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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 1° Chapter - The Beginning of a Marine

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Roy Collins
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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptyQua 21 Jun 2017, 16:18

Confirmando a coincidência
Arnold dizia ser médico e ficou encarregado do corpo, Ernest o acompanhou e eu interroguei a senhora. Só pela forma como ela começou a falar já dava pra entender que era seu marido morto, ainda mais que seus olhos quase derramavam lágrimas. Fiquei com um pouco de dó, mas não demonstrei, apenas continuei a escutar. - Ontem eu estava lavando roupas quando ouvi seu grito e, logo em seguida, uma pancada forte... Sei que Shells Town é perigosa, então eu me assustei nesse momento. Mesmo com medo, tranquei a porta e observei o lado de fora... Eu vi uma silhueta estranha e amedrontadora por lá. Logo em seguida, ela desapareceu em um vulto. Com isso, me tranquei com meu filho em casa esperando pelo socorro da marinha... Eu estava com muito medo para poder sair. E quando ela terminou eu imaginei a mesma coisa, Shells Town está perigosa e quem foi uma das pessoas que sofrera com isso era seu marido.

Assenti formalmente entendendo sua versão e surpreso por ela não dizer que foi um humano que atacou. ~ O que será que é essa silhueta estranha? Perguntava-me até que ela indagou se seu filho poderia ir conosco. - Se ele não nos causar problema. E logo fui ver o que os outros dois tinham concluído. A cada ferimento que o homem sofreu minha raiva crescia, foi como uma chama aumentando com sua intensidade. Contusão na cabeça, perfuração, cortes padronizados e uma perfuração profunda no pescoço. - Que maldito! Dizia furioso com tamanha atrocidade que o assassino tinha cometido, para aliviar aquela raiva que estava crescendo estalei meu pescoço movendo-o em circulo. Em seguida Ernest mostrava as pegadas do assassino e sua tese de ser um Mink, por apenas as patas dianteiras estarem ensopadas com sangue. - Raça maldita! Bem que meu pai sempre disse pra tomar cuidado com esses lixos. À medida que falava minha respiração ficava ofegante e meu coração batia mais rápido do que o normal.

Arnold terminava com o trabalho ali e sugeria de irmos até o sargento esclarecer o que achamos. - Sem dúvidas. E antes de sair dali, diria a viúva e seu filho. - Fiquem conosco. E assim partiria dali junto com eles até que quando chegamos, notamos que o local do assassinato foi num lugar tanto quanto exótico. Ainda mais com um morador de rua. O líder nos disse que a vítima sofreu tiros e um corte profundo na garganta. Fechava os olhos indignado com essa morte também e com a convicção de que o mesmo assassino poderia ter envolvimento nesse caso. - Senhor! Trouxemos aqui a mulher e o filho da vítima, eles presenciaram o assassinato. Olharia para os dois esperando suas confirmações e continuaria. - Qualquer dúvida ela pode detalhar melhor.

- Pela análise feita por eles o assassino deve ser um Mink. A prova é que o homem sofreu cortes padrões e um profundo no pescoço ... Uma escória que só vem causar problemas para a sociedade. E pensando bem, essa vítima que o sargento analisou sofreu um corte profundo na garganta. - Se me permite dizer senhor, talvez esse homem tenha sofrido esse corte estranho desse Mink também. Porque o outro homem sofreu um no pescoço, e esse na garganta, ambos foram em regiões bem próximas ... Olharia para Ernest e Arnold e sugeriria ao sargento. - Se não for problema, acho que o Arnold pode ver se esse corte tem similaridade com o outro. Porque se tiver sabemos que estamos atrás de um animal assassino. E sobrando eu e Ernest acrescentaria. - Já eu e ele podemos procurar se tem as mesmas pegadas que achamos.

Caso o Jiron concordar, ficaria distante do corpo para não atrapalhar o médico e procuraria junto ao Ernest as pegadas. Se preciso usaria minha visão aguçada em toda a proximidade, procurando por pegadas como do outro assassinato e por sangue também, afinal sua pata estava ensanguentada. Na possibilidade de achar e o Arnold confirmar o ataque, acenaria com a cabeça para o sargento sobre pegadas e perguntaria; - Senhor, quais são as ordens agora? Indagaria de um modo educado mesmo sabendo que teríamos de procurar pelo suspeito urgentemente afinal ele está à solta. O problema é como o acharemos se Shells Town é uma ilha grande.
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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptyQui 22 Jun 2017, 21:15


O superior assentia a cada declaração feita por seu ajudante. Reflexivo, pôs a mão na boca e mesmo sem ser um médico ele pensou que realmente fazia sentido aqueles ferimentos serem obra de um mink, mas ainda ficava em duvida por causa da falta de evidencias e também por que o cadáver dessa vez também tinha ferimentos causados por tiros. Ele pousou a mão no ombro do médico do trio, permitindo que ele fizesse suas analises. Ernest complementava o relatório de Roy, falando sobre as marcas na cena do crime que sustentavam a hipótese criada por eles.

