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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão de um Bando sem Nome

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptyQua 7 Jun 2017 - 23:38

No meio de seu discurso empolgado, Metza sente um frio percorrer sua espinha, do cóx até a nuca de forma rápida como um raio. Ela engole em seco mas tinha planejado seu discurso, e não era uma simples sensação ruim que iria desmontar sua postura.


Metza sabia que seus discursos eram potentes e extremamente convincentes. Sua diplomacia e desenvoltura com o público eram dignos de uma rainha que viria a ser se não tivesse fugido de Prodence. Seu sangue e seus dons vinham de berço, mas sabia que no fundo umas roupas rasgadas e sujas, que eram seu único vestuário possível nos últimos dois anos, não lhe garantiam confiança total e plena de seus espectadores. *Droga! Preciso de roupas novas que dêem mais suporte às minhas habilidades!* Suas roupas pré-naufrágio eram esmagadoramente melhores, mas Metza evitava pensar nessa situação agora. *Estou indo bem... continua assim Metza!*


- Abram espaço. Era aquele ser desprezível sem braço novamente... aquele mesmo valentão que atormentou Bijin anteriormente... *Grambos!* Ele interrompe seu discurso e profere as mesmas palavras de incentivo de Metza. Grambos tinha obviamente mais crédito na ilha, mas ele com certeza parecia uma criança mimada... algo tipo "Como assim ela está mandando na MINHA ilha?". *Pff... crianção!* Os globos oculares de Metza giram 360º em descrédito e descrença para a atitude que presenciava.


O chefe revolucionário chama um membro de sua equipe para supervisionar Metza. Ela estende a mão para Grambos antes que esse se virasse, querendo chamar sua atenção: - Ei, Grambos... Caso ele se voltasse para ela (ou não), Metza iria prosseguir: - Bijin me contou sua história e eu sei que sua pena foi convertida para o exílio. Mas ela não tem dinheiro suficiente para sair de Conomi Island...


Metza usaria de suas habilidades de atuação e toda sua presença marcante para fazer uma cara de dó e tristeza, como se suplicasse para Grambos pedindo sua compreensão: - Por favor... se for esse o problema você poderia arranjar um de seus navios e nos escoltar para a ilha mais próxima, e então nunca mais precisará ver nossas faces! Bijin só não saiu ainda por falta de condições... não é? Metza manteria sua expressão de pena e olhar marejado, olhando para Bijin e esperando que essa comprasse e acompanhasse sua ideia, prosseguindo assim: - Pois então... não queremos mais incomodar os habitantes daqui se não somos bem vindos... só nos dê uma carona até Loguetown com alguns de seus homens de confiança e não se preocupará mais conosco! Ela tentaria, por mais que Grambos não a considerasse integrante do grupo de arruaceiros, expor a compaixão dele por ser amiga de pessoas que ele desprezava.


Em off:
 


Historico:
 
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptyQui 8 Jun 2017 - 10:51



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Acordão



  Eu estava segura de mim mesma, em não devia nada a ninguém e não tinha nenhum motivo para correr, afinal se corresse praticamente ficaria atestado que eu fiz parte do esquema que terminou no envenenamento de muitas pessoas. Eu já havia assumido a morte dos meus pais silenciosamente, mas não aceitaria ser acusada de outra coisa sem motivos.

  O homem que havia subido comigo no “palanque” caiu desajeitosamente após eu lhe chutar a bunda. Não que eu me orgulhasse disso, mas estava surpreendida com o tombo, sabendo que ele subiu com certa habiliadde eu não esperava que fosse tão desajeitado. Logo vieram dois pescadores e o seguraram, havia muitos potes no chão, será que aquilo realmente era veneno? Ou poderia haver ali o antídoto?

  Mas a cena continuava com minha colega, Metza que sempre esteve ao lado dela nessa pequena crise onde Bijin desafiava toda uma cidade, tentava acalmar os ânimos e buscar o foco nos doentes e por isso já havia conquistado a minha confiança e por isso decidi entrar no mesmo jogo, mas sem abandonar as minhas convicções. Ela estava obtendo sucesso e o povo começou a ficar dividido sobre o que fazer, se ela tivesse mais uns trinta segundo a crise estaria resolvida, mas Grambos apareceu.

  Fiquei olhando ele colocando ordem em todos ali. Mandou o povo de volta para casa ou para o hospital, mas lá estava ele, com dez homens, dois segurando o homem do veneno, e os outros apontando armas para nós. Que infantil, será que ele sairia dando tiros a torto e direita no centro da cidade em pessoas que ele não tinha nenhuma prova?! Ele sem dúvida era uma piada.

  Metza voltou a lutar por mim e pelo Poo, não com armas, mas palavras. Quando ela então se virou para mim perguntando se eu não havia saído da ilha até agora por falta de condições eu apenas confirmei com a cabeça e deixei ela falar novamente. Ela então fez uma proposta de exílio, eu ela e o Poo deveríamos então sair da ilha imediatamente.

  Não sei porque achava que deveria ficar em silêncio, mas vendo tudo o que estava acontecendo cada vez mais parecia ter cara de armação, talvez alguém me usou aqui, ou simplesmente queria causar o caos aqui enquanto o Kuro era sequestrado, por isso decidi falar.

  - Deixe-me falar agora um pouco Grambos. – Diferente de antes estava calma e me esforçando pelos meus amigos. – Quando matei meus pais não fugi, fiquei na cena do crime e respondi por ele, vocês me soltaram a poucos dias atrás com uma mão na frente e outra na frente com a missão de sair da ilha. Aceito que todos aqui me chamem de louca, ou assassina de pais, mas você sabe o que realmente aconteceu, se não sabe deveria perguntar para quem cuidou do meu caso e se informar melhor do que acontece na sua cidade.

  Mudei um pouco meu rosto, embora estivesse com raiva da situação e com pessoas apontando armas para mim, respirei fundo para me acalmar e continuar com a minha fala.

  - Novamente fui acusada pelas pessoas e novamente não fugi da cena. – Continuei a conversa com Grambos. – Não porquê sou culpada, mas justamente por ser inocente. Se tivesse corrido daqui no momento que a confusão começou provavelmente estariam correndo atrás de mim até agora. Talvez pudesse agir como um covarde e sequestrar alguma pessoa para forçar a minha fuga, mas isso também seria assinar um atestado de culpa e me uma tornar uma pessoa que não se importa com a dignidade e com a honra. Mas eu me importo e desafiei toda sua cidade para provarem que eu sou culpada. Até agora ninguém provou nada a não ser acusações vazias causadas pelo meu passado, mas como já disse, você conhece a história.

  Sai da posição que estava para ficar de pé e dar um passo a frente para ficar mais próxima de Grambos. Meu martelo ficaria para baixo, de jeito nenhum numa forma ameaçadora.

