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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 To the grand line!

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Ceji
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptyTer 22 Ago 2017, 22:19

A Mansão E O Beco


Eu estava muito puto. Putaço. 200% pistola. Aquele porra do sargento Rema-Cu devia ter feito de propósito, puta que pariu. O que ele fez, você quer saber? O arrombado simplesmente me deu duas opções de missões, sendo que uma delas era meu nêmesis: missão de patrulha. Mano, que ódio daquele babaca, provavelmente tinha feito de propósito para eu pegar a outra missão, que parecia bem mais difícil, e eu cai direitinho na dele, que nem bosta caindo do cu. E sabe qual era a pior parte PARA SEQUER TER UMA CHANCE DE SAIR DE SHELLS, EU TINHA QUE FAZER AQUELA CARALHA... Que vontade de matar alguém...

Bom, tentando me acalmar depois do beco sem saída que fui posto pelo remador de ânus, tentei focar minha mente no meu objetivo mais imediato, que era conseguir uma espada melhor. Enquanto andava, trombei com o marinheiro de orelhas estranhas que tinha me ajudado em uma missa mais cedo. Missão de patrulha, obvio. Como eu já mencionei, eu estava muito puto, então não estava com clima para bater papo e só soltei um "sai da frente" antes de seguir. Por incrível que pareça, Rin não comentou nada no caminho até lá, o que me fez questionar sobre a raiva dela anterior; será que ela havia ficado daquele jeito apelas por eu ter mencionado Wars? Não, não era possível... Ela mesma havia me dito que era muito calma, e que sua segunda personalidade só se manifestava em combate e treino, que era quando descarregava a carga emocional... Isso só me fazia, ahn, chegar a certas conclusões. Bom, isso não me impediu de seguir. No arsenal, tratei logo de ir na espada de dois gumes, e Rin, dessa vez calma, questionou - Ela é melhor que a outra certo? - Realmente saber se era melhor ou não era um fator muito importante na hora de escolher a arma, então a respondi, um pouco mais calmo também - Olha, pelos meus poucos conhecimentos sobre armas, acho que sim. Só o fato de ter dois gumes já merece que eu leve uma, já que com dois gumes eu não preciso girar para mudar o lado do ataque, podendo alternar o ataque mais rápido - Dizia pegando a bainha e a espada, pondo-a ao lado da katana na minha cintura, e seguindo para o local da missão.

Não demorou para chegarmos no local indicado na missão. O local era bem como Thor babacão havia dito, uma mansão. Local era enorme, e mais do que isso, parecia cobrir também uma viela ao lado. O clima era pesado, e logo Rin se manifestou - Lars, tem algo errado com esse lugar - É, eu sei. Era óbvio que teria algo de errado, senão não teriam nos passado a missão... mas aí, nós podemos investigar o beco ou ir direto na mansão. O que sua intuição feminina diz? - Diria meio irônico, mas realmente querendo saber a opinião dela. Caso ela preferisse ir no beco, eu seguiria devagar beco adentro esperando que ela viesse atras, andando colado à parede para poder me esconder atras de caçambas de lixo ou caixas largadas caso algo acontecesse. Eu procuraria coisas suspeitas ali, e caso conseguisse escutar conversas de alguém ali estando propriamente escondido, eu assim o faria. Caso algo acontecesse e eu não conseguisse me esconder a tempo, eu falaria - Ahn... Olá, companheiros! Eu tô meio perdido aqui e, err... - Caso eles achasse que eu era maluco ou ao menos me ignorasse, eu sairia do beco a passos robóticos, fazendo sinal para Rin ficar caso ela não tivesse sido notada. Caso eles demonstrassem intenções agressivas, eu sacaria minha nova espada e me prepararia pro combate. Caso Rin fosse vista e eu não, primeiro eu tentaria ver se ela conseguiria driblar a situação, e me manteria escondido observando/ouvindo caso ela tivesse sucesso. Entretanto, se ela não conseguisse despistar e ele(s) pegassem armas ou algo do tipo, e Rin não sinalizasse para eu ficar escondido, eu silenciosamente sacaria minha espada nova e, com um salto acrobático, me deslocaria no ar para aterrisar atras dele(s) e os encurralar, me preparando para o combate.

Caso não houvesse nada no beco e fossemos para a mansão, ou Rin optasse por irmos direto na missão, primeiramente eu procuraria janelas ou algo do tipo que me permitissem observar o lado de dentro. Caso não houvesse nada do tipo, falaria a Rin - Melhor olharmos a ruela primeiro, talvez tenhamos alguma dica do que tem lá - E iria com ela para investigar o beco. Caso parecesse uma área particular, eu diria - Talvez seja melhor investigarmos o beco para ver se conseguimos alguma informação antes - E seguiria para lá com ela. Uma vez que visse, caso parecesse um lugar que qualquer um poderia entrar, falaria para Rin - Rin, eu sou horrível mentindo, e talvez tenhamos que mentir para nos infiltrar aí, então é melhor você comandar essa parte, ok? Eu sugeriria trocarmos de roupa, pois eles poderiam estranhar caso fossemos com roupa da marinha, mas o único lugar que talvez pudéssemos usar para nos trocar é o beco... - Caso concordasse em nos trocarmos no beco, seguiria para lá com ela e me trocaria pondo minha roupa habitual ou esperaria ela se trocar sem espiar e bloqueando qualquer espertinho que quisesse espiar com meu corpo, dependendo se ela fosse se trocar primeiro ou não, e depois o inverso. Eu já havia visto Rin nua duas vezes, e mesmo ela não ter se importado de eu a ver nua, não queria correr o risco dela se ofender caso eu visse ela se trocando naquele momento; mas não me importaria se ela me visse me trocando, já que ela também já me viu nu duas vezes, e pra quem já me viu nu, cueca não faz diferença nenhuma. Uma vez que terminássemos de nos trocar, seguiríamos para a mansão. Em ambos os casos, nos trocando ou não, deixaria ela liderar a infiltração/invasão, já que ela já havia se mostrado mais inteligente que eu anteriormente, e por causa da minha terrível inabilidade em mentir decentemente, mas ficaria preparado para caso tivéssemos que lutar ou eu tivesse que interrompe-lá ou seguir alguém.
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptySab 02 Set 2017, 21:30

NARRAÇÃO


Agora isso aqui é um thresome!!






Magnus

A adrenalina percorria o corpo de Magnus que entrava em uma semieuforia naquele momento, ele estava com saudade de ter tanta adrenalina desde seus últimos combates ate esse momento, e logo já se expressava pra todos. – EU PODERIA BEIJAR VOCÊS! UM POR UM! Mas a gente não tem tempo pra isso EEEEEEEEEEEEEEE para retribuir o seu belo gesto que foi essa iniciativa maravilhosa! Eu aceitarei o desafio! Se preparem, pois espero que essa batalha dure bastante. – ele logo estava pronto a lutar e passava as ordens principais para os soldados explicando sobre eles protegerem sua retaguarda e tudo mais e posteriormente falava algo pra sua parceira. - Mayu! Vamos usar aquilo!– Ela não fazia ideia do que ele tava falando.

Inicialmente ela travava por que achava ter esquecido de algo mas ela sabia que ficar parada não ajudava muito e pior podia levar ela a péssimos momentos, então ela simplesmente resolvia agir de sua maneira ela ia para cima da garota da foice mas antes de partir Magnus passava como um jato com nitro correndo na frente dela em um golpe forte na horizontal em direção a ceifeira que logo boqueava com dificuldade mas ainda conseguia, mas a força demostrada ali empurrava ela pra trás, mas a capacidade de bloqueio mostrava a Magnus que ela não era uma qualquer, sem demoras ela se afastava, lidar com o garoto não era sua ideia, mas talvez pudesse funcionar, porém ela pensava em passar direto por ele.

No meio daquilo uma pequena bomba era lançada de um dos pilares mais altos e caia meio aos soldados que se lançavam pra distancia, e assim ela estourava era apenas fumaça para a sorte dos envolvidos, mas o mau cheiro subia ao nariz de todos, era enxofre aparentemente ou algo tão fedorento quanto. O nariz do garoto envenenado se enchia disso também, pobre Magnus, nesse momento o veneno estava correndo mais rápido no seu corpo e a tontura horas começava a tomar conta dele, no momento mais impropício que ele partia para cima do Monstrengo ele cambaleava e acabava por tomar um soco vindo de baixo e bem forte na boca do estômago que o jogava pra cima, e outro soco vinha mas Mayu rapidamente partia pra tal e descendo enquanto recobrava a consciência após a tontura via um forte chute da garota bloqueando aquele punho gigante por mais que não conseguisse completamente, era apenas uma simples tentativa para que o garoto não tomasse um segundo dano. - HEY!! VOCÊ TAVA CAMBALEANDO, O QUE ACONTECEU?- Falava ela em um tom de voz alto, parecia estar preocupada, apesar de que a maior preocupação devia ter se estendido no fato de ela machucar um pouco a perna mas logo um chute forte bloqueado pelo gigante o afastava pra trás.

