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Capítulo 1 - Manchado de Sangue XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo 1 - Manchado de Sangue

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyDom 02 Jul 2017, 23:52

Capítulo 1 - Manchado de Sangue

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Vincent Arkaryas. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyQua 12 Jul 2017, 00:46

Eu ainda podia ouvir os gritos de dor de Gary, enquanto eu o socava brutalmente. Não que eu estivesse arrependido, mas ele foi a pessoa que cuidou de mim quando sai de casa então pelo menos deveria me sentir culpado pelo oque aconteceu. Desde então matar foi ficando uma coisa que eu já estava totalmente acostumado, pois recebia várias missões de assassinato, para ser sincero comecei a ter um desejo por sangue e batalhas ainda maior consequentemente desenvolvendo mais habilidades para aquilo que poderia ser descrito como minha vocação. Eu mesmo me descreveria como um gênio mal compreendido por aqueles que me acham cruéis ou então sem coração, estes são verdadeiramente covardes que sentem medo até de sua própria sombra até porque nunca viram com bons olhos as incríveis habilidades que tenho. Convencido, arrogante e egocêntrico sempre fui taxado por tais palavras, entretanto eu apenas me considero superior a pessoas normais uma espécie de ser que seria o centro do mundo, mas novamente sou mal compreendido e visto como um louco que acha ser especial comparado aos outros.  

A primeira vista entrar clandestinamente em uma navio de alguns comerciante não me pareceu uma péssima para alguém que estava apressado para ir embora de casa, tanto que sai apenas com a roupa do corpo e míseros 50 mil berries que estavam em meu bolso. Não poderia escolher o local que ficaria naquele navio, apenas o velho, sujo e apertado porão por conta das mercadorias. Assim que o navio ancorasse desembarcaria furtivamente, mas caso fosse descoberto gritaria para os homens - Muito Obrigado pela carona! caso viessem atrás de mim apressaria minhas passadas e me esconderia em algum local para despistá-los não queria matar alguém sem antes ter alguma arma em punhos. "Preciso arranjar um par de soqueiras" pensava ao caminhar pela ilha. Olharia e procuraria por todos os lados uma loja de armas onde poderia encontrar oque mais precisava naquele momento. Caso não encontrasse por conta própria abordaria uma pessoa qualquer na rua e perguntaria sobre o estabelecimento - Olá, onde posso encontrar uma loja de armas? graças as minhas habilidades em atuação fingiria uma falsa gentileza e um possível sorriso. Depois de obter as informações não sentiria vontade de agradecer até por que é obrigação de todos ajudar alguém superior a eles, mas apenas seguiria suas instruções.

Quando adentrasse o local me dirigiria até o dono do local para pedir oque precisava - Preciso de um par de soqueiras para o melhor boxeador do mundo! diria confiante para o homem. Assim que recebesse as soqueiras colocaria o dinheiro necessário para pagar sobre o balcão. Apesar de ter chegado recentemente nem Dawn meu verdadeiro objetivo era chegar até loguetown e não já havia o feito porque não havia encontrado um barco que pudesse me levar até a ilha. Antes de sair do estabelecimento faria uma segunda pergunta - Sabe onde posso encontrar algum meio de locomoção para loguetown? depois que recebesse as devidas informações sairia do local em busca do que foi falado.
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyQua 12 Jul 2017, 19:04


Narração

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O sádico ruivo aportará no porto a oeste de Dawn Island, não em seu próprio navio, mas escondido em um compartimento de carga qualquer. O clima era agradável, uma primavera bonita e calorosa acompanhada de brisas que refrescavam o ambiente, neste clima o jovem procurava uma saída daquele local, tarefa a início simples, já que os tripulantes estavam ocupados fazendo os preparamentos para se carregarem com artefatos locais feitos com partes de animais, cujos eram considerados exóticos, provavelmente seriam comprados por um baixo valor aqui e vendidos por altas quantias como peças de arte para a burguesia. Descendo então pela lateral do barco o jovem pode finalmente, depois de algum tempo, por seus pés em terra firme, foi então que um dos tripulantes observou o mesmo, ao notar tal olhar o ruivo gritou de modo sarcástico.

