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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O velho e o viajante

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MensagemAssunto: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyDom 14 Maio 2017, 21:30

Relembrando a primeira mensagem :

O velho e o viajante

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Einsiedler e Hiroki. A qual não possui narrador definido.


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Einsiedler
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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptySab 17 Jun 2017, 02:14



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O velho celestial ficara decepcionado com a reação da linda e jovem moça de cabelos azuis. De certa forma não esperava que realmente conseguisse entender o dever de um "homem".
Pelo menos o almoço amenizaria um pouco as coisas, dando uma trégua parcial em seu mal-humor.

"Humpf, já não era sem tempo."

Acompanhou o jovem aprontar seus últimos preparativos´, deixando a ordem para a irmã de esperar por sua tia que deveria chegar. Estranhou esse não se despedir do pai e não deixar nada escrito.

Não restou muito para Eins,a não ser voltar a peregrinar. Agora finalmente tinha uma "ovelha" para cuidar.

Em certo momento enquanto andavam o garoto indagou:

– Obrigado por ter me apoiado lá. Eles não entendem que eu preciso fazer isso tanto quanto meu irmão precisou ir atrás dos que mataram a nossa mãe. –-
[...]--Você é realmente um anjo que o Criador enviou para me ajudar?


-Ora M-mas é cl...

PAAK!!

-Mas o qu-- GAROTO...HEY GAROTO!!
--HUC--


O ancião analisaria toda sua volta e só então daria conta da tentativa de assalto em andamento. Não tinha grandes posses consigo, mas seu bem maior era a vida que estava responsável.

-HEY NEGÃO, SAI DE CIMA DO MEU CAMARADA!

– É melhor vocês deixarem todos os seus pertences aqui se não quiserem ser furados hehehe.


O profeta tomado de surpresa por aquela situação, começaria a sofrer de ansiedade. Buscava forças espirituais no fundo para enfrentar a situação.

-MEU CORPO É UM TEMPLO, JAMAIS CONSEGUIRÃO ALGO COMIGO!!
--HEH--


Após a frase de ameaçaça, adotaria uma postura mais séria empunhando o bastão segurando na ponta como se fosse uma imensa espada.

"Vamos seus malditos, podem vir!!"

Se a intimidação inicial não funcionasse e tivesse um ataque de oportunidade surgindo com o homem das adagas, o heremita esquivaria pela diagonal, golpeando com seu cajado de cima para baixo na altura dos antebraços do agressor na intenção de inutilizar a ameaça.
Conforme a reação do agressor continuasse hostil, o golpearia na nuca para desmaia-lo.

---

Se fosse atingido de supresa ou de raspão, soltaria um grunhido rouco.


--GRUMPF--

Apertaria seu bastão com força, e evocaria ajuda do criador uma vez mais para salvar o seu arauto daquela situação embaraçosa.


-Ó CÉUS ME DÊ FORÇAS PARA PUNIR O MAL QUE NOS ATINGE NO MOMENTO PRESENTE. ESTOU EM MISSÃO DE AJUDAR UMA ALMA QUE SOFRE, POR FAVOR OPERE EM MIM COMO INSTRUMENTO DE SALVAÇÃO!!

Depois das preces, tentaria se recompor e dotado de destreza com seu cajado, o manusearia passando pelo seu corpo. Fecharia assim os quadrantes para não ser atacado novamente.

---

Em certo momento tentaria, caso surgisse uma brecha, criar uma distração com seu cajado. Arrastaria-o e o levantaria num golpe de baixo para cima. Isso faria com que poeira fosse levantada e cegasse seus agressores.
Uma vez comprometida a visão, aproveitaria para golpear com golpes de seu estilo, as juntas do joelho, quadril e tornozelo num movimento que parecia que estivesse varrendo sua casa. Esses golpes fariam com que o inimigo ficasse incapacitado.

---

Uma vez neutralizando o inimigo ou ele se rendendo, correria para acudir o garoto tentando reanimá-lo. E após faria uma fala moralista:


-Espero que vocês entendam que o crime não compensa. O criador ama os justos e puros de coração. Cabe a mim punir os pecadores e todos aqueles que se desviam do caminho...

---

Se não conseguisse ir muito longe no seu plano de resistência e derrota do adversário, tentaria a todo custo reanimar o musculoso garoto para que ele o ajudasse naquela luta iminente.
Começaria atacando o homem escuro com o seu cajado fazendo um movimento horizontal e semi-circular. Froid se recompondo, começaria a fazer sinal com as mão e orar enquanto procurava uma brecha perfeita para revidar o ataque.


"Porque novas provações continuam sempre chegando em mim huh?"

---

Estaria sempre alerta para novos ataques surpresas. Após a resolução do conflito, retomaria a estrada com o filho do ferreiro. Checaria seus ferimentos também, já que se preocuparia de logo entrarem na floresta.

Questionaria alguns momentos também se o Criador o ouvia. Sua única certeza era que certamente o estaria observando de longe.

Considerações:
 

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Wild Ragnar
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Wild Ragnar

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptySeg 19 Jun 2017, 01:14


Hiroki

Lance parecia estar decepcionado com a falta de ação do homem tatuado. Mas não iniciaria uma briga física já que estava sendo pago para guia-los pelas matas, não para mata-los. Ainda assim, perante os comentários impertinentes do rapaz, ele achou uma brecha para poder provoca-lo ainda mais e tentar fazê-lo se sentir inferior, o que na opinião de Lance, ele realmente era.

- Eu quero só ver o quanto disso é conversa, e o quanto é realmente atitude. Vamos logo, sim?

- Calma rapaz, para que a pressa? Estou só esperando um conhecido que resolveu se juntar a vocês idiotas nessa caçada hahaha!

- Essa espera me tortura, quero ver se você só late ou realmente faz algo...

- Se Vossa Senhoria está tão apressado, pode seguir na frente. Na realidade fui pago para servir de guia para aqueles que assim o desejarem. Existem alguns caçadores de verdade, competentes, que foram sozinhos. Respondeu o homem de forma sarcástica e debochada.

- Elenya certo? ...depois continuamos nosso sparring...agora é melhor checar os arredores...

- Posso notar que ao contrário das damas, Vossa Senhoria não trouxe mantimentos, barraca, nem possui instrumentos para caça. Aposto que não vai precisar de mim para te ajudar com nada disso no caminho, certo? Haha! – Completou o homem com uma voz ainda mais debochada ao notar o monge se afastando com a garota. Porem para sua surpresa e frustração, o vento trouxe algumas palavras ditas baixinho por Elenya a Hiroki.