Não era muito ele apenas havia dado um pequeno salto sem se machucar mas era tempo o suficiente para Magnus se reerguer depois do golpe, a tontura diminuía e a ceifeira não deixava barato e agora focava Mayu de novo. Ela acabava presa naquele combate que se afastava cada vez mais dali do brucutu.

Depois de estar de pé ele finalmente entrava em seu combate principal de volta, ele corria pra cima e já perto do grandão se jogava ao chão em um rolamento passando por baixo das pernas do gigante e então rapidamente usava sua técnica já de pé no outro lado. Seijaku. O giro ia bem nas costas do grandão e Magnus sentia o quão dura era quela pele, parecia riscar a lâmina em pedra naquela hora, ele conseguia perfurá-la mas não tinha certeza que poderia fazê-lo normalmente sem o poder acrescentado pelo giro. Era perturbador de onde teria saído aquele monstro? Mas sem desanimo ele preparava novamente enquanto furioso o grandão se virava e no mesmo pé que parava o segundo giro iniciava e cortava mas agora na altura do adomem, o sentimento de cortar alfo muito duro era o mesmo, ate mesmo a velocidade do giro era atrapalhada por aquela muralha. Após isso vários projeteis finos como agulhas vinham na direção dele o forçando a saltar para trás, e aproveitando a oportunidade ele tomava uma pouca distância do inimigo para, pelo menos, respirar.

Inimigo do Magnus:
 

Lutando com a Mayu:
 

Cara fazendo o discursão chato:
 




Ceji

O garoto irônico perguntava a Rin sobre sua intuição feminina, mesmo ela percebendo o tom de voz ela naquele momento prava por alguns segundo meio seria, ela lentamente falava, um pouco pausada, ela parecia estar realmente sendo afetada por todo aquele clima, as mãos dela fechavam e ela então prosseguia com o que tinha a dizer. - Bem, eu… acho que… devemos ir a mansão logo.- Ela respirava bem fundo e olhava para o beco novamente.- Quanto mais rápido sairmos daqui melhor, se necessário voltamos aqui de novo. - Ela completava o olhando ela parecia estar se acostumando devagar aquele clima estranho ali perto mas ainda um pouco abalada. Ceiji confiava na ideia dela por mais que antes usasse de ironia ele realmente estava interessado no que ela pudesse dizer.

Ele então partia junto dela a mansão e observava a primeira coisa era uma janela a esquerda da mansão ele se pendurava nela e usando a força dos braços se erguia pra olhar, não havia ninguém no salão principal que ele pudesse ver, mas ele já tinha uma boa visão do hall, ou, pelo menos, de sua entrada, havia um tapete vermelho estirado, e assim ao lado da porta duas estátuas que pareciam buda, um pouco a frente do portão duas escadas que se encontravam bem ao final no chão, e subiam para próximos andares da mansão provavelmente circulares, a janela estava aberta quando ele a tocava e pelo seu tamanho um homem de ate 1,85 m mais ou menos poderia entrar se agachando, e claro passar deitado seria moleza.

Entra na mansão não parecia um problema mas quem eles poderiam ver la dentro é que talvez se mostrasse preocupante, então sua mente já trabalhava, se entrassem com roupa de marinheiros seria bem difícil de arrumarem qualquer desculpa e mesmo não poderiam vir pelo portão da frente mas que tal se vestir diferente? Era essa sua proposta. - Rin, eu sou horrível mentindo, e talvez tenhamos que mentir para nos infiltrar aí, então é melhor você comandar essa parte, ok? Eu sugeriria trocarmos de roupa, pois eles poderiam estranhar caso fossemos com roupa da marinha, mas o único lugar que talvez pudéssemos usar para nos trocar é o beco... - ela olhava pra ele meio indecisa sobre o que ele propunha mas resolvia aceitar por mais bizarro que parecesse era uma ideia boa. - Bom pode ser mas não vá olhar!!! hun!!- não que ela se importasse realmente com isso mas é nesses dias de pico emocional que as mulheres ficam estranhas e dizem todo tipo de coisa que simplesmente não sabem bem o porque. Ela seguia por beco e Ceji fazia guarda, por mais tentador que pudesse ser ele realmente não olhava, apenas prestava atenção no ambiente, ela não demorava muito a terminar e logo ele partia enquanto ela vigiava, logo ele terminava e os dois ficavam apenas terminando de observar o local. Ela o olhava pensativa e prosseguia com o plano que tinha pensado. - Minha ideia agora é a seguinte, vamos usar a janela você me da um impulso e eu entro e depois você me segue, se alguém aparecer eu tento lidar com a situação certo?- Falava ela durante a caminhada, o garoto acenava que sim com a cabeça e logo os dois estavam frente a janela e seguindo o plano os dois adentravam por ela, sem muitos problemas. Agora cabia decidir por que lado começariam, e Rin já propunha um ponto de partida. - Vamos primeiro vasculhar o primeiro andar começando pôr a área a direita o que acha?- ela dizia com um olhar entusiasmado, parecia que ela agora estava menos preocupada, talvez o fato de a mansão se mostrar luxuosa e mais acolhedora por dentro. Mas ainda assim a preocupação não a deixava completamente só reduzia um pouco.




Teru, The Slice of Life

O garoto finalmente se dirigia ao Refeitório, após a curta conversa com o capitão ele seguia para o refeitório, caminho tranquilo e sem muitos problemas para o local, ele finalmente estava no refeitório e a escolha agora era o que pegar, a crise no quartel ainda não havia sido resolvida e refletia um pouco na comida, apesar de que estava ainda bem, ele primeiramente pegava já duas garrafas de água e já jogava na mochila, um pão com carne enrolado em um plástico e dois pequenos sacos de cereais essa era a ração simples que era o que ele poderia levar pra comer cedo e outra provisão pra comer a longo prazo. Mas hora de comer agora.

Ele se aproximava de onde a moça servia o café haviam diferentes tipos de pães inclusive um que parecia muito bom Nikuman(O Nikuman é uma espécie de pão japonês cozido no vapor e com recheio de carne de porco.) e também haviam coisa menos gordurosas como o Takoyaki por exemplo, ele poderia escolher a maioria, havia pão com queijo e ovo. Era um café da manhã bem diferente Teru não sabia mas comemoravam o aniversario do Sargento Crow, que provavelmente será o adversário dele nesse combate, um homem prestes a ser erguido pra tenente. Ele estava a algumas mesas de distância do servidouro mas era possível vê-lo mas claro o canino não prestava muita atenção.

Aos poucos muitas pessoas iam chegando no refeitório no momento duas garotas loiras e um homem ruivo era uma ótima ideia escolher rápido para que pegasse as melhores comidas é claro.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptySeg 04 Set 2017, 13:02


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea IV
.

Chegando finalmente ao refeitório do quartel da marinha, o cachorro finalmente ficava na fila e recolhia o seu tabuleiro com comida (juntamente com duas garrafas de água, uma para consumir com a refeição e outro para guardar na mochila), a confusão fora do normal que tomava o local ainda era um mistério mas tendo em conta que o Mink estava mais preocupado em comer do que simples socializar, aquele foi um facto que foi adiado na sua lista de objectivos especialmente porque muitas das coisas que estavam naquele tinham um aspecto bastante apetitoso e de certa forma curioso. De certa forma o que ajudava bastante a escolher as coisas era o facto de todos os tabuleiros estavam dominados, era esse o lado positivo da marinha, tudo organizado e tudo bonitinho ao ponto de ser tudo fácil de encontrar, as suas escolhas naquele momento eram entre Nikuman que tinha o cheiro de carne, algo que qualquer cachorro gostaria, especialmente um cachorro com fome como ele, haviam também Takoyakis no entanto aquilo parecia menos apetitoso do que o resto, para ser honesto até o pão com queijo e ovo tinha melhor aspecto pelo menos no seu ponto de vista.

— Deixa cá ver se consigo os pães gostosos, um de cada séria bastante bom.

Assim que conseguisse levar um Nikuman e um pão com queijo, o ideal séria ir para a mesa comer, a sua barriga ainda fazia barulho e digamos que o cheiro a comida não ajudava a espera. Começando pelo Nikuman visto que é o que tinha melhor aspecto, Rin iria começar por comer o mais depressa possível tentando adivinhar o porque e acima de tudo o que lhe esperava neste suposto treino de graduação, tentando imaginar algo semelhante a tortura que passou no alistamento de entrada na marinha porém amplificando pela pressão de ser espancado por um superior, a única coisa que estava a passar na sua cabeça era o quão bom aquele maldito pão era, talvez fosse a fome a falar ou talvez fosse algo genuíno porém era um bom momento para apreciar, especialmente porque ele tinha quase a certeza que não havia mais nenhum para comer visto que muitas das pessoas já tinham levado tudo o que era bom naquele momento.

Enquanto comia e contemplava as coisas, parte de si finalmente conseguia entender parte daquela movimentação em excesso, pelos vistos um dos superiores daquele lugar fazia anos e para celebrar o seu aniversário, o refeitório decidiu caprichar no almoço. Ele não conhecia o superior e ele tinha quase a certeza que ninguém o conhecia a ele, Rin nunca foi muito social e acima de tudo nunca foi muito extrovertido fazendo questão de apenas socializar o necessário de modo a não parecer mal educado, no entanto nada fora do comum ou diferente da sua personagem. Acabando de comer, Rin continuava a reflectir nos motivos de lhe terem chamado, especialmente agora , parte de si estava satisfeito visto que um cargo maior significava que não precisa de continuar a fazer trabalhos lastimáveis e a correr de um lado para o outro como se fosse um empregado, por outro lado sempre tinha aquele lado negativo que vinha com as promoções: mais responsabilidade e mais uma altura da qual tinha que se mostrar merecedor do mesmo.

