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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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Ceji
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptySex 26 Jan 2018 - 15:17

A Revolta Dos Pássaros


Ganhar dinheiro é sempre bom, mas melhor ainda é achar dinheiro. Tipo quando você enfia a mão no bolso e acha uma nota de dinheiro que não se lembra de estar lá, e se sente com a sorte renovada. Eu estava em uma situação parecida, embora o dinheiro sempre esteve lá, só eu que fui retardado a ponto de não contar. Sair da ilha e achar aleatoriamente 10 milhões no meu bolso haviam salvado meu dia, mas também, provavelmente seria algo que salvaria o dia de qualquer um, e eu achava que dessa vez, não havia como algo tirar meu bom humor... Infelizmente eu estava redondamente enganado.

Inocentemente guardei minhas coisas e me dirigi ao lado de fora do navio. Eu queria achar algo para fazer, mas, bom, meu companheiros não pareciam colaborar muito. Gê estava desenhando em um canto, Rin ainda não havia terminado de arrumar suas coisas, e Teru... Bom, Da última vez que fiz missão com ele, ele havia se negado a proferir uma única palavra comigo, e agora havia dito que ia ver o prisioneiro, como se ele estivesse aqui e não em Loguetown, então eu duvidava das competências mentais dele. Sem opções, simplesmente guia a amurada e comecei a observar a ilha diminuindo. Viajar de barco era algo muito comum, e só agora eu percebia o quão estranho era eu nunca ter viajado em um. Parecia que agora que eu estava na marinha, aquele tipo de viajem seria bem comum, mas isso não me impedia de admirar a beleza daquele tipo de viajem. As ondas quebrando atras do barco conforme ele passava, os pássaros gralhando quase como em despedida, o balanço suave e aconchegante do navio... era como se eu estivesse em um mundo à parte apenas para aproveitar aquele momento. Conforme nos afastávamos da ilha, a mesma se encolhia cada vez mais pela distância, como se representasse as poucas memórias que teria de lá. Em dado momento, deitei minha cerca de lado na aburada e, com um dos olhos fechados, estendi minha mão e posicionei meu indicador e polegar rentes a ilha, como se a segurasse entre os dedos, e permaneci daquele jeito por um tempo, estreitando o espaço que "segurava" conforme a ilha exigia menos espaço no meu campo de visão.

Eu estava perdido em pensamentos quando uma voz me chamou, me fazendo despertar de meu topor com um salto. Era Rin vindo avisar que já havia terminado de arrumar suas coisas. Eu não sabia ao certo se ela que havia demorado ou se eu havia ficado na verdade por pouco tempo olhando o horizonte, mas definitivamente meu senso de tempo vacilou por um instante. Assim que ela terminou de falar, coutei meu rosto novamente para onde se localizava a ilha no horizonte, para conferir se a velocidade que a ilha sumia correspondia com o tempo que eu acabava que ficará olhando a mesma, mas não consegui ver a ilha para confirmar. Mas havia algo estranho, eu não via a ilha porque ela havia sumido no horizonte, mas porque eu não conseguia ver o horizonte. Era como se houvesse algo bloqueando minha visão, algo branco, aumentando muito rápido, e quando percebi o que estava acontecendo, era tarde demais, aquela coisa me acertou com tudo no rosto, me fazendo voar meio metro e cair no chão. Meu rosto doía e eu estava tonto com a porrada repentina, mas consegui virar a cabeça e identificar uma forma branca torcida comos e estivesse se convulsionando no chão. Uma gaivota. A porra. De um. GAIVOTA. Puta que pariu, aquela era a prova definitiva que o mundo não gostava da minha felicidade. Bastava eu ficar calmo por alguns minutos que o mundo mandava a caralha de uma gaivota fudida fazer cosplay de kamikaze e se tacar na minha cara. Torcia para que tivesse quebrado a asa, aquela filha da puta. Ainda desnorteado, fiquei algum tempo a encarando como se estivesse tentando mandar minha raiva por vias telepáticas ao pássaro imbecil, mas gaivota fudida logo se recuperou, e me deu uma encarada como se dissesse "estou de olho" antes de levantar voo e ir embora.

Após finalmente me levantar, me deparei com Rin se segurando para não cair na gargalhada. Por um instante, quase gritei com ela, mas me lembrei de quando descontei minha raiva nela em Wars, e em como havia decidido não deixar isso acontecer de novo. Assim, apenas fechei a cara e me virei novamente para apoiar os braços na amurada, dessa vez me certificando que nenhum objeto estava voando em minha direção, após algum segundos, respirei fundo para tentar me acalmar, e me virei de novo - Tá. Rin, pretende fazer o que até chegarmos no destino? Eu estava olhando o oceano, mas parece que o mundo desaprovou a ideia - Perguntava, fechando a cara enquanto falava a última parte. Esperava que que ela tivesse alguma ideia do que fazer, mas caso não tivesse, ou caso fosse algo vago, eu tentaria puxar assunto - E aí, já ouviu falar dessa tal Wonderful Land para onde vamos? - Esperava que ela soubesse ao menos algo sobre a ilha, porque eu mesmo nunca havia ouvido falar. Se ela soubesse pouco ou nada sobre a ilha, diria - Ao menos o nome passa uma boa impressão, né? - Caso continuasse sem saber o que fazer e sem muita noção sobre a ilha, perguntaria para Dereck ou para a tal Victoria, caso a achasse, o que eles sabiam sobre a ilha, para ao menos ter noção básica de aonde estava me metendo. Se ainda assim estivesse sem nada para fazer, e Rin estivesse fazendo algo iria até ela para ver o que fazia, e talvez a ajudar, se precisasse.

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptySex 26 Jan 2018 - 18:09

Rubbing against the paper





Eu sempre gostei de como algumas viagens são simplesmente perfeitas, parece mais que eu estou tirando as férias que tanto precisava. O som da água fluindo sob o casco do navio, as gaivotas contemplando o cenário e o passo daqueles ao meu redor sobre a madeira fazem um conjunto incrivelmente relaxante, porém, acho difícil que algo chegue a substituir os sons produzidos pelas folhagens e os animais de Organ.  Bom, gostando ou não, a situação me acalma de um jeito que fez com que as memórias de todas aquelas torturas e espancamentos por que passei fossem apenas caminhadas no parque.

Ah! Eu tava escrevendo um texto! E... Bom... Parece que não ta tão legal e relaxante assim... Lendo essa bagunça, eu não consigo entender nada. Achei que seria simples, mas parece que eu vou precisar de um pouco mais de treino.

