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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 To the grand line!

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptySab 05 Ago 2017, 22:59

Dungeon




Minha cabeça estava me matando, sentia meu corpo bem leve, mas é nada demais! Sinto cada vez mais que o sucesso da missão é mais importante que minha saúde, provavelmente por que eu confio muito na ala médica do QG, o pessoal de lá faz milagres, mesmo que tenham me abandonado com um assassino na minha primeira missão. Bom, agora que eu aprendi a lutar, meu chute está mais potente, por isso, agora valerá mais apena chutar cada um bem na bunda, por outro lado, mamãe sempre dizia para deixar todo o meu rancor de lado e viver a vida como uma pessoa decente, até por que ela acreditava fielmente no karma e sempre esperava com todas as suas forças que um meteoro fosse cair na pessoa.

Ao ouvir a bela Mayu falar comigo, eu percebi que tinha algo de errado por aqui, que tipo de esconderijo é tão vazio!?!?! E ainda por cima eles têm um anão como guarda. Qual vai ser o próximo? Um pug? Mas voltando a pergunta!

Bom, é um plano bem simples, eu vou à frente pra segurar e distrair a massa e quero que você vá ao centro para reduzir os números, é obvio que os mais fracos vão se esconder atrás dos mais fortes, provavelmente atiradores, então eu quero que os atiradores que nós acompanham lhe cubram enquanto o pessoal do corpo a corpo cuida daqueles que eu não conseguir dar conta. Quero que vocês tenham o mínimo de trabalho o possível, afinal essa é a minha missão. Vocês não estão aqui para sofrer as conseqüências comigo. - Diria, focando com um olhar sério em meu caminho e prestando atenção ao meu redor.

Depois de um bom tempo, cheguei a um lugar que me parecia ser o fim da linha. Bom! Parece que eu poderei acabar com isso agor-mas espera um pouco ai... MACHADOS! Mas se bem que não é muito recomendável eu juntar tanto peso pra hora do combate... Unzinho não vai fazer mal! Heheheheh- Opa... Cachorro? Por favor, que não seja um bandido domador de cachorros ou algo assim.

Bom, eu não tava preparado para isso, mas vamos com cuidado. – Se afastem da porta, temos que tomar cuidado. – Diria, me afastando um pouco, mas não tanto quanto os meus companheiros, por que alguém tinha que abrir a porta. Tomaria uma postura de combate com uma base firme, puxando minha bainha da cintura e a segurando com minha mão dominante. Aguardaria assim por alguns minutos, para ter certeza de que não era um tipo de ataque surpresa e caso algo saltasse para cima de mim, eu utilizaria do auge da minha aceleração e transferiria energia da minha perna para o meu braço dominante para tentar arremessar meu oponente pra longe, mirando a parede ou alguma estrutura próxima para ampliar o meu dano.

Se nada ocorresse, eu passaria a segurar a minha espada com a minha mão dominante e seguiria chutando a porta e correndo pra dentro da próxima sala, olhando em minha volta o mais rápido o possível. Caso o que estivesse se escondendo atrás da porta fosse um adversário e ele fosse outro bandido, utilizaria de minha bainha para bloquear seu possível ataque e contra atacaria utilizando o lado sem lamina de minha espada para atingir-lo em sua barriga enquanto eu colocaria a minha bainha de volta a seu devido lugar e o atingiria com uma rápida e poderosa barragem de socos, e caso ele tentasse sair de meu alcance se esquivando ou caso ele caísse para trás, eu rapidamente agarraria suas camisa e o puxaria para logo após o atingir com um soco no rosto e continuar com minha barragem.
   
      Se fosse um animal de pequeno ou médio porte e estivesse prestes a me atacar, eu aproveitaria meu movimento e o chutaria pra longe. Se fosse um animal de grande porte, eu saltaria e tentaria o atingir com uma voadora em seu rosto e aproveitaria para dar um impulso pra trás e voltar para a sala anterior. Visto que os atiradores têm sedativos em sua posse, eu apontaria para o animal e gritaria: - Fogo!

Se eu notasse alguma armadilha, tentaria utilizar de minha aceleração para mudar minha trajetória de volta para a sala anterior. No fim, se não fosse algo relevante ou ameaçador, apenas seguiria com a guarda levantada, deixando aquilo para trás. Se encontrasse alguma ameaça, após executar um dos casos acima, eu me colocaria em uma posição mais defensiva pronto para desviar caso fosse necessário.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptyDom 06 Ago 2017, 15:46

No Rastro Do Deus Dos Raios


Aquele era meu segundo dia na marinha, e graças a entidade superior, estava sendo mais tranquilo. Os Sparkbolt sempre foram uma família de Marines conhecida pelos quatro cantos do mundo, e por isso, mesmo sendo contra, fui obrigado a entrar naquela joça. Eu ainda não havia me acostumado com o fato de ser marine, mesmo já sendo Sargento (patente a qual que eu curiosamente recebi no meu segundo dia), mas o salário e a companhia de Rin ajudavam a deixar tudo mais tolerável. Afinal, quem não gostaria de receber o próprio dinheiro? O fato de receber dinheiro por missão fazia com que fosse fácil conseguir dinheiro rápido, e assim motivava a fazer mais missões... Espera, o normal seria dar foco na amizade, né? Deleta, deleta, deixa eu refazer. Bom, err... Rin esteve comigo desde quando eu entrei, digo, literalmente a primeira pessoa com quem falei depois de ingressar na marinha, e mesmo uma vez ter sido um pouco babaca com ela após grande estresse pós-missão de um tenente cuzão, eu havia conseguido fazer as pazes com ela recentemente, e isso havia feito muito bem para mim.

Eu e Rin estávamos conversando a um tempo em um corredor mais afastado do QG, até que o assunto da Grand Line havia surgido. Eu sentia que Shells Town era muito parecida com Wars Island, a ilha da qual eu e Rin morávamos e trabalhávamos (por um dia) antes de sermos transferidos (ela pedindo ao tenente, eu informalmente expulso) para Shells. Nos dois tínhamos motivos para não querer permanecer em Wars, e Shells sendo tão parecida não parecia ser uma boa. Nos decidimos seguir para a Grand Line o quanto antes, já que era o sonho de Rin, mas se não fosse possível, ao menos seguir para outra ilha. Parecia uma boa, não? Bom, para mim parecia, pois meus olhos brilharam de empolgação para sair logo daquela ilha, e esperava que os de Rin também. Quer dizer, a Rin estava mais para ficar refletindo e sonhando acordada do que brilhar os olhos, mas aquele era o jeito dela, né.

Eu procuraria pelo QG um quadro de missões com opções de partida da ilha. Eu procuraria missões que levassem a Grand Line, missões que levassem para a GL após passar por outra ilha ou missões que levassem a outra ilha daquele Blue. Caso não houvesse nenhuma, eu diria - Porra, vamos ter que ver isso pessoalmente com o Rema-Cu, digo, Hamaku - E seguiria ignorando qualquer tentativa da garota de saber o que eu ia falar. Chegando na sala do mesmo, eu abriria a porta sem pensar duas vezes ou bater. Caso ele estivesse ocupado, eu diria - Hamaku, preciso falar contigo. Vai demorar muito? - Caso ele falasse sobre respeito e bater na porta, eu diria - Ta, foi mal. Vai demorar? - Caso ele afirmasse a demora, eu me viraria para o corredor - Vou esperar do lado de fora - Mas caso ele dissesse que já estava terminando, eu esperaria ali dentro mesmo. Caso ele não estivesse ocupado e falasse sobre respeito e bater na porta, eu iria até a porta (aberta) e bateria três vezes na porta - Ta, desculpa, pronto. Posso falar agora? - Caso ele me permitisse falar, estivesse livre ou me chamasse após terminar seus assuntos, diria - Eu fui olhar as missões e não achei nenhuma que levasse a outra ilha. Não tem nenhum outro meio não? Sei lá, missão nova, chamada de reforço de pessoal, qualquer coisa - Caso ele me questionasse sobre o porquê de eu querer sair da ilha, eu responderia - Porque sou agitado e ficar parado não é minha praia. Precisa de mais algum motivo? Bom, também que essa ilha me lembra muito a anterior que vim, e isso é um porre - Pararia por um segundo, percebendo que a frase havia caído mal - Sem ofensas, sua administração é melhor do que todos os tenentes de Wars juntos - Caso Rin ficasse ofendida por meu "ataque" aos tenentes de Wars, me lembrando que o avô dela era tenente de lá, eu responderia - Você está defendendo o velho que passa o dia no ginásio com uma roupa apertadinha com os dizeres "seu corpo é seu templo"? - E esperava que ela captasse, pois ela mesma já havia me dito que odiava esse lado de seu avô. Quer dizer, não só esse lado, ela não gostava do avô. Caso Hamaku desistisse e falasse sobre uma missão ou jeito de ir para outra ilha, eu ouviria bem, e no final diria - Compreendido - Mas se ele dissesse que não havia como, me viraria para Rin e diria - ...Acabaram minhas ideias.