  - Mas aqui estamos nós. – Continuei a falra olhando nos olhos do líder rebelde. – Eu de pé e você com mais dez homens com armas apontadas para nós como se fossemos de fato uma ameaça. Será que os rebeldes se rebaixaram tanto que precisam usar armas de fogo contra apenas um par de adolescentes sem ter uma única prova? Qual a diferença então entre vocês e a Marinha? Mas vou ignorar isso e dar minha opinião do que eu acho que esta acontecendo aqui. Primeiro, se esse homem realmente envenenou alguém ele deve ter o antídoto e vocês estão algemando a pessoa que agora pode resgatar a vida de muitos cidadãos. Segundo, essa confusão aqui foi claramente planejada para você ficar por aqui enquanto sequestraram o Kuro, imagino que isso você também já concluiu. Terceiro, se esse homem algemado realmente fez parte do esquema de envenenamento ele deve ter uma boa história para nos contar sobre o que realmente pode estar acontecendo. Quarto, vai ter que decidir me matar para me levar presa, pois lutarei até minhas ultimas forças e o tempo nesse momento é urgente, mas tem ainda o último ponto, faço uma proposta para você, nós três – apontando para a Metza e Poo – te ajudamos a resolver essa situação, seguindo as suas ordens e com homens de confiança da sua parte nos acompanhando, e como "pagamento", como Metza disse, você nos arruma uma escuna, e assim que tiver uma navegador, que pode ser um dos seus homens, nos mandamos da cidade. Se quiser levamos essa ruiva e esse homem algemado juntos. O que acha?

  Embora estivesse cansada de gastar saliva com Grambus, era necessário para sairmos daquela situação que estávamos de maneira integra.

  - Vantagens para você. - Disse novamente para o rebelde. - Nós evitamos um confronto, ganhamos tempo, pessoas empenhadas a resolver o problema, já você pode se livra de "cinco maus elementos", com nosso comportamento impróprio sabe que logo a Marinha vai estar atrás de nós, e tudo o que distrais eles ajuda vocês, e por fim, eu Buki Bijin fico devendo um favor aos rebeldes, e quando precisarem de mim, para uma causa justa, ajudarei vocês, desta forma quero também fazer uma aliança entre eu e a causa rebelde, embora não queira me tornar uma. Os termos estão bons para você?

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptyQui 8 Jun 2017 - 17:45

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post11

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Layla recebia ali um momento de glória naquele lugar, após certo esforço e muitos gritos, as pessoas pararam para ouvi-la um pouco, e uma loira que estava firme acima do balcão, a apoiava com grande bravura, “Que voz maravilhosa”, a garota passava um sentimento gostoso para a ruiva, mas nada são flores pra nossa garota, e logo muitos homens armados adentraram ali e ela acabava indo junto dos mesmos mais para a frente, ficando perto agora das belas moças e de um rapaz algemado, e da boca do homem saia um decreto de prisão.

Layla não desejaria voltar para a cela, não havia nada lá que o agradasse mas a quem agradaria? para ela é sempre a mesma coisa vários homens uniformizados prontos pra abusar do poder, igual foi em toda sua história, não importa se são piratas, marinheiros ou revolucionários, A maldade está nas pessoas e não no grupo ao que se acoplam, esse é apenas a junção de seus ideais que costumeiramente são pisados por eles mesmo, sem que notem a sujeira em suas mentes. “Talvez ele já tenha sido um homem bom”- Era o que a ruiva pensaria sobre Grambos, mas tal pensamento era inútil naquele momento, era apenas um reflexo de sua curiosidade em saber quem ele era ou talvez qual seu passado, cada um tem uma história, e a garota sempre gosta de saber dela, o que acaba por ser um tanto irônico, já que ela evita falar sobre seu próprio.

A ruiva pensaria em falar mas resolveria esperar que as outras se pronunciassem primeiro, ela tentaria ouvir atentamente tudo o que fosse dito em tal situação, e fazer uma certa analise, vando as duas loirinhas gatas se pronunciarem para Grambos, quanta coragem, elas até mesmo tentariam salvar Layla com suas palavras, e algo se atinha a mente dela, a palavra navegador, e não gostando da ideia de ser levada por um homem de Grambus até fora de Louge após o fim da fala da moça ela começaria. - Se o problema é um navegador, me deem o barco e eu navego para vocês, saímos da ilha, mas eu queria ver Kuronin seguro primeiro, não quero que ele entre pra lista das pessoas que não fui capaz de salvar.- Ela sairia um pouco se perto dos homens se aproximando mais das jovens, e com um rosto de preocupação ela seguiria falando. - Eu nunca tive propósito algum de ficar na ilha, só me mantive mais tempo a pedido de Kuro, que queria que eu o acompanhasse nessa festa.- Ela olhava para as mão e colocaria a mão esquerda atrás das costas, deixaria a perna esquerda mais a frente, sempre preparada para um possível combate com os homens, ela também se viraria para Grambus enquanto prosseguia. - Não a nada a perder na oferta das moças, você não precisa de nós e sabe que quando sairmos daqui, estaremos lhe fazendo um grande favor.- Sua atenção aos homens tentaria ser total(Lembra que eu não tenho Distraída como desvantagem Tio, só pra relembrar mesmo) ela não podia confiar em homens que apontavam armas para jovens garotas. - Aliás te faço uma pergunta, por que eu em sã consciência se fosse culpada voltaria aqui para pedir ajuda pra salvar o garoto? Não existiriam motivos, a menos que eu fosse uma imbecil, que claramente não sou.- ela olhava um pouco com o canto do olho pra o lado direito “Ou será que sou? Acho que se eu fosse inteligente estaria correndo, bem longe agora”- Pensaria rapidamente.

Ela olharia bem para o rosto do chefe que se impunha ali e logo daria mais alguns passos para o lado, enquanto falava. - A única coisa que peço é que me deixem ajudar a encontrar Kuro, é o que desejo fazer, não importa muito o resto.- Ela olharia para os dois lados e diria apenas mais algumas palavras, ela as sussurraria baixo e talvez poucos as ouvissem, talvez só Grambus e as garotas ao lado. -Eu só quero ver um amigo, tanto tempo sem ninguém pra compartilhar a felicidade, e tudo acaba trágico assim, tanto tempo sem nenhum amigo.- Ela diria isso de cabeça baixa olhando para o chão mas fixaria o olhar nos pés dos homens que poderiam avançar a qualquer momento para cima dela, ela durante esse tempo já sabia que tudo aquilo era uma armação, eles tentavam jogar xadrez conosco, eventualmente nos jogar no xadrez também, todos ali eram como marionetes bem usadas, não ela concluía outra coisa “Eles não jogam xadrez conosco, somos as peças” de certo seria um pensamento per tubador, mas muito mais real do que poderia aparentar, talvez até mesmo o regente da ilha estivesse sendo usado, Layla por suas conclusões teria um último pensamento ali “Ou ele é um bom ator, ou ele não sabe o que está acontecendo realmente, ambas são coisas muito prováveis” e, por fim, ela apenas ficaria em prontidão, observando a situação em que todos ali estavam.


Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptyQui 8 Jun 2017 - 19:16




Vai dar merda!


Essa situação toda tá uma porra! Isso aqui ta uma por




A situação até ali estava completamente confusa. Não sabia o motivo de ter ajudado aquelas pessoas, apenas me vi preso a uma situação que não havia muito que pensar. Havia apostado todas as fichas na ajuda daquele grupo estranho, todavia o destino me pregou uma peça e perdi tudo, assim como minha liberdade.

- Isso é o que eu chamo de uma pescada... – sussurrei.

