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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Vol. 1 - Sufragettes

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptySab Jul 01, 2017 3:27 pm

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Sufragettes


Ficar sozinha com aquele cara é realmente perturbador, eu sentia que não conseguia prever o que ele ia fazer a seguir.

Estávamos indo em direção ao distrito, enquanto o dia começava a ter traços da noite, o azul celeste assumia os tons de laranja do entardecer. Por conta disso, pudemos ver os pescadores terminando seu serviço, guardando seus utensílios, os pescados deixavam o aroma do ar um tanto quanto fedido, contudo ainda sentimos o frescor da maresia e de especiarias, isso ajudou com o cheiro, ainda bem, pois não queria andar por aí com os dedos no nariz, para impedir esse odor.

De repente a situação agradável de apenas escoltar o criminoso até seu destino se torna um pouco tensa, logo que o senhor começa a falar e a mexer em seus bolsos, pronto, pensei, agora ele tira uma arma escondida dali e eu morro no meio do caminho! Paro de pensar besteiras e me foco no que ele diz.

- Mo-moça, meu nome é Jert! Tem certas coisas que eu preciso que não podem esperar - Certo, o nome dele eu não precisava saber, não me convém, agora, o que ele precisa fazer que não pode esperar ? Observo Jert indo pegar seu cachimbo, nesse momento me assusto, percebo como ele é agiu e eu não pude nem reagir - Tem horas que eu preciso disso, eu não vou conseguir dar mais um passo se eu não puder fumar um pouco!

Além de tudo, o cara ainda fuma? Que atraso de vida, perder seu tempo e dinheiro com algo que só te consegue te trazer desgraça e menos tempo de vida, entretanto não posso julga-lo por isso, talvez seja isso mesmo que ele queira.

- Claro, pode fumar, eu entendo, todos temos nossas necessidades, a sua é essa, a minha é terminar logo com isso... - Diria apenas para mostrar que eu não me importava se Jert iria fumar ou não, desde que isso não me atrase.

- Me diz que você tem fogo, mocinha!  - Disse Jert, senti um pouco de desespero na fala dele, seus olhos me fitavam, a procura de uma reação positiva, a qual eu não poderia dar - Jert querido, esse tipo de fogo que você me pede eu não tenho, somente em outro sentido eu detenho, e também não sou fumante, logo não preciso de fósforos nem nada parecido, mas a minha dúvida é: como você pode fumar e não ter nada contigo para fazer fogo?

Eu temia que fosse alguma artimanha do criminoso, como me disseram ele é esperto, então eu estava apenas me cuidando, e eu não consigo acreditar que com uma necessidade de fumar tão grande, ele não tenha consigo algo para acender o fumo!

Iria analisar a resposta do Jert, olharia no fundo do olho dele, eu não podia ser enganada, muito menos atrasada e se ele respondesse que realmente não tinha algo para fazer fogo, eu pediria para examinar os pertences dele, uma vistoria completa, até pelo casaco e calças se precisasse.

Citação :
Interrogatório:com perguntas habilidosas e muita pressão emocional, você pode conseguir de uma pessoa aquilo que deseja.
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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptySeg Jul 03, 2017 11:22 am

Crime e punição: a escolta de um criminoso (3)

Samantha Evergreen escreveu:
- Jert querido, esse tipo de fogo que você me pede eu não tenho, somente em outro sentido eu detenho, e também não sou fumante, logo não preciso de fósforos nem nada parecido, mas a minha dúvida é: como você pode fumar e não ter nada contigo para fazer fogo?

Ele fazia um olhar decepcionado enquanto ainda apalpava os bolsos. Conforme você o questiona está sempre atentando como se dava a resposta do indivíduo e sua movimentação. Melhor segura do que arrependida. Então, durante o momento ele subitamente parece ter o encontrado, parando sua movimentação frenética enquanto uma de suas mãos estava dentro de um dos bolsos internos de seu colete. Aquilo trazia um certo alívio à jovem pois a mesma já ficava impaciente com o vício do sujeito e a necessidade de constante estado de alerta.

