One Piece RPG
To the grand line! - Página 8 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [Kit - Garou]
To the grand line! - Página 8 Emptypor Ainz Hoje à(s) 12:06

» V - Into The Void
To the grand line! - Página 8 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 11:03

» Mini - DanJo
To the grand line! - Página 8 Emptypor DanJo Hoje à(s) 02:51

» Crisbella Rhode
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Ventus Hoje à(s) 02:48

» A Aparição de Mais Um Meio a Tantos
To the grand line! - Página 8 Emptypor Wave Hoje à(s) 00:53

» O vagabundo e o aleijado
To the grand line! - Página 8 Emptypor Ghastz Hoje à(s) 00:40

» Mini Aventura - Agyo Shitenno
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 23:16

» O Legado Bitencourt Act I
To the grand line! - Página 8 Emptypor Faktor Ontem à(s) 22:16

» Apenas UMA Aventura
To the grand line! - Página 8 Emptypor Van Ontem à(s) 17:49

» Bellamy Navarro
To the grand line! - Página 8 Emptypor Greny Ontem à(s) 12:43

» Unbreakable
To the grand line! - Página 8 Emptypor Ainz Ontem à(s) 11:55

» (Mini) Gyatho
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 01:02

» (MEP) Gyatho
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:55

» [MINI-Tenzin]Here we go again
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:53

» [M.E.P]Tenzin
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:43

» [Extra] — Elicia's Diary
To the grand line! - Página 8 Emptypor GM.Noskire Ontem à(s) 00:27

» M.E.P DanJo
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:27

» Mini Aventura - No Mercy
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:20

» [Mini-Rosinante-san] O homem que quer ser livre
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:15

» Retornando para a aventura
To the grand line! - Página 8 Emptypor ADM.Senshi Ontem à(s) 00:13



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG

Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 To the grand line!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 7, 8, 9, 10, 11  Seguinte
AutorMensagem
Ceji
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas


Data de inscrição : 04/02/2013

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptyTer 20 Mar 2018, 19:04

Fugindo Do Capeta


Naquele dia, em Loguetown, um dos meus pesadelos havia se revelado diante dos meus olhos, sem qualquer aviso ou premonição. A morte? Não. Meus pai furiosos atras de mim tentando me fazer ser um bom marinheiro? Tampouco. Aquele demônio era um ser vindo diretamente do nono círculo do inferno, um ser vindo apara atormentar a raça humana com técnicas de tortura em massa nunca vistas antes pelos reles olhos mortais, um ser que aprisionava almas em sua jaula pessoal de tortura, para ve-las chorarem e sofrerem por toda a eternidade, também conhecido como "vovô" por Rin.

Aquele velho maldito havia tido a audácia de viajar para outro Blue apenas para ir atras de Rin, que já havia dito mais de uma vez que não ficaria em Wars. Aquele demônio disfarçado de senhor de idade musculoso não havia desistido nem ao (provavelmente) descobrir que a transferência de Rin havia sido totalmente legalizada pela marinha, cumprindo todas as burocracias. Naquele momento, não era possível descrever quanto asco eu sentia dele; mesmo tendo que ajudar Rin, apenas uma coisa se passava pela minha cabeça. Gritando para Rin correr, eu corri na direção contrária, em direção ao velho, desferindo uma linda voadora, que felizmente o acertou, bem em sua cara. A expressão dele ao ser atingido era impagável, simplesmente magnífica, mas só aquilo não era o suficiente. Perdido em minha fúria, sequer percebi o quão rápido aquele velho havia se recuperado do ataque e se levantado, correndo então em direção à sua neta. Eu tive que me levantar desengonçado, meio levantando e meio correndo na direção dele, enquanto tentava o acompanhar. Aquele maldito afinal havia sido quem me ensinara a correr rápido daquele jeito, então já sabia que ele era rápido pra caralho, mas não esperava tanta dificuldade para ficar emparelhado com ele. Eu até tentei argumentar, mas aquele retardado ficava falando que confiava sim nela, e que o medo dele eram o pessoal pirocudo da Grand Line; mas, sinceramente, eu tinha mais medo da Rin irritada do que desses supostos fodões. Após mas alguns metros de corrida e nos dois vimos Rin parar de repente; uma Aura sinistra começou a exalara dela, e me fez perceber instintivamente o que havia acontecido, me fazendo dar um passo para trás. Ela começou a responder a Huges com rudeza e desgosto na voz, era quase possível ver seus olhos brilhando quando ela virou o rosto para trás. Eu sabia que podia ser só impressão no óculos dela, mas não tirava o fato que eu estava quase achando que sairiam lasers dos olhos dela e matariam todo mundo ali.

Quebrando o clima, um cara saiu correndo desesperado da loja ao lado, e acabou trombado sem querer em Rin. Enquanto ele caia e Rin mal se movia com o choque, eu só pude ficar com pena dele. Claro, na hora um "se fodeu" passou pela minha mente, mas ele não tinha nada haver com o problema, então meio que estava apenas sendo usado como saco de pancadas. Huges parecia bem impressionado enquanto Rin espancava uma pessoa aleatória na rua, o que me fez pensar qual a moral que aqueles malucos tinham para falar de mim quando eu fazia merda. Depois que o espancamento acabou e o topetudo começou a se afastar apavorado, Rin e seu avô se aproximaram, dessa vez com Huges finalmente entendendo que a preocupação dele era boba e que não havia o que ele pudesse fazer para fazer ela voltar. Eu quase mandei um "já não era sem tempo", mas não queria acabar com aquele momento e correr o risco de fazer mudar de ideia. Assim, apenas esperei a comoção se finalizar e voltei ao barco com Rin, meio afastado graças ao medo de ela ainda estar na segunda personalidade.

Tão logo retornamos ao porto, fomos informados que o navio já estava quase pronto, e o prisioneiro já havia sido movido para a prisão do navio, deste modo, entramos para não ocorrer nenhum problema mais tarde. Dentro do navio, Rin veio até mim e revelou que havia comprado algo que eu provavelmente iria gostar; eu imaginava muitas coisas, menos uma bainha de espada, mas era inegável que aquela bainha era bem mais foda que a basicona que eu usava, e deveria ser bem mais útil para impor respeito - Wow, valeu. Não precisava, mas valeu - Dizia, pondo a bainha na cintura e trocando a espada da bainha antiga para a nova. Só por garantia iria manter a bainha antiga, mas era visível que a nova era melhor, já que eu até fiquei encarando alguns segundos. Após isso, voltei a me dirigir a Rin - Rin, isso não foi caro, né? Digo, eu queria te pedir uma coisa. A algum tempo eu percebi que tenho ficado muito limitado aos meus, err, limites - Dããã, mongolzão, só faltava eu dizer que eu queria subir pra cima - Por isso queria saber se você podia me ajudar em uma coisa. Eu queria treinar minha mão esquerda para poder usá-la no cotidiano e em combate, e queria saber se você poderia me ajudar com um treino para ver o que limitado eu fico lutando com essa mão - Caso ela não aceitassem eu agradeceria de qualquer forma e, lembrando que o Gezão estava com um bloquinho antes, iria furtivamente até seu quarto e "pegaria emprestado" algumas poucas folhas do bloquinho e um lápis, para em seguida ir para um canto e ficar treinando escrever meu nome com a mão esquerda. Tentaria escrever usando o mínimo de espaço possível, e os dois versos, para aqueles papéis durarem bastante antes de eu ter que furtar, digo, pegar mais emprestado do meu colega.

Entretanto, caso Rin aceitasse me ajudar em combate, diria - Valeuzão, deixa só eu guardar minhas coisas - Diria, indo deixar minhas coisas em um quarto e esperando ela também o fazer e me encontrar de novo na proa ou aonde quer que ela quisesse fazer o treino. Eu obviamente lutaria sem a espada, já que poderiam causar problemas desnecessários, e esperava que ela também não usasse suas soqueiras. Uma vez que nos dois estivéssemos em posição, eu avançaria em sua direção com os dois braços verticalmente paralelos a Kim na minha frente, com o objetivo de bloquear qualquer golpe direto que ela fosse tentar durante meu avanço. Como era um treino, e não faria o combate mirabolante que normalmente fazia em lutas normais, até porque o objetivo aqui era treinar meu punho esquerdo, não acertar Rin. Deste modo, esticaria levemente meu braço esquerdo logo antes de chegar nela, em seguida projetando-o para frente em sua direção, girando o torço para por mais força no golpe. Caso ela bloqueasse espalmando meu punho para longe do meu corpo, eu aproveitaria para girar, pondo meu lado direito virando para ela, com o braço direito dobrado formando um triângulo (ou um V) a minha frente para aparar ataques. Caso ela espalmasse o ataque para perto do meu corpo para abrir meu lado esquerdo, eu aproveitaria o giro para dobrar o cotovelo e prosseguir rapidamente com uma cotovelada com o mesmo braço bloqueado. Caso ela tentasse me atacar enquanto meu braço ainda estivesse recolhido, eu tentaria aparar o ataque acertando seu pulso com meu punho esquerdo, para jogar o braço em questão para longe do corpo dela e abrir sua defesa. Acertando-a ou não nesse ataque, sendo acertado ou não, eu recuaria e manteria o pé direito na frente e o braço direito dobrado junto para bloquear golpes diretos; meu braço esquerdo rapidamente se afastaria do meu corpo enquanto eu giraria em direção a Rin para tentar acerta-lá com as costas da mão esquerda no final do giro. Eu manteria meu braço direito tangenciando o esquerdo durante o giro, pois já esperava que ela pudesse bloquear o golpe diretório e aproveitar a falta de defesa do lado para certar a lateral do meu abdômen ou minha cabeça; dois deste modo, assim que visse para qual direção (cima ou baixo) o ataque iria, eu poderia mover meu braço direito para bloquear ou, caso fosse possível, agarrar com firmeza o braço atacante pelo bulho. Caso segurasse seu braço, eu giraria meu braço esquerdo para me livrar de um possível agarrão que ela poderia ter feito ao se defender, ou se um bloqueio perpendicular, para então projetar meu braço por baixo do braço dela, deslizando pelo mesmo para acertar um ataque coma palma aberta em seu tronco, seja pela frente ou pela lateral.
Aviso ao Avaliador:
 

Histórico do Ceji:
 

NPC Acompanhante:
 


Última edição por Ceji em Dom 25 Mar 2018, 22:06, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
gmasterX
Sargento
Sargento
gmasterX

Créditos : 9
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 12/06/2014
Idade : 20
Localização : Na minha casa,ué

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptyQui 22 Mar 2018, 11:55

To the sea again





Tá ai um resultado que eu não estava esperando: Ele me ouvir e se retirar. Eu já estou tão acostumado com cada interação minha iniciar uma saga de violência e brutalidade que eu me esqueci que as coisas podem dar certo comigo. Só queria que as coisas tivessem dado certo com o topetudo... Sei que pode parecer que eu sou uma pessoa violenta e por ai, mas eu gosto de agitação e não de fazer outra pessoa se machucar... Mas deixando isso de lado, aparentemente todo mundo estava aliviado ou alegre de alguma forma por algum motivo... Por exemplo, o tal loirinho tava tão distraído com o fato de que a garota de óculos surrou o outro cara, que ele nem notou minha presença... Acho bom eu anotar tomar nota disto... Seria bom trabalhar isso mais tarde...

