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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Wake up, get up, get out there

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MensagemAssunto: Wake up, get up, get out there   Wake up, get up, get out there EmptySex 12 Maio 2017, 13:52

Wake up, get up, get out there

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Diego Brando. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Wake up, get up, get out there   Wake up, get up, get out there EmptySex 19 Maio 2017, 01:49



 
1 - The Listener


     
       Diego sempre achou o fato de acordar estranho. Não por ter uma vida perigosa até então, mas mesmo não possuindo uma motivação para viver mais um dia, a vida simplesmente o deixava o viver. Ele não se contentava com isso: por que continuava vivo? Por que nesses anos todos na rua, nunca foi morto por seus atos criminosos? Não que ele acreditasse em algo supérfluo como "destino" ou "missão", mas lhe rendia muitos minutos de pensamentos depois de acordar, ainda deitado na cama. Chegava a conclusão que não obteria uma motivação ficando hospedado naquele hotel onde estava, nem mesmo naquela ilha. Muito menos ficando bebendo, o que no máximo lhe renderia um coma alcóolico; e se as questões humanas se resolvessem embriagando-se, não teríamos guerras. Diego queria mudar o mundo, e o mesmo julgou que para isso, o melhor método seria o Exército Revolucionário. A Marinha o repudiaria por sua aparência inumana, além de fazer o trabalho sujo para ela - em outras palavras ser um “cachorro do governo” - algo que Diego nunca se rebaixaria a fazer. Pelo que ouviu falar na rua sobre os revolucionários, lutam para que a população de países com governantes ilegítimos, são contra o gigante Governo Mundial. Também teria que fazer por onde, ou seja, ficar mais forte. Não passava de um batedor de carteiras que de vez em quando espancava alguns “almofadinhas” - na qual a maioria nem mesmo tentava lutar contra ele, apenas mantinham seus braços na frente da cara para que protegessem seus rostos e dentes com a finalidade de os manter no lugar - talvez tivesse chances contra um Sargento da marinha, se tomasse cuidado e utilizasse o que aprendera nas ruas. Mas o pensamento de que a experiência por si só o faria mais forte, contanto que trocasse golpes com seus oponentes e aprendesse com o que poderia vivenciar futuramente, trouxe a ele um ar de tranquilidade.

             O que Diego não sabia - pelo menos não conscientemente - era que estava inseguro emocionalmente, sua única coisa em mente era virar um Revolucionário para poder ajudar os outros, ficar mais forte e tornar o mundo um lugar melhor, nem que seja mudar o ponto de vista de uma pessoa pessimista para a de uma otimista. Essa busca era a única coisa que podia o manter de cabeça erguida, pois se não seria lembrado que foi incapaz de juntar dinheiro para pagar o tratamento de sua mãe. Impotência era o pior tipo de sentimento para ele,  não era o que ele gostaria de lembrar a todo momento e subconscientemente temia o dia que sentisse isso novamente. Para ele, estava tudo bem falhar ou sucumbir por falta de força própria, o problema estaria se ele visse isso acontecer com alguém. Lutar sem um “fardo” seria conveniente para prevenir essa sensação, por isso toda a arrogância que demonstrasse era - sem ele saber - uma forma de se distanciar dos outros e não criar laços. Nunca tivera alguém para chamar de amigo, sempre achava em sua mente que todo aliado era apenas alguém que dividia interesses e trabalhava com para atingir um objetivo em comum. Diego tinha medo de se machucar? Sim, e como se não bastasse, criava uma fortaleza ao seu redor, de entrada muito difícil.

                  Ao decidir como proceder hoje, tentava pegar uma garrafa de cerveja que estava no chão ao lado da cama de solteiro - onde ainda estava deitado - com a mão esquerda. Enquanto trazia a garrafa para si, levantava a parte da cintura para cima, girava o corpo, colocava os pés no chão e ficou sentado na cama. Seus lábios se encontraram com o gargalo, virando a garrafa até ela ficar de ponta-cabeça, para descobrir que não havia mais uma gota sequer nela. -Merda. - dizia Diego decepcionado e irritado, demonstrando ao jogar a garrafa no chão, mas não com força o suficiente para quebrá-la, visto que deu uma pequena quicada e rolou um pouco pelo chão até parar na parede. Seguiu para o banheiro do quarto e viu-se no espelho. Não repudiava sua aparência. Primeiro que não havia motivos para tal e segundo que se ele o fizesse, estaria negando a si mesmo e isso o tornaria indigno de seguir em frente. Sua mão correu-lhe pelos ombros, tocando as escamas localizadas nas pontas dos mesmos, que tinham uma textura única. Pensava naquele momento que lhe era conveniente ter traços humanos, bastava-lhe esconder as partes que não eram de forma apropriada, algo na qual já estava acostumado por sua experiência de vida até então. Colocava os curativos em cada lado da sua enorme boca, cujos lábios de humano existiam - tinham formato normal e eram pequenos como o de um, se localizando no centro - mas a abertura continuava por quase toda bochecha, como se tivessem abrido com uma faca, porém sem nenhuma cicatriz ou ferimento. Fazia isso para que quando falasse, os lados de sua boca não se mostrassem e exibissem seus dentes, como se fosse um “prendedor”.
                 Colocava sua toca e seu suéter, guardando sua cauda debaixo dele na parte das costas, a fim de escondê-lo. Sairia do hotel onde estaria hospedado - e se não o fizesse seria convidado a sair, justamente por ter combinado com o proprietário de ficar até essa manhã no hotel - a todo tempo com as mãos no bolso, para não expor suas garras.