Promoções, que altura tão estranha. Gostava de saber como é que eles escolhem as pessoas. Este lugar é grande, é um pouco complicado manter um olho atento ao desempenho de todos, especialmente com mais de cinquenta pessoas num só local.

Acabando de comer, Rin iria levantar-se e levar o seu tabuleiro para a zona de lavagem visto que não era cortes deixar as coisas espalhadas em cima da mesa, por fim restava-lhe andar pelo quartel um pouco de modo a fazer a digestão visto que Rin não queria correr o risco de levar um golpe no estômago e projectar todo aquele delicioso almoço, cerca de trinta minutos seria suficiente segundo os seus cálculos, depois disso bastava-lhe ir novamente para o gabinete de Hamaku para que possam finalmente falar da sua promoção sem interrupções.

Objectivos:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptySab 09 Set 2017, 12:40

Fight for your honor






Essa tonteira! Droga! Parece que o meu destino é um daqueles livros onde há um personagem secundário que só apanha para demonstrar o quanto o vilão é grandioso ou apenas para alivio cômico, o que está totalmente errado, por que essa historia é minha! Espero que nenhum espertalhão esteja tentando se tornar o protagonista de meu destino. Bem! Deixando de lado todo esse papo irrelevante que eu levantei! Eu realmente estou encrencado aqui, não sinto que posso machucar esse grandalhão apenas com as minhas técnicas de neutralização, muito menos com as minhas técnicas de assassinato... E eu não esperava ter que usar-las assim... Aparentemente eu vou ter que desenvolver algo inesperado, ainda tomando cuidado com as agulhas.

No fundo, eu achava que era o meu lado heróico que clamava pela oportunidade de derrubar esse mostrengo, mas eu sinto uma espécie de chama queimar no meu peito e que sobe pela minha garganta que também me dá vontade de acabar com o grandalhão. Ela só apareceu depois dele ter ferido a Mayu. Seria isso o “ódio”? Nunca experimentei de forma consciente esse sentimento, mas lembro que meu pai sempre citava um trecho de seu poema favorito enquanto contava as historias de suas missões:

"No mundo, existem dois tipos de homens: O mais forte, que é guiado por ódio pelo sangue e aquele que abate o mais forte, que é guiado por ódio pela vida, pois ele tão pouco teme, quanto é movido por aquilo que se encontra na fronteira entre um homem e uma fera."
Isso sempre me deu a impressão de que indiretamente, ele me dizia que o mais forte é aquele que está de pé no campo de batalha e não tem medo de nada. Ah! Mas sobre o poema? Bem, antes se ser abatido em missão, ele me mandou uma carta explicando o significado. Na carta dizia que o homem com sede por batalhas sempre acaba morto pelo homem possuído pela raiva. Nunca entendi muito bem o porquê ele sempre me dizia isso, mas eu aprendia a lição muito bem e pelo o que me parece, eu estou me tornando o homem guiado pela raiva... Mas isso não me preocupa nem um pouco, o que me preocupa mesmo são os meus companheiros! Por isso, ta na hora de agir! E o primeiro passo é me livrar dessa tonteira!

  Primeiramente eu largaria o machado, fecharia meus olhos, sacaria minha Agnis e abriria a minha mão esquerda para rapidamente desferir um corte superficial na palma de minha mão. A ardência do corte provavelmente me ajudaria a me manter consciente, mas eu provavelmente teria dificuldades para usar a espada com as duas mãos. Depois do ritual, eu balançaria minha espada para limpar o sangue em sua lâmina, para não enferrujar.

- Citando o grande cavaleiro das lendas, Siegfried... “Você feriu a minha dama, agora se prepare para sua punição, e a sua punição não será divina, pois um castigo tão cruel quanto eu, não vem dos céus.” e citando o espadachim das lendas “Eu acho engraçado quando os meus inimigos pensam que não podem ser feridos por minha espada, mas ainda não encontrei nenhum que não tiveram seus olhos e garganta cortados!” – Eu diria demonstrando um semblante sério e com um largo sorriso, pois eu sabia que vale a pena superar esse desafio. Sem demoras, eu iniciaria uma investida, o mais veloz o possível, para cima do gigante com a minha Agnis ainda em mãos e prestaria atenção ao cenário ao meu redor. Caso eu ouvisse algo suspeito como o som das agulhas sendo lançadas ou até mesmo o som da foice daquela moça e ainda estivesse no chão, eu usaria de minha aceleração par dar um impulso por lado contrario que estava seguindo, visando anular completamente o movimento e logo após eu me jogaria no chão e tentaria rolar para longe.

Se tudo desse certo, eu então passaria a prestar atenção nos movimentos do grandão. Se ele tentasse executar um daqueles poderosos socos novamente, eu tentaria saltar em seu punho para talvez desequilibrar-lo com o peso. Se assim fosse feito, eu rapidamente fincaria a lâmina da minha espada o mais rápido o possível na sua mão e sem demoras, eu iniciaria outra investida em direção a cabeça do gigante, puxando a minha espada no mesmo movimento. Assim que me aproximasse o bastante, antes que ele tentasse reagir, eu tentaria jogar o sangue da minha palma esquerda em direção ao seu rosto para obstruir sua visão ou até mesmo forçá-lo a se defender do meu falso ataque. Se assim fosse feito, eu saltaria de seu braço para trás de sua cabeça, passando por cima de seu ombro, e durante esse movimento, eu tentaria golpear-lo a maior quantidade de vezes o possível com estocadas rápidas em seu braço e nas áreas expostas e vulneráveis de seu rosto e proximidades. Se conseguisse passar para trás de sua cabeça, eu giraria meu corpo, para tentar acertar-lo com um corte horizontal em sua nuca.

Se em algum momento ele tentasse me agarrar, eu tentaria perfurar a sua mão com a lâmina de minha espada, tentaria girar-la para agravar o ferimento e logo após eu a puxaria para me afastar de meu oponente e poder pensar em uma estratégia nova estratégia para investida. Se por acaso, algum dos meus outros oponentes tentassem me interromper enquanto eu estivesse no alto, eu tentaria me virar para bloquear o ataque com a lâmina de minha espada. Se em algum momento, ele tentasse me socar, eu utilizaria a lamina de minha espada para bloquear o seu ataque, firmando a lamina, pondo a minha mão esquerda sob o lado reto da lâmina. Com isso, eu poderia retornar parte do dano pra ele, bom... É o que eu espero... AH! Se em algum momento, ele deixasse a guarda muito aberta após algum movimento que eu conseguisse evitar, eu simplesmente atacaria o mais rápido o possível com o maior numero de estocadas o possível.

Se antes de tudo, em meio a minha investida, ele não me atacasse ou preferisse me atacar de outras maneiras, eu aceleraria ao máximo, usando de mais investidas para juntar ainda mais velocidade. Ao me aproximar dele, caso ele tentasse me atacar ou não, eu utilizaria da minha aceleração para desviar brevemente do caminho original (Que no caso é apenas uma linha reta, eu não sou muito criativo para novos padrões de ataque.) para logo após eu seguir saltando, desferir um chute e um pisão em seu saco, e com toda energia do movimento que eu tinha juntado, desferir uma estocada certeira em sua garganta, empurrando a minha lâmina o mais fundo o possível. Se eu não fosse interrompido, eu puxaria minha Agnis para fora de sua garganta e executaria um corte horizontal na altura de seus olhos.

Se mesmo depois da minha “prevenção” em algum momento eu ainda sentisse a tonteira, eu aproveitaria quaisquer oportunidades para me afastar dele e me recompor. Sempre prestando atenção nos meus arredores, é claro.



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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptyQui 14 Set 2017, 18:21

Infiltração


Frente a mansão e o beco, não sabia o que fazer. Nossa missão era investigar aquele suposto comércio ilegal, mas o problema era como começar. Teríamos que analisar o beco ou invadir a mansão; o beco era o cenário clássico de tráfico e drogados, mas se fosse tão fácil pega-los, já teriam o feito; e a mansão era o local que havia nos sido indicado. Por alguns segundos fiquei olhando da mansão pro beco, do beco para a mansão, tentando decidir que ação tomar, mas sem sucesso. Eu precisava de uma direção naquele dilema, e comecei a forçar minha mente para tentar me lembrar de algo que me auxiliasse. Não demorou muito e me lembrei da minha infância, de um marinheiro engraçado que havia ficado alguns meses no quartel, e que havia visto algumas vezes andando por Wars antes do mesmo sair de novo da ilha. Desde a primeira vez eu não havia ido com a cara dele, o mink leão chamado Proerd, mas embora fosse um marinheiro e falasse com convicção, ele dizia algumas coisas engraçadas como "maconheiro não é gente" e "desça um maconheiro na porrada". Ele costumava falar para todos seu ódio de drogados, e principalmente maconheiros, e logo tentei me lembrar se eu já havia ouvido algo útil dele, mas logo percebi que ele sempre estava ocupado demais xingando e matando drogados para falar sobre eles. Ótimo, de volta a estaca zero.

