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Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capítulo I: Em busca de um propósito!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptySeg Jun 19, 2017 1:10 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Capítulo I: Em busca de um propósito!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Isabella Lundgren. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptyQui Set 14, 2017 6:07 pm

Carnificina: a crueldade de Gwansu e a ira de Isabella

Mesmo tendo chamado por algum tempo não obteve resposta e prosseguiu a derrubar a porta, armando-se e gritando palavras de enfrentamento para uma audiência vazia. Aquilo era estranho. Seu ombro ainda formigava levemente das pancadas que dera na porta mas sua atenção estava focada nos arredores prestando atenção em cada passo que dava, evitando o máximo o ranger de tábuas. Um colchão com lençol se encontravam no canto mostrando que de fato fora a residência de alguém aqui, fosse Gwansu ou não, e o cheiro de assado tornava-se cada vez mais forte com sua aproximação até ser de súbito invadido por um odor de podridão em um coquetel desagradável.

"Isso não parece bom..." - Chegando no cômodo seguinte presenciou a fonte daquele cheiro desagradável: um cadáver mutilado e quase irreconhecível com seus membros arrumados em ganchos e suas tripas ocupando a mesa de madeira. O choque foi imediato, assim como o revirar de seu estômago o que fez com que não demorasse para Isabella desviar o olhar para fora da sala - "Mas o que... o que é isso?! Que tipo de pessoa faria isso...? Esse Gwansu, ele é realmente extremamente perigoso. Pensar que ele tem o estômago e a vontade de fazer algo assim com alguém, sujar a memória da pessoa mesmo depois de morta separando-a de seus membros... Toda cautela que tive até então precisa ser redobrada, eu preciso levar isto muito mais a sério... Se eu não tomar cuidado o mais longe que descobrirei sobre o meu caminho é uma parte mais isolada de uma cidade, em uma ilha, dentro do mar inteiro... Eu preciso levar isso a sério."

Deixou seu estômago acalmar por alguns segundos e tomou coragem de observar a cena novamente colocando a mão livre sobre o nariz, dessa vez com mais atenção e menos emoção. Era uma cena realmente devastadora, sangue para todo lado e uma carnificina digna de um campo de guerra. Até mesmo o cheiro invadia seu nariz ainda que tentasse bloqueá-lo.  Observou o corpo por alguns segundos tentando ser o mais fria possível e conseguiu ver que se tratava de uma mulher, mas não muito mais além do fato de que um cutelo seria a ferramenta de escolha do criminoso. Viu também a fonte do odor que lhe chamou a atenção na primeira vez, o javali ao fogo sendo lentamente assado e a ficha lhe caiu: era bem provável que a comida nada mais era do que uma forma de disfarçar a podridão, ou pelo menos um chamariz. Sua análise é interrompida, porém, por uma voz feminina vinda de fora da casa assim como ela procurando por Gwansu. Mas apesar de procurarem pela mesma pessoa seus objetivos pareciam distintos: ela tinha trabalho pra Gwansu, provavelmente a encomenda de outro assassinato. Aquilo fora o suficiente para que a jovem jogasse a recentemente restabelecida calma e cautela ao vento e prontamente começou passos fortes em direção à rua. A cena que presenciou realmente mexeu com a garota que agora deixava com que a ira fizesse parte das suas ações, agindo mais pelo impulso do que pelo raciocínio. Pisando fora da casa já começou a andar em direção ao passo da fonte da voz, ainda com espada em mãos.

- Gwansu não está aqui, mas você pode ter certeza que você vai me ajudar a descobrir onde ele está! - Levantou a espada e a apontou na direção da mulher segurando firmemente o cabo, deixando sua raiva evidente em sua postura e fala, nunca parando de se aproximar - Me diga, quem é você?! E diga logo, o seu amigo me deixou sem paciência e eu sou capaz de descontar no que estiver na minha frente. Qual sua relação com ele e aonde ele está?! Eu tenho assuntos pendentes. - Nesse momento já desejaria estar cara-a-cara com a pessoa e caso conseguisse a pegaria pelo pescoço para tornar sua ameaça mais real. Aquilo não era uma atitude comum de Isabella, alguém preocupado sempre em ajudar àqueles em seu caminho, porém tamanha crueldade fez com que se tornasse mais bruta e passional.






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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptySab Set 30, 2017 1:42 pm




Isabella Lundgren

Em busca de Glória!!



A figura do lado de fora da casa era de certa forma peculiar. Um corpo esguio, estritamente magro, embora a lógica indicasse uma voz feminina às características físicas denunciavam um homem. Vestia uma capa comprida de cor marrom e embora simples em estilo ela revelaria a um bom observador que seu tecido era nobre e a capa limpa com pouco uso. Havia um capuz, mas este estava caído para trás revelando o rosto masculino por trás da voz aguda.

Um rosto magro, pálido, com bochechas fundas e um nariz adunco, cabelo preto comprido preso para trás em um rabo de cabalo alto, o rosto lustroso com a barba bem aparada e a pele limpa sem indícios de marcas de idade. Era um homem jovem, embora sua magreza o envelhecesse um pouco, mas não perdendo seu aspecto ‘nobre’ e irreverente.

