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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 1 - Sufragettes

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptySex 28 Jul - 12:44

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Eu me sentia perdida, e desnorteada, foram acontecimentos tão peculiares que me levaram até a esse lugar, na verdade, onde estou?

Eu tinha certeza que tinha entregue Jert a Klaus, e saí da casa branca seguindo para a Alfândega, esperançosa que iria para Loguetown o mais rápido possível, entretanto o tiro saiu pela culatra... Só me lembro de decepcionar Klaus não ficando muito tempo com ele, ele deve ter achado que tiraria a sorte grande comigo, coitado.

Após isso, ando alguns metros a frente, quando sinto meu corpo levantar e voar para frente, me jogando no chão, fui arremessada por conta de uma explosão no estabelecimento, eu estava pasma, em choque, que merda que aconteceu ali?

Meus sentidos estavam falhando, não me mexia, mal escutava e enxergava,no entanto discerni o resgate chegando no lugar, uma pessoa tenta me ajudar, ver com eu estava, sei que não consegui fazer algo, por isso também sei que fui levada a algum lugar junto dos outros atingidos, então tudo escureceu.

Agora, acordo ao som de gaivotas e com o balanço do mar, estava em um lugar úmido e mal cuidado, com mofo para todo os lados, uma cela me prendia naquele lugar, somente tinha uma janela com vista do horizonte deixava uma luz entrar.

Estava deitada em uma haste de madeira presa a parede, para me impedir de molhar-me com a água que inundava parcialmente o lugar, dolorida e cansada da noite, apenas conseguia olhar para frente e ver um garoto...

- Oh. Você acordou… - Disse a criança, um menino de cabelos esbranquiçados e roupas pobres, eu não sabia como reagir a esta situação, eu não estava a par de tudo o que estava acontecendo.

- Garoto, eu posso te fazer algumas perguntas? - Perguntaria para aquela criança, sem usar meus charmes naturais, apenas conversaria de igual para igual com ele, e se ele respondesse que sim, começaria o questionário - - Eu dormi muito tempo? Onde estou e você sabe o motivo de eu estar em uma cela? - Não eram perguntas difíceis, mas certamente eu sabendo desses pontos básicos já iria conseguir me situar.

Se ele respondesse que não, olharia decepcionada para ele, educação era algo raro nos meninos, desde pequeno.

- Então poderia avisar a alguém que acordei, e que tenho umas dúvidas a serem tiradas! - Falaria ríspida, por conta da falta de coleguismo do garoto.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptySeg 31 Jul - 23:41

- Garoto, eu posso te fazer algumas perguntas? - O garoto sorriu e assentiu com a cabeça. - Eu dormi muito tempo? Onde estou e você sabe o motivo de eu estar em uma cela? - O menino respirou fundo antes de falar. - Você está aqui porque Edmund gostou de você. Tudo o que ele gosta, ele trás para o navio. Glashtyn muitas vezes perde a paciência com ele por conta disso, mas ele não toma jeito. Quando cheguei aqui, você já estava dormindo. Não sei por quanto tempo dormiu, mas logo iriam te acordar. Edmund é muito ansioso. - Ele então afastou o cabelo dos olhos, e Sam pôde ver olhos cinzentos.

Então ouviu-se o som de abrir de escotilha, e o iluminar repentino de uma escada antes mergulhada na penumbra. Um homem magro, cheio de tatuagens e cabelo ruivo desceu por ela e enxotou o moleque dali. - Darwin! Pare de importunar a dama! Ela é nossa convidada para o café da manhã de hoje. Senhorita… - Ele então começou a destrancar a cela, para que Samantha pudesse sair. Acompanhe-me por gentileza. Glashtyn, nossa Capitã, está à sua espera. Me chamo Edmund, mas pode me chamar de Ed, ou Mund - os mais íntimos me chamam assim. - A voz de Edmund dava nojo. Àquela hora da manhã e já parecia ter tomado algumas doses de rum.

Samantha não via muita escolha já que estava em um navio cercada por gente desconhecida, então acompanhou o rapaz até o convés principal, onde uma tripulação inteira estava reunida. As velas estavam recolhidas, e Samantha podia ver uma cidade não tão longe. Conseguiria chegar nadando, se tivesse a perícia certa. O sol queimava sua pele, mas de uma maneira não-violenta. Uma brisa aconchegante tateava seu corpo, esvoaçando seu cabelo levemente.