Eu realmente não tinha idéia o que fazer, e como nem Proerd havia sido útil, me restava esperar que Rin tivesse pensado em algo. Percebi que ela parecia tensa, então fiz a pergunta de maneira despreocupada e brincando, e esperava que tivesse ajudado a relaxar - Bem, eu… acho que… devemos ir a mansão logo. Quanto mais rápido sairmos daqui melhor, se necessário voltamos aqui de novo - Fazia sentido; eu não queria gastar muito tempo naquela merda de missão que estava entre mim e a Grand Line e... Ótimo, eu havia me lembrado do porque caralhos eu estava puto. Eu tinha esquecido da cuzisse do Rema-Cu e tinha me acalmado um pouco, mas agora estava começando a ficar puto de novo. Para alguém que remava cus, ele estava andando muito com eles. Bom, voltando à missão, decidimos por ir à mansão antes, e não demorou para espiarmos pela janela. O hall de entrada era grande e vazio, cortado no meio por um tapete vermelho. Ao lado na entrada haviam duas estátuas que me lembravam um balofo que havia causado confusão em Wars uma vez, o que me fazia questionar porque alguém teria estátuas daquele pervertido. No final do hall haviam duas escadas que davam para o segundo andar da mansão.

Vazio e de fácil invasão, esperava que a missão fosse rápida, mas agir descuidadamente era sinônimo de "vai dar merda", então sugeri que nos trocássemos para não sermos identificados como marinheiros de cara. Era uma boa ideia, então óbvio que ela aceitou, mas tivemos que nos trocar no beco. Primeiro ela se trocou e eu fique de guarda. Em situações normais eu ficaria tentado a olhar, mas nós já nos havíamos visto do jeito que viemos ao mundo mais de uma vez, então meus hormônios de homem jovem deram uma trégua. Quer dizer, não que eu normalmente olharia; nas outras vezes eu havia evitado ao máximo olhar por motivos de ética e princípios, e dessa vez não daria diferente. Logo em seguida foi a minha vez de me trocar, e o fiz correndo para não perdermos tempo, e logo terminamos de nos trocar e voltamos a sair do beco - Minha ideia agora é a seguinte, vamos usar a janela você me da um impulso e eu entro e depois você me segue, se alguém aparecer eu tento lidar com a situação certo? - Era bem isso que eu estava pensando, então a não ser que eu fosse bipolar, não faria sentido discordar - A suas ordens - E logo entramos pela janela. O local era bem acolhedor para um posto de venda ilegal, e bem desprotegido para uma mansão, o que me causava confusão. Andamos alguns passos, até que Rin veio com outra ideia - Vamos primeiro vasculhar o primeiro andar começando pôr a área a direita o que acha? - Parece bom para mim.

Dito isso, começaria, junto dela, a vasculhar o primeiro andar. Me manteria sempre próximo a parede ou a algum lugar que pudesse me esconder. Caso aparecesse alguém, tentaria me esconder atras de alguma coisa e chamaria Rin; mas caso ela não o fizesse, confiaria nela e me manteria junto. Achando alguma prova do comércio ilegal, pegaria e guardaria, e continuaria procurando. Caso fossemos avistadas, pensaria em falar algo, mas pararia e esperaria Rin se pronunciar, seguindo o que ela fizesse. Caso não desse certo e fossemos atacados, caso realmente não houvesse como argumentar, por alguém com uma arma de fogo, eu rapidamente rolaria para trás de alguma parede ou objetivo que pudesse funcionar como barricada, e ficaria lá aguardando; caso os tiro parassem, eu rapidamente olharia para ver se ele só havia parado ou se estava recarregando, e no segundo caso eu rapidamente correria até ele para tentar acerta-lo na mão que segurava a arma, para tirá-la dele e chuta-lá para longe, tentando abrir uma brecha para Rin. Caso fossemos atacados por alguém que lutasse a curta distância com uma arma de esmagamento ou perfuração, tentaria aparar o ataques com as costas da mão e, assim que visse a oportunidade, tentaria golpeá-lo na mão que segurava a arma, para tentar desarma-lo e abrir uma brecha para Rin. Caso o oponente usasse uma arma corpo-a-corpo cortante, eu não me arriscaria e apararia com a katana, após desembainhar a mesma, e seguiria do mesmo jeito. Caso conseguisse abrir a brecha para Rin e ela fosse o atacar, eu aproveitaria a reação dele ao golpe da minha parceria para dar-lhe uma rasteira com o objetivo de o derrubar; mas caso não conseguisse o desarmar, tentaria prosseguir com um soco no pescoço e me afastando novamente, indo de volta a proteção caso ele atacasse à distância. Caso fosse atingido, eu recuaria até alguma proteção e recuperaria o fôlego, esperando para ver o que Rin faria. Obviamente, não atacaria se se o oponente não demonstrasse agressividade. Caso nocauteassemos alguém e não houvessem testemunhas, eu esconderia o cara desmaiado e voltaria a procurar. Caso terminássemos a busca no primeiro andar, seguiria com Rin para o segundo, repetindo o mesmo processo.
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptyDom 17 Set 2017, 01:38

NARRAÇÃO


My Fist, Your Mouth, Her Scars!!






Magnus

Nosso marine agora tinha uma nova ideia na cabeça, ele sabia que com a espada seu dano seria melhor, e claro ele ia precisar disso pra enfrentar aquela criatura impenetrável, ele então estava decidido sobre o que fazer dali pra frente, era vencer ou vencer, ele então avançava pra cima do brutamonte, com tudo que tinha em uma investida e um soco partia em direção a ele, saltando ele pisava bem no peito do grandão e cravava a espada bem no braço dele, e na mesma hora inconveniente o veneno fazia o efeito, ele poderia ter encaixado mais um golpe, mas a queda era iminente, ele segurava o cabo da espada antes de ser levado ao chão, a queda não o machucava muito apenas uma pancada nas costas mas logo um pisão bem no meio dos peitos com o peso do grandalhão era o mal que o tocava.

A pisada era forte mas Magnus recuperava a consciência e naquele momento ele via uma última saída, ele sabia que todo macho, não importa o quão resistente tem uma fraqueza em comum, e seu punho fechado ia com tudo bem nas bolas do grandão, sim era um soco forte. A dor fazia ele recuar e sua chance de matar o marinheiro esmagado ia por água abaixo, ele levantava do chão e cuspia sangue de sua boca que era jogado ao chão, e uma pequena parte que respingava sujava o ombro do branco uniforme. Nesse meio tempo de recuperação tossindo algumas vezes ele recobrava a postura, e a espada já estava colocada fronte a seu corpo novamente ele sabia que as suas chances de ataque não paravam ali.

Magnus mais uma vez avançava o gigante já estava de pé e logo duas agulhas eram lançadas e cortavam de raspão na perna do garoto danificando o uniforme, e vindas por trás duas perfuravam bem no ombro, ele sentia a pontada mas ignorava inicialmente ele tinha uma ideia e não deixaria ela pra trás em velocidade ele agora saltava e atacava fincando a espada bem no ombro do gigante e depois ele sentia as duas mãos que seguravam sua garganta, mas ainda com a mão na espada em reflexo desferia de 2 a 3 chutes que por coincidência acertavam bem na garganta da criatura, e puxando a espada e movendo aleatoriamente acabava por fazer um corte na garganta do bicho que o soltava.

Não era profundo mas era perigoso o suficiente, e logo ele ouvia uma voz a distância que falava. - Recue Magauth- e vindo do meio da fumaça o homem que fazia o discurso cruzava espadas com Magnus aparentemente ainda guardando sua arma principal nas costas, em um rápido bloqueio o sargento o segurava e os dois saltavam dando alguns passos pra trás e se encaravam, Magnus olhava em volta mas o brucutu tinha sumido na fumaça.- Vamos lá, hora de dançarmos uma música. A sinfonia da destruição.- Ele estava pronto pra atacar a qualquer hora.

Magauth:
 

Lutando com a Mayu:
 

Cara fazendo o discursão chato:
 




Ceji

Lars aceitava as ideias sem muitos problemas afinal não parecia um problema pra ele, e claro, as ideias dela eram simples mas no fundo não faria diferença por onde eles começassem, então qualquer ponto de partida poderia funcionar, o corredor da direita era longo e haviam muitas portas no caminho, eles abriam com cuidado as por onde passavam e iam aos poucos avançando tudo estava muito vazio, o que os fazia estranhar, de fato mas sem baixar a gurda eles continuavam.

Depois de quase um minuto caminhando eles chegavam a uma área mais aberta e um homem os avistava ele estava muito próximo e puxava um machado de suas costas já correndo pra cima do garoto que era esperto e batia com a espada bem na mão dele, que derrubava o machado ele ia berrar com a dor mas antes de tudo com um rápido soco na nuca Rin desmaiava ele, eles estavam a salvo por enquanto e mais agora tinham uma pista do que acontecia por ali, bem ao centro da sala e uma mesa eles estavam fazendo alguma coisa ali, aparentemente amassava o que parecia um fruto com um pilão(um daqueles de laboratório, uma vasilha de porcelana e um bastão de mesmo material) ele nunca tinha visto aquele fruto por ali e seu cheiro era algo bom lembrava um pouco a sensação de menta.

