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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptyTer 10 Abr 2018, 10:43

Human Chess!




  Parecia ser uma benção. Mesmo que eu mostrasse confiança por fora, ou falta dela, eu só queria que aquela situação terminasse. Aos poucos eu sentia que aquele joguete poderia ser o meu fim e o ciclo recomeçaria: Eu seria capturado, torturado e depois teria que lutar contra alguém. Para não abusar da minha sorte, já que sobrevivi nas ultimas vezes que isso me ocorreu, prefiro não me botar nessa saia justa novamente. Por outro lado, pode ser que minha deusa esteja trabalhando esse tempo todo... Então seria melhor da um descanso pra ela.

Por sorte, eles deixaram mais do que na cara que eles não pertenciam ao grupo. Sendo o filho de um falecido marinheiro que vivia viajando entre QGs, eu saberia se tivesse algo tão peculiar no North Blue. Eles não me enganariam tão fácil assim e espero que seja o mesmo caso com os outros marinheiros. Eu só não faço idéia de como fazer essa revelação de forma convincente e com provas... Eu acho que não conseguiria jogar esse jogo psicológico por muito tempo, até por que eu não sou o mais hábil estrategista dos quatro blues, mas sim um moleque que trabalha como soldado da marinha... Além disso, eu já estou começando a sentir certa aversão por eles... Depois dos eventos na minha missão de escolta, eu não consigo aceitar tão facilmente quando tentam me enganar e era bem provável que eles machucaram pessoas de bem para tomar suas identidades.

- Nós precisamos pensar em um meio de os impedir logo, mas eu estou sem idéias no momento. Eu não sei aonde o Terumi foi nem aonde sua amiga foi – Disse o Lars.

- Eu ainda não tenho certeza do que devo fazer, mas caso tenha alguma progresso, eu lhe informarei. – Eu o responderia

- Mas não temos tempo de ficar procurando eles. Eu vou confirmar com o condutor se os tenentes não disseram para mudar o curso, e se eles tiverem, eu venho avisar. Também vou tentar falar com o prisioneiro, mas duvido que eles tenham feito algo com ele, porque correria o risco de um marinheiro notar. Rin, se quiser ficar com o Gê para investigar, sabe onde me achar se quiserem falar algo – Ele arrematou, como se estivesse certo do que estava buscando.

- Heh... Esse jogo de botar a nossa cabeça na guilhotina ta me deixando meio nervoso... Por isso, eu acho que uma mãozinha extra seria uma boa ajuda. – Já que eu não faço idéia de onde está a Mayu. –Ah sim.... Lhe desejo boa sorte e tome cuidado, qualquer erro pode ser fatal. – Eu sorriria, mostrando simpatia. Eu meio que pensei que ele era o suspeito, por isso eu preciso me redimir.

Nesse momento a minha alma estava em chamas e eu queria apenas jogar-los na cadeia para que possam ser esmagados sob o peso de seus pecados, mas não tenho força e nem moral pra simplesmente resolver a situação com uma ação. Por isso o meu plano com uma quantidade de passos indefinida já teve seu primeiro passo concluído! Expor uma farsa! Agora eu preciso tornar todos cientes... Preciso apontar o erro deles e criar rumores... E acho que já sei o que fazer...

Primeiro, eu olharia a minha volta e procuraria por um dos marinheiros que presenciaram o ato e não estavam envolvidos nesse jogo de gato e rato. Eu me aproximaria do individuo, sem demonstrar malicia, como se apenas quisesse trocar uma idéia.

– Se importa se eu lhe fizer companhia? – Eu diria, me aconchegando. Se ele fizesse alguma formalidade por conta de minha patente, eu completaria com: – Não se preocupe com isso, só preciso tirar umas idéias da minha cabeça. Não é nada formal.

Se ele se mostrasse aberto para conversação eu seguiria dizendo: – Eu acho que tem algo de errado com os tenentes... – Com o máximo de discrição o possível e prosseguiria com: – Eles mudaram de idéia com tanta facilidade durante a minha pegadinha e não pareciam nem um pouco confiantes sobre o que estavam falando. Como eles não poderiam ter certeza de algo como o código de vestimenta da marinha? – Eu daria uma breve pausa e continuaria: – Mas isso não é o pior de tudo... Lembro-me que no começo da missão, a central disse que os tenentes estavam tendo um problema para chegar ao QG de Shells... Mas contrariando o que havia sido dito, eles surgiram do nada no meio do porto. Quando eu tento conversar com um deles e se trata de assuntos mais particulares da marinha, eles ficam inquietos... Achava que os tenentes teriam um acesso à informação mais amplo que o meu... Será que eles não são tenentes? Ou pior... Será que eles não são da marinha?

Certo! Assim eu levantaria suspeitas... Caso aquela brincadeira não fosse o suficiente. Além disso, eu esclareceria uma duvida minha! Dois coelhos com uma cajadada! Qual é a duvida? Espere e você vai entender..

Para finalizar a interação, eu diria: – Olha! E-Eu não to acusando ninguém... Só estou incomodado... Espero que você entenda... E muito obrigado por me ouvir. – Eu me levantaria e me afastaria.

Se por acaso a companheira do Lars estivesse ali para me dar suporte, eu partiria para um canto menos movimentado. Eu olharia em volta e assim que tivesse certeza que não havia ninguém pra sequer desconfiar do que eu estava prestes a dizer. Eu então me inclinaria, me aproximando de seu ouvido e diria de forma bem breve, para diminuir os riscos de sermos pegos.

- Preciso que observe o marinheiro com quem eu conversei. Não precisa tentar ouvir as conversas, só preciso que veja com quem ele se comunicou nesse meio tempo. Há uma chance de ele espalhar o que eu disse para outros marinheiros ou informar aos tenentes a informação meio falsa que implantei. Se ele chegar perto do tenente, diga ele que eu preciso falar com ele novamente, mas dessa vez, se trata uma ordem. – Após concluir, eu me afastaria e caminharia para longe dela. Espero que ela entenda a situação, poderia parecer rude por certo ângulo, mas eu não poderia perder tempo, explicando cada detalhe.

Ao assegurar que a primeira parte da tática “Hell Hound” estava em andamento, eu precisava de alguém para me certificar que a Rin não sofreria uma emboscada. Eu preciso encontrar a Mayu! Não só porque eu estou preocupado com ela, mas porque ela é uma das pessoas mais competentes dentro desse barco. Se ela estivesse em bom estado, o esperado, eu lhe passaria um resumo sobre a situação atual, olhando em seus olhos e lhe pediria para ficar de olho na baixinha de óculos e proteger-la se fosse necessário.

Agora eu precisava esperar os frutos de minha investida... Uma investida que parecia um suicídio, já que eu estava colocando meu pescoço diretamente contra a lâmina da guilhotina. Esperando que um dos dois desse a ordem de execução, se denunciando. Eu também manteria meus olhos bem abertos, já que toda a agitação  que eles presenciaram viera de minha parte.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptyQui 12 Abr 2018, 22:04




Busca por provas!

  • Lars


Finalmente eles tiveram certeza que os dois tenentes eram impostores, e agora Magnus acreditava em Lars, mas agora haviam outros assuntos urgentes para se tratar antes de confrontar os dois impostores frente a frente. Separando-se do outro sargento, Lars e Rin seguiram para a sala do navegador, que estava comandando o navio de um gabinete onde estava o timão. Não houve nenhum impedimento para que ele entrasse, e logo pode confirmar se o navio ainda estava em seu curso original. - Não, senhor. Ninguém me falou para trocar de rota, continuamos indo para Wonderfull Land. Por que, era para irmos para outro lugar? - Sem falar mais nada e deixando o homem confuso, Lars se retirou e foi com Rin atras de dois itens. Ele achou facilmente a chave de um armário de vassouras velho, mas o megafone foi um problema. Quem o achou foi Rin, que encontrou um em um armário afastado com itens úteis como varas de pesca, walkie-tokies e pilhas.

Pegando somente a chave, o Sparkbolt seguiu para onde o prisioneiro estava, pensando em tentar obter alguma informação dele, entretanto assim que abriu a porta do corredor com a cela do cientista, puderam ver 4 soldados fazendo a guarda do prisioneiro. O corredor era curto, e haviam somente 4 celas, duas de cada lado, então não era preciso muitos soldados na guarda, ainda mais que somente uma cela estava ocupada. Com eles ali não seria possível fazer o que Lars queria, e Rin percebeu isso pela expressão de seu amigo, então decidiu agir. - Senhores? Venho trazer uma mensagem do tenente Dereck. Como a viagem está bem calma e estamos chegando no destino, ele deicida adiantar o horário de almoço de vocês e pediu para ficarmos aqui enquanto isso. - Os quatro homens se alegraram com a notícia e saíram, deixando as chaves das celas com Rin. - Problema resolvido. Vá fazer o que tem que fazer.