- Não se preocupe, se você permanecer do meu lado tudo vai dar certo! Gigigigi! – O sorriso da menina era de alguma forma ao mesmo tempo inocente e levado, completamente encantador, enquanto olhava para o monge de guerra. Nenhum traço da dessatisfação e raiva que apareceram anteriormente em seu rosto para serem encontrados.

Enquanto eles caminhavam alguns passos dentro da floresta para checar os arredores, ficaram surpresos ao ver um homem ferido puxando de forma cambaleante uma maca improvisada com outra pessoa deitada em cima dela. Ambos estavam vestidos de forma comum e aparentemente desarmados, apesar de estarem praticamente cobertos de sangue.


Einsiedler

O tom de ameaça de Eins não funcionou contra o homem loiro, que por sua vez avançou contra o profeta tentando esfaqueá-lo. Para sua surpresa o velho era mais ágil do que aparentava, e ao se esquivar pela diagonal aproveitou para usar seu cajado e golpear a mão do ladrãozinho, fazendo com que ele soltasse uma de suas adagas.

Sem desistir, o loiro tentou mais uma vez, mas seus movimentos faltavam a fluidez necessária para transformar o ataque mal sucedido em um bem sucedido, e por conta disso levou um golpe na lateral do pescoço que o levou ao chão. Para seu azar, aquele velho maltrapilho não havia acabado, e o cobriu de golpes que o fez desmaiar.

Por sua vez, Froid não desmaiara, apesar do golpe que levara na cabeça, e apenas ficara desnorteado. No entanto ter um brutamontes em cima do seu corpo fez com que o garoto tentasse de forma instintiva se livrar daquilo. Sem poder buscar seu machado que estava preso em suas costas, o rapaz tentou primeiro estapear e afastar o adversário, mas sem muito sucesso. Em seu desespero tentou achar uma pedra ou objeto com que pudesse bater na cabeça do homem. E foi nesse momento que sua mão pegou a adaga caída do homem loiro.

O resultado não é difícil de imaginar, o negão morrera com uma adaga enfiada pela lateral do seu pescoço, esguichando sangue sobre o rapaz. A morte não foi rápida nem bonita. O homem tentou se agarrar aos últimos resquícios de vida com todas as suas forças. Mas de nada adiantou. Morreu.

Saindo de baixo do corpo, o menino com corpo de homem estava empapado de sangue e parecia estupefato, sem acreditar no que havia acontecido, dizendo baixinho – Eu o matei, eu o matei, ele está morto! Eu não queria! Eu não... – Enquanto olhava para Eins como se buscasse nele alguém que o livrasse e socorresse daquilo que estava acontecendo, ou quem sabe, sentindo.

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyTer 20 Jun 2017, 22:50



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O velho tinha ficado apreensivo com a investida do loiro. Ao primeiro momento conseguiu desarmar o agressor, mas perante sua insistencia agressiva teve que desferir mais golpes para aniquilar a ameaça.

Fizera um sinal religioso, como se benzesse.

"Fuuu, acredito que isso me dará uma dor nas costas..."

Se apoiando no cajado e se recompondo da adrenalina, apenas teve tempo de olhar o garoto assassinando o homem moreno. O ancião ficaria perplexo com aquela cena, agora toda em vermelho.

-– Eu o matei, eu o matei, ele está morto! Eu não queria! Eu não... –

O profeta olharia com uma expressão de incredualidade, tendo sua pálpebra esquerda tepridando levemente.

-M-mas o qu...gaaaah--
--TSC--


"Tão jovem e já maculado..."

Eins demoraria até esboçar uma ação concreta de acolher o pobre rapaz. Mesmo que por acidente, a retirada da vida daquele agressor era algo que o incomodava.
Com uma expressão de pesar concede uns tapinhas nas costas do rapaz musculoso.

--HUNC--
-Certas coisas somos impossibilitados de prever garoto. Acredito que esse não era o plano inicial do Criador mas tudo que nos resta agora será dar um fim digno para esse pobre coitado...


O Celestial procuraria arrumar aquela bagunça. Tinham passado de vitimas para culpados, aquela situação tenderia a piorar.
Olhando fixamente para o garoto, levantaria seu dedo gasto e enrrugado para que este prestasse atenção:

-Não temos muito, temos que tentar sair daqui. Vou começar os preparativos para o ritual de desencarnação, dar um final digno ao menos. Você aí, fique de vigia para ver se nenhum intrometido apareça...
[...]Quoniam inebriatus est demessa...
--AHUUM--


O enviado dos céus terminaria o ritual atraves de mantras e gestos. Ao final pediria ajuda ao rapaz para levar o corpo consigo e enterrar na floresta.

No entanto se aparecesse algum desavisado ou alguém que tentasse incriminar os dois, o velho interromperia as rezas e cairia de joelhos berrando:

-Ó PAI DE TODOS PORQUE LEVASTE ESSE POBRE MORENO CONSIGO TÃO CEDO?! O QUE HÁ DE TER FEITO PARA ESSE MALIGNO LOIRO NOS ATACAR TÃO REPENTINAMENTE?
UM HERÓI POIS SIM! RECEBA-O COM TODA SUA COMPAIXÃO--
--AHUUM--


Ficaria na esperança da situação ter sido contornada. Pediria ajuda para poder enterrar aquele corpo ou acionar familiares que se interessassem em despedir e assumiras obrigações para com o parente.
Uma vez isento de suas obrigações, se despediria falando:

-Bem pessoal como servo divino devo dar segmento à minha peregrinação. Ó céus, gostaria de não ter presenciado tudo isso mas creio que isso tenha sido uma lição de um mártir para todos nós: NUNCA ENFRAQUEÇAM NA FÉ E NO QUE É CERTO!
--AHEM--
-Vamos garoto que a caminhada é longa e árdua...heh!


Dito isso seguiriam com o plano inicial de se encontrar com Lance na floresta. Evitaria de comentar sobre o assunto, então seguiria andando em silêncio apenas aproveitando a paisagem.

---

Caso não conseguissem deixar o local do crime por indagações sobre o estado da dupla, ou desconfiassem da versão do profeta ele apenas tentaria evitar confronto.

-Não há necessidade disso pessoal, vocês tem coragem de dúvidar de um enviado celestial?
--CAHAM--
-Estou em vias de me tornar Santo, por via nenhuma haveria de cometer uma atrocidades dessas! Ó SENHOR PERDOAI PORQUE NÃO SABEM O QUE FALAM!


"PORFAVORMEPERDOAÓTODOPODEROSOCRIADOR!!!"

---

Tomaria cuidado para não deixar o jovem rapaz musculoso não acabar entregando a situação caso esboçasse uma expressão de culpa ou outra reação de que denunciassem a farsa.
Caso não conseguisse conte-lo, apenas bateria com o cajado de leve na testa do garoto e falaria em alto e bom tom em uma forma de atuação.