– Muito obrigado pela carona!

Os atarefados homens olharam na direção de Vincent sem entender ou esboçar reação para tal ato, de fato um acontecimento muito repentino, o jovem então começou a se direcionar para a coisa mais próxima de uma cidade que podia ser visto aos arredores, se tratando de uma pequena vila com  uma estrutura rural, o que era reforçado pelas plantações que eram vistas ao lado da mesma. O jovem Arkaryas começou então a rondar pela vila, porém não se encontrava nenhum sinal de comércio, muito menos uma loja de armas. Ao observar de forma mais rigorosa os arredores podia perceber-se que vila era composta por casas de madeira no estilo mais simples possível e as pessoas na rua se vestiam em sua esmagadora maioria, não que fosse uma grande quantidade, com trapos humildes, fazendo harmonia com as casas. Pelo fracasso com a procura o jovem então decidiu recorrer a uma tática diferente, assim se direcionou a primeira pessoa que avistou, se tratando de um senhor de aparência bem velha, este estando curvado sobre um cajado de madeira e com a longa barba branca contrastando com a cabeça careca. O ruivo se voltou ao idoso com um gentil,, porém falso sorriso.

– Olá, onde posso encontrar uma loja de armas?

O velho se voltou ao garoto de forma lenta, talvez por causa de sua elevada idade.

– Parece que é a primeira vez aqui meu jovem, nós não possuímos nenhum comércio aqui na Vila de Frushin, vivemos plantando o nosso próprio sustento e não precisamos de armas pois a polícia de Porto Branco nós protege dos selvagens. O local mais provável em que você ira encontrar tais armas seria na própria Porto Branco, mas é muito arriscado ir para lá sozinho, como disse existem selvagens e eles habitam o Monte Ballon na floresta entre a vila e a cidade, se mesmo após esse aviso o senhor decidir se encaminhar para lá sem nenhuma escolta seria melhor que vá durante o dia, sem perigo de ser emboscado na escuridão.

Após essa caminhada e conversa era quase meio dia, restando cerca de mais cinco horas de Sol, o clima se encontrava mais quente porém como era uma vila próxima ao mar a brisa vinda do mesmo continuava o amenizando.

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Última edição por Nerockiel em Qui 20 Jul 2017, 00:40, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptySex 14 Jul 2017, 11:45

A vila onde estava era realmente um lugar muito simples com casas de madeira e os habitantes dali usavam trapos dos mais humildes possíveis as roupas que usava com toda certeza eram as mais "chiques" por ali. Mesmo não tendo oque eu queria na vila de Frushin as informações que o velho homem havia me contado eram até que importantes, já que se não estivessem ali nem saberia para onde seguir. O único problema é que eu teria de passar pelo tal Monte Ballon e consequentemente acabaria por encontrar os "selvagens" que o velho havia dito, não que eu estivesse com medo longe disso até porque quem sentiria medo de alguém mais fraco?, mas perante minha força claramente superior os homens provavelmente usariam armas para tentar me derrubar. Rumaria até porto branco para conseguir obter minhas soqueiras e algumas informações sobre os meios de locomoção até loguetown. Antes de partir, requisitaria um guia ao velho - Vou precisar de um guia e que não seja covarde! não precisaria continuar sendo gentil, apenas falaria em um tom ríspido. Não era preciso um guia, mas se no caminho encontrasse os selvagens que o velho havia dito poderia usá-lo para me ajudar pelo menos como uma distração para os homens e pegá-los de surpresa.

