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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O velho e o viajante

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptyDom 14 Maio - 21:30

Relembrando a primeira mensagem :

O velho e o viajante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Einsiedler e Hiroki. A qual não possui narrador definido.


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptyQua 19 Jul - 23:03

Lance e Einsiedler

Elanya e Einsiedler demonstravam preocupação para com o Monge de Guerra, no entanto ele mostrava o quão bondoso era seu coração ao abrir mão do antídoto. Já Lance pegou o frasco das mãos de Froid e virou todo seu conteúdo goela a baixo, sem nenhuma consideração para com o Espadachim. E apesar de saber que o homem havia tentado ajuda-lo, não o agradeceu, pois achava que só o fato de não culpa-lo pelo ataque mal feito já era mais que suficiente para demonstrar sua gratidão. - Hunf, ouvi falar que os marines tem mais um medico com eles lá, é provável que ele possa te curar lá rapaz. - Disse o guia no auge da sua prestatividade e demonstrando toda sua gratidão. Com a ajuda de Froid ele tomou mais uma vez a dianteira após arrumar suas coisas.

Elanya no entanto após ser “acalmada” por Hiroki seguiu logo atrás dele, oferecendo ajuda nos momentos em que achasse que o homem estava cansado demais. Enquanto isso Einsiedler conversava em pensamentos com o ser superior em quem acreditava, clamando por ajuda, e fisicamente com a atiradora, procurando saber qual era a dela.

Ao ouvir o velho pregador, Elza que havia acabado de fazer uma pequena oração pela cobra morta, se virou para ele com um olhar que não tinha mais sinais da tristeza profunda que ali estavam anteriormente, agora nenhuma emoção poderiam ser vistos ali.

- Que tantos se feriram é minha culpa. Eu me deixei… distrair com a glória do Senhor e do anjo que ele me enviou, e isso pode custar uma vida. Isso não se repetirá novamente. Peço desculpas. - Respondeu a mulher antes de sair andando deixando o profeta na retaguarda do grupo. Aparentemente aquele acontecimento havia acordado a mulher do estado que ela se entrava antes sempre que via o “anjo”.

A caminhada permaneceu difícil e custosa, o cansaço aumentava para os aventureiros, e mais duas horas se passaram, momento esse que eles chegaram em uma pequena clareira e o sol estava se pondo. A paisagem era linda, de tirar o folego. - Vamos aca… - Dizia Lance quando arregalou os olhos e olhou para as costas do grupo que havia se reunido. Ali, quatro ursos pequenos, com altura que chegava no máximo até a cintura de um humano adulto, podiam ser vistos. Cada um deles era de uma cor diferente, verde, amarelo, azul, roxo.

Eles haviam entrado na clareira correndo, brincando uns com os outros e não haviam notado a presença dos humanos ainda. O guia sentia uma miríade de sentimentos ao ver os ursos fofinhos, alegria extrema, tristeza, raiva, ao ver uma solução empolgação, e ao perceber que não daria certo desespero. Para ele, ver aqueles animais era como ver uma montanha de ouro. Tão perto. Mas tão longe. No fim o guia não havia trago o equipamento necessário para captura-los.

Claro que ficar perdido nesses sentimentos se demonstrou ser um erro tremendo.

- Maas que fofiiiiiinhooooooooos!! - Elenya se fazia ser ouvida ao correr em direção aos animais.

- Nãão!! - Gritou Froid, mas tarde demais, a garota já estava abraçada com um deles, e os outros agora entravam na brincadeira, com toda sua inocência, apreciando a nova companhia.

O grito de Froid despertara o guia de seus devaneios – Merda! O que ela tem na cabeça? Esses devem ser filhotes do casal de urso arco-iris que fugiram do zoológico quando aconteceu o incêndio no ano passado! Eles sã…

- Ahhh!! Não pode! Urso mal! Hey, você também? Nõa! Não!! Hey! Ó céus! Nãaao!! - Antes que Lnce pudesse terminar todos viram uma cena cômica. Elenya começou a brigar com os animais pois um deles abriu sua mochila sem querer e encontrou uma quantidade absurda de comida. Enquanto ele começava a devorar o alimento os outros se juntaram e a menina não conseguia impedi-los.

- São extremamente gulosos, e uma vez que começam a comer não param até que tenham comido tudo. - Completava o líder baixinho.

Nesse momento metade dos alimentos de Elenya já haviam sido devorados em uma velocidade impressionante, e a outra parte estava espalhada pelo chão em seus embrulhos obviamente feitos de forma cuidadosa pela garota.

O que os aspirantes a caçadores farão?


Enquanto isso...


Após uma corrida desenfreada, um homem se abaixava e desenterrava um objeto. Um arco. Após remover umas folhas que cobriam outro objeto, ele o levou as suas costas, onde ficaria pendurada. Uma aljava recheada de flechas. Respirando fundamente ele começou a avançar enquanto parava para descansar um pouco de tempos em tempos, até que encontrou uma cobra decapitada. - Não faz tanto tempo assim que passaram por esse lugar. - Dizia o homem para si mesmo cerrando levemente os olhos.

Avançando rapidamente, mas dessa vez prestando extrema atenção aos seus arredores, ele avistou um homem mais a frente. Bom, parecia um homem, mas no topo de sua cabeça haviam chifres naturais. E ele tinha mais de dois metros de altura.

Sacando uma flecha da aljava com extrema velocidade ele armou seu arco e apontou para o estranho “Mas quem diabos é esse? Bom, ele não é um dos nossos… se não tiver nada haver com isso. Sinto muito” e soltou a flecha, já buscando a segunda e ajeitando a mira, pronto para disparar novamente se fosse necessário.

No ponto de partida da equipe de aspirantes a caçadores, no acampamento onde Einsiedler se revelou um ser angelical para o restante (menos Froid que já sabia), dois marinheiros podiam ser vistos. No entanto nenhum tinha algum sinal de vida. O medico tinha sua garganta cortada, enquanto o outro tinha a ferida de uma facada em suas costas. Um vento gelado soprava, mas ninguém reclamaria do frio ali.


