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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Sementes no Campo   Sementes no Campo EmptySex 16 Jun 2017, 13:15

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Charles Marvolo. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Sementes no Campo   Sementes no Campo EmptySex 16 Jun 2017, 21:36

Você provavelmente já foi acometido por ideias passageiras, confundíveis com as autorias de um louco. Essa era minha sina do dia. Fui até o espelho e me encarei com o cenho provocante que tão bem caía em meu rosto. - Não faça isso. É claro, se tivesse ouvido a mim mesmo não estaríamos aqui nesse ponto. Primeiramente lavei o corpo para então sobrepô-lo com os casacos que tomei como hábito trajar. Era confortável e, claro, imponente; ao contrário da voz que ouvi. Engoli em seco e rouquejei durante alguns instantes para aquecer as cordas vocais. - Melhor? Melhor.

Estava com a aura de um guerreiro, e este guerreiro quebraria os punhos brevemente de mãos limpas, como estava. Precisava de manoplas. Busquei nas gavetas de uma escrivaninha os cinquenta mil de meu estágio e os separei em dois maços: vinte num e trinta noutro. É claro que os circundei com alguns elásticos; já tinha problemas demais e não era de meu interesse ver os maços estourando e me tornando um Robin Hood no centro agitado de Micqueot, para onde rumava.

A intensidade do ritmo em que caminhava seria alta e não fraquejaria até que estivesse na área comercial da cidade. Depois dos longos anos de morada eu conhecia a ilha dos vinhedos tão bem quanto qualquer canto de Enies Lobby. Esperava não ter problemas para encontrar um estabelecimento adequado que acomodasse um ferreiro e suas criações. Iria optar por locais menos refinados que remetessem à um ambiente simples e, de certa forma, até fajuto. A quantia que eu tinha era escassa e ainda havia algo a se fazer depois de me armar, portanto meus gastos se limitariam a 30.000.

Eu cruzaria a entrada do estabelecimento assim que conferisse sua fachada. Sempre fui um homem criterioso e não haviam motivos para fazer desse caso uma exceção. - E então, como vai o dia? Interromperia a fala para continuar apenas no instante em que a entonação estivesse perfeita. Minhas bochechas se enrugaram para trazer à luz os caninos e toda a arcada dentária, ou ao menos a parte que os lábios não alcançassem. Resgatei também meu melhor olhar amistoso para dispará-lo contra o vendedor, sem esquecer é claro das sobrancelhas arqueadas que tornaram a feição mais expressiva. Eu iria levantar o punho esquerdo, ainda nu, e prosseguir. - Dizem que nessa era um homem desarmado é um homem morto. Nesse ponto, levaria o maço de trinta mil até o balcão do estabelecimento. - Tenho braços fortes para preencherem suas manoplas. Que tal se eu der uma olhada? O dinheiro estaria em jogo e eu esperava que as manoplas estivessem em minhas mãos. Escolheria a melhor entre as disponíveis, optando pela maior confortabilidade possível e então fecharia o negócio. - Adeus, e obrigado. Meus passos iriam me conduzir de volta às ruas enquanto acenava com o braço direito para o vendedor.

Eu entendo, nada até agora condizia com as ideias loucas que citei. Mas isso estava por vir. Devotos buscam o perigo e o abraçam, como amigos, contanto que isso os leve ao encontro de sua adoração. A minha era um problema e tanto, e na última noite decidi navegar outra vez nos mares da Grand Line. O primeiro passo seria me encaminhar até o porto, e o faria logo após a obtenção das manoplas. Buscaria alguma tripulação ou viajantes para que cruzássemos juntos a rota até Lvneel, disposto a pagá-los em espécie a quantia que havia me restado. Estava decidido, eu iria esmagar cada uma das pragas fardadas que encontrasse no caminho. É claro que um pouco de sorte seria necessário, e haviam tirado de mim tudo o que restava. Família, conforto e, imperdoavelmente, minha liberdade. Mas não se preocupe, amigo, pois eu faço minha própria sorte.



Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: Sementes no Campo   Sementes no Campo EmptyQua 21 Jun 2017, 03:17

A alvorada mais uma vez rompia a escuridão noturna. Em algum lugar da cidade vivia Charles, um misterioso lutador que se acabou aportando na ilha do vinho por algum motivo. À primeira luz da manhã, lá estava ele se afastando de seu lar. Sem muito remorso, o homem partiu.