Rin dava o voto de confiança para Lars, agora ele teria que fazer a parte dele. O sargento tentava dar indiretas para ele, mas o prisioneiro pareceu não entender. - Realmente inteligente, mas não tenho ideia do que você está falando. As notícias não chegam aqui embaixo. - Lars fez uma descrição dos dois, mas também não deu em nada. - Nunca vi mais gordos. - Em uma última tentativa, o sargento ofereceu a chave, dando os supostos motivos para que ele a quisesse. - Já disse que não conheço eles, caralho. Está claro que você não é um dos tais disfarçados, não teria inteligência o suficiente para pensar em algo assim, já que nem me ouvir você ouve. Tem muita gente interessada nos meus projetos, então pode ser qualquer um do submundo. Além do mais, essa nem é a chave da sela. As chaves de verdade estão com a bonitinha ali.

Sem nenhuma informação, Lars resmungou e foi saindo. - Lars. - Rin chamou. - Eu falei aquilo para os guardas, então vou ter que ficar aqui até eles chegarem. Pode ir na frente para encontrar os outros, eu já vou. - Entretanto, antes que ele, o cientista o chamou mais uma vez. - Entretanto, se for o que eu estou pensando, tente ver as costas deles. Pode lhe ser interessante. - Em seguida sorriu. - Obrigado, e volte sempre!

  • Magnus e Terumi


Os sargentos já haviam percebido a farsa, entretanto não poderiam fazer nada sem provas, ou ao menos sem instigar a dúvida nos soldados que ali estavam. Rin e Lars haviam ido para outro lugar, e Magnus decidiu espalhar a dúvida ao se aproximar de um soldado e começar a falar sobre os dois tenentes. - Vice tá maluco? Isso é insubordinação! Nosso trabalho não é questionar, e sim seguir ordens. - O jovem tentou amenizar as coisas, mas não deu muito certo. - Se não queria acusar ninguém, que não acuse. Mas não é o que você parecia estar fazendo. - Com um olhar feio, o soldado se afastou.

Logo Terumi encontrou Magnus e lhe repassou o que havia descoberto, o que de fato era uma informação bastante relevante. Tudo se encaminhava de modo que tinham certeza que os dois tenentes eram impostores. Depois de tudo, Magnus decidiu ir atras de sua companheira, mas mesmo rodando o navio ele não a encontrava. Claro que ela não estava quando eles receberam a notícia sobre os tenentes, mas onde ela poderia estar. Os dois sargentos procuraram em todos os quatros e aposentos do navio, mas uma coisa era certa: Mayu havia sumido.



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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptyQua 18 Abr 2018, 10:23

Trying to be a hero




O simples fato de não termos encontrado ela me desestabilizou extremamente. A informação que o sargento Terumi havia me passado não parecia tão relevante perante meu desespero. Tentei não ter idéias ruins sobre o que poderia ter acontecido, mas meu corpo era mais honesto. Minha respiração, acelerada, parecia a de alguém que a momentos estava prestes a se afogar. Cada extremidade do meu corpo tremia e eu sentia um aperto junto de um frio em meu peito que aos poucos me trazia desespero. O fato de eu ter me envolvido tanto nessa caçada e ter me esquecido que ela estava tão exposta foi minha perdição. Eu deixei minha salvadora tão querida cair nas mãos dos mau-... Eu to tão abalado que até o meu papo ta chato e diferente! Mas que droga! Isso tudo é culpa minha! MINHA CULPA! Se eu fosse forte o suficiente eu já teria resolvido isso na base da força, sem me preocupar com que os outros marinheiros pensam! Agora é bem provável que ela já esteja... Não! Não! Eu me recuso a acreditar nisso! Eu só tenho que achar ela! Ela com certeza deve saber o que fazer! Esse navio! Ele é só uma maquina de grande porte feita de madeira! Traçando a quantidade de tripulantes e sua estrutura externa, dá pra saber se tem alguma sala secreta! Graças ao Del Rose e suas aulas chatas de matemática, ninguém nesse navio poderá se esconder de mim... Mas antes de tudo, eu preciso de cobertura! Perfeito! O Terumi está aqui! Ele pode me dar cobertura!

– Sargento Terumi! Preciso que você fique atento e me siga.  – Diria calmamente, controlando o tom da minha voz. – É bem possível que eles tentem nos emboscar se ficarmos sozinhos e provavelmente irei precisar de suas habilidades como médico.

Certo! Lá vamos mais com problemas matemáticos! Primeiro eu traçaria um padrão geométrico juntando uma representação visual do exterior da embarcação e os cômodos que eu havia visitado até agora, incluiria também as celas na parte inferior do navio e a sala de navegação. Droga, guardar isso tudo na cabeça vai ser uma droga! Primeiro eu tentaria me soltar. Sacaria o Aldebaran, o passaria pelo lado de dentro da corda com a lâmina virada pra longe do meu corpo e o roçaria contra as cordas até cortá-las. Tomaria bastante cuidado, já que eu não sou muito habilidoso com minha mão esquerda, poderia acabar me cortando. Assim que estivesse livre, guardaria o Aldebaran em sua bainha, puxaria meu caderno de anotações e anotaria todas minhas observações sobre o navio até agora! Depois disso, eu separaria os locais mais abertos. Ah! Sim, eu não sei desenhar muito bem. Então preciso converter isso em números! Faria uma relação de metros cúbicos para os espaços que eu havia visitado e os que eu não havia visitado. Bom! Agora que já temos uma base... Eu preciso simplificar essa equação e por isso eu visitaria os outros cômodos que eu ainda não tinha visto inclusive a sala dos remos e os cômodos que eu já havia visitado. O meu primeiro e maior palpite seria o andar onde se encontram as celas, é o único local que havia em mente que poder conter-la de forma eficiente. Tentaria não perder tempo, então correria ao máximo, mas tentaria verificar cada detalhe, tentando descartar os espaços de impossível acesso e pouco espaço, como vãos entre o casco e as salas. Também checaria caixas para transportar grandes objetos e coisas do tipo.

Esse é um processo mentalmente cansativo, mas é o mínimo que eu devo fazer para salvar-la. Caso alguém tentasse ficar no meu caminho, eu apenas o empurraria pra longe e prosseguiria com minha busca, mostrando toda seriedade em meu olhar e dizendo: – Não tenho tempo pra conversa... – E caso se tratasse do sargento Lars ou da Rin, eu apenas o explicaria de forma breve que a Mayu havia sumido e voltaria pra caçada.

Assim que tivesse acabado com a exploração do navio, eu incluiria os dados que havia obtido a relação e checaria quantos metros cúbicos por andar haviam sobrado, além de verificar se era o suficiente para acomodar a Mayu com as sua altura de 1 metro e 75 centímetros e.... Errr... Busto bem largo... Se durante a minha busca, algum marinheiro estivesse transportando um recipiente ou objeto de dimensão suspeita, eu o encararia com seriedade e requisitaria com todo carinho: – Posso ver o que você tem ai? – Caso o marinheiro em questão se negasse a atender o meu pedido, eu martelaria a idéia, dizendo: – Não foi muito bem um pedido. – Aumentando levemente a seriedade em meu olhar.

Tentaria manter minha compostura ao máximo, já que não era certo que ela estivesse presa, talvez ela estivesse ocupada com algo... Então se eu a encontrasse acordada, eu lhe daria um forte abraço e aproveitaria para sussurraria de forma bem breve, uma frase:

– Precisamos conversar

Eu então seguraria sua mão e a levaria para seu quarto, para discutir a situação em que nós nos encontramos e pedir sugestões. Se eu encontrasse-a desacordada, eu diria: – Terumi... Poderia ver se ela está ferida? – Lhe encarando para mostrar toda a minha preocupação que claramente já deveria estar mais do que visível naquele momento. Se ele se depusesse a tratar-la, eu me afastaria e prestaria atenção para ver se aquilo não era mais uma armadilha de quem a atacou.

De qualquer forma, Terumi tendo ajudado-a ou não, eu a carregaria até o seu quarto e diria: – Por favor, fique aqui e tome conta dela pra mim, eu preciso fazer mais uma coisa. – Com pressa e partindo, em seguida, para o convés. Ao chegar lá, eu gritaria com todas minhas forças: – ATENÇÃO SENHORES!!! – Tentando conseguir a atenção do máximo de pessoas o possível. – Um de nossos tripulantes foi encontrado ferido... E temo que não tenha sido um acidente...


De qualquer forma, eu precisava encontrar a Mayu o mais rápido o possível. Pois mesmo que eu não queira, só a possibilidade dela ter sido atacada dentro do navio já me perturba completamente. A vontade de tomar uma atitude contra esses farsantes aumenta cada vez mais, por isso, eu peço veementemente para minha deusa que me dê forças...

Assim que aquela turbulência acabasse,tentaria passar a informação que o Rin havia me dito para o Lars. Posso estar passando por uma crise, mas tenho que tentar manter o foco na nosso missão.

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Última edição por gmasterX em Seg 30 Abr 2018, 20:35, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptyQui 19 Abr 2018, 19:07


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XIX
.

