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Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1 - Manchado de Sangue

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyDom Jul 02, 2017 11:52 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo 1 - Manchado de Sangue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vincent Arkaryas. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyQua Ago 02, 2017 12:13 am

A luta havia chegado ao seu fim, mas não do jeito que eu esperava. Quando finalmente consegui deixar o homem desnorteado com um soco em seu pescoço ele instintivamente segurou meu braço e me acertou uma cabeçada. Sua força física era claramente maior que a minha, tanto que não conseguia soltar meu braço de suas mãos. Logo em seguida vieram os golpes que acabaram com a luta, primeiro uma joelhada em meu estômago e depois fui arremessado e acertado por duro golpe na lateral de meu rosto, de repente tudo se apagou é eu tinha desmaiado.Acordei num pequeno quarto de cores claras e suaves deitado em uma cama, estava nu com apenas o corpo enfaixado nas áreas onde havia sido acertado pelos golpes do selvagem. Ao meu lado havia um terno e uma carta de Bethos Donkia, líder da polícia de Porto Branco, me pedindo para ir até a central da polícia, talvez o homem queria me perguntar oque eu estaria fazendo jogado no meio do mato e provavelmente sem roupas. Me vestiria lentamente e sairia do quarto indo em direção a central da polícia o único problema é que não sabia nem a direção de onde o lugar ficava. Antes de sair do quarto verificaria se as soqueiras ou meu dinheiro estavam também onde as roupas e a carta estavam, já na rua andaria calmamente olhando para todos os lados buscando achar alguma indicação de onde possivelmente o lugar estaria, caso não conseguisse achar por conta própria abordaria a primeira pessoa que encontrasse - Com licença, poderia me dizer onde fica a central da polícia? perguntaria com um sorriso gentil, entretanto falso. Quando era mais jovem sentia dificuldades em atuar para esconder meus sentimentos, mas com o tempo fui me acostumando a ser alguém sem ter sentimentos pelos outros. Caso me fosse informado aonde a central da polícia estava seguiria as informações até o local, mas caso nenhuma informação fosse dada procuraria uma outra pessoa.

Absorto em meu pensamentos sobre a derrota para o selvagem eu poderia me esbarrar em alguma pessoa desapercebida como eu, se isto acontecesse e a pessoa caísse olharia para sua face calmamente - Preste mais atenção por onde anda diria friamente para a pessoa. Assim que chegasse a frente do lugar, entraria calmamente e olharia para todos os cantos procurando uma atendente ou então alguma outra coisa que pudesse me ajudar a achar Bethos. Se houvesse alguma atendente me aproximaria para perguntar onde o homem estava -- Onde posso encontrar Bethos Donkia? minha voz sairia calma e serena. Caso a atendente me perguntasse o que eu queria com o líder da polícia responderia - Ele me chamou até aqui para conversar com ele minha voz novamente sairia em um tom calmo.Se fosse me dito que o homem estava em sua sala iria até o local para conversar com ele, bateria na porta e esperaria até que minha entrada fosse liberada - Oque quer comigo? diria seriamente assim que entrasse no local. Se o homem me chamasse para sentar o faria com extrema cautela para não ser surpreendido por nenhuma armadilha e caso me fosse me perguntado o que eu estava fazendo jogado desacordado no meio do mato responderia rapidamente - Fui emboscado por um selvagem e aí lutamos um pouco minha voz sairia um pouco irritada pelo homem ter feito uma pergunta de uma coisa da qual não queria me lembar naquele momento. Se mais uma pergunta fosse feita responderia um pouco mais irritado - Lutamos até o primeiro de nós cair ao chão ocultaria a parte da minha derrota, odiava que me perguntassem por que perdi, entretanto adoraria que me perguntassem alguma coisa quando vencesse lutas. Depois de ter conversado o suficiente com o homem, sairia de sua sala em busca de algum barco que pudesse me tirar daquela ilha, mas se estivesse sem dinheiros e sem as soqueiras procuraria algum lugar que pudesse usar minhas habilidades para roubar dinheiro e um novo par de soqueiras.
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptySab Ago 05, 2017 10:08 pm



Narração

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Vincent saia do quarto, sua mente flutuava com a derrota que havia sofrido, os corredores do hospital possuíam as mesmas cores do quarto, era possível ver as enfermeiras, médicos e pacientes em quartos mais chiques, o jovem sai do ambiente de maneira pacífica, de fato ninguém dirigiu a palavra para o mesmo. Saindo do hospital era possível notar como o mesmo era grande e luxuoso,
provavelmente paro os ricos e poderosos que moravam na cidade. Ao andar pelas ruas Vincent se deparava ao meio de grandes casas com uma trabalhada estrutura, as pessoas que andavam nas ruas em sua maioria se tratavam de mulheres com vestidos bonitos e posturas impecáveis, provando ser da alta sociedade. O ruivo então se dirigiu para uma dessas damas, uma jovem mulher de cabelos loiros.