Dobrou três vielas e já estava lá. De frente para loja ou um projeto malfeito de uma. Um papelão pendia na porta e em letras grotescas identificava que aquilo ali era a casa de um armeiro. A uma loja acoplada a uma barraca de forja instalada debaixo de uma tenda de madeira com telhas de barro sujas pelo tempo. Ouviu barulhos de gritos e alguns disparos ao longe, pouco cabia se importar, era comum que criminosos fossem executados no meio da rua pela marinha; era melhor morrer daquela maneira do que serem empalados vivos às portas do quartel general. A desigualdade social em uma cidade tão rica era, no mínimo, tragicômica, mas naquele momento não cabia a ele esses problemas, ele só queria uma manopla e foi aquilo que disse ao ferreiro corpulento e queimado por fuligem:

Tenho braços fortes para preencherem suas manoplas. Que tal se eu der uma olhada?

Certo.

Esperou que depositasse o dinheiro no balcão e puxão dele uma manopla. Uma bela manopla. Ele era, de certa, um ótimo ferreiro. Poucos momentos depois, com ambos felizes, Marvolo saiu da loja e partiu rumo ao porto.

Seguiu o caminho que bem conhecia, mas o cheiro podre dos peixeiros entregavam cada vez mais que ele estava indo na direção certa. Quando as casas acabaram, e a areia da praia surgiu a população que transitava parecia ter triplicado. Os peixeiros estavam em bando, gritando para oferecer a pesca da madrugada. Enquanto o homem era mais um transeunte, viu bacalhaus, aguilhões e lúcios. Uma ou outra vez encontrava aberrações compartas por uma fusão cômica de diversos animais. Viu até uma espécie de trupe pantomimeira de tartarugas estranhas se apresentando em um show de karaokê. Apenas mais um dia comum. Passou na frente de um navio em processo de embarque e o capitão gritou: ? PARTINDO PARA LVNEEL! ÚLTIMA CHAMADA, PARTINDO PARA LVNEEL! 10.000 BERRIES POR PASSAGEM! Ele entregou a quantia e embarcou.

Estavam servindo café da manhã para a tripulação e os viajantes no interior do navio; haviam várias mesas e cadeiras dispostas ao longo de uma grande sala e acima delas louças e talheres. A refeição era uma panelada de omelete do dia anterior, com uma aparência pouco agradável mas um gosto que poderia surpreender. Já o cardápio de bebidas era mais abrangente, com água, sucos e café.

O barco partiu e Charles ouviu vindo do convés um som instrumental que lembrava o de uma orquestra. Haviam gaitas, um piano, acordeon e outros instrumentos de corda. Tocavam harmonicamente, como músicos profissionais, e encantavam os viajantes que formaram uma roda em volta deles.

Enquanto isso a vela balançava a favor do vento e o capitão dirigia o navio para longe de Micqueot.

Música:
 

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MensagemAssunto: Re: Sementes no Campo   Sementes no Campo EmptyQua 21 Jun 2017, 15:11

Estava no convés da embarcação quando o cheiro de omelete apeteceu-me o paladar. O entusiasmo certamente havia entorpecido minha razão e anestesiado a fome, pois deixei o lar sem sequer bebericar meu chá matinal. Estava jejuando há mais de um dia e o estrondo em forma de rouquidão que partiu de meu estômago deixou isso claro. A maré parecia estar a nosso favor e sentir o vento contra o rosto naquela manhã em específico definitivamente seria uma boa memória a se ter, mas heróis só trabalham de barriga cheia.

Meus sentidos medíocres não me impediriam de seguir o cheiro até o refeitório, enquanto embaraçava a parte interior dos bolsos em busca do que havia sobrado após pagar a passagem. Torci para que a refeição estivesse no pacote, então você deve imaginar que a situação não era das melhores. Eu tirei alguns instantes para questionar-me sobre como bancaria a jornada, mas como um bom homem de fé sabia que daria um jeito; agora a prioridade era atender os gritos por socorro de meu estômago.

Iria me servir com uma porção generosa de omelete acompanhada pelos talheres, e no que cerne as bebidas, optaria pelo convencional. - Um café, por favor? Quando servido, deixaria a aba frontal do chapéu entre os dedos e o abaixaria até que cobrisse a altura das sobrancelhas, como forma de reverência. Assim que conseguisse um assento reservado e afastado de qualquer arruaceiro presente no salão, eu beliscaria o prato principal algumas vezes para então abocanhá-lo, intercalando alguns goles de café entre as mordidas. Estava disposto a fazer a desfeita de repetir, mas a melodia vindo de fora pareceu-me mais atraente que os ovos e meu corpo já não pedia por mais.