Bom, tendo feito meu trabalho e tendo lutado pela segurança de mais um civil inocente é mais do que satisfatório pra mim.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Agora, o que eu vou fazer em um navio para passar o tempo com uma penca de marinheiros e hm... Acho que vou procurar por mais alimentos fáceis de transportar e comer... Bom... Eu não sei nada sobre gastronomia mais eu sei que muita coisa pode estragar bem rápido se não forem conservadas direito... Acho que vou procurar por mais barrinhas de cereal ou qualquer outro guloseima... Não me lembro de balas e pirulitos ficarem podres. Tá... Vamos manter bem simples... Eu sei que deve ter algum estoque ou algo assim para alimentar o pessoal da embarcação durante a viagem, ou uma cozinha bem grande... Por isso eu tentaria achar algo que bata com as descrições e tentaria pegar três do que tivesse disponível. Se fosse algo que pudesse sujar minha mochila, eu olharia em minha volta e veria se há algo limpo que eu pudesse enrolar o alimento e guardá-lo. Se não houvesse, eu apenas puxaria umas folhas do meu caderninho e os enrolaria para enfim colocar-lo dentro da minha mochila. Seguindo com a minha busca, eu procuraria por uma corda ou elástico bem grande que pudesse prender a meu braço direito junto de meu corpo. Eu não sei como você treina as habilidades de uma mão que você não tem domínio, mas o Del Rose sempre dizia que “RESTRINGIR AJUDA A ADAPTAR!”, mas a maioria dos casos nunca dava certo. Bom! Ele também dizia que “Nunca se sabe o que pode acontecer até acontecer! HAHAHAHAHAHAHA” ou algo assim...

Não acho que eu vá conseguir completar essa tarefa sozinho, então eu procuraria a Mayu! Ela não julgou as minhas outras idéias que ao serem faladas em voz alta, soam idiotas, por que ela julgaria agora?

Assim que eu a encontrasse eu diria: -Mayuuuuuuuu! Eu preciso que você amarre o meu braço direito junto do meu corpo. – Lhe mostrando a corda. Se ela se mostrasse relutante a minha idéia, eu prosseguiria com: - É para um experimento... – Lhe mostrando toda a seriedade do ato enquanto olho bem em seus olhos. Se ela estivesse ocupada demais, eu partiria em busca daquele simpático marinheiro com cheiro canino e lhe pediria a mesma coisa. Se a Mayu fizesse como eu havia pedido, eu lhe abraçaria com... O meu braço esquerdo e partiria em busca daquele colega lá, o tal de Terumi.

-TERUMI! – Eu gritaria assim que o encontrasse, buscando chamar sua atenção e seguiria com: - O que está fazendo? – Lhe encarando com curiosidade. Assim que ele respondesse ou caso me perguntasse o que eu queria, simplesmente lhe diria: - Vim aqui para lhe conhecer melhor, adoro fazer novas amizades. –Logo após eu lhe daria um tempo para falar o que diabos ele quisesse e é claro, tentaria responder suas perguntas adequadamente. Em seguida eu lhe perguntaria: - Por que você decidiu se juntar à marinha e qual é o seu objetivo aqui? – Aparentemente todo mundo tem um aqui dentro... BOM! Assim que ele me dissesse, eu prosseguiria com outra pergunta: - Me desculpe se soar ofensivo, mas... O que exatamente é você...? Quero dizer... Você me passa a impressão de um animal, mas é bem humano... – Pra falar a verdade... Ele me lembra daquelas criaturas da minha missão de escolta... Acho que poderei aprender mais sobre ele.

- Certo! Certo! Poderia me contar sobre as suas últimas missões? – Ele não parece estar muito tempo na organização. Eu tenho muita coisa pra falar com ele, então espero que ele esteja disposto a passar um tempo interagindo.



NPC ACOMPANHANTE:
 


Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Bejin no ombro:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Teru
Soldado
Soldado
Teru

Créditos : 37
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 04/01/2014
Idade : 22
Localização : F3 + Teru

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptySab 24 Mar 2018, 15:49


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XVI
.


Recebendo o seu chapéu de volta e sobretudo tendo a adoravel ocasião de conhecer pessoas novas, Rin era surpreendido novamente pela presença de uma das suas colegas de navegação, alguém cujo o nome era igual ao seu ou talvez estivesse a confundir com a outra mulher, mas qualquer das formas o pobre Terumi era arrastado pelo braço quase como um cachorro em direção ao navio. Ele tinha a certeza que aquele pequeno acidente não tinha tomado muito do seu tempo e que sem dúvida nenhum conseguia voltar sem se atrasar e sobretudo sem atrasar os outros mas naquele momento o mink não teve a oportunidade de tomar nenhuma decisão e apenas pode reclamar um pouco. Ao se aproximar do suposto novo navio que iriam tomar em direção a Grand Line, Rin ficou bastante surpreendido com o tamanho da embarcação, ele nunca tinha visto nada daquele tamanho e sobretudo nada com aquela capacidade.

— Sim, sim eu sabia. Já estava a regressar, tive apenas um contra-tempo. - suspirou o mink sendo praticamente arrastado

Já estando a bordo e com todos os marinheiros a caminhar numa direção aleatória do navio, dirigindo-se em alguma secção que de momento não era do seu conhecimento, Rin decidiu manter-se junto a borda no navio colocando-se de bruços junto a água de modo a tentar ver o seu reflexo na água cruel do oceano enquanto navegavam. Visto que parecia estar tudo pronto e era apenas um caso de navegar em direção a Grand Line, um local que o cachorro nunca ouviu falar muito devido ao facto de muitas pessoas falarem que eram um lugar perigoso e muitos os que viajam até lá muito raramente voltavam aos Blues, muitos acabavam mortos pelas enormes criaturas marinhas e outros pelas emboscadas e combates com piratas ferozes, decididos em tirar a vida de qualquer um que lhes fizesse frente ou se atreve-se a desafiar o seu ortodoxo estilo de vida. Enquanto estava a contemplar os seus pensamentos caninos, uma voz vinda do nada captou a sua atenção fazendo as suas orelhas caninas erguer contra o seu chapéu de marinheiro como duas flechas, olhando em redor Rin via que não se tratava nada mais nem nada menos que um dos seus colegas de navegação.

— Hmm? Saudações companheiro. Posso auxiliar em algum aspecto?

Com o inicio de uma conversa um pouco estranha visto que o cachorro não sabia o porque de o outro marinheiro estar com um braço preso como se tivesse sido amarrado por uma criança e chegou mesma a atrever-se a questionar a razão da sua aparência mas ao vê-lo tão bem disposto achou melhor não ligar muito e deixa-lo viver a sua vida. Olhando em redor, Rin suspeitou que talvez tivesse sido uma ordem ou algo que um dos outros superiores o tinham obrigado a fazer mas como não tinha muito a certeza e o moço parecia tão bem intencionado, o cachorro achou melhor apenas participar na conversa de forma honesta uma vez que não ganhava nada a mentir a um oficial da marinha.

— Eu entrei na marinha porque a minha mãe era capitã na terra natal em Las Camps, eu não tenho um objetivo definido, apenas sigo as passadas dela porque vi com os meus próprios olhos.

Durante a conversa que do lado de Rin parecia mais um interrogatório pelo simples facto de não estar totalmente habituado ao número de interações forçadas que tinha por dia, algo que a sua estadia na marinha ainda não lhe tinha habituado, o seu simpático e de certeza bem intencionado fez a irónica questão sobre a sua raça. Não era a primeira vez que lhe tinham feito aquela questão mas era algo que sem sombra nenhuma de dúvidas era algo meio estranho de responder, obviamente ninguém sabia automaticamente todas as coisas do mundo a primeira vista mas o mink tinha a esperança que existissem indivíduos iguais a ele ao ponto de ser tornar um pouco comum mas pelos vistos isso não passaria de um sonho. Retirando o chapéu de marinheiro que tinha sobre a cabeça, deixando as suas orelhas caninas se erguerem livremente sem o estranho embaraço de estarem presas dentro de um gorro ou chapéu como normalmente  ficam, Rin limpou a garganta e cruzou os braços, portando o chapéu numa pata, respondeu de uma forma muito técnica e quase distanciada ao ponto de não se estar a descrever a si próprio.

— O termo correto é mink, ou seja um animal com aparência humanoide. Provavelmente pareço um pouco diferente dos minks tradicionais pelo simples facto de eu ser o resultado de um meio-mink e de uma humana. Isso faz de mim 25% Canino e 75% Humano, isso é bastante conveniente para dizer a verdade, especialmente porque nem todos aceitam ou muitas vezes toleram a minha especie. Com a exepção das orelhas, garras, presas e alguns outro detalhes na zona de baixo eu passo completamente por um humano.

Olhando para o seu rosto, Rin tentaria analisar o rosto do tal Magnus para tentar perceber se a sua explicação tinha sido explicita o suficiente para que não tivesse de explicar de novo numa outra ocasião, especialmente se fosse uma ocasião um pouco menos "privada". A última questão feita pelo colega de braço preso foi a nível da sua carreira como oficial da marinha, algo bastante comum e algo que o próprio cachorro também tinha um pouco de vontade de questionar uma vez que tinha a sensação de que nunca o tinha visto antes na sua vida ou se tivesse visto, nunca teve a oportunidade de o encarar correctamente. Colocando o seu chapéu de volta no seu respectivo lugar, dando-se ao cuidado de baixar as orelhas de modo a que o seu chapéu entrasse normalmente e mantivesse o seu suposto "disfarce" aos olhos do povo.