– Com licença, poderia me dizer onde fica a central da polícia?

A moça olhou para o jovem e lhe deu um belo, porém tímido sorriso.


– Bom dia cavalheiro. Acredito que fique a duas quadras daqui.

A senhorita apontou-lhe a direção e por ali Vincent seguiu. Ao chegar no local Arkaryas se viu de frente para um grande castelo preto, ao entrar homens fardados eram vistos de todos os lados,
sejam eles em posiçãod e sentido na frente de alguma porta ou apenas andando pelo local e no meio de tudo isso um balcão com belas atendentes. O jovem se dirigiu a que estava desocupada.


– Onde posso encontrar Bethos Donkia?

A moça pareceu não olhar o rapaz ao responder.

– Qual seria o motivo?

Dessa vez seus olhos miraram o rosto enfaixado de Vincent.

– Ele me chamou até aqui para conversar com ele.

A atendente de levantou se levantou e fez um movimento com as mãos para que o rapaz à seguisse.

– Ah, claro, o senhor me siga por favor.

E assim Vincent fez, seguindo-a por uma série de escada e corredores, chegando ao que parecia ser o topo do castelo, parando então na frente de uma porta de madeira protegida por dois guardas.

– Espere aqui por favor.

A dama então bateu na porta de madeira.

– Senhora o jovem que encontrou veio falar com a senhora.

De dentro ambiente se ouviu uma voz.

– Mande-o entrar.

A moça se afastou da porta e fez sinal para que Vincent entrasse, ao entrar o jovem se viu deparado com uma sala com várias estantes de livros e uma mesa no centro de tudo isso, atrás da mesa estava uma mulher que não aparentava ter 30 anos, cabelos ruivos com um coque acima da cabeça, um belo corpo, trajando uma farda assim como os outros, porém essa possuindo condecorações e por fim armada com uma espada e duas pistolas.

– Bom dia, eu sou Bethos Donkia, líder da polícia de Porto Branco.

A moça fez com a mão para que Vincent se sentasse.

– O que quer comigo?

A moça riu, talvez uma gargalhada sarcástica.

– Um agradecimento por ter salvo sua vida já poderia ser motivo suficiente, mas esse não é o caso. Bom, a três dias atrás um carregamento que deveria chegar estava atrasado, então eu resolvi descobrir o que aconteceu, no caminho acabo encontrando 4 dos meus homens mortos, nenhum carregamento e um desconhecimento desmaiado de apanhar no chão, o que aconteceu?

– Fui emboscado por um selvagem e ai lutamos.

– Assim como eu suspeitava, você sabe dizer quantos foram? Se havia um líder? Como ele era?

A moça olhava de modo irritado e profundo nos olhos de Vincent, enquanto isso sussurrava algumas palavras.

– Parece que vou ter que colocar algumas pessoas em seus devidos lugares.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyQua Ago 09, 2017 12:05 am

Havia ficado um pouco surpreso ao descobrir que Bethos Donkia era uma mulher, já que pensava ser um homem de meia-idade. Bethos me enchia de perguntas ao mesmo tempo que me encarava de modo sério "Acho que posso me aproveitar disso" pensava vendo o olhar irritado da mulher. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa a mulher sussurrava algo para si mesma - Bem... me ajeitaria na cadeira - Nem tudo é de graça certo? em troca do que sei, vou querer apenas duas coisas diria com um sorriso cínico em meu rosto. Não era muito bom em fazer negócios, mas talvez poderia pelo menos conseguir um barco até loguetown sem custos. Caso Bethos aceitasse negociar comigo seria direto - Primeiro é uma coisa bem simples, um par de soqueiras e depois uma passagem ou um barco para ir até loguetown não são coisas difíceis para você certo? meu sorriso ainda estaria estampado em minha face. Se a mulher topasse o havia requisitado, responderia suas perguntas - Não tenho certeza, mas acho que eram cerca de 30 selvagens começaria pela primeira pergunta - O líder era um homem de pele morena repleto de pelos com uma grande barba, ele usava uma clava para lutar completaria e me ajeitaria novamente na cadeira. Após terminar de falar esperaria a mulher assimilar todas as informações que eu havia dado - Minha parte está cumprida, agora cumpra com a sua me levantaria da cadeira rumando a porta para sair do local.Se me fosse dado em berries passaria na loja de armas e no porto onde pudesse comprar as soqueiras e a passagem de barco até loguetown, mas caso a mulher optasse por me acompanhar pelos locais a seguiria calmamente.