Assim que o cachorro encontrou o seu companheiro forjador da marinha e partilhou com ele as suas descobertas, ficou ligeiramente surpreendido ao ver que o mesmo parecia muito mais aflito com algo que de inicio não soube identificar, sobretudo porque ele parecia ser uma pessoas bastante calma e excêntrica ao ponto de ficar convencido que nada lhe perturbava mas pelos vistos estava errado. Com um pedido algo ortodoxo, o cachorro acenou ligeiramente colocando uma mão/pata na parte inferior direita das costas de modo a conseguir pegar num dos cabos da sua katana enquanto começava a seguir o marinheiro pelo barco, com um péssimo sentido de orientação sobre aquele local e porque ainda se estava a habituar a movimentação das ondas, Rin assumiu também uma postura mais séria e profissional enquanto andava.

— Sim, claro. Lidere o caminho...

Iniciando a busca pelo navio, o Terumi ficava um pouco receoso ao ver Magnus retirar da sua arma e a encostar sobre o corpo de modo a passar despercebido, achando que talvez fosse melhor não andar de arma em punho pelo navio, o mink manteve as suas orelhas atentas ao que lhe rodeava e limitou-se a seguir Magnus pela retaguarda não deixando que este se afasta-se mais do que um mero par de metros, sobretudo porque parte de si queria evitar que o mesmo fizesse algo do qual se pudesse arrepender mais tarde, mesmo se o seu coração estivesse no lugar correcto. Sempre que o marinheiro entrasse numa divisão, Rin ficaria a porta certificando-se que ninguém se suspeito entrasse ou saísse sem que ele se apercebesse, no entanto faria sempre questão de manter um olho atento ao que o marinheiro fazia de modo a aconselha-lo na sua busca e para impedir ser apanhado de surpresa visto que o número de pessoas com quem o grupo podia confiar era cada vez menor.

— Acho que vamos ter problemas em breve. A situação esta a ficar demasiado estranha.

De início, Rin pensou que o moço estava a procura de mais informações ou que talvez tinha encontrado um pormenor importante mas assim que ele começou a falar sobre a aparência da sua suposta companheira, ele de imediato apercebeu-se que se tratava do seu desaparecimento. Tendo em conta o que lhe tinha contado sobre o meio de comunicação algo ilegal, o cachorro de imediato comentou que existia a pequena possibilidade de a sua amiga provavelmente ter sido capturada ou escondida em algum local do navio por ter descoberto algo que não devia ou de ter ouvido alguma coisa que eles não queriam. O mink faria o cuidado de partilhar a sua visão do assunto da forma mais serena e menos problemática possível visto que não pretendia passar a mensagem que acha que a mesma tinha morrido, especialmente porque tinha a certeza de que nenhum pirata, intruso ou traidor era louco ou estúpido o suficiente para matar um tripulante da marinha, num navio da marinha que por sua vez estava a ir em direcção a um quartel altamente guardado da marinha.

Visto que Magnus parecia ter uma boa ideia das dimensões exactas do local que pretendia procurar, uma característica provavelmente adquirida nas suas jornadas ou talvez da sua experiência como ferreiro, mas seja como fosse o importante era ajuda-lo a procurar a sua companheira. Se por acaso encontrarem alguma coisa que o tal moço achasse digno de ser um esconderijo, o humanoide iria manter uma postura firme e comandar para que a pessoa em questão largasse ou se afastasse da coisa que estavam a carregar de modo a que pudessem ver o que se passava, obviamente nem todos iriam concordar a primeira porém ele tinha a certeza que com uma expressão intimidante e dois marinheiros a exigir o mesmo, algo seria feito. Caso encontrassem a tal de Mayu inconsciente no meio de algum lugar ou talvez amarrada em algum lugar, o cachorro de imediato iria tomar a liderança para liberta-la usando as suas garras e de seguida averiguar o seu estado de saúde dando indicações para que Magnus se afastasse um pouco de modo a poder fazer o que lhe competia.

— Deixar comigo. Esta é a minha área no final de contas.

Se durante a busca encontrassem alguém do quartel principal, como por exemplo Lars ou a outra garota de peitos largos com o mesmo sobrenome que ele, Rin iria colocar um dedo sobre os lábios indicando para que esta não fizesse perguntas e limita-se a segui-los mencionando pelo caminho que existia a possibilidade de a companheira de Magnus ter sido raptada e que não sabíamos quem era o próximo. Se no final encontrassem a garota no seu quarto ou num local totalmente ilesa e feliz da vida, o cachorro iria suspirar de alivio e de seguida dar um pequeno soco amistoso no ombro mencionando que o perigo maior tinha sido evitado mas mesmo assim deviam estar alertas. Se durante a busca algo parecesse suspeito ou mesmo tentasse ataca-los, Rin sacaria da sua katana encarando o agressor de forma confiante e preparando-se para combater.

Objectivos:
 
Histórico:
 

____________________________________________________

L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptySex 20 Abr 2018, 22:45

No Olho Da Tempestade - Parte III

Agora que havia conseguido convencer os outros de que eu estava falando a verdade quanto aos tenentes impostores, finalmente podia me concentrar em juntar pistas. Ficar tentando provar aquilo para eles já tinha me feito perder muito tempo, e eu não queria perder ainda mais pensando em um plano de ação em conjunto; se cada um de nós fosse atras da própria pista, nos poderíamos otimizar nosso tempo. Quer dizer, isso se as buscas não se atrapalhassem entre si, mas as chances disso acontecer era bem baixas, até onde eu sabia. Na verdade tinha outro motivo para eu não querer agir junto deles, e era o fator confiança. Não que eu estivesse desconfiado deles estarem do lado dos impostores, eu não sou tal mongol assim, mas Gê ter ido tentar verificar por ele mesmo a veracidade das minhas palavras só mostrava que, por mais que não houvéssemos porque desconfiar um do outro, o pouco tempo que nos conhecíamos também não ajudava para confiar nas habilidades. Se tentássemos parar para fazer um plano de ação, não só perderíamos tempo como também discordaríamos muito, cada um querendo fazer seu próprio plano por achar que os outros não têm capacidades. Eu sabia que Gê não era um completo retardado e que podia considerar suas sugestões, mas eu não estava com nem um pingo de paciência para tentar argumentar em prol dos meus planos, então seguir incialmente separados era o melhor, até mesmo para provarmos nossas capacidades individuais.

Sendo assim, apenas declarei a Gê aonde iria, obviamente sem pedir a opinião dele, e segui junto de Rin. Ela era a única pessoa que eu realmente confiava ali e que sabia que confiava em mim, então ter sua companhia era um grande avanço, e ela já tinha provado anteriormente pra mim que tinha pensamento rápido, o que seria uma boa ajuda. Juntos, me dirigi primeiro a cabine do condutor; eu não sabia o que os dois impostores queriam, mas nada garantia que eles queriam ir para Wonderful Land, deste modo eles poderiam tentar mudar a rota para outra ilha com a falsa autoridade, e isso era perigoso. O primeiro bom sinal foi o fato de não haver barragem para quem tentasse entrar na cabine, e logo recebi a resposta que torcia para ver a certa: Eles não mudaram a rota. Isso quereria dizer que eles tinham assuntos para tratar em Wonderful Land mesmo, ou que não se importavam com qual ilha fossem parar, e eu suspeitava que não era a segunda opção. Isso apenas reforçava a ideia que tinha sobre eles terem alguma relação com o prisioneiro de nome estranho lá que estávamos escoltando, mas também era algo estranho, porque se estivessem tentando resgatar ele, porque manteriam o curso para Wonderful, já que a ilha queria o maluco de volta? Se eles quisessem evitar que o pessoal da ilha recapturassem ele, seria muito mais fácil mudar o curso, mas isso poderia revelar eles, então não era um fator tão determinante, nem para mais nem para menos. De qualquer modo, as chances de o prisioneiro os conhecer agora haviam crescido, e eu poderia conseguir alguma informação dele. Eu tinha um plano em mente, para eu poder negociar tecnicamente sem mentir, por isso logo após fui buscar uma chave de alguma coisa sem importância qualquer. No meio da busca, aproveitei para procurar um megafone, este achado por Rin, para se depois precisássemos.