Long

O Mink tentou construir uma arma que funcionasse. Sem sucesso. Foi pra floresta caçar. Sem sucesso. Após ouvir um tiro, foi verificar a fonte deste. Sem sucesso. Em uma floresta onde o eco de um tiro se espalha, para quem não tem pericias na área de rastreio, é realmente difícil localizar o local certo, apenas a direção já é um grande feito para alguns. Após uma longa caminhada, Long foi parar mais a frente do local onde o disparo realmente foi feito. E sua onda de azar não havia acabado. Em um desnível ele perdeu o equilíbrio e quase caiu.

Bom, há males na vida que vem para o bem. Ao se inclinar para o lado uma flecha passou arranhando a lateral do seu corpo. Se não fosse o desnível, ela teria atravessado por seu coração.



Dados Gerais Arqueiro:
 
Obs::
 
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptyQui 20 Jul - 1:22



O VELHO E O MAR VIAJANTE




Einsiedler ficara um pouco decepcionado com a atitude da moça de preto. Não somente não o respondeu como assumiu um papel de culpa desnecessário. Aquilo de fato teria feito o Velho ficar com um olhar de frustração e impaciência.

Após a longa caminhada e quando finalmente iam descansar da jornada, eis que 4 ursos se aproximam e a outra mulher resolve, erroneamente, interagir com os animais.

-AH MAS SÓ PODEM ESTAR DE SACANAGEM COM A MINHA CARA...
--SIGH--
-QUAL É O PROBLEMA COMIGO, HUH?!


Novamente sozinho o profeta fechava os punhos em direção aos céus.

O mau humor estaria aflorado então. Ainda mais com a perda de comida.

-ENQUANTO GUIA DESSE GRUPO MELHOR VOCÊ RESOLVER ESSA PARADA, JÁ NÃO BASTASSE TER SIDO PICADO!
--HUNC--
-E VOCÊ Ô DA ESPADA, CONTROLE SUA ESCUDEIRA AÍ!!


No primeiro momento visivelmente irritado se ateria a ficar afastado dos animais esperando a atitude dos outros dois homens do grupo.
---

Tomaria atitude de combate somente se encontrasse em situação de risco como um dos animais se desembestando encima. Usaria o bastão para travar a investida inicial e contra atacaria em um movimento angular como se girasse uma manivela.
---
Caso algum dos dois homens se irritasse com a rispidez do ancião, esse pouco se importaria. Chegaria a bocejar de desprezo quando estivessem falando. Novamente estaria preparado para eventuais tentativas de confrontos físicos. Qualquer tentativa usaria o cajado para golpear a genitália e em seguida um golpe no queixo do agressor.
---

Se fosse ferido nesse meio tempo em qualquer circunstância, permaneceria deitado fingindo desmaio. Essa atitude teria como objetivo fazer o agressor perder o interesse.
---

Tinha concluído para si mesmo que era perda de tempo continuar gastando suas palavras de salvação ao léu. Pelo jeito nem a chamada Erza estaria preparada para tanto. Deixaria ela de lado um pouco, já que pelo jeito a conceituação de fé era outra.
---

Confiando em seu olfato apurado procuraria rastrear uma rota para saírem logo dalí e também para prever possíveis ameaças iminentes, já que aquele encontro era a segunda surpresa que o grupo tivera.

Encontrando algo, prontamente avisaria o grupo e se manteria em estado de preparo. Se possível procuraria por uma alternativa que evitasse confronto e poupasse energia, já que agora os suprimentos tinham se esvaído.
---

Estava na missão de caçar revolucionários e de redenção; não estava disposto a morrer naquele inferno verde.

Sua fé sem dúvida teria que superar aquela situação.


Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptySex 21 Jul - 1:11





Seguiria com certa dificuldade pelos minutos seguintes. Suava frio e estava tenso á cada momento que se passava. Carregava em suas mãos a espada e uma feroz convicção de que estaria fazendo o certo naquele dia. às vezes se dava discretos socos, como dizendo "acorda" para si.

Continuou de guarda levantada por todo o tempo, se forçando enquanto sentia o veneno realizar seus efeitos nocivos em seu organismo. Com o tempo, avistaram alguns ursos: não baixava a guarda, na verdade apontava para os animais. Estava agora paranóico como talvez nunca tivesse antes. E isso era preocupante:

Hiruma: - Para trás! Estou cansado de brincadeirinhas! Se vier para cima eu mato vocês! PASSA!

Tentaria afugentar os bichos, reparando em detalhes neles e, como possível, ficaria atento para armadilhas, pronto para atacar. Incluindo os animais:

Hiroki: - Um "animal negro gigante" bem que avisaram fazer parte do grupo dos alvos...eu não aceito esses filhotes! Assustem eles para longe ou vamos matá-los!

Falava sério, mas não acreditava que sua companheira e os outros aliados o fariam. Ele aponta a espada para a moça, entre o urso agarrado e a moça.

Hiroki: - Não temos tempo para isso, é perigoso...vamos!

Balançava a espada ameaçadoramente.


Hiroki: - Levante-se! Separe desse bicho! Depois você... *começa á tossir*


Hiroki: - ...vamos continuar...

Via os animais começando á comer e tentava atacá-los sem pensar muito: Cortes verticais seguidos de passos de recuo para evitar que o pior ocorresse consigo. Estava preparado para matar os animais.

Hiroki: - Vamos! Tentem expulsar esses bichos ou morreremos de fome também! SAI SAI!!!

Prepararia ataques verticais nos filhotes junto com bloqueios e recuos sincronizados. E logo via uma criatura com chifres se aproximando. Cambaleava...

Estava sentindo a fraqueza do veneno se espalhando. Recuaria por hora: não era hora de gastar energia.

Hiroki: Identifique-se!


Resumo:
 
Objetivos:
 

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"Faço a minha sina
Finjo a minha sorte
Ao encontro do mais forte..."

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptySab 22 Jul - 13:50

Ao conseguir precisar a direção do disparo, Long correu em direção ao que parecia ser um caçador. Estava suspeitando o que poderia ter acontecido com a floresta, quando tropeçou e a flecha zuniu para a sua direção. Por pouco, desviou-se do que poderia vir a ser um ferimento fatal, ainda que involuntariamente quando tropeçou.