Caso me fosse dado um guia decente seguiria até porto branco para enfim comprar as soqueiras que tanto precisava. Andaria apressadamente pela estrada para não acabar chegando a noite na cidade e ter que esperar até o outro dia para ir a loja de armas, se mesmo assim não conseguisse chegar ainda de dia, perguntaria ao guia um local onde poderíamos passar a noite - Sabe um local onde possamos passar a noite? falaria rapidamente para não perder tempo. Caso me fosse indicado um local analisaria para certificar se o local não era muito chique e caro que eram as últimas coisas que queria me preocupar naquele momento somente precisaria ser confortável. Depois de certificado, iria até o balcão onde estaria a atendente e falaria da maneira mais casual possível - O seu quarto mais barato. esperaria até a mulher me entregar a chave e depositaria sobre um balcão a quantia certa de dinheiro pelo quarto e seguiria até o lugar. Com pouco dinheiro estar num hotel barato era o máximo que eu conseguiria pagar, mesmo que meu orgulho fosse ferido por não conseguir sempre o melhor para o centro do mundo.

Ao acordar rapidamente iria a loja de armas e assim finalmente comprar as tão aclamadas soqueiras. Novamente analisaria toda a cidade a procura da loja sozinho "Espero encontrar sozinho, para não ter que ficar perguntando a qualquer inferior a mim" pensava ao olhar para todos os lados . Caso não conseguisse encontrar por conta própria o que restava era perguntar a uma pessoa qualquer que passeava pelas ruas, fingiria novamente ser gentil para não acabar espantado a pessoa - Onde posso encontrar uma loja de armas? falaria gentilmente com a pessoa que abordaria. Depois de ouvir suas instruções seguiria até o local, assim que adentrasse falaria com o dono para comprar as soqueiras - Eu quero o seu melhor par de soqueiras! esperaria o homem me entregar e antes que pudesse pagar as testaria dando um leve soco em minha mão para ver se eram de qualidade se passassem pagaria ao homem "Estas são de qualidade" pensava após o teste. Caso não passassem pediria outro par.

Caso no meio do caminho eu encontrasse os tais selvagens e eles me cercassem falaria com o guia - Vamos ter de lutar com eles. sem me importar minha voz sairia fria e com uma ordem ao rapaz. Antes que pudessem nos atacar ficaria em posição de lutar esperando que viessem um de cada vez, caso o primeiro viesse daria um jab em seu maxilar e um gancho em seu queixo para rapidamente finaliza-lo, entretanto se ele desviasse procuraria bloquear seus golpes com os braços independente da armas que usasse ou então daria um pequeno salto para trás e logo em seguida tentaria repetir a mesma sequência. Caso todos viessem de uma vez distribuiria socos para todos os lados para acertar pelo menos alguns dos homens, entretanto não seria possível desviar de todos os golpes mesmo eu sendo o mais forte dentre todos ali. Não era preciso perder a calma naquela luta e sim fazê-los sangrar com todos os meus golpes para aprenderem não mexer com alguém que claramente não era do seu nível.

Histórico:
 

Off:
 



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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincent Arkaryas em Seg 17 Jul 2017, 03:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyDom 16 Jul 2017, 01:10


Narração

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O jovem fazia um pedido de modo ríspido e arrogante para o senhor que o ajudará, o que automaticamente fez com que o mesmo pegasse sua bengala e atingisse a cabeça do jovem com um duro golpe, não forte o suficiente para desacordá-lo, mas, com certeza, deixaria um galo no dia seguinte.Tal atitude deixou Vincent sem reação, impedindo que ele ao menos conseguisse responder ao velho, muito menos impedir ou esquivar do golpe.

– Você mal saiu das fraldas e vem falar assim comigo! Essas crianças de hoje em dia, a arrogância chega a ser equivalente com a falta de agradecimento. Se quer sair logo da vila pois vá acompanhado dos guardas que escoltarão o carregamento de comida até Porto Branco, eles estão saindo agora, vá e nunca mais volte aqui.