Desta vez segui para a área das celas, onde o prisioneiro estava, obviamente, mas logo de cara vi um problema. O pequeno local, que consistia em quatro celas e apenas um prisioneiro estava sendo guardado por quatro soldados. Mesmo que eu pudesse simplesmente dispensar eles, ficaria muito suspeito, e eu não teria como explicar, então não sabia como proceder, mas felizmente Rin mostrou a que tinha vindo e tomou a dianteira da situação. Com uma sacada genial, Rin conseguiu dispensar eles dizendo que os tenentes haviam adiantado o turno de almoço deles, e que os substituiríamos - Já falei que te adoro, né? - Dizia baixinho logo após os soldados saírem, quando finalmente teria tempo de falar com o prisioneiro. Por três vezes eu tentei fazer ele falar, e por três vezes o filho de uma profissional de sexo negou saber qualquer coisa sobre os dois. Não era possível que aquele arrombado não soubesse nada sobre eles, e eu já estava quase avançando contra a grade para ameaçar entrar na cela e quebrar ele na porrada, mas eu não podia perder tempo com coisa que não daria em nada. Depois de receber a maravilhosa e agradável notícia de que ele sabia que as chaves reais estavam com Rin, vi que não tinha mais o que fazer. Em um momento de furia e frustração, peguei a chave aleatória do meu bolso e joguei para dentro da cela. Não me importei com aquilo, não teria como ele abrir a cela com aquela chanve mesmo, e ia caminhando para fora bem puto quando ele decidiu dar um adendo, como que se divertindo muito, que dizia para eu tentar olhar as costas dos dois. Era uma informação vaga, uma informação duvidosa, mas uma informação. Como Rin teria que ficar ali por ter dito que iria substituir os soldados, eu diria - Tome cuidado. Eu não acho que eles fariam algo conosco a essa altura e correndo o risco de se revelarem, mas todo cuidado é pouco. Eu vou trocar informações com os outros e já volto - E então sairia em busca de Gê e/ou Teru. Eu sabia que Rin era forte o suficiente para se defender, mas aqueles dois eram fortes o suficiente para derrotaram um tenente, isso quer dizer que se fossemos pegos desprevenidos poderíamos ser massacrados, e isso era a último coisa que eu queria.

Eu rodaria o barco não só procurando meus dois companheiros, como também tentando identificar onde os impostores estavam. Pelas palavras do cara com nome de dragão, era bem possível que eles possuírem tatuagenes nas costas de seu bando ou grupo criminoso, mas também era possível que o arrombado estivesse apenas zoando conosco e não houvesse nada nas costas deles, então não seria inteligente levar aquilo como uma prova final, mas como uma possível prova. Caso achasse um dos meus dois aliados, chegaria até um deles, de preferência Gê, e sussurraria - Eu fui até o prisioneiro tentar conseguir informações dele, e é possível que os impostores possuam marcas do grupo criminoso deles nas costas. Conseguiram alguma informação? - Me falando sobre o sumiço da amiga de Gê, eu responderia, tentando acalma-los - Relaxa, eles não atacariam ela nessa altura correndo o risco de serem descoberto se ela não tivesse arranjado uma prova concreta contra eles, só que ela nem estava lá quando falei sobre eles, isso é bem improvável - Independente de terem mais alguma informação, diria - Ok, deixo o caso Maiô com vocês - E me afastaria. Se antes de achar Gê ou Teru eu achasse os dois impostores agindo de maneira suspeita, eu tentaria os seguir de longe, o bastante para ter certeza que não me notariam, mesmo que isso significasse ficar em uma posição que corria o risco de perder eles de vista. Caso os encontrasse agindo de maneira suspeita quando os procurasse antes de entrar em sua sala, eu também os seguiria, do mesmo modo que descrito acima. Caso nessa stalkeação Eu os visse entrando em uma sala estranha ou os perdesse de vista, iria procurar meus dois companheiros para relatar o ocorrido, mas se pudesse continuar os seguindo do mesmo modo, assim o faria até que tivesse que recuar.

Se não achasse os meus aliados nem os tenentes agindo de forma suspeita, ou mesmo depois de me afastar dos meus aliados, eu decidiria por meu plano em ação. Me lembrando de quando havia vasculhado o navio com Rin, fui até onde haviamos achado o megafone para o pegar. Eu o estava de saco cheio daquela situação toda com os falsos tenentes, e ainda mais de fingir que não sabia de nada para eles não irem atrás de nós. Aquilo era uma merda, eu não aguentava mais, mas o único meio que eu sabia que poderíamos revelar sobre os impostores era arriscado, e eu teria que confiar na informação do prisioneiro. Pegando megafone, eu me dirigiria a um ponto bem visivel do navio, onde os soldados do convez poderiam me ver bem, talvez em um segundo andar, e então começaria - Ei, seus zé-ruelas, estão me ouvindo? Alô, alô? Testando... Testando... - Falaria pelo megafone ligado, esperando chamar a atenção do máximo possível de soldados. Assim que percebesse que havia chamado atenção de boa parte dos soldados, continuaria falando no megafone - Então, err... Eu tenho pra parada para admitir. Eu dei a chave pro prisioneiro - Eu falava daquela chave aleatória, mas qualquer um com uma linha de raciocínio normal iria achar que eu falava da chave da cela - Eu sinceramente não me importo com o que ele vá fazer agora, mas eu não conseguia manter isso tudo escondido. Aliais, eu não vim sozinho, vim com os tenentes Dereck e Victoria, que na verdade são impostores interessados no prisioneiro. Da para identifica-los pela marca nas costas - Eu de fato tinha vindo com os dois, havia vindo desde Shells Town com eles, e havia inclusive saído da mesma ilha do North Blue que eles - Bem, é isso - Diria, e, caso Dereck ou Victoria estivessem lá ouvindo também, completaria me dirigindo a ele(s) - Desculpa, chefia, mas é muita pressão - Aproveitando do fato de o falso cargo deles fazerem deles meus chefes. Caso Dereck ou Victoria começassem a se exaltar falando que eu era apenas um traidor tentando difamar um superior, eu diria, tentando ao máximo esconder um sorriso de quem tá adorando o barraco - Qualé, chefia, e a honra? Agora eu já contei, já era - E se eles continuassem insistindo, começaria a me exaltar também - Porra, chefe, tu sabe que mesmo que eu não falasse iam te descobrir. Tu até falou praquele outro sargento, o tal de Magnus, que marinheiros costuravam o próprio uniforme! Foi uma mancada do cacete - Responderia. O melhor de tudo era que nada que eu falava era mentira. Era apenas uma interpretação meio estranha, mas ainda era a mais pura verdade, e isso que deixava tão genial. Caso Dereck cansasse daquela baboseira e decidisse tentar me eliminar logo, estaria sempre preparado para sacar minha espada para uma defesa com a lâmina. Se o ataque fosse com os punhos vazios ou com armas de punho como as de Rin, eu botaria a lâmina verticalmente na frente do ataque, mas já de olho para uma sequência com o outro braço ou uma joelhada, onde este eu tentaria pular para o lado para sair da frente ao mesmo tempo que emburrava o braço defendido com minha espada para longe. Caso o ataque fosse com uma arma de lâmina ou de haste, eu tentaria aparar o ataque com minha minha espada, jogando a arma para um dos lados, para retardar sua reação e me permitir dar um salto para traz antes que ele  tentasse um segundo ataque. Caso o ataque fosse com uma arma de fogo eu me jogaria para trás de alguma caixa ou barril para me defender, e sacaria minha espada para me preparar para o caso dele se aproximar para me acertar. Independente dos casos, e de cera acertado pelo ataque ou não, eu gritaria - CARALHO, TÁ ME ATACANDO POR QUE? QUER ME ELIMINAR POR EU TER REVELADO O ESQUEMA?!
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptyQua 25 Abr 2018, 20:58




Os dois impostores!


  • Magnus e Terumi


A dupla notava o sumiço de Mayu, e os dois sabiam muito bem que, dado situação, aquilo poderia ser bem grave. Por isso, ambos seguiram juntos para procurar a garota. De inicio, Magnus teve uma ideia estranha de tentar calcular as dimensões do navio, mas aquilo não iria adiantar de nada, visto que uma sala era diferente da outra, e no máximo poderia saber quantas haviam no navio, masnão iria ajudar a encontrar Mayu. Depois de um tempo perdido com cálculos desnecessários, os dois partiram para procurá-la de fato, mas todos os soldados que encontravam pareciam normais e sem nada de suspeito. Já haviam rodado o navio quase inteiro sem o menor sinal da garota até que olharam em um quarto vazio do navio e viram uma silhueta em seu interior. Ligando as luzes, Terumi e Magnus puderam ver Mayu, com os braços amarrados e um tiro no ombro sangrando bastante, amordaçada do outro lado do quarto.

Desesperado, Magnus entrou rapidamente no quarto e foi até a garota, chamando Terumi para ver o ferimento dela. O mink se apressou, visto que o sangue ainda estava escorrendo da ferida, mas assim que a mordaça foi tirada, Mayu gritou desesperada. - É uma armadilha! - Mas não houve tempo. No lado contrário do quarto a porta foi fechada e trancada com força; Victoria estava lá, escondido do lado da porta, e com um revólver com silenciador na mão. - É uma pena que isso tenha chegado a esse ponto, mas infelizmente vamos ter que nos livrar de vocês. Mas você também foi bem burrinho, né? Me contou toda sua trajetória na marinha, e me disse de bandeja que essa garota seria uma ótima isca para atrair você. E olhe só, o cachorrinho veio de brinde! - A mulher sorriu, e apontou a arma para os dois. - Qualquer coisa depois só precisamos dizer que vocês eram os impostores, e até descobrirem tudo, vamos estar bem longe daqui. É hora de dar tchau.