Com a mente acelerada por conta do susto do disparo, não pensou que a flecha viria em sua direção. “Criminosos costumam se exilar para os cantos mais remotos para se esconderem das autoridades, até que geralmente um caçador de recompensas mais experiente venha a caçá-lo, ou mesmo, meu mestre”.  No chão, se levantaria de sobressalto e correria para a árvore, pedra, desnível mais próximo que encontraria para poder se proteger. Era o mais lógico para o Mink a se fazer, estava desarmado, se não pudesse pegar a seta que tinha atirado nele, mas faria isso somente se o objeto estivesse próximo a ele para que pudesse pegá-lo sem se expor muito.

Caso conseguisse colocar suas mãos no que restou do projétil, poderia ter uma chance de que pudesse compreender sua natureza: era uma flecha de um arco longo, curto? Feita de madeira, pedra, metal ou um outro material? Ou quem sabe, por algum engano pensara que teria sido uma flecha, quando na verdade era uma faca ou um dardo? Detalhes como esses poderiam parecer irrelevantes, mas se o atacante fugisse para uma área mais populosa, talvez conseguiria discernir entre um inocente e um criminoso, já que o uso de armas de longa distância é relativamente comum em Malkiham.

Em todo caso, ele poderia ter uma arma afiada de uso único, dependendo de seu estado. Naquela situação, qualquer coisa poderia vir bem a calhar, se pudesse reagir no momento certo.

Se estivesse em uma posição considerada segura, tentaria se recordar da direção do disparo feito contra ele. Como não viu o inimigo no momento do ataque, consideraria que ele estaria em uma longa distância e, se esse fosse o fato, era como se estivesse dentro de uma circunferência e que a distância inimiga era um raio. O ângulo que ele atacar iria variar muito pouco, dada a distância que provavelmente se encontravam.

O problema é que seu palpite poderia estar errado e qualquer erro poderia ser fatal.

Correria, pegando o máximo de cobertura possível do terreno que deveria conhecer: arvoredos, rochas, arbustos altos, talvez sumiria de vista em tempo hábil para seu perseguidor se confundisse, ou se sua habilidade permitisse, chegar até o seu alvo. Com seu tamanho, poderia ser um problema se esconder, mas ao menos se proteger o confiante (quase megalomaníaco) pseudo-minotauro acreditava ser capaz.

Lembrando-se das táticas de defesa pessoal que o tempo o ensinou. Enrolaria os braços em certas partes do corpo. Com o braço direito, cobriria parte do peito e abdômen, enquanto com o braço esquerdo, uma porção do pescoço. Sua roupa não tinha nenhuma proteção elaborada, pois ele precisaria que fosse o mais leve possível para conferir-lhe mobilidade.

Essa manobra também seria usada caso estivesse em um campo aberto e estivesse totalmente suscetível a algum golpe.

Vento farfalhava as coroas folhosas das anciãs da floresta e a vegetação rasteira por onde passava. O clima estaria agradável, se não quisessem matar Long sem que ele ao menos soubesse a razão (ou como sua confiança corrigiria, a falta de razão por puxar brigar com ele).

“Esse foi o primeiro lugar que eu chamei de casa por um bom tempo, eu o protegerei com minhas mãos. É bom que fuja enquanto pode, antes que eu entorte o seu rosto na pancada!”

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"Scream your name out to the end of the sky"!


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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptySab 22 Jul - 17:58

Einsiedler e Hiroki

O mal humor de Einsiedler aflorava. Aborrecido que Erza não lhe dera uma resposta direta, com a caminhada cansativa, com os animais que insistiam em aparecer em sua frente, o ancião se pusera a reclamar, sem mesmo conseguir apreciar a paisagem linda daquele local. Na verdade apenas Froid e Elenya tinham notado mas agora isso já havia ficado no fundo de suas cabeças frente aos novos problemas que surgiam.

O profeta despejava suas reclamações em cima do guia e de Hiroki, com razão até em relação ao guia, mas o Monge de Guerra havia recebido aquele “esporro” de graça coitado. O que Eins não sabia é que suas reclamações haviam empurrado o rapaz para a borda da insanidade, aumentando em grande parte a paranoia crescente que sentia desde que pusera os pés naquela ilha.

Enquanto o ancião entrava em posição de combate, aparentemente para se defender de um possível ataque dos filhotinhos de urso, mas em segredo contra os outros humanos ao seu redor. Hiroki já tomava uma postura mais agressiva, aflorada tanto pelo veneno quanto pelo cansaço do dia, quanto pela paranoia, quanto pela falta de bom senso devido ter ficado em um monastério por anos da sua vida. Aparentemente esses três fatores eram suficientes para sobrepor a sua genialidade, já que o rapaz resolveu atacar os filhotes.

Primeiro o monge os ameaçou, mas os bichinhos não perceberam nada de errado e continuaram a devorar o restante da comida. Depois o monge fez referencia ao que Stuart tinha dito sobre um animal negro e gigante, e quis mata-los, sem saber ele que um Rainbow Bear adulto tinha três ou quatro cores diferentes das cores do arco-íris, dependendo do sexo.

Nesse momento Lance abriu sua boca para aconselhar o grupo e dizer o que fazer. O ideal seria jogar mas um bocado de comida no chão para distrair os animais e correrem para longe dali, dando o fora o mais rápido possível. Mas… porque ele faria isso? Ver o monge naquele estado lhe deu a ideia e oportunidade que ele precisava!

- Isso, temos de espanta-los!! - Disse o guia colocando lenha na fogueira. Ele pensou na recompensa por cada Rainbow Bear enquanto seus olhos tomavam formato de “$”. 1.000.000 de berries. De fato isso é o que ele fazia para viver, caçava animais raros que haviam escapado do zoológico um ano atrás, e pegava a recompensa sobre eles que o prefeito (que também é dono do zoológico) pagava. No entanto após um ano de “caça”, poucos eram os animais ainda soltos, encontra-los uma raridade, e isso tinha levado Lance a aceitar a oferta da marinha de agir como guia por estas florestas conhecidas.

Ver quatro dos sete filhotes da ninhada dessa raça nesse local… desde que ele os capturasse ficaria rico da noite para o dia. No entanto o que fazer em relação aos pais deles. Obviamente que quatro ursos filhotes brincando não estariam longe de seus progenitores. Vendo o fervor do velho louco e da  mulher frígida, o coração mole da menina, sabendo da história de vingança que Froid se encontrava, e da animosidade que o tatuado devia nutrir, Lance sabia que não os convenceria a capturar os bichos e abrir mão de capturar os Revolucionários. Mas vendo o estado de Hiroki, uma luz fria passou por seus olhos enquanto ele olhava para baixo tentando impedir que alguém notasse.