A tripulação parecia disciplinada. Muitas pessoas com capas negras, sentados aguardando algo. Todos vestidos de maneira semelhante enquanto olhavam para o centro do convés. Lá estavam Klaus e Jert, amarrados. Pareciam ter apanhado bastante enquanto Samantha recebia tratamento “vip”. Mais à frente, viu uma mulher com uma veste de gueixa. Um vestido bonito de vermelho cintilante. A moça era loira de cabelos compridos que caiam ondulados sobre o vestido. Muito bonita contrastando com o restante da tripulação. - Chegamos bem na hora do espetáculo… - Edmund falava empolgado. - Glashtyn vai fazer a sua mágica! - Ele ria ansioso. Era um sujeitinho estranho.

- TRIPULANTES DO GARANHÃO CINZENTO! ESTE HOMEM TINHA APENAS UMA MISSÃO SIMPLES, E FALHOU! - Glashtyn se levantou e tocou a cabeça de Jert, que não parava de chorar. - Esse foi um dos melhores contrabandistas que os blues já ouviram falar um dia, e não conseguiu entrar com uma única mercadoria em Conomi Island. Quatro anos parado tem o seu peso, não é verdade? - Ela agora parecia falar diretamente com ele, que lagrimava em silêncio. - MAS A MERCADORIA EM QUESTÃO CUSTOU MUITO AOS NOSSOS BOLSOS. O QUE NOSSOS CLIENTES ESTÃO PENSANDO DE NÓS AGORA? ESTÃO RINDO COM CERTEZA! - Então ela se aproximou de sua tripulação que fazia completo silêncio, e tornou a baixar o tom de voz. - E isso não podemos tolerar.

Todos assentiram, sincronizados. Ela então voltou a se aproximar de Jert e sussurrou algo em seu ouvido que o fez parar de chorar. Não só isso. O fez ficar com uma expressão fria. Olhar fixo no horizonte. Então a capitã tirou uma adaga de lâmina muito polida de uma de suas mangas, e cortou as amarras que prendiam as mãos de Jert. Ele então lentamente se levantou e caminhou em direção à amurada do navio. Se equilibrou como se não houvessem ondas balançando a embarcação. Todos ali assistiam o feito sem mover nenhuma palha.

Samantha ainda pôde ver uma última lágrima escorrer pelo rosto do homem, antes que ele saltasse. Sem lutar pela vida, ele apenas afundou nas águas escuras de Loguetown.

- Que sirva de exemplo. Bom, antes de continuarmos, temos boas notícias. Edmund encontrou uma nova esposa! Meus parabéns Edmund. Diga-me querida… - Ela olhava para Sam intensamente. - Quais são suas intenções para com meu imediato? - Todos se permitiram rir contidamente, ao passo que Edmund parecia nas alturas.



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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptyQui 3 Ago - 16:39

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Tanta coisa aconteceu repentinamente, o máximo que consegui fazer foi acompanhar e tentar entender... Para começar o garoto era bem gentil, me respondeu quase tudo o que eu precisava saber, mas de alguma forma, me deixou com mais duvidas.

 Você está aqui porque Edmund gostou de você. Tudo o que ele gosta, ele trás para o navio. Glashtyn muitas vezes perde a paciência com ele por conta disso, mas ele não toma jeito. Quando cheguei aqui, você já estava dormindo. Não sei por quanto tempo dormiu, mas logo iriam te acordar. Edmund é muito ansioso.  - Quem é Edmund? E esse tal de Glashtyn novamente sendo citado, eu já não estava gostando dele, e quanto ao tempo que estava apagada, só tinha esperanças que não fosse muito.

Então a escotilha se abriu, deixando os raios de Sol invadirem o lugar, o homem que a abriu já chegou xingando a criança, ele tinha várias tatuagens e um cabelo ruivo, assim como o meu, contudo o que mais que surpreendeu foi a educação dele, isso era normal em barcos desse tipo?

- Darwin! Pare de importunar a dama! Ela é nossa convidada para o café da manhã de hoje. Senhorita…  - Disse o rapaz, no momento que ele entra e vejo que é um rapaz, automaticamente já penso em minha aparência, como será que estava meu cabelo, é meu bafo? Tem coisa que considero essencial antes de abordar alguém - Acompanhe-me por gentileza. Glashtyn, nossa Capitã, está à sua espera. Me chamo Edmund, mas pode me chamar de Ed, ou Mund - os mais íntimos me chamam assim

Realmente um moço muito educado, sorrio para ele para mostrar que iria acompanha-lo, porém engraçado saber que Glashtyn é uma mulher, com esse nome é complicado supor...

