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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Corvo

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MensagemAssunto: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySex 26 Maio 2017, 11:57

Relembrando a primeira mensagem :

O Corvo

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) piratas Doppio Pannacotta, Draguren Hynno, Jurgen E. Rutherford e Arcangelo Ambrosio Kenway. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySex 11 Ago 2017, 22:09


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Os pormenores daquele ato de minha jornada eram praticamente ignorados, o êxtase da execução do clero fazia com que Kaliff e o resto praticamente desaparecesse de minha frente, naquele momento descobri ainda mais sobre minha natureza, sobre o homem construído pelo meu pai, meu olho apenas se apetecia pelo caos e destruição, por mais sensato que fosse eu era um monstro.

No navio já era diferente, meus pertences finalmente em minhas mãos me alegravam mas o que fazia surgir um sorriso em meu rosto foram as palavras de Kaliff, fitei-o com os dentes vagamente amostra.

Se nos encontrarmos novamente, traidor, será pelo simples fato de eu ter decidido ser seu algoz. Constato que ninguém além de mim decide meu destino. Não mais. — respondi em escárnio.

A resposta do Uvo era um tanto quanto enigmática, principalmente se tratando dele. A expressão agora seria um tanto quanto cabisbaixa mas transmutaria-se para a típica “cara feliz”, desta vez com os dentes amostra e olho fechado enquanto daria um tapa nas costas do Batman.

Não sabia que este tipo de coisa lhe afetava, mas estarei sempre aqui para te apoiar, lembre-se disso. Como seu eterno amigo e futuro Capitão — tentaria alegrá-lo, não possuo a menor ideia de como lidar com esse tipo de situação.

...

Pegaria as armas e colocá-las-ia em seus devidos lugares, a nova “amiga” faria minha íris azul brilhar ao deparar-se com sua coloração em vermelho vivo. “Blood Mary” soava em minha cabeça conforme poria-as em meus braços onde pareciam pertencer, estava clara a minha felicidade e contentamento.

Olhava para o outro atirador, ele determinava nosso próximo destino ainda que de forma superficial, um tópico que poderia ser discutido mais tarde, havia por ora outras prioridades em mente a serem discutidas, meu rosto se tornaria amplamente sério.

Nosso tirano de informação ficou para trás mesmo. — pausei — Ele seria bem útil futuramente, mas não há porque lamentar, destruamos ilhas e derramemos sangue em dobro por esta perda. — ri de forma breve.

Encarei Hynno, atendendo ao seu chamado, sorri. — Por que não reza? Pode ser que alguma entidade te escute já que fizera amizade com uma Irmã — por dentro agonizava com minhas próprias injúrias, por fora zombava das feridas alheias.

Brincadeiras a parte, buscaria no navio qualquer coisa que pudesse servir como bandagem, tipóia entre outros recursos necessários para tratamento de feridas internas e externas que não exigissem socorro cirúrgico. Voltando de mãos vazias ou não, tiraria o bando. Inclusive algo improvável como ervas e remédios não fugiriam de meus olhos.

Infelizmente não há como realizar cirurgias e não tenho doces para recompensar bom comportamento mas, pelo menos, ajudarei evitando que tudo piore. — diria

Minha mente neste momento estaria em outro lugar, pensando a respeito de tópicos não citados. Tais como o nome ou a bandeira de nosso bando que parece ter saído do inferno ou até mesmo nosso exato destino na Grande Rota, cuja qual apenas havia escutado contos e histórias.



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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySeg 14 Ago 2017, 15:48




O Corvo


Em busca da Reverse perdida!




Enfim a ordem era dada por Doppio. O destino do grupo não era nada mais que a Grand Line. Doppio era direto em suas palavras e o tritão, mesmo não gostando, as obedecia. O homem-peixe então indicava para Uvogin subir a âncora e içar as velas, pois a viagem começaria. Enquanto isso, Hynno questionou o loiro se ele não poderia cuidar de suas feridas, coisa que era levada na ironia do atirados, que, antes de responder, lhe soltava uma piada. O cenário era simples, o tritão pilotava, o brutamonte acertava os pequenos detalhes e o loiro cuidava dos ferimentos do espadachim e, por conseguinte, do restante.

- Muito bem, seus humanos lixos, prestem atenção no que vou falar – bradava o tritão enquanto pilotava o navio – Logo chegaremos à Reverse Moutain, segundo o que tenho na memória, as coisas ficarão um pouco tensas. Então, não façam besteiras!

Uvogin então se sentava em uma das bordas do navio após ajeitar tudo que o tritão havia solicitado anteriormente. O grande homem raciocinava a respeito da falta do gigante e de sua parceira ali no navio, até então ele não havia parado para pensar nisso, porém, agora a dúvida crescia em sua mente.

- Onde estão o Gigante e a ruiva? – questionou o homem.

- Continuando, escutem para não fazerem merda. Arrumem as velas ao máximo para que o vento consiga soprá-la em toda sua superfície. Cada um de vocês irá prender as cordas e segurá-las com toda a suas forças. Eu tomarei conta do timão. Outro irá lá para dentro da cabine e guardar tudo em um local onde elas não voem para fora do navio, iremos subir uma montanha nessa belezura. Outro terá que tomar cuidado, pois na subida da Grand Line tem muitos “caroneiros”.

- Caroneiros? – questionou Uvo.

- Sim, seu grandalhão, pessoas que ficam esperando na reverse para pegar caronas e assaltar barcos, fora isso, tem ainda navios inimigos que também estarão subindo a reverse, somando-se a navios que também ficam apenas para destruir “novatos”. Feito isso, logo chegaremos a ela, então se preparem, as coisas ficarão estranhas.

À frente, os tripulantes poderiam ver um amontoado de nuvens que se aproximava a visão não seria mais que isso, definitivamente eles entrariam as cegas, pelo menos aqueles que não sabiam do que se tratava o futuro. Ao longe poderiam ser vistos outros barcos que entravam no nevoeiro, eram dois, ao longe, com uma visão boa, seriam vistos apenas como pontos na imensidão do mar.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySeg 14 Ago 2017, 20:47

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    Cheirei. Uma fungada forte, longa e irritante. Queria encher as narinas com os ares marítmos outra vez; a nostálgica sensação que vinha depois da terra. Respirei tranquilamente enquanto prestava atenção nas palavras de Berthuls. Estava sério, mas animado, e sabia que entender e colaborar com o homem-peixe era crucial naquele momento. Ajeitei as armas, recarreguei-as e deixei a postos. E então me movi.

Caminhei pelo convés, nem muito rápido nem muito devagar. Durante o ato, procuraria cordas e mais cordas com os olhos, me esforçando para agarrar o máximo que conseguisse com uma mão e mantê-las firmes. Os olhos caem sobre Uvo. Alivia pra nós, gradão; segura o máximo que cê conseguir. — Quando Jurgen e sua parceira vêm à tona, estalo a língua. Tsc. Eles foram capturados. Se a gente fosse atrás deles, estaríamos mortos. — Me atentei ao horizonte; à frente, nuvens cinza e densas. Um arrepio; medo, dúvida e empolgação. Pelos eriçados, pálpebras imóveis sem piscar. A respiração se acelerou. Berthuls estava falando, e mesmo que o ouvisse, o foco era naqueles dois pontos mais à frente. Fiz cara feia.

Bom, não sei se cês notaram, mas lá pra frente tem algo diferente; podem ser qualquer coisa, desde peixes a navios. Fiquem alertas. — Obstinação. As íris escuras pareciam arder. O sangue fluía mais rápido. Estava voltando para o mar que nunca deveria ter deixado. Nada poderia me parar, eu não aceitaria.

Mesmo enquanto ainda segurasse as cordas, manteria Silentia carregada e o mais firme possível, próxima à maçã do rosto para mirar; mais à frente, enquanto na imensidão nublada, seu supressor de ruídos seria útil e confiável. Posso sentir o frio que o aço emana. É confortante, é bom. Quero fazê-lo esquentar. Eu ficarei de olho nos arredores, mas se algo passar despercebido por mim, tentem me avisar.

Daí pra frente, me focaria em segurar as cordas e manter um padrão frequente e cíclico de supervisão; giraria cabeça e corpo em momentos específicos e vasculharia todo o campo de visão com os olhos, focando-me em notar o menor e mais sutil sinal de movimento, agitação ou simplesmente encontrar pessoas, navios e a tal entrada da Reverse; avisaria assim que algo fosse encontrado.

Vamo botar pra quebrar.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptyTer 15 Ago 2017, 01:02


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Finalmente, livre das algemas, de Kallif e daquela ilha. Agora, o grupo consistia em apenas em: Ambrosio, Doppio, Hynno, Uvogin, o tritão e o corvo do espadachim. O meio gigante e a garota, ficavam para trás, sem nenhum problema, pois Rise não era uma pessoa útil e Jurgen apenas chamava a atenção com seu tamanho. Com o comentário de Arcangelo sobre a “perda” do meio gigante, Hynno sorria com aquilo e complementava, erguendo seu braço esquerdo, como se estivesse com sua espada. – E vamos incendiar qualquer coisa ou pessoa pela frente por diversão! E assim como Ambrosio, Draguren dava uma rápida risada, voltando agora sua atenção para o caolho, que lhe respondia ao pedir a ajuda do mesmo com os ferimentos. – Rezar? Deixa de conversa fiada. Você só faltava botar seu bingulinho de fora e falar: Pegue no meu cajado e beba da minha água benta. Com aquilo, o piromaníaco soltava um sorriso de canto enquanto esperava o tratamento do caolho acabar e quando aquilo ocorreu, aquele tritão explanava para o grupo sobre a tal “Reverse Mountain”. E quando o peixe pedia para o grupo de foras da lei não fazer nenhuma besteira, o espadachim fitava o navegador e respondia brevemente. – Acho que você ficou tempo demais na embarcação e não nos conhece. A besteira que se atrai.

Uvogin estava diferente, mais diferente do que quando estávamos em Malkiham, ele até perguntava sobre o paradeiro de Jurgen e de Rise para o grupo e sua pergunta, logo vinha com uma resposta do nanico atirador. Eles haviam sido presos, um destino ruim para piratas, ser preso, sua recompensa descer para zero, ficar numa cela e aos poucos, seu nome é esquecido por todos e pelo mundo. Bhertuls era o instrutor de um acampamento, dando avisos, ordens para o grupo e o brutamontes perguntava sobre “Caroneiros” e no mesmo instante, o tritão respondia Uvogin com a definição daquela palavra. Já sabia o que fazer, iria adentrar navio adentro para cuidar das coisas lá, pois não possuía sua espada e sua perna ainda estava ferida para ter total movimento e se tivesse uma luta, seria entre navios e Kenway e Doppio podiam ser as melhores opções por serem atiradores, por isso, a opção de guardar tudo para que as coisas não voassem era melhor para o psicopata. Antes que entrasse para exercer sua função, podia vislumbrar aquelas nuvens que em breve, deixaria o grupo às cegas durante a tal “Reverse Mountain”.

As palavras de Doppio apenas entravam em uma de suas orelhas e saia por outra, pois Hynno já avançava para fazer o seu dever. Dentro da cabine, procuraria organizar sua parte o mais rápido possível, guardaria tudo, seus três livros, utensílios, comida, tudo que fosse útil, tanto para comer quanto para a sobrevivência. **Guarde tudo o que puder, antes que a embarcação comece a subir a tal montanha, não pense apenas nas coisas úteis.** - Tem razão. Respondia o lunático que agora, pegava tudo que pudesse e buscava locais para guardar em segurança e então, caso conseguisse guardar tudo, procuraria algum local firme, fixo e seguro para se agarrar e aguardar a subida da tal “Reverse Mountain”. Se não houvesse um local fixo, apenas buscaria então. Um local firme, que pudesse aguentar o espadachim se segurar e a trajetória da embarcação pela tal Reverse Mountain. Agora, caso não conseguisse guardar tudo antes de notar a inclinação do navio para a subida, soltaria um: “Droga”. E buscaria um local que pudesse se segurar firmemente com os dois braços, usando o local como pilar para que Hynno não saísse voando pela cabine ou pela embarcação e torcia para que, o local de referência não fosse frágil perante o peso e força do pirata.







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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptyQua 16 Ago 2017, 09:40


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Os assaltos, o caos que orquestrei ao lado de meu pai jamais tivera como localização alguma ilha da Grand Line pelo que me recorde, talvez seja possível que o tenha e minha mente esteja me enganando, mas apenas lembro-me das histórias que ele costumava contar a respeito da Grande Rota, estava ansioso e isso era fato, os olhos se mantiveram fixos no horizonte enquanto saquei mais um cigarro e o acendi.

Como disse, iremos derramar sangue de forma ainda mais abundante a fim de honrar e compensar a falta de Jurgen e a garota. — complementei

Seguiria até o ponto onde teria de cuidar das cordas, o lado oposto de onde Uvogin se mantivesse, estaria com o cigarro aceso na boca fumando, fazendo as cinzas esvaecerem ao vento ou serem engolidas pelo mar, examinaria o local de “trabalho” antes que se fizesse necessário agir de fato para me situar do que e como fazer evitando desespero proveniente da surpresa do momento. Olharia para Uvo.

Uma vez meu pai me contou sobre uma ilha chamada Chaos, me disse que há bares aos montes, talvez possa encontrar o que perdeu lá meu amigo. — disse ao barman em um tom amigável.

A partir dali, atentei-me aos arredores, tanto para o mar e os ventos em si quanto para visitas indesejadas de outras embarcações, estava preparado para qualquer emergência que aparecesse em nosso caminho e me manteria disposto a fazer o que o tritão pedisse para manter nosso navio seguro. A concentração neste momento seria eximia.

Caso fôssemos alvejados, abaixar-me-ia se possível para evitar projéteis o máximo possível, não deixando é claro de puxar as cordas ou o que quer que estivesse fazendo no momento, esforçar-me-ia para me manter de pé o melhor que pudesse para não falhar em minha tarefa, isso tudo realmente trazia lembranças antigas, memórias da vida que um dia tive ao lado de meu progenitor.

Façamos com que provem de nosso aço!. — diria, a Doppio de preferência, caso estivessemos em um combate.

Minha mente neste momento estaria em outro lugar, pensando a respeito de tópicos não citados. Tais como o nome ou a bandeira de nosso bando que parece ter saído do inferno ou até mesmo nosso exato destino na Grande Rota, cuja qual apenas havia escutado contos e histórias.



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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptyQua 16 Ago 2017, 11:43




O Corvo


Rumo à Grand Line: A Subida






Red Line, uma enorme barreira natural que à primeira vista parece impossível de atravessar, porém o único meio possível para foras da lei entrar nos territórios marítimos da Grand Line. Lá está presente a Reverse Moutain, uma montanha onde os quatro oceanos se encontram e é uma das duas entradas conhecidas para a Grand Line. Inúmeros piratas se aventuram esporadicamente tentando entrar na Grand Line, muitos fracassam, todavia aqueles que conseguem se transformam em renomados piratas nos blues. Perto da embarcação que leva a trupe de complicados piratas até a Grand Line, outros rivais também se dirigem ao mesmo objetivo.

- Huhahaha! Olha o que vejo! – bradou um homem que olhava por sua luneta – Temos carne nova para abatermos! Homens preparem-se, nosso primeiro saque na Grand Line será feito muito em breve! Huhahaha!

As mais diversas pessoas seriam encontradas nesta região. Pessoas boas, pessoas más, todo o tipo de homens e mulheres, porém, os piores eram aqueles que apenas queriam ver o circo pegar fogo, sem objetivo algum na vida, apenas se aventurar. Esses seriam os inimigos mais ferrenhos de qualquer tipo de governo.

- Capitão, o que fazemos com esses lixos que tentaram entrar em nossa embarcação? – questionou uma voz masculina de maneira um tanto quanto formal.

- Mata ele! Mata ele! – bradou uma grossa voz.

- Silêncio homens! Estamos aqui vendo um belo espetáculo! Temos aqui nossa plateia, esses homens tentaram participar do nosso show, porém, nos somos as estrelas! Então, vamos ao “gran finale”, os façam andar na prancha! Kyahahahaha!

- Capitão, vi uma embarcação ao longe, era ela pilotada por um tritão!

- Você falou tritão? Aqueles homens-peixe? Mudança de planos! Joguem esses no mar e vamos atrás desse navio! A toda velocidade! – gritou.

Enquanto isso, na trupe se preparava para organizar suas coisas e subir na Reverse. Doppio indicava para Uvogin segurar as cordas enquanto lhe explicava o paradeiro do gigante e sua parceira. O homem pensava por uma fração de minuto e logo fazia o que o pequeno líder indicava. Doppio estava tão animado quanto os outros, ele alertava o restante dos perigos que ali em diante eles passariam e voltava a segurar as cordas.

Hynno por sua vez notava a diferença na maneira de Uvo agir, porém corria para reunir e guardar tudo que fosse necessário. Ele fechava as janelas e guardava tudo no interior da embarcação, finalizando ao fechar da porta e se segurar em uma das cordas que já estava imposta, ele ajudava Doppio no segurar das cordas. Ambrosio por sua vez tagarelava sobre seus devaneios enquanto segurava fortemente as cordas das velas, como sempre, fumando.

O clima mudava. Quando invadiram a névoa, subitamente de um clima de estio, o grupo adentrou em uma completa tempestade. As águas puniam aqueles que a desafiavam a subir da Reverse. Como um monstro horrendo, o vento soprava bruscamente as velas, forçando os piratas ao ápice de suas forças. Grandes ondas eram avistadas, poderiam ser temidas por alguns, porém o tritão se mantinha firme no timão. Em certo momento, uma grande onda quase engoliu a embarcação dos piratas, porém o tritão conseguiu desviar dela. A vista era assustadora, ao longe, com o brilho reluzente dos relâmpagos, silhuetas marítimas poderiam ser vistas, era grandes criaturas, ao longe, destroços de navios também era avistados, a dura realidade era mostrada aos piratas, a dificuldade estava só aumentando.

- Se preparem que iremos subir! – bradou o tritão.

Enfim a neblina cessava o bastante para avistarem uma enorme montanha a frente, alguns outros navios subiram na mesma no que para muitos seria impossível. Com muita velocidade, o vento soprou, soprou de maneira que levou a embarcação a subir, navegando pelas águas selvagens do mar, que subiam pela montanha em um trajeto impressionante. Alguns homens eram avistados tentando saltar para o navio corvino, porém, falhavam e caíam na água, tendo possivelmente seu fim. Outros cinco navios subiam ao mesmo tempo na Reverse, porém, três deles falhavam e isso afligia Uvo.

Em certo momento perto do topo da montanha uma das cordas se torou, era um pouco alto, mas nada impossível de pegar, a embarcação perdia a estabilidade e o tritão estava aflito. Eram as cordas que Hynno e Doppio seguravam. O navio então começava a tremer e perder velocidade, de certa maneira “parando” em meio à subida, o que chamava a atenção de alguns piratas feridos que esperavam qualquer vacilo para saltarem em direção aos protagonistas.  

- Segure essa corda o mais rápido se não morreremos aqui e agora! – bradou o tritão.


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MensagemAssunto: [color=#802b00][/color]   O Corvo - Página 11 EmptyQua 16 Ago 2017, 21:02

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    Guenta as pontas, piromaníaco! — Foi tudo que me lembrei de gritar antes de disparar pelo convés atrás das cordas, pulando o mais alto que conseguisse, esticando o corpo o máximo que conseguisse e usando toda a força que conseguisse. Seguraria o mais firme possível as cordas, caso conseguisse capturá-las novamente, tentando encontrar estabilidade para atirar; procuraria apoio no mastro, escadas ou até mesmo me ajoelharia perto de uma parede. Na hipótese de não pegar as cordas, gritaria para Ambrosio ou Uvogin por ajuda.

    O tritão é escandaloso. Isso não ajuda; é uma puta situação complicada, tô com cara de puto, com metade do rosto atrás do colarinho. Apesar do lugar, eu suava. Estresse, ânsia, mas nunca insegurança. A pressão sonora que vinha de fora era incomparável com a sensação que eu tinha no estômago; estava subindo uma maldita montanha gigantesca com um barco, isso acaba com qualquer pessoa. Não vomitei. Respirei fundo e ponderei; meus pensamentos devaneiam um pouco, perdem o foco brevemente graças ao momento, mas me esforço. Tenho tudo sob controle.

    Eu sabia o que aquilo significava. Uma oferta da própria Morte.


Eu recuso.


    Respirei rápido, pesado e fundo. Pude ouvir o ar entrando e saindo de mim, como turbinas. O corpo responde bem; me sinto enérgico e forço a voz. Ninguém vai morrer a bordo! — Berrei; o mais forte que pudia, até a garganta doer. As feridas ardiam, mas logo paravam. O duende de um metro e cinquenta queria atenção, enquanto prestava a sua aos arredores; a qualquer sinal de perigo, batalha ou invasão.

    Esse barco vai ser túmulo exclusivamente DAQUELES QUE TENTAREM ENTRAR SEM PERMISSÃO. TENTEM AS SUAS MALDITAS SORTES, MALDITOS! — Como nos foi dito antes, esse era lar de oportunistas, caroneiros e saqueadores; eu sabia que estariam por lá. E EU NÃO PERMITO QUE ENTREM NO MEU NAVIO, PORRA! — A feição era de ira; a cicatriz mais vermelha que o normal e o olhar de um abismo, encarando qualquer um com toda a potência da minha vontade, estava me impondo. A arma em mãos.

    Ao mínimo sinal de um ou mais inimigos, não hesitaria; o campo de visão bem detalhado e fluido que meus olhos possuíam me auxiliava. Miraria cada um dos inimigos no peito e barriga, e dispararia em um desses dois lugares em cada um, a sangue frio. Cada brado que Silentia cuspisse, eu ouviria, e entenderia. Ela deve estar com saudades de mim, depois de tanto tempo...
Caso errasse um dos tiros, atiraria uma única vez a mais, no ponto mais exposto entre peito e barriga.


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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySex 18 Ago 2017, 02:17


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"Uma mentira só é uma boa mentira quando até você acredita nela."
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Havia feito meu trabalho magistralmente, guardava tudo o que era possível, além de fechar as janelas e quando saia do cômodo e fechava a porta, ia de encontro para uma corda, onde o lunático se agarrava, como se fosse um molotov. O clima mudava, o ambiente ficava mais pesado com o novo local se aproximando, estávamos às cegas por causa da névoa e só restava segurar firmemente na corda e esperar aquele peixe conduzir a embarcação por aquele obstáculo, mas, por enquanto, precisava apenas segurar naquela corda como se fosse a salvação, pelo menos, durante aquela Reverse Mountain. Com um clarão que surgia de vez em quando, Hynno notava silhuetas de monstros naquelas águas, bestas não conhecidas pelo pirata e que por enquanto, preferia apenas chegar em terra firme, intacto e pegar o que for necessário para prosseguir a viagem, além de um médico que não fosse Ambrosio, para ajudar no ferimento de sua perna, mas, por enquanto, estava segurando aquela corda e o aviso do tritão sobre estarmos subindo, era escutado pelo piromaníaco, que suspirava entristecido por nem ter começado a subir ainda e com o recado do navegador, logo a neblina se dissipava um pouco, facilitando a visão do pirata que finalmente notava uma montanha bem diante de seus olhos, provavelmente é daquilo que vinha: “Reverse Mountain”.

Mas, se parasse para pensar, aquela montanha não deveria estar de ponta cabeça? Ou o navio estava e ninguém percebia pois todos estavam se segurando em algo? Uma coisa interessante era notada pelos olhos escarlates do jovem psicopata. Pessoas. Pessoas saltavam na esperança de cair na embarcação do bando, mas o final deles era cômico. Mortos pelo mar, o que fazia o espadachim rir da ocasião. Não era um sujeito aventureiro, um marujo, preferia ficar em terra firme onde tinha mais utilidade com seu manuseio em espada do que em alto mar, onde sua pontaria era ruim, por isso, ficava à mercê dos outros dois e do navegador. Quando via que um certo número de embarcações perecia perante aquela subida, o lunático começava a rir ao ver aquela cena e mesmo com a possibilidade de acontecer o mesmo com o navio, aquilo não incomodava o espadachim, que continuava a rir, até que. Uma das cordas se partia, o navio parecia perder aquele equilíbrio que tinha antes.

Não sabia como pegaria aquela corda, mas, tentaria agir rapidamente para recuperar, mas tomaria cuidado para não esbarrar com ninguém e que ocorresse uma bola de neve, com o esbarrão. Se conseguisse recuperar a corda, voltaria a agarrar com toda a força, enquanto buscava a estabilidade. – Relaxem! Não iremos morrer tão cedo e eu, Draguren Hynno, não morrerei para a água ou por uma queda, se eu for morrer, vou querer morrer pelo fogo! E então, começaria a dar suas risadas histéricas, enquanto contemplava o novo horizonte. Caso não conseguisse recuperar a corda, mas Doppio conseguisse, o espadachim procuraria outra corda para se agarrar, isto é, caso a corda que havia se torrado fosse a que o psicopata segurava e não tivesse mais jeito de se agarrar naquela. Era o jogo da vida, a roleta havia sido girada e a seta apontava para a corda, por isso ela havia se partido e novamente, a roleta girava, onde a seta pararia? Ninguém sabe, até a próxima coisa ocorrer. Agora, se por algum acaso, nem Draguren e nem Doppio conseguissem recuperar a corda, mas sim, Uvogin ou Ambrosio, o espadachim procuraria outra corda para se agarrar, caso a que estivesse segurando não fosse mais útil, tanto para a embarcação quanto para a segurança do pirata e buscaria fazer aquilo rapidamente.

Agora, se no final de todo aquele problema da corda, o navio se estabilizasse, o lunático diria para o grupo, enquanto ainda esboçava um sorriso. – Parece que temos carniças por perto e não me refiro á Edgar. Vocês terão que acabar com eles, pois desde aquela ilha antes de sermos pegos, perdi minha espada para um sujeito mascarado. Então, já sabem. Pararia de falar, para limpar a garganta e então, decidia prosseguir com o resto de sua fala, enquanto analisava o seu horizonte. – Se acharem uma espada, eu aceito.







Objetivos:
 

Histórico:
 

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- Fala
* Pensamento
- Fala da Plateia

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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySex 18 Ago 2017, 15:09


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Estava ansioso, meu coração batia mais forte que o normal e as veias sentiam o calor do sangue percorrerem em sua extensão em uma velocidade e intensidade notória, meus olhos atualmente se fixavam na corda a qual segurava, por mais que estivesse ciente do perigo iminente causado pelo azar de ter as cordas de Doppio e Hynno arrebentadas, não deixava de me perder em devaneios, imaginando o que encontraríamos na Grand Line, o berço dos aventureiros. O lugar que molda os grandes piratas, caçadores e o que mais estiver disposto a enfrentar seus perigos.

Minha “cara de paisagem” esvaiu-se, o berro do tritão, de Doppio e o som da tempestade me faziam acordar, a tempestade estava frenética, o vento e a visão aterrorizadora ao longe eram preocupantes e, por isso, sorri. O sorriso fora feito a partir do fato de que estávamos em perigo, nem mesmo eu compreendia o porquê de tal reação, mas a medida que minhas pulsações aumentavam, à medida que o perigo crescia eu sorria mais e ficava ainda mais empolgado. Estava desafiando a própria morte e ria na cara dela ao invés de paralisar perante seu olhar.

Parece que nosso inimigo de hoje é a própria morte, irmãos! — bradei e gargalhei.

Enrolaria a corda em meu antebraço destro e levaria a mão canhota para puxá-la em conjunto, proporcionando assim estabilidade e firmeza enquanto segurá-la-ia. Enquanto isso, fitaria os demais membros da tripulação, verificando se estariam tendo dificuldades, nesse caso, olharia para Uvogin a fim de determinar se este era capaz de lidar com meu trabalho e o dele ao mesmo tempo para que pudesse oferecer assistência a quem estivesse necessitado.



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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySex 18 Ago 2017, 17:52




O Corvo

No ápice do Mundo: A entrada da Grand Line!




Possivelmente os piratas não imaginavam que a dificuldade de se chegar à Grand Line seria tão insana. O tritão, já acostumado a velejar, não se mostrava abalado com tal medo, talvez por ele tentar nadar caso tudo dê errado, porém os demais tentavam se mantiver centrados em suas tarefas e não se atordoar quanto não se podia. As ondas estavam bravas, sacudiam o barco de um lado a outro, o que dificultava muito qualquer ação dos piratas.

Doppio por sua vez tentou pegar a corda solta saltando, porém não conseguiu. O atirador clamou pela ajuda de Ambrosio ou Uvogin, o último foi impedido de sair de onde estava pelo tritão. A força do homem era um ponto de equilíbrio, pois poderia se equiparar aos demais. Mesmo assim, o grande homem partiu. O seu instinto protetor falou mais alto. Ambrosio, quase lendo os movimentos do gigante, partiu e seguraram as duas cordas. A força era imensa, o loiro sentia que a força do mar o partiria ao meio, nesse momento, ele veria que o pior oponente para um navegante é o próprio mar.

A cena era linda. Doppio que havia saltado se via pego de surpresa pelo navio estar em ascendência marítima, seu corpo por mais que tentasse ir em direção à corda, se voltava para trás, indo em direção ao blue que havia deixado. O calafrio da morte passava pelo seu corpo, assim como algumas lembranças, talvez, porém que logo cessaram quando o grandalhão o segurou para não voltar. Por mais que Uvogin conseguisse segurar o rapaz, a corda estava adiante, fora do alcance de Doppio, até que em um movimento de completa loucura e após afirmar que não morreria para o mar, coisa arriscada de se fazer, Hynno saltou se apoiando tanto em Uvogin quanto em Doppio e conseguiu assegurar que a corda voltasse para o eixo certo, assim como as velas.

Devido ao longo tempo com as velas desestabilizadas, o tritão teve dificuldade de manter a embarcação em curso, porém, com um grande sobro do destino, todos voltaram ao curso inicial. O navio velejava com enorme velocidade até parar subitamente. Os ventos haviam cessado a chuva também, estava apenas um silêncio barulhento, junto ao grito do tritão, um calafrio passou por todos que estavam ali, o que antes era uma pressão de subida, agora se transformava na sensação de não ter seus pés apoiados no piso, realmente não estavam. A paisagem era linda, porém nada além de nuvens carregadas podia ser visto, a temperatura estava baixa e ao longe, resquícios de iluminação eram vista, assim como um pequeno arco-íris que se formava. Esse era o cartão de visita daqueles que chegavam ao topo da Reverse Mountain.

- Segurem-se! Vamos descer! – bradou o tritão.

Em certa distância atrás, um navio seguia o mesmo caminho do bando de loucos. Curiosamente, seu capitão vinha sentado no ponto mais a frente da embarcação, uma atitude que era um tanto quanto louca. O restante dos companheiros seguia realizando suas funções, como o grupo de protagonistas.

- Isso, vamos lá! Vamos subir essa montanha, vamos! Eu quero emoção! Emoção! Vamos lá Mar, você não pode me impressionar mais! – bradava o homem ao mesmo tempo em que um forte trovão estremeceu todas as estruturas marítimas, inclusive a corvinata, que não ouvia nada do que o louco homem bradava – EU TE AMO MAR! A TODA VELOCIDADE!


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Última edição por Alencar em Sab 19 Ago 2017, 20:41, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Corvo   O Corvo - Página 11 EmptySex 18 Ago 2017, 21:55

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    Eu sou um maldito cagado mesmo, puta que o pariu. — Se eu acreditasse em sorte ou destino, a única resposta pela minha sobrevivência os envolveria, parece que esses amigos imaginários estão do meu lado. Meu corpo ainda estava um pouco tremido quando me joguei de pés no convés e tentei pegar — com a mão esquerda — algumas cordas para segurar das mãos de um dos aliados, sem escolher qual; se conseguisse, envolveria o antebraço com elas para ter mais firmeza e força.

    O local tinha uma calmaria tormentosa, e isso me incomodava. Deixei que meus olhos se deleitassem; uma vista cinza, mas assustadora e extremamente rara. Eu estava, de fato, no topo do mundo. Meu corpo se arrepiava. Sorri por trás do colarinho alto e aumentei a firmeza com que segurava Silentia, com o dedo indicador esticado ao lado do gatilho. Olhei para Hynno, Kenway, Uvogin e, por fim, Frische — não estava concentrado no que diziam, por isso não respondi nada a Hynno ou aos demais. Notei coisas necessárias, que não existiam ainda. Guardei para mim.

    Tem luz lá em baixo. — Foi tudo que comentei antes de ouvir e ver que tínhamos companhia. Vinham de baixo. Um homem à proa, bradando; obteve resposta dos céus, junto com um clarão que fez meus tímpanos doerem. Não me dei o luxo de massagear a região com as mãos, mas fiz questão de tatear a cicatriz com o médio e o indicador da mão armada. Me senti melhor.

    Aquelas pessoas significavam duas coisas para mim. Eu encarei o homem à frente da nau e me abracei ao mastro após o comando do tritão. O mais certo é que esse bosta seja inimigo e tente nos saquear; se forem muitos a bordo daquela coisa, seria um problema. Pisquei. Se pudermos lidar com eles, mesmo nesse estado, teremos uma nau inteira pra saquear e afundar. Esse é o melhor cenário. De toda forma, eu — que não sou um sujeito nem um pouco amigável — não conseguia vê-los como algo além de inimigos. Inspirei fundo, olhando para a tripulação do próprio navio. Voltei a olhar pra trás.

    Eu vou colocá-los abaixo durante a descida. Kenway, que me diz? — Sabia que Silentia estava viva. Tateei o bolso da perna direita, na bunda. Estava lá. Aproveitei os últimos momentos de estabilidade para trocar as munições. Pressionei a coronha na perna e o cartucho se soltou com um clique. Coloquei a pistola entre os dentes e rapidamente fisguei um carregador do bolso, ele tinha munições dentadas; encaixaria-o no orifício da arma até ouvir o clique, depois voltaria a segurá-la normalmente. Focaria o olhar na embarcação; procurava pessoas (estimaria uma quantidade e diria aos aliados quantos eram), provisões, armas e qualquer coisa relevante.

    No mais, quando a descida começasse, já me posicionaria de costas para baixo e com o campo de visão voltado pro topo; o braço das cordas junto com minha perna esquerda estavam "agarrados" ao mastro, de modo que a força da descida não me fizesse perder estabilidade ou sair voando pra cima. Consegue segurar aqui por um minuto, Uvogin? — Se ele afirmasse que sim, deixaria que pegasse minhas cordas e me dedicaria totalmente à função de atirador. Estava me preparando para uma batalha num tipo de lugar extremamente inusitado.

    Não tinha sanidade o suficiente pra ter medo daquilo; meu foco era avante. De volta ao mar do qual eu fugi. Rumo ao meu objetivo como homem. Estava ciente de que podia morrer ali, assim como estive ciente de que poderia ter morrido em dezenas de outras situações anteriores mas não o fiz. Não morri na invasão de Wars Island, não morri quando incendiei a Kurama Factory completamente destroçado, não morri quando encarei Pollyana, não morri quando desafiei um regente, quando o extorqui, não morri quando lutei contra um capitão da Marinha.

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