aqueles mares, ir em ilhas desconhecidas, descobrir aquele mundo que apenas víamos em livros; mas agora que finalmente havíamos chegado lá, era... Bem, estranho. O fato de termos completado esse objetivo tão rápido me deixava sem saber o que fazer, quase como quando se tem um sonho distante e irreal, e acaba avançando o mesmo de verdade, mas em uma escala menor. Nós só havíamos falado sobre chegar na Grand Line, mas o que mudaria agora que estávamos aqui? No final acabaríamos tendo que continuar agindo em nome da marinha e fazendo missões, mas eu realmente esperava que se fosse para fazer isso, que ao menos as ilhas fossem mais interessantes do que um pedaço de terra com uma pequena cidade mal-desenvolvida. Meus pais já haviam me falado sobre algumas de suas expedições, o que provavelmente significava que, uma vez que chegássemos em uma patente alta, poderíamos parar de nos preocupar em fazer missões, e passar a repassar e comandar elas. Provavelmente teríamos mais autonomia, mas as responsabilidades aumentariam, e ainda teríamos um longo caminho pela frente até lá.

Me tirando do torpor dos meus pensamentos, Rin se aproximou para falar comigo, e logo começou a se desculpar. Eu não estava com raiva de Rin por não ter me ajudado, e muito menos achava que ela havia feito algo de errado, é pretendia deixar isso bem claro. Isso mesmo, pretendia, porque antes que eu pudesse falar, aquele puto daquele capitão nos interrompeu, ele vinha elogiar meu desempenho na missão, enquanto eu, impaciente, só pensava em falar com Rin. Eu não estava muito interessado no que ele dizia, e já estava quase passando a o ignorar e voltar a falar com minha companheira, até que ele conseguiu chamar minha atenção. Eu iria ser promovido para Tenente. Ao que parecia, Thor havia me recomendado para ser promovido, mesmo com minha "personalidade forte", que são palavras bonitinhas para "sai xingando todo mundo a torto e a direito, além de não seguir ordens", o que mostrava que aquele grandalhão brutamontes conseguia ser fofo; não era por acaso que ele conseguia aguentar meu acessos de raiva. Por outro lado, a parte de ter me saído muito bem na missão... Eu não concordava muito. Eu basicamente havia tomado uma surra do Arturo, e dizer que eu ter sobrevivido nem era argumento, porque se o reforço não tivesse chegado eu provavelmente teria morrido. Na verdade, parando pra pensar, nenhuma das minhas lutas na marinha até aquele momento foram vitórias justas. Na admissão, eu passei porque acertei a perna ferida do avaliador; na missão em Wars, eu só consegui prolongar a luta até os reforços chegarem; na primeira missão em Shells, eu só venci porque meus dois oponentes se atrapalharam e eu consegui usar um como escudo humano contra os golpes do outro; na segunda eu só venci por descuido do meu oponente; e agora em Wonderful Land, eu havia apenas me mantido vivo até os reforços chegarem, novamente. Embora em todas as missões eu tivesse lutado em desvantagem numérica ou contra inimigos mais fortes, era bem decepcionante de perceber que eu mal havia vencido batalhas limpas até ali. Eu refletia se realmente merecia me tornar um tenente, quando percebi, porque diabos um marinheiro precisaria jogar limpo só por ser do "lado do bem"? Se eu vencia ou sobrevivia com táticas sujas e desleais, porque isso não poderia ser considerada uma vitória? Só força não vale de nada, saber contar com ajuda, saber explorar as fraquezas dos oponentes, saber lutar sujo como eles, esse tipo de sagacidade era necessário para sobreviver, em especial nesses mares em que entrava agora. Arturo não havia ficado surpreso com uma espada crepitando em eletricidade, o que indicava que já havia visto coisas assim, e talvez piores, e só força não seria o suficiente para enfrentar coisas como essa, mas as verdadeiramente perigosas.

