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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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Alê
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptySeg 28 Ago 2017, 23:29



O Corvo


Treta no Farol: o velho, o caolho e os caçadores.




As palavras do espadachim faziam os olhos do maníaco brilharem a cada palavra proferida. Hynno realmente sabia manipular pessoas tão loucas quanto ele, porém, o que o rapaz faria ao se deparar com um ser mais insano que o próprio ator de delírios? Insano era a palavra certa para descrever aquele diálogo. – Não estou interessado! – afirmou o homem, voltando seu olhar para o mar – Não quero competições sem sentido, a vida não é tão simples ao ponto de consistir apenas em disputas sem método ou fundamentos. O que eu quero neste exato momento é bebida, das mais fortes, entende? Por isso eu aceito seu desafio! – afirmou o homem tentando apertar a mão de Hynno, porém lembrou-se que estava com a camisa de força.

Após ouvir as palavras do loiro, Hynno então caminhou em direção ao Farol, e consigo levou consigo o homem que estava preso a uma camisa de força. A dupla ignorava o fato de chegar ali um navio atirando contra quem estava ali no porto do farol, indo em direção ao dito “velho do farol”. – Bem, já que existem tantas regras, se eu ganhar, eu quero uma bebida alcóolica que vicie aquele que ingerir apenas um gole. Ouvi falar que existe isso no East Blue! – afirmou louco enquanto saltitava – Porém, não gosto de matar... Mas, é prazeroso ver outros agonizando. Isso deve ser legal, não? – questionou o homem enquanto caminhava até o farol.

Enquanto isso, Doppio corria para se esconder atrás de alguns caixotes que havia na longa passarela até o farol. Enquanto o homem mirava no inimigo, poderia avistou o louco ainda correndo de um lado a outro, como se estivesse em um completo tiroteio, uma loucura total. – Corra, segurem, agarrem, capturem! – bradava o loiro. Sem dar a menor bola para isso, o pequeno atirador disparou com sua amada arma um projétil que atingiu o interior do canhão, que demorou alguns instantes para disparar, instigando a dúvida do atirador se havia conseguido ou não atingir o local desejado. Porém, após um súbito instante, o canhão explodiu, fazendo aquele que o manuseava voar pelo impulso. Antes mesmo de relaxar, Doppio já era surpreendido por outro disparo que atingia os caixotes a frente do rapaz, que faziam os resquícios caírem nos olhos do rapaz, dificultando totalmente sua visão.

Enquanto isso, Hynno e o louco – outro louco – se aproximavam do farol e lá podiam avistar uma cena um tanto quanto peculiar. A cena era um tanto quanto brutal. Um forte velho espancava um homem de cabelos cinzentos. – Isso era o que queria? Aí está a surra! Vou acabar com você e ver o que está acontecendo no meu porto! – bradava o velho. Ao redor havia um grupo um tanto quanto peculiar, porém a distância era grande para notarem algo mais nítido. O louco sussurrava algo que o espadachim não podia ouvir apenas as palavras finais foram audíveis. – Matar, matar, matar... – sussurrava o homem se contorcendo todo por sua camisa especial. Enquanto isso, no porto, o navio inimigo enfim aportava bruscamente. O loiro parava enfim de correr e sentava-se no solo, a frente do navio. De lá, descia um homem. Moreno, bandana vermelha, caolho, suas vestimentas era um tanto quanto brilhosas e um sorriso sádico estava estampado em seu rosto. – Não me diga que está me esperando? Brahahaha! – bradou o moreno. Doppio não conseguia ver anda disso, o ângulo no qual o rapaz estava não ajudava, o navio estava a frente de seu alvo de localização.

Velho:
 

Homem espancado:
 

Pirata caolho:
 
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptyQui 31 Ago 2017, 00:36


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"Uma mentira só é uma boa mentira quando até você acredita nela."
Post: 28 | Localização: Farol




Que tipo de lunático não gosta de competições sem sentido? Se perguntava enquanto o homem falava, mas no final, o mesmo parecia topar o desafio proposto pelo piromaníaco. Tinha agora, um companheiro e adversário, perante a competição que viria após os requisitos. Será que poderia chama-lo de alcoólatra? Desde que havia encontrado com ele, ele sempre diz que está com sede, que quer beber, que quer álcool. **Bem provável.** Era o que a plateia pensava sobre o sujeito e o que Hynno começava a pensar. Era apenas o espadachim e o sujeito alcoólatra naquele farol, enquanto que, Doppio ficava com o outro loiro, como dois loucos iriam se comportar no farol? Um usava camisa de força e aceitava o desafio, mas não iria matar, gostava de ver pessoas agonizando, o outro, era o espadachim, piromaníaco e psicopata. Ambos sozinhos, na busca do tal velho do farol, supostamente o senhor iria ajudar o grupo para prosseguir pós Reverse Mountain.

Ele era um desconhecido, havia se apresentado para ele e ele nem para retribuir o favor, fazia. – Bem, deve ser, nunca fiz ou vi alguém agonizando. Sempre matei minhas vítimas rapidamente, mas quem sabe, eu possa ver isto hoje e dar minha opinião. Sorria para o sujeito, respondendo à pergunta feita pelo mesmo. Eram instáveis, Draguren e o outro, era pólvora no meio dos fumantes, água no fio caído no chão. Uma bomba relógio, apenas esperando o tempo acabar ou alguém apertar o botão, para que desencadeasse uma explosão em cadeia. A cada passo, era possível ouvir um tic e um tac. Bem, era a plateia. Se realmente estivesse acontecendo aquilo, não sabia. Mas o que sabia, era que, a plateia estava emitindo aquele som de relógio. Algo ocorreu, avistava algo inusitado, estranho. Um velho parecia surrar alguém e por perto, parecia ter um grupo, mas não interferiam no assunto. Será que aquele homem era o tal velho do farol? Claro, o que estava espancando e não o espancado. Tinha pessoas por perto como havia notado, vítimas para a competição, isto é, se estivesse curado e com uma espada, mas no momento, não tinha nenhuma das duas coisas e o outro louco, já parecia frenético, ao escutar as últimas palavras dele. – Este é o espirito. Dizia, tocando no ombro dele, com a mão do lado de seu corpo que estivesse próximo do louco número dois.