Se a mulher rejeitasse oque eu havia proposto me levantaria da cadeira e sairia do local em busca da loja de armas - Você perdeu a chance de negociar comigo diria ao fechar a porta. Não ignorando a chance da mulher querer voltar atrás andaria calmamente para ser facilmente alcançado, mas caso Bethos não viesse até a mim aumentaria o ritmo de minhas passadas. A mulher também poderia tentar me prender e me forçar a responder suas perguntas, então procuraria ficar atento a qualquer ação próxima a mim. Caso algum golpe fosse realizado me esquivaria pulando para trás -  Ousadia sua tentar atacar um ferido diria sarcasticamente encarando o indivíduo. Antes que mais um golpe fosse aplicado, me aproximaria do indivíduo e buscaria acertar seu rosto com um direto - Posso estar assim, mas ainda tenho muita força nos punhos diria após o soco. Se o golpe fosse efetivo tentaria em seguida um gancho em seu queixo e por fim um cruzado em seu peito para derruba-lo. Caso não conseguisse acerta-lo ou derruba-lo me colocaria em posição para começar a me defender, primeiro me agacharia caso um golpe visando meu peito, depois jogar o tronco para o lado se fosse tentado um ataque diagonal e por fim saltaria para um ataque por baixo - Demorou de mais diria debochadamente, caso conseguisse desviar de todos os golpes.

Histórico:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent Arkaryas em Sex Ago 18, 2017 11:04 pm, editado 2 vez(es) (Razão : adicionado histórico que tinha esquecido)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyTer Ago 15, 2017 12:37 am



Narração

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Sem o menor tempo para reação a mulher agarrou a cabelo de Vincent, assim aproximando o rosto um do outro enquanto olhava para os olhos de Vincent, assim tentando encontrar qualquer hesitação em suas palavras, mas o jovem era firme em sua atitude e proposta.

– Você é extremamente corajoso… ou um completo idiota, pelo menos parece ser um idiota convicto.

A mulher então soltou os cabelos do jovem que assim voltou a se encostar na cadeira.

– Eu posso arranjar isso, pois então, comece a falar.

A mulher pegava um par de soqueiras de umas das gavetas de sua mesa e jogava na mesa, aliás eram as soqueiras que Vincent já havia usado, aquelas que ele havia recebido do selvagem. Enquanto Arkaryas fala Benthos escutava silenciosamente, um olhar furioso era encontrado em seu rosto sério. Ao o ruivo terminar de falar a senhorita Donkia começava a escrever em um papel que estava disposto em sua mesa.

– Assim como eu esperava, aqui está uma carta com uma recomendação minha, vá ao porto da cidade e entregue isso para o capitão do navio chamado Lost Princess, assim você terá sua passagem para Longuetown, agora se me permite tenho preparações para fazer, é uma pena, mas não tenho mais tempo para brincar com você, se não souber aonde fica o porto fala com o atendente que te trouxe até aqui.

A mulher saia da sala com um andar rápido e forte assim se perdendo no meio de corredores e escadas. Agora Vincent se encontrava junto da atendente e dois guardas do lado de fora da sala da mulher.

– Oque o senhor deseja?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptySex Ago 18, 2017 11:05 pm





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Sem ao menos me dar tempo de reação Bethos puxava meus cabelos forçando uma aproximação entre nossos rostos, enquanto olhava em meus olhos visando alguma hesitação em meu olhar, entretanto para sua decepção eu mantive minha firmeza em minha proposta. Isso fez com que a mulher aceitasse meu acordo e me devolvesse as soqueiras que o selvagem havia me dado para eu começar as perguntas que haviam sido feitas por ela. A mulher escutava silenciosamente minhas palavras, apenas me encarava com um certo olhar furioso, talvez por saber quem era o selvagem com quem tinha lutado. Assim que terminei de falar a mulher começou escrever em um papel provavelmente uma carta para o capitão do navio Lost Princess dizendo que eu deveria ser levado até Loguetown e em seguida saiu da sala. No corredor pude encontrar a atendente acompanhada de alguns guardas me perguntando o que eu desejava naquele momento - Você pode começar me falando onde fica o porto, que tal? responderia com um sorriso debochado. Caso a mulher me pedisse para segui-la até o porto o faria até chegar o local, entretanto se apenas me fosse dado informações de como chegar ao lugar, escutaria o que seria dito e depois seguiria as informações até o porto.

Apesar de querer chegar rapidamente a loguetown, eu ainda havia algumas coisas que queria fazer como roubar algum dinheiro e aprender sobre falsificação. Caminhando pelas ruas analisaria com cuidado algumas casas e procuraria uma que possibilitasse minha entrada, caso conseguisse achar alguma casa entraria furtivamente por uma das janelas. Já dentro começaria a procurar por objetos de valor ou então algum cofre que eu pudesse arrombar e pegar  algum dinheiro. Antes de sair olharia para todos os cantos visando evitar algum morador da casa e sair pelas janelas sem ser percebido. Caso fosse descoberto buscaria desacordar a pessoa com um forte soco em seu rosto e assim sair conseguir deixar o local. Se conseguisse com sucesso deixar o local voltaria a rumar para o porto onde partiria de Dawn - Até que foi fácil diria se conseguisse com sucesso roubar a casa. Caso não achasse alguma casa que pudesse assaltar continuaria meu caminho até o porto, entretanto continuaria atento para caso achasse alguém suspeito o suficiente que pudesse me ajudar. Se encontrasse uma pessoa que quisesse me ajudar a convidaria para me ajudar naquele no roubo - Ei, tenho uma proposta para te fazer que tal roubarmos algum local? perguntaria com um sorriso convidativo. Caso a pessoa aceitasse e se unisse a mim, me prepararia para roubar o local.