A jovem estava a dois passos fora da casa quando o individuo se deu por conta que ela não era quem ele esperava, recuando assim um passo receoso.

- Quem é você? - perguntou o homem com bastante rispidez, aparentemente alheio ao que Isabella havia lhe dito. A espada antes baixa ergueu-se como um dedo acusatório na direção do sujeito, enquanto a jovem continuava prosseguindo em passos firmes aproximando-se cada vez mais, ou assim seria de se esperar se o homem não espelhasse os movimentos dela andando cada vez mais para trás levantando pequenas lufadas de poeira no arrastar de seus pés receosos.

- Não é da sua conta! O que você está fazendo aqui? - indagou o homem, que parecia soar quase como ofendido com as perguntas da caçadora. - É melhor parar onde está ou meu mestre... - ele não terminou de falar, deixando apenas a ameaça no ar enquanto fazia um sinal com seu dedo indicador simbolizando um pescoço cortado.

Sem deixar-se intimidar a nossa brava heroína apertou o passo aumentando a velocidade e a súbita mudança de reação fez o individuo de nariz adunco tropeçar caindo de bunda para trás levantando uma pequena nuvem de poeira enquanto tentava continuar se afastando arrastando-se de costas no chão. A espada dela então se encostou no queixo do homem, forçando-o a parar e a erguer a cabeça para olha-la nos olhos.

- Tá, tá eu digo eu digo. Só não me mate.

Isabella então se abaixava ainda mantendo a espada pressionada no pescoço do pobre homem, abaixando-se com a mão esticada pronta para agarra-lo pelo pescoço e nesse momento foi surpreendida.

Em um movimento inesperado o homem magro jogou terra nos olhos de Isabella que pega de surpresa cambaleou para trás levando a mão livre aos olhos. Quando conseguiu se limpar o sujeito corria atabalhoadamente a 10m de distância dela.






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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptySeg Out 02, 2017 9:50 am

Perseguição ao aprendiz, um passo mais perto!


Conforme seus passos a levavam para fora da casa via que não era uma mulher como esperava e sim um rapaz. E não parecia um rapaz qualquer. Sua forma de se portar, suas roupas de boa qualidade, até mesmo sua aparência bem-cuidada não pertenciam àquele contexto, àquele ambiente. Porém não importava o suficiente para a jovem essa pequena confusão, continuando seu ato de intimidação ao homem em busca de respostas. Ele recuava perante a lâmina estendida em sua direção mas continuava a esquivar-se de responder qualquer tipo de pergunta, medo em sua voz tornado evidente por seu tropeço. Por um momento uma mistura de culpa e alívio cresceu em si: jamais machucaria um oponente desarmado e desprotegido mas era ótimo que ele pensasse que sim, as respostas viriam mais rápido.

- Seu mestre você diz?! Este é o melhor cenário possível não tendo encontrado ele de primeira então. Você vai me dizer onde ele está ou eu vou ter que arrancar de você das piores formas que eu puder imaginar. Você deve conhecer algumas, considerando o trabalho do seu mes- - Antes que pudesse terminar sua atuação, enquanto ainda aproximava-se mais do sujeito, ele fora rápido o suficiente para surpreender Isabella com um golpe sujo, jogando terra em seus olhos.

"Filho da puta!!" - O truque fez com que desse alguns passos para trás e levasse a mão aos olhos, tentando retirar as impurezas e tornar a enxergar propriamente. Quando finalmente recuperou a visão foi apenas para ver ele em uma fuga desesperada, já com uma pequena distância entre eles - "Esse desgraçado... Eu não tenho muita opção, eu não posso ficar aqui parada tentando raciocinar isso! Eu vou pegar ele e sem dúvida ele vai me dizer onde eu posso encontrar esse maldito!"

Decidindo por agir mais por instinto que seguindo qualquer tipo de plano começou uma corrida vigorosa atrás do homem. Quando começasse a correr colocaria sua espada de volta em sua bainha, de forma a não diminuir sua velocidade, e iria o mais rápido que pudesse, pelo menos até alcança-lo e interromper sua fuga. Estava deixando a cautela de lado novamente e já não prestava a mesma atenção aos arredores, seu foco no rapaz e em esquivar-se de obstáculos, mas ainda existia uma leve preocupação no fundo de sua mente de estar sendo levada para uma armadilha cujo o caminho era o menor dos problemas. Não havia tempo para pensar nisso e continuaria sua perseguição tentando chegar perto o suficiente para agarrar-lhe pelo braço ou pescoço, evitando agarrar apenas nas roupas em busca da certeza de que ele não escaparia devido a algo simples como o azar destas rasgarem. Caso fosse bem-sucedida em segura-lo tentaria firmar seus pés no chão e funcionar como uma âncora, fazendo com que ele caísse para trás. [A1] No cenário onde ele não fosse efetivamente jogado no chão esperava que pelo menos interrompesse sua corrida e o fizesse tornar-se para ela, iniciando um embate ou pelo menos colocando-se em uma posição ao alcance de sua espada. [A2] Finalmente, caso conseguisse derruba-lo mas caísse junto com o mesmo no chão com o seu movimento, tentaria pegar seu braço e o coloca-lo atrás das costas, como quem imobiliza um adversário sob a ameaça de quebrar um membro. [A3]



[A1]

Com o sujeito caído teria uma vantagem notável estando em pé sobre ele, podendo reagir rápido o suficiente caso ele pensasse em fugir novamente. Desta vez, porém, estaria mais atenta as táticas sujas do mesmo, tentando prestar bastante atenção em suas mãos e qualquer tentativa de jogar sujeira ou algo do tipo em si.