Começava então, a caminhar naquela direção, mas antes, sussurrava para o sujeito da camisa especial. – Acho que aquele é o homem do farol, vamos lá falar com ele. E já que você falou sobre a bebida especial se ganhar, se eu ganhar, vou querer duas espadas, mas uma delas, quero que seja algo especial. Foi então, que limpava sua garganta e caminhava na direção do espancado e espancador. – Com licença meu senhor, gostaria de saber.. O senhor é o tal, velho do farol? Se a resposta fosse um sim, daria o seu típico sorriso junto com uma rápida risada e continuaria. – Então, é com o senhor mesmo que eu gostaria de falar.. Caso ele falasse para prosseguir com o diálogo, Hynno, diria, mas olharia com atenção o seu redor, pois para o pirata armado e curado, eram presas, mas para o piromaníaco ferido e desarmado, as presas poderiam ser predadores e o louco número dois ainda estava naquele estado, não sabia se era encenação ou realmente estava com seus movimentos restringidos. – Meu grupo gostaria de prosseguir após este local, como eu faço para conseguir o que é necessário? Então, esperaria a resposta do velho e se a resposta fosse algo como, seguir ele ou ele falasse ali mesmo, prestaria atenção, enquanto ia até o da camisa especial e sussurraria algo como. – Quer que eu te solte? Não sabia se era fingimento ou não, se ele sabia se soltar ou não, mas, caso o pior ocorresse, um espadachim ferido e desarmado e um outro com uma camisa de força, não serviria de nada. E se a resposta do louco fosse sim, buscaria soltar o rapaz. Se não, apenas voltaria a atenção para o velho.

Agora, caso o velho pedisse para segui-lo, perguntaria a mesma coisa para o louco dois e então, caso o local fosse algo privado, onde apenas os três estivessem, Hynno diria. – Antes de começarmos, o senhor saberia tratar dos meus ferimentos? Se sim e viesse com um preço, fitaria o senhor e responderia. – Quanto? E escutaria o preço feito pelo velho, após escutar, diria. – Pagarei assim que o senhor me falar o que é necessário para meu grupo prosseguir após este local chamado Farol. Caso ele já tivesse falado o necessário antes da fala de Hynno, a fala sobre paga-lo após receber as informações não rolaria, apenas diria. – Me trata então, depois te pago. E relaxa, sou um espadachim, não irei te atacar após ser curado. Diria, dando seu sorriso psicótico para o velho, sabia que ele não se assustaria tão fácil, pois havia visto o que ele havia feito antes. Agora, voltando lá atrás, caso ele negasse o pedido, falando que precisaria ver o porto dele, responderia de imediato. – Não se preocupa, nosso grupo está cuidando do assunto, provavelmente é uma briga entre piratas. E então, caso ele aceitasse aquilo e pedisse para prosseguir, faria tudo que havia dito conforme a ocasião.



Objetivos:
 

Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 13 EmptyQui 31 Ago 2017, 01:18

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    Depois de um cabum daqueles, ainda aportam aqui. Talvez a sensação de satisfação pelo tiro afiado tenha se esvaído. Não sabia dizer, ou não queria admitir. Era uma embarcação durona, um monte de madeira e ferro que resistira à minha investida. Eu sorri, e então os caixotes estouraram. Não dei muita importância, e tudo que fiz foi cobrir os olhos com as mãos.

Me levantaria e rumaria o porto, logo onde aportara o navio inimigo. Minha mente já havia pensado num objetivo novo e talvez bem recompensador: invadir o navio. Não conheço o interior, mas vou dar meu jeito. Tudo que eu tenho que fazer é encher quem tiver lá dentro de bala, foda-se. Dei um sorrisinho. Qualquer inimigo que encontrasse no caminho seria uma vítima; miraria o mais rápido possível e atiraria na mesma velocidade num show de saques rápidos. Eu tinha ainda vinte e poucas balas.

Se chegasse ao porto, próximo o suficiente do barco para estudá-lo sem ser notado, ponderaria. Os olhos astutos e atentos analisariam o navio de fora a fora, contando a quantidade de tripulantes, canhões, rotas de saída e entrada, aposentos do capitão e alguma outra sala. Era isso que procurava. Se o buraco da explosão facilitasse minha entrada no navio, dispensando o uso de meios convencionais para invadí-lo, entraria por ele, mesmo se fosse necessário saltar ou me pendurar desajeitadamente para atingir esse objetivo. Me pergunto onde tá o resto dos caras. Meu pensamento ia em Ambrosio, Uvo e Evustro, enquanto minhas mãos trocavam os cartuchos. As balas agora tinham "dentes", e os olhos — ligados aos dedos por um fio invisível — manteriam-se focados nos arredores, no mínimo sinal de sombra, no mínimo sinal de movimento e até mesmo, com um pouco mais de concentração, inimigos camuflados ou escondidos; qualquer pessoa ou animal que encontrasse dentro da embarcação, atiraria à queima roupa. Um tiro por pessoa, do peito pra cima – e é aí que entra o Destripador, expandindo-se em estilhaços para acertar inimigos atrás ou dos lados do alvo, sempre do peito pra cima.

Caso fosse alvejado por algo ou alguém, passaria por baixo de qualquer mobília que encontrasse, e me manteria o mais próximo das paredes possível, tentando evadir golpes com movimentos do corpo no último instante, de modo que armas cortantes ou perfurantes pudessem se prender nos móveis ou paredes. Contra projéteis, procuraria coisas resistentes como canhões, para servir de barricada, e assim que encontrasse uma abertura, miraria o peito do(s) inimigo(s) e dispararia, bang.
Que merda será que o loiro tá fazendo?

Tentaria me certificar que era seguro começar a saquear o navio; se realmente não houvesse mais perigo iminente, daria início ao processo mais puro e rústico da pirataria. Isso é gratificante. Usaria os bons olhos e as mãos hábeis para procurar por todos os cantos da náu: reviraria camas, colchões, armários, cômodas, criados, tapetes e alçapões, tábuas soltas no assoalho, caixas ou baús (que eu abriria com um tiro de Silentia), latas etc. Tudo que encontrasse e me apresentasse valor (não necessariamente financeiro), tomaria para mim.
Depois de vasculhar toda a área inicial em que me encontrava, iria em busca da sala do capitão ou de algum cômodo onde guardassem seus tesouros. Se precisasse passar pelo convés, passaria abaixado e usando tudo que encontrasse como cobertura. Abriria fechaduras no tiro, sempre com a pistola (que tinha seu barulho reduzido). Se entrasse numa dessas salas, trataria de roubar tudo que pudesse encontrar de valioso e útil; mapas, objetos estranhos, dinheiro, jóias, materiais raros e anotações de cunho que me venha a interessar (na área do disfarce, química ou engenharia principalmente) seriam os focos, mas algo fora disso também seria aceito.

Caso encontre barris de piche, óleo ou gordura, faria questão de derramá-los por todo o convés, por todo o interior até minha rota de saída. Dali, voltaria ao porto num salto esforçado e veemente, e incendiaria o piche e a madeira da náu com um tiro de pistola. Faria de tudo para atingir o chão de pé ou cair na água próximo o suficiente do porto para que pudesse me segurar em algo e voltar à terra firme.