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Última edição por Vincent Arkaryas em Qua Set 06, 2017 1:44 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptySab Ago 26, 2017 7:04 am



Narração

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– O senhor parece não conhecer a região, poderia me acompanhar que te mostrarei o caminho.

A mulher andava na frente com Vincent em seu encalço, eles saíram do prédio pelo mesmo caminho que havia feito anteriormente, porém dessa vez as coisas pareciam estar mais agitadas com algumas pessoas correndo pelos corredores, assim chegaram até a parte rica de Porto Branco com seus conhecidos casarões, a mulher andava pelas ruas com passos longo porém calmos, talvez não queria fazer o debilitado homem correr, o as ruas continuam as mesmas confusas com construções altas e algumas mulheres da alta sociedade andando pela rua, despreocupadamente como se as únicas coisas que importassem em suas vidas fossem qual vestido vestir e qual fofoca fazer, uma maneira de se viver superficial, mas não é possível julga-las era o único estilo de vida que provavelmente conheciam.

– Essa é a grande e glamourosa cidade de Porto Branco, a maior cidade da ilha. Possui um palácio em seu centro, mais elevado que o resto da cidade, onde os nobres residem, incluindo Faham Doroth III. Em volta do palácio se localiza a chamada Alta Cidade, aqui onde estamos, onde os ricos e parentes mais distantes dos nobres constroem suas moradias e comércios. O resto do espaço entre as muralhas é ocupado pela Baixa Cidade, onde os pobres e plebeus vivem. A ordem em Porto Branco é mantida pela polícia da cidade. Eles não distinguem piratas, revolucionários, caçadores de recompensa ou civis, todos aqueles que perturbarem a paz serão retidos pela polícia e presos.

A moça discursava com uma clareza no modo em que falava, provavelmente por prática, fazendo-a parecer até mesmo um guia turísticos com seus intermináveis assuntos que no final das contas ninguém estava realmente interessado de ouvir, rapidamente os dois se encontravam no portão que passava para a parte pobre da cidade, portão necessário devido ao grande muro de pedra que separava os ricos dos pobres, ao atravessar era notável a diferença, a cidade se tornava mais… comum, nada de exageros, apenas casas que é possível se encontrar em qualquer outra ilha, tais casas eram mais elaboradas do que as da Vila de Frushin (se é que aquilo poderiam ser chamados de casas), mas ainda assim muito simples. Tais ruas eram mais movimentas pessoas comuns passavam de um lado para o outro fazendo seus afazeres comuns.

– Senhor aqui eu me despeço, claro que se o senhor não possuir mais nenhum pedido.

Haviam feito uma boa caminhada, mas haviam chegado ao porto, aliás era impressionante pensar que a atendente havia feito todo esse caminha em cima de um salto alto sem reclamar ao menos uma vez, perder o equilíbrio ou derramar uma gota aparente de suor, um feito e tanto, até as atendentes de polícia local devem ser bem treinados ao seu modo.

– Eu Jalan Kendeth trago para vocês as peças e obras mais raras que encontrarão em todos os blues ou até mesmo na Grand Line! Meu falecido pai passou grande parte de sua vida colecionando tais obras e como último desejo, pediu para que eu, seu filho espalhe tal beleza para o mundo! E aqui estou com obras de renomados artistas, obras que a muito foram dadas como perdidas, vendendo-as por preços tão baratos que é capaz dos artistas mortos se levantarem do túmulo para se queixar! Mas não se enganem esse preço é apenas simbólico, o importante para mim é espalhar a beleza dessas obras pelo mundo!

Alguém tagarelava idiotices enquanto era cercado por plebeus curiosos que chamam mais ainda a atenção ou por nobres de bolsos cheios (por enquanto), a procura de maneiras inúteis para se gastar dinheiro.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptySeg Ago 28, 2017 12:21 am