Caso Hamaku Thor, eu como foi carinhosa e secretamente apelidado por mim, Rema-Cu, não estivesse na sua sala ou a mesma estivesse trancada, eu diria para Rin - Ihh, melhor ver se ele está por aí pelo QG - E então começaria a andar por aí procurando sinais do grandalhão. Eu contava com não ser difícil de achar o corpo enorme do sargento, pois se dependesse de mim, eu acabaria me distraindo e no meio da busca. Caso achasse ele, eu iria até o mesmo e o chamaria - Thorzinho lindo do meu coração, posso falar contigo um instante? - Caso ele falasse para eu esperar, eu esperaria ele terminar sabe-se lá o que estivesse fazendo ou ao menos até ele se voltar novamente para mim, ou até se ele já me deixasse falar, diria - Por acaso as missões e transferências são o único jeito de mudar de ilha? Porque eu estava pensando em ir para outra ilha, mas não achei missão que me ajudasse no quesito - Caso ele me questionasse sobre o porquê de eu querer sair da ilha, eu responderia - Porque sou agitado e ficar parado não é minha praia. Precisa de mais algum motivo? Caso Hamaku desistisse e falasse sobre uma missão ou jeito de ir para outra ilha, eu ouviria bem, e no final diria - Compreendido - Mas se ele dissesse que não havia como, me viraria para Rin e diria - ...Acabaram minhas ideias.
Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptyDom 06 Ago 2017, 20:33


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea I
.

Acordava após uma estranha noite de sono com os gritos dos seus companheiros náuticos, não havia mudado muito desde a última vez, era um lugar do qual Rin não tinha muita memória de como tinha lá parar, um cheiro estranho pairava pelo ar e acima de tudo a ponta da sua cauda estava fria, o acordar perfeito para um cachorro longe de casa. Sentando-se na cama ainda meio atordoado e sem saber onde estava, o mink bocejou de leve abrindo os olhos, supostamente era cedo ou se não fosse estava muito perto disso, olhando para onde estava a primeira coisa que lhe chamou a atenção foi o uniforme branco que lhe tapava o corpo nada muito diferente da sua roupa normalmente no entanto mais fácil de sujar especialmente para alguém que tão pouco ligava ao seu aspecto.

"Ah pois... Marinha. Correu tudo tão bem que me custa acreditar que não foi um sonho. Se a memória não me falha, já não devo ter a conta a zeros... mais irónico ainda já devo ter uma conta"

Levantado-se da cama após esfregar os olhos e coçar o corpo como o bom cachorro que era, Rin começou por fazer a sua humilde cama, tenho em conta que aquele espaço não eram os seus aposentos privados, o cachorro achou melhor ser cortes e educado e pelo menos perder cerca de dez minutos deixando o seu espacinho apresentável, nada demasiado chamativo ou exibicionista, algo que fizesse o que era dele parecer igual aos outros (algo que não seria muito complicado tendo em conta que apenas se tratava de cobertores e almofadas). Colocando a mão debaixo da cama, Rin iria retirar de lá a sua mochila pois se havia algo que tinha a certeza era a localização dos seus pertences, eram uma questão de habito, uma rotina e organização que sempre teve e que se tivesse sorte continuaria a ter até ao fim dos seus dias, após uma pequena verificação do que tinha no interior, mais especificamente o dinheiro e o par de espadas (katanas) que estariam dentro da mesma, o cachorro colocaria a bolsa as costas e partiria em direcção ao banheiro para alguma higiene pessoal, levar a boca e o rosto seria o ideal visto que ele se lembrava de ter ido tomar um bom duche antes de dormir e o seu cheiro não tinha mudado.

— Deixa ver, se eu fosse um local de higiene. Onde estaria...?

Assim que chegasse ao local, algo não muito complicado de achar para um cachorro visto que bastava seguir o cheiro de um local pouco lavado, Rin lavaria o rosto e as patas antes de abandonar o local novamente, ele não sabia se haveria de encontrar alguém conhecido por aquelas bandas mas caso tivesse esse feliz ou infeliz privilegio o ideal seria cumprimentar e dar um simples bom dia ou boa tarde, nada pouco rude visto que o ideal naquele local era causar uma boa impressão. O seu próximo destino seria passar pela enfermaria e requisitar um kit portátil de primeiros socorros, nada de muito relevante mas que de certeza seria importante caso alguém tiver o pouco azar de se magoar, da última vez que lá tinha ido, o cachorro causou uma bela impressão e até tinha a salvo a vida de um marinheiro que tinha sido baleado e por isso Rin esperava que isso fosse o suficiente para lhe darem o que pedisse. Assim que chegasse iria formalmente dirigir-se para o responsável com um sorriso no rosto e uma continência típica do cargo, não que ele soubesse exactamente o que procurava mas como já o tinha visto tantas vezes que se tornou um hábito.

— Boas, soldado Terumi aqui para solicitar um kit de emergência médica para casos de auxilio imediato.

Independentemente se lhe dariam o que tinha pedido, o próximo local seria sem dúvida nenhuma o refeitório para comer alguma coisa, outra coisa bastante útil sem dúvida nenhuma seria uma garrafa de água extra que o cachorro pudesse guardar dentro da sua mochila em caso de emergência, seja ela sede, desinfestação ou uma situação inesperada. Rin tinha um metabolismo óptimo, sempre que acordava conseguia ficar inúmeras horas sem comer ou sentir fraqueza o que lhe trouxe o hábito de comer tarde e em quantidades diminutas, este aspecto não era saudável de modo algum e que no futuro graves problemas de estômago iriam seguir mas como ainda era jovem de certeza que seria um problema para o "eu" do futuro. Com a comida tratada o ideal agora era procurar uma missão para fazer, talvez isso fosse o local perfeito para encontrar alguém que conhecia ou no mínimo dar-lhe a oportunidade de conhecer alguém novo e de preferência mais simpático do que o ninja maquilhado que tinha conhecido da última vez, caso encontra-se algum superior que não conhece-se faria continência e caso fosse alguém que conhece-se acenaria de leve sem ter a intenção de pertubar.

Off:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptyTer 08 Ago 2017, 03:23

NARRAÇÃO


Agora isso aqui é um thresome!!






Magnus

Magnus explicava seu novo plano pra Mayu, não era nada demais, uma ideia simples, mas que talvez pude-se funcionar em meio aquilo, mas naquele momento outro dilema era parte de sua vida, será que haveria um domador por aquelas regiões, era plausível que sim, mas agora não era hora de ter medo da situação, ele pegava apenas um machadinho de batalha e colocava nas costas para carregar, ele pilhava os bandidos que o pilharam, em pose de combate ele preparava-se pra abrir a porta e levemente a puxava até por finalmente ver o que estava por trás dela, o latido realmente vinha de um cachorro pequeno que não o atacava, estava acorrentado um pouco longe da porta na verdade, mas o que se mostrava preocupante era a visão a frente era quase um pequeno canil, havia uma área gradada que guardava os cachorros dentre elas, haviam algumas raças distintas que deitavam-se meio aquele horário, e algo animador estava diante de seus olhos.