Se em algum momento percebesse que seria impossível entrar no barco e sair vivo, me manteria em terra firme, e trataria de eliminar um por um dos tripulantes ainda de uma distância segura, com Carniceria. Recarregaria quando necessário. No fim, tendo eu saído do navio, iria buscar achar Ambrosio e o resto da trupe, eles estavam sumidos há uns instantes valiosos, esquisito.


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptyDom 03 Set 2017, 19:08


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Fitei os convidados indesejados, analisei bem a situação. Não tenho ideia das capacidades combativas do homem-peixe e Uvogin estava ferido demais para lutar em seu cem por cento, basicamente estava em um três contra um, uma desvantagem clara. Pediam meu ouro, coisa que tinha em abundância mas não queria dar e muito menos queria ser capturado ou morto, observaria cada detalhe sobre os sujeitos, seus portes físicos e alturas além de seu comportamento. Não saía da minha cabeça que a voz fina poderia ser uma mulher, ou talvez um homem muito jovem, coisa que duvidava dadas as circunstâncias de o dito cujo ser o aparente líder.

Sorriria, um sorriso que seria uma mistura de desespero e simplesmente bom humor pelo infortúnio de estar encurralado mais uma vez, ao que parecia eu nunca estava favorecido em encontros com inimigos. Suspiraria e encararia diretamente os olhos daquele que dava as ordens sem desviar o olhar nem sequer uma vez. — Pois bem, irei entregar minhas armas… — declararia, pausando — Mas quanto ao ouro, lhes garanto que não valeria a pena eu entregá-lo no momento, visto que poderá lucrar muito mais se conseguir pôr as mãos no bando completo já que estão presente apenas metade dos membros por ora. — diria e esperaria uma resposta.

Colocaria as armas no chão, tanto os dois revólveres quanto o mosquete que sequer usei até então. Tentando sempre manter escondida Bloody Mary para mantê-la como trunfo para mais tarde, até porque as adquiri há não muito tempo, logo caçadores ou o Governo não saberia sobre a existência de tais brinquedos. Após coloca-las no chão, as empurraria em direção aos intrusos. — Normalmente sou um homem de princípios, não entregaria meus comparsas… Mas não tenho outra opção se quiser poupar Uvogin e o peixinho ali de serem torturados ou capturados, revistem o navio se estiverem com vontade, não há ninguém ou nada além de nós de interessante, mas posso lhes ajudar a encontrar os demais integrantes desse grupo de bastardos se quiserem. — ofereceria, esperando uma resposta em seguida.

Esperava que aceitassem, pois se o fizessem teria uma oportunidade de derrubá-los posteriormente, os atacando com as armas que tinha escondidas, atentar-me-ia para não fitar meu antebraços onde se encontravam as armas, e esforçar-me-ia para não aparentar estar nervoso ou com medo, mantendo a calma a todo momento utilizando de minha respiração e conhecimentos médicos para tal ato se necessário.




OFF:
 
Citação :
Vício:1/15
Isqueiro:5/10
Maço de Cigarros:15/20
Objetivos:
 

Histórico:
 

Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptyTer 05 Set 2017, 11:38



O Corvo


Aventuras no Farol: O velho, o Caolho, os Ninjas e o Loiro Estuprador




A dupla de loucos então caminhava em direção ao velho que, a pouco, dava uma bela surra em um homem ali perto. A conversa de ambos estava indo de vento em cata-vento, porém algo incomodava o pirado que acompanhava Hynno. – Eu já lutei contra o velho, mas, não sei. Será que era aquele? Ele aparentava estar mais gordo... Será que estava grávido? Não, ele é velho demais... Então deve ser ele mesmo! – resolveu seu pensamento o homem.

Ao se aproximarem, a dupla se deu conta que o velho homem era maior que imaginavam, realmente a distância havia lhes pregado uma boa peça. O semblante do velho, por sua vez, era de curiosidade. Ele não sabia que havia mais pessoas como aquelas, porém, já havia visto o maníaco mascarado, então em sua cabeça uma dúvida do que aquele homem queria passava como um filme antigo.

- O que querem no meu caminho? – questionou o homem. Ele possuía uma ríspida voz rouca, coisa que já demonstrava que a sua idade já começava a afetar as suas cordas vocais. – Eu me lembro de você... – apontou para o mascarado – Eu dei cabo de você e seu grupo, aquele tritão me deu nos nervos! Enfim, não tenho nada a ver com as consequências do que vocês fizeram. Eu falei que só entraria no jogo se as apostas fossem altas, mas vocês que apostaram o tritão, então não me culpem de nada... – falou o homem.

Realmente havia sido uma situação um tanto quanto irônica e não usual. Hynno e seus comparsas não faziam a menor ideia, porém o bando do loiro louco já havia enfrentado do velho que estava ali, perante eles, porém, para conseguir o que queriam, eles tiveram de apostar, esse é o combustível de qualquer interação com o mesmo. Foi simples, um combate 3x1, se eles vencessem, conseguiam o que queria, se o velho vencesse, ficava com o tritão como escravo. O resultado era óbvio, nunca mais se viu o tritão.

Hynno, então, olhando para o que o cercava, havia notado que não sabia o que faria, os caminhos possíveis colidiam em sua mente. O espadachim desarmado então questionava o velho a respeito de prosseguir pelo farol, coisa que não era surpresa para o mesmo. O homem então olhava Hynno por inteiro, até quando o rapaz questionava se o seu parceiro queria ser solto. – Não é preciso, eu já estou solto! – demonstrou esticando seus braços – Eu apenas gosto de ficar com os braços cruzados... – informou o louco. O velho apenas se questionava antes de falar qualquer coisa com a dupla. – Você pretende me enfrentar sem arma alguma? Realmente estou ficando despreparado aos olhos de quem chega. Enfim, você quer prosseguir? Vamos apostar! Porém, não tenho tempo pra isso agora, tenho que ver o que está acontecendo no porto! – afirmou, ignorando a dupla de loucos e seguindo seu caminho.

Enquanto isso, no porto, o barulho da explosão certamente havia atraído muita atenção ao redor, porém Doppio se mostrava muito satisfeito com o que havia feito até ali. O atirador tentou se aproximar de maneira sorrateira, analisando cada centímetro da embarcação. Era uma embarcação simples, porém maior e mais desgastada que a sua. Havia outro canhão na área inferior, porém, o rapaz não avistou tripulante algum ali. Decidido, após pensar um pouco nos seus aliados enquanto carregava sua arma, virou-se e partiu para disparar em quem estivesse ali. Porém, não havia mais ninguém.

Surpreendentemente, o atirador foi surpreendido pelo surgimento de dois homens que saltaram do topo do mastro – não estavam lá quando Doppio avistou o local. Rapidamente, antes de qualquer reação do atirador, que imaginou sendo alvejado, o homem de longos braços atingiu um soco giratório que atingiu o braço de Doppio, jogando a arma longe no convés, e o outro homem, com suas longas pernas, atingiu um chute em seu queixo, fazendo-o sobrevoar a borda do brigue. Doppio caiu entre o loiro louco e um homem moreno, fora da embarcação.  