Subindo ao convés principal, vejo todos reunidos, como se estivessem assistindo um show, o Sol agora brilhava intenso no céu, era reconfortante estar fora daquela cela, aliás consigo perceber que estávamos perto de uma cidade, não estava tão longe, todavia seria melhor saber nadar antes de se jogar em mar aberto.

Voltando minha atenção para o que acontecia no barco, Klaus e Jert estavam amarrados no mastro principal, enquanto todos os observavam, outro ponto interessante era a roupa de todo ali, algo monocromático, capas pretas para todos os lados.

E pelo visto Glashtyn tinha bem mais estilo do que eu, com uma roupa de gueixa, maquiagem bem melhor e um cabelo loiro de dar inveja, enquanto eu já devia estar meio acabada e com frizz, deixando-me menos apresentável do que ela.

Edmund diz que era hora da mágica da capitã, o que me deixou bem preocupada, o que isso queria dizer? Quando me dou por conta ela estava gritando para toda tripulação ouvir, humilhando o Jert, por ter falhado em uma simples missão... Juntando A com B, percebo na furada na qual me encontro. Um barco com tripulação e capitã, um cara tentando sonegar impostos e sendo punido por não conseguir, e por fim a cena mais chocante que já vi.

Após toda a falação, a capitã apenas sussurra algumas palavras no ouvido do humilhado, este que ficou sem reação, foi solto e praticamente se suicidou, saltou ao mar e afundou como uma âncora.

- Que sirva de exemplo. Bom, antes de continuarmos, temos boas notícias. Edmund encontrou uma nova esposa! Meus parabéns Edmund. Diga-me querida… - - Agora ela me fitava, de uma forma bem intensa, mas tentaria não mostrar como isso era desconfortável - Quais são suas intenções para com meu imediato? - Ao fazer essa pergunta, todos riram, e isso me fez ficar raiva.

Ela queria brincar não é mesmo? Eu estava mais perdida do que cego em tiroteio, cai de paraquedas nessa história, contudo não ia deixar isso me abalar, respiro fundo, jogo o meu cabelo para trás, olho para a cretina dona da boca, sorrio de uma maneira bem descarada, para só depois falar:

- Pois então fofa, minhas intenções são as mais verdadeiras! Diferente de outras por aqui, que pelo visto precisam de mágica para conseguir alguma coisa... Eu ainda tenho meus dotes que fazem seu trabalho sem precisar de magia.

Falando isso, abraço o tal Edmund, sendo nem carismática e gentil, sabia que ninguém ia engolir essa história, mas ver a tribulação rir da capitã dela, faria eu ganhar meu dia.

- Agora, posso saber onde estou e para onde vou com meu marido? - Já largaria essa áspera pergunta antes que ela pudesse responder algo, só pra desaforar ainda mais a autoridade daquelazinha e ver o quanto consegui irrita-la, de acordo com a resposta dela.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptyTer 8 Ago - 20:51

- Pois então fofa, minhas intenções são as mais verdadeiras! Diferente de outras por aqui, que pelo visto precisam de mágica para conseguir alguma coisa... Eu ainda tenho meus dotes que fazem seu trabalho sem precisar de magia. - Samantha retrucou, deixando a tripulação desconfortável. - Agora, posso saber onde estou e para onde vou com meu marido? - Então abraçou Edmund, arrancando apenas um pequeno sorriso dele, que logo se desfez ao olhar para sua capitã.

- Muito justo… Edmund sempre trás qualquer coisa para o navio… E já que perguntou, jovem ousada, estamos em Loguetown, para encontrar um de meus contatos. - Glashtyn então caminhou lentamente em direção à amurada. - Quanto à vocês, espero que a festa de casamento seja boa. - No instante seguinte, a capitã arregalou os olhos e se abaixou. Foi o tempo para parte da amurada explodir por conta de um tiro de canhão. - TODOS A SEUS POSTOS! A MARINHA ESTÁ AQUI! - Então a moça correu para seu leme, gritando ordens e mais ordens para um inevitável combate no litoral de Loguetown. Edmund no instante seguinte se soltou dos braços de sua amada e correu em direção aos canhões disponíveis a bombordo. Carregou o primeiro e disparou.

O restante da tripulação assumiu postos diferentes, fazendo todos os procedimentos para navegar naquela emergência eventual. As velas de pano cinzento se ergueram e o vento as inflou, arrastando o navio por aquelas águas calmas.

Evergreen agora tinha uma brecha para fazer o que quisesse dentro do navio. Mas teria que ter cuidado com suas ações. Se a marinha a visse colaborando com os piratas, certamente a declararia como sendo uma deles. No entanto, tentar derrotar um bando pirata daquele tamanho sozinha seria uma péssima ideia. O que a garota teria em mente?