Bem mais à direita da sala havia a mesa colocada estava cheia de Livros e cadernos, sendo um desses aberto bem no meio dela, provavelmente fora mexido recentemente, e na cadeira que se punha para o possível escritor estava a parte de cima do uniforme da marinha, e ao assento a parte de baixo, era um recuperado sem tanto esforço assim. Agora fronte a ele em um avanço continuo estava o corredor cheio de grades, até que finalmente eles chegavam em uma segunda bifurcação dos caminhos, eles estavam, na coisa mais amada por Magnus, bifurcações novamente.

Desta vez um dos caminhos era mais estreito onde poderiam passar no máximo uma pessoa por vez que era a direita do local, enquanto o outro era bem laro quase um túnel de metro, eles podiam marchar meio a qualquer um dos dois mas claro algum daqueles era perda de tempo


Ceji

O Garoto estava eufórico após sua missão anterior e claro, seus objetivos eram crescer dentro daquela organização, visto isso ficar em Shells não se passava pela sua cabeça, então sua caminhada até o quadro de missões era rápida, mas lá não havia nada que o ajudasse no momento, então ele sabia qual sua próxima ideia, claro a sala do Hamaku Thor, se o quadro de missões não lhe dizia, Seria a hora certa do chefe lhe dizer é claro.

O caminho ate a sala era bem perturbado o QG estava um alvoroço depois dos problemas que afetaram todos e mais cedo, soldados corriam ara todos os lados ali naquela situação, talvez indo para lugares importantes, e resolvendo os problemas mais simples por ali, o que ele sabia é que essa agitação era bem grande para o normal do local, ele logo chegava a sala do homem que estranhamente ele estava na porta e terminava o assunto com outro marinheiro que já saia correndo daqui. Thor avistando Lars e sua companheira inseparável, assim já o chamava com a mão entrando na sala. -Eu fui olhar as missões e não achei nenhuma que levasse a outra ilha. Não tem nenhum outro meio não? Sei lá, missão nova, chamada de reforço de pessoal, qualquer coisa- Thor olhava pra ele com um rosto bastante sério durante toda a fala e lhe respondia franzindo um pouco o rosto. - Vocês garotos, todos querendo partir pra longe, é o terceiro que me pede isso hoje, mas me diga por que deseja ir pra la?- ele encerrava com a pergunta enquanto abria a gaveta com algumas folhas e aparentemente estava pronto pra entregar ao garoto.

Lars já tinha a resposta na ponta da língua não demorava muito a falar era uma questão de hiperatividade. -Porque sou agitado e ficar parado não é minha praia. Precisa de mais algum motivo? Bom, também que essa ilha me lembra muito a anterior que vim, e isso é um porre .- A testa do Thor franzia por um momento o suficiente pra Lars perceber que tinha sido estranho a forma como apresentou a ideia, ele usava do tempo antes do velho pirar. -Sem ofensas, sua administração é melhor do que todos os tenentes de Wars juntos- Ele realmente não tinha salvação agora o rosto de Rin franzia, e um ar sombrio se fazia na sala e a mão dela descia com um crock bem perto da nuca de Lars mas antes que ele se explicasse pra ela a palavra era tomada por Hamaku ou Rema-Cu (Mano, genial sapoha)se eles preferem . - Certo muito bem, sobre a viajem, haverá daqui a alguns dias uma missão pra fora da ilha, mas depois falamos sobre isso, eu agora tenho uma outra missão pra você. Aqui está o papel com os detalhes, precisamos de alguém pra investigar essa área descrita ai no papel, tudo indica que há um certo comércio ilegal lá, ou, pelo menos, foi o que contestaram lá, quero que vá nesse lugar e adentre no local. É quase uma mansão de tão grande. -Ele puxava outra papelada da gaveta - Ou se preferir temos outra missão, como já chamei outro sargento aqui pode escolher qual das duas quer, essa segunda é a proteção do porto, hoje de manhã houve toda uma confusão com um soldado suicida nessa região e tudo indica que o ataque ocorrerá por la, precisaremos de alguns marinheiros ativos lá, para proteger pescadores e civis em geral. - Ele olhava seriamente para o garoto que não tinha tanto tempo para pensar, mas decidir rapido era necessário ali.


Teru, The Slice of Life



O canino acordava de manhã já um pouco tarde pra um marine, seu sono devia ser pesado já que a tempos atrás uma bomba explodiu perto de onde ele estava, além de todo um grande alvoroço de corridas, gritos e suicídios que rondaram o ambiente. Mesmo sendo tarde o jovem vagabundo marine ia calmamente se lavar, cuidar da higiene pessoal era parte importante do seu dia, ele farejava para procurar pelo cheiro onde estaria o que procurava, sem demoras ele encontrava e lavava seus pés suas mãos rosto, bunda, e por ai vai, após fazer sua limpezinha simples ele partia para pedir um kit médico, ele adentrava na enfermaria e apenas solicitava ele de forma simples, e uma das moças avisava por telefone a chefe do local, e sendo liberado era apenas entregue como essa era sua função afinal, não haviam problemas nessa parte é claro e o kit médico estava em suas mãos agora, ele se encaminhava ao refeitório após seus primeiros passos. Era uma ótima coisa manter aquilo na bolsa e uma água e uma comida não cairiam mal.

O caminho ate o refeitório era turbulento mas apesar de tudo era uma coisa que iria recompensá-lo com a comida, marines corriam hoje o temo todo pelo QG tudo bem distante do habitual mas antes de adentrar no refeitório uma moça via ele e o parava rapidamente dando um aviso. - Você é o Rin né? Bem que me disseram que eu ia reconhecer, parece mesmo um cachorro, bom o Hamaku esta te chamando na sala dele, Era algo sobre a taverna Grand Drinks, ou um lugar perto dela. - A moça esbanjava um belo sorriso enquanto terminava de falar, e Teru segue ao refeitório ou vai logo a sala?

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptySex 11 Ago 2017, 14:27

First Fantasy dungeon




Bifurcações... Ahhh... Agora eu sei por que meu pai às vezes voltava bêbado pra casa... Missões da marinha é o tipo de coisa que tira a paciência do meu ser. Você acorda e sai de casa procurando por uma boa batalha e se mete no meio de uma dungeon com um anão e um filhotinho de guardas. Realmente espero que no fim dessa tortura, eu encontre um baú cheio de bom equipamento, que por sinal já tinha me dado um machado e uma faca envenenada. Não é como se eu fosse abandonar a minha querida Agnis por causa de armas de graça, eu sou um ferreiro fiel.

Vamos lá... Dessa vez vamos usar algo que eu não vejo faz tempo... RACIOCINIO!!!


Música do raciocinio:
 


  Bom, se analisarmos a situação, o túnel mais estreito poderia ser uma espécie de armadilha, já que se mais de uma pessoa adentrasse esse corredor, uma fuga espontânea seria bem difícil. Além disso... Uma emboscada seria bastante efetiva, porém seria basicamente uma série de lutas um contra um até que os mais fracos caiam. Por outro lado, no fim deste túnel, pode estar localizado a sala de reunião ou algo do gênero, e o gigantesco túnel seja apenas parte de uma maneira de se locomover de forma discreta pela ilha. O túnel estreito também pode estar lá para me separar do grupo. Já o túnel maior poderia ser uma grande emboscada, com diversos criminosos nós superando em números ou até mesmo tentando nos pegar com explosivos e coisas do gênero. As perdas seriam bem maiores se fossemos por ali de forma descuidada.