O velho apontava para um pequeno arco de madeira, a única saída fora o mar do alto muro de madeira que cercava a vila e suas plantações. O ruivo então assim como havia planejado foi em busca de um caminho mais fácil e seguro para a cidade, agora melhor do que planejado possuía uma escolta inteira em vez de somente um guia, essa escolta era composta de quatro soldados armados com espadas simples, eles acompanhavam duas carroças que era cada uma era puxada por dois cavalos, e no topo disso estava um colcheiro para cada uma delas, era impossível ver o que elas carregavam pois a carga estava coberta por um pano branco. O jovem então se pós a acompanhar tal escolta que estava pondo-se a partir quando ele a encontrou. Passaram-se meia hora de uma caminhada incessante e calma por uma mata densa e cheia de pequenos que precisavam ser contornados para tornar a jornada plana e menos cansativa, nada acontecia, até um zunido leve ressoar pelo silêncio da floresta, tal zunido é acompanhado pelo retorno momentâneo do silêncio, que é quebrado novamente com o barulho do corpo de um dos guardas caindo morto no chão, tal acontecimento deixo o restante dos guardas tenso, sendo possível ver o suor escorrer de seus rostos. Todos então entraram em posição de batalha e os cavalos começaram a relinchar, assustados, com motivos, pois do meio da floresta saiam um bando de homens, cerca de 30, cercavam completamento o bando, impedindo qualquer rota de fuga vestiam roupas armaduras em algumas partes específicas do corpo como pulsos e ombros, o que chegava a ser irônico considerando a nudez de outras partes, como o tronco, tais selvagens carregavam armas variadas, porém nenhuma arma de fogo. Um dos selvagens se destacava, andava a frente do resto, talvez para demonstrar superioridade, era um homem alto de corpo musculoso, pele morena e repleta de pelos, sua barba só não era mais comprida do que seu cabelo ou sua clava, cuja qual ele carregava na mão esquerda.

– Vamos ter de lutar com eles.

Devido a situação a frase acabou parecendo como se fosse mais um lamento do que uma ordem, o aparente líder dos selvagens chegava cada vez mais perto de Vincent, como se ele fosse seu alvo.

– Parece que a segurança afrouxou desde que meu pai morreu, somente quatro guardas, por acaso vocês pensam que os saques terminariam só porque o líder antigo morreu, estavam errados... Olha o que encontramos por aqui, alguém da cidade corajoso o suficiente para pisar em nossas terras, adoro quebrar crianças das cidades , eles parecem galhos finos quando eu os acerto com minha clava!

Ao se aproximar suficientemente o barbudo foi recebido por dois golpes que atingiram sua face, o que fez com que seu rosto fosse jogado para trás. O silêncio voltou, porém logo foi quebrado novamente, porém dessa vez por uma gargalhada provinda do próprio homem que havia sido acertado, sendo que agora estava novamente olhando na direção do jovem. O brutamonte então usou sua clava para acertar a lateral do corpo do jovem, que se defendeu com o braço direito, porém acabou sendo jogado no ar a uns três metros de distância do local em que foi acertado.

– Você tem bolas! Vamos lutar até que somente um de nós saia vivo! Por sua coragem deixarei que tenha uma arma a sua escolha. Agora te quebrar se tornou muitas vezes mais divertido.

O homem então olhava para Vincent esperando uma resposta, em seu rosto estava estampado um sorriso amedrontador, talvez por que ele estava acompanhado por corpo de policiais a colcheiros que haviam sido mortos por seus capangas.




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Última edição por Nerockiel em Qui 20 Jul 2017, 00:37, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptySeg 17 Jul 2017, 03:34

Lá estava eu, cara a cara com o líder dos selvagens numa luta que com toda certeza um dos lados sairia cheio de ferimentos e eu daria tudo mim para eu não sair dali com graves machucados. Apesar de que já havia levado uma bengalada na cabeça do velho e um duro golpe feito pela clava do selvagem que me arremessou a uns 3 metros de distância minha tentativa de bloquear com o braço falhou miseravelmente. O homem me olhava com um sorriso capaz de amedrontar qualquer que não fosse corajoso o suficiente, mas para mim aquilo era um convite para o banho de sangue que havia acabado de começar. O que mais me impressionava era como os soldados haviam sido mortos tão facilmente pelos capangas do selvagem e como eram fracos por estarem naquela situação. Definitivamente eu não poderia vacilar perante aquele homem, senão seria novamente lançado para longe teria de usar alguma habilidade em que fosse superior para derrota-lo e por isso já sabia oque pediria - Eu quero um par de soqueiras diria autoritário e sem rodeios para não enrolar e consequentemente atrasar a aguardada luta, depois de receber as soqueiras me colocaria em posição de luta.