- Tá escrevendo o que ai? – Ressoou a voz de uma dama. Estava bem próximo e aquele som eriçou todos os meus pelos do corpo. Foi como se alguém tivesse atirado pro alto bem ao pé de meu ouvido. Eu tenho certeza de que ouvi sua aproximação, mas tomei mais como fator do cenário. O susto quase que me fez saltar do chão, quero dizer, não foi muito bem um susto... Foi mais uma surpresa... É... Se eu for mentir pra mim mesmo, é melhor assim. Mesmo que sem motivo, na minha mente, eu queria me livrar rapidamente daquele papel, mas no fundo eu sabia que não tinha necessidade nem motivo e isso acabou resultando em um conflito interno que provavelmente se pareceu com um espasmo e um tremelique bem breve. Depois dessa surpresa e da provável vergonha que eu passei, eu só consegui me ver liberando uma breve tosse falsa para que aquilo parecesse apenas um sintoma de uma doença esquisita.

- Ah, já ia esquecendo. Sou a tenente Victoria Scarlett, prazer. – Ela proferiu, e nessa brincadeira, eu acabei demorando brevemente a responder, pois estava bem ocupado contemplando sua aparência. Dois metros e vinte/Um metro e noventa de curvas bem definidas, uma postura que me parecia firme e um olhar semelhante ao da Mayu: Caloroso, porem afiado. Me lembro muito bem que Del Rosa vivia dizendo que as mulheres mais altas que você serão sempre as melhores e a tenente mostrou seus pontos.

–Ah! Eu sou o Magnus Gran Sargento! É um prazer! Senhorita! Quero dizer... Tenente! – Eu diria, saudando-a como fiz com o tenente Dereck. Eu então respiraria fundo, para recuperar minha linha de raciocínio e prosseguiria dizendo:

– Bem... Isso aqui era pra ser um resumo das minhas missões e dos acontecimentos que presenciei dentro da marinha, para tornar a minha mão não-dominante um pouco mais útil e exercitar minha memória, mas não dá pra ler nada. – Eu diria, mostrando o conteúdo do caderno para ela. – Mas se quiser, eu posso lhe contar o que deveria estar escrito aqui e você poderia me contar as suas historias também. – Eu prosseguiria, dando leves batidinhas com a palma na minha mão no chão, indicando que ela poderia se sentar ao meu lado. Caso ela rejeitasse a proposta, eu diria: – Tudo bem, mas a proposta sempre estará de pé. – Com um sorriso, para mostrar um pouco de simpatia. Se ela mostrasse um pouco de duvida, eu diria: – Bem, me dê uma chance. – Olhando diretamente em seus olhos ou olho ou seja lá o que for mais apropriado para alguém que usa um tapa olho.

Agora! Se ela aceitasse! Eu faria questão de contar cada detalhe dessas historias loucas na marinha. Eu contaria sobre a vez que eu fui capturado e torturado e... Na verdade, isso é bem vago... Eu fui capturado e torturado duas vezes, mas eu vou contar a ela sobre isso tudo e como o barco pirata em que eu estava explodiu e como eu tive que ir atrás e capturar um revolucionário que era conhecido pela marinha por ser um serial killer e entre outras coisas. Eu também a contaria sobre como a Mayu me ajudou e me protegeu todo esse tempo e como todas as pessoas que conheci me motivaram e me apoiaram até ali. No fim daquilo tudo, eu diria: – Sabe, esse tipo de coisa pode soar bem chato pra você, mas eu tenho um grande apreço por tudo isso e isso me fez ver como eu preciso chegar ao topo para proteger os fracos e oprimidos, além de colocar os corruptos em seu lugar. – Então eu encararia o caderno – Mas qual é o seu objetivo na marinha? O que você almeja aqui dentro? – Eu prosseguiria perguntando com um sorriso suave em meu rosto enquanto aguardo sua resposta.

–Sabe, correndo o risco de parecer mais clichê do que eu jamais fui eu realmente espero que o futuro reserve um espaço para tudo isso, pois eu não pretendo ficar quieto até lá. – Eu diria assim que ela acabasse de falar e não tivesse feito uma pergunta, virando a página do caderno e pegando o resto da barra de cereal que tinha começado a comer. Se ela questionasse algo, eu faria questão de responder-la, antes de voltar ao que eu estava fazendo. – Quer uma? – Eu perguntaria antes de terminar a barra e se ela aceitasse, eu puxaria outra barra e a entregaria dizendo: – Prontinho.

Dessa vez eu escreveria no caderno com um pouco mais de calma e um pouco mais de precisão e tentaria ilustrar certos momentos com o que eu aprendi de melhor com o Del Rosa: Homens palito e rabiscos. Se ela ainda estivesse lá, pra começo de conversa, eu perguntaria: – O que você normalmente faz pra passar o tempo em viagens longas? – Eu não costumo viajar muito, então talvez ela tenha algo interessante para fazer. Seria bom seguir sua sugestão. Se por acaso em algum momento ela tivesse que ir, eu apenas voltaria para meu caderno e diria: – Muito bem, se divirta. – Independente de uma despedia de sua parte.

Acho que seria bom eu interagir com os meus outros companheiros... Hmm... Eu posso fazer isso depois, por hora, vamos ficar só com isso.



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Legenda:
 

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Última edição por gmasterX em Dom 8 Jul 2018 - 12:39, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptySab 27 Jan 2018 - 15:44


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XI
.

Com uma pequena confusão inicial e uma troca na ordem dos objectivos, Rin era relembrado que o prisioneiro ainda não estava a bordo e que o mesmo seria pego num outro quartel da marinha mas fora isso a situação era rapidamente resolvida e fora as pequenas risadas que deixaram o cachorro envergonhado, as apresentações eram concluídas e um pouco mais informações eram atribuídas.

— Bem acho que compreendi mal — comentou o cachorro

Assim que as conversas foram terminadas, Rin fez praticamente o mesmo que todos os outros e decidiu ir a procura do seu quarto ou de um sitio onde pudesse descansar visto que o navio era grande o suficiente para que alguma privacidade pudesse ser ganha. Assim que encontrasse um bom local para descansar, Rin iria tirar a sua mochila das costas e coloca-la de lado para se deitar, fosse numa cama, numa cadeira ou mesmo no chão usando a mochila como um travesseiro improvisado, ele aproveitaria para descansar um pouco e dormir um pouco visto que a marinha tinha uma rotina pesada e o cachorro tinha sempre que acordar cedo logo esta era a primeira vez que ele iria dormir a meio da tarde.

OFF:
 
Objectivos:
 
Histórico:
 

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L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


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Narração   -   Pensamento  -   Fala
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Hoyu
Olhos de Deus
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Hoyu

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptySeg 29 Jan 2018 - 17:42




Formas de matar o tédio!


  • Todos


O navio seguia em direção a imensidão azul, que se estendia para todos os lados. O vento soprava calmo, o sol era aconchegante e uma gaivota tinha espasmos no convés antes de dar um olhar maligno e voar. Um dia perfeito. No canto do navio, Magnus era surpreendido pela tenente que aparecia repentinamente ao seu lado. - Ficaria feliz em ouvir suas histórias. - Assim, o tempo seguiu, com o sargento contando para a mulher as historias do que havia passado até hoje. No final uma pergunta foi jogada no ar: por que ela estava na marinha. - Bom, eu faço o que faço pela emoção e aventura. Claro que o dinheiro é sempre bem vindo, mas eu gosto de enfrentar oponentes fortes. - A mulher sorriu. - A grand line é cheia de pessoas poderosas, então é melhor que esteja preparado. Você não estão indo para um lugar qualquer. - Logo em seguida, Victoria se levantou. - Preciso ir, mas gostei muito de suas histórias. Até logo.