O navio da marinha podia ser notado se aproximando a todo vapor. Ostentava o símbolo da nobre instituição em sua vela principal, e em sua frente havia uma carranca de lagarto. Eles não demorariam muito a alcançar o navio pirata, já que o vento estava a seu favor.




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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptySab 12 Ago - 5:58

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Hoje não era meu dia de sorte! Minhas esperanças de fugir desse barco com vida estavam diminuindo, pois agora quem estava com problemas era de eu afundar junto do barco! Não consigo disfarçar meu susto ao ver o barco da Marinha se aproximando do nosso, mas em minha imaginação, enxergava uma arma apontando para nós, pronto para nós explodir.

Glashtyn mal teve tempo para responder meus desaforos, só a vi gritando para seus companheiros se apressar, que eles teriam grandes problemas! Edmund eufórico me deixa sozinha ali, enquanto obedece às ordens de sua capitã.

Todos estavam ocupados demais tentando fugir e se defender, que acabaram esquecendo a moça ruiva que antes era o centro das atenções, era uma oportunidade de ouro e eu ia aproveita-la. A Marinha devia estar observando o movimento dos tripulantes no barco, e já devem saber o nome de casa pirata ali, mas não contavam com a minha presença.

Me encontro em um dilema, o que faço? Meus princípios entraram em colapso, não gosto de piratas, mas também não gosto de marinheiros, eles agem praticamente igual! Ambos querem encher o saco da sociedade, eu queria trabalhar em algo maior, meu sonho é fazer as mulheres serem reconhecidas como fortes, tanto quanto os homens, e no momento, uma capitã corre perigo.

Não me importo em que lado ela esteja, não conheço a história dela e muito menos a razão dela ter se tornado uma pirata, mas ver alguém que passa o que passo todo dia, sendo diminuída, oprimida, sendo sexualizada, me compadeço, não há coisa pior no mundo do que ver seus sonhos indo para água a baixo, por conta de opressores, mas hoje eu não ia permitir isso!

- Glashtyn! - Gritaria para a capitã, tentando me aproximar dela, o mais rápido possível - De mulher para mulher, me fale o que fazer, capitã! - Daria uma ênfase no capitã, para ela perceber que queria ajudar.

Hoje a vitória é das mulheres, eu sinto isso!

Esperaria uma ordem dela, algo para eu fazer, soltar uma corda, ou algo do gênero e iria cumprir, meus nervos estavam a flor da pele, meu pânico também, mas tentaria me manter calma para começar a fazer o que ela solicitar.

Se ela não me falasse nada ou me mandasse catar coquinhos, eu tentaria chegar o mais perto possível dela, para olhar diretamente nos olhos e dizer:

- Me deixe ajudar, não sou pirata, mas acabei com a raça de um dos seus! Não sou grande coisa, mas não vou presenciar a derrota de uma mulher sem fazer nada!

Talvez assim ela entendesse o que eu queria, e pudesse me mandar fazer algo, antes que os marinheiros no alcançassem, logo que o vento estava a favor deles...

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptyTer 15 Ago - 20:28


A embarcação balançava guiada pelo vento em direção à batalha, se aproximando com toda a sua fúria em direção ao navio da Marinha.  Sam precisava decidir se colaboraria com tudo aquilo, ou fugiria.  Aquela era sua melhor chance.  - Glashtyn!... De mulher para mulher, me fale o que fazer, capitã! - Disse a garota após se aproximar da capitã no leme.  Recebeu um olhar de avaliação crítica, e um leve sorriso.  - Você não parece ter um propósito.  Realmente espero que consiga se decidir logo.  Agora se quer ajudar de verdade, prove seu valor e não fique no caminho.

Ouviram-se gritos e Samantha percebeu os navios pareados, lado a lado.  Cordas foram atiradas por parte do navio dos homens da lei, para facilitar a locomoção dos homens até o convés principal.  Viu Edmund segurando dois pequenos machados, com um sorriso enlouquecido no rosto.  Ele esperou os primeiros marinheiros aterrissarem no convés pirata para iniciar sua dança.  Mostrava grande habilidade com aquelas armas, dando muito trabalho para um trio de marinheiros.  Parecia até que as espadas dos homens poderiam se partir a qualquer momento, dada a força de cada golpe do pirata.  O ruivo estava ensandecido, martelando com seus machados e fazendo os homens de branco pensarem duas vezes antes de se aproximar.