- Como eu disse... - Desembainharia a espada e a apontaria sobre ele, caído no chão - Você vai me contar onde vou encontrar seu mestre. E você vai fazer isso rápido, minha paciência já se esvaiu por completo com essa tentativazinha ridícula de fuga. Agora vamos, comece a falar, onde posso encontra-lo?! - Deixaria a todo momento a espada há um palmo de distância do corpo do indivíduo, de forma que se ele movesse para qualquer lugar compensaria a distância perdida novamente, nunca deixando que verdadeiramente afaste-se.



[A2]

O adversário agora tendo interrompido sua corrida estava mais próximo do seu alcance o que faria com que desembainhasse a espada novamente e tornasse a aponta-la para ele. Tentaria ser mais cautelosa e dessa vez deixaria a espada completamente esticada à sua frente pressionando-a contra o peito do homem, sem feri-lo mas na iminência de faze-lo enquanto mantinha uma distância razoável.

- Você já deve estar percebendo que não tem como fugir! Eu vou atrás de você não importa o quão rápido você corra ou quão bem você se esconda, nada vai me parar. Então... - Pressionaria a espada um pouco mais, ainda sem machucar mas definitivamente tentando ser mais intimidadora. A sua mão apertava a espada com força, com um certo ódio em sua fala - Comece a falar. E rápido.



[A3]

Caindo junto com seu adversário no chão sabia que teria que ser rápida em uma tentativa de imobilização pois estava tão suscetível quanto ele à uma. Tentaria então, de forma mais ágil possível, girar o corpo do indivíduo para que ele ficasse de bruços e com o rosto em contato com o chão. Com uma de suas mão tentaria pegar seu braço direito e dobra-lo atrás das costas, exercendo pressão sobre as juntas de seu ombro e cotovelo. Sua outra mão estaria segurando o ombro dele próximo ao pescoço, mantendo o corpo dele contra o chão usando de seu peso juntamente à sua força.

- O quanto esse braço vai te fazer falta, maldito?! - Apertaria um pouco mais sua 'chave' para que ele sentisse os limites de suas juntas e articulações e percebesse que não seria a ideia mais prudente do mundo continuar lutando contra aquele golpe sem receber ferimentos consideráveis - Pois eu te digo, não fará falta nenhuma para mim e eu só preciso de sua boca funcionando perfeitamente... Fale, quantos membros vou quebrar antes de ouvir o que eu quero?! Aonde está Gwansu?!





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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptySeg Out 02, 2017 12:29 pm




Isabella Lundgren

Em busca de Glória!!



A corrida não chegou a se estender por muitos metros a mais. Superior fisicamente ao magrelo engomado a jovem Isabella o alcançou na marca de 30m. Em um ponto onde a estrada de terra fazia uma curva suave para direita.

A capa do sujeito esvoaçava-se para trás, dando-lhe uma aparência difusa difícil de julgar e medir, as mãos da jovem roçaram-na duas vezes antes de conseguir agarrar o braço esquerdo do homem. A corrida e o chão irregular, somados a perseguição e as ações frenéticas do homem que tentava se libertar do aperto fizeram com que ambos fossem rolando ao chão, erguendo uma nuvem de poeira enquanto rolavam com Isabella Posicionando-se as costas do sujeito.

Seu joelho apoiava-se no centro da coluna do mesmo enquanto torcia para trás o braço esquerdo do homem empurrando seu ombro direito contra o chão. A poeira ainda assentava e o sujeito bufava, seu rosto colado no chão, virado para a esquerda com sua face, antes impecavelmente limpa, agora coberta de poeira enquanto ele baforava pequenas nuvens de pó com sua respiração pesada.

Isabella então o ameaçou, torcendo com força o braço que anteriormente só mantinha preso.

- AHRGG, sua vaca. ARGHH. - gemeu o sujeito sobre o aperto da jovem. - Como eu vou saber onde aquele porco está sua cadela vadia imbecil? - esbravejou o sujeito. - Não vê que eu vim procura-lo sua demente? - a onda de xingamentos induziu Isabella a torcer ainda mais o braço do homem.

Estavam sozinhos, caídos em uma curva suave da estrada a uns 40m da casa de onde partiram. O cheiro do assado ainda era sentido e felizmente sobressaia-se sobre o cheiro nauseabundo de decomposição. O sujeito abaixo de seu corpo gemia e bufava tentando recuperar o folego, vez ou outra agitava-se, mas logo se continha devido a dor que isso lhe causava.

A casa seguinte, ou melhor, casebre, estava ainda a 20m e ao redor dele apenas arvores esparsas. No entanto, quanto mais adentrassem mais densas e grossas as árvores se tornariam até virarem uma verdadeira mata.