A partir dali as coisas ficavam estranhas. A jovem maltrapilha (com todo respeito) possuía uma bela voz, se não estivesse tão irado com a situação, até que confiaria nela. Para minha surpresa, os outros cidadãos tiveram a mesma percepção inata que eu e se acalmaram. Não diria que foi efetivo, apenas que a tentativa da moça havia colocado uma pulga atrás da orelha o povo, que se baseava em uma incerteza de todo o ocorrido.

Aquele homem... Grambos acho que é assim o nome dele, me parecia que ele queria mandar na zona toda, organizar toda aquela cabeça de bagre e suas famílias de peixinhos. Ele me parecia calmo pelo ocorrido, não estava tão atordoado com o sumiço do Kuronin. Ali começava uma batalha de ordens, a garota franzina e o homenzarrão disputavam influências com suas palavras. Era chato. Talvez assistir tudo aquilo com uma garrafa de saquê seriam a melhor saída, mas, as circunstâncias não ajudavam.

A garota então propusera a velha raposa da ilha uma escolta até a próxima ilha. A saída que ela encontrava era leva-las embora com uma escolta, até que não era má ideia, mas minha situação era mais difícil que a delas, não podia ficar ali sem fazer nada, teria que me esforçar ao máximo para pensar em uma maneira de aliviar meu problema e conseguir pelo menos me soltar dessa merda toda que me meti.

A próxima a falar foi à louca. A sua coragem era admirável, mas sua teimosia e sua loucura seriam um problema para o grupo dela assim como foi para mim. Raiva? Não era o sentimento certo, se fosse ter raiva de alguém seria de mim mesmo que me deixei entrar nessa situação. Ela falava sobre toda a coragem de ter prosseguido e em certo momento falou de mim no seu discurso. Tinha alguns pontos que não foram mostrados e isso estava me sufocando por dentro, as palavras pareciam como animais presos em gaiolas que detinham o anseio de se libertar do que lhe prendia.

- Um malhado – bradaria – Um malhado é o responsável por tudo isso. Ele deve estar por aí agora, rindo da cara de todo mundo, inclusive da minha. Não estou nem aí para o que vocês irão resolver com a discursão de vocês, mas não fiz merda alguma com essa população. Vocês apenas precisavam de um culpado e apontaram para os primeiros que viram com o que parecia ser provas – falaria em voz alta, como se estivesse falando comigo mesmo.

Toda aquela confusão estava muito bem planejada. Por mais que tivesse participado do início, me parecia que havia sido feito de fantoche para um plano maior. O sumiço do malhado certamente tinha algo a ver com aqueles vidros que surgiram em minha bolsa. A questão era como provaria isso?

- Hoje pela manhã fui chutado de um dos bares da ilha. Realmente vocês acham que isso seria motivo para eu envenenar todos? – ironizaria - Você me parece mais uma criança do que um líder, Grambos? - pensaria – Mas, a questão é. Como aquele brutamonte de antes tinha tanta certeza que havia algo em minha mochila? Como envenenei uma bebida que nem cheguei perto da taberna desse velho louco? Você não acha tão conveniente estar acontecendo isso enquanto o Kuronin some? Devemos, ao invés de estar aqui me julgando e julgando esse bando de pessoas (estranhas), estar se preocupando em salvar um morador dessa ilha, salvando o Kuro!

Todo aquele alvoroço era irracional, mas a calma do Grambos era de tremenda frieza. Suas ações eram meio que premeditadas, isso me assustava, eu que sou um estrategista nato (nem inventem de negar isso, sou sim). Não estava sabendo nada disso, mas o sequestro do Kuro vinha muito a calhar com todo aquele muído.

- Não me importa se vocês acreditam em mim ou não, mas eu sou aquele que cuida todos os dias da plantação dessa ilha, o que vocês tratam com maior orgulho e eu sou aquele que pode salvar toda essa população. Cabe a você decidir se irá colocar seu orgulho acima da saúde da sua população. Pelo que lhe conheço e o que ouços dos moradores, você fará o melhor para a população, não é?

Essa seria minha cartada de mestre. Minhas fichas estariam apostadas em conseguir deixar o Grambos numa saia justa com a população. Por mais que elas não confiassem em mim, não havia falado mentira alguma. Desde os primórdios da vida, toda a evolução começou com uma pulga plantada atrás da orelha dos povos e, me baseando nisso, tentaria confundir mais ainda a população e reverter à situação ao meu favor.

- Se não concorda comigo, não há problema. Posso ficar aqui, preso, enquanto você quebra cabeça para curar isso tudo, se pretende isso, é claro. Ou, você pode me soltar e deixar que eu cuide do veneno e ache uma solução. Podem mandar esses seus homens de segurança... – pigarrearia – Não me entendam mal, não estou querendo ludibriar ninguém, estou apenas colocando minha versão do ocorrido e as coisas lógicas que acontecem aqui. Vocês preferem ir por um caminho de incerteza e sofrer com toda essa intoxicação, ou deixarem que eu os ajude?

Toda reação ali era esperada. Caso eles mantivessem a palavra e me deixassem preso, apenas sentaria no solo onde estivesse e manteria os homens ali me vigiando. Tentaria fazer com que me levasse até a taberna mais próxima. Olharia também todo o cenário em que estava. Todavia, se me libertassem, mexeria meus braços para me livrar do incomodo de ser preso pelos homens, coçaria minha cabeça e esperaria alguma tomada de decisão ou divisão de tarefas.

De início, uma vez solto, tentaria ir à fonte da questão: a taberna do velho. Pelo que havia entendido, a bebida havia vindo de lá, então a contaminação poderia estar acontecendo lá, ou alguma pista do veneno usado. Durante o caminho, se conseguisse ver de perto alguma pessoa intoxicada, usaria de meus conhecimentos de anatomia humana e tentaria ver de relance alguma área corporal onde o veneno agia de maneira mais destacada. Não esqueceria minha bolsa, caso não tivesse com ela, solicitaria para leva-la comigo, não importa se iria comigo ou com outra pessoa, só queria ter ela comigo.

Durante o caminho tentaria andar atrás de uma possível pessoa que me vigiasse. Não me esqueceria da promessa do malhado, por mais que não acreditasse que ocorreria, tentaria avistar a barraca de máscaras e ver se havia o que queria lá ou alguém suspeito, mas não agiria. Uma vez na taberna, caso fosse levado até lá, mandaria meu vigia entrar primeiro. Se estivesse só, respiraria fundo e entraria lentamente no local e tentaria ver alguma movimentação. Saltaria para algum obstáculo, caso visse algum, ou apenas daria meia volta e iria para trás da porta.

- Esse dia tá uma porra! – comentaria comigo mesmo caso houvesse algum imprevisto.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por Alencar em Sex 9 Jun 2017 - 14:24, editado 2 vez(es) (Razão : Por motivos de precaução...)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptySab 10 Jun 2017 - 13:59



   
UNNAMED

Alones


Metza novamente intercedia por aquelas pessoas. Era estranho ver tanta camaradagem para aqueles que mal conhecia, afinal só haviam lhe oferecido comida, ainda assim ela estava tocada em seu coração pela bondade que lhe fora mostrada. Grambos bufou. A maioria das pessoas já haviam saído, inclusive Bruce, para a sorte das jovens, pois ele facilmente podia desmentir a jovem biruta.