Com a determinação revigorada, eu agora entendia a importância da minha sagacidade, mas também entendia o porque de todos os meus confrontos terem terminado como terminaram. Embora eu soubesse agir, eu ainda era fraco, e minha falta de força me fazia depender muito de jogos sujos;eu não podia ficar nesse estado para sempre, e eu precisaria de maiores desafios para isso. Com o ânimo renovado, apertei a mão do capitão - Será um prazer te decepcionar, senhor - Dizia, obviamente brincando. Logo em seguida os soldados começaram a descarregar o navio, e eu finalmente pude ir falar com Rin sobre as desculpas dela de antes. Me dirigiria até ela, e notaria uma das mãos em seu ombro - Rin, sobre minha luta, não precisa se culpar. No momento que eu me usei como bode expiatório para acusar Dereck, digo, Arturio, eu já contava em ter que enfrentar ele sozinho. Você não agiu errado em não me ajudar, longe disso, eu precisava de você fora do conflito se algo desse errado. Como nenhum de nós havíamos te acusado, você podia me ajudar a sair da enrascada se os reforços demorassem, além de poder comandar os soldados em busca da falsa Victoria caso ela continuasse desaparecida. Claro que nada disso foi necessário, mas e se fosse? Mais do que tudo, você respeitou o meu plano é confiou em mim, e é isso que importa. Por isso, eu tenho é que agradecer - Explicava. Claro que ajuda no combate contra Arturo seria muito útil, mas se ela fizesse isso, poderia ser confundida com uma traidora também, e se a falsa Victoria tivesse matado dos outros dois, ela teria caminho livre para fugir. Quer dizer, os soldados ainda estariam atras dela, mas eles são tão bostas que nem contavam - Agora acho melhor descermos do navio, senão vão nos abandonar aqui. Boralá - E então me dirigia a saída, ou iria pegar minhas coisas caso ainda não houvesse pego tudo, e então me dirigiria a saída.

Eu iria ate o QG, seguindo o fluxo de marinheiros, mas não sem observar bem a ilha e a cidade a minha volta. Não queria perder a oportunidade de apreciar a paisagem, ainda mais depois de tanto querer chegar na Grand Line. Quando chegasse no QG, iria até a alfaiateria requisitar meu novo uniforme - Ô de casa? Aqui é o sarg_, quer dizer, agora é tenente, Tenente Lars! Capitão Beethoven me mandou para pegar meu novo uniforme! - Lá, Dária todas as medidas que pedissem, e pegaria meu uniforme. Eu avaliaria bem o mesmo para ter certeza de que era o modelo e tamanho certo, e também o que mudaria do meu uniforme anterior; a cada patente que eu subia, o uniforme ia ficando mais bonito e com mais opções, então era de se esperar que eu tivesse um pouco mais de engajamento com relação ao mesmo. Após conferir tudo, iria para o vestiário tomar uma ducha, a batalha e os ferimentos haviam me deixado sujo de sangue, suor e poeira, e eu não queria vestir um uniforme novo estando imundo. Lá, lavaria bem meu corpo, evitando muito contato com as áreas feridas, que ainda doiam ou com risco de sangrar, o que acarretaria em uma duchada mais lenta. Caso nada de diferente ou inusitado ocorresse durante nenhuma dessas estampas (buscar roupa e tomar banho), poria o novo uniforme e iria em busca de Rin, além de Gê e Teru, porque pretendia perguntar o que exatamente havia ocorrido quando sumiram no navio, já que não tive a oportunidade de perguntar antes.
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptySex 15 Jun 2018, 14:57


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XXIII
.

Começando os tratamentos, o mink tinha o azar de se magoar no meio do processo pondo em causa a sua tentativa medicinal, felizmente chegavam os reforços da marinha e assumiam a situação de modo a que Rin pudesse evitar piorar a desgraça ainda mais do que já tinha feito no entanto isso eram detalhes alternativos. Os enfermeiros assumiam a situação e o cachorro ficava calado visto que tinha quase a certeza que já tinham chegado ao seu destino pois aquela estupida sensação canina que tinha sempre que estava num meio de transporte em movimento tinha desaparecido. A dor era estupidamente superior ao que sentia antes e parte de si esperava sinceramente que parte de si tivesse simplesmente esperado um pouco antes de começar, obviamente não lhe era possível ler o futuro e descobrir quando chegaria ajuda porém ele tinha quase a certeza que mais tarde ou mais cedo as dores passariam.

—  Hoje não é o meu dia...