Terumi se limitou a ir para seu quarto e dormir, então praticamente não foi visto pelos outros marinheiros. Ao contrário dele, Lars chamava bastante atenção com a cena cômica protagonizada por ele e pela gaivota, que logo tratou de fugir. O Sparkbolt ficou extremamente irritado, mas fez o possível para se acalmar e falar devidamente com sua companheira. - Não sei. - Respondeu ela à pergunta do jovem. - Estava pensando em desenhar nosso caminho até Loguetown, mas isso deve ser meio chato para você. - Realmente não era algo que Lars poderia ajudar muito, e por isso decidiu estender a conversa com outra pergunta. - Nunca ouvi falar desse lugar na minha vida. Meu avô não gostava muito que eu ficasse lendo sobre outros lugares para não dar vontade de sair da ilha. Sabe como ele é. MAs o nome realmente passa uma boa impressão.

A conversa transcorria calmamente, até Dereck reaparecer, saindo do interior do navio com uma vara de pescar, um pote de iscas. O homem foi até a amurada, se apoiou, jogou o anzol com a linha no mar e começou a esperar, olhando para o horizonte.



Viagem:
 

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Ceji
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptyTer 30 Jan 2018 - 18:20

Frutos Das Águas


O tédio e a ociosidade são os piores inimigos do ser humano. Pessoas à deriva no mar ou presas por exemplo, o fato de não possuirem nada para fazer é algo que destrói sua sanidade, por isso sempre buscam meios de distrair. Esse é um dos motivos da prisão ser tão horrível, e de porque muitos prisioneiros passam a se exercitar, pelo simples fato de ser uma distração, algo para fazer. Eu infelizmente não estava no clima para exercitar depois do que passei em Wars, e estava começando a entender o que o tédio realmente significava.

Também sem vontade de continuar olhando o mar, me peguei conversando com Rin para distrair e me acalmar um pouco do ataque do pássaro. Tinha esperanças de que ela tivesse ideia do que fazer, mas acabou que ela pretendia traçar a rota marítima que estávamos percorrendo. Claro, eu já deveria estar esperando algo do género, como traçar mapas ou ler, já que eu mesmo havia comprado um mangá para ela em Shells, mas realmente esperava que ela me desse uma luz naquele momento - É, realmente não sei muito desse assunto - E assim, como eu não tinha nada para fazer e Rin ainda não havia começado seu mapa, decidi puxar outro assunto para matar mais um pouco de tempo, a ilha para a qual iriamos. Já que Rin ilha todo esse conhecimento de mapas, navegação e tals por causa do seu sonho de viajem, esperava também que ela tivesse certo conhecimento de algumas ilhas da Grand Line, e novamente me provei errado - Ah, deixa eu adivinhar, lia escondida, então? É a sua cara fazer um negócio desses, hahahaha - Enquanto ria, me lembrava da minha estadia na marinha de Wars. O tenente Hughs, avó de Rin, realmente era um homem excêntrico. Ele sempre teve essa neura de dizer que o mundo lá fora era perigoso e insistir que Rin ficasse na ilha, mas mais do que isso, eram suas ações que o destacavam. Nunca esqueceria meu primeiro encontro com ele, no campo de treinamento do QG, quando ele chegou com sua camisa coladinha com os dizeres "seu corpo é o seu templo", vindo corrigir minha postura e me forçando a correr na pista de corrida até não me aguentar mais de pé. Ignorando minha raiva, até que era uma lembrança engraçada, e o fato de eu odiar mais o tenente Nolan ajudava a deixar a imagem dele menos ruim. Claro, eu ainda não gostava dele por tentar prender Rin em Wars, mas ao menos ele acabou cedendo no final, senão Rin não estaria aqui, indo para a Grand Line comigo, não é?

Eu não queria mais interromper Rin, e me sentiria meio culpado se ficasse ali conversando com ela e acabasse não dando tempo dela fazer o tal mapa, então desejei sorte e voltei a vagar pelo navio - Bom, me mostra o mapa depois que terminar, tá legal? E boa sorte com ele - Diria enquanto dava um pequeno aceno em despedida. Novamente vagando pelo navio, me deparei com Dereck sentado pescando, algo que eu realmente não esperava encontrar. Como ainda não tinha muito o que fazer, fui até ele.

~Inicio Do Aprendizado De Pesca~

Já do lado de Dereck, fiquei encarando ele por um tempo. Ele estava muito concentrado e calado observando a vara de pesca, com as mãos firmes, mas não excessivamente. Estava começando a me cansar de ficar ali só olhando ele, então fui dar uma olhada pela amurada como estava o anzol, e não parecia que acontecia nada - ...O que você está fazendo? - Ele perguntava em voz baixa. Não esperando que ele fosse falar comigo, quase dei um pulo de susto, e me virei para ele - Err, bem, eu não tinha nada para fazer, então vim ver o que estava fazendo, mas ficar só olhando não tem muita graça - Ele me olhou de cima a baixo por alguns segundos, e então suspirou - Tá, tá, eu tenho uma vara reserva, se quiser pode vir pescar comigo - Dizia, apontando com a cabeça para uma grande caixa de plástico ali do lado.

Abrindo a caixa, fiquei espantado ao ver a quantidade de coisa de pesca guardada ali, tudo separado por tipo de peça, e esse era exatamente o problema, tudo separado. Eu não conhecia a maioria daquelas peças, então não sabia o que fazer, Dereck provavelmente viu que eu fiquei parado olhando a caixa por algum tempo, e se pronunciou - Você não sabe nada de pesca, né? Ok, vamos começar do zero. Primeiro, montar a vara de pesca - Ele pegou uma espécie de vareta de plástico com argolas para apoiar a vara enquanto me mostrava o que fazer, e se voltou novamente - O tipo de cada peça que você vai usar depende de onde vai pescar. Existem basicamente dois tipos de pesca que você precisa saber: em praia e em barco. Na praia você normalmente precisa de lançamentos mais longos por causa do banco de areia, enquanto em barco o lançamento não precisa de tanta distância, por estar já no mar. Agora, para montar a vara, primeiro tem a carretilha e o molinete - Dizia, enquanto apontava para aquele negocio que você gira para puxar a linha - Não vou me aprofundar muito na diferença, mas a carretilha não é tão boa para pescaria em praia, pois o guia-fio, embora ajude iniciantes a não se embolar usando-a, limitando o lançamento. No geral existe, dois tipos de cada. Carretilha Perfil Alto e Molinete Long Cast servem para lançamentos mais longos, e podem ser identificados pela bobina longa, e os Molinete Comum e Carretilha Perfil Baixo são feitos para lançamentos mais curtos, como no nosso caso. Como não vamos fazer lançamentos longos, recomendo para você uma molinete comum. É essa que parece um pedal de bicicleta - Com uma rápida analisada, encontrei o item que ele indicou e rapidamente encaixei na vara. A molinete deveria ser melhor para iniciantes, senão não teria me recomendado essa - Agora a linha, é preciso saber da grossura e do tipo. Linhas mais finas, como a 0,18 a 0,22 são melhores para lançamentos longos, pois sua leveza ajuda a cobrirem uma distância maior, enquanto linhas mais grossas são mais resistentes, mas mais apropriadas para lançamentos curtos. Existem dois tipos de linha, monofilamento e multifilamento. Essa primeira costuma ser mais elástica, mas isso causa uma reação retardada em lançamentos longos. Acho que nesse você pode pegar você mesmo, tomando em conta o que eu falei - Ele havia dito que pescaria em barco normalmente usa lançamentos curtos, então não deveria ter problema um fio um pouco mais grosso, e monofilamento para aproveitar a elasticidade.