- Ora, ora, o que temos aqui! Uma criança em um lugar desses? – questionou o caolho. Rapidamente, os dois inimigos anteriores saltaram da embarcação e se posicionaram atrás do grande moreno que tinha apenas um dos olhos. O homem de braços longos entregava ao robusto homem a arma que Doppio usava ao entrar no navio. – Muito bem Kuy e Tuy, acho que temos aqui o atirador misterioso! – afirmou sorrindo insanamente – Você me deu um trabalho e tanto, garoto! Um de meus homens está agora no mar por causa da sua explosão! Você sabe o que isso significa? – afirmou o homem apontando a arma de Doppio para ele mesmo.

Todavia, na embarcação corvinata, Ambrosio tentava ludibriar os então inimigos, mais precisamente, o aparente líder deles. O sujeito parava por alguns instantes, aparentava achar a ideia interessante. Após o loiro voltar a afirmar a sua ideia, e tirar olhares bem incrédulos de seus comparsas, o líder enfim concordou. Com leves passadas ele se aproximou e, com uma leve inclinação, pegou os armamentos com sua arma e os afastou para longe de Ambrosio e companhia.

- Muito bem, agora se levantem e sigam para fora! – falou. Uma vez em pé, o líder encaminharia o trio de piratas para a direção ao porto. Ele ia à frente, seguidos pelo trio e atrás os outros dois “mascarados”.  Mal sabia ele o que os esperava lá. Uma vez lá na frente, o grupo que vinha da escuna deu de cara com o grupo de piratas que fazia frente a Doppio e McLovin. Se não fosse o bastante, ao longe vinha chegando o velho que vivia no farol – sendo seguido ao longe por Hynno e o seu comparsa, se esses o seguissem.

- O que temos aqui. Vejo que as coisas ficarão bem interessantes! – bradou o caolho, olhando de um lado a outro. – Digo o mesmo, enfim irei capturar e ter para mim a cabeça do Caolho Rogers! – afirmou o líder dos mascarados, apontando sua arma para o robusto moreno. – Maldita porra de macaco! Eu irei comer vocês muito bem! – afirmou McLovin erguendo-se perante ambos os líderes.

Um clima tenso iniciava ali, que piorou com a imponente chegada do grande velho. Alguns presentes podiam sentir o quanto a presença daquele velho impactava aqueles presentes. - O que está acontecendo aqui? Se for alguma aposta e não me chamaram, irei arrancar a cabeça de cada um que está presente! Kyhahaha! – urrou o velho enquanto alisava sua barba. – Agora falando sério, o que querem no meu farol? Acham mesmo que conseguirão seguir para a Grand Line? Kyhahaha! – questionou seriamente.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptyQui 07 Set 2017, 20:01

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    É claro que eu sei, careca. — Ele me parecia careca com aquele troço na cabeça; um pedaço de pano pra esconder a careca, tenho certeza. Não tava com medo; meus olhos sequer piscavam, encarando o pirata direto na alma. Mesmo que parecesse uma criança, ainda era uma visão perturbadora.

    Fiz uma cara de dor, bem básica. Meu corpo começou a se contorcer lentamente; ele provavelmente riria de mim nesse momento. A respiração ia sendo moldada e controlada. Em alguns segundos, meu corpo pararia, numa pose — no chão — específica, como uma postura ritualística, no chão. Os olhos nunca além do caolho. Focavam-no como facas. Ele morre. Eu já me decidi. Babaca do caralho. Fraco. Respirei fundo, mas discretamente, e dei um salto do chão, indo pra cima e para frente, até ficar de pé e ainda aproveitar o movimento para avançar. Postura fixa, um diabinho.

    Significa que você é fraco, que acha que é forte, mas é fraco. — Usaria todo o impulso para avançar, mantendo os músculos, olhos e juntas em um estado de contração, prontos para liberar a força, mudar a postura e me fazer evadir um golpe (mesmo que um tiro) ou golpes; essa responsabilidade ia para os braços, que serviam como lemes e faziam o movimento de evasão ser mais imprevisível e rápido. O centro de gravidade do corpo também diminuía, graças à postura, e as pernas se posicionavam para estabilizar e estar prontas para qualquer movimento de evasão inferior. Todo o meu campo de visão era um campo minado, meus olhos atentos me alertariam de toda ameaça e a técnica faria o corpo se adaptar a ela e sair de sua diretriz.Diaboli Statum.

    O objetivo era chegar perto rápido o suficiente para desarmá-lo e virar Carniceria contra ele; era simples. Por ser bem mais baixinho, viria como se pretendesse me jogar entre suas pernas, que é minha estratégia clássica. Isso seria uma finta, mascarando o meu verdadeiro movimento. Iria com as duas mãos, ágeis como serpentes, e os olhos afiados, em direção à arma. A canhota iria pelo bico, agarrando-o como se fosse uma cobra, sem colocar a mão perto da boca; a direita, sempre esquecidinha e apagada, abstera-se para empunhar Silentia, que agora estaria apontada direto para o pescoço do pirata.

    Não me subestime, careca. — O polegar destravava a pistola com um movimento discreto, ouve-se um clique. Cê quase me fodeu com aquela bola de canhão, cara. Achou que eu ia deixar barato? O troco tá dado, e eu ia pegar suas coisas como confirmação. — Sempre olho no olho. Ele provavelmente me veria de cima, dentro do colarinho, ele talvez conseguisse ver até o começo do peito. Dava pra contar as cicatrizes, no rosto, pescoço, ombros e peito. Um corte horrível no peito. Horrível demais para uma criança. Mas todo mundo tem algo que não consegue derrotar. Eu sou esse seu algo. — Se houvesse mais alguém do bando por perto, diria nós. Nós podemos matar todos os seus homens, e como podemos. Ainda mais com ajuda da turma daquele cara loiro. Então, cê tem a merda de uma escolha. — Pisquei pela primeira vez.

    Foi uma piscada intencional. Assustadora, sei lá. Não devia estar ali, bizarra. Mas intencional. Eu falei com mais convicção que o normal. Não cheguei até aqui pra apanhar e quase morrer pra todo filho de uma puta que me aparece, vai pro inferno. Ninguém fica na porra do meu caminho, merda. Cê manda seus companheiros ou o que for abaixarem as armas, e vai resolver seus assuntos sem nos envolver. Cê também pode trabalhar comigo, e ainda tem esses caçadores. Ou... — Silentia se faz mais firme, há um clique que sinaliza a bala se coçando pra ser disparada. Caso concorde e honre o acordo, prosseguiria com meus assuntos, me aproximando do loiro, mas mantendo o silêncio.

