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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crônica do Leste: Uma nova vida

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MensagemAssunto: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptyDom Maio 21, 2017 2:58 pm

Crônica do Leste: Uma nova vida

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Elrick Alfagor. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptyQua Maio 24, 2017 5:10 pm

Diário de Bordo


Havia passado algum tempo desde que meu interlúdio aqui em Dawn Island acabou, eu não sabia como estava minha fama após o ocorrido envolvendo Faham e Marquês, fiquei poucos dias no navio em que estava ancorado no caís, os marujos foram poucos receptivos, não saberiam da minha influência negativa por fama, só estavam encorajados na minha lábia larápia, nós havíamos fechado um acordo verbal, no qual eu poderia ficar no navio em direção a sem custos mas eu trabalharia como um marujo qualquer, por mais que eu tenha dito que era da alta corte, parece que minha fala mansa não estava surtindo efeitos em cães experientes do mar. Olharia o céu e as possíveis nuvens ao redor, não me importei com o clima já que ele era superficial para minha viagem, meus assuntos em Dawn estavam acabados e eu precisava me locomover para Loguetown o mais rápido o possível, estava sedento por fama, lucro, adrenalina e caos, muito caos, me auto denominei "Barão Vermelho", lembro que Marquês aceitou esse codinome ou algo que eu pudesse me identificar, barão já que tecnicamente Don era da falsa corte devida nossa última aventura e me deu esse cargo, eu escolhi essa cor para servir de significado pela época de sangue dor que aquela ilha havia presenciado, mas parecia ter sumido da mente do povo, fizeram algo para que não tenha sido divulgado, ou ao menos ainda não foi, eu estava fora de informações apenas preocupado em ir para minha próxima rota.

Ficaria meio melancólico por estar for de adrenalina nesse tempo, não tinha informações fora do barco, estava tudo tão cotidiano, tão comum e não me sentia um sujeito preso a rotina, procuraria o capitão ou algum subordinado referente a navegação.

Bonjour meu caro — seria receptivo caso alguém me recebesse — quanto tempo falta até o próximo ponto, hm?

Caso não achasse ninguém que pudesse responder minha pergunta apenas andaria pelo barco afim de achar algo interessante para passar o tempo.


Objetivos :
 

OBS:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptyQua Maio 24, 2017 7:26 pm

Post de viagem: 1/4
Elrick Alfagor, o mais novo pirata do East Blue, o auto-denominado "Barão Vermelho" Era questão de tempo até que conhecessem esse seu apelido, e o rapaz não hesitaria em acelerar esse seu processo de fama. Entretanto, para continuar com sua aventura e objetivos, deveria ir para o próximo passo: Loguetown. E era isso que o rapaz fazia, embarcando em um navio que o levaria com conforto - ou nem tanto - até Loguetown. Entretanto, para pagar sua passagem na embarcação, teria que trabalhar tanto quanto qualquer outro abordo. Apesar das condições, Alfagor aproveitava o instante para viajar em seus devaneios à medida que o barco estava para zarpar.

Para que isso acontecesse, dois homens puxavam a âncora, provocando movimentos de vai-e-volta no navio, até que, depois de algum esforço, zarpou. A viagem começara. Dawn Island estava se distanciando. Alfagor empoleirava na beira do corrimão do convés, olhando a alta cidade ficar cada vez mais longe, assumindo-se um borrão contra o céu nublado que fazia a cobertura da viagem. Pôde aproveitar bastante o seu tempo de ócio, mas tudo que é bom acaba, e o ponto final se materializou em uma pessoa um tanto quanto exótica.

Com pouco menos de dois metros e meio e um cabelo black power, uma mulher com um corpo cheio de curvas apareceu segurando uma vassoura, que mais parecia um arco de violino em sua mãozorra, coberta por uma manopla com uma estrela encima. Ela usava um macacão violeta e preto e óculos espelhados. As poucas partes de seu corpo que eram expostas mostravam a pele negra-avermelhada da moça. Seus lábios carnudos e grandes esboçaram algum cumprimento, que foi seguido de uma informação:

- Mandaram eu te entregar isso. Parece que você vai ser meu parceiro para esfregar esse convés todo.

A grandalhona entregava o esfregão para o rapaz e se distanciava, iniciando a sua parte do trabalho. Esfregou o convés de madeira, que estava sendo palco de um tráfego grande de marujos. Um balde com água e produtos de limpeza misturados estava perto do mastro da vela, e seu arredor estava esperando Alfagor para limpar. O rapaz poderia fazer diversas coisas, dentre elas, recusar-se a fazer aquilo, entretanto, descumpriria seu acordo para viajar naquele navio. A mulher já esfregava o lado oposto do navio, só faltava Elrick fazer o mesmo na sua parte.

Um outro grupo de marujos estava na popa, juntos ao lado do leme, conversando e rindo, alguns até mesmo apontando para a grandalhona. Parecia divertido estar com eles, mas era o certo a se fazer? O navio era todo de Elrick, ele poderia escolher o que fazer.

Mulher:
 
Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptyQui Maio 25, 2017 5:11 pm

Diário de Borto pt²


Fiquei perplexo ao ter que seguir ordens de uma pessoa que eu não conhecia, a moça havia me entregado o esfregão e eu colocaria-o por baixo dos meus braços cruzado apoiando-me em uma postura relaxada, estava observando ela e fazendo uma pequena analise, me sentia mais experiente tanto em batalhas quanto na arte de se lidar com seres humanos, seria aquela pessoa uma comissária de bordo? A capitã? Eu queria usar da minha lábia para não ter que limpar o convés todo junto com ela, mas rapidamente poderia ver alguns outros marujos caçoando ou balbuciando sobre ela, deduziria que seria da etnia da mesma, pessoas com um tom de pele mais escuro não era comum no East Blue, ao menos por experiência de viagem própria, particularmente eu achava lindo.

Quem é você? — me aproximaria delicado, disfarçaria esfregando o chão para ficar tão limpo que pudesse projetar o meu reflexo, logo passaria os dedos nos dentes e nas sobrancelhas para ajeitá-los, me considerava jeitoso — Você não é como os demais, mademoiselle

Caso a mesma não estivesse afim de conversar ou cortasse minha tentativa de diálogo, andaria para uma direção oposta e esfregaria o chão com calma, quase parando, de um modo da qual ela precisasse vir me dar uma advertência por não fazer o trabalho bem feito, e daí iniciaria um novo diálogo.

Ou você é a comissária de bordo ou você está sobre muita pressão, certain? — diria sem fazer contato visual tentando passar um ar de arrogância e minima superioridade — um tripulante qualquer não se importaria com o chão limpo, a menos que o barco fosse dele, então? Comissária? Seu barco? Ou você tem mania de limpeza?

Não abaixaria meu ego, porém, não seria hostil demais aquela moça dos cabelos emaranhados havia tomado minha curiosidade, o ambiente por volta dela não era simples e comum como os demais.

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptyQui Maio 25, 2017 5:40 pm

Post de viagem: 2/4
A grande mulata parecia, para Elrick, alguém muito interessado no piso do convés para um simples tripulante. O apreço com que limpava o chão era algo que somente quem havia pago alguma coisa pelo navio teria, e era justamente isso que o rapaz imaginara. Será que a mulher era, na verdade, a capitã daquela embarcação? Na cabeça do pirata, até mesmo uma comissária de bordo poderia ser a ocupação daquela moça. Apesar de tudo, limpar o convés não fazia parte do pacote de viagem clandestina de Elrick Alfagor, e a sua única saída era usar sua lábia.

- Quem é você?

A negra fitou o pirata, franzindo o cenho e avaliando o rapaz. Era cautelosa com seus pensamentos, e não respondeu de imediato. Apesar de não falar nada, pausou a limpeza e prestou atenção no que Elrick diria a seguir, parecendo pensar numa boa resposta, numa resposta à altura. O pirata sedutor não terminou seu diálogo por aí, e depois de uns instantes, percebendo que não seria respondido, decidiu dar continuidade.

- Você não é como os demais, mademoiselle.

A grandona soltou um ar de risada e voltou a esfregar o chão, mas, para a felicidade de Elrick, ela respondeu:

- Você não é o único que acha isso monsieur. - com um tom um pouco irônico, a desconhecida respondeu, obviamente se referindo aos marujos que riam dela na elevação da popa - Sou Ruth.

Elrick tirou os olhos da mulher e focou os homens, branquelos como lesmas e gordos como porcos, com roupas que mal cobriam suas panças.

- Ou você é a comissária de bordo ou você está sobre muita pressão, certain?

- Sua dedução está melhorando.

- Um tripulante qualquer não se importaria com o chão limpo, a menos que o barco fosse dele, então? Comissária? Seu barco? Ou você tem mania de limpeza?

- Todo o avanço foi jogado para o lixo. - Ruth parou de esfregar o chão e olhou para Elrick - É o jeito que eu arranjei para pagar minha passagem até Loguetown. Eu tenho... Ér... Negócios a resolver. Por mim eu teria acabado com aqueles imbecis lá de cima. - respondeu, proferindo a última frase em voz baixa. Finalmente voltou a esfregar o chão - Agora, trate de limpar esse chão também. O marujo clandestino tem nome ou é somente um charlatão galanteador?

Para uma garota alta, forte e esbelta, Ruth era bastante intelectual e conseguia manter o nível da conversa. Era uma pessoa interessante, mas seu tom parecia ameaçador: realmente queria ajuda para esfregar o chão. Elrick poderia ignorá-la, poderia ajudá-la ou tentar interagir com as outras pessoas do barco. Ruth com certeza iria sugerir que começasse a esfregar o chão.

Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptySex Maio 26, 2017 5:33 pm

Diário de bordo pt³


A reação da qual tive sobre a morena foi fenomenal, realmente havia subestimado a intelectualidade da mesma, o seu modo sério e límpido de pensar e reagir as minhas questões era de fato chamativo, ficaria um tempo refuso, me aprisionando em minha própria mente em cárcere aos meus pensamentos, teria uma visão diferenciada onde na minha mente tudo se passava mais lento e eu podia organizar aquele turbilhão ideias, já que meu temperamento se matinha calmo e disciplinado. Fugiria minha atenção de Ruth para as ondas que quebrariam ao horizonte, sentiria no âmago uma leve inquietação por um desequilíbrio de calamidades naquele barco, era evidente o quê só eu poderia fazer, como agente do caos, meus olhos tomariam um timbre diferenciado e mais melancólico.

Um charlatão galanteador, ma belle, mas não um qualquer — pararia de limpar o chão e piscaria com o olho direito para Ruth — mas o melhor!  

Logo após responder com pitadas de confusão e mistério me afastaria deixando o esfregão apoiado em algum canto, iria atrás do mastro principal para pensar um pouco ou atrás de qualquer parede onde ficasse fora do campo de visão da mulata, sentiria minha mão formigar e meu corpo tremer, esta sendo aliciado a resolver aqueles problemas, trazer paz, mas minha paz tinha outro modo de visão, achei que foi muito sensato corresponder com mistério o gênero ameaçador da garota, não expus muito de mim e ainda sim tive que conter o interesse, me certifiquei de fazer aquela garota ser uma aliada minha.

O caos...— sussurraria sentindo fervor em meus nervos, mais levado ao prazer —...merveilleux

Me certificaria de reatar as pontas soltas, ficaria atento ao meu redor se ninguém estava me observado e se própria negra não estivesse vindo atrás de mim, tomaria uma distância considerável dela até que estivesse preparado para dizer meu nome.

Iria até os marujos que estavam rindo e morcegando no trabalho, me aproximaria caso tivesse aceitação, olharia por pontos cruciais na analise social, enquanto me aproximaria lentamente se todos se afastassem ou mudassem o ambiente pela minha chegada tomaria uma investida mais ameaçadora e séria, caso ficassem descontraídos e de alguma maneira não ligassem para mim tentaria seguir os jeitos.

Então galera — diria mantendo um semblante que fosse confortável aos homens — porque não estão trabalhando, dire?

Em casos que os marujos se sentissem ameaçados utilizaria de minha agilidade, acrobacia e leveza no corpo pela dança para esquivar de possíveis golpes com jogadas de peso como passos de danças e um giro para trás mesclado com um mortal baixo usando acrobacia, para impressioná-los e deixar uma distância considerável.


Obs:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptySex Maio 26, 2017 7:47 pm

Citação :
Post de viagem: 3/4

Ruth impressionara Elrick assim como poderia impressionar qualquer outra pessoa, afinal, era um mulherão - literalmente falando - em todos os sentidos possíveis e imaginários. Ao ser respondida com mais uma gracinha do pirata, a mulher apenas se importou em esfregar o chão, dando uma risadinha por conta da resposta inesperada. Ambos se surpreendiam a cada frase dita. Elrick, entretanto, se absteve do trabalho e encostou o esfregão na parede de madeira que era a cabine do capitão e então passeou pelo barco. Encostou no mastro principal e entrou em seus devaneios, graças ao destinho, ninguém sequer notou sua ação, então o rapaz seguiu com sua vadiagem.

Para subir à popa, duas escadas nas extremidades laterais do navio se erguiam, subindo no que seria uma espécie de laje, que ficava acima do teto da cabine do capitão, que estava com as portas fechadas, assim como as cortinas das janelas redondas. Três marujos estavam encostados perto do leme, rindo olhando para Ruth. Elrick poderia perceber o motivo: Ruth segurando aquele esfregão era engraçado, afinal, parecia mais um abanador. Os homens não haviam percebido a chegada de Alfagor até que o rapaz decidiu abrir a boca.

- Então galera, porque não estão trabalhando, dire?

Os homens faziam o tipo de pessoas cara-de-ninguém. Um pouco sujos, cabelos curtos e com cores opacas, fios secos, olhos sem ambições, roupas curtidas que contavam aquela história típica de figurantes. Como se fossem um corpo só, os três fecharam a fronte para Alfagor, talvez irritados pela invasão do homem. Ele não era ninguém para questionar o trabalho deles. Um desses trabalhadores criou coragem e respondeu, tão ignorante quanto sua aparência.

- Quem é você, magrelo? Acho que você quem deveria estar trabalhando.

- Vamos ensinar a ele uma lição.

Os homens então estralavam os dedos, prontos para uma investida, tão brutos e selvagens quanto ursos. Porém não tão inteligentes quanto um urso seria. Alfagor poderia entrar na onda dos homens, mas corria o risco de ser punido por causar um alvoroço. O que faria?


Histórico Elrick:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptySab Maio 27, 2017 5:38 pm

Arruaça


Magrelo? Um dos marujos havia me chamado de magrelo e aquilo me deixaria cabisbaixo, meu semblante mudaria a ouvir tais palavras, uma determinada fase da minha vida me esforcei para ganhar alguns músculos e aquele sujeito ainda me chamava de magrelo, aquilo realmente tinha me deixado incomodado, não ao ponto de me irritar, mas me sentia encorajado a dar uma lição neles, apesar de estar entendendo que os números não eram a favor de uma briga, sempre fui fã da métrica e da ordem.

Opa, opa, opa rapazes — diria levantando as mãos e deixando explicito em minha face que não estava esperando uma luta direta penser bem, olhem minhas vestes, meu sotaque e o modo que me propus pra chegar aqui em vocês, pensam mesmo que sou um tripulante qualquer?...

Se fosse sensato tentaria recuar em passos calmos e sincronizados, dois leves passos para trás com as mãos estendidas mostrando estar indefeso para não ser atingido de surpresa ou ser culpado por algum alvoroço dentro do navio, precisava usar minha mente urgente para sair daquela situação impune, dar a lição que preciso, trazer a paz pelo caos e isso tudo sem que o capitão veja e antes de chegarmos no destino, meus músculos latejavam por estar sentindo prazer pela adrenalina.

Caso fosse atacado de surpresa diretamente por algum soco, corte de espada ou tiro jogaria meu corpo em posição contrária a mão desferida para o ataque assim tentando evitar o golpe ou minimizar danos utilizando de minha agilidade, acrobacia e elasticidade, tentaria enfeitar todas minhas ações para demonstrar superioridade e criar uma certa desconfiança nos marujos.

Se conseguisse me afastar sem receber danos ou causar danos faria uma analise rápida e possível pelo cenário, procuraria mastros, pilastras, corrimões e se o capitão estava presente, faria um calculo da distância entre os três marujos e onde eu estava, observaria bem o corpo dos mesmos lembrando dos meus ensinamentos de anatomia humana para observar algum tipo de anomalia no corpo, estranhezas e afins pra usar contra os mesmos.

Vocês realmente querem tocar no arqueólogo mais famoso do East Blue? par Dieu! ainda tentaria tomar uma pose de fraco — se vocês me atacarem como vou levar a exploradora para o museu e notificá-los do tesouro?  

Eu sou uma pessoa com uma politica diferente, ao invés de matar eu prefiro controlar as pessoas, são muito mais rentáveis aos meus cuidados e mandatos do que mortas, eu passaria por sufoco para atacá-los mas estou indo para um lugar onde nunca havia pisado antes, o quê eu poderia achar? Quem estaria atrás de mim? Onde precisaria andar? Preciso de pessoas para me guiarem ou para servirem de escudos caso enfrente alguém muito forte, tentaria o máximo possível manipular aqueles três, e ainda de quebra tentaria conquistar a confiança de Ruth, eu me sentia incrível obtendo esses pensamentos. Não esqueceria a arrumar os amassados em minhas vestes ou ajeitar o cabelo em intervalos de três ações, me mostrando ser alguém bem cuidado.

Observaria as reações e probabilidades, deixaria para atacar em caso que realmente não tivesse outra opção, por mais que eu esteja me contendo e mordendo o interior da minha boca para segurar meu âmago em não dilacerar a víscera daqueles homens por não fazer o quê eu mando.


NPC Acompanhante:
 

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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptyDom Maio 28, 2017 12:10 pm

Citação :
Post de viagem: 4/4

A autoestima de alguém é um dos principais tesouros. Não é só um atributo, mas um combustível. Os marujos tocaram na ferida do pirata, e ele não tinha a intenção de revidar, mas se afastar do perigo. Deu passos cautelosos para trás, mas os homens seguiam, e pareciam cada vez maiores estralando seus dedos calejados e os rostos maliciosos de quem realmente estava afim de descontar o cansaço em um joão bobo. Alfagor tentava mandar mais de sua lábia para cima dos tripulantes, mas eles pouco se importavam, queriam mesmo era surrar o rapaz.

- Vocês realmente querem tocar no arqueólogo mais famoso do East Blue? par Dieu! Se vocês me atacarem como vou levar a exploradora para o museu e notificá-los do tesouro?

- Não é problema nosso.

Os homens ameaçaram partir para cima de Alfagor, mas então pararam. Os primeiros sinais de terra firme deram as caras. Uma gaivota estava voando poucos metros acima do navio, e isso foi o bastante para impedir o ataque dos marujos. Ao primeiro momento, ficaram um pouco desorganizados, mas cada um, depois de se trombarem, tomaram um caminho e foram fazer os preparativos para a ancoragem. O mesmo marujo apontava para Alfagor e depois passava o dedo na garganta como quem dizia "nosso papo ainda não acabou". Alfagor pôde ver, no convés principal, um pouco abaixo de onde estava, Ruth sorrindo.

Alfagor conseguiu identificar o som de uma porta rangendo. Um homem enfeitado de ouro saiu. Era, de fato o capitão da embarcação. Ao vê-lo, Ruth enrijeceu e assumiu uma postura respeitosa. O homem passeou pelo convés, olhando para o chão, avaliando cada metro quadrado de seu navio. Driblou marujos que cuidavam da ancoragem e subiu para a proa. Alfagor conseguiu ver o homem andando na dianteira do navio e olhando o chão com interesse. Deu a volta completa na parte da frente do navio e foi para a popa, a parte traseira, onde Alfagor estava.

O rapaz conseguiu ter uma noção da aparência do capitão. Tinha aproximadamente uns dois metros, era musculoso, tinha ouro pendurado em seu pescoço, presos à orelha, enfeitando o seu pulso, e contrastando com a roupa de ferreiro: uma camisa branca - incrível e contraditoriamente limpa - e calças jeans com suspensórios. Ele também olhava para o chão, que, agora sim Alfagor conseguia ter noção do que se passava: a metade direita do navio estava com a madeira sem brilho, até mesmo suja, enquanto a metade esquerda, a que Ruth cuidava, estava mais brilhosa e limpa.

- Você. - apontou o capitão - Você e a grandalhona estavam responsáveis por limpar o meu barco. Quem cuidou da parte direita?

Ruth estava pasma, e subiu à popa. Ela não levantou a mão, afinal, não queria dedura Elrick. O clima ficava tenso enquanto o navio estava parado no porto de Loguetown. Meia duzia de navios faziam companhia ao que Alfagor estava, todos parados ao lado de píeres de madeira. Estavam ancorados, mas deviam satisfação ao capitão viciado em limpeza. Elrick aceitaria a culpa ou mentiria, prejudicando Ruth?


Histórico Elrick:
 
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MensagemAssunto: Re: Crônica do Leste: Uma nova vida   Crônica do Leste: Uma nova vida EmptySeg Maio 29, 2017 7:21 pm

Impasse


Drogue... — Sussurraria em meu âmago — E agora?

Observaria ao redor e engoliria seco, passaria um pequeno olhar sobre Ruth e os três marinheiros, eu não saberia quem o capitão confiava mais, era difícil saber quem era seu encarregado, era um tiro no escuro. Se eu admitir a culpa ele me punirá, mas obviamente vou pular desse barco e sair correndo. Se eu indicar a Ruth não poderei contar com ela para qualquer ajuda que eu precisasse em Loguetown, eu estou sozinho de fato, me sobrou uma última opção... Vou denunciar um dos marujos, se não der certo eu vou tentar de qualquer jeito sair daqui o máximo possível, vou usar todo meu poder de lábia para sair bem dessa.

Capitão... Se me permite dizer, clair falaria o mais brando e confiante o possível, para incrementar mais minha mentira — fui interrompido no meus afazeres por esses três rapazes, eles quiseram me incentivar a atacar essa garota morena, da qual eu nem conheço para o senho ser o próximo, criar um motim e tomar o navio. Eles disseram que negariam tudo até a morte que o senhor poderia confiar neles, como um idiota! Somos piratas não? Eles pensam mais neles do que o senhor, e eu estava tentando me afastar por quê sei a diferença de força entre o senhor e eu, não quero morrer, aujourd'hui, hoje  

Tentaria o máximo possível me sair bem, não saberia da confiança do capitão nos marujos mas todos sabemos que piratas visam o bem dele, estava torcendo com maior fé para que o capitão pirata pensava mais nele, provando minha tese. Sentiria um suor descendo em minha testa mas tentaria passar confiança o máximo possível, meu semblante era de calmaria e estar pronto para correr.

Se fosse preciso atacar tentaria manter uma pose de fraco e atacaria primeiramente o capitão, avançaria em zigue-zague com passos leves como plumas mantendo meu torso abaixado avançaria em um pulo usando o meu joelho para focar na face do sujeito visando desmaia-lo com o peso do meu corpo, se precisasse de mais golpes tentaria desferir um chute em forma de arco de noventa graus visando acertar a costela.

Para esquivas usaria de minha agilidade e dança para ser esguio em meus passos e desviar o máximo possíveis de socos, facadas e tiros sempre visando deixar o local, intercalaria entre rodopios e rasteiras.

Esperaria a atitude do capitão, caso precisasse fugir agarraria a mão de Ruth e entraria em disparada em direção a parte do navio para descer, tentaria o máximo possível andar em zigue-zague e evitar de balas, caso não houvesse nada para descer e se agarrar e, partes da enxárcia do navio para descer sem danos, correria para o caís em locais onde não pudesse ser achado, junto com Ruth. Se misturaria entre os piratas e possíveis pessoas desembarcando de seus navios, ficaria o máximo possível calmo para não chamar atenção e criar alardes, procuraria certificar-me que Ruth estava comigo e estava sã e salva, tentaria afastar os piratas o mais eficaz possível.

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