  • Lars


Lars não havia conseguido nada com aquele prisioneiro, quer dizer, quase nada. O cientista havia dito uma informação vaga, mas que talvez pudesse ser útil. Vagando pelo navio, o jovem não encontrou seus companheiros nem os dois tenentes, então foi até o megafone que haviam encontrado e foi para o convés. Não havia um local mais acima, então ele teve que subir em um barril para dar seu comunicado. A atenção de todos os soldados logo se virou para o Sparkbolt, assim como a de Dereck, o único tenente que estava ali. De início todos ficaram confusos com o que estava acontecendo, mas assim que Lars falou ter entregado a chave para o prisioneiro, todos os soldados apontaram as armas para ele. Eles pareciam prontos para disparar, mas quando o jovem disse estar junto de Dereck houve uma confusão generalizada enquanto metade mantinha as armas apontadas para Lars e a outra metade s apontava para Dereck, sem saber o que fazer. - Que merda é essa que você está falando, seu impostor? Faz parte do seu plano me acusar também? Quem mais está com você? - Entretanto, Lars estava dedicado, e só deixou Dereck mais irritado ainda. Uma veia saltou em sua testa, e o homem parecia prestes a atacar Lars.

- T-tenente? - Disse um dos soldados, receoso. - Ele disse que tem uma marca nas suas costas. Se ele está mentindo, só mostra e prova que é tudo enganação. - O soldado parecia querer acreditar em seu superior, mas não estava muito confiante quanto a inocência dele. - Eu já disse que não tenho nada a ver com esse homem! - Mesmo assim, o sargento insistiu, até tocar na conversa sobre os uniformes. - Ei, é verdade! - Disse um dos soldados, o que Magnus havia tentado espalhar o boato e não deu certo. - O outro sargento estava desconfiando dele! Então ele estava certo! - Nesse momento de compreensão, as armas foram apontadas igualmente para ambos os marinheiros ali, e Dereck olhou para Lars com a mais profunda fúria. - Seu merdinha! - Com uma corrida, Dereck deu um chute no barril para desequilibrar Lars, que caiu para frente e recebeu um chute no queixo que o jogou para trás e o fez bater de costas na parede. - Não vou te deixar sair vivo depois de estragar todo o plano. - Os soldados pareciam não saber o que fazer, mas apenas ficavam parados, formando uma especie de arena, achando que era melhor deixar os dois impostores se matarem entre si.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptySab 28 Abr 2018, 22:48

No Olho Da Tempestade - Parte IV

O tempo ia passando, e com isso nossa situação no navio ia ficando cada vez mais perigosa. Nós não só não sabíamos o que os dois queriam, como sequer sabíamos como os revelar. Gê e Teru não pareciam estar fazendo muito, e parar dois impostores que teoricamente eram superiores era demais, mesmo para mim. Mesmo com a informação do prisioneiro, não dava para simplesmente sair falando que eles eram impostores assim, porque aí eu que pareceria suspeito, um sargento sair acusando seus superiores de traição sem provas aparentes. Era óbvio que nessa situação iam simplesmente achar que eu era o traidor e que queria me livrar dos tenentes, e provavelmente era o que os tenentes insinuariam também, e era óbvio que nessa situação os soldados ficariam do lado dos superiores, por mais que houvesse certa desconfiança. Se eu fizesse isso, eu simplesmente seria preso até chegarmos na Grand Line, possivelmente tarde demais, e teria que confiar nos outros sargentos, mas o problema era que, tirando Rin, eu sequer sabia onde eles estavam, podiam muito bem já terem sido capturados, então estava fora de cogitação arriscar tanto por uma chance tão baixa.

Mas... E se os soldados realmente achassem que eu era um traidor, seria necessariamente ruim? Se eu me declarasse como traidor antes de os acusar, ficaria parecendo uma delação premiada, e eles não poderiam simplesmente se recusar a conferir os tenentes, porque seria como se eu estivesse entregando a mim e aos meus supostos companheiros traidores. Mesmo que por alguma chance os dois realmente tivessem nivel de tenentes, ainda assim duvidava que eles conseguissem lutar contra todos aqueles soldados, e os próprios soldados poderiam parar os planos dos dois. Depois, seria só resolver com o pessoal de wonderful Land avisado por Thor da situação. No pior dos casos, eu ficaria detido por algum tempo até a situação se resolver, mas sacrifícios são necessários. Com o plano bem bolado, me dirigi ao deque do navio com o megafone, subi um barril e anunciei minha suposta traição. Pra falar a verdade, eu cheguei a ficar um pouco triste em ver que os soldados haviam sacado suas armas tão rápido, quase reflexivamente. Nesse tipo de situação, se seu superior revela algo bombástico e duvidoso desse tipo, o esperado era os subordinados acreditarem na honra do superior e tentar entender melhor a situação para ter certeza que não tiveram a impressão errada, mas as armas foram apontadas de forma tão unânime em minha direção... Será que minha fama havia chegado tão ruim aos marinheiros do East Blue? Tudo bem que eu não tinha feito muitas coisas agradáveis durante minha trajetória na marinha; em Wars Island eu desacatei ordens, zuei superior, agredi verbalmente superior, destrui patrimônio da marinha e fui expulso do QG da ilha; em Shells Town eu discuti com um superior e o agredi verbalmente; em Loguetown eu agredi verbal e fisicamente um superior... Mas mesmo com tudo isso, foi um choque aquela desconfiança tão grande dos soldados naquele navio.

De qualquer modo, chocado ou não, meu plano funcionou. Assim que me recuperei, fiz a acusação ao tenentes, e felizmente algumas armas se viraram para Dereck, que estava lá por perto. Ou talvez infelizmente, né, porque não foram muitos que se viraram, e estes ainda estavam meio receosos, dava para ver nitidamente que o nível de confiança deles com nós dois era totalmente diferente... Como eu havia mencionado a marca nas costas, eles pediram pro tenente "acabar com a mentira" mostrando as costas, mas passaram a realmente desconfiar dele quando ele se esquivou da situação tentando passar a atenção novamente para mim. Eles ainda não estavam totalmente convencidos dos tenentes serem impostores, mas eu estava rindo por dentro com aquilo tudo, eles haviam se esforçado tanto para não deixarem pistas, para um sargento, no caso eu, chegar lá e estragar todo o plano. A prova final contra os falso tenentes, entretanto, veio por Dereck ter continuado negando sua participação no esquema; eu, com meu repertório de brincadeiras e acusações acabando, mencionei o fato de ele ter falado merda pro Gê, e ao que parecia o sargento em questão havia contato parar um soldado, pois este começou a falar que aquilo era verdade e que o Gê estava certo em desconfiar dos tenentes. Essa frase mobilizou o resto dos soldados que finalmente tinham entendido tudo, e agora viam Dereck como uma ameaça também. Felizmente, tinha que admitir que agora não poderia mais dizer que Gê não havia feito nada para ajudar.

Eu estava adorando o fato do meu plano ter dado tão sério, e estava quase ignorando as armas apontadas para mim e as ameaças de Dereck para abrir um sorriso, mas antes que eu pudesse, o mundo meu deu uma rasteira. Claro que digo isso de modo figurado, pois quem me deu uma rasteira na verdade foi Dereck, seguido de uma joelhada no queixo que me lançou voando. O arrombado tinha ficado putinho que eu estraguei o plano dele, e queria descontar em mim por causa disso. Os soldados obviamente não queriam nem saber, provavelmente pretendiam deixar que nos enfraquecêssemos entre nós mesmos para nos prender depois. Em situações normais eu ficaria muito puto depois de tomar aquele ataque desprevenido, mas aquele ataque mostrava o quão bom meu plano havia sido, e o quão irritado eu havia deixado ele. Sendo assim, não consegui me segurar e comecei a rir, enquanto me levantava - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! - A risada começava baixa, e ia aumentando até viraram uma gargalhada - É, "chefinho", parece que no final eu realmente consegui destruir o seu plano, não é mesmo? - Dizia, após parar de rir, com um sorriso sádico por saber que os planos dele estava arruinados, que EU os havia arruinado. Me levantando a passando a mão no queixo onde ele havia acertado, ainda sorrido, eu me prepararia para o combate, segurando a bainha da minha espada com uma mão, e o cabo da espada com a outra. Caso todos os marinheiros ainda estivessem lá assistindo ou cercando nosso combate iminente, me viraria para alguns deles - Ei, o que todos ainda fazem aqui parados? A outra impostora ainda esta foragida pelo navio, e até onde vocês e eu sabemos, ela já pode estar indo atras do prisioneiro. Sugiro que vão logo avisar os sargentos e ir atras dela, não é? - Diria, ignorando qualquer comentário que pudessem fazer e me preparado para lutar com Dereck.