Jert: - Eu encontrei, eu encontrei! - Dizia agitado enquanto sacudia a mão dentro do bolso, tentando tira-lo do mesmo. Ele inclina a cabeça olhando pra baixo, já inclinando seu cachimbo na direção onde o fogo estaria, quando subitamente ele dá dois passos a frente em direção a Samantha seguido de uma pequena investida que a jovem apenas gira o corpo levemente e o mesmo passa direto.

Uma observação do homem agora há mais ou menos 5 metros de Samantha revelava que ele carregava uma faca consigo e agora a empunhava, tentando ferir a garota. Sem dúvida ele estava tentando fugir dos impostos mas tentativa de assassinato já é algo muito mais sério. É possível que nem mesmo Marko imaginasse tal atitude, mas ao mesmo tempo, quantas vezes alguém precisa ser pego até que finalmente percam a cabeça? Seria aquilo um ato de desespero ou de ganância? Ele ainda tremia levemente, seus olhos estavam esbugalhados e a respiração pesada: parece que os anos de uso da nicotina já tomavam lugar no fôlego de Jert.

- Garota, não é nada com você, mas parece que você não vai me deixar ir também! É uma pena ter que fazer um estrago nesse seu corpinho! - Terminando suas palavras já começava uma segunda investida correndo em direção à Samantha, com a faca seguindo em direção ao abdômem da menina. Graças a sua preparação pra eventuais problemas ela estava preparada e havia tempo de um contra-ataque.




Off::
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptySeg Jul 03, 2017 9:04 pm

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Sufragettes


Isso já era esperado, infelizmente, o problema era que eu estava mais decepcionada comigo do que com ele. Assim que ele me ataca pela primeira vez eu consigo esquivar, inclinando meu corpo para a direita,  mas minha expressão de surpresa não pude esconder, contudo não foi pelo ataque dele, porém a minha ingenuidade de permitir um homem ousar me atacar.

Como fui tão tola? Ele puxou uma faca do casaco, antes que eu pudesse revista-lo, agora sofria as consequências do ato, ele iria revidar para não ser preso, infelizmente, o Jert mexeu com a mulher errada.

 -Garota, não é nada com você, mas parece que você não vai me deixar ir também! É uma pena ter que fazer um estrago nesse seu corpinho! - Hoje era o dia dele, sem dúvidas, além de estar indo para a prisão, ainda ia levar uns bons chutes no traseiro para aprender a ter bons modos, sem falar da falta de fôlego do Jert, a nicotina já tinha acabado com o pulmão, então isso era uma vantagem a ser tirada - Obrigada pelo elogio, me sinto mal por não poder falar o mesmo de você... - Diria entre dentes, rapidamente, para retrucar o desaforo.

Ele vinha com tudo cima de mim, com a faca visando acertar meu abdômen, talvez não quisesse me matar, mas me machucar para poder fugir, ou realmente queria me ver morta para satisfazer alguma necessidade, não faço ideia do que passa na cabeça dele, todavia eu estou em pleno controle da minha e sabia o que fazer.

Tomaria distância dele, usando a elasticidade e habilidade que tinha com acrobacias para esquivar com agilidade, executando uma estrelinha para o lado esquerdo, saindo do alcance do ataque frontal dele,  depois, Jert não merecia misericórdia, alguns dentes tinham que cair, por isso voltaria a me aproximar dele, o mais rápido possível, com um salto para perto dele.

Se me aproximasse, intacta, colocaria minhas mãos no chão, e levantando minhas pernas, para deixar meu corpo invertido e diria - Chave de Perna: Espacate Negativo - abriria as pernas e executaria minha técnica onde eu tinha a intenção de acertar três chutes no oponente, enquanto giro meu corpo.

Se não conseguisse terminar ou fazer a técnica, usaria toda a minha força para voltar a me afastar do criminoso, se estivesse no chão rolaria até me afastar e depois levantaria, e se não estivesse no chão, apenas usaria minhas pernas para tomar distância com uma acrobacia, como algo parecido com uma estrelinha, apenas seria no sentido oposto da posição do oponente, e ficaria pronta para tentar desviar de algum outro golpe.