Eles pareciam transformá-lo em pó por ali, haviam vários pequenos sacos e alguns estavam cheios com o pó dessa substância e mais algumas outras coisas deviam ter sido misturadas, a coloração assumia um verde-claro, Rin então falava com o garoto. - Creio que devemos recolher isso e levar como evidencia não acha?- ela sabia que a resposta deveria ser positiva e já pegava alguns saquinhos plásticos que estavam com ela, Lars não sabia de onde ela arrumou aquilo mas deveria ser efetivo, ela estava levando a coisa de detetive bem a sério. -Você sobe a escada à direita e eu término de revistar os armários, certo?- haviam oito grandes armários ali e uma escadaria, ela esperava uma resposta do espadachim apesar de já abrir um dos armários nesse meio tempo.




Teru, The Slice of Life

O canino se deliciava após pegar os pãezinhos todos os que comia eram muito gostosos, ele sabia que forrando o estômago as coisas iriam bem por ali, ele então, por fim, levantava e fazia sua leve caminhada por algum tempo ele precisava que a comida já houvesse circulado em sua barriga, ele tinha esse pouco tempo de relaxamento ate voltar a sala de Hamaku Thor que estava muito tranquilo por ali, ele já havia preparado as coisas pra o combate.

Teru já o via de frente a sala na verdade e o Tenente então falava. - Muito bem garotão está na hora do seu teste.- Ele mal terminava a frase e de dentro da sala um homem de cabelos negros saia do local era o inimigo do jovem marinheiro, e vendo a cena Hamaku prosseguia. - Muito bem, esse aqui é o Sargento Crow, ele está aqui pra testar suas habilidades, vai ser a campo aberto ele de mãos nuas e você com uma espada de madeira.- Completava ele com um sorriso no rosto esperando a Reação do canino, enquanto Crow se apresentava. - Muito prazer me chamo Crow, você é Terumi certo?- Falava já estendendo a mão para um cumprimeto

Eles depois disso seguiriam para o local esperado ficava ao norte do QG onde a grama estava bem aparada, um campo limpo e aberto, onde normalmente fazem os treinamentos de corrida e exercícios gerais, Hamaku posicionava os dois e então prosseguia com as instruções. - Assim que eu jogar a moeda pra cima e ela cair no chão vocês começam, Terumi, lembre que isso é seu teste de promoção por mais que quem ira dar o veredito final seja eu a análise principal esta por conta do Sargento Crow, considerarei muito o que ele disser.- os dois terminavam de se posicionar ficando uma frente ao outro a 4m de distância em media, e Crow fazia uma reverência cumprimentando o garoto. Ele então dizia poucas palavras completando a cena. - Espero que façamos uma boa luta, boa sorte com a promoção.- Ele tinha uma serenidade que esbanjava, seu olhar sempre tranquilo, e aquele chapéu diferente na cabeça.

Sargento Crow:
 


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptySeg 18 Set 2017, 15:47

Esconde-Esconde


Aquela missão era uma merda. Quer dizer, quer dizer, uma merda não;  aquela missão era como estar com vontade de cagar a três dias, e quando finalmente conseguia, a merda fazia a água cagada voltar no cu e te sujar todo. Simplificando, horrível. Aquela droga de missão consegui não ter emoção e causar um suspense da porra ao mesmo tempo. Não só eu tinha que usar muitos neurônios e poucos músculos para ficar escondido, como também o fato de termos que ficar escondidos dava a sensação de que a qualquer momento um demônio pirocudo ia summonar querendo comer meu cu. Enquanto vasculhavamos o andar, qualquer barulhinho fazia meu coração acelerar por causa do susto, antes que eu percebesse que quem vez o barulho havia sido Rin ou eu mesmo. Se eu tivesse um ataque cardíaco, não seria surpresa.

Entre pulos e quedas do meu pobre coraçãozinho, nossa busca continuou infrutífera. No final do primeiro andar, nossa busca finalmente deu frutos, digo, frutas (insira claque de risadas aqui). No final da busca no primeiro andar nos achamos um homem próximo a uma mesa cheia de frutas, e o homem, que graças a divindade superior não era um demônio pirocudo, puxou um machado e partiu para cima. Por um instante eu fiquei animado por a missão finalmente ficar animada, mas aí eu deslerdei e me toquei o que aconteceria se aquela luta fizesse barulho ou se ele gritasse: VIRIAM MAIS CUZÕES E A MISSÃO FICARIA MAIS COMPLICADA E DEMORADA. Na moral, a última coisa que eu queria era gastar mais do meu preciosos tempo naquela desgraça de mansão. Diante do problema, mal vi o fdp se aproximar, e instintivamente puxei a espada golpeei seu braço que segurava o machado, e Rin aproveitou para, antes que ele gritasse, o golpear na nuca e nocaltear. Sim, exato, ela o impediu de chamar atenção. Rin era um anjo que havia descido do céu para salvar minha bunda, só podia ser, e eu deveria agradecer mais.

Com o inimigo fora de combate, nossa atenção se voltou aos frutos do nosso trabal... tá bom, desculpa, parei com a piada. Bom, nos voltamos para as frutas estranhas na bancada. Eu nunca havia visto aquela fruta, e como ela parecia ter um cheiro de menta, apelidei a budega de Mentã. Naquele lugar eles pareciam fazer um pó de mentã, o que meio que confirmou minha teoria de que vendia drogas para drogados. O velho Proerd não havia sido inútil, afinal. A droga final tinha uma cor verde-claro, e parecia ser uma mistura do pó de mentã com várias merdas para diminuir a taxa de uso de mentã em cada porção - Creio que devemos recolher isso e levar como evidencia não acha? - Dizia ela pegando o pó e pondo em saquinhos que sabe-se lá de onde tirou. Enquanto ela fazia isso, meu olhar recaiu na mentã; eu sempre adorei menta, e isso estava me tentando a morder aquela budega, mas o fato dela ser usada para fazer drogas podia causar efeitos colaterais em mim, então desisti.

- Você sobe a escada à direita e eu término de revistar os armários, certo? - Dizia já indo em direção a um dos oito armários - Tá, tá, mas só gostaria de lembrar que da última vez que nos separamos assim, quem foi pro segundo andar, que no caso tinha sido você, havia sido pego de refém. Torça para o mesmo não acontecer comigo - Diria subindo a escada o mais furtivamente possível. Já no segundo andar eu procuraria mais provas que pudesse levar e iria guardando. Seguiria de preferência por locais onde houvesse como me esconder rapidamente caso alguém se aproximasse, e faria isso sempre que notasse a aproximação de alguém. Caso quando eu me escondesse, a pessoa que estivesse passando percebesse algo estranho e perguntasse algo do tipo "quem está aí?", eu permaneceria calado, mas se houvesse insistência ou saque de arma, e ele perguntasse novamente, diria, com voz suave - Um gato - Esperando que ele se convencesse e seguisse seu caminho. Caso viessem para cima de mim em qualquer momento, seja após encontrar meu esconderijo ou me pegando de surpresa, eu levantaria a mão esquerda acima da cabeça e usaria o indicador da mão direita para simular um bigode no meu rosto, enquanto falaria com um sotaque estranho - Calma, señor! Estoy perdido! Yo no hablo tu idioma! - Esperando que ele caísse. Nesse caso, assim que percebesse um distração qualquer por parte dele, avançaria rapidamente na direção dele com a mão no cabo da espada; chegaria com um passo largo pisando em seu pé para não o deixar recuar, e em vez de atacar com a espada, largaria o cabo e daria um soco com tudo em sua garganta. Minha esperança seria que ele errasse o local do bloqueio já que um ataque com a espada teria zona de perigo diferente de um ataque com os punhos; além do fator surpresa, claro. acertando o ataque, ele provavelmente recusaria e cairia para trás por causa do meu pé pisando no dele, então aproveitaria a queda para dar um soco de cima para baixo com tudo no seu nariz, aproveitando a gravidade. Caso ele desmaiasse, puxaria-o para um canto e continuaria minha busca, com o mesmo método. Caso ele não desmaiasse ou eu errasse algum dos ataques e consequentemente não o derrubasse, correria para o primeiro andar até Rin e diria - Rin, Rin! Vamos sair logo daqui! Eles me viram! - apressando ela. Caso não viessem até mim, mas eu notasse que Rin foi abordada, eu iria até a borda da escada e olharia a situação, preparado para, caso ela estivesse com problemas, saltar sacando a espada para atacar o oponente pelo ar de cima para baixo no ombro com estrago maior devido a minha queda. Caso ele se estivesse, eu aterrissaria com um rolamento, manobra que serve para distribuir o impacto da queda pelo corpo e reduzir ao máximo danos devido a grandes quedas; e logo avançaria com uma estocada conta ele, recuando em seguida, falando - Vamos embora rápido! - e apontando a espada para o oponente. No entanto, caso nenhum obstáculo aparecesse, eu pegaria todas as provas que conseguisse no segundo andar e voltaria para o primeiro andar até Rin para voltarmos voltarmos ao QG.
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Última edição por Ceji em Seg 09 Out 2017, 18:24, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptyQua 20 Set 2017, 18:30

The time of hero





Está dor que me incomoda tanto... Mãos tremulas... Respiração ofegante... Fraqueza nas pernas... Pensando vagamente, isso parece mais um monte de efeitos colaterais do veneno que corre em meu corpo, porém, além disto, eu ainda sinto um maldito enjôo e um desgosto que também ataca as minhas tripas. Já sei o que é... Mas... Tinha que ser justo agora? Eu não posso ter um ataque de pânico bem agora... Tá... Eu não vou me livrar dessa droga só com a força de vontade... E nem posso parar pra escutar musica no meio do nosso combate... DROGA! Lá se vai a minha confiança! H-Heheh... Agora eu me sinto mais próximo de ter uma bota cravada em minha bunda, mas eu tenho que superar essa minha natureza maldita de “Marinheiro que não suporta machucar os outros” para proteger os meus companheiros... Hm... Machucar para proteger... Parece algo que eu deveria adicionar a Sextia.