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NOME: Vincent Arkaryas

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Após uma breve caminhada e algumas explicações sobre Porto branco, eu e a atendente chegávamos até o portão que separava a parte rica da parte pobre da cidade. Depois do portão as diferenças eram notáveis a cidade se tornava comum sem nenhum exagero as casas só eram mais elaboradas que as da vila Frushin mesmo ainda sendo muito simples. Não era uma pessoa muito detalhista, entretanto ás vezes gostava de observar os arredores para me situar um pouco nos locais que visitava. Ao chegarmos no porto a mulher se despedia, caso eu não tivesse mais nenhum pedido, enquanto a atendente terminava de falar um homem tagarelava algumas coisa cercado por alguns civis - Conhece esse tal de Jalan Kendeth? perguntaria para a mulher, enquanto olhava para o homem e o amontoado de pessoas. Caso me fosse dito que era algum tipo de comerciante comum que apenas vendia seus objetos a preço de banana me despediria da mulher com um simples "Adeus" e seguiria até o porto procurando o navio Lost Princess. Quando o achasse buscaria pelo capitão da embarcação, se conseguisse achar por conta própria entregaria a carta em suas mãos - Bethos Donkia me disse que você poderia me levar até Loguetown falaria calmamente, após entregar a carta para o homem. Se não o encontrasse abordaria um possível marujo que estivesse no navio e perguntaria sobre a localização do capitão - Ei Marujo! chame seu capitão até aqui preciso falar com ele! diria em um tom autoritário.

Caso a atendente me disse que Jalan Kendeth era um falsário ou um enganador que apenas vendia falsas mercadorias com boa lábia. Andaria até onde o homem estava e me aproximaria para sussurrar em seu ouvido - Será que pode me acompanhar até um lugar... daria uma pausa em minha fala. - mais reservado? depois que terminasse de falar, sorriria cinicamente. Se Jalan me acompanhasse até um lugar onde pudéssemos conversar a sós seria direto sem rodeios - Primeiramente, aqueles objetos eram falsos? se sim vocês os fabricou? dispararia questionamentos ao homem. Se a resposta do homem fosse positiva nas duas perguntas continuaria com mais uma - Gostaria de me ensinar?perguntaria com um sorriso irônico. Caso o homem perguntasse o que ganharia em troca, o encararia no fundo dos olhos - Por enquanto apenas a ilustre presença de alguém importante mentiria - Depois vejo como irei lhe recompensar encenaria um tom superior na voz. Se a atendente não conhecesse o homem, me aproximaria por conta própria e o observaria por alguns antes de dizer alguma coisa para ele.
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Última edição por Vincent Arkaryas em Qua Set 06, 2017 1:31 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyTer Set 05, 2017 5:24 am



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– Um vendedor que costuma atuar nessas áreas portuárias, aconselharia para o senhor não se envolver com tal pessoa, existem de que suas pessoas são falsas, mas como nunca foi provado continua a vender, fora assim também é comum o envolvimento dele com jovens damas nobres no centro da cidade, envolvimentos que normalmente terminam com ameaças de morte brandidas pelos pais de tais damas, Bethos Donkia parece odiá-lo por algum motivo, porém nunca conseguiu pegá-lo.

Vincent se afastava da moça ao mesmo tempo em que uma confusão começava aonde Jalan e a multidão se encontravam, um homem vestido com uma roupa aparentemente cara e uma cartola, praguejava de modo furioso para o jovem Kendeth.

– Além de roubar a castidade de minha inocente filha o senhor se atreve a vender essas obras inautênticas! Pois eu hei de te colocar na cadeia que é o lugar aonde o seu tipinho merece.

Ao se prestar mais atenção era notável uma bela garota escondida de maneira tímida atrás do braço gordo do homem enquanto isso o loiro arrumava suas coisas em malas enquanto de modo ligeiro, porém sutil e de difícil percepção.

– Tais calúnias vão contra o meu código moral e ferem minha honra pois o senhor saiba que se eu tirei a castidade de sua filha foi de modo consentido o que a torna portanto não tão inocente assim! Nenhuma de obras são falsas, pois o senhor traga um especialista aqui amanhã que te provarei o contrário.

O jovem andava a passos largos ao mesmo tempo em que falava, tentando assim tomar distância do nobre que o ameaçava. Arkaryas então chegou perto do jovem falando ao seu ouvido.

– Será que pode me acompanhar a algum lugar… mais reservado?

O jovem olhou curioso para o ruivo e disse de modo ansioso.

– Reservado é bom, definitivamente.

Os dois então andaram de modo apressado pela rua enquanto o homem a seu encalço clamava pela polícia, assim Jalan continuou a andar até o momento em que nenhuma voz ou passo fosse mais escuto, chegando a quase correr em alguns momentos, assim os dois se deparavam em um beco vazio com Kendeth se apoiando em seu joelho devido ao peso que carregava, duas bolsas grandes e lotadas.

– O que o ilustre senhor gostaria de tratar comigo, comprar alguma coisa? Espero que não esteja interessado em minha beleza, sinto decepcionar-lhe mas eu não estou disposto para ter esse tipo de relação com um homem.

Jalan se endireitava e pegava suas malas que estavam colocadas no chão.

– Primeiramente, aqueles objetos eram falsos? Se sim vocês os fabricou?

– Em minha defesa falso ou verdadeiro é apenas uma questão de perspectiva.