Na amurada do navio da marinha, Samantha viu um homem de grande porte, usando um boné e um casaco característico de alguém com a patente mais elevada do que os simples soldados.  Ele observava a luta sério, antes de segurar uma das cordas e se projetar até o convés onde os piratas confrontavam a marinha.  Instintivamente, Evergreen olhou para Glashtyn que no exato momento sussurrava algo no ouvido de Klaus.  Ela então sorriu e cortou as amarras que o prendiam com sua adaga afiadíssima.  O corpo de Klaus caiu duro no convés, sem reação alguma.

- Glashtyn…  Já faz um bom tempo desde a última vez, não é mesmo? - O marinheiro então deu uma boa olhada no navio a seu redor. - Sete anos.  Pelo visto conseguiu entrar para sua tão sonhada Marinha, Randyll. - Ela então guardou sua adaga, e apertou a fita em sua cintura para arrumar seu kimono. - Sargento Randyll.  Forte candidato a Tenente, eu diria… - Ele então revelou uma mão metálica, que aparou uma espada de um dos piratas que planejava lhe atacar.  Lançou a arma inimiga para longe e com a outra mão livre, desferiu um poderoso soco que empurrou o marujo para o mar como se fosse uma bola de praia.  

- Conseguiu uma mão nova?  Os cientistas da marinha são realmente muito bons. - Ela então deu dois passos calmamente para o lado, sem tirar os olhos do Sargento. - Digamos que ela tem as suas vantagens, desde que você arrancou a original.  Nunca vou esquecer daquele dia. - Ele então protegeu os olhos do sol com a aba do boné.  O Sargento tem a pele bronzeada, e cabelos negro cobertos em sua maior parte pelo chapéu.  Apenas sua mão esquerda fora amputada, substituída por uma prótese.

- Esse sempre foi o seu maior problema, Randyll.  Você não consegue seguir em frente.  Tenho certeza que em algum lugar aí dentro desse poço de ódio, meu amado Rand está perdido, tremendo de medo… - Glashtyn tentava procurar o olhar do Sargento, que cuspiu pro lado. - Pro inferno com essas baboseiras...  Você gosta de brincar com a mente das pessoas, esse é o seu jogo.  Mas não vai mais fazer isso comigo.  Quando eu soube que Montequio estava mantendo operações no East Blue, praticamente implorei para que meus superiores me colocassem na missão.  E adivinha só Glashtyn? Você vai ser a minha promoção pra Tenente!  Dessa vez EU vou usar você!!!! - Ele então segurou seu punho metálico e saltou em direção à capitã.

- METAL BURST PUNCH!!!!!

O que ele não esperava é que no ar fosse atingido por Klaus com um chute na costela,  fazendo-o desviar e fazer em pedaços parte da amurada do navio.  Klaus tinha uma expressão séria e um olhar vazio, mas parecia disposto a lutar. - É uma pena que tenha que ser assim, Rand.  Eu amei você de todo o coração, mas você não podia entender os meus motivos.  Não queria aceitar e tentou me impedir.  Tudo o que eu fiz foi completamente necessário. - Ela então empunhou sua adaga e sorriu. - Eu sei o que está fazendo com esse rapaz, Glashtyn… Não vou matá-lo… - O Sargento parecia sofrer com algum tipo de conflito interno.

- Ei você! Está sem capa negra!  Você é uma prisioneira? - Samantha teve sua atenção voltada para uma dupla de marinheiros, que corria em sua direção.  Um deles segurava um martelo com as duas mãos, enquanto o outro só calçava botas estilosas.  Enquanto isso, a batalha na embarcação seguia intensa.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptyQua 16 Ago - 14:43

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Certo, enquanto ocorria uma discussão de relacionamento de um lado, eu tinha que resolver alguns problemas do outro.

Como já suspeitava, Glashtyn não me deu ouvidos, disse algo que não entendi muito bem, como não tenho um propósito? O que ela sabia sobre mim, a ponto de poder me julgar, fico frustada por ela apenas ter mandado eu não atrapalhar e era isso que seria feito.

Se bem que, com a invasão que estava ocorrendo no navio, ia ser difícil.

Os marinheiros lançam suas cordas e começam a entrar na embarcação da capitã, Edmund troca seu canhão por um par de machados, e agindo como um sádico, fez alguns marinheiros pensarem antes de atacar.

Glashtyn fazia aquele seu truque de mágica em Klaus, que ao solta-lo, cai no chão, parecendo inconsciente, então um homem chega no navio pirata, alto e forte, alguém bastante intimidador.