Falando nisso, estive tão preocupado com o meu próprio focinho que acabei me esquecendo deles, por isso, eu aproveitaria a oportunidade para tentar ouvir se alguém ainda estava batalhando. Por causa da minha atual condição, eu terei que alternar para o modo de Desespero... O que eu estou pensando... Eu posso machucar os outros... Também não posso apelar para o “Truque sujo” nesse estado, seria suicídio. Hm... Talvez eu deva usar um pouco dos dois. Isso com certeza vai agravar e muito a droga da minha situação, mas eu posso me preocupar com isso depois. Só espero que os soldados estejam cobrindo a Mayu e se virando.

- Sinto muito, mas terei que me soltar um pouco. Não é de minha natureza o que eu fiz com o seu amigo, mas espero que você não se machuque gravemente no processo. – Diria, tentando regular minha respiração para amenizar os efeitos daquele ataque de pânico. Um efeito placebo seria uma ótima pedida.

Hm, analisando meu oponente, ele me parece bem rápido e preciso, mas ao cruzar espadas comigo, não senti confiança e nem firmeza em suas mãos, talvez eu devesse mandar sua arma pra longe... Mas ele provavelmente não vai tentar me enfrentar de frente, ele tem a fumaça como vantagem e uma agilidade considerável, além de provavelmente ele ter sido o autor dos ataques com agulhas, o que me leva a acreditar que ele também deve desconfiar que eu possa acabar com ele no combate corpo a corpo. Ele com certeza estava me analisando em minha luta contra o gigante, mas ainda há a possibilidade dele ser arrogante o suficiente para me subestimar, mas eu seria bem idiota em acreditar que ele ousaria dessa forma... MAS DO QUE EU ESTOU FALANDO?!?! Isso me parece muito mais plausível do que as minhas escolhas normais! Esse veneno deve estar bagunçando a minha cabeça. Bom! De qualquer forma! Meu plano inicial é o de contra atacar usando o modo de desespero e com o “truque sujo”. Hãn? O que é o modo de desespero? Bom, é bem simples! Quando eu junto bastante adrenalina em meu corpo, eu aproveito disso para usar a minha aceleração ao máximo, na verdade... Isto é apenas um modo de tentar disfarçar essa minha fraqueza, atacando com tudo. Hãn? E o truque sujo? Achei que tava na cara! É como o nome diz, não tem mistério.

Bom... Parecer que eu não estou tão em pânico como digo estar, mas isso é por que o vomito ainda não começou. Sempre é uma droga ter que lutar com seja lá quem for em meio ao vomito. Ah! Droga! Eu perdi o foco! Bem, bem! Vamos supor que ele realmente vá bater de frente comigo. Se ele fizesse tal coisa, eu tentaria para a sua lâmina, levando a minha Agnis de encontro ao seu pedaço de ferro retorcido, a fim de parar seu possível ataque com a espada ou qualquer outra arma de combate a médio alcance. Tentaria a empurrar a lâmina de sua arma para longe de seu corpo, para deixar sua guarda aberta, e durante este movimento, eu pisaria com firmeza em seu pé, no pé que estivesse adiante, no caso. Pisaria jogando meu peso sobre seu pé e o girando em sentido anti-horário para tentar estender a sua dor para além do impacto. Se o meu truque fosse bom o bastante para fazer o meu oponente abaixar completamente a guarda, eu agarraria sua camisa com minha mão esquerda, provavelmente não com tanta firmeza assim, por conta do corte em minha mão. Em seguida, num movimento rápido, eu tentaria fingir que estava prestes a lhe dar uma cabeçada, se ele caísse no blefe, eu finalizaria, juntando a saliva e o sangue em minha boca para logo depois, efetuar uma cusparada das mais molhadas em seu rosto. Se ele tentasse desviar, eu fecharia a minha mão, espremendo a minha palma para forçar a hemorragia e em seguida eu bateria em sua face, levando-a na altura de seus olhos.

Para finalizar, eu me abaixaria, giraria meu corpo e executaria uma rasteira veloz para derrubá-lo de bunda no chão, e durante este movimento, eu colocaria minha Agnis em seu devido lugar. Se ele apenas se desequilibrasse, eu puxaria as duas extremidades de seu corpo ao meu alcance que eu pudesse ter firmeza sem usar muita força, como seu braço ou seu pescoço. Eu seguiria girando meu corpo, utilizando tanto a força em minhas pernas quanto em meus braços para jogar-lo para o alto, o mais alto que eu pudesse o arremessar.  Se tivesse sucesso, eu destacaria a minha bainha da minha cintura e seguraria a minha espada embainhada com as duas mãos, ao lado de minha cintura. Se ele tivesse sido arremessado a uma distancia considerável, eu concentraria a força nos meus braços para juntar o principio por trás de um bom soco e o bushido em um golpe esmagador. Apelidei isso de “Batter wild swing”, não é o nome mais maneiro de todos, mas até que é gostoso de falar. Bem! Se o arremesso não fosse como eu esperasse e ele acabasse não indo tão alto. Eu apenas o golpearia o mais rápido e o mais forte o possível, usando da minha aceleração.

Depois disso tudo, eu avançaria em direção ao seu corpo caído ou não, e em meio ao movimento, eu sacaria minha espada e pressionaria brevemente contra o seu pescoço, dizendo:  — Não se mova... — Olhando fixamente em seus olhos.

Hm... Agora precisamos de estratégias defensivas... Pois bem! Se em algum momento, ele chegasse perto de me ferir com a sua espada, mesmo com as minhas medidas anteriores, eu tentaria acertar o lado reto de sua espada com a palma de minha mão, empurrando-a para longe de meu corpo. Se ele puxasse uma bomba ou algo perigoso, eu chutaria seu peito, visando empurrar-lo para trás, e me afastaria. Se ele tentasse correr de mim, eu usaria a fumaça a meu favor e correria usando o auge da minha aceleração, seguindo uma rota por meio da fumaça para surpreender-lo, seguindo com o meu plano original, é claro. Ah! Também tentaria ficar atento a movimentações suspeitas, tipo a garota da foice ou o gigante brucutu tentando me pegar de surpresa.

Bom... Agora que pensei em contra medidas, hmm.... O que falta é... Um plano B! Tem aquela pequena chance dele não avançar ou de um de seus amigos simplesmente decidir aparecer para atrapalhar. Bom! Em todos os casos, eu utilizaria de minha aceleração para me mover pela sala o mais rápido o possível, de um canto para o outro. A adrenalina em meu corpo com certeza iria ajudar. Tentaria dar um dash veloz toda vez, veloz o suficiente para que ele não pudesse me acompanhar com seus olhos, até por que, a fumaça também é minha amiga. Tentaria não me afastar muito dele, tentaria chamar sua atenção, o mantendo no centro da bagunça. Se ele ficasse parado, tentando me identificar ou até meso contra atacar, eu buscaria o seu lado que estivesse mais próximo a fumaça, e se esse lado fosse não expusesse seu queixo, eu tentaria contorná-lo o mais rápido o possível para transferir a energia da corrida diretamente para o meu punho e atingir-lo!

Se ele não se mostrasse abalado por aquilo ou desviasse, eu tentaria atingir-lo novamente, com o mesmo golpe e no mesmo local, se ele tentasse agarrar o meu punho, eu utilizaria a minha mão livre para acertá-lo com um gancho. Se ele tentasse contra atacar, eu utilizaria da minha aceleração para me afastar dele e me misturar novamente à fumaça, repetindo este mesmo plano até que ele seja nocauteado ou que ele mude sua abordagem. Se ele tentasse vir para cima de mim com a intenção de um combate de perto, eu seguiria o plano A. Caso ele tentasse uma abordagem diferente da esperada, eu me afastaria para formular uma nova estratégia.

Hmm... Acho que isto é tudo... Agora é só botar o plano em pratica! E não atrapalhar os outros combates rolando... Vamos ver se Del Rosa me ensinou tão bem quanto aquele velhote metido acredita.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptySex 22 Set 2017, 12:43


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea V
.