- Sim, foi convertido em exilio, mas já não é esse o caso não é mesmo? Vocês podem dizer que não tem nada haver com isso, mas o dono do bar diz que você ficaram responsáveis por transportar a bebida não é? E também que você foi a responsável pelo incêndio no bar do Steve? - ergueu uma de suas sobrancelhas enquanto falava. - Só isso me permite prender vocês e ninguém na cidade diria nada ao seu favor. Mas não é isso que estou fazendo é? Disse que vocês viriam comigo.

Bijin então começa a falar, os homens de Grambos abaixam momentaneamente as armas, mas mantendo elas em posições que facilmente tomariam novamente a mira. Ele deixou que a jovem falasse tudo que queria antes de continuar, mas antes que pudesse falar a ruiva começou a metralha-lo com suas palavras.

- Vocês parecem me achar um tolo, como se eu não fosse capaz de ver o que está na frente do meu nariz. Você me diz que estão sendo incriminados e propões que eu simplesmente deixe vocês irem embora sem nem ao mesmo interrogá-los em busca de respostas. - liberou a fumaça de seu charuto olhando friamente para o grupo e apontando com o charuto enquanto derrubava as cinzas. - Todos vocês estão envolvidos nisso, culpados ou não. - apontou para a ruiva. - Você é a única que estava com Kuro quando sumiu. Você era quem carregou a bebida, você foi acusada de estar junto a ele, estando ou não vocês se conhecem e estavam juntos, você foi pego com venenos na mochila, trabalha com venenos na ilha e transporta itens para a fabricação dos mesmos. - dizia isso apontando para cada um conforme falava, ao final sorriu, mas não havia qualquer humor naquele sorriso e sua voz se tornou mais grave. - Queiram ou não vocês estão envolvidos nisso, não creio que sejam os cabeças, mas são os peões. Agora me resta saber se: Vocês participaram de tudo e foram tapeados e deixados para trás com a culpa? Ou vocês só estão sendo incriminados. Então se as crianças pararem de chorar talvez eu possa fazer o meu trabalho.  - voltou a colocar o charuto na boca e acendo-o novamente.

- Um malhado.Um malhado é o responsável por tudo isso. Ele deve estar por aí agora, rindo da cara de todo mundo, inclusive da minha. Não estou nem aí para o que vocês irão resolver com a discursão de vocês, mas não fiz merda alguma com essa população. Vocês apenas precisavam de um culpado e apontaram para os primeiros que viram com o que parecia ser provas

- Hora.... E não eram provas? Mas continue...

- Hoje pela manhã fui chutado de um dos bares da ilha. Realmente vocês acham que isso seria motivo para eu envenenar todos?

- Talvez sim, já vi pessoas fazendo coisas piores por menos.

Mas, a questão é. Como aquele brutamonte de antes tinha tanta certeza que havia algo em minha mochila? Como envenenei uma bebida que nem cheguei perto da taberna desse velho louco? Você não acha tão conveniente estar acontecendo isso enquanto o Kuronin some? Devemos, ao invés de estar aqui me julgando e julgando esse bando de pessoas (estranhas), estar se preocupando em salvar um morador dessa ilha, salvando o Kuro!

- E o que você acha que estou fazendo? A cabeça deve ficar pensar, ver, ouvir e tomar decisões. Não é a cabeça que sai correndo por ai garoto. Se você acha que sair desesperado atrás de alguém que você nem sabe para onde foi, ou o que quer ou como é, é o melhor uso do meu tempo, então você só me quer distraído e perdido.

- Não me importa se vocês acreditam em mim ou não, mas eu sou aquele que cuida todos os dias da plantação dessa ilha, o que vocês tratam com maior orgulho e eu sou aquele que pode salvar toda essa população. Cabe a você decidir se irá colocar seu orgulho acima da saúde da sua população. Pelo que lhe conheço e o que ouços dos moradores, você fará o melhor para a população, não é?

- Você estava prestando atenção? Os envenenados já foram levados para o hospital, vão receber o tratamento e você sugere que eu deixe o cuidado deles para o possível responsável?

Levi começava a argumentar novamente quando um dos ‘soldados’ de Grambos volta correndo em sua direção. Parecia vindo da direção do bar do Bruce. Vendo sua aproximação Grambos ergue a voz e corta as palavras de Levi.

- Basta. Depois prosseguiremos. - com isso ele se vira e se curva minimamente para ouvir de perto o que o soldado vinha reportar. Voltando a se levantar.

- Eles estão vivos ainda?

- Sim senhor. Estão desacordados, mas os tiros não parecem ter acertado quaisquer regiões vitais. O cabo Reinz está cuidando deles.

Uma sombra passou pelos olhos de Grambos e sua boca se torceu em uma careta. Aliviou a mesma enquanto esfregou o rosto com as mãos. Ia voltar a falar quando outro homem chegou para reportar.

- Senhor!! As patrulhas avisam que um pequeno barco saiu do canal e um dos navios zarpou do porto.  - e isso foi o suficiente para a face de Grambos azedar de vez.

A praça estava praticamente vazia. Algumas poucas pessoas arrumavam o local, recolhendo o lixo do chão, enquanto outras começavam a organizar os produtos das suas bancas. Dando assim fim as festividades. O grupo que mais se destacava era sem dúvida os revolucionários de Grambos e os possíveis culpados que caminhavam agora na direção do bar do Bruce.

- Enquanto vocês discursavam o Bruce acabou saindo escondido, agora ele foi encontrado baleado. - explicou, embora sem nenhuma obrigação de tal. - Há também um garoto, estão vivos, mas ambos baleados.

Encontraram-se assim alguns minutos depois todos reunidos no bar do Bruce. Algumas mesas estavam caídas e manchas de sangue se espalhavam pelo chão. Um socorrista dos revolucionários prestava socorros para as vitimas. O grupo de suspeitos a mando de Grambos foi conduzido para o interior do bar, sem que conseguissem ver as vitimas de perto, mas alguns deles talvez pudessem suspeitar.

Foram postos dentro do estoque, uma sala não muito grande, mas o suficiente para que os cinco tivessem espaço. Não tiveram seus pertences recolhidos, mas Levi continuava algemado.

- Esperem. E se comportem. - foi tudo o que ouviram de outro revo que se postava junto a outros 3 em frente a porta de saída do estoque.





OFF: Khro narre algum delirio, vai acordar ainda no bar, deitado sobre um pano branco estendido no bar. Pode considerar que Grambos estará na sua frente lhe perguntando quem é você.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptyDom 11 Jun 2017 - 19:35

Grambos recebia notícias e avisos de seus homens uma atrás da outra. Após o envenenamento de algumas pessoas durante a festa, ainda tinha homens que foram baleados nas proximidades, sendo que um deles era o bastardo do Bruce. Metza deixa escapar um sorriso de canto de boca, apesar de Bruce aparentemente não ter culpa dos acontecimentos, ele havia pagado um bom preço por acusar ela, Poo e Bijin do crime em questão *Humpf, nós só podemos colher o que plantamos Bruce meu caro...*


De qualquer forma, o líder revolucionário de Conomi Island aparentava estar sendo franco até demais com Metza e os demais acusados, teria sido sua presença expontaneamente confiável que fez Grambos abrir suas notícias que deveriam ser confidenciais até mesmo para Poo, Bijin e o rapaz que acabara de ser algemado? *Será que consegui a simpatia desse turrão? Tomara...* Metza abre um largo sorriso e olha para o chão imaginando a possibilidade...