- Veja, como pensei... Esse animal usou as arvores de antes para se ocultar enquanto se movia e depois começou a andar pelos tetos, em busca de outra vitima. - Ernest apontava para o teto de um dos estabelecimentos que ficava ao lado do local do crime, que na beirada tinha telhas reviradas e danificadas quase caindo de lá. - Ele deve ter avistado esse homem e pulado em cima dele...

- Pelos indícios de contusão no corpo da vítima, essa hipótese de meu irmão pode estar certa, mas... As marcas de sangue pelo local sugerem que esse homem não foi alvejado primeiro pela fera, e sim pelas armas de fogo. Foram cinco tiros no total, todos no tórax. Creio que mink só o finalizou, dilacerando sua garganta. - Ernest voltava, esclarecendo o que tinha visto no cadáver.

Enquanto isso, o boxeador e seu companheiro de equipe espadachim procuravam pegadas. Logo de cara, avistavam as já conhecidas marcas de sangue deixadas pelos membros ensanguentados do assassino... Seguindo essas marcas, se depararam com um súbito término de rastros, como na cena do crime anterior. Só que dessa vez, ao invés de ser em arvores, as pistas desapareciam no meio da rua! Logo depois do termino das pegadas escarlates, haviam discretas marcas no chão de concreto. O piso parecia ter sido arranhado por algo sendo arrastado.

Após essa investigação, ambos os rapazes retornavam ao grupo e relatavam as descobertas. Roy questionava seu superior quais seriam as ordens daqui por diante. Após alguns instantes de silencio, Jiron começava a falar.

- Temos que neutralizar tal perigo o quanto antes... Eu tenho um suspeito em mente, mas esse sujeito normalmente trabalha sozinho, principalmente pelo fato dele ser cruel e agir apenas por instinto, então ainda permaneço em dúvida. Para obter dados, tenho que voltar ao Quartel e verificar relatórios e arquivos para traçar o foco da missão. Enquanto isso, soldados, quero que permaneçam aqui pelos arredores, vigiando e observando a área. Se possível, quero que investiguem estabelecimentos em busca de informações. Qualquer coisa, temos várias rondas e soldados que, como vocês, estão atuando como vigia pela ilha e que podem ajudar vocês como reforço se as coisas apertarem... Mas creio que isso não irá acontecer em um horário desses do dia. - Ele dava uma pausa e seguia até a civil e seu filho, pedindo que ela o acompanhasse. - Conto com vocês. - E assim ele seguia até o QG.

Os cinco soldados ali ficavam responsáveis por cuidar dos quarteirões por perto. O lugar não era muito longe do centro então além de casas de civis ainda haviam estabelecimentos como restaurantes, um bar, hospedarias e lojas de serviços variados como carpintaria, segurança privada, pescaria, dentre outros.

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptySex 23 Jun 2017, 08:51

Indo atrás dos criminosos
O que ainda me deixava em dúvida é por que essa vitima do beco está com ferimentos de tiro? Na outra cena do crime apenas ferimentos causados pelo suposto Mink, já nesse uma alvejada de tiros junto com um corte profundo. Meus olhos tremiam de raiva ao ver aquela vítima morta daquela forma, mesmo sabendo que o Mink atacou-o, pode ser que haja mais envolvidos nesses assassinatos. Tenho minhas dúvidas que é algum grupo, e se meu instinto estiver correto, procuramos por piratas. Logo o espadachim mostrava estabelecimentos ao lado dali, no qual um desses estava com danificado. Explicou que é provável que o Mink possa ter vindo das árvores por onde assassinou o outro homem, até ao ponto de chegar aqui e indo pelo teto findou essa vítima. ~ É bem possível mesmo ... Assentia sentindo que a cada passo uma peça do quebra-cabeça montava-se, dando por vislumbres a imagem desse cenário total.

Em seguida o médico reafirmava a tese dos ferimentos. Apenas dando um adendo que esta vitima sofreu primeiramente os tiros, dando a oportunidade de o animal finalizá-lo. Enquanto isso eu e Ernest procurávamos os mesmos tipos de pegadas visto na outra cena do crime, tentado juntar as peças e confirmar o mesmo assassino. Bingo! Achamos as pegadas, diferentemente que estas terminavam na rua, sendo que após as pegadas de sangue tinha uma marca discreta no chão. Em comparação a outras partes do chão, ali parecia que acontecera algo. ~ Será que aquele animal estava carregando alguma coisa? Pela forma como estava àquela marca, presumia que poderia ser arranhões, e felizmente nossa suspeita demonstrava estar indo para o lado correto.