Tendo em conta que já tinham chegado e que a sua presença não era exactamente necessária, o Terumi limitou-se simplesmente a arrumar as suas coisas, colocando-as gentilmente de volta na sua mochila, recolher as suas katanas uma vez que era meio estranho voltar para o quartel desarmado e de seguida sair daquele estranho meio de transporte. Aparentemente,  tinham chegado a Grand Line, um local famoso para todos os marinheiros no entanto muito mais perigoso do que o estranho conforto e nostalgia que os Blues ofereciam. Parte de si começa a questionar-se se havia algum tipo de restrição que lhe impedia de voltar numa altura mais parte da sua carreira, no entanto nada disso pouco importava pois agora era essencial seguir os outros ou entrar no quartel da marinha individualmente.

Objectivos:
 
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L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 10 EmptySex 15 Jun 2018, 23:55

At the Grand Line!




Chegamos ao tal lugar nocivo e mortal de que o Thor tinha tanto medo, onde eu jurava que estaríamos sob constante ameaça de morte e... Olha... Minha cabeça ainda ta no lugar e eu ainda consigo andar, o que significa que sou acima da média ou esse lugar não é tão perigoso quanto dizem. Por um lado, prefiro não acreditar que não estou acima da média, pois a pessoa que eu queria tanto proteger teve que ser carregada pra fora daqui, inconsciente.

Pra muitos com quem eu conversava quando novo, a Grand Line parecia a fronteira do extraordinário onde os homens entram como meros pebleus e retornavam para reinar como deuses. Parando pra pensar, eu me encontro bem onde se originaram as lendas que eu tanto lia quando criança... Isso... Significa que eu tenho que ficar forte o mais rápido o possível...

O inimigo é perspicaz e o destino e traiçoeiro, eu não posso contar com outras pessoas para poder aproveitar meu lugar sob o sol. Preciso ser temido e respeitado, talvez eu possa coagir toda a criminalidade que ameaça os cidadãos de bem possam viver sem a presença do medo... Eh... É um papo bem idiota e um objetivo quase absurdo, mas se eu não o fizer quem fará?

Tá, antes de botar esse projeto em ação, tenho que visar as minhas prioridades... Não posso colocar a carroça na frente dos burros. Terei que descansar pra fechar os dois buracos de bala que levei e aguardar a Mayu melhorar. Deve ter umas coisas legais pra se fazer na ilha, talvez devesse apenas desacelerar um pouco enquanto eu me curo e aproveitar esse lugar...

Bom, deixando a baboseira e o falatório de lado... Preciso de um quarto pra poder guardar minhas coisas. Cê sabe... Uniforme, espada, din din... Basicamente tudo que eu posso simplesmente carregar no corpo. Também levaria comigo a bagagem da Mayu, já que no estado em que ela se encontra, duvido que ela conseguiria voltar pra buscar e... Aproveitando a oportunidade, eu daria uma olhada rápida e discreta no que ela tava carregando, só aquela espiada sem abrir muito a mala ou olhar diretamente pra dentro, sabe? Uma olhada sem olhar, só pra eu não me sentir 100% culpado.

Com tudo em mãos, eu então partiria pro QG, em busca do local onde eu pudesse guardar aquele monte de bagagens, tentaria me informar com os soldados e oficias para poder me localizar melhor. Livre do peso extra, eu partiria na busca de um lugar onde eu pudesse tomar um banho sem ser incomodado. Dizem que o estresse e a tensão vão embora junto d’água, espero que isso seja verdade. Me despiria e tomaria um banho rápido, então eu me secaria, me vestiria.  Logo após eu buscaria por uma refeição decente, comer apenas barrinhas em alto mar não é uma dieta tão nutritiva, além de ter ficado bem claro pra mim que só umas 40 dessas satisfaria meu apetite. Por isso eu comeria o máximo que pudesse, sem deixar a gula tomar conta, pois tenho companheiros com quem devo dividir os mantimentos. Comeria o que tivesse em ritmo acelerado, mas mastigando bem para não ter uma má digestão.

Depois de tomar um banho e encher meu bucho, eu sairia em busca da ala médica para fazer companhia para minha companheira. Eu não iria a lugar nenhum sem ela, e também já não tinha muito que fazer, por isso, ficar uns minutos ou horas pra poder recepcionar ela com um sorriso não é algo que vá atrapalhar minha agenda lotada.



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