Não havia muito o que fazer. Estavam presos dentro do estoque do bar do Bruce com quatro revolucionários guardando a saída. O jeito era aguardar...


Metza salivava e passa sua língua pelos beiços. Ela tira uma das garrafas de rum de sua bolsa e toma um gole no gargalo. A sua mão livre estava segurando o seu cotovelo como apoio para a pesada garrafa. Ela estenderia a garrafa oferecendo para os demais com um dos olhos cerrados: - Aceitam um gole? Mas já pensando... *Por favor... não aceitem! Sobra mais pra mim... é só gentileza!*


De qualquer forma, aceitando ou não, ela voltaria-se primeiro para a ruiva que estava lá com eles: - Sou Metza moça... prazer! E com uma reclinação em seu pescoço e um sorriso amigável utilizava-se de sua arte para conquistar simpatia das pessoas: - Você disse que o Kuronin foi sequestrado certo? Agora ela vira o rosto para a saída da porta e levanta levemente a cabeça, como querendo apontar para os baleados enquanto prosseguia: - Faz muito sentido... o envenenamento em massa da festa não parece ter sido um evento isolado.


Metza então respiraria fundo e cruzaria os braços após guardar a garrafa de rum de volta na bolsa, fazendo com que seu belo corpo desse uma aparência ainda mais formosa para o todo: - Você se lembra de como eles estavam vestidos ou de algum rosto reconhecível? Podem ser até mesmo moradores de Conomi Island que planejaram este motim contra nós.


Ela ainda de braços cruzados voltaria-se para o rapaz algemado e inclinaria um pouco seu tronco para frente. Não confiava ainda muito na sua pessoa, mas ele também tinha uma história maluca para compartilhar: - Você disse algo sobre um malhado certo? Quem é ele? Agora Metza leva o dedo indicador em seu queixo com uma expressão de intrigação estampada em sua face.


Historico:
 

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Objetivos:
 


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Legendas:
 
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptySeg 12 Jun 2017 - 11:28



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Buki "A Louca" Bijin



Eu estava contrariada, não acreditava que estava sendo levada por Grambus e seus homens, mas aceitei isso simplesmente porque achava que já havia prejudicado o suficiente Metza e Poo e não iria criar uma nova confusão nesse momento. Eu tive que recuar para poder avançar novamente no futuro.

  Mas nem tudo estava perdido, eu finalmente havia encontrado uma navegadora e que estava disposta a seguir viajem comigo, mas havia uma exigência, Kuronin e isso me agradava, afinal ela não era uma mercenária que estava pensando em dinheiro, mas em uma pessoa.

  Então veio a notícia de duas pessoas baleadas, uma era o Bruce e outra era um jovem que estava no bar do Bruce, mas quem era esse? Seria um dos bandidos? Então olhei para o Poo e falei com ele baixinho.

  - Será que o jovem baleado é o Khrono? - Disse pensativa. - Acho que nunca vou ver ele acordado. Já faz tanto tempo que nos vimos, mas não trocamos nunca uma palavra.

  Chegando no bar vi a cena da confusão que estava armada ali. Era sangue e cadeiras viradas, quando confirmei que era Khrono que realmente estava caído no chão falei rapidamente com Grambus.

  - Este jovem é um frequentador do bar. - Disse com clama. - O nome dele é Khrono, tem uma saúde muito frágil, vi ele ser mais carregado do que andando com as própria pernas. Cuide dele, mas cuide do Bruce também, ele me deve 1 milhão de berries.

  Claro que minha real intenção era mostrar para Grambus que eu estava colaborando com ele, mas não menti em nada sobre o que eu realmente sabia sobre Khrono. E quanto ao Bruce, tinha pena dele, ele realmente era um covarde e sei que me acusou apenas por causa da pressão popular, mas ele tinha que pagar por aquilo também, afinal, como poderia alguém me acusar e sair impune.

  Então fomos conduzidos para a sala de dispensa do Bruce, passando pelo bar peguei uma taça de vinho dizendo para quem estivesse me vendo: - Só quero beber meu vinho numa taça.

  Entramos na dispensa, estávamos em cinco, eu, Poo, Metza, a navegadora e o doido do veneno algemado. Pobre coitado, esse estava em pior situação do que dos outros quatro, mas havia algo nele que me incomodava, ele veio na minha direção dizendo ser culpado de envenenar a cidade, mas logo depois disse que não era culpado e mais, começou a soltar um plano sobre fugir da multidão. Será que ele queria me salvar? Embora quisesse falar com a navegadora, tinha que esclarecer esse tema primeiro.

  - Olá. - Disse me aproximando de Levi já esperando uma cara feia. - Queria pedir desculpa pelo chute, mas ainda estou confusa quanto a você e suas intenções. Você primeiro disse ser o culpado, depois disse para nós que era inocente, então começa a esboçar um plano de fuga, então quando você tomba cai um monte de potes de veneno de você. Juro que estou tentando entender isso. Você queria me ajudar, me incriminar, me envenenar ou o que?

  Enquanto esperava Levi dizer alguma coisa fui enchendo minha taça de vinho, queria aproveitar esse momento, refrescar minha mente e entender o que realmente estava acontecendo, o sabor do vinho e seus efeitos poderiam melhorar bem meu humor.

Vinho:
 

  Esperaria Levi falar, queria saber o que realmente passava na cabeça dele e saber até onde ele estava envolvido nisso. Após ele explicar poderia saber se devo-lhe ou não desculpas, mas isso terá que esperar um outro post, mas agora iria falar com a ruiva, a navegadora.

   - Oi! - Falei sorridente. - Meu nome é Buki Bijin e estou muito, mas muito mesmo,  feliz de ter te encontrado. Estava a muito tempo procurando uma navegadora e estou feliz também pela sua exigência. Se quiser realmente salvar Kuronin para nos tirar da ilha vou fazer de tudo para te ajudar. Aceita vinho? - Ofereceria o meu próprio cálice a ela.

  Logo depois de falar com a ruiva me virei para Metza, ela estava linda e mostrando seu corpo todo e deliberando (Aqui Alencar) sobre o que realmente aconteceu, as conclusões delas eram exatamente igual a minha e ela questionava a ruiva sobre o que ela tinha visto até então, mas fazia isso com um charme me deixando um pouco emocionada.

  - Metza, meu amor! - Falaria indo abraçar ela! - Desse jeito você derrete meu coração. Mas obrigada por estar sempre do meu lado do Poo também durante todo o tumulto. Quem sabe como posso retribuir isso.

  Metza era tão linda quanto eu e a ruiva, e como mulher sabia quando outra estava provocando um homem, e eu adorava fazer isso. Mas o que poderia mais provocar um homem do que uma mulher linda? Duas beldades coladinhas. Meu abraço na Metza não era para ser apertado, mas sensual, meu olhar provocativo e claro, estaria fazendo beicinho. Minha roupa, assim como da Metza, já expunha muito do meu corpo e me movimentava para deixar ainda mais sensual.