Após isso, Dereck me explicou sobre as boias, que mantém o anzol no lugar, a chumbada, que mantém o anzol debaixo da água, e o próprio anzol, que varia dependendo do tipo de peixe que quer pegar, mas usar um "errado" não necessariamente significa que não pegará outros tipos. Além disso, ele também me disse que o tipo de isca depende do tipo de peixe que quer pegar, já que existem peixes carnívoros e herbívoros. Após muita explicação logo terminei de montar a porcaria da vara e puxei uma cadeira para sentar, e fiquei ali olhando e esperando. Após algum tempo sem resposta dos peixes, tentei puxar mais assunto com Dereck - Então... É só isso que precisa para pescar? - Ele então respondeu, novamente em tom baixo - Claro que não. Você também precisa conhecer técnicas. Primeiro de tudo, faça silêncio. Embora os peixes ouçam menos, o som viaja mais rápido dentro da água, e considerando que existem alguns tipos de peixes que não gostam de barulho, eles rapidamente se afastariam do local. Então para de falar alto assim - Dessa vez abaixava meu tom para responder - Ok, foi mal - Antes que ele pudesse continuar, a bóia da minha vara deu uma tremulada, seguida de um puxão. Aparentemente eu levava jeito para aquilo, já que em menos de cinco minutos um peixe já havia mordido minha isca, enquanto a do Derick ainda estava intocada, não é mesmo? Me levantando da cadeira que havia pego, comecei a girar a manivela do tal molinete com vontade, ininterruptamente. Aquilo era como um cabo de guerra, e eu não pretendia perder em uma disputa de força. Quanto mais o peixe resistia, mas forte eu segurava a vara e rodava o molinete, até que Dereck se jogou pare cima de mim e arrancou a vara da minha mão - Você tá maluco!?! - Eu não estava entendo, e inclusive estava maio irritado por ter sido interrompido - Ahn?! Porque?! - Ele parecia estar afrouxando a linha um pouco enquanto puxava o peixe - Você estava puxando demais a linha, estava quase arrebentando quando tirei da sua mão! Pesca não é uma batalha de força, e sim de resistência. Você precisa saber quando puxar a linha, que é quando o peixe está resistindo menos! Você também precisa se mover na direção contrária da do peixe, para impedir ele de te puxar ou fazer a vara escorregar da sua mão - Eu estava prestando atenção no que ele fala, e mal percebi que ele já tinha tirado o peixe da água - Da próxima vez você só observa, tudo bem?

Dessa vez só ele estava com um vara, e isso me deixava inconformado. Tá, eu talvez quase tivesse feito merda, mas ele já havia explicado meus erros! Não havia necessidade de observar. Ou pelo menos é achava que não. Não demorou muito para outro peixe morder a isca, ele rapidamente segurou a vara com força com uma mão, o molinete com a outra, se levantando no processo. De tempos em tempos, ele puxava a manivela do molinete, puxando a linha para tentar trazer o peixe, me fazendo lembrar do que ele havia dito sobre puxar a linha quando o peixe estava fazendo menos força; mesmo com aquele esforço por parte de Dereck, o peixe parecia forte, a ponto de força-lo a se inclinar com a vara em alguns momentos. No meio da disputa com o peixe, Dereck também ia com a vara de um lado para o outro, indo para o lado contrário que a linha ia, para manter a força perpendicular ao peixe, e impedir o mesmo de fazer a vara escapulir de suas mãos. Depois de alguns minutos, infelizmente o peixe se soltou, e Dereck suspirou, enquanto puxava novamente a linha para por outra isca - Outra coisa que deve se atentar enquanto pesca, é ao odor. Muitos cheiros podem afastar os peixes, como sabão, fumo, combustível, desodorantes, suor... Mas o pior é o schrecksoffen, uma substância exaltada por algumas espécies quando submetidas a alto stress, fazendo com que um peixe que fuja possa de certa forma "avisar" os outros do perigo. Não acho que deva ter nenhum desses por essa região, mas é algo a se atentar - Dizia o tenente, antes de jogar novamente o anzol na água. Altos alguns segundos, voltava a falar, novamente em tom baixo - Os dois maiores indicativos de peixes são aves e ondas. A maioria das aves aquáticas se alimenta de peixes... - Ah, ótimo, isso queria dizer que aquela gaivota havia vindo com tudo para cima de mim porque me achou com cara de peixe? Animador - ...Isso quer dizer que se houver aves aquáticas, há peixes que elas procuram para se alimentar. Ondas são importantes porque os peixes costumam viver no fundo, e a formação de ondas acontece nos bancos de areia do lados dessas áreas fundas - Ok. Recapitulando, peixes se afastam com barulhos e cheiros indesejados, e se encontram em locais fundos, além de serem indicados pelas aves aquáticas. Falando assim parecia fácil, mas era mais mais difícil do que imaginava - Rochedos e troncos submersos também podem conter muitos peixes, por causa dos micro-organismos que moram nos mesmos, mas esses são mais difíceis de aproveitar se estiver pescando em barco. Além do mais, muitos peixes pequenos sobem cachoeiras para a desova, então vários peixes grandes vivem nessas áreas para predar os menores, dando uma outra ótima área de pesca - Disse ele, antes de me deixar pegar denovo minha vara e voltar a tentar pegar algum peixe.

