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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 To the grand line!

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptySab 07 Out 2017, 20:28

Born to be wild





Ah! Esse combate até que foi fácil... Quero dizer, eu não terminei mais acabado do que antes nessa luta, mas nesse ritmo, eu estou bem longe de completar a missão... Sinto que sempre acabo tendo a motivação errada, por isso eu acabo sendo punido. Hmm... Minha deusa deve odiar quando eu pareço um tirano... Tenho que mudar a minha abordagem e lembrar pelo o que eu estou lutando... Seria pelo cara que morreu? Hmm... Acho que não... Ele traiu a marinha e ainda se matou... Não consigo simpatizar com pessoas que não sabem dar valor a própria vida... Bem, até este momento, eu estava lutando em busca de uma batalha emocionante e animada, mas eu não acho que é justo ou divertido lutar sem poder dar o meu melhor. Já sei! Vou lutar pelo mesmo motivo que estive lutando antes de perder a paciência com a segunda bifurcação... Vou lutar para tirar todo mundo deste maldito lugar vivo! Heheh... Eu já to me sentindo animado pra luta novamente... E acho que sei o que devo fazer.

Minha primeira medida seria guardar a minha querida Agnis e prestando atenção aos meus arredores, eu iria até o machado que tinha largado e o pegaria do chão, mas é claro que eu faria isso com a adaga em minhas mãos, não quero ter minha cabeça arrancada tão cedo. Se eu fosse atacado pela dama da foice, eu tentaria bloquear com aquela adaga em minha mão e se não fosse o suficiente, eu me jogaria no chão e rolaria brevemente pra longe dali para logo após eu me levantar e prosseguir com minha busca. Se eu o encontrasse, eu guardaria a adaga e empunharia o machado com as minhas duas mãos e sorriria. Com o machado em mãos e um sorriso em minha cara, eu gritaria:

-Ei pessoal! Tomem cuidado! Se quiserem permanecer inteiros, não cheguem perto! EU VOU USAR AQUILO! – Diria com convicção algo que eu sabia que nenhum deles iria entender nem um pouco. Mesmo que tenha dito para meus companheiros, a minha intenção era afetar a minha oponente, talvez ela fosse se afastar com medo do aviso, ou talvez ela viesse para cima, por conta de ser muito óbvio. Em ambos os casos, eu vou ter o que eu quero, até por que eu estou confiante do meu truque (até por que, são os meus dois pontos de manipulação contra zero pontos de persistência dela :yatto:). Se ela caísse na isca e viesse pra cima de mim, eu cerraria meus dentes, firmaria minha base e atacaria com o machado, usando de minha aceleração para fazer-la recuar ou simplesmente atingir-la primeiro. Se ela deixasse sua guarda aberta o suficiente para ser atingida pelo machado, eu giraria o machado para que a sua lâmina não entrasse em contato com ela. Nesse caso, eu tentaria acertar sua cabeça, visando desequilibrar-la.

Se ela se afastasse por conta do meu anuncio, eu controlaria minha respiração e tentaria ou o som do aço da sua foice. Não passei anos batendo metais super aquecidos para que os meus cinco sentidos não possam reconhecer algo que é tão vital para mim quanto meu coração. Se escutasse, eu iria em direção a ela e seguiria com o meu plano anterior, com os planos de defesa e de ataque que usei até agora.

Se em algum momento ela me atacasse diretamente, tentaria bloquear o golpe usando a lâmina  ou o cabo do machado e se possível, eu tentaria puxar a foice de sua mão, usando a gancho  ou a parte inferior da lâmina do machado. Se em algum momento a sua guarda estivesse extremamente aberta, eu utilizaria de minha aceleração para contorná-la e moveria o meu braço o mais rápido o possível para lhe atingir com uma palmada bem em sua bunda. Sensei me explicou que esse é o primeiro passo para ativar a suprema técnica suprema. Eu ainda desconfio do que ele me disse, pois claramente estava bêbado, mas talvez o álcool tivesse soltado a sua língua. Também sinto que isso será algo de que eu me arrependerei pelo resto de minha vida, ou pelo menos pelo resto do mês. Enfim! Se tivesse sucesso, eu prosseguiria, usando do meu peso e da minha força para tentar lhe golpear mais uma vez com o cabo de meu machado.

O próximo passo é algo que eu considero bem radical, e isso não tem nada a ver com um tigre que humanóide que anda de skate. Eu fixaria os meus olhos no seu corpo, seguraria o meu machado com minha mão esquerda e abriria minha mão direita, como uma espécie de pinça, e avançaria antes que ela pudesse se recuperar do meu ultimo golpe. Um avanço após golpear ela de forma brusca provavelmente é algo que ela não espera, por isso, se ela me atacar, o seu golpe não vai ser tão firme ou rápido, então eu tentaria bloquear caso ela me atacasse, eu tentaria fazer isso empurrando sua foice para longe. Assim que estivesse livre pra ir, eu juntaria o máximo de força nas pernas, cerraria meus olhos para estreitar e focar minha visão e daria um dash pra cima dela. Durante o avanço, eu tentaria agarrar e puxar o seu vestido, junto de sua calcinha. Pelo o que eu vi antes, suas roupas são bem finas, não acho que vai ser difícil.

Para finalizar, enquanto ela estivesse distraída com o meu movimento, eu  me abaixaria e tentaria a derrubar com uma rasteira. Se ela caísse, eu me colocaria sobre ela, me agachando sobre sua barriga, mas não jogando o meu peso e colocando a lâmina de meu machado contra seu pescoço.

Espero que isso dê certo, eu não costumo confiar muito no velhote, tanto que desenvolvi meu próprio estilo de luta baseado no que ele me ensinou, mas espero que desta vez ele esteja certo.



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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyDom 08 Out 2017, 13:02


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea VI
.

Com o início do treino que determinaria se o mink se tornaria num sargento, Rin começava a reparar que se tinha deparado com uma situação engraçada, o sargento Crow era muito mais rápido que ele e maior parte dos seus ataques eram rapidamente esquivados ou bloqueados com um ou dois instantes, este aspecto era um pouco frustrante visto que velocidade era um dos seus aspectos principais, se não mesmo o principal e mais elevado que tinha. Apesar da dificuldade nada disto impedia o cachorro de continuar a tentar visto que apesar das falhas e fracassos, parte de si parecia sentir-se mais perto de conseguir um golpe directo visto que o tempo de reação de Crow parecia ser cada vez mais reduzido ao ponto de após uma ou duas investidas o soldado conseguir notar diferença, talvez fosse uma ilusão ou talvez estivesse errado, no entanto era ideal continuar a tentar.

Após alguns minutos de combate, Rin começava a sentir-se ligeiramente mais habituado ao estilo de combate do sargento, ele era essencialmente um pugilista logo o seu próximo foco seria nos braços do mesmo, mais especificamente nos tendões entre o rádio e a ulna visto que independentemente da forma que ele tivesse, ele teria as mesmas fraquezas que qualquer outra pessoa visto que a anatomia humana era igual para todos. O cachorro iria começar com uma postura mais defensiva para procurar um contra-ataque, durante o combate o mink acabava por ser elogiado pelo seu adversário durante o exercício de graduação.

— Você está indo bem melhor do que eu esperava garoto, mira os pontos certos, isso é uma qualidade que deve trabalhar ao máximo acertar o golpe no lugar certo pode definir uma luta.

— Digamos que eu aprendo rápido.