- Eu tenho algumas armadilhas e tranquilizantes na minha mochila! Enquanto preparo vocês espantam eles! - Disse enquanto dava alguns passos para trás e se abaixava ficando nas costas do grupo e tirando alguns vidros e tranqueiras da mochila.

- Mas… - Começava a dizer Froid, que apesar de não ter muito conhecimento tinha alguma noção de que os animais haviam escapado do zoológico e tinham uma oferta por sua captura. Claro que o restante da frase nunca saiu de sua boca.

Hiroki nesse momento havia com sucesso separado um dos ursos de Elenya, mas ao invés de correr e deixar os filhotes para lá, ele começou a ataca-los!! Sem pensar que os pais dos animais poderiam estar próximos, ele realmente os atacou, uma, duas, três vezes enquanto balançava sua espada descontroladamente.

- Nãaao Hiroki! São apenas filhotees!! - Dizia Elenya em desespero. Dois dos quatro ursos haviam sido feridos, os de cor verde e amarela, eles urravam em dor e seus irmãozinhos urravam junto ao perceberem que algo de ruim estava acontecendo, e tentavam se afastar. Elza havia sacado suas pistolas e olhava para a direção em que os ursos haviam vindo, e Froid vendo o que o homem de cabelos azuis estava fazendo sacou seu machado.

- TemoS QUE SAIR DAQ…

- GRRRUUUUUUOOOOOOOAAAAAAAARRRRRR!

- GRRRRUUUUUUOOOOOOAAAAAAARRRR!

- GRUUUUUUUOOOOOOOOAAAAARRRRRRRRRRRR!!!!

Novamente, Froid não conseguiu finalizar sua frase. Antes que pudesse um rugido furioso se fez ouvir, depois um segundo acompanhado de um terceiro.

Em questão de segundos duas criaturas majestosas e coloridas, uma com três cores (vermelha, amarelo, azul) e outra com quatro saíram das matas correndo a uma velocidade de praticamente 50 km/h. Cada um deles media em torno de 2,20 m de comprimento, 1,10 m de altura (sobre quatro patas) e deviam ter uns 360 kg de peso.

Hiroki talvez por efeito do veneno, da sua paranoia, ou o que quer que seja, até chifre nos bichos via e gritava – Identifique-se!! - apenas para serem ele e Elenya praticamente atropelados pelo primeiro urso e lançados longe.

Elza começara a disparar contra o animal (papai urso), acertando alguns disparos mas falando em faze-lo parar de avançar. Isso por consequência chamou a atenção do segundo animal (mamãe ursa) que disparou em sua direção fazendo com que a moça pulasse para o lado para sair da reta e fizesse mais um disparo. Einsiedler tentou usar seu cajado para bloquear o avanço do urso, com sucesso, no entanto ouviu um “CRAACK” e  o cajado ao receber aquele impacto estava a beira de se quebrar. O ancião que não tinha como competir em força também foi arremessado e caiu rolando, mas sem se machucar, estava esparramado no chão.

Froid aproveitou aquele momento para tentar atacar o urso com seu machado levantando-o acima da cabeça para pegar força, no entanto o animal se jogou em cima dele e o mordeu, os dois se embrenhando em uma luta de laminas, dentes e garras.

Elza sem conseguir uma mira boa (risco de atingir Froid), aproveitou o momento para recarregar suas armas. Já Lance havia acabado de armar uma armadilha de lobos e ursos e estava preparando a segunda ainda mais atrás.

Elanya se levantara e ajudava a Hiroki a se levantar também. Juntos teriam de enfrentar o urso macho.

Einsiedler estava deitado no chão olhando Froid e o urso se atacarem ferozmente. Será que o ancião seria um “Anjo Salvador” ou o “Anjo da Morte” na vida daqueles que conhecia?

Long

Se da primeira vez foi por pura sorte que Long não se encontrava morto com uma flecha saindo de seu corpo, o que salvou sua vida quando a segunda flecha veio em sua direção foi sua capacidade de tomar decisões rapidamente e buscar cobertura antes de tentar entender o que estava acontecendo. Ainda assim essa flecha havia, ao contrario da primeira que apenas raspara no homem grande, retirado um grande pedaço de carne de seu antebraço. Infelizmente para o Mink ambas as flechas seguiram em frente se perdendo na mata.

No entanto assim que conseguiu cobertura uma terceira flecha passou do seu lado e se prendeu em um tronco, momento no qual o homem de chifres pode pegar rapidamente a flecha dando um puxão nela. Olhando para o objeto tentando descobrir algo, tudo que o Mink pode ver é que sua haste era feita de madeira, com o rêmige feito por penas escuras e a ponta era uma Broadhead com quatro lâminas.

Se o Mink tivesse conhecimento na área de criação de projeteis e analise destas, ou um histórico como caçador, talvez fosse possível inferir qual tipo de arco o inimigo estaria usando apenas pela análise da flecha, mas sem isso seria impossível. Ainda assim os três tiros venderam a direção do oponente, que estava diretamente ao sul, atrás de si.

Assim Long correu buscando se manter coberto, conseguindo escapar de mais algumas flechas. Durante essa corrida o homem pôde ouvir mais vários disparos de arma de fogo sendo realizados na direção em que estava indo. No entanto eles soavam distantes, e o Mink não alcançaria quem os estivessem fazendo em um curto espaço de tempo.

A mata era fechada e correr nela era algo bem difícil, por sorte o caminho em que Long estava parecia ter sido aberto recentemente por alguém que por ali passara. Claro que isso também significava que o arqueiro em sua cola também se movimentaria com mais facilidade que o ideal. O chão era branco por causa da neve que começara a cair em algum momento, e em breve se tornaria macio e improprio para longas corridas. As arvores tinham troncos grossos mas muitos galhos baixos, o que atrapalhava o deslocamento.

Enquanto Stuart continuava a perseguir o homem e atirar, ele não podia deixar de xingar mentalmente a maldita sorte de seu alvo. Ele sabia que era bom em emboscadas, e agora que o outro estava ciente da sua presença, e fugindo por sua vida, seria difícil matar o homem.