Eu não sabia qual era exatamente o nível de poder de Dereck, mas era provável que ele já tivesse vencido de um tenente, então eu não poderia pegar leve. Logo de início, retiraria minha espada da bainha e veria os relâmpagos azuis tomando conta da lâmina. Eu não sabia o que aquilo era, e definitivamente tinha me pego de supresa, o que provavelmente significava que Dereck deveria estar tão surpreso quanto. Assim que percebesse isso, eu ignoraria esse detalhe para partir para cima. Eu avançaria em sua direção segurando a espada com as duas mãos com a lâmina disposta horizontalmente ao lado do meu corpo. Meu objetivo era fingir que o ataque seria com a espada eletrificada, mas de último instante, em vez de projetar a espada em sua direção, eu projetaria meu joelho em sua área pélvica, vulgo acertar seu saco com meu joelho. Caso acertasse o ataque e o desestabilizasse, atacaria dessa vez sim com minha estava em sua perna, com um golpe em arco, já que ele provavelmente era usuário de Taekwondo e danificar suas pernas diminuía tanto sua movimentação quanto seu ataque. Caso a lâmina acertasse, tentaria cravar ela o mais fundo possível na perna dele, para então dar um chute nele ao mesmo tempo que arrancaria com violência a espada, aproveitando o chute como apoio para tal. Porém, caso a espada não ficasse presa o bastante ou sequer ficasse presa, eu apenas a retiraria e me afastaria.

Caso ele me atacasse antes que eu chegasse perto o bastante para acertar seu saco, eu deixaria ele me acertar o chute enquanto me abaixava literalmente para aumentar meu centro de gravidade e me impedir de ser arremessado, enquanto seguraria sua perna com a mão esquerda e usuária a direita, com a espada, para golpear a perna com força e violência, e então moveria a espada para frente e para traz como quando se corta carnes na cozinha. Caso não conseguisse segurar, desde que não fosse arremessado, aproveitaria que ele teria que recolher aquela perna para tentar uma estocada contra sua outra perna, na área da batata da perna, para dificultar seu uso como perna de apoio na hora do chute. Caso eu errasse o golpe no saco ou ele o defendesse, eu trocaria meu ataque seguinte por um giro com minha técnica Hurricane Buster, para o forçar a recuar se não quisesse ser atingido. Se ele recuasse diamante da minha técnica, eu aproveitaria a brecha para avançar com uma estocada em seu ombro, já que ele corria o risco de se desequilibrar caso tentasse se esquivar durante uma esquiva. Caso ele bloqueasse de algum modo, eu rapidamente tentaria sair da técnica dando uma ombrada, tentando o empurrar para traz e o fazer cair, e então atacar suas pernas com minha espada durante a queda. Entretanto, caso ele tomasse o ataque para me acertar uma ataque simultâneo nas pernas ou no abdomen, eu tentaria finalizar a técnica com um ataque vertical para baixo com a espada, tentando acertar sua perna ao mesmo tempo que botaria minha mão na zona atingida para tentar suportar a dor. Caso eu conseguisse o desestabilizar e fincar minha espada na perna do mesmo, mas não conseguisse retirar a lâmina fincada lá, eu afastaria desistindo da espada, pegaria minha katana reserva, e então avançaria novamente tentando acertar a espada fincada com minha katana, em um movimento com o objetivo de a ejetar da perna dele; atacaria contando com o fato de que deveria ser difícil de mover com uma espada fincada no músculo da sua perna. Fora esses casos, se ele fosse me atacar em algum momento com uma rasteira, eu botaria minha espada no chão com força, com a lâmina voltada em sua direção, para o ataque acertar com tudo a lâmina, o que não seria agradável para ele. Caso ele tentasse uma joelhada pura, botaria minha espada entre o ataque e eu, com o intuito de, como antes, fazer seu joelho acertar a lâmina da minha arma no meu lugar. Porém, caso o ataque fosse um chute puro, médio ou alto, eu tentaria mover minha espada na direção do golpe para aparar para minha esquerda ou direita, dependendo da perna que ele usasse o ataque, e tentando o desequilibrar no processo. Caso em algum momento eu fosse atingido por um golpe que me debilitasse, como um golpe nas zonas baixas ou um chute que tirasse o ar dos meus pulmões, tentaria me afastar dele o mais rápido possível, para tentar me recuperar e me preparar para defender possíveis ataques.
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptySeg 30 Abr 2018, 23:47

Lightning finally strikes






Aquele misto de emoções me atingiu em cheio! Enquanto a situação se resumia, eu não consegui ter um pensamento que seguisse uma linha de raciocínio lógico. Só consegui contemplar as sensações e impulsos que tomavam conta do meu corpo, fazendo que cada músculo tremulasse em sintonia. Alegria, pois aquela era a oportunidade de quebrar a monotonia que estava me torturando tanto; Raiva, pois eles haviam me enganado não uma, mas duas vezes; Tristeza e uma espécie de compaixão, por ter dividido experiências breves, mas significativas com eles... E medo... Um medo de congelar como eu havia feito no passado... Só que isso não se trata apenas de uma situação de vingança nem um ato de camaradagem... Isso se trata do que eu venho desejando há tempos: Um ato de heroísmo em que protejo os indefesos e fracos.

É bem provável que eles irão levar caos e destruição para a Grand Line e essa é a minha oportunidade de deter a Victoria... Não posso me segurar... Não posso ter piedade... Mas sem sombras de duvida... Não posso me tornar o monstro que estou combatendo... Então, sei que você não está me ouvindo... Mas me desculpe, Victoria.

Eu posso estar com muita raiva no fundo, mas ainda  tenho um código a seguir, e por isso, eu lhe diria, lentamente me virando em sua direção, prestando atenção para qualquer possível disparo que ela possa efetuar:

– Por favor... Solte a arma e se renda...

Dar a oportunidade de evitar um combate para alguém que possa se arrepender de seus erros é algo que eu tomei para meu código com o passar do tempo. Não por que eu tenho medo do meu subconsciente me travar e eu me arrepender de ferir ela como sempre faço, mas por que é bem provável que a pessoa pretenda fazer algo que vá se arrepender e se eu falhar em impedir-la, ela vai ter que conviver com aquilo pelo resto da vida.

Se ela me ouvisse e fizesse como eu havia dito, eu caminharia em sua direção, pegaria a arma e carregaria a Mayu até um local seguro, mas nós sabemos que isso é bem improvável e por isso, eu já estou mais do que preparado para ter que lutar contra ela até que ela desista. Por isso eu informaria ao Terumi:

–Fique com a guarda levantada e cuide da Mayu, essa briga é minha.

Aparentemente ela estava confiante de que ao me eliminar ela resolveria seus problemas, mas uma coisa que ela não sabe é se eu convenci ou não os outros marinheiros dentro daquele barco, por isso a contagem de aliados ali dentro poderia ser muito bem absoluta.

Ela estava bem confiante de que poderia derrubar eu e o Terumi naquela salinha, então é bem possível que ela tenha uma mira muito boa ou esteja nos subestimando, até por que, eles conseguiram assassinar os supostos tenentes. Por isso, enquanto estivesse sob a mira de sua arma, eu me manteria alerta e preparado para sacar e defender pontos vitais ou qualquer área de meu corpo que dificultasse a luta. Se ela atirasse contra mim, eu sacaria a minha Agnis, já que ela é mais larga que o Aldebaran, e a colocaria de lado, preparado para interceptar as balas que poderiam me incapacitar instantaneamente. Se ele atacasse a Mayu ou o Terumi, eu aproveitaria a abertura e caminharia em sua direção, evitando usar a mesma rota por muito tempo, para que assim que eu entrasse na área onde eu pudesse encurtar a distancia efetivamente, dar um dash usando toda a força de minha musculatura e minha aceleração. Se ela corresse ou se movimentasse pra fora do meu caminho, eu seguiria com uma corrida em sua direção. Se ela não se distraísse, eu apenas iniciaria a investida após ela efetuar o seu primeiro disparo.

Del Rose me disse que um golpe precedido de muita velocidade pode ser bem potente e depois que aprendi a botar força nos meus socos, entendi que o truque é transforma essa velocidade em força, por isso eu sempre tento iniciar as minhas lutas com uma corrida. Juntando a técnica de transferir essa força de um pugilista com a técnica de alavancar a espada como se fosse uma gangorra do caminho do guerreiro, eu sei que a minha bela Agnis poderá atravessar qualquer coisa!

Tendo fé na Agnis, eu então tomaria cuidado com as paredes e a porta para transferir todo o movimento do meu corpo para minha espada e tentar lhe atingir com um golpe certeiro, utilizando minhas duas mãos, na vertical, com o lado plano da Agnis e evitando as paredes. Eu miraria em seu braço, cabeça ou peito, visando desestabilizar-la ou travar-la com a dor.

Se ao me aproximar dela, ela tentasse me golpear acima da cintura ou me agarrar, eu soltaria minha mão esquerda de minha espada e tentaria interceptar o seu golpe, agarrando seu pulso ou perna antes de me atingir, para seguir com a tentativa de um pisão veloz e firme em um dos seus pés para logo em seguida, largar a Agnis e pousar minha mão direita sobre o Aldebaran... E esse... Meus amigos... É o momento que eu estava esperando...