    Se concordasse, ouviria o que tivesse a dizer, recuperaria Carniceria e me afastaria. Sem abrir a guarda nem dar as costas, pronto pra desviar. Ele decide. Um deslize e morre. Caso ele tentasse me matar naquela situação, me jogaria o mais rápido possível para alguma barricada que encontrasse, e dali, atiraria primeiro em qualquer atirador do lado deles, focando-os inicialmente. Me abaixaria sempre que algum deles fosse atacar, e em caso de disparos sequenciais, esperaria uma boa brecha. Depois, eliminaria os lutadores de curto alcance, prestando atenção principalmente no dos braços longos, que eu deixaria por último caso não fosse necessário matar antes. Depois, atiraria nas pernas do capitão.

    Se ele recusasse, puxaria o gatilho. Não deixaria seu corpo cair para a direção dos aliados, puxando-o para frente, na minha direção; o objetivo era cair e usá-lo como escudo, e nesse movimento pegar Carniceria. Como o homem era bem maior que eu, conseguiria uma boa barricada. A intenção era achar brechas nos disparos ou eliminar os lutadores de corpo a corpo quando avançassem, usando espaços como entre os braços ou entre as pernas para atirar, pois acreditava serem locais inesperados.

    Esperava que o loiro tomasse uma atitude, mas não confiava que isso fosse acontecer, por isso, buscaria me afastar me arrastando, puxando o corpo do homem comigo, se conseguisse. Iria para algum ponto que não fosse tão perigoso quanto o meio da porra toda, só para estabilizar a mira. RENDAM-SE, CÊS NÃO AGUENTAM A PRESSÃO, PORRA! — Se concordassem com a rendição, esperaria que todos abaixassem suas armas, sinalizaria que sim com a cabeça, sorrindo, e dispararia um tiro na cabeça de cada um dos restantes, sequencialmente.  

    Certo, onde estávamos? — Se tudo corresse assim, viraria-me para o loiro e os outros no lugar, com uma cara de bunda. De toda forma, queria usar o pirata para não me envolver em nenhuma batalha com os caçadores. Pareciam durões. Proporia entregar-lhes o pirata em troca de algo como "vista grossa". Mais lutas agora são desnecessárias, tem viagem longa pela frente; tenho que ser a bosta de um capitão e fazer essas coisas; essa é a parte chata. Tsc.

    Vos ofereci escolhas, e eles a fizeram. Não haveria peso em minha consciência se estivessem todos mortos. Todos que se rendessem, viveriam. Os outros, morreriam. Eu me decidi. Vinegar faria pior. Nem lhes daria uma maldita escolha.

Eu sou um homem bom.


    Caso tudo desse errado e toda a situação se virasse contra mim, fosse comigo virando refém deles ou coisa pior, tentaria resistir. Competiria forças com quem quer que me segurasse, tentaria chutar-lhe os ovos para abrir um contra ataque e correr, mordê-los até arrancar pedaço, usar Carniceria ou Silentia para coronhadas ou coisa do tipo; usaria de qualquer artimanha para me libertar e recuar até um ponto mais seguro. Que situação de merda.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptyQui 07 Set 2017, 23:09


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Dúvida e hesitação sobre aquele velho ser o tal “velho do farol” por parte do louco número dois, eram dois malucos na busca do sujeito que chamavam Velho do farol, a sorte para muitos, era que, Hynno estava ferido e sem uma espada, se o mesmo tivesse armado e curado, a chacina já teria começado enquanto buscavam pelo velho. Era uma ilusão, de longe, o senhor parecia pequeno, mas, durante a aproximação, o pequeno se tornava grande e já estávamos no caminho do velho, que questionava a dupla, como esperado. Podia sentir o tom da voz dele, a idade estava alcançando ele, mas mesmo assim, era forte, Hynno sabia que uma luta contra ele, não resultaria em benefícios para o grupo, apenas tragédia. Havia ficado surpreso, admitia, quando descobria que o velho conhecia o outro louco e o irmão indiretamente citado. Provavelmente o grupo do loiro havia sido dissolvido ou o resto foram mortos, mas parecia que tinha um tritão com eles, antes de apostarem com o velho. Não sabia o que fazer, aquilo havia fechado os caminhos de Draguren, não sabia qual caminho pegar, bem, saber o mesmo sabia, mas naquele estado, o caminho teria que ser cuidadoso.

O mais estranho, era que, não era uma atuação do novo aliado estar preso naquela camisa, os braços dele estavam soltos, mas segundo o mesmo, ele gostava de deixá-los cruzados, incrível. Quando questionou o velho sobre como prosseguir, o velho parecia ter entendido errado, ou será que entendeu direito? O plano não era enfrentar o velho, era apenas pegar o que fosse preciso para prosseguir e sair o quanto antes, mas pelo que havia notado, girava em torno de apostas para aquele homem e ele queria apostar com o psicopata em troca do grupo prosseguir pelo farol, mas primeiro, o velho ignorava tudo e ia na direção do porto, onde Hynno fazia um sinal com a cabeça para seu companheiro e seguia aquele senhor.

Todo o tipo de pessoa agora estava reunido no porto, a recém-aliança do grupo de Hynno e da dupla estavam lá, os dois malucos com o velho, Doppio e o loiro com dois desconhecidos, o brutamontes, o peixe e Ambrosio com outras pessoas. As palavras do velho urravam, as palavras daquele senhor de idade era: - Agora falando sério, o que querem no meu farol? Acham mesmo que conseguirão seguir para a Grand line? Kyhahaha! Parecia que Karthus não tinha “confiança” ou “fé” que o grupo conseguiria prosseguir. – Eu acho e ainda aposto que conseguiremos prosseguir, apenas precisamos do que é necessário. Só me diga o que é preciso, para você me dar o que é necessário para meu grupo seguir adiante. Esperaria pela resposta do velho, não estava por dentro das coisas, não sabia o que era necessário para avançar após este local, por isso, esperaria a resposta dele. Se a resposta fosse ser resolvida numa luta, Hynno responderia logo em seguida. – Bem, gostaria de entrar nisso, mas... Preciso de tratamento médico e uma espada primeiro, antes de eu entrar. Esperaria que sua fala entrasse, que o velho ajudasse no tratamento médico e lhe desse uma espada ou pelo menos, ele conhecesse alguém que pudesse tratar dos ferimentos do piromaníaco. Se seu plano ocorresse com sucesso, esperaria as ações do velho, esperava que ele realmente ajudasse o psicopata. Se isto ocorresse, apenas o seguiria e o deixaria prosseguir com o procedimento ou então, alguém que ele conhecesse e pudesse fazer o mesmo. Se a aposta não envolvesse luta, responderia a mesma coisa para o velho.




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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptyQui 14 Set 2017, 00:55



O Corvo


Êta porra! Êta porra! ÊTA PORRA!