-NÃO FIQUE ASSIM MEU NOBRE AMIGO FROID! A PERVERSIDADE MUNDANA É ISSO AÍ, POR ISSO PRECISA SER FORTE PARA SE RECOMPOR E ENFRENTARMOS OS MALIGNOS SOLTOS PELO MUNDO!
O GRANDE ARQUITETO ESTARÁ CONOSCO NESSA. ESTÁ TUDO BEM RAPAZ...ESTÁ TUDO BEM!
--SIGH--


---

As provações do profeta ainda não tinham terminado. Porém esperava que aquele homem servisse de sacrificio para redenção de seus pecados.

histórico:
 
Objetivos:
 


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"I'M GETTING WAY TOO OLD FOR THIS CRAP."

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyQua 21 Jun 2017, 00:34



Tinha sua resposta rapidamente atingida. Mas não como queria: recebia provocação e uma ofensa sutilmente disfarçada de resposta profissional. Sua reação era um sorriso amarelado: era visível que mordia o lábio e fechava o punho em fúria contida. No entanto ficava quieto fitando-o por alguns segundos.

Respirava fundo ao ouvir a última provocação dele e entendia: uma humilhação daquela não era desnecessária para o ex-monge...

"Eu...bem ele está certo..."

Agora observava e ouvia com calma a moça. E sorria mais gentilmente para a moça E o guia. Guardava a espada nesse momento e fechava os olhos, em clara contemplação da situação. Talvez apenas em um momento como este parecia ser um monge, com uma expressão serena e um sorriso delicado.


Hiroki: - Ele tem razão...eu sou bem inexperiente...eu nem sei se aceitaria ser um caçador...estou nessa por uma...dívida...

Sentia a verdade lhe cair como um copo de veneno potente, e apenas em admitir isso tinha se sentido melhor agora, sabendo que ao confrontar o guia nada mudaria. Caminhava agora mais sereno e observava tudo ao lado de Elenya, parecia ter uma boa sintonia de ideias com a moça, por isso tentaria ao menos garantir que não estava em uma armadilha.

Não escondia o descontamento, apenas lidava melhor com ele, até que viu os homens aparentemente feridos. Aí seus olhos se arregalaram e novamente desembainharia a espada: não era idiota, e pensava logo na probabilidade de uma tocaia.

Se posicionava perto do resto da equipe, oposto ao guia, tentaria fortemente lembrar dos rostos nos panfletos distribuídos no recrutamento. Se fosse os alvos, atacaria sem pensar muito com um golpe amplo de espada na horizontal.

Caso não fosse aquelas pessoas, logo ofereceria ajuda:

Hiroki: - Estamos indo atrás do dueto confusão... pode nos dar direções ou ideias? Qualquer coisa vale!

Seria cauteloso agora: qualquer gracinha queria estar preparado: já tinha estourado sua cota de derrotas para aquele dia. Fossem de combates ou mentais. Estaria pronto para se defender, fosse fisicamente ou em respostas. Seu objetivo não tinha sido modificado ainda.

Se manteria perto do grupo.

Resumo:
 
Objetivos:
 

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"Faço a minha sina
Finjo a minha sorte
Ao encontro do mais forte..."

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptySab 24 Jun 2017, 00:28

Einsiedler

Em uma situação daquelas muitas pessoas tentariam deixar o lugar o mais rápido possível de forma a não arriscarem serem vistas por outras pessoas. E bem, talvez saquear os corpos no caminho da fuga. Mas não Einsiedler. O velho profeta optou por fazer os ritos de passagem do homem que os havia os atacado previamente, mostrando assim seu bom coração.

Talvez o altíssimo realmente os estivesse protegendo e recompensando o velho, mas ninguém apareeu enquanto ele realizava o ritual. Ao seu lado, Froid parecia se acalmar levemente e prestava atenção nas ações do celestial. No entanto nenhuma benção seria suficiente para livrar o maltrapilho louco das consequências de suas próximas ações.

Einsiedler atualmente quis levar o corpo consigo. Se Froid estivesse em seu estado normal (mentalmente), mesmo com quatorze anos veria que essa era uma péssima ideia e e avisaria ao “anjo”, mas infelizmente ainda estava abalado de mais para pensar claramente.

Os dois carregaram o defunto por três quarteirões sem serem vistos, e de fato entraram em uma parte mais rural, o que demonstrava já estarem próximos da floresta e provavelmente do ponto de encontro. Nesse momento diversos camponeses magrelos que estavam voltando de seus almoços vieram em direção a dupla, e ao ver o corpo que ambos carregavam com certa dificuldade, primeiro se assustaram um pouco mas depois como se tivessem encontrado coragem no fato de que estavam em maior número, se aproximaram com seus ancinhos e foices.

- Parados aí! O que pensam que estão fazendo? - Disse um dos sete anões camponeses, um que carregava uma foice consigo. O que ele não esperaria era a cara de pau do velho que ao ouvir a pergunta se jogou ao chão ajoelhando exclamando enquanto largava o corpo.

-Ó PAI DE TODOS PORQUE LEVASTE ESSE POBRE MORENO CONSIGO TÃO CEDO?! O QUE HÁ DE TER FEITO PARA ESSE MALIGNO LOIRO NOS ATACAR TÃO REPENTINAMENTE?
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Até mesmo Froid pareceu ficar sem reação naquele momento olhando para o celestial com a boca aberta. Ele próprio estava coberto no sangue do falecido, e ambos estavam carregando um corpo. Quem diabos iria acreditar naquela história?!

- Quem você acha que está enganando velho? Vocês criminosos que não tem recompensa acham que podem agir como quiserem na ilha e cometerem vários crimes só porque não temos um quartel aqui? Advinha só? Aqui pertinho tem alguns deles e vocês vão em cana, cana eu digo!!

-Não há necessidade disso pessoal, vocês tem coragem de dúvidar de um enviado celestial?
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-Estou em vias de me tornar Santo, por via nenhuma haveria de cometer uma atrocidades dessas! Ó SENHOR PERDOAI PORQUE NÃO SABEM O QUE FALAM!


A unica resposta que obteve foi uma grande cacetada com a base da foice do homem fazendo-o tombar no chão e ver estrelas. Aquela havia sido a primeira vez no dia que Eins havia sofrido algum dano no dia.

- CALADO! Agora se mova e encare a maldita justiça que finalmente lhe alcançou!

Vendo seu anjo da guarda sendo tratado daquela forma, Froid puxou seu machado e soltou de vez o corpo que foi ao chão, mas ao ver os outros seis camponeses fecharem a cara e darem um passo a frente, ele não atacou.