— Eu não tenho muitas missões, tenho apenas duas ou três no meu curriculum mas mesmo assim já me permitiu obter um bom número de medalhas para um novato - comentou apontando para o peito — Mas fora isso, apenas as tarefas tradicionais de um marinheiro.

De forma calma e discreta de modo a não se mostrar demasiado inexperiente, Rin limitar-se-ia a olhar para o uniforme do humano curioso e tentar identificar as medalhas que o mesmo portava no seu peito visto que esta era uma das melhores formas de ter uma confirmação sobre as suas capacidades. Obviamente existiam formas muito mais eficazes de estudar a personalidade de um marine sem ser o número de condecorações mas tendo em conta que Rin sempre foi criado com a mentalidade de que o valor tinha que ser demonstrado de forma clara a todas, esse sempre foi o seu método preferencial para julgar alguém, assim que tivesse uma pequena noção e especialmente porque não pretendia permanecer em silêncio durante muito tempo visto que a conversa ficaria um pouco estranha, o cachorro quebraria o silencio retornando a última pergunta que lhe tinham feito, apenas por uma questão de ética.

— Posso questionar sobre o teu historial colega?

OFF:
 
Objectivos:
 
Histórico:
 

____________________________________________________

L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Narração   -   Pensamento  -   Fala
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hoyu
Olhos de Deus
Olhos de Deus
Hoyu

Créditos : 76
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 27/04/2013
Idade : 19
Localização : Grand Line - Jingle Bell Island

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptySeg 26 Mar 2018, 21:01




Uma nova ligação!


  • Magnus e Terumi


O navio havia acabado de sair do porto, e seguia mar adentro com soldados indo de um lado para o outro, ocupados com a navegação do navio. Por ser maior que o outro em que estavam, esse navio precisava de muito mais cuidado para ser navegado. Magnus, empolgado em aprender a usar o outro braço, foi até Mayu com uma corda e um pedido estranho. - Ahn... Isso é algum tipo de fetiche? - Perguntou ela, receosa, mas diante da insistência do companheiro, acabou amarrando seu braço. Procurando seu companheiro canino, Magnus encontrou debruçado na amurada e olhando o mar; apesar dos dois não terem muita intimidade, aquela conversa parecia ser o início de um companheirismo.

Pouco depois de começarem a conversar, Dereck veio até eles. - Que bom que não se perderam lá na ilha. - Em seguida olhou para o mink. - Se você ainda quiser dar uma olhada no prisioneiro, ele está na cela do navio, logo em cima do porão. Vê se não se perde, porque esse navio é maior que o outro. - Em seguida, foi embora. De cima do mastro, um homem gritou. - ESTAMOS ENTRANDO NO CALM BELT! - Em pequeno chacoalho tremeu o navio, e repentinamente tudo ficou mais calmo.

Remos saíram das laterais do navio, na parte inferior, e começaram a remar, levando o navio para frente. O vento parou completamente, e uma grande sombra passou por debaixo do navio, no mínimo 50 vezes maior que o mesmo. Aquele mar era perigoso, era uma aposta arriscada, mas se tudo desse certo, iriam conseguir atravessá-lo sem problemas.

  • Lars


Novamente no navio, que já se distanciava de Loguetown, Lars recebia o presente de Rin e lhe pedia que o ajudasse a treinar. - Ah, claro, sem problemas! - Respondeu ela. - Vamos só procurar algum lugar mais vazio, porque aqui no convés está bem cheio. - E era verdade; apesar do convés daquele navio ser maior do que o do antigo, haviam muito mais pessoas, e soldados iam de um lado para o outro, guiando o navio. Demorou um bocado para encontrarem alguma sala vazia devido ao tamanho daquele lugar, mas por fim os dois encontraram o que parecia ser uma sala de treino vazia. - Ótimo, vamos usar essa daqui.

Os dois marinheiros se afastaram um do outro, assumindo posição de combate e se preparando para o treino. - Como você está treinando sua mão esquerda, vou igualar as coisas e usar só meu braço direito. - Com os dois prontos para o combate, Lars avançou, com os braços em posição de defesa. Rin se manteve parada, em posição e combate, esperando seu companheiro chegar perto o suficiente. Quando o mesmo se aproximou e desferiu um soco com a mão esquerda, a garota girou o braço direto verticalmente e bateu contra o pulso de Lars, desviando o golpe. Trocando rapidamente da defesa para o ataque, Rin se preparou para desferir um soco, mas o Spakbolt se agastou, percebendo que havia ficando em desvantagem e com a guarda aberta.

Em uma segunda tentativa, ele se aproximou e girou, querendo acertar a garota com as costas da mão esquerda, mas ela reagiu rápido, o agarrando pelo pulso, girando seu braço e jogando o jovem no chão. - Nitidamente você precisa treinar mais. Vamos buscar um pouco de agua, se continuarmos com o treino, é melhor ter um pouco conosco. - Poderia ter sido um embate rápido, mas gotas de suor já brotavam pela pele dos dois. Aquele lugar literalmente estava vazio, então os dois tiveram que ir atrás da cozinha. Entretanto, logo ficou claro que encontrá-la naquele navio não seria tão fácil.

Enquanto a procuravam, atrás de um pouco de agua, um barulho chamou a atenção deles. Puru puru puru puru puru... Puru puru puru puru puru... Era como o toque de um den den mushi, mas chamava e chamava e ninguém atendia. - De onde isso ta vindo? - Aquilo era intrigante, e entreabrindo uma porta do corredor, os dois deram de cara com um escritório vazio, com um único den den mushi sobre a mesa, que começava a tocar sem parar. Receosa, Rin andou na ponta dos pés até lá e o atendeu. - Alo?

De um instante para outro, a garota ficou pálida e afastou o fone do ouvido. - É o sargento Thor, e ele pedia para passar para você... - Aquela situação era muito incomum, o que Thor quereria falar com ele em uma situação como aquela. Sem esperar uma reação de seu companheiro, Rin lhe entregou o den den mushi. - Lars? Aquela era Rin, não era? A, graças a Deus eu consegui falar com vocês. A situação é muito seria, muito seria mesmo. - Thor falava com uma urgência na voz, como se algo estivesse muito errado.

- Primeiramente, peço que não se precipite e ouça o que eu vou falar. A pouco recebi uma ligação do tenente Charles de Wars Island, no North Blue, ilha onde Dereck e Victoria estavam antes de virem para o East blue executar a missão e descobri que os dois foram mortos em missão a mais de uma semana durante uma emboscada, e por isso deveríamos arrumar outras pessoas para liderar essa missão de escolta. Disse também que não foi possível relatar isso antes porque algo estava interferindo na comunicação da ilha. - Mesmo pelo telefone era possível sentir a urgência em sua voz, e o objetivo da ligação estava ficando claro.

- Os dois que vieram para o East liderar a missão e que buscaram vocês aqui não são e nunca foram Dereck Jackson e Victoria Scarlett, são dois impostores, e não acho errado presumir que são lideres do grupo que emboscou e assassinou os verdadeiros Dereck e Victoria. Não sei o que eles querem e nem quem mais está envolvido com isso, então atualmente só posso confiar em vocês cinco que eu enviei para a missão. Descubram o que esses dois farsantes querem e impeça-os.



Viagem:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Grupo:
 


2017:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ceji
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Ceji

Créditos : 2
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 04/02/2013

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptyTer 27 Mar 2018, 21:41

No Olho Da Tempestade - Parte I


Finalmente havíamos entrado no navio que nos levaria a Grand Line, e minha animação era difícil de esconder. Pelo que ouvia falar, a Grand Line era um lugar muito mais fascinante, e em alguns casos mais perigoso, que os blues. Desde que conheci Rin, ir a Grand Line se tornou cada vez mais uma vontade minha também, já que ela queria tanto viajar pelo mundo que acabava vez ou outra se empolgando e falando muito sobre o tema. Não que eu não gostasse quando ela fazia isso, eu na verdade gostava bastante; se não gostasse eu não estaria tão animado. Eu sabia que Rin provavelmente estava animada também, e essa ansiedade toda não seria muito benéfico para nós; deste modo, decidi que seria melhor que nós nos distraíssemos, e eu sabia um jeito de fazer isso e ainda me ajudar com um problema.

Após receber a bainha e agradecer, perguntei a Rin se ela poderia me ajudar com treinamento de combate para que eu pudesse treinar minha mão esquerda. Em alguns momentos poder utilizar apenas a mão direita era meio problemático para mim, especialmente em combate, onde acabava tendo que atacar e defender com o mesmo braço. Para minha felicidade, Rin aceitou e ajudar e seguimos a procura de uma sala vazia. Embora aquele navio fosse bem maior que o outro, a quantidade de soldados que haviam vindo junto na missão tornavam a tarefa mais difícil do que facilitava, o que era um pé no saco, já que eu esperava que a procura não demorasse muito. Depois de algum tempo de busca, finalmente achamos uma sala vazia, que coincidentemente parecia ser uma sala de treino, e nos aprontamos para o combate, com Rin prometendo que usaria apenas o braço direito para igualar as coisas. Lutarmos com as armas seria perigoso demais para um treino, já que nos ferir não era o objetivo, mas eu sabia que, por mais que estivéssemos nos dois usando apenas um braço, eu estaria na desvantagem. Enquanto eu estava mais acostumado a lutar com espadas, o estilo primário de Rin era a base de socos, ela estava bem mais familiarizada com aquele tipo de combate que eu, que ainda por cima estava treinando meu braço não apto; era óbvio que vencer ela era algo improvável, mas felizmente o objetivo não era esse. Uma vez em posição, eu corri em direção a minha aliada tentando desferir um soco direto; o objetivo ali era treinar minha prática com aquele tipo de ataque, então não fazia sentido utilizar golpes muito elaboramos, mas devo dizer que ver ela facilmente desviando meu golpe acertando meu punho com o dela não foi muito estimulante. Recuando por causa da abertura na minha defesa que ela havia causado, mais uma vez avançava tentando lhe atacar, mas dessa vez com um ataque giratório, visando atacar com as costas da minha mão. Eu esperava que ela fosse segurar meu punho, mas quando tentei tirar meu braço para me soltar, ela o girou também, aplicando um golpe de imobilização ao e tirar do solo e jogar ao chão. Definitivamente foi uma derrota que não havia apreciado muito de ter, mesmo que já fosse esperada.