Hynno tentou, como sempre, ludibriar seu oponente. Era uma ideia boa, já que estava desarmado, porém aquele velho não era qualquer um e logo eles descobririam. – O que é necessário? Sim, eu direi o que é necessário seu pirralho. Eu amo apostas! APOSTAS! Não terão tratamento algum aqui, pelo contrário, o que podem conseguir é uma bela surra, mas o que eu quero pra deixar vocês passarem... Vamos ver... – falou o homem antes de ser interrompido por ações bem cabíveis para aquela situação.

Como sempre o pequeno Doppio fazia as coisas complicarem para ele e o seu grupo. Sem pensar nas consequências do seu ato, o rapaz correu na direção do moreno – que portava sua arma – e rapidamente tentou desarmar o homem. Sua habilidade de esquiva na hora h estava precisa, impressionantemente precisa para pessoas normais. O seu inimigo bem que tentou lhe impedir, mas já era tarde, quando menos esperou o rapaz – que passou por baixo de suas pernas – já empunhava a metralhadora.

— Não me subestime careca! – falava ele, de maneira imponente, após roubar o que era seu. O homem, irado, virava-se para o garoto – que estava em suas costas – e, rapidamente mudava seu semblante. O garoto falava diretamente olhando em seus olhos, suas ameaças era sérias, todos naquele momento levavam a sério o que o “garoto” dizia. - Não cheguei até aqui pra apanhar e quase morrer pra todo filho de uma puta que me aparece, vai pro inferno. Ninguém fica na porra do meu caminho, merda.  Cê manda seus companheiros ou o que for abaixarem as armas, e vai resolver seus assuntos sem nos envolver. Cê também pode trabalhar comigo, e ainda tem esses caçadores. Ou.. – falou o rapaz preparando sua metralhadora para detonar geral.

- É DISSO QUE ESTOU FALANDO! UMA BATTLE ROYALE! – falou o velho. Após proferir tais palavras o homem colocou a mão em seu bolso e de lá retirou uma espécie de ampulheta, só que bem menor. – Essa é uma ampulheta especial Por mais que seja pequena, ela marca com clareza DEZ MINUTOS. Esse é o tempo que vocês têm. Eu sentarei aqui e começarei a contar o tempo. Nesse tempo, quem tiver com mais integrantes em sua equipe, ganham. Podem fazer o que bem entenderem matar, trucidar, pouco me importa, quero ver uma bela luta sem regras evolvendo diversos homens. Estão prontos? – questionou o velho.

Antes de uma resposta ou ao menos ele começar a contar o tempo, um novo grupo surgiu. Para a maioria dos presentes seria desconhecido, porém para o velho e para Doppio e o seu parceiro não. Era o grupo que assistia o velho dar a surra em um dos seus e esse homem que havia levado a surra era quem os liderava. – Calma, calma, meu velho, vai me deixar fora dessa festa? – questionou o homem que chegava ao local com seu rosto desfigurado, porém rindo.

- Você ainda quer apanhar? – questionou o rígido homem de idade avançada, causando gargalhadas um tanto quanto exageradas do homem. Devagarmente todos do grupo começavam a rir, riram até o líder manda-los parar. – Acho que a surra que me deu antes me deixou bem animado... – falou colocando a mão em seu rosto – Eu ainda consigo falar e respirar acho que não foi muita coisa. Vejo que temos convidados bem interessantes, acho que vou participar dessa brincadeira, preciso de um Log Pose, aliás... – falou.

- Que palhaçada é essa? Quem é você, seu velho, para nos ordenar a fazer... – antes que terminasse o que falava – um dos três que cercavam Ambrosio e Cia, um projétil atingia sua testa. Era brutal e certeiro. Do cano da arma empunhada pelo velho, a fumaça proveniente da queima da pólvora ainda saía. Sem reação de pena ou compaixão, o velho assoprava a arma e a guardava consigo. Quase que instantaneamente, o homem que havia chegado sacou sua arma e disparou três vezes, eram disparos rápidos e... Errados.

O homem havia errado todos os disparos que havia feito, atingindo o solo e o céu em alguns, o que tirava alguns risos dos presentes. – Oh, estão rindo? É muito engraçado, não? Sabe o que é mais engraçado? Isso! – falou o homem disparando em direção a um dos homens do Caolho, que estava escondido perto da embarcação. Todos estavam incrédulos, porém o atirador ria da situação. – Isso é engraçado. Realmente engraçado! HILÁRIO! – gargalhava o homem.

- Muito bem, já fizeram seus shows. E o tempo... Começa! Matem, segurem, agarrem, capturem, sobrevivam durante esses dez minutos! – falou o homem enquanto saía de cena lentamente caminhando em direção ao farol. Então começava o show de horrores, todos teria que lutar entre si para conseguir o que queriam. Não seria diferente do que iriam encontrar no decorrer da jornada, porém, era a primeira provação da Grand Line. Ou você mata, ou você é morto.

O combate generalizado então tinha seu prelúdio. Rogers, como capitão, liderava seu grupo. Mesmo tendo uma metralhadora apontada para si, ele preparava para sacar sua espada. Consigo havia mais quatro homens. A dupla que havia cuidado de Doppio anteriormente. Um homem de braços longos e seu aparente irmão gêmeo de pernas longas. Outros dois homens normais preparavam suas pistolas para o combate. Enquanto isso, o único membro do trio que aprisionava Ambrosio preparava sua espada e corria para se esconder atrás de uma das embarcações que tinha ali.

Com o homem que havia chegado, estavam quatro criaturas. Um deles fazia malabarismos com cartas enquanto seu cajado estava em seu braço. Uma dama surgia sapateando firmemente enquanto se mostrava para todos. Era uma pura exibicionista, muito bela e sedutora. Atrás vinha uma grande criatura que não se sabia se era um humano ou um monstro. Em seu ombro estava um macaco que aparentava ordená-lo. Crazy Steve, seu capitão, sacava uma espada e uma pistola, além de mostrar um largo sorriso e uma forte gargalhada. – QUE COMECE O SHOW! – bradou ele.

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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 13 EmptyDom 17 Set 2017, 01:35

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    E quantas vezes já não me deparei com isso? Pensei, sabendo que tinha a vida de um homem nas mãos. Sabia de sua espada, conhecia suas intenções, mas ainda assim, era ele cuja vida pertencia a outro. Incrível como estar atrás da porra de um trabuco deixa a gente pensativo. Battle Royale, uma modalidade de combate interessante para os espectadores mais sanguinários. Eu tô cagando pra matar, faço de boa, mas que crápula doentio. Pensei no velho. Puxei os gatilhos, e as armas disparariam, à queima roupa, dois projéteis cuja finalidade era simplesmente matar o Caolho.