  Passava os olhos em Poo e no Levi e fazia cara convidativa, mas logo soltei Metza, ela queria ir até Levi novamente e interroga-lo sobre o tal malhado, e eu a segui dando uma piscadinha para ele, eu também estava esperando uma boa resposta.

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptySeg 12 Jun 2017 - 13:54




Aventuras em Conomi Island


Presos no estoque: Surge o Jutsu Sexy!




Realmente as coisas estavam ficando fora de controle, se já não tivesse é claro. Uma informação fazia Grambos cessar seu discurso. Seu olhar era apavorante, então julgava ter sido algo bem extremo ou inesperado pelo homem para o mesmo reagir daquela maneira. Talvez o fato de ele encerrar tudo daquela maneira, inesperada, e nos mandar para algum lugar, encerrando o diálogo confirmavam minhas expectativas, talvez. A festa, digo, a animada festa já havia se encerrado, não que tivesse alguma possibilidade dela prosseguir, porém, certamente ficaria na memória da ilha por algum tempo.

Caso pudesse ouvir o que estavam conversando

De fato aquelas informações eram bem curiosas. Aparentemente o velho de antes, o mesmo que acusava o grupo estranho acabara de ser baleado e, não apenas ele como outro rapaz estava ferido e tudo indicava que iríamos até a taberna a qual julgava ser importante para conseguir informações.

Caso não ouvisse, pode seguir daqui.

O grupo revolucionário então nos encaminhava até algum local, julgava ser o bar do tal Bruce, mas ficaria até as suposições até se confirmarem ao nos aproximarmos do local.  Algemado, entrei no local escoltado pelos homens do Grambos, junto ao grupo. O cenário era de completo incidente criminal, assim com os livros que lia enquanto ficava na mansão enquanto os outros entravam em ação. Aquela cena me era familiar, apenas não sabia o porquê...

Flashback

- Aleister, o que você fez? Eu te falei para ficar na mansão, olha tudo, toda essa confusão, isso é culpa sua, é culpa sua seu moleque!

Uma voz familiar soava em meio aquele cenário de completa destruição. Ao piso estavam caídos diversos cadáveres, mas um em questão chamava a atenção do rapaz enquanto era garoto. O rosto de ninguém podia ser visto, mas a figura simbólica era de seu pai segurando o corpo de uma aparente mulher no que aparentava ser a mansão onde o mesmo vivia.

- Eu não, eu não fiz... Não foi culpa minha...

Fim do Flashback

De volta à realidade, diferente de antes, estava agora em uma espécie de estoque. Não fazia a mínima ideia de como havia entrado ali, mas a questão era que estava. Não estava sozinho, todo o grupo de antes estava, inclusive a complicada loira que havia complicado meu plano de fuga. Podendo analisar melhor, aquelas garotas eram realmente belas, pelo menos, e o urso era gordo, bem gordo, muito gordo!

A manipuladora garota descalça então tirava uma garrafa de rum de sua bolsa, tomou um gole e nos ofereceu. Realmente estava na merda, mas uma bebida não cairia mal, pelo menos estaria na merda de maneira louvável, bebendo e rodeado de belas mulheres.

- Olha um gole de bebida não se nega a ninguém, principalmente quando se é oferecida!

Não que eu fosse melhor amigo dela, ou que gostasse dela, mas alguém que divide bebida é alguém que certamente é confiável, ou não, enfim, álcool é álcool. Estiquei meus braços algemados para pegar a garrafa e assim tomar um gole. Enquanto bebia, olhei para ela, tentar notar alguma coisa que pudesse me alertar, mas para minha surpresa, enquanto ela iniciava uma conversa coma ruiva, suas curvas ficavam evidentes de tal maneira que não conseguia aguentar, dificilmente algum homem aguentaria. A bebida retornava para minha boca, tentei segurar para não cuspi-la, mesmo que isso me fizesse engasgar, mas não queria desperdiçar bebida daquela maneira.

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- Gostosa – comentei ao respirar – Err... – gaguejei – Que bebida gostosa!

Realmente aquela visão era bem tentadora, mas o momento não era tão adequado para isso. Respirava fundo, tinha de me controlar, algum plano teria de ser traçado, mesmo que não pudesse contar com eles. Mantinha meus olhos fechados por alguns instantes tentando me acalmar e então, ao voltar, fui surpreendido pelo questionamento da loira. Ela me pedia desculpas. Podia estar enganado, mas ela aparentava estar mais calma e sincera isso me assustava, nunca havia conhecido alguém tão instável quanto ela. Depois, ela questionava sobre minhas atitudes passadas e quais eram meus objetivos. Ali era uma boa oportunidade de colocar os pontos nos i’s.

- Prazer, meu nome é Aleister - ironicamente faria uma saudação de boas vindas -
Olha, a história é longa. Eu não envenenei ninguém e acredito que vocês também não. Eu fui enganado por um malhado. Ele havia me falado sobre alguma peça que ele tentaria armar e pediu minha ajuda. Apenas isso. Não estávamos na ilha e nem fizemos nada com essa bebida. Estávamos sendo perseguidos por chacais na floresta, eles são animais do demônio!
– destacaria.

Enquanto falava, realmente toda aquela situação viria em minha mente. Toda aquela confusão que passei mais cedo e como um simples diálogo com um cara estranho me faria estar ali, preso, algemado, junto a um grupo totalmente estranho e instável, ou pelo menos a loira.

- Quando me vi, estava ali, no meio da praça, sendo acusado por algo que não havia feito. Não faço a mínima ideia de como aqueles vidros foram para ali, na minha bolsa, talvez o malhado tenha me incriminado, não, certamente foi ele. Ao mesmo tempo em que aquilo surgiu na minha bolsa, ele sumiu da minha vista. Isso me deixa irado, ser enganado, mas agora aqui estamos nós – escoraria na parede mais próxima – Eu não sei o motivo pelo qual eu tentei ajudar vocês, acho que eu queria ser ajudado daquela maneira caso estivesse sendo acusado injustamente. Já estou acostumado em ser julgado, então não via problema algum em ser mais uma vez, mas vocês não mereciam isso, eu acho... Enfim, é isso, que ótimo, não?

Enfim havia explicado toda a situação que me encontrava. Sentia-me aliviado, porém nada disso mudava minha situação, nada daquilo me soltaria ou me livraria daquelas algemas. Tinha de pensar em algo. Enquanto isso, a loira começava a falar com a ruiva e depois falava com a outra garota enquanto a abraçava. Aquele olhar, aquela provocação. Aquele contato de corpos, isso era bem... Provocante. O olhar dela me convidava para participar daquilo, daquela cena, o quão instável era a mentalidade dela? Mesmo que quisesse algo, não poderia fazer nada, então apenas me mantive olhando para o teto ou qualquer local que não me levasse até elas.

- O malhado? Ele é um filho da puta que era revoltado com essa ilha e me chamou pra pregar uma peça com alguns amigos dele. Suspeitei que houvesse algo (ou não) quando ele demonstrou ter um ódio gigantesco da ilha pela maneira que era tratado. Ele deve estar por aí, solto, rindo da minha cara, certamente é o responsável por esse envenenamento, já que queria envenenar a comida da festa – responderia.