Certo, já sei o que eu devo fazer... Encararia a bifurcação por alguns minutos e depois viraria para o grupo que me acompanhava e diria: – Alguém trouxe explosivos? Vamos levar o que já temos e aterrar esse lugar, não tenho paciência para mais um corredor bifurcado. – Se eles me olhassem seriamente ou tirassem um explosivo dos bolsos eu apenas diria: – Eu tava brincando... Qual é, nós não chegamos até aqui pra desistir assim... Heheheh... – Seguiria sorrindo, até por que mesmo que fosse apenas uma brincadeira, era meio o que eu queria.

Mas parando pra pensar... Há alguns dias eu vi algo que sinto que poderia me ajudar nessa situação... Hmmm... HMMMMMMMMMMMMMMMM... AH! A MAYU JÁ ESTUDOU A GEOGRAFIA DA ILHA! ÓTIMO! ÓTIMO!

  –Mayuuuuu~! – Diria em um tom doce, me inclinando em sua direção e olhando em seus olhos. – Poderia me dizer, por favor, o que você acha? – Aguardaria sua resposta. Se ela escolhesse o caminho mais estreito, eu seguiria dizendo: – Certo! Então eu quero que você e os outros soldados esperem aqui e preciso que os atiradores me acompanhem de longe, mas antes eu preciso que antes vocês arremessem algo pelo corredor, preciso garantir que não tenha uma armadilha por ali e também que o túnel não seja apenas uma linha reta para o nada e também, vejam se podem enxergar algo suspeito dentro do túnel, por favor. AH! E se algo acontecer comigo. Cancelem a missão e retornem pro QG. – Ficaria de lado e aguardaria os atiradores confirmarem se o túnel era confiável. Se assim fosse feito e estivesse tudo certo com aquele caminho, eu diria: – Certo! Cavalheiros! A ordem é atirar em tudo que não for eu, se virem ou ouvirem algo estranho, não hesitem. EEEE! Caso vocês ouçam... Hm... Duas palmas e um assobio, vocês podem atirar a vontade.  – Sussurraria a ultima parte e  dai eu pegaria o machado e seguiria lentamente. Tentaria me manter em silencio para aproveitar da pouca luminosidade.

Se por acaso eu me deparasse com alguma criatura hostil ou oponente tentando me derrubar de forma furtiva ou algo assim, eu me jogaria no chão e faria como havia dito, batendo duas palmas e assobiando o mais alto o possível. Se encontrasse alguma estrutura suspeita, tatearia o caminho à frente com o machado e utilizaria meu conhecimento de mecânica para não ser preso de surpresa por mecanismos ocultos e tentaria esquivar da forma mais efetiva, me jogando no chão, saltando para trás, pulando o mais alto o possível ou bloqueando projeteis com o machado dependendo do tipo de armadilha. Se encontrasse uma porta bloqueando meu caminho, eu a derrubaria utilizando o machado em minhas mãos e se fosse bem sucedido, gritaria: – Here’s Johnny! – E olharia em minha volta para não ser pego de surpresa assim que entrasse. Se encontrasse muitos oponentes, recuaria brevemente para afunilar-los para um combate um contra um.

Se não tivesse nada que me impedisse de seguir e explorar, eu apenas procuraria pelo resto dos uniformes. Se não tivesse nada lá, eu apenas utilizaria da minha aceleração para voltar pelo mesmo caminho o mais rápido o possível.

Mas se a Mayu escolhesse o outro lado, eu apenas diria: – Certo, quero que todos fiquem bem próximos, os atiradores vão ao meio e eu e a Mayu iremos à frente, quero que o resto do pessoal cubra a retaguarda, não podemos ser cercados bem aqui. Também peço que vocês fiquem de olhos bem abertos para outros atiradores ou qualquer coisa suspeita, como uma salinha no meio do túnel ou até mesmo atalhos. Agora vamos! – Diria em um tom autoritário, mas não para soar como um sargento mandão, mas para encorajar os soldados.

Assim que adentrasse o túnel, eu utilizaria do meu conhecimento de mecânica e engenharia para localizar anomalias na estrutura que poderiam ser armadilhas envolvendo mecanismos e etc. Se fossemos cercados ou atacados, eu gritaria: - Formem um circulo! – e puxaria o machado, me posicionando de maneira defensiva, preparado para uma batalha, soltando um – MANDEM VER! – De maneira espontânea com um sorriso enorme no rosto.



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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptySab 12 Ago 2017, 19:53


Chapter One  -To the Grand line!
Sea Hound

I bite way more than I bark
A Dog At Sea II
.

Obtendo o kit de primeiros socorros de forma imediata e de certa forma sem nenhum obstáculo, o cachorro não perdia tempo e guardava o mesmo dentro da sua mochila. Da última vez que tinha ido pedir alguma coisa o pedido quase foi negado por escassez de recursos na marinha mas era bom saber que pelo menos o assunto tinha sido resolvido ou pelo menos o cachorro julgava que tinha sido resolvido visto que não tinha negado. Saíndo da enfermaria com um peso extra no seu inventário, o mink seguia o barulho de marinheiros e pratos batendo mas acima de tudo o cheiro a comida até a cantina ou refeitório da marinha e preparava-se para se meter na fila para pegar um tabuleiro e acima de tudo o seu almoço no entanto um pequeno obstáculo aparecia no seu caminho colocando uma parede invisível e de certa forma metafórica entre ele e a sua deliciosa comida, não que fosse algo do outro mudo ou cozinhado por um chef profissional de mil e uma estrelas no entanto era comida grátis e se havia algo que estava na sua lista é que comida grátis era sempre bem-vinda.

- Você é o Rin né? Bem que me disseram que eu ia reconhecer, parece mesmo um cachorro, bom o Hamaku esta te chamando na sala dele, Era algo sobre a taverna Grand Drinks, ou um lugar perto dela.

— Ah sim, sou ... Já me disseram isso antes. Enfim vou lá ver o que precisam de mim e depois venho comer, duvido que esteja a perder algo de importante mesmo. Comida de refeitório nunca teve fama de ser gourmet.

Com um comentário sarcástico e um suspiro de desilusão, o cachorro baixava as suas orelhas caninas para cada lado e agarrando as alças da sua mochila Rin dava meia voltando abandonando o refeitório e partindo em direcção a sala desse tal de Hamaku. Até aos dia de hoje o jovem não sabia se o moço era um sargento ou um capitão, ele também não fazia parte da marinha à muito tempo mas tendo em conta que todos os membros naquele local que não era civis ou casos especiais seguiam um regulamento de vestuário especifico o suficiente para identificar o respectivo rank ou patente na hierarquia oficial. De certa forma também era algo que o mink não podia simplesmente perguntar pois isso iria insinuar que ele não sabia dos procedimentos e como castigo iriam dar-lhe algum trabalho lastimável ou no pior dos casos a sua questão ser levada como um puro desrespeito e o cachorro acabaria atirado num canto no fundo de um barco limpando o chão até não ser mais capaz de se manter, pelo menos este estes os comentários que os marinheiros mais antigos usavam para assustar os novatos e tendo em conta que o mesmo boato era repetido em várias partes do quartel, já se tratava de uma coincidência um pouco grande de mais para se tratar de uma simples piada.

Caminhando pelos corredores, a única coisa que provavelmente seria audível era o som dos seus sapatos sociais ecoando no pavimento limpo e encerado visto que maior parte do quartel estaria ocupado ou a comer ou fora do local em missões, coisas como manter a ordem nas ruas, vigiar certos estabelecimentos ou mercados ou simplesmente comprando mantimentos para manter o local a funcionar sem muitos contra-tempos. Até ao momento todas as missões que Rin teve naquele lugar não exigiram muito de si, a única coisa que ainda lhe causava confusão era a cicatriz que tinha tido na sua missão anterior, talvez houvesse alguma loção ou pomada que pudesse aplicar para ajuda-la a desaparecer e manter o seu corpo esbelto e 100% não-danificado visto que ainda tinha uma imagem e auto-estima a manter. Assim que chegasse junto a porta de Hamaku o mink respiraria fundo de modo a parecer calmo e confiante momentos antes de bater a porta com a intenção de pedir permissão para entrar.