Seguindo o mesmo plano, Rin iria tentar usar a sua espada para aplicar um jab no braço numa tentativa de imobiliza-lo, a sua arma era comum e de certa forma nada de especial, sendo uma daquelas lâminas de madeira, um golpe daquela arma seria o suficiente para fazê-lo largar a espada visto que a epiderme não era grossa o suficiente para proteger os músculos obrigando-o a largar a arma, não só pela anatomia do corpo humano mas porque qualquer humano naquela forma agiria da mesma forma. Esse era o plano que tentaria por em prática, desta vez Rin estaria mais atentos a ataques surpresa para evitar mais danos desnecessários como os que tinha acabo de receber, o mink usaria a sua espada para bloquear e desviar o golpe, visto que o cachorro era ambidextro, o mesmo estava bastante confiante que tinha capacidade suficiente para fazer o que planeava.

Objectivos:
 
Histórico:
 

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L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptySeg 09 Out 2017, 18:20

Plano De Ação


Aquela missão estava até indo bem; já havíamos pego provas, havíamos derrotado o único oponente que havia aparecido, e só precisávamos mais voltar para entregar as provas. Mas é claro que não dava para ser simples daquele jeito, né? Confiante de que ia continuar dando tudo certo, Rin me pediu para ir analizar o segundo andar em busca de mais provas; porque, como diz aquele ditado, "quanto mais, melhor"; e eu, inocente, fui. Cada degrau que eu pisava parecia que sussurrava "vai dar merda" no meu ouvido. Eu já tinha passado por uma situação parecida, e tinha dado merda; e lembrar disso só fazia o sussurros dos degraus ficarem mais altos. "Vai dar merda, vai dar merda, vai dar merda", eles diziam; digo, eles não diziam porra nenhuma, não sou maluco para conversar com degrau de escada, mas essa frase se repetia na minha cabeça sempre que eu dava um passo nos degraus, então para mim a merda dos degraus que "estavam falando". Bom, os sussurros foram aumentando para falas, que por sua vez aumentaram para gritos, e logo eu cheguei no final da escada e vi um vai dar merda, digo, um homem parado lá em cima portando uma máscara prateada. Qual a moral da história, crianças? Não subam escadas, nunca da certo quando você vai sozinho pro segunda andar.

Por um nanossegundo que pareceu um nanossegundo, eu olhei pro homem, ele olhou para mim, eu olhei para o homem, ele olhou para mim, eu olhei pro homem, ele olhou para mim, e eu me disfarcei de Alberto o mais rápido que pude: meu dedo simulando um bigode estiloso e meu outro braço erguido como que em rendição, enquanto falava palavras centrando o L e com Y no final. Afinal, quem iria suspeitar de um homem humilde e estiloso? Obviamente meu plano funcionara, pois o mascarado desviou os olhos, claramente se culpando por ter duvidado do estiloso Alberto, mas o que ele não esperava era que fosse apenas um disfarce, e eu logo sacava minha espada e partia para cima dele. O que EU não esperava era que o cara fosse bom de luta, e logo notou que estava sendo enganado quando eu saquei minha espada e conseguiu arranjar tempo para se defender, socando em seguida minha barriga e me jogando da escada. O soco não havia doido, mas a queda não foi muito agradável, e logo que cai, alertei Rin que haviam me achado. Olhando para ela, vi então que ela TAMBÉM havia sido achada, sendo interceptado por uma, ao que parecia, assassina vulgar que eu torceria para não usar os peitos como distração para lutar - Estamos com problemas dos dois lados - Dizia ela, se aproximando de mim, logo sussurrando seu "plano" - Lars, precisamos abrir uma brecha e passar por eles, se fugirmos já temos as provas e podemos usar uma das janelas por as quais passamos antes - Realmente aquele era um ótimo cenário, mas havia uma coisa que ela não havia pensado: Aqueles dois não nos deixaram sair fácil assim. A melhor coisa a se fazer seria um de nós ficar como isca; mas eu já havia visto Rin quase morrer uma vez ao lutar contra múltiplos inimigos, e sabia que ela podia se alterar e não fugir se ficasse, e além do fato de que as provas estavam com ela, era óbvio quem teria que distrair os dois.

- É, Rin, você estar certa. Você está com as provas. Eles não vão nos deixar passar tão fácil e você sabe disso. Eu vou ficar e distrair eles enquanto você leva as provas e trás reforços. E não tente retrucar, se você me desse as provas e ficasse, "sua dupla" não iria deixar você fugir.  Não se preocupe comigo, se tem um coisa que eu sei fazer, é enrolar e fugir - Sussurraria tudo, sorrindo na última parte como se fosse algo a se orgulhar. Faria sinal para ela ficar atenta para o caso de eu não conseguir chamar a atenção dos dois e daria alguns passos à frente - EI, SEUS MERDÕES, VOCÊS USAM ESSAS MÁSCARAS PARA ESCONDER A CARA FEIA DE VOCÊS? FRACOS DESSE JEITO DEVEM SER SÓ UMAS TROPAS DESCARTÁVEIS, ENTÃO ACHO QUE NÃO SE IMPORTAM DE UM DESTRUIR AQUELAS MÁQUINAS, NÉ? - E correria em direção à cozinha que produzia as drogas de mentã, torcendo para eles iriem atras de mim. Caso a assassina peituda estivesse no caminho entre eu e a cozinha, eu seguraria minha espada fortemente na mão e, lembrando dos meus conhecimentos de corrida e acrobacia, correria rápido em sua direção, para pular na parede e usá-la como plataforma diagonal para pular cima dela e seguir, atento para me defender com minha espada em mãos caso ela conseguisse ter alcance para me atacar. Caso os dois viessem atras de mim, eu seguiria correndo até a cozinha e, uma vez lá e percebendo que Rin havia seguido o meu plano, me viraria contra os meus oponentes e correria na direção deles, para quando estivesse próximo, desse um salto acrobático que me fizesse pesar por cima deles girando com minha espada me tangenciando, girando o máximo de vezes e o mais rápido possível para poder tanto lhes atacar quando me defender com a espada que girasse junto comigo. Caso conseguisse passar para o outro lado sem problemas, eu seguraria minha espada entre mim e eles, mas apontada para baixo, dando uma falsa visão de falta de defesa na parte superior do corpo, usando então avançaria esperando o mais próximo me atacar, quando ergueria rapidamente a espada para acertar sua adaga/manopla e jogar a arma/braço dele(a) para cima, enquanto giraria a espada para desferi um corte no abdômen exposto do meu oponente e então o chutaria no ferimento com força para jogá-lo(a) para traz com o intuito de o fazer atingir seu aliado e o derrubar junto.

Caso eu não conseguisse bloquear o ataque, eu aproveitaria que estava sendo acertado e que de qualquer jeito aquele membro do meu oponente não poderia ser usado para defesa e deferiria o mesmo combo. Caso não acertasse o golpe vertical giratório, tentaria seguir com minha técnica Hurricane Buster e então recuaria. Caso meu chute não o/a empurrasse ou não derrubasse seu aliado, eu usuária o chute como apoio para me impulsionar por cima deles e usar minha técnica Hurricane Buster com o intuito de acertar ambos durante a queda.

Caso só um deles viesse atras de mim, eu esperaria eles se separarem um pouco, além do que fosse atras de Rin parar de prestar atenção em mim; nesse momento eu pararia minha corrida, me viraria de costas pondo a espada a minha frente como se fosse dar uma estocada, mas correria contra a parede para usá-la como plataforma de salto para me impulsionar contra o que estivesse indo atras de Rin, com o objetivo de acertar uma estocada nas suas costas usando a força cinética acumulada na minha corrida e salto. Nesse salto eu também ficaria preparado para me defender com a espada em uma das mãos de possíveis ataques do meu oponente em chão. O acertando(a) acertando, eu começaria e girar a lâmina da espada para causar o maximo de dor e estrago possível no meu alvo, atento tanto a ele quando ao outro que estava me seguindo antes. Caso o meu alvo tentasse me acertar para eu o largar, eu o chutaria e puxaria rápido e violentamente a espada das suas costas usando o chute como apoio, e então me viraria para o outro recuando alguns passos para poder encarar os dois. Caso o(a) outro(a) sem ser meu alvo viesse tentar me atacar, eu me manteria gingando a espada o maximo de tempo possível deixando minhas costas "vulneráveis" pela espada estar presa no outro e minhas mãos estarem na espada; mas quando ele(a) fosse desferir o ataque, eu largaria a espada, giraria meu corpo e desembainharia rapidamente minha katana para defender do ataque com a mesma, aproveitando para desviar o ataque pela direta em direção ao aliado dele(a) que estava com a espada nas costas. Aproveitaria o possível ataque redirecionado para puxar minha espada da carne do que havia acertado e usaria minha técnica Hurricane Buster para tentar acertar ambos antes de recuar.