Eu iria até a proa - de onde o som parecia vir - com a xícara na mão esquerda e um sorriso capenga formado entre os lábios, ainda aproveitando a confortante sensação do vapor da bebida em contato com minha pele. A música me parecia familiar, e não levou muito até que a familiaridade me deixasse curioso. Apoiado na amurada mais próxima, cocei o queixo como quem se vê em dúvida, talvez apetecido pela ideia de lembrar de onde é que conhecia a melodia ou pelo mero prazer de ouvir o farfalhar das unhas em contato com a barba rala. - Hmm. Tudo começou despretensiosamente; bati os pés algumas vezes, acompanhando aquele ritmo enquanto ocupava a boca com alguns tragos de café. - Já sei. E para meu alívio havia me lembrado. A letra estava na ponta da língua, mas a ideia de cantar como amador num nicho de profissionais não me parecia boa. Em um ímpeto eu resgatei de algum lugar resquícios de coragem e, assim que estivesse no tempo, daria voz: - Quando nós estávamos em guerra, quando nós estávamos em guerra ♪ ... Eu não tinha técnica, mas esperava encantar a tripulação com a voz maleável e o tom elegante. - ... Cada um pensava na amada ou em sua querida esposa, cada um pensava na amada ou em sua querida esposa... ♫ Transformaria o movimento introvertido de há pouco num verdadeiro sapateado. Por mais que a dança lembrasse o voo de uma galinha despenada, o faria; o nervosismo era tão que não pude ficar parado. - ...E ele é claro, podia pensar. Também é claro, podia pensar. Enquanto olhava o seu cachimbo e a fumaça cinza-claro, enquanto olhava o seu cachimbo e a fumaça cinza-claro. ♪ O ritmo do sapateado se tornaria mais intenso. - Mas não, em nada ele pensava. É, não, em nada ele pensava. Só tragava mais de seu cachimbo com o tabaco amargo turco, só tragava mais de seu cachimbo com tabaco amargo turco. Lembrou de como você mentia, lembrou de como mentia. E que seu coração de donzela, há muito foi dado à outro. ♫

- E que seu coração de donzela... Interromperia o canto suavemente, assim como sabia que faria o instrumental. - ... há muito foi entregue à outro. ♪ ♫

Após averiguar pelas coxas a repercussão da performance eu reverenciaria a banda com algumas palmas. O trabalho dos homens era infinitamente superior ao meu e seria tolo aquele que não o reconhecesse. Havia sido uma canção e tanto, e a dança sem dúvida alguma esquentou meu sangue, mas era aquilo pela manhã. Voltaria a me apoiar na amurada enquanto engolia, quase em seco, as últimas gotículas de café. Aqueles ainda centrados em mim veriam no rosto nada além de uma expressão de quietude.

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MensagemAssunto: Re: Sementes no Campo   Sementes no Campo EmptyQui 22 Jun 2017, 13:43

Charles não tardou em aproveitar a viagem e os 10.000 bem gastos. Foi ao refeitório e provou das iguarias do dia anterior, bebeu do bom e velho café e se viu satisfeito. No instante em que terminou sua refeição ele foi atraído pela música e se juntou à banda no convés; o que veio a seguir foi de encher os olhos da tripulação.

Estava rouco nos primeiros versos mas logo aqueceu a voz. Não era tão marcante e agradável como quando falava, mas o canto não foi dos piores. A banda logo se empolgou ao ver alguém contagiado por seu som em meio à tantos tripulantes alheios. Marvolo continuou a canção e deu aos homens a certeza de que era conhecedor de sua letra, mas o sapateado deixou claro que as coisas não acabavam por ali. Aos poucos eles conseguiram a atenção dos viajantes, alguns timidamente acompanhando o pseudo cantor e outros incomodados com a perturbação da paz, mas a atmosfera do local havia certamente sido renovada.

Quando a empolgação começou a se esvair o velhote que tocava a acordeon levantou-se, e em paralelo com o manejo do instrumento passou a sapatear ao lado de Charles. Minutos se passaram e a canção chegava ao fim, então o ritmo dos instrumentos foi tomado por uma abrupta lentidão e o lutador terminou a letra, com o ápice de agradabilidade que seu tom amador poderia proporcionar. – E que seu coração de donzela há muito foi entregue a outro. Ouviram algumas palmas aqui ali, e acabou.