Nossa heroína, embora ainda não tivesse se dado conta havia se equivocado, talvez no ímpeto de sua raiva havia agido precipitadamente. Talvez com a calma pudesse lhe vir a sabedoria e a sensatez, pois agora... O que devia ela fazer com este sujeito? Mata-lo? Liberta-lo? Aprisiona-lo para sempre? Permitir-se-ia um ato de crueldade para com um estranho? Ou libertá-lo-ia em sua plena bondade só para que este pudesse prejudicar sua vida em um futuro próximo.

Gwansu não estava, mas também não tardaria. O tempo de dar jeito em seu problema atual poderia fazê-la perder seu alvo de vista, como também poderia faze-la ser o alvo. AS probabilidades futuras apenas se multiplicavam a frente de nossa heroína.





Vamos então a minha especialidade. Tortura psicológica '-'.

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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptyTer Out 03, 2017 12:46 pm

Respostas na Violência: o lar de um assassino



Sua estratégia fora bem-sucedida conseguindo derrubar o sujeito ao chão e imediatamente imobiliza-lo, o suficiente para se certificar de que não correria novamente. Ele não parecia mais tão nobre agora com seu rosto delicado imerso em sujeira e ele mostrava seu descontentamento claramente a xingando e protestando sua captura. Isabella prontamente aplicou mais força em sua chave a ponto de desencorajar esse comportamento revoltado e começar a dar um pouco mais de perspectiva ao nobre sobre sua atual situação. Antes de proferir qualquer palavra de resposta aproveitou os poucos segundos de calma para tirar uma respiração profunda, preenchendo seus pulmões após sua corrida e retomando a um maior grau de concentração. Olharia os arredores, certificando-se que estava tão isolada do restante da cidade quanto gostaria, antes de com a mão que pressionava o ombro do indivíduo no chão mudar de lugar para sua cabeça, segurando-lhe pelo cabelo enquanto mantinha seu braço preso atrás das costas.

- Entendi... Então você é só o cachorrinho de alguém... - Puxaria-lhe pelo cabelo fazendo com que sua cabeça desencostasse do chão e seu pescoço ficasse esticado, trazendo sua orelha para mais perto de si - Que besteira eu estou dizendo. Eu tenho muito mais respeito por qualquer cachorro que por você - Após falar em um tom sério de forma bem incisiva esperava que ele estivesse mais disposto a cooperar mas ainda não tinha acabado seu ato. Era fácil para um mensageiro vir entregar contratos sem nunca estar diretamente em contato com o resultado direto de sua mensagem. Pois bem, ele entenderia agora - É hora de você conhecer o que acontecido toda vez que você vêm aqui!

Tirando o joelho de suas costas tomaria o cuidado de manter seu braço sempre no limite de uma fratura, de forma que não se sentisse inclinado a tentar escapar de novo. Queria que ele sentisse o desconforto e a dor, apenas o suficiente para que ele entendesse que ele deveria começar a baixar a cabeça para a jovem. Com a mão em sua cabeça puxaria seu cabelo com força juntamente com o seu braço imobilizado o colocando de pé à sua frente, de costas para si - Vamos, comece a andar, eu vou te mostrar algo! - Começaria a empurrar ele e fazê-lo andar em direção ao casebre de onde o cheiro do assado era gradualmente substituído pelo cheiro podre da decomposição adentrando ele em seguida e levando o indivíduo para àquele cômodo macabro com o qual havia se deparado. Acreditava que não seria fácil para ninguém ver uma cena daquela, muito menos para um engomadinho da Cidade Alta, e isso o faria repensar suas escolhas dali em diante - Veremos o quão corajoso você é - Assim que adentrassem o cômodo daria-lhe uma pancada atrás do joelho, na intenção de faze-lo ficar caído no chão enquanto ainda lhe segurava pelo cabelo, mantendo seu rosto virado em direção ao corpo desmembrado e às suas entranhas espalhadas pelo chão, e soltando seu braço apenas para desembainhar sua espada e a colocar esticada sobre o ombro dele, tentando deixar claro que ele estava à sua mercê mas sem ainda de fato corta-lo de alguma forma.

- Isto aqui é o trabalho de Gwansu! Por que você não da uma boa olhada e me diz o que acha?! - Viraria a espada fazendo-a repousar horizontalmente agora no ombro do sujeito, com a lâmina virada em direção ao seu pescoço. Novamente tentava afastar a raiva de lado e retornava a um tom mais sereno - Por que você não me diz a sua opinião sobre eu fazer exatamente o mesmo com você? Eu pensei em começar tirando sua cabeça, mas eu acredito que um pouco de dor vai soltar sua língua, não posso te matar rápido - Um arrepio subia-lhe pelas costas. Sentia-se um pouco assustada com suas próprias ações, um certo grau de nojo comparável a estar espancando um cachorro de rua sem motivo além do que seus próprios interesses. Mas naquele momento isto não podia importar demais para ela, queria suas respostas o mais rápido possível para dar fim a essa escória que assolava a Parte Baixa da cidade. Torcia por estar conseguindo causar algum impacto nele e que ele de fato fosse revelar algo, do contrário teria que recorrer a algo diferente de mata-lo, pensando se deveria o desacordar ou leva-lo à Marinha.