— Bom Dia/Tarde... Queria falar comigo? É que eu acabei de acordar e ia comer alguma coisa antes de pegar o meu trabalho para hoje ... enfim no que posso ser útil capitão..?


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptySeg 14 Ago 2017, 14:39

Quest Dos 100 Anos Para Mudar De Ilha


Tudo começou quando um relógio esquisito naquele maldito quadro. Eu estava tão animado para sair daquela ilha, talvez já ir para a tal Grand Line, mas aquele maldito quadro, quer dizer, aquele maldito QG... Não era atoa que eu não gostava da Marinha, ter que depender dos outros e era horrível, e eu amaldiçoada meus pais em segredo nesses momentos por me fazerem entrar naquela organização como dizia a tradição da família. Qual era a dificuldade em simplesmente ir para outra ilha? Porque esperar barquinho de missãozinha? Nesse momento, eu sou obrigado a dizer que essa marinha está uma porra.

Bom, lá estava eu, inocente e feliz procurando um quadro de missões. Eu e Rin havíamos decidido seguir para outra ilha ou até mesmo para a Grand Line, e por isso seguíamos para o quadro. O inocente eu achava que pegar uma missão que nos levava para outra ilha era o jeito mais fácil de sair dali, mas eu não sabia a dificuldade que essa simples busca teria. Não foi difícil achar o quadro de missões, mas eu estava achando super difícil achar uma missão que se encaixava no que queríamos até perceber que não é que estava difícil de achar, mas sim que NÃO HAVIA NENHUMA! Eu fiquei olhando por alguns segundos para o quadro, com cara de cu, com as esperanças se esvaindo. Não era possível que eu ficaria preso naquela ilha por um muro tão baixo, então comecei a pensar em que outros meios poderiam me permitir sair daquela ilha, e então me lembrei de como eu havia saído de Wars. Eu havia recebido uma transferência para Shells por requisitar, mas eles já tinham planejado me chutar para outra ilha. Então se tudo o mais não funcionasse, eu teria que pedir transferência ou ser expulso para outra ilha. MAAAAS, eu ainda tinha uma opção antes de partir para o plano B: o Sargento Rema-Cu.

Eu já sabia aonde era a sala dele, então eu e Rin seguimos para lá após o fracasso com o quadro se missoes. O QG estava bem movimentado, pois parecia que havia tido alguma confusão naquele lugar. Confuso essa que eu não me importava, óbvio, e não iria me atrapalhar de chegar até a sala de Thor. O sargento estava conversando do lado de fora com outro marine, então tive que conter meus impulsos de o interromper, e fui falar com ele assim que o borra-botas saiu. Rema-Cu ouviu o que eu fui dizer e, levantando as sobrancelhas, questionou - Vocês garotos, querendo todos partir para Logue, é o terceiro que me pede isso hoje, mas me diga porque quer ir para lá? - MALDITOS COPIÕES! Dois antes haviam pedido! Tenho certeza que esses bocós deveriam ter ouvido minha conversa com Rin e decidido copiar! Eu talvez devesse me acalmar, mas a raiva daqueles dois já tinha me dominado e me feito ser sincero demais com a resposta. Obviamente Hamaku se sentiu ofendido por ser comparado com a marinha de Wars, quem não se ofenderia com isso? Quer dizer, a marinha de Wars era um lixo. Tá, talvez só eu pense isso, mas não muda o fato de que Rema-Cu parcia ofendido, e quando eu tentei concertar minha fala, acabei ofendendo os tenentes de Wars. Quer dizer, não que eu não quisesse ofender eles, mas o problema é que Rin ficou irritada com isso. Sim, o avô dela era um tenente, e pessoas normais ficariam irritadas com isso, MAS ELA ODIAVA O AVÔ! Sério, ela tinha desenvolvido uma segunda personalidade violenta por causa do avô que só sabia a irritar e ser cuzão! Não fazia sentido ela ficar irritada por uma ofensa contra ele, e muito menos entrar na segunda personalidade pela simples mensão aos tenente de Wars, senão ela não teria conseguido conversar com o outro tenente de lá, e também não fazia sentido porque ela mesma havia dito que a segunda personalidade só aprecia em lutas ou treinos! Realmente, era um mistério o que acontecia, mas não me impediu de sentir a Morte fungando na minha nuca.

Ao menos o Rema-Cu havia se acalmado um pouco depois do meu, ahn, elogio ao trabalho dele? Eu esperava que ele fosse me dar missão para Logue naquele momento, mas o fdp estragou ainda mais meus sonhos - Certo muito bem, sobre a viajem, haverá daqui a alguns dias uma missão pra fora da ilha, mas depois falamos sobre isso, eu agora tenho uma outra missão pra você - ...DAQUI A ALGUNS DIAS?!?! EU NÃO HAVIA AGUENTADO UM DIA EM WARS, COMO ELE QUERIA QUE EU AGUENTASSE "ALGUNS DIAS" ALI??? O desespero ficou estampado na minha cara, mas ele continuou falando do mesmo jeito - Aqui está o papel com os detalhes, precisamos de alguém pra investigar essa área descrita ai no papel, tudo indica que há um certo comércio ilegal lá, ou, pelo menos, foi o que contestaram lá, quero que vá nesse lugar e adentre no local. É quase uma mansão de tão grande - Outra missão... Outra missão... Outra missão... EU NÃO QUERIA OUTRA MISSÃO! EU QUERIA IR PARA A GRAND LINE LOGO!!! Como antes, ele prosseguiu como se nada estivesse acontecendo, enquanto pegava outro papel - Ou se preferir temos outra missão, como já chamei outro sargento aqui pode escolher qual das duas quer, essa segunda é a proteção do porto, hoje de manhã houve toda uma confusão com um soldado suicida nessa região e tudo indica que o ataque ocorrerá por la, precisaremos de alguns marinheiros ativos lá, para proteger pescadores e civis em geral - Por um momento eu esqueci totalmente sobre sair da ilha - Não, NÃO NÃO! Sem mais missões de patrulha! - Dizia, puxando o papel da missão do comércio ilegal da mão dele - Deixa eu ver essa merda logo - Daria uma olhada rápida do papel da missão - Tá. Eu faço essa caralha. Mas me põe na missão para Logue - Dizia, esfregando meus olhos para me acalmar. Esperaria para ver se Rin se pronunciaria sobre ir também na missão de Logue e/ou ir na missão dos traficantes comigo, e depois sairia da sala lendo melhor o papel da missão. Sinceramente, apresentar OUTRA missão de patrulha para mim parecia ter sido algum método estranho para aceitar logo a outra, porque eu já estava de saco cheio de patrulhas. Rema-Cu engenhoso.