Minha primeira tentativa seriam golpes relativamente simples, mas se bem encaixados acarretariam em grandes danos em meu oponente. O primeiro golpe que aplicaria seria um jab com o punho esquerdo revestido pela soqueira no maxilar do selvagem para assim conseguir desequilibra-lo. Caso o golpe fosse efetivo e o homem ficasse atordoado mesmo que por alguns segundos prepararia um cruzado para acerta-lo em cheio no rosto e depois um gancho em seu queixo para finaliza-lo. Se por algum acaso ou até mesmo através de algum tipo de bloqueio por parte do homem, já teria de ter algo em mente para desviar de seus ataques. Caso o primeiro golpe do selvagem fosse um ataque direto com sua clava, procuraria me esquivar me agachando na hora em que o ataque fosse efetuado. Se o homem tentasse uma série de ataques laterais daria  saltos para trás assim tentando evitar ao máximo ser atingido pela arma do selvagem. Por fim se o homem viesse a tentar um golpe que não fosse com sua clava com um chute ou então uma joelhada tentaria dar saltos laterais com constante movimentação do tronco para os lados.

Na segunda tentativa seriam golpes um pouco mais complexos o primeiro golpe que aplicaria seria um soco direto na região do abdômen para deixa-lo sem ar, depois tentaria um Uppercut em seu queixo para derruba-lo. Caso o homem conseguisse bloquear os golpes com a clava ou com o próprio corpo esperaria até o selvagem abaixar mesmo que rapidamente sua guarda e aplicaria um jab diretamente em seu rosto buscando acertar seu nariz e o quebrá-lo após o golpe. Com este golpe provavelmente provocaria a fúria do homem para mim e assim que o selvagem viesse me atacar já teria algo em mente para me esquivar de seus golpes. Caso tentasse um ataque em meu peito procuraria saltar para atrás rapidamente antes que o homem pudesse me atingir com sua arma. Se novamente fosse tentado um golpe lateral desviaria com o tronco ao invés de agachar para em seguida realizar um contra-ataque com um jab com o punho direito para então nocauteá-lo - Você até que me deu um bom trabalho diria sarcasticamente ao ver seu corpo estirado ao chão.

A terceira tentativa provavelmente seria  a que tivesse os golpes mais simples por que o primeiro que aplicaria seria um jab para atordoa-lo, assim me aproximaria e o próximo golpe seria uma cotovelada em seu rosto para o fazer cair ao chão, já sobre ao chão daria um direto em seu rosto ou até mesmo nas costelas. Se o mesmo visasse acertar minhas pernas com a clava ou tentasse um chute saltaria sem sair do lugar tomando todo o cuidado para não torcer o tornozelo na descida. Caso o selvagem tomasse a vantagem da luta para si por conta do meu provável cansaço faria a escolha mais insensata possível tentaria novamente bloquear com os braços, mas desta vez usaria para também me proteger. O sangue escorrendo, dentes caindo e principalmente os ossos se quebrando era o que realmente ter em uma boa luta mesmo sendo a luta dos fracos. Se a vitória fosse minha seguiria até o porto branco a procura de um meio de locomoção até loguetown.
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyQui 20 Jul 2017, 00:12



Narração

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– Eu quero um par de soqueiras

Dizia o jovem que parecia não ter medo da iminente própria morte, o selvagem deu novamente uma gargalhada, enquanto olhava seus homens, que começaram a rir como um apoio.

– Oque estão esperando? Arranjem essas tais soqueira para a dama não machucar as mãos.

Um dos homens jogou em tão um par de soqueira para Vincent, a soqueira era feita de aço com pequenas lâminas nas laterais, assim a deixando com um aspecto mais “selvagem”. O barbudo começo a andar na direção de Arkarya.