- Agora vamos andando! Quero ver aqueles marinheiros imprestáveis fazerem o serviço deles ao menos uma vez na vida. - Aparentemente a marinha não era vista de forma positiva entre aqueles camponeses, mas o acampamento deles estava muito mais perto do que a casa dos Ant-Bullet.

Cercados, Eins e Froid foram forçados a carregar o corpo, e ao longe já podiam ver as barracas e uma certa movimentação no local. O lábio de Eins sangrava e um de seus dentes ameaçava saltar de sua boca devido a porrada que tomou anteriormente, já Froid tinha sido desarmado, seu machado sendo segurado por um dos camponeses. Estavam chegando no seu objetivo, apenas não da forma que esperavam.



Hiroki

O Tatuado demonstrava ter grande paciência ao receber os insultos sem responder, e um bom caráter ao ser capaz de admitir seus próprios defeitos. Ainda assim, ele parecia um gato escaldado, e ao ver os homens feridos e cansados se aproximando, sua paranoia foi maior que sua empatia, fazendo com que ele ao invés de ir ajuda-los retornasse para perto de Lance e da mulher de preto, mostrando ser um homem cauteloso.

Elenya no entanto agia de forma oposta, correndo em direção aos dois e oferecendo ajuda. Inicialmente Lance se alegrou ao ver o espadachim retornar sozinho, mas em seguida ao ver o homem que puxava a maca e reconhece-lo como um dos guias que foram contratados com ele, foi ajuda-los também, soltando mais uma ofensa para Hiroki bem baixinho enquanto passava ao lado dele – Bastardo…

O que o Monge de Guerra havia feito para ganhar tamanha inimizade de alguém que acabara de conhecer? Talvez nem o próprio Lance soubesse, talvez aquele ditado “o santo não bateu” fosse o motivo, e em um mundo onde o mais forte faz as regras, “não ter o santo batendo” com o de alguém é sempre uma situação arriscada.

Quando os quatro se aproximaram, Hiroki procurou saber notícias dos fugitivos, mas o que ouviu foi um balbuciar desesperado do homem que puxava a maca anteriormente (agora estava com Lance e Elenya) e parecia estar se lembrando de um pesadelo. - Mo-monstro! E-eles tem um-um gran-de monstro com eles!

Acompanhando o grupo até a barraca da medica, Hiroki ouviu Lance chamar o homem de Stuart, enquanto também pedia por mais informações, já Elenya se posicionara inconscientemente mais afastada do homem tatuado, e o brilho em seu olhar para ele havia reduzido consideravelmente. O medico da marinha impacientemente pedia por espaço e examinava os recém chegados.

- Sinto muito. Ele está morto. - Disse o doutor a respeito do homem que estava na maca. Aparentemente o esforço do guia Stuart havia sido em vão, e ao ouvir isso, a pancada mental parecia ter sido forte demais para o homem que começou a gritar de forma descontrolada enquanto se debatia.

- PARA NOSSAS MORTES! VOCÊS NOS ENVIARAM PARA NOSSAS MORTES! POR QUE FIZERAM ISSO? MALDITOS!

Se vendo forçado a injetar um calmante no homem para acalma-lo, o medico parecia preocupado, e o outro marine do local correu para tentar usar o den den mushi.

No fim, a mensagem que veio do outro lado deixou a todos abismados. Dos dez marinheiros que foram para a floresta apenas sete continuavam vivos, inclusive o capitão. Dos três grupos de caçadores que foram na frente, dois haviam sido dizimados, enquanto o terceiro havia conseguido se juntar aos marinheiros.

Aparentemente os dois fugitivos não estavam sozinhos, e junto deles uma pantera negra maior que o normal havia conseguido matar vários dos perseguidores, e não apenas isso, mas algumas outras pessoas haviam se juntado aos dois. Aparentemente havia uma célula revolucionaria escondida na ilha que fora prestar socorros aos colegas fugitivos!!

De repente aquela “missão” havia se tornado muito mais perigosa e brutal do que anteriormente parecia ser. O risco muito maior. Porem quão maior o risco, maior a recompensa. Foi nesse momento que Hiroki pode ver um novo grupo se aproximar de uma area rural próxima, pareciam ser camponeses mas entre eles havia um velho e um rapaz alto carregando um corpo, estranhamente eles pareciam estar cercados pelos camponeses.

Durante toda a comoção, a mulher de preto não havia se movido, continuando a esculpir seu pedaço de madeira como se nada daquilo tivesse algo haver com ela.

Observações:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyDom 25 Jun 2017, 22:26



O VELHO E O MAR VIAJANTE




De fato o caminho dos justos era difícil. O do profeta era pior ainda.

Gostaria de ter dado fim naquele corpo, mas infelizmente a sua sorte tinha feito com que se deparasse com mais uma provação.
Não houve atuação ou argumento que o salvasse de uma punição fisica dessa vez. Seus poucos dentes restantes estavam amolecidos enquanto seu lábio tinha se cortado, manchando sua barba de vinho.

- CALADO! Agora se mova e encare a maldita justiça que finalmente lhe alcançou!
-- Agora vamos andando! Quero ver aqueles marinheiros imprestáveis fazerem o serviço deles ao menos uma vez na vida.


Ainda zonzo, Eins começaria a ter alucinações mais intensas. A pancada na cabeça seria crucial para os flashes de memória do velho aflorarem. Mesmo que fossem só flashes sem sentido, seriam o suficiente para o ancião travar deixando de seguir aquele comboio.

Estaria com uma expressão estática com os olhos voltados para cima, enquanto balbuciava.

-B-BA GHURA UUUNK! Q-QUORA T-TAK...

Qualquer um que tentasse interagir com o celestial, apenas encontraria um idoso abobalhado, babando. Esse estado duraria uma porção de segundos, até que impreterivelmente Einsiedler tomaria a voz de novo com toda uma histeria vindo internamente.

-COMO OUSAM INFIÉIS TRATAR O REPRESENTANTE DO CRIADOR ASSIM?!! A JUSTIÇA QUE ME FOI DADA SÓ PODE SER JULGADA PELOS CÉUS!! TEMAM O PODER DIVINO, O GRANDE COSMO ME ABENÇOARÁ NA LUTA CONTRA PECADORES COMO VOCÊS!
INFELIZES AQUELES QUE INTERROMPERAM O CURSO DE ABSOLVIÇÃO!! DÊ ME FORÇA Ó PAI!!!
GWHAAAAAAAA!!


Totalmente sem jeito, o Eremita dispara girando seu cajado de forma descompassada. Parecendo uma grande hélice, aquele ser enrugado manobrava o bastão girando em várias direções, alternando o curso, o que lembraria um símbolo do infinito.
Acertaria aqueles que estivessem mais perto.