Agora que eu teria que ir na missão, eu queria termina-la o mais rápido possível. Assim, eu pensei em pegar uma espada melhor no arsenal da marinha. Talvez uma de dois gumes, em contrapartida a katana monolaminada. Saindo do local, eu ficaria alternando entre ler o papel da missão é olhar o caminho para ir para o Arsenal do QG. Caso trombasse com alguém no caminho, diria - Sai da frente - sem nem parar de andar. Caso Rin perguntasse aonde eu estava indo, eu diria, ainda um pouco alterado - Indo pegar uma espada melhor no arsenal - E/mas caso ela falasse sobre minha "ofensa ao seu avô", eu diria, com um pouco de raiva na voz pela situação em que estavamos - Olha, eu pensei que você não gostava do seu avô, e eu não estava falando só dele. Todos os tenentes lá só sabiam implicar comigo, como se eu precisasse me esforçar mais, provavelmente só por causa de um nome de família! Você quer desculpas?! Tá, desculpa! - E bufaria, voltando a olhar para a frente. Depois de alguns segundos, eu perceberia o que tinha feito, e suspiraria para falar um pouco mais calmo - Rin, desculpa falar assim... Eu acabei descontando em você que nem aquela vez em Wars... Eu... Preciso me acalmar um pouco... - E iria o resto do caminho tentando permanecer calmo. Chegando no arsenal, eu pediria/pegaria uma espada de dois gumes vulgo espada nível 2 e, após embainha-la junto da katana, seguiria para o local do comércio ilegal, mas primeiro observando de longe ao redor do lugar, para ter uma noção geral e ver se algo chamaria minha atenção, tentando me manter escondido.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptyQui 17 Ago 2017, 11:39

NARRAÇÃO


Agora isso aqui é um thresome!!






Magnus

Bifurcações eram uma pequena parte do ódio do garoto em sua vida, sempre há algo que irrita profundamente alguém, bifurcações eram a kriptonita de Magnus que agora tudo que desejava era matar o arquiteto/engenheiro que criou aquela droga, ele apenas fazia suas honras. – Alguém trouxe explosivos? Vamos levar o que já temos e aterrar esse lugar, não tenho paciência para mais um corredor bifurcado. – um dos homens olhava pra ele com um brilho no olhar, parecia emocionado com a ideia de explodir tudo, ele se aproximava do garoto e falava baixinho perto do ouvido dele. - Serio? Cê não conta que fui eu?- um enorme sorriso estava no rosto daquele homem ate que Magnus cortava aquilo. – Eu tava brincando... Qual é, nós não chegamos até aqui pra desistir assim... Heheheh... – Ele baixava a cabeça com aquela cara de “OK” bem desanimado com a negação da realização da vida dele.

O garoto agora estava em seus pensamentos o que fazer naquele caso, como prosseguir? Deia existir algo que o facilita-se aquele caminho, na verdade a coisa que ele poderia ter feito a tanto tempo atrás só agora surgia na mente dele. A garota poderia desde o começo tê-lo ajudado com a geografia. –Mayuuuuu~! - Ela olhava pra ele diminuindo as pálpebras (Famoso “e.e”) enquanto esperava a bomba que ele falaria, ela não lembrava bem, mas geralmente algum pedido estranho sairia dali. - Poderia me dizer, por favor, o que você acha?- Ela olhava rapidamente as duas passagens e por mais que a estreita tivesse um caminho mais rápido, bem a outra era mais prática.

Ela andava um pouco na sala e pegava uma das velas mais atrás da sala anterior, apenas pra iluminar o início das passagens além de ser útil viagem a frente, após alguns segundos de observação da anatomia do local ela tinha uma boa ideia de onde eles estavam. - Existem as vantagens de ambos os caminhos, pelo caminho estreito, é mais rápido ao porto, porém se eu fosse com muitos homens comigo eu iria pela maior passagem, que provavelmente dá em uma área mais isolada do porto que a primeira também, pensando no número de uniformes roubados, creio que não são poucos.- Ela encerrava então garantindo a ideia de a passagem a direita.

Magnus confiava no poder de discernimento da moça e sabia que com isso eles podiam seguir sem medo pra onde estivessem planejando, ele passava as ordens para que todos seguissem garantindo posições e agora eles finalmente estavam ao centro de uma sala enorme, diferente de tudo que eles passaram ate ali essa era larga enorme e cheia de pilares a sustentando, e logo o barulho do aço no ar surgia fronte a Mayu vindo de traz de um dos pilares, era uma foice assassina que avançava fronte a ela, em rápida esquiva ela desviava dos golpes, rapidamente um tiro soava a distância e os atiradores em Prontidão, já apontavam para a direção dos alvos em questão, lá ao fundo uma risada era ouvida, próximo ao que seria a saída pra próxima rota subterrânea.

E Magnus não tinha paz, um enorme brucutu cheio de músculos vinha em sua direção, sua aparência era estranha, dentes pra fora da boca e os músculos anormais para seu tamanho, mal era possível dizer que aquilo era humano. E la distante o homem que segurava uma espécie de bastão se pronunciava. - Eu sabia que a marinha mandaria algum cachorro aqui, o chefe não queria deixar vigília mais eu insisti, é assim que age uma mente superior, ela prevê as coisas, desde o obvio ao duvidoso, você não sai daqui garotão hhahahahahahahahahahahahaha- Era caricato toda aquela encenação mas ao mesmo tempo estranha.

Inimigo do Magnus:
 

Lutando com a Mayu:
 

Cara fazendo o discursão chato:
 




Ceji

Ceji já completamente afoito com medo de pegar mais uma das missões que ele já tinha ódio ate o momento, apenas olhava por cima os papéis, um ambiente próximo a Grand Drinq’s, onde casos estranhos de desaparecimento vinham ocorrendo assim como denúncia de atividades ilegais ali por perto na viela, mas não parecia um trabalho tão simples, e talvez mexendo com algo além do que um sargento normalmente poderia lidar, mas era um pressentimento apenas ele logo aceitava. - Tá. Eu faço essa caralha. Mas me põe na missão para Logue.- Thor abria um sorriso no rosto aparentemente aquilo era mesmo o que ele desejava, o garoto estava um tanto quanto irritado r o tenente apenas confirmava com a cabeça que o colocaria na missão.

Ele caminhava para a sala de armas após informar que pegaria sua arma nova, ele logo esbarrava com Teru(O player mesmo) mas nem prestando atenção apenas falava -Sai da frente- e seguia seu rumo implacável, finalmente chegando ao local ele pegava sua nova arma, a espada de dois gumes, e Rin o perguntava. - Ela é melhor que a outra certo?- ela não perguntava nada sobre o ocorrido, não é que ela gostasse do velho mas apenas a ideia de lembrar de Wars era algo que a fazia pirar e digamos que pro azar de Lars ela está naqueles dias (É meu bom, pitada de vida real mesmo TPM Extreme) talvez ele não sobrevivesse a essa temporada terrível.

Ele finalmente caminhava com ela para o local Rin tinha um mal pressentimento logo na chegada, ela via o ar pesado que envolvia o local. - Lars, tem algo errado com esse lugar.- Ele agora podia ver a viela e a mansão onde as coisas “ocorriam” era uma viela Reta e sem saída com um muro ao final que contemplava o local o deixando sem saída. A esquerda a famigerada casa




Teru, The Slice of Life

A triste notícia de que ele não poderia comer tão rápido quanto esperava abalava um pouco, ele caminhava relembrando o fato de não saber direito o que o Hamaku Thor era, já que tinha medo de perguntar sobre as organizações de fardas, ele distraído esbarrava em um velho conhecido Lars, que muito apressado e ainda irritado com alguma coisa já se pronunciava apenas dizendo. -Sai da frente- e passava sem perceber direito de quem se tratava.

Ele finalmente adentrava a sala de Hamaku a qual a porta ficara aberta com a saída do sargento que estava lá antes. — Bom Dia/Tarde... Queria falar comigo? É que eu acabei de acordar e ia comer alguma coisa antes de pegar o meu trabalho para hoje ... enfim no que posso ser útil capitão..?- Thor o olhava sério e pensativo, a pelugem do garoto era bem aparente e mesmo vendo tantas vezes causava estranheza. - Bem garoto, falaremos sobre sua promoção, já faz um tempo que está por aqui na marinha e nos tem sido útil, creio que está apto a avançar mais aqui. - Ele levantava a sobrancelha direita e prosseguia. - Vamos testá-lo mais tarde mas pode ir comer primeiro e me encontre aqui novamente e faremos seu teste, para ver o quanto cresceu nesses tempos Certo?- Ele encerrava coçando o queixo.