"Isto deve ser o suficiente... Eu prefiro não acreditar que existem tantas pessoas cruéis o suficiente para não se abalar aqui em Dawn Island. Esse porte, essa forma de falar, até mesmo seu chiado enquanto estava imobilizado... Isto não é a forma de se portar de alguém com um grande grau de força de vontade, dobra-lo não pode ser tão dificil... A cada segundo que perco aqui fica mais complicado achar Gwansu e eu não duvido nada que ele apareça aqui a qualquer momento, enquanto estou distraída com esse imbecil... " - Havia retornado ao seu jeito normal de ser, por exceção da tortura psicológica, e tentava racionalizar todas as opções diante de si. Pensava com cuidado sobre as consequências de seus atos, os próximos passos que deveria dar e, principalmente, sobre as precauções que deveria tomar, tentando prestar atenção para não ser surpreendida enquanto intimidava o sujeito. Caso ouvisse o som de alguém se aproximando tiraria a mão do cabelo do nobre e a usaria para tapar sua boca enquanto tentava olhar discretamente para fora do cômodo, evitando ser detectada. [A1] Sendo de fato surpreendida a primeira coisa que faria seria tentar jogar o nobre no chão o mais longe possível da porta e virar-se para o invasor com espada em mãos, olhando fixamente para seu adversário à fim de estar pronta para algum ataque. [A2] Se sentisse confiante de que poderia continuar sua intimidação esperaria pela resposta dele mas cada vez aproximando mais a lâmina do seu pescoço, deixando-a até no máximo 5 centímetros de distância enquanto tentaria estudar suas reações. [A3]





[A1]

"Quem pode ser?!" - Apertava a mão contra o rosto do sujeito com força, tentando fazer com que nenhum som escapasse. Sua espada agora estaria paralela ao seu corpo com a ponta para cima, em direção ao pescoço de seu prisioneiro. Falaria então baixinho em seu ouvido - Eu sugiro que você não faça nenhum movimento...





[A2]

- Você, fique aí! - Diria enquanto olhava para o nobre caído no canto da sala, disparando-lhe um olhar ameaçador. Viraria-se para frente agora, em direção ao invasor, com a espada apontada em sua direção, empunhando-a com as duas mãos à frente do corpo. Olharia-o fixamente tentando mostrar-se pronta para um combate caso fosse um oponente e instigando-o a deixar o lugar caso não fosse - Não dê mais um passo! Diga seu nome e o que você quer, talvez você tenha respostas para mim também! - A confiança vinha mais como parte de seu porte e sua postura para lidar com a situação que de fato segurança no resultado daquilo. Lutar contra dois oponentes sempre é um perigo.






[A3]

- É o seguinte... Eu quero saber onde eu posso encontrar o Gwansu. Talvez você realmente esteja procurando ele como diz, mas quero saber aonde mais seria possível encontra-lo. Mas agora, eu quero mais que isso - Por toda a fala mantinha sua voz mais calma porém mantendo o peso sério do tema da conversa. Tentava lidar com a situação da forma mais racional possível - Quero que me diga quem é seu empregador e quantas e quais outras vezes vocês usaram o serviço desse assassino. Gwansu está além de ser salvo, mas a sua vida ainda pode ser poupada. Você pode argumentar que te matariam de qualquer forma mas... - deixava a espada bem próxima, pressionando a pele sem corta-la - ...você morre agora ou ganha a chance de tentar evitar morrer depois, tudo depende da sua cooperação. Me diga tudo que sabe sobre seus hábitos e suas alianças que você sairá daqui sem nenhum arranhão.





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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptyTer Out 03, 2017 3:24 pm



   
Isabella Lundgren

Em busca de Glória!!



Com violência Isabella conduziu o homem de volta a casa de Gwansu, torcendo-lhe o braço com rispidez para incentiva-lo a andar. O homem deixou-se conduzir quieto, sabendo que mais xingamentos só iriam lhe provocar mais dor.

O fedor alcançou primeiro a jovem, e embora já estivesse ciente da cena não foi capaz de bloquear por completo a ânsia causada por aquele fedor. Empurrou o ‘nobre’ para dentro da cabana levando-o adianta até a cozinha.

Não ouve gritos, o homem também não se curvou em anciã, apenas virou um pouco o rosto. Isabella empurrou-o para dentro, ficando entre ele e a porta e forçando-o a ir mais perto da carnificina.

- Isto aqui é o trabalho de Gwansu! Por que você não da uma boa olhada e me diz o que acha?! - perguntou a jovem para o magrelo.

- É um trabalho meio porco. De alguém que não possui um método refinado. - disse o homem que se virava para a jovem e sorria um sorriso cruel e distorcido. Os olhos de Isabella arregalaram-se momentaneamente, não esperando uma resposta daquele tom. O homem sorriu mais ao ver a reação da jovem, que se aproximou apontando a espada para o pescoço dele.

-  - Por que você não me diz a sua opinião sobre eu fazer exatamente o mesmo com você? Eu pensei em começar tirando sua cabeça, mas eu acredito que um pouco de dor vai soltar sua língua, não posso te matar rápido.