A situação não se resumia apenas no veneno da bebida, agora alguém importante havia sido sequestrado, alguém que poderia estar ligado com toda essa confusão. Talvez os mesmo que envenenaram fossem os mesmos que sequestraram o Kuro, então apenas a ruiva poderia nos responder algo.

- Você viu algo estranho enquanto estava com ele? - olharia para a ruiva – Não quero me intrometer na sua vida, isso não importa, só quero unir o máximo de informações e encontrar uma maneira de me livrar... De nos livrar – falaria contrariado – dessa situação. Por mais que tenhamos de esperar aqui para não perder a confiança do Grambos, se ficarmos apenas sentados, não ajudará em nada e, pela qualidade dos homens dele – sussurraria – Nada se resolverá. Essas algemas são um pé no saco – reclamaria.

Histórico do Alencar:
 

Objetivos da Aventura Atual:
 

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SUPER IMPORTANTE:
 


Última edição por Alencar em Ter 13 Jun 2017 - 13:21, editado 1 vez(es) (Razão : Por livre e espontânea obrigação, foi forçado a isso.)
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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptyTer 13 Jun 2017 - 3:39

A Ascensão de um Bando sem Nome/ Post13

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A situação era realmente complicada pra garota, e pra todos ali presentes, Grambus não dava o braço a torcer, mas aquele não era o pior cenário possível, e por mais que Layla não gostasse do ocorrido, ela sabia disso, era um grande conserveiro e Grambus mal considerava uma única frase dela, isso dê certo era insultante, mas ela sabia medir a situação, responder para com tal se fazia inútil, as pessoas só tremem ou escutam diante de respeito ou medo, e não havia nenhum motivo de temor para o homem a frente de todos, por fim eles acabavam todos ali reunidos uma trupe de renegados.

Layla primeiramente se ateria em observar a as moças, as duas beldades eram realmente maravilhosas, tinham um corpo de deixar o queixo na mão, e claro suas vozes… eram algo de outro mundo era como falar com os anjos, e a loira de trapos a fazia alguns questionamentos para tal, primeiro ela esperaria ela terminar, e logo a outra se punha a frente e falaria um pouco mais antes de tudo, após isso apenas tentaria ser o mais clara possível nas informações que fosse passar, e visando isso ela iria para tal falar com calma mas antes que começar, Bijin tomava a frente falando que estava feliz de encontrá-la, para tal ela daria um sorriso no rosto e observaria atentamente ela, visualizaria suas vestimentas e também detalhes de seu corpo, além da fisionomia do rosto, Layla se fazia pronta para responder mas antes de tudo, a moça agarraria a Metza em uma pose sensual, que mostrava claramente seu corpo, a cena era de certo algo provocante, que mulher sedutora que se punha ali, qualquer homem estaria de queixo caído, e a ruiva também, ela se perguntaria qual o problema de Grambus, talvez a pipa do vovô não subisse mais, e por tal raiva ele as tivesse colocado ali, mas não via de certo uma lógica completa por trás disso, claro sempre há uma, mas ela não sentia vontade de pensar nisso ela só queria um abraço daqueles também, era uma meta pro futuro.

Novamente ela se prontificaria para falar mas uma voz ao longe a atrapalharia, antes que ela puxasse o folego para falar. - Gostosa – Falaria um homem de uma boa aparência, realmente só haviam beldades naquele grupo, parecia de certo uma ótima coisa estar lá naquele meio – Err... – Ele gaguejaria o que era um tanto quanto estranho, pobre homem, bonito mas gago, ninguém é perfeito afinal – Que bebida gostosa! - Pareceria até que ele se curou da gagueira repentinamente, para a ruiva seria fácil de entender a piadinha, mas ela de certo ignoraria, não era algo incomum a ser direcionado para si, ela não sentia necessidade de dar qualquer que fosse uma resposta clara. Apenas deixaria que o homem prosseguisse falando, ela não tinha qualquer pressa de falar, não dava para sair dali mesmo.

Levi explicaria toda sua história até ali, sobre um malhado e coisas similares, realmente uma história duvidosa, mas não impossível, ela estaria pendida a acreditar pelo menos na maior parte, já que tentaram a incriminar também, ela não o julgaria, parece que isso era algum tipo de robe na ilha, incrimina aqui, incrimina acolá, incrimina pai, mãe, filha e tio-avô, é realmente um jogo sujo. Mas agora após todo o papo ela finalmente passaria suas informações para todos.

A ruiva estufava o peito e jogava o cabelo pra trás, logo começaria a falar parte a parte, com um calmo semblante e uma ideia principal para que não se esquecesse de passar nada.- Primeiramente fico feliz, pelo que disse Bijin, ou prefere que eu a chame de Buki? De qualquer forma eu Estava procurando mais pessoas pra ir comigo pra Logue, eu queria um barco, e pessoas pra me ajudar, eu conheci Kuro e pensei em pedir uma carona pra ele nesse fim de noite. - Ela olharia em volta apenas por precaução, ela ainda estava um tanto quanto marcada pelo ocorrido, cautela nunca é demais, e então ela continuaria falando. - Estávamos apenas curtindo a noite, ele havia me convidado logo de manhã para a festa, andamos de barco, a tarde, foi tudo muito feliz, era um homem de bom coração, e por isso não entendo por que alguém faria mal a ele.- Apesar de tais palavras inocentes, ela pensava o pior, ela sabia que existiam sim motivos, jamais esqueceria de quando Kuronin conversava com o dono da hospedaria onde falava das rixas entre dois grupos que faziam festas, e que aparentemente competiam.

- Eu vim para a festa a noite e acabamos nos afastando um pouco de tudo, Kuro disse que queri me mostrar algo… e isso era no caso um melhor lugar para ver os fogos, mas quando eles começaram, senti um saco na minha cabeça, alguns homens seguraram minhas pernas e tentaram me render, eu não podia ver o que estava realmente acontecendo.- Ela respiraria um pouco estufando o peito novamente. - Eu realmente, não posso deixar ele para trás, ele já era quase um amigo, estávamos indo bem, mas o tempo gosta de me pregar peças. Nessa mesma hora quando eu tirei o saco da cabeça, já não tinha mais sinal de Kuro, lutar com os homens só me faria perder tempo, e não haviam muitas saídas possíveis, eles deveriam ter passado por perto de onde estavam as pessoas, mesmo que por momento, não sei exatamente pra onde foram, deduzo que usaram o caminho mais rápido, podem ter pego desvio para a cidade, ou uma rota que não conhecemos, podem ter usado o rio, seguido pro porto, mas de qualquer forma, não tem como sumir de vez.