                  Na carteira havia lhe restado apenas 50.000 berries, e pretendia gastar para comprar luvas voltadas para o combate. Procuraria por uma loja de armamentos nas imediações da cidade de Torino, caso achasse, Diego entraria calmamente no estabelecimento e pediria à pessoa que parecesse ser o atendente: -Gostaria de um par de luvas ou manoplas, poderia ver os modelos que você tem à venda? - perguntaria normalmente, sem mostrar nenhuma emoção evidente. Escolheria uma luva/manopla que não cobrisse suas garras - já que faziam parte de seu “arsenal” pessoal - e que custassem até 35.000 berries, até porque precisaria de algum dinheiro para emergências. Se os requerimentos fossem cumpridos, deixaria o dinheiro no balcão, pegaria as luvas, as vestiria e iria em direção ao que parecia ser o centro da cidade - ou uma zona comercial - sempre com as mãos nos bolsos da calça. Se houvesse algum banco para sentar em uma zona estratégica, perto onde comerciantes conversassem ou pessoas suspeitas - até mesmo marinheiros, para que pudesse ouvir possíveis atos de corrupção - tentaria ouvir, sempre disfarçando como pudesse caso olhassem para ele. Diego tinha uma boa intuição para negócios sujos, e seu objetivo fazendo isso era ter uma pista sobre Revolucionários na ilha, para que pudesse se juntar a eles. Era improvável que achasse Revolucionários tão facilmente, mas seguiria qualquer um que parecesse estar envolvido com negócios criminosos - estava determinado até mesmo em acabar com os negócios dessa pessoa e chamar atenção de Revolucionários, mesmo que isso colocasse uma recompensa em sua cabeça por partes de Marinheiros ou até mesmo criminosos. -Hehe. - Deixaria um pequeno sorriso escapar - o mero pensamento o divertia.

                     
                     Seguiria essa pessoa furtivamente, tentando não fazer barulho e muito menos visto, sempre se escondendo atrás de paredes. Caso tal pessoa se virasse para trás, esconderia todo o corpo na parede que estaria usando para se manter oculto.Também tomaria cuidado para não ser pego seguindo. O objetivo seria seguir a pessoa até um provável esconderijo ou negociante, tentando descobrir o ato criminal. Caso descoberto, se mostraria e ignoraria qualquer questionamento da pessoa suspeita - isso se apenas estivesse sozinha - apenas fazendo uma posição de luta comum no boxing: colocaria uma perna na frente e ficaria de lado para o adversário, colocaria os antebraços retraídos na frente da face - a fim de proteger a mesma de golpes no queixo e rosto. Manteria os punhos fechados e faria um sorriso provocativo, como se estivesse tirando um sarro da cara do meliante - algo que alguém como o arrogante Diego sabia bem como fazer. Seja armado com uma arma branca ou usando o próprio corpo, Diego tentaria desviar de tais golpes esquivando para os lados opostos do golpe desferido - dependendo do braço usado e tentaria buscar um ponto cego no meio do golpe do oponente, tentando golpeá-lo com um soco concentrado na barriga ou costelas - dependendo da situação. Se tivesse a oportunidade - seja depois do primeiro golpe ou como primeiro - o golpearia no queixo com um “jab”. Tentaria bloquear com os braços qualquer golpe que não pudesse desviar. Ao finalizar a execução do golpe(s) ou ao bloquear, recuaria pelo mal posicionamento e esperaria atento os movimentos do oponente, cuidando também os arredores - já que nunca se sabe se o oponente tinha cúmplices. Caso o oponente tivesse uma arma de fogo, Diego voltaria a se esconder na parede onde foi descoberto, tentando fazer uma volta na quadra e tirar o cara de seu "encalço", assim podendo tentar segui -lo novamente.