Contudo, se minha primeira esquiva não funcionasse, iria ignorar a dor, e extravasa-la com um grito, após seguraria a mão dele para Jert não fugir, e ergueria minha perna em direção a cabeça dele, visando acertar um chute no lado lateral de sua cabeça. Caso não tivesse força para segura-lo, tentaria acerta-lo mesmo assim com um chute, antes que ele tomasse distância.

Técnicas e etc:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptyQui Jul 06, 2017 7:38 pm

Crime e Punição: a escolta de um criminoso (4)

Soundtrack Opcional:
 

O homem avançou ferozmente contra Samantha que habilmente foi capaz de realizar uma acrobacia, desviando da direção do golpe. A adrenalina começa a ser excretada em seu corpo e consegue sentir as batidas no seu peito se intensificando, assim como sua visão ficando mais focada: dava início a um verdadeiro combate. Imediatamente após desviar a mesma decide por utilizar sua técnica, colocando-se sobre as mãos e girando seu corpo na intenção de acertar o oponente com chutes. Suas  mãos tocam o chão de pedras portuguesas e seu corpo inclina-se, ultimamente em posição de bananeira. Neste momento Jert hesita com a movimentação súbita da jovem e fica alguns segundos desprotegido, o suficiente para que recebesse um primeiro chute na altura das costelas. Durante a segunda rotação, entretanto, o mesmo já tentava esboçar uma defesa ainda que improvisada e tenta um ataque com sua faca antes de ser atingido uma segunda vez e ser jogado encima de sua bunda para trás.

Jert: - Uh-huhh... - Ele se encontrava com a mão direita embaixo de seu braço esquerdo, pressionando o local onde fora atingido. Sua tentativa de fala saía de forma rouca e encurtada, provavelmente fruto do impacto na costela e potencialmente a existência de uma fratura. Olhava para o chão, ainda perplexo tentando recuperar o fôlego. - Vo-você...Maldi-dita...

Após terminar o giro você estava agora de pé a uma distância de 5 metros de seu oponente. Uma pequena formigação irradia de sua perna direita e ao olhar para baixo percebe que foi ferida superficialmente pela faca. Um corte de não mais que 4cm, suficiente apenas para romper as primeiras camadas da pele deixando pequeníssima quantidade de sangue sair, se encontrava em sua canela, em meia-distância entre o joelho e o pé. Não doía, apenas ardia um pouco, completamente suportável. O céu começava a tornar-se alaranjado, ainda que o sol permanecesse escondido pelas nuvens, e o crepúsculo se aproximava.

Jert: - To-tome... Apenas pegue is-isso e me deixe ir...! - Com a mesma mão que colocava sobre sua ferida agora pegava algo de dentro de seu bolso interno, do mesmo lugar de onde tirou o cachimbo. Ao abri-la revelava uma pequena sacola que arremessou o melhor que pode para a jovem, caindo aos seus pés. Uma análise aproximada revelou que existiam cerca de 5.000 B$, revelando uma clara tentativa de suborno - Eu preciso... Eu preciso... - Mais uma inspirada profunda marcava a fala - Só deixe-me ir...

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptyQui Jul 06, 2017 9:37 pm

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Sufragettes


A sensação de ter acertado aquele cafajeste me deu uma satisfação imensa, se fosse isso que me aguardava no mundo a fora, eu tinha certeza, eu nasci para isso.

Quando meu corpo percebe o risco a adrenalina o preenche, dando-me energia e vitalidade, assim me preparava fisicamente prevenindo dores maiores, também me senti mais disposta, enérgica, ele despertou algo em mim, há muito adormecido.

 Esquivei do primeiro ataque que ele havia preparado, abrindo a possibilidade para o contra ataque e foi o que fiz, fiquei na posição correta e atingi Jert com chutes em regiões bem dolorosas, ele sentiu o impacto, que o fez retroceder alguns metros, e eu termino o movimento ficando de pé novamente.