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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptySex 18 Ago 2017, 23:34

Straigh 2 hell





Tudo aquilo aconteceu de forma muito rápida! Bem... Rápida o suficiente para eu não entender nada... Então vamos recapitular... Foice, ogro, tagarela, saída, missão completa, barco pra GL. Bom! Independente do que tivesse acontecido ou não, eu sabia que tinha inimigos formidáveis na minha frente. In... Inimigos formidáveis... Enfrentar um gigante...

–AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH – Um grito mais que espontâneo escapou de minha boca, não era um grito de desespero nem dor e nem de ironia. Sabia disso, pois eu simplesmente não entendia o que havia de errado comigo. Meu corpo tremia, mas me sentia saudável e são; Meus olhos se arregalaram, mas não sentia surpresa; Eu fechava meu punho involuntariamente de forma que eu até mesmo podia sentir o meu pulso correndo com as pontas dos meus dedos. Após me sentir assim por um tempo, eu achei que estava em uma espécie de frenezi e que finalmente havia ficado maluco ou coisa assim, mas ai eu me lembrei do passado onde eu derrubei vários e vários piratas que nem eles e de quando eu derrotei aquele mercenário dentro do barco que estava prestes a explodir... AHHHH! Adrenalina! Eu senti falta disso! Desde aquela perseguição até o beco!

– EU PODERIA BEIJAR VOCÊS! UM POR UM! Mas a gente não tem tempo pra isso EEEEEEEEEEEEEEE para retribuir o seu belo gesto que foi essa iniciativa maravilhosa! Eu aceitarei o desafio! Se preparem, pois espero que essa batalha dure bastante. – Me sentia que nem uma criança numa loja de doces louca para a ação!

Olharia diretamente para os olhos do gigante, com aquele meu enorme sorriso estampado em minha cara, fiz questão de demonstrar o quão feliz eu estava por estar os enfrentando naquele local, tenho certeza de que meu oponente não interpretaria de outra forma.  Puxaria o machado que tinha pegado emprestado na ultima sala e o seguraria com as duas mãos. Prestaria atenção na garota com a foice e coxões, e também prestaria atenção no bocudo com lança.

Rapazes! Cubram minha retaguarda! Confio em vocês o bastante e tenho certeza de que não permitirão que eles tenham a oportunidade para um ataque covarde. – Diria em alto e bom tom, tentando passar confiança para os meus homens. – Se quiserem se juntar a mim, que seja de forma justa e igualitária! Apenas se junte a batalha se for para um embate frente a frente com o oponente! – Prosseguiria, tomando a minha postura para uma arrancada em direção ao meu oponente.

– Mayu! Vamos usar aquilo!– Se ela conseguisse me ouvir, eu partiria pra cima da garota com a foice usando da minha aceleração para ir de zero a cem, tomando cuidado para não atrapalhar um possível ataque de sua parte ou algo assim, ainda olhando pro gigante, e utilizaria de toda a minha força nas duas mãos para tentar executar um golpe que poderia ser lento, mas forte o bastante para desestabilizar a garota. Sabia que a Mayu não ia entender nada, mas eu queria que o inimigo pensasse que tinhamos uma arma secreta. Se ela ficasse desestabilizada ou algo assim, eu tentaria me posicionar de forma que se o gigante me atacasse, ele fosse atingir a minha oponente junto. Se ela bloqueasse o ataque e ele não a fizesse perder o equilíbrio ou a firmeza que segurasse sua arma e se ela chegasse a os perder, mas os recuperasse de forma rápida, eu seguraria o machado nas duas extremidades, na horizontal e golpearia seu peito, visando empurrar-la para trás.  Faria aquilo para deixar a guarda dela aberta o suficiente para a Mayu atacar.

Assim que tivesse a oportunidade, eu iniciaria outra corrida, agora em direção ao gigante que acho difícil conseguir em superar em velocidade. Iria confiante, com o machado em minhas mãos e dando dashs em ziguezague, utilizando de minha aceleração para quando fosse alterar a direção do avanço, não ficasse parado por muito tempo e nem perdesse o ritmo e a velocidade. Ao me aproximar dele, eu daria um dash mais forte em linha reta, para provocar um ataque ou uma reação exagerada de sua parte. Se ele o fizesse, eu daria mais dois dashs: Um para o lado que atacou e o outro para suas costas. Se ele não fizesse nada demais ou ficasse parado, eu ameaçaria saltar para cima dele e logo depois, se fosse possível, prosseguiria me jogando no chão para aproveitar toda a velocidade que tinha ganhado e deslizar entre suas pernas.

Se conseguisse passar por ele e ficar bem nas suas costas, eu firmaria minha base, mesmo que em movimento e entraria na posição para utilizar o Seijaku. Ao executar o Seijaku, eu o faria duas vezes: Uma para iniciar um movimento giratório completo, utilizando o auxilio de minhas pernas para alcançar a velocidade máxima do giro, mas mantê-lo-ia de forma que eu não perdesse o controle e acabasse tropeçando. Após isso, eu pisaria com firmeza para parar o giro, mas deixaria os meus braços seguirem o seu rumo para finalizar executando novamente o Seijaku, unindo a velocidade que tinha juntado com a força da técnica. Eu miraria bem nas pernas do gigante, tentaria atingir as duas com aquele que na minha cabeça seria o golpe mais forte que havia usado na minha looooonga carreira como sargento. Se ele sucumbisse ao meu ataque, eu prosseguiria, desferindo um chute bem onde seria o seu saco e terminaria fincando o machado bem em suas costas.

Se em algum momento projeteis voassem em minha direção, eu puxaria a adaga envenenada e saltaria para um lado seguro, tentando bloquear os projeteis com a lamina da adaga. Se por acaso, eu não conseguisse ser veloz o suficiente contra a garota da foice, eu tentaria bloquear seu golpe, segurando o machado em suas extremidades e o colocando na direção da foice. Se em algum momento, eu estivesse prestes a receber um ataque do gigante, tentaria usar essa oportunidade para me aproximar dele com um rápido avanço por dentro de sua guarda, utilizando de minha aceleração. Logo após eu tentaria pisar em seu pé com toda a minha força e aproveitando do pisão, eu saltaria e tentaria atingir-lo com o máximo de golpes que eu pudesse dar em seu rosto enquanto estava suspenso pelo meu salto. Logo após isso, eu retomaria a minha estratégia de me posicionar atrás dele e usar o Seijaku.

Sucedido ou não, eu tentaria saltar para longe dos três oponentes e respiraria um pouco, até por que eu não tenho gás pra cuidar de três ao mesmo tempo.



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Última edição por gmasterX em Seg 21 Ago 2017, 16:29, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptySeg 21 Ago 2017, 10:04


Chapter One  -To the Grand line!
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A Dog At Sea III
.

Ainda meio hesitante por não saber o porque de lhe terem chamado de forma tão repentina e inesperada, o jovem acabava por chegar a sala de forma calma e organizada de modo a passar um postura calma e cardeal, Rin deparava-se instantaneamente Hamaku visto que a porta estava meio aberta facilitando o acesso, sem perder mais tempo o cachorro entrou na sala após bater a porta por uma questão de formalismo e deu alguns passos em frente acabando por parar a alguns metros da mesa do mesmo. Ele ainda não sabia porque que lhe tinham chamado, ela sabia que não tinha feito nada de mal ou ilegal logo esse aspecto deixava-o de consciência tranquila, com essa opção excluída restavam as opções de transferência ou talvez mudança de cargo.

— Bom Dia/Tarde... Queria falar comigo? É que eu acabei de acordar e ia comer alguma coisa antes de pegar o meu trabalho para hoje ... enfim no que posso ser útil capitão..?

- Bem garoto, falaremos sobre sua promoção, já faz um tempo que está por aqui na marinha e nos tem sido útil, creio que está apto a avançar mais aqui.