No rosto de Jalan era esboçado apenas um sorriso cínico.

– Gostaria de me ensinar?

O loiro pareceu surpreso com o pedido de Vincent, assim perdendo a cinidez para um olhar curioso por um momento.

– Ora, mais um mágico nunca revela seus truques, assim perderia toda a graças… a  menos é claro que esse mágico seja bem pago…

Jalan fazia um gesto com sua mão direito juntando o dedo indicador com o polegar expressando um sinal para dinheiro.

– Por enquanto apenas a ilustre presença de alguém importante, depois vejo como irei lhe recompensar.

– Ai você me complica, digamos que não sou um apreciador de receber a prazo. Sendo alguém importante o senhor não teria algum modo de bom… me tirar de tal fim do mundo, uma passagem para fora daqui seria suficiente, provavelmente depois de tal alarde a polícia está em meu encalço e dificilmente deixariam eu fugir em um navio comum, possuo histórias antigas com a bela Bethos Donkia e digamos que ela não tem um grande apreço pela minha pessoa, não me arrependo, apreciei cada momento.

O loiro aparentemente gostava de falar bastante e gesticula alguma coisa a cada palavra, um verdadeiro charlatão.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyQua Set 06, 2017 1:49 pm





IN A TIME OF MONSTERS
even a wise man may fall


NOME: Vincent Arkaryas

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Conforme me afastava da atendente uma confusão ia se instalando ao redor de Jalan, um homem que vestia roupas aparentemente caras e uma cartola praguejava para o loiro. Ao que parecia Jalan havia tomado a castidade da jovem e agora o pai vinha reclamar com ele e ainda dizer o que eu queria ouvir, as obras eram realmente inautênticas. Quando ouviu as palavras do nobre, o loiro começava a andar apressadamente parecendo querer se manter longe daquele que o ameaçava. Após sussurrar para o loiro comecei a andar apressadamente ao seu lado, já que o nobre chamava pela policia para capturar Jalan. Ao chegarmos em um beco eu começava a falar para tentar entrar em um acordo com o loiro, entretanto ele resistia em não me ensinar, até que Jalan me pedia um modo de sair da ilha e assim ele talvez pudesse me ajudar com o que eu queria - Bem, eu já estou de saída daqui também, então se quiser pode vir comigo até Loguetown diria calmamente para o loiro. Caso Jalan desconfiasse de minha proposta e me perguntasse se eu tinha algum meio de provar mostraria a carta de Bethos - Bethos Donkia me deu esta carta para eu entregar ao capitão do barco lost princess, posso dizer a ele que você é um acompanhante. ao terminar de falar estenderia minha mão - Temos um trato? sorriria cinicamente.

Caso o loiro aceitasse meu acordo seguiria com ele até o barco para embarcarmos e seguir até Loguetown. Assim que chegássemos em nosso destino, buscaria pelo capitão do navio perguntando para um marujo - Onde está o capitão? perguntaria para o primeiro homem que visse no navio. Se o homem dissesse onde o capitão estava, iria com Jalan até ele e entregaria a carta de Bethos - Bem, aqui está uma carta de Bethos Donkia colocaria em suas mãos o papel. Caso o capitão perguntasse quem era a pessoa que me acompanhava diria calmamente - Este é um amigo, ela também o autorizou a entrar responderia olhando diretamente nos olhos do homem. Depois que nossa entrada fosse permitida, seguiria até o convés com o loiro - Acho que agora você pode me ensinar falaria seriamente para Jalan. Caso o capitão não estivesse na embarcação, esperaria sua chegada sentado em frente ao navio - Vou esperar por aqui mesmo diria quando sentasse no chão. Também havia a possibilidade de que a polícia conseguisse nos alcançar e se isso acontece os enfrentaria - Ei Jalan, Hora de lutar! gritaria para o loiro, enquanto me colocaria em posição de luta. Buscaria acertar os golpes na região do rosto e do abdômen para desestabilizar os homens e assim finalizar com um gancho.  

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent Arkaryas em Dom Set 17, 2017 6:21 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyTer Set 12, 2017 12:44 pm



Manchado de Sangue


Despedida de Dawn Island



As palavras de Vincent mudavam completamente o rosto do charlatão. O que antes se mostrava um tiro às cegas, agora o homem tinha uma certeza de que podia conseguir algo ali. Em questão de segundos, como uma montanha-russa, seu semblante mudava de surpresa para interesse, o olhar do homem estava cada vez mais afiado para o que iria dizer a Vincent.

- Como saberei que você está falando a verdade, ruivo? – questionou o loiro. Realmente quem viva de enganar as pessoas tinha muita precaução em não ser enganada também, então essa dúvida pairou na mente do loiro até o rapaz proferir a informação relacionada à Bethos. – Gostei de você garoto! Temos um trato! – estendeu a mão e apertou forte.