Glashtyn resolvia alguns assuntos do passado com esse tal homem, ele se diz Sargento desses marinheiros, que ao meu ver são um bando de desnorteados. Pude ouvir a conversa do sargento e da capitã, o ar chegou a pesar, o passado daqueles dois trazia até hoje em dia, o remorso e raiva que eles sentiam.

O negócio estava ficando pesado, como assim a capitã cortou a mão do homem? Eles discutiam até eu perceber que os dois tiveram um caso, mas o destino os fez seguir um caminho diferente. E hoje o desejo de acerto de contas os trouxeram até aqui, baita coincidência.

De repente, só vejo o marinheiro cheio de remorso vir com tudo atacar Glashtyn, mas foi impedido por Klaus, que o acertou antes, aquela moça era demais, usar um civil contra um marinheiro era um plano incrível.

Depois de tanto tempo apenas observando, chega a minha oportunidade de fazer alguma coisa, pois dois marinheiros se aproximam de mim, se mostrando preocupados, o problema no entanto era o martelo de um deles, enquanto o outro tinha umas botas bem estilosas, no final disso tudo, aquelas botas seriam minhas.

 -Ei você! Está sem capa negra!  Você é uma prisioneira? - De certo modo sim, mas não sabia o que responder, precisamente - Você me confundiu com uma prisioneira? Minha aparência está tão ruim assim? Me responda, eu pareço com uma pessoa que passou a noite em uma cela alagada? - Diria inocente e fingindo estar indignada com o comentário.

Distração era a chave sempre! Esses marinheiros se aproximavam de mim, mas não sou boa em questões de longo alcance, por isso caminharia despreocupada na direção deles, assim nós três nos encontraríamos mais rápido. A minha pergunta os podia deixar confuso, o importante era ter calma para encontrar o momento perfeito.

- Eu sinto muito se minha aparência não está das melhores, mas não sou uma prisioneira, entretanto também não sou uma pirata, fui raptada por esse bando em Conomi Island, por que o louco dos machados quer uma noite nas terras prometidas, se é que me entendem... - Diria aos marinheiros, respondendo a pergunta deles, enquanto apontava para o que denominei de "terras prometidas".

Se os distraísse apontando para minhas partes baixas, o suficiente para me dar uma vantagem, mesmo que pequena, a utilizaria para poder atacar o homem do martelo, iria o mais rápido possível erguer minha perna, a que está no lado em que o marinheiro que desejo acertar está, em um movimento preciso e sem efeitos, ou seja, daria um chute alto, visando utilizar minhas pernas para acertar o alvo, mirando no rosto, com sorte, acertaria.

Off: Representação do chute:
 

Se conseguisse acerta-lo, então retornaria a perna na posição normal, e com as mãos em forma de X protegendo meu rosto e peito, recuaria com dois passos ligeiros, assumiria distância daqueles dois, para poder me defender do ataques deles e poder retribuir o favor.

Contudo, se nem sequer conseguisse distrai-los com a minha conversa mole, partiria para o plano B. Estenderia minhas mãos para o marinheiro, novamente que segurava o martelo, para ele me prender, mas assim que ele fosse fazer algo, como tentar pegar a algema ou pedir para o outro fazer o serviço, tentaria acertar um chute na lateral de seu joelho, para desequilibra-lo, e me dar a oportunidade de tentar desarmar o inimigo puxando o martelo, e se possível, jogando-o para longe.

Sempre fui ousada e corria o risco de levar uma bala perdida por aí, todavia algo corria em meu corpo, uma adrenalina nunca antes sentida, eu recém sai de casa e já me encontro em problemas! Meu coração batia rápido de animação, já meu rosto mostrava uma tensão, a situação era complicada e eu não era nenhuma artista marcial como os outros ali presentes.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptyTer 22 Ago - 0:26

-- Você me confundiu com uma prisioneira? Minha aparência está tão ruim assim? Me responda, eu pareço com uma pessoa que passou a noite em uma cela alagada? - Com a resposta da moça os rapazes se entreolharam, e deram de ombros. A ruiva então continuou a falar. - Eu sinto muito se minha aparência não está das melhores, mas não sou uma prisioneira, entretanto também não sou uma pirata, fui raptada por esse bando em Conomi Island, porque o louco dos machados quer uma noite nas terras prometidas, se é que me entendem… - E apontou para suas partes íntimas, ruborizando os marinheiros. Foi aí que a garota viu sua chance para um ataque dos mais surpreendentes (para o alvo).