A conversa parecia séria, era a primeira promoção que iria receber desde que tinha começado a trabalhar naquele lugar, ironicamente era engraçado ver o seu esforço recompensado até porque de certa forma o mink julgava que só iria receber uma promoção quando estivesse velho ou algo do género. Tudo parecia bem até que o seu estômago começou a roncar, não tinha caído num bom momento ou pelo menos era melhor se o seu estômago espera-se mais cinco ou dez minutos antes de copiar um dinossauro mitológico, especialmente na presença de alguém tão importante.

- Vamos testá-lo mais tarde mas pode ir comer primeiro e me encontre aqui novamente e faremos seu teste, para ver o quanto cresceu nesses tempos Certo?

— C-certo. Darei o meu melhor...

Com a conversação termina e sabendo agora o motivo de ser chamado, o próximo local seria novamente o refeitório para finalmente comer alguma coisa, outra coisa bastante útil de que ele não se podia esquecer era sem dúvida uma garrafa de água extra que o cachorro pudesse guardar dentro da sua mochila. Após se despedir do seu superior, o ideal seria agora fazer o mesmo caminho de volta para regressar ao refeitório, momentos como aquele faziam o cachorro relembrar que já não via alguns dos seus amigos que também pertenciam a marinha à algum tempo mais especificamente Hyo, um  moço que tinha feito o alistamento praticamente ao mesmo tempo que ele mas ironicamente nunca mais se tinham deparado e por mais estranho que fosse, o quartel da marinha era grande mas não era grande ao ponto de nem sequer se cruzarem pelas corredores. Mas independentemente do que se passava o importante era comer algo.

Objectivos:
 
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: To the grand line!   To the grand line! - Página 2 EmptyTer 22 Ago 2017, 22:19

A Mansão E O Beco


Eu estava muito puto. Putaço. 200% pistola. Aquele porra do sargento Rema-Cu devia ter feito de propósito, puta que pariu. O que ele fez, você quer saber? O arrombado simplesmente me deu duas opções de missões, sendo que uma delas era meu nêmesis: missão de patrulha. Mano, que ódio daquele babaca, provavelmente tinha feito de propósito para eu pegar a outra missão, que parecia bem mais difícil, e eu cai direitinho na dele, que nem bosta caindo do cu. E sabe qual era a pior parte PARA SEQUER TER UMA CHANCE DE SAIR DE SHELLS, EU TINHA QUE FAZER AQUELA CARALHA... Que vontade de matar alguém...

Bom, tentando me acalmar depois do beco sem saída que fui posto pelo remador de ânus, tentei focar minha mente no meu objetivo mais imediato, que era conseguir uma espada melhor. Enquanto andava, trombei com o marinheiro de orelhas estranhas que tinha me ajudado em uma missa mais cedo. Missão de patrulha, obvio. Como eu já mencionei, eu estava muito puto, então não estava com clima para bater papo e só soltei um "sai da frente" antes de seguir. Por incrível que pareça, Rin não comentou nada no caminho até lá, o que me fez questionar sobre a raiva dela anterior; será que ela havia ficado daquele jeito apelas por eu ter mencionado Wars? Não, não era possível... Ela mesma havia me dito que era muito calma, e que sua segunda personalidade só se manifestava em combate e treino, que era quando descarregava a carga emocional... Isso só me fazia, ahn, chegar a certas conclusões. Bom, isso não me impediu de seguir. No arsenal, tratei logo de ir na espada de dois gumes, e Rin, dessa vez calma, questionou - Ela é melhor que a outra certo? - Realmente saber se era melhor ou não era um fator muito importante na hora de escolher a arma, então a respondi, um pouco mais calmo também - Olha, pelos meus poucos conhecimentos sobre armas, acho que sim. Só o fato de ter dois gumes já merece que eu leve uma, já que com dois gumes eu não preciso girar para mudar o lado do ataque, podendo alternar o ataque mais rápido - Dizia pegando a bainha e a espada, pondo-a ao lado da katana na minha cintura, e seguindo para o local da missão.

Não demorou para chegarmos no local indicado na missão. O local era bem como Thor babacão havia dito, uma mansão. Local era enorme, e mais do que isso, parecia cobrir também uma viela ao lado. O clima era pesado, e logo Rin se manifestou - Lars, tem algo errado com esse lugar - É, eu sei. Era óbvio que teria algo de errado, senão não teriam nos passado a missão... mas aí, nós podemos investigar o beco ou ir direto na mansão. O que sua intuição feminina diz? - Diria meio irônico, mas realmente querendo saber a opinião dela. Caso ela preferisse ir no beco, eu seguiria devagar beco adentro esperando que ela viesse atras, andando colado à parede para poder me esconder atras de caçambas de lixo ou caixas largadas caso algo acontecesse. Eu procuraria coisas suspeitas ali, e caso conseguisse escutar conversas de alguém ali estando propriamente escondido, eu assim o faria. Caso algo acontecesse e eu não conseguisse me esconder a tempo, eu falaria - Ahn... Olá, companheiros! Eu tô meio perdido aqui e, err... - Caso eles achasse que eu era maluco ou ao menos me ignorasse, eu sairia do beco a passos robóticos, fazendo sinal para Rin ficar caso ela não tivesse sido notada. Caso eles demonstrassem intenções agressivas, eu sacaria minha nova espada e me prepararia pro combate. Caso Rin fosse vista e eu não, primeiro eu tentaria ver se ela conseguiria driblar a situação, e me manteria escondido observando/ouvindo caso ela tivesse sucesso. Entretanto, se ela não conseguisse despistar e ele(s) pegassem armas ou algo do tipo, e Rin não sinalizasse para eu ficar escondido, eu silenciosamente sacaria minha espada nova e, com um salto acrobático, me deslocaria no ar para aterrisar atras dele(s) e os encurralar, me preparando para o combate.

Caso não houvesse nada no beco e fossemos para a mansão, ou Rin optasse por irmos direto na missão, primeiramente eu procuraria janelas ou algo do tipo que me permitissem observar o lado de dentro. Caso não houvesse nada do tipo, falaria a Rin - Melhor olharmos a ruela primeiro, talvez tenhamos alguma dica do que tem lá - E iria com ela para investigar o beco. Caso parecesse uma área particular, eu diria - Talvez seja melhor investigarmos o beco para ver se conseguimos alguma informação antes - E seguiria para lá com ela. Uma vez que visse, caso parecesse um lugar que qualquer um poderia entrar, falaria para Rin - Rin, eu sou horrível mentindo, e talvez tenhamos que mentir para nos infiltrar aí, então é melhor você comandar essa parte, ok? Eu sugeriria trocarmos de roupa, pois eles poderiam estranhar caso fossemos com roupa da marinha, mas o único lugar que talvez pudéssemos usar para nos trocar é o beco... - Caso concordasse em nos trocarmos no beco, seguiria para lá com ela e me trocaria pondo minha roupa habitual ou esperaria ela se trocar sem espiar e bloqueando qualquer espertinho que quisesse espiar com meu corpo, dependendo se ela fosse se trocar primeiro ou não, e depois o inverso. Eu já havia visto Rin nua duas vezes, e mesmo ela não ter se importado de eu a ver nua, não queria correr o risco dela se ofender caso eu visse ela se trocando naquele momento; mas não me importaria se ela me visse me trocando, já que ela também já me viu nu duas vezes, e pra quem já me viu nu, cueca não faz diferença nenhuma. Uma vez que terminássemos de nos trocar, seguiríamos para a mansão. Em ambos os casos, nos trocando ou não, deixaria ela liderar a infiltração/invasão, já que ela já havia se mostrado mais inteligente que eu anteriormente, e por causa da minha terrível inabilidade em mentir decentemente, mas ficaria preparado para caso tivéssemos que lutar ou eu tivesse que interrompe-lá ou seguir alguém.
Spoiler:
 

Histórico do Ceji:
 

NPC Acompanhante:
 

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R.I.P. Lars:
 
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