Minha vara estava a algum tempo sem nenhuma interação, então Dereck me pediu para recolher a mesma. Ele me disse que era melhor trocar de isca, pois a água carrega partículas responsáveis ela sensação do sabor, o que atrai os peixes que sentem, mas que parecia que aquela isca não estava sendo muito atrativa para eles. Apos a troca e novo lançamento, não demorou para a isca ser fisgada. Quando a linha balançou, pulei de supetão puxando vara e enrolando a linha freneticamente, mas Dereck rapidamente segurou minha mão e me impediu de continuar puxando a linha - Para! Lembra do que eu falei! Puxe quando o peixe vacilar, para não acabar rompendo a linha! - Seguindo a dica, segurei firme a vara e comecei a minha batalha com o peixe. Mesmo maneirando no Molinete, o peixe era muito forte e linha estava bem tensionada por causa da força dele, parecia que só não havia arrebentado graças a elasticidade da linha monofilamento grossa que eu havia pego. Puxando a linha com o molinete sempre que sentia uma parada no peixe, e me inclinando para os lados para me ajustar ao movimento do mesmo, assim como havia visto Dereck fazer, o peixe aos poucos foi sendo puxado até estar bem próximo, quando então Dereck segurou a vara comigo e me ajudou em uma última puxada que fez o peixe voar para o convés. Depois de um momento de topor olhei para ele com estusiasmo. Não era um peixe muito grande, mas para meu primeiro peixe, era incrível - Foi um bom resultado. Não perfeito, mas bom. Está indo no caminho certo - Dizia ele pegando o peixe e pondo em um balde junto com o primeiro que ele havia peho - E lembre-se, sempre lave as mãos depois de pegar no peixe, para não manter o dor dele na mão e afastar outros peixes. E também, não fiquei triste se não pegar o peixe sempre, faz parte da pesca - E então passava um pouco de água nas mãos antes de voltar a posição, esperando que eu também o fizesse. Eu havia ido pescar achando que seria só um passatempo bobo, e até havia pensado em desistir no meio do caminho por causa daquelas coisas todas que eu teria que gravar, mas no final tudo valeu a pena. Sim, esperar pelo peixe era bem chato, chato em um nível que eu não estava acostumado e que exigia demais de mim, e ficar parado esperando o peixe havia me deixado bastante cansado, mas a sensação de finalmente vencer o peixe era incrível, quase tanto quanto em uma luta de verdade. E isso, isso vim valia o cansasso e estresse que eu havia passado.

~Fim Do Aprendizado De Pesca~

Após todas aquelas informações que eu teria que guardar, me dei conta de quanto tempo havia se passado, e percebi que ter ido pescar com Dereck não havia sido uma má ideia para passar o tempo, afinal. O grupo provavelmente deveria estar com fome, então aquela pesca poderia vir a calhar mais ainda - Dereck, tem cozinha aqui? Estava pensando em fazer uma refeição com o peixe pro pessoal - Se ele fizesse algum comentário sobre eu não parecer o tipo de gente que cozinha, responderia - Pois é. É que antigamente eu passava muito tempo sozinho em casa, então tive que aprender de um jeito ou de outro - E esperaria a permissão para o fazer. Se houvesse uma cozinha e pudesse cozinhar os peixes, eu primeiro de tudo levaria os peixes para lá e verificaria os suprimentos e itens disponíveis, para ver se seria possível preparar algo decente com o que tinha lá, alem de verificar se haviam alimentos como arroz, e coisas assim, para ter certeza que seria o suficiente para sete refeições.
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptySab 3 Fev 2018 - 20:40

In bond



Hm... Acho que eu acabei me empolgando com a faladeira...  Mas graças a deus a tenente Victoria é uma pessoa simpática, gentil e educada o bastante pra não me deixar falando. Além do mais, pelo que eu vi, ela não me parece uma má pessoa, e se me recordo bem do que o Del Rosa disse, isso à deixa entre as classificações “mulherão da porra” e “uma maravilha de mulher”. Tenho certeza que aquele velho bêbado e tarado adoraria conhece-... Pensando bem, me parece uma péssima idéia... Quem sabe se ele passar uns dias sozinhos naquele mato, ele vai mudar aquela cabeça dura dele.

Quanto ao meu texto... Digamos que não adiantou muita coisa eu ter que reescrever tudo. Aquela demonstração de minha falta de coordenação com minha mão não dominante fez com que eu me aquiescesse brevemente diante daquela situação, mas eu sempre posso tentar de novo mais tarde.

Agora que já determinamos que por hora, a minha escrita com a mão esquerda é um lixo! Vamos prosseguir fazendo companhia para minha companheira! Isso mesmo! Já faz um booom tempo desde que tivemos uma conversa decente a sós, e se me lembro bem, daquela vez ela se jogou em cima de mim daquele jeito... Parando pra pensar, isso me deixa meio receoso... Não sei se a marinha permite esse tipo de coisa, mas eu acho que seria minha obrigação ter ao menos um pouco mais de intimidade com ela. Então eu fecharia o caderno, me levantaria e procuraria por ela. Era bem provável que ela estivesse descansando em um quarto, mas antes eu checaria os espaços abertos antes para não me precipitar e invadir o quarto de alguém por engano. Se eu não a visse por lá, eu partiria em direção ao interior do navio. Eu checaria as portas que estivessem abertas ou entreabertas e seu a encontrasse, eu bateria duas vezes, brevemente, com a parte exterior do meu punho na porta e diria: - Com licença, posso lhe fazer companhia? – Acompanhado do meu sorriso mais simpático.

Se eu ainda não a encontrasse, eu bateria brevemente nas portas fechadas, colocando meu ouvido próximo a porta, para poder uma resposta ou um sinal de vida e seguiria com: – Mayu? – No caso do atual residente não se anunciar apropriadamente ou caso nenhum som fosse emitido de dentro do quarto. Se ainda assim eu não obtivesse respostas, eu verificaria se a porta estava trancada ou não, da maneira mais quieta o possível, sem tentar ser parecer com um arrombador ou um invasor. Se mesmo depois disso tudo a pessoa no quarto em questão parecesse não querer ser incomodada ou por algum motivo místico o quarto estivesse trancado, sem ninguém dentro, eu partiria pro próximo quarto.

Ao encontrar-la, eu diria: – Com licença... Importa-se se eu ficar aqui? – Mostrando minha face com discrição enquanto aguardo sua resposta. Se me fosse permitido, eu entraria e me jogaria na cama, caso não estivesse ocupada, caso contrario, eu me sentaria próximo a ela. Se não me fosse permitido ficar ali pro qualquer motivo, eu diria: - Tudo bem, te vejo mais tarde. – Partindo novamente para o convés, caso contrario... Bom... É bem óbvio...

– Sabe... Depois daquela furada de missão que nós tivemos, eu passei a sentir mais apreço por esse tipo de situação. – Diria me encostando à superfície mais próxima ou me deitando se aquilo não fosse possível. Lembro-me que antes de entrar na marinha eu ansiava por ação, mas agora eu começo a desejar cada vez mais um pouco de sossego. Eu ficaria quieto por um momento, para ouvir qualquer resolução ela tivesse sobre aquela sentença.