Infelizmente aquela faca havia me feito um pequeno corte, nada grave, apenas um raspão de leve, tento ignorar esse ferimento, resolveria meus problemas com ele mais tarde, pois ainda tenho o quê resolver com esse velho.

- To-tome... Apenas pegue is-isso e me deixe ir. - Dizia Jert, machucado e cansado, certamente não pensaria que eu desse essa canseira nele, por isso tenta algum suborno, jogando 5 mil berries em uma sacola para mim, daria risada dessa tentativa, meu preço não é tão baixo, e entre os pedidos dele, falaria - Me poupe Jert, a única coisa que você merece é a cadeia! Misericórdia é apenas para humanos, e já faz alguns tempos que você não pode ser considerado um...

Talvez desacordado ele desse menos problemas, arrasta-lo ia ser complicado, mas nada que um pouco de persuasão não resolvesse. Com esse pensamento em mente, usaria toda minha velocidade para correr em direção do Jert, com o intuito de ataca-lo frontalmente, contudo não seria tão simples.

Iria me aproximar ao ponto que pudesse ataca-lo, dando a impressão que ia dar um chute esticando minha perna e acertar seu tórax, porém pararia 2 metros antes, giraria meu corpo em 180º com a perna esticada, na altura da cabeça, com o intuito de fazer Jert ser nocauteado com o chute na lateral do rosto.

Se o derrubasse, seria vitória declarada minha, e poderia respirar nem que seja por alguns segundos, precisaria recuperar o fôlego depois de tudo isso, após duas inspiradas bem longas, pegaria o dinheiro que ele me jogou e veria o que iria fazer agora.

Se acertadasse, mas não colocasse um fim nessa encrenca, cuidadaria com uma possível chance de contra ataque, dando um passo para trás e inclinando meu corpo um pouco para a esquerda, talvez assim não fosse atacada ou ferida.

Porém se realmente não conseguisse sequer machuca-lo ou encostar nele com meu golpe, iria retroceder dois passos para trás, para depois tentar acertar um chute  no Jert, levando a minha perna direta em direção diagonal, do chão até aonde conseguir erguer, visando acertar queixo, peito ou uma perna dele, em seguida saltaria para trás, como defesa.


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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptySeg Jul 10, 2017 6:59 pm

Ponto final: o destino de Jert

Soundtrack Opcional:
 

Samantha estava apenas decepcionada com uma tentativa tão patética de absolvição feita por Jert. Nem mesmo o via como um igual depois de suas escolhas e atos e a prisão seria uma punição adequada, se não branda, o que a impulsionou a continuar sua investida à fim de acabar com qualquer determinação que restasse no sujeito. Em uma rápida investida fintou um ataque frontal que o meliante tentou defender apenas colocando as mãos na frente do rosto mas agilmente mudou a direção de seu golpe e o acertou na têmpora, efetivamente nocauteando-o.

Quem é Jert? Até então a jovem sabia que ele havia tentado pular os impostos sobre suas cargas em outras ocasiões e que era conhecido por ser malandro. Tinha seu nome e podia traçar como única afiliação Marko Reed, que mostrou conhece-lo. Para completar ele tentou ataca-la e poderia ter machucado-a severamente, ou mesmo a matado. Independente de quem fosse, uma coisa era certa: seria um alívio se livrar dele.

Com o inimigo nocauteado pegou a bolsa de dinheiro que antes lhe havia oferecido e colocou junto as suas coisas. Quanta inocência pensar que um inimigo prestes a derrota-lo apenas pegaria o dinheiro e o deixaria se poderia muito bem apenas fazer como Samantha fez e ainda assim tomar posse da quantia. Ela respirava apressadamente enquanto recuperava o fôlego daquele embate, pensando nos seus próximos passos e ultimamente averiguando que o melhor curso de ação seria arrasta-lo até lá.