Após combinarem, os homens seguiram até o porto. O loiro sorria sozinho pela ironia que a situação. Iria fugir graças a uma das pessoas que mais odiava naquela ilha. Isso para ele era simplesmente demais. Vincent, por sua vez procurava o homem ou embarcação informada pela líder policial. Ao questionar um marujo que reunia alguns metros de corda, Vincent recebeu a resposta que queria. O homem apontou para um velho homem que tinha uma perna de pau e que estava falando com outros marujos.

Ele fumava um grande cachimbo e seu corpo era bem musculoso – em especial seus antebraços, curiosamente. O ruivo se aproximou junto de Jalan – que não tirava os olhos dos materiais que ali tinha espalhados. – Do que está falando? – falou o homem tirando o cachimbo da boca e soprando a fumaça no rosto dos homens. Por alguns instantes o homem leu o que havia na carta e, reagindo bem indiferente, ele apertou o papel com grande força, como se não gostasse do que lia. – Essa mulher vai me levar à falência! Entrem! – bradou o velho, partindo em direção ao interior da embarcação.

Não era uma embarcação muito luxuosa, na verdade era uma escuna pesqueira. O cheiro de peixe era forte, assim como a gordura que estava em meio ao piso e bordas da embarcação. Os homens preparavam suas redes de pesca enquanto outros içavam as velas. Um grande e forte subia a âncora. Estavam prontos para partir. Vincent sentava-se no piso, sujo, enquanto o loiro recuava mais, ele aparentava estar com “nojinho” daquele local. – O que deseja saber? Não vou sentar nesse piso, não, nem pense nisso! – afirmou.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue - Página 2 EmptyDom Set 17, 2017 10:40 am

Finalmente eu conseguira convencer o loiro com sua passagem de saída da ilha dada pela mulher que o caçava. Ao chegarmos na embarcação pude perceber que o não era um simples navio de passageiro, mas sim de pesca com um forte cheiro de peixe em seu convés. O capitão da escuna era um velho com uma perna pau que ao ver a mensagem enviada por Bethos resmungava que a mulher ainda iria o levar a falência e nos mandava embarcar. De partida, eu me sentava sobre o piso sujo para iniciarmos o aprendizado, entretanto o loiro recuava mais me perguntando o que eu queria saber e dizendo que não iria se sentar no piso, talvez por "nojinho".
Inicio do Aprendizado da Pericia Falsificação

Encarando Jalan eu apenas via em seu rosto o nojo que sentia por estar em um fétido navio de pesca. Sinceramente aquele cheiro não me incomodava, mas se ele sentia nojo não era eu que o faria mudar de ideia - Desejo saber Falsificação falava calmamente sem desgrudar meus olhos do homem - Está bem o homem remexia em sua mala e pegava alguns objetos que talvez fossem ajuda-lo a explicar melhor o assunto - Primeiramente, antes de você aprender como falsificar tem que saber como reconhecer algo falsificado. eu estava atento para tudo oque o homem dizia - Por exemplo algumas pinturas antigas, tem em sua madeira a chamada pátina que é quando a madeira está envelhecida e é algo muito difícil de se reproduzir até mesmo para excelentes falsificadores o loiro pegava e me mostrava dois quadros - Outro método para se descobrir algo falsificado, mas com apenas pinturas de óleo é seu cheiro, já que apenas sai com o passar dos tempos o homem tomava um pouco de ar para retomar a explicação.

Aos poucos eu entendia o que o loiro explicava - Outro exemplo como os vasos, podem ser reconhecidos como falsos, a partir do tipo do barro utilizado e as características do local em que o objeto fora fabricado o homem guardava os quadros que tinha em sua mão e pegava dois vasos que ao meu ver não demonstravam tantas diferenças - Um pequeno teste agora, olhando assim você consegue reconhecer qual destes dois foi fabricado com um barro de regiões desérticas? Jalan sorria cinicamente, enquanto eu tentava imaginar qual daqueles dois seria o vaso certo - Vou no dar esquerda eu apontava para um vaso mais rústico e aparentemente mais detalhado que o vaso ele segurava em sua mão direita - Julgando sua escolha não fora a errada, ambos foram feitos para ter características de regiões desérticas, mas vasos como este tendem a ser menos resistentes e quebradiços ou seja duram poucos anos o loiro mostrava o lado detrás do vaso que já estava com algumas pequenas rachaduras deixadas pelo tempo - Vamos para uma parte mais interessante agora, creio eu que você não curta muito saber sobre vasos Jalan adotava sempre um sorriso cínico em seu rosto.