Acertou um chute no rosto do homem que segurava o martelo, fazendo-o cair ao chão. Ele não ficou inconsciente, apenas rolou para o lado tentando se recuperar da pancada. Ao perceber o golpe da garota, o rapaz das botas estilosas rapidamente saltou para frente e apoiou-se sobre suas mãos (plantando bananeira), para em seguida girar sobre seu próprio eixo com as pernas esticadas. Sua área de alcance era boa, superior aos dois passos que a garota deu para se afastar. O golpe foi certeiro, pois o bloqueio que a moça fez com os braços não foi dos mais efetivos e o chute na altura do rosto a fez perder o equilíbrio e girar sobre seu próprio pé de apoio, caindo de bruços no convés logo em seguida. Ao término do golpe, o marinheiro graciosamente dançou para a posição normal. - Ela te pegou hein Chucky! - O chutador tinha um sorriso debochado no rosto, e seu parceiro parecia que não voltaria para a luta tão cedo.

Sam agora teria um oponente que usa o seu mesmo estilo de combate. Aquele seria um grande duelo, já que o rapaz parecia também ser um acrobata. Seu oponente era apenas alguns centímetros mais alto que ela, e tinha cabelos negros e longos. Seus olhos eram igualmente negros, postados em um rosto afilado. - Levante garota! Não temos o dia todo! - A batalha no convés seguia intensa.

Após uma ordem de Randyll, seus homens conseguiram segurar Klaus e o algemar, levando-o em direção ao navio da instituição do governo. Glashtyn estava ocupada, derrotando uma espadachim usuária de florete. - Parece que ambos estamos em busca de um desafio de verdade, não é mesmo Rand? - Ela sorriu, ao limpar com um pequeno lenço de seda a lâmina de sua adaga. A marinheira já estava desacordada, em um canto do convés. - Já é hora de acabar com isso! - Disse o Sargento antes de partir em direção à capitã dos capas pretas.


off:
 


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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptyQua 23 Ago - 12:53

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Aquele abusado acha que só por que tem um par de botas bonito, eu vou deixar ele sair com tamanha vantagem? Nunca!

O meu golpe foi certeiro, assim que arrebento o marinheiro do martelo com meu chute, tento me esquivar do que veio em seguida, no entanto, não fui capaz para executar tal ato e por isso levei um baita chute. O impacto foi o suficiente para me derrubar, caí de bruço no chão, aquele pilantra luta exatamente como eu! Até o golpe que levei era parecido com uma técnica que eu sabia, maldito copiador de araque.

 - Levante garota! Não temos o dia todo! - Disse o marinheiro para mim, após zoar seu amigo que parecia incapaz de voltar para a batalha - Meu Deus! Você chuta igual a uma garotinha! - Diria me virando de frente a ele, assim traria minhas pernas para perto do meu rosto, utilizaria meus braços para dar maior estabilidade, e com a habilidade de acrobacia em mim, voltaria a ficar de pé com o impulso do meu corpo.

Off: Exemplo de como ela tenta levantar:
 

Se conseguisse ficar de pé, ia devolver com toda a felicidade do mundo o golpe que recebi, mas usaria a minha inteligência para isso, ele conhecia os movimentos desse estilo de luta e sabia como interceptá-los, assim como eu. Começaria indo ao encontro do inimigo, com bastante velocidade, iria pular para a direção dele, com a perna direita esticada, pronta para acerta-lo.

Um ataque simples, fácil para ele bloquear ou esquivar, contudo essa era intenção, pois se ele bloqueasse o chute, utilizando sua perna como escudo ou até mesmo os braços, seria menos uma arma para ele usar, e assim flexionaria a perna esticada, me aproximando o suficiente para tentar acertar um golpe no seu joelho, com um chute lateral, visando desequilibra-lo. Uma aproximação para atacar o principal utensílio do lutador de Taekwondo, escondida atrás de um golpe mais que direto.

Agora se ele não bloqueasse e sim saísse da área do golpe, seria outra história, pois invés de me aproximar através do meu golpe, eu iria deixar o movimento ser finalizado, e voltar ao chão do navio, usando a perna que ia atacar, para no exato momento em que colocasse meu pé de volta a um lugar fixo, abaixar meu corpo, e com a perna livre iria girar e visar acertar uma rasteira na canela do marinheiro.

Entretanto se nem levantar do chão com um impulso eu conseguisse, por conta de alguma dor do golpe que levei, ou algo do gênero, iria dar uma cambalhota para trás como forma de esquiva, e tentaria me erguer novamente, de uma forma normal e sem muita frescura, e me prontificaria novamente a batalha como uma dama faria, arrumando o cabelo e colocando o sutiã de volta a seu lugar.