A noite começava a se aproximar com o crepúsculo nítido no horizonte. Embora ainda estivesse fresco era notável como os ventos se tornaram mais fortes e a temperatura se tornou mais amena. Uma caminhada de 10 minutos até o local revelava que gradualmente as casas iam se tornando mais simples, com menos adornos e visando cada vez mais utilidade acima de beleza. Algumas se estendiam sobre tijolos nus e outras já eram feitas de madeira de forma rudimentar. Outro detalhe era que as casas eram cada vez mais baixas e os lampiões que tinham acabado de ser acesos eram mais escassos nessa área. No fim de seu caminho deparou-se com o lugar que destoava um tanto do restante da paisagem: era uma casa completamente branca com janelas e portas azuis, porém sem informação alguma no seu exterior. A entrada era ampla mas as portas estavam fechadas mesmo que nada indicasse que o local não funcionava. À frente de dita porta um homem alto e musculoso se encontrava e estranhamente ainda utilizava óculos escuros apesar da escuridão. Suas roupas eram uma calça larga branca e uma blusa sem mangas na parte de cima bem justa, que acentuava ainda mais seu físico. A jovem já estava um tanto quanto cansada por arrastar o criminoso mas a visão de seu destino era sem dúvida excitante, ou pelo menos, um alívio.




Off/Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptyTer Jul 11, 2017 9:14 pm

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Finalmente, o embuste teve seu merecido boa noite cinderela. A tática de fingir que ia atacar de um modo, mas alternar o alvo no meio do caminho, funcionou muito bem, pois Jert não resistiu e cedeu as fraquezas de seu corpo.

Enquanto respirava um pouco aliviada, após tudo isso, eu começo a refletir junto ao anoitecer, quando mais escuro ficou, mais eu clareava meus pensamentos sobre esse cara, em meu ponto de vista, Jert era um perigo! Não sabia de nada de sua história, muito menos seus motivos ou razões, entretanto o que ele fez não tem perdão, minhas intenções primordiais nunca foram batalhar, porém as dele eram, e por sorte chegamos a esse resultado.

Respiro fundo novamente, pego o dinheiro que ele jogou e faço algo muito deselegante, mas necessário, o caminho estava em minha frente, bastava arrastar o criminoso até seu devido lugar.

Levando o encosto pelo distrito, percebo como o lugar era desprovido de requinte, diferente do cais por exemplo, as casas tinham como seu material tijolos a vista, ou até mesmo madeira, e disso iam piorando até que em meio a essa visão empobrecedora vejo meu destino, a reta final dessa missão, a casa branca com detalhes azuis.

O lugar era totalmente diferente do resto das casas, sem falar do cara que parecia estar vigiando o local que seria do Klaus, o homem para quem devia entregar Jert, este que no momento permanecia sonhando, ou tendo pesadelos com uma ruiva e alguns chutes.

Me aproximaria do moço e da casa, ainda trazendo como um saco de batatas o velho, saber que isso tudo já estava por finalizar, podia sentir uma força que me ajudaria com o peso desse traste.

- Boa noite gato, serviço de entrega noturna, presente do Mark da Alfândega para o Klaus, aliás prazer, você pode me chamar para sair essa noite... Quer dizer, me chame de Samantha, Sam para os íntimos! - Chamaria atenção do musculoso vigia, com um estilo tendencioso, o qual pude analisar pela luz dos lampiões da rua, e obviamente diria esse "alô" com a voz em um tom melodioso e simpático.

Sorria para o guarda, e para falar, largaria Jert de qualquer jeito, compaixão eu não daria a ele.

Se o homem soubesse do que de tratava, pediria a permissão para entrar e falar com meu destinatário, caso contrário diria:

- Pois então meu cheiro, esse incomodo que te trago é um criminoso, nível bem baixo na verdade, quis passar a perna na Alfândega e se deu mal, tentou fugir de mim, se deu mal... Tenho ordens para entregá-lo a esse tal senhor chamado Klaus, e somente isso tenho a te dizer.