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Histórico:
 

Off:
 


Última edição por Wayto em Sab 20 Maio 2017, 22:56, editado 6 vez(es)
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Sasaki Kojiro
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MensagemAssunto: Re: Wake up, get up, get out there   Wake up, get up, get out there EmptySex 19 Maio 2017, 16:43


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WAKE UP, GET UP, GET OUT THERE
- NARRAÇÃO
THE LISTENER
 
Naquela época do ano, os traços de um outono tardio era determinado pelas folhas secas e amarelas presentes em grande maioria nas árvores. Torino Kingdom, tornou-se reconhecida pela presença de um imensa árvore central, habitada por pássaros gigantes e lendários. Sobre a raiz dessa grande árvore foi construída uma pequena cidade, civilizada e regida por seres com características pré-históricas e fisionomia avantajada.

A movimentação na ilha era ameno, as pessoas obesas que caminhavam a passos lentos cumprimentavam umas as outras com saudações singelas. Além das saudações rotineiras, chamavam atenção por suas vestimentas ou a falta delas, trajando saias arquitetadas com palhas de árvores, e as mulheres tapavam seus seios com malhas artesanais, deixando suas grandes barrigas a mostra. Além desses trajes típicos, todos, sem exceção, carregavam em seus pescoços colares diversificados. Colares feitos com a sementes de frutos, plantas silvestres, pétalas de rosas coloridas e dentes de animais selvagens. E por viverem exclusivamente da caça, a grande maioria dos seres carregava em suas mãos armas (lanças, espadas, arco-e-flecha, etc) confeccionadas através da matéria prima que abrangia a Ilha: Madeira das Árvores.

O clima da cidade estava harmonioso a pesar do intenso conflito entre aquela civilização e os lendários pássaros. Diego Brando, um Mink da espécie Lagarto, despertara de um sono profundo e se deparara com uma realidade atordoadora. Chegou na Ilha através de favores em navegações clandestinas, sendo submetido ao trabalho braçal como forma de pagamento. Sentado na cama de palha onde dormiu a noite anterior, tentou beber um trago de uma garrafa que se encontrava ao lado da cama, mas a mesma já não possuía sinais do líquido. – Merda. – Foi a primeira palavra que pronunciou. O sol já havia surgido á um bom tempo lá fora e já estava próximo em atingir o centro do céu. Atirou a garrafa no chão que rolou até encontrar a parede, também construída com palhas, reforçada com madeira.

Levantou-se e caminhou até o local destinado as necessidades. Lá, através de um pequeno espelho pendurado sem maestria na parede de palha, admirou seus traços peculiares. Acariciou sua pele distinta por um curto tempo e logo passou a cobrir-los com ataduras que já apresentavam um aspecto antigo, talvez gastas pelo uso continuo e pelo tempo. Iniciou o processo pelas grandes aberturas laterais que haviam em sua boca, deixando a vista apenas os seus traços humanos. Pegou uma touca verde e um suéter azul que estavam bem colocados sobre um apoio na parede, e os vestiu com cautela. Sua calda, que até então raspava o chão, foi direcionada para a sua coluna, sendo completamente coberta pelo suéter, mas deixando uma elevação curiosa em suas costas. Vestido e protegido, decidiu abandonar o local. Diego conseguiu localizar este casebre, que estava abandonado, após uma busca cansativa e solitária, pois como característica da Ilha, nenhum morador queria ter contato com aquele ser estranho, muito menos ajuda-lo. Com essa atitude teve que agir por si só, o que não era novidade.

Deixou o casebre com as mãos dentro dos largos bolsos da calça marrom que usava, revirando com os seus dedos uma quantia de dinheiro que conseguira através de furtos e delitos, equivalente a 50 Mil Berries. Sua intenção inicial era simples, localizar uma loja destinada a utensílios para o combate e comprar um par de luvas. Isso seria muito possível, caso houvesse alguma loja desse modelo na Ilha. Talvez Diego não recordava, mas estava vivendo em um local pré-histórico e livre de toda e qualquer modernidade. Na realidade, o local mais "moderno" em Torino era a sua Biblioteca Medicinal, construída dentro da árvore colossal pelos ancestrais daquela civilização. O jovem Mink, confuso, transitou sem rumo pela pequena cidade, despertando a atenção dos seres obesos e bem armados por onde passava, que interrompiam os seus trajetos para observar a Pedro, sem nenhuma mostra de privacidade. Os mais curiosos o seguiam a distância, já outros, mais temerosos, entravam para dentro de suas cabanas ao ver o Mink passar, mas permaneciam espiando os seus passos através das janelas sem vedações.