- HAHAHAHAHAHAHAHA. Tente. Talvez você goste? Quem sabe aprecie a obra de Gwansu depois disso. Ele ainda é um amador, mas serve para os propósitos de meu mestre, mas ainda lhe falta habilidade. - o sorriso doentio continuava estampado na face do homem. Ele certamente não era um guerreiro e provavelmente seu mestre a quem se referia também não, mas.... Parecia habituado aquilo, habituado a cena de tortura, ao cheiro de morte e a falta de escrúpulos, parecia mesmo avaliar o trabalho de Gwansu como de um amador.

A reação do homem fugia completamente aos planos de Isabella, pois a cena não serviu para intimida-lo e surtiu na verdade o exato oposto, tornando-o mais audaz e desafiador, com o rosto torcido em um sorriso cínico cruel.

- Meu mestre sim e um artista, e você... Há ele vai adorar se divertir com você, cuidar de cada pedacinho do seu corpo... As jovens e belas são as que ele mais gosta. - Ele avançou um passo para cima da espada deixando-a bem encostado em sua pele. Era como se fosse outra pessoa, um doido psicótico que sentia prazer em todo aquele sangue, fazendo-a duvidar daquele sujeito que recuou no inicio. Agora quem acabava vacilando um passo para trás foi Isabella, que recuou de forma contida para evitar que o homem se empalasse em sua espada. - Tente, você vai gostar. Matar... Não, não, torturar, desmembrar, criar. É uma arte. Eu vejo em seus olhos.



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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptyTer Out 10, 2017 11:52 am

Mandando uma mensagem

A frustração tomou conta de si. O rapaz franzino, de origem nobre, nunca teria lhe passado a impressão de alguém tão acostumado com crueldade e brutalidade e todo o seu teatro e tentativa de intimidação tinham sido em vão. Para piorar ela mesmo tinha sido alvo da sua própria manobra, sentindo-se nauseada com o cheiro de decomposição do local que só aumentava com o calor do fogo próximo e inundava seu olfato apurado. Cada segundo sentia-se mais um peão em um jogo muito maior do que estava ciente, tendo se colocado em oposição a uma força invisível: um nobre desconhecido e misterioso que supostamente seria um assassino ainda mais proficiente que Gwansu, além de o contratante de seus serviços. As palavras ainda ecoavam em sua cabeça: 'É um trabalho meio porco. De alguém que não possui um método refinado.'

"Eu devia saber melhor que isso... Eu devia saber que não ia ser qualquer pessoa normal que estaria querendo encontrar com Gwansu, um homem conhecido como um assassino... O que quer que isso seja, é muito maior que um homicida como foi anunciado ou um cartaz da marinha... Isso se estende a toda a cidade, um homem poderoso que não tem escrúpulos ou culpa para atrasa-lo e pode exercer sua influência em todo lugar com um mero contrato. Esse verme na minha frente..." - Conforme ia concluindo seus pensamentos, em meio as muitas palavras trocadas, começava a se sentir furiosa novamente. Por ter sido feita de idiota, por se sentir uma peça, por essa caçada que apenas se torna mais complicada. Raiva da marinha que diz não saber nada sobre o criminoso que procuram quando descobriu tanto em algumas horas. Principalmente, com raiva daquele jovem que se dizia tão destemido.

Seus pensamentos foram interrompidos com a surpresa pela reação do seu inimigo, cada vez mais cruel e feroz. Conforme o mesmo se aproximava sentia-se compelida a afastar-se ainda que a ira crescesse em si, de outra forma acabaria o matando. Uma coisa sabia: àquela altura o homem queria que ela fosse sua carrasca e jamais lhe daria esse prazer. Ouvia ele tentar atiça-la sobre os prazeres da carnificina mas algo muito mais importante lhe chamou a atenção, o fato de que o mestre do sujeito iria querer resolver isso pessoalmente, e não levou a sério suas palavras sobre o resto. Ainda assim, algo tinha de ser feito. Fechando sua expressão subitamente e assumindo um semblante de raiva deixaria a ponta da espada abaixar, tirando-a do peito do adversário, mas imediatamente enfiaria a espada com toda sua força em seu pé, tentando atravessa-lo e fincar-se no chão. Sendo bem-sucedida, o pegaria pelo pescoço com sua mão esquerda e começaria a aperta-lo, armando um braço para trás em preparação a um soco. [A1] Não conseguindo fincar a espada em seu pé o empurraria com toda sua força contra a parede, na intenção de fazê-lo ficar sem ar nem que fossem por alguns poucos segundos, o suficiente para desferir-lhe um soco no rosto e desarmar sua investida. [A2] Caso ele tentasse a atacar de alguma forma, com alguma arma escondida ou não, tentaria segurar seu membro atacante e puxa-lo contra a espada presa no chão, na tentativa de feri-lo sem necessariamente desmembra-lo. [A3]




[A1]

- Você ganhou! Diga-me onde está seu mestre e quem ele é que eu o botarei a prova! Quero ver o que ele conseguirá fazer comigo! - Apertava seu punho atrás de si mais forte nesse momento - Vamos, diga logo para que eu possa acabar com você!