Voltamos ao sargento e confirmamos o que vimos, esperando seu veredicto final. Nosso suspeito já estavam no banco de dados da marinha pelo visto, e por si só, o camarada fedia problemas. ~ Sua hora está chegando maldito. Me confortava na idéia de que logo o pegaremos e faremos pagar por cada problema ao qual causara. Nosso superior voltaria para o QG em busca de mais dados enquanto ficaríamos encarregados em vasculhar a área a fim de algum perigo, e também procurarmos por ele nos estabelecimentos. Assentia formalmente e batia continência quando Jiron deu suas últimas ordens. ~ Hora de procurar esse verme. Olhava ao redor pronto para explicar aos meus companheiros o próximo passo.

- Pessoal, vou atrás de informações na onde ele está. Aguardaria a atenção dos demais. - Eu já estou nessa ilha há um ano e posso dizer que estou familiarizado com ela. E conhecendo bem as pessoas dessa ilha, os melhores lugares para saber as fofocas são nas tavernas. Entrelaçaria meus punhos e levaria para o alto, estralando-os com o objetivo de aliviar aquela ansiedade. - Além disso, eu conheço a maneira de entrar sem ser notado nos lugares ... Ou seja, é bom para achar e descobrir coisas. Sorriria com aquele olhar discreto que exala maldade. - Falando nisso, vocês tem alguma roupa pra cobrir essa farda? Só para não chamar atenção. Pode ser qualquer coisa. Se eles não tivesse, cumprimentaria eles com um aceno de cabeça e partiria em direção a alguma loja de roupas para comprar qualquer roupa que possa cobrir especialmente a roupa da Marinha. Perambularia pelas proximidades procurando por uma loja, quando encontrasse, procuraria por um sobretudo ou mesmo uma jaqueta com capuz. Pagaria a loja o valor, vestiria e sairia em busca do bar mais conhecido da cidade. - Grand Drinqs, pelo visto você me propiciará boas informações.

Se algum dos meus companheiros de missão estiver comigo, apenas continuaria meu caminho com a mente totalmente focada em obter a localização do Mink. Andaria pelas ruas de Shells Town procurando pelo estabelecimento, andando rápido, mas não correndo. Buscaria andar pelas calçadas das ruas não chamando tanta atenção e se por acaso eu não conseguir achar o bar, perguntaria a qualquer morador rapidamente. - Sabe onde fica o Grand Drinqs? Caso o mesmo se recusasse a responder ou simplesmente achar que estou indo lá pela diversão e me ignorar, olharia para ele seriamente e acrescentaria. - Você ajudará numa missão muito séria!

Em seguida seguiria suas instruções e quando chegasse ao estabelecimento, primeiramente observaria a fundo a entrada. Na possibilidade de algum dos meus companheiros estiver junto, sugeriria. - Vamos nos separar pra não chamar atenção e conseguir mais informações. E partiria para lá primeiro do que ele (a). Evitaria passar pelo conglomerado de pessoas, se possível, contornando as rodas do pessoal e adentrando o estabelecimento, procuraria uma mesa na qual esteja vazia e no canto. A idéia é não chamar a atenção. Posteriormente sentaria na cadeira e avaliaria as feições de cada um ali dentro, usando minha visão aguçada notando se algum deles possui vestimentas com sangue junto com arma.

Como o Mink não estava sozinho, ao menos é o que imagino, talvez consigamos achar o rapaz mesmo que atirou. Entretanto, se não achar ninguém do mesmo calibre, continuaria aguardando na busca de alguém pelo andar da carruagem ali dentro, buscando ouvir qualquer fofoca sobre o que ocorrera nessa madrugada. Não ouvindo nada, no momento em que o balconista aparecesse, levantar-me-ia e desvencilhando das pessoas e das mesas/cadeiras, sentaria na cadeira à frente do balcão. Quando ele (a) me atendesse, olharia seriamente e diria. - Só um copo d'água. Esperaria trazer e quando me desse, beberia e falaria.