Com a refeição concluída e não se deparando com o dilema de comer por algumas horas, Rin boceja de leve antes de pegar nas suas coisas para ir novamente a sala de Hamaku, seria agora a hora de fazer o exame de promoção que pelo andar das coisas e tendo em mente tudo aquilo que tinha ouvido os outros recrutas e soldados era literalmente algo semelhante ao exame de alistamento na marinha apenas menos exposto e com um adversário mais misericordioso. Com cada passo que dava as suas orelhas caninas abanavam lentamente e após alguns momentos de caminhada o cachorro estava novamente na sala da pessoa que supostamente lhe daria a promoção e a subida de rank caso as coisas corressem a seu favor visto que Rin ainda não sabia com quem ia lutar, quem seria o seu adversário e o que procuravam no meio daquele teste visto que mesmo que passasse na secção de combate não haveria certezas que o iriam promover tal como perder na secção de combate não lhe dava a certeza de que tinha sido reprovado no exame de graduação. Seja qual fosse o treino era tudo um mistério ainda dentro da sala havia duas pessoas uma delas sendo Thor e outra sendo alguém que mais tarde Rin descobriu que se designava como Crow.

— Senhor? Estou pronto.

— Muito bem garotão está na hora do seu teste.

— Certo, darei o meu melhor.

De forma quase instantânea a atenção do grupo virou-se para o segundo homem que estava na sala, de cabelos negros com uma expressão calma de mais para ser credível, Thor apresentou a Rin a pessoa que iria ser o seu adversário e de certa forma a pessoa que iria decidir se o cachorro era merecedor do cargo. Rin levantou as orelhas curiosamente visto que tinha a ligeira impressão que já tinha visto aquela pessoa antes em algum lado no entanto não conseguia descobrir exactamente de onde era.

— Muito bem, esse aqui é o Sargento Crow, ele está aqui pra testar suas habilidades, vai ser a campo aberto ele de mãos nuas e você com uma espada de madeira.

— Muito prazer me chamo Crow, você é Terumi certo?

— Sim. Rin Terumi. O prazer é meu sargento Crow

Com as apresentações concluídas entre outras perguntas que foram feitas dentro daquela sala mas que para a situação actual não importava, o grupo dirigia-se para um dos campos de treino que estavam a norte do quartel-general da marinha onde faziam provas de atletismo, treinos de velocidade entre outras actividades. Para sua surpresa era exactamente o mesmo local onde tinha feito a sua prova de alistamento para a marinha o que de certa forma comprovavam as suas teorias a base de rumores que tinha ouvido no balneário sendo que a única diferença é que não estava a combater com um monstro com dois metro de altura e com um braço quase maior que todo o seu torso, um detalhe importante mas que sem sombra de dúvidas deixavam-no mais descansado. Rin e Crow tomavam os seus lugares a cerca de quatro ou cinco metros um do outro e de seguida olhavam ambos um para outro efectuando um cumprimento por questões de boa educação antes de olhar para Thor esperando que este dê-se o sinal de partida.

— Assim que eu jogar a moeda pra cima e ela cair no chão vocês começam, Terumi, lembre que isso é seu teste de promoção por mais que quem ira dar o veredicto final seja eu a análise principal esta por conta do Sargento Crow, considerarei muito o que ele disser.

— Espero que façamos uma boa luta, boa sorte com a promoção

— Vou tentar não o desiludir


Observando a moeda rolar no ar momentos antes de ser puxada pela gravidade e cair no chão, Rin tentaria tomar a iniciativa do combate. Optando por rapidez e golpes bem posicionados em vez de força bruta, Rin iria baixar-se levemente focando a sua força nas pernas e de seguida iria sair disparado de encontro ao sargento, o cachorro tinha passado tantos anos estudando anatomia e as fraquezas e fortes do corpo humano que tinha quase a certeza que podia abusar disso em combate. Assim que estivesse a cerca de um metro do adversário, Rin iria jogar-se para frente rolando sobre o peso do seu corpo tentando esquivar qualquer golpe que lhe fosse aplicado, depois de rolar iria pegar na arma de madeira e tentaria aplicar um golpe horizontal na rotula do joelho direito do adversário, ao danificar uma das rotulas o inimigo iria perder grande parte do equilíbrio visto que não conseguiria focar o seu peso correctamente danificando a sua postura defensiva. Depois de se colocar novamente em pé, Rin iria tentar contornar o humano pela esquerda tentando se manter sempre atrás do mesmo, usando a sua mobilidade extra para saltar e rolar atrás do adversário, assim que tive oportunidade iria atacar novamente a rotula do joelho direito do adversário aplicando golpes rápidos e de seguida afastando-se o mais depressa possível do alcance dele.

Para se defender Rin iria saltar por cima de ataques baixos como rasteiras ou pontapés e rolar para os lados de ataques altos como socos ou empurrões, Rin manter-se-ia ocupado esquivando ataques e focando em atacar sempre o mesmo local uma vez que ele sabia que não tinha muita força logo teria que causar ataques constantes sempre na mesma zona para ter algum resultado. Se durante o combate tivesse a oportunidade de fazer um contra-ataque, Rin tinha conhecimento de outros pontos fracos dos quais podia aproveitar caso possível, obviamente preferia atacar o joelho vezes e vezes sem conta até que o adversário não conseguisse usar a perna, mas caso ele cometesse um erro semelhante a um golpe descente do qual Rin conseguisse esquivar saltando por cima do braço, o cachorro contra-atacaria correndo no braço do mesmo e aplicaria dois golpes com as suas armas, o primeiro seria um ataque horizontal no pescoço (um dos pontos vitais mais sensíveis do corpo humano) na esperança de conseguir cessar temporariamente as vias respiratórias e a segunda seria um golpe vertical no queixo, algo que se fosse bem colocado, seria o suficiente para abanar o cérebro do oponente, atordoando-o e deixando-o temporariamente atordoado caso possível.


Objectivos:
 
Histórico:
 

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L£t Me bE yOur gUIdE, in tHiS pAth of MeGaLoMaNiA


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptyQui 28 Set 2017, 14:36

NARRAÇÃO


My Fist, Your Mouth, Her Scars!!






Magnus

Magnus estava um pouco descentrado depois daquilo tudo mas com toda razão afinal, não é todo dia que as coisas dão errado daquele jeito, ou talvez para Magnus ate seja, afinal ele não era um homem de muita sorte. Mas ele já estava decidido desequilibrar o inimigo era seu primeiro passo. Em um rápido avanço ele partia contra o oponente e saltava e com o pé ele atacava em alta velocidade, mas aquilo não ia muito bem, o inimigo erguia a ponta da espada que acertava bem no calcanhar rasgando ate mesmo a bota dele, que o salvava se não fosse ela, com certeza aquilo teria sido bem pior.

Nesse mesmo momento ele estacionava ao chão e via um golpe rápido da espada que colidia lâminas com Aginis, era uma troca de golpes mas ele nunca mantinha uma guerra de forças, sempre que as espadas se chocavam ele afastava-se pra trás ou para os lados, mas ainda havia um trunfo na manga de Magnus que rapidamente usando de seus conhecimentos em briga de rua chutava as pernas dom homem passando-lhe uma rasteira, era aquele o momento o inimigo estava no chão, ele rapidamente descia a sua espada visando terminar o serviço mas um golpe de foice já bloqueava ele no momento.

A mulher anteriormente lutando com Mayu agora chegava em rápidos golpes enquanto mais bombas de fumaça eram disparadas e o local onde o líder havia caído era inundado por elas, os golpes da garota eram bloqueados tranquilamente mas faziam o serviço proposto, afastando o Sargento para longe dali, a fumaça estava agora ainda mais alta e dificultava a visão do espadachim, ele mal via a ceifeira, tendo apenas relances de sua silhueta o que poderia lhe trazer vários problemas durante o combate.

Outra coisa que o preocupava era outra silhueta não muito longe dali, parecia ser o grandalhão com quem ele lutou anteriormente, era possível notar que ele estava de costas para aquele ambiente pelo menos, acreditar que aquele era o mesmo grandalhão era bem melhor do que talvez crer que houvesse um monstro tão problematico quanto aquele em algum lugar.

Magauth:
 

Lutando com a Mayu:
 

Cara fazendo o discursão chato:
 




Ceji

O garoto subia para o segundo andar apesar de dar o aviso a Rin que lembrava bem disso, na verdade era bom pra variar ser raptada não era uma boa ideia, ela ficava apenas checando os armários, quando o nosso espadachim terminava de chegar ao fim das escadas ele dava de cara com um homem estranho de máscara prateada ele rapidamente usava de sua estratégia de dar uma de doido. - Calma, señor! Estoy perdido! Yo no hablo tu idioma! - Ele via que o homem nessa gora olhava para o punho como se procurasse algo, parecia uma clara brecha e ele avançava com todo o gás pra cima do inimigo com a espada, e desferia um golpe do qual o homem segurava a lâmina da espada com a manopla de ferro que mais lembrava uma luva, provavelmente feita especialmente pra ele, o metal parecia leve e resistente, ele não sabia que liga metálica era aquela mas, com certeza, era bem-feita.