Ele dizendo ou não alguma informação valiosa, daria um soco o mais forte que pudesse. Sua intenção seria desmaia-lo e caso uma pancada não fosse o suficiente daria mais algumas torcendo ser o bastante. Apesar de suas ameaças de morte contra ela não queria mata-lo, como ela ele também era apenas uma peça em um jogo muito maior e ele mal podia se defender. Conseguindo desmaia-lo tiraria a espada de seu pé e a passaria nas roupas do sujeito, limpando o sangue antes de embainha-la. 'Um bom espadachim sabe que uma lâmina deve ser bem cuidada e limpa diariamente, seria tolice deixa-la enferrujar'. Em seguida, pegaria seu corpo desmaiado e o arrastaria para fora da casa, jogando-o no chão da entrada da mesma. Retornaria então a casa de volta ao cômodo onde o corpo apodrecido estava com uma mão sobre a boca e o nariz, já não suportando o odor, e pegaria algumas das lenhas no fogo e jogaria pelo chão da casa, na intenção de que ela eventualmente incendiasse. Se colocando para fora da casa novamente deveria planejar seus próximos passos, principalmente agora que estava decidida em mandar uma mensagem.

"Então é isso. Eu simplesmente não posso deixar que nenhum deles fique impune por seus atos, não posso permitir que pessoas fiquem morrendo pelos meros caprichos de seres menos humanos que muitos animais. Vocês querem ficar se escondendo? Ótimo. Parece que eu terei que mandar algumas mensagens para ver o quão séria estou... A primeira será essa. Um membro da organização ensanguentando e um lar em chamas, a próxima eu espero que seja cara-a-cara..."

Ela pensava como se estivesse em um jogo mental com o nobre, em um diálogo imaginário cercado de ameaças e intriga que estava longe de acabar. Não sabia qual seria seu próximo passo, poderia tentar usar as coisas que o aprendiz deixou escapar mas também tinha a opção de esperar alguém vir averiguar o incêndio, com sorte o próprio Gwansu que seria capaz de trazer mais respostas ainda. Caso tivesse descoberto algo sobre seu próximo objetivo começaria uma passada lenta e pensativa, mantendo os olhos abertos aos arredores e na atenção que receberia com roupas sujas de sangue. Não tendo descoberto nada retornaria alguns minutos de caminhada para a área onde a densidade residencial se tornasse um pouco maior, tentando encontrar um beco onde pudesse descansar em uma sombra e manter-se vigilante em relação a algum estranho indo na direção da casa que deixou pra trás.





[A2]

- É inútil tentar brigar contra mim, apenas me diga quem é esse seu amado mestre e onde eu posso encontra-lo e eu acabarei com você como deseja! Eu cansei de brincar e decidi que você está certo, apenas morte os espera! - Era apenas um ato para si, tentando arrancar algumas informações dele antes de prosseguir.

Conseguindo ou não a informação, tentaria desmaia-lo com alguns murros bem colocados seguindo com seu plano caso tudo tivesse dado certo com a espada em seu pé, carregando-o para fora e deixando-o desmaiado na entrada da casa antes de voltar e atear fogo na mesma.

"Então é isso. Eu simplesmente não posso deixar que nenhum deles fique impune por seus atos, não posso permitir que pessoas fiquem morrendo pelos meros caprichos de seres menos humanos que muitos animais. Vocês querem ficar se escondendo? Ótimo. Parece que eu terei que mandar algumas mensagens para ver o quão séria estou... A primeira será essa. Um membro da organização ensanguentando e um lar em chamas, a próxima eu espero que seja cara-a-cara..."

Ela pensava como se estivesse em um jogo mental com o nobre, em um diálogo imaginário cercado de ameaças e intriga que estava longe de acabar. Não sabia qual seria seu próximo passo, poderia tentar usar as coisas que o aprendiz deixou escapar mas também tinha a opção de esperar alguém vir averiguar o incêndio, com sorte o próprio Gwansu que seria capaz de trazer mais respostas ainda. Caso tivesse descoberto algo sobre seu próximo objetivo começaria uma passada lenta e pensativa, mantendo os olhos abertos aos arredores e na atenção que receberia com roupas sujas de sangue. Não tendo descoberto nada retornaria alguns minutos de caminhada para a área onde a densidade residencial se tornasse um pouco maior, tentando encontrar um beco onde pudesse descansar em uma sombra e manter-se vigilante em relação a algum estranho indo na direção da casa que deixou pra trás.





[A3]

Tendo sido bem-sucedida em feri-lo sentiria-se pronta para entrar na ofensiva, aproveitando de seus ferimentos recentes. Jogaria seu corpo contra ele impulsionando-se contra a parede, tentando faze-lo perder o ar. Assim que o fizesse daria-lhe um soco no rosto tentando o deixar ainda mais desnorteado. - Você não aprende, não é?! Eu vou encontrar seu mestre e quero ver o que ele vai fazer comigo! Apenas me diga, onde eu posso encontra-lo?! Eu vou me apresentar pessoalmente para esse verme.