Acho que de qualquer modo eu teria de explicar isso ao cara, porém, meu tempo estava curto e a paciência também, portanto iria esperar uma reação positiva nessa parte da missão.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptyTer Jul 25, 2017 10:29 pm

- Boa noite gato, serviço de entrega noturna, presente do Mark da Alfândega para o Klaus, aliás prazer, você pode me chamar para sair essa noite... Quer dizer, me chame de Samantha, Sam para os íntimos! - Sua voz soava como música para os ouvidos de qualquer um, recebendo um sorriso de presente por parte do rapaz que os recepcionara. - O prazer é todo meu. Eu sou Klaus. Faço esse servicinho sujo para os revolucionários. - Contou o rapaz, enquanto começava a arrastar o tal do Jert, ainda desacordado. - Entre e tome um pouco de aguardente. - Simpaticamente convidou o homem, e a moça sem muito pensar aceitou a sugestão.

Eles entraram e Klaus trancou o homem em uma cela de grades enferrujadas e bem sujas. Trancou com uma chave com um símbolo estranho, que lembrava uma estrela-do-mar. O lugar não era lá muito aconchegante, com seu acabamento em madeira iluminado por lampiões. - - Pois então meu cheiro, esse incômodo que te trago é um criminoso, nível bem baixo na verdade, quis passar a perna na Alfândega e se deu mal, tentou fugir de mim, se deu mal... Tenho ordens para entregá-lo a esse tal senhor chamado Klaus, e somente isso tenho a te dizer. - O rapaz serviu a bebida em um copo de vidro para a garota, que o ignorou até então.

- Parece que teve muito trabalho até aqui… E olha que esses tipos nem são os piores criminosos na ilha. Há crimes maiores do que sonegar impostos. - O rapaz sorria levianamente, com um ar de inocência nos olhos. Foi então que a calma foi cortada por um grito aterrorizante.

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHHGGGGGGHHH!!!

A atenção da dupla se voltou para a cela, onde o homem que antes estava desacordado balbuciava coisas inaudíveis. Aos poucos Jert ia levantando o tom de voz, anunciando algo estranho. - Ele vai nos matar… Vai fazer com a gente o que fez com Marion… Ele vai… Ele vai… Eu falhei na minha missão… Tudo está perdido… - Jert olhava de um lado a outro, muito incomodado. Ansioso. Esfregou os olhos com força, e então tentou enxergar outra vez. Estava meio mergulhado na penumbra. - Estamos perdidos. Ele virá atrás do que lhe pertence. Ele virá com sede de sangue. - Seus olhos estavam arregalados, e sua voz, trêmula.

- Quem? - Klaus perguntou ao prisioneiro, o que lhe fez olhar bruscamente para o casal. - Glashtyn! - Falou como se todos conhecessem tal nome. Klaus deu de ombros e apenas respondeu. - Desconheço. Seja quem for, os revolucionários darão um jeito. E quanto a você… Vai ficar aí aguardando sua sentença. Até lá é melhor ficar bem quietinho. Tenho o sono leve.

Isso pareceu bastar para o enjaulado, que se recolheu a um canto e se limitou a seus pensamentos. Já Klaus, tentava puxar assunto com sua mais nova convidada em tanto tempo. - Mas me diz aí… O que veio fazer nessa cidade que fede a tritão?


OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptyQua Jul 26, 2017 3:35 pm

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Era estranho, mas não me sentia muito confortável naquele lugar, o clima estava bem pesado ali, ainda mais com o Jert incomodando, se bem que, não é novidade isso.

- O prazer é todo meu. Eu sou Klaus. Faço esse servicinho sujo para os revolucionários. - Disse como resposta a mim, aquele homem estiloso representava o fim da minha estadia aqui nessa ilha, só precisava que ele confirmasse que entreguei o criminoso à ele e fim! Podia ir embora.

Klaus me convidou para entrar, não recusei por educação, a primeira atitude do destinatário foi trancar Jert em uma cela, impedindo-o de causar mais problemas, o que achei interessante foi o formato da chave, uma estrela do mar pelo que percebi, enfim, não podia perder tempo com esses pontos triviais.