E assim via-se Pedro, sem rumo, solitário; rodeado por uma civilização com traços pré-históricos e desconhecida; cabanas construídas através de madeira e palha, e mais a distância uma colossal árvore central. Restava ao Mink buscar informações mais detalhadas de onde havia se metido.


Off:
 


@DIEGO BRANDO
#01 POST
LOCALIZAÇÃO

ENTRE AS CABANAS DA CIDADE
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MensagemAssunto: Re: Wake up, get up, get out there   Wake up, get up, get out there EmptySab 20 Maio 2017, 22:47




2 - The Foreigner


        A ilha com certeza não era o que Diego esperava. Havia aportado na ilha com o intuito de pegar outra carona para a próxima ilha em direção à Grand Line - o que aumentaria suas chances de achar Revolucionários até lá, já que o fluxo de pessoas indo em direção à ela é maior. Porém, como era de noite, mal teve a oportunidade de visitar a cidade de tão “morto” de cansado que estava, afinal, tinha trabalhado muito naquele dia em tarefas braçais para chegar ali. Havia apenas um casebre abandonado onde passou a noite desconfortavelmente, mas talvez a garrafa de cerveja que havia trazido consigo o fez dormir que nem uma pedra. Sempre ouviu falar que Torino Kingdom possuía uma tribo, mas não sabia que era tão desprovida de tecnologia assim, a ponto de estranhar um homem normal - pelo menos era o que Diego parecia. Tudo parecia ser obtido apenas pela natureza, seja comida ou matéria-prima, então não era de se esperar que ali não existiria loja alguma - pelo menos convencionais.

     Notava que alguns o seguiam estranhamente e de diversas formas, alguns acoados enquanto outros sem medo evidente, apenas curiosidade. “Tsc, que situação eu fui me meter, hein?” - Ponderava na sua mente o que fazer, enquanto fazia uma cara de descontente diante de tal situação. Andava normalmente, até ter uma solução lógica para aquilo: “Se eu conversar com o manda-chuvas daqui, talvez eu consiga de alguma forma descobrir como eu poderia ir para a próxima ilha. Claro, não espero que o serviço seja de graça.” - passava a mão na nuca, prestes a se virar e dirigir palavras aos nativos da ilha: -Err… Eu gostaria de falar com aquele que vocês consideram ser o líder de vocês. Algum de vocês aqui é o Chefe da tribo, ou poderiam me guiar até ele? - Falava para que todos o ouvissem, em um tom harmônico e calmo. Para convencê-los, deixaria todo o corpo relaxado, já que estaria falando com caçadores experientes, que devem ser especialistas em analisar a linguagem corporal de presas. Caso alguém ali se voluntaria-se para levá-lo até ele, o seguiria tomando precauções como prestar atenção nos arredores e nos outros nativos da ilha.  Se o líder se pronunciasse, o olharia nos olhos e pediria: -É possível conversar com você à sós? - Sendo direto e simples, sem demonstrar muito emoções. Se ele aceitasse e pedisse (ou desse o mínimo sinal para tal) à Diego para o seguir, o faria, mantendo uma pequenas distância dele ficando atrás, até chegarem no local apropriado.
           
            Nos dois casos, ao chegar no lugar, se apresentaria: -Olá, meu nome é Diego. Qual o seu? - Com resposta ou não, se adiantaria: -Qual a melhor forma de ir para a próxima ilha? Há alguma embarcação, sejam de vocês ou estrangeira que passe por aqui e que aporte em Baterilla? É que eu estou de passagem pelo South Blue e o destino final da carona era aqui. - Com a resposta apontando que os nativos poderiam lhe dar a carona, mas não sairia de graça, perguntaria, já que na situação atual não poderia fazer exigências: -Qual seria a condição? O que posso fazer por vocês? - Ouvindo a explicação, se fosse um trabalho braçal ou tivesse que ajudá-los a colher frutas ou ervas, até mesmo caçar algo, aceitaria: -Aceito. Para onde devo me dirigir? - Se o líder duvidasse de sua força, revelaria sua cauda, garras e boca - logo os escondendo de volta - dizendo: -Minha natureza me fará um exímio guerreiro. - Falaria confiante, esperando a resposta da pessoa, então iria em direção ao lugar da tarefa. Caso a embarcação seja estrangeira, perguntaria: -Quando mais ou menos eles passaram por aqui novamente? - perguntaria, aguardando a resposta.
                   
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Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Wake up, get up, get out there   Wake up, get up, get out there EmptySeg 29 Maio 2017, 21:11

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