Conseguindo ou não a informação, tentaria desmaia-lo com alguns murros bem colocados seguindo com seu plano caso tudo tivesse dado certo com a espada em seu pé, carregando-o para fora e deixando-o desmaiado na entrada da casa antes de voltar e atear fogo na mesma.

"Então é isso. Eu simplesmente não posso deixar que nenhum deles fique impune por seus atos, não posso permitir que pessoas fiquem morrendo pelos meros caprichos de seres menos humanos que muitos animais. Vocês querem ficar se escondendo? Ótimo. Parece que eu terei que mandar algumas mensagens para ver o quão séria estou... A primeira será essa. Um membro da organização ensanguentando e um lar em chamas, a próxima eu espero que seja cara-a-cara..."

Ela pensava como se estivesse em um jogo mental com o nobre, em um diálogo imaginário cercado de ameaças e intriga que estava longe de acabar. Não sabia qual seria seu próximo passo, poderia tentar usar as coisas que o aprendiz deixou escapar mas também tinha a opção de esperar alguém vir averiguar o incêndio, com sorte o próprio Gwansu que seria capaz de trazer mais respostas ainda. Caso tivesse descoberto algo sobre seu próximo objetivo começaria uma passada lenta e pensativa, mantendo os olhos abertos aos arredores e na atenção que receberia com roupas sujas de sangue. Não tendo descoberto nada retornaria alguns minutos de caminhada para a área onde a densidade residencial se tornasse um pouco maior, tentando encontrar um beco onde pudesse descansar em uma sombra e manter-se vigilante em relação a algum estranho indo na direção da casa que deixou pra trás.




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MensagemAssunto: Re: Capítulo I: Em busca de um propósito!   Capítulo I: Em busca de um propósito! - Página 3 EmptyQua Out 11, 2017 12:47 pm




Isabella Lundgren

Em busca de Glória!!


Dividida com a vontade de matar aquele verme e ao mesmo tempo presa em seus dilemas morais que não lhe permitiam descer ao mesmo nível daquele ser desprezível Isabella buscou uma alternativa que lhe permitisse arrancar algumas informações daquele traste sem precisar descer ao seu nível.

A espada é abaixada, escapando do peito do homem que alarga seu sorriso achando que havia vencido aquele embate, mas logo o sorriso de escarne-o foi substituído por um linha fina com um rosnado escondido quando os olhos do sujeito se arregalavam em surpresa quando o choque da dor começou a ser percebido.

- VAGABUND.... - rugiu o homem mediante a dor que aflorou em seu pé, mas tendo seu grito interrompido pelo aperto feroz que a jovem lhe aplicava no pescoço, impedindo assim o ar de entrar. A seguir veio um soco no diafragma que acabou por expulsar o pouco ar que restava nos pulmões do individuo calando-o assim de vez.

A face do homem logo se tornou vermelha, tanto pela dor, raiva e esforço, fazendo-o bufar enquanto tentava respirar.

- Você ganhou! Diga-me onde está seu mestre e quem ele é que eu o botarei a prova! Quero ver o que ele conseguirá fazer comigo. Vamos, diga logo para que eu possa acabar com você! - o homem batia desesperadamente com as mãos no braço da jovem que afrouxou então o apertou e repetiu a pergunta.

- Sua vadia mis... - um punho raivoso acertou novamente o rosto do homem, retirando sangue de seu nariz e impedindo-o de proferir mais ofensas. Foram mais alguns socos necessários até que o homem começasse a falar.

O sangue escorria por cima da boca do mesmo e seu rosto estava parcialmente inchado, a respiração pesada fazia com que a resposta viesse intercortada em um tom mordaz repleto de ódio vil.

- É o duque de Alembergue, ele vai adorar mutilar você. - o sujeito cuspiu aos pés da jovem, catarro e sangue se misturavam. - No castelo, onde mais ele estaria? Ele não é um plebeu de merda como você vadia. - mais um forte soco e o sujeito acabou por cair desmaiado para trás.

Isabella puxou e limpou sua espada, arrastando a seguir o corpo para fora da casa. Ali sentiu um calafrio, como se uma tempestade estivesse se armando. Deixou o sujeito em um ponto ‘seguro’ e voltou ao interior da casa.

Alguns minutos depois, com a certeza de que o fogo consumiria o local e com algumas pontas dos dedos queimadas a jovem saiu da casa. Seus passos eram lentos e pensativos, embora seus olhos esquadrinhassem o arredor em busca de possíveis armadilhas. Ainda tinha aquele arrepio incomodo percorrendo o seu corpo, mas esse podia ser apenas devido a gravidade de tudo que vinha descobrindo.

Quando deu por si havia alcançado um novo casebre, ainda ali sentia o cheiro da fumaça provinda do fogo que consumia a casa de Gwansu. Não havia alma viva naquele local, nem os pássaros cantavam, até mesmo o vento havia parado, sem bramidos, sem miados, sem latidos, um silêncio mordaz da calmaria antes da tempestade.

Sentiu mais uma vez um arrepio percorrer a sua espinha, aquilo não podia ser bom sinal.




Faça casos de combate contra o desconhecido e divirta-se com a tortura de não saber o que lhe espera.

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