– O que você acha que está esperando por nós na Grand Line? – Eu perguntaria, encarando-a enquanto aguardo por sua resposta e assim que a obtivesse, eu complementaria com: - Eu ouvi que lá é um lugar repleto de pessoas incríveis, por isso, eu espero que você sempre esteja lá para me auxiliar e me proteger como você sempre faz. – Eu daria uma pausa – Pra ser sincero, eu não to sendo honesto contigo. Depois do que ocorreu no esconderijo daquele grupo, eu estive pensando em uma forma adequada de lhe agradecer. Isso também me fez questionar e muito o porquê de você ser minha ajudante, e não o contrario. Mas depois disso tudo, está bem claro pra mim. Eu vou crescer e evoluir o suficiente para você não se preocupar comigo. – Eu lhe daria o meu mais largo sorriso. – Mas deixando todo esse papo mole e meloso de lado, eu só queria deixar claro que eu reconheço e aprecio todo o seu esforço... Muito obrigado. – Eu completaria, dessa vez com um sorriso moderado. Se ela não tivesse nada a mais a dizer, eu me levantaria e voltaria pro meu quarto. Eu queria lhe dar um abraço ou demonstra afeto, mas eu acho que tornei o clima estranho o suficiente.

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptySeg 5 Fev 2018 - 12:45


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XII
.

Passando rapidamente pelas brasas devido a sua natureza pouco concentrada e desconcentrada sobre o que não lhe interessava, Rin dormia abraçado ao travesseiro mordendo-o de leve se sem aperceber o que fazia. Eram poucos os sonhos que tinha quando dormia, maior parte deles eram sempre definidos como curtas recordações de memórias passadas sendo maior parte delas durante a sua infância em Las Camps quando ainda se formava na academia médica da ilha, acompanhando o seu pai durante os seus treinos ou até mesmo quando se limitava a ficar em casa a brincar com os seus brinquedos destruindo certas coisas devido a sua natureza juvenil e rebelde, não era nada de sério mas de certeza algo que lhe custava uns raspanetes e puxão de orelha de vez em quando. Acordando de forma um pouco bruta devido ao cair da cama devido aos constantes movimentos que fazia enquanto dormia, passando com a mão no rosto tentando recuperar do impacto da queda e de certa forma do pequeno embaraço que sentia, o travesseiro onde dormia estava ligeiramente babado e com um enorme buraco numa das faces levando a que Rin virasse o mesmo ao contrário de modo a revelar a parte não danificada.

— Creio que o descanso acabou. — murmurou o mink espreguiçando-se

Coçando o corpo intensamente de modo a tentar espantar a preguiça e desmotivação, algo que muitos da sua raça tinham o hábito de fazer, Rin iria rapidamente ajustar o uniforme de modo a manter apresentável e digno do cargo que portava. Assim que estivesse pronto como o bom cachorro que era, Rin iria então pegar novamente na sua mochila e sem muita demora de modo a aproveitar a viagem, Rin iria a procura dos restantes marinheiro ou mais especificamente dos supostos colegas que fariam a missão com eles para talvez conversar um pouco e tentar descobrir um poucos sobre eles, qualquer coisa para lhe entreter que não fosse mais uma caso de estranho isolamento como estava habituado. Tendo em conta que estavam num navio e o facto de o mink não ter estado muitas vezes neles, ele estava um pouco perdido no que fazer uma vez que os seus movimentos estavam limitados e a quantidade de coisas que podia fazer estava também diminuída pelo facto de provavelmente existir um melhor médico a bordo. Talvez o melhor fosse procurar alguém com quem partilhar a tarde e o aborrecimento e só depois se preocupar com o resto-

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptySex 9 Fev 2018 - 22:04




Tédio parte 2!


  • Todos


Querendo matar o tempo naquela viagem tediosa, Lars acabou por ver Dereck indo pescar, e resolveu se juntar a ele. Por incrível que pareça o momento foi proveitoso, no qual o marinheiro aproveitou para aprender algo que não sabia, além de pegar comida. - Cozinha? Sim, tem uma cozinha. Aqui uns que eu peguei também. - Dereck estendeu uma cesta com outros dois peixes, dando-a para Lars. - Faz algo gostoso, porque a Victoria é exigente. - Assim, o sargento seguiu para a pequena cozinha do navio, onde encontrou alguns poucos ingredientes, mas o suficiente para fazer uma refeição. Acordando repentinamente, o mink se viu novamente no navio que o levava para Loguetown. O balanço do barco o acalmava, mas dormir a viagem toda não era uma solução muito viável. Saindo de seu quarto a procura de seus companheiros, Terumi acabou por encontrar Lars na cozinha, olhando os estoques e se preparando para cozinhar alguns peixes bastante frescos.

Enquanto isso, Magnus seguia de quarto em quarto atrás de sua companheira, até achar o quarto onde estava e bater na porta. Logo a mesma foi aberta por uma Mayu com olheiras e pijama; aparentemente estava dormindo e fora acordada. - Já me acordou de qualquer jeito. Entra. - Magnus adentrou o quarto, apoiando-se na parede e fazendo alguns comentários. - É, finalmente tempo para descansar. - A pergunta seguinte era mais complicada, por se tratar da Grand Line. - Não sei. Sempre ouvi histórias, mas não sei se posso acreditar nelas. - Entretanto, algo ainda incomodava o marinheiro, que decidiu se abrir. Enquanto ele falava, Mayu o olhava com um sorriso de canto de rosto, até que foi sua vez de fala. - Não se preocupe com isso. Eu te ajudo porque me importo com você, e isso não vai mudar. - A mulher se aproximou dele e bagunçou levemente seus cabelos. - O momento que eu não me preocupar com você vai ser quando eu estiver morta, então não se preocupe com isso. Mas é bom saber que você aprecia meu trabalho duro. - Mayu dizia tudo com um sorriso sincero no rosto, como se estivesse gostando de ter aquela conversa aberta com seu companheiro.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptyQua 14 Fev 2018 - 0:06

The Plan[/b]








Sabe... Eu sempre gostei de viagens longas como essa. Vira e mexe o “sentido materno” de minha mãe se agitava todo e ela cismava que eu e meu irmão tínhamos que sair de Organ. Como resultado disso, ela tina que tomar conta de dois moleques babões em um barco minúsculo com 17 tripulantes, em meio a uma tempestade. É... Tirando o fato de que a morte era sempre eminente, as viagens não eram de todo mal. Nesse costume de coruja que minha amada mãe tinha, eu acabei descobrindo que viagens quietas são ótimas para se descobrir. Se me lembro bem, os monges da crônica de Hiruma Oshita costumavam se isolar da sociedade para encontrar respostas. Mesmo que eu não esteja sozinho, sinto que toda vez que faço uma viagem, eu encontro uma resposta.

–Sabe... Mayu, eu também estive pensando muito em outra coisa. Eu acho que devíamos planejar estratégias e sinais para organizar melhor o combate no campo. – Eu diria, com uma expressão pensativa. – Até por que... Por motivos de força maior, eu não consigo tirar a vida de outro ser, então preciso que você fique atenta caso seja necessário... – Eu daria uma pausa – Errr! Bem! Só se você estiver disposta, é claro. Eu estive pensando bastante por que eu não acho que você deva sujar suas mãos com algo que eu deveria resolver... Mas eu te juro que eu também estou trabalhando nisso. – Eu diria, preocupado com o fato dela poder entender aquilo errado.