Em todo o tempo naquela breve explicação ele se mantinha em pé, sem importar com o balançar do navio seu orgulho realmente deveria ser muito alto para não se sentar sobre o piso - A última parte, mas não menos importante em falsificação é onde falsificamos cartas, documentos importantes e até mesmo assinaturas Jalan parecia dizer esta parte um pouco mais orgulhoso - É importante te dizer que a caligrafia, o tipo de papel e a reprodução corretamente da escrita importa muito quando for fazer isto guardando os vasos que pegará em sua bolsa o homem puxava uma folha de papel , em minha visão aquilo parecia o documento oficial da marinha, entretanto algo parecia estar errado mesmo que eu olhasse diversas vezes para o papel não conseguia identificar o que estaria errado - Você deve ter percebido algo de errado, mas não sabe me dizer certo? ele voltava a colocar seu sorriso no rosto - Sim ao dizer aquilo ele parecia intensificar seu sorriso - O que está errado aqui é a assinatura que não foi reproduzida corretamente deixando alguns pequenos erros quase que imperceptíveis ele me mostrava os detalhes que poderiam acabar entregando que aquele documento era falso - Entendo, mas se eu quisesse fazer algum documento antigo? eu o questionava calmamente - Bem isso é algo relativamente simples, você teria primeiro de envelhecer o papel e a tinta usando alguns métodos ele terminava de falar pondo novamente um sorriso.

Jalan me sobre todos os métodos que eram utilizados para envelhecer papel, mergulhar no chá que o deixava em um tom claro, com café que deixava em um tom mais escuro e colocar em uma gaveta com grilos para os insetos fizessem suas fezes em cima do papel que além de deixar com o mesmo tom dos métodos anteriores o deixava com aspecto de deterioração natural. Usamos o método do café, já que não haviam grilos para ser pegos dentro do navio.  Após mergulhar o papel dentro do líquido era preciso esperar algum tempo para que a folha secasse e eu pudesse escrever na folha - Se quiser pode utilizar fogo para secar o papel mais rápido e o deixar como se fosse um daqueles pergaminhos, porém mantenha por 5 ou 6 minutos até que o papel comece a enrolar rapidamente ele acendia uma pequena chama e começava a passar por baixo do papel, enquanto eu segurava - Mas lembre-se você não pode deixar a folha parada sempre a movimente para não acabar queimando ela ele me fazia movimentar o papel, enquanto mantinha o fogo parado.

Por fim o homem pegava uma outra folha acompanhada de uma pena e um tinteiro, lápis e uma caneta - Agora vamos treinar sua caligrafia o homem começava a escrever algo com os três objetos - Você terá de replicar essas 3 assinaturas o loiro me entregava o papel em que havia escrito juntamente das canetas e do lápis - Tem uma ordem pela qual devo começar? perguntava pegando tudo de suas mãos - Não têm uma ordem certa pode começar por qual quiser, mas aconselho ir do mais difícil para o mais fácil e a mesma coisa com oque você vai escrever ele falava colocando em seu rosto mais uma vez seu sorriso cínico. Eu começava com a pena na assinatura que julgava ser a mais difícil para logo no começo ter algum desafio e depois terminar rapidamente. Na primeira tentativa com a pena foi algo realmente complicado, já que eu não conseguia escrever do jeito certo, com o lápis a dificuldade diminuiu um pouco mais, entretanto fora difícil replicar com precisão e pelo menos com a caneta eu conseguia fazer do jeito que queria. Na segunda assinatura eu novamente não conseguia escrever corretamente com a pena e isso a fazia borrar demasiadamente demais na folha, já com o lápis consegui por pouco replicar a assinatura e terminando com a caneta dessa vez não pude realizar do jeito que queria.

Minhas mãos doíam pelo esforço realizado naquela atividade e também suava por conta do sol que brilhava em cima do meu rosto, porém ainda não era a hora de parar. Na terceira assinatura eu ainda não conseguia escrever com a pena e isso realmente me deixava um pouco frustrado - Assim você não nunca vai conseguir escrever, tem que escrever suavemente se forçar a pena irá borrar tudo mesmo Jalan me repreendia pelo jeito errado que escrevia. Com a dica do homem eu agora conseguia escrever quase que perfeitamente utilizando a pena e depois usando os outros objetos rapidamente repliquei a assinatura. Depois que havia terminado o loiro começou a analisar tudo oque eu havia feito no papel - Você replicou melhor, apenas a última assinatura que foi quando conseguiu utilizar todos os métodos Jalan me parabenizava por ter conseguido - Bem acho que agora você sabe oque precisa para falsificar, mas tome cuidado para não cometer mais os mesmos erros ele guardava os tudo novamente em sua bolsa.


Fim do Aprendizado da Pericia Falsificação


Depois de tanto esforço minhas mão estariam tremendo pelo cansaço, procuraria algum lugar para recostar a cabeça e então dormir. Após descansar procuraria por algo para comer e assim saciar um pouco da fome que sentia. Não sabia se a viagem seria longa e por isso para me distrair ficaria observando os arredores e o mar.

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Última edição por Vincent Arkaryas em Dom Set 17, 2017 6:22 pm, editado 1 vez(es)
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