- Parece que teve muito trabalho até aqui… E olha que esses tipos nem são os piores criminosos na ilha. Há crimes maiores do que sonegar impostos. - Dizia Klaus, não sei se ele tentava diminuir meus esforços para trazer o bendito até aqui, mas não dou muita atenção, até por que Jert começa a gritar e fazer um escândalo da sua cela.

Tudo o que pude absorver daqueles gritos, foi que havia algum assassino ou algo do tipo, com sede de sangue, vindo atrás de nós, alguém chamado Glashtyn... Assim como Klaus, não dou bola para esse apelo, uma pessoa do nível daquele criminoso já não tinha mais minha confiança.

Até que consigo trocar algumas palavras com o suposto dono do local, que já estava servindo alguma bebida para eu tomar, observo o gesto, mas dispenso,em outro momento eu saciaria minha sede, com esperanças de estar em um ambiente mais limpo.

 - Mas me diz aí… O que veio fazer nessa cidade que fede a tritão? - Falou Klaus, dando-me a oportunidade da resposta, sorriria e daria uma risada, bem curta, pelo sarcasmo que ele utilizou para se referi a este lugar, pelo visto, tínhamos a mesma opinião.

- Bom, Klaus, o que vim fazer nesse distrito é entregar aquele moço para o senhor, e consegui, por isso, preciso que registre que a entrega foi realizada com sucesso, Mark solicitou isso também. Espero não estar te atrapalhando, contudo se for possível, poderia fazer isso agora? - Iria dar essa resposta enquanto falava de forma sutil e simpática, provavelmente ele não recebia muitas visitas aqui, logo queria ser pelo menos educada.

Se ele respondesse que sim, agradeceria sendo bem sincera, não tinha como esconder minha felicidade em saber que faltava pouco para vazar daqui. Daria um boa noite bem rápido e voltaria a caminhar para a Alfândega.

Se ele respondesse que não poderia fazer isso agora, eu tentaria persuadi-lo, utilizando um tom de voz mais sensual, para chamar mais ainda atenção.

- Ah meu querido Klaus, por favor, eu estou com pressa e sei que pode fazer isso por mim, tenho total confiança que você é um verdadeiro cavalheiro! Ajude-me só dessa vez... - Olharia diretamente nos seus olhos, talvez assim ele visse como preciso daquela declaração que completei a missão.

Eu sempre gostei de usar esse "cavalheirismo" contra os seus próprios inventores, pois a última coisa que preciso é que um homem faça algo por mim, por eu ser frágil e indefesa... Me poupem, a única função disso é eu poder tirar vantagem desse pensamento do século passado.

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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptyQui Jul 27, 2017 2:22 am


- Bom, Klaus, o que vim fazer nesse distrito é entregar aquele moço para o senhor, e consegui, por isso, preciso que registre que a entrega foi realizada com sucesso, Mark solicitou isso também. Espero não estar te atrapalhando, contudo se for possível, poderia fazer isso agora? - Dizia a bela moça, despertando uma expressão confusa no carcereiro. Pode-se dizer que ele esperava mais para aquela noite.

- Sem problemas. - Sua resposta foi seca, enquanto pegava um livro empoeirado e uma caneta tinteiro.  Evergreen não perdeu tempo e resolveu tomar seu próprio rumo, indo em direção à alfândega o mais rápido possível.  Talvez naquele horário ainda estivesse funcionando.  Ao cruzar a porta do local e andar alguns poucos metros, sentiu seu corpo levitar.  Foi impulsionada para frente, o que a fez se desequilibrar e cair ao chão.  O motivo foi a explosão do lugar onde havia entregado seu prisioneiro, e nada podia fazer.