–Bem... Eu não conheço muito sobre esse tipo de coisa, mas eu sei que devemos dividir os sinais entre visuais e auditivos. – Daria outra pausa – Sabe, isso pode ser chato então... Se não estiver se sentindo a vontade ou não quiser discutir isso, eu entendo. É só falar e eu procuro outra coisa para fazer. – Eu diria, encarando-a e aguardando respostas. Se ela quisesse voltar pra cama, eu diria: – Certo, pode voltar para os seus sonhos. Te vejo mais tarde.– Enquanto me retiro do quarto e retorno ao meu. Se ela quisesse contribuir com o plano, eu então diria: – Certo, vamos começar com formações e comandos. Os mais básicos são: Formação de defesa, ataque e captura. Gostaria de adicionar mais algum? – Eu daria uma breve pausa para ouvir-la – Certo, dentre os comandos temos: Recuar, separar, agrupar, aguardar e focar. Há mais algum que você gostaria de adicionar? – Eu perguntaria, puxando o caderno e a caneta que tinha pego antes, dando um momento para ela incluir qualquer observação ou sugestão que ela tivesse em mente.

– Sobre os sinais sonoros para as formações, eu estive pensando em monossílabas que soam mais como um grito de guerra com tons fortes, sendo elas: “Ko!” para instancia defensiva, “Ryo!” Para o recuo e “Ha!” para o ataque. – Na minha cabeça e no papel, aquilo soava bem melhor do que da minha boca pra fora... Demonstrando desse jeito, eu me sinto meio idiota.
– Em relação aos sinais visuais, eu bolei uns bens simples. – Eu prosseguiria, me colocando de pé.

Eu fitaria o espaço vazio daquela sala, tomando coragem pra fazer aquilo. Sou obrigado a admitir que toda aquela encenação era algo que me remetia muito a minha infância nas folhagens de Organ. Então, seu pestanejar, eu esticaria meus dedos, projetando pra frente à palma de minha mão direita e de forma lenta, porém resumida, eu dobraria cada dedo de minha mão, fechando-a em um punho e diria: – Ataque. – Daria uma pausa – Nossa formação de ataque seria a mais simples e intuitiva: Ambos encarando os oponentes e os atacando sem preocupações. – Eu completaria.

Logo após, eu respiraria bem fundo e levaria a minha mão direta para mais perto do meu peito, enquanto dobro o meu dedo indicador e o prendendo com meu polegar, formando um circulo. Com o circulo formado pelos meus dedos virado para mim, eu a encararia e diria: - Defesa. – Daria outra pausa. – Nossa formação defesa é composta pela idéia de ambos cobrirem as brechas que não puderam ser cobertas. Além de se defender e defender ao próximo, durante essa formação, temos que buscar diminuir os ângulos em que nossos oponentes possam nos atacar, mudando a nossa localização atual. – Eu finalizaria, desfazendo aquele sinal.

Para o último, eu esticaria os dedos médio e indicador da minha mão direta e dobraria meu polegar, encostando a ponta do mesmo bem próximo à base do meu dedo indicador, formando um ângulo quase reto. Eu apontaria o indicador e o dedo médio para ela e diria: - Captura. – Eu daria uma breve pausa, como havia feito no fim das últimas duas demonstrações. – A formação de captura é simples se direta: Com o sinal, você deve apontar quem deve ser capturado e logo após, eu tentarei cercar-lo enquanto você o distrai e se aproxima. Simples assim. – Eu finalizaria e me sentaria novamente.

– Quanto aos comandos, eu não cheguei a me aprofundar muito neles para lhe demonstrar algumas idéias de comandos auditivos, mas eu consegui pensar em um esquema mais simples. – Eu diria e prosseguiria levantando a minha mão, como havia feito em minha primeira demonstração. – Tudo que tem que fazer é levantar os cinco dedos e seguindo a ordem numérica dos comandos que eu citei. Sendo o polegar o primeiro dedo, você deve abaixar o dedo que corresponde ao numero da estrategia. No caso dos dedos nas extremidades de sua mão, faça o contrario: Abaixe todos os outros dedos em questão e deixe apenas o polegar ou o mindinho na mesma posição. – Eu finalizaria. – Sei que não é nada complexo, mas isso é algo que pode melhorar nossa dinâmica no campo de batalha. – Eu ouviria sua observações finais e é claro, caso ela se perdesse ou sentisse duvida, eu tentaria esclarecer no momento da demonstração ou após a explicação.

Após passar a limpo todas aquelas estrategias e coletar as ideias de minha companheira, eu me levantaria, pegaria o caderno e diria e diria: -Ceeeerto! Por enquanto é apenas isto, pode descansar agora. Irei me preocupar com outra coisa. Até mais. - Então eu me retiraria de seu quarto e partiria em direção ao meu.

-Agora sou eu quem precisa de um descanso...


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Última edição por gmasterX em Dom 8 Jul 2018 - 12:42, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptyQui 15 Fev 2018 - 21:44


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea XIII
.

Passo após passo, o mink acabava por navegar o navio da marinha até que finalmente se deparou com a cozinha, algo estranho pois tinha quase a certeza que o seu fiel e bem apurado olfacto lhe daria alguma noção de onde estava a ir mas pelos vistos desta vez não era o caso infelizmente. Chegando a divisão, a primeira coisa que lhe chamaria a atenção seria a abundância de alimentos que predominava o local visto que todos os animais gostavam de comer e quanto mais próximos da categoria animal, maior essa essa noção no entanto o seu interesse era mais para coisas doces e sobremesas concessionadas do que simples carne no entanto a segunda coisa que rapidamente chamou a sua atenção foi a presença do tal marine que estava encarregue da última ou antepenúltima missão que tinha feito em Shells Town, algo bastante recente e que devido a cicatriz que tinha recebido no corpo e algo que sem dúvida nenhuma lhe deixaria uma bela recordação. Por momentos Rin estava a sentir-se altamente inclinado em socializar mas ao recordar-se que normalmente ele estava acompanhado de uma tal parceira, talvez a terceira roda naquela tarefa colectiva fosse algo constrangedor para ambos, para não falar que ao coçar a cabeça, o mink notou um pequeno fio de cabelo a cair no chão, se tivesse sorte o chão do navio ocultaria aquele detalhe caso contrário seria melhor pisar nele na esperança de o mesmo ficar preso a sola do sapato.

— Cozinha não é lugar de cachorro, não quero ter ninguém a reclamar de encontrar o meu pelo na sopa... - suspirou tentando passar discretamente sem que fosse visto

Continuando o seu percurso pela cozinha, Rin tentaria levar um pedaço de fruta consigo sem que ninguém reparasse e de seguida iria continuar a explorar o navio, por algum motivo estranho e de certa forma inexplicável, o mink não se sentia muito confortável a bordo ao ponto de andar quase sempre agarrado a algo sempre que uma onda ligeiramente maior do que o normal fazia o navio baloiçar um pouco mais a cima da média. Se alguém tivesse a infeliz oportunidade de o notar e lhe pedir ajuda, Rin apenas diria que não tinha muito jeito para a coisa e seria um peso demasiado grande para a tarefa em mão, dando alguns passos para trás antes de se retirar, com a sorte que tinha talvez acabaria manchando o uniforme ou queimar o braço logo talvez fosse ideal ficar longe da cozinha. Encontrando novamente um dos supostos companheiros de viagem, o Terumi uma nota mental da sua localização antes de prosseguir a exploração do barco de forma curiosa em busca de algo que realmente fosse do seu interesse.