Caso não conseguisse pular por cima do que viesse atras de mim ou não provocasse uma esquiva com minha ameaça de estocada, eu realmente daria a estocada mirando no centro do plexo solar, e então giraria em um salto pra cima dele(a), arrancando a espada e correndo na direção do outro para prosseguir. Caso não acertasse o ataque no que estivesse indo atras de Rin, eu aproveitaria a esquiva/bloqueio dele, para mirar um chute em seu joelho durante a recuperação do mesmo do movimento, com o intuito de fazer-lo fraquejar e cair pelo ataque, quando então tentaria prosseguir com um ataque no ombro e um recuo para poder encarar os dois adversários. Caso eu não conseguisse bloquear o ataque depois de soltar a espada fincada no que perseguia Rin, eu seguraria o pulso do atacante para ele não recolher o braço e utilizaria minha técnica Hurricane Buster com o intuito de atingir os dois, e então recuaria para poder manter os dois na minha linha de visão.

Caso eu fosse ferido e recuasse, manteria minha mão esquerda pressionando o ferimento, para gritar sangramento demasiado. Caso eu desmaiasse os dois, tentaria carregar eles em direção à base da marinha, obviamente atento para o caso de ser apenas uma armadilha, pois antes de carregá-los eu, ainda armado e preparado para bloquear um possível ataque vindo, daria uma joelhada no queixo de cada um deles para garantir que estivessem desacordados e os desarmaria. Caso eu não conseguisse carregar os dois, tentaria carregar apenas um, e caso também não conseguisse, correria para o QG avisar sobre eles. Caso estivesse carregando-os e encontrasse Rin na volta, pediria ajuda para os carregar.
Spoiler:
 

Hurricane Buster:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyQui 12 Out 2017, 04:27

NARRAÇÃO


My Fist, Your Mouth, Her Scars!!






Magnus

A fumaça tomava conta do ambiente e Magnus apenas tinha silhuetas pra se guiar mas ele sabia bem onde estava o machado e logo ia em direção a ele guardando Agnis e com a faca na mão, ele estava logo atrás da ceifeira, ela o atacava com força e derrubava a arma que estava com ele, vendo que apenas bloquear com a faca não seria suficiente, el rolava pelo chão passando pra trás dela, e já pegando o machado levantava, logo uma tontura novamente o atingia naquele momento.

Dessa vez era rápido mas ele estava desnorteado ao final, ele logo via uma bunda a sua frente e uma silhueta com curvas femininas e lembrava do que seu mestre havia dito há algum tempo, ele rapidamente estapeava a bunda a sua frente e um grito estridente era ouvido naquele momento, era a bunda errada, ela acabava de dar um belo de um hit em Mayu, para sua sorte ele percebia isso mas a marine não, e aproveitava pra voltar pra mais longe na névoa, agora ele podia ver novamente a certa, era a garota da foice ele via com clareza e com o rápido golpe com o cabo do machado ele a respondia.

Era certeza ele havia a derrotado naquele momento, o cabo do machado havia sido enterrado profundamente em nela, por sua região glútea a dentro, ela apenas caia desmaiada após o grande golpe do nosso herói. A luta com a ceifeira havia acabado apesar de agora a ponta do cabo do machado ter um fedor estranho, ele não sabia o motivo disso, mas era simplesmente desagradável, porém ele ainda precisava de mais algum tempo pra derrotar os outros.

Ele não precisava esperar pelo seu próximo oponente enquanto a fumaça baixava, Magauth estava novamente de volta ao embate, mas agora estava bem mais quebrado, vários cortes por todo seu corpo assim como muitas agulhas de tranquilizantes, provavelmente haviam atirado com tudo nele, mas tranquilizantes funcionarem naquele monstro? É dificil imaginar isso, eles dois estavam novamente frente a frente e o punho do brutamonte estava vindo em direção a Magnus.

Ali ao derredor tudo corria bem apesar de aparentemente os marines terem neutralizado boa pare dos inimigos eles estavam em menor número na sala, e alguns dos ninjas ainda eram incômodos, e claro por trás de nosso heroi algo ainda mais desconfortável vinha, as agulhas envenenadas, duas na altura do ombro, uma bem mirada na nuca, e duas em cada perna, ele estava em péssima situação mas será que as agulhas o acertariam? A percepção era a melhor arma naquela hora.


Magauth:
 

Lutando com a Mayu:
 

Cara fazendo o discursão chato:
 




Ceji

De fato Rin sabia que aquilo ali não era boa ideia, ainda mais deixar Lars sozinho como ele pedia, se bem que ele era egoísta e não dava escolhas e já saia simplesmente gritando e chamando atenção dos inimigos, eles eram frios e nenhuma expressão era feita por nenhum dos dois, que aparentemente ignoravam completamente as provocações, será que eles realmente entendiam o que ele estava falando? Rin então apenas falava no último momento pra o garoto. -Aguenta firme, nós vamos chegar logo.- Ela avançava correndo e em um pulo passava correndo por cima da mesa antes cheia de drogas, sua preocupação era nata no olhar, de forma alguma parecia querer deixar o garoto ali mas sabia que era uma das únicas opções dos dois continuarem bem.

Ela em velocidade avançava a porta e passava pela mulher mascarada, que saia ao seu encalço, Lars tentava impedir a mulher correndo naquela direção mas era claramente parado pelo outro homem, o que restava era confiar em sua parceira, e logo o brulho da janela quebrando era ouvido, e em seguida o corpo caindo, provavelmente Rin tinha conseguido sair, mas além disso outro barulho de alguém caindo seguia ela, provavelmente a mascarada ia no encalço dela, e tudo podia falhar, porém era apenas uma questão de esperar que as coisas dessem certo.

O Marine já havia corrido em direção a cozinha nesse momento é claro sendo perseguido sem muita trégua pelo mascarado, ele vendo estar sozinho com o homem naquela hora corria contra a parede e usando-a de plataforma saltava por cima do inimigo descendo como uma estocada, ele tentava esquivar mas não dava muito certo saindo parcialmente da frente, porém, o golpe acertava as costelas dele ainda no lado.

Virando-se de uma única vez em um giro de corpo, com a mão fechada o mascarado acertava o ombro de Lars que ainda finalizava a estocada, era um feroz golpe que o jogava um pouco para o lado, mas ainda não terminava ai e claro ele partia para cima novamente. No momento de aproximação onde claramente ele chegava na área de perigo, aproveitando a chance o marine desferia um golpe no mascarado vindo de baixo na manopla, que visava jogar o punho pra cima, o homem o bloqueava sem muitos problemas, ele já esperava o golpe e nesse mesmo momento chutava o joelho de Lars, o desequilibrando, e sem muita demora ia com tudo para cima dele com um soco de esquerda em direção ao maxilar.

O espadachim esperto bloqueava aquele golpe mas era uma “finta” e pela direita o punho castigava o maxilar do jovem Sargento, apesar do forte golpe ele não caia, e logo vendo uma brecha chutava bem no ferimento do inimigo, onde havia estocado antes, e nesse momento ele usava a técnica, Huricane Buster, o giro rápido da espada ia bem no peito do inimigo e o levava ao chão, mas logo ao fim da mesma a tontura abalava o garoto, que sentia a perna do mascarado golpe-lo no mesmo joelho novamente e dessa vez derrubava-o.

Os dois estavam ao chão da cozinha e Lars lentamente pegava na mesa e levantava ali ainda meio tonto enquanto isso o mascarado sem apoio demorava um pouco mais ficando primeiro de quatro no chão ate se apoiar num armário e se erguer, eles ainda tontos estavam de pé e se encarando, ia ser uma batalha rápida, os dois estavam em níveis similares, mas claro truques sempre existem.

inimigo 1:
 


Inimigo 2:
 




Teru, The Slice of Life

Teru havia notado o quanto o oponente em questão era um problema, rápido e forte, ser golpeado por aquele homem em uma luta séria, poderia realmente encerrar a carreira de alguns por ai, equipado com manoplas que o diga, mas ainda estava pronto e claro usar todo seu conhecimento era importante naquele momento.

O canino partia pra cima e rapidamente desferia um golpe visando o braço do inimigo, claro não era só isso, era uma região específica e estratégica, mas Crow apenas removia o braço antes de ser atingido e desferia um soco em direção a ele, um jab simples em direção ao rosto, do qual Teru esquivava apenas movendo a cabeça pro lado, e logo uma joelhada vinha, a qual o jovem mink bloqueava usando sua espada de madeira naquele momento.

Ambos estavam mais sérios naquele momento, e logo quebrando a cintura pra esquerda enquanto ainda forçava o joelho usando o giro do corpo bem nos rins do garoto a dor consumia o canino mas, era a chance perfeita e soltando o joelho que forçava contra a espada ele era atingido bem na barriga mas golpeava com força o marine bem no braço com a espada de madeira, o fazendo soltá-la.

O forte golpe no braço, o Sargento se afastava alguns passos pra trás após o golpe e tocava o pulso que havia sido golpeado, e logo falava.- O garoto é bom, eu sinceramente acho que bem melhor do que eu esperava, não achei que ele fosse me acertar com algo assim.- Ele então avançava em alta velocidade pra cima do garoto, um soco bem forte ia pra o estômago de Rin que bloqueava com a espada desviando o punho pra esquerda, mas com a outra mão Crow batia por baixo do cabo da espada, exatamente onde o garoto estava segurando a arma, que momento bloqueava o outro punho, com o golpe a espada estava fora da mão do canino.

O Sargento então dava dois passos para trás e então cumprimentava o garoto com uma reverência e então levantando após tal falava.- Muito bem garoto, encerramos o teste, eu diria que está sim apto a passar pra próxima patente, relatarei tudo de forma escrita.- Thor que observava tudo apenas aplaudia brevemente o final do treino e então se aproximava do novo sargento e então completava o que Crow falava.- Muito bem garoto, você agora está um passo a mais a frente, pode ir pegar seu novo uniforme e descansar um pouco logo terá uma missão pra você acredito que terei que colocar você e mais alguns em uma missão que acabou sendo antecipada, mas logo mais te dou os detalhes, agora é oficialmente um sargento, o desempenho que demonstrou hoje foi muito bom.- Ele dava um sorrisinho curto de canto de boca, coisa rara vinda de Thor mas era um bom sinal ou deveria ser.

Sargento Crow:
 


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyQui 19 Out 2017, 21:32

One vs One million





Tsk... Sinto-me tão mal e mesmo assim estou de pé, a minha deusa deve estar fazendo um ótimo trabalho em me manter vivo, talvez devesse fazer uma oferenda ou algo do tipo para ela... É desse tipo de coisa que os deuses gostam, certo? De qualquer forma! Eu ainda sinto que o meu corpo pode para de funcionar e de repente eu cair morto no meio do campo de batalha, mas eu quanto eu tiver as minhas duas pernas e a minha cabeça, ainda posso atropelar os bandidos em nome da justiça! Bem... Se eu perder os dois braços, não vai ser tão fácil... Mas minha mãe sempre dizia que se eu quisesse moleza na vida, era só eu sentar no pudim, mas surpreendentemente, até mesmo essa tarefa era difícil, lá em casa todos adoram um bom pudim.

Para ser honesto, agora eu estava mais feliz que nunca, mas no fim eu terei que visitar o médico calafrios. Estou pronto para enfrentar o grandão mano a mano, se ele chegou tão longe, nada seria mais justo do que da a ele um duelo digno.

-Você que seguiu comigo até aqui, merece ganhar um nome! A partir de hoje, você será chamado de Ichinose! – Pensaria enquanto analisava a situação.

Cinco agulhas e um punho enorme... Espera... Esse ângulo... É isso! Como eu pude ser tão estupidamente estúpido! Estava na minha cara esse tempo todo e eu não consegui ver!

Utilizando de minha aceleração, eu me abaixaria, colocando minha mão livre no chão para ter um suporte melhor para o próximo movimento. Sem pestanejar, eu seguiria me movimentando para o lado com minha aceleração e iniciaria uma corrida na direção de meu novo oponente. Caso eu estivesse próximo de ser atingido pelos projeteis de qualquer forma, eu tentaria pegar o maior numero o possível de agulhas, ou o necessário para manter a minha “saúde” e as guardaria em meu bolso. Caso o punho do gigante estivesse prestes a interromper a minha esquiva, eu saltaria (Se já estivesse abaixado) ou me jogaria no chão e rolaria para longe.  De todo jeito! Eu guardaria o Ichinose comigo, independente do cheiro, já que tenho mais coisas em mente para tratar, tipo esse veneno que está acabando comigo. OK! FOCO! Eu guardaria o Ichinose comigo e correria o mais rápido que pudesse em direção ao gigante, tomando cuidado e caso ele tentasse interromper minha aproximação, desviaria da forma mais apropriada, saltando para os lados, saltando por cima me jogando no chão e nos casos mais extremos, aparando seu ataque.

Ao começar me aproximar do gigante, eu daria um dash em direção ao “alvo” em questão, mantendo meu corpo meio inclinado. Se chegasse aos seus pés, eu pisaria com tudo minha força em um deles para me lançar para cima, porém ainda meio inclinado, eu juntaria toda a força que tinha no momento e levaria o meu punho dominante em direção ao seu saco! Isso mesmo! Essa é a resposta! Assim que aterrissasse desse meu breve salto, eu fixaria bem a minha mira em meu alvo e desferiria uma barragem de socos nele, utilizando de toda a minha força e aceleração para atingir o máximo de velocidade o possível. Tentaria socar-lo até meus braços se cansarem e assim que eles não conseguissem se mover mais, eu me abaixaria e saltaria para tentar desferir um chute com força em suas jóias. Agora tudo que precisaria fazer era finalizar! Durante esse salto, eu tentaria aproveitar de minha posição e agarrar as orelhas de meu oponente para tentar puxar-lo em minha direção e acertá-lo com uma potente cabeçada.

Tentaria prestar atenção ao meu redor, mesmo quando já tivesse chegado ao meu objetivo e estivesse socando meu oponente, ficaria de orelha em pé para ter certeza de que ninguém estava se preparando para me penetrar com uma agulha. Caso eu já estivesse próximo ao gigante ao gigante e ele ou um de seus amigos ninjas me atacasse, eu passaria por entre as pernas dele, usando minha aceleração e tentaria continuar com o meu plano inicial, não interrompendo o ataque durante a minha evasão, dando chutes e socos, e caso ele tentasse fechar suas pernas para me prejudicar, eu apenas contorná-las-ia, evitando as agulhas e atacando suas pernas se possível. Caso o meu plano não pudesse ser executado, eu me afastaria brevemente e começaria de novo, dando um dash pra cima dele e usando a força do impulso pra acertar o alvo.
Caso em algum momento ele tentasse me pisar novamente ou me socar, eu tentaria bloquear e agarrar-lo com as duas mãos para logo depois, se tivesse sucesso, puxar-lo em minha direção para tirar seu equilíbrio e seguir com o meu plano de sempre. Se o veneno agisse novamente, eu interromperia meu movimento e me afastaria brevemente, atingindo meu peito para talvez, a dor distraísse minha mente e o meu subconsciente pudesse ignorar a tontura.

Eu sinto ter que fazer isso com o grandalhão, mas eu aprendi da pior maneira uma lição valiosa e achei que ele também deveria aprender que... Nas ruas, não há regras!!!



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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyTer 24 Out 2017, 11:53


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea VII
.

Com o combate terminando e recebendo a aprovação para a patente superior de sargento, uma certa emoção preencheu o peito canino de Rin visto que pela primeira vez ele tinha notado uma evolução notável na sua vida, tomando sempre uma postura mais neutra e passiva, era bom saber que apesar de tudo ele não seria igual a um daqueles humanos de quarenta e tal anos que ainda tinha a patente de soldado apesar de participar na marinha a mais de vinte ou trinta anos. O sargento Crow ou melhor dito apenas Crow visto que agora eram do mesmo patamar, chegou a cumprimenta-lo com uma palmada nas costas, algo que fez o cachorro erguer as orelhas em sinal de surpresa porém nada de muito grave, apenas um instinto natural ao ser pego de surpreso. Por outro lado Thor também estava surpreso pela progressão do jovem, ou talvez era algo comum e ele apenas tentava não desmoralizar o cadete mas seja qual fosse a verdadeira resposta isso não importava visto que Rin tinha conseguido.

— Bem eu agradeço a oportunidade e prometo que darei o meu melhor para mostrar que o voto de confiança em mim não foi um erro.

Assim que se despediu de ambos, Rin bocejou lentamente e foi recolher o seu novo uniforme visto que agora não fazia mais sentido andar com um uniforme de patente inferior especialmente porque o uniforme de sargento era ligeiramente mais bonito do que o uniforme de um soldado comum como era o caso do seu vestuário anterior. Antes de tudo Rin faria questão de ir buscar as coisas que tinha deixado no gabinete de Thor visto que nem todo era oferecido pela marinha e maior parte das coisas tinham sido realmente compradas com o seu dinheiro antes de ingressar na marinha logo não poderiam ser apenas largadas em qualquer lado para que qualquer um pudesse recolher e ficar com elas, tendo em conta que Rin tinha sido informado de que iria fazer uma missão mais no final do dia com outros marinheiros talvez o ideal seria trocar de roupa e de seguida dar um leve passeio pelo quartel a procura de alguém que reconhece-se ou no mínimo que lhe conseguisse informar quem eram as pessoas nas quais iria fazer a sua suposta missão, talvez o posto de informações tinha o que o mink procurava.

Objectivos:
 
Histórico:
 

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L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyQua 25 Out 2017, 20:51

Sempre Da Errado


Era incrível o qual fácil eu estava me irritando nos últimos dias. O motivo? Não, dessa vez não havia sido a marinha. É claro que aquela organização de bosta irritaria qualquer um, e pensar que o motivo da minha irritação havia sido aquela bosta é algo racional e totalmente perdoável, mas não da para fazer merda sempre, né? Não, dessa vez, o motivo do meu ódio era justamente o oposto, os inimigos da marinha. Quando você provoca alguém, supõe-se que essas pessoas venham atras de você, não é? Mas aqueles luchadores mascarados desgraçados me ignoraram como se sequer me ouvissem! O pior é que nem dava para ver se esboçaram alguma reação, porque eu estava correndo e tinha aquelas fodendo máscaras na cara; o que custava ao menos ver uma cara de cu depois da provocação, ein?

Bom, eu tentei correr para a "cozinha" do prédio, mas fui bloqueado pelo homem, que logo em seguida me impediu de ir atras da mulher que correu atrás da Rin enquanto esta saia do prédio, (pausa para respirar) o que meio que fodeu todo o meu plano. Logo em seguida eu pude ouvir Rin saindo do prédio com a mascarada encalço, então só o que podia fazer era derrotar logo o chifrudo e correr atrás dela, caso ela não derrotasse a mulher antes. Me voltando novamente contra o maluco mascarado, nós começamos nosso combate bem basicão, um socos aqui, umas mutilações ali, tudo normal, tudo suça; até que em uma sequência bizarra que nem eu entendi o que estava acontecendo, eu consegui acertar ele de jeito e ser derrubado, resultando em dois lutadores caídos que nem bosta no chão. Nós conseguimos nos levantar rápido, mas o fato de eu levantar mais rápido por algum motivo fez eu achar que estava ganhando. É a vida.

Após nos levantarmos, eu daria dois passos para trás, e raciocinaria. Eu precisava de um novo plano para derrotar ele. Eu já havia visto que o desgraçado tinha me dado uma finta, então não dava para só ir para cima e rezar para não tomar no cu. Eu precisava de um meio para me defender e tacar ao mesmo tempo que enganava ele. Nesse momento, meu conhecimento básico geral de estilos de luta me fez pensar em uma combinação de duas posturas que talvez desse certo. A primeira, aguarda Leverage, era uma postura que consistia em manter um dos braços contraído em posição triangular defendendo um dos lados da cabeça paralelo ao mesmo, enquanto o outro ficava preparado para um ataque; era uma postura que permitia a defesa e ataque simultâneo, mas a defesa de aplicava a apenas um lado, enquanto o outro ficava exposto. A segunda, postura Wakigamae, consistia em posicionar a espada atras do corpo, com a lâmina inclinada ocultando seu tamanho e preparada para ataques horizontais e superiores, enquanto deixa à frente do corpo sem a proteção da espada. Eu juntaria as duas posturas do seguinte modo: Com o braço esquerdo, reproduziria a defesa Leverage, enquanto com o direito, estenderia para trás e posicionaria a espada na postura Wakigamae; mas com uma vantagem, a lâmina dupla da minha nova espada. A postura Wakigamae é uma postura é facilmente reconhecível para ataques horizontais e vertico-superiores, pois outros ângulos de ataque requereriam movimentações mais complexas para acontecerem com a espada de lamina única que normalmente é usada pelos usuários desse estilo; mas um ataque por baixo não eram impossíveis com uma espada de gume duplo.

Entrando em posição, eu avançaria contra meu oponente com o corpo meio de lado, com o lado defendido pela postura Leverage virado para o mesmo, mas aparentando estar com o abdômen exposto, já que Leverage defendia minha cabeça e Wakigamae defendia minhas costas e laterais. Caso ele me atacasse durante minha aproximação, eu descontrairia meu braço da frente da cabeça e alavancaria ele pelo meu corpo para acertar seu punho e o desviar. Caso não conseguisse desviar o punho o suficiente, eu simplesmente agarraria e afastaria de perto de mim. Caso ele tentasse atacar novamente meu joelho com um chute, eu dobraria e contrairia o memo durante a fase de salto do passo, fazendo ele atacar o osso resistente protegido e apoiado pelos músculos, o que dificultaria os danos e poderia até "refletir" a dor do impacto para ele. Defendendo ou não, quando chegasse em uma distância suficiente eu aproximaria meu braço direito do meu corpo como se fosse prosseguir com um ataque normal da postura Wakigamae, mas rapidamente abaixaria meu braço e atacaria de baixo para cima como uma foice, atacando com o lado normalmente virado para mim. O golpe muito provavelmente seria algo inesperado por ser algo bem diferente do normal para um espadachim, e ainda mais para um usuário daquela postura, e tentaria me aproveitar disso para causar o máximo de danos possíveis. Caso ele bloqueasse meu ataque, usaria a espada encostada no braço dele como alavanca para projetar o cotovelo do mesmo braço novamente no ferimento do meu oponente, quando então giraria o braço com a espada agora na vertical para tentar corta-lo novamente.

Caso acertasse o primeiro ataque, eu tentaria cortar o maximo que conseguisse com o primeiro movimento, e então inverteria minha mão para puxar a espada para baixo com toda a força; e caso conseguisse, seguiria com uma ombrada no meu oponente. Caso, após a primeira tentativa de ataque, eu recebesse um ataque de meu oponente, eu tentaria segurar o braço dele com meu braço esquerdo e então tentaria lhe acertar com uma estocada. Caso eu derrotasse meu inimigo, eu o carregaria até a base; mas ficaria com a espada em punho para defender qualquer ataque antes de o pegar, para me garantir caso fosse uma armadilha, e daria uma joelhada em seu queixo para ter certeza que ele estaria desmaiado. Caso no caminho encontrasse Rin lutando, eu largaria ele em algum tanto e correria por trás da oponente para tentar lhe acertar um corte nas costas, quando em seguida me afastaria. Caso Rin, a tivesse vencido ou tivesse chegado no QG e lá a moça tivesse sido derrotada, falaria - Rin, desculpa. Eu tentei segurar os dois lá com uma estratégia idiota e desnecessária... E que deu muito errado. Da próxima vez não vou dar uma de doido e vou te escutar quando disser para lutarmos, prometo.
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyQua 27 Dez 2017, 23:02




Anseio pelo futuro!



  • Lars


Rin havia conseguido fugir, como planejado, mas apesar de tudo a mulher mascarada começou a persegui-la, o que poderia por toda a missão a perder. Entretanto, mesmo com tudo isso, Lars precisava se focar em derrotar o homem que se punha na sua frente antes de pensar em ir atrás de Rin e da mulher. Cada um tinha uma luta pessoal para enfrentar. E assim, o embate entre os dois teve início, com uma troca de golpes fenomenal que levou os dois ao chão. Ambos estavam feridos, e força bruta não seria o suficiente para vencer a batalha. Lars precisaria usar a cabeça. Assim, rapidamente assumiu uma postura mista, juntando duas posturas de artes marciais, ele começou um avanço impiedoso contra o homem, deixando seu tórax aparentemente desprotegido. O mascarado percebeu isso, e tentou dar um soco lá, mas seu soco foi habilmente desviado pelo braço esquerdo do marinheiro, que abriu uma grande brecha na guarda do homem para que Lars pudesse dar um corte mortal com a espada, seguindo de um segundo golpe na direção contraria. A espada subiu e desceu rapidamente, produzindo um rasgo no corpo do homem que ia desde a cintura até o queixo, um pouco abaixo do olho esquerdo.

Entretanto, mesmo com um corte daquele, o homem continuava de pé, e o pior, não parecia nem ter sentido dor. Era como se ele nem tivesse notado o ferimento, que fazia grandes quantidades se sangue escorrer pela roupa. Era como se ele não sentisse nada. Mas mesmo ele não sentindo, seus movimentos foram nitidamente prejudicados com o golpe, o que permitiu que o sargento seguisse com uma ombrada que o jogou ao chão, sem muita chance de se manter de pé. Ele era como um berserker, que continuava lutando apesar de tudo, entretanto ainda mantinha a calma para poder lutar com maestria. A pior combinação possível para quem o fosse enfrentar. O homem silencioso começou a se levantar novamente para continuar lutando, até que de repente a porta da frente foi arrombada, e vários soldados trazendo armas de fogo e espadas entraram. No meio deles, estava Rin. - Atirar! - Gritou um dos marinheiros, e todos eles começaram a atirar contra o mascarado, que rapidamente pirou uma peneira e caiu no chão.

Afobada, Rin foi até Lars. - Você está bem? Consegui chegar no QG antes que a mulher me pegasse, e ela foi presa. Com os documentos, eles puderam emitir um mandato de prisão, apreensão. - Entretanto, ela logo tentou mudar de assunto para o jovem. - E você, está bem? Conseguiu lutar contra o mascarado? - Os soldados, liderados por um sargento que veio junto, começaram uma varredura pela casa. As provas foram entregues, e a missão agora estava encerrada.


  • Terumi


Finalmente, depois de tanto trabalho duro, Terumi conseguia a tão esperada promoção. Agora ele não era mais um zé-ninguém na marinha, e começava a trilhar seu caminho em direção ao topo. Com a aprovação de Thor, logo o mink seguiu para a sala do mesmo, para pegar suas coisas e em seguida ir atrás do novo uniforme. Não demorou muito até ele encontrar onde deveria retirar seu uniforme: uma pequena bancada próximo dali onde estava uma senhorinha já na terceira idade. Ela parecia não enxergar muito bem, e deixava eles quase fechados, de modo a tentar focar a visão. Não que isso ajudasse muito. - Ah, que bela jovem! - Disse, olhando para Terumi. Aparentemente havia confundido ele com uma garota por não ver muito bem. - É a tal de Rin, não é? Passaram aqui para me avisar de vocês. - O nome ambíguo de Terumi havia o traído, fazendo a senhora achar que se tratava de uma garota. - Você vai ficar muito bonitnha com o uniforme de sargento. Eu mesmo era uma bela dama, e tudo ficava bonito em mim. Infelizmente o tempo passa e começam a aparecer rugas.

A senhora virou o rosto e olhou fundo nos olhos de Rin. - É melhor aproveitar enquanto é jovem. Logo logo as varizes vão começar a aparecer. Aproveite também para encontrar um belo marido. Quando ficar velha como eu, vai querer alguém do seu lado, principalmente um bonitão. - A mulher começou a revirar os uniformes cuidadosamente dobrados por ali e pegou um entre eles. - Aqui, um belo uniforme feminino de sargento para você. - Aquilo poderia parecer constrangedor de inicio, mas a visão ruim da senhora parecia ter sido algo bom nesse caso, pois pegou um uniforme de sargento masculino em vez de feminino sem perceber. - Ah, mais uma coisinha. - Disse, se abaixando e colocando uma saia junto do uniforme de Terumi. - Tome mais uma, por precaução. Tenho certeza que suas pernas ficarão lindas nessa saia.


A situação toda era muito constrangedora, e a velha pareceu se lembrar de algo de repente. - Outra coisa. O Thorzinho pediu para você ir falar com ele depois que tivesse arrumado tudo. Parece que ele vai te dar sua primeira missão como Sargenta. Garota de sorte. - Em seguida, voltou para a sua posição habitual atrás do balcão, olhando as pessoas passarem, mesmo que não conseguisse as enxergar muito bem.


  • Magnus


Magnus se encontrava em uma situação delicada. Não só por causa da fumaça que cercava o local e impedia que visse mais do que um metro a sua frente sem que tudo se tornasse silhuetas disformes, mas ainda não tinham encontrado os uniformes, e o gigante, mesmo com todo aquele calmante, parecia ainda conseguir lutar. Abaixando-se rapidamente, o espadachim conseguiu evitar as agulhas que voavam em sua direção, e sem pensar duas vezes começou uma corrida em direção ao grandalhão. Agora que havia se aproximado mais, Magnus percebia que, mesmo ainda estando de pé, os calmantes pareciam ter deixado ele meio grogue, e ele andava quase como se estivesse bêbado ou com muito sono. Afinal, alguma hora aquilo teria que fazer efeito. Assim que o gigante percebeu a aproximação do marinheiro, ele tentou dar um soco de modo a esmagar o mesmo, vindo de cima para baixo. Entretanto, seu adversário esquivou habilmente, e aproveitou a oportunidade para dar uma poderosa pisada no pé dele.

Um grito ressoou no local quando o pé de Magnus afundou no de seu adversário, e aquilo abriu totalmente a brecha para que ele saltasse e desse um poderoso combo de socos do órgão genital dele. Uma rápida sequencia fora dada, e a dor intensa que causou paralisou completamente o gigante, que não conseguiu fazer nada além de sentir seus ovos sendo quebrados. Magnus parecia querer ainda dar outro golpe, mas só aquilo foi o suficiente para fazer o já fragilizado gigante cair desmaiado. O marinheiro se preparava para enfrentar qualquer outro inimigo que ousasse o atacar, até que alguém cutucou de repente suas costas. Naquela fumaça inebriante e tensão, não seria surpresa, mas ao virar-se, veria que se tratava apenas de Mayu. Ela trazia consigo um homem amarrado e desacordado, que logo poderia ser identificado como o cara que fez o discurso chato. - Encontrei os outros uniformes. No meio da luta, senti alguém dando um tapa na minha bunda e me assustei, e acabei entrando em uma sala logo ao lado. Encontrei o espertinho colocando em uma mochila uma boa quantidade de uniformes. Provavelmente pretendia fugir. Peguei ele desprevenido e o desacordei, e acho que todos os uniformes roubados estão lá.

Quatro soldados se aproximaram os dois, procurando-os em meio à fumaça até encontrá-los. - Ah, senhores. Acredito que todos os inimigos caíram. Entretanto, três dos nossos também cairam. - Falando com ele havia dois atiradores e dois soldados normais, o que provavelmente significava que um atirador havia caído e outros dois soldados também. Os uniformes haviam sido encontrados e os inimigos haviam sido derrotados. Agora só faltava retornar ao QG com os mesmos e finalizar oficialmente a missão.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyDom 31 Dez 2017, 21:10

Crackudos Berserkers


Quanto mais eu continuava naquela ilha, mais eu queria ir logo para a Grand Line. Eu tinha plena consciência que eu estava sendo um chato com isso, aquela ilha era bem normal, assim como Wars, e dava para ter uma boa vida ali, mas era exatamente isso que irritava; eu não queria ficar parado para sempre em uma ilha que não tinha nada. Eu já havia sido obrigado a entrar na marinha pelos meus pais (família no geral), e havia a muito decidido que se fosse para ter uma profissão que eu não queria, ia ser do meu jeito. Para meu alívio, Rin também tinha planos de viajar pela GL, então nesse ponto ficava mais fácil.

Ah, sim, sobre viajar para a GL, eu e Rin pretendíamos fazer isso o quanto antes possível, mas o Rema-Cu desgraçado teve um ataque de piranhice e decidiu nos mandar numa missão para caçar crackudo antes. Embora estivesse com vontade de já ser Tenente para poder mandar ele tomar no cu e preparar o navio eu mesmo, eu tive que engolir minha raiva depois de alguns xingamentos e ir logo fazer aquela desgraça de missão. Em resumo, nos conseguimos algumas pistas e acabamos nos separando depois de eu falar que ia segurar os dois inimigos, mas um deles conseguiu passar e ir atras dela enquanto eu olhava com cara de "sou um merda mermão". E isso nos leva de volta à situação atual, comigo lutando no primeiro andar contra o boxeador mudão que parecia não me ouvir como se tivesse piroca no ouvido. Depois de uma troca de golpes, ficou claro para mim que aquele cara era um ótimo lutador, e que eu não conseguiria vencer dele só no combate comum, eu teria utilizar da arte ancestral dos paranauês. Fazendo uma mistura bizarra de posturas de lutas, eu avancei contra meu inimigo deixando propositalmente meu abdômen exposto, mas assim como ele tinha pirocas nos ouvidos, ele parecia também ter uma no cérebro, e atacou meu abdômen ao mesmo tempo que eu desflexionava o braço e aparava o ataque, abrindo sua guarda para um (dois, no caso) ataque mortal com a katana, cortando seu tórax de baixo para cima e de cima para baixo.

Qualquer pessoa normal com um ferimento daqueles iria cair agonizada ou tentar fugir, mas o feioso não só se levantou denovo como se só tivesse recebido um arranhão, como foi pra cima denovo! Ele mal parecia ter sentido dor com o meu ataque, embora estivesse com um pouco de dificuldade nos movimentos. Meu palpite era que aquela droga, ou alguma outra de lá, deveria servir como um puta anestésico a ponto de anular dor, permitindo ao crackudo lutar como um berserker, mas se os efeitos colaterais eram mudez e retardo mental agudo, eu infelizmente teria que recusar aquela tentadora oferta. Voltando minha atenção novamente ao mentãnheiro, foi fácil derrubar ele novamente graças a seus movimentos mais lentos, mas teria que pensar em um jeito de o incapacitar de vez, porque não podia ficar ali derrubando ele para sempre. Quando ele se levantava pela terceira vez, o bonde azul, também conhecido como marinha, invadiu tacando o terror e transformando o pobre lutador drogado em um ilustre utensílio de cozinha para separação de grãos, isso é, se não se importasse com seus grãos sujos de sangue.

Com um alívio nos olhos, identifiquei Rin no meio daqueles soldados bundões - Você está bem? Consegui chegar no QG antes que a mulher me pegasse, e ela foi presa. Com os documentos, eles puderam emitir um mandato de prisão e apreensão - Dizia ela, mas antes que eu pudesse falar algo, ela continuou a falar - E você, está bem? Conseguiu lutar contra o mascarado? - Ora, mas é claro que eu consegui. Tirando o fato do dálmata ali ter tentado mostrar sua macheza ao lutar com as tripas de fora, e de um gancho bem dado por parte dele, eu tô bem sim - Dizia, acenando com a cabeça na direção do meu oponente morto. Dava um pouco de pena saber que ele tinha sido morto daquele jeito, mas só um pouco mesmo. Enquanto outro sargento cuidava da busca e apreensão, eu finalmente me dava conta de que a missão havia acabado e finalmente poderíamos sair daquela desgraça de ilha - Trabalho feito, agora só precisamos ir atras da nossa parte do acordo com o grandão, certo? - Perguntava retoricamente para Rin enquanto andava em direção à saída daquela mansão desgraçada.

Eu iria voltar para o QG, de preferência com Rin, e não perderia tempo para finalizar oficialmente a missão, me dirigiria ao gabinete de Thor prestando atenção em volta para vê-lo se por acaso ele não estivesse em sua sala. Caso não o viesse pelos corredores, iria propriamente até sua sala e abriria a porta sem pensar duas vezes nem pedir permissão - Oi, Thorzinho, sentiu minha falta? - entraria sem cerimônia na sala. Caso ele começasse a reclamar falando que eu deveria bater na porta, eu, sem me virar ou sair, bateria duas vezes na porta aberta - Pronto, bati - Mas se no meio da fala dele ele falasse sobre respeitar um superior, em vez disso eu diria - Nossa, parabéns pela patente! Também sou sargento, que coincidência, não? - Independente dos casos, eu rapidamente prosseguiria para ele não ter tempo de falar ou retrucar - Indo logo ao ponto, eu e Rin viemos fazer o relatório da missão - E então rapidamente resumiria os acontecimentos. Eu esperaria ele nos indicar sobre a missão que nos levaria à Grand Line, e, após analizar/pensar bem e ver que teria um pouco de tempo, rapidamente iria até o banco sacar o dinheiro da missão. Independente se eu sacasse ou não sacasse por falta de tempo, iria para o local que deveria ir, e se já pudéssemos entrar no navio, assim eu faria. Se fosse nos dado instruções eu ouvira tentando esconder minha ansiedade por finalmente sairmos daquela joça de ilha. Eu havia ficado ali por menos de um dia, e a melhor coisa que havia acontecido havia sido uma drag queen que me contou podres do meu arqui-inimigo Tenente de Wars Island, então já dava para ver que eu não ganhava muito ficando ali.  
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyTer 02 Jan 2018, 13:57

The smell of the sea



Woh! Cara! É esse tipo e situação que me faz cada vez mais, querer umas boas férias, mas sinto que nem se eu quisesse, eu conseguiria sossego... Bom! Quero dizer... Apanhar todas às vezes é algo ruim, mas não tenho do que reclamar: O pagamento não é tão relevante, pois eu não sei o que fazer com o meu dinheiro e eles me alimentam, cuidam dos meus ferimentos e me dão roupas em troca de meus serviços. Se eu reclamasse e minha mãe ainda estivesse aqui, ela com certeza me surraria sem dó nem piedade! Heheheheheheh... Ah, droga... Que saudade.

 -Mal acredito que consegui... Mas devo essa vitória para todos aqueles que me deram suporte neste que parecia ser o meu túmulo. Ótimo trabalho, Ichinose e Agnis... – Sussurrei, encarando o meu redor, enquanto tentava segurar essa extrema vontade de gritar alegremente.
Por uns breves segundos eu não conseguia chegar a uma conclusão sobre o que deveria fazer a seguir. Talvez fosse o veneno mexendo com a minha cabeça, mas me lembrei que não há momento melhor para levantar a moral da equipe do que após uma vitoria. Então eu levantei os braços e gritei, mas gritei com um enorme sorriso aberto em meu rosto. Mayu se aproximou de mim e logo após um sentimento subia pelo meu esôfago. Aquela sensação fez com que os meus braços se movessem quase que automaticamente em direção a minha boca. No fim de sua explicação, tudo que eu queria fazer era botar aquilo pra fora. De forma breve, eu ergui meu dedo indicador para chamar a atenção da Mayu para que, por alguns segundos, ela não tentasse interagir comigo. Com um passo adiantado, eu me distanciei dela, me inclinei para frente e botei tudo pra fora, sem dó nem piedade.

O vomito fez a minha cabeça ficar leve e o meu raciocínio lento e isso fez o meu cérebro produzir um resumão bem rápido daquilo tudo. Então, com aquilo em mente, bolei um plano simples para retornamos ao QG sem bagunça ou preocupação.

- Certo! Cada um carrega dois corpos e quem ficar livre, leva o grandão. – Eu diria e depois eu rapidamente pegaria o cara chatão, a mina da foice e a mochila para logo após partir em direção a escada.

-SIMBORA! – Eu exclamaria antes mesmo deles perceberem que os últimos teriam que ficar com o Ogro. Assim, eu partiria para o Qg o mais rápido o possível. Tomaria cuidado para não encontra confusão no caminho. Apenas seguiria em frente carregando os prisioneiros, fazendo o mesmo caminho que tinha feito para chegar ao local.

Assim que chegasse, eu invadiria a sala do grandalhão (Thor) e jogaria os dois na frente dele, se ele estivesse lá, no caso. Se não o encontrasse em sua sala, eu deixaria a bolsa com os uniformes em cima de sua mesa, mas antes eu pegaria um uniforme de sargento do meu tamanho e eu partiria direto para as celas e os deixaria junto com o responsável pela área.

Após deixar-los em seu devido lugar, eu partiria em direção a ala médica.  Ao chegar lá eu me jogaria em uma maca disponível e me deitaria com a pose mais relaxada o possível, encarando o enfermeiro (a).

-Fui envenenado na batalha e preciso de uns remendos, pode cuidar de mim? – Eu sorriria, e esperaria o meu tratamento médico como um menino comportado. Após ter os meus dódóis tratados, eu tentaria encontrar o grandalhão para tratar de minha viagem. Assim que o encontrasse, eu gritaria:

-Ei! Thorzinho! Já recuperei os uniformes, cadê meu barco pra Grand Line? – Eu diria, olhando ele nos olhos. Mesmo sem ouvir sua resposta, eu partiria, deixando aquela frase apenas como algo para lembrar-lo que ele me devia uma viagem. Assim, eu partiria para o meu quarto para preparar a minha mala com tudo que eu preciso: Meu uniforme e minhas armas! Assim que tivesse de malas prontas, eu iria até o deposito a procura de um suporte para o meu novo machado e uma mochila para carregar meus itens. Se eu encontrasse com o responsável pelo estoque, eu pediria de forma breve e resumida pelos itens em questão.

Por fim, eu partiria em direção ao quarto da Mayu e aguardaria em sua porta. Ao encontrar – lá, EUA abordaria e diria:

-Tá pronta para uma viagem mágica? Então prepara suas malas e me encontra na frente do QG- Diria de forma breve e partiria pro local de encontro para embarcar em novas aventuras.


NPC ACOMPANHANTE:
 

Histórico do Gezão:
 

Legenda:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 4 EmptyQua 03 Jan 2018, 15:07


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea VIII
.

Chegando ao suposto local onde teria que trocar de roupa de modo a vestir o uniforme certo correspondente a sua actual graduação, Rin deparou-se com uma situação engraçada ao ver que a suposta pessoa que ali estava sofria da visão ao ponto de lhe confundir com uma mulher, uma circunstância engraçada mas que ironicamente para o cachorro não era a primeira vez e segundo a sua sorte estava muito longe de ser a última. Chegando ao local e ouvindo os comentários da velhota, o mink achou melhor apenas colaborar com o que a senhora julgava visto que tentar corrigir a situação tornaria as coisas muito mais estranhas do que já eram, ironicamente o uniforme de sargento não era muito diferente do estereotipo vestuário de soldado, era basicamente o mesmo com algumas pequenas mudanças aqui ou ali para dar a falsa sensação de progressão, algo que Rin não reclamou pois tudo o que não tivesse que sair da carteira dele e não fosse visualmente horroroso era bem-vindo.

Aproveitando para trocar de roupa ali mesmo, tendo apenas o ligeiro cuidado de tentar esconder as orelhas dentro do seu chapéu como já era habito, o cachorro decidiu trocar de roupa ali mesmo visto que não fazia muito sentido perder tempo com questões de privacidade especialmente porque a senhora não via muito  bem e qualquer pessoa que ali entrasse de certeza já tinha visto um moço nu pelo menos duas ou três vezes durante a sua vida. A velhota felizmente fez questão de entregar o que era um uniforme "feminino" aos olhos dela mas na realidade era um uniforme normal ao seu género adequado, mesmo depois da insistência de entregar o que supostamente era uma saia, Rin apenas acabou por deixar a mesma em cima das suas roupas ou melhor dito uniforme antigo, dobradas num canto para não causar muito incomodo.

Com todo pronto restava a Rin regressar para junto do seu superior visto que mesmo depois da promoção o tempo de descanso era pouco e o mink supostamente já tinha uma primeira missão agendada. Ironicamente a adaptação a uniforme novo ainda lhe causou um pouco de transtorno visto que o Terumi passou sem exagero nenhum cerca de cinco a dez minutos a coçar o corpo, talvez fosse um dos seus instintos de cachorro a falar mais alto ou uma reacção alérgica mas seja qual fosse a explicação infelizmente era algo um pouco complicado demais para conseguir evitar porém era algo que era facilmente resolvido depois de alguns instantes. Antes de partir para junto de Thor para ter as informações sobre a próxima missão, Rin procuraria um espelho ou algum tipo de superfície reflectora para ajustar o seu uniforme de sargento uma última vez de modo a se apresentar de forma correta. Seriam pequenos ajustes como por exemplo endireitar as calças, ajustar a camisa de modo a cobrir o relevo na suas costas onde a sua cauda estaria, algo que apesar de estar enrolada ao torso sempre precisa de uns últimos ajustes e por último garantir que conseguia cobrir ambas as orelhas dentro do seu chapéu de sargento, com tudo concluído o mink iria finalmente sair do local e caminhar para junto de Thor para dar inicio a sua missão.


Objectivos:
 
Histórico:
 

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