– Essa é uma luta entre eu e ele, ninguém se intromete. Garoto, você não tem chances de sair daqui vivo, está enfrentando alguém mais forte do que você e está cercado por inimigos, para dizer que eu não sou uma pessoa misericordioso, vamos fazer um trato, se você me derrubar uma vez antes de eu te mata eu te deixo sair daqui vivo, se não, você morre e a única coisa que vai ter que fazer é cotar ao povo quem matou esses soldados, mostrar quem está no controle dessa floresta! Oque você acha? Não é um trato ruim.

Ouve um som de desaprovação em meio aos homens, parece que eles queriam apenas ver um banho de sangue, mas nenhum pareceu questionar o chefe. Avançando na direção do garoto sem esperar uma resposta o mesmo foi recebe por um jab no meio da cara, porém isso não pareceu abalá-lo severamente, o brutamonte preparou um golpe com sua clava vindo de cima para baixo na direção do garoto que não conseguiu esquiva do golpe completamente, porém para sua sorte o golpe não acertou completamente, assim o mesmo só acertou a ponta de seu nariz, o que acabou o quebrando. O garoto agiu rápido e imediatamente acertou com um golpe no estômago do homem que ainda estava erguendo sua clava, porém o golpe acaba sendo inefetivo, afinal o mesmo estava usando um cinturão em tal local, sem se deixar abalar Vincent automaticamente socou o nariz do oponente, que reagiu de forma mais lenta, porém imediata ao girar sua clava na direção do peito do Ruivo, que tentou se defender dando um salto para trás fazendo com que a clava raspasse em seu peito rasgando suas roupas. O homem endireitou seu corpo colocando sua clava apoiada em seu ombro.

– Ei, temos um trato?

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyDom 23 Jul 2017, 14:30

O nariz quebrado e as roupas rasgadas, a luta mal havia começado e eu já estava praticamente apanhando para aquele selvagem a minha situação só não era pior porque havia conseguido me esquivar parcialmente dos golpes. Eu precisava de uma reação e para isso teria de usar todas minhas habilidades para derrotá-lo - Com ou sem trato vou te matar do mesmo jeito diria friamente demonstrado um certo tom de arrogância. Alguns antigos conhecidos viviam me falando que minha arrogância um dia me mataria, entretanto ainda não poderia morrer sem antes mostrar a todos da face da terra que eu sou o centro do mundo. Antes que o homem pudesse me atacar ou até mesmo se pronunciar chegaria a poucos metros de si e diria tranquilamente - Não temo a morte, vamos continuar aqui até um de nós cair morto ao chão caso o homem tentasse alguma investida moveria todo o corpo para o lado na tentativa de defender-me de seu ataque e logo em seguida me colocaria em posição de batalha para continuarmos a luta.

Meus ataques precisavam ser efetivos, não poderia apenas atingi-lo teria de vencer sua enorme resistência com golpes fortes e consequentemente lhe causar alguns ferimentos. Assim que estivesse a uma boa distância lhe aplicaria um jab com a mão esquerda na altura de seu pescoço no intuito de fazê-lo defender e quando o fizesse procuraria com a mão direita acertar seu rosto, se conseguisse tentaria finaliza-lo com um uppercut diretamente em seu maxilar. Caso os golpes falhassem teria de ser rápido para começar a esquivar dos ataques do selvagem, se primeiro fosse tentado um golpe lateral com a clava tentaria me esquivar agachando rapidamente, já se fosse novamente tentado um golpe de cima para baixo com a clava procuraria saltar para ao lado, assim poderia evitar que mais alguma parte de meu corpo fosse atingida pela arma do homem, caso um golpe de baixo para cima também fosse tentado, não me restariam escolhas a não ser saltar para trás e assim conseguir desviar do golpe que fora tentado pelo selvagem. Caso conseguisse derrotá-lo seguiria até o Porto Branco em busca de um meio de locomoção até Loguetown e também novas roupas e um bom médico para diagnosticar meus ferimentos.