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 6 EmptyTer 20 Fev 2018 - 18:39

O Azul Do Mar E O Vermelho Do Fogo


Mesmo com suas frustrações, reviravoltas e irritações, a pescaria com Dereck havia sido um sucesso. Foi um bom jeito de passar o tempo, já que aprendi a pegar meus próprios matérias para a cozinha (ou ao menos um deles) e tive a chance de cozinhar denovo. Meus pais saiam muito em missões desde que eu era mais novo, então aos poucos fui aprendo a me virar sozinho, o que incluía fazer minhas próprias refeições, ma coisa que realmente gostava de fazer; entretanto, desde que eu havia entrado na marinha, havia tido pouco tempo para cozinha, ou até parar comer, de tantas tarefas que eram passadas para nós lá. Sério, eles deveriam começar a por um período maximo de trabalho, porque desde que eu entrei eles haviam dado dois mil motivos para me deixar com o mínimo de tempo vago possível. Tá, talvez o fato de eu me apressar para vir nessa missão atual tenha contribuído, mas eu nunca disse que a carga de trabalho não foi um dos motivos que me fez sair de Shells.

Meus pensamentos estavam dispersos como costumava acontecer de vez em quando, mas graças à divindade superior eu já sabia o que aconteceria comigo se me distraísse na cozinha (já havia passado por essa fase afinal), então conseguir voltar à realidade e trazer meu foco para os materiais. uma primeira olhada rápida nos ingredientes já havia me dado uma ideia do que preparar, então não tardei a pegar os ingredientes. Alguns talos de alho-poró, azeite de oliva, sal, Pimenta-do-reino, Pimenta Branca e, obviamente, os peixes que havia pescado com Dereck iriam servir como base do prato. Meu objetivo ali era fazer algumas porções de Cartoccio De Pescada, um prato feito com rodelas de peixe assado temperadas e envoltas por alho-poró; sabia que era um prato que não costumava ser prato principal, mas eu não possuía muitos ingredientes e precisava fazer o suficiente para os sete que estavam no navio, então o Cartoccio que era fácil e com poucos ingredientes era uma boa pedida. O primeiro passo obviamente era limpar o peixe, já que ele havia acabado de ser pescado. Com uma faca meio cega que tivesse lá, rapidamente a passaria pela pele dos peixes do sentido rabo a cabeça até que as escamas saíssem, o que eu esperava que não demorasse muito. Em seguida, com os peixes já sem escamas, pegaria uma faca melhor e faria um corte em seu torás do anus até a cabeça, na área das guelras, abrindo a mesma. Faria um corte leve e superficial, pois um corte profundo correria o risco de abrir as entranhas dos peixes, liberando seus indesejáveis fluidos, o que não me deixaria muito contente, e eu não queria e eu não queria acabar chamando atenção ao cozinhar com fúria. Depois de abrir o peixe, eu cortaria sua cabeça, já que o prato não precisava dessa parte, e o lavaria por dentro e por fora após cuidadosamente remover suas entranhas, tomando cuidado
Ara não deixar nenhum órgão ou película para traz. Ao final, cortaria a carne do peixe, em trechos verticais para formar medalhões.

Com o peixe limpo e organizado, era hora de começar o prato em si. Pegaria os talos de alho-poró e começaria a cortado no sentido do comprimento para formar tiras com o vegetal. Eu sinceramente odiava fazer cortes finos e precisos como aqueles, mas infelizmente haviam pratos que necessitavam, e eu não tinha ideia melhor do que cozinhar no momento, então teria que me contentar e concentrar no alho-poró. Após corta-lo, cuidadosamente lavaria as tiras e, em uma panela com água salgada, começaria a cozinha.cronometraria 30 segundos enquanto pegaria outra panela e encheria de água gelada, quando ao final desse tempo rapidamente jogaria as tiras na panela de água gelada para interromper o cozimento. Deoois que as tiras escorressem, temperaria as mesmas com sal, azeite e um pouquinho de pimenta-do-reino batida. Eu gostava de pimenta, mas evitaram por muito porque os outros poderiam não apreciar muito. Voltando ao peixe, temperaria os medalhões com sal e pimenta branca antes de prosseguir os enrolando com os talos semi-cozidos e temperados do alho-poró, e o levaria a frigideira. O objetivo era dourar os dois lados do peixe com azeite, só o suficiente para não estar de todo cru, pois logo em seguida levaria o conjunto ao forno alto por 10 minutos.

Enquanto esperava para o cartoccio terminar de assar, fiquei pensando sobre a refeição. Seria bem melhor se eles tivessem algo para beber, mas o que levar junto? Refletindo, eu me lembrei que não era incomum navios levarem frutas críticas para se prevenirem de doenças causadas por falta de vitamina C, então logo iria em busca de laranjas. As achando, traria algumas , açúcar e água para fazer alguns copos de suco de laranja, com o mínimo de açúcar possível para ficar um gosto mais natural da fruta, mas evitando um possível azedo que a laranja às vezes trás. Com tudo terminado, arranjaria bandejas e iria para fora com a refeição, chamando os outros seis que estavam no barco comigo - PESSOAL, VENHAM COMER ENQUNANTO ESTÁ QUENTE! E QUEM DERRUBAR VAI FICAR SEM! - E então iria em busca de uma mesa para por as bandejas. Para não parecer mal educado, eu não comeria minha parte mesmo sendo obviamente o primeiro lá, já que eu que havia feito e trazido, mas esperaria o resto do pessoal vir e pegar suas porções antes. Caso alguém tentasse dar uma de espertinho(a) e pegar mais do que sua própria porção, eu me aproximaria com um olhar penetrante e diria - Ei ei ei, pode ir largando. São sete pessoas para comer aqui no navio, não só você, esfomeado(a) - Entretanto, se o espertinho fosse Rin, diria em vez disso - Ei ei ei, são sete pessoas para comer aqui no navio, incluindo eu, então por favor pega só sua parte - E depois voltaria a fiscalizar. Depois que todos começassem a comer, pegaria minha parte para comer também. Caso, por alguma falta de atenção, perguntassem quem havia cozinhado, diria com deboche - Olha, eu devo ser o mais suado daqui, e eu que chamei vocês, então acho que fui eu, né? - Caso alguém comentasse que eu não tinha cara de quem cozinhava, diria - Pois é. É que antigamente eu passava muito tempo sozinho em casa, então tive que aprender de um jeito ou de outro.
Cartoccio De Pescada:
 

Histórico do Ceji:
 

NPC Acompanhante:
 

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R.I.P. Lars:
 
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