Dotado de um surto de insanidade, começaria a ver aqueles camponeses como vultos. Acreditava estar cercado por demônios.

Depois de ter acertado o primeiro adversário, procuraria se defender de ataques seguintes recuando no sentindo do inimigo que caiu. Correria e escorregaria com os dois pés na direção dos 5 restantes e bateria com o bastão num movimento de arco de baixo para cima.
A intenção seria vazar o bloqueio e ao mesmo tempo acertar os próximos atacantes. Continuaria recuando e golpeando quem o tentasse abordar dando pequenos golpes de cajado como se fosse um taco de bilhar alternando na altura da garganta, estômago e genitália.

Caso ficassem perto demais, tentaria golpear tornozelos e clavícula.

---

Uma vez que tivesse sido bem sucedido em sua destreza de derrotar seus captores, ajoelharia no centro daqueles corpos caídos e levantaria sua arma com as duas mãos em direção ao céu.

-POR SUAS MÃOS OBTIVE SUCESSO NA DERROTA DO MALIGNO! A VÓS OFEREÇO O RESULTADO E SACRIFÍCIO DESSA BATALHA. AHOOOY!

Após isso seria tomado por fraqueza e cairia deitado de lado. Ali ficaria até que alguém fosse verificar. O sangue de sua barba agora seco, reforçava ainda mais seus traços de sujeira.
Quem o viesse resgatar, Eins não falaria nada. Ficaria mudo à perguntas e apenas seguiria as instruções que lhe fossem dadas. Dessa vez não seria atuação, o velho de fato não lembraria do surto que tivera.

---

Mas se o resultado fosse uma surra daquela gente, o celestial assumiria uma postura de zumbi. Mesmo machucado, seguiria avançando sem se entregar em estado de topor. Pararia uma vez que desmaiasse.
Quando despertasse não lembraria de nada, e ficaria transtornado sem entender como estaria machucado.

"Visão escurecida...hum? Só pode ser obra de um espírito do mal, pois sim! Porque deixaste esse servo de guarda baixa, ò senhor? Assim não durarei muito para completar vossa obra...

Agora estaria mais sucetível à abordagens.

---

Para explicar sobre o garoto banhado de sangue e o cadáver negro o velho apenas apelaria:

-Somos os sacerdotes de uma divindade em serviço no mar azul.
--HUNC--
No entanto, o maligno enviou esse grupo para nos atacar, fazendo Eu e meu servo como reféns para seus próprios fins. Justiceiros covardes!!
Nosso amigo aqui não teve tanta sorte em resistir aos maus-tratos. Esse moreno merece um fim digno por mais questionável que tenha sido sua vida, todos merecem redenção perante o Criador.


Explicaria tudo em um tom pesaroso.

---

O arauto divino pregava por valores de salvação; mas estaria disposto a fazer qualquer coisa para concluir sua missão.

histórico:
 
Objetivos:
 



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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyTer 27 Jun 2017, 00:03





Guardava a espada por um segundo e abaixava a guarda. Percebia que se tratava de uma situação delicada e, já estava sendo bastante inconveniente naquela altura da missão. Segurava a espada embainhada nas costas,afinal não queria ser surpreendido. Sua guarda estava bem mais relaxada que anteriormente, mas demonstrava prontidão em sua postura enquanto todos falavam.

Se mostrou interessado em saber mais do "monstro" que viram, embora tenha permitido que a conversa se desenrolasse de maneira natural, sem interromper. Pensava o que poderia fazer e um velho hábito lhe tomou a reação:

Abaixou a cabeça e fez uma reverência rápida com sua mão livre: estava rezando pelos mortos. Nem mesmo saberia explicar o que estava pensando: era uma reação mecânica de um ex-monge que queria prestar condolências á vítimas, mesmo que as mesmas não fossem exatamente inocentes.

Hiroki: - ...

Ouvia todo o resto da conversa antes de se manifestar, e fazia isso de voz baixa, que progressivamente aumentava até ficar ligeiramente alta: era sua paciência dando espaço para a curiosidade e ao instinto de combate:

Hiroki: - Sinto muito por seus aliados, mas gostaria de saber mais...

Se virava para o rapaz que falava e acusava em desespero. Os olhos eram puros e calmos: estava tentando seu máximo para progredir em seu objetivo. Mas era possível ver nuances de nervosismo em sua aparência, afinal, não tinha costume de conversar tanto.

Hiroki: - Me conte tudo que aconteceu sim? Se atacaram juntos, se essa...fera atacou sozinha... Aonde estavam...

"Se mais pessoas se envolverão isso pode se tornar um problema, o derramamento de sangue pode ser inevitável..."

Perdido em suas próprias ideias, um instintivo sorriso de entusiasmo pelo desafio se formava em seu rosto.

Hiroki: - Precisaremos de estratégia para avançar, se os números aumentam não podemos simplesmente avançar...concordam?

Olhava com demasiada desconfiança de Lance e da moça que não parava de esculpir. Só então percebe outro grupo se aproximando, e com este grupo tinha um velho!

Hiroki: -Tsc...nem estamos no objetivo e a coisa só complica...

Começaria á deslizar sua espada para fora da bainha mais uma vez, até que tivesse as respostas que pedia e uma visão melhor do grupo. Mas desta vez grita:

Hiroki: - VOCÊS AÍ! SE IDENTIFIQUEM OU ESPEREM RETALIAÇÃO! CHEGA DE SURPRESAS HOJE!

Flexionaria um pouco as pernas, preparando um possível impulso de avanço ou esquiva, enquanto ainda removia a lâmina lentamente. Estava cansado de tanta falação: não sabia em quem poderia confiar, e isso só lhe deixava mais acuado: uma fera pronta para atacar caso necessário.

Hiroki: - Meninas...se preparem...

Hiroki: - Mais pessoas se envolvendo significa...mais rostos para nos preocuparmos...

Encarava o novo grupo com olhos de águia.

Resumo:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyTer 27 Jun 2017, 20:20

Einsiedler e Hiroki

Vendo que a situação estava se tronando mais complicada a cada momento que se passava, o monge de guerra procurou adquirir mais informações antes de analisar o que poderia ser feito.

- Me conte tudo que aconteceu sim? Se atacaram juntos, se essa...fera atacou sozinha... Aonde estavam...

Stuart estava deitado na cama da enfermaria improvisada, sua respiração era pesada e devido aos efeitos do remédio estava mais calmo, e apesar de ainda conseguir responder ao monge, isso não duraria muito tempo, logo pegaria no sono.

- Durante o dia de ontem os dois fugitivos usaram táticas de guerrilha, nos atacando e recuando com velocidade. Até aí nada fora do normal, e apesar de alguns ferimentos ninguém morreu. Quando entardeceu eles sumiram, e ao anoitecer nós paramos para acampar. Colocamos uma pessoa para fazer a vigia, trocando a cada duas horas para que todos pudessem descansar bastante. – Disse o homem com pesar e cansaço, fazendo uma breve pausa em sua história nesse momento, mas retomando a narrativa em seguida – Durante maior parte da noite eles não atacaram, ainda assim era difícil relaxar pois ouvíamos os sons de disparos sendo feitos a distância, no entanto ao menos sabíamos que não seriamos atacados novamente. Infelizmente estávamos errados. – Mais uma pausa para beber um copo de água que estava ao seu lado. – Eu estava dormindo quando a fera atacou. Acordei ouvindo gritos e alguns disparos, devido à luz da fogueira e do sol que estava prestes a nascer eu pude ver que a besta era imensa e negra, seus olhos vermelhos me fizeram congelar no lugar sem conseguir reagir enquanto assistia ela matar todo mundo. Por sorte o Sony, o Sony me ajudou a sair daquele estado e corremos. Infelizmente ele foi ferido nesse momento, sob, sob, sob (choro). – A narrativa do homem terminou com mais um acesso de choro que foi diminuindo até que Stuart caiu no sono.

Enquanto Elenya levara a mão a boca para cobrir seu espanto, Lance se encontrava branco que nem papel, obviamente cheio de medo. Hiroki no entanto conseguiu se manter calmo e já pensava em como enfrentar essa situação.

- Precisaremos de estratégia para avançar, se os números aumentam não podemos simplesmente avançar...concordam?

- Você louco? Ainda quer entrar naquela floresta? Não há dinheiro no mundo que me faça entrar lá hoje! Eu vou é dar o fora daqui! - Exclamou Lance que aparentava ter perdido toda sua coragem.

- Você recebeu seu dinheiro adiantado para servir de guia. A Marinha não aceita devoluções. Se não fizer aquilo que foi pago para fazer, vai ser considerado um criminoso e preso. Tem certeza que vai querer fugir? – Perguntou o marinheiro que havia usado o den den mushi enquanto colocava a mão em seu revolver e olhava com escarnio para Lance.

- Não, não, vocês não... – Dizia o homem loiro enquanto sua voz morria aos poucos e se consternava com o fato que não conseguiria fugir da sua tarefa.

- Talvez se nós formos em dois grupos, poderíamos dar suporte um para o outro se um for atacado... – Sugeriu Elenya.

Após uma troca de palavras enquanto tentavam fazer uma estratégia sem muito sucesso, o marinheiro havia notado a calma e prudência do homem tatuado e pretendia perguntar se ele tinha alguma ideia, no entanto Hiroki estava observando o outro grupo de nove pessoas se aproximando e logo gritava:

- VOCÊS AÍ! SE IDENTIFIQUEM OU ESPEREM RETALIAÇÃO! CHEGA DE SURPRESAS HOJE!

- CAPTURAMOS DOIS ASSASSINOS E ESTAMOS TRAZENDO ELES PARA OS MARINHEIROS! NÃO PRECISA SE PREOCUPAR AMIGO! – Veio a resposta logo em seguida.

- Meninas...se preparem... Mais pessoas se envolvendo significa...mais rostos para nos preocuparmos... – Dizia o espadachim para Elenya e a mulher de preto, no entanto só Elenya ouviu já que a mulher de preto não havia se movido da sua posição inicial e estava longe dele.

No entanto no instante que ele falou isso algo repentino aconteceu no grupo que se aproximava. O velho parou de andar e largou o corpo e por conta disso sofreu um cutucão. O que ninguém poderia prever era a reação daquele senhor de aparência imunda.


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Einsiedler gritava insanamente e furiosamente sobre os céus e justiça, o profeta demonstrou proeza com o seu cajado, transformando-o em uma arma e atacando de forma feroz seus captores. Giro pra lá, giro pra cá, tomados de surpresa, três deles foram atingidos gravemente sendo levados ao chão, mas o profeta tropeçou no corpo do homem moreno e se desequilibrou, abrindo sua guarda sem querer.

Aproveitando-se disso, o homem com a foice atacou de uma forma que seria fatal, mas Froid que havia soltado o corpo saltou sobre o camponês levando-o ao chão enquanto gritava.

- PAREM! VOCÊS NÃO ENTENDEM!! ELE É UM ANJO ENVIADO PELO CRIADOR!!! – Apesar de suas dúvidas e de achar o ancião muito estranho, nesse momento isso era a única coisa que podia gritar, era a única coisa que passara em sua cabeça.

Infelizmente os três camponeses restantes ignoraram suas palavras e começaram a atacar muito mal o pregador, que tentava se defender mas aos poucos acumulava golpes e danos até que caiu por terra. Vendo que o velho estava caído um dos camponeses tomado pela ira e pelo calor do momento pretendia continuar atacando Eins, quando um disparo aconteceu.

“BANG!!!”

Quem havia disparado, para surpresa de todos, não havia sido um dos marinheiros, mas sim a mulher de preto! Seu disparo havia sido para o alto, mas por ter sido feito em um momento perfeito, havia conseguido retornar os sentidos do camponês e faze-lo travar seu ataque. Agora de pé, a mulher de preto caminhava em direção ao resto do grupo (de hiroki) com o revolver utilizado já em seu coltre.

O que se seguiu era óbvio. Os dois marinheiros do lugar correram para resolver a situação trazendo todos de volta. Após ouvir a história de ambos os lados (camponeses e Froid que narrou fielmente tudo que aconteceu), os marinheiros mandaram os camponeses embora após esses se negarem a se juntar a “caçada” aos revolucionários. Claro que não citaram nenhum dos problemas que estavam acontecendo, mas isso não fez diferença de toda forma.

Vendo a mochila cheia de suprimentos que Froid levava, o marinheiro local acreditou na sua versão dos fatos, e por estar com um pepino nas mãos e falta de homens querendo se juntar a busca pelos revolucionários, não iria desperdiçar uma mão de obra assim, ainda mais quando percebeu uma bela oportunidade naquela situação.

- Você vai ser acusado por homicídio, mesmo que tenha sido acidental é claro. No entanto não precisa se desesperar. Vejo que vocês realmente pretendem caçar os revolucionários, então lhe farei uma proposta. Se vocês auxiliarem a apreensão\morte dos revolucionários, ou fizerem vocês mesmos, suas acusações serão retiradas. No entanto vocês não receberão qualquer recompensa sobre a cabeça deles. O que acha?

Após pensar um pouco, o menino que tinha corpo de homem grande mas não passava de um menino, aceitou com tristeza enquanto olhava para Eins – Tudo bem, nós aceitamos. Não é pelo dinheiro que eu vim de toda forma...

Enquanto isso Eins, que estava desacordado e teve suas prospectivas de ganhar uma grana com aquela situação retirada de si sem nem mesmo saber disso era tratado pelo médico e aos poucos despertava sem se lembrar o que tinha acontecido.

- Então senhor ferocidade, pode me dizer o que aconteceu ali. – Perguntou-lhe o médico em um tom de brincadeira já que já sabia de toda a história.

-Somos os sacerdotes de uma divindade em serviço no mar azul.
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No entanto, o maligno enviou esse grupo para nos atacar, fazendo Eu e meu servo como reféns para seus próprios fins. Justiceiros covardes!!
Nosso amigo aqui não teve tanta sorte em resistir aos maus-tratos. Esse moreno merece um fim digno por mais questionável que tenha sido sua vida, todos merecem redenção perante o Criador.


Aparentemente Eins não havia notado que os camponeses já tinham ido embora, mas com certeza notaria o silencio que se fez com suas palavras. Quem as ouvia deveria estar pensando que a história dele e do garoto estavam cheias de inconsistências, e de alguma forma o pobre Froid havia se tornado um... servo?

No entanto, antes que começassem a falar novamente e questionar o profeta, uma voz sem emoções surgiu retomando a conversa que ocorria mais cedo. De alguma forma ela havia escutado tudo a distancia.

- Qualquer um de nós, a não ser os dois marinheiros, pode ser um dos revolucionários, vocês sabem disso não é? – Disse a mulher que estava bem ao lado de Eins vestida toda de preto tendo revolveres com terços em sua cintura. Mesmo que ele não pudesse entender o significado disso, as palavras cairiam como uma bomba para aquele grupo ali reunido e de alguma forma tiraram todo o foco de si.

- Deixe-me ver suas asas. – Disse ela para o velho com uma voz tão fria quanto o mais intenso inverno.


Quem tivesse uma atenção maior aos detalhes, repararia que o pedaço de madeira que ela havia passado maior parte do tempo esculpindo estava pronto e tinha ficado em cima do tronco em que ela estava sentada. Era um anjo.


Off: Muitas falas, muitas cores, desculpem algum erro. Estrategia vai ter que ficar nas mãos de vocês players. Aconselho o Eins a postar depois do Hiroki para que o personagem comece a se situar melhor e tenha mais opções de interação!

Ah! Tenho prova na faculdade segunda e terça, entao entre sexta e segunda não estarei postando para vocês! Sendo assim, poderei postar na quinta e na terça. Depois normaliza.

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyQui 29 Jun 2017, 01:39



Coçava o queixo durante todo o diálogo do homem. Assim que o mesmo começava á "mostrar" que ia chorar, Hiro sorri e põe a mão gentilmente no ombro do recentemente traumatizado. Seu semblante e toque era delicado apesar da áspera palma, adquirida com treino árduo e sessões intermináveis de corpo e mente, sempre superando o limite do corpo.

Hiroki: - Obrigado, descanse guerreiro...eu vou querer ver isso com meus próprios olhos...

Não julgava Lance naquele momento, estava sério e concentrado como uma máquina e não deixava o sentimento aflorar visivelmente. Quando era questionado sobre prosseguir ele olhava para o guia com serenidade:

Hiroki: - Tempo é precioso, vidas podem estar em perigo. Você não precisa se envolver...só me mostre o caminho o mais próximo possível ok?

Ouvia o outro marinheiro praticamente ameaçando-o e decidia intervir, levantando a mão delicadamente em sinal de "pausa".

Hiroki: - Dividir não será efetivo, se estão atuando como guerrilha será mais fácil nos derrotar se estivermos separados. E não force o guia... deixe que ele escolha. Afinal não queremos ninguém jogando a vida fora á toa...

Pensava na situação: era bem capaz que precisasse matar alguém. Estaria pronto para isso? Preferia evitar ao máximo mas acreditava na lei da sobrevivência do mais forte. Talvez, naquela situação, ele escolhesse o que mais lhe fosse possível.

Só depois que a equipe que chegava se situava e anunciava suas ações que ele guarda a espada novamente, tirando a mão do cabo da mesma. Assistia o grupo se aproximar enquanto o velhote começava á fazer cena. Ficava perplexo:

Hiroki: - ...

Hiroki: - ...ei...

Hiroki: - ...existe alguém normal nesta ilha?

Hiroki: - ...sério mesmo...

Estava agora pensando na situação quase como cômico, no entanto respeitava a fervorosa fé e energia do senhor. Via então que o velho se debatia e logo caía no chão: que situação esquisita! Pensava em ajudar, e logo teria que ir para cima. Seja como fosse, alguém como um velho senil com certeza precisaria de ajuda.

Depois do disparo e toda a situação resolvida, se abaixava (aindase mantendo apoiado nos pés) perto do velhote, analisava e respeitava aquele espírito nobre e guerreiro, mesmo que suas ideias fossem desconexas. Observava com visível curiosidade, enquanto oferecia a mão para o mesmo se levantar e auxiliá-lo.

Se surpreendeu novamente ao ouvir a mulher falando, e que trabalho lindo que ela fazia! Tinha visto figuras assim em livros, mas talvez fosse a primeira vez que via ao vivo. A moça tinha um ponto: como provar que eram caçadores?

"Ela levantou uma boa questão..."

Tentando se explicar, deixaria as duas mãos visíveis para todos, levantadas perto do rosto.

Hiroki: - Eu estou aqui pelo dinheiro principalmente. Mas parece que temos mais um motivo...aparentemente o demônio despertou nesse local, e se não eliminarmos ele logo, vai crescer esse movimento de uma forma que não terá mais controle. É preciso cortar o mau agora.

Dizia olhando todos, não era líder nem de perto, mas não mentiria sobre seus pensamentos, aliás, outra sinceridade lhe vinha á boca:

Hiroki: - Eu vou caçá-los. Se eu trair esta missão, podem me matar. Eu faço isso por mim acima de tudo. Eu confio no velhote e na moça...Elenya... eu acredito em uma coisa que me faz sentir que posso confiar.

A determinação fulminava em seus olhos. Ele reconhecia o espírito de combate de alguns dos companheiros e respeitava isso. Mesmo que fosse um erro estaria preparado para aceitar sua intuição.

Resumo:
 
Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptySex 30 Jun 2017, 09:53



O VELHO E O MAR VIAJANTE




O Velho recobrara a consciência. Após algumas olhadas ao seu redor e algumas palavras trocadas com o médico do local, se encontraria intrigado pela razão do silêncio constrangedor e da forma que o fitavam.

"Ué, o que será que aconteceu? O que foi que disseram? Heh, realmente o mal se manifesta de diversas formas..."

-Qualquer um de nós, a não ser os dois marinheiros, pode ser um dos revolucionários, vocês sabem disso não é?-

Um frio correu por aquela espinha anciã. O profeta viraria quase que roboticamente até se deparar com aquela figura de preto.

Deixe-me ver suas asas.-

Prestes a sofrer um ataque de ansiedade, o profeta tremia e suava enquanto seus olhos percorriam até chegar na peça entalhada em madeira. Tinha sido descoberto!

-QUÊÊÊ?!
--HUNC--
-Mas como assim dona? Nós nem--mais essa agora...
COMO OUSA SUSPEITAR DE UM HOMEM SANCTO?!
--HUNF--


Por um instante tinha negligenciado que havia outros ali. Uma indagação daquelas só poderia ser para tirar a suspeita do velho. Este visivelmente mais atacado de seu mal humor, desceria de sua maca grunhindo.

-É ASSIM ENTÃO QUE VAI SER HEH?!--
--QUE O ESPÍRITO DIVINO PUNA A INCREDULIDADE DE VOCÊS ORA ESSA!!


Removeria novamente suas vestes deixando à mostra as asas enquanto mexeria levemente. Por estar nu os mais atentos perceberiam que o movimento das asas do velhote também o fazia contrair as nádegas.

-E você aí garotão, muito lindo o que você falou...heh!
--SNIF--
-Mas ao falar de demônios deixe que eu assumo daqui, já que confiastes em mim.


Agora depois de uma breve pausa, começaria a buscar sua roupa calmamente. Olharia para a moça de preto enquanto se vestia.

-Pronto? "Bem aventurados aqueles que creem sem olhar."
--SIGH--
-Já estou liberado? O senhor me chama, devo retornar ao mundo profano de caça e extermínio do mal. Mas antes me digam onde está o meu companheiro Froid sim?
--CAHAM--
Senhores? Senhorita?


Acenaria levemente com a cabeça na intenção de deixar aquele local. Não sabia o que tinha se passado é isso o incomodava profundamente.

Sua obrigação divina deveria esperar pois agora estava concentrado em ajudar o filho do ferreiro. E quem sabe a si próprio.

Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: O velho e o viajante   O velho e o viajante - Página 4 EmptyQua 05 Jul 2017, 03:21

Enquanto Hiroki se expunha sua convicção de caçar os revolucionários, alegando sua inocência e fazendo juras de morte, ele também expunha em quem confiava naquele grupo. Elenya, e o velho. Talvez as loucuras do homem tivessem convencido o monge de guerra.

Já Einsiedler se via em uma situação peculiar (pra variar) e tirava a parte superior de sua roupa para mostrar suas asas pequenas e amassadas devido a surra que havia tomado antes. Assim que suas asas viram a luz daquele dia nublado, um vento gelado que anunciava a chegada do inverno arrepiou todas as suas penas. A dona das pistolas envoltas por terços não se fez de rogada e estendeu a mão para toca-las, no entanto no momento que o fez, foi como se tivesse tomado um choque.

- Creio em Deus Pai Todo Poderoso! Óóó Criador, desculpe-me por minha incredulidade!! - Dizia a mulher vestida de preto, de forma a mostrar apenas a pele das mãos e do rosto. Nem mesmo o pescoço estava descoberto. Seus cabelos castanhos estavam amarrados um grande coque, provavelmente soltos seriam enormes. Dona de grande beleza, seu semblante normalmente sério e rigoroso nesse momento se tornava cheio de emoção, demonstrando um fervor ardente, uma face cheia de devoção. Tendo se jogado ajoelhada ao chão, ela repetia continuamente o sinal da cruz enquanto fazia uma oração baixinho.

Todos olhavam espantados para a cena, e o medico chegou a arregalar os olhos e abrir a boca, enquanto o outro fazia um sinal da cruz de forma discreta também. Elenya olhava com curiosidade, mas isso era tudo. A jovem estava satisfeita com a confiança que o monge havia dito ter nela, e o pequeno acontecimento anterior que havia causado certa “decepção” por parte da moça havia sido esquecido por completo. Ela novamente se encontrava ao lado dele enquanto dizia baixinho – Eu achava que os anjos eram mais bonitos… e limpinhos… gigigigigi!

Mostrando sua vontade de iniciar a caçada e perguntando onde estava Froid, Eins logo teve sua resposta – Eu estou aqui! Que bom que você está bem! Nós vamos com esse grupo entrar nas florestas e procurar pelos fugitivos. - O rapaz mostrava alivio em ver o ancião bem, mas tinha algo mais em seu semblante. Seria vergonha?

- Sim, sim. Lance tem um mapa e eu acabei de marcar a localização dos outros marinheiros, vocês devem alcança-los amanhã pela manhã e poderão se reunir para organizar a caçada. Boa sorte, e que Deus os acompanhe! - Completava o marinheiro já cansado de toda aquela situação, e talvez um pouco arrependido e envergonhado também por ter passado a perna em um menino e em um anjo.

Aquele dia estava frio e nublado, porem ainda sem chuva ou neve. Lance os guiaria até o ponto de encontro floresta adentro e por isso tomava a dianteira. Froid ia logo em seguida, deixando Hiroki e o profeta caminhando com as mulheres.

- Isso tá errado, tá tudo errado, eu não deveria estar aqui… - podiam ouvir Lance sussurrar baixinho de tempos em tempos.

Enquanto Elenya olhava para o velho com curiosidade, a mulher de preto olhava como se estivesse intoxicada pela mera visão do “anjo”.

O caminho infestado de mosquitos não afetava nem Lance nem as mulheres, provavelmente haviam passado repelente antes de entrarem nas matas. Os galhos cerrados seriam um incomodo se eles não estivessem andando por uma trilha, porem após duas horas de caminhada, tal trilha chegou ao seu fim.

- A partir de agora não tem mais trilha. - Dizia Lance tirando um facão da mochila e começando a cortar os galhos no seu caminho.

Após mais uma hora de jornada árdua para aqueles que não tivessem costume de andar em matas fechadas, Lance parou para beber água e anunciou um descanso curto de dez minutos. Enquanto ele e Froid estavam virados na direção do resto do grupo, não perceberam uma cobra com um metro e meio de comprimento que havia aparecido descendo sobre as suas cabeças com a boca já aberta.

A mulher de preto estava distraída demais olhando com olhos em forma de coração para Eins, e Elenya apesar de ter reparado no animal se encontrava aparentemente paralisada por algum motivo.

Quatro metros de distancia separavam Eins e Hiroki de Lance e Froid. Quatro metros que poderiam representar a diferença entre a vida e a morte.

Off::
 

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