Após tudo isso ela olharia para todos, e se aproximaria da Bijin, e seguraria as mãos dela, e olhando bem nos olhos ela diria. - Obrigado por não me acusar, nem me dispensar de primeira, e ainda se dispor a andar em um navio que eu navegasse, é raro ver pessoas assim.- Ela se afastaria e tomaria uma última palavra apenas para encerrar sua fala. -Eu não sei o que vai acontecer daqui pra frente, mas precisamos de um plano de ação mais elaborado ou realmente estaremos com problemas.- Por fim ela apenas tomaria folego e se acalmaria, ela estava um tanto quanto preocupada e em muitos momentos seus pensamentos voavam, ela estava realmente pronta, a loira com as roupas rasgadas realmente havia tocado o coração da ruiva com as palavras, era alguém excepcional, a Bijin se mostrava realmente amigável, até mesmo amorosa, era estranho lembrar de sua fúria em cima do balcão anteriormente, Layla não conseguia imaginar ela com tanta raiva analisando suas forma agora, ela ainda está indiferente para com Aleister, mas não possui raiva, ou apatia, apenas não se afeiçoou ainda.



Objetivos:
 

Histórico de Layla:
 

Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptyTer 13 Jun 2017 - 20:04




Khrono



ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Para a minha infelicidade e sorte dos homens ali, Kairo resolvera ficar quieto, sem sequer demonstrar sinais de que queria brigar. Talvez considerasse aqueles homens não fossem dignos de morrer ou ao menos levar alguns bons socos. Respirando com dificuldade, fiz o que pude para evitar ser atingido por mais balas. Embora cada esforço meu custasse parte de meu próprio sangue, da forma mais literal possível.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Minha intenção ao usar as mesas e cadeiras do bar de Bruce era de fato defender das balas, ou ao menos desviar a trajetória das mesmas, afinal, por mais que os móveis tivessem um material frágil, ainda eram fortes o suficiente para realizar tal ação. Ao menos era isso que indicava quando o velhote me ensinou sobre Movimento Retilíneo Uniforme. Não que eu tivesse prestado muita atenção nisso, mas era um conceito básico. De toda forma, minha cabeça não pensava em todos os detalhes e acabei que exigir demais de meu corpo. Segundo o que aconteceu, eu havia de fato conseguido evitar as balas e atingir a perna de um dos homens mais altos, fazendo-o inclinar pra frente e soltar a arma. Aproveitando-me disso, corri em direção à porta, mas ela parecia estar cada vez mais longe. Minha respiração ficou ainda mais pesada, e a dor em meu braço e abdômen ficou ainda maior. “Não posso fraquejar aqui… Mas minha força está indo embora a cada segundo. Droga!! Eu vou morrer aqui? Não, Não, Não!!!” Meu olhos começaram a ficar turvos e minha visão fraquejou, ficando aos poucos tudo escuro enquanto eu caminhava, até que caí no chão sem perceber.


ㅤㅤㅤㅤㅤㅤ Acordaria, de súbito, com os olhos arregalados e assustados. Ouviria pessoas conversando ao meu redor, e minha cabeça doía um pouco. Porém, ao tentar levantar, sentiria o que de fato doía de verdade: meu braço e abdômen. Entretanto, agora eles estavam enfaixados e um homem com um charuto me encarava, perguntando meu nome. Ainda com a expressão assustada e intimidado pelo homem, demoraria exatos dois segundos antes de falar.


── Eu sou Khrono Dulahan, venho de Baterilla e estou em uma viagem.  ── Responderia a homem com bafo de tabaco. Não esperava que ele conhecesse minha família, embora ela fosse de renome ainda na própria ilha. Aguardaria por outras perguntas, caso tivessem, e assim que respondia, escutei a voz de alguém conhecido. Surpreso, viraria a cabeça na direção dela. ── Bijin? É você? ── Ao mesmo que reconheci a garota, abri um sorriso de alívio, eu não estava sozinho e nada de mal tinha acontecido com eles. Bem, ao menos com ela, eu ainda não sabia onde estava Poo para agradecê-lo também. Mesmo sem entender nada, a confiança de que tudo ia dar certo crescia dentro de mim.





Citação :

Objetivos na aventura:

[_] ♦ Comprar uma espada;
[_] ♦ Comprar um kit de anotações;
[_] ♦ Aprender a perícia "Luta de Rua";
[_] ♦ Aprender a perícia "Psicologia";
[_] ♦ Encontrar com todos os membros do futuro bando;
[_] ♦ Saber a localização para comprar um Bingo Bingo Book;



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão de um Bando sem Nome   A Ascensão de um Bando sem Nome - Página 6 EmptySab 17 Jun 2017 - 9:26




UNNAMED

Alones


Vendo-se forçados a permanecer ali juntos aquele grupo misto de pessoas começa a conversar e a beber. Metza educada acaba tendo de passar sua garrafa para Levi em dado momento, mas conseguindo disfarçar bem o incomodo que isso lhe causava e também disfarçar bem o incomodo que possivelmente poderia sentir a seguir pelo comentário do mesmo. Apenas se quisesse esconder é claro. Com isso as três mulheres se encontravam praticamente ao redor de Levi, Metza que havia ido entregar a garrafa, e Buki que havia ido se desculpar.

Layla estava próximo a eles, pois para ela interessava as respostas que o jovem pudesse dar. O urso estava sentado em um canto, bebendo a ‘agua’ de seu ‘cantil’ aparentemente sem dar atenção para as conversas, seus interesses eram outros afinal.

Naquele tempo Levi se ve em dúvida se sua situação era assim tão má, afinal com as três belas a sua frente, todas olhando para ele enquanto explicava os ocorridos do dia... Bom digamos que é uma sensação que engrandece o homem. Por fim ele terminou de explicar e as garotas se afastaram um pouco. Tendo as loiras abraçadas no seu campo de visão o jovem quase... Quase não prestaria atenção nas respostas da ruivas, mas como todos sabem.... Vamos deixar implícito o que sabem.

Layla começa a explicar o que ocorreu enquanto estava com Kuro, desde um breve relato de como se viram juntos até do porque terem se afastado. Os presentes ali podiam e tinham o direito de imaginar em suas mentes pervertidas que não era apenas um lugar melhor para ver os fogos que Kuro tinha em mente. Talvez sem nem mesmo notar Levi poderia ter naquele momento um sorriso malicioso se espalhando pelos lábios, crescendo em sua face, da mesma forma que o....

Na sala ao lado Khro acordava, seu abdome doeu quando fez força para levantar e uma voz lhe impediu de fazer o mesmo.

- Calma garoto, você foi baleado.. Devagar... Já tratamos você, não vai ter complicações, mas vai ficar com uma pequena cicatriz. Você deu sorte, creio que eles teriam matado você, mas o dono do bar acabou chegando nesse momento e eles tiveram de fugir. De acordo com Bruce eram 3 indivíduos. Sei que ainda é muito cedo, mas você pode me confirmar o que viu garoto?







Bom primeiramente desculpa o atraso, já sabem o motivo creio eu. Ontem foi corrido no trabalho e não tive tempo pra nada. Hoje o trabalho já ta me chamando aqui no whats dai acabei por resumir o post, ia colocar mais coisas, mas pedirei desculpa pelo post fraco. Ta nas mãos do Khro vocês serem soltos, Layla pode sugerir como fariam para sair da ilha, ela deveria saber '-'. Levi não se sinta mal, é como naqueles programas de TV em horarios impróprios que poem solteiros numa casa e as mulheres sempre gostam mais das mulheres e nunca dos caras, a vida tem dessas coisas. ksokaoskaos

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