E sem nem ao menos dar tempo de ele responder após o bloqueio segurando a lâmina um soco atingia bem na barriga dele o jogando para baixo caindo ao fim da escada já onde Rin esta, o golpe não o machucara muito já a queda, com certeza, ia doer bastante mais tarde ainda no chão ele rapidamente falava.- Rin, Rin! Vamos sair logo daqui! Eles me viram! - A jovem estava em maus lençóis também e na frente da porta estava uma mulher também de máscara prateada mas com um outro tipo de arma, talvez fosse uma ninja ou gatuna, com certeza isso atrasaria uma fuga.

Ela então respondia Lars que já levantava batendo a poeira da roupa e empunhando a espada. - Estamos com problemas dos dois lados.- Ela falava com um olhar sério e posicionada pra lutar e prosseguia falando um pouco sobre seu plano pra ele coisa que talvez fosse obvia mas ela não podia contar em possibilidades abstratas mas algo firme e concreto. - Lars, precisamos abrir uma brecha e passar por eles, se fugirmos já temos as provas e podemos usar uma das janelas por as quais passamos antes.- Ela tinha uma enorme convicção do que falava naquele momento.

Já na escada descia o homem da máscara de prata que ficava frente ao nosso herói mau humorado, lutar era inevitável inicialmente mesmo que em viso de fuga. As drogas ao que indicam eram realmente parte do local, e se eles queriam eliminar os dois marinheiros, coisa boa não estava ali.

inimigo 1:
 


Inimigo 2:
 




Teru, The Slice of Life

A moeda girava bem alto junto com o forte vento que tomava conta dos sons naquele local, a grama balançava sendo levada aos poucos, enquanto vairas folhas que se desprendiam das árvores circulavam o ambiente, ate que finalmente o suave pouso da moeda era seguido de uma arrancada veloz dos dois saindo ao mesmo tempo de sua posição. A rápida corrida parecia indicar uma troca de golpes clara mas Terumi não estava ali pra brincar ele sabia que uma troca de golpes seria desvantajosa, e rapidamente rolava pelo chão visando atingir a rodilha de Crow.Mestre Miagy

O golpe era rápido, mas em um reflexo o Boxeador saltava e desferia um rápido chute nas costas de Teru o empurrando e desequilibrando apesar de que não o machucava apenas o empurrava para frente, mas, ainda assim, brechas eram abertas e um cruzado vinha em direção ao maxilar do garoto, que aproveitava pra esquivar-se e novamente mirar o joelho do homem, que dessa vez não esquivava mas desviava a trajetória da espada de leve com o pé, mas a pergunta era por que um boxeador teria pego uma espada de madeira? Claro que uma hora ele ia descobrir. - WOW, mas que sufoco em?- ele falava com um sorriso e dessa vez desferia um soco que desta vez era certeiro vindo de baixo com a esquerda enquanto o garoto ainda estava abaixado.

Mais outros dois golpes eram desferidos uma rasteira que era facilmente esquivada com um salto e um golpe simples em direção ao estômago do qual Teru apenas dava poucos passos para trás enquanto em uma gargalhada Crow completava o que falou anteriormente. - Você está indo bem melhor do que eu esperava garoto, mira os pontos certos, isso é uma qualidade que deve trabalhar ao máximo acertar o golpe no lugar certo pode definir uma luta.- Ele falava tal coisa parando olhando de frente pra Teru que estava a curta distancia dele, os dois estavam de pé e bem próximos.

Sargento Crow:
 


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 3 EmptySab 07 Out 2017, 20:28

Born to be wild





Ah! Esse combate até que foi fácil... Quero dizer, eu não terminei mais acabado do que antes nessa luta, mas nesse ritmo, eu estou bem longe de completar a missão... Sinto que sempre acabo tendo a motivação errada, por isso eu acabo sendo punido. Hmm... Minha deusa deve odiar quando eu pareço um tirano... Tenho que mudar a minha abordagem e lembrar pelo o que eu estou lutando... Seria pelo cara que morreu? Hmm... Acho que não... Ele traiu a marinha e ainda se matou... Não consigo simpatizar com pessoas que não sabem dar valor a própria vida... Bem, até este momento, eu estava lutando em busca de uma batalha emocionante e animada, mas eu não acho que é justo ou divertido lutar sem poder dar o meu melhor. Já sei! Vou lutar pelo mesmo motivo que estive lutando antes de perder a paciência com a segunda bifurcação... Vou lutar para tirar todo mundo deste maldito lugar vivo! Heheh... Eu já to me sentindo animado pra luta novamente... E acho que sei o que devo fazer.

Minha primeira medida seria guardar a minha querida Agnis e prestando atenção aos meus arredores, eu iria até o machado que tinha largado e o pegaria do chão, mas é claro que eu faria isso com a adaga em minhas mãos, não quero ter minha cabeça arrancada tão cedo. Se eu fosse atacado pela dama da foice, eu tentaria bloquear com aquela adaga em minha mão e se não fosse o suficiente, eu me jogaria no chão e rolaria brevemente pra longe dali para logo após eu me levantar e prosseguir com minha busca. Se eu o encontrasse, eu guardaria a adaga e empunharia o machado com as minhas duas mãos e sorriria. Com o machado em mãos e um sorriso em minha cara, eu gritaria:

-Ei pessoal! Tomem cuidado! Se quiserem permanecer inteiros, não cheguem perto! EU VOU USAR AQUILO! – Diria com convicção algo que eu sabia que nenhum deles iria entender nem um pouco. Mesmo que tenha dito para meus companheiros, a minha intenção era afetar a minha oponente, talvez ela fosse se afastar com medo do aviso, ou talvez ela viesse para cima, por conta de ser muito óbvio. Em ambos os casos, eu vou ter o que eu quero, até por que eu estou confiante do meu truque (até por que, são os meus dois pontos de manipulação contra zero pontos de persistência dela :yatto:). Se ela caísse na isca e viesse pra cima de mim, eu cerraria meus dentes, firmaria minha base e atacaria com o machado, usando de minha aceleração para fazer-la recuar ou simplesmente atingir-la primeiro. Se ela deixasse sua guarda aberta o suficiente para ser atingida pelo machado, eu giraria o machado para que a sua lâmina não entrasse em contato com ela. Nesse caso, eu tentaria acertar sua cabeça, visando desequilibrar-la.

Se ela se afastasse por conta do meu anuncio, eu controlaria minha respiração e tentaria ou o som do aço da sua foice. Não passei anos batendo metais super aquecidos para que os meus cinco sentidos não possam reconhecer algo que é tão vital para mim quanto meu coração. Se escutasse, eu iria em direção a ela e seguiria com o meu plano anterior, com os planos de defesa e de ataque que usei até agora.

Se em algum momento ela me atacasse diretamente, tentaria bloquear o golpe usando a lâmina  ou o cabo do machado e se possível, eu tentaria puxar a foice de sua mão, usando a gancho  ou a parte inferior da lâmina do machado. Se em algum momento a sua guarda estivesse extremamente aberta, eu utilizaria de minha aceleração para contorná-la e moveria o meu braço o mais rápido o possível para lhe atingir com uma palmada bem em sua bunda. Sensei me explicou que esse é o primeiro passo para ativar a suprema técnica suprema. Eu ainda desconfio do que ele me disse, pois claramente estava bêbado, mas talvez o álcool tivesse soltado a sua língua. Também sinto que isso será algo de que eu me arrependerei pelo resto de minha vida, ou pelo menos pelo resto do mês. Enfim! Se tivesse sucesso, eu prosseguiria, usando do meu peso e da minha força para tentar lhe golpear mais uma vez com o cabo de meu machado.

O próximo passo é algo que eu considero bem radical, e isso não tem nada a ver com um tigre que humanóide que anda de skate. Eu fixaria os meus olhos no seu corpo, seguraria o meu machado com minha mão esquerda e abriria minha mão direita, como uma espécie de pinça, e avançaria antes que ela pudesse se recuperar do meu ultimo golpe. Um avanço após golpear ela de forma brusca provavelmente é algo que ela não espera, por isso, se ela me atacar, o seu golpe não vai ser tão firme ou rápido, então eu tentaria bloquear caso ela me atacasse, eu tentaria fazer isso empurrando sua foice para longe. Assim que estivesse livre pra ir, eu juntaria o máximo de força nas pernas, cerraria meus olhos para estreitar e focar minha visão e daria um dash pra cima dela. Durante o avanço, eu tentaria agarrar e puxar o seu vestido, junto de sua calcinha. Pelo o que eu vi antes, suas roupas são bem finas, não acho que vai ser difícil.

Para finalizar, enquanto ela estivesse distraída com o meu movimento, eu  me abaixaria e tentaria a derrubar com uma rasteira. Se ela caísse, eu me colocaria sobre ela, me agachando sobre sua barriga, mas não jogando o meu peso e colocando a lâmina de meu machado contra seu pescoço.

Espero que isso dê certo, eu não costumo confiar muito no velhote, tanto que desenvolvi meu próprio estilo de luta baseado no que ele me ensinou, mas espero que desta vez ele esteja certo.



NPC ACOMPANHANTE:
 

Histórico do Gezão:
 

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