Marvolo voltou até seu canto antes que os músicos tivessem a oportunidade de cumprimentá-lo e algumas horas depois o navio em Lvneel. A geografia da ilha, composta principalmente pela área urbana, encheu os olhos do homem. As maiores estruturas como o Banco Mundial, o Quartel e mesmo Montblanc Cricket destacavam-se no horizonte, mas quando aportaram e a âncora foi ao mar Charles perdeu os prédios da vista.

Haviam desembarcado num porto localizado na área central de Lvneel e todos os viajantes deixaram o navio rapidamente. O prédio de destaque era uma grande igreja e parecia haver algum tipo de movimentação suspeita por lá. Marvolo pôde enxergar homens que vestiam ternos e gravatas circulando em alta velocidade no local, se tratavam de agentes do governo. Ouviu também alguns tiros, então definitivamente havia algo de errado acontecendo.

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MensagemAssunto: Re: Sementes no Campo   Sementes no Campo EmptyQui 22 Jun 2017, 19:00

Lá estava eu, um passo mais próximo de Paradise. Lvneel e seu horizonte encantariam mesmo o mais marrento entre os homens; foi o que concluí ao vislumbrar a paisagem composta pelos frutos da arquitetura moderna. Entre todos o único reconhecível era o prédio do Quartel General, e deste eu queria distancia para meu próprio bem, mas as outras duas estruturas colossais certamente estava disposto a visitar. Bocejei, ajeitei os trajes e me estiquei para aliviar a fadiga da longa viagem e me preparar para desembarcar.

Uma igreja. Não haveria nada de especial no prédio se não fosse pelo fato de que vi, mesmo que de soslaio, a silhueta de alguns homens elegantemente vestidos. "Nada fora do normal", seria o palpite de um transeunte comum, mas não o meu. Vestiam-se exatamente como meu pai, um agente, mas diferente do homem pareciam ser peixes pequenos. Se um projeto de orquestra havia ganhado minha atenção há pouco, imagine então disparos de pistola. - Os desgraçados estão aprontando. Meu sangue ferveu e o braço esquerdo foi tomado por tremeliques. Era êxtase. Há meses uma situação não me cheirava tão mal quanto aquela, e a primeira oportunidade de executar minha justiça contra as crias do governo me encheu de prazer.

Eu estalaria os dedos pouco antes de encaixar as manoplas nos punhos, estava mentalmente preparado para uma arruaça e precisava me certificar de que estaria fisicamente também. Flexionaria boa parte das articulações do corpo como forma de aquecimento, o que se fez necessário já que houve até então um hiato nada breve entre a última vez que usei minhas técnicas de batalha, e não era do meu agrado dar sorte ao azar. Passaria a seguir, discretamente, o fluxo dos guardas para então me esgueirar nas redondezas do local. Meu queixo estaria rente ao pescoço, cabisbaixo e com o a aba do chapéu cobrindo os olhos. Optaria por cantos, ruelas ou, no geral, lugares que mascarassem minha presença; não dominava a furtividade mas tive a conclusão de que não custaria tentar. Por hora a intenção era meramente entender as circunstâncias e definir a postura a se tomar. Eu os esmagaria com meus próprios punhos na primeira brecha dada.

Por hora faria de meu corpo um escudo e dos olhos a única arma, atrelado à defensiva. Caso algum dos malditos me notasse, afirmaria sem pestanejar: - Só de passagem. Mas você sabe como são esses homens, nem tudo se resolve no boca-a-boca. Eu estaria pré-disposto a erguer os calcanhares e usar a ponta dos pés para me impulsionar e esquivar de quaisquer golpes com saltos esporádicos para trás, saindo do alcance da investida e continuando a saltar num ritmo constante. Não era um bom bloqueador, mas em últimos casos juntaria ambos os braços já cobertos por manoplas para formar um "X" na região alvo e amenizar qualquer dano conseguinte.



Avaliação:
 


Histórico:
 
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MensagemAssunto: Re: Sementes no Campo   Sementes no Campo EmptyTer 27 Jun 2017, 21:23

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~ Avaliação Marvolo ~




Perdas:
● 40.000 Ok

Ganhos:
● Manoplas lvl 1 Ok

Relação de personagens:
● N/A

Exp: 1 Exp
EdC: 1 Exp

Localização: North Blue - Lvneel Ok

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MensagemAssunto: Re: Sementes no Campo   Sementes no Campo Empty

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