Seus ouvidos zuniam e sua visão agora estava embaçada.  Viu figuras se aproximando lentamente, mas seu corpo não podia responder depois daquele impacto.  Apenas assistiu as silhuetas como miragens borradas recolhendo Klaus e Jert daquele lugar em destroços.  Então uma delas olhou na direção de Samantha e começou a se aproximar.  Tocou o rosto da ruiva com mãos enluvadas, e deu leves tapas que não surtiram efeito.  Tudo o que Samantha podia distinguir era um tipo de máscara que cobria a face daquela coisa que tentava reanimá-la, e capas pretas em seus ombros.

A figura levantou a garota do chão, e a carregou assim como as outras vítimas estavam sendo transportadas.  Foi neste instante que Evergreen apagou de vez.



Acordou com o som de gaivotas esperneando sobre o local onde dormira.  Parecia ser um tipo de cela, mas o balanço do lugar o denunciava.  A ruiva tinha completa certeza de estar em um navio.  No entanto, não no melhor dos alojamentos.  O lugar era úmido e as paredes estavam impregnadas de fungos.  Samantha estava deitada em uma tábua sustentada por hastes pregadas à parede, que a manteve longe da água que inundava parcialmente sua cela.  Podia ver por pequenos quadrados vazados a luz do dia, e um pouco do horizonte do lado de fora, mas não muito mais do que isso.

Sentia uma leve dor de cabeça, assim como nas costas após a noite mal dormida.  Do lado de fora da cela havia apenas um garotinho de olhar profundo, cabelos esbranquiçados e vestes simples, que a olhava concentrado. - Oh. Você acordou…


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MensagemAssunto: Re: Vol. 1 - Sufragettes   Vol. 1 - Sufragettes - Página 2 EmptySex Jul 28, 2017 3:44 pm

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Eu me sentia perdida, e desnorteada, foram acontecimentos tão peculiares que me levaram até a esse lugar, na verdade, onde estou?

Eu tinha certeza que tinha entregue Jert a Klaus, e saí da casa branca seguindo para a Alfândega, esperançosa que iria para Loguetown o mais rápido possível, entretanto o tiro saiu pela culatra... Só me lembro de decepcionar Klaus não ficando muito tempo com ele, ele deve ter achado que tiraria a sorte grande comigo, coitado.

Após isso, ando alguns metros a frente, quando sinto meu corpo levantar e voar para frente, me jogando no chão, fui arremessada por conta de uma explosão no estabelecimento, eu estava pasma, em choque, que merda que aconteceu ali?

Meus sentidos estavam falhando, não me mexia, mal escutava e enxergava,no entanto discerni o resgate chegando no lugar, uma pessoa tenta me ajudar, ver com eu estava, sei que não consegui fazer algo, por isso também sei que fui levada a algum lugar junto dos outros atingidos, então tudo escureceu.

Agora, acordo ao som de gaivotas e com o balanço do mar, estava em um lugar úmido e mal cuidado, com mofo para todo os lados, uma cela me prendia naquele lugar, somente tinha uma janela com vista do horizonte deixava uma luz entrar.

Estava deitada em uma haste de madeira presa a parede, para me impedir de molhar-me com a água que inundava parcialmente o lugar, dolorida e cansada da noite, apenas conseguia olhar para frente e ver um garoto...

- Oh. Você acordou… - Disse a criança, um menino de cabelos esbranquiçados e roupas pobres, eu não sabia como reagir a esta situação, eu não estava a par de tudo o que estava acontecendo.

- Garoto, eu posso te fazer algumas perguntas? - Perguntaria para aquela criança, sem usar meus charmes naturais, apenas conversaria de igual para igual com ele, e se ele respondesse que sim, começaria o questionário - - Eu dormi muito tempo? Onde estou e você sabe o motivo de eu estar em uma cela? - Não eram perguntas difíceis, mas certamente eu sabendo desses pontos básicos já iria conseguir me situar.

Se ele respondesse que não, olharia decepcionada para ele, educação era algo raro nos meninos, desde pequeno.

- Então poderia avisar a alguém que acordei, e que tenho umas dúvidas a serem tiradas! - Falaria ríspida, por conta da falta de coleguismo do garoto.


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