Se prestar atenção, pode se dizer que a minha primeira investida foi bem desleixada e por ai, mas é que ta! Eu estava esse tempo todo atrás de um contra ataque! Atiradores normalmente saem de sua zona de conforto quando são forçados a ter uma luta a curta distancia. Nesse caso eu estaria fazendo uma aposta bem arriscada, mas com ganho em diversos casos. Se ela for uma atiradora, acho difícil ela conseguir me evitar de tão perto. Se ela for uma lutadora que esta improvisando com uma arma, a sua mira será bem ruim e ela com certeza vai desistir bem rápido de atirar em mim, por isso eu prestaria atenção também em ataques corpo a corpo durante minha investida. Se ela me atacasse assim, eu novamente tentaria aparar o ataque, se fosse à cima da cintura, ou tentaria absorver o impacto, colocando um dos meus membros na frente.

Voltando para o caso onde eu estou colado com ela, bom! De praxe, eu usaria a famigerada, a querida, a salvadora: Seijaku! Tentaria administrar um golpe bem encaixado em seu queixo com o cabo do Aldebaran, ainda segurando seu braço com minha mão esquerda. Tentaria controlar um pouco minha força, apenas queria atordoá-la por um bom tempo, e não estraçalhar seu maxilar. Eu então colocaria o Aldebaran de volta em sua bainha e a agarraria pela camisa para lhe dar uma cabeçada... Bom, padrão... Força dos glúteos, braços e torso e por ai vai. Por fim, eu lhe daria um soco em sua barriga com toda velocidade. Novamente, controlaria minha força para não causar algum dano muito sério, só queria mesmo incapacitar-la.

Se durante minha investida, meu bloqueio não se mostrasse muito preciso ou efetivo, eu também utilizaria manobras evasivas para tentar dificultar um pouco a vida dela. Inclinaria meu torso em direções diferentes e até mesmo me abaixaria, movimentando minhas pernas com aceleração para que ela tenha tempos difíceis.

Se assim que eu chegasse perto dela, ela tentasse apontar a arma pra mim, eu agarraria o cano da arma e morderia sua mão para logo após eu saltar e tentar dar uma joelhada em sua barriga e seguir com os casos de ataque que havia citado depois do bloqueio.

Se eu não conseguisse tivesse tempo ou oportunidade para aplicar um golpe com as duas mãos, conseguisse chegar perto dela após o dash e não tivesse a oportunidade de contra atacar, eu rapidamente guardaria a minha Agnis e pousaria minha mão sobre o cabo do Aldebaran e assim que ela estivesse no alcance, eu utilizaria minha técnica Seijaku para lhe atingir com o cabo na barriga, aproveitando o movimento pra dificultar um pouco uma tentativa de bloqueio, e guardando o Aldebaran novamente. Seguiria então executando o Seijaku novamente, só que desta vez eu miraria em seu queixo e depois de desferir o golpe, eu a guardaria novamente. Desta vez, ao invés de usar Seijaku novamente, eu inspiraria bem fundo e soltaria um grito, junto de uma barragem de socos, para liberar um pouco da raiva que estava sentindo. Eu sei que pode me parecer uma mudança de atitude repentina, mas os meus socos ainda não estão no nível de matar ou desfigurar alguém, até por que eu aprendi a lutar com os punhos faz pouco tempo, ainda me falta um pouco de pratica.

No melhor cenário eu finalizaria aquela batalha ali mesmo e ficaria bem cansado por ter saltado feito um macaco e gastado tanta energia... No pior dos casos eu levei umas três balas ou terminei no chão por uma bicuda que levei e falhei em proteger a Mayu. No fim, não importa se eu fui baleado, se aquilo não me parar. A minha prioridade aqui é ser um herói.



NPC ACOMPANHANTE:
 

Legenda:
 

Para o Avaliador:
 

Técnica Possivelmente utilizada:
 

Histórico do Gezão:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptySex 04 Maio 2018, 00:05


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XX
.

Durante a sua busca pelo navio, o mink ficava algo frustrado por encontrar tantos fracassos seguidos sobretudo sem nenhum tipo de vestígio da suposta companheira de Magnus, simplesmente não fazia sentido o facto de um ser humano que estava num pedaço de madeira flutuante desaparecer assim do nada como se tivesse ganho a milagrosa habilidade de voar. O pior desta situação é que todos os outros marinheiros que estavam presentes no navio cumpriam as suas humildes funções e tarefas de marine, sem muito stress ou sequer noção do que se passava, Rin aproveitava a ocasião para olhar para o seu colega de vez em quando de modo a tentar ler a expressão ou pelo menos tentar ter uma ideia do que lhe passava na cabeça porém a única coisa que conseguia decifrar era uma estranha mistura de pânico, frustração e raiva. Felizmente depois de algum tempo, algo que acabou por ser mais uma coincidência do que um fruto de trabalho, o duo notou um estranho quarto vazio numa das partes mais isoladas do navio porém não se tratava de um "quarto" em si mas talvez algo que seria mais tradicionalmente denominada de "divisão" porém nada disso importava pois no interior da tal secção de quatro paredes estava uma silhueta humanoide e como seria de esperar, Magnus partiu disparado em direção a mesma assim que a testemunhou pessoalmente.

Chegando ao interior do quarto, Rin acabou por encontrar Mayu que se encontrava imobilizada devido a algumas cordas e talvez o detalhe mais importante, é que a mesma possuía um bastante notável ferimento no ombro que não só parecia recente mas também dava a entender que era algo muito mais sério do que um arranhão no joelho ou um corte com uma faca. Antes que pudesse dizer algo, o marinheiro atravessou o quarto disparado e retirou a mordaça que cobria a boca da companheira, apenas para esta nos informar tarde demais que tudo aquilo não tinha sido nada mais do que uma armadilha e que infelizmente aquele esquema todo foi montado para atrair a atenção de Magnus e por azar, o cachorro também tinha se envolvido na confusão. A porta foi fechada subitamente por Victória, que empunhava nada mais do que um revolver modificado de uma forma que o cachorro não reconheceu mas preferiu não ser a cobaia para a estranha exibição, durante o pequeno monologo da finalmente reconhecida intrusa e aproveitando que tinha se aproximando de Mayu para ver o seu estado de saúde, o mink começaria por examinar a origem do ferimento para tentar descobrir se estava perante um corte ou um disparo. Obviamente a revolver na mão quase excluía a primeira opção e se isso fosse verdade restava saber se a bala ainda estava no ombro da humana ou se os estilhaços se tinham dispersado visto que não tinha muito conhecimento sobre armas de fogo.

— Não temos de fazer isto. Faça o que ele disse e se renda, por favor. - Comentou o Terumi colocando a sua mão atrás das costas de Mayu sem desviar o olhar da arma

Aproveitando a genética canina que possuía no seu ser, Rin iria discretamente usar as garras para cortar algumas das cordas que restringiam a mulher que Magnus tão desesperadamente buscou, ela parecia estar consciente e fora as dores que provavelmente sentia naquele momento, era seguro assumir que Mayu pelo menos tinha a força suficiente para pelo menos fugir e tomar cobertura ou no mínimo sair de frente da possível trajectória do tiro. Focando-se essencialmente em libertar os pulsos e de seguida os tornozelos da mesma enquanto Magnus e Victória falavam, ou melhor debatiam as estranhas condições da sua sobrevivência, o cachorro iria murmurar no ouvido de Mayu da forma mais discreta que conseguisse efectuar, seja ligeiramente virando o rosto ou falando entre os dentes rezando estar alinhado o suficiente com Magnus de modo a que Victória não pudesse ver os seus lábios a mover, Rin diria que ao seu sinal que a mesma corresse para outro lugar e tentasse chamar a atenção de um dos outros marinhos ou que no mínimo tomasse cobertura pois a situação não iria acabar bem e ela estava ferida e infelizmente não lhe conseguiria ajudar com uma arma apontada a cabeça.

Assim que aquilo fosse feito, Rin iria então preparar-se para avançar em direção a agressora, assumindo que a arma que ela tinha disparava uma bala de cada vez e rezando para que Magnus conseguisse de alguma forma prever ou deflectir os disparos, a ideia do Terumi era bastante simples. Assumindo que o importante era desarmar a oponente e olhando bem a postura de Magnus, Rin aproveitar o instante em que Victoria tirasse os olhos de si para saltar na diagonal esquerda da mesma evitando a óbvia linha de disparo e simultaneamente dando o sinal para a que a libertada Mayu se movesse também e momentos antes de Magnus reagir, Rin iria tirar as suas katanas e aplicar uma das poucas técnicas de combate que lhe tinham sido transmitidas pelo seu pai antes de abandonar a ilha de Las Camps. Empunhando uma espada em cada mão, o Terumi iria lançar-se rapidamente em direcção a Victoria e tentar aplicar um simples conjunto de dois golpes no torso da mesma. O primeiro era um corpo vertical atingindo os músculos abdominal e com alguma esperança fazer-lhe largar a arma, e o segundo golpe seria horizontal e perpendicular ao primeiro apanhando o grande recto abdominal esquerdo e direito.