Mesmo com poucos movimentos, o ambiente relativamente abafado já fazia gotas de suor se formarem em nossas testas, e treinar com sede também não parecia uma boa, assim, Rin decidiu ir arranjar um pouco d'água, e eu fui junto. Mais uma vez nossa busca pela sala certa ocorreu, o que nos fez perceber que um navio grande não necessariamente era uma vantagem. Nos rodamos aquele lugar por um tempo, sem sinal da cozinha, até que começamos a ouvir um barulho estranho. Aquele som, como se algum doente mental estivesse repetindo continuamente a pronúncia de uma letra de um alfabeto alienígena, era impossível de não reconhecer, o chamado de um Den Den mushi. Eu e Rin paramos por um instante, procurando a origem do chamado, já que parecia que ninguém estava indo atender, até que percebemos que o som vinha de uma sala ao lado. Entreabrindo a porta, nos deparamos com um escritório vazio, e o dito Den Den mushi em cima da mesa, ainda tocando. Vendo que não havia ninguém lá para o atender, Rin adentrou lentamente na sala e pegou, logo em seguida dizendo ser Thor, que queria falar comigo. Eu não esperava que Rema-Cu quis-se falar comigo depois de sairmos de Shells, mas já presumia que El queria me dar um esporro por algo que fiz, então não estava muito animado para atender, mas o diz mesmo assim. Ele parecia tenso, e já veio direto falando sobre uma ligação dele com um tal Charles, tenente de Wars. Ah, claro, sempre Wars que fazia merda, não era atoa que eu havia vindo de lá. De acordo com Thor, o tenente ligou para dizer que... Dereck e Victoria haviam morrido em uma emboscada a mais de uma semana? Aquilo estava muito estranho, pois nos havíamos justamente fazendo missão com os dois, mas as falas seguintes e Hamaku confirmaram meu medo: aqueles não eram Dereck e Victoria, eram impostores, e wars ainda não tinha avisado porque havia tido problemas de comunicação. Claro, como eu havia dito, Wars fazendo merda, mas isso explicava a supresa de parte do pessoal de Shells quando cheguei transferido de Wars. Aqueles caras estavam planejando aquilo a provavelmente mais tempo do que eu estava na marinha! Era meio frustrante receber a notícia que eu havia aprendido a pescar com um impostor, mas isso não mudava o fato de que estávamos em uma situação muito problemática. Como Thor disse em seguida, ele só confiava nos cinco sargentos (eu, Rin, Teru, Gezão e a amiga do Gezão) que ele mesmo havia posto na missão; nos não sabíamos o que aqueles dois queriam, mas se eles fizeram aquilo tudo para pode embarcar nesse navio, coisa boa não poderia ser. Eu estava bastante nervoso com todas aquelas notícias, mas tentei me manter calmo ao responder Rema-Cu - Relaxa, grandalhão, eu já tretei tanto com tenente que nem acho que dariam bola se eu fizesse mais uma vez. E fica tranquilo, acho difícil todos os outros soldados terem vindo com eles, dois é uma coisa, mais de 20 é outra. A marinha é incompetente mas nem tanto. Vou avisar os outros discretamente para tentarmos resolver isso, só me promete uma coisa, avisa o QG de Wonderful Land sobre isso. Se não ser para parar eles, se der ao menos para garantir que o curso do navio não mude, da para pegar eles lá. Adios - E desligaria, se ele não tivesse mais nada para falar.

Suspiraria profundamente enquanto coçaria a cabeça, tentando me acalmar para pensar com calma. Rin provavelmente já estaria bem confusa e angustiada de ouvir eu falando aquilo sem saber o que significava. Caso estivesse insistindo para que eu contasse, diria - Vamos com calma. Eu vou contar, mas vamos antes voltar para a sala de treino - Diria então, puxando ela para fora da sala de volta a sala de treinos, sempre olhando para todas as direções e avaliando as outras pessoas que encontrava. Uma vez que voltássemos para a sala de treino e garantisse que estávamos sozinhos, diria, sem me deixar ser interrompido - Resumindo, Dereck e Victoria não são Dereck e Victoria. Temos que parar eles antes que façam merda - Diria, mas já esperava que ela não entendesse essa explicação. Nesse caso, caso ela me pedisse ou fizesse explicar melhor, continuaria - Eles são impostores que, provavelmente, mataram os verdadeiros Dereck e Victoria em Wars para tomar o lugar deles e poder estar abordo desse barco. Não sabemos o que eles querem, mas não deve ser coisa boa. Thor só confia em mim, em você é nos outros três sargentos que foram postos nessa missão conosco pelo próprio Thor. Agora precisamos explicar isso pros outros três e discutir um plano de ação, bora lá - Diria, esperando que dessa vez ela tivesse entendido. Caso tivesse, eu iria atras dos outros três. Se achasse apenas parte deles, diria - Galera, tenho uma mensagem do Thor muito importante para repassar para nos cinco. Só que que não vou repassar em partes, só quando juntar geral, então melhor me seguir - Diria, e iria procurando o resto até juntar todo mundo. Assim que os juntasse, diria - Me sigam, temos que ir para um lugar reservado - Se alguém dissesse para chamarmos Dereck e Victoria também, eu responderia - Err, não precisa. Eles já sabem na informação - Mas caso um dos dois impostores viesse querendo saber o que estávamos fazendo, eu estaria fudido. Eu não conseguia mentir bem, então nesse caso, olharia profundamente para Rin, importando para ela tentar resolver a situação. Uma vez que estivéssemos todos juntos em uma sala fechada e vazia, provavelmente a de treino que estávamos antes, diria a todos - Então, gente, deu ruim. Eu e Rin recebemos uma ligação do Thor trazendo más notícias. Dereck e Victoria não são quem dizem ser, eles são impostores que tomaram o lugar dos reais, que foram encontrados mortos no North Blue, onde estavam em missão antes de virem para o East Blue escoltar o prisioneiro. Algo ou alguém estava bloqueando as comunicações de Wars Island para impedir da informação chegar até Shells ou Loguetown, para que os dois impostores pudessem embarcar em segurança no navio. Nós nem Thor sabemos porque ou para que fizeram isso, mas boa coisa não pode ser. Ele disse que só confia em nós para resolvermos o problema por sermos os únicos que ele pôs pessoalmente na missão. Alguma ideia do que fazer? - diria, esperando que eles acreditassem logo. Caso alguém duvidasse, dizendo que não fazia sentido, eu me aproximaria e diria - Você acha que eu ia brincar sobre um negócio desses? Rin está de prova - Diria apontando para minha companheira - Além do mais, a primeira vez que eu encontrei vocês foi quando Thor foi repassar as informações da missão, como caralhos eu saberia que ele também pôs vocês nessa missão pessoalmente? Vocês poderiam muito bem ter pedido para participar dessa missão em específico, mas sei que não foi isso porque o próprio Thor disse o contrário a alguns minutos atras durante a ligação. Eu estou aqui creditando em vocês, mas se não quiserem acreditar em mim, beleza. Podem voltar para sua rotina normal correndo o risco de estarem mortos antes mesmo de pisar na Grand Line. Mas se acreditam em mim, se acreditam no Thor, é melhor pensarmos em um jeito de como desmascarar aqueles dois sem que eles usem sua suposta patente para nos reprimir.

Histórico do Ceji:
 

NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

R.I.P. Lars:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
gmasterX
Sargento
Sargento
gmasterX

Créditos : 9
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 12/06/2014
Idade : 20
Localização : Na minha casa,ué

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptyQua 28 Mar 2018, 23:05

Intriga





A conversa ia fluindo muito bem... Eu achava que a minha falta de interações sociais faria com que eu espantasse-o. Acabei fazendo perguntas em cima de perguntas e toquei num assunto provavelmente delicado... Eu acho que para uma segunda impressão, essa foi uma péssima impressão. Bom... Pelo menos ele não se retirou de forma rude.

— Posso questionar sobre o teu historial colega? – Questionou o mink

Aliás! Eu finalmente descobri o nome dessas criaturas que tanto me importunaram. Não acho que o orelhud-... Digo... Terumi seja mal como os outros que me capturaram. Além disso, ele, assim como eu, era um novato dentro da organização. Talvez ele saiba coisas que eu não sei... Ah... Sim... A pergunta dele.

- Dentro da marinha eu não fiz muito coisa... Só as missões mais rotineiras. Eu apenas recebi uma patente maior, pois era competente no trabalho. Até por que eu não sou um combatente excelente. – Eu olhei para baixo, dando uma pausa em meu discurso. Até porque eu não queria ficar me gabando do que eu acho que fiz nas minhas missões. – Eu dei parte do meu tempo em que poderia evoluir na arte do combate para fazer isso. – Logo após, puxei minha dama de honra, Agnis, para lhe mostrar do que se tratava. – Eu sou o que os livros chamam de... Forjador... Ou um Ferreiro para os mais íntimos. – Logo após eu me sentei com as pernas cruzadas e equilibrando-a sobre meus joelhos. – Essa daqui é a Agnis. Eu a nomeei inspirado pela dama das chamas dos contos antigos. Diziam que depois que comeu a fruta do decaído, até mesmo as centelhas das chamas mais gélidas passaram a se contorcer em seu nome. – Com um sorriso no meu rosto, eu prossegui. – Bom, não sei se é verdade, já que os livros que eu lia são tão antigos que ficaram presos entre a fronteira dos mitos e das lendas. – Eu finalizei.  

- Que bom que não se perderam lá na ilha. – Disse o tenente.

– Qual é? Esse cara ta duvidando da minha capacidade? – Meu irmão costumava fazer isso constantemente, parece até que eu nasci sem um braço ou algo assim.

- Se você ainda quiser dar uma olhada no prisioneiro, ele está na cela do navio, logo em cima do porão. Vê se não se perde, porque esse navio é maior que o outro. – Ele complementou, provavelmente falando com o Terumi.

– Se você for, posso lhe acompanhar? Não tenho muito que fazer por aqui. – Lhe questionaria e embainharia minha Agnis. Se ele negasse minha companhia, eu voltaria para o deposito ou procuraria por outro local quieto para poder descansar um pouco. Se ele não fosse até lá ou não se incomodasse com minha presença, eu seguiria lhe questionando: – Sei que está pode ser um pergunta bem vaga, mas o que você sabe? – Eu sinto que esta conversa está lentamente se tornando um questionário, mas eu gosto da idéia de outras pessoas se abrindo comigo. – Sabe, sinto muito se estou lhe incomodando com uma pergunta atrás da outra, mas é que eu consigo me abrir melhor com as pessoas se as pessoas se abrem comigo. – Eu lhe diria, aguardando uma oportunidade para interagir sem o interromper, tentando justificar o meu comportamento quase que suspeito.