- Nada como um copo d'água depois de um longo dia ... Direcionaria minha conversa para o atendente (a). - Trabalhar por essas bandas não está nada fácil. Desgastante, cansativo, perigoso ... Pararia nesse momento e mostraria alguma coisa indicando que sou marinheiro. Puxando minha vestimenta de cima para frente, mostrando uma parte da roupa de marinheiro. E desse modo começaria meu diálogo. - Ainda mais depois de hoje, dois assassinatos em uma madrugada. Cidade está um perigo total. Balançaria a cabeça negativamente, fechando os punhos e esperando que fosse falada alguma coisa. Se não, continuaria. - E o pior, pelos boatos tudo indica que foi um Mink. Pode isso?? Já não bastam humanos malucos, agora esses seres "bostiais". Sabe de algo suspeito pelas redondezas? Indagaria com um ar mais decisivo, dando a impressão de que está querendo obter respostas de qualquer forma.

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptyDom 25 Jun 2017, 00:13


Declarando seu interesse em investigar especialmente a taverna que ficava nos arredores, Roy questionou se algum de seus companheiros tinha uma roupa que pudesse ser usada para ocultar sua farda. Com a resposta negativa vinda de seus colegas de missão, o jovem boxeador se separou deles para seguir pelas ruas em busca de uma loja de roupas. Não demorou para que ele encontrasse uma pequena alfaiataria e adentrasse o local para verificar as roupas que se encaixariam em seu interesse. Dentre as opções, a que mais se destacou foi um sobretudo acinzentado de seu tamanho com o preço de quarenta mil berries. Ele pagou o valor ao comerciante sem hesitar e vestiu a peça, assim ocultando suas vestes de oficial da marinha.

Ele seguiu até a taverna mais famosa da cidade e que, coincidentemente, ficava próximo do local  que o rapaz estava responsável em manter vigília. Ao chegar no seu destino, entrou e procurou se sentar numa mesa vazia no canto do bar. E assim começou a observar os frequentadores e o ambiente... O lugar era bem iluminado e ventilado e era preenchido pela animação dos poucos frequentadores que haviam naquela hora do dia. O perfil das pessoas ali não era muito suspeito... Eram aproximadamente doze pessoas e pela aparência ou eram indivíduos alcoólatras que não tinham problemas em estarem ali mesmo sendo tão cedo ou aparentavam ser civis autônomos que estavam em um momento de lazer, jogando conversa fora ou jogando baralho com seus amigos.

Só tinha um que se destacava mais: Era um homem que estava em frente ao balcão com roupas comuns e que ostentava uma fina corrente brilhante em seu pulso. Ele era um dos únicos que não parecia estar ali para se embriagar.

- Veio buscar os suprimentos encomendados? - O balconista gorducho e pequeno perguntava ao cliente. O sujeito confirmava, balançando a cabeça. Assim, ele foi até o lado de fora do bar e ficou ao lado de uma carroça, esperando que sua encomenda fosse entregue. Com sua visão aguçada, Roy via esse homem usar sua corrente brilhante para repreender uma figura corpulenta coberta por um manto. Estranhamente, só de ver o acessório daquele homem o indivíduo coberto pelo pano se encolhia e obedientemente ficava quieto em cima da carroça.

- Homens de circo... Que trabalheira que me deram. E você, rapaz? O que deseja? -

O soldado disfarçado fazia seu pedido simples e logo era atendido. Grand Tom, o balconista, tinha pena de cobrar algo por um misero copo de agua e, por isso, não deu um preço para aquilo. Eis que Roy começava a falar o que planejava e, por fim, revelava sua farda junto a sua medalha de admissão na marinha.

- Fiquei sabendo... Boatos dizem que esses crimes foram obras de um Mink procurado chamado Plesko. É um Homem-Lobo sanguinário... O mesmos rumores dizem que ele está com um grupo pirata agora, mas ele é muito burro para agir em grupo, então suspeito que provavelmente ele foi domado de alguma forma. Imagino que esses crimes tenham sido como um alerta desse bando, um meio deles amedrontarem a população diante da aquisição desse terrível aliado. - Ele falava aquilo enquanto limpava o balcão com um pano úmido. Suas palavras cessavam, demonstrando que aquilo era tudo o que ele sabia sobre o assunto.

E agora, qual seria a próxima ação do soldado novato? Ele tinha mais algum lugar para visitar ou iria retornar para o ponto de encontro de seus aliados?

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptySeg 26 Jun 2017, 11:38

Perseguindo o suspeito

Nenhum dos meus companheiros tinha uma roupa para cobrir essa farda da marinha. Por causa disso, segui para uma alfaiataria ali por perto e comprei um sobretudo acizentado, de sorte era ideal o tamanho e assim desembolsei 40 mil berries. Vesti e sai em direção ao bar, este que estava ali perto mesmo. Entrei por lá e me deparei com poucas pessoas, confesso que imaginava que este lugar estaria mais cheio. Observei por um tempo sentado no canto do salão, notando que o lugar estava propicio para comportar muitas pessoas. Entretanto, o fato era que ainda tinham poucas pessoas em comparação com o tamanho daquele espaço, e a maioria dos indivíduos não eram suspeitos. ~ Apenas alcoólatras. Pensava de certa forma decepcionado em não achar ninguém suspeito. Até o momento que me deparei com o cara na frente do balcão.

Primeiro ele não estava se embriagando como a maioria, segundo que sua corrente no pulso era de certa forma estranha. - Esse cara é estranho ... Minha intuição dizia que eu precisaria ficar de olho nele. O balconista logo aparecia conversando com aquele estranho, sendo que após essa conversa ele saía do recinto. Graças a minha visão aguçada pude notar que com sua corrente ele ficava repreendendo algo dentro do manto. Procurei alguma brecha naquele manto para visualizar o que era, contudo nada constatei. Então finalmente fui puxar assunto com o balconista. Ele classificava aquele homem como homem de circo, e sinceramente eu fiquei meio cismado com isso. Será mesmo? Ficar repreendendo um animal parece ditatorial demais.

Pedi minha água e depois mostrei minha roupa e medalha ao homem pequeno. Quando ele viu, não esboçou nenhuma reação surpresa e rapidamente explicou o que sabia. Fiquei sabendo... Boatos dizem que esses crimes foram obras de um Mink procurado chamado Plesko. É um Homem-Lobo sanguinário... Os mesmos rumores dizem que ele está com um grupo pirata agora, mas ele é muito burro para agir em grupo, então suspeito que provavelmente ele fosse domado de alguma forma. Imagino que esses crimes tenham sido como um alerta desse bando, um meio deles amedrontarem a população diante da aquisição desse terrível aliado. Ele falava com uma naturalidade enquanto passava o pano úmido no balcão.

Tentava achar alguma coisa que pudesse me ajudar a localizá-lo com essas informações, porém não entendia para onde aquilo poderia me levar. Não tinha localização, paradeiro, suspeita de onde esteve por último e muito menos o bando que doma esse tal de Plesko. Até a hora que me lembrei daquele rapaz que estava aqui agora a pouco, controlando aquele ser dentro do manto. ~ Hummmmm, é mesmo. Aquele cara é suspeito. Esse homem pequeno e gorducho disse que ele é de circo, contudo não mostrou o que tinha ali dentro, dando uma margem de dúvida se era mesmo um animal. Não custaria ver aonde esse cara irá, primeiro pelo fato de ser o único suspeito e segundo por estar próximo de onde eu estava mantendo a vigília.

Assentiria formalmente ao balconista e de modo em despedida diria. - Você colaborou com a justiça. Parabéns por ajudar-nos a manter a ordem. Cumprimentaria em um aceno de cabeça e seguiria para fora dali, ainda com o sobretudo e por enquanto não fazendo nenhum momento suspeito. Acompanharia para onde ele iria furtivamente, tomando distância de uma esquina a outra, estando na calçada onde tem mais pessoas pro cara não notar que estou acompanhando, e no caminho, a primeira criança que passasse próximo sugeriria. - Quer ganhar doce? Então faz o seguinte: Olharia para de onde vim e estariam os outros marinheiros e apontaria com a mão direita. - Lá tem vários marinheiros andando de um lado pro outro. Indique pra eles onde estou e avisa que quem está mandando esse aviso é o soldado Roy Collins. Diga a eles também que precisam vir pra cá urgentemente ... E caso não me encontrarem aqui, estarei bem perto daqui. Olharia fixamente pra criança demonstrando que ela ganharia o doce, mas de fato não sei como daria um doce a ela. Isso deixa pra depois.

O bom disso é que elas são ligeiras e fáceis de convencer. Quando tem alguma coisa de recompensa que interesse elas, por causa da ingenuidade e vontade de ter a recompensa, elas fazem as coisas muito rápidas. Na sequência continuaria seguindo o suspeito por onde ele estivesse indo, mantendo a distância para não chamar a atenção de uma maneira furtiva e na hora em que eu visse que os meus companheiros estivessem se aproximando, olharia para eles e acenaria pra eles caso precisasse por não me reconhecerem, afinal estou com esse sobretudo, e faria gestos com as mãos para se segurarem atrás de mim calmamente. Só iria explicar a eles o que está acontecendo quando o suspeito parasse em algum local suspeito, este que exigiria o trabalho de todos. O foco era pegar todo o bando se possível, pois pelo que foi explicado aquele Mink é uma maquina praticamente, só obedece a ordens do responsável por ele. E esse cara ... Irá pagar com a justiça!

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptySex 30 Jun 2017, 19:29


O pequeno marinheiro disfarçado decidia agradecer as informações para que pudesse sair. O balconista deu de ombros e lhe desejou boa sorte. A verdade era que qualquer civil daquela ilha desejava que a marinha parasse esses criminosos cujo único propósito é causar o terror e Roy tinha determinação de sobra para seguir em sua luta pela justiça.

Seguindo seu próximo passo em sua investigação individual, o jovem boxeador se afastou até uma esquina e aguardou algum movimento de seu alvo. O civil da corrente brilhante ficou em frente a taverna até que funcionários deixaram a carga em sua carroça. Com isso, o homem que Roy vigiava colocou os cavalos para puxarem a carroça enquanto figura enrolada no manto investigou discretamente aqueles objetos postos ali pelos homens do Grand Drinqs.

Após pouco tempo de caminhada, Roy estava ficando para trás devido ao ritmo mais elevado do seu alvo, que parecia evitar tudo e todos em seu caminho. Mesmo assim, o marinheiro mantinha o olhar fixo na carroça enquanto se movia furtivamente, em uma postura suspeita para os civis, mas perfeita para ocultar sua presença para o sujeito que ele investigava. O homem da corrente por fim prosseguia rumo a uma rua que dava acesso ao porto.

No caminho, o soldado tentou convencer uma criança barriguda a dar um recado para ele, mas não teve sucesso nisso.

Portanto, só pôde continuar a observar a carroça de seu suspeito. Ele descia em frente a uma embarcação grande o suficiente para acomodar um grupo circense inteiro e também para se destacar entre as embarcações medíocres de pescadores e comerciantes. O homem se encontrava com aqueles que pareciam ser seus parceiros, deixando a encomenda no navio e fazendo o sujeito corpulento descer aos pontapés enquanto ponderava seu comportamento ao mostrar sua corrente hipnótica.

Os membros do navio do circo pareciam estar se organizando para sair rumo a cidade, usando algumas carroças e carruagens ou até mesmo seguindo a pé. Não demorou para eles seguirem rumo às ruas de Shells Town, sem revelar o destino.

Ao que parece, a observação de Roy não havia dado nenhuma conclusão ao jovem marinheiro e agora ele não tinha como contatar seu grupo sem que tivesse que retornar todo o caminho até eles... Ou era isso que ele pensava.

Uma mão pousou em seu ombro para chamar sua atenção. - Roy. - Era Arnold, junto a Joana, Kenji e Ernest. Eles haviam reconhecido o jovem boxeador por trás de seu disfarce improvisado. - Encontramos os piratas por trás dos crimes... Jiron relacionou relatórios de missões antigas e chegou ao grupo que estamos procurando. E esse grupo dessa vez eles está descaradamente atacando diversos pontos aqui nas redondezas. Eles realmente não tem escrúpulos... Enfim, ficamos encarregados de seguir até algum desses pontos e ajudar os grupos de nossos superiores na contenção desses ataques.

- Devemos seguir para lá de imediato. Civis correm perigo, então toda a ajuda é bem vinda. - Ernest os apressava.

Se Roy decidisse ir com eles, chegariam em um ponto que claramente era o cenário anteriormente definido pelo atirador: Uma pousada não muito grande e que tinha dois andares estava cercada por marinheiros em conflito com criminosos. Alguns deles estavam envolvidos em batalhas com piratas logo em frente ao estabelecimento, enquanto outros seguiam para as entradas, invadindo o local para buscar operar do lado de dentro. O lugar estava exalando fumaça proveniente de inícios de focos de incêndio do lado interno.

- Equipe de apoio, sigam para dentro da pousada para reforçar a equipe de invasão. O foco é evacuar os civis, mas, se puderem, tentem neutralizar os Piratas que estiverem no caminho! - Um sargento elevava a voz para dar as ordens aos soldados recém chegados na batalha enquanto lutava e comandava os grupos de marinheiros que lutavam do lado de fora, abrindo caminho para que outros combatentes da marinha usassem a porta e as janelas da hospedaria para penetrar no local. - Um de vocês pode continuar aqui fora e ajudar com esses piratas daqui de fora, se preferirem.

Se Roy seguisse a para dentro da hospedaria para ajudar na situação lá dentro, veria que haviam diversos piratas por lá para dificultar seu trabalho de salvar ou evacuar civis. Eles estavam quebrando os moveis do lugar em um vandalismo generalizado e, além disso, uma boa parte dos criminosos feriam inocentes e acumulavam alguns deles no canto direito do saguão, atrás de um balcão usado pela recepção do estabelecimento.

O lugar tinha dois corredores com diversos quartos. Por sorte, a presença da marinha fez os piratas pararem de vasculhar os quartos que ainda faltavam para dar atenção aos homens da lei, os cercando com expressões hediondas em seus rostos.

O papel de Roy e de seu grupo de soldados novatos ali seria o dar apoio àquela ação e havia um numero de marinheiros com ele mais que suficiente para bater de frente com aqueles piratas que os circundavam.

Afinal, o que o rapaz da família Collins faria? Ele seguiria seus companheiros para tal missão caótica?

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptySab 01 Jul 2017, 12:49

Fazendo o reconhecimento
O homem ficou a frente da taverna esperando o pessoal do bar depositar os objetos na carroça. Fiquei observando de longe com os braços cruzados, não notando nada de suspeito. Quando acabaram de colocar as coisas lá, o ser estranho dentro do manto começou a investigar os objetos ali dentro. ~ O que será que deve ter ali? Pensava com a curiosidade aumentando gradativamente. O carroceiro afastava-se de mim com sua velocidade, pelo fato de aquele veículo ser rápido, porém ainda consegui visualizá-lo de longe se escondendo furtivamente e não levantando nenhuma suspeita. No caminho abordei uma criança gorducha, o nanico recusou e tive de continuar a perseguir aquele cara. E no fim das contas chegou ao seu destino, o porto da ilha onde apenas sua embarcação era maior que os demais. Totalmente destacável.

Quando ele chegou aparentemente seus companheiros de circo o ajudou. Removeu os objetos da carroça, inclusive o corpulento dentro do manto e em seguida saíam em rumo à cidade. - Para onde estão indo? Questionava-me em cochicho preocupado em perdê-los de vista. Nesse momento a chance de chamar pelos meus companheiros ficou nula, afinal teria de retornar todo caminho para avisá-los o que acontecera. De repente uma mão me interrompe e meu coração quase vai para fora da boca. - Roy. Respirava fundo aliviando a tensão no meu ombro, mas surpreso em ver Arnold. - Cara, quase meti um soco em você. Podia ter demorado menos também!! Dizia bravo e com meu punho direito fechado, pronto pra dar um soco. Encontramos os piratas por trás dos crimes... Jiron relacionou relatórios de missões antigas e chegou ao grupo que estamos procurando. E esse grupo dessa vez eles está descaradamente atacando diversos pontos aqui nas redondezas. Eles realmente não têm escrúpulos... Enfim, ficamos encarregados de seguir até algum desses pontos e ajudar os grupos de nossos superiores na contenção desses ataques.

Juntava os pontos e imaginava que aquele grupo ao qual acabara de sair, estava literalmente pelas redondezas. - Certo! Concordava animado com o que iríamos enfrentar. - Devemos seguir para lá de imediato. Civis correm perigo, então toda a ajuda é bem vinda. Ernest dava essa noticia me preocupando bastante. O que esses desgraçados estavam aprontando a ponto de deixar a população em perigo? Quando chegasse lá farei o possível para deter esses criminosos, finalmente poderemos pará-los de vez e acabar com suas ondas de crimes, e acima disso, fazê-los pagar seriamente.

Acompanhei meus companheiros até o local e me deparei com uma cena tanto quanto arrepiante. Os arruaceiros estão numa pousada tocando o terror, esta que está cercado pelo nosso grupo. - Esses caras estão a um fio de serem derrotados. Dizia entusiasmado com o que iremos fazer; Alguns entravam no estabelecimento prontos para conter todo aquele fogaréu, pois a situação está feia, até que o responsável por ali nos instruiu. - Equipe de apoio, sigam para dentro da pousada para reforçar a equipe de invasão. O foco é evacuar os civis, mas, se puderem, tentem neutralizar os Piratas que estiverem no caminho! Um de vocês pode continuar aqui fora e ajudar com esses piratas daqui de fora, se preferirem.

De um lado da pousada tinha uma escada para adentrar na pousada. Fora a parte frontal onde os piratas estão tomando conta. ~ O foco da missão é evacuar os civis. Vou entrar pela escada pra ver se achamos alguns civis. Além disso, posso pega-los de surpresa. Olharia para o canto da pousada e procuraria pela escada para subir. Subiria a escada usando a aceleração para ir o mais rápido possível, até que quando chegasse ao topo entraria rolando pra trás de algum móvel, parede ou qualquer coisa que possa bloquear tiros. Não sou especialista em estratégia para seguir com um plano, então sugeriria aos marinheiros que tivessem do lado. - Alguém tem um plano?!

Usaria minha visão aguçada e tentaria descrever o que eu pudesse notar de longe. Relataria quais as armas dos indivíduos a frente estariam usando, se teria algum objeto que pudesse ser feito de barreira para nós avançarmos, qual dos inimigos está mais distraído com nossa direção para atacarmos mais facilmente, e desse jeito acrescentaria ao pessoal. - Galera, eu sou furtivo. Pode ser que em meio a essa guerra, alguém entrando de fininho seja vantajoso. EU VOU TENTAR PEGAR ELES DE SURPRESA! Diria numa altura audível pros meus companheiros, expressando a vontade de pará-los logo. Apesar de isso ser uma ajuda, eu não conseguiria arquitetar todo um plano para conter os inimigos. O máximo que poderia fazer mesmo era falar no que sou bom e ver o que poderia ser de utilidade nesse plano. Portanto primeiro aguardaria qual seria o plano a seguir para a seguir, executarmos.

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptySeg 03 Jul 2017, 04:21


O aspirante a marinheiro aceitou a missão e, dessa forma, seguiu até o ponto onde encontrava um dos locais atacado pelos piratas. Roy aceitou se juntar ao grupo de invasão e, dessa forma, seguiu até a entrada da hospedaria, onde o grupo de soldados se encontrava cercados pelos piratas. O jovem boxeador ergueu o olhar para observar o ambiente e, assim que viu a escada, partiu em sua direção, tendo como objetivo chegar no andar de cima da construção.

Ele se separou de seus aliados e correu em direção as escadas sem se preocupar com o que tinha nos arredores. E foi por esse erro que ele pagou um preço doloroso... Um golpe rápido e certeiro de um taco foi encaixado em sua testa. Foi tão rápido que ele apenas viu o vulto da arma antes de receber o impacto. Com esse ataque em sua cabeça, Roy se sentiu atordoado e caiu para trás. Com muita dor e tontura, ele foi piscando os olhos e, aos poucos, retomou seu estado de normalidade e, para sua sorte, Joana e Arnold estavam ao seu lado dessa vez e pareciam ter neutralizado aqueles piratas que anteriormente se meteram no caminho do Soldado Collins.

A testa do pequeno marinheiro ainda estava dolorida e tinha pequenos traços de sangue graças a uma ferida superficial feita pelo golpe anterior.

Sem se deixar se abalar por isso, Roy agora estava sem obstáculos em seu caminho até o outro andar e, por isso, prosseguiu em seu objetivo. Ao chegar no andar de cima, Roy avistou um corredor com portas de quartos e apenas dois móveis - uma mesa e um armário - mas nenhum dos dois estava perto dele e, por isso, apenas se agachou nos degraus da escada. Naquele corredor, ele avistava quatro figuras maliciosas, todas buscando arrombar as portas de quartos para saquear e prejudicar os civis. Eram dois espadachins, um atirador e um ultimo homem que não tinha nenhum estilo de combate e nem armas aparentes.

Joana e Arnold seguiam atrás do Soldado Collins, para auxiliar ele em sua ação destemida. Eles eram questionados sobre a existência de algum plano. - Creio que um conflito se faz necessário... Temos sorte que eles ainda não arrombaram os quartos daqui de cima. Se os superiores não cogitaram uma negociação com eles mesmo diante da possibilidade dos civis serem feitos de reféns, então é por que esses caras tem que ser parados. - O jovem de cabelos negros falou, analisando a situação.

Era exatamente como o atirador esguio dizia... Os quatro piratas presentes naquele corredor estavam em frente a três quartos, tentando arrombar as portas na brutalidade. Se aqueles marinheiros não agissem logo, os hospedes daqueles quartos seriam colocados em perigo. Ou pior ainda: Os civis ficariam em posse dos piratas e assim dificultaria o trabalho deles imensamente.

- Galera, eu sou furtivo. Pode ser que em meio a essa guerra, alguém entrando de finin-... - Roy ia falando com empolgação, até Joana saltar em sua direção e, desastrosamente, tapar a boca do rapaz com ambas as mãos. Apesar de ser furtivo, ele não se preocupou com o tom de sua voz e, com isso, a altura que essas palavras eram ditas foram o suficiente para chamar a atenção dos piratas naquele corredor.

- IDIOTA! EU FALEI PARA VOCÊ FICAR DE OLHO NA ESCADA. - Um dos criminosos repreendia seu companheiro com uma voz ríspida e violenta.

Os piratas não sabiam quem ou quantos estavam na escada, mas sabiam que tinha alguém ali. Portanto, agora que a presença dos marinheiros ali foi revelada, o que fariam?

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MensagemAssunto: Re: 1° Chapter - The Beginning of a Marine   1° Chapter - The Beginning of a Marine - Página 3 EmptyQua 25 Jul 2018, 17:31

~Aventura Cancelada a Pedido do Player~

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