    Caso obtivesse êxito na execução, aproveitaria o movimento de queda que o corpo morto faria, e me jogaria em sua frente, usando-o como um escudo de carne contra os dois atiradores; daria prioridade ao abate dos dois irmãos peculiares. — Aí, cê aí dos bração, vai tomar no cu, porra! — Dispararia na direção do irmão das pernas longas, mas não nelas: com Silentia, dispararia no chão, perto de um dos pés do inimigo, tentando guiá-lo para o caminho do outro irmão, para que caíssem.

    Se tudo corresse como planejado, finalizaria-os ali mesmo, esperando o momento certo pra mirar (por entre as pernas do Rogers morto) e disparar contra seus crânios. Uma vez mortos, limparia os outros dois com uma rajada de tiros de Carniceria. Então, arrastaria o corpo de Rogers até perto do trio aliado.

    Se não eliminasse o capitão-caolho, priorizaria me reagrupar — com ou sem McLovin — com Ambrosio e companhia, que estavam em maior número e melhores condições que Hynno. Assim que Rogers escapasse de minha custódia, faria uma finta: simularia uma jogada de corpo por entre as pernas do capitão, esperando fazê-lo fechá-las, e nesse momento usaria o espaço entre o braço direito e a perna como brecha pra me reposicionar perto dos aliados. Naquela situação, contaria com duas coisas; uma, a inabilidade dos atiradores de acertar um alvo ágil e pequeno, e minha sorte, já que não conseguiria desviar de costas. Confiaria nos meus movimentos e instintos para sair dali antes de tomar um golpe.

    Uma vez reagrupado, estudaria os corpos próximos dos aliados, se encontrasse uma espada, logo iria jogá-la para Draguren. Em seguida, vasculharia todos os bolsos, internos e externos, em busca de algo valioso ou cartazes de procurado (queria saber quanto valia o Caolho Rogers, se estivesse com seu corpo) e útil; se encontrasse, guardaria comigo. Enfim, usaria o que tinha de melhor: os olhos.

    Se tivesse lidado com todos os homens do Rogers, só precisaríamos lidar com os outros inimigos, que pareciam mais interessados no velho que em nós até o momento, e ainda eram os mais distantes. Pensaria. Hynno e Uvogin eram os mais fracos naquele momento, eu e Ambrosio os mais capazes, e Evustro estava meio termo. Não parecia uma situação nada favorável, mas se McLovin e seu sei lá estivessem mantendo o acordo de aliança, teríamos mais dois em boas condições de lutar. — Kenway, cobre o Hynno e o outro lunático, vou segurar os outros caras. O grandão aí dos braços fodidos pode te cobrir, então tá suave. — Me posicionaria um pouco mais perto da água, depois do navio do caolho. Carniceria às mãos, Silentia às vestes. Aí, focinho de peixe, preciso do cê aqui. Cê faz aqueles bagulhos com a água e a porra toda, acho melhor cê tentar ajudar de lá, e me cobre. — Reconheci que tava sendo "superior" demais, mas não era algo pra se discutir no momento; esperava que eles soubessem que tudo isso era pelo bem do bando.

Ou do meu próprio. Heh.

Daí em diante, me ajoelharia, colocando a arma apoiada no joelho direito, me apoiando no esquerdo que firmava o corpo no chão. Os olhos escuros alinhariam-se ao ponto verde na boca do trabuco e a boca se abriria. Girei o reloginho e escolhi o disparo em rajada, ou seja, três projéteis por clique no gatilho. Vão cair. O plano era simples: por conhecer as condições de Hynno, era necessário evitar ao máximo que ele fosse encurralado pelo inimigo, mas ao mesmo tempo o Piromaníaco também era um tipo de obstáculo, algo que "separava" os inimigos de nós, e algo que poderia nos fazer ganhar. Iria usá-lo para prever avanços e ataques dos inimigos, que teriam que atropelá-lo, passar por cima ou pelos flancos, e era lá que eu esperava.

Assim que um outro pirata surgisse avançando até Hynno ou eu e o restante, clicaria o gatilho pra trás e enviaria três Destripadores de uma só vez na área do tronco. Repetiria esse processo por até dez vezes se necessário, e aí recarregaria. Em casos extremos, nos quais fosse surpreendido, usaria Silentia como último recurso e atiraria até que as balas acabassem, e aí recarregaria. Contava com o auxílio de Evustro e Kenway, por isso, relaxava um pouco as pregas.

Ah, e acho que esqueci de mencionar: se McLovin ou o outro quebrassem ou ameaçassem quebrar o acordo antes de zarparmos, atiraria em suas cabeças.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptySeg 18 Set 2017, 01:16


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Não conseguia convencer o velho a cooperar com a ideia, de tratar o ferimento da perna de Hynno e em troca, ele participaria da aposta, seu plano havia ido por água abaixo, aquele velho não ajudaria o psicopata e ainda por cima, precisaria entrar no jogo dele para conseguir o que era necessário para o grupo avançar após a Reverse Mountain. Mas antes da continuação, o nanico atirador fazia sua participação para o velho, dando uma ideia para o senhor. Seria um “Battle Royale”. Onde, quem tivesse com mais integrantes no final do tempo determinado por ele, ganhava.  Seu grupo apenas precisava matar todos, ou sobreviver até o final do tempo que o velho havia acabado de estabelecer. Dez minutos. Dez minutos era tempo o bastante, para uma chacina, isto é, se Hynno tivesse em seu desempenho total, ou pelo menos, cinquenta por cento. Mas, faltava uma espada e sua perna estava ferida o bastante para impedir uma rápida movimentação. Seria difícil, para o lunático.

Seria entre a aliança entre o trio e o loiro em conjunto com o amigo dele, éramos em cinco mais Uvogin e aquele peixe, tirando Edgar, claro. Então, sete contra diversos grupos desconhecido e antes do início do “Battle Royale” ser anunciado, um novo grupo surgia, Draguren reconhecia um deles. Era o mesmo que havia levado a surra do velho, agora, estava de volta e pelo andar da conversa com o seu batedor, ele e seu grupo, também se juntariam ao Battle Royale, mais corpos para serem contados. Contrariar não era uma opção sugerida no menu do açougue. Quem havia feito a contradição, havia acabado com uma bala na testa, menos um. Era o circo, cada um já estava se preparando ou pronto, o que mais chamava a atenção do espadachim, era a pessoa que se assemelhava a um monstro do que um ser humano e ao seu comandante, um primata que o comandava.