Como se já esperasse sua deixa, o tal do Lars começou a agir de forma suspeita também. Eu não gosto de julgar as pessoas, até porque da ultima vez que eu não o fiz, eu terminei me ferrando, mas eu dou o credito pra ele já que ele encheu meu bucho.

- Então, gente, deu ruim. Eu e Rin recebemos uma ligação do Thor trazendo más notícias. Dereck e Victoria não são quem dizem ser, eles são impostores que tomaram o lugar dos reais, que foram encontrados mortos no North Blue, onde estavam em missão antes de virem para o East Blue escoltar o prisioneiro. Algo ou alguém estava bloqueando as comunicações de Wars Island para impedir da informação chegar até Shells ou Loguetown, para que os dois impostores pudessem embarcar em segurança no navio. Nós nem Thor sabemos porque ou para que fizeram isso, mas boa coisa não pode ser. Ele disse que só confia em nós para resolvermos o problema por sermos os únicos que ele pôs pessoalmente na missão. Alguma ideia do que fazer? – Disse o Lorinho.

Esse papo dele me soava bem estranho pra ser honesto, mas como eu disse, ele tem o beneficio da duvida. Além disso, se eu não fizer nada eu posso acabar sendo capturado e torturado de novo... Então tenhamos foco G... VAMOS! Eu tenho certeza que eu já li sobre situações assim em algum conto... Já sei!

- Certo, lhe darei minha confiança, mesmo que essa historia soe suspeita... Tá na cara que não podemos partir pra cima deles sem mais nem menos. Também não podemos jogar todas as fichas na mesa... Precisamos que eles se exponham para os outros marinheiros... Talvez... Devêssemos usar algo de dentro da organização... Se eles são mesmo impostores... Não vão saber responder algo que apenas nós, marinheiros, saberíamos... – Eu diria bem baixo e prestando atenção a minha volta para não ser pego de surpresa, dando uma pausa breve para eles poderem absorver a idéia. – Eu acho que sei o que fazer... Apenas prestem atenção... – Eu então me viraria e procuraria pelo tenente Dereck e a Tenente Victoria pra conversar com eles.

– Ei! Tenentes! – Eu os abordaria de forma bem direta. - Vocês acham que quando chegarmos lá, teremos muitos problemas? Eu lembro que o Thor tava meio receoso de nós mandar para lá. - Eu questionaria e prosseguiria dizendo - A coisa mais perigosa que eu tive que enfrentar até agora foi um meio gigante casca grossa... Mas eu tive ajuda... E vocês? O que tiveram que derrotar enquanto faziam seu dever? -Quanto mais eles se abrirem durante a conversa, melhor.– E eu vejo que o seu uniforme é muito bem feito... Como vocês os confeccionaram? Tem alguma dica? – Eu lhes questionaria, já sabendo que só havia uma resposta para aquela questão, eu finalizaria dizendo escandalosamente: – Compartilhe com todos! Eu quero estar pronto para quando eu me tornar um tenente! – Então me sentaria, sorrindo para ambos.

Se eles se fizessem de desentendidos, eu diria: – Isso é alguma pegadinha? Tá nas regras! Qual é! Todos quando se tornam oficias devem costurar seus próprios uniformes! Parem de ficar guardando isso só pra vocês! Isso não tem graça! – Me mostrando chateado com sua atitude.

  Se após minha tentativa eles abertamente se denunciassem ou continuassem negando, eu apenas daria uma longa e exaltada gargalhada e diria: – Ai... Ai... Meu estomago... Era brincadeira... – Enquanto dou uma pausa após minha risada. Se eles tivessem caído na armadilha, eu seguiria com: – Sabe... Quando eu me tornei um oficial, me contaram essa para enganar um novato... Mas vocês são tenentes... O que faz isso muito estranho... – Eu sorriria, me inclinando e apoiando minha cabeça sobre minha mão esquerda. – Eu achava que todo mundo dentro da marinha tinha noção do fato que após sua promoção, você deve buscar seu uniforme que foi feito sobre medida, ainda mais vocês, que passaram por duas... – Eu então voltaria a soltar uma escandalosa gargalhada enquanto o circo pega fogo.

Se eles tivessem se safado eu apenas diria: – Certo, me desculpe por tomar parte de seu tempo com algo tão bobo... – Me levantaria e então caminharia até o Lars para logo após sussurrar: – Espero mesmo que você não seja o suspeito da historia, mas a partir de agora eu vou ficar de olho neles... – Ter dois profissionais se misturando entre nós seria um pesadelo pra mim... Até porque nós não sabemos o que eles realmente querem... Mas eu espero que o suspeito da vez não seja o Lars... Seria péssimo se eu tivesse que jogar na cadeia alguém que me alimentou.


NPC ACOMPANHANTE:
 


Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Bejin no ombro:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Teru
Soldado
Soldado
Teru

Créditos : 37
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 04/01/2014
Idade : 22
Localização : F3 + Teru

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptyDom 01 Abr 2018, 19:41


Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XVII
.

A conversa com o tal de Magnus era de certa forma bastante agradável visto que a sua personalidade eufórica e confiante contrastavam bem a postura calma e concentrada que o Terumi canino apresentava, ele fazia um monte de perguntas sobre o seu passado e de onde tinha vindo, algo um pouco estranho de partilhar visto que eram em momentos como aqueles onde Rin tinha a estranha sensação de que estava a ser interrogado como um criminoso e por vezes nem ele sabia quem era. Coçando a parte inferior da sua perna usando o calcanhar do pé adjacente, o mink começava a sentir uma enorme comichão no corpo todo ao ponto de começar a afectar a sua concentração e sobretudo a sua postura mas possuindo um belo auto-controlo em situações como aquelas, o cachorro foi capaz de se manter praticamente imóvel com uma exepção ou duas enquanto partilhava a sua origem, algo que de certeza seria a última vez em que faria tal coisa visto que nem todos tinha interesses nas palavras de um humilde cachorro após o impacto inicial.

— Honestamente o meu historial não é assim tão impressionante. Nasci e cresci em Las Camps, andei nos institutos com os outros... direi humanos para falta de um termo melhor e me formei como médico. Posso não ser o mais experiente do mundo a nível prático mas tenho a teoria muito bem decorada. Assim que concluí a educação decidi viajar e procurar a minha vida noutro local mas a vida é muito mais cara do que tinha julgado inicialmente e acabei por gastar o dinheiro guardado de um ano em cerca de dois meses. Sem muita alternativa acabei por ingressar na marinha

Terminando de se apresentar e não tendo nenhuma informação extra para participar visto que Rin não tinha tido muitos eventos significantes na sua vida, era agora vez do seu colega marinheiro se dar ao luxo de expor a sua vida pessoal para o suposto humanoide que o ouvia de forma atenta e gentil ao ponto de se encostar novamente a borda do navio sem quebrar contacto visual visto que isso seria bastante rude da sua parte. Pelos vistos Magnus tinha alguns conhecimentos e habilidades na criação de armamento, algo bastante útil para a sociedade tendo em conta os dias de hoje e sobretudo porque na marinha maior parte das armas e equipamento que estavam a venda eram comprados em mercados tradicionais ou lojas e de seguida disponibilizados aos membros da marinha, algo bastante conveniente visto que existiam uma grande variedade de bens bastante caros que através da marinha ficam a um preço bem acessível no entanto era bom saber que agora o mink sabia quem contactar caso quisesse algo mais personalizado e individual.

— Ferreiro? Parece algo bastante impressionante ser capaz de criar qualquer coisas que te venha em mente.

Assim que a conversa terminou e os outros dois tenentes se aproximaram mencionando que o cachorro teria agora a oportunidade de ir para junto do prisioneiro, Rin limitou-se a aceitar e acompanhado de Magnus seguiram para o local ou secção do navio onde o mesmo estaria depositado. O cachorro faria questão de dizer ao humano que talvez fosse melhor ele não andar com a mão presa pois isso era algo um pouco imprudente tendo em conta o seu rumo profissional e o trabalho em mãos, durante o caminho Magnus continuaria a interroga-lo sobre o seu leque de habilidades insistindo que funcionava melhor em padrões de honestidade no entanto o mink apenas apontaria para o par de katanas que tinha presas nas costas em cruz afirmando que não passava de um espadachim com conhecimentos médicos e que mais nada lhe poderia dizer pois era algo novato para o mundo do conflito, algo que esperava que seriamente não fizesse o marinheiro pensar menos de si.

Uma nova informação chegava por parte de Lars, o suposto marinheiro que tinha conhecido durante uma das suas missões anteriores e alguém com uma mão algo habilidosa no reino culinário, portando más noticiais para a missão e sobretudo para toda a tripulação em si. O facto de existir uma garota com o mesmo nome que ele era algo que ainda lhe causava um pouco de confusão pois sempre que o seu nome era dito o Terumi prestava atenção como se tivessem a falar com ele, talvez fosse o seu gene canino a falar um pouco mais alto do que a sua lógica, eram dilemas leves e que de certa forma não desviam do problema maior que tinham em mãos fazendo-lhe ficar meio nervoso com toda a situação pois parecia uma daquelas situações que apenas apareciam em livros de história fictícia ou vinda de umas daquelas fábulas por parte de marinheiros velhos que ninguém acreditava visto que maior parte dela vinha do álcool mas infelizmente neste caso era bem real

- Então, gente, deu ruim. Eu e Rin recebemos uma ligação do Thor trazendo más notícias. Dereck e Victoria não são quem dizem ser, eles são impostores que tomaram o lugar dos reais, que foram encontrados mortos no North Blue, onde estavam em missão antes de virem para o East Blue escoltar o prisioneiro. Algo ou alguém estava bloqueando as comunicações de Wars Island para impedir da informação chegar até Shells ou Loguetown, para que os dois impostores pudessem embarcar em segurança no navio. Nós nem Thor sabemos porque ou para que fizeram isso, mas boa coisa não pode ser. Ele disse que só confia em nós para resolvermos o problema por sermos os únicos que ele pôs pessoalmente na missão. Alguma ideia do que fazer?

— Vou ser totalmente sincero, tendo em conta que devo possuir a menor patente e experiência de todos aqui, eu apenas peço que pensem muito antes de tomar alguma ação precipitada. Não pretendo ser expulso da marinha por culpa de incertezas...

Rin faria questão de ser um dos últimos a falar de modo a não passar a frente de ninguém, tendo em conta que as suspeitas de um infiltrado eram aspectos que levavam qualquer um a ficarem com medo sobre quem podiam confiar ou não. Visto que maior parte dos membros provavelmente iria tentar intimidar os membros suspeitos, Rin iria optar por fazer algo um pouco mais sorrateiro e explorar os quartos onde os dois deixariam os seus pertences na busca de encontrar algo no meio das tralhas deles, com Magnus a conseguir uma distração bem favorável, o mink esperava ter alguma sorte na busca sobretudo podia tinha a certeza que se eles eram mesmo invasores fariam o seu melhor para manter os seus disfarces procurando a simpatia dos membros do navio.

Retirando o seu chapéu da cabeça e guardando-o no bolso do seu uniforme, Rin manteria as suas orelhas caninas no alto deixando que estas servissem como uma espécie de radar que lhe pudesse indicar caso alguém estivesse prestes a entrar na divisão onde iria procurar algumas respostas, era tudo uma questão de sorte e o cachorro tinha noção que poderia não encontrar nada mas como membro da tripulação era seu dever certificar-se que contribuía da melhor forma possível e ajudava a manter a pouca porém preciosa integridade que a marinha possuía. O mais importante era conseguir ir embora e entrar no quarto passando despercebido.

OFF:
 
Objectivos:
 
Histórico:
 

____________________________________________________

L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Narração   -   Pensamento  -   Fala
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hoyu
Olhos de Deus
Olhos de Deus
Hoyu

Créditos : 76
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 27/04/2013
Idade : 19
Localização : Grand Line - Jingle Bell Island

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptySeg 02 Abr 2018, 22:08




Impostores!

  • Todos


A notícia que Lars acabava de receber era chocante, e ele sabia que mais problemas estavam por vir. - O que foi? O que ele falou? - Perguntou Rin, curiosa, mas se aquilo fosse verdade eles precisariam de um local mais seguro para conversar. Voltando para a sala onde haviam iniciado o treino, o Sparkbolt deu um resumo que a garota não conseguiu entender. - Pera, que? - Com uma nova explicação, o rosto de Rin perdeu a cor e ela percebeu a situação em que eles se encontravam. - É, isso é bem ruim. - Enquanto isso, Terumi e Magnus ainda estavam conversando, e diante do encontro com Dereck os dois seguiram para dentro do navio para encontrar o tal prisioneiro que estavam escoltando.

Aquele navio era excepcionalmente grande, e era difícil encontrar o caminho correto lá, mas antes que pudessem encontrar a cela do prisioneiro, os dois encontraram Lars e Rin, que pareciam muito preocupados. A notícia foi dada, mas nenhum dos dois pareceram por muita fé, e fazia sentido, pois aquela notícia era muito repentina, e somente Lars realmente havia falado com Thor. Entretanto, ambos decidiriam por um voto de confiança e tentar descobrir se era verdade ou não. Enquanto Lars, Magnus e Rin foram para o convés, Terumi decidiu ir ainda mais fundo no navio.

  • Lars e Magnus


Seguindo para o convés, os três viram Victoria e Dereck, ou pelo menos os supostos, conversando perto do leme. O mar por onde viajavam era assustadoramente calmo, e nenhuma brisa ousava interromper aquele silêncio. Tudo que se podia ouvir era as conversas entre os marinheiros e o barulho dos remos na água, mas nada no mar. Vez ou outra uma sombra gigantesca passava abaixo de,és ou próximo, mas seja lá o que fosse, os ignorava e seguia adiante. Seguindo até os tenentes, Lars e .Rin ficaram mais para trás enquanto Magnus foi até os dois e iniciou uma conversa informal. - Ah, não se preocupe. - Victoria respondeu. - Não vamos ter nenhum empecilho, pelo visto. Quando chegarmos na ilha, já vamos estar seguros. O maior perigo era durante a viagem, mas é difícil que alguém nos ataque no Calm Belt.

Victoria dizia tudo com um sorriso, mas depois de ter ouvido aquelas acusações contra eles, aquelas palavras pareciam ter um certo duplo sentido; ou talvez fosse só sua imaginação. A conversa seguia casualmente com outra pergunta por parte do espadachim. - Ah, nos já enfrentamos várias coisas, mas a maioria eram piratas. Sempre causando confusão por onde passam. - O plano parecia estar indo bem, até que chegou no ponto chave. Assim que ele citou a questão dos uniformes, os dois se entreolharam, confusos. - Não estou entendendo. - Respondeu o homem, mas Magnus insistiu no truque, e os dois se entreolharam de novo. - Ah, claro, como pude me esquecer? Sim, sim. Confecção e manutenção do uniforme por questão de disciplina, claro.

- Minha mãe me ensinou a costurar, e eu ensinei o Dereck. Foi difícil no começo, mas nos acostumamos. É só se preocupar e cuidar. - Victoria respondeu, aliviada. Tudo havia ido de acordo com o plano. Com um sorriso, Magnus anunciou que era uma brincadeira que haviam feito com ele, e no mesmo instante os dois ficaram pálidos. - Ah, isso deve ser um mal entendido. Lá no North Blue, de onde viemos, realmente tivemos que o fazer. Deve ser questão geográfica. Aliás, essa conversa já parece estar tomando muito do nosso tempo, com licença. - Sem dizer mais nada, Dereck saiu. Victoria continuou lá por alguns momentos, mas logo também foi embora.

  • Terumi


Enquanto os três ouros seguiram para o convés, Terumi foi para o interior do navio, a procura da sala dos dois tenentes. Não foi rápido, mas ele logo encontrou o quarto dos dois, que dividiam um beliche. Haviam um criado-mudo com duas gavetas e malas em cima das camas. Sem perder tempo, o sargento começou a procurar algo suspeito entre os pertences deles, e assim que abriu a primeira gaveta do criado-mudo, percebeu algo estranho. Ali dentro havia um den den mushi, mas não os da marinha, com seu símbolo estampado. Esse caracol tinha uma concha preta, em seu rosto havia uma máscara de caveira e certamente não havia símbolo da marinha estampado nele.

O den den mushi parecia estar dormindo, e era melhor assim. Aquilo era muito suspeito, e talvez, se investigasse mais, encontrasse mais coisas, entretanto logo que o guardou novamente Terumi ouviu passos apressados vindo do corredor. Alguém andava apreensivo, por passos rápidos batendo no chão de madeira, e vinha naquela direção. Quase sem tempo, o mink guardou tudo novamente e saiu do quarto, trombando com Dereck logo na esquina. - Perdão. - Disse, e seguiu até o quarto. Ele parecia apressado, e algo estava acontecendo.


Viagem:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Grupo:
 


2017:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Teru
Soldado
Soldado
Teru

Créditos : 37
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 04/01/2014
Idade : 22
Localização : F3 + Teru

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptyQua 04 Abr 2018, 18:00

[quote="Teru"]

Chapter One - To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XVIII
.

Iniciando a sua busca privada pelos pertences de Dereck visto que maior parte do grupo tinha preferido ir confrontar os marinheiros indirectamente talvez na esperança de os obrigar a confessar ou a descair um detalhe importante que lhes permitisse tomar as informações de Lars com alguma certeza. Por outro lado, Rin preferiu agir com um pouco mais de segurança e aproveitar o momento para examinar coisas que talvez estivessem escondidas, especialmente porque ele recordava-se bem do tipo de coisas que ele próprio escondia debaixo da sua cama no quartel general de modo a que nenhum soldado curioso lhe roubasse ou tivesse o descaradamente de ir lá mexer sem o seu consentimento. Após alguns momentos de busca, o cachorro acabava por encontrar algo um pouco estranho, um molusco bastante estranho mas que depois de alguns momentos olhando para o mesmo rapidamente chegou a conclusão do que era o item, um dispositivo de comunicação que pelo aspecto parecia não muito oficial, para não falar que tinha uma marca ou logótipo bastante suspeito para pertencer a marinha.

— Algo me diz que isto não é equipamento regular de um marinheiro...

Graças aos seus sentidos apurados caninos, as suas orelhas rapidamente levaram o cachorro a detectar um som estranho que se aproximavam obrigando ao Terumi a colocar tudo no respectivo lugar de modo a que ninguém reparasse que tinha sido remexido e por último abandonar o quarto visto que não lhe pertencia e iria ser bastante suspeito. Assim que saiu do quarto e se preparava para ir ter com os outros, o mink cruzou-se com um dos suspeitos e prováveis traidores que voltava nervosamente para o seu quarto quase como se tivesse visto um fantasma. Ambos chocaram e o humano acabou por se desculpar, mas o cachorro iria apenas sorrir e mencionar que não havia problema nenhum chegando mesmo a fazer uma piada qualquer para disfarçar, assim que o mesmo prosseguisse o seu caminho o cachorro iria respirar fundo e continuar a andar em direção ao grupo tendo a atenção de andar rápido e com atenção as costas visto que Dereck poderia suspeitar de algo e tentar ataca-lo por trás.

— Ah não faz mal. Hoje é a primeira vez que ando de barco e o meu equilibrio parece ter morrido.

No preciso momento em que se encontrasse sozinho, Rin aproveitaria para coçar o seu corpo visto que por algum motivo estranho tinha o péssimo hábito de coçar o corpo da mesma forma que um cachorro, algo que talvez se destinasse ao seu estranho conjunto de genes canideo. Mas fora isso não era nada que demorasse muito tempo e sobretudo não era nada que lhe levasse a despir as roupas, apenas uma pequena sessão de coçar o corpo até que estivesse psicologicamente são pois o seu próximo era ir a correr em direção ao grupo para revelar o que tinha visto certificando-se que não se esquecia do símbolo estranho que tinha visto na concha do tal caracol de comunicação que estava a dormir. Ele não sabia se alguma vez tinha visto aquele símbolo em algum local mas de certeza que um dos marinheiros mais experiente tinha mais probabilidades de conseguir respostas. Assim que chegasse perto do grupo, o cachorro olharia em redor para ver qual dos seus colegas da marinha estava mais disponível (entre Lars e Magnus) e de seguida pediria um momento da sua atenção para discutir algo privado sobre salários ou uniformes, algo que não fosse muito ridículo e que fosse credível o suficiente para ouvidos curiosos ficarem satisfeitos.

— Dereck tem um den den mushi negro escondido entre os pertences. Ele esta marcado com um símbolo estranho e totalmente não oficial da marinha... espero que isso ajude

Assim que comunicasse o que tinha visto a um dos seus supostos companheiros de preferência Magus ou Lars visto que eles pareciam ser os mais competentes para o assunto, o cachorro iria ficar de lado e permanecer junto ao grupo para ver como é que eles iriam lidar com a situação. Fora o criminoso, o grupo seguro supostamente consistia de dos outros dois tenentes incluindo as suas respectivas companheiras e ele, não era das melhores forças armadas para resolver um conflito mas tendo em conta que não se poderia fazer mais nada o cachorro não podia reclamar restava-lhe respirar fundo e manter-se calmo, rezando que tudo corresse bem no final e que caso haja algum conflito que ninguém acabasse por fazer um buraco no barco grande o suficiente para afundar as coisas, especialmente tendo em conta a posição em que se encontravam.

OFF:
 
Objectivos:
 
Histórico:
 

____________________________________________________

L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Narração   -   Pensamento  -   Fala
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Ceji
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Ceji

Créditos : 2
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 04/02/2013

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptySex 06 Abr 2018, 17:50

No Olho Da Tempestade - Parte II


Quanto mais pensava no assunto, mais a situação em que nos encontrávamos parecia desesperadora. Nós, cinco sargentos, estávamos em um navio cheio de soldados e com dois tenentes impostores. Se tentássemos contar a verdade, iriamos ser ignorados e presos por traição pelos impostores; se os atacássemos, seriamos atacados pelos inúmeros soldados e presos por traição; e mesmo que nós não fizéssemos nada, corria o resto de eles nos matarem ou inventar algo para nos prender por traição. Nós teríamos que ser muito metódicos, conseguir provas sem sermos notados, e teriam que ser provas concretas o suficiente para que os soldados acreditassem em nós e não nos tenentes que poderiam muito bem dizer que eram provas falsas para causar discórdia. Estávamos em um beco sem saída, era uma situação tão difícil que eu estava me questionando se enfrentar o navio inteiro realmente não era mais fácil. Quer dizer, não que eu não soubesse ser discreto, mas eu tinha uma personalidade naturalmente agitada e violenta, e somado ao fato de ser horrível mentindo, teria que acabar tendo que fizer no canto me contentando a ter ideias e deixar a execução com meus companheiros. Companheiros esses que havia conhecido a pouco tempo, então sequer sabia se eram bom nisso.

Bom, deixando o chororo de lado, não adiantaria nada saber daquilo tudo se os outros sargentos também não acreditassem em mim, o que parecia que estava acontecendo. Nem Teru nem Gezão estavam pondo muita fé no que eu estava falando, e estavam até mesmo suspeitando de mim, mas felizmente decidiram me dar uma chance. Eu já não esperava que engolissem aquilo de primeira, mas aquele nível de suspeita também me deixava incomodado, então não reclamei muito quando Gê decidiu tentar comprovar isso, embora não estivesse muito afim de correr o risco de ser descoberto pelos impostores. Ele parecia ter algum tipo de plano, então apenas o segui, junto de Rin, para ver no que ia dar. Por algum motivo Teru e a garota que sempre ficava com Gê não foram conosco, e eu esperava que eles fossem procurar pistas, porque isso não só facilitava meu trabalho, como também era um momento muito bom para isso. Com Gê querendo confirmar as suspeitas com os falsos tenentes, ele acabaria os ocupando, e qualquer um que quisesse vasculhar o lugar em busca de pistas, poderia fazer isso muito bem durante esse tempo; além do mais, mesmo que eles não fossem buscar pistas, indo com Gê eu estaria com com falsos tenentes, então ao menos poderia garantir que os dois sumidos não tinham ido direto de encontro com os impostores. Mesmo que Thor confiasse nos cinco sargentos, se algum deles fosse direto falar com os impostores, insistindo em estar sozinho, seria suspeito o suficiente para se desconfiar, não?

De qualquer modo, não adiantava ficar divagando muito sobre a situação se isso acabasse me fazendo desconcentrar e fazer merda. Eu não sabia exatamente qual o plano de Gê, mas se ele também era sargento, deveria ao menos ter uma noção mínima do que falar e do que não falar para não deixar óbvio nossa posição para o inimigo, mas ter Rin comigo me acalmava um pouco, visto que ela poderia intervir se víssemos que fosse dar ruim. Não demorou para o cara conseguir juntar os dois impostores, que por questão de facilidade, continuarei a chamar pelos nomes falsos. Ele começou falando alguns assuntos aleatórios, que eu esperava que fosse distração para os deixar mais a vontade, porque se fosse o método em si que ele queria usar para confirmar, ele provavelmente era mais retardado do que eu pensava. Quer dizer, ele literalmente havia pedido para o chamarmos por uma letra do alfabeto, então no tinha como ele ser cem por cento normal. Felizmente, ele logo demonstrou que eu não o estava superestimando, e mandou uma jogada de mestre: um blefe sobre os uniformes. O sargento de apelido estranho fez comentários sutis como se dissesse que os marinheiros costurassem seus próprios uniformes, antes de declarar isso em alto e bom tom visto a clara confusão dos impostores. Para qualquer um de fora aquela cena poderia parecer uma conversa comum entre oficiais, mas para quem sabia o que estava acontecendo, era claro que os falsos tenentes estavam encurralados. Alguém de fora da marinha dificilmente teria a informação que existe nos QGs um lugar justamente para os marinheiros pegarem os uniformes prontos, e a única opção deles era se adaptar a "nova informação". Aquele tipo de blefe era algo que eu definitivamente não conseguiria fazer, e isso fez até minha consideração por Gê aumentar, já que ele havia sido capaz de pensar naquele estratagema todo.

O plano estava indo muito bem, os dois haviam caído, mas minha cara fechou com a resposta deles quando Gê revelou que era uma piada. Os dois continuará, no fingimento, e com uma desculpa muito bem bolada, para se dizer o mínimo. Eles diziam que no north Blue tinha mesmo essa parada de costurar roupa, e graças à divindade superior eu sabia que era mentira, porque se tivesse isso mesmo eu já teria cometido seppuku antes de ter que ficar alguns dias costurando um uniforme de sargento. Qualquer um com um cotoco de cérebro que pensasse por alguns segundos saberia que essa prática era mongoloide, porque tirava soldados ativos de campo para por eles para fazer cosplay de vovó por alguns dias. Quer dizer, nada contra com quem sabe costurar, é um conhecimento bem útil, mas em alguns casos não desce pela garganta. Os dois, vendo que estavam em uma situação perigosa, decidiram fazer uma escapada estratégica para evitar falarem mais merda, deixando eu, Rin e Gê com cara de cu ali. Eu esperava que aquilo fosse mais do que o suficiente para provar que eles eram impostores, mas se Gê ainda estivesse duvidando, eu responderia - Vei, no início eles estavam sem entender nada, claro que eles falar essa ultima parte para não terem que se revelar. Além do mais, eu sou do North Blue, se eu tivesse que costurar meu próprio uniforme, eu já tinha desistido de subir de patente. Lá não tem essa porra não - Diria, esperando que dessa vez fosse o suficiente para ele entender. Nós tínhamos que pensar em algo rápido para impedir eles, mas infelizmente eu não conseguia pensar em nada. O que eu podia fazer, entretanto, ela confirmar se os dois não estavam fazendo nenhuma gracinha - Nós precisamos pensar em um meio de os impedir logo, mas eu estou sem ideias no momento. Eu não sei aonde o Terumi foi nem aonde sua amiga foi - Diria essa parte olhando para Gê - Mas não temos tempo de ficar procurando eles. Eu vou confirmar com o condutor se os tenentes não disseram para mudar o curso, e se eles tiverem, eu venho avisar. Também vou tentar falar com o prisioneiro, mas duvido que eles tenham feito algo com ele, porque correria o risco de um marinheiro notar. Rin, se quiser ficar com o Gê para investigar, sabe onde me achar se quiserem falar algo - Dito isso, ouviria o que mais quisessem falar e sairia da sala.

Eu faria exatamente o que eu disse, ir até o condutor. Caso tentassem me impedir, diria - Sai da minha frente, sou um sargento e tenho assuntos a tratar com o condutor - Mas se eles dissessem que a ordem era de um dos tenentes, responderia - Parabéns para eles. Agora sai da caralha da frente que eu ainda tenho assuntos pra tratar - Mas se eles continuassem impedindo e dissessem que a ordem era porque os tenentes haviam dito que podiam haver impostores no navio, eu reviraria os olhos e diria, com tom áspero - Puta que pariu, eles avisaram deles mesmos? Olha, foda-se então, você pode entrar lá e perguntar pra mim. Pergunta pro condutor se o destino continua sendo Wonderful Land, e se alguém tiver alterado o destino, pergunta quem foi e para onde mudou. Só isso. Simples, né? - Diria, sem nem perceber que havia feito o comentário sobre os tenentes falsos, e esperando que o cara fosse fazer o que pedi. Caso pudesse entrar, faria a pergunta diretamente ao condutor. Caso o destino tivesse sido alterado, voltaria correndo para avisar Gê e Rin disso. Caso não, começaria a vasculhar o navio em busca de dois itens: uma chave de alguma fechadura sem importância, tipo uma dispensa vazia, e um megafone. Esse segundo eu não pegaria, apenas queria saber onde tinha um, mas a chave eu guardaria comigo. Caso achasse a chave, eu procuraria o lugar onde a cela do prisioneiro estava localizado, e iria até lá. Chegando lá, caso o lugar estivesse sem ninguém além dele, eu procuraria alguma área sombreada da sala da cela e ficaria ali, para que ele não pudesse ver meu rosto, e diria - Pois é, cara com nome de dragão, você tem causado bastante problemas, né? Mas infelizmente tem duas pessoas que tem causado ainda mais problemas. Talvez você já saiba, dois impostores se passando por tenentes, inteligente, não? - Caso ele dissesse que não fazia ideia sobre o que eu estava falando, eu responderia - Tem certeza? Um homem de cabelos pretos com uma cicatriz na lateral do rosto, uma mulher loira sem um dos olhos? Não se faça passar pelo burro que eu sei que você não é - E independente do caso, continuaria - Até onde sabemos, eles estão atras de você. Talvez te resgatar. Eu tenho a impressão de que você sabe quem eles são. E eu adoraria saber também, principalmente seus nomes - Diria, os descrevendo logo em seguida se já não o tivesse feito - Em troca, eu ofereço a chave - Eu obviamente não falava da chave da cela, mas sim da chave aleatória que eu havia pego, mas como ele interpretava minhas palavras não tinha nada haver com mentir - Isso facilita o trabalho deles se estiverem tentando te resgatar, mas facilita o meu também. Uma faca de dois gumes. Entretanto, se eles estiverem atras de você, não tem motivo para não aceitar isso, visto que também nos ajudaria a impedir eles, não? - Diria, dessa vez querendo dizer que a vantagem para os impostores era o cara saber do fato de eu ter ido ali negociar com ele - Se a cela não te fosse um empecilho, mesmo que os dois estivessem vindo te salvar e fossem pegos, você ainda poderia se esgueirar para fora e fugir quando atracássemos, pegando outro navio para outro lugar - Novamente, nunca disse que a chave tiraria o empecilho da cela - E além do mais, os impostores não possuem a chave, sabe o que isso significa? Essa pode ser sua única e derradeira chance de consegui-la - Os dois realmente não possuíam aquela chave aleatoria, afinal de contas. Diria a última parte com a voz mais tensa e assustadora possível. Toda aquela situação, o rosto escurecido, a descrição da situação, tudo tinha como objetivo deixá-lo mais tenso e suscetível à intimidação e falar. Caso optasse por dizer, eu o ouviria, mas prestaria atenção para o caso de ele tentar me enganar. Assim que terminasse de ouvir, diria - Muito bom, uma pena que pode ser tudo mentira. Só lhe darei a chave se puder provar o que está falando - E esperaria alguma prova. Caso ele pedisse prova que tenho a chave, eu a balançaria no meu bolso para ele ouvir o som da mesma. Caso ele dissesse que queria vê-lá, diria - E quem garante que você não possui algum meio de pegar ela se eu te mostrar? Só te mostrarei quando tiver certeza que consegui alguma informação verídica - E esperaria uma prova ou ele falar. Caso obtivesse a informação e uma prova, pegaria a chave aleatória e jogaria para ele, dizendo - Boa sorte - Enquanto sairia do local. Porém, caso ele negasse do início até o fim que soubesse qualquer coisa sobre os dois, eu resmungaria e diria - Boa sorte com o que quer que queriam fazer com você em Wonderful Land, então - E sairia, caso ele não tentasse falar mais nada. Conseguindo ou não a informação, depois de tudo isso eu voltaria a procurar meus companheiros para ver se haviam conseguido alguma informação.

Histórico do Ceji:
 

NPC Acompanhante:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

R.I.P. Lars:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
gmasterX
Sargento
Sargento
gmasterX

Créditos : 9
Warn : To the grand line! - Página 8 10010
Masculino Data de inscrição : 12/06/2014
Idade : 20
Localização : Na minha casa,ué

To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 EmptyTer 10 Abr 2018, 10:43

Human Chess!




  Parecia ser uma benção. Mesmo que eu mostrasse confiança por fora, ou falta dela, eu só queria que aquela situação terminasse. Aos poucos eu sentia que aquele joguete poderia ser o meu fim e o ciclo recomeçaria: Eu seria capturado, torturado e depois teria que lutar contra alguém. Para não abusar da minha sorte, já que sobrevivi nas ultimas vezes que isso me ocorreu, prefiro não me botar nessa saia justa novamente. Por outro lado, pode ser que minha deusa esteja trabalhando esse tempo todo... Então seria melhor da um descanso pra ela.

Por sorte, eles deixaram mais do que na cara que eles não pertenciam ao grupo. Sendo o filho de um falecido marinheiro que vivia viajando entre QGs, eu saberia se tivesse algo tão peculiar no North Blue. Eles não me enganariam tão fácil assim e espero que seja o mesmo caso com os outros marinheiros. Eu só não faço idéia de como fazer essa revelação de forma convincente e com provas... Eu acho que não conseguiria jogar esse jogo psicológico por muito tempo, até por que eu não sou o mais hábil estrategista dos quatro blues, mas sim um moleque que trabalha como soldado da marinha... Além disso, eu já estou começando a sentir certa aversão por eles... Depois dos eventos na minha missão de escolta, eu não consigo aceitar tão facilmente quando tentam me enganar e era bem provável que eles machucaram pessoas de bem para tomar suas identidades.

- Nós precisamos pensar em um meio de os impedir logo, mas eu estou sem idéias no momento. Eu não sei aonde o Terumi foi nem aonde sua amiga foi – Disse o Lars.

- Eu ainda não tenho certeza do que devo fazer, mas caso tenha alguma progresso, eu lhe informarei. – Eu o responderia

- Mas não temos tempo de ficar procurando eles. Eu vou confirmar com o condutor se os tenentes não disseram para mudar o curso, e se eles tiverem, eu venho avisar. Também vou tentar falar com o prisioneiro, mas duvido que eles tenham feito algo com ele, porque correria o risco de um marinheiro notar. Rin, se quiser ficar com o Gê para investigar, sabe onde me achar se quiserem falar algo – Ele arrematou, como se estivesse certo do que estava buscando.

- Heh... Esse jogo de botar a nossa cabeça na guilhotina ta me deixando meio nervoso... Por isso, eu acho que uma mãozinha extra seria uma boa ajuda. – Já que eu não faço idéia de onde está a Mayu. –Ah sim.... Lhe desejo boa sorte e tome cuidado, qualquer erro pode ser fatal. – Eu sorriria, mostrando simpatia. Eu meio que pensei que ele era o suspeito, por isso eu preciso me redimir.

Nesse momento a minha alma estava em chamas e eu queria apenas jogar-los na cadeia para que possam ser esmagados sob o peso de seus pecados, mas não tenho força e nem moral pra simplesmente resolver a situação com uma ação. Por isso o meu plano com uma quantidade de passos indefinida já teve seu primeiro passo concluído! Expor uma farsa! Agora eu preciso tornar todos cientes... Preciso apontar o erro deles e criar rumores... E acho que já sei o que fazer...

Primeiro, eu olharia a minha volta e procuraria por um dos marinheiros que presenciaram o ato e não estavam envolvidos nesse jogo de gato e rato. Eu me aproximaria do individuo, sem demonstrar malicia, como se apenas quisesse trocar uma idéia.

– Se importa se eu lhe fizer companhia? – Eu diria, me aconchegando. Se ele fizesse alguma formalidade por conta de minha patente, eu completaria com: – Não se preocupe com isso, só preciso tirar umas idéias da minha cabeça. Não é nada formal.

Se ele se mostrasse aberto para conversação eu seguiria dizendo: – Eu acho que tem algo de errado com os tenentes... – Com o máximo de discrição o possível e prosseguiria com: – Eles mudaram de idéia com tanta facilidade durante a minha pegadinha e não pareciam nem um pouco confiantes sobre o que estavam falando. Como eles não poderiam ter certeza de algo como o código de vestimenta da marinha? – Eu daria uma breve pausa e continuaria: – Mas isso não é o pior de tudo... Lembro-me que no começo da missão, a central disse que os tenentes estavam tendo um problema para chegar ao QG de Shells... Mas contrariando o que havia sido dito, eles surgiram do nada no meio do porto. Quando eu tento conversar com um deles e se trata de assuntos mais particulares da marinha, eles ficam inquietos... Achava que os tenentes teriam um acesso à informação mais amplo que o meu... Será que eles não são tenentes? Ou pior... Será que eles não são da marinha?

Certo! Assim eu levantaria suspeitas... Caso aquela brincadeira não fosse o suficiente. Além disso, eu esclareceria uma duvida minha! Dois coelhos com uma cajadada! Qual é a duvida? Espere e você vai entender..

Para finalizar a interação, eu diria: – Olha! E-Eu não to acusando ninguém... Só estou incomodado... Espero que você entenda... E muito obrigado por me ouvir. – Eu me levantaria e me afastaria.

Se por acaso a companheira do Lars estivesse ali para me dar suporte, eu partiria para um canto menos movimentado. Eu olharia em volta e assim que tivesse certeza que não havia ninguém pra sequer desconfiar do que eu estava prestes a dizer. Eu então me inclinaria, me aproximando de seu ouvido e diria de forma bem breve, para diminuir os riscos de sermos pegos.

- Preciso que observe o marinheiro com quem eu conversei. Não precisa tentar ouvir as conversas, só preciso que veja com quem ele se comunicou nesse meio tempo. Há uma chance de ele espalhar o que eu disse para outros marinheiros ou informar aos tenentes a informação meio falsa que implantei. Se ele chegar perto do tenente, diga ele que eu preciso falar com ele novamente, mas dessa vez, se trata uma ordem. – Após concluir, eu me afastaria e caminharia para longe dela. Espero que ela entenda a situação, poderia parecer rude por certo ângulo, mas eu não poderia perder tempo, explicando cada detalhe.

Ao assegurar que a primeira parte da tática “Hell Hound” estava em andamento, eu precisava de alguém para me certificar que a Rin não sofreria uma emboscada. Eu preciso encontrar a Mayu! Não só porque eu estou preocupado com ela, mas porque ela é uma das pessoas mais competentes dentro desse barco. Se ela estivesse em bom estado, o esperado, eu lhe passaria um resumo sobre a situação atual, olhando em seus olhos e lhe pediria para ficar de olho na baixinha de óculos e proteger-la se fosse necessário.

Agora eu precisava esperar os frutos de minha investida... Uma investida que parecia um suicídio, já que eu estava colocando meu pescoço diretamente contra a lâmina da guilhotina. Esperando que um dos dois desse a ordem de execução, se denunciando. Eu também manteria meus olhos bem abertos, já que toda a agitação  que eles presenciaram viera de minha parte.


NPC ACOMPANHANTE:
 


Legenda:
 

Histórico do Gezão:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.][Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Bejin no ombro:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




To the grand line! - Página 8 Empty
MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 8 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
To the grand line!
Voltar ao Topo 
Página 8 de 11Ir à página : Anterior  1, 2, 3 ... 7, 8, 9, 10, 11  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: East Blue :: Shells Town-
Ir para: