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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O velho e o viajante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyDom 14 Maio 2017, 21:30

Relembrando a primeira mensagem :

O velho e o viajante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Einsiedler e Hiroki. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyTer 01 Ago 2017, 00:55





Seu golpe era efetivo, embora fosse arremessado logo depois. Sentia as dores não só daquele combate, mas o cansaço crescente vindo do veneno anteriormente obtido contra sua vontade. Parecia agora que as coisas andavam em câmera lenta e, por alguns segundos, desconfiou da sua própria integridade física.

Se perdeu por uma fração de segundos nos próprios pensamentos. Sua visão estava afiada, entretanto fitava agora o mais absoluto infinita, sem nenhum foco específico.

"Estamos perdendo muito poder de combate antes mesmo de encontrar nosso alvo. E aquele Lance...ele não está do nosso lado. Ele precisa ser parado antes das feras..."

Pensava agora em tudo que acontecera até o momento.

"Eu sei lá se isso que me picou é mortal...é melhor fazer um bom trabalho enquanto posso me mover. E salvar as moças e o velhote...eu os coloquei na situação que se encontram agora..."

Com um "estalo" dos lábios, anunciava sua frustração e se levantava. Sua intenção nunca foi matar o bicho, mas talvez fosse melhor feri-lo o suficiente para não causar mais ferimentos.

Daria um soco no próprio peito, como se dissesse para si "eu vou lidar com isso". E daria outro berro ainda maior que o anterior, liberando todo ar acumulado em seus pulmões junto com um grande pisão de impulso da perna esquerda. Saltaria por cima do bicho, quem sabe usando o próprio de apoio caso necessário. De cima, começaria o seu ataque mais concentrado: pirando nos enormes braços do monstro, mais especificamente na altura dos ombros, desceria girando o corpo (ainda usando do salto, caso possível) para ganhar força gravitacional para um corte mais fundo no membro do animal, novamente não queria matá-lo, mas teria que interromper o avanço da fera.

Forçaria a lâmina por todo o tosto e, caso tivesse sucesso no primeiro momento, deslizaria até a altura da perna oposta ao ombro atingido. Lá daria seu último golpe da sequência: giraria o corpo mais uma vez e, com a lâmina na horizontal, acertar as "costas" do joelho da criatura (qualquer joelho), de modo á limitar suas ações. Durante toda sua "dança" usaria os pés, mãos e corpo para manter a precisão dos golpes.

Sabia no entanto que, logo precisaria se proteger, e o faria da forma mais "econômica" possível: se jogaria para o lado, usando um rolamento. Tentaria novamente se posicionar atrás do monstro, usando da ideia de um ponto cego. Se jogaria mesmo que não fosse atacado: queria sair do campo de visão do paizão. E defender naquelas condições era pedir para ser ferido mortalmente.

Suava frio, mas exibia um sorriso....adorava a ideia de morrer combatendo: como um animal selvagem, era possível ver que estava ofegante, suando e até mesmo com dores, mas o sorriso era tão honesto que parecia loucura.

Hiroki: -....heh....mais vivo...impossível...

Resumo:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyTer 01 Ago 2017, 16:56

Long conseguiu sair de uma situação mais crítica contra o arqueiro. Não sabia o motivo que estava sendo caçado no território que estava tão habituado a passar. Aquele não era o momento certo para saber o que estava acontecendo, mas seja como for, havia outras prioridades no momento. Precisava focar sua atenção no seu senso de direção e na sua atenção para não ser pego novamente de encontro com outro jogador.

Mas antes de partir, tinha um grande incômodo que era suas feridas. Era algo leve, mas para evitar que infeccionasse, precisava tratar as feridas da forma que podia.

“Eu acho que devo ter comigo em minha bolsa um atadura que seja”, o que estivesse em suas mãos, usaria para não deixar os machucados expostos. Era apenas uma medida de precaução.

A mata era densa e tinha um pouco de dificuldade de ver através daquele caminho de sombras. Seguiria os locais que estivessem mais iluminados, evitando os caminhos mais embaraçados pelas plantas.

“Não sei se eu ouvi certa a direção dos estouros. Preciso me apressar se quiser evitar que algo de pior aconteça com essa ilha".



Resumo:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyTer 01 Ago 2017, 21:57

Einsiedler aparentemente conseguiu perceber através das ações e olhares do guia sua verdadeira motivação para estar agindo daquela forma. Dinheiro. Assim, o profeta tentou mexer com esse fato para chamar a atenção do guia. E apesar de tê-lo feito pausar por um momento, infelizmente o velho errou no alvo de sua provocação.

Enquanto os ursos adultos valiam uma grana, como o guia os tiraria dali? Ele sabia muito bem que aquele grupo não o ajudaria e abandonaria a sua própria missão. Além do mais, mesmo que o fizessem, ele teria que dividir o dinheiro da recompensa por 6! Fazendo uma matemática simples: 6 ursos (dois grandes e quatro pequenos) multiplicados por 500.000 beries depois divididos por seis pessoas daria, bem, 500.000 beries para cada. Já 4 ursos filhotes multiplicados por 500.000 divididos por uma única pessoa, ele mesmo, dariam 2.000.000 de beries.

Ou seja, ter os ursos adultos lutando contra aquele grupo miserável, era exatamente o que o guia queria. Assim, a provocação de Eins não surtiu o efeito esperado. No entanto aquela leve pausa que Lance havia dado poderia se provar fatal para os seus planos, pois assim que recomeçou com sua investida, Erza começou a se virar em sua direção para verificar o que estava acontecendo. Durante esse momento decisivo, o “anjo” ao ver que sua provocação não havia surtido efeito gritou um aviso para a atiradora, que demonstrando uma grande perícia, ao ver o homem loiro com a lança apontada para ela, não pensou duas vezes antes de atirar.

Claro que nem tudo é simples, enquanto ela atirava o lanceiro estocava. Estava claro que o homem havia tomado dois tiros a queima roupa, mas sua lança havia atingido a mulher, que ao fazer um giro caía ao chão. Não se sabia seu estado. Lance que apesar de ferido não havia caído, quem sabe por intervenção divina, se enchia de fúria e armava seu segundo ataque para ter certeza de matar a mulher caída. No entanto nesse momento ele foi impedido por um ataque desajeitado de Eins que havia chegado. Tendo que bloquear o ataque, ele respondeu com um empurrão de sua lança, o que desequilibrou o celestial fazendo-o se ajoelhar no chão.

Vendo aquele velho maldito que arruinara seus planos, e além dele o homem tatuado, Lance se encheu de uma cólera que nunca havia sentido antes ergueu a lança acima de sua cabeça, em uma inclinação que seria fácil de alterar o trajeto, mas difícil de desviar, pretendendo encerrar a vida daquele anjo de m#r*a com um ataque que viria de cima para baixo. Grave erro.

Reunindo um punhado de terra em suas mãos, o ancião a jogou na cara de seu adversário, e apesar de não ser exatamente como areia inundando os olhos e o cegando completamente, ainda foi suficiente para fazer sua visão ficar irritada e turva, fazendo-o sacudir e virar seu rosto por instinto errando por completo seu ataque e ficando aberto para um contra-ataque.

Enquanto isso Hiroki apesar de seu cansaço tentava continuar atacando o urso, no entanto o tempo em que levou não foi suficiente para impedir o urso de dar uma patada monstruosa em Elenya, que até tentou bloquear, mas sendo mais fraca e tendo ainda que segurar o peso da própria criatura por estar caída no chão, não foi capaz de fazê-lo. Saltando acima do urso pretendendo dar um giro\mortal para pegar força, o homem tatuado apesar de não conseguir realizar as acrobacias desejadas, conseguiu dar seu ataque, fazendo com que o urso se sacudisse em fúria tentando lança-lo para longe.

No entanto o Monge de Guerra fez uso da própria força do movimento do urso para chegar ao chão e dar um giro, fazendo mais um corte no animal. Furioso com aquele ser que o atacava, o urso tentou se virar para contra-atacar, mas nesse momento ouviu um grito de dor e fúria - UUOOOOOOOOOOOOAAAAAARRRRRRR!!! - que o fez parar e olhar na direção de sua parceira (ursa fêmea) e logo sair em disparada em sua direção.

No caminho dele estava Elenya tentando se erguer, e ao ver o enorme bicho avançar sobre si, tentou rolar para o lado, mas recebeu ainda assim um pisão na região de seu ombro esquerdo. Sorte que ela é destra.

Se Hiroki corresse atrás do animal não conseguiria impedi-lo, mas devido a ferida na pata detrás feita pelo homem tatuado, o urso não corria em toda sua velocidade, assim seria possível lançá-lo assim que a besta parasse.

O que tinha acontecido? Froid ao ouvir Eins dizer que teria que ir socorrer Erza sentiu-se abandonado. Não era o velho um anjo que o criador enviara para lhe ajudar? Porque então nesse momento de desespero e perigo extremo o anjo o abandonava, deixando-o a sua própria sorte. Tudo isso somado com a história de vida do rapaz (início da aventura) deixou o garoto furioso, dando-o um pouco mais de força, e em sua fúria ele acabou conseguindo fazer exatamente o que fora aconselhado pelo anjo. Meteu o dedo e furou um dos olhos da ursa.

Isso é claro que fez a ursa urrar de dor e soltar do braço, agora incapacitado, do rapaz, permitindo que ele alcançasse seu machado e acertasse mais dois golpes no animal, mesmo que usando uma mão só, sua fúria mais que compensava o poder de seus golpes, ferindo o monstro gravemente.

O que ele não podia esperar é que aquilo chamaria a atenção do macho, que se aproximava rapidamente com ódio nos olhos por aquele ser que machucara sua fêmea daquela forma.


LONG


Long procurava por alguma atadura, mas não tinha nada consigo além de 50.000 beries e suas próprias roupas (regra do fórum) além da flecha e um galho forte e firme que poderia usar de arma. Durante a perseguição até mesmo o restante de sua besta e seu caderninho de anotações foram perdidos sem que ele percebesse. Como não tinha ataduras, nem mochila, poderia rasgar um pedaço de suas roupas para usar como ataduras, considerando o quão sujas deveriam estar.

Seguindo pelo caminho, ele tentava se concentrar para ver se ouvia mais algo. Enquanto ele avançava, a vegetação a uns dez passos a sua frente começou a balançar de forma forte, e um barulho estranho começou a ser ouvido. De repente dois ursinhos filhotes, um laranja e um vermelho, saltaram do meio dos arbustos agindo como se estivessem aterrorizados, correndo desengonçados, era quase palpável o seu desespero e terror. Bichinhos lindos e fofs eles eram se não fosse o seu terror. - Uoooaan! Uoooooan! Uoooooaaan! - Até que eles viram o Mink ali e pararam devido o susto.

Infelizmente eles pararam. Pois assim que o fizeram, do mesmo arbusto saltaram três lobos que rosnavam intensamente e rapidamente cercaram as fofas criaturinhas. Um deles carregava um terceiro ursinho, de cor azul anil, nas mandíbulas, obviamente o animal já estava morto.

- Grrrrrrrrrrrr....

Os dois que estavam com suas presas livres olharam de repente para uma presença indesejada ali, Long. O tamanho do Mink os ameaçava. Rosnando, o olhar que eles davam era um de aviso. “Saia, esta é a nossa janta.”

- Grrrrrrrrrrrr....



Dano:
 
off:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyQua 02 Ago 2017, 16:39



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O traidor outrora cego pela ganância, agora estava com a visão enegrecida pela cólera e pela areia.

Como seria possível os tiros não surtirem efeitos, ainda mais que eram pra ter sido em suas mãos? A dama de negro caída mexia profundamente com Eins, afinal estava ali para salvar vidas. Pelo jeito Froid tinha conseguido se salvar.

O Velho teria apenas uma chance. Começaria golpeando-lhe o antebraço de cima para baixo para que largasse a maldita lança. Depois golpearia sua rótula num movimento circular para fora, e uma vez que caísse de joelhos subiria batendo o cabo do facão no queixo até terminar fincando a arma no olho do ex-guia. Agora estaria realmente cego.
---
Quando possível pegaria a lança para si, e a qualquer tentativa agressiva estocaria nas áreas do tiro.

---
Socorreria Erza. Tentaria reanima-la para que juntos pudessem finalizar aquelas ameaças. Uma vez  que conseguissem acabar com Lance iriam ajudar Froid.
---

O garoto poderia estar chateado com o ancião mas esse nada falaria a não ser:

-Você já é um homem e deveria se portar como tal. Uma donzela em perigo sempre deve ser prioridade para um servo da Luz!

E seguiria calado com uma expressão séria.
---

Se o traídor continuasse em pé em sua fúria descomunal e possuído; e se por consequências atingisse o profeta, Einsiedler tentaria se atracar com o inimigo na tentativa de ainda que ferido retardar a tentativa de assassinato de Erza. Esperava que fosse o suficiente para que ela liquidasse o agressor, ou aparecesse outra ajuda.

Se o seu senhor o protegesse iria agir agora, afinal já faz um bom tempo que anda em silêncio.

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptySex 04 Ago 2017, 10:37



Tinha um sucesso parcial de sua condição e logo se animava novamente pela luta. No entanto via em câmera lenta a situação se dificultando cada vez mais, com sua aliada sendo pisoteada.

Hiroki: - ELENYA!!!! DROGA!!!

Tropeçava na tentativa de alcançá-la e, tentando se manter de pé, provavelmente andaria de quatro por alguns centímetros. Ia direto para a moça e tentaria analisar a situaçãoda moça. Ofereceria ajuda, já que provavelmente ela estava em intensa dor. Checaria principalmente a gravidade do "atropelamento" que a moça sofreu.

Hiroki: - Recue, você está me ajudando bastante ja, não se mate ok? Por favor!

Tossia um pouco, e de resposta cobria o rosto para não cuspir ou mesmo infectar a moça. Tentaria analisar toda a situação: usando dos elementos do ambiente, talvez a melhor opção fosse matar qualquer um que atrapalhasse.

E, pela primeira vez, seu olhar parecia mudar de expressão: do tom brincalhão e empolgado, uma chama acendeu dentro do guerreiro. Essa chama lhe daria a impressão de um lobo raivoso, suas pálpebras tremiam de irritação, e as pupilas exibiam uma impressão quase de estarem brilhando.

Hiroki: - Tire os filhotes daqui de perto, infelizmente vou ter que terminar o que comecei...

Hiro ajeitava a espada na mão enquanto fazia um sinal para a moça: Froid estava em apuros, o macho avançava na direção dele e logo alcançaria: estando no chão e ferido seria facilmente derrotado, ou mesmo morto. E isso era suficiente para o ex monge: correria em direção aos ursos e á Froid, pronto para executar os animais agora com uma seriedade animalesca.

Hiroki: - FROOOOOOID!!!! ROLE PARA LONGE!!!!

Gritava para o suposto aliado: era hora de fazer aquilo que não queria desde o começo. Mas notava algo em sua disparada: as armadilhas.

"Aquilo são...!!!"

Hiroki: - FROID! AS ARMADILHAS!!!

Mais loucuras seriam necessárias: estava gritando e acenando para os ursos, tentando atrair a atenção de ambos, mudaria seu percurso para a direção das armadilhas, esperando que seriam acionadas.

No caso de não serem acionadas, lutaria perto das mesmas, para que pudesse ter uma chance maior de atrasar os bichos.

Hiro apontava a espada para os ursos, já perto suficiente para ser atacado.

Hiroki: - EU VOU MATAR VOCÊS DOIS! E DEPOIS VOU FAZER UM CASACO COM CADA FILHOTE DE VOCÊS! SE ENCONSTAREM EM MAIS UM ALIADO MEU EU FAÇO QUESTÃO DE ESFOLAR PESSOALMENTE ELES!!

Era um blefe claro, mas acreditava que seria suficiente para irritar os bichos, se não entendessem oque ele falava, ao menos o som alto chamaria a atenção de ambos. E assim lutaria.

Caso não fossem para cima dele, era hora de execução: atacaria o macho com duas espadadas: uma em um corte horizontal e outro em uma estocada, mirando agora o coração do bicho. Ainda na energia, tentaria um corte vertical na fêmea, na região de uma das patas.

Sabia que provavelmente seria atingido, mas não desistiria, recuaria se jogando para trás para evitar contra-ataques, e ainda insistiria nas armadilhas: agora era a melhor chance que conseguia ter.

Hiroki: - VENHAM! OU VOU FAZER CASACO DE VOCÊS!!!

Os olhos demonstravam o mais puro desejo de matar. E estava mesmo: embora lá no fundo do seu ser algo lhe freasse e tentasse ainda evitar derramamento de sangue desnecessário. Era uma fera armada contra feras naturais. E estaria pronto para, assim que aquilo encerrasse, matar Lance antes que mais vítimas desnecessárias fossem feitas


Pedido:
 

Resumo:
 
Objetivos:
 


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Finjo a minha sorte
Ao encontro do mais forte..."

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyDom 06 Ago 2017, 11:00

Desconfortável com a situação que se encontrava e realmente aborrecido por perder o seu bloco de anotações, durante a trajetória, se dera conta de que não tinha pegado os recursos básicos de socorros de caçador conforme o seu mestre lhe aconselhara, considerando o quão eufórico estava para testar sua arma nova, não descartaria a hipótese que essa idéia sequer passou pela sua cabeça.

“Francamente. Ainda tenho muito para aprender”.

E então, ao caminhar para frente, se deparou com filhotinhos de urso. Tão bonitinhos que pareciam bichinhos de pelúcia, porém, filhotes geralmente não ficam sozinhos na natureza, por estarem acompanhados de pelo menos um de seus pais. Puxou para si o galho grosso que segurava em suas mãos, ao perceber os estalidos e se deparar com três lobos. Eles eram o real perigo, por segurarem o filhote na boca.

Pensou convicto de si, mas receoso do perigo:

“O que deve ter acontecido com a mãe desses ursos? Está certo que os lobos também precisam se alimentar, mas eu não posso deixar uma coisa dessas se interpor no meu caminho”.

Long não tinha por onde correr, seus inimigos deveriam estar vendo-o como alvo também e, agora que estava diante dos pequeninos, ele tinha que se esforçar para defende-los como ele próprio defende sua alcunha de herói caçador.

Aproveitando-se de que tinha o galho em mãos ainda, iria se preparar para o primeiro lobo que avançasse, um deles deveria ser mais velos que o outro e antes de vir ao seu encontro, acertá-lo-ia na cabeça com o porrete de madeira na região da cabeça. Caso outro lobo viesse do seu lado esquerdo, iria ataca-lo com a flecha que ainda tinha em mão na área dos olhos. Caso um lobo não saltasse e viesse a atacar suas pernas, iria chutá-lo antes que ocorresse a mordida. Em qualquer um dos casos, iria pegar o porrete de madeira e desferir dois golpes nas feras que estivessem mais perto, de modo a evitar que se aproximassem muito.

Se eles viessem a atacar os filhotes, tentaria ser rápido para proteger eles batendo o tacape forte ao chão ou ao tronco de árvore, para fazer um barulho alto que talvez afastasse as criaturas. Caso evitassem, pegaria o tronco em suas mãos e usaria como lança para usar como arremesso. Tendo em vista que não teria nada para usar como escudo, estando só com as mãos nuas, bateria em cada lobo em contra a ataque.

Em outra instância, usaria a mesma postura defensiva que tinha mantido ao longo dos acontecimentos do dia. Entrelaçaria seu pescoço com os punhos, para que os lobos não atacassem uma parte tão vital quanto o fizesse com uma bocanhada.

Era uma situação difícil, não tinha muitas possibilidades em sua mente, então tentaria improvisar o que sua mente fez nesses curtos instantes para que pudesse agir o mais de acordo possível.


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyTer 08 Ago 2017, 17:01

As dúvidas de Einsiedler e sua forma de combate mostravam claramente sua inexperiência em batalhas. Esperar que tudo saísse conforme o desejado era simples inocência por parte do profeta, afinal de contas, como poderia Erza ter tempo para mirar e acertar exatamente nas mãos de um adversário que a pegou de surpresa ainda por cima? Só o fato de ter conseguido realizar algum disparo já eram suficientes para mostrar quão habilidosa ela é.

No entanto, o velho tinha um ponto. Como era possível que dois tiros a uma distância relativamente curta não tivessem dado cabo de Lance? Essa era uma pergunta que ele com certeza deveria fazer ao seu deus, e que provavelmente viria a fazer muitas vezes no futuro, inclusive quando ele próprio viesse a ser baleado e acabar sobrevivendo ao encontro. Uma vida sendo caçador de recompensas não era para qualquer um, e sobreviver a feridas que deveriam ter sido fatais seriam algo recorrente para o celestial muito provavelmente, principalmente se não começasse a se defender melhor durante suas lutas e se preparar para situações em que seus ataques não funcionassem.

Primeiro, Eins tentou fazer com que o adversário soltasse sua arma, e apesar de ter acertado o golpe, o oponente simplesmente não soltou a lança, até porque segurava a arma com ambas as mãos. Em seguida o velho realizou um magnifico golpe que fez seu inimigo cair sobre um joelho, e em seguida usou o cabo do facão para derrubar de vez o homem que caiu de costas. No entanto, quando foi finalizar seu inimigo, o guia realizou um movimento circular da direita para a esquerda desviando o facão de seu caminho, bloqueando assim o golpe.

Devido a posição horizontal da lança, o chão atrás de si, e a proximidade do “anjo”, lance não teve como usar a ponta de sua arma para ataca-lo, usando apenas a haste para fazer o golpe, ao esticar seu braço direito para cima (como em um soco), enquanto ele próprio tentava rolar seu corpo para o lado e se levantar. Ele estava lutando agora por sua vida. E por cima ainda estava com sua visão bem turva. Esse movimento fez com que o fim do cabo de sua lança acertasse Eins com sucesso em seu rosto e o fizesse se inclinar para o lado, facilitando a escapada de Lance daquela posição perigosa.  

Mas claro que Einsiedler não permitiria ao seu oponente pegar a distância necessária para atacar com facilidade, e saltou sobre o homem tentando se “atracar” com o adversário. Como resultado, sua arma escapou de sua mão, caindo há um pouco mais que um braço de distancia, Lance conseguiu usar seu movimento giratório mais a própria força do salto do “anjo” para girar com ele na terra, e após um gira para lá, gira para cá, lance terminou por cima, tentando forçar o cabo da sua lança que estava na horizontal contra o pescoço do velho numa tentativa de sufoca-lo.

Enquanto isso, Hiroki corria para ferificar o estado de Elenya, mas a menina apesar de machucada ainda estava em condições de continuar a lutar. No entanto o Monge de Guerra insistia que ela se afastasse da ação, e apesar de ter ficado com os olhos cheios de lágrimas, ela acatou as ordens do homem tatuado e foi em direção aos filhotes.

Ao ver que Froid parecia meio paralisado ao se ver enfrentando dois ursos, Hiroki se pôs em ação gritando para o garoto rolar e depois para tentar atrair as bestas para as armadilhas, enquanto ele próprio corria para o local e tentava atrair atenção dos animais furiosos.

Ao ouvir o grito de Hiroki, o jovem bárbaro aproveitou soa posição abaixada com os joelhos flexionados e esperou até o ultimo segundo possível para saltar para o lado, em direção as armadilhas. Foi uma manobra arriscada, mas felizmente para o rapaz deu certo. Vendo que Hiroki corria para as armadilhas, ele rangeu seus dentes enquanto pensava “Detestável. Eu estou ferido desse jeito e ele espera que eu guie os animais para lá?”

Claro que não era isso que Hiroki, pretendia. Ele próprio tentava chamar atenção das bestas. Por fim, ele e Froid conseguiram chegar a área das armadilhas. Infelizmente o preço não foi barato. Froid conseguiu bloquear com sucesso dois ataques, mas tomou mais três patadas do casal de animais, e por estar muito ocupado se defendendo, não foi capaz de causar nenhum dano.

Agora perto dos animais, Hiroki poderia ver que a cor colorida de seus pelos estava encharcada de sangue. Se ele as tivesse visto no zoológico, seria difícil associar esses inimigos com aquelas criaturas fofas e comilonas que todos amavam olhar e jogar frutas para alimentar. Bom, mas imagine você pai e mãe de sete filhos levados, que vivem escapando por aí. De repente, enquanto procura por quatro deles que foram brincar, você ouve um deles gritando de dor e os outros chorando. Correndo para ver o que aconteceu, na sua frente aparece um ser atacando suas crias! As ferindo! E quando você vai protege-las, um grupo inteiro desses seres que em um passado distante te alimentavam, começa a te machucar de alguma forma! Crueldade! Animais cruéis que não merecem viver! Inimigos! Predadores! Monstros!

Bom, apesar do urso não poder formar pensamentos complexos, se descritos em palavras, esses seriam seus sentimentos. E com tudo isso, como poderia não estar furioso? Agora até mesmo sua parceira havia sido ferida gravemente. Então quando viu novamente aquele ser de pelos (cabelo) azuis que machucara suas crias gritando para si, o urso o atacou. E para sua surpresa, sentiu uma dor enorme em uma de suas patas dianteiras, perdendo as forças nela e quase caindo. Algo havia se prendido nela.

Com o animal preso na armadilha, Hiroki não perdeu tempo e realizou dois golpes no animal, conseguindo com sucesso acertar seu coração! No momento em que sua espada perfurou a espada do animal, a besta olhou em seus olhos, e em seu olhar havia apenas um questionamento “POR QUÊ?”

No calor do combate Hiroki ainda se virou para atacar a fêmea, mas o que viu foi algo que não fazia um pingo de sentido. Na outra armadilha, que estava preso, era Froid. E pelo braço. Aparentemente ao ver seu parceiro ser preso, a fêmea deu um empurrão para afastar o garoto de si e ir socorre-lo. Por sorte, ou azar, dependendo do ponto de vista, com o impacto o jovem havia sido jogado no chão em cima da armadilha, e tendo seu braço que já havia sido inutilizado preso por ela. Agora ele estava definitivamente fora de combate.

Avançando contra o ser que ferira seu parceiro, ela ainda foi ferida em uma das patas, mas não se importou com isso continuando na sua investida. O inimigo saltou para trás mas ela continuou avançando e colidiu nele, arremessando-o longe e tombando-o no chão. Mas ao invés de prosseguir atacando, tudo que ela fez foi se aproximar de seu parceiro e cutuca-lo com o nariz, uma, duas, três vezes. Vendo que ele não respondia, ela tentaria de novo e de novo, atacando qualquer um que se aproximasse. Por fim urraria para o alto em dor e luto – ROOOOAAAAARRR!! ROOOOOAAAARRR! ROOOOOOOAAAARRRR! ROOOOOOOOAAAAARRRR!


LONG

Já Long enfrentava sua própria crise. Ele poderia ter recuado e esperado aquele cotidiano das matas acabar antes de voltar a avançar. Mas seu coração não permitiria. Ele queria salvar os filhotes, mesmo que isso significasse enfrentar três lobos. Batendo seu galho contra o chão e arvores ao seu redor, ele fez uma barulheira. Mas ao invés de espantar os lobos, aquilo só os deu uma confirmação: esse ser a sua frente queria roubar suas presas. Era um inimigo.

Assim um lobo avançou rapidamente pela esquerda enquanto o outro foi pela direita. Enquanto o mink conseguiu afastar o segundo com sucesso ao usar seu porrete e acerta-lo na cabeça, o lobo da esquerda conseguiu com sucesso saltar sobre o mink e morde-lo no braço que já estava ferido, apenas para ter uma flecha entrando em sua barriga macia e ser forçado a soltar a nova presa e se afastar enquanto sangrava gravemente.

Nesse momento o terceiro lobo que havia ficado para trás, com o filhote morto em sua boca, soltou a caça e avançou calmamente enquanto olhava nos olhos de Long. Ele era o alfa daquele grupo, e precisava da comida para alimentar suas próprias crias e sua fêmea que estavam em uma caverna não muito distante dali sendo protegidas por outros lobos subalternos. A não ser que a criatura a sua frente se mostrasse realmente mais forte, não abriria mão de sua caça.

O lobo que recebera a pancada na cabeça havia se recuperado e atacado novamente, mas Long jogou o pedaço de madeira contra ele, surpreendentemente acertando em cheio e fazendo o animal bambear. Nesse momento o alfa atacou por baixo, apenas para receber um belo chute no fuço. No entanto se recuperando rápido do golpe, o animal atacou novamente mordendo a coxa do Mink e balançando a cabeça.


off:
 
Dano::
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptyQua 09 Ago 2017, 17:19

Após o curto e rápido embate, Long sentiu a dor das mordidas em seus membros. Os ursinhos menores pareciam imóveis e, colocando ambas as mãos para o lado, com o grande corpo, tentou improvisar uma postura intimidadora, olhando fixamente para o alfa do grupo. Era algo instintivo, mas como sabia como uma pequena parte da natureza funcionava, não estava lutando pelo urso já abatido e sim a segurança dos outros dois que, por alguma razão, estavam sozinhos na floresta. Queria que os lobos voltassem a procurar outra presa que tivesse condições de lutar, talvez o próprio mundo não fosse justo e que a fraqueza era uma oportunidade de sobrevivência, mas nunca aceitou tais leis com facilidade.

Por essa razão, de princípio, não atacaria. Seu bastão estava longe e, pegá-lo significaria deixar as crias desprotegidas. Se outra tentativa de ataque ocorresse, Long se defenderia dos golpes fechando uma mão contra a outra, esperando o momento do bote e batendo no fuço do primeiro lobo com os ossos da mão, visando deixá-lo atordoado com o ataque. Caso viesse por baixo, pisaria no lobo que viesse abaixo de seu corpo, antes que os dentes tocassem em sua perna, para depois chutá-lo para frente, de volta a sua posição inicial. Repetiria o processo para ataques individuais, até que os lobos caíssem de exaustão ou desistissem.

Agora caso viessem ao mesmo tempo, fecharia os dois braços em sua frente (um deles já estava machucado, mas antes os periféricos do corpo do que o mesmo) para chutar em movimento de varredura, caso conseguisse, tentaria jogar um corpo contra o outro durante o mesmo golpe. As pernas são maiores que seus braços, conseqüentemente o alcance é maior e seu uso, mais seguro.

Caso chegassem a mordê-lo, miraria os olhos do lobo para soltá-lo. “Os olhos sempre são frágeis” – Já dizia o velho caçador. Embora não quisesse que isso acontecesse, iria saltar para o lado sempre que conseguisse se esquivar de um salto atrasado, ou ainda rolaria, se a altura do ataque fosse maior do que o esperado, do peito para cima.

Se fosse levado ao chão, por alguma razão, usaria seus joelhos e cotovelos em um combate de curta distância, acreditava que surtiria um efeito melhor do que simplesmente custaria o esforço de um simples soco.

Ainda se derrubasse um lobo perto de si, pegaria suas patas e balançaria o corpo contra outro inimigo.

Focaria os socos somente se os lobos se distraíssem com os ursos e abaixassem a guarda, expondo as laterais e permitindo tempo hábil para que cruzar a distância com um ataque direto.

Usaria uma tática mais inusitada em último caso, caso restasse somente um lobo hostil depois de seus esforços, saltaria para frente e realizaria um ataque voador, lançando o par de pernas e de pés a sua frente, para finalizar o lobo. O golpe o faria ficar prostado ao solo por curtos instantes, se o pior acontecesse, repetiria os seus movimentos previamente pensados para esse tipo de situação.

Se a luta acabasse com um final feliz, não sabia se conseguiria carregar os filhotes consigo dado ao fato de que mais pessoas iriam caçá-lo e lutar com protegidos nunca fora algo que estivesse acostumado. Deixá-los a própria sorte não parecia uma opção mais, então faria seu esforço, como bom caçador-herói, herói-caçador ou o que quer que a megalomania e a realidade permitissem ao mesmo tempo.

- Ouvi dizer que lobos podem se tornar herbívoros quando não conseguem caçar suas crias e a fome aperta. Pois saibam que vocês estão destinados a comer capim comigo aqui, seus filhotes de cruz-credo!

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"Scream your name out to the end of the sky"!


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptySex 11 Ago 2017, 15:25



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O Velho se encontrava numa situação deveras desagradável. Com suas mãos cheias de calo apoiaria o cabo que o enforcava coma as almofadas das mãos, tal como se quisesse realizar um supino.

Com os pés plantados no chão, elevaria o quadril, formando uma alavanca para despejar o imparável guia traidor. Caso não conseguisse alçar para derrubar, apenas deslizaria o tronco virando de lado, para que o peso do agressor escorregasse em direção ao solo e o profeta pudesse ser ver livre da ameaça.

Se lance dificultasse em algumas circunstâncias, se veria obrigado a usar os joelhos como golpe e impulso contra ele. Uma vez liberto lutaria pelo controle da arma mas dessa vez evitando a ponta com paralisante. Pisaria no cabo para dificultar a puxada, e manusearia o cabo para tirar de suas mãos, num movimento como se mexesse um melaço.

Com a posse da arma, visaria atacar carótidas, olho e genitália.

Se sofresse outra agressão para retomar a arma como um agarrão, apenas daria um passo para o lado, saindo da linha de frente. Golpes diretos fariam com que o ancião se agachasse, na tentativa que quando levantasse pudesse usar de alavanca para arremessar o agressor de cabeça ao solo, obviamente apoiando as mãos no joelho e fazendo um movimento de arco como se empunhasse um cálice.

Suas defesas se baseariam em subterfúgio para evitar aquele confronto fora de parâmetro. Um recém-picado naquelas condições só poderia ter sido o antídoto.

Não tinha como acordar Erza. E tinha desistido de orar pelo Divino já que se mostrou ineficaz. Era um profeta sem fé é amaldiçoado.

Sempre que possível daria uma cuspida em direção ao olho do ganancioso. Essa era uma tática de distração.

E de mostrar desprezo por aquela situação.

Considerações:
 


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"I'M GETTING WAY TOO OLD FOR THIS CRAP."

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Última edição por Einsiedler em Sab 12 Ago 2017, 13:00, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptySab 12 Ago 2017, 00:05




Suas ações começavam á dar frutos. Agia, rapidamente conseguia atacar os ursos, um agora preso em armadilha. Pelo calor do momento seu instinto falou mais alto, executando um dos ursos com sua espada.

Assim que olhou para o outro urso, seu cérebro parecia ter estalado. Hiro parecia perdido novamente. Tirava a espada do bicho e jogava no chão, agora ensanguentada. Pensava no que tinha feito.

-...chega...eu não queria...não era meu plano...

Provavelmente foi o calor do momento, já que se arrependia da ação. O que tinha planejado fazer apenas em ÚLTIMO caso tinha acontecido. Não gostava de tirar vidas animais, ia contra os ensinamentos do templo. Talvez um dos únicos que não fazia questão de se revoltar contra.

"Eu falhei...como guardião...como monge...com os monges..."

Se ajoelhava. Ainda desarmado. Estava em visível choque de seu "sucesso". Soltava o cabelo negro e cobria o rosto. Encara suas mãos abertas e analisava a situação em que estava. Simplesmente não queria mais. E o veneno seguia lhe corrompendo.

De nada fez sobre aquela situação. Sua intenção parecia clara: apenas prendê-los e sair daquele local. Mas parece que uma vez um animal, sempre animal. Afinal, quem era o ser irracional agora?

Hiroki estava totalmente avesso ao mundo. Estava preso e com um imenso sentimento de culpa. Parecia que toda sua força e determinação tinha se esvaído. Seus olhos, antes determinados, fitavam o infinito com a pupila quase opaca, como se estivesse em uma espécie de transe.

Pelo menos naquela situação. O "sucesso" lhe foi uma fortíssima derrota. Parecia que seu próprio espírito tinha quebrado.


Resumo:
 
Objetivos:
 


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"Faço a minha sina
Finjo a minha sorte
Ao encontro do mais forte..."

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 7 EmptySeg 14 Ago 2017, 20:43

Ao realizar sua postura intimidadora, Long realmente conseguiu intimidar os dois betas da matilha, mas o alfa apesar de sentir sim um pouco de medo, realizou mais dois ataques apenas para ser rechaçado pelos golpes do Mink. Vendo que aquela não era uma presa fácil, o lobo resolveu recuar momentaneamente e em uma velocidade incrível pôs o ursinho que já estava morto de volta em suas mandíbulas antes de sair em disparada pela mata. Os outros dois lobos vendo isso, seguiram o líder.

Assim que sumiram de vista Long poderia ouvir os uivos ainda próximos dessas criaturas, assim como outros uivos vindos mais de longe em resposta... os ursinhos que até então estavam paralisados de medo agora começaram a tremer e chorar novamente, e quando viram o “gigante” se aproximar deles, elas recuaram levemente. Apesar daquele ser ter espantado aqueles que os perseguiam antes, eles não sabiam quais eram as intenções dessa criatura aparentemente ainda mais poderosa. Aos poucos seus choros se tornariam mais altos, até que – ROOOOAAAAARRR!! ROOOOOAAAARRR! ROOOOOOOAAAARRRR! ROOOOOOOOAAAAARRRR!

No que aparentava ser uma distância curta dali, uma ursa rugia repetidamente em luto, e ao ouvirem os rugidos os ursinhos partiram em disparada na sua direção. A direção que elas iam era o mesmo que o Mink trilhava anteriormente, e caso ele continuasse indo por ela, perceberia mais outros gritos vindos da área. O primeiro dizia – ME TIREM DAQUIIIII!!! AHHHHHHH!!!! ME TIREM DAQUIIII!!! O QUE VOCÊ TA FAZENDO? ME AJUUUUUDAAAA!!! AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHRRRRRRRRRRRRRRRRRGGGGGGGGHHHHHHHHH!!!!!

Enquanto uma segunda voz quase tão alta também gritava um – UAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARRRRRRRRR!!!!!!!!!

Apesar de inicialmente abafados tanto pela própria floresta quanto pelos uivos dos lobos e do rugir de alguma criatura (ursa), quanto mais Long se aproximasse mais clara essas vozes humanas seriam, até o ponto em que de repente a mata escura e cheia de neve daria lugar a uma cena de luta e desolação. Em uma clareira onde a neve cobria o chão de branco, o sol que se punha clareava apenas uma parte dela e nessa parte o Mink poderia ver que a voz que pedia por socorro pertencia a um rapaz que estava deitado no chão com um de seus braços presos no que aparentava ser uma armadilha para ursos.

Perto dele ainda, um urso com uma pata presa em outra armadilha estava morto e outro urso vivo estava ao seu lado urrando para os céus. Na frente desses, a alguns passos de distancia, um homem com cabelos soltos esvoaçantes estava ajoelhado olhando para suas próprias mãos como se estivesse em transe, quase que se balançando para frente e para trás. Ao seu lado jazia uma espada ensanguentada.

Enquanto isso uma mulher bem nova corria através da clareira em direção a eles. Logo o Mink a viu chegar no menino preso pela armadilha e tentar ajuda-lo, mas no entanto não era forte o suficiente para solta-lo e por isso começou a chamar – Hiroki! Hiroki! O que está fazendo? Hiroki! Preciso de sua ajuda! – no entanto enquanto ela gritava seus olhos estavam grudados na ursa, vigilantes para um movimento brusco por parte dela.

Vendo de onde a menina tinha corrido, Long ainda poderia ver seis ursinhos chorando juntos, e logo reconheceria dois deles, aqueles a quem tinha salvo.

Atrás de tudo isso ele via a fonte da segunda voz. Um homem loiro estava montado em cima de um velho com o que aparentava ser uma lança tentando usar o cabo desta para enforcar o oponente, que por sua vez lutava freneticamente tentando se desvencilhar daquela situação. O homem gritava loucamente, consumido por uma fúria sem tamanho. Tudo acontecia muito rápido como se o tempo tivesse acelerado de repente, e todos ali presentes estavam feridos de alguma forma manchando a neve de vermelho, inclusive uma segunda mulher que estava caída na neve perto dos dois homens que lutavam ao seu lado.

De repente, de forma surpreendente, o Mink veria o velho que estava prestes a ser derrotado reverter a situação ao “girar” com o homem loiro trocando de posição com ele, depois tomando posse da lança e golpeando o homem diversas vezes até que esse parasse de se mover.

Eins havia conseguido vencer aquela luta, mas sua garganta estava machucada, e por pouco não morrera sufocado, por isso sentia uma enorme necessidade de ar. Com a lança em suas mãos, se olhasse em volta veria o caos que estava no lugar e ainda, na escuridão que começava a se formar, um vulto escuro com mais de dois metros estava na margem das arvores com o que aparentava ser um porrete em suas mãos. O pior, aparentemente o vulto tinha... chifres.

Já Hiroki estava tendo uma crise interna. No calor da batalha havia mirado dois golpes no coração do oponente, mas após acertar, se desesperou. Será que não acreditava ser capaz de acertar tais golpes? Agora tudo que acreditava ruía ao seu redor. Quem sabe muita meditação e busca por autoconhecimento ajudassem o rapaz? Pena que na floresta, dificilmente ele teria tempo para isso.

HP\Dano:
 

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