Obstáculos na frente, precisava fatiar a carne, mas não tinha uma espada consigo e nem uma bela movimentação, por isso, precisava assegurar uma parceria até que, conseguisse uma espada e mesmo se conseguisse, ainda precisaria de uma camaradagem, pois seu movimento ainda estaria debilitado. – Precisamos cuidar um do outro por enquanto, suponho que você não tenha uma espada para mim, certo? Será interessante aquele macaco com o monstro. Sussurrava para o lunático número dois, apontando com a cabeça para os dois citados. Caso o louco não tivesse uma espada para dar para o piromaníaco, o pirata suspiraria e se manteria na defensiva, procurando se esquivar para os lados, para trás, para qualquer lado que fosse possível e ao mesmo tempo, se agacharia se fosse necessário e visando não forçar sua perna ferida durante as esquivas. Se em algum momento, o nanico conseguisse entregar uma espada para o psicopata, Hynno empunharia ela, mas suas ações continuariam a ser defensivas, como citadas acima, botando a espada na frente e numa posição, onde pudesse repelir ou bloquear qualquer golpe durante suas esquivas. Faria a mesma coisa, se o louco número dois, tivesse uma espada para Draguren. – Nosso jogo começa agora! Gritaria para seu aliado.

E então, ficaria ainda numa posição defensiva, enquanto se esquivava se fosse necessário e utilizando sua nova arma branca para aparar ou repelir o que fosse preciso, precisava sobreviver dez minutos daquele Battle Royale, precisava matar alguém, mas seus truques sempre envolviam sua total agilidade e com sua perna ferida, não tinha acesso à diversão, tendo que, manter uma luta próxima, fazendo o oponente se aproximar. Necessitava derramar sangue, necessitava fazer sua lâmina sentir seu primeiro gosto de sangue, precisava ouvir o grito de dor de seu adversário ao ser cortado em pedaços. Agora, se durante suas ações defensivas contra o ataque de um oponente, tivesse alguém que não fosse o velho, seu bando ou os dois aliados, onde não precisasse correr até ele, Hynno procuraria fazer um corte na horizontal no pescoço do oponente. Se seu oponente bloqueasse ou se esquivasse do corte na horizontal, o pirata se afastaria, dando um salto para trás, tomando cuidado com sua perna ferida e após o salto, buscaria ficar numa posição defensiva, com sua espada à frente do corpo. Agora, se o corte fosse um sucesso e seu inimigo caísse perante ao espadachim, Hynno vasculharia o corpo do recém-morto brevemente, buscando dinheiro e se o sujeito tivesse uma espada, tomaria para si também. – Depois eu monto você e os outros. Diria, enquanto buscava uma nova localização favorável.

Caso não conseguisse uma espada pelo lunático número dois e nem por Doppio, procuraria alguma no chão, o Battle Royale havia começado e alguém já deve ter caído e usando sua furtividade, buscaria se esgueirar e se esconder da situação, buscando refúgio em algum lugar, enquanto buscava uma espada pelo caminho. Se em algum momento, sua furtividade não ajudasse mais, utilizaria os mesmos casos defensivos e de esquiva para se afastar e continuar na busca de refúgio para procurar uma espada, mas se encontrasse alguma durante a fuga para o refúgio, pegaria rapidamente e ficaria alerta ao seu redor, ainda utilizando suas ideias de defesa e esquiva e se achasse alguma brecha em alguém por perto, tentaria o mesmo ataque na horizontal. O monstro e o macaco, seriam os que aparentemente causaria mais trabalho para qualquer um, pelo que aparentava.




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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 13 EmptySex 22 Set 2017, 22:34



O Corvo


Vamos pedir Piedade, senhor, piedade!




O caos se iniciava. O caçador restante correu rapidamente para trás de uma das embarcações que estavam ali, deixando Ambrosio e Cia sozinhos. Os dois homens que auxiliavam o caolho focaram no loiro e companhia, iniciando uma chuva de disparos no trio. Uvogin logo tentou proteger todos, até conseguiu em partes parando os seis primeiros disparos, porém, já surtindo os efeitos da perda de sangue, que era rápida, ele caiu, deixando de proteger o tritão e o loiro que sofreram dois disparos cada um. O loiro tinha seu ombro e pescoço — esse sendo pego em sua extremidade — ferida. O tritão era mais sério, os dois disparos haviam pegado em seu tórax. Ambos caíram enquanto os atiradores riam.

Doppio por sua vez só fez o que já tinha pensado em fazer, disparar insanamente. Dois disparos foram feitos. O moreno, que aparentava ser bem lento, na verdade era tão rápido quanto o rapaz, porém, não tanto para evitar o primeiro disparo, que atingiu seu ombro. As tentativas planejadas na mente de Doppio caíam por terra quando a dupla atacava em um conjunto muito bem planejado. Revezando posições, eles trocavam de lugar enquanto se aproximavam do atirador que, por sorte e ajuda de McLovin, conseguiu ir para onde seus aliados estavam abatidos.

O loiro, segundos antes de o ataque pegar, saltou e empurrou o atirador, sofrendo diretamente os golpes da dupla de piratas. O impacto foi tremendo que o arremessou para a água. Antes de cair na água em si, um tritão rapidamente surgiu e agarrou o loiro, levando-o consigo para as profundezas. Essa era a arma secreta do caolho.

Reagrupado, Doppio de fato avistou uma espada. Sem pensar, ele a arremessou para o espadachim que estava desarmado e preparou-se para o embate com o restante dos inimigos. Antes que a arma chegasse até o alvo, o caolho disparou o preciso disparo atingiu a lâmina e a mesma caiu no mar. — Não pense que deixarei você fazer o que quer seu merdinha! — afirmou o moreno ainda sentindo dores do disparo que sofrera.

Hynno, avistando toda aquela situação, recorreu ao seu aliado. O homem após ouvir o pedido do espadachim rapidamente tirou uma katana de sua roupa e entregou ao espadachim. — Acho que essa serve certo? — questionou o louco. Era uma arma simples, porém estava sujo de sangue e com mau odor, talvez pelas mortes que ela causou ou apenas o mau odor do homem, era bem insuportável o seu cheiro. — Eu a chamo de “espada amaldiçoada fedorenta sarcástica”! O que acha? — questionou o louco.

O bando que tinha chegado anteriormente estava muito bem parado, esperando o rolar da situação. Doppio conseguia ver seus aliados feridos. Uvogin, mais atingido, tentava se reerguer, porém o sangue jorrava como um recipiente furado. O tritão tinha dificuldades de respiras, mas mesmo assim tentava se levantar. O loiro, por sua vez, permanecia caído. Tentando manter distância, ele disparou contra os dois atiradores que haviam atacado seu bando. Estavam caídos sem reação.

Doppio estava agora frente aos dois irmãos a sua esquerda e o caolho a sua direita. Em maior número, os irmãos se aproximavam. Ainda lá, o moreno se estabilizava. Hynno estavam em defensiva, alguns metros atrás dos inimigos de Doppio. No mar, uma poça de sangue se formava e crescia exponencialmente. Da embarcação na lateral de Doppio, um brilho repentino surgiu e sumiu, era um reflexo de espada.

— Você está ferrado seu merdinha! — afirmou Rogers.

No relógio, já haviam se passado quase dois minutos.


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