Mas ainda assim por sorte, verificando os rastros, ele percebeu que o homem de chifres estava fugindo em direção aos verdadeiros alvos da caçada desse dia. Seguindo em frente com arco e flecha em mãos, mais uma vez ele viu as costas do homem grande, mas ao invés de disparar, ele apenas apertou o passo se aproximando cada vez mais.  Devido as arvores, realizar tiros de longa distancia eram menos que ideais, como comprovado anteriormente. Mas uma vez que se aproximasse o suficiente, uns quinze metros de distancia, faria um disparo certeiro.

Importante:
 
Dados de alguns npcs:
 
Dano:
 
Armadilha:
 
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptyTer 25 Jul - 17:40





Enquanto tentava afastar os animais, Lance mudava totalmente de postura, o que gerou grande desconforto para o ex-monge. Ele encarou o guia por alguns segundos e então recuaria alguns passos. Já tinha atingido os ursos e, ao grito de Elenya, tinha se tocado do erro tremendo que tinha feito.

Parecia que suas pupilas voltavam á relaxar. Agora recuava ainda mais e notava o grande problema que havia causado. Abaixava a guarda, embora não guardasse a espada: aquilo estava errado desde a raiz, e não poderia mais viver seguindo uma estranha lógica ou paranoia infantil.

Hiroki: - Me desculpem...me perdoe Elenya...

Recuava com um sincero apreço pelas pessoas ali, parecia confuso, mas não estava: era mais uma reação de vergonha do que arrependimento. Se concentrava e, por um segundo, olharia para baixo.

Hiroki: - Tch! Passei do limite...

Logo seu pedido de identificação foi ignorado. Ou melhor, não faria importância: quase era atropelado pro um urso...ou um monstro! Não saberia dizer naquela reação que acontecia no momento. Se levantaria o mais rápido que conseguisse, agora procurando com os olhos dua aliada: sabia que a culpa era sua da situação. E talvez não tivesse outra chance de ajudar a equipe.

Tentava pensar em alguma estratégia naquele momento, mas sabia que era quase que impossível: as feras eram de sua mais pessoal culpa. E logo via seus aliados passando por maus bocados.

Hiroki: - VELHOTE! VAI COM O LANCE BUSCAR OS TRANQUILIZANTES! ESSAS ASAS FUNCIONAM OU É ENFEITE?

Recuava em largos passos, procurando locais altos que pudesse escalar ou usar de cenário natural de armadilhas para atrapalhar os ursos. E então gritava para o macho:

Hiroki: - DEMÔNIOS IDIOTAS! OLHEM AQUI! EU QUE MACHUQUEI OS FILHOTES! EI EI!!!

Giraria a espada em mãos e apontaria a parte cega da lâmina para seu próprio antebraço, assumindo agora algo similar á uma Tonfa: queria proteger seu braço enquanto abaixava e preparava um impulso.

Hiroki: - Elenya não precisa participar disso, eu sei que o erro foi meu...mas me ajude á tirá-los de perto dos tranquilizantes! Vamos tentar encontrar uma brecha...

Avançaria correndo com o corpo inclinado, ziguezagueando como fosse possível até encontrar o urso pai: se jogaria para o lado, deslizaria ou saltaria para evitar um ataque do grande animal, e o atacaria nos flancos com a espada ainda "protegendo" seu antebraço: usaria tal movimento para fortalecer o poder de corte da lâmina, já que seus aliados não estavam tendo tal chance. Não queria matá-lo no entanto, então faria de tudo para ferir apenas o necessário para frear a grande fera.

Confiaria em suas possibilidades de esquiva: uma patada daquela criatura seria devastadora: esquivando ou não, tentaria ao menos chamar a atenção da mesma e, com sorte, conseguiria chamar atenção e separar do resto.


Resumo:
 
Objetivos:
 



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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptyTer 25 Jul - 23:15

Long seguia se encobrindo com o apoio do terreno a medida que fugia de seu perseguidor, o mink havia sido atingido no antebraço, sem sequer descobrir o porquê de estar sendo perseguido.

No interlúdio da perseguição, analisara com cuidado a flecha, porém, inexperiente como era, notou somente que aquela não parecia uma flecha comum e que aquilo pouco lhe seria útil exceto se o homenzarrão a usasse como uma arma em algum momento, mas desconsiderou a probabilidade.

Sua fuga estava para se tornar mais difícil perante a neve que caía apática sobre a mata. Não se importava com o frio, mas continuar correndo pareceu uma má ideia, considerando que não conseguiria manter o ritmo. Os caminhos estavam limitados pela vereda, com o local da passagem já desbravada, o qual seguia. Talvez isso não fosse algo ruim, bastaria ter a força necessária para reagir à situação da maneira que queria... e que talvez isso significasse outra ferida dolorosa, em um local mais grave que seu braço.

Observaria os arregores para saber se havia um galho resistente para que pudesse ser usado como um bastão/porrete/espada, qualquer coisa além de suas mãos poderia ser útil e , caso não arranjasse sua arma improvisada ao chão, tentaria observar algum galho mais bambo. Era um Mink, talvez sua natureza bruta o ajudasse.

Com ou sem arma, o plano seguiria: tentaria se embrenhar na vegetação para que pudesse atacar de surpresa; se o inimigo estivesse perto, tentaria derrubá-lo com a sua arma ou com os chifres na região da perna, independente dele desviar ou não, tentaria arrancar a sua arma e miraria um soco em seu queixo. Matar não era sua intenção, não era de seu feitio e segundo a lógica, tentaria descobrir alguma informação relevante de seu inimigo, a razão de todo o confronto estar acontecendo.

O inimigo poderia atacar enquanto pulasse, para ataques na região de cima da cintura, esquivaria-se com o corpo e usaria os dois braços para agarrá-lo e levá-lo ao chão. Se algum ataque viesse na  cintura para baixo, viraria o eixo de seu corpo e atacaria com uma cotovelada ao peito. Se ele atacasse com o arco e flecha nesse meio tempo, colocaria os braços frente ao corpo e a cabeça em uma instância defensiva para bloquear o projétil e daria o seu máximo para inibir a dor e prosseguir com a investida.

Se o inimigo estivesse longe e ainda assim percebesse, usaria o tronco - se o tivesse em mãos - para jogar em seu inimigo, se fosse fino como um arpão, se fosse grosso, como um tambor. Se o objeto fosse grande demais para o arremesso, romperia a distância entre os dois usando-o como escudo para depois saltar sobre ele, arremessar esforçosamente o peso em seu adversário e levá-lo ao solo.

Agora, em caso de estar desarmado, saltaria para o matagal denso. Já que não poderia correr por muito tempo, deveria arranjar mais formas entre se interpor para o seu inimigo. Esconder-se e arranjar outra oportunidade poderia lhe parecer ideal se tudo desse errado.



"Ele está quase me alcançando e eu ainda não fiz nada? O que devo fazer? Será que existem mais como ele? Eu não posso perder tempo! Preciso ver como estão Yui e os outros, não posso permitir que algum perigo ameaça as duas de novo, afinal, eu jurei ser um herói!".

"E se tiver que ver alguém chorar de novo, que sejam meus inimigos..."

"Droga, ainda está atirando essas coisas em mim!? Aposto que na mão não aguenta e...!"


Assim, seus pensamentos egocêntricos persistiram até que a hora de tomar alguma ação de fato chegasse



Resumo:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptyQua 26 Jul - 8:47



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O Anjo caído olhava por cima de suas espessas sobrancelhas toda aquela batalha campal. Começava a surtar com uma possível ideia de perseguição.

Quando houvesse uma opção de brecha, o velho se levantaria com pesar e bateria a poeira do corpo. Tomou seu cajado partido, seus dentes se cerraram com um estopim de raiva e angústia.

-MAS QUE CARAL--[censurado]-- QUAL É O PROBLEMA COM ESSES MALDITOS?!

-VELHOTE! VAI COM O LANCE BUSCAR OS TRANQUILIZANTES! ESSAS ASAS FUNCIONAM OU É ENFEITE?

O ancião respiraria fundo; e viraria com um olhar de desprezo.

-MAS QUE AUDÁCIA DESSE FILH--[censurado]--
--SIGH--
-Ó CÉUS ME DÊ FORÇAS!! PARA NÃO MATAR ESSE INFELIZ, MAS SIM PUNIR ESSAS CRIATURAS VILANESCAS!!!


O ancião seguiria com Lance atrás da oportunidade de derrubar aqueles animais.

---
Caso encontrasse algo que pudesse usar de bastão o faria, caso não tentaria arranjar outro galho.

---

Caso Hiroki estivesse levando a pior na provocação dos ursos, iria ajudar. Einsiedler entendia que a cooperação era crucial para manutenção do grupo.

---
Tentaria não acionar Erza. Deixaria ela à sua diretriz. O mesmo com Froid e Elenya. Se tudo que tivesse tentado funcionasse não estaria naquela situação. Só poderia significar que espiritualmente não estaria pronto ainda.

"Ó SENHOR PORQUE ME ESCOLHESTES SE INSITE EM NÃO ME DAR CONDIÇÕES DE ATUAÇÃO?! EIS ME AQUI MAIS UMA VEZ INCAPACITADO...

--HUNC--

---

Uma vez conseguindo o tranquilizantes, voltaria mais confiante num sentimento de retaliação. Com um sorriso sarcástico no rosto, estaria armado como uma cobra pronta para dar o bote, atacaria na primeira brecha limpa.

Esquivaria caso sofresse uma investida, e tentaria golpear os animais na nuca para desnortearem. Faria ataques como se empunhasse uma foice caso arranjasse outro bastão.

Se atingido novamente, tentaria ganhar tempo rolando para trás na tentativa de que o espadachim impetuoso tivesse a chance de liquidar o animal.
---
Estaria mais atento, então todo o caminho acompanhando Lance estaria acionando seu olfato.

Ao menos estaria farejando o fedor do medo.

E do pecado.
Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptySex 28 Jul - 21:07

Avareza - A Ganância que Mata

Após se levantar, Hiroki se desculpou com o grupo e com Elenya, e tomando rédeas da situação pediu para Eins ir ajudar Lance enquanto ele distraía o Urso. O que ele não sabia é que nesse momento, Lance quase teve um infarto e estava xingando a família do monge até a decima geração dela. “Que diabos? Esse desgraçado não cansa de tentar me fod... é por isso que eu não gostei dele desde o inicio!”

De fato o grito do monge ia atrapalhar suas ações. Caçador experiente de animais, ele já tinha montado as duas armadilhas no chão, e usava um tipo de folha para espalhar um líquido na ponta de sua lança. Usando a mochila como bloqueio para vista de Eins que estava vindo em sua direção, ele rapidamente jogou um pouco de água sobre a lâmina do seu facão (aquele que ele tava abrindo caminho antes). Por que? Simples.

Eins ao ouvir o grito de Hiroki também xingou o homem tatuado o tanto quanto pode e caminhando em direção a Lance ele procurava por algum galho que pudesse fazer de bastão, ou que ao menos pudesse usar para acertar o urso. No entanto por estarem em uma clareira, aquela tarefa não era fácil. Lance ao ver o cajado do profeta quebrado, e como ele procurava algo ao seu redor, logo juntou 2 com 2 e viu que dava 4.

Assim, pensando rápido ele jogou a água sobre sua espada e a arremessou maliciosamente no ancião enquanto gritava – Aqui! Pegue meu facão! Cuidado para não tocar na lâmina! Está cheia de paralisante! – Sua intenção era ferir o velho, mas infelizmente sua mira não era das melhores e a arma caiu um pouco atrás de Eins, que teve que se virar para pega-la. Ao ver que não acertou seu alvo ele continuou a gritar tentando disfarçar a frustração na sua voz – Vocês têm que atrair os ursos para cá anjo!!

A aposta de Lance era arriscada. Ao falhar em ferir o profeta, deu-lhe uma arma ao invés. Mas o facão após um dia de uso constante em galhos já estava praticamente cego. E em sua lança havia paralisantes em dose mais que suficiente para parar um urso, quem dirá um humano. Fora que o velho poderia nem notar nada de errado até que fosse tarde demais. Valia a pena apostar de tal forma.

Antes mesmo que acabasse de gritar para o ancião, o Guia já se pôs em ação, com lança em punhos, olhos vermelhos de ganancia e um brilho maléfico, ele disparou mirando em seu alvo, aquele que ele considerava mais perigoso. Erza. Ela era a única do grupo que podia atacar a distância, e até o momento não tinha dado ponto sem nó. Enquanto os outros cansassem as feras, e se ferissem junto delas, ele iria começar eliminando ela.

O que ele não sabia é que Eins estava o tempo todo usando seu olfato extremamente aguçado, e sentia claramente o cheiro diferente do paralisante que Lance passara em sua lança. No entanto, tal cheiro não estava presente no facão. Sempre com um pedaço de sua atenção voltada ao Guia, ele viu claramente quando o homem saiu em disparada na direção de Erza, que por sua vez já havia acabado de recarregar e tinha disparado três vezes no urso macho (já que não podia mirar direito na femea).

Foi nesse momento que ele ouviu um grito intenso de dor – AHHHHHHHRGHHH!! – sendo emitido por Froid. A ursa havia conseguido morder a parte superior de um dos braços do rapaz e estava balançando a cabeça freneticamente, como se quisesse arranca-lo do lugar.

Parece que o profeta tinha um dura decisão a fazer pela frente. Nem todos podem ser salvos. Ou podem?

Enquanto isso Hiroki havia mandado Elenya ajuda-lo a tirar os outros de perto dos tranquilizantes, mas a menina não havia entendido direito o que ele quis dizer, e achou que ele estava falando dos filhotes. Mas isso não fazia sentido! E assim ficou ainda mais confusa enquanto olhava para onde os filhotes haviam se reunido, em um arbusto próximo, como se quisessem se esconder.

Hiroki nesse momento correu em direção ao urso e fez um ataque sensacional enquanto se desviava de uma patada dele, fazendo um rasgo na lateral de seus lindos pelos. Nesse momento três BANGS foram ouvidos e dois disparos atingiram o animal, o terceiro tendo errado o alvo. Irado de dor, o Urso usou sua vantagem de tamanho para “trombar” em Hiroki e faze-lo cair, enquanto se preparava para atacar pela segunda vez, Elenya vendo a situação do monge que estava prestes a ser atingido em cheio veio gritando – KYAAAAAA!! – com a espada erguida e atingiu o urso na sua parte traseira, fazendo com que o animal se voltasse para ela tentando morde-la, sem sucesso. Assim ele deu uma investida e lançou a menina por terra também se preparando para ataca-la.

Enquanto estava caído, Hiroki poderia ver tudo que se passava quase como se estivesse em câmera lenda. Elenya caída com o urso prestes a ataca-la, o velho com o facão, Lance investindo contra as costas de Erza que tentava mirar no urso, e Froid tendo seu braço preso nas mandíbulas do animal enquanto tentava pegar seu machado caído com a mão livre. Em algum momento a neve começara a cair, pintando a cena que antes era verde de branco e vermelho (sangue), o céu se tornava cada vez mais escuro com o sol que descia pela linha do horizonte.

Enquanto a sensação era de estar vendo em câmera lenta, a realidade é que tudo estava acontecendo rápido demais.


Long

O Mink se encontrava em uma péssima situação, mas isso não permitiu que ele se desesperasse. Não. Saindo do caminho aberto, ele se embrenhou na mata e tentou se aproximar do arqueiro. No entanto o homem podia ver claramente a movimentação da mata e se afastava do Mink quando esse tentava se aproximar. O problema é que não conseguia dar um tiro certeiro no homenzarrão devido a mesma mata que o “informava” de seu paradeiro.

Long no entanto decidiu arremessar coisas que fossem possíveis no homem. Primeiro um galho mais grosso, depis um mais fino, por fim até mesmo uma pedra. No entanto a distancia e a mesma vegetação que lhe protegiam, faziam o mesmo pelo arqueiro.

Vendo que o céu estava cada vez mais escuro e que aquilo não estava chegando a lugar nenhum, possivelmente até mesmo o atrasando e prejudicando, Stuart grunhiu baixinho em insatisfação – Sortudo! – enquanto pulava para a mata na direção oposta de Long e saía daquele lugar, voltando a se envolver em sombras.

Nesse momento o Mink ouviu mais três disparos ecoando pelas matas, e ficou claro que se seguisse o caminho que estava antes, chegaria a sua origem. Por outro lado ele não sabia se o inimigo havia desistido e ido embora, ou se estava apenas a espreita, esperando a chance perfeita. No fim das contas ele havia ganhado uma flecha em troca de um arranhão na lateral do corpo e um belo de um corte profundo em seu braço. Mas havia conseguido evitar aquele encontro com a morte.

Dano::
 
Off::
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptySeg 31 Jul - 19:51



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O facão tinha cortado o céu e caído ao seu lado. Ora, mas o que estaria aquele guia pensando?

Havia falhando em arrumar outro bastão, portanto teve que se contentar com aquela precária arma.

"Ué tinha certeza que isso era um facão...parece mais um porrete de metal"

Enquanto analisava a ferramenta que acabara de pegar, sentiu aquele cheiro peculiar.

---SNIF,SNIF---

"Deve ser o paralisante,huh. Mas deveria estar vindo daq--"

Quando se desse conta apenas teria tempo para ver Lance disparando em direção a Erza. Teria sido o suficiente para o ancião entender o que estava se passando ali.

-AHHHHHHHRGHHH!! –

Como se não bastasse ao se virar em direção ao grito, encontraria Froid tendo o braço atacado pela imensa ursa.

Algumas gotículas de suor começariam a brotar. Era a adrenalina surgindo. Era bom o divino agir para resolver mais aquela situação. Para o profeta, Lance estava claramente possuído.

"O demônio da ganância tem varias faces mas claramente a vaidade é a que ele mais usa...heh!"

Em uma prece silenciosa a seu deus, Eins inspiraria profundamente e gritaria à plenos pulmões num ar de desafio:

-HEEY LANCE!! ACHO QUE ESSA URSA QUE O GAROTO FISGOU DEVE VALER UMA GRANA NÉ? PENA QUE NÃO VAI DAR PRA VOCÊ CAPTURAR...

O Velho forçaria os olhos por uns instantes esperando a iniciativa do guia traidor em não deixar aquela pilha de dinheiro ambulante escapar.

---

Caso o Infiltrado resolvesse agir de encontro ao animal que se atracara com Froid, o ancião apenas acompanharia; mas daria um jeito antes de chamar a atenção de Erza para que ela o seguisse.

Uma vez em batalha, o Velho controlaria a distância; e mesmo sabendo que sua arma não valeria de muito naquela situação, contava mais com a lança do ganancioso.

Uma vez que ele conseguisse realizar um ataque bem sucedido no animal, o ermitão tentaria salvar Froid das presas do animal.

Se não desse de primeira tentaria cegar a ursa com o reflexo do facão. Golpearia só em último caso para facilitar sua esquiva, ou seja, bateria saindo de um possível ataque.
---

Assim que possível iria auxiliar o garoto caso estivesse muito ferido ou incapacitado de se mover. Dessa vez não rezaria, chamaria por Elenya.
---

Ao fim das ações de Lance, o celestial se dirigiria a Erza.

-AGORA SERVA FIEL!!

Exclamaria em uma pose com seus dois dedos apontados ao céu. Era o sinal para que a mulher de preto atirasse nas mãos do guia.

-DEVIDO A SUA TENTATIVA DE TRAIÇÃO EU COS SENTENCIO ÀS CHAGAS DE REDENÇÃO!! ELA VOS LEMBRARÁ QUE O DESEJO INDISCRIMINADO POR POSSES O LEVARÁ À PERDIÇÃO NAS MÃOS DO MALIGNO!!!

Seguiria então fazendo um pequeno ritual de exorcismo, contando que Erza e Froid o acompanhassem.
---
Voltando ao encontro do espadachim e os demais, possivelmente amarraria o guia e explicaria o ocorrido.

-Se alguém tinha dúvida de um traidor entre nós, eis a prova! Passamos por provações irmãos mas o plano do céus para nós é deveras grandioso!!

Conduziria Lance com um laço agora, sua lança teria servido de cabo para o cajado do profeta devido seu estilo de luta.
---

No entanto se Lance não desse atenção à tentativa de Eins de mexer com seu ego, o velhote gritaria.

-EEERZAAAAA!!! TIRE A LANÇA DESSE TRAIDOOR!!

Agora apenas rezaria por um tempo de reação preciso da donzela.

Uma vez solucionado a ameaça contra sua serva fiel, tentaria distrair a ursa tacando-lhe o facão somente para abrir a brecha necessária pra Froid fugir.

Se Erza fosse atingida Einsiedler ficaria furioso, chegando a babar.

-MALDITOO!! HEY FROID DEVO AJUDAR ERZA, TENHA FÉ E UMA BOA DEDADA NO OLHO DEVE RESOLVER!!

Correria desajeitado contra Lance. Uma vez perto tentaria agachar para esquivar de golpes primários do guia traíra, e tentando chegar perto de Erza caída. Tentaria arrumar um tiro limpo para a moça.
---

Em qualquer uma das situações de batalha caso sofresse tentativas de ataque, esquivaria com um passo para o lado deixando sempre o facão à mostra.

Se fosse atingido, tentaria dissipar um pouco o impacto simulando uma queda para trás.
Se ateria a ficar longe das presas e da ponta da lança com paralisante.

Quando houvesse brecha golpearia com o lado ou cabo da arma já que se assemelharia ao seu estilo de lutar.

Em situações previsíveis de investida ou que estivesse caído no chão após ser atingido, usaria o facão como pá e cavaria um pouco de terra, lançando ao ar quando o inimigo estivesse perto para que pudesse cegar e tivesse tempo de fugir.
---

Acreditava que enquanto profeta tinha sido enviado para se livrar dos pecados.

Porém os manipular parece uma ideia melhor.

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 6 EmptyTer 1 Ago - 0:55





Seu golpe era efetivo, embora fosse arremessado logo depois. Sentia as dores não só daquele combate, mas o cansaço crescente vindo do veneno anteriormente obtido contra sua vontade. Parecia agora que as coisas andavam em câmera lenta e, por alguns segundos, desconfiou da sua própria integridade física.

Se perdeu por uma fração de segundos nos próprios pensamentos. Sua visão estava afiada, entretanto fitava agora o mais absoluto infinita, sem nenhum foco específico.

"Estamos perdendo muito poder de combate antes mesmo de encontrar nosso alvo. E aquele Lance...ele não está do nosso lado. Ele precisa ser parado antes das feras..."

Pensava agora em tudo que acontecera até o momento.

"Eu sei lá se isso que me picou é mortal...é melhor fazer um bom trabalho enquanto posso me mover. E salvar as moças e o velhote...eu os coloquei na situação que se encontram agora..."

Com um "estalo" dos lábios, anunciava sua frustração e se levantava. Sua intenção nunca foi matar o bicho, mas talvez fosse melhor feri-lo o suficiente para não causar mais ferimentos.

Daria um soco no próprio peito, como se dissesse para si "eu vou lidar com isso". E daria outro berro ainda maior que o anterior, liberando todo ar acumulado em seus pulmões junto com um grande pisão de impulso da perna esquerda. Saltaria por cima do bicho, quem sabe usando o próprio de apoio caso necessário. De cima, começaria o seu ataque mais concentrado: pirando nos enormes braços do monstro, mais especificamente na altura dos ombros, desceria girando o corpo (ainda usando do salto, caso possível) para ganhar força gravitacional para um corte mais fundo no membro do animal, novamente não queria matá-lo, mas teria que interromper o avanço da fera.

Forçaria a lâmina por todo o tosto e, caso tivesse sucesso no primeiro momento, deslizaria até a altura da perna oposta ao ombro atingido. Lá daria seu último golpe da sequência: giraria o corpo mais uma vez e, com a lâmina na horizontal, acertar as "costas" do joelho da criatura (qualquer joelho), de modo á limitar suas ações. Durante toda sua "dança" usaria os pés, mãos e corpo para manter a precisão dos golpes.

Sabia no entanto que, logo precisaria se proteger, e o faria da forma mais "econômica" possível: se jogaria para o lado, usando um rolamento. Tentaria novamente se posicionar atrás do monstro, usando da ideia de um ponto cego. Se jogaria mesmo que não fosse atacado: queria sair do campo de visão do paizão. E defender naquelas condições era pedir para ser ferido mortalmente.

Suava frio, mas exibia um sorriso....adorava a ideia de morrer combatendo: como um animal selvagem, era possível ver que estava ofegante, suando e até mesmo com dores, mas o sorriso era tão honesto que parecia loucura.

Hiroki: -....heh....mais vivo...impossível...

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