E enquanto tudo isso ocorria, a capitã mostrava para aquele sargento como se dá uma boa coça em alguém! Os dois iam se pegar no pau mais um vez, e tenho impressão que poderia ser a última.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptySab 26 Ago - 7:05

Sam agilmente se levantou e se colocou em posição ofensiva. Saltou em direção ao adversário preparando um chute fácil para bloquear e esquivar. O inimigo optou pela segunda alternativa, forçando a garota a finalizar seu movimento e saltar outra vez mudando sua trajetória. Conseguiu com sucesso acertar a canela do chutador atacante, mas o mesmo num ato instintivo após cair no chão passou o braço no pé de apoio da garota, fazendo-a também cair de bruços.

Foi o momento em que Samantha pôde ver que o navio estava em chamas, e que Glashtyn e Randyll estavam em um confronto equilibrado. Algumas técnicas do Sargento foram o suficiente para deixar o navio o convés do navio em pior estado. Foi quando o mastro principal do navio desabou em chamas, quase acertando a capitã que esquivou no último segundo. No entanto a pesada peça de madeira acertou a sua perna, prendendo-a naquele lugar. A vantagem era toda do marinheiro agora.

Edmund continuava lutando, era um mestre com aqueles dois machados. Girava e retalhava com uma fúria sem tamanho. Estava tão ensandecido que não prestou atenção em sua capitã, que no momento tinha a derrota como certa. Alguém precisava ajudá-la.

- Você perdeu, Glashtyn. Sei que com suas habilidades, você não ficaria presa por muito tempo… Infelizmente, não posso entregá-la viva. Esse é o fim da linha. - Randyll segurou o próprio punho, com um olhar de tristeza com toda a certeza relembrando momentos do passado, e toda aquela mágoa a flor da pele. Seja quem quer que fosse interferir, precisaria fazer isso logo.

Samantha então viu o bárbaro do martelo se erguendo, e levantando sua arma para um golpe certeiro em suas costas. Agora teria uma fração de segundos para decidir o que fazer antes de levar a martelada que provavelmente a deixaria incapacitada por uns bons turnos.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 3 EmptySab 26 Ago - 7:45

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Sentia o cheiro de desvantagem no ar, tudo estava indo contra nós agora e parecia que podia ficar ainda pior!

O navio estava em chamas, o mastro principal caiu, prendendo Glashtyn, o Sargento ia finalizar a batalha com um simples soco na capitã, e ninguém parecia se importar!

Edmund estava lutando como um louco, por isso não conseguiu ver o que aconteceu com a principal pessoa dessa embarcação, no entanto, assim como ela, eu estava em apuros também.

Apesar de conseguir acertar a canela do infeliz que eu enfrentava, ele instintivamente puxou-me junto para o chão, e de novo fico de bruços no convés, mas graças a isso que pude observar a situação do navio, e perceber também que o marinheiro do martelo estava pronto para me acertar um golpe bem nas costas, eu não era uma expert em batalhas, por isso esses dois cretinos estão me dando tamanho trabalho!

Eu não podia levar tal penalidade, não agora, haviam mais coisas a serem feitas e esse babaca não ia me atrasar. Iria impulsionar meu corpo para o lado contrário que o marinheiro estava, como forma de esquiva, rolando meu corpo apenas o suficiente para não levar o golpe.

Com esperanças de esquivar de forma bem sucedida, eu esperaria ele bater o martelo no chão, para deixar seu rosto vulnerável, assim tentaria virar meu corpo, deixando-o suscetível a desferir um chute na lateral do rosto do marinheiro, mirando na região da boca, para atrasa-lo com a dor.

Se não conseguisse esquivar, iria respirar fundo para não perder o fôlego e desmaiar, ou algo do gênero, para então segurar e puxar o pé dessa criatura, se possível, para derrubá-lo no chão.

Não importando muito o que aconteceu, meu principal objetivo seria criar uma brecha para poder ir em direção a capitã o mais rápido possível, esgueirando as chamas do mastro, para me aproximar o suficiente do sargento, que eu tinha esperanças que estava distraído para não me perceber chegando, pois assim que estivesse perto o bastante para usar minha chave de perna eu jogaria meu peso ao chão, segurando-me com as mãos, deixaria as pernas ao ar, para poder girar e utilizar minhas habilidades para acertar meus chutes especiais nele.

Se ele me percebesse chegando não utilizaria a técnica, apenas começaria a correr em ziguezague para ele ter dificuldade caso quisesse me atacar com alguma habilidade ou item,  para eu chegar perto o suficiente da capitã e impedir que ela recebesse algum golpe, nem que seja na base de uma voadora, no braço de ferro do sargento.

Técnicas e afins:
 

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