Caso não conseguisse acertar os golpes ou então o homem os bloqueasse, tentaria pensar em alguma coisa diferente para acertá-lo. Usaria minha velocidade superior para correr a sua volta e assim distribuir socos por todos os lados de seu corpo para então o desequilibrar e assim poderia conseguir derrubá-lo ao chão. Caso conseguisse o derrubar procuraria lhe aplicar vários socos por todo o seu rosto e braços para então finalizá-lo. Se eu não conseguisse o socar enquanto corria ao seu redor teria de começar a me defender dos seus ataques, caso o homem tentasse um golpe direto visando acertar meu rosto procuraria saltar para trás e assim evitar o ataque. Caso o selvagem tentasse um golpe em minha barriga, tentaria me defender jogando apenas o tronco para trás. Se fosse tentado um ataque em suas pernas buscaria pularia e já no ar tentaria um cruzado em seu rosto utilizando todo meu peso para derrubá-lo, mas caso errasse e o selvagem me atacasse em quanto estivesse no ar tentaria jogar todo o meu corpo para o lado, buscando me esquivar. Se no fim conseguisse derrota-lo sentaria sobre o chão encarando fixamente seu corpo jogado ao chão - Foi uma boa luta diria com um sorriso convencido por ter vencido a luta, entretanto precisaria estar atento para não ser atacado por seus homens de surpresa - Se não quiserem acabar como seu líder melhor fugirem diria os encarando mortalmente, caso quisessem lutar me colocaria em posição de luta, mas se não quisessem seguiria até o Porto Branco. Caso o homem não caísse ao chão me colocaria novamente em posição de luta, assim que colocasse os pés sobre o chão.
Histórico:
 

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Última edição por Vincent Arkaryas em Qua 09 Ago 2017, 22:46, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyQui 27 Jul 2017, 00:19



Narração

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O jovem de cabelos rubros responde de forma arrogante à proposta do oponente, o que ocasiona um novo sorriso no rosto de tal, porém em vez de algo cômico igual os anteriores um sorriso maléfico.

– Ok.

O homem então avançou de forma acelerada na direção do garoto, ao tentar desviar de seu golpe com clava acabou sendo acertando por um soco pela mão oposta, em fato o primeiro golpe era uma finta, tal soco foi respondido por golpes dados pelo jovem Vincent, sendo eles mirando para o pescoço, rosto e queixo do selvagem, ao recebê-los estando um pouco desnorteado ecom falta de ar devido ao golpe no pescoço, o selvagem instintivamente segurou o braço de Arkaryas e o atingiu com uma cabeça em seu rosto, o que acabou fazendo com que a situação do nariz do ruivo piorasse ainda mais, agora sangrando e dificultando sua respiração. O jovem tentava se soltar porém a força do homem era muito maior que a dele e tais tentativas se resultavam em falhas, o brutamonte acertou uma joelhada na barriga de Vincent o que veio a deixar-lhe sem ar. Ao menos se perceber o garoto se via lançado no ar, um momento curto pois quando estava caindo de volta no chão sentiu um golpe duro na lateral de seu rosto e de repente não se via mais nada, tudo a sua frente havia se tornando preto, ele havia desmaiado.

Ao acordar Vincent se encontrava em um local de cores claras e suaves, era um quarto pequeno e ele estava deitado em uma cama de lençóis e cobertores brancos, após tudo isso era possível notar que se tratava de um hospital e não havia mais ninguém no recinto, a questão é como ele chegará lá. O rosto de Arkaryas ardia e estava enfaixado, provavelmente nas áreas em que havia sido acertado, o mesmo ocorria com suas costelas, que talvez tivessem sido quebradas, seu corpo estava nu, porém um terno preto era encontrado ao seu lado e em cima dele uma carta. Pela janela era possível ver uma cidade com casas grandes e bonitas, provavelmente ali se encontrava uma população rica, o completo oposto de vila onde o jovem havia acabado de passar. Se Vincent olha-se mais de perto para a carta poderia ser lido.