O detalhe importante em usar esta técnica, é que após o segundo corte, Rin acabaria no mínimo a um metro de distância de Victoria devido ao balanço ganho pelo salto inicial e sobretudo fora do caminho de Magnus, pois do pouco que o conhecia era muito provável o marinheiro perder a cabeça e partir para o ataque também. Era importante que Rin fosse o primeiro a agir e assim que tivesse um momento não iria desperdiçar a oportunidade, era estranho tentar atacar em simultâneo sem combinar com alguém sobre o que fazer porém o cachorro contava que a sua previsão fosse exacta o suficiente para as variabilidades não fazerem diferença. Se Victoria se distraísse com o Magnus o suficiente para lhe dar uma chance de atacar primeiro, isto iria dar ao outro marinho a mesma oportunidade de atacar pois a suposta traidora iria ou receber o dano ou distrair-se e perder a concentração esquivando-o, dando uma boa abertura para o outro marine. Durante a sua investida, Rin tentaria deflectir os disparos com as suas katanas rezando possuir a destreza e capacidade analítica de prever a trajectória dos disparos que obviamente eram em linha recta na sua direção. Caso a técnica falhasse ou acerta-se e Rin acabasse ligeiramente afastado de Victoria, a sua segunda intenção seria tomar cobertura de modo a não ser alvejado, de preferência junto de Mayu de modo a conseguir dar-lhe uma pequena ajuda relativamente ao seu ferimento

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptySeg 07 Maio 2018, 22:21




Wonderful Land!


  • Magnus e Terumi


Rin e Magnus estavam em uma situação ruim, mas Mayu estava pior ainda, com um tiro no ombro que não parava de sangrar. Com a porta trancada, Magnus tentou convencer a mulher a se render, mas era obvio que aquilo não iria funcionar. - Que tal o seguinte: eu corto a lingua de vocês, para que não consigam falar, corto as mãos para que não consigam escrever e arranco os olhos para que não possa ver. Assim vocês não vão ser um perigo para nós e eu deixo você voltarem nadando de volta para Loguetown. O que acham? - Aquela era uma sugestão absurda, e pelo visto os dois não teriam o que fazer além de lutar.

Enquanto Magnus e Victoria discutiam, Terumi olhou o ferimento de Mayu e constatou que havia sido um tiro, e a bala ainda estava alojada no ombro dela, perigosamente perto de um nervo, e precisava ser retirada. Usando suas garras para solta-la, ele tentou instrui-la a fugir. - Não dá. Victoria está com a chave, e a porta está trancada. - Para que pudessem sair dali, seria necessário pegar a chave da impostora, mas Mayu precisava que pelo menos o mink a ajudasse a diminuir o sangramento.

Aproveitando a oportunidade, Rin avançou contra a mulher com suas duas espadas, mas ela recuou e conseguiu evitar as lâminas, enquanto Magnus começou a correr para pegar impulso e ir na direção dela, com sua lâmina na mão. Victoria começou a recuar do sargento, e para atrasá-lo deu dois tiros contra ele, um deles que foi defendido pelo marinheiro, mas o segundo acertou seu braço esquerdo de raspão, criando ali uma ferida. Quando conseguiu se aproximar o suficiente, pois a mulher havia sido encurralada no canto do quarto, Magnus brandiu sua espada, e numa última tentativa, Victoria conseguiu recuar um pouco, fazendo o ataque contra sua barriga pegar apenas de raspão.

Largando sua espada, Magnus pegou sua outra lâmina que ainda estava na bainha, executando sua técnica e acertando a barriga dela com o cabo da espada, fazendo o lugar ficar roxo, aumentando o corte que havia feito antes e a fazendo perder ar. Mesmo assim, ela não desistiu, e usou uma das mãos para segurar o pescoço do sargento enquanto deu um tiro contra seu ombro esquerdo. Uma dor aguda subiu pelo seu corpo, e ele foi obrigado a recuar para não receber mais golpes. - Não pensem que isso vai ficar assim. Vocês dois vão virar uma peneira antes que percebam.

  • Lars


O plano havia dado perfeitamente certo, e Lars quase não conseguia se aguentar nas gargalhadas. Quer dizer, ele realmente não conseguiu aguentar, e começou a rir repentinamente, o que pareceu irritar ainda mais Dereck. Com o aviso de Lars sobre a outra impostora, um grupo de 5 soldados entraram no navio, provavelmente para ir procura-la. Ao sacar sua espada da nova bainha, uma aura semelhante à eletricidade começou a saltar em arcos, o que pareceu surpreender não só ele, mas os soldados também; Dereck, entretanto, continuou impassível.

Avançado com a espada ao lado do corpo, Lars tentou enganar o impostor com um ataque falso, mas assim que o sargento levantou a perna para a joelhada o homem tirou o corpo da frente evitando o golpe no último instante. Aproveitando a oportunidade, Lars pegou impulso e girou com sua técnica, mas novamente o ataque foi evitado, com Dereck recuando de modo que a lâmina não o acertasse; mas Lars rapidamente interrompeu a técnica e deu uma estocada contra o homem, que recebeu a lâmina em seu ombro sem muito o que fazer.

Entretanto, Lars também pagou caro por esse golpe, pois antes que ele pudesse puxar a espada de volta, Dereck segurou a lâmina. Sangue escorreu de seus dedos que encostavam no fio, e, sem que o sargento pudesse a puxar de volta, ele deu um chute em sua perna esquerda forte o suficiente para dificultar seu movimento. A dor era quase como se ele a tivesse quebrado, ainda que o osso ainda estivesse no lugar, e o Sparkbolt foi obrigado a deixar a espada para trás e recuar, pegando sua espada reserva. - Eu posso até morrer aqui, mas vou garantir que te mandarei pro inferno, e você vai se arrepender de ter arranjado briga conosco.

Nesse momento, Rin chegou, aparentemente livre enfim da guarda do prisioneiro, e viu uma cena que não esperava: Lars e Dereck lutavam, e os soldados apontavam armas para ambos formando quase uma arena mortífera. - O que diabos está acontecendo aqui? - A ilha destino ia ficando cada vez mais próxima à medida que a tensão se seguia, e finalmente o navio se aproximava do porto de Wonderful Land. - Merda! - Exclamou Dereck, percebendo que estavam ficando seu tempo. O navio havia chegado na ilha, e era questão de tempo para os marinheiros instruídos por Thor aparecerem.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 9 EmptySeg 14 Maio 2018, 20:40


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

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A Dog At Sea XXI
.

Tendo a sorte de conseguir esquivar maior partes dos tiros que foram na sua direção, Rin mal conseguia acreditar que nada do que tinha sido disparado na sua direção tinha entrado em contacto com o seu corpo porém ele tinha quase a certeza que mais tarde ou mais cedo teria que voltar a lançar os dados e novamente a testar a sua sorte. A outra companheira semi-desaparecida estava imobilizada de forma um pouco mais severa do que com cordas tradicionais, sobretudo porque se tratava de algo um pouco mais resistente. Para piorar a situação, o total de membros tinha passado de um ferido para dois duplicando o seu trabalho mas pior que isso tinham começado dois cronometro em contagem decrescente pois tanto Maya como Magnus possuiriam o pequeno risco de se esvaziarem em sangue mas como ele tinha quase a certeza que Victoria não iria se dar ao luxo de esperar que ele acabasse os tratamentos antes de os alvejar, a melhor solução seria auxiliar o seu companheiro na tarefa em mão.

"Tenho de acertar nos tendões, esta confusão tem de acabar agora"

Assim que Magnus lhe oferecesse uma nova oportunidade para atacar, Rin iria partir de novo para cima de Victoria tentando usar as suas espadas para deflectir qualquer tipo de projécteis que acabassem por vir na sua direcção. Ao contrário de antes em que apenas procurava infligir a maior quantidade de danos possíveis naquela situação, o mink iria procurar atingir os tendões da traidora visto que aquela era a forma definitiva de terminar o combate, tendo consciência que aqueles membros eram o único método de ligação entre os músculos e os ossos, permitindo os movimentos de contracção e extinção dos membros, o cachorro tinha a esperança que um golpe bem aplicado fosse o suficiente para a deixar imóvel. Tendo em conta o estado de Magnus talvez o ideal fosse focar primeiro no equilíbrio da adversária, focando nos tendões do quadríceps e principalmente no tendão patelar de modo a destabilizar completamente o equilíbrio da mesma, começando do lado direito com um simples porém preciso corte e rolando no chão de modo a chegar ao lado esquerdo e repetir o processo.

Obviamente nada daquilo seria suficiente para parar um adversário daqueles, logo o essencial seria passar de baixo e subir até ao bíceps do lado esquerdo aplicando um golpe perfurante tentando impalar o braço dela contra a parede ou porta onde estava encostada e de seguida usar as suas habilidades acrobáticas para saltar por cima de Magnus, usando o corpo dele como um apoio e com a sua segunda e última katana tentar furar a mão da mesma prendendo-a contra a parede. Durante as suas acções, o cachorro teria o cuidado de agir nos intervalos de tempo entre os golpes do outro marinheiro visto que possuíam praticamente a mesma velocidade ou pelo menos reflexos bastante semelhantes, Rin nunca se considerou um membro muito poderoso fisicamente e sempre se orgulhou na sua velocidade e precisão sendo esta altura uma das ocasiões onde restava estar certo.

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