Carta:
 

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MensagemAssunto: Re: Capítulo 1 - Manchado de Sangue   Capítulo 1 - Manchado de Sangue EmptyQua 02 Ago 2017, 00:13

A luta havia chegado ao seu fim, mas não do jeito que eu esperava. Quando finalmente consegui deixar o homem desnorteado com um soco em seu pescoço ele instintivamente segurou meu braço e me acertou uma cabeçada. Sua força física era claramente maior que a minha, tanto que não conseguia soltar meu braço de suas mãos. Logo em seguida vieram os golpes que acabaram com a luta, primeiro uma joelhada em meu estômago e depois fui arremessado e acertado por duro golpe na lateral de meu rosto, de repente tudo se apagou é eu tinha desmaiado.Acordei num pequeno quarto de cores claras e suaves deitado em uma cama, estava nu com apenas o corpo enfaixado nas áreas onde havia sido acertado pelos golpes do selvagem. Ao meu lado havia um terno e uma carta de Bethos Donkia, líder da polícia de Porto Branco, me pedindo para ir até a central da polícia, talvez o homem queria me perguntar oque eu estaria fazendo jogado no meio do mato e provavelmente sem roupas. Me vestiria lentamente e sairia do quarto indo em direção a central da polícia o único problema é que não sabia nem a direção de onde o lugar ficava. Antes de sair do quarto verificaria se as soqueiras ou meu dinheiro estavam também onde as roupas e a carta estavam, já na rua andaria calmamente olhando para todos os lados buscando achar alguma indicação de onde possivelmente o lugar estaria, caso não conseguisse achar por conta própria abordaria a primeira pessoa que encontrasse - Com licença, poderia me dizer onde fica a central da polícia? perguntaria com um sorriso gentil, entretanto falso. Quando era mais jovem sentia dificuldades em atuar para esconder meus sentimentos, mas com o tempo fui me acostumando a ser alguém sem ter sentimentos pelos outros. Caso me fosse informado aonde a central da polícia estava seguiria as informações até o local, mas caso nenhuma informação fosse dada procuraria uma outra pessoa.

Absorto em meu pensamentos sobre a derrota para o selvagem eu poderia me esbarrar em alguma pessoa desapercebida como eu, se isto acontecesse e a pessoa caísse olharia para sua face calmamente - Preste mais atenção por onde anda diria friamente para a pessoa. Assim que chegasse a frente do lugar, entraria calmamente e olharia para todos os cantos procurando uma atendente ou então alguma outra coisa que pudesse me ajudar a achar Bethos. Se houvesse alguma atendente me aproximaria para perguntar onde o homem estava -- Onde posso encontrar Bethos Donkia? minha voz sairia calma e serena. Caso a atendente me perguntasse o que eu queria com o líder da polícia responderia - Ele me chamou até aqui para conversar com ele minha voz novamente sairia em um tom calmo.Se fosse me dito que o homem estava em sua sala iria até o local para conversar com ele, bateria na porta e esperaria até que minha entrada fosse liberada - Oque quer comigo? diria seriamente assim que entrasse no local. Se o homem me chamasse para sentar o faria com extrema cautela para não ser surpreendido por nenhuma armadilha e caso me fosse me perguntado o que eu estava fazendo jogado desacordado no meio do mato responderia rapidamente - Fui emboscado por um selvagem e aí lutamos um pouco minha voz sairia um pouco irritada pelo homem ter feito uma pergunta de uma coisa da qual não queria me lembar naquele momento. Se mais uma pergunta fosse feita responderia um pouco mais irritado - Lutamos até o primeiro de nós cair ao chão ocultaria a parte da minha derrota, odiava que me perguntassem por que perdi, entretanto adoraria que me perguntassem alguma coisa quando vencesse lutas. Depois de ter conversado o suficiente com o homem, sairia de sua sala em busca de algum barco que pudesse me tirar daquela ilha, mas se estivesse sem dinheiros e sem as soqueiras procuraria algum lugar que pudesse usar minhas habilidades para roubar